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CHEVROLET INICIA EXPANSÃO DO PORTFÓLIO GLOBAL DE VEÍCULOS ELÉTRICOS

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No Brasil, a empresa iniciou sua oferta de veículos elétricos com o Bolt EV, e o crossover da Chevrolet logo se transformou no carro 100% elétrico mais vendido de sua categoria

A Chevrolet está ampliando seu portfólio global de veículos elétricos. A próxima novidade será o Bolt EUV, um utilitário esportivo compacto urbano. O modelo será revelado ao mundo no próximo dia 14 de fevereiro, nos Estados Unidos.

No Brasil, a empresa iniciou sua oferta de veículos elétricos com o Bolt EV, e o crossover da Chevrolet logo se transformou no carro 100% elétrico mais vendido de sua categoria e um dos mais emplacados do segmento pelo país.

“A GM tem o compromisso de liderar a eletrificação no Brasil e região. Desde que apresentamos o Bolt EV no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2018, temos observado um crescente interesse do consumidor pelos carros elétricos. O sucesso do Bolt EV nos encoraja a continuar investindo em novidades no segmento. Temos planos de crescer nossa oferta nos próximos anos”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

CONNECTED SMART CITIES APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA SALVADOR E INDICADORES 

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O Encontro Regional Salvador acontece em formato virtual e marca o início de uma série de eventos que serão realizados em todas as capitais do país nos próximos meses 

No dia 23/02, a partir das 09h, o Connected Smart Cities e Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Salvador para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital baiana. A edição conta com parceria da SPIn Soluções Públicas Inteligentes e marca a agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 26 ações entre fevereiro e agosto. 

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/ 

O encontro em Salvador, Bahia, acontece ao vivo, em formato virtual, e reunirá especialistas em smart cities. A programação abordará indicadores de desenvolvimento da cidade, no contexto do Ranking Connected Smart Cities, e a apresentação do Plano Diretor de Tecnologias da Cidade Inteligente (PDTCI) de Salvador, lançado no início de 2020, que transforma a cidade na primeira capital brasileira com um plano diretor de tecnologia. 

“Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como em Salvador, teremos uma agenda importante nas demais capitais e o envolvimento de vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Vitor Amuri, sócio e diretor de projetos da SPIn Soluções Públicas Inteligentes, representante do Consórcio Salvador Smart City, enfatiza que o desenvolvimento das cidades precisa refletir os anseios da população e, por meio das tecnologias, servem de meio para melhorar a qualidade de vida.

“Buscamos, em Salvador, interpretar esses anseios da população, organizá-los de um modo racional, levando em consideração todos os potenciais e limitações da cidade, definindo objetivos e metas para um horizonte de 30 anos, de modo a maximizar continuamente seis ‘propósitos de sustentabilidade’, intimamente ligados aos objetivos do desenvolvimento sustentável: atratividade, bem-estar, coesão social, preservação do meio ambiente, resiliência e uso responsável dos recursos da cidade.  Nos próximos anos, todos os investimentos da gestão pública da cidade em tecnologia serão massivos, devendo, necessariamente, se inspirar nesses propósitos”, disse.

DESTAQUES DE SALVADOR NO RANKING CONNECTED SMART CITIES

Durante o Encontro Regional Salvador serão apresentados os destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores.

“A capital baiana melhorou 12 posições no Ranking, na comparação 2019/2020, com destaque para Mobilidade, Urbanismo, Governança, Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação. Como toda cidade brasileira, Salvador possui pontos a evoluir, e o desenvolvimento do seu ‘Plano Diretor de Tecnologias da Cidade Inteligente‘ é um dos seus principais aliados em seu desenvolvimento para uma cidade mais inteligente, sustentável e humana”, enfatiza Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking.

PARTICIPANTES CONFIRMADOS NO ENCONTRO REGIONAL SALVADOR

Estão confirmados: o secretário Municipal de Inovação e Tecnologia de Salvador, Samuel Pereira Araújo; o diretor de Resiliência da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Secis) da Prefeitura de Salvador, Ivan Euler Pereira de Paiva; o diretor Técnico da  Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), Cláudio Maltez; o presidente Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet; o executivo Principal em Cidades Inteligentes e Municípios Digitais – CAF – Banco de Desarrollo de América Latina, Marcelo Facchina. 

Além do consultor Sênior de Parcerias e Comunicações Rede de Cidades Resilientes, América Latina e Caribe, Luis Bonilla Ortiz-Arrieta; o chief Business Officer –  Modulus One, Rafael Guedes; a analista de Sistema da Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), Magda Maria Guimarães de Andrade; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; o sócio e diretor de projetos da SPIn Soluções Públicas Inteligentes, Vitor Amuri; entre outros especialistas. 

A programação completa está disponível aqui 

AGENDA

A Agenda proposta para os eventos regionais pós-eleição municipal 2020 acontece entre 23 de fevereiro e 17 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);

Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);

Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);

Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);

Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).


O Encontro Regional Salvador faz parte das ações da 7ª edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021 e conta com várias iniciativas pré-evento.

CLIQUE AQUI E ACESSE A MATÉRIA SOBRE O EVENTO NO ESTADÃO MOBILIDADE 

ESPECIAL CIDADES: SÃO CAETANO DO SUL

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São Caetano do Sul foi a primeira colocada no eixo de Educação do Ranking Connected Smart Cities 2020 pelo segundo ano consecutivo

A cidade de São Caetano do Sul (SP) ganhou destaque no Ranking Connected Smart Cities 2020, elaborado pela Urban Systems, ficando na sexta colocação no Ranking Geral e com o primeiro lugar no eixo de Educação. Além disso, a cidade foi a quarta colocada da região sudeste e a segunda colocada entre cidades de 100 a 500 mil habitantes. 

A cidade mantém a primeira posição no recorte de educação pelo segundo ano consecutivo. Os principais pontos positivos com relação aos indicadores estão nas 30,3 vagas em Universidade pública por mil habitantes em idade PEA, a média ENEM de 566 pontos e o fato de que 99,8% dos docentes do ensino médio público possuem ensino superior (aumento de 1 ponto percentual em relação ao ano anterior).



Além disso, é preciso destacar que a despesa paga com educação por habitante na cidade é a de R$2.850, maior que a média nacional: apesar do Brasil investir 5,7% do PIB em educação (percentual maior do que a média de países desenvolvidos), o país investe pouco por aluno. O valor anual aplicado por estudante da rede pública é 54% menor do que a média de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). 

Nesse sentido, especialistas apontam que não basta apenas investir em educação: é preciso qualificar os investimentos e, principalmente, dar continuidade às políticas educacionais desenvolvidas entre governos e sociedade como um todo. A partir dessa perspectiva, é possível afirmar que São Caetano do Sul alcançou a primeira colocação justamente por desenvolver políticas educacionais que visam a melhora do currículo: não é ao acaso que a taxa de abandono do ensino médio público é de apenas 1,8%. 

Com a pandemia do coronavírus, a impossibilidade de garantir encontros escolares presenciais tornou o investimento em ferramentas digitais essencial: a prefeitura da cidade, por meio da Secretaria de Educação, fez uma parceria com a empresa Google, através da plataforma Google Education, que possui ferramentas para criação de textos, planilhas, e-mails e websites com propósitos educacionais. São Caetano do Sul também foi pioneira em um modelo de avaliação 100% digital, com provas feitas inteiramente em tablets. 

Além disso, foi criado um programa da Prefeitura em parceria com a Universidade Municipal de São Caetano do Sul que promove cursos a distância e tem como objetivo a capacitação de jovens e adultos em diversos setores profissionais. O projeto Capacita São Caetano oferece mais de 30 opções de cursos gratuitos nas áreas de administração e atendimento, gestão, empreendedorismo, logística, entre outros. 

É preciso destacar que, das 20 cidades melhor posicionadas no recorte de educação, 15 estão na região Sudeste. Apenas 10 cidades das 100 melhores no recorte de Educação do Ranking Connected Smart Cities possuem mais de 500 mil habitantes. Esses dados podem ser interpretados como preocupantes, colocando uma boa parcela da população do país (nas cidades com mais de 500 mil habitantes), com acesso a ensino sem qualidade ou até mesmo sem acesso ao ensino de educação básica ou superior.

Das cidades em destaque por região, São Caetano do Sul (SP) e Balneário Camboriú (SC) são as cidades não capitais no topo do eixo de Governança. Recebendo a segunda posição no recorte, São Caetano do Sul é destaque graças a nota na Escala Brasil Transparente de 7,6, pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal de 0,8773 e Despesas pagas com Educação e Saúde superior a R$ 2.200,00 per capita. Acesse o resultado completo do Ranking Connected Smart Cities 2020 aqui. 

CONFIRA NOSSAS MATÉRIAS DO ESPECIAL CIDADES:
ESPECIAL CIDADES: SÃO PAULO
ESPECIAL CIDADES: FLORIANÓPOLIS
ESPECIAL CIDADES: CURITIBA

ESTUDO: POLUIÇÃO GERADA POR COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS É RESPONSÁVEL POR 1 EM CADA 5 MORTES NO MUNDO

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Sudeste do Brasil destaca-se entre as regiões mais afetadas. Proconve 8, que reduz a poluição gerada pelos veículos a diesel, pode salvar milhares de vidas

Mais de 8 milhões de pessoas morreram em 2018 devido à poluição por queima de combustíveis fósseis, como o diesel e o carvão. Isto significa que 1 em cada 5 mortes no mundo teve como causa essa modalidade de contaminação do ar – estimativa significativamente superior à de pesquisas anteriores. A informação é de um estudo publicado hoje (09/02) na revista Environmental Research por cientistas da Universidade de Harvard, em colaboração com a Universidade de Birmingham, a Universidade de Leicester e o University College London (UCL).

Os pesquisadores descobriram que a exposição a partículas provenientes de emissões de combustíveis fósseis foi responsável por 21,5% do total de mortes em 2012, caindo para 18% em 2018 devido a medidas mais rigorosas de qualidade do ar na China. Na América Latina, o estudo identificou que, em 2012, quase 6% das mortes de crianças (747 falecimentos) e cerca de 8% das mortes de adultos (cerca de 180 mil falecimentos) tiveram como causa a poluição atmosférica, percentual semelhante ao de adultos mortos no Brasil por essa razão.

As regiões com as maiores concentrações de poluição do ar por combustíveis fósseis – incluindo o Leste da América do Norte, Europa e Sudeste Asiático – têm as maiores taxas de mortalidade, de acordo com o estudo publicado. Nessas regiões, o problema está relacionado, sobretudo, às usinas termelétricas movidas a carvão. O Brasil como um todo não aparece como um dos países mais afetados, mas a região Sudeste se destaca (ver mapa em anexo).

“Quando esses estudos olham para o Brasil, eles observam todo o território, o que pode dar a falsa impressão de que os brasileiros não estão expostos a altos índices de contaminação do ar, mas mais de 80% da população brasileira vive em cidades, que é onde está concentrada a poluição por material particulado oriunda da queima de combustível fóssil”, explica o físico ambiental e professor da USP Paulo Artaxo.

O professor ressalta que essa contaminação é gerada principalmente pelos veículos pesados, como os ônibus movidos à diesel. “Já existe tecnologia para coletivos com baixa emissão ou até emissão zero, como é o caso dos ônibus elétricos, mas o lobby das empresas de transporte junto às câmaras de vereadores tem impedido que o ar das nossas cidades se torne mais seguro.”
Para Artaxo, os legisladores não agem de acordo com a gravidade do problema no país. “As montadoras querem adiar por ainda mais tempo o Proconve 8, um padrão tecnológico que reduz a poluição gerada pelos veículos salvando milhares de vidas e que já foi adotado nos países desenvolvidos uma década atrás. Nós temos que nos questionar: a legislação é feita para proteger as pessoas ou as indústrias?”

METODOLOGIA APRIMORADA

Como os pesquisadores chegaram a um número tão alto de mortes — 8,7 milhões em 2018 somente por combustíveis fósseis —, se o mais recente Global Burden of Disease Study (o maior e mais abrangente levantamento sobre as causas da mortalidade global) coloca em 4,2 milhões o número total de mortes globais por material particulado no ar, incluindo poeira e fumaça de incêndios florestais e queimadas agrícolas?

As pesquisas anteriores dependiam de observações de satélite para estimar as concentrações médias anuais globais de partículas em suspensão no ar, conhecidas como PM2,5. O problema é que essas observações não conseguiam distinguir entre as partículas provenientes de emissões de combustíveis fósseis e aquelas de outras fontes, como poeira e queimadas. Para superar este desafio, os pesquisadores de Harvard se voltaram para GEOS-Chem, um modelo global 3D de química atmosférica com alta resolução espacial. Com isso, foi possível dividir o globo em uma grade com caixas de até 50 km x 60 km e observar os níveis de poluição em cada caixa individualmente.

Outra inovação foi o modelo de avaliação da ligação entre os níveis de concentração de partículas e os resultados em saúde, desenvolvido pelos professores de Epidemiologia Ambiental de Harvard, Alina Vodonos e Joel Schwartz. Este novo modelo encontrou uma taxa de mortalidade mais alta para exposição às emissões de combustíveis fósseis a longo prazo, inclusive em concentrações mais baixas.

“Com dados de satélite, você está vendo apenas peças do quebra-cabeça”, disse Loretta J. Mickley, co-autora do estudo e pesquisadora sênior em Interações Químico-Climáticas da Harvard John A. Paulson School of Engineering and Applied Sciences (SEAS). “É um desafio para os satélites distinguir entre os tipos de partículas, e pode haver lacunas nos dados”.

“Em vez de depender de médias espalhadas por grandes regiões, queríamos mapear onde está a poluição e onde as pessoas vivem, para podermos saber mais exatamente o que as pessoas estão respirando”, disse Karn Vohra, estudante de pós-graduação da Universidade de Birmingham e primeira autora do estudo.

“Muitas vezes, quando discutimos os perigos da combustão de combustíveis fósseis, ficamos no contexto do CO2 e das mudanças climáticas e ignoramos o potencial impacto na saúde”, disse Schwartz.
“Nosso estudo dá novas evidências de que a poluição do ar pela contínua dependência dos combustíveis fósseis é prejudicial à saúde global”, disse Marais. “Não podemos, em boa consciência, continuar a depender dos combustíveis fósseis, quando sabemos que existem efeitos tão severos sobre a saúde e alternativas viáveis e mais limpas”.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

PRESIDENTE DA COLÔMBIA, IVÁN DUQUE, DARÁ INÍCIO AO CICLO 2021 DOS TRAILBLAZERS LATINOAMERICANOS

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Um dos focos do evento será o compromisso da Colômbia com o desenvolvimento sustentável e a proteção do meio ambiente

A Salesforce, empresa líder globalmente em Customer Relationship Management (CRM), realizará no dia 11 de fevereiro a primeira sessão do ano do seu renomado ciclo Trailblazers Latinoamericanos. Os Trailblazers são líderes, pioneiros, inovadores e pessoas inspiradoras que lideram mudanças e inovações para a construção de um mundo melhor. O evento tem como objetivo dialogar com líderes da região sobre como um caminho acelerado para um desenvolvimento inclusivo e sustentável da América Latina pode ser construído entre todos.

Esta primeira edição do ciclo, que será realizada em fevereiro de 2021, contará com a presença do Presidente da República da Colômbia, Iván Duque Márquez, que teve como bandeira de seu governo o desenvolvimento e a promoção da economia laranja no país. Duque conversará com Alejandro Anderlic, Diretor de Assuntos Governamentais da Salesforce para a América Latina, sobre os desafios que enfrentou durante sua gestão. Ele também compartilhará os motivos pelos quais a economia laranja e o investimento estrangeiro são tão importantes, os caminhos para tornar a Colômbia mais sustentável, os aprendizados mais relevantes com a pandemia, bem como sua visão sobre como trabalharmos juntos para promover o desenvolvimento.

O período pós-pandemia exigirá lideranças fortes e um maior compromisso de todos para ajudar todas as pessoas a terem igualdade de oportunidades – especialmente enquanto o mundo atravessa uma segunda onda na crise de saúde causada pela pandemia de COVID-19. Por isso, juntamente com a Salesforce, o Presidente Duque falará sobre sua visão acerca da vacinação como esperança, sobre a América Latina emergindo após os desafios da pandemia e as principais lições aprendidas com esta crise.

Um dos focos do evento será o compromisso da Colômbia com o desenvolvimento sustentável e a proteção do meio ambiente. O Presidente abordará sua visão sobre a liderança que adotou em iniciativas como o Pacto de Leticia, projeto que visa combater o desmatamento na bacia do Amazonas, e comentará a meta da atual administração de plantar 180 milhões de árvores até agosto de 2022. Essas questões são de grande importância para a Salesforce, que participa de iniciativas como a One Trillion Trees – 1t.org, liderada pelo Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum), e que atingiu a marca de zero emissões de carbono e vê o setor empresarial como a maior plataforma de mudança. Assim, a conversa se concentrará em como as iniciativas pública e privada podem agir em conjunto para reduzir a pegada de carbono e combater as mudanças climáticas.

O compromisso do governo com a promoção da transformação digital também será um dos temas da pauta. O Presidente mencionará como conecta a infraestrutura institucional para as TICs, a inteligência artificial e o talento empreendedor para consolidar o propósito de transformar a Colômbia no Vale do Silício da América Latina. Além disso, também falará sobre como as instituições concebem o papel da indústria como aliada do governo para promover a educação e o entretenimento das novas gerações em competências de TI, e sobre as principais alianças estratégicas multissetoriais que projeta nesse ano de 2021.

Por fim, será destacado o papel da economia laranja no país e como Duque, a partir de seu papel de Trailblazer, está convencido da capacidade da tecnologia como uma força de mudança para o bem comum.

O evento acontecerá às 12h, horário de Brasília, no dia 11 de fevereiro, e terá tradução simultânea para português e inglês. Os interessados podem se inscrever no seguinte link: https://sfdc.co/trailblazers-latinoamericana.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

CIDADES INTELIGENTES SÃO AS QUE MELHORAM A QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS, APONTA ESPECIALISTA

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Soluções de internet das coisas podem colaborar com melhoria da mobilidade urbana, saúde e segurança pública

O conceito de cidades inteligentes, ou smart cities, tem se popularizado em todo o mundo. Na China, o crescimento econômico recente e políticas mais abertas aumentaram a urbanização. No final de 2017, cerca de 60% da população total residia em áreas urbanas, um aumento intenso em relação aos 20% estimados em 1978. Sem surpresa, esta urbanização em massa causou inúmeros problemas em termos de transporte, estabilidade econômica, segurança social, consumo de energia e meio ambiente. Para enfrentar esses desafios, os funcionários da cidade de Pequim precisavam de uma solução IoT inteligente para conduzir o monitoramento em tempo real das condições locais, como qualidade do ar, tráfego rodoviário e dados de vigilância por vídeo. O big data coletado seria então usado para análise subsequente para fornecer informações e percepções para otimizar os recursos inteligentes da cidade.

De acordo com Lucas Nogueira, engenheiro de aplicação na Advantech Brasil, empresa líder mundial em fornecimento de hardware para soluções em Iot, apesar da popularização do termo “cidades inteligentes”, muitas cidades brasileiras ainda não enxergam todo o potencial que as tecnologias Iot podem trazer para o dia a dia. “Cidades inteligentes são as que utilizam tecnologia para otimizar a utilização dos recursos para servir melhor os cidadãos. Isso vale para a mobilidade, a energia ou para qualquer serviço necessário à vida das pessoas”, destaca. Segundo o especialista, a conectividade pode ajudar empresas de ônibus a oferecer um transporte mais seguro e otimizado, com informações em tempo real para passageiros e operadoras do sistema. Na saúde pública, as soluções Iot podem favorecer a análise de imagens, facilitando diagnósticos médicos ou otimizando estruturas e leitos, ou ainda diminuindo a possibilidade de erro humano na gestão de dados sobre o estado do paciente. As soluções em tecnologia Iot também possibilitam às cidades monitorar o tráfego e fornecer semáforos inteligentes, transformando o dia a dia dos pedestres e motoristas.

A tecnologia Iot em cidades inteligentes também contribui com os gestores públicos para fazerem melhor uso dos recursos financeiros. “Com o tratamento correto e o gerenciamento dos dados, é possível reduzir custos. Como, por exemplo, no gerenciamento de dados da iluminação pública. Em certos pontos vemos luzes ligadas em horários com luz solar, gerando gastos desnecessários. A coleta, tratamento e gerenciamento de dados permite confirmar o ligamento e desligamento das lâmpadas, gerando economia financeira e de recursos naturais”, explica.

5G NAS CIDADES INTELIGENTES

A tecnologia 5G irá favorecer e ampliar as experiências digitais e as cidades inteligentes. Além de uma maior velocidade para fazer o upload e o download de dados, ela garante tempos de latência muito curtos e a capacidade de conectar vários dispositivos simultaneamente. Essa menor latência significa diminuição do tempo entre o envio e o recebimento do sinal. Os dados passarão a ser transferidos em tempo recorde.

“Com o 5G, ainda que existam milhares de dispositivos conectados, não haverá piora na velocidade, o que deverá transformar profundamente as cidades”, lembra Lucas. Isso significa que, além de dispositivos pessoais, muitos outros dispositivos e sensores serão capazes de capturar informações e dialogar entre si com mais simplicidade, alta cobertura e pouco consumo de energia, favorecendo inúmeras aplicações para o dia a dia.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Advantech 

Cidades Inteligentes | Resumo da Semana #01

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Hoje estamos lançando mais um canal de conteúdos da Plataforma Connected Smart Cities, que será apresentado por Fabiana Lopes e nos contará semanalmente os principais destaques do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil.
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#cidadesinteligentes​ #smartcities​ #callforpapers​ #mobilidade​ #noticias

PROJETO DA AGÊNCIA DANZA É SELECIONADO COM UMA DAS INICIATIVAS MAIS CRIATIVAS DO MUNDO PARA O SETOR PÚBLICO

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O projeto foi realizado pelas agências em 2015 para a prefeitura da capital capixaba. O seu intuito era aumentar a participação popular nas decisões acerca da cidade

O Observatório de Inovação do Setor Público (OPSI), sediado em Paris, selecionou a plataforma “Minha Vitória”, desenvolvida pela Danza, em parceria com a Exata, agência portuguesa, como uma das iniciativas mais criativas do mundo para a categoria. O projeto foi realizado pelas agências em 2015 para a prefeitura da capital capixaba. O seu intuito era aumentar a participação popular nas decisões acerca da cidade.

OPSI é um fórum global que trabalha em conjunto com os governos mundiais a fim de incentivar soluções inovadoras para problemas sociais. A plataforma “Minha Vitória” recebeu destaque no Observatório porque, pela primeira vez no Espírito Santo, os moradores puderam fazer sugestões e participar de um processo democrático todo pela Internet.

Durante a execução do projeto, a agência Danza, junto com a Exata, criou uma plataforma acessível para a população em geral. O principal intuito era fazê-la fácil de usar e entender. Para isso, termos técnicos foram simplificados e, para encorajar a participação do público, algumas burocracias foram dispensadas. A construção do site “Minha Vitória” foi toda focada na experiência dos usuários.

Este foi um dos motivos apontados pela OPSI para o projeto ser considerado tão inovador. Segundo o Observatório, a plataforma criada pela agência Danza colaborou para democratizar a participação popular em importantes decisões do governo. Além disso, o projeto também contribuiu para facilitar o acesso à informação, uma vez que os processos eram feitos todos online.

Com o mundo em constante mudança, é impossível permanecer no mesmo lugar. Mudar o jeito tradicional de fazer as coisas é necessário para se adaptar a essas transições. Ideias criativas e inovadoras são sempre muito bem-vindas.

Com informações da Danza 

MARCOPOLO E SCANIA FORNECEM À TURIS SILVA PRIMEIRO ÔNIBUS MOVIDO A GNV PARA FRETAMENTO NO BRASIL

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O Paradiso 1050 desenvolvido para a Turis Silva tem capacidade para transportar 44 passageiros, em poltronas semi-leito e autonomia de cerca de 300 quilômetros

Parceria da Marcopolo e da Scania vai permitir à Turis Silva, operadora de transporte da região Sul do Brasil, operar o primeiro ônibus rodoviário movido a GNV para aplicações de fretamento no País. O ônibus Marcopolo Paradiso 1050, com chassi K320 4×2, conta com diferentes soluções da plataforma Marcopolo BioSafe, como sanitário e sistema de ar-condicionado com lâmpadas UV-C para desinfecção dos ambientes; cortinas com material antimicrobiano, e dispenser de álcool em gel na entrada da escada de acesso.

O Paradiso 1050 desenvolvido para a Turis Silva tem capacidade para transportar 44 passageiros, em poltronas semi-leito e autonomia de cerca de 300 quilômetros. “Com sistema de áudio e vídeo, o modelo se destaca pelo elevado padrão de conforto, comodidade e segurança que oferece para os usuários, além de menores custos operacional e de manutenção para o operador”, informou Leandro Sodré, gerente nacional de Vendas da Marcopolo.

Segundo o gerente de vendas de Ônibus da Scania no Brasil, Fábio D´Angelo, essa é a primeira versão rodoviária dedicada ao segmento de fretamento. “Temos perspectivas não só de operadores, mas de clientes contratantes. Assim como acontece com caminhões, os embarcadores vêm demandando soluções sustentáveis em sua cadeia logística. Os provedores de transporte estão sendo levados a comprar caminhões GNV e já existe esse movimento também para o transporte de fretamento”, explicou.

“Empresas com grande número de colaboradores, que têm notoriedade e compromisso com meio ambiente, vêm buscando alternativas ao diesel. Alguns operadores de fretamento já nos demandaram um ônibus a gás para o transporte de fretamento. Estamos trabalhando com isso e até o final do ano vamos lançar o produto”, completou o executivo.

CUSTO OPERACIONAL

Além dos benefícios ambientais, o ônibus movido a GNV proporciona também economia no custo operacional. O fabricante explica que existe ainda interesse das distribuidoras de gás em fomentar a demanda da utilização do combustível. O novo ônibus Marcopolo Scania movido a GNV recebeu modificações no projeto da carroceria para instalação dos cilindros de gás entre as longarinas do chassi (abaixo do assoalho).

Com informações da Assessoria de Imprensa 

COMO A TECNOLOGIA AFETA A QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO

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Como as cidades inteligentes aplicam soluções para facilitar e melhorar o cotidiano dos cidadãos

A gestão eficiente é aquela que consegue alcançar melhores resultados reduzindo custos e esforços. Uma das principais aliadas dos gestores para diminuir o tempo e custo das operações é a tecnologia que viabiliza um melhor gerenciamento dos serviços. Algo simples como a assinatura de documentos por meio digital, já permite com que as informações alcancem os órgãos de controle no prazo adequado e economiza tempo e dinheiro das cidades.

Países do mundo inteiro investem cada vez mais em plataformas digitais como maneira de tornar o acesso aos serviços públicos menos burocratizado. Segundo a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, a digitalização já abrange 54% dos serviços públicos, sendo que 1834 serviços já podem ser acessados através do portal do governo.



Com as medidas de isolamento social por conta da pandemia do coronavírus, o governo decidiu acelerar o processo de digitalização dos serviços públicos. Levando em consideração a diminuição de gastos com a locação de locais físicos, contratação de funcionários e, principalmente, redução de perdas com fraudes e erros, o objetivo é que essa ação consiga economizar R$38 bilhões até o fim de 2025.

O plano recebeu o nome de Estratégia de Governo Digital 2020-2022 e tem como principal meta traçar o caminho para a digitalização de 100% dos serviços públicos federais do país.  Um cálculo, realizado pelo Ministério da Economia, aponta que o retorno do investimento seria de mais de 300% e, de acordo com o estudo ‘Índice Global de Conectividade’, a economia digital deve movimentar R$93,7 trilhões até 2025.

Na prática, uma cidade conectada é aquela que consegue utilizar diferentes tecnologias para facilitar o planejamento urbano, melhorar os serviços públicos, reduzir custos e também facilitar o contato entre gestores públicos e cidadãos. Ainda, é preciso com que as plataformas dialoguem entre si, tornando a gestão dos domínios governamentais mais simples e inteligente: apesar de já ter digitalizado alguns serviços, o governo brasileiro, ainda possui um número elevado de plataformas que, por funcionarem de maneira independente, gastam mais dinheiro e tempo para sua manutenção, sendo que existem mais de 1500 sites terminados em ‘gov.br’.

Além de ser utilizada cada vez mais para o processo de desburocratização de cidades, tecnologia voltada para smart cities pode ser aplicada para o controle de programas já existentes: o software Cheff Escolar, por exemplo, é uma ferramenta utilizada pelo governo do Mato Grosso do Sul para ajudar o gerenciamento da merenda das escolas estaduais. Com o auxílio da plataforma, é possível acompanhar a execução dos contratos e prestação de contas, além de agilizar o tempo para verificar as notas fiscais, diminuir o volume de documentos e mais rapidez na elaboração do cardápio.

Outro exemplo é o município de Sobral (CE), que adotou diversas medidas para melhorar o ensino básico, sendo que a principal consiste em um conjunto de avaliações mensais padronizadas que possibilitam que os educadores identifiquem as dificuldades dos estudantes de maneira mais eficiente. A gestão das escolas passou a ser feita de maneira padronizada também, uma vez que os diretores devem receber um treinamento para ocupar o cargo. Isso possibilitou com que Sobral alcançasse 7,3 de nota no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), sendo esse um dos melhores resultados do país.

Em meio a essa revolução tecnológica, com o desenvolvimento de sistemas de geolocalização, as redes sociais se tornaram instrumentos políticos e os gestores públicos passaram a obter o poder de reconhecer os problemas em tempo real. Apesar de ser um conceito complicado, seu objetivo é simples: a tecnologia pode ser um elemento essencial na gestão de cidades, facilitando o planejamento urbano, aproveitando melhor os recursos públicos e gerando uma melhor qualidade de vida aos cidadãos.

É um fato de que a implementação dessas novas tecnologias podem apoiar o governo na administração de recursos e planejamento urbano, o que gera economia e desenvolvimento de cidades cada vez mais inteligentes. Nunca foi tão essencial criar mecanismos para aproximar a população de seus governantes e restabelecer a ideia de que ser cidadão é ser parte essencial para o funcionamento e manutenção das cidades.

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O IMPACTO DA IoT E BIG DATA NO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NAS CIDADES
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