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PATINETES LIME JÁ PODEM SER ALUGADOS PELO APP DA UBER NO RIO

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Aluguel dos veículos pode ser feito no mesmo app que oferece viagens de carro e refeições

Os patinetes elétricos da Lime no Rio já estão disponíveis para aluguel por meio do app da Uber. Com a novidade, os moradores da cidade passam a ter mais facilidade para contratar uma opção de deslocamento sustentável com conveniência.

Agora, usuários da Uber poderão ver os patinetes disponíveis no mapa do aplicativo, após selecionar a nova opção no menu de categorias. Ao localizar o patinete, é preciso escanear ou digitar o código da unidade para desbloqueá-la. O preço é o mesmo do app da Lime: R﹩ 2,25 para desbloquear mais R﹩ 0,75 por minuto de uso.

“A integração com a Lime representa mais uma etapa na estratégia da Uber de abrir sua plataforma para reunir vários serviços no mesmo aplicativo. Agora, o carioca poderá escolher se quer fazer uma viagem de carro, pedir uma refeição, fazer mercado, enviar ou receber encomendas ou alugar um patinete elétrico, tudo isso no app da Uber”, afirma Tiago Lambuca, gerente de operações da Uber.

Trata-se de uma parceria entre empresas que continuarão independentes. Assim, a operação dos patinetes e o suporte ao usuário são realizados pela Lime, que implementou protocolo de sanitização dos veículos na pandemia. Antes de cada desbloqueio, o usuário precisa revisar orientações da empresa para dirigir com segurança, incluindo alerta para o uso de capacete e respeito às regras de trânsito. O conteúdo também está disponível no site e no aplicativo da Lime.

Atualmente, é possível alugar patinetes e bicicletas da Lime pelo app da Uber em mais de 60 cidades do mundo, como Lisboa, Santiago e Roma. A parceria foi ampliada depois que as empresas firmaram um acordo global que fundiu as operações de micromobilidade da Uber com a Lime.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

MARCOPOLO IMPULSIONA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL COM ÔNIBUS ELÉTRICOS E HÍBRIDOS

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Companhia conta com 370 veículos sustentáveis em diversos países. Outras 400 unidades circularão até 2022 na América Latina

Após lançar o primeiro veículo leve sobre pneus (VLP) 100% elétrico do Brasil em São José dos Campos (SP), em parceria com a BYD, e o primeiro ônibus rodoviário movido a eletricidade da região sul, no ano passado, a Marcopolo segue investindo em veículos com propulsão sustentável. A companhia conta com 370 veículos elétricos e híbridos rodando em diversos países, incluindo Argentina, Austrália e Índia. No Brasil, são 75 veículos. Até 2022, outras 400 unidades serão postas em circulação na América Latina.

A companhia vê nos modelos elétricos suma grande oportunidade para o desenvolvimento do transporte coletivo, já que há grande potencial para a adoção desses ônibus nos grandes centros, sobretudo veículos preparados para o carregamento de oportunidade – ou opportunity charger – que permite o rápido carregamento das baterias entre viagens.

“O transporte coletivo apresenta vantagens para a introdução de ônibus com propulsão elétrica uma vez que opera em sistema de “arranca e para” – com um sistema de carregamento mais fácil e frequente, é possível equipá-los com baterias suficientes sem ocupar muito espaço ou tornar o veículo pesado”, explica o gerente de Engenharia de Planejamento e Produto da Marcopolo, João Magnabosco.

Recentemente, a divisão de inovação da MarcopoloMarcopolo Next, anunciou, junto a Secretaria de Trânsito, Transporte e Mobilidade de Caxias do Sul (RS), a implantação do Caxias Mobility Lab, para operar o primeiro sistema de mobilidade elétrica da cidade, com um ônibus elétrico integrado à infraestrutura de carregamento e monitorado 24 horas. O sistema está em período de testes, que devem ser concluídos no primeiro semestre de 2021.

A adoção de veículos com tecnologia limpa é uma tendência mundial. Para a Marcopolo, há um ambiente propício no mercado brasileiro para o desenvolvimento do transporte com propulsão elétrica, com provedores de energia dispostos a investir no sistema. Além do benefício ambiental, a mobilidade elétrica tem custo operacional inferior se comparado ao diesel e a adoção tende a ser decisiva para um futuro sustentável.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Marcopolo 

COLAB É ELEITA UMA DAS GOVTECHS MAIS PROMISSORAS DO MUNDO EM 2021

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Segundo ranking anual da StateUp, primeira organização no mundo de consultoria especializada em inovação digital com propósito público

O Colab, startup de tecnologia que aproxima governos e cidadãos para uma gestão pública mais colaborativa e eficiente, foi eleita uma das GovTechs mais promissoras do mundo pela StateUp 21, da StateUp, uma organização independente especializada em inovação digital no setor público. Dentre as 450 empresas avaliadas, foram selecionadas apenas 21 startups do ecossistema global.

Outras empresas bastante conhecidas no setor público, como Traffi, CitizenLab e Helthy.io também se destacaram e entraram na lista da consultoria. A StateUp ainda classificou a empresa brasileira Gove na categoria de startups que devem ser observadas de perto nos próximos anos.

O aplicativo do Colab foi desenvolvido para a sociedade participar ativamente da gestão pública e postar demandas de zeladoria urbana, como poda de árvore, tapa-buraco, entre outras, além de responder a consultas públicas. Já as prefeituras utilizam o sistema Colab GOV para receber, monitorar e atender as demandas da população e consultar os cidadãos sobre assuntos importantes. Atualmente, a plataforma possui mais de 320 mil usuários cadastrados em todo o Brasil.

A aposta do Colab é que gestões mais colaborativas aumentam a eficiência, responsabilidade e nível de confiança nas políticas públicas locais. “Esse é um momento de orgulho e alegria para toda a equipe do Colab, mostra que estamos trilhando o caminho certo como empresa. Não podíamos estar mais felizes por sermos citados nessa lista”, conta Gustavo Maia, CEO do Colab.

Graças à Gestão Pública Colaborativa difundida pela empresa no Brasil, o Colab já recebeu diversos prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais, tendo sido eleito em 2015 o melhor aplicativo urbano do mundo pela New Cities Foundation e a Startup com maior impacto social e maior potencial global pelo Banco Interamericano em Desenvolvimento.

A plataforma, que ainda traz diversos recursos que beneficiam cidadãos e governos, como publicação de fotos, georreferenciamento de demandas, materiais de educação política e participação social e gamificação do app, foi escolhida pela ONU em 2018 para ser o aplicativo oficial da consulta pública Cidades Sustentáveis da ONU-Habitat no Brasil.

Habitação e serviços básicos, acesso a transporte, espaços públicos e adaptação às mudanças climáticas são alguns dos temas abordados em 30 perguntas de múltipla escolha que medem a percepção dos brasileiros sobre as suas cidades e como elas estão evoluindo para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11 da ONU (ODS 11), que busca tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

A pesquisa brasileira, que teve seu questionário replicado em países como Peru e Bolívia, já está em sua 3ª edição e será realizada anualmente até o ano de 2030. Para responder à consulta, basta acessar o site https://consultas.colab.re/cidades_sustentaveis ou baixar gratuitamente o aplicativo Colab para celulares de sistema Android ou iOS.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Colab

PROGRAMA EDUCACIONAL DA ORACLE CELEBRA NOVAS PARCERIAS E ABRE PROCESSO PARA MAIS DE 1.000 NOVAS VAGAS DE TRABALHO

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Oracle Next Education alcança mais de 3500 alunos matriculados e planeja expansão para América Latina

São Paulo, 1 de fevereiro de 2020 – Celebrando um ano de conquistas, o Oracle Next Education (ONE), programa educacional da Oracle, que tem como objetivo aproximar a tecnologia de pessoas de regiões periféricas e escolas públicas e as conectar ao mercado de trabalho na área de TI, finaliza o ano com 5 mil vagas, sendo 4 mil delas já preenchidas e mais 1.000 vagas abertas para todo o Brasil e planejando expandir a iniciativa para além das fronteiras nacionais, chegando a outros países da América Latina.

E não para por aí, além dessa expansão, o ONE terá mais uma trilha, que poderá ser realizada pelos alunos. Pensando nas exigências do mercado, a disciplina abordará como utilizar o LinkedIN de forma estratégica e que contribua para potencializar a carreira dos estudantes. Outro ponto de destaque, que deve atrair a atenção dos inscritos, são as parcerias. Atualmente, o projeto conta com 15 empresas (Gerdau, Bayer, Easynvest, Zup, ViaVarejo, 99 Empresas, Tramontina, Raízen, Carambola, MRV, sky.one, Grupo Fleury, St Marche, Paschoalotto, Grupo Nexxees), que abraçaram o programa e estão abertos para os novos talentos. “Sempre imaginei que um programa de formação de profissionais não deveria ser meramente acadêmico. Como uma grande empresa, podemos ir além. Formar e direcionar esses profissionais para que busquem uma posição no nosso ecossistema de clientes e parceiros. E é isso que o ONE se propõe a fazer. Por isso, tenho muito orgulho dessas parcerias. São elas que permitem alavancar o impacto e empoderar cada vez mais pessoas por meio da tecnologia, fortalecendo o pilar de empregabilidade do programa”, conta Rodrigo Galvão, CEO da Oracle Brasil.

O projeto foi lançado com 3 mil vagas e, posteriormente, por meio de parcerias, ampliou esse número para 5 mil, sendo essa segunda fase destinada apenas para jovens das instituições Gerando Falcões, Instituto PROA, Meu Futuro Digital, Soul Bilíngue, Meninas Negras, Oi Futuro, Cloud Girls, Labora e CIEE. Além dessas parcerias, outro ponto que não deve deixar de ser citado é o projeto piloto Sêniores Digitais – o Oracle Next Education (ONE) voltado para pessoas acima de 50 anos. “O ONE já era um sucesso, mas quando lançamos o Sêniores Digitais foi uma alegria imensa, a procura foi tão grande que as vagas ficaram esgotadas em pouquíssimos dias”, conta Gabriel Vallejo, VP de marketing da Oracle.

O ONE teve início poucos meses antes da pandemia e, diante do novo cenário, que trouxe a necessidade de adaptação ao EAD e o curso projetado 100% on-line, veio ao encontro desse momento de todos estarem em casa se cuidando. O mercado está reaquecendo e, com isso, novos formatos de processos seletivos e de trabalho vieram diante do contexto mundial. Os alunos estão cada vez mais preparados para essa realidade, tanto pelo formato do curso, como também pelos conteúdos oferecidos que contribuem para o desenvolvimento de soft skills, muito necessárias para as mudanças e adaptações aos novos formatos. “É muito gratificante ver um programa que, iniciou praticamente no início da pandemia, ter alunos que toparam esse desafio e conseguiram fazer as formações no período proposto. Em outubro, finalizou o prazo para os primeiros alunos terminarem as trilhas e, mesmo diante de tantas adversidades do contexto vivido, muitos dos estudantes conseguiram colocação no mercado de trabalho”, diz Gabriel.

É o caso da aluna, Júlia Santos, baiana, mulher negra, filha de pai ambulante e mãe doméstica, Júlia é a primeira geração da família a ingressar no ensino superior. Estudante de Sistemas da Informação, ela terminou toda a grade do ONE e se candidatou à uma vaga de estágio na Bayer. Foi a única mulher entre os 10 candidatos que concorriam a apenas três vagas – e conseguiu passar com sucesso. “Eu já fazia faculdade de sistema da informação e trabalhava com banco de dados, mas foi o ONE que me deu a oportunidade de estagiar em uma das maiores multinacionais do mundo. Como uma mulher negra, retirante e nordestina nunca imaginei poder estar onde estou hoje, mas o programa me proporcionou isso”, conta Júlia, ex aluna do ONE.

Allan Santos também é um dos talentos que conquistou uma oportunidade no mercado de trabalho. Com 24 anos e vindo da periferia de São Paulo, o jovem sempre se interessou por tecnologia. Ele se dedicou em terminar todas as trilhas antes do prazo máximo de duração do curso (seis meses) e se candidatou ao Generation Oracle (GenO), programa de estágio da Oracle. Sempre muito dedicado, Allan passou por todas etapas do processo e hoje faz parte do time de estagiários e também contribui como voluntário com o projeto ONE para pensar em formas de os alunos terem uma experiência ainda melhor durante essa jornada.

“Histórias como a da Júlia e do Allan, nos impulsionam a fazer muito mais. Queremos atingir o maior número possível pessoas e ajudar a mudar a realidade dos muitos jovens que sonham em fazer uma faculdade ou até um curso profissionalizante na área, mas não tem condições para tal”, afirma Rodrigo Galvão, CEO da Oracle no Brasil.

Segundo um levantamento da Brasscom, realizado em 2020, enquanto o número de empregos no país caiu 2,3% entre janeiro e julho, em comparação com o mesmo período de 2019, as vagas de tecnologia aumentaram em 1,18%, ou em 14 mil postos de trabalho. Ao todo, o segmento acumula um total de 1,56 milhão de vagas e movimenta R$ 494 milhões por ano, representando 6,8% do PIB brasileiro. Mas ainda enfrenta um problema sério: o déficit de mão de obra qualificada que pode chegar a 24 mil funcionários por ano até 2024, ainda conforme as estimativas da associação, e o ONE vem mostrando ser um fio-condutor para que talentos se capacitem e alcancem uma dessas milhares de vagas abertas.

O curso é totalmente online, e aborda disciplinas como Lógica de Programação, Frond-End, Linguagem Java e soft skills (empreendedorismo, criatividade e inteligência emocional), além de capacitar e conectar os alunos a inúmeras empresas parceiras interessadas em recrutar esses novos talentos.

Saiba como aproveitar as novas vagas disponíveis, acesse: https://www.oracle.com/one

Com informações da Assessoria de Imprensa da Oracle

PORTAL CONNECTED SMART CITIES LANÇA SEÇÃO DE COLUNISTAS

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A iniciativa tem o propósito de fomentar a pauta de cidades e mobilidade, por meio da contribuição dos diversos atores envolvidos com o ecossistema

Hoje (01/02), o Portal Connected Smart Cities, canal colaborativo e de conteúdos relevantes sobre o futuro das cidades, lança um novo espaço destinado a repercutir conteúdos relacionados aos temas de cidades e mobilidade. A nova seção “Colunistas” já nasce com formato robusto e com a participação de nomes bem conhecidos no cenário nacional e internacional e com contribuição e envolvimento no desenvolvimento de ações e soluções focadas em smart cities.

A seção já contempla mais de 30 especialistas confirmados e que irão repercutir em seus artigos exclusivos, dentro da temática da plataforma Connected Smart Cities, a abordagem de temas sobre: cidades conectadas, urbanismo sustentável nas cidades, cidades participativas e engajadas, cidades empreendedoras, cidades humanas, resilientes e inclusivas e cidades prósperas. Além dos eixos temáticos do Connected Smart Mobility: mobilidade para as pessoas, mobilidade ativa, mobilidade compartilhada, veículos elétricos, data analytics, tendências e conectividade & integração.



A novidade faz parte do planejamento do Connected Smart Cities, única plataforma de conteúdo de cidades inteligentes e mobilidade no Brasil, que envolve o desenvolvimento de um ranking, prêmio, portal, cursos, eventos presenciais e/ou híbridos e séries de eventos online.

Já no lançamento o público terá acesso aos artigos da CEO da Necta e Idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, Paula Faria, e do Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, e responsável pelo Ranking Connected Smart Cities.

Para acessar o artigo exclusivo da Paula Faria, clique aqui

Para acessar o artigo exclusivo do Willian Rigon, clique aqui

E para conhecer o time de peso que, a partir da próxima semana, passa a compartilhar conteúdos exclusivos, clique aqui

COLABORAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE CIDADES INTELIGENTES

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Compartilhamento de conhecimento e colaboração para a construção de cidades inteligentes, humanas e sustentáveis

Há alguns anos eu contratei uma consultoria para fazer o planejamento estratégico da empresa e o consultor disse que eu precisava começar pelo meu planejamento pessoal. Ao notar meu estranhamento, ele disse que o meu plano de vida, que reconhecesse minha essência e estivesse alinhada com a minha missão pessoal, certamente ajudaria no planejamento, afinal as as empresas nada mais são do que um conjunto de CPFs, fazendo parte de um CNPJ. 

A partir dessa provocação eu trouxe para o meu trabalho o que faz sentido para mim, o que me faz acordar motivada para trabalhar e o que me faz sentir que eu posso fazer diferença no mundo. 

“Se um homem não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável.” Sêneca



INSPIRAÇÃO PARA O CONNECTED SMART CITIES

Com essa frase em mente, foi criada a Necta, empresa idealizadora da plataforma Connected Smart Cities, que tem no seu DNA a crença na inovação, no compartilhamento do conhecimento, na transparência e no papel das pessoas para construção da simbiose entre lucro e objetivo.

Criamos plataformas de conteúdo, proporcionando conexões entre organizações que buscam o crescimento orientado e relacionados aos propósitos sustentáveis. A plataforma Connected Smart Cities & Mobility é a tradução de nossa proposta de valor: proporciona espaços para integração e estimula a inovação no setor público, sendo que trabalhamos continuamente para promoção desta integração.

TRABALHO COLABORATIVO

O Connected Smart Cities pauta-se para a construção de cidades mais inteligentes, humanas e sustentáveis com alguns princípios, como integração, inovação, transparência, foco nas pessoas e colaboração.

Investimos energia para estimular o trabalho colaborativo entre os atores participantes de nosso projeto, e, ao convidar os maiores especialistas para escreverem semanalmente artigos, dividimos o conhecimento e promovemos discussão, a troca de informações e a difusão de ideias entre governo, entidades e empresas, com o objetivo de tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas.

Quero agradecer a todos os colunistas que aceitaram escrever para o nosso portal: tenho certeza que, ao reunir reflexões e pontos de vista complementares para a construção de cidades humanas e sustentáveis, estamos promovendo a sinergia entre os vários atores que atuam nesse ecossistema. Assim, ao disseminar conteúdo em conjunto com organizações envolvidas na implementação de soluções, estamos contribuindo para a construção de cidades que proporcionam mais qualidade de vida para os cidadãos.

POR UMA DISCUSSÃO MAIS ABRANGENTE

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É preciso expandir as discussões e debates sobre cidades inteligentes além do conceito de tecnologia

Por Willian Rigon

Quando o Connected Smart Cities abriu este novo espaço de conteúdo e comunicação e escalou um time de especialistas para desenvolverem colunas sobre os temas que a plataforma aborda e que permeiam os conceitos, desafios e necessidades das cidades inteligentes (smart cities) no Brasil e no mundo, me deparei com uma questão fundamental: o desafio de criar conteúdos relevantes, no meio de tanta informação disponível atualmente sobre o tema.

Em 2014, quando iniciamos o desenvolvimento do Connected Smart Cities, o contexto era outro, e o termo “smart city” não tinha sua popularidade atual, não era amplamente divulgado e raramente era utilizado e percebido pelo poder público.




Passados quase sete anos, vivemos uma nova realidade, e aqui não estou falando da pandemia e seus impactos, mas sim, da nova realidade da compreensão das “smart cities”. Isso porque o Connected Smart Cities, precursor em muitas das discussões atuais sobre o tema, penetrou os diferentes ecossistemas e conversou com diferentes atores que pensam, planejam, executam e criticam as cidades e suas relações.

Conseguimos, e aqui no plural, pois é uma vitória de todos aqueles que pensam e discutem o assunto, minimizar a distorção do conceito de cidades inteligentes, anteriormente simbiótica a tecnologia, para algo mais “smart”, inteligente…

Acredito que o pensamento fragmentado era um dos motivos da má interpretação do conceito, justamente porque frequentemente notava-se a correlação de um meio, a técnica ou o instrumento, ao termo smart cities, e não, como assim o faz mais sentido, a correlação de um problema ou sua solução com o conceito de smart cities.

DEMANDAS DAS CIDADES

Exemplifico: uma cidade com problemas de engarrafamento, assim sendo, de mobilidade, provavelmente gerado devido a intermitência dos fluxos urbanos de veículo, intensificado nos horários dos movimentos pendulares entre moradia e trabalho, instala um sistema de semáforos inteligentes, e dessa forma, consegue melhorar o fluxo de veículos em horários de pico, com redução dos engarrafamentos. 

Neste exemplo, o destaque que se propaga é o sistema, ou seja, a tecnologia utilizada, e a associação realizada por falha de comunicação, é que o que tornou a cidade mais inteligente, é a tecnologia. Bom, a tecnologia melhorou aquela situação, mas a correta associação pertence ao fato de que um problema existente foi solucionado, beneficiando sua população, por meio de uma análise, um planejamento e uma ação, neste caso, propiciada pelo serviço de engenharia e pelo instrumento tecnológico.

Este mesmo problema, em situações diferentes também poderia ser solucionado pelo replanejamento urbano e incentivo de usos mistos, reduzindo os movimentos pendulares; pela implantação de modais de transportes públicos mais eficientes e consequente redução do uso do veículo privado individual; pela geração de empregos em bairros dormitórios, por meio do entendimento das vocações e incentivo ao empreendedorismo; e talvez por uma série de outras possibilidades, com tempo de solução diferente, porém com resultados positivos para a qualidade de vida da população e assim, também tornando a cidade mais inteligente.

Logo, neste pequeno espaço de tempo que a plataforma CSC existe, conseguimos aqui no Brasil, evoluir a discussão sobre cidades inteligentes, do conceito inicial da União Europeia¹ que considera que uma cidade inteligente é um lugar onde as redes e serviços tradicionais se tornam mais eficientes com o uso de tecnologias digitais e de telecomunicações para o benefício de seus habitantes e negócios para um conceito, ou adaptação, utilizado pela FGV², onde as cidades inteligentes são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida.

Podem parecer conceitos quase idênticos, ou parecidos, mas, na verdade, essa desassociação às tecnologias abre uma infinidade de possibilidades de discussões e conteúdos relevantes abordando resiliência, inclusão, participação, empreendedorismo, sustentabilidade, prosperidade, urbanismo e conexão que permitirão tornar nossas cidades melhores e rechear as colunas desta plataforma com conteúdo relevante para quem pensa e transforma as nossas cidades.

¹ https://ec.europa.eu/info/eu-regional-and-urban-development/topics/cities-and-urban-development/city-initiatives/smart-cities_en What are smart cities? A smart city is a place where traditional networks and services are made more efficient with the use of digital and telecommunication technologies for the benefit of its inhabitants and business.

² https://fgvprojetos.fgv.br/noticias/o-que-e-uma-cidade-inteligente 

MCOM PEDE PARA ANATEL CRIAR UMA REDE DE ALTA SEGURANÇA E PRIVATIVA DE COMUNICAÇÃO PARA O GOVERNO FEDERAL

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Rede privativa chegará a todo o território nacional com infraestrutura de cabos de fibra ótica

Foi publicada no dia 29/01, em edição extra do Diário Oficial da União, uma portaria que estabelece uma série de diretrizes para o edital do leilão do 5G. Dentre as determinações está a de criar uma rede privativa, de alta segurança e criptografada para a comunicação entre os órgãos da Administração Pública Federal. A portaria foi assinada pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, que levantou esforços para que a rede de segurança fosse implantada.

Para que isso ocorra, a portaria elenca regras mais rígidas que limitam o perfil dos equipamentos que irão compor a rede privativa. A ideia é promover mais segurança para o tráfego de dados e de informações estratégicas do governo. As empresas que fornecerão equipamentos para essa rede precisam ter padrão de transparência e governança corporativa compatíveis com os exigidos no mercado acionário brasileiro.

A infraestrutura fixa da Rede Segura chegará a todos os estados por cabos de fibra ótica. Haverá também uma rede móvel de segurança para o Governo que se limita apenas ao Distrito Federal operando na faixa de 700MHz.

“Estamos falando de segurança nacional, da comunicação das Forças Armadas e da Administração Pública Federal. São dados que dizem respeito à segurança pública e à defesa do nosso país. Por isso, o nosso esforço em viabilizar a construção dessa rede segura que pertencerá à União”, disse o ministro das Comunicações Fábio Faria.

OUTRAS MEDIDAS

Com a nova portaria, cidades, vilas, áreas urbanas isoladas e aglomerados rurais com população superior a 600 habitantes, ainda desassistidos, serão atendidos com banda larga móvel em tecnologia 4G ou superior. A medida deve beneficiar cerca de 18 mil localidades e atender a mais de 8,8 milhões de brasileiros.

A portaria regulamenta ainda que todas as rodovias federais devam receber de forma obrigatória o sinal 4G ou superior. Além disso, prioriza as BR-163, BR-364, BR-242, BR-135, BR-101, BR-116. Ao todo, são mais de 48 mil Km de estradas que ainda não possuem nenhuma cobertura móvel.

Além das medidas para a banda larga móvel, os recursos do leilão irão custear a implantação de 12 mil quilômetros de cabos de fibra ótica subfluvial. A estrutura será instalada em leitos de rios como o Rio Negro, o Rio Solimões e o Rio Amazonas. O projeto Norte Conectado abrange cerca de 13 mil km de cabos de fibra óptica, totalizando um investimento de R$ 1,2 bilhão.

A estimativa é de que a infraestrutura chegue a localidades que somam 2.200 Escolas Urbanas Públicas, 9,4 mil Unidades Básicas de Saúde e Hospitais, 162 instituições de segurança pública e 18 Institutos Federais e de Ciência e Tecnologia. A iniciativa vai beneficiar mais de 9,5 milhões de pessoas, sendo 1,7 milhões de alunos da rede pública de ensino em todo país.

Entre outras diretrizes, o documento prioriza, ainda, o atendimento de rede por fibra ótica de altíssima velocidade a municípios das regiões Norte e Nordeste do país que ainda não possuem esse tipo de cobertura, bem como municípios que constam nas rotas de integração nacional do Ministério do Desenvolvimento Regional. Assim, regiões que se enquadrem nessa especificidade terão conexão por fibra ótica.

Outro detalhe é que as operadoras deverão oferecer serviço de roaming obrigatório. Isso permitirá que usuários de uma operadora tenham conexão em uma região onde sua operadora contratada não dispõe de cobertura.

Com informações da Assessoria de Comunicação e Imprensa do Ministério das Comunicações

ENTENDA O QUE É BLOCKCHAIN

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Com alta capacidade de transparência e segurança, blockchain virou o foco do desenvolvimento de smart cities

Com alta capacidade de transparência e segurança, Blockchain virou o foco do desenvolvimento de smart cities: com a criação dessa tecnologia, surgiu a possibilidade de realizar não apenas transações monetárias, mas também transações de valor, como por exemplo o comércio de energia renovável.

Blockchain é uma combinação de tecnologias que permite o suporte à transação de criptomoedas, sendo que as propriedades deste sistema permitem mais segurança e inviolabilidade dos dados- com a evolução dessa tecnologia, cada vez mais, transações mais complexas podem acontecer.



Entre as vantagens de se utilizar Blockchain, está o fato do banco de dados não ser alterável, o que garante mais segurança para as transações, além de possibilitar uma autogestão para os dispositivos permitindo que funcionem de maneira isolada de um controle central. A tecnologia permite justamente a criação de sistemas de identidade digital descentralizada, o que possibilita que o cidadão possa fazer gestão dos seus dados.

Com isso, blockchain surge como ferramenta que permite uma melhor comunicação entre os governantes e os cidadãos, através de uma interação digital que facilita processos burocráticos, como ir no cartório, por exemplo. Além disso, a tecnologia permite que cidadãos tenham acesso ao destino dos recursos públicos, promovendo maior transparência no planejamento urbano. Ou seja, a tecnologia permite maior eficiência nas transações do governo, além da criação de um novo mercado tecnológico, sendo uma carta na manga para uma governança mais eficiente.

Cada vez mais, cidades do mundo estão investindo nessa tecnologia: desde 2015, foram investidos US$ 8,9 bilhões no setor. No Brasil, os investimentos ainda são tímidos, sendo que nos primeiros dez meses de 2020 o montante investido no setor foi de US$ 1,6 milhão. Ainda, o estudo “Distrito Blockchain e Criptomoedas Report”, que apontou a distribuição geográfica das startups de blockchain pelo país, mostra que grande parte dessas estão concentradas nas regiões Sudeste (67,4%) e Sul (19,9%). As empresas restantes estão localizadas nas regiões Nordeste (6,1%), Centro-Oeste (4,4%) e Norte (2,2%).

O volume de produção de dados tem aumentado exponencialmente todos os anos e a necessidade de estruturar essas informações nunca foi tão importante. Com essa nova massa de dados, é inevitável a construção de novas ferramentas capazes de gerenciar essas informações e proporcionar o desenvolvimento de soluções voltadas para os mais diferentes setores da sociedade, sendo talvez o principal deles a cidade.

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ELETROMOBILIDADE

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Quais são os desafios para a eletromobilidade no Brasil e como os gastos no setor são também investimentos

 

A maneira como se entende a mobilidade urbana mudou muito com a chegada de novas tecnologias: o ‘novo normal’ fez com que mudanças que já estavam ocorrendo dentro desse setor fossem aceleradas e soluções inovadoras passaram a ser essenciais para garantir mais sustentabilidade para as cidades.

O Connected Smart Cities & Mobility realizou um webnar para discutir a eletromobilidade e universalização de carros elétricos que contou com a presença do presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, além de Jens Giersdorf, Diretor de projeto – GIZ – Cooperação Alemã, Sergio de Oliveira Jacobsen, CEO – Operating Company Smart Infrastructure – Siemens Brasil e a diretora executiva do Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento (ITDP), Clarisse Cunha Linke.

De acordo com Igor Calvet, o governo já está trabalhando para que a infraestrutura de recarga, com novos modelos de negócios públicos e privados, seja possível no país: “Todos os países enfrentam talvez os mesmos obstáculos: custo, autonomia, tempo de recarga, infraestrutura de recarga e, por fim, assimetria de informação do consumidor”.

Discutir mobilidade é um dos grandes desafios para cidades se tornarem mais inteligentes e conectadas. O monitoramento de fluxo em tempo real nas vias através de câmeras e sensores, sistemas de controle semafóricos e os próprios aplicativos de mobilidade que indicam rotas alternativas são exemplos de como a tecnologia está alterando a maneira de como se entende o setor.

Dentro desse contexto, para que exista uma mudança dentro do setor de eletromobilidade no país, é preciso que o país tenha financiamento para colocar em prática as estratégias do setor. Investir em mobilidade elétrica é transformar o ecossistema de transportes e investir também em uma melhora da qualidade de ar, saúde e mobilidade para a população.

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