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SITECH BRASIL FOMENTA CONSTRUÇÃO DE PARQUES DE ENERGIAS RENOVÁVEIS

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Tecnologia da empresa gera rapidez, segurança, qualidade e economia em mercado crescente

Cerca de 75% da matriz energética brasileira é produzida através de hidrelétricas, mas outras fontes de energias renováveis são cada vez mais exploradas, com investimentos crescentes. Segundo o Atlas Eólico Nacional, o Brasil é o país com a maior capacidade de produção de energia eólica da América Latina e do Caribe e a região Nordeste é a que possui maior potencial para produção de energia por meio dos ventos. A SITECH Brasil possui tecnologia e soluções customizáveis para automação e integração de sistemas nas fases de implantação de parques de energias renováveis, reduzindo o risco de acidentes e aumentando a previsão e controle de execução das obras.

A tecnologia pode ajudar na construção de parques de energias renováveis de diversas maneiras, como explica Vanderlei Zermiani, Coordenador Comercial SITECH Brasil: “Identificar e utilizar a tecnologia de forma correta, antes mesmo de iniciar as obras de implantação, já traz benefícios. Um levantamento topográfico bem-feito, com ferramentas de última geração, torna as atividades topográficas muito mais rápidas e eficientes, resultando em economia de recursos.”



Com uma boa topografia como base, os softwares são capazes de ajudar na execução e planejamento das etapas seguintes, como terraplenagem, implantação dos perfis solares e construção de acessos para as plantas de energia eólica.

“Utilizando a tecnologia certa no momento correto, é inevitável o ganho em rapidez, segurança, qualidade e economia na implantação dos sistemas, sejam em fazenda solares ou parques eólicos”, destaca Vanderlei Zermiani.

Soluções de ponta

A SITECH Brasil se preparou para atender o mercado de construção de parques de energia renováveis. A empresa trabalha apenas com soluções de ponta, reconhecidas a nível mundial, para tornar o processo de diversas etapas das obras muito mais rápidas, seguras e econômicas.

“Cada obra tem suas próprias características e o construtor, seu próprio perfil e maquinário disponível. É justamente aí que entra nossa consultoria, identificando os pontos que mais se beneficiarão da tecnologia, buscando sempre o melhor retorno de investimento”, afirma Vanderlei Zermiani.

O coordenador da SITECH Brasil se refere a ações como a análise, identificação e correção de problemas de design de projetos antes da execução, passando pela topografia, processamento de imagens aéreas, automação de implementos de máquinas e integração das informações das diversas frentes (topografia, máquina e seção técnica).

Tecnologia consolidada no mercado

Impulsionado por benefícios de menor impacto ambiental e social, o investimento em energias renováveis tem tido um crescimento exponencial no país. “Além da SITECH ter soluções para implantação das plantas hidrelétricas, voltamos também esforços para auxiliar os construtores de parques solares e eólicos a controlar e economizar no sei processo construtivo, através do uso de tecnologias já consolidadas no mercado mundial”, afirma Zermiani.

Para desenvolver soluções customizáveis e de alta precisão na construção de parques de energias renováveis, a SITECH conta com oficinas e laboratórios próprios no Brasil. “Além de contar com equipes técnicas devidamente treinadas e certificadas pelos fabricantes, temos ainda um centro de serviços e reparos completo no Brasil, pronto para dar a devida manutenção nas tecnologias de nossos clientes, não sendo necessário envio de nenhum componente para reparos fora do Brasil”, destaca Zermiani.

Canais de suporte

A SITECH, informa o coordenador, tem canais de suporte técnico on-line, presencial ou telefônico e também conta com estoque e distribuição de peças no Brasil. “Desta maneira, conseguimos cercar a operação de nossos clientes, através de treinamentos, boas práticas, consultoria especializada, suporte e peças, tudo para garantir uma operação tranquila e sem dificuldades logísticas”, finaliza Vanderlei Zermiani.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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POR QUE A INICIATIVA PRIVADA DEVE CONTRIBUIR MAIS PARA O DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO NACIONAL

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Movimento ModaComVerso reúne grandes varejistas em torno de uma causa comum: promover uma moda mais consciente

Benefícios são para todos e há retorno financeiro para a iniciativa privada

A rápida resposta dada à pandemia da Covid-19 com a criação de vacinas efetivas deixou evidente: ciência não é gasto, mas investimento, e daqueles fundamentais e estratégicos. Os países que mais aplicaram verba no setor foram também os que primeiro alcançaram os imunizantes com maior rapidez, conseguiram avançar na vacinação de suas populações e agora começam a reabrir a economia e se recuperarem dos prejuízos financeiros depois de mais de um ano em constantes lockdowns.

Sem a vacina, os danos seriam prolongados e poderiam ter consequências sociais catastróficas. E esse cenário ainda é possível em países com baixo investimento em inovação científica e tecnológica. O Brasil, que vive há anos com cortes significativos de verbas na área, especialmente nos últimos dois anos, consegue ainda ter resposta significativa para momentos como esse, pela pungência de suas instituições de pesquisa públicas, como o Butantã e a FioCruz, e a capilaridade de seu sistema de saúde.

Ainda sim, a quase completa dependência do setor no dinheiro público pode ser um entrave em momentos, por exemplo, de instabilidade econômica. Além disso, sempre haverá limitação de recursos por conta do Orçamento Federal. Por exemplo: o corte de investimentos em pesquisa, educação e inovação é realidade pelo menos desde 2015, mas este ano a situação piorou exponencialmente: mais de 30% dos recursos foram bloqueados pelo Governo Federal e o montante ficou em cerca de R$52 bilhões, a menor cifra em valores corrigidos pela inflação desde 2008.



Nessa hora, a iniciativa privada poderia ter um papel muito maior no desenvolvimento das pesquisas científicas brasileiras, com investimentos apoiados pelo Governo. É o que acredita o professor Elcio Abdalla, coordenador e professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP).

“Os benefícios sociais da ciência são para todos, como bem pudemos ver na pandemia. Só com a vacina que as pessoas voltaram à vida econômica – ou seja, as empresas também ganharam com a ciência. Então, nada mais natural que todos possam participar e contribuir para esse processo. Em países como os Estados Unidos, por exemplo, você vê empresas farmacêuticas, Universidades privadas e pessoas com grandes fortunas investindo em pesquisas científicas e tecnológicas, sendo incentivadas para isso através, por exemplo, de incentivos fiscais”.

Benefícios também para as empresas

No Brasil, a relação entre público e privado ainda é muito incipiente. Judicialmente, a lei 11.196/2005, apelidada de “Lei do Bem”, oferece “dedução, para efeito de apuração do lucro líquido, de valor correspondente à soma dos dispêndios realizados no período de apuração com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica classificáveis como despesas operacionais pela legislação do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica”. Ou seja: redução de imposto para quem investir em inovação.

Porém, pouco ainda se faz. “Há uma dificuldade de ambos os lados. Da parte pública, de atrair esses investimentos, inclusive na comunicação com essas companhias, de atraí-las, além de maiores incentivos financeiros, isenções etc. Mas há também uma cultura muito presente no setor empresarial brasileiro de uma visão muito a curto prazo, de não acreditar em inovação, por achar que é caro demais, etc. Ou seja, são problemas estruturais e culturais que têm afastado essa interação, mas que é preciso mudar, mostrar os benefícios desses investimentos para todos, inclusive para a empresa”, explora o especialista.

Abdalla lembra que o “gasto” com incentivo à inovação e tecnologia pode aumentar o valor agregado de um produto ou serviço, ou mesmo criar algo que o mercado ainda não tinha. Além disso, há melhorias dentro do processo de produção da empresa.

O especialista enfatiza que o investimento público permanece fundamental, mas que as empresas privadas também têm muito a ganhar com esse tipo de investimento. Para projetos no desenvolvimento de pesquisa básica e descomprometida de aplicações de curto prazo, acredita ele, o dinheiro estatal faz mais sentido, já que os resultados e os benefícios não teriam retorno financeiro e mercadológico para as companhias privadas em um primeiro momento. Neste caso, o investimento público é primordial para colocar a semente do projeto em germinação.

Investimento público para projetos a longo prazo

É o caso do projeto que o próprio coordena: o radiotelescópio BINGO – acrônimo para Baryon Acoustic Oscillations from Integrated Neutral Gas Observations (em tradução livre, Oscilações Acústicas Bariônicas em Observações Integradas de Gás Neutro) -, também conhecido como “Diamante do Sertão”, instalado na Serra do Urubu, no município de Aguiar, a 257 km da capital da Paraíba. Financiado com recursos da Fapesp, que fez seu papel na germinação do projeto, ele irá explorar novas possibilidades na observação do universo a partir do céu brasileiro. O projeto contribuirá com a visão do Hemisfério Sul para um trabalho sobre o fenômeno que já vem sendo realizado por meio do Chime (Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment) no Hemisfério Norte. Como ciência, o projeto BINGO é de grande alcance. Agora com o apoio público, o investimento privado torna-se igualmente importante.

Os resultados práticos, é claro, ainda podem demorar a aparecer. “Certamente há um benefício a curto prazo, de se tornar uma atração para os moradores locais, de levar a ciência para fora dos grandes centros, e promover ações educativas, o Bingo é um investimento com retorno mercadológico mais complexo e com um retorno financeiro que certamente valeria o investimento das empresas privadas a médio prazo”, explica. No entanto, mesmo neste caso, a obtenção de novos métodos em metalurgia (o que já vem sendo feito), de filtros eletrônicos e, especialmente de sensoriamento remoto, já valem o esforço de uma iniciativa privada que tenha os olhos no futuro não apenas da própria companhia, mas também no futuro do país. Além disso, a formação de novas capacidades provê a iniciativa privada com mão de obra de qualidade muito superior a curto e médio prazo. Assim, mesmo em projetos considerados voltados menos ao mercado, temos possibilidades de melhora substancial no desenvolvimento social e industrial brasileiro.

Mas há, também, muitas outras opções que podem atrair os investimentos diretos: elas unem retorno financeiro e contribuição social. “A produção científica, o investimento em pesquisa retorna para a sociedade em quase todas as áreas, inclusive em bens de consumo e inovações tecnológicas em transporte, mobilidade urbana, alimentos e engenharia, por exemplo, setores que têm impacto imediato na vida das pessoas. Ou seja, as empresas que investissem nessas áreas teriam o seu retorno financeiro e estariam também contribuindo para o desenvolvimento social do país, além de receber a melhor mão de obra técnica possível, a curto prazo, o que leva as indústrias às melhores condições de competitividade “, finaliza.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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AS CIDADES MAIS INTELIGENTES DO BRASIL

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Ranking Connected Smart Cities deste ano analisa 677 municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes, quatro a mais do que na edição passada

 

Idealizado para auxiliar o mapeamento de cidades brasileiras inteligentes e ainda prover aos gestores públicos um primeiro diagnóstico de seus municípios, o Ranking Connected Smart Cities, há sete anos, analisa todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes, em 11 eixos temáticos que compõem as verticais de um planejamento municipal.

Por seguir conceitos de inteligência, o estudo, elaborado pela Urban Systems, consultoria de inteligência de mercado, em parceria com a Necta, idealizadora da plataforma Connected Smart Cities, tem como premissa a colaboração para se manter, sempre, o mais atual e inovador frente aos conceitos e discussões de cidades inteligentes, renovando-se, assim, ano a ano.

Em 2021, o ranking traz uma edição das mais inovadoras, com algumas alterações em seu estudo. De partida, sempre são atualizadas as cidades analisadas, considerando as estimativas populacionais, anualmente, projetadas pelo IBGE. Em 2021, são 677 municípios brasileiros analisadas, quatro a mais do que na edição anterior: Pontal (SP), Cabreúva (SP), Bocaiúva (MG) e Macaúbas (BA), que, de acordo com o IBGE, passaram a contar com população superior a 50 mil habitantes.

Mas as atualizações não param por aí. “Ao longo de um ano, entre as edições do estudo, são realizados debates, conversas e encontros com o setor público, especialistas setoriais, academia e estudiosos dos diversos eixos analisados, buscando auxiliar no desenvolvimento das cidades brasileiras e perfeiçoar os indicadores utilizados no Ranking Connected Smart Cities”, comenta Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities.

Encontros regionais

Este último ano não foi diferente e, mesmo com a pandemia e a impossibilidade de realização de eventos presenciais, foram realizados 27 encontros regionais, em todas as capitais brasileiras, para discutir os seus diferentes planos de desenvolvimento de cidade inteligente, e assim manter a discussão de um tema global também em âmbito regional.

Dessa forma, foi possível desenvolver novos indicadores, que não apenas avaliam o progresso e desenvolvimento das cidades brasileiras como também atestam a implantação de tecnologias e serviços disponíveis. “O Ranking Connected Smart Cities sempre trouxe indicadores que acompanhavam o resultado das ações e tecnologias implantadas, como melhora na qualidade do ensino e na oferta de infraestrutura de comunicação, às pessoas e empresas. Mas alguns pontos do desenvolvimento de uma smart city estão atrelados à disponibilidade de serviços ou à sua facilitação, e estes ainda não estavam contemplados no estudo – porém, eram solicitados pelos gestores públicos”, comenta Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems e pesquisador responsável pelo Ranking Connected Smart Cities.

Neste ano, o estudo contará com a avaliação de 75 indicadores, acrescentando novos indicadores, dentre eles: existência de centro de controle e operações, sistema de iluminação e de semáforos inteligente e disponibilidade de agendamento de consulta na rede pública de saúde por meio digital.

“É importante lembrar que o conceito de cidades inteligentes defendido pelo Connected Smart Cities é o do município que provê soluções e qualidade de vida a seus habitantes, com ou sem o uso de tecnologias, e os novos indicadores trazem facilidades e melhoria à população, com o uso de tecnologia”, comenta Thomaz Assumpção, CEO da Urban Systems.

A iniciativa dos encontros regionais foi tão positiva que uma nova agenda de encontros será divulgada no lançamento da edição 2021 do Ranking Connected Smart Cities, em 1º de setembro, com encontros focados nos eixos temáticos, na discussão de soluções e nos indicadores para a edição 2022 do estudo. Não perca.

 

MERCADO DE CIÊNCIA DE DADOS CRESCE E BUSCA POR PROFISSIONAIS DO SETOR AUMENTA QUASE 500% EM UM ANO

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Especialista do Centro Universitário Facens destaca oportunidades internacionais na área

O mundo está mais tecnológico e virtual a cada dia e, com isso, a procura por profissionais do setor virtual, tecnológico e de desenvolvimento não para de crescer. De acordo com uma pesquisa recente da hrtech de recrutamento digital Intera, no primeiro semestre deste ano, houve um crescimento de 485% na abertura de vagas para cargos na área de inteligência de dados, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os analistas, engenheiros e especialistas de dados têm ganhado cada vez mais espaço nas empresas com a ampliação de tecnologias de gestão e armazenamentos de enormes volumes de informação – a big data. “Com o início da pandemia, a migração em massa de empresas para o universo online e a necessidade cada vez maior e mais rápida de informações precisas sobre custos, comportamento do consumidor, logística e mercado para tomada de decisões estratégicas, passou a ser imprescindível”, comenta Johannes Von Lochter, coordenador do curso de Especialização em Ciência de Dados do Centro Universitário Facens .



Apesar de os salários no setor de inteligência de dados serem altos – em média vão de R﹩ 7.000,00 a R﹩ 18.000,00 – e as vagas estarem abundantes, o que falta no mercado é a mão de obra qualificada. De acordo com Johannes, a abertura global de vagas remotas fez com que os profissionais do Brasil migrassem para empresas estrangeiras, dificultando ainda mais o cenário nacional para as empresas contratantes.

“Além de termos um volume alto de oportunidades no Brasil, os profissionais devem estar atentos às possibilidades no exterior, e ter um certificado que facilite este ingresso no mercado internacional é um grande diferencial. Na Facens, por exemplo, além do diploma da Especialização em Ciência de Dados, o aluno pode adquirir também um certificado internacional em big data”, destaca Johannes.

“O mercado de ciência de dados é uma ótima oportunidade não apenas para quem iniciará uma formação acadêmica, mas também para aqueles que pensam em realizar uma transição de carreira, já que o crescimento do setor não deve estagnar tão cedo. O mais importante é ter em mente que as atualizações e capacitações devem ser constantes, pois a tecnologia evolui e se modifica dia após dia”, conclui Von Lochter da Facens .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM A CRISE HÍDRICA, ENERGIA SOLAR GANHA MAIS ADESÃO DOS CONSUMIDORES

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Projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica apontam que a fonte solar deverá gerar mais de 357 mil novos empregos

Levantamento da Fronius aponta que os brasileiros investem em média R$ 20 mil para ter energia limpa e economia de mais 80% na conta de luz

Os brasileiros estão pagando mais caro pela energia elétrica a partir de julho. A previsão de mais aumento nas tarifas de energia provocado pela redução dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas da região centro-sudeste do país deve impulsionar a demanda dos consumidores por soluções de energia solar. Só a Fronius do Brasil, subsidiária da fabricante líder de inversores fotovoltaicos, prevê um crescimento de 50% neste ano nas vendas de equipamentos em relação ao mesmo período do ano passado.

As projeções da Fronius confirmam as estimativas da Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. Recentes dados da entidade revelam que o mercado deve atrair R$ 17 bilhões em novos investimentos no Brasil até o fim de 2021, tanto de empresas fabricantes como de consumidores que querem adotar o sistema fotovoltaico como principal fonte de energia.

Segundo Alexandre Borin, gerente comercial da divisão Solar Energy da Fronius do Brasil, a geração distribuída, ou seja, a energia gerada por consumidores, vem crescendo ano a ano e já responde por 64% do total de potência instalada, contra 36% da geração centralizada. “Diante da crise hídrica e com os bancos ampliando as linhas de crédito, acreditamos que as vendas devam superar nossas expectativas para o segundo semestre de 2021”, afirma.



Quanto custa ter energia fotovoltaica – Levantamento feito pela Fronius mostra que os brasileiros precisam investir em média R$ 20 mil para instalar um sistema fotovoltaico em sua residência.

Entretanto, o investimento, ainda que um pouco salgado, compensa pela economia proporcionada pelo sistema. “Logo nos primeiros anos de uso, o sistema fotovoltaico pode reduzir em cerca de 80% a conta de energia elétrica, o que impacta positivamente nos custos operacionais de uma empresa e, no caso de uma residência, proporciona sensível economia para a família. A economia se torna ainda maior com a adoção de medidas de eficiência energética, como uso de lâmpadas LED, eletrodomésticos que consomem menos energia, entre outros”, diz Borin.

Além da economia gerada, o sistema fotovoltaico traz vantagens ao meio ambiente por não emitir CO2 na atmosfera e tem a possibilidade de armazenar a energia excedente produzida em baterias.

No caso da Fronius, o maior interesse em se adquirir um sistema fotovoltaico está entre os consumidores residenciais, redes de supermercados, indústrias, postos de combustíveis e empresas do agronegócio. “Verificamos também um crescimento no segmento de empresas de grande porte que precisam de mais potência”, informa Borin.

Para atender essa demanda, a Fronius do Brasil está colocando no mercado inversores fotovoltaicos de última geração, o Tauro, voltado para uso comercial e industrial de empresas que precisam de potência de 50kW a 100kW, além do inversor GEN24 Plus, modelo híbrido e compacto de 3kW a 6kW, para residências, que integra energia solar às redes de transmissão elétrica e baterias.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TODA CIDADE SUSTENTÁVEL É HUMANA E RESILIENTE?

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cidades sustentáveis
Foto: Elias de Souza

A Covid-19 trouxe a necessidade das cidades agirem de forma tempestiva e eficiente para preservarem e restaurarem suas estruturas básicas e suas funções essenciais, contudo, tais ações que são consideradas de resiliência sempre estiveram contempladas no conceito das cidades sustentáveis

Muitas vezes se alega que as cidades devem ser sustentáveis, humanas e resilientes. No entanto, é importante esclarecer que a questão da sustentabilidade já contempla os aspectos humanos e de resiliência para as cidades sustentáveis. 

Quando a Conferência das Nações Unidas em 1972 incluiu no conceito de sustentabilidade um olhar para os efeitos da urbanização e das desigualdades socioeconômicas, ultrapassando as fronteiras das questões ambientais, já havia intrínseco que as cidades deveriam ser sustentáveis. Porém, parece que este conceito de cidade sustentável somente teve maior propagação na última década, com a adição de diversos termos que resultaram em pequenos pleonasmos conceituais.



Note que as cidades sustentáveis podem ser definidas como aquelas que promovem um crescimento econômico baseado em políticas públicas e ações que impactam positivamente a sustentabilidade (resiliência), com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população, o que torna a cidade mais humana.

Lógico que a qualidade de vida do cidadão está relacionada com ações que buscam melhorar a mobilidade urbana, a segurança pública, o saneamento básico (incluindo a questão de resíduos sólidos), os serviços de saúde pública e todos os demais serviços públicos. 

O interessante é que muitas vezes há uma dúvida sobre os conceitos de cidade sustentável e cidade inteligente. Toda cidade inteligente deve ser sustentável, uma vez que a sustentabilidade é um dos três pilares de sustentação do conceito. E toda cidade sustentável terá alguma forma de inteligência porque se utilizará de tecnologia para o desenvolvimento de ações que promovam o desenvolvimento econômico sustentável.

A Covid-19 trouxe a necessidade das cidades agirem de forma tempestiva e eficiente para preservarem e restaurarem suas estruturas básicas e suas funções essenciais, contudo, tais ações que são consideradas de resiliência sempre estiveram contempladas no conceito das cidades sustentáveis, uma vez que epidemias e outras ameaças ambientais são fatores de preocupação para o desenvolvimento econômico adequado das cidades.

Inúmeras iniciativas globais têm sido implementadas ao longo das últimas décadas. Dentre elas, existe a Agenda 2030 que foi lançada em 2015 pelas Nações Unidas, na qual foram estabelecidos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), composto por 169 metas, cujo objetivo é combater combate de questões socioambientais, mas também os gestores públicos no desenho de ações efetivas para a construção de cidades sustentáveis. Outro exemplo foi o Índice de Progresso Social que também ajuda a monitorar e avaliar os indicadores socioambientais, possibilitando que gestores públicos tenham uma visão adequada e efetiva das ações que foram implementadas e, dessa forma, fazer ajustes no percurso dos projetos.

Outras questões também reforçam a preocupação com a temática da cidade sustentável. O surgimento de edificações sustentáveis nas cidades, seja por certificação nacional ou internacional, não apenas traz a preocupação com a redução dos danos ambientais, mas a disseminação do conceito de urbanismo sustentável, que tem base nos princípios do crescimento urbano inteligente. Todavia, o conceito de urbanismo sustentável também abarca um sistema de transporte público que permite a possibilidade de deslocamento a pé integrado com edificações e infraestruturas de alto desempenho (segundo Douglas Farr, 2013). Logo, também estamos falando de qualidade de vida do cidadão.

Portanto, toda cidade sustentável é humana e resiliente.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ESTUDO ANFAVEA-BCG APONTA CENÁRIOS E DESAFIOS DO BRASIL NO CAMINHO DA DESCARBONIZAÇÃO DO SETOR AUTOMOTIVO

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Europa banir venda de veículos à combustão

Esforços para reduzir a emissão de gases de efeito estufa já estão na agenda da indústria automobilística global, e Brasil precisa se integrar a essa realidade

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores promoveu o seminário “ANFAVEA: O Caminho da Descarbonização do Setor Automotivo”, que apresentou três cenários para o futuro da motorização veicular, considerando a realidade brasileira, incluindo os resultados de um estudo inédito feito pelo Boston Consulting Group (BCG). A exibição foi feita de forma unificada para representantes do poder público, empresas e associações ligadas aos setores automotivo, energético e de transportes, além da imprensa.

“Ultimamente temos observado eventos climáticos extremos, como enchentes na Europa e na China, incêndios devastadores no Mediterrâneo e nos EUA, seca e geadas no Brasil, além de temperaturas aumentando em escala global”, afirmou o Presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes. Segundo ele, o tema ficou ainda mais em pauta com a divulgação feita ontem pela ONU do relatório IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), com a estimativa de que o limite de +1,5° C de aquecimento global em relação à era pré-industrial será alcançado em 2030, dez anos antes do previsto, com efeitos climáticos sem precedentes.



“A ANFAVEA lidera esse debate fundamental e inadiável, pois a indústria automotiva precisa saber como direcionar seus investimentos para as próximas gerações de veículos e para inserir o Brasil nas estratégias globais de motorização com foco total na descarbonização”, acrescentou Moraes.

“Enfrentar as mudanças climáticas é o maior desafio da nossa geração. Na indústria automotiva, tecnologias de eletrificação e maior uso de combustíveis sustentáveis já se mostram um caminho sem volta. As empresas precisam se preparar para o desafio e mirar as novas oportunidades, investindo em produção, infraestrutura, distribuição, novos modelos de mobilidade e serviços, além da capacitação dos seus profissionais”, disse Masao Ukon, sócio sênior do BCG Brasil e líder do setor Automotivo na América do Sul.

Quais rotas tecnológicas e energéticas deverão ser seguidas? Eletrificação da frota em que grau? Qual o papel dos biocombustíveis na estratégia de descarbonização? Como os setores público e privado precisam agir hoje para garantir a inserção do Brasil no tabuleiro do setor automotivo global, tendo em vista os debates e os reflexos da COP-26 que será realizada em novembro em Glasgow, na Escócia? Essas perguntas ainda dependem de uma política de Estado no Brasil, enquanto vários países já têm metas de descarbonização bem definidas a serem atingidas até meados da próxima década.

O detalhado estudo organizado pela ANFAVEA e pelo BCG, com a ajuda de vários players do setor automotivo, apontou três grandes cenários possíveis para o país nos próximos 15 anos. O primeiro seria o “Inercial”, no qual a transformação viria no ritmo atual, sem metas estabelecidas, sem uma organização geral dos setores envolvidos no transporte e na geração de energia, e sem uma política de Estado que incentive a eletrificação. O segundo, batizado de “Convergência Global”, seria o mais acelerado no sentido de acompanhar os movimentos já em curso nos países mais desenvolvidos. O terceiro é o “Protagonismo de Biocombustíveis”, um caminho que privilegiaria combustíveis “verdes”, mas com um grau de eletrificação semelhante ao do cenário “Inercial”.

Com base nesses três cenários e em uma série de premissas ligadas às características socioeconômicas, geopolíticas e legais do Brasil, além do custo de propriedade do veículo, foi possível identificar seis grandes blocos de conclusões que, na visão da ANFAVEA, devem nortear o debate sobre esse tema com grande urgência.

1- Impactos no setor automotivo

Se hoje os modelos eletrificados respondem por 2% do mix de vendas de leves, em 2030 eles representarão de 12% a 22%, dependendo dos cenários previstos no estudo, e de 32% a 62% em 2035. Os pesados também terão sua parcela de eletrificação, embora um pouco menor (10% a 26% do mix em 2030, 14% a 32% em 2035). Ou seja, mesmo no cenário mais conservador, o mercado brasileiro vai demandar milhões de unidades de veículos eletrificados até a metade da próxima década. Seriam 432 mil veículos leves/ano em 2030, subindo para 1,3 milhão/ano em 2035.

Um volume dessa magnitude não poderá ser importado, o que geraria sérios prejuízos à balança comercial brasileira, além de ociosidade ainda maior da indústria local. Com mais de 40 fábricas espalhadas pelo país, sem contar as de fornecedores de autopeças, a indústria precisará entrar em um novo ciclo de investimentos para se manter competitiva, e ao mesmo tempo garantir 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos na cadeia automotiva – ou até ampliar esse contingente.

Mesmo no cenário inercial, serão necessários altíssimos investimentos em toda a cadeia (pesquisa e desenvolvimento, adaptação de fábricas, desenvolvimento de fornecedores, preparação/treinamento da rede de concessionários etc.) para que o Brasil abasteça seu mercado local e se consolide como um polo exportador dessas tecnologias para os países vizinhos, e até de outros continentes.

Esse movimento abre uma janela de oportunidades para outros investimentos no Brasil, como semicondutores e baterias, já que nosso país possui matéria-prima abundante para essas novas tecnologias. Isso estimulará P&D em toda a cadeia e o surgimento se startups, promovendo um grande ciclo de investimentos e uma revolução tecnológica no país, beneficiando vários setores, não só o automotivo.

2- Estímulos governamentais

A exemplo do que ocorre em países europeus, asiáticos e norte-americanos, o poder público brasileiro deve estabelecer políticas para acelerar os cenários de descarbonização. Mesmo sem oferecer bônus aos compradores, como ocorre sobretudo na Europa, é possível estimular o consumo de carros mais “limpos” com medidas como menor tributação, ou “imposto verde” (modalidade na qual o poder público enxerga este tema sob um prisma mais amplo do que o de arrecadação imediata), descontos ou isenções em recarga, pedágio, zona-azul, rodízio e financiamentos com métrica ESG (dados ambientais, sociais e de governança das empresas).

Tais estímulos aos clientes particulares e corporativos permitiriam que o acesso às novas tecnologias não ficasse restrito aos modelos mais premium como ocorre atualmente. Certamente o custo/benefício para sociedade seria altamente positivo.

3- Reflexos sore os combustíveis

Mesmo no cenário de convergência global, com quase 2,5 milhões veículos eletrificados vendidos em 2035, a renovação natural da frota será muito lenta. A frota circulante de leves ainda terá quase 80% de motores flex (gasolina/etanol), enquanto praticamente 90% dos caminhões e ônibus nas ruas continuarão consumindo diesel.

Logo, a demanda por etanol e álcool anidro (presente em 27% na gasolina) exigirá altos investimentos da indústria sucroalcooleira, algo em torno de R$ 50 bilhões em 15 anos. O mesmo raciocínio vale para os produtores de diesel e biodiesel. Além disso, serão necessários investimentos significativos e mandatórios na produção de HVO (diesel de origem vegetal) para a frota circulante.

4- Investimentos em energia e infraestrutura

Ficou comprovada pelo estudo, no cenário de Convergência Global, a necessidade de instalação de ao menos 150 mil carregadores para atender os veículos eletrificados, o que implica num investimento da aproximadamente R$ 14 bilhões. Além disso, é imprescindível um pesado investimento em geração/distribuição de energia de fontes limpas para suprir a frota de elétricos, que criará uma demanda adicional de 7.252 Gwh (1,5% de tudo o que é gerado atualmente). Daí a importância de uma política de Estado com a participação do poder público ou de parcerias público-privadas, sejam quais forem as rotas tecnológica e energética definidas.

5- Redução de emissões de CO2 e de poluentes

Mesmo no cenário mais acelerado de convergência global, com uma quantidade de quase 2,5 milhões de veículos eletrificados vendidos por ano já em 2035, a contribuição para a redução de emissões de CO2 será bastante limitada. É impossível tentar resolver o problema contando apenas com os veículos novos que serão vendidos a cada ano. A única saída é implantar políticas eficientes que promovam a rápida retirada da frota velha das ruas. Políticas de Inspeção Veicular e de Renovação da Frota, previstas em lei desde a criação do Proconve em 1986, até hoje não saíram do papel.

6- Oportunidade única: avalanche de investimentos no país

Considerando todos os aspectos destacados no estudo ANFAVEA-BCG, podemos inferir que o Brasil, com uma política industrial de Estado adequada e bem planejada, poderá promover um novo ciclo de investimentos nos próximos 15 anos superior a R$ 150 bilhões.

“Outros países já definiram suas metas de descarbonização, bem como os caminhos para se chegar a elas. O Brasil, em seu papel de um dos principais mercados para o setor de transporte no mundo, não pode mais perder tempo”, acredita Luiz Carlos Moraes.

“É hora de unir esforços de todos os setores envolvidos com a cadeia de transporte terrestre no país e de todas as esferas do poder público para definir o que queremos, respeitando as vocações de nossa indústria e as particularidades do nosso país-continente. Só com essas definições de metas é que os investimentos corretos poderão ser feitos, colocando o Brasil em um caminho global que não tem mais volta, que é o da redução das emissões dos gases de efeito estufa. Temos essa obrigação para com as futuras gerações”, concluiu o Presidente da ANFAVEA.

Veja aqui a apresentação: https://anfavea.com.br/docs/apresentacoes/APRESENTA%c3%87%c3%83O-ANFAVEA-E-BCG.pdf

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BMW GROUP BRASIL CRIA SISTEMA DE RECARGA PARA CARROS ELÉTRICOS ALIMENTADO POR ENERGIA SOLAR

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A solução, desenvolvida localmente, foi selecionada entre os cinco melhores projetos do programa mundial de Inovação e intraempreendedorismo, promovido pela matriz do BMW Group, localizada em Munique, na Alemanha, no mês de abril de 2021

O BMW Group Brasil, dentro da sua estratégia de pioneirismo em mobilidade elétrica e comprometimento com a sustentabilidade, desenvolveu um projeto experimental, no qual criou uma estação de abastecimento para veículos elétricos completamente desconectada da rede pública de energia. O desenvolvimento foi feito por um time multidisciplinar do BMW Group Brasil e parceiros locais. Além do Centro de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), também estão envolvidos no projeto o Grupo Solvi, que coleta as baterias usadas nas concessionárias da marca, e a Energy Source, especializada na fabricação e montagem de sistemas de armazenamento de energia com baterias usadas e, posteriormente, recicladas.

“O futuro da mobilidade premium será elétrico e o desenvolvimento de uma infraestrutura é essencial. Com este novo projeto, podemos ter uma solução totalmente ecológica e única que permitirá aos clientes abastecerem as baterias de alta voltagem de maneira limpa em suas instalações”, afirma Márcio Fonseca Filho, Diretor de Suporte ao Cliente do BMW Group Brasil.



O sistema de recarga foi criado a partir das baterias usadas e retiradas de diferentes unidades do BMW i3, primeiro modelo totalmente elétrico vendido no Brasil. O veículo foi desenvolvido com uma bateria de alta voltagem formada por diversos módulos, que permitem rápido acesso e troca individual de cada módulo em eventual necessidade de reparo. No caso de necessidade específica de substituição, as baterias podem ser reutilizadas para esta solução de recarga, antes de serem recicladas.

O funcionamento da estação de carregamento compreende oito conjuntos de painéis solares que transformam a energia do sol em eletricidade, que, por sua vez, é armazenada no banco de baterias usadas, formado por seis módulos. Os módulos são acoplados a um inversor que, além de monitorar a energia produzida, alimenta veículos elétricos por meio de um carregador do tipo BMW Wallbox.

Os primeiros testes foram satisfatórios, aumentando em 100km a autonomia de um veículo elétrico após duas horas de recarga. Esse resultado permite avançar na ideia do uso de unidades móveis de recarga em eventos ou até mesmo em locais distantes, desprovidos de acesso à rede elétrica pública. Além disso, novos testes já estão planejados para aumentar a capacidade de armazenamento de energia e diminuir consideravelmente o tempo de recarga.

Outro benefício direto é a utilização da energia solar e a extensão da vida útil das baterias elétricas dentro do conceito de economia circular. “O BMW Group considera a sustentabilidade um pilar essencial do seu negócio. Mesmo o Brasil dispondo de uma matriz energética, em sua maioria renovável, como a hidrelétrica, queremos impulsionar fortemente projetos de uso de recursos renováveis já disponibilizados pela natureza por meio, por exemplo, da viabilização de um novo ciclo de vida de nossas baterias de alta voltagem alimentados por energia solar”, comenta Vivaldo Chaves, Diretor de Operações do BMW Group Brasil.

O projeto da estação de reabastecimento de carros elétricos ainda está em fase de testes. O BMW Group, que evitou o descarte dos módulos usados de bateria, passou a aproveitá-los no Brasil. Essa ação reforça o compromisso da empresa de se responsabilizar pelo futuro da mobilidade sustentável. Até 2030, a empresa vai reduzir a emissão de CO2 por veículo em 80% na produção, 40% no uso e em 20% nos fornecedores, quando comparado com 2019.

Para mais informações sobre BMW do Brasil: www.bmw.com.br.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BIKE-A-THON CIDADE TIRADENTES: ONG OFERECE MENTORIAS E PRÊMIOS PARA INICIATIVAS DE BICICLETA

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As 4 selecionadas receberão apoio financeiro de R$4.000,00 para desenvolver suas ideias e projetos

A bicicleta é uma ferramenta acessível e também o meio de transporte mais eficiente em distâncias de até 7 km. Potencializando a mobilidade, a geração de renda, a logística, o lazer, a saúde, a cidadania e o direito à cidade, ela pode ser uma ferramenta estratégica na construção de um pós-pandemia mais humano, democrático e sustentável. 

Nessa linha de promover o uso da bicicleta na periferia, o Itaú Unibanco lançou em 2018 junto a Tembici a Estação Bike 12 horas localizada em Cidade Tiradentes, que contempla o bicicletário municipal e a única estação das bicicletas compartilhadas Bike Itaú fora do centro expandido da cidade.



Maior conjunto habitacional da América Latina e com uma vital dinâmica interna a partir da sua diversidade de comércios, serviços, parques e centros culturais, Cidade Tiradentes é um distrito com grande potencial para uso da bicicleta, inclusive como estratégia de enfrentamento da pandemia – uma vez que a bike é o veículo recomendado pela OMS por permitir o distanciamento e a atividade física.  É neste contexto que, dois anos depois, o Instituto Aromeiazero lança maratona de inovação social para apoiar iniciativas que utilizem a bicicleta para promover a qualidade de vida e fortalecer a economia local de Cidade Tiradentes.

Serão pré-selecionadas 6 propostas para participar da imersão com mentorias sobre: Bicicleta e Impacto Social, Gestão de Inovação Social e Modelos de Sustentabilidade Financeira. Dentre elas, 4 receberão apoio financeiro de R$4.000,00 para que sejam desenvolvidas. Todo o processo de imersão e seleção será online e o acompanhamento contará com visitas, conforme a fase da pandemia.

Podem se inscrever no edital: coletivos e grupos de pessoas físicas (representados por uma pessoa maior de 18 anos), pequenos empreendedores (MEI e ME) e pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos não governamentais de todo o Brasil.  As inscrições vão até 15 de agosto e poderão ser feitas através do site da Bike-a-thon: https://www.aromeiazero.org.br/bikeathon .  

Com informações da Assessoria de Imprensa

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LETRAMENTO DIGITAL: O QUE É ISSO E QUAL A SUA IMPORTANCIA?

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maturidade digital
Foto: banco de imagens/unplash

Se por um lado a pandemia acelerou a vida on-line, por outro lado, deixou ainda mais evidente a necessidade de ampliarmos a inclusão digital no Brasil

Temos visto ao longo dos últimos meses um esforço hercúleo de diversas esferas públicas de Governo (no nível federal, estadual e municipal) no sentido de ampliar o processo de digitalização dos serviços públicos no Brasil.

Em parte, por conta da pandemia, em parte por conta de uma orientação na direção das chamadas “cidades inteligentes”, de governos cada vez mais tecnológicos e do uso intensivo das novas tecnologias e inovações nos Governos, este é um caminho que me parece sem volta e que, espero, traga resultados importantes em termos de melhorias na qualidade de vida para todas pessoas e na diminuição da enorme desigualdade social em que vivemos.



Se por um lado a pandemia acelerou a vida on-line, por outro lado, deixou ainda mais evidente a necessidade de ampliarmos a inclusão digital no Brasil. Por causa do isolamento social imposto pela doença, temos discutido novas formas de utilizar a tecnologia para viabilizar trabalhos, estudos e decisões políticas. Essa discussão deve vir atrelada à importância da inclusão digital como ferramenta para alcançar uma sociedade mais igualitária, garantindo direitos, cidadania, participação e acesso a serviços públicos.

Nos dias de hoje, a inclusão digital é inclusão social e a democratização do acesso às tecnologias de informação e comunicação. O Marco Civil da Internet definiu que o acesso à rede no Brasil tem por objetivo a promoção do direito de acesso à internet a todos e todas. A inclusão digital está pautada em três fatores: acesso, habilidade e tipos de uso da internet e tecnologia pelos diferentes grupos e setores sociais. Promover a inclusão digital, portanto, é uma forma eficiente de combater a desigualdade social.  

O primeiro destes fatores, a garantia ao acesso, vem pautando inúmeras ações e políticas públicas. Alguns dados apresentados na pesquisa TIC Domicílios 2019 ilustram a urgência em garantir amplo acesso à rede no Brasil: 1 em cada 4 pessoas no país não têm acesso à internet; apenas 50% das casas de classes C e D têm acesso à internet, enquanto na classe A essa taxa é de 99%.

Também não podemos deixar de lembrar que sem infraestrutura digital não se vai longe. Para a implantação do 5G, para o acesso à internet, para o uso de todos estes serviços digitais, é fundamental investir nas infraestruturas necessárias, seja desburocratizando legislações, revendo processos ou mesmo fazendo parcerias com o setor privado.

Porém, pouco se tem falado sobre uma questão que considero fundamental: a questão do aculturamento digital, também conhecido pelo nome de letramento digital. Mas, o que vem a ser isso?

O letramento digital é a alfabetização, o conhecimento necessário para saber como usar os recursos tecnológicos e da escrita no meio digital e a utilização deste recurso para participar de maneira crítica e ética das práticas sociais da cultura digital.

A questão é: não adianta ter serviços digitais, infraestrutura para a implantação das novas tecnologias e até mesmo inclusão digital, se os cidadãos não souberem usar ou mesmo se estas tecnologias não existirem para melhorar a qualidade de vida das pessoas. 

E ainda tem muita gente que não sabe como acessar, que não sabe para que servem estas tecnologias ou que não perceberam como funcionam ou mesmo que ainda não viram resultados práticos, por conta do uso destas tecnologias, no seu dia a dia.

Neste sentido, assim como a muitos anos atrás as pessoas não sabiam como funcionavam os caixas eletrônicos ou mesmo mais recentemente os aplicativos, e foram aos poucos se acostumando, se aculturando a estas inovações e mesmo recebendo auxílio de diversas instituições e pessoas (quem não se lembra das mocinhas Bradesco ou Itaú falando “posso lhe ajudar?”, quando tentávamos utilizar um caixa eletrônico pela primeira vez?), precisamos encontrar formas e jeitos para que as pessoas sejam, gradativamente, “convertidas” à nova era digital. 

No caso da cidade de São Paulo, por exemplo, ao implantarmos o Descomplica (espécie de Poupatempo municipal) nas Subprefeituras Regionais, concebemos o projeto de tal forma que as pessoas que procuram o Descomplica presencialmente têm o apoio de servidores públicos e funcionários terceirizados treinados especificamente para auxiliar os cidadãos a serem bem atendidos e resolverem as suas demandas. 

Mas, ao mesmo tempo, estes funcionários mostram aos cidadãos que havendo o serviço que eles estão procurando no formato digital, podem, numa próxima oportunidade, resolverem as suas demandas junto ao município à distância, das suas residências ou dos seus respectivos trabalhos. Tudo isso para que as pessoas possam cada vez mais irem compreendendo e utilizando os serviços públicos que já migraram para os meios eletrônicos. Isso é o aculturamento digital que, espero, possa permitir, daqui um tempo, que todos possam se utilizar das novas tecnologias para executarem serviços públicos.

Digitalização, inclusão digital e letramento digital são uma tríade que precisa ser planejada e executada em conjunto nas diversas esferas de governo. 

Mas, mais do que tudo, é preciso deixar claro que é papel do Poder Público focar em políticas de inclusão digital que permitam solucionar questões de desigualdade social. A tecnologia e a inovação não devem ser vistas como fins em si mesmas, mas como instrumentos para promover a inclusão social. 

Inclusão digital

Cidades inovadoras, inteligentes e humanas são aquelas que investem em políticas consistentes de inclusão digital e que, ao mesmo tempo, têm o compromisso permanente de não deixar ninguém para trás.

*Daniel Annenberg – consultor da Fundação Vanzolini.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities