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VOLTA ÀS AULAS SEM ATRITO: COMO A BIOMETRIA FACIAL PODE AUXILIAR O SISTEMA DE ENSINO

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Empresa de tecnologia frictionless, UNIKE traz aplicações que permitem a autenticação por biometrias, inteligência artificial e visão computacional

Com o calendário escolar anunciando o retorno do período letivo nas instituições de ensino, pais, professores e alunos se organizam para o início de um novo semestre de muito aprendizado com a esperança de recuperar o tempo perdido. Porém, a pandemia causada pela Covid-19 ainda deixa sequelas e dúvidas de como tornar esse momento mais seguro.

Mesmo com a redução da capacidade, implementação de modelos híbridos – que mesclam encontros presenciais nas escolas e faculdades com capacidade ocupacional reduzida e aulas online -, ainda é difícil fazer o controle da presença dos alunos ou assegurar o distanciamento necessário entre eles. A adoção de novas tecnologias sem atrito para confirmação de presença e autenticação de alunos do ensino digital e presencial vêm substituindo processos manuais e o uso de cartões e oferece uma excelente alternativa para modernizar o relacionamento físico e virtual das instituições com os discentes, oferecendo mais conveniência e segurança para todos.

Para André Barretto, CEO da UNIKE Technologies, frictech que utiliza tecnologias diversas para identificação/autenticação sem fricção de pessoas, tais como, inteligência artificial, visão computacional e biometrias, é importante proporcionar uma diferente experiência para os alunos neste momento de retomada.

Frente a isso, a empresa oferece a solução unike.EDU, plataforma destinada a instituições de ensino que ajuda a reduzir custos com polos presenciais automatizando processos manuais, aplicações de reconhecimento facial contínuo e passivo para EAD e também permitem validar os estudantes sem interromper uma aula ou a aplicação de provas online, além de oferecer diversas outras funcionalidades relacionadas ao interação comportamental do usuário.

“As feições dos alunos previamente cadastradas são autenticadas pelo sistema e um score final demonstra a porcentagem de presença no decorrer da aula e não somente no momento da chamada, como tradicionalmente é feito. Outra possibilidade desses sistemas é registrar a forma como o aluno tecla por meio da biometria comportamental. Já nas aulas presenciais, o reconhecimento dos alunos é feito por uma câmera CFTV com uma tecnologia que registra as feições dos alunos no sistema da instituição, possibilitando a confirmação automática de presença dos estudantes, grau de comprometimento com os assuntos, engajamento do professor com a turma, etc.”, explica.

O reconhecimento facial para instituições de ensino é uma tendência que avança em sintonia com o processo de transformação digital do sistema educacional e o crescimento da Educação à Distância (EAD). Em contrapartida, vai ajudar o dia a dia de alunos e educadores que se propuserem a participarem de aulas presenciais. De uma forma ou de outra, a tecnologia já está inserida na rotina das pessoas e é uma realidade comum, basta escolher a melhor forma de utilizá-la.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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JUNTOS SOMOS MAIS LANÇA CURSO GRATUITO PARA FORMAR DESENVOLVEDORAS

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Em parceria com a Gama Academy, empresa formará 60 mulheres desenvolvedoras, com possibilidade de contratação no final do curso

As mulheres representam apenas 20% dos profissionais da área de desenvolvimento de softwares e aplicativos. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e mostra como a desigualdade de gênero ainda é forte em diversos setores da sociedade. Para começar a mudar isso, a Juntos Somos Mais , startup detentora do maior ecossistema do setor de construção civil que tem como sócias Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, em parceria com a Gama Academy, irá selecionar 60 mulheres em vulnerabilidade social, negras e LGBTQIAP+ para receber treinamento gratuito com o objetivo de atuarem como desenvolvedoras júnior nas linguagens C# e Python.

O projeto, chamado ConstruDelas, acontecerá em duas fases e não exige nenhuma pré-formação para a participação. Na primeira etapa as participantes terão uma formação básica dos fundamentos da programação e ferramentas necessárias para iniciar como desenvolvedoras. Já na segunda, a turma será dividida em duas e, em paralelo, receberão curso para formação de duas linguagens: C# e Python.



“Uma das principais missões que temos na Juntos Somos Mais é auxiliar os profissionais a se especializarem e ajudar que cresçam na carreira. O ConstruDelas atua nesse ponto ao darmos nossa contribuição para maior igualdade de gênero no setor de tecnologia”, afirma Bruna Segatto, Head de People da empresa. “Não temos exigências de experiência prévia ou formação profissional, nosso objetivo é unir ao time mais pessoas que valorizem nossa cultura forte de inclusão e diversidade e que estejam prontas para criar história conosco. Além da formação profissional, existe também a possibilidade de contratação no final do programa”, diz Danny Farias, CTO da Juntos Somos Mais.

“O projeto ConstruDelas visa democratizar o acesso de mulheres na formação técnica e aumentar as chances de colocação no mercado de trabalho de tecnologia, que só cresce em nosso país. Segundo o Tech Jobs Report, desenvolvido pela Gama Academy, há mais de 20 mil vagas na área de tecnologia previstas para os próximos três meses e queremos muito que haja, no mínimo, equidade de ocupação e remuneração dessas oportunidades entre homens e mulheres”, afirma Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

As interessadas deverão se inscrever pelo sit e até o dia 18/08. As aulas estão previstas para setembro e conclusão em novembro.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CINCO CIDADES BRASILEIRAS AVANÇAM NA IMPLEMENTAÇÃO DE ÔNIBUS ELÉTRICOS NO TRANSPORTE PÚBLICO

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Série temática realizada por Enel X, em parceria com Connected Smart Cities & Mobility, discute desafios da eletrificação do transporte no Brasil

Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo estão entre as 20 cidades pelo mundo encontrando maneiras de melhorar a capacidade e a eficiência do transporte público. Estas 5 cidades brasileiras já assinaram a carta de intenção Missão TUMI E-Bus – que quer colaborar tecnicamente para a aquisição de 100 mil ônibus elétricos até 2025, em cerca de 500 cidades.   

Esse assunto foi um dos pontos abordados na série temática que discutiu “Os desafios da Eletrificação do Transporte no Brasil”, apresentada de 23 de junho a 28 de julho, pela Enel X em parceria com o Connected Smart Cities & Mobility. 



O evento

A série temática foi realizada em 05 blocos, com moderação de Edgar Barassa, fundador da Barassa & Cruz Consulting, sempre trazendo convidados representantes de governos e instituições privadas, para discutirem acerca da eletrificação no transporte público brasileiro.

Enel X

O objetivo da Enel X é ser referência no Brasil com iluminação pública, eficiência energética e smart building, e mobilidade elétrica e urbana. Os projetos da empresa foram repensados de acordo com a realidade atual e os projetos de e-city tentam redesenhar os desafios das cidades inteligentes.

Illan Cuperstein, vice-diretor regional para a América Latina da C-40, e um dos palestrantes, citou a parceria Zebra com o objetivo de fomentar todas novas aquisições nas principais cidades latino-americanas, para tecnologias com zero emissões. Já Beto Costa, diretor executivo da Estapar, comentou sobre o Eco Vargas, a primeira rede semipública com 250 postos de recarga nas operações da Estapar, em 23 cidades diferentes. A reflexão foi sobre a criação do setor de mobilidade elétrica, levando em consideração a dificuldade de fluidez, e como acessar o serviço.

Os especialistas concordaram que, se o ambiente regulatório for favorável para empresas de distribuição e outros setores, será possível trabalhar preços menores para consumidores e distribuidores. Também foi discutido que é de extrema importância as parcerias com as indústrias. 

São Paulo anunciou mais de 3 mil veículos elétricos novos nos últimos 3 anos. Adalberto Maluf, diretor da BYD do Brasil, disse que a cidade tem uma iniciativa louvável e um projeto que pode viabilizar o setor da eletromobilidade no Brasil, a competição com o Diesel em condição de gás. “Existe demanda em uma cidade como São Paulo onde morrem 10 mil pessoas por ano, devido a poluição com o Diesel, isto é saúde pública”, comentou Maluf. 

Eletra

A Eletra produz no Brasil ônibus elétricos a partir da montagem de chassi nacional, motores, inversores e baterias. Para Ieda Oliveira, diretora da Eletra, políticas de incentivo e fomento é o que vai fazer com que o Brasil esteja em condições de igualdade. “Nossa intenção é trazer novas tendências e tipos de materiais que possam ser produzidos no Brasil, como uma carroceria mais leve. Precisamos do apoio da infraestrutura de energia para as garagens, é um trabalho em conjunto que se faz necessário”, comentou.

BNDES

Rafael Pimentel, chefe do departamento de mobilidade urbana e logística do BNDES, afirmou que é necessário comparar as taxas de risco com os mesmos prazos. “Aos operadores, a preocupação é em relação ao custo e, quanto mais eles podem adiar a decisão dos ônibus elétricos, eles vão adiar, caso não haja políticas públicas a favor desta mudança”, disse. Pimentel afirmou ainda que o banco atua na parte de estudos e projetos à frente do crédito, financiando os equipamentos e o eixo de garantias. “O financiamento de crédito na mobilidade urbana acontece com operações diretas para clientes de grande porte, e as operações indiretas para clientes de todos os portes”, completou. 

Banco Mundial

Taís Fonseca, especialista em transporte urbano no Banco Mundial, confirmou que o primeiro ponto do banco é trazer estudos técnicos e analíticos para ajudar fabricantes e municípios com sistemas de regulação, políticas fiscais e políticas de importação. As operações de crédito para financiamento do material ou infraestrutura de recarga dentro de projetos que já estão sendo estruturados, e os sistemas de garantias tanto a nível federal, como municipal tem o apoio do Banco Mundial. 

Municípios e Estados na Eletromobilidade 

Luís Fernando Jamur – secretário de governo da Prefeitura de Curitiba, e presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento da cidade, disse que a meta é neutralizar o carbono até 2050. Para isso, existem projetos com operação de ônibus elétricos no Inter-2 (o segundo corredor mais carregado no trânsito de Curitiba) e o corredor Leste-Oeste da cidade. Em meados de outubro, a capital paranaense deve licitar o primeiro lote para execução da obra, e operar inicialmente com 116 ônibus elétricos. “Uma grande ajuda aos municípios é o Governo Federal desonerar os impostos destes veículos elétricos”, comentou Jamur. Curitiba já possui 32 ônibus híbridos (diesel/elétricos) em sua frota.

Em Salvador, Nelson Pelegrino, secretário de desenvolvimento urbano do Estado da Bahia, comentou que a capital baiana está abrindo licitação para o transporte metropolitano iniciar operações com ônibus elétricos. O secretário lembrou que o custo de um ônibus elétrico é superior ao movido à diesel ou gás, mas que a vantagem do investimento na eletromobilidade do transporte público é a vida útil superior. “Enquanto um ônibus à óleo tem vida útil de 5 a 8 anos, o elétrico pode chegar a 15. O combustível que ele consome é em torno de 40% do consumo de um carro à óleo diesel, além da manutenção ser mais barata”, disse o secretário.

Mesa Redonda

Na mesa redonda, realizada por Nicola Cotugno, country manager da Enel Brasil; Jens Giersdorf, advisor – TUMI – Transformative Urban Mobility Initiative; e Carlos Eduardo Cardoso de Souza, responsável e-city da Enel X, a opinião compartilhada foi de que a mobilidade e o transporte podem fazer algo pela mudança climática, pelo fator econômico e pela sustentabilidade das cidades. “Mobilidade elétrica é criar um ecossistema que oferece uma experiência inovadora, podendo estimular um uso mais amplo do serviço público”, disse Giersdorf. Nicola Cotugno afirmou que o que  vai acelerar o processo é olhar a experiência de países vizinhos. 

FABIO RUA, COFUNDADOR DO MOVIMENTO BRASIL, PAÍS DIGITAL, PARTICIPA DO SUMMIT DE INCLUSÃO DIGITAL – VOZES INCLUSIVAS

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Evento on-line, que ocorre entre os dias 9 e 19 de agosto, contará com a participação de cerca de 50 profissionais vindos do 3º Setor, Instituições Comerciais, Comunidades e Setor Público para debater e propor soluções para a inclusão digital

Uma rede de cooperação internacional, sem finalidade comercial, formada por profissionais que têm colaborado para disparar o verdadeiro potencial das pessoas e acelerar o caminho para a inclusão digital. Em síntese, este é o propósito do Summit de Inclusão Digital – Vozes Inclusivas, movimento em prol da redução da desigualdade e da divisão digital, que será realizado de maneira on-line, por meio da plataforma Zoom, entre os dias 9 e 19 de agosto de 2021 .

Serão 8 dias de evento, com painéis de duas horas de duração, reunindo 47 instituições do Brasil e de Portugal, com grande representatividade dentro das seguintes áreas temáticas: Financiamento, Democratização, Infraestrutura e Acesso, Segurança e Privacidade, Empregabilidade, Metodologia e Ferramentas e Ensino de Programação. A ideia é que, por meio de uma aliança entre terceiro setor, comunidades e o setores público e privado seja discutida a inclusão digital como catalisadora de uma sociedade e economia mais inclusivas e justas.



Representando o Brasil, País Digital , iniciativa social e apartidária dedicada a promover um Brasil mais digital e menos desigual por meio da mobilização de pessoas e organizações interessadas em pensar o país sob a ótica da transformação digital e inclusiva, Fabio Rua, cofundador do movimento, participará do painel 4 – Conectividade, Segurança & Privacidade e Democratização Digital, no dia 12 de agosto, das 14h às 16h.

O evento é aberto ao público e a inscrição gratuita pode ser realizada diretamente no website do evento, https://www.vozesinclusivas.org, com vagas limitadas .

Abismo Digital – Dados apurados pela organização do Summit extraídos de relatórios de organizações internacionais como ONU, Unicef e Unesco demonstram um verdadeiro abismo digital no planeta. Os números indicam, por exemplo, que 46% da população mundial e 31% das crianças em idade escolar não possuem acesso à Internet.

Já no cenário brasileiro, a situação é alarmante. Dos estudantes de escolas públicas, 39% não possuem computador, enquanto 69% dos excluídos do mundo digital durante a pandemia de Covid-19 são pretos, pardos e indígenas .

“A divisão digital intensificou ainda mais o seu ritmo já excludente de 10 anos atrás. Há uma urgência por ações concretas hoje, não em 5, 10 ou 30 anos. Para quem está excluído, cada segundo pode fazer a diferença. Por isso é preciso menos discussão, reflexão, e mais integração e ação”, afirma Renato Peixoto, idealizador do movimento Vozes Inclusivas e produtor do Summit Inclusão Digital 2021.

Ele completa, ressaltando que “o Summit de Inclusão Digital 2021 é um evento que busca impulsionar vozes diversas, plurais, representativas, e que se relacionam com as diferentes temáticas da inclusão digital. A integração é o único caminho para escalar o impacto no presente”.

Para Fabio Rua, o Summit proporcionará espaço para que cidadãos e entidades possam dialogar e pensar juntos na transformação. “O evento será uma oportunidade para que se jogue luz sobre as inúmeras iniciativas, seus impactos e capacidade de mobilização, de modo que a sociedade possa identificar causas para abraçar e realidades para impactar e transformar”, conclui o cofundador do Brasil, País Digital.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COMO OS DADOS DE TELEFONIA MÓVEL PODEM TORNAR UM DESTINO TURÍSTICO MAIS INTELIGENTE?

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A importância do Turismo na economia global e a necessidade urgente de retomada do setor tem motivado economistas e governantes a buscarem novas fontes de dados para “medir” o turismo

Em 2019, o setor de Viagens e Turismo representou 10,4% do PIB global (US$ 9,2 trilhões) e 10,6% de todos os empregos (334 milhões) no mundo. A pandemia de COVID-19 e as restrições de mobilidade causaram perdas de quase US$ 4,5 trilhões neste setor, diminuindo a sua contribuição global para o PIB em cerca de 50%, enquanto o PIB global apresentou um declínio de 3,7%. Estes números, publicados pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), apenas traduzem a realidade já percebida do impacto da pandemia no setor de Turismo.

A importância do Turismo na economia global e a necessidade urgente de retomada do setor tem motivado economistas e governantes a buscarem novas fontes de dados para “medir” o turismo. Esta necessidade se materializa a nível nacional, internacional, e regional, um tipo de turismo também impactado pela pandemia mas com maior velocidade de recuperação uma vez que as viagens de longa distância seguem bastante limitadas até o momento. Nesse contexto, a identificação do volume e do comportamento espacial dos turistas é crucial para uma melhor gestão e planejamento dos destinos turísticos, que precisam munir-se de informação para enfrentar a crise e retomar os patamares econômicos observados antes do surgimento da pandemia.



As fontes tradicionais de dados turísticos

As fontes de dados tradicionais, como as estatísticas de acomodação, as entrevistas com visitantes e os dados das agências de viagens são limitados no que tange ao fornecimento de detalhes sobre a movimentação espacial dos turistas, além de não abrangerem todas as formas de turismo existentes. As estatísticas de acomodação, por exemplo, não incluem dados dos visitantes que não pernoitam no local, ou que se hospedam em casas de família (por exemplo, “Airbnb”), ou das pessoas que ficam em casas de amigos e familiares. As entrevistas com visitantes, por sua vez, são bastante custosas, podem carregar vieses de resposta e capturar com isto apenas um número reduzido de pessoas em ambientes específicos, tornando inconsistente a expansão desta amostra para o total da população. É fundamental, portanto, buscar novas alternativas de informação que possam abranger todos os tipos de turismo e que forneçam mais detalhes sobre os fluxos turísticos em tempo e espaço.

A utilização dos dados de telefonia como fonte de estatísticas para o Turismo

Uma fonte de dados que permite a geração de informação sobre Turismo em grandes escalas espaciais e também temporais são os dados oriundos do uso de telefonia móvel, visto que um número cada vez maior de pessoas carrega consigo um celular em todas situações ao longo do dia. O CDR (Call Detail Record), coletado pelas operadoras de telefonia para fins de cobrança, representa o registro de dados originados em eventos de utilização da rede móvel, como chamadas, mensagens de texto e tráfego de dados. A precisão espacial dos dados depende da distribuição das antenas da rede móvel, que por sua vez é determinada pelo padrão e densidade populacional, sendo, portanto, mais precisa em áreas urbanas e menos precisa em ambientes rurais.

Estes dados primários, quando processados utilizando-se técnicas de Big Data associadas a algoritmos criados para gerar inteligência de máquina (“machine learning”) de forma anonimizada, são a fonte mais confiável para medir o volume de chegadas e partidas de turistas e ainda para analisar características importantes, tais como a região ou o país de origem do visitante, os horários de chegada e partida, a duração da estadia e ainda os locais visitados.

No Brasil já se observa uma demanda crescente de utilização desta tecnologia principalmente por parte de entidades públicas e empresas que desejam lançar mão deste tipo de informação para suportar o seu processo de planejamento e tomada de decisão de forma mais precisa, rápida e eficiente.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

MUDANÇAS CLIMÁTICAS GERAM RISCOS E IMPACTAM O SETOR DE ENERGIA, APONTA KPMG

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Uma pesquisa realizada pela KPMG identificou os 20 principais riscos provocados pelas mudanças climáticas no setor de energia. O relatório denominado “Uma avaliação ampliada dos riscos que afetam o sistema de energia” (do inglês An enhanced assessment of risks impacting the energy system) apontou que as principais ameaças são os impactos adversos com imprevistos de fontes de energia de baixo teor de carbono, a mudança de comportamento do cliente, a acessibilidade econômica e o fornecimento de energia.

Ainda de acordo com o relatório, as empresas estão enfrentando uma pressão crescente de uma série de interlocutores- incluindo investidores e consumidores – com desafios para equilibrar estrategicamente o desempenho financeiro, operacional, de sustentabilidade e de reputação. Além disso, as companhias devem se concentrar na mitigação que irá reduzir ao máximo as exposições de todo o sistema na ausência de estratégia e regulamentação do governo nas seguintes ameaças: risco de viabilidade; esforços coletivos na capacidade de armazenamento de energia e confiabilidade do sistema energético.



“O sistema de energia, em particular, enfrenta uma infinidade de riscos, desafios e oportunidades ESG (da sigla inglês para a tradução Meio ambiente, social e governança) conforme o processo realiza a transição de sistemas de produção e consumo de energia baseados em fósseis para fontes de energia renováveis. Os participantes do setor devem demonstrar como continuarão operando de forma eficaz, ao mesmo tempo em que equilibram a segurança do fornecimento de energia, a acessibilidade econômica e a descarbonização. Uma estreita coordenação e alinhamento são necessários entre os setores do subsistema para otimizar o desempenho total do processo e coordenar as respostas aos riscos do sistema”, destaca o sócio-líder de energia e recursos naturais da KPMG na América do Sul, Manuel Fernandes.

A pesquisa também apontou que foram identificadas diversas possibilidades de curto prazo, o que significa que os especialistas observam a capacidade de receita futura do setor em risco, a menos que sejam tomadas medidas mitigadoras. Entre esses cenários, os riscos de mudanças climáticas estão no nível de crise e os de transição estão ampliados pela liderança limitada e fragmentada de órgãos reguladores que reduzem criticamente a abordagem estratégica em relação à transição energética.

“A importância crítica para as economias, a sociedade e o meio ambiente de um sistema de energia resiliente e sustentável torna essencial que as principais dinâmicas, riscos e dependências sejam compreendidos e, previamente, tratados de forma direta em todo o setor”, afirma o sócio-líder de Energia e Recursos Naturais da KPMG no Brasil, Anderson Dutra.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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WEBINAR DISCUTE O CONSUMO CONSCIENTE E O FUTURO DO PLANETA

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O projeto da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) “Conexões Empresariais”, e o PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais, realizam no próximo dia 12 de agosto, às 17h30, o webinar “O consumo consciente e o futuro do planeta”.

O evento acontece ao vivo pelo Youtube, dá sequência à série de eventos nomeados “Liderança Empresarial Cidadã” e conta com a presença de Helio Mattar, Diretor Presidente do Instituto Akatu. Também participarão da atividade Dílson Ferreira e Fábio Mortara, coordenadores gerais do PNBE, e o prof. Edson Barbero, Coordenador do Centro de Empreendedorismo da FECAP.



O consumo consciente e o futuro do planeta
12/8, às 17h30
Inscrições: https://www.fecap.br/evento/o-consumo-consciente-e-o-futuro-do-planeta/

Sobre o palestrante

Helio Mattar, formado em Engenharia da Produção pela Escola Politécnica da USP, obteve os títulos de Mestre e Ph.D. em Engenharia Industrial pela Universidade de Stanford, e atuou como executivo por 22 anos, como Diretor da CICA Alimentos, Vice-Presidente da Corporação Bonfiglioli, Presidente da Dako e Presidente da GE Appliances Brasil, e principal gestor de seus próprios negócios (rede America de restaurantes). Foi Secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no segundo governo FHC.

Foi também um dos fundadores do PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais e do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, do qual é Associado Curador. Foi membro, por 6 anos, do Sustainable Living Plan Council da Unilever global; por 5 anos, do Conselho de Consumo Sustentável do Fórum Econômico Mundial; e, por 6 anos, do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta (TV e Rádio Cultura).

É atualmente, membro do Sustainability External Advisory Council da Dow Chemical global; do Comitê de Diversidade e Sustentabilidade do Grupo Pão de Açúcar; dos Multistakeholder Advisory Councils do CI-SCP (Consumer Information Program) e do SLE-SCP (Sustainable Lifestyles and Education Program) das Nações Unidas; do Conselho de Administração da Fundação OSESP, entre outros Conselhos e Comitês. Foi idealizador, um dos fundadores e é, atualmente, Diretor Presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.

Conexões Empresariais

Fazer pontes entre o universo empresarial e o mundo da educação em gestão. Este é o objetivo central da iniciativa Conexões Empresariais da FECAP. Trata-se de um espaço com conteúdo relevante e ideias acionáveis, criado por nossos docentes, especialistas, alunos e mentores. São profissionais com altíssimo gabarito acadêmico e experiência executiva de destaque que trazem visões profundas, práticas e inovadoras.

O Conexões Empresariais é uma de nossas maneiras de apoiar empresas e profissionais diante dos desafios do gerenciamento empresarial no século XXI. Na FECAP, entendemos que o conhecimento de ponta é o acelerador das mudanças de que necessitamos no mundo. Cremos que instituições de ensino e empresas devam cooperar para termos um país mais produtivo e socialmente justo.

O Conexões Empresariais da FECAP nasceu num momento em que todos são chamados a colaborar – a pandemia da Covid-19 -, mas dá continuidade aos esforços de gerar valor efetivo à sociedade. O Conexões Empresariais é 100% gratuito. Entre, navegue, colabore, fique à vontade.

Saiba mais: https://www.fecap.br/conexoes-empresariais/

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BRAZIL AT SILICON VALLEY ANUNCIA CONFERÊNCIA DIGITAL 2021 ENTRE OS DIAS 9 E 11 DE AGOSTO

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Dan Schulman, Brian Brooks, Florian Otto, Kareem Zaki, Harley Finkelstein e outros convidados vão debater Tecnologia e Saúde, Varejo, Cripto e Potencial Verde; Evento será online no canal oficial da BSV.

Brazil at Silicon Valley, movimento líder no suporte à transformação do país por meio da tecnologia e inovação, promove, entre os dias 9 e 11 de agosto, a Conferência Digital 2021. Ao longo dos três dias, grandes nomes mundiais do ecossistema de inovação, como Dan Schulman (CEO do PayPal), Harley Finkelstein (Presidente do Shopify), Brian Brooks (CEO Binance) e Kareem Zaki (GP da Thrive Capital), vão debater Saúde, Varejo, Cripto, AgTech e Potencial Verde. O evento será online, no canal oficial da BSV, no Youtube, em português e inglês.



AgTech e suas oportunidades

No dia 09 de agosto, segunda-feira, às 17h, Pedro Coelho, Co-founder da Provivi, empresa sediada na Califórnia que fornece serviços de tecnologia para monitoramento e acompanhamento de plantios, e Kriss Corso, Diretor agrícola do grupo JCN, vão falar sobre como as AgTechs estão mudando a forma como agricultores e investidores planejam e executam suas estratégias de cultivo.

Revolução da Saúde
Em seguida, às 18h, Florian Otto, Co-founder da Cedar Inc., grande plataforma de pagamentos para Healthcare nos EUA, e Kareem Zaki, Partner na Thrive Capital, fundo de Venture Capital especializado em HealthTech, dão início a conferência e debatem como a tecnologia está mudando o setor de saúde em todo o mundo. O bate-papo contará com a moderação de Manoela Mitchel, fundadora da Pipo Saúde.

Potencial Verde
Fechando o primeiro dia, a BSV traz às 19h, João Moreira Salles, documentarista brasileiro e a apresentadora Fernanda Camargo, para discutir como o Brasil pode e deve se posicionar como liderança no desenvolvimento de projetos relacionados à economia verde.

Futuro do Varejo
No dia seguinte (10), terça-feira, às 17h, Finkelstein, Presidente do Shopify, uma das maiores plataformas de e-commerce do mundo, com valor de mercado de 180 bilhões de dólares, falará sobre as principais tendências atuais e futuras do varejo. O painel será moderado por Lia Matos, COO da Stone.

Cripto e o futuro dos investimentos
No dia 11 de agosto, às 17h, Brian Brooks, CEO da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo por volume de transações, falará sobre como essa classe de ativos está mudando o cenário de investimentos globalmente. O debate será moderado por Michael Nicklas, Partner no Valor Capital Group.

Plataformas de pagamentos
Para finalizar, também no dia 11, às 18h, Dan Schulman, CEO do PayPal, uma das maiores plataformas de pagamentos digitais do mundo, falará sobre as principais tendências do setor e os impactos para os consumidores. O painel será moderado por Scott Sobel, Managing Partner do Valor Capital Group.

“Enquanto organização, nossa missão é dar luz e trazer as principais referências mundiais de tecnologia dos setores que devem acelerar o desenvolvimento do Brasil. Debates como estes, com conteúdo de fronteira, trazem ideias e inspiram quem se interessa pelo ecossistema de inovação e os líderes capazes de promover impacto em escala no país”, afirma Jorge Abreu, estudante de MBA em Berkeley e Co-presidente da Brazil at Silicon Valley 2021.

Sobre a Brazil at Silicon Valley 2021
Liderado por estudantes de Stanford e Berkeley, o movimento visa melhorar a competitividade do Brasil. Desde 2019, o evento, que acontece anualmente e já reúne cerca de 70 palestrantes e mais de mil participantes, conta com principais empreendedores, investidores, executivos, e decisores políticos mais influentes do país para discutir temas relevantes ligados ao desenvolvimento tecnológico, e assim, contribuir ainda mais para essa transformação. Neste ano, os esforços estão concentrados em promover debates e desenvolver produtos que possam fomentar o ecossistema de inovação, gerando resultados concretos.

Brazil at Silicon Valley – Conferência Digital 2021
AGENDA

9/8, segunda-feira, 18h
AgTech com Pedro Coelho (Provivi) e Kriss Corso (Grupo JCN)

Revolução da Saúde, com Florian Otto (Cedar Inc.) e Kareem Zaki (Thrive Capital)
Moderação: Manoela Mitchel (Pipo Saúde)

Potencial Verde com João Moreira Salles e Fernanda Camargo

10/8, terça-feira, 17h
Futuro do Varejo com Finkelstein (Shopify)
Moderação: Lia Mattos (Stone)

11/8, quarta-feira, 19h
Cripto e o futuro dos investimentos com Brian Brooks (Binance)
Moderação: Michael Nicklas (Valor Capital Group)

Plataformas de pagamentos, com Dan Schulman (PayPal)
Moderação: Scott Sobel (Valor Capital Group)

Para mais informações sobre o Brazil at Silicon Valley, acesse: www.brazilatsiliconvalley.com e acompanhe os perfis oficiais do movimento: Instagram, Linkedin, Facebook.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM FOCO EM MOBILIDADE URBANA E SUSTENTABILIDADE, MINI SE DESTACA NO IAA MOBILITY 2021, O SALÃO DA ALEMANHA

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A MINI se apresentará no IAA Mobility 2021, o Salão da Alemanha, que será realizado de 7 a 12 de setembro, em Munique, depois de 70 anos hospedado em Frankfurt, como uma marca voltada para o futuro, que lidera o design distinto, define impulsos positivos, combina sustentabilidade com emoções e coloca as pessoas no centro do desenvolvimento de seus produtos. Com o mote #BIGLOVE e apresentações em diferentes pontos da cidade, a marca reforçará seu compromisso com a responsabilidade socioambiental e ao mesmo tempo enfatizará as experiências inesquecíveis que só um MINI pode proporcionar.

Cada vez mais, a MINI – que se tornará totalmente elétrica a partir de 2030 – se mostra presente em questões relacionadas à mobilidade sustentável. Desta vez, a marca enriquece o diálogo no salão alemão com uma série de iniciativas, que ajudam a incentivar a direção sem emissão de poluentes. Entre elas, o carro-conceito Urbanaut, uma visão inovadora do espaço na mobilidade futura. Pela primeira vez, o Urbanaut aparecerá em sua forma real e, assim, dará aos visitantes a uma experiência inédita e física com o carro. O modelo estará em exibição no Open Space na Max-Joseph-Platz, nas imediações do State Opera e do Residenztheater.



Além disso, o Pavilhão MINI exibirá uma nova parceria entre a marca e o designer britânico Paul Smith. O objetivo é projetar em conjunto soluções que enfoquem ainda mais fortemente o tema da sustentabilidade. Sir Paul Smith é há muito tempo um dos designers de moda masculina mais conhecidos da Grã-Bretanha. No final da década de 1990, ele projetou uma série especial limitada do Mini clássico em um tom de azul que ele criou. O primeiro resultado dessa nova colaboração é um modelo MINI atual único, que pode ser admirado no Pavilhão MINI no evento bávaro.

Para conferir todas as atrações de MINI e BMW no IAA 2021, acesse:
https://www.press.bmwgroup.com/brazil/article/detail/T0338334PT/bmw-group-no-iaa-mobility-2021:-discuss%C3%B5es-sobre-o-futuro-da-mobilidade-sustent%C3%A1vel-em-munique-alemanha-e-digitalmente-em-todo-o-mundo

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CIDADES, CAFÉ & PROSA REÚNE SECRETÁRIOS DE GOVERNO PARA REFLETIR SOBRE SMART CITIES

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Neste primeiro programa, governo da Bahia discute cenário econômico e projetos de infraestrutura urbana na série de entrevistas

A Necta – Conexões com Propósito, empresa realizadora do Connected Smart Cities & Mobility, em parceria com a B3 e Portugal Ribeiro Advogados, realiza, a partir do próximo dia 10, a série temática de entrevistas com o Programa Cidades, Café & Prosa, em formato 100% online, transmitido pelas redes sociais do Connected Smart Cities & Mobility (LinkedIn, YouTube e Facebook). O objetivo é reunir secretários representantes de estados e cidades brasileiras, a fim de refletir sobre o cenário econômico para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura urbana.

No primeiro programa, o encontro deve debater finanças municipais e estaduais, objetivos de desenvolvimento sustentável e ESG (conjunto de práticas ambientais, sociais e de governança, realizadas por empresas privadas). O foco é o desenvolvimento de projetos de parcerias público-privadas, e concessões para cidades e mobilidade urbana no contexto das smart cities. O secretário que estará participando será Nelson Pellegrino, representando o governo da Bahia.



O Cidades, Café & prosa será apresentado sempre com duração de 1 hora. A iniciativa faz parte da agenda de pré-eventos da 7ª. edição do Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em formato híbrido, entre os dias 01 e 03 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O programa de entrevistas com os secretários terá o papel de abordar, também, reflexões sobre as cidades pós-pandemia.

B3

A B3, uma das parceiras na realização desta série temática de entrevistas, surgiu sob o formato atual após a fusão da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA) com a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP). É uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro no mundo, com atuação em ambiente de bolsa e de balcão.

Guilherme Peixoto, Superintendente de Licitações da B3, comenta que “como infraestrutura de mercado, a B3 tem o compromisso de contribuir para a evolução dessa agenda, seja por meio da assessoria aos leilões públicos, seja por meio da promoção de um ambiente qualificado e de transparência para a discussão de temas de relevância nacional”.

Portugal Ribeiro Advogados 

Outro parceiro desta série, o Portugal Ribeiro Advogados é o escritório especializado no Brasil em contratos de concessão e PPPs – Parcerias Público-Privadas – nos mais diversos setores de infraestrutura, com atuação na estruturação, licitação, contratação e regulação por agências reguladoras, independentes, de projetos de infraestrutura, e fiscalização por órgãos de controle.

Sócio da Portugal Ribeiro Advogados, Maurício Portugal Ribeiro avalia que “os encontros do Cidades, Café & Prosa serão centrais para mapear o que os principais governos pretendem fazer no setor de mobilidade, saneamento e outros setores de infraestrutura urbana”.

Já Paula Faria, fundadora da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, completa que “a série tem como objetivo principal encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades”.