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EMBARCA LANÇA PRIMEIRO ÔNIBUS RODOVIÁRIO 100% ELÉTRICO

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Operado pela Embarca, Princesa dos Campos, BYD e Marcopolo é uma iniciativa inédita no setor de transporte rodoviário que tem o objetivo de promover o futuro da mobilidade com foco na sustentabilidade do segmento

Em parceria inédita com as empresas BYD , Marcopolo e Expresso Princesa dos Campos , a Embarca se torna a primeira plataforma do Brasil a trazer ônibus rodoviário intermunicipal 100% elétrico. A cidade de Curitiba, no Paraná, foi escolhida para circulação dos testes que terão início no dia 24 de agosto e seguirão até 22 de novembro/21. Com autonomia de 250 quilômetros e capacidade para 44 passageiros sentados, o modelo rodoviário elétrico fará o trecho entre Curitiba e Ponta Grossa (PR).

Atualmente, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de países com mais ônibus elétricos, segundo o monitor E-bus Radar, elaborado pelo Labmob, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A tendência é que o número de ônibus elétricos cresça ainda mais até 2030, aponta o relatório da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica. Os ônibus elétricos representam mais um grande aliado para a redução de poluentes locais e de gases causadores do efeito estufa.



Para o CEO da Embarca, Felipe Gulin, esse é um momento muito especial sendo a primeira iniciativa no transporte rodoviário intermunicipal em prol da mobilidade urbana e da sustentabilidade. “Com esse projeto, seremos a primeira plataforma tecnológica a operar ônibus elétrico no país. O nosso compromisso é desenvolver soluções, pensando sempre no futuro das gerações, sendo assim, buscamos trazer opções cada vez mais sustentáveis, que atendam as necessidades de demanda dos clientes, promovendo experiências digitais únicas”, comenta o executivo.

Características do ônibus elétrico

Neste projeto, a estrutura é constituída por materiais de alta resistência a torção e a flexão. Os freios a disco regenerativos com sistema ABS proporcionam maior segurança e autonomia ao veículo. O modelo BYD D9F, com carroceria Viaggio 1050, possui até 300 quilômetros de autonomia e a recarga total (0% a 100%) se dá num período de até quatro horas. Esse é o primeiro veículo desta categoria no Brasil destinado às operações de fretamento de curtas e médias distâncias. O Chassis BYD D9F é utilizado para aplicação em carrocerias com até 13,2 metros de comprimento. O motor BYD-2912TZ-XY-A, de 250 KW está integrado às rodas do eixo traseiro, contando com um módulo de controle eletrônico de tração.
Acesse o site: www.embarca.ai

Com informações da Assessoria de Imprensa

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OS MERCADOS PÚBLICOS COMO FERRAMENTA PARA CIDADES INCLUSIVAS

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mercados públicos
Foto: Mercado Municipal de Porto Alegre/Shutterstock

Modelos colaborativos favorecem enfrentamentos mais resilientes, especialmente quando garantida a atenção social e econômica que os equipamentos públicos necessitam

Poder participar de um espaço de discussão sobre o futuro das cidades é algo que me desperta grande alegria e, ao mesmo tempo, evidencia um senso de urgência e de responsabilidade coletiva. Temos a chance de qualificar e aprofundar conversas e trocar referências sobre as melhores práticas para o desenvolvimento urbano, o que é ótimo. Ao mesmo tempo devemos compreender a importância e necessidade  de construirmos juntos locais mais inclusivos, sustentáveis e diversos. 

Um ponto de partida possível é olharmos para algo que está na raiz do surgimento das cidades: a troca de mercadorias e o comércio que evoluiu a partir daí. Mais precisamente, podemos nos atentar para os grandes mercados públicos ao redor dos quais várias cidades se expandiram e se consolidaram, e que recentemente tem sido objeto de propostas de requalificação via modelos de parceria.



O Mercado Público Central de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, segue desempenhando desde 1869 papel fundamental para a identidade local e o funcionamento de diversos setores produtivos. Quando as cadeias de distribuição de alimentos ainda não haviam evoluído, os pequenos comerciantes eram a única fonte para a compra de insumos. Dessa forma, os mercados se tornaram o endereço onde é possível achar de tudo e também o coração pulsante das relações humanas e urbanas..

A história dos mercados em geral, e a do Mercado de Porto Alegre especificamente, está intimamente ligada aos povos de nações africanas, tanto pela construção da edificação como pela ocupação de seus espaços. A história se conecta principalmente pelas floras existentes (bancas de artigos religiosos) e pelo Bará, símbolo imaterial de proteção, fundamental para as religiões de matriz africana e tombado, em 2020, como patrimônio histórico-cultural do município. Além de ponto comercial, o mercado é palco de manifestações culturais e religiosas

Resgatar esses legados e atualizar a edificação para as demandas contemporâneas de logística e abastecimento se tornaram as premissas do estudo de viabilidade das obras de revitalização do mercado, documento recentemente apresentado à prefeitura. A principal novidade proposta, no entanto, está no modelo de gestão. Acreditamos nesse caso que ninguém melhor do que os próprios mercadeiros para administrar e zelar pelo local, efetivados assim guardiões da tradição comercial e de culturas ancestrais. Uma administração pautada por fortes relações de conhecimento, vivência e domínio da estrutura existente se refletirá em uma alta capacidade de organização estratégica.

Modelos colaborativos favorecem enfrentamentos mais resilientes, especialmente quando garantida a atenção social e econômica que os equipamentos públicos necessitam. O mercado de Porto Alegre contém uma peça importante do quebra-cabeças que juntos vamos tentando montar por aqui: afinal, como obtermos cidades mais inclusivas, sustentáveis e diversas? Certamente parte da resposta emana das cores, aromas e pessoas que frequentam os mercados públicos desde os primórdios dos centros urbanos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PARA CADA 4 TRANSAÇÕES PRESENCIAIS VISA, 1 É POR APROXIMAÇÃO NA AMÉRICA LATINA E CARIBE

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No Brasil, as transações por aproximação cresceram cinco vezes mais, considerando o período de junho de 2020 ao mesmo mês de 2021

A Visa anuncia um novo marco para suas soluções digitais na América Latina e no Caribe: em junho de 2021, a empresa registrou um índice de adoção de 25% para pagamentos por aproximação com credenciais Visa na região, o que significa que uma em quatro transações presenciais já é por aproximação. Além disso, cinco países ultrapassaram a marca de 50% de adoção: Chile, Costa Rica, Panamá, Guatemala e Bermuda, enquanto mercados como Peru e Colômbia seguem pelo mesmo caminho, com mais de 40% de penetração para esse tipo de pagamento. A preferência do consumidor se deve, sem dúvida, ao fato de os pagamentos por aproximação proporcionarem uma experiência rápida, prática e segura, diminuindo a necessidade de contato com terminais de pagamento.

No Brasil, as transações por aproximação continuam crescendo. No último ano, o uso desta forma de pagamento cresceu cinco vezes mais, considerando o período de junho de 2020 ao mesmo mês de 2021, representando 14% de penetração entre todos os pagamentos com credencial Visa. Isso se deve a um trabalho integrado da Visa com toda a indústria, que tem apostado nesta tecnologia desde a emissão, aceitação e incentivo ao uso. A maior penetração foi no Distrito Federal, que alcançou a marca de 32% em junho deste ano, versus 9.7% há 12 meses, seguido por Santa Catarina (22.7% vs 4.8%), Paraná (18.8% vs 3.7%), Mato Grosso (18.7% vs 3.4%) e São Paulo (17.5% vs 3.4%). Já, os segmentos que se destacaram com maior número de transações por aproximação no intervalo avaliado foram: Fast Food, Restaurantes, Padarias, Lojas de Conveniência, Supermercados e Postos de Gasolina, nesta ordem.



“Quando embarcamos nessa jornada de transformação com os pagamentos por aproximação, em 2018, realmente acreditávamos que a migração para as transações sem contato e sua tecnologia subjacente poderia catalisar a próxima geração de pagamentos em nossa região”, conta Ricardo Tafur, vice-presidente de Produtos de Consumo da Visa América Latina e Caribe. “A pandemia certamente acelerou os esforços que já estávamos realizando e, de junho de 2019 a junho de 2021, a penetração dos pagamentos por aproximação cresceu de 4% para 25% em nossa região. Na Visa, estamos todos muito felizes com essa realização.”

Os consumidores e empresas da América Latina e Caribe abraçaram os pagamentos por aproximação devido à sua rapidez e praticidade. Mas essa não é a única razão da sua popularidade: os cartões também são seguros e oferecem alta proteção contra fraudes. Usando a mesma tecnologia segura que o Chip EMV®, são extremamente eficazes na prevenção de fraude com cartões falsificados, pois usam um código válido uma só vez, o que evita que os dados comprometidos sejam reutilizados em uma fraude. Na verdade, o índice de fraude com credenciais de pagamento por aproximação é inferior aos de outros tipos de pagamento – bem abaixo dos de cartões com tarja magnética e comparável ao de cartões com chip tradicional.

Dada a migração inédita para o comércio digital ocorrida em todo o mundo no último ano, a tokenização tem se tornado um dos meios mais eficazes de evitar fraudes e habilitar experiências de pagamento digital mais seguras e fáceis. Essa tecnologia invisível substitui os detalhes sensíveis da conta do cartão por um identificador digital chamado “token” que tem maior proteção contra a ação de fraudadores. Assim, quando um consumidor paga com um cartão de pagamento por aproximação, carteira digital ou vestível, cada etapa da transação tem a proteção de várias camadas de segurança da Visa.

A Visa continuará trabalhando de forma muito próxima com emissores, estabelecimentos comerciais, governos e fintechs parceiras em toda a região para aproveitar esse impulso e estimular a adoção de pagamentos por aproximação localmente, especialmente em setores novos e nichos como o de mobilidade urbana. Como empresa, permanece comprometida com sua missão central de conectar o mundo para que pessoas, negócios e economias prosperem.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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IPIRANGA SELECIONA PESQUISADORES PARA DISCUTIR O FUTURO DA MOBILIDADE URBANA NO BRASIL

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Fotografia de pessoas atravesando na faixa de pedestres em referência à mobilidade na escola
Foto: Acervo Carona a Pé

Com inscrições abertas até o dia 29 de agosto, o programa oferece bolsa de R﹩ 10 mil

As inscrições para o Desafio Ipiranga-Cebrap: Mobilidade e Tendências já estão abertas para pesquisadores de todo o Brasil com projetos relacionados ao tema “O futuro da mobilidade urbana”. A iniciativa conduzida pelo Turbo, Hub de Inovação da Ipiranga, em parceria com o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), tem como objetivo estimular a produção de conhecimento científico sobre a mobilidade urbana no Brasil e as tendências para o futuro. Serão selecionados cinco pesquisadores responsáveis por produzir artigos acadêmicos inéditos que serão desenvolvidos em seis meses.

Os pesquisadores selecionados receberão uma bolsa no valor total de R﹩ 10.000 e participarão de cursos e oficinas de formação em métodos e técnicas de pesquisa, grupos de discussão e encontros de orientação a serem conduzidos por pesquisadores do Cebrap virtualmente. Ao final do processo, serão produzidos cinco artigos que irão compor uma publicação inédita, editada por Ipiranga e Cebrap.



Entre as temáticas propostas para o desenvolvimento do artigo no Desafio estão mobilidade elétrica, compartilhamento de veículos, segurança viária, mobilidade ativa, multimodalidade, mobilidade como serviço e soluções logísticas urbanas.

“É a primeira vez que lançamos este Desafio e o programa segue o conceito do Turbo, que visa apoiar projetos transformacionais e, para isso, nada melhor que financiar o desenvolvimento de pesquisas sobre mobilidade urbana, que vão ajudar não só a Ipiranga, mas toda a sociedade a entender as mudanças pelas quais estamos passando, propiciando a criação de soluções mais eficientes para o deslocamento urbano”, ressalta Bárbara Miranda, diretora de Marketing e Novos Negócios da Ipiranga.

Podem participar do processo seletivo graduados e pós-graduados em qualquer área, além de estudantes do último ano da graduação que tenham projetos relacionados ao tema, sejam maiores de 18 anos e residentes no Brasil há pelo menos um ano. As inscrições devem ser feitas até o dia 29 de agosto no link https://cebrap.org.br/inscricoes-abertas-para-o-desafio-ipiranga-cebrap-mobilidade-e-tendencias/ .

Após a análise curricular e das propostas, os pré-selecionados participarão de uma entrevista por videoconferência pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento. Todas as especificações estão no edital de seleção disponível no site do Cebrap.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MERCADO DE CHATBOTS E VOICE BOTS MOVIMENTA AQUISIÇÕES E INVESTIMENTOS NOS ÚLTIMOS 12 MESES

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O maior evento do setor cresce e terá quatro dias de debates e apresentação de casos de uso nas principais verticais de mercado. A regulamentação da Inteligência Artificial, adequação dos bots à LGPD também estão na programação

O mercado brasileiro de chatbots e voice bots está super aquecido e nos últimos 12 meses vem promovendo fusões, aquisições, rodadas de investimento e IPOs em andamento, com a expectativa de gerar muitos negócios e novos empregos. Este crescimento impactou no principal evento do setor, o Super Bots Experience, que este ano terá quatro dias e acontecerá em formato online nos dias 24, 25, 26 e 27 de agosto.

Está confirmada a participação como painelistas de vários executivos do alto escalão de quatro empresas do setor para debater essas movimentações no painel de abertura do evento. Além de analisar este mercado, a grade de programação conta com painéis sobre inovações do setor, além das propostas de regulamentação da Inteligência Artificial no Brasil, a adequação dos bots à LGPD, dentre outros temas.



As movimentações do mercado

Entre as aquisições e investimentos no mercado chatbots e voice bots são destaque a compra da brasileira Wavy pela sueca Sinch; a Take Blip recebeu aporte de US﹩ 100 milhões do fundo norte-americano Warburg Pincus; a Mutant comprou a argentina Interaxa; e a indiana Gupshup levantou US﹩ 240 milhões em recente rodada de investimento e analisa ativos na América Latina.

A necessidade de adequação dos bots à LGPD

Uma novidade este ano no mercado brasileiro de robôs de conversação é que eles precisam se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), caso contrário, as empresas podem ser multadas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a partir de agosto de 2021.
Segundo a edição deste ano do Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots, que terá a sua edição 2021 divulgada no Super Bots Experience, 53% dos desenvolvedores de robôs de conversação brasileiros afirmam que 100% dos seus bots estão adequados à nova lei, enquanto que outros 35% declaram que a maioria já está adequada à legislação. Somente 3% dos entrevistados informa que cerca de 50% dos bots está aderente à lei; outros 3% dizem que poucos estão; e 6% não souberam responder.

Regulamentação do uso da Inteligência Artificial

A convivência entre humanos e máquinas sempre despertou muito interesse e preocupação ao longo dos anos. No caso do de inteligência artificial nos chatbots e voice bots, em vários países, inclusive o Brasil, já ocorrem debates nos parlamentos sobre a necessidade de se criar leis para regular o uso desta tecnologia neste mercado. No Brasil não é diferente: existem projetos de lei com esse objetivo tramitando no Congresso. Mas quais deveriam ser os princípios de uma lei sobre IA? O que deveria ser protegido? E o que deveria ser fomentado? E restringido? É justificado o temor de que uma lei de IA engessaria a inovação? O assunto será debatido em painel no Super Bots Experience deste ano, que acontecerá em formato digital nos dias 16, 17 e 18 de setembro.

O Super Bots Experience terá também painéis sobre a evolução dos voice bots; chat commerce; novos canais para bots (Instagram, Google Business Messages e RCS); regulamentação de inteligência artificial; e o WhatsApp como berço de startups.

A programação completa e mais informações estão disponíveis em https://www.botsexperience.com.br

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PECE-POLI ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS PARA CURSO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS & INOVAÇÃO SUSTENTÁVEL

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Negócios e sociedade cada vez mais conectados demandam profissionais com conhecimento nesse universo; em formato EAD, curso é disponibilizado para interessados em todo o país

O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP (PECE-Poli) está com inscrições abertas para o curso de Tecnologias Digitais & Inovação Sustentável. Em formato EAD, com aulas ao vivo, a opção está disponível para interessados em todo o país. Tendo como público-alvo gestores, líderes de projetos e profissionais, usuários ou geradores de soluções baseadas em Tecnologias Digitais e orientados a metas de desempenho do negócio e/ou sustentabilidade, a especialização prepara o aluno para responder de maneira bem sucedida às necessidades de inovação e de evolução tecnológica que tornam cada vez mais conectadas a sociedade, bem como o mundo dos negócios.

O curso tem como objetivo desenvolver e consolidar conhecimentos teóricos e práticos sobre as tecnologias digitais, incluindo Computação em Nuvem, Mobilidade e Internet das Coisas, Big Data, Sistemas Cognitivos, Blockchain e sua aplicação na geração de inovação digital e de negócios sustentáveis.



“As tecnologias digitais tem causado grandes transformações nas atividades humanas, incluindo mudanças no trabalho, na educação, na saúde, nas finanças e até mesmo no lazer. Vivemos numa sociedade cada vez mais conectada com novas profissões sendo criadas e outras desaparecendo. Discutem-se, então, os impactos de tais tecnologias na sociedade, nas profissões do futuro e no próprio meio ambiente em que vivemos e como tais tecnologias devem ser geridas para maximizarem o retorno aos negócios das empresas. Nesse curso, o aluno aprofundará entendimento sobre essas transformações e terá bagagem para ser protagonista diante dessa evolução”, destaca a coordenação do curso da PECE-POLI.

A grade curricular do curso é formada por diversas disciplinas, entre elas, Big Data e Governança de Dados, Criatividade e Design de Produtos e Serviços, Comunicação e Marketing Digital, Inovação Tecnológica, Liderança e Ética para o Mundo Digital, Profissões do Futuro e Suas Competências, Segurança Cibernética, Política e Serviços e Sistemas Distribuídos e BlockChain.

Interessados em mais informações, inclusive sobre formas de se inscrever no curso podem acessar o link https://pecepoli.com.br/pt/TDO/.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA IR ALÉM?

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Divulgação: Siemens

Evento virtual da Siemens apresenta as principais tendências para acelerar a transformação digital

Os negócios na sua empresa estão sendo pressionados para obter mais eficiência e produtividade? Incorporar tecnologia a seus processos é uma prioridade? Um modelo mais sustentável de negócio está no seu radar?

Então aproveite que as inscrições para a edição 2021 do Siemens Innovation Forum estão abertas e participe. A Siemens, empresa focada em tecnologia com expertise em soluções inteligentes voltadas para indústria e infraestrutura, reuniu especialistas nacionais e internacionais para mostrar as inovações que transformam o nosso cotidiano de maneira sustentável.



O evento 100% online, que acontece na manhã dos dias 24 e 25 de agosto, reúne os principais executivos brasileiros e globais da companhia, e profissionais de grandes empresas, para debater como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios voltados para cidades e indústrias. 

Serão abordados temas como:

  • Serviços Digitais;
  • Gêmeos Digitais;
  • Edge & Cloud Computing;
  • Armazenamento e Gestão Eficiente de Energia;
  • Mobilidade Elétrica;
  • Cidades Inteligentes;
  • Inovação aberta;
  • Cibersegurança.
  • 5G Industrial;

A agenda está recheada com apresentações e painéis focados em soluções inteligentes, que unem o mundo real e virtual para elevar o desempenho de clientes e parceiros. Para abrir o evento, o Diretor Global de Estratégia e de Tecnologia da Siemens, Peter Körte, vai apresentar o novo posicionamento da companhia de ser uma empresa focada em tecnologia. O Siemens Innovation Forum 2021 conta ainda com a participação de outros dois executivos globais: o Diretor de Equipamentos Industriais para Comunicação Sem Fio, Sander Rotmensen, que vai participar do painel sobre 5G; e a Membro do Conselho de Administração da Siemens e Diretora Global de Recursos Humanos e de Sustentabilidade, Judith Wiese, que fará uma apresentação sobre o potencial para a Competitividade Verde no Brasil.

“Por ser líder em soluções voltadas para indústria e infraestrutura, temos como missão do Siemens Innovation Forum mostrar o que há de mais inovador no mercado, unindo o mundo real e virtual, para elevar o desempenho de clientes e parceiros. O mundo está mudando rapidamente e precisamos nos adaptar para atender essas demandas de maneira sustentável”, afirma Pablo Fava, CEO da Siemens. 

O evento vai reunir também vários projetos reais que mostram como clientes da Siemens já deram o próximo passo em sua transformação digital e estão se beneficiando da incorporação dessas tecnologias.

Além da possibilidade de acompanhar as apresentações e painéis, o público participante do Siemens Innovation Forum terá ainda uma série de opções online para participar durante o evento. Um dos destaques é a visita virtual ao The Impulse, centro de inovação voltado para automação na indústria localizado em Amberg, na Alemanha. 

E então, está pronto para ir além? Aproveite e faça agora sua inscrição gratuita pelo site.  

A TECNOLOGIA COMO FATOR DE IGUALDADE NA MOBILIDADE

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Tendências de Inovação de 2025

Novas plataformas devem permitir que os cidadãos confiem plenamente nos serviços de mobilidade, reduzindo a dependência dos transportes privados e garantindo sustentabilidade e eficiência ao sistema

A crise da Covid-19 interrompeu a vida como a conhecemos e suas restrições de locomoção continuam impactando o nosso dia a dia. Contudo, à medida que imaginamos como será a vida pós-vacina, podemos pensar em mudanças que moldarão o futuro de como nos movemos. 

E coincidentemente (ou não), começa a ganhar força também no Brasil o “movimento ESG”, com a priorização do meio ambiente, do social e da governança corporativa. Não consigo imaginar um setor que possa ser mais afetado por estes 3 fatores do que o transporte público. Neste pequeno texto quero falar especificamente do social, de como podemos estabelecer um transporte mais eficiente e inclusivo.



Soluções

Cidades ao redor do mundo e mesmo no Brasil, têm empregado com sucesso a tecnologia para melhorar a infraestrutura de mobilidade, como por exemplo, em Goiânia, Goiás,  e Fortaleza, no Ceará, na utilização de soluções de transporte sob demanda, mesmo durante a Covid-19. 

Novas plataformas devem permitir que os cidadãos confiem plenamente nos serviços de mobilidade, reduzindo a dependência dos modos de transporte privados e garantindo sustentabilidade e eficiência ao sistema. Ou seja, uma solução que inclua ferramentas, recursos e suporte para que se possa operar um serviço sob demanda bem-sucedido em ambientes urbanos, suburbanos e rurais; projetado para atender a todos, em qualquer lugar, incluindo idosos, pessoas com deficiência e indivíduos sem smartphones ou contas bancárias. 

Para isso, dados referentes à demografia, habitação, renda, o panorama atual do transporte, devem ser considerados para a tomada de decisão, pois têm relação direta com a geração de demanda. Ainda, os tipos de trabalho e deslocamentos, permitem analisar o comportamento da demanda e desejos de viagens. Finalmente, a renda é uma informação relevante, ao passo em que em geral pessoas com maior rendimento optam por meios de transporte individuais. 

Estes dados indicam o grau de risco da cidade para receber, operar e manter políticas públicas em favor da população. Em uma cidade com baixos percentuais de iluminação e pavimentação, por exemplo, podem ser necessárias adequações das condições e estruturas urbanísticas. Por outro lado, bons índices podem indicar uma implantação facilitada e uma melhor adesão aos serviços oferecidos. 

Considerando a demanda 

É preciso levar em consideração que a parcela economicamente ativa se caracteriza, dentre outros fatores, pela necessidade de deslocamentos. Por outro lado, a parcela não ativa economicamente, como idosos, também recorre constantemente aos meios de transporte para realizar seus deslocamentos, ainda que com menos frequência e em horários alternativos.  

O sistema convencional é a base para se obter uma leitura de dados que permita a estratificação da estrutura da oferta e demanda, transformando-as em análise de desempenho. Esta análise, em conformidade com o interesse do município em otimizar o processo operacional e expandir o sistema sob demanda, retroalimenta o planejamento e influenciará na especificação de cada novo serviço.

O transporte sob demanda é elemento-chave na rede de transporte público, devendo ser integrado ao sistema geral de mobilidade em áreas como operações, experiência do usuário e pagamento de tarifas. A plataforma deverá ser estável e ter flexibilidade para integrar-se com diferentes serviços. Deve ser intuitiva, bem como prover ferramentas administrativas e equipes de suporte para permitir que o operador gerencie o serviço e garanta a melhor experiência para a população, possibilitando que se forneça transporte acessível e eficiente a todos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

INSTITUTO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE CIDADES LANÇA PROJETO BRASIL INTELIGENTE

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Divulgação: IPGC

Série temática trouxe atores envolvidos para discutir dificuldades e soluções cabíveis nos processos de parcerias público-privadas

No lançamento do Programa Brasil Inteligente do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades -IPGC, apresentado na série temática PPPs de Cidades e Estados Inteligentes no Brasil: novas perspectivas para viabilizar investimentos, parceria do Connected Smart Cities & Mobility, Leonardo dos Santos, fundador do IPGC, comentou que o Instituto é uma instituição do terceiro setor de interesse público que, desde 2013, atua em todo o território nacional, com o objetivo de propor apoio aos estados e municípios para que concretizem as parcerias público-privadas, desde a capacitação da nova forma de atuar até a regulamentação das leis federais para atrair investidores.

“Nosso trabalho consiste em um acordo de cooperação usando metodologia específica de estruturação para reduzir custo e tempo. Os governos aderem ao acordo e o IPGC assessora na construção do programa de parcerias, na regulamentação das leis municipais e estaduais, além de mapear quais projetos são estratégicos fazendo estudo de viabilidade. O governo aprovando, o IPGC assessora todo o processo de licitação até a assinatura com a instituição privada,” comenta Leonardo.



Sarah Habersack, coordenadora de transformação urbana da GIZ Brasil, empresa pública do governo alemão que implementa projetos de cooperação técnica, diz que não é necessário um investimento grande, é importante fazer boas alianças com diferentes atores. “Em tecnologia, a cooperação supramunicipal tem redução significativa quando se junta com outros municípios, unindo-se às cidades das regiões metropolitanas. O Ministério de Desenvolvimento Regional tem um programa que se chama Pró-Cidades, que é uma linha de financiamento para a modernização tecnológica dos municípios,” comenta a coordenadora.

Venilton Tadini, presidente da ABDIB –  Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, reforça que, em termos de custo de capital para investimento em infraestrutura com uma estratégia nacional, as taxas de juros estão baixas e a pauta está avançando no Congresso Nacional com as debêntures de infraestrutura – os títulos emitidos por empresas para captar recursos com um fim determinado. “O momento é propício para se usar mais destes recursos e dos mercados de capitais”, diz Tadini.

O prefeito de Jaguariúna e vice-presidente de telecomunicações da Frente Nacional de Prefeitos, Gustavo Reis, compartilhou que a frente nacional dos prefeitos busca trabalhar para ampliar o limite de 5% da receita corrente líquida dos municípios. Uma vez que a parceria público-privada pode ser feita em uma imensa gama de segmentos, os prefeitos precisam da parceria público-privada para que tenham o recurso necessário.   

Soluções Programa Brasil Inteligente

No segundo bloco da série temática, foram apresentadas as soluções do Programa Brasil Inteligente com a concessão administrativa dos serviços de eficiência, operação e manutenção do parque de iluminação pública, a infraestrutura de comunicações e a geração de energia solar. Leonardo dos Santos afirmou que é fundamental o engajamento e a participação social. “O desafio é mudar as concepções públicas para o gestor. Hoje, uma parceria com a iniciativa privada é uma solução mais inteligente com redução de risco para a dificuldade de operação de serviços tecnológicos. O sucesso da estruturação de uma PPP é um projeto de estado e não de governo, e a falta de comunicação interna é o maior índice de mortalidade. É necessário alinhar com órgãos de controle e legisladores”, comenta Leonardo.

Sergio Andrade, diretor executivo da Agenda Pública, membro do conselho gestor da Estratégia ODS e do Conselho Nacional de Transparência, diz que falar em governo aberto significa uma nova maneira do cidadão participar. Não se pode estar em conselho de política pública com reuniões de pouco efeito. Por meio da lei 13.460, que trata da qualidade do serviço público, é possível pensar em conselho de usuário, parâmetro de avaliações do serviço público, e das concessionárias. ”O desafio no Brasil é avaliar por que uma política não dá certo. O que falta é coordenação e comunicação, porque para construir governança não pode haver trombadas entre secretarias”, disse Andrade. A Agenda Pública melhora a conversa entre público e privado para além dos indicadores, trabalhando com a governança público-privada de maneira informal.

Kevin Alix, gerente de desenvolvimento de negócios da Engie Solutions, a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, trouxe o case da parceria público privada de iluminação pública com o contrato de Uberlândia, onde conseguiram 100 % de apoio no recebido da COSIP – Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública. “No caso de PPPs com objetivos adicionais além da iluminação pública, com uma geração de energia ou mobilidade e segurança, o que vemos é a possibilidade de adicionar garantias para serviços. É primordial conversas articuladas com os tribunais de contas e com as procuradorias dos municípios para que o conceito seja validado”, afirma Alix.

 Processos de Estruturação da Parceria

Para explicar como funciona um processo de estruturação de parceria público-privada, participaram deste último bloco, Viviane Moura, superintendente de parcerias e concessões do Governo do Piauí e o prefeito da cidade de Carmo do Cajuru, Edson Vilela. Viviane comentou que o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades tem a faculdade de entrar junto com o Estado no processo de desenvolvimento do estudo. Neste caso, estão aplicando tanto o que existe de previsão legal na lei de concessões, quanto o que existe de previsão legal dentro do arranjo das organizações da sociedade civil. “O acordo de cooperação é um instrumento capaz de dar legitimidade ao IPGC para desenvolver os estudos e, no final do projeto, depois de licitado e contratado, haver um reembolso”, disse.

Edson Vilela também afirmou que em Carmo do Cajuru vivem um caso concreto porque estão finalizando a implantação do projeto de parceria-público privada, passando à próxima fase de operação. “O que foi realizado no município foi um acordo de cooperação. Tem cidades que a modelagem permite que seja despertado o interesse da iniciativa privada. Se esta modelagem não se encaixar à iniciativa privada, e não houver o processo licitatório é um risco que o IPGC corre de ter feito todo o trabalho de estudo e não ser ressarcido. Se não aparecer interessados da iniciativa privada em ter a concessão, o município não terá ônus pelo acordo de cooperação, sendo ressarcido posteriormente. 

“O nosso foco não é o lucro do ponto de vista institucional.  É a sociedade civil organizada que está oferecendo um programa nacional que é o Brasil Inteligente para ajudar na alavancagem do desenvolvimento do país. A integração de objetos (iluminação, comunicação e energia) em um contrato único, que chamamos de PPPs de Cidades Inteligentes, na minha visão, é uma tendência nacional que reduz gastos e cumpri o princípio constitucional básico que é a eficiência no gasto público. Com esta discussão, conseguimos convencer os tribunais de contas, principalmente em Minas, da importância de fazer esta integração”, afirma Leonardo dos Santos, fundador do IPGC.

“Dentro da segurança jurídica, não basta apenas uma lei de parceria público-privada, a relação tem que ser ganha a ganha. O que investe pela iniciativa privada, o poder público que fica liberado para poder cuidar de outras ações e, em especial, a população como  público-alvo para receber qualidade de vida. A organização é o que há de mais importante no contexto das parcerias público-privadas”, comenta o prefeito de Carmo do Cajuru.

BOA VISTA PARTICIPA DE ENCONTRO REGIONAL DO CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY NESTA TERÇA-FEIRA

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Andrezza Mariot/SEMUC/PMBV

Os encontros regionais têm o objetivo de reunir governo, entidades e empresários para debaterem ideias no contexto de cidades inteligentes

Nesta terça-feira, 17, é a vez de Boa Vista receber o encontro regional do Connected Smart Cities & Mobility. A capital de Roraima faz parte da agenda de pré-eventos regionais, que acontecem desde fevereiro, para que governo, entidades, e empresários possam debater ideias e pensar projetos no contexto das Smart Cities. 

O Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta – Conexões com Propósito, tem o objetivo de discutir iniciativas de smart cities, no contexto nacional e, também, regional. Desta vez, a contextualização será sob a ótica da realidade roraimense. Os encontros regionais fazem parte da agenda de eventos de 2021, contemplando as 27 capitais do país.



A iniciativa reúne especialistas em smart cities e acontece ao vivo, em formato virtual. É necessária a inscrição prévia pela plataforma https://evento.connectedsmartcities.com.br. O inscrito recebe o link de acesso por e-mail. A pauta principal é apresentar o Plano de Desenvolvimento de Cidades Inteligentes para Brasília, tomando por base os dados registrados no Ranking Connected Smart Cities de 2020. 

Conforme o estudo, a cidade de Boa Vista não figurou entre as 100 mais bem posicionadas no Ranking, assim como na edição 2019, e também entre as cidades que possuem de 100 a 500 mil habitantes, mas ocupa 10ª posição na região Norte.

Boa Vista se destaca em EMPREENDEDORISMO, onde a cidade subiu 43 posições em relação ao estudo anterior, e está na 28ª posição no Ranking Connected Smart Cities. Em relação às cidades da região Norte, a cidade está na posição, e comparada com cidades que possuem de 100 a 500 mil habitantes, ela aparece na posição.

O evento nacional, que acontece entre os dias 01 e 03 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, fecha o ciclo dos encontros regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021.

“Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para as cidades e a mobilidade urbana alcancem mais municípios. Para tanto, contamos com o envolvimento dos vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Boa Vista no Ranking Connected Smart Cities

As discussões dos encontros regionais focam 11 eixos temáticos, que devem avaliar a mobilidade, o urbanismo, o meio ambiente, a educação, a saúde, a segurança, a energia, o empreendedorismo, a tecnologia e inovação, a governança e a economia, priorizando sempre a realidade local. 

Além dos resultados gerais, o Ranking Connected Smart Cities & Mobility traz análises dos eixos temáticos, permitindo uma visão regional do Brasil, considerando o porte de municípios com mais de 500 mil habitantes. Para Willian Rigon, diretor da Urban Systems, e responsável pelo Ranking Connected Smart Cities, a cidade de Boa Vista, no quesito Segurança, aparece na 38ª posição. Entre as cidades do Norte, ocupa a posição, e entre as cidades com 100 a 500 mil habitantes ela aparece na 17ª posição.

No indicador de morte por trânsito, para cada 100 mil habitantes, a capital roraimense teve uma queda considerável chegando a marca de 15,2, ante 27,7 do ano anterior.

Palestrantes Encontro Regional 

Para palestrar neste encontro regional, estão confirmadas as presenças de Edvaldo Pires Hermógenes, Secretário da Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Trânsito da Prefeitura de Boa Vista; Laís  Andrade Barbosa de Araújo, Coordenadora-Geral de Apoio à Gestão Regional e Urbana da MDR; Rafael Gastal Porto, Pesquisador de Agricultura Familiar, Desenvolvimento Rural, Agroecologia e Saneamento da Embrapa Clima Temperado de Pelotas – RS; Ronald Brasil, Secretário Adjunto do Centro de Geotecnologia, Cartografia e Planejamento Territorial de Roraima;  Roberto Benfica, Executivo de Vendas da Signify; Antonio Andrade, Analista de Mobilidade da  Kido Dynamics; Evandro Roveran, Sales District Management da Bosch; Juliana Fredo, Especialista em Conteúdos e Parcerias da Necta e Willian Rigon, Diretor e Sócio da Urban Systems Brazil. 

A programação completa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais