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TERRACYCLE FIRMA PARCERIA COM APP QUE LOCALIZA POSTOS DE COLETA SELETIVA

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Tribunal decide que Suíça viola direitos humanos ao falhar no controle da crise climática

Postos cadastrados passam a coletar materiais de escrita e esponjas de uso doméstico

A TerraCycle, líder global em soluções ambientais de resíduos de alta complexidade, firmou mais uma parceria importante para sua missão de eliminar a ideia do lixo e “reciclar o não reciclável”. A empresa se juntou ao aplicativo Descarte Rápido.

Com base na geolocalização do usuário, o app indica os postos de coleta de materiais recicláveis mais próximos. A plataforma foi idealizada pela proprietária da página Boas Atitudes e Sustentabilidade, Roberta Pinheiro.

“Nós esperamos que a sociedade esteja cada vez mais informada de onde descartar os seus resíduos, demonstrando de forma indireta, que todos também têm sua responsabilidade. Estamos juntos em prol do meio ambiente e das pessoas, pois a TerraCycle executa um trabalho fantástico e o app Descarte Rápido, consolida todos os pontos para a destinação adequada dos resíduos, assim deixamos os cidadãos atualizados”, declarou Roberta Pinheiro, CEO do Boas Atitudes & Sustentabilidade .



Os pontos de coleta TerraCycle cadastrados no aplicativo recebem materiais de escrita sem condições de uso como lápis, canetas, canetinhas e lapiseiras e também esponjas de limpeza de uso doméstico. A gestora de Marketing e Relacionamento na TerraCycle, Renata Ross, comemora a parceria. “Para continuar fazendo a diferença e eliminando a ideia de lixo, parcerias como essa são essenciais. Com a divulgação dos nossos pontos de coleta no aplicativo, mais pessoas terão acesso a essas informações e poderão contribuir cada vez mais para um futuro mais sustentável. Estamos felizes com esse trabalho conjunto.”

O aplicativo está disponível para download na Play Store (Android) e na Apple Store (IOS); baixe gratuitamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TELITE ANUNCIA PLANO DE RETIRAR 3.000 TONELADAS DE RESÍDUOS POR MÊS DO MEIO AMBIENTE

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Fotografia de coleta seletiva de lixo ou resíduos sólidos

Meta da empresa é elevar a quantidade de resíduo coletado para 3.000 toneladas por mês. Objetivo da iniciativa é devolver à cadeia produtiva telhas produzidas a partir desses resíduos gerados por residências, comércios e indústrias

A Telite, fabricante de telhas plásticas com 100% de material reciclado, já retirou mais de 500 toneladas de resíduos plásticos do meio ambiente, por meio do seu programa de logística reversa. Agora, a empresa acaba de anunciar a meta de elevar esse número para 3.000 toneladas de resíduos/mês. Para isso, investiu no desenvolvimento de um aplicativo, com base na tecnologia blockchain, que conecta consumidores, estabelecimentos comerciais, condomínios e indústria.

“Somos um grande facilitador para todos, retiramos 500 toneladas por mês de resíduos, entre garrafas, plásticos, papelões, metais e alumínios e nossa meta é elevar esse número para 3.000 toneladas de resíduos/mês, número que acredito chegaremos em breve, pois nossa aceitação no mercado superou nossas melhores expectativas, celebra o fundador da Telite, Leonardo Retto.



Com o programa de logística reversa da Telite , o fornecedor se cadastra no aplicativo desenvolvido pela empresa e solicita a retirada dos resíduos destinados à coleta. A cada retirada ele acumula pontos que podem ser convertidos em dinheiro. Ao atingir 20.000 pontos, o resgate pode ser solicitado diretamente pelo aplicativo, que converte os pontos em dinheiro e realiza a transferência via Pix.

“É tudo feito de forma transparente e simples pelo aplicativo, o dinheiro cai diretamente na conta cadastrada, no tempo previsto, sem nenhum tipo de intermediário”, destaca Leonardo. Com a aceitação positiva do app, a meta da Telite é, em pouco tempo, ser reconhecida como a maior empresa privada de coleta seletiva do país.

Até o momento, por meio de empresas parceiras, a Telite ajudou a transformar 33 toneladas de papelão em outros produtos, como bobinas e caixas. Para dar o destino adequado a todo o material que recolhe, mas com o qual não trabalha diretamente, como garrafas, metal e alumínio, dentre outros, a Telite firmou parcerias e dá a esses itens os seguintes destinos/benefícios:

• 42 toneladas de vidros e garrafas fornecidos a parceiros de reciclagem desses itens;

• 60 toneladas de metal encaminhadas a siderúrgicas e transformados em novos produtos;

• 50 toneladas de outros plásticos transformados em mourão plástico ou dormente.

Como um dos principais desafios da logística reversa e a informação clara do reaproveitamento do material, a Telite usa a tecnologia blockchain para acompanhamento e rastreamento dos resíduos coletados em todo o processo. Os materiais recebidos são fotografados e têm os dados inseridos na plataforma, que gera um QR Code, com ele é possível rastrear todo o processo de transformação do resíduo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PESQUISA MOSTRA QUE LOCADORAS TÊM MAIS DE 1,5 MIL VEÍCULOS ELÉTRICOS

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Europa banir venda de veículos à combustão

Levantamento sobre eletrificação da frota foi feito pela primeira vez pela ABLA,
associação que reúne as locadoras de automóveis

Conforme pesquisa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), no primeiro semestre de 2021 o setor de locação ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 1,5 mil veículos elétricos em sua frota total. O inédito levantamento mostrou que o setor atingiu exatas 1.507 unidades licenciadas em nome de empresas de aluguel de carros, conforme estatísticas obtidas pela associação junto ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Foram pesquisadas as quantidades de automóveis, de comerciais leves, caminhões, ciclomotores, ônibus e motos movidos à eletricidade e licenciados em nome de empresas de aluguel de veículos. Os resultados apontaram que os automóveis correspondem à maior parcela (769) de veículos elétricos nas locadoras, seguidos pelos ciclomotores (141) e pelas caminhonetes (116).



Há, também, 86 motonetas e 61 motocicletas elétricas no setor, além de 98 ônibus. O Nissan Leaf Tekna é o automóvel elétrico mais presente (246 unidades) na frota do setor de aluguel de carros, seguido pelo ciclomotor Dayang Ecooter E1S (138) e pelo CAOA Chery Arrizo 5E (126 veículos). O BYD E5 (100 unidades) é o caminhão mais emplacado pelas locadoras no Brasil.

Regionalmente, São Paulo é o estado que reúne a maior parte da frota eletrificada das empresas de locação, com 767 unidades licenciadas por empresas de locação. Em seguida vêm Minas Gerais e o Paraná, respectivamente com 378 e 119 unidades, completando o ranking dos três primeiros em quantidade de elétricos nas locadoras no país. Distrito Federal (65), Rio de Janeiro (51) e Santa Catarina (40) também já contam frotas representativas de elétricos no setor de aluguel.

O presidente da ABLA, Paulo Miguel Junior, diz que “para não perder o bonde da história, as locadoras precisam seguir atentas ao avanço da presença dos elétricos”, acrescentando que a eletrificação de frotas também será tema de uma masterclass durante o XVI Fórum Internacional do Setor de Locação, entre 19 e 21 de outubro deste ano.

Para Miguel Junior, é visível o desejo de um crescente número de pessoas, especialmente as mais jovens, por sustentabilidade e isso se aplica também ao transporte. “As locadoras estão sendo cada vez mais incluídas entre os principais players de mobilidade urbana e isso implica em necessidade de nos ajustarmos ainda mais rapidamente às novas tendências”, completa o dirigente da associação.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABES DISCUTE OS IMPACTOS DO ESG NO SETOR TECNOLÓGICO DURANTE EVENTO NACIONAL DO CONNECTED SMART CITIES

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Painel acontece no dia 3 de setembro e contará com a presença de Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da associação

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, tem presença marcada no Evento Nacional, organizado pela Connected Smart Cities. A associação participará do painel “O impacto do ESG em tempos de crise no setor tecnológico”, que acontece no dia 3 de setembro, às 9h. O evento Connected Smart Cities, reúne especialistas, entidades, empresas e governos engajados que apresentam as melhoras práticas o desenvolvimento das cidades. A programação e as inscrições estão em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/

O encontro tem como objetivo reunir especialistas, entidades, empresas e governos engajados que apresentam as melhoras práticas o desenvolvimento das cidades. E para esse painel contará com a presença de Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da associação; Tatiana Tucunduva Philippi Cortese, Pesquisadora do Centro de Síntese USP Cidades Globais; Fellipe Silva Martins, Docente na Uninove e Instituto de Estudos Avançados da USP; e Tatiana Wittman, Mestranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).



“Para se tem um bom desenvolvimento das cidades é muito importante que o ESG seja debatido. Dessa forma, estamos buscando alternativas e melhores práticas para um crescimento que traga benefícios para todos, empresas e população. E para a ABES, esse tema está diretamente ligado com o seu propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária”, afirma Jamile.

Recentemente, a ABES lançou a “Mobilização para a redução da desigualdade” com o objetivo de reduzir o impacto ao meio ambiente por meio do descarte apropriado de equipamentos de TI, e utilizar os recursos obtidos neste processo, para investir em projetos de inclusão sociodigital, alinhado as melhores práticas de ESG e a 8 Objetivos do Desenvolvimento Social do Pacto Global. A mobilização conta com a parceria da ReUrbi e Observatório do Terceiro Setor, e com apoio da Weber Shandwick.

As empresas podem escolher projetos socias no entorno de sua sede, e dependendo do volume, os equipamentos poderão ser retirados sem custo. Para participar desta mobilização ou saber mais detalhes, acesse: https://abessoftware.com.br/mobilizacao-para-a-reducao-da-desigualdade-no-brasil/ . Caso seja uma entidade social alinhada ao propósito da mobilização, e tenha interesse em participar, faça a sua inscrição através do site do Observatório do Terceiro Setor: contato@observatorio3setor.org.br

EVENTO: Evento Nacional do Connected Smart Cities – Painel: “O impacto do ESG em tempos de crise no setor tecnológico”

Data: 3 de Setembro

Hora: 9h

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM LEILÕES E NOVO MARCO LEGAL, NÚMERO DE MUNICÍPIOS ATENDIDOS POR OPERADORAS PRIVADAS NO SANEAMENTO SOBE 33% EM UM ANO

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ABDI

Dados do Panorama da Participação Privada no Saneamento 2021 indicam evolução do investimento das operadoras privadas, que já estão presentes em quase 300 cidades no país.

Em plena pandemia, com a necessidade de se investir em saúde pública, o número de cidades atendidas total ou parcialmente por operadoras privadas de saneamento cresceu 33,67% no período 2020/2021 (entre o final do primeiro semestre de 2020 e o final do primeiro semestre deste ano). Os dados são do Panorama da Participação Privada no Saneamento 2021, anuário da ABCON SINDCON, associação que reúne as operadoras privadas de saneamento no país.

Segundo a publicação, as concessionárias privadas possuem 191 contratos firmados, que vão desde a modalidade de concessões plenas e parciais até PPPs e subdelegações. Juntas elas atingem 389 cidades, das quais 42% são consideradas pequenos municípios, com até 20 mil habitantes. Outros 22% são formados por municípios na faixa de 20 mil a 50 mil habitantes.

Até o ano passado, as operadoras privadas representavam 7% do mercado (em população atendida); em meados deste ano, após a realização de uma série de grandes leilões de saneamento – no Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul -, esse índice atingiu 17%.A expectativa da ABCON SINDCON é que, com o fortalecimento do entorno regulatório do novo marco legal, do saneamento – a Lei 14.026/20, aprovada no ano passado -, a participação das operadoras privadas deve atingir ao menos 40% até 2030.

Um ano após a publicação do novo marco, as operadoras privadas já respondem por um terço dos investimentos do saneamento. Porém, há desafios a serem superados para que o setor possa deslanchar e atingir a meta de universalização dos serviços de água e esgoto, prevista por lei para ser cumprida até 2033.

Com segurança jurídica e competição, o saneamento deverá ser um dos setores mais importantes na recuperação do pós-pandemia, com R$ 1,4 trilhão de impacto na economia nos próximos 12 anos.
“É fundamental proporcionar segurança jurídica, estabilidade institucional para garantir qualidade na prestação dos serviços à população e confiança dos investidores. Esse é um desafio de todos os entes federativos, bem como dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Não podemos nos perder do foco da universalização do saneamento”, afirma o diretor executivo da ABCON SINDCON, Percy Soares Neto.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TECBAN ANUNCIA PARCERIA COM ABO2O PARA PROMOVER INCLUSÃO FINANCEIRA E A ECONOMIA DIGITAL

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imagens de transformação digital com predominância de feixes de luzes nas cores azul, preta, verde e branco

Associação entre TeCBaN e ABO2O tem como objetivo conectar pessoas a produtos e serviços, colaborando para a acessibilidade às plataformas digitais e para o fomento da economia colaborativa

A TecBan, empresa de soluções tecnológicas que tornam o sistema financeiro cada vez mais eficiente e promovem a inclusão financeira, é a nova associada da A ssociação B rasileira Online to Offline (ABO2O) , entidade que reúne as maiores plataformas digitais em operação no país. A instituição tem como objetivo representar e defender os interesses coletivos da Economia Digital, procurando estimular iniciativas na esfera pública e privada que contribuam para o desenvolvimento e fomento de novas tecnologias.

Há mais de 39 anos, a TecBan investe e cria continuamente soluções tecnológicas e inovadoras que conectam os meios físico e digital, impulsionando e tornando o ecossistema econômico do Brasil mais eficiente. O portfólio de Novas Plataformas conta com o HubDigital, criado em 2019 para conectar bancos digitais e fintechs (empresas de tecnologia financeira que desenvolvem serviços e produtos financeiros digitais) ao Banco24Horas. O sistema conta com 61 contratos assinados e já registra mais de 13 milhões de transações e 7,3 milhões saques, que movimentaram R﹩ 3,81 bilhões.



“A parceria da TecBan com a associação tem como objetivo promover a inclusão financeira da população e a criação de novos negócios. O desenvolvimento das plataformas digitais é de fundamental importância para a inclusão, aprimoramento do sistema financeiro e a identificação de novos mercados. O futuro está na integração com o digital, e nós somos parte disso”, observa Marcos Aurélio Pedroso, Gerente de Parcerias e Novas Plataformas da TecBan.

Para Marcos Carvalho, Diretor Geral da ABO2O, esse é um momento de extrema relevância para o mercado. “Observamos o estabelecimento dos SuperApps, em que as empresas da Economia Digital convergem ofertas de varejo e serviços financeiros em seu aplicativo, agregando valor, variedade de opções e facilidades ao consumidor. A parceria com a TecBan, sem dúvida, trará oportunidades diversas para os marketplaces e varejistas associados”, afirma o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SEBRAE E ABSTARTUPS SE UNEM PARA DESENVOLVER STARTUPS PAULISTAS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

A parceria entre Abstartups e o Sebrae- SP tem previsão inicial de três anos e vai impactar mais de mil empreendedores de tecnologia e inovação do Estado de São Paulo

A Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e o Sebrae- SP fecharam uma parceria inédita para fomentar ainda mais o ecossistema de inovação no Estado de São Paulo. A união das duas forças atuará no desenvolvimento de startups paulistas até julho de 2024, e a previsão é de que a parceria possa impactar mais de mil startups com programas diversos.

As startups participantes terão acesso a uma rede de mais de 200 mentores, além de conteúdo exclusivo e programas temáticos para acompanhar seu crescimento, com foco em gestão e acesso a mercado. O tradicional StartupON também trabalhará junto à parceria, com programas de ativação de comunidades em diversas cidades, começando por Barretos e São Carlos. Além disso, os empreendedores poderão participar de rodadas de aproximação com grandes empresas durante a 8ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE 2021 ), que acontecerá entre os dias 17 e 19 de novembro de maneira 100% online e gratuita.



No evento de lançamento da parceria, realizado na quinta-feira (26), também foi revelado o Programa Start, iniciativa voltada para a formação de novas startups e promoção do empreendedorismo digital, especialmente no interior de São Paulo, além do Report Comunidade SP, que irá destacar as principais comunidades de startups do Estado. A iniciativa deve impactar mais de 250 startups ainda neste ano.

Um dos objetivos com a parceria é fazer com que o desenvolvimento de empresas inovadoras chegue às cidades do interior, possibilitando a criação de novos polos de startups e descentralizando o ecossistema da capital. Para que isso aconteça, será feito um mapeamento das startups e comunidades do Estado, possibilitando ações mais assertivas.

Danilo Picucci, diretor de Ecossistemas e Comunidades da Abstartups, aponta que a parceria com o Sebrae-SP é um passo importante para melhorar as ações de incentivo ao empreendedorismo local. “Isso é o início de algo muito maior e estamos muito animados em divulgar para nossa comunidade. Queremos que o interior do Estado de São Paulo continue crescendo e se destaque como polo de desenvolvimento das startups”, diz.

Essa parceria marca uma nova diretriz do Sebrae-SP, que aprovou um novo Plano de Apoio a Startups e Ambientes de inovação, voltado para implementação de programas de apoio a startups e promoção de ecossistemas nos próximos quatro anos.

Para o presidente do Conselho do Sebrae-SP, Tirso Meirelles, essa parceria reforça o novo momento do Sebrae-SP, com esforços integrados para impulsionar o empreendedorismo inovador. “Temos aqui em São Paulo um dos melhores ambientes de inovação do mundo e estamos animados em poder contribuir para conectar todo esse ecossistema, assim como levar, numa escala nunca antes obtida, aceleração e conteúdo de qualidade para startups, fortalecendo setores como agro, saúde e cidades inteligentes”, afirma.

As primeiras iniciativas da parceria já foram lançadas e devem impactar empreendedores de mais de 15 municípios de SP ainda em 2021. O mapeamento para elaboração do Report Raio X Startups SP já teve início e as inscrições para o Programa Start já foram lançadas e podem ser acessadas nos links abaixo, juntamente com as inscrições do CASE e os próximos StartupON.

Programa Start – bit.ly/StartSebrae
CASE 2021 – case.abstartups.com.br
StartupON SP – sympla.com.br/abstartups
Captação Mapeamento de Startups – bit.ly/mapastartups2021

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MERCADO DE CIÊNCIA DE DADOS CRESCE E BUSCA POR PROFISSIONAIS DO SETOR AUMENTA QUASE 500% EM UM ANO

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telefonia móvel celular dados
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Especialista do Centro Universitário Facens destaca oportunidades internacionais na área

O mundo está mais tecnológico e virtual a cada dia e, com isso, a procura por profissionais do setor virtual, tecnológico e de desenvolvimento não para de crescer. De acordo com uma pesquisa recente da hrtech de recrutamento digital Intera, no primeiro semestre deste ano, houve um crescimento de 485% na abertura de vagas para cargos na área de inteligência de dados, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os analistas, engenheiros e especialistas de dados têm ganhado cada vez mais espaço nas empresas com a ampliação de tecnologias de gestão e armazenamentos de enormes volumes de informação – a big data. “Com o início da pandemia, a migração em massa de empresas para o universo online e a necessidade cada vez maior e mais rápida de informações precisas sobre custos, comportamento do consumidor, logística e mercado para tomada de decisões estratégicas, passou a ser imprescindível”, comenta Johannes Von Lochter, coordenador do curso de Especialização em Ciência de Dados do Centro Universitário Facens .



Apesar de os salários no setor de inteligência de dados serem altos – em média vão de R﹩ 7.000,00 a R﹩ 18.000,00 – e as vagas estarem abundantes, o que falta no mercado é a mão de obra qualificada. De acordo com Johannes, a abertura global de vagas remotas fez com que os profissionais do Brasil migrassem para empresas estrangeiras, dificultando ainda mais o cenário nacional para as empresas contratantes.

“Além de termos um volume alto de oportunidades no Brasil, os profissionais devem estar atentos às possibilidades no exterior, e ter um certificado que facilite este ingresso no mercado internacional é um grande diferencial. Na Facens, por exemplo, além do diploma da Especialização em Ciência de Dados, o aluno pode adquirir também um certificado internacional em big data”, destaca Johannes.

“O mercado de ciência de dados é uma ótima oportunidade não apenas para quem iniciará uma formação acadêmica, mas também para aqueles que pensam em realizar uma transição de carreira, já que o crescimento do setor não deve estagnar tão cedo. O mais importante é ter em mente que as atualizações e capacitações devem ser constantes, pois a tecnologia evolui e se modifica dia após dia”, conclui Von Lochter da Facens .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O USO DAS SMART GRIDS NO COMBATE À CRISE HÍDRICA

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smart grids cidades
Foto: banco de imagens/shutterstock

Uma das soluções que pode contribuir para um sistema mais autossustentável é a criação de redes de fornecimento de energia inteligentes, as chamadas smart grids

No dia 28 de junho de 2021, o governo brasileiro anunciou uma medida provisória que dá poderes ao ministro de Minas e Energia para o enfrentamento da crise hídrica que vem ocorrendo no país.

Os problemas de crise hídrica e energética são uma realidade no Brasil e no mundo, assim como a expansão dos centros urbanos. Mas aí, fica a pergunta: o que poderia ser feito, então, para que essas crises deixassem de acontecer?



A resposta não é simples. Provavelmente requer uma série de ações que tornem as cidades mais inteligentes e mais autossustentáveis.

Uma das soluções que pode contribuir para um sistema mais autossustentável é a criação de redes de fornecimento de energia inteligentes, as chamadas smart grids.

Mas como uma smart grid pode contribuir? Elas funcionam como um sistema bidirecional, por meio do qual medidores inteligentes dão informações em tempo real sobre a demanda de consumo e sobre possíveis problemas na rede. A aplicação de tecnologia da informação nessas redes transforma o monitoramento e o fornecimento em um mecanismo mais preciso.

A produção de energia por parte das fontes renováveis oscila conforme as condições do tempo e, por isso, demandam o amplo sensoriamento da rede e uso de ferramentas de controle que compensem essas variações.

Nas smart grids é possível anexar os pequenos geradores de energia de fontes renováveis, como painéis solares, turbinas eólicas e outros. O fornecedor pode utilizar essa energia e vender o excedente para a rede.

Com as smart grids também é possível criar tarifas customizadas com base nos horários de consumo de energia. O usuário da rede também pode saber de antemão quanto será cobrado no mês.

Com a aplicação de tecnologia da informação nas redes de energia é possível monitorar problemas na rede e em muitos casos resolvê-los remotamente. O controle mais preciso da geração de energia por parte das distribuidoras permitiria o armazenamento de energia gerada fora dos horários de pico em baterias para uso posterior.

Diante de tantos benefícios, porque o Brasil não adota definitivamente as smart grids? Essa resposta é mais simples: porque os equipamentos ainda são caros e há dificuldade em calcular o retorno sobre o investimento.

Apesar disso, diversas cidades brasileiras foram palco de projetos pilotos, como Sete Lagoas (MG), Parintins (AM), Aparecida (SP), Armação de Búzios (RJ), entre outras. Todos esses projetos podem trazer uma nova visão estratégica condizente com nossa realidade socioeconômica e, quem sabe, servir de modelo para futuros projetos.

Alguns fatores que podem impulsionar a adoção de smart grids são o ganho de espaço por parte dos padrões tecnológicos abertos e interoperáveis na indústria; o aumento da demanda por tecnologias de smart grid; e a evolução de políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento das cidades inteligentes.  

Uma alternativa para diminuir o custo de implantação de uma smart grid pode ser a criação de cidades inteligentes que possuam diversos serviços que necessitem de uma smart grid. Dessa forma os gastos das distribuidoras podem ser divididos entre os diversos players envolvidos no projeto.

Embora, no momento, pareça que o Brasil tem um longo caminho a percorrer para alcançar outros países no que diz respeito à implantação e ao uso de smart grids, pode ser que a necessidade desse recurso acabe sendo o fator decisivo para sua aplicação.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ABDIB BUSCA REVERTER VISÃO DO STF SOBRE TRANSFERÊNCIA DE CONCESSÕES

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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 2.946, que contesta o Art. 27 da Lei 8.987/1995, com votos parcialmente desfavoráveis para o setor de infraestrutura até o momento no plenário virtual da Corte.

A Corte poderá considerar inconstitucional a possibilidade de transferência de concessões de serviços públicos, com risco de anulação de aquisições de contratos já realizadas desde 1995. Já outra questão contestada, a transferência de controle acionário de concessionárias, não foi considerado inconstitucional até o momento.



A votação do STF pegou o setor de infraestrutura de surpresa e causou apreensão.

Ao visualizar as possíveis consequências do encaminhamento do caso, a Abdib fez manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), explicando as práticas vigentes no setor de concessões e os possíveis impactos para a atração de investimentos, para a segurança jurídica e para a continuidade de prestação de serviços essenciais para a sociedade.

Em correspondência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que pediu vistas do processo após a apresentação dos votos dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, a Abdib explicou a aplicação cotidiana de mecanismos de transferência de concessões de serviços públicos e de transferência de controle de concessionárias.

A associação também ressaltou o interesse público destas medidas de transferência, aplicadas geralmente em situações de crise de concessões vigentes. A cessão e a transferência, explicou a Abdib, visa evitar a extinção dos contratos, o que pode ser o pior cenário para a sociedade que usufrui dos serviços públicos.

Na correspondência ao ministro Gilmar Mendes, do STF, a Abdib ainda frisou que a modulação – dois anos para o poder público realizar novas licitações – não é adequada, considerando que, em vigência há quase trinta anos, o dispositivo agora analisado foi utilizado inúmeras vezes, em todas as esferas da administração pública.

Por tais razões, a Abdib solicitou que o ministro Gilmar Mendes peça destaque e retire o julgamento do plenário virtual do STF, permitindo o ingresso da Abdib e outras instituições como amicus curiae, de forma a subsidiar a Corte com as informações necessárias para a análise e julgamento e reverter a visão – considerada equivocada e prejudicial para a sociedade e para o setor – predominante até o momento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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