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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GARANTE OTIMIZAÇÃO DO TEMPO E É REALIDADE NO PÓS-PANDEMIA

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tecnologia verde
Foto: istockphoto

Clientes buscam rapidez e facilidade na hora da escolha; empresas mantém atendimento personalizado com segurança e praticidade.

A forma com que o consumidor se relaciona com as marcas mudou consideravelmente nos últimos anos. Em especial o ano de 2020 foi marcado por muitas mudanças no atendimento das empresas por conta da pandemia mundial. O atendimento, em muitos casos, passou a ser online e quem já estava preparado teve certa vantagem em automatizar e humanizar o contato com os clientes, tornando-o cada vez mais personalizado e eficaz. Isso fez com que a otimização do tempo, e a instantaneidade para se resolver demandas com muita praticidade, mudasse o comportamento do consumidor.

Após um cenário de incertezas, dúvidas e competitividade, as empresas adaptaram seus canais de comunicação e conseguiram uma maior conexão com seu público. A inteligência artificial garantiu tudo aquilo que os clientes buscavam: a resolução na palma da mão.



Os clientes buscam rapidez, facilidade e satisfação. Sendo assim, empresas que oferecem essa experiência em diversos canais conseguem, além da fidelização de seus consumidores, aumentar sua carteira de clientes.

A Aivo, empresa de tecnologia que desenvolve soluções de atendimento ao cliente com inteligência artificial conversacional, por meio de uma plataforma omnichannel, cria assistentes virtuais inteligentes, empáticos e com uma dinâmica estratégica que oferece uma experiência única e personalizada aos usuários.

Por conta da maior exigência dos consumidores, o produto passa a ser um detalhe, sendo o grande diferencial a forma como este produto é apresentado ao comprador. “A Aivo garante soluções de atendimento ao cliente que unificam os diversos canais de atendimento das empresas como: WhatsApp, Messenger do Facebook, Instagram, chat online, app da empresa e telefone. “Vale lembrar que além do posicionamento de rede, a interação com o público é o diferencial oferecido pela inteligência artificial, atualmente o cliente não compara apenas produto e preços, vivemos uma época de concorrência de experiências nos múltiplos canais e pontos de contato com as marcas”, destaca Fernando Géa, Country Director da AIVO no Brasil.

Mercado brasileiro aquecido apesar da crise

Segundo dados do estudo Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), o mercado de compras online, centro das atenções de vários setores, aumentou em 41% no último ano. Foram quase 200 milhões de pedidos feitos por consumidores que movimentaram cerca de R$ 87,4 bilhões em 2020. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, foi o maior valor registrado dos últimos anos.

A informação acima é de grande relevância pois mostra o potencial das vendas e compras online. Para tanto, é necessário estar presente nas diversas plataformas que podem potencializar a presença das Empresas perante seus consumidores.

A Aivo, líder em inteligência artificial no mercado latino-americano, possui experiência e capacidade para atender toda essa demanda. São mais de 150 milhões de conversas impulsionadas com a inteligência artificial, proporcionando tudo aquilo que o cliente busca em uma Empresa: atendimento rápido, fácil, seguro, satisfatório e empático.

É a otimização do tempo e respeito aos consumidores no período pós-pandemia. E a empresa conta ainda com um diferencial, pois em junho de 2021, estreou a API do Messenger para Instagram no Brasil. Para Fernando Géa, “essa integração é muito importante para este momento, pois além dos tradicionais canais de atendimento já consolidados, o Instagram consta como uma rede social de grande relevância, acessada por quase 100 milhões de brasileiros, sendo o Brasil o terceiro país com mais usuários ativos”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MARCO LEGAL DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA É APROVADO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

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Contratação de térmicas emergenciais deve ser suspensa, defende Idec

Projeto contribui para o desenvolvimento da energia limpa no país, para a diversificação da matriz energética nacional e pode evitar novas crises no setor elétrico, analisa presidente do INEL. Proposta segue para o Senado Federal.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (18), o Projeto de Lei 5829/19, que institui o novo marco legal da geração de energia limpa descentralizada. O texto aprovado oferece mais segurança jurídica aos investidores e consumidores e promove o desenvolvimento do setor de energia renovável no país, além de diminuir a pressão sobre o sistema elétrico nacional com a diversificação da matriz energética brasileira. A proposta segue para apreciação do Senado Federal.

Na última semana, Governo Federal, parlamentares e entidades do setor elétrico, entre elas o INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), chegaram a um consenso sobre o texto final do projeto de lei que cria novas regras para consumidores que geram a própria energia a partir de centrais de geração de fontes renováveis, instaladas próximo aos pontos de consumo e com capacidade reduzida, a chamada Geração Distribuída, que em sua maioria utiliza painéis fotovoltaicos. O relator do texto, o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) e o vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), participaram da reunião para fechamento do acordo.



O presidente do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), Heber Galarce destaca que a aprovação do projeto, após mais de dois anos de debates, trará mais segurança jurídica e regulatória para o setor, o que estimula o crescimento sustentável do setor elétrico como um todo no Brasil. Segundo ele, o mercado de energia solar cresce exponencialmente todos os anos.

Dados do INEL apontam que, desde 2012, a energia solar já movimentou mais de R﹩ 38 bilhões em negócios e gerou mais de 224 mil empregos no país. No entanto, mesmo com toda essa expansão, a fonte de energia solar representa pouco mais de 1% da matriz energética no Brasil.

“Com a aprovação da matéria e a melhoria do ambiente de negócios, o setor de energia solar vai atrair ainda mais investidores e gerar mais empregos em meio à crise econômica atual. A previsão é que o PL deve resultar na abertura de um milhão de novos postos de trabalho nos próximos 30 anos”, afirma.

Segundo Galarce, o marco regulatório vai promover também a democratização do acesso à energia limpa no Brasil. “A proposta aprovada pelo plenário da Casa pode viabilizar o acesso à energia mais barata, de fonte solar, principalmente, a todos os brasileiros, especialmente, os mais pobres. O texto permite que todo cidadão brasileiro, independentemente de sua renda, tenha a possibilidade e viabilidade regulatória para acessar a Geração Distribuída”, explica.

Para o Secretário de Assuntos Regulatórios do INEL, Lucas Pimentel, a aprovação do texto é fundamental para fortalecer o fornecimento de energia elétrica no país, já que contribui para evitar novas crises, como a baixa atual nos reservatórios das hidrelétricas. Pimentel lembra que a presente crise hídrica ainda oferece risco de racionamento de energia elétrica em todo o país e já representa o aumento na conta de luz do cidadão brasileiro.

“Com a regulação do setor de energia limpa e seu consequente incremento, o país reduzirá a dependência dos recursos hídricos para a geração de energia e evitará o uso emergencial de fontes poluentes e mais caras, como as termelétricas, responsáveis pelo aumento das tarifas com acionamento da bandeira vermelha”, aponta.

Heber Galarce complementa que a aprovação do texto é uma conquista não apenas para o setor de energia limpa, mas para todo o sistema elétrico nacional que será mais robusto e equilibrado, com o aumento da diversificação da matriz energética brasileira.

“O Brasil como um todo se beneficia do uso de energias limpas, renováveis e mais baratas. Quem ganha com isso é o consumidor final, o cidadão brasileiro que terá segurança jurídica para escolher se deseja investir nos painéis fotovoltaicos e contribuir com geração de energia no país. A aprovação na Câmara é o primeiro e um importante passo para a melhoria do fornecimento de energia elétrica em todo o país”, completa o presidente do instituto.

O texto segue para o Senado Federal e, após tramitação e aprovação, pela Casa revisora, o marco regulatório do setor de energia solar seguirá para sanção presidencial.

NOVAS REGRAS

Pela matéria aprovada na Câmara, consumidores que já possuem sistema de geração distribuída até a publicação da lei ou que solicitarem o acesso de centrais de geração distribuída até doze meses após a publicação da nova legislação poderão manter seus direitos de compensar energia elétrica na forma atual, abrangendo todas as componentes tarifárias, até 2045.

Para os novos consumidores, que solicitarem acesso após doze meses da publicação da norma, haverá uma regra de transição de seis anos. A proposta é que eles deixem de compensar e comecem a pagar por 15% dos custos associados à energia elétrica em 2023 – o percentual vai subindo gradativamente e a cobrança integral acontecerá somente em 2029.

Outras entidades do setor, como ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) e Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) participaram dos debates para consolidação do texto com representantes do Ministério de Minas e Energia, da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e do Parlamento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O TURISMO INTELIGENTE E A AMAZÔNIA

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turismo amazônia
Foto: AmazonVant

Ubá é a denominação usada por povos indígenas da Amazônia para descrever as canoas elaboradas com um tronco de árvore. Hoje, também é o nome de um aplicativo móvel para smartphones desenvolvido por uma startup paraense como solução para o transporte público na região

Vivemos em um tempo de pandemia, onde nossa mobilidade é restrita e o turismo muitas vezes se restringe a lembrança em fotografias e vídeos que postamos em redes sociais de viagens anteriores. Muitos, quando em viagem de turismo para locais ainda desconhecidos, usam os smartphones como aliados para carregar mapas, obter informações sobre o transporte público, adquirir antecipadamente ingressos para museus e exposições, e até mesmo traduzir informações em idiomas desconhecidos. Tudo isto facilita enormemente a vida de um turista munido de um smartphone e visitando um local com redes móveis de alta velocidade.

Mas e o que acontece quando se visita um local distante, com uma Amazônia de distância de casa? Aquele local que conta com infraestrutura precária de telecomunicações e serviços digitais, mas até por isto mesmo oferece uma “bolha” de isolamento do mundo moderno que, por vezes, é o grande apelo de diferencial.



Esta estrutura precária constitui o cotidiano da população de lugares isolados no país, contando com redes móveis de baixa capacidade, e serviços precários de saneamento, saúde e transporte. No espectro dos serviços de turismo, hotéis, restaurantes e estabelecimentos comerciais também enfrentam dificuldades que afetam desde a relação com seus fornecedores e clientes, até a simples oferta de pagamento do consumo por cartões de crédito.  

Hoje, a vida nas grandes cidades brasileiras é fortemente baseada nos aplicativos de delivery, de serviços bancários, de compras, e de agendamento de serviços diversos. Esta pulverização de aplicativos digitais também ocorre em locais que em redes são instáveis, e exigem o desenvolvimento de software preparado para lidar com desconexão constante e com o uso mínimo de largura de banda.

Aplicativo móvel Ubá

Para enfrentar toda dificuldade, vamos de criatividade e inovação. Ubá é a denominação usada por povos indígenas da Amazônia para descrever as canoas elaboradas com um tronco de árvore. Hoje, também é o nome de um aplicativo móvel para smartphones desenvolvido por uma startup paraense, associada ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, para auxiliar no transporte da locomoção fluvial na região, algo como um “Uber” regional. Uma tarefa que exigia a presença física do interesse no terminal fluvial para a compra antecipada do bilhete de viagem, agora pode ser realizada com o aplicativo, o qual carrega o ingresso digital para o embarque. Depois que a compra é efetuada, em nenhum outro momento o aplicativo, tanto do cliente, quanto do responsável pelo controle no embarque necessita de conexão a Internet. Trata-se de uma solução criativa, inovadora, e adequada à realidade local.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

HUAWEI DISCUTE SEGURANÇA E PRIVACIDADE NAS REDES 5G EM EVENTO ONLINE

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Fotografia de 5G em cidade inteligente
Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), será representada  hoje por Marcelo Motta no XXXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos. O Director of Cyber Security and Privacy Protection in Huawei Brazil and Latin America participará do painel Segurança e Privacidade nas redes 5G, transmitido a partir das 15h.

Realizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e pelo Laboratório de Redes de Computadores (LARC), o evento online está com inscrições abertas em seu site e vai até 20 de agosto.



O painel Segurança e Privacidade nas redes 5G contará também com a presença de Sergio Sevileanu, especialista da Siemens; Marlley Urquiza, conselheiro de Segurança, Algar Telecom; Vanessa Copetti Cravo, especialista em Regulação de Telecomunicações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Michel Barbosa, especialista em segurança cibernética da Fortinet, além do Ph.D César Marcondes, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, como moderador.

Sobre Marcelo Motta
Na Huawei desde 2002, o executivo ocupou diversos cargos de liderança no Brasil, América Latina e na sede da Huawei na China. Anteriormente, ocupou cargos na Nortel Networks, Siemens e HP e atuou como professor de engenharia de telecomunicações por mais de 10 anos no Instituto Mauá de Tecnologia. É mestre em engenharia de sistemas e bacharel em engenharia de telecomunicações pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Possui ainda MBAs em economia internacional e corporativa pela FIA / FEA-USP e Grenoble Alpes University (Pierre-Mendè s-France University).

Serviço
Evento: XXXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos – Painel 4 Cyber Security and Privacy Protection
Data: Quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Horário: das 15h às 17h
Inscrições: no site do evento

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INCENTIVO A VEÍCULOS ELÉTRICOS VOLTA A CRESCER APÓS CRISE DA COVID-19

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Quem instala primeiro lucra mais: como prédios estão ganhando com a recarga elétrica
Foto: Banco de imagens/istockphoto

Ao lado de outros países da América Latina, Brasil avança com projetos de eletrificação que visam sustentabilidade e melhor gestão das frotas

A crise mundial da COVID-19 deixou novamente o assunto mobilidade em alta entre investidores e governos na América Latina. Com as inúmeras quarentenas impostas durante longos períodos, foi possível observar uma redução na emissão de poluentes tendo em vista que as pessoas deixaram de usar massivamente os seus veículos. Esse comportamento fez com que se intensificasse os investimentos em frotas elétricas para que a emissão de CO2 fosse reduzida.

Um projeto que serve como modelo é o “Noronha Carbono Zero”, uma regulamentação aprovada em 2020. A norma prevê que a partir de 2022 somente veículos elétricos serão autorizados a entrar no arquipélago e que, em 2030, toda a frota movida a gasolina, álcool e óleo diesel deverá deixar a ilha. O Governo local fechou uma parceria com montadora para disponibilizar carros elétricos que auxiliarão na administração do badalado destino turístico.



Além do arquipélago de Pernambuco, outras regiões do Brasil estão investindo neste mercado. A empresa chinesa BYD começou a produzir baterias de fosfato de ferro-lítio, utilizada em ônibus elétricos feitos em Campinas (SP), em sua fábrica no Polo Industrial de Manaus. Outro exemplo é Volkswagen, que modificou sua firma em Resende (RJ) e já começou a produzir caminhões totalmente elétricos.

Ainda no último ano, um grupo de 17 fabricantes e investidores assinaram um acordo de USD 1 bilhão para a implementar cerca de 3 mil ônibus elétricos em quatro cidades da América Latina: São Paulo, Santiago (Chile), Medellín (Colômbia) e Cidade do México. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), as empresas de energia Enel e EDP e as fabricantes BYD, Eletra e Foton estão entre as participantes.

O Brasil, por sua vez, traçou novas metas na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática. O país tem como meta reduzir suas emissões em 43% até 2030 e chegar na neutralidade de carbono em 2060. Em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (conhecida como NDC, sigla em inglês), o país menciona, sem muitos detalhes, que vai aumentar a produção de biocombustíveis para o transporte.

Para realizar a avaliação de adequação de veículos elétricos, bem como a transição e a operação das frotas elétricas de forma eficaz, a telemática é uma solução que tem se destacado ao redor do mundo.

Por meio de um dispositivo conectado aos veículos, como o da Geotab, líder global em telemática e gestão de frota, há a captação de dados e avaliação deles, incluindo a forma de dirigir dos motoristas, para que as melhores práticas sejam aplicadas, haja o melhor uso da bateria e aumente a capacidade da frota.

Juntas, a tecnologia e a inovação chegam aos asfaltos adicionando maior economia, reduzindo os poluentes e ampliando a efetividade das frotas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UNIDADES DO SESC SÃO PAULO E AROMEIAZERO OFERECEM INCENTIVO PARA PROPOSTAS DE INOVAÇÃO SOCIAL COM BICICLETA

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Foatografia de usuários, homens e mulheres, andando de bicicleta em ciclovia de avenida movimentada, em meio aos edifícios e também um pouco paisagismo, com algumas árvores
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

As 10 selecionadas receberão apoio financeiro de R$4.000,00 para viabilizar a execução das ideias propostas

De acordo com a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), a cidade de São Paulo teve um aumento de 66% nas vendas de bicicletas em 2020 em relação ao ano de 2019 e dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), indicam que de janeiro a maio de 2021 a bicicleta já gerou 1.363 novos empregos com carteira assinada.

Pensando em promover a bicicleta como solução de mobilidade segura, seis unidades do Sesc (24 de Maio, Carmo, Consolação, Bom Retiro, Florêncio de Abreu e Parque Dom Pedro II) realizam, dentro da ação Territórios do Comum, a Bike-a-Thon Território Centro, idealizada pelo Instituto Aromeiazero. Trata-se de uma maratona de inovação social, criatividade e mentoria para apoiar o desenvolvimento de soluções que utilizem a bicicleta para fortalecer o território durante e pós pandemia.



Poderão participar da maratona, ONGs e coletivos, iniciativas que atuem com acessibilidade e pessoas com deficiência, lideranças comunitárias, ciclistas e cicloativistas, pequenos negócios e empreendedores, pesquisadores, educadores e estudantes, urbanistas, desenhistas e sociedade civil. Vale ressaltar que é necessário residir ou ter uma relevante ligação com o centro de São Paulo.

Ao longo do mês de agosto irão acontecer bate-papos online sobre: Dimensões do uso da bicicleta na cidade (11/08) com Malu Gomes, idealizadora do projeto Bike Literária e Kamila Gomes Fonseca, gestora da EMEI Profª Edalzir Sampaio Liporoni; Bicicleta e Acessibilidade (18/08) com Ricky Ribeiro, fundador do Portal Mobilize e Daniel Moral, fundador do Bike Tour SP; e Políticas Públicas relacionadas à bicicleta na cidade(25/08) com Renata Falzoni, fundadora do Bike é Legal e Glaucia Pereira, idealizadora do Multiplicidade Mobilidade Urbana.Os debates serão mediados por Cadu Ronca e Murilo Casagrande, fundadores do Aromeiazero O intuito é preparar e inspirar as pessoas a se inscreverem.

Após o período de inscrição, as dez propostas passarão por mentorias do dia 15 a 22 de setembro, relacionadas a Bicicleta e Impacto Social; Gestão de Inovação Social; Modelo de Negócio; Gestão Financeira; e Comunicação Digital. Por fim, farão uma apresentação no dia 25 de setembro, durante a Semana de Mobilidade. Cada uma das ideias selecionadas receberá um auxílio de R$ 4 mil para serem desenvolvidas

As inscrições poderão ser feitas até o dia 1 de setembro. O regulamento está disponível no site do Aromeiazero: https://www.aromeiazero.org.br/bikeathon. Participe!

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABES APONTA QUE LEI DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DO CEARÁ PODE SUFOCAR INOVAÇÃO

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Foto: banco de imagens/istockphoto

A associação ressalta a importância do avanço dos debates, tanto no Congresso Nacional quanto pelo MCTI, em torno de legislação e estratégia nacional para o tema

 A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – avalia que a lei sancionada pelo Estado do Ceará que impõe a supervisão humana a todos os sistemas de Inteligência Artificial (IA), sem nenhum critério ou distinção de aplicação, traz insegurança jurídica e inibe a inovação. De acordo com a associação, a abordagem baseada no possível risco de um sistema de inteligência artificial seria mais adequada.

Rodolfo Fücher, Presidente da ABES, pondera que, no ímpeto do estado do Ceará sair na frente legislando a IA, o estado poder ficar de fora dos avanços tecnológicos. “Uma interpretação equivocada da lei, pode inviabilizar uma série de soluções, desde aplicativos de delivery, até soluções críticas como segurança ou ligadas à saúde. O risco de uma judicialização deixará o estado menos atrativo para investimentos, especialmente no promissor mercado das startups”, afirma o executivo.



Os sistemas de IA são ferramentas para aumentar a capacidade humana. Por isso, se faz necessário um ambiente seguro tanto para as empresas investirem e inovarem, quanto para os cidadãos consumirem e tirarem todo o proveito da tecnologia. a ABES defende que é necessário um amplo debate na definição de conceitos e definições técnicas, com o objetivo de evitar eventuais interpretações que venham prejudicar a inovação e o desenvolvimento da tecnologia e, consequentemente, a capacidade do Brasil de ser competitivo.

Para Loren Spíndola, coordenadora do GT de IA da ABES, adotar a inteligência artificial traz muitos desafios. Ela pontua que as organizações provavelmente enfrentarão uma série de barreiras ao longo da curva de maturidade do sistema, desde a falta de habilidades no mercado até mudança de processos. “Acredito que o papel do poder público seja facilitar a inovação, com um ambiente propício para o desenvolvimento e adoção da tecnologia. A centralização da União para exclusividade de regular o tema mostra-se fundamental para evitarmos multiplicidade de regras e reguladores em estados e municípios, que certamente trará insegurança jurídica e impactará a inserção em âmbito nacional de desenvolvedores, em especial os de pequeno porte”, explica a executiva.

As relatorias dos projetos de lei 21/2020, na Câmara, e 872/2021, no Senado, organizaram audiências públicas e tiveram oportunidade de ver o quanto o tema ainda precisa ser mais bem detalhado e debatido, com toda a sociedade. “Precisamos garantir um solo fértil para o crescimento das empresas e gerar mais pesquisa e desenvolvimento para que o Brasil não engesse o avanço da tecnologia e siga competitivo tecnologicamente”, ressalta.

Em paralelo, a ABES considera importantes os esforços legislativos em âmbito Federal, com destaque para o papel da Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial – EBIA, recentemente lançada pelo Governo Federal visando “nortear as ações do Estado brasileiro em prol do desenvolvimento das ações, em suas várias vertentes, que estimulem a pesquisa, inovação e desenvolvimento de soluções em Inteligência Artificial, bem como, seu uso consciente, ético e em prol de um futuro melhor”. Entre os eixos definidos para estruturação de medidas prioritárias no contexto da EBIA, dezenas de entidades da sociedade civil, sob a gestão e governança do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, vêm se debruçando sobre o tema da Legislação, Regulação e Uso Ético da IA. Para a associação, as ações a serem implementadas como parte da EBIA refletirão os debates necessários para que a regulação da IA avance com maturidade e compreensão de suas oportunidades e complexidades.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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NOVOS NEGÓCIOS, CIDADES INTELIGENTES E A AGENDA ESG

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Edifícios inteligentes
Foto: banco de imagens/unplash

A crescente mudança nas experiências de consumo das pessoas, que exigem cada vez mais serviços e produtos sustentáveis, realinhou modos de produção e modificou as estratégias comerciais, competitivas e de reputação das empresas

Assim como a transformação digital ganha contornos de fenômeno irreversível, a sustentabilidade ambiental ganha centralidade no planejamento estratégico empresarial de companhias de todo o mundo, em um caminho sem volta. Os três pilares que sustentam a marca ESG (em português, meio ambiente, social e governança) consolidam-se como premissas necessárias para o processo de remodelagem dos negócios.

A crescente mudança nas experiências de consumo das pessoas, que exigem cada vez mais serviços e produtos sustentáveis, realinhou modos de produção e modificou as estratégias comerciais, competitivas e de reputação das empresas.



Ao virar o foco para a gestão pública, verificamos que esse movimento guarda profunda convergência com os princípios norteadores das cidades inteligentes. Como preconiza a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, a maior conectividade e o uso das tecnologias devem favorecer a construção de espaços urbanos com serviços públicos mais eficientes, inclusivos e sustentáveis do ponto de vista ambiental.  

A ABDI tem como principal missão contribuir para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país. Para tanto, é grande a atenção da nossa equipe a esse horizonte. Seja nas cidades, no campo, no comércio, nos serviços ou na indústria – setores onde atuamos -, estimulamos a transformação digital como meio para a maior eficiência dos negócios em um contexto de maior bem-estar social. E, na execução dos nossos projetos, entendemos cada vez mais que a adoção de tecnologias constrói a ponte para a sustentabilidade. 

Paralelo aos nossos projetos de Cidades Inteligentes, trabalhamos, desde o ano passado, com a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) na elaboração de novos modelos de negócios com base nos princípios da Economia Circular. A ideia é mapear e buscar sistemas para aperfeiçoar as práticas em logística reversa de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos), e incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias de coleta e processamento de resíduos.

De acordo com a Ellen MacArthur Foundation (2020), mudanças climáticas e questões ambientais, sociais e de governança (ESG) se tornaram os principais tópicos para empresas de serviços financeiros, seus clientes e reguladores. Ainda segundo a entidade, desde o início de 2020, os ativos administrados por meio de fundos de ações públicos, tendo a economia circular como foco de investimento único ou parcial, aumentaram seis vezes, de US$ 0,3 bilhão para mais de US$ 2 bilhões. Esses fundos, em média, tiveram desempenho 5% melhor do que seus benchmarks no primeiro semestre.

Estudo realizado pela consultoria Accenture em 2021 mostra o Brasil como o quarto maior produtor de lixo plástico, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. Estima-se que a taxa de reciclagem não chega a 25%. Numa estimativa do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), o valor potencial que deixa de voltar para a economia sem a reciclagem é de cerca de R$ 5,7 bilhões por ano.

Com a comparação com materiais que possuem taxas de reciclagem mais altas, como o alumínio, papel e aço, que chegaram a 98%, 67% e 47% respectivamente (Brasil, 2019), vislumbra-se que há grande potencial e espaço para iniciativas de reuso de plásticos.

Os dados indicam, portanto, que a transição para a economia circular mostra grande potencial para a emergência de negócios inovadores, que vão trazer ganhos relevantes de competitividade para a indústria e, ao mesmo tempo, oportunidades de o Brasil se posicionar globalmente, ampliando sua base de negócios no exterior.

Portanto, o que verificamos é a sustentabilidade afirmando-se como um novo padrão de produção e de investimento. Para as cidades inteligentes, essa é a agenda a ser perseguida. Acreditamos que o crescimento econômico será́ pautado pela capacidade de as lideranças corporativas e públicas direcionarem mudanças orientadas a esse novo modelo sustentado pelo tripé do meio ambiente, social e da governança. E, nós, da ABDI estamos seguros de nossas potencialidades para contribuir na construção dessa rota.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

Evento Regional Boa Vista | Apresentação do Plano de Cidades Inteligentes

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Esta transmissão online faz parte da programação de Eventos Regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021. Todas as terças-feiras, das 9:00​​ às 13:00​​, até 24 de agosto de 2021, totalizando 27 cidades.

A iniciativa conta com as participações de Antonio Andrade, Analista de Mobilidade – Kido Dynamics; Edvaldo Pires Hermógenes, Secretário SMST – Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Trânsito – Prefeitura de Boa Vista; Evandro Roveran, Sales District Management – Bosch; Juliana Fredo, Especialista em Conteúdos e Parcerias – Necta; Laís Andrade Barbosa de Araújo, Coordenadora-Geral de Apoio a Gestão Regional e Urbana – MDR; Rafael Gastal Porto, Pesquisador e Coordenador do Projeto Quintais Sustentáveis – Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e CNPq; Roberto Benfica, Executivo de Vendas – Signify; Ronald Brasil, Secretário Adjunto – CGPTERR – Centro de Geotecnologia, Cartografia e Planejamento Territorial de Roraima; e Willian Rigon, Diretor Comercial e Marketing e Sócio – Urban Systems e Connected Smart Cities.

PANDEMIA ACELERA ADOÇÃO DE TECNOLOGIA EM DIVERSAS ÁREAS

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Segundo o estudo, entre as empresas que conseguiram integrar três ou mais tecnologias aos seus processos, 54% reportaram lucro igual ou maior ao período pré-pandemia

A pandemia levou muitas empresas a implantar soluções de tecnologia para auxiliar em diversos segmentos dentro das corporações – da agricultura aos serviços, passando pelo comércio e indústria. Nesta última, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que aquelas que adotaram conceitos de Indústria 4.0 se saíram melhor.

Segundo o estudo, entre as que conseguiram integrar três ou mais tecnologia aos seus processos, 54% reportaram lucro igual ou maior ao período pré-pandemia. Entre as tecnologias mencionadas, aparecem robótica avançada, conexão máquina-máquina, sensores, computação em nuvem, softwares de gestão, inteligência artificial, big data e impressão 3D.



Da mesma forma, companhias voltadas ao atendimento ao consumidor, como a área de saúde e trabalho, também investiram em mecanismos de tecnologias para melhorar essa relação de processos. “O crescimento do uso de tecnologia ocorre por conta das soluções que ela permite para a melhoria nas atividades, seja no auxílio de atendimentos (chatbot) na saúde”, diz Ricardo Zanlorenzi CEO da Nexcore Tecnologia.

“A tecnologia também permite que cientistas e médicos realizem de maneira mais ágil o reconhecimento de problemas de saúde de paciente, como, por exemplo, em exames de imagens”, ressalta Zanlorenzi.

Tecnologia na saúde

Uma das soluções que vem sendo muito utilizadas no Brasil é o auxílio de softwares omnichanel na realização de questionários em aplicativos de mensagens, como por exemplo, o WhatsApp. A maioria das perguntas é sobre o estado clínico dos pacientes e possíveis sintomas que eles possam apresentar e como deve ser realizado o tratamento, além de auxiliar também no atendimento de pacientes.

Diversos hospitais e clinicas optam pela utilização da tecnologia, como é o caso do Grupo Opty, referência na área de oftalmologia no Brasil. O software implantado foi o Nexus, desenvolvido pela Nexcore Tecnologia. A plataforma permite saber quantos clientes aguardam na linha ou estão utilizando o chat, assim como quantos operadores estão disponíveis para o atendimento e as suas prioridades, quais os horários com maior demanda, entre outros.

Zanlorenzi comenta que o atendimento se inicia de forma automatizada em qualquer um dos canais escolhidos pelo cliente via chatbots. “Ele começa seu atendimento pelo sistema e, em geral, 60% a 70% das ocorrências são resolvidas pelo software, que indica menus ou opções de como seguir em frente”, explica.

Vale ressaltar que a ferramenta amplia o número de clientes atendidos, principalmente quando se trata de liberações de horários que já estavam destinados a agendamentos de exames ou consultas.

Tecnologia no trabalho

Além de se mostrar ainda mais necessária na saúde, a tecnologia foi fundamental para auxiliar as pessoas a trabalharem de casa. O modelo híbrido vem sendo cada vez mais uma das apostas nas empresas.

Uma das principais plataformas que auxiliam no fluxo de trabalho é o Microsoft Teams em razão dos benefícios que apresenta, como realização de chats internos, reuniões por videoconferências, criação de times por setor, calendário compartilhado e transferência de arquivos e chamadas e economia no custo de telefonia

Devido às vantagens e ao aumento do uso da solução a plataforma Microsoft Teams saiu de 32 milhões de usuários pré-pandemia para cerca de 150 milhões um ano e meio depois. Aa Nexcore Tecnologia realizou a integração de seu software Nexus às empresas que já usam o Microsoft Teams. Dessa forma, as companhias se beneficiam dos serviços de voz de maneira integrada.

Zanlorenzi explica que o Nexus permite integração com a API oficial do WhatsApp, infraestrutura em nuvem e outros benefícios, como o uso do software que permite agora que as empresas utilizem o Microsoft Teams para realizar ligações telefônicas para todos os colaboradores em qualquer lugar do mundo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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