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Lula decreta novas regras para big techs atuarem no Brasil; entenda

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Lula decreta novas regras para big techs atuarem no Brasil; entenda
Foto: Freepik

Presidente assinou dois decretos e sancionou quatro projetos de lei para ampliar proteção às mulheres e reforçar segurança digital no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (20) dois decretos que criam novas regras para a atuação das plataformas digitais, as chamadas big techs, no Brasil. As medidas devem ser publicadas no DOU (Diário Oficial da União) de quinta-feira (21).

A assinatura ocorreu durante cerimônia alusiva aos 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, realizada no Palácio do Planalto.

‘Passageiro usará transporte público sem nenhum contato para pagamento’, diz CEO da Autopass

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‘Passageiro usará transporte público sem nenhum contato para pagamento’, diz CEO da Autopass
Foto: Felipe Iruatã/Estadão

Para Bruno Berezin, será possível pagar passagens de ônibus, trens e metrô só com biometria ou algum equipamento; tema foi debatido durante o São Paulo Innovation Week

O sistema de bilhetagem eletrônica do transporte público já passou por algumas pequenas revoluções nos últimos anos. Primeiro, foram os cartões, tipo Bilhete Único usado em São Paulo, e que também estão disponíveis em boa parte das cidades do País.

Mais recentemente, chegou a tecnologia chamada EMV (Europay, Mastercard e Visa, padrão internacional que garante segurança nas transações eletrônicas), que permite o pagamento por aproximação diretamente nas catracas e validadores usando cartões bancários, celulares, smartwatches ou outros dispositivos com NFC, sem necessidade de comprar passagem antecipadamente ou utilizar apenas um cartão de transporte específico. Na prática, o EMV transforma o próprio cartão de débito, crédito ou celular do passageiro em um meio de acesso ao transporte.

Mas, quando se fala em tecnologia e disrupção, o céu é sempre o limite. De acordo com Bruno Berezin, CEO da Autopass, “daqui a cinco anos, o passageiro vai poder embarcar num ônibus ou metrô e pagar a sua tarifa sem contato algum”. Ou seja, não será preciso ter à mão cartão de débitou ou crédito, Bilhete Único ou outro cartão, celular com carteira digital ou smartwatch.

Esse foi um dos temas debatidos no painel O Futuro da Mobilidade Urbana no Brasil, que também teve a participação de Vincen Molina, da Atman Systems, e mediação de Willian Rigon, da plataforma Connected Smart Cities, durante o São Paulo Innovation Week, maior festival global de tecnologia e inovação, realizado pelo Estadão em parceria com a Base Eventos, no Pacaembu e na Faap, nesta sexta, 15.

Segundo Berezin, o futuro da mobilidade urbana será muito mais fácil e fluida. “Para o usuário, resultará numa jornada ininterrupta e mais rápida. Para o sistema trará mais transparência, rapidez e segurança”, diz o CEO da Autopass.

‘Conectividade embarcada será essencial’

Para que isso aconteça conforme se espera, no entanto, é preciso investir em tecnologia. “Conectividade embarcada nos veículos será indispensável. Só assim o sistema poderá garantir a segurança necessária para todos os envolvidos no sitema”, explica o executivo.

Nesse ponto, ele lembra que a participação do poder público é fundamental. “Às vezes, um projeto demora de dois a três anos para ser desenvolvido”, diz. Portanto, acrescenta Berezin, é importante que haja convergência de ações com o poder publico para que a implementanção de novas soluções ganhem velocidade.

20% do mercado nacional

A Autopass, de acordo com Berenzin, é uma companhia 100% nacional. “Somos a quarta maior empresa de bilhetagem do mundo. No Brasil, temos 20% do mercado”, diz.

De acordo com a empresa, ela está presente nas principais regiões metropolitanas do País (como nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro), com operação em mais de 50 municípios. “No total, são 17 aplicativos diferentes, como o TOP, na Grande São Paulo, e o Jaé, no Rio de Janeiro”, diz o CEO da Autopass. “E para cada um temos que incorporar as particularidades oferecidas pelas respectivas gestões municipais, como as gratuidades, por exemplo.”

Ainda segundo dados da empresa, ela está presente em mais de 190 estações de trens e metrô e mais de 17 mil ônibus com validadores. Além de ter mais de operar 1.200 máquinas de autoatendimento (ATMs).

O São Paulo Innovation Week, realizado pelo Estadão em parceria com a Base Eventos, encerra sua programação no Pacaembu e na Faap nesta sexta-feira, 15, e segue para quatro Centros Educacionais Unificados (CEUs) ao longo do fim de semana. São eles: Heliópolis, Freguesia do Ó, Papa Francisco (Sapopemba) e Silvio Santos (Cidade Ademar).

Não é necessário fazer inscrição; o acesso será por ordem de chegada, sujeito à lotação dos espaços. A programação gratuita reúne nomes como Marcelo Gleiser, Maria Homem e Ivair Gontijo em debates e experiências imersivas.

Fonte: Estadão

Capital será palco de debate nacional sobre inovação e cidades inteligentes

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Gabinete de Inovação Capital será palco de debate nacional sobre inovação e cidades inteligentes
Foto: Divulgação

Pela primeira vez, Porto Alegre será sede da reunião estratégica regional do Connected Smart Cities (CSC), uma das principais plataformas de inovação urbana e cidades inteligentes do país.

O encontro será na quinta-feira, 21, na Arena CMPC, no Tecnopuc, das 13h30 às 18h, em parceria com o Gabinete Municipal de Inovação.

A programação de painéis reunirá gestores públicos, especialistas, empresas e organizações para discutir soluções que tornam as cidades mais eficientes, humanas e sustentáveis. Interessados podem realizar inscrição gratuita por este link.

“A realização do evento em Porto Alegre reforça o protagonismo da Capital no cenário nacional da inovação e evidencia o compromisso da cidade com iniciativas voltadas à modernização da gestão pública e à construção de uma cidade cada vez mais conectada, inteligente e participativa”, destaca o secretário municipal de Inovação, Luiz Carlos Pinto.

O encontro busca fortalecer a articulação regional entre municípios e instituições comprometidas com o desenvolvimento urbano sustentável. Confira a programação completa.

O evento terá painéis sobre inovação na gestão pública, competitividade urbana, articulação metropolitana e construção de agendas colaborativas de inovação.

Confira os destaques:

  • Como a gestão pública de Porto Alegre está alavancando a inovação e a competitividade da cidade;
  • Como o ecossistema de Porto Alegre vem construindo uma agenda de inovação colaborativa, inclusiva e de alto impacto – o exemplo do Pacto Alegre;
  • Desafios e oportunidades para gestores públicos municipais.

Sobre o CSC

A Plataforma CSC é um movimento nacional de transformação urbana que valoriza a diversidade regional, a colaboração e o impacto real nas cidades brasileiras. Em 2025, a iniciativa realizou o primeiro ciclo das Reuniões Estratégicas Regionais, levando o CSC a diferentes regiões do país para promover diálogos qualificados e aproximar gestores públicos, especialistas e atores estratégicos.

No ano passado, Porto Alegre foi reconhecida no Ranking do Connected Smart Cities, iniciativa que avalia indicadores ligados ao planejamento municipal, governança urbana e à capacidade das cidades de promover ambientes propícios ao desenvolvimento de soluções inovadoras e inteligentes.

As reuniões fazem parte da agenda nacional do Connected Smart Cities, plataforma reconhecida por conectar cidades, empresas e especialistas na construção de soluções para o futuro urbano brasileiro.

Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

Comissão aprova projeto que inclui faixas exclusivas para motos na política de mobilidade

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Comissão aprova projeto que inclui faixas exclusivas para motos na política de mobilidade
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê a criação de faixas exclusivas para motocicletas, motonetas e ciclomotores em vias urbanas. O texto altera a Política Nacional de Mobilidade Urbana para assegurar autonomia às prefeituras na decisão sobre a instalação das faixas.

Conforme o texto aprovado, cada município deve avaliar a implantação com base em estudos técnicos e no planejamento local.

Por recomendação do relator, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), a comissão aprovou a versão da Comissão de Desenvolvimento Urbano para o Projeto de Lei 1759/25, do deputado Gabriel Nunes (PSD-BA).

O objetivo da proposta é aumentar a segurança dos motociclistas e melhorar a fluidez do trânsito. A medida é uma resposta ao crescimento da frota de motos no Brasil e à alta participação desses veículos em acidentes com mortes nas cidades.

Abramo disse que os gestores municipais conhecem melhor a realidade das ruas para definir as soluções mais adequadas. A ideia é priorizar locais com maior incidência de acidentes. “O substitutivo apresenta solução mais equilibrada, ao tratar do assunto como instrumento de política de mobilidade urbana sem imposição rígida”, destacou.

Próximas etapas

A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara de Notícias

O envelhecimento ativo sobre duas rodas: como a bicicleta pode transformar as cidades para uma população 60+

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O envelhecimento ativo sobre duas rodas: como a bicicleta pode transformar as cidades para uma população 60+
Ciclovia São Paulo. Foto: Lilian Frazao

O Brasil está envelhecendo rapidamente, e isso deve transformar completamente a forma como as cidades pensam em mobilidade, saúde pública e qualidade de vida.

Enquanto grande parte das discussões sobre cidades inteligentes ainda gira em torno de tecnologia, carros elétricos e sensores urbanos, uma solução simples continua subestimada: a bicicleta. Mais do que lazer ou esporte, ela pode se tornar uma das ferramentas mais importantes para promover envelhecimento ativo, autonomia e inclusão urbana para a população acima dos 50 e 60 anos.

Mas existe uma questão pouco debatida no Brasil: milhões de adultos simplesmente nunca aprenderam a pedalar. Uma pesquisa global da Ipsos, divulgada em 2022, revelou que 42% dos brasileiros não sabem andar de bicicleta, colocando o país entre os piores índices entre os 30 países analisados. 

No caso da população acima dos 50 anos, isso se torna ainda mais relevante. Muitas pessoas cresceram em cidades sem infraestrutura cicloviária, tiveram pouco acesso à bicicleta durante a infância ou passaram décadas ouvindo que bicicleta era apenas brinquedo, lazer ou esporte radical. Soma-se a isso o medo do trânsito, a insegurança viária e a sensação de que “já passaram da idade” para aprender. Na prática, isso cria uma exclusão silenciosa da mobilidade ativa. Porque não basta construir ciclovias: é preciso também criar a cultura de uso e permitir que as pessoas se sintam capazes de pedalar.

Em diversos países europeus, idosos pedalando fazem parte da paisagem urbana. No Brasil, ainda existe um estigma que associa a bicicleta apenas à juventude e à performance esportiva. Isso afasta justamente uma parcela da população que mais poderia se beneficiar dela. Pedalar regularmente pode representar mais autonomia, melhoria cardiovascular, fortalecimento muscular, estímulo cognitivo, redução do sedentarismo e combate ao isolamento social. A bicicleta devolve algo fundamental para o envelhecimento saudável: independência.

As bicicletas elétricas começam a mudar esse cenário de forma silenciosa. Pessoas que nunca imaginaram voltar — ou começar — a pedalar passaram a enxergar novamente a bicicleta como possibilidade real de deslocamento. As e-bikes ajudam especialmente em subidas, trajetos longos e na retomada gradual da atividade física. Para muitos adultos maduros, elas não representam luxo, mas acessibilidade. Reduzem o medo do esforço excessivo e ajudam a romper uma importante barreira psicológica de entrada no ciclismo urbano.

Mesmo assim, as cidades brasileiras ainda não estão preparadas para essa transformação. Calçadas ruins, ciclovias desconectadas, excesso de velocidade dos carros, falta de fiscalização adequada para veículos autopropelidos em alta velocidade nas ciclovias, falta de arborização e insegurança viária afastam principalmente idosos e iniciantes. Dados do Censo 2022 mostram que apenas 1,9% da população brasileira mora em vias com sinalização para bicicletas. Isso mostra como a infraestrutura cicloviária ainda é extremamente limitada no país.

Uma cidade inteligente não deveria ser medida apenas pela quantidade de tecnologia instalada, mas pela capacidade de permitir que uma pessoa de 70 anos consiga circular com segurança, autonomia e dignidade. A bicicleta também possui um impacto social importante. O envelhecimento urbano muitas vezes vem acompanhado de solidão, isolamento e perda de convivência comunitária. Grupos de pedal, passeios coletivos e projetos comunitários ajudam a criar pertencimento, vínculos sociais e troca entre gerações. A bicicleta conecta pessoas e devolve a ocupação humana aos espaços urbanos.

Além disso, investir em mobilidade ativa também significa investir em saúde preventiva. Quanto maior o sedentarismo, maior a pressão sobre os sistemas públicos de saúde. Incentivar o uso da bicicleta ajuda a reduzir doenças crônicas, melhora a qualidade de vida e diminui custos públicos de longo prazo. Ou seja, ciclovias também podem ser entendidas como infraestrutura de saúde pública.

Uma cidade inteligente não é só aquela com mais sensores espalhados pelas ruas. Porque uma cidade ciclável não é apenas aquela que possui ciclovias. É aquela onde as pessoas se sentem seguras e capazes de usar a bicicleta em qualquer fase da vida.

É aquela onde uma pessoa de 65 ou 70 anos consegue usar a bicicleta para pequenas tarefas do dia a dia, encontrar amigos no parque e continuar ocupando a cidade com autonomia. 

O envelhecimento da população já começou. E as cidades que entenderem isso primeiro provavelmente serão também as cidades mais humanas, inclusivas e sustentáveis.

Prefeitura de Niterói avança na transformação digital da gestão pública com implantação do SEI

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Prefeitura de Niterói avança na transformação digital da gestão pública com implantação do SEI
Foto: Prefeitura de Niterói/ Divulgação

A Prefeitura de Niterói segue avançando no processo de modernização administrativa e transformação digital da gestão pública com a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI).

A iniciativa da Subsecretaria de Transformação Digital (SSTD) vem consolidando uma administração mais eficiente, integrada, transparente e inovadora, com foco na otimização dos serviços internos e no aprimoramento do atendimento à população.

Os avanços já alcançados demonstram a dimensão do projeto no município. Atualmente, o sistema conta com 2.275 usuários cadastrados, 1.194 unidades administrativas integradas e 500 servidores capacitados pela SSTD.

Entre os processos obrigatórios que já estão em operação no sistema estão os ofícios, a comunicação interna, as solicitações de férias e as consultas à Procuradoria Geral do Município (PGM), promovendo mais agilidade, rastreabilidade e redução da burocracia nos fluxos administrativos.

A expansão do SEI seguirá em novas etapas já planejadas pela Prefeitura, que incluem a implantação de processos como pagamento de concessionárias, prorrogação de posse, concessão de ajuda de custo e pedidos de adiantamento.

Além da ampliação dos serviços digitais, novas capacitações serão realizadas em diferentes órgãos municipais, fortalecendo a cultura de inovação, integração e transformação digital em toda a administração pública.

Mais do que uma ferramenta tecnológica, o SEI representa um novo modelo de gestão pública: mais eficiente, sustentável, transparente e conectada às necessidades da cidade.

Com investimentos contínuos em inovação e modernização administrativa, Niterói segue se consolidando como referência nacional em cidade inteligente e gestão pública digital.

Fonte: Prefeitura de Niterói

‘A eletrificação automotiva não pode sucatear a indústria’, diz Irineu Medeiros, da Stellantis

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‘A eletrificação automotiva não pode sucatear a indústria’, diz Irineu Medeiros, da Stellantis
Foto: Felipe Iruatã/Estadão

VP de assuntos regulatórios da empresa diz que essa transição precisa ser feita com equilíbrio; tema foi debatido no São Paulo Innovation Week

Embora as vendas de carros elétricos no Brasil estejam em constante alta – segundo a ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), nos quatro primeiros meses de 2026 foram emplacados 48.514 veículos -, João Irineu Medeiros, vice-presidente de assuntos regulatórios da Stellantis, diz que a transição da indústria automotiva para a eletrificação precisa ser feita “de forma equilibrada econômica e socialmente”.

Junto com Cadu Souza, CEO da Whoosh no Brasil, ele participou do painel Eletrificação em Escala: Desafio ou Oportunidade moderado por Willian Rigon, da Plataforma Connected Smart Cities.

O debate foi realizado nesta quinta-feira, 14, durante o São Paulo Innovation Week, maior festival global de tecnologia e inovação, promovido pelo Estadão em parceria com a Base Eventos, no Pacaembu e na Faap, até sexta, 15.

Segundo o executivo da Stellantis, existe uma cadeia produtiva construída ao longo de décadas que não pode ser desprezada. “Os ferramentais foram projetos para uma determinada configuração de tecnologia”, diz Medeiros. “As pessoas foram treinadas nessa tecnologia. Virar a chave da combustão para os elétricos seria jogar fora o que foi construído nos últimos anos”, pondera.

Claro que a Stellantis, grupo que reúne várias marcas como Fiat, Abarth, Citroën, Peugeot, Jeep, entre outras, não ignora a eletrificação. A empresa, inclusive, pretende investir R$ 32 bilhões no Brasil em diversos modelos de veículos até 2031. Mesmo assim, a preocupação do executivo é “não gerar uma disrupção na nossa cadeia”.

Segundo Medeiros, “é possível fazer programas de construção graduais relacionados à eletrificação”. Para isso, ele cita que desde 2012 junto com o poder público foram estipuladas metas de eficiência energética e redução de emissões para veículos leves e pesados. Um deles é Inovar-Auto (que vigorou de 2013 a 2017) e o Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve), que nasceu com o objetivo de reduzir os níveis de emissão de poluentes por veículos automotores para atender aos padrões de qualidade do ar.

‘Trazer a academia de volta’

Ele lembra ainda que acelerar a eletrificação não tem sido fácil também em outros lugares. Como exemplo, ele cita a Europa. “Atualmente, 50% dos veículos que lá circulam são elétricos. A meta seria chegar a 100% da frota em 2035. No entanto, essa meta está sendo reavaliada”, diz.

Com relação às metas de descarbonização, o executivo da Stellantis lembra que o Brasil tem o etanol. “Cerca de 35% da frota circulante brasileira de 45 milhões de veículos de passeio está rodando a etanol”, explica.

Em sua fala, o executivo reforçou ainda a importância de que o setor público e o privado se unam para investir na produção de baterias, item essencial para produção de veículos elétricos no País.

Por fim, João Irineu Medeiros disse que a transição para a eletrificação precisa envolver também a academia. “Precisamos trazer de volta estudantes de engenharia para atuar nessa transição de tecnologia. É muito importante colocar a academia na mesma velocidade que o setor industrial para promover esse salto tecnológico”, ressaltou.

Patinete elétrico para a última milha

Segundo Cadu Souza, CEO da Whoosh no Brasil, a empresa oferece patinetes elétricos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.

“A essência do nosso negócio é oferecer uma forma de micromobilidade sustentável que permita ao usuário reduzir o tempo no trânsito, reduzir o estresse em seus deslocamento e poder ficar mais tempo em casa com a família”, diz Cadu Souza. O foco, segundo ele, são os deslocamentos da última milha (last mile, em inglês). “Ou seja, após sair de uma estação de metrô, por exemplo, o usuário embarca em um de nossos patinetes elétricos até o escritório”, explica.

Em São Paulo a empresa, que está no Brasil há três anos, disponibiliza 8 mil patinetes elétricos. “Muito pouco, por exemplo, perto de Moscou, que tem 120 mil”, finaliza.

Fonte: Estadão

Crimes financeiros: por que o Brasil não consegue impedi-los? – O Assunto #1721

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Crimes financeiros: por que o Brasil não consegue impedi-los? - O Assunto #1721
Foto: Divulgação/Polícia Federal

Nos casos do Banco Master e da Refit, as redes criminosas causaram prejuízo à União, a estados e municípios e, claro, ao cidadão.

Nos últimos meses, o noticiário brasileiro foi tomado por dois escândalos de fraudes financeira e tributária cujos prejuízos estão na casa das dezenas de bilhões de reais. O caso do Banco Master estourou depois de causar um rombo de R$ 12 bilhões para o BRB, banco estatal do Distrito Federal, de acordo com a Polícia Federal – e mostra ramificações da ação criminosa em diversas esferas de poder. Na última sexta-feira (15), a Operação Sem Refino revelou um esquema de fraudes fiscais, evasão de recursos públicos e favorecimento ilegal ligados ao grupo Refit que envolve até o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) – a PF aponta até R$ 52 bilhões em passivos tributários. Nos dois casos, as redes criminosas causaram prejuízo à União, a estados e municípios e, claro, ao cidadão.

Neste episódio, Victor Boyadjian entrevista o jornalista Léo Arcoverde e o economista Felipe Salto para explicar por que o Brasil não consegue fiscalizar e impedir este tipo de crime. Léo relata quais são os problemas do vazio regulatório do país. E Felipe analisa os prejuízos das fraudes ao erário público.

Convidados: Léo Arcoverde, repórter especial da GloboNews, e Felipe Salto, economista-chefe na Warren Investimentos, ex-secretário de Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo e ex-diretor-executivo do Instituto Fiscal Independente.

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti , Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Victor Boyadjian.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Cidade CSC 2026 será realizado em novembro para ampliar o debate com os novos governos eleitos

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Cidade CSC 2026 será realizado em novembro para ampliar o debate com os novos governos eleitos
Foto: Divulgação

Evento acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e reforça seu papel como principal espaço de diálogo sobre o futuro das cidades no Brasil

O Cidade CSC 2026 já tem nova data confirmada e acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. A mudança estratégica posiciona o evento em um momento especialmente relevante para o país: logo após as eleições e no início dos mandatos dos novos governos eleitos. A alteração no calendário foi definida a partir de um processo de escuta com patrocinadores, parceiros estratégicos, empresas, representantes do setor público e lideranças do ecossistema de cidades inteligentes, mobilidade urbana, govtech e inovação. 

Mais do que um evento, o Cidade CSC representa uma nova forma de entender como as cidades realmente funcionam. Em 2026, o encontro evolui para uma experiência integrada que conecta planejamento urbano, gestão pública e mobilidade em um único ecossistema. A proposta é reunir líderes públicos e privados, especialistas, empresas, organizações da sociedade civil e representantes da academia para compartilhar conhecimentos, estabelecer parcerias e apresentar soluções capazes de gerar impacto real no território.

Leia mais: O Protagonismo da Sociedade Civil em Tempos de Eleição

Nas últimas semanas, a organização conduziu uma consulta com empresas e organizações parceiras para avaliar os impactos do calendário eleitoral sobre a participação de prefeitos, secretários, gestores públicos e outros tomadores de decisão. O resultado apontou uma convergência clara em relação à importância de posicionar o evento em um período mais favorável para conexões estratégicas, participação qualificada, geração de negócios e desenvolvimento de projetos voltados às cidades brasileiras. 

O Cidade CSC reúne, em uma única experiência, três dos principais eventos do setor: Connected Smart Cities, CSC GovTech e Parque da Mobilidade Urbana. Essa integração amplia as possibilidades de networking, aprendizado e geração de negócios, criando um ambiente propício para a construção de soluções inovadoras e para o fortalecimento do ecossistema urbano brasileiro.

Leia mais: Cidade CSC 2026 é lançado após edição histórica que reuniu mais de 7 mil participantes e projetou R$1,2 bilhão em investimentos para as cidades brasileiras

A programação de 2026 contará com mais de 20 palcos simultâneos, apresentações de especialistas e lideranças de destaque, transmissão ao vivo, cobertura jornalística, demonstrações interativas, gamificação, meetups e espaços de convivência. O evento também sediará importantes premiações, como o Ranking Connected Smart Cities, os Selos de Cidades Inteligentes e Ecossistemas de Inovação e os Prêmios CSC e PMU, que reconhecem cidades, empresas e profissionais que se destacam na promoção do desenvolvimento urbano sustentável.

O Cidade CSC é voltado a todos que desejam compreender como as cidades funcionam de forma integrada, atualizar estratégias e projetos urbanos, conectar-se com decisores públicos e privados e gerar negócios nos setores de infraestrutura, tecnologia e gestão pública. Ao reunir conteúdo qualificado, oportunidades concretas de parceria e soluções aplicadas ao contexto urbano, o evento é o principal ponto de encontro para aqueles que atuam na transformação das cidades brasileiras.

Leia mais: Niterói reúne gestores e especialistas em encontro regional da Plataforma CSC

A decisão de transferir o evento para novembro dialoga diretamente com o contexto político e institucional do país. Paula Faria, CEO da Necta e Idealizadora do Cidade CSC, destaca que o período eleitoral é um momento singular para refletir sobre o modelo de cidade que queremos construir e sobre o papel da sociedade civil na formulação das políticas públicas. Segundo ela, a inteligência de uma cidade não se resume ao uso de tecnologia, mas à sua capacidade de promover a participação social, a pluralidade de vozes e a partilha efetiva de poder entre governo, setor privado e sociedade civil.

Para Paula, a legitimidade dos futuros governantes será medida pela disposição de dialogar com diferentes atores sociais e de transformar os planos de governo em compromissos concretos com a realidade dos cidadãos. Nesse contexto, o Cidade CSC reafirma sua missão de conectar pessoas, ideias e soluções para que a inovação esteja a serviço do bem comum. Ao reunir os principais protagonistas do desenvolvimento urbano em um momento decisivo para o país, o evento contribui para que os novos governos iniciem seus mandatos com acesso a experiências, conhecimentos e tecnologias capazes de tornar as cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis.

Leia mais: Cidade inteligente começa na gestão: governança pública como infraestrutura da transformação urbana 

Com sua nova data e um formato ainda mais integrado, o Cidade CSC 2026 convida gestores públicos, empresas, especialistas e cidadãos a participarem de uma discussão qualificada sobre o futuro das cidades. Em um cenário de renovação política e de redefinição de prioridades, o evento se consolida como um espaço estratégico para transformar ideias em ações concretas e construir, de forma colaborativa, cidades mais inclusivas, eficientes e preparadas para os desafios do presente e do futuro.

Para saber mais informações sobre o evento, clique aqui. 

Melhores cidades do interior de São Paulo para morar com qualidade de vida

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Melhores cidades do interior de São Paulo para morar com qualidade de vida
Foto: André Rosa

Descubra os municípios paulistas que combinam excelentes índices de desenvolvimento humano, infraestrutura completa e estilo de vida tranquilo

A busca por qualidade de vida e tranquilidade tem se tornado, cada vez mais,prioridade para milhares de famílias brasileiras. O interior paulista surge como destino estratégico para quem deseja um estilo de vida mais calmo sem abrir mão da estrutura urbana completa.

Com mais de 500 municípios espalhados pelo interior, São Paulo oferece experiências diversas que vão desde paisagens naturais impressionantes até a rica conexão com a cultura e história locais. Os dados dos principais rankings nacionais revelam que seis cidades do interior paulista figuram entre as 100 com melhor qualidade de vida do País, oferecendo oportunidades únicas para quem planeja mudar de ares.

Como avaliar a qualidade de vida nas cidades paulistas

Um ranking das melhores cidades do interior de São Paulo foi elaborado pelo Atlas Brasil com base no Índice de Desenvolvimento Humano por Município (IDHM). Este indicador varia de 0,000 a 1,000 e analisa três dimensões fundamentais: longevidade, educação e renda.

São Paulo ocupa a segunda posição entre os estados brasileiros, com IDHM de 0,783, ficando apenas atrás do Distrito Federal (0,824). Interessantemente, a capital paulista aparece em 23º lugar na classificação nacional, com IDHM de 0,805.

O interior do estado demonstra excelentes resultados. Dos 100 principais municípios brasileiros avaliados pelo IDHM, seis são cidades do interior de São Paulo:

  • Jundiaí (10º)
  • São José dos Campos (21º)
  • Campinas (23º)
  • Ribeirão Preto (27º)
  • Sorocaba (29º)
  • São José do Rio Preto (30º)

Rankings de cidades inteligentes e sustentáveis

O Ranking Connected Smart Cities avalia as cidades mais modernas e sustentáveis utilizando 75 indicadores divididos em 11 eixos temáticos. A avaliação considera mobilidade, urbanismo, meio ambiente, saúde, educação, energia, governança, economia, empreendedorismo, tecnologia, informação e segurança.

As cidades paulistas apresentam desempenho notável nesta classificação:

  • Campinas (2ª)
  • São José dos Campos (7º)
  • Jundiaí (9º)
  • Sorocaba (12º)
  • Ribeirão Preto (13º)
  • São José do Rio Preto (18º)

Esta avaliação considera aspectos fundamentais como planejamento urbano, acesso a serviços públicos e privados, inovação tecnológica, além de medidas sustentáveis e de proteção ambiental. A convergência dos rankings demonstra a consistência na qualidade de vida oferecida por estas cidades.

São José dos Campos: equilíbrio entre desenvolvimento e natureza

Localizada na Região Paulista do Vale do Paraíba, São José dos Campos fica a aproximadamente 100 km da capital paulista, com acesso pela Via Dutra em cerca de uma hora de viagem. A cidade preserva características interioranas enquanto abriga um importante polo tecnológico e industrial, especialmente no segmento aeronáutico.

A proximidade com o litoral é outro atrativo relevante. A cidade está a 85 km das praias, proporcionando aos moradores o equilíbrio entre desenvolvimento urbano e opções de lazer em contato com a natureza.

O Mirante do Banhado é o principal cartão-postal municipal. O local oferece vista privilegiada e um pôr do sol impressionante, configurando um espetáculo natural que atrai moradores e visitantes.

Pindamonhangaba: localização estratégica

Segundo dados do IBGE, Pindamonhangaba figura entre as melhores cidades do Brasil para se viver. Em 2015, o ranking “As Melhores Cidades do Brasil”, posicionou o município em 21º lugar entre as cidades de médio porte.

A cidade tem localização estratégica no Vale do Paraíba paulista que permite aos moradores desfrutar da qualidade de vida interiorana com fácil acesso tanto à infraestrutura da capital quanto às praias litorâneas.

A localização no centro do Vale do Paraíba paulista, próxima à Serra da Mantiqueira, proporciona clima ameno, que atrai moradores que buscam temperaturas mais confortáveis em comparação com outras cidades do interior.

Jundiaí: indústria e preservação ambiental

Situada a 60 km da Capital Paulista, Jundiaí possui população superior a 400 mil habitantes – uma das maiores do Estado. A cidade ocupa a décima posição no ranking nacional de municípios com maior IDH.

Durante a primeira metade do século passado, Jundiaí consolidou sua vocação industrial. Atualmente, abriga um dos maiores parques industriais da América Latina, combinando desenvolvimento econômico com qualidade de vida urbana.

Os parques municipais oferecem destinos atrativos para quem busca vida saudável em ambientes tranquilos. O Parque da Cidade disponibiliza quadras poliesportivas, centro náutico, áreas para aeromodelismo e espaços verdes para caminhada e exercícios físicos.

Segundo o IBGE, a arborização das vias públicas em Jundiaí alcança 81,6%. O bioma da Mata Atlântica permanece bem preservado em quatro zonas ambientais, sendo uma delas a serra do Japi.

Piracicaba: sua conexão com o Rio Piracicaba

Localizada a 164 km de São Paulo, Piracicaba abriga importantes instituições de ensino superior do País, incluindo a Esalq-USP, a FOP e a Fatec. A cidade representa um relevante centro industrial e de produção de cana-de-açúcar, concentrando centros de produção científica e startups dedicadas ao agronegócio.

O maior centro urbano da Serra do Itaqueri tem sua essência ligada ao Rio Piracicaba. Ao longo das margens deste curso de água encontram-se os principais atrativos municipais: o Elevador Panorâmico, o Parque do Mirante, o passeio de barco, a Ponte Pênsil e o centro gastronômico da Rua do Porto.

A cidade oferece vida cultural rica, alta qualidade de vida e numerosas áreas verdes. É um destino ideal para quem busca natureza, cultura e desenvolvimento econômico.

Sorocaba: mobilidade urbana

Com população de 700 mil habitantes, Sorocaba figura entre as cidades mais populosas e industrializadas do interior paulista. A cidade destaca-se como referência em mobilidade, com ciclovias bem estruturadas que somam mais de 115 km, além de sistema gratuito de empréstimo de bicicletas.

Os serviços de saúde de excelência incluem o renomado Hospital Dr. Miguel Soeiro, da Unimed, e o Banco de Olhos de Sorocaba (BOS). A infraestrutura de saúde complementa a qualidade de vida oferecida aos moradores.

As opções de lazer são diversificadas, incluindo shoppings, cinema, museus, zoológico, jardim botânico, teatros e bibliotecas. A cidade proporciona infraestrutura completa para diferentes perfis de moradores.

Na área educacional, Sorocaba conta com instituições respeitadas nacionalmente, que vão do ensino infantil ao superior.

Campinas: polo tecnológico da América Latina

Com população superior a 1,2 milhão de habitantes segundo dados do IBGE, Campinas é um dos principais polos tecnológicos da América Latina. A cidade abriga 30 das 500 maiores empresas de tecnologia do mundo, conforme dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo.

A excelência em educação representa um dos principais atrativos municipais. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está entre as instituições de ensino renomadas da cidade.

O estudo Regiões de Influência das Cidades (Regic), realizado pelo IBGE, destacou Campinas como a única metrópole brasileira que não é capital estadual. Este dado demonstra a importância regional e a influência do município no desenvolvimento econômico paulista.

Ribeirão Preto: oportunidades profissionais

Ribeirão Preto, representa um importante polo industrial, tecnológico e de serviços no interior de São Paulo. A cidade oferece diversas oportunidades para trabalhadores de todo o País, atraindo profissionais qualificados de diferentes áreas.

Com população superior a 700 mil habitantes, o município é o sétimo mais populoso de São Paulo, apresentando altos índices de desenvolvimento social e econômico. Esta combinação de fatores contribui para a atratividade da cidade.

A oferta educacional inclui universidades importantes, com destaque para a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. As opções abrangem desde o ensino básico até a pós-graduação em instituições de excelência.

A rica história municipal, a ampla oferta cultural e as diversas opções de lazer complementam a qualidade de vida. Ribeirão Preto configura-se como escolha consistente para quem busca oportunidades profissionais aliadas à qualidade de vida.

São José do Rio Preto: sustentabilidade e custo de vida atraente

O Índice de Desafios da Gestão Municipal (IDGM) de 2021 avaliou São José do Rio Preto como a terceira melhor cidade para se viver no Brasil. A avaliação considerou indicadores como educação, saúde, segurança e saneamento básico, resultando em pontuação de 0,744.

Os índices de sustentabilidade e educação chamaram atenção na avaliação. A taxa de escolaridade alcança 98% para crianças entre 6 e 14 anos, enquanto o abastecimento de água atende 96% da população municipal.

O custo de vida representa um diferencial significativo em relação à capital. Os preços praticados em supermercados, bares e restaurantes, além das despesas com transporte, educação, lazer e moradia são aproximadamente 40% mais baixos em São José do Rio Preto do que em São Paulo.

Esta combinação de qualidade de vida elevada com custo de vida reduzido faz da cidade uma excelente opção. Moradores podem desfrutar de um estilo de vida tranquilo mantendo acesso às comodidades urbanas.

Como escolher a melhor cidade do interior paulista para você

As pesquisas consolidam cenários em níveis amplos sobre diferentes regiões paulistas. No entanto, cada pessoa vivencia uma cidade de acordo com suas necessidades específicas do dia a dia.

Definir prioridades pessoais e familiares representa o passo fundamental na escolha. Obter o máximo de informações possível permite avaliar cuidadosamente as opções ideais para cada perfil de moradores.

O estado de São Paulo oferece diversas alternativas com infraestrutura de qualidade para todos os estilos de vida. A sinergia entre desenvolvimento de áreas urbanas e rurais impulsiona o desenvolvimento regional, tornando o estado especialmente atrativo.

A qualidade de vida excepcional se estende muito além da capital. O interior paulista proporciona experiências únicas que combinam tranquilidade, infraestrutura completa e oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

Para quem quer morar bem no interior paulista, construtoras como a MRV, a maior da América Latina, oferecem ótimas opções. Em destaque, os empreendimentos MRV Cidade Sete Sóis, desenvolvidos sobre conceitos inspirados nas cidades inteligentes, e que marcam presença em São José dos Campos, Campinas e São Carlos. A MRV também está presente em diversas outras cidades paulistas: vale a pena visitar o site da construtora.

Fonte: CNN Brasil