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MERCADO DE CHATBOTS E VOICE BOTS MOVIMENTA AQUISIÇÕES E INVESTIMENTOS NOS ÚLTIMOS 12 MESES

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O maior evento do setor cresce e terá quatro dias de debates e apresentação de casos de uso nas principais verticais de mercado. A regulamentação da Inteligência Artificial, adequação dos bots à LGPD também estão na programação

O mercado brasileiro de chatbots e voice bots está super aquecido e nos últimos 12 meses vem promovendo fusões, aquisições, rodadas de investimento e IPOs em andamento, com a expectativa de gerar muitos negócios e novos empregos. Este crescimento impactou no principal evento do setor, o Super Bots Experience, que este ano terá quatro dias e acontecerá em formato online nos dias 24, 25, 26 e 27 de agosto.

Está confirmada a participação como painelistas de vários executivos do alto escalão de quatro empresas do setor para debater essas movimentações no painel de abertura do evento. Além de analisar este mercado, a grade de programação conta com painéis sobre inovações do setor, além das propostas de regulamentação da Inteligência Artificial no Brasil, a adequação dos bots à LGPD, dentre outros temas.



As movimentações do mercado

Entre as aquisições e investimentos no mercado chatbots e voice bots são destaque a compra da brasileira Wavy pela sueca Sinch; a Take Blip recebeu aporte de US﹩ 100 milhões do fundo norte-americano Warburg Pincus; a Mutant comprou a argentina Interaxa; e a indiana Gupshup levantou US﹩ 240 milhões em recente rodada de investimento e analisa ativos na América Latina.

A necessidade de adequação dos bots à LGPD

Uma novidade este ano no mercado brasileiro de robôs de conversação é que eles precisam se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), caso contrário, as empresas podem ser multadas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a partir de agosto de 2021.
Segundo a edição deste ano do Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots, que terá a sua edição 2021 divulgada no Super Bots Experience, 53% dos desenvolvedores de robôs de conversação brasileiros afirmam que 100% dos seus bots estão adequados à nova lei, enquanto que outros 35% declaram que a maioria já está adequada à legislação. Somente 3% dos entrevistados informa que cerca de 50% dos bots está aderente à lei; outros 3% dizem que poucos estão; e 6% não souberam responder.

Regulamentação do uso da Inteligência Artificial

A convivência entre humanos e máquinas sempre despertou muito interesse e preocupação ao longo dos anos. No caso do de inteligência artificial nos chatbots e voice bots, em vários países, inclusive o Brasil, já ocorrem debates nos parlamentos sobre a necessidade de se criar leis para regular o uso desta tecnologia neste mercado. No Brasil não é diferente: existem projetos de lei com esse objetivo tramitando no Congresso. Mas quais deveriam ser os princípios de uma lei sobre IA? O que deveria ser protegido? E o que deveria ser fomentado? E restringido? É justificado o temor de que uma lei de IA engessaria a inovação? O assunto será debatido em painel no Super Bots Experience deste ano, que acontecerá em formato digital nos dias 16, 17 e 18 de setembro.

O Super Bots Experience terá também painéis sobre a evolução dos voice bots; chat commerce; novos canais para bots (Instagram, Google Business Messages e RCS); regulamentação de inteligência artificial; e o WhatsApp como berço de startups.

A programação completa e mais informações estão disponíveis em https://www.botsexperience.com.br

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PECE-POLI ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS PARA CURSO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS & INOVAÇÃO SUSTENTÁVEL

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Negócios e sociedade cada vez mais conectados demandam profissionais com conhecimento nesse universo; em formato EAD, curso é disponibilizado para interessados em todo o país

O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP (PECE-Poli) está com inscrições abertas para o curso de Tecnologias Digitais & Inovação Sustentável. Em formato EAD, com aulas ao vivo, a opção está disponível para interessados em todo o país. Tendo como público-alvo gestores, líderes de projetos e profissionais, usuários ou geradores de soluções baseadas em Tecnologias Digitais e orientados a metas de desempenho do negócio e/ou sustentabilidade, a especialização prepara o aluno para responder de maneira bem sucedida às necessidades de inovação e de evolução tecnológica que tornam cada vez mais conectadas a sociedade, bem como o mundo dos negócios.

O curso tem como objetivo desenvolver e consolidar conhecimentos teóricos e práticos sobre as tecnologias digitais, incluindo Computação em Nuvem, Mobilidade e Internet das Coisas, Big Data, Sistemas Cognitivos, Blockchain e sua aplicação na geração de inovação digital e de negócios sustentáveis.



“As tecnologias digitais tem causado grandes transformações nas atividades humanas, incluindo mudanças no trabalho, na educação, na saúde, nas finanças e até mesmo no lazer. Vivemos numa sociedade cada vez mais conectada com novas profissões sendo criadas e outras desaparecendo. Discutem-se, então, os impactos de tais tecnologias na sociedade, nas profissões do futuro e no próprio meio ambiente em que vivemos e como tais tecnologias devem ser geridas para maximizarem o retorno aos negócios das empresas. Nesse curso, o aluno aprofundará entendimento sobre essas transformações e terá bagagem para ser protagonista diante dessa evolução”, destaca a coordenação do curso da PECE-POLI.

A grade curricular do curso é formada por diversas disciplinas, entre elas, Big Data e Governança de Dados, Criatividade e Design de Produtos e Serviços, Comunicação e Marketing Digital, Inovação Tecnológica, Liderança e Ética para o Mundo Digital, Profissões do Futuro e Suas Competências, Segurança Cibernética, Política e Serviços e Sistemas Distribuídos e BlockChain.

Interessados em mais informações, inclusive sobre formas de se inscrever no curso podem acessar o link https://pecepoli.com.br/pt/TDO/.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA IR ALÉM?

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Evento virtual da Siemens apresenta as principais tendências para acelerar a transformação digital

Os negócios na sua empresa estão sendo pressionados para obter mais eficiência e produtividade? Incorporar tecnologia a seus processos é uma prioridade? Um modelo mais sustentável de negócio está no seu radar?

Então aproveite que as inscrições para a edição 2021 do Siemens Innovation Forum estão abertas e participe. A Siemens, empresa focada em tecnologia com expertise em soluções inteligentes voltadas para indústria e infraestrutura, reuniu especialistas nacionais e internacionais para mostrar as inovações que transformam o nosso cotidiano de maneira sustentável.



O evento 100% online, que acontece na manhã dos dias 24 e 25 de agosto, reúne os principais executivos brasileiros e globais da companhia, e profissionais de grandes empresas, para debater como as novas tecnologias podem beneficiar os negócios voltados para cidades e indústrias. 

Serão abordados temas como:

  • Serviços Digitais;
  • Gêmeos Digitais;
  • Edge & Cloud Computing;
  • Armazenamento e Gestão Eficiente de Energia;
  • Mobilidade Elétrica;
  • Cidades Inteligentes;
  • Inovação aberta;
  • Cibersegurança.
  • 5G Industrial;

A agenda está recheada com apresentações e painéis focados em soluções inteligentes, que unem o mundo real e virtual para elevar o desempenho de clientes e parceiros. Para abrir o evento, o Diretor Global de Estratégia e de Tecnologia da Siemens, Peter Körte, vai apresentar o novo posicionamento da companhia de ser uma empresa focada em tecnologia. O Siemens Innovation Forum 2021 conta ainda com a participação de outros dois executivos globais: o Diretor de Equipamentos Industriais para Comunicação Sem Fio, Sander Rotmensen, que vai participar do painel sobre 5G; e a Membro do Conselho de Administração da Siemens e Diretora Global de Recursos Humanos e de Sustentabilidade, Judith Wiese, que fará uma apresentação sobre o potencial para a Competitividade Verde no Brasil.

“Por ser líder em soluções voltadas para indústria e infraestrutura, temos como missão do Siemens Innovation Forum mostrar o que há de mais inovador no mercado, unindo o mundo real e virtual, para elevar o desempenho de clientes e parceiros. O mundo está mudando rapidamente e precisamos nos adaptar para atender essas demandas de maneira sustentável”, afirma Pablo Fava, CEO da Siemens. 

O evento vai reunir também vários projetos reais que mostram como clientes da Siemens já deram o próximo passo em sua transformação digital e estão se beneficiando da incorporação dessas tecnologias.

Além da possibilidade de acompanhar as apresentações e painéis, o público participante do Siemens Innovation Forum terá ainda uma série de opções online para participar durante o evento. Um dos destaques é a visita virtual ao The Impulse, centro de inovação voltado para automação na indústria localizado em Amberg, na Alemanha. 

E então, está pronto para ir além? Aproveite e faça agora sua inscrição gratuita pelo site.  

A TECNOLOGIA COMO FATOR DE IGUALDADE NA MOBILIDADE

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Novas plataformas devem permitir que os cidadãos confiem plenamente nos serviços de mobilidade, reduzindo a dependência dos transportes privados e garantindo sustentabilidade e eficiência ao sistema

A crise da Covid-19 interrompeu a vida como a conhecemos e suas restrições de locomoção continuam impactando o nosso dia a dia. Contudo, à medida que imaginamos como será a vida pós-vacina, podemos pensar em mudanças que moldarão o futuro de como nos movemos. 

E coincidentemente (ou não), começa a ganhar força também no Brasil o “movimento ESG”, com a priorização do meio ambiente, do social e da governança corporativa. Não consigo imaginar um setor que possa ser mais afetado por estes 3 fatores do que o transporte público. Neste pequeno texto quero falar especificamente do social, de como podemos estabelecer um transporte mais eficiente e inclusivo.



Soluções

Cidades ao redor do mundo e mesmo no Brasil, têm empregado com sucesso a tecnologia para melhorar a infraestrutura de mobilidade, como por exemplo, em Goiânia, Goiás,  e Fortaleza, no Ceará, na utilização de soluções de transporte sob demanda, mesmo durante a Covid-19. 

Novas plataformas devem permitir que os cidadãos confiem plenamente nos serviços de mobilidade, reduzindo a dependência dos modos de transporte privados e garantindo sustentabilidade e eficiência ao sistema. Ou seja, uma solução que inclua ferramentas, recursos e suporte para que se possa operar um serviço sob demanda bem-sucedido em ambientes urbanos, suburbanos e rurais; projetado para atender a todos, em qualquer lugar, incluindo idosos, pessoas com deficiência e indivíduos sem smartphones ou contas bancárias. 

Para isso, dados referentes à demografia, habitação, renda, o panorama atual do transporte, devem ser considerados para a tomada de decisão, pois têm relação direta com a geração de demanda. Ainda, os tipos de trabalho e deslocamentos, permitem analisar o comportamento da demanda e desejos de viagens. Finalmente, a renda é uma informação relevante, ao passo em que em geral pessoas com maior rendimento optam por meios de transporte individuais. 

Estes dados indicam o grau de risco da cidade para receber, operar e manter políticas públicas em favor da população. Em uma cidade com baixos percentuais de iluminação e pavimentação, por exemplo, podem ser necessárias adequações das condições e estruturas urbanísticas. Por outro lado, bons índices podem indicar uma implantação facilitada e uma melhor adesão aos serviços oferecidos. 

Considerando a demanda 

É preciso levar em consideração que a parcela economicamente ativa se caracteriza, dentre outros fatores, pela necessidade de deslocamentos. Por outro lado, a parcela não ativa economicamente, como idosos, também recorre constantemente aos meios de transporte para realizar seus deslocamentos, ainda que com menos frequência e em horários alternativos.  

O sistema convencional é a base para se obter uma leitura de dados que permita a estratificação da estrutura da oferta e demanda, transformando-as em análise de desempenho. Esta análise, em conformidade com o interesse do município em otimizar o processo operacional e expandir o sistema sob demanda, retroalimenta o planejamento e influenciará na especificação de cada novo serviço.

O transporte sob demanda é elemento-chave na rede de transporte público, devendo ser integrado ao sistema geral de mobilidade em áreas como operações, experiência do usuário e pagamento de tarifas. A plataforma deverá ser estável e ter flexibilidade para integrar-se com diferentes serviços. Deve ser intuitiva, bem como prover ferramentas administrativas e equipes de suporte para permitir que o operador gerencie o serviço e garanta a melhor experiência para a população, possibilitando que se forneça transporte acessível e eficiente a todos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

INSTITUTO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE CIDADES LANÇA PROJETO BRASIL INTELIGENTE

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Série temática trouxe atores envolvidos para discutir dificuldades e soluções cabíveis nos processos de parcerias público-privadas

No lançamento do Programa Brasil Inteligente do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades -IPGC, apresentado na série temática PPPs de Cidades e Estados Inteligentes no Brasil: novas perspectivas para viabilizar investimentos, parceria do Connected Smart Cities & Mobility, Leonardo dos Santos, fundador do IPGC, comentou que o Instituto é uma instituição do terceiro setor de interesse público que, desde 2013, atua em todo o território nacional, com o objetivo de propor apoio aos estados e municípios para que concretizem as parcerias público-privadas, desde a capacitação da nova forma de atuar até a regulamentação das leis federais para atrair investidores.

“Nosso trabalho consiste em um acordo de cooperação usando metodologia específica de estruturação para reduzir custo e tempo. Os governos aderem ao acordo e o IPGC assessora na construção do programa de parcerias, na regulamentação das leis municipais e estaduais, além de mapear quais projetos são estratégicos fazendo estudo de viabilidade. O governo aprovando, o IPGC assessora todo o processo de licitação até a assinatura com a instituição privada,” comenta Leonardo.



Sarah Habersack, coordenadora de transformação urbana da GIZ Brasil, empresa pública do governo alemão que implementa projetos de cooperação técnica, diz que não é necessário um investimento grande, é importante fazer boas alianças com diferentes atores. “Em tecnologia, a cooperação supramunicipal tem redução significativa quando se junta com outros municípios, unindo-se às cidades das regiões metropolitanas. O Ministério de Desenvolvimento Regional tem um programa que se chama Pró-Cidades, que é uma linha de financiamento para a modernização tecnológica dos municípios,” comenta a coordenadora.

Venilton Tadini, presidente da ABDIB –  Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, reforça que, em termos de custo de capital para investimento em infraestrutura com uma estratégia nacional, as taxas de juros estão baixas e a pauta está avançando no Congresso Nacional com as debêntures de infraestrutura – os títulos emitidos por empresas para captar recursos com um fim determinado. “O momento é propício para se usar mais destes recursos e dos mercados de capitais”, diz Tadini.

O prefeito de Jaguariúna e vice-presidente de telecomunicações da Frente Nacional de Prefeitos, Gustavo Reis, compartilhou que a frente nacional dos prefeitos busca trabalhar para ampliar o limite de 5% da receita corrente líquida dos municípios. Uma vez que a parceria público-privada pode ser feita em uma imensa gama de segmentos, os prefeitos precisam da parceria público-privada para que tenham o recurso necessário.   

Soluções Programa Brasil Inteligente

No segundo bloco da série temática, foram apresentadas as soluções do Programa Brasil Inteligente com a concessão administrativa dos serviços de eficiência, operação e manutenção do parque de iluminação pública, a infraestrutura de comunicações e a geração de energia solar. Leonardo dos Santos afirmou que é fundamental o engajamento e a participação social. “O desafio é mudar as concepções públicas para o gestor. Hoje, uma parceria com a iniciativa privada é uma solução mais inteligente com redução de risco para a dificuldade de operação de serviços tecnológicos. O sucesso da estruturação de uma PPP é um projeto de estado e não de governo, e a falta de comunicação interna é o maior índice de mortalidade. É necessário alinhar com órgãos de controle e legisladores”, comenta Leonardo.

Sergio Andrade, diretor executivo da Agenda Pública, membro do conselho gestor da Estratégia ODS e do Conselho Nacional de Transparência, diz que falar em governo aberto significa uma nova maneira do cidadão participar. Não se pode estar em conselho de política pública com reuniões de pouco efeito. Por meio da lei 13.460, que trata da qualidade do serviço público, é possível pensar em conselho de usuário, parâmetro de avaliações do serviço público, e das concessionárias. ”O desafio no Brasil é avaliar por que uma política não dá certo. O que falta é coordenação e comunicação, porque para construir governança não pode haver trombadas entre secretarias”, disse Andrade. A Agenda Pública melhora a conversa entre público e privado para além dos indicadores, trabalhando com a governança público-privada de maneira informal.

Kevin Alix, gerente de desenvolvimento de negócios da Engie Solutions, a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, trouxe o case da parceria público privada de iluminação pública com o contrato de Uberlândia, onde conseguiram 100 % de apoio no recebido da COSIP – Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública. “No caso de PPPs com objetivos adicionais além da iluminação pública, com uma geração de energia ou mobilidade e segurança, o que vemos é a possibilidade de adicionar garantias para serviços. É primordial conversas articuladas com os tribunais de contas e com as procuradorias dos municípios para que o conceito seja validado”, afirma Alix.

 Processos de Estruturação da Parceria

Para explicar como funciona um processo de estruturação de parceria público-privada, participaram deste último bloco, Viviane Moura, superintendente de parcerias e concessões do Governo do Piauí e o prefeito da cidade de Carmo do Cajuru, Edson Vilela. Viviane comentou que o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades tem a faculdade de entrar junto com o Estado no processo de desenvolvimento do estudo. Neste caso, estão aplicando tanto o que existe de previsão legal na lei de concessões, quanto o que existe de previsão legal dentro do arranjo das organizações da sociedade civil. “O acordo de cooperação é um instrumento capaz de dar legitimidade ao IPGC para desenvolver os estudos e, no final do projeto, depois de licitado e contratado, haver um reembolso”, disse.

Edson Vilela também afirmou que em Carmo do Cajuru vivem um caso concreto porque estão finalizando a implantação do projeto de parceria-público privada, passando à próxima fase de operação. “O que foi realizado no município foi um acordo de cooperação. Tem cidades que a modelagem permite que seja despertado o interesse da iniciativa privada. Se esta modelagem não se encaixar à iniciativa privada, e não houver o processo licitatório é um risco que o IPGC corre de ter feito todo o trabalho de estudo e não ser ressarcido. Se não aparecer interessados da iniciativa privada em ter a concessão, o município não terá ônus pelo acordo de cooperação, sendo ressarcido posteriormente. 

“O nosso foco não é o lucro do ponto de vista institucional.  É a sociedade civil organizada que está oferecendo um programa nacional que é o Brasil Inteligente para ajudar na alavancagem do desenvolvimento do país. A integração de objetos (iluminação, comunicação e energia) em um contrato único, que chamamos de PPPs de Cidades Inteligentes, na minha visão, é uma tendência nacional que reduz gastos e cumpri o princípio constitucional básico que é a eficiência no gasto público. Com esta discussão, conseguimos convencer os tribunais de contas, principalmente em Minas, da importância de fazer esta integração”, afirma Leonardo dos Santos, fundador do IPGC.

“Dentro da segurança jurídica, não basta apenas uma lei de parceria público-privada, a relação tem que ser ganha a ganha. O que investe pela iniciativa privada, o poder público que fica liberado para poder cuidar de outras ações e, em especial, a população como  público-alvo para receber qualidade de vida. A organização é o que há de mais importante no contexto das parcerias público-privadas”, comenta o prefeito de Carmo do Cajuru.

BOA VISTA PARTICIPA DE ENCONTRO REGIONAL DO CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY NESTA TERÇA-FEIRA

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Os encontros regionais têm o objetivo de reunir governo, entidades e empresários para debaterem ideias no contexto de cidades inteligentes

Nesta terça-feira, 17, é a vez de Boa Vista receber o encontro regional do Connected Smart Cities & Mobility. A capital de Roraima faz parte da agenda de pré-eventos regionais, que acontecem desde fevereiro, para que governo, entidades, e empresários possam debater ideias e pensar projetos no contexto das Smart Cities. 

O Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta – Conexões com Propósito, tem o objetivo de discutir iniciativas de smart cities, no contexto nacional e, também, regional. Desta vez, a contextualização será sob a ótica da realidade roraimense. Os encontros regionais fazem parte da agenda de eventos de 2021, contemplando as 27 capitais do país.



A iniciativa reúne especialistas em smart cities e acontece ao vivo, em formato virtual. É necessária a inscrição prévia pela plataforma https://evento.connectedsmartcities.com.br. O inscrito recebe o link de acesso por e-mail. A pauta principal é apresentar o Plano de Desenvolvimento de Cidades Inteligentes para Brasília, tomando por base os dados registrados no Ranking Connected Smart Cities de 2020. 

Conforme o estudo, a cidade de Boa Vista não figurou entre as 100 mais bem posicionadas no Ranking, assim como na edição 2019, e também entre as cidades que possuem de 100 a 500 mil habitantes, mas ocupa 10ª posição na região Norte.

Boa Vista se destaca em EMPREENDEDORISMO, onde a cidade subiu 43 posições em relação ao estudo anterior, e está na 28ª posição no Ranking Connected Smart Cities. Em relação às cidades da região Norte, a cidade está na posição, e comparada com cidades que possuem de 100 a 500 mil habitantes, ela aparece na posição.

O evento nacional, que acontece entre os dias 01 e 03 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, fecha o ciclo dos encontros regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021.

“Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para as cidades e a mobilidade urbana alcancem mais municípios. Para tanto, contamos com o envolvimento dos vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Boa Vista no Ranking Connected Smart Cities

As discussões dos encontros regionais focam 11 eixos temáticos, que devem avaliar a mobilidade, o urbanismo, o meio ambiente, a educação, a saúde, a segurança, a energia, o empreendedorismo, a tecnologia e inovação, a governança e a economia, priorizando sempre a realidade local. 

Além dos resultados gerais, o Ranking Connected Smart Cities & Mobility traz análises dos eixos temáticos, permitindo uma visão regional do Brasil, considerando o porte de municípios com mais de 500 mil habitantes. Para Willian Rigon, diretor da Urban Systems, e responsável pelo Ranking Connected Smart Cities, a cidade de Boa Vista, no quesito Segurança, aparece na 38ª posição. Entre as cidades do Norte, ocupa a posição, e entre as cidades com 100 a 500 mil habitantes ela aparece na 17ª posição.

No indicador de morte por trânsito, para cada 100 mil habitantes, a capital roraimense teve uma queda considerável chegando a marca de 15,2, ante 27,7 do ano anterior.

Palestrantes Encontro Regional 

Para palestrar neste encontro regional, estão confirmadas as presenças de Edvaldo Pires Hermógenes, Secretário da Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Trânsito da Prefeitura de Boa Vista; Laís  Andrade Barbosa de Araújo, Coordenadora-Geral de Apoio à Gestão Regional e Urbana da MDR; Rafael Gastal Porto, Pesquisador de Agricultura Familiar, Desenvolvimento Rural, Agroecologia e Saneamento da Embrapa Clima Temperado de Pelotas – RS; Ronald Brasil, Secretário Adjunto do Centro de Geotecnologia, Cartografia e Planejamento Territorial de Roraima;  Roberto Benfica, Executivo de Vendas da Signify; Antonio Andrade, Analista de Mobilidade da  Kido Dynamics; Evandro Roveran, Sales District Management da Bosch; Juliana Fredo, Especialista em Conteúdos e Parcerias da Necta e Willian Rigon, Diretor e Sócio da Urban Systems Brazil. 

A programação completa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais

NOVO RELATÓRIO DA TCS DESTACA AS INOVAÇÕES DIGITAIS QUE PODEM CATALISAR SOLUÇÕES DURADOURAS PARA QUESTÕES SOCIAIS GLOBAIS

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O relatório da Tata Consultancy Services e da Fundação da Câmara de Comércio dos EUA exploram a aplicação da próxima geração de tecnologias para o bem social

Tata Consultancy Services (TCS) (BSE: 532540, NSE: TCS), organização global líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anunciou as descobertas do novo relatório que explora como a tecnologia e a inovação digital são os principais fatores para superar alguns dos problemas mais urgentes do mundo. O relatório intitulado ‘ Tecnologia como um catalisador para o empoderamento de comunidades’ é a conclusão da Digital Empowers, uma iniciativa de três anos lançada em parceria com a Fundação da Câmara de Comércio dos EUA em 2018.

As descobertas do relatório “Tecnologia como um catalisador para empoderar comunidades”, mostram que o uso de tecnologia, design centrado no ser humano e parcerias intersetoriais podem ajudar a acelerar o impacto social nas comunidades em todo o mundo.



O relatório explora como a tecnologia pode transformar resultados em nove questões sociais: Educação; Futuro do Trabalho; Saúde; Sustentabilidade e Resposta a Desastres; Segurança Alimentar; Diversidade, Igualdade e Inclusão; pandemia de Covid-19, Exclusão Digital e Saúde Mental. Cada tema foi explorado durante os três anos de colaboração entre a TCS e a Fundação da Câmara de Comércio dos EUA por meio de eventos presenciais e virtuais, pesquisas e conversas com líderes corporativos, especialistas no assunto, líderes de organizações sem fins lucrativos e representantes do governo. O relatório examina os principais agentes de mudança dos problemas em cada área e as tecnologias que impulsionam as soluções para resolvê-lo.

“As tecnologias digitais estão impulsionando a transformação das indústrias e podem impulsionar a inovação para gerar um impacto social significativo”, disse Balaji Ganapathy, Diretor de Responsabilidade Social da TCS. “O Digital Empowers é uma plataforma única para explorar a interseção das questões digitais e sociais. A tecnologia, como um catalisador para empoderar as comunidades, deve servir como modelo e gerar soluções inovadoras para os problemas mais urgentes do mundo”, afirma.

“Nosso mundo está enfrentando desafios sem precedentes que exigem ideias ousadas e soluções inovadoras”, disse Marc DeCourcey, vice-presidente sênior da U.S. Chamber Foundation. “Esperamos que o relatório sirva como um recurso útil e um lembrete de que, com a ajuda da tecnologia e parcerias, podemos não apenas superar nossos desafios, mas também promover mudanças significativas na sociedade – agora e nas gerações futuras”, conclui.

As principais aprendizagens do relatório incluem:

• Futuro do Trabalho: É imperativo que jovens, mulheres e comunidades carentes tenham acesso às habilidades e educação necessárias para competir pelos empregos de tecnologia mais demandados.
• Saúde: Para demonstrar valor, os sistemas tradicionais de saúde devem evoluir, adaptando soluções digitais para melhor cuidar de todos os paciente.
• Educação: A educação STEM básica é mais importante agora do que nunca, se quisermos garantir que os alunos estejam prontos para o futuro do trabalho.
• Exclusão Digital: As soluções para reduzir a exclusão digital são vitais para superar as desigualdades sistêmicas que já colocam as populações globais em caminhos totalmente diferentes.

O Digital Empowers visa acelerar a inovação com impacto social. Seu objetivo geral é aumentar a conscientização sobre as tendências de tecnologia e questões sociais, explorar a arte do possível e promover parcerias intersetoriais. Desde o início, a Digital Empowers engajou mais de 2.500 especialistas para criar e expandir a base de conhecimento, explorar soluções de tecnologia que têm impacto exponencial nos problemas mais urgentes, com pontos em comum e aplicações em todo o mundo, e para criar um ecossistema de importantes parcerias intersetoriais que levam a soluções colaborativas de impacto social. O programa também abriu portas para empreendedores sociais e agentes de mudança para idealizar e colaborar com líderes de negócios e tecnologia para trazer inovações de impacto social para a comunidade.

As principais parcerias ao longo da iniciativa Digital Empowers incluem Bread for the City, Comcast NBCUniversal, Duke Energy, Impact Hub NY Metro and Accra, Governo do Canadá, Johnson & Johnson, Land ‘o’ Lakes, ManpowerGroup, Medtronic, MIT Solve, New Profit, Talkspace, The Pantry, Vanguard, Whirlpool, UPS, Year Up e Zions Bancshares.

O estudo ‘Tecnologia como um catalisador para o empoderamento de comunidades’ está disponível para download gratuitamente aqui .

Nota aos editores: Balaji Ganapathy e outros líderes seniores da TCS estão disponíveis para entrevistas e uma análise mais aprofundada do relatório completo e de capítulos individuais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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NOVIDADE PARA O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) – SP LANÇA APLICATIVO PARA EMITIR NOTA FISCAL

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Hoje é crescente a procura por profissionais para se enquadrarem como Microempreendedores Individuais (MEI) e passa facilitar o cotidiano desse grande grupo, a Prefeitura de São Paulo aprovou o aplicativo de emissão “simplificada” de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). Essa novidade é destinada aos MEI optantes pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI).

O aplicativo, de uso exclusivo do MEI, somente poderá ser utilizado enquanto o contribuinte estiver enquadrado nesse regime, será acessado mediante a utilização da Senha Web e ficará disponível nas lojas de aplicativos da Google Play e App Store, para tablets e smartphones que utilizem o sistema Android e iOS, respectivamente.



“É importante entender que já existe um sistema padrão e online de emissão de NFS-e da Prefeitura de São Paulo, aplicável a todos os contribuintes, inclusive ao MEI. Acontece que esse “sistema online” exige computador, o que dificulta a vida do MEI. Com o aplicativo, o MEI vai poder emitir a NFS-e simplificada pelo smartphone ou tablet, de qualquer lugar, o que facilitará a sua rotina”, explica o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota.

O uso do aplicativo será opcional, podendo o MEI optar por emitir a NFS-e pelo “sistema online”, que é mais completo. O aplicativo simplificará a emissão da NFS-e pelo MEI e seu uso implicará na aceitação do preenchimento automático de campos do documento fiscal.

Importante explicar que a solicitação para emissão de NFS-e por meio do aplicativo possui caráter irretratável. Por outro lado, o MEI deverá utilizar o “sistema online” nas seguintes hipóteses: no caso de eventual discordância quanto aos campos automaticamente preenchidos pelo aplicativo de emissão simplificada, para realizar operações não abrangidas pelo aplicativo de emissão simplificada, e na ocorrência de algum impedimento ou bloqueio da utilização do aplicativo.

Quem preferir utilizar o “sistema online” da NFS-e deve consultar o endereço eletrônico a seguir, para obter orientação inicial sobre o uso do sistema: https://www.emitir-nota-fiscal-mei.prefeitura.sp.gov.br. As dúvidas sobre o uso do aplicativo devem ser direcionadas por meio do canal oficial de atendimento da Prefeitura de São Paulo, no endereço eletrônico https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/servicos .

As regras referentes à utilização do aplicativo passam a ter efeitos a partir da disponibilização do aplicativo da NFS-e simplificada do MEI nas lojas de aplicativos citadas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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5 RAZÕES PELAS QUAIS O SOFTWARE HÍBRIDO É O COMBUSTÍVEL DA PRÓXIMA GERAÇÃO DE SOFTWARE

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Por Andrés Dagotto, Vice-presidente, Líder de Technology Technical Community na IBM América Latina

O ano passado testou a resiliência das operações de negócios, de todas as maneiras imagináveis. A pandemia pressionou as cadeias de abastecimento, dificultou o gerenciamento da força de trabalho e fechou partes de nossa economia. Hoje, mais e mais empresas são software. Isso significa que quando seu software não está mais disponível, todo o negócio não está mais disponível. O investimento insuficiente em automação de nuvem, bem como a falta de compreensão de como os provedores de software baseados em SaaS realmente operam “nos bastidores”, colocou as empresas em risco.

O que impulsiona a próxima geração de resiliência é o modelo do software híbrido. Ele foi descrito como um software que pode ser executado em qualquer nuvem, mas o maior valor vem da automação, que conta com “operadores”. A maneira mais simples de descrever esses operadores é a automatização de tarefas comuns que uma equipe de operações de TI tradicionalmente faria manualmente. Isso é o que temos feito há muito tempo em ambientes SaaS para reduzir custos operacionais. A diferença aqui é que agora integramos e entregamos essa automação junto com o produto, portanto, ela também passa por um nível muito mais alto de testes. É o que permite que o software seja executado em qualquer lugar, para citar uma de suas muitas vantagens.



1. O software de nuvem híbrida é muito mais confiável

As empresas que compram software nem sempre têm tempo ou recursos suficientes para aprender todos os segredos de um aplicativo. Por isso, elas pedem aos fornecedores de software para gerenciá-lo, mas isso não as dispensa de ter que garantir a resiliência em um ambiente de nuvem. Isso pode ser difícil de conseguir com a maioria dos provedores de SaaS, pois eles não querem deixar os clientes “olharem para os bastidores”. A nuvem híbrida resolve esse problema permitindo que a equipe de TI da empresa, se necessário, execute tudo em seu ambiente de teste e depois o implante em toda a organização. Como alternativa, você também pode fazer com que o fornecedor do software o execute para você, proporcionando um nível mais alto de controle e visibilidade, bem como maior confiabilidade. Ao mesmo tempo, esse modo isola sua organização das consequências que um ambiente SaaS mal gerenciado pode ter. Se necessário, para garantir resiliência, a empresa pode reimplantar o software para outra nuvem ou provedor de serviços.

2. Gerenciamento simplificado do ciclo de vida dos aplicativos

De atualizações de recursos do sistema a patches de segurança necessários, todo software passa por um ciclo de vida de aplicativos que as organizações precisam manter atualizado. Particularmente em uma situação de violação de segurança muito crítica, a emissão de atualizações de software e a garantia de que toda a força de trabalho as baixe pode expor toda a organização a vulnerabilidades e, ao mesmo tempo, aumentar o tempo de inatividade do aplicativo. Em vez disso, as plataformas de nuvem híbrida permitem a entrega contínua de patches para manter a segurança e os que que melhoram a forma como o software funciona.

3. Operação global

Nem mesmo os maiores provedores de nuvem têm data centers que oferecem cobertura global completa. Para operar com alcance mundial, as empresas precisarão de um conjunto mais amplo de data centers localizados, com flexibilidade para migrar de uma nuvem para outra se um centro estiver offline. A pandemia e as mudanças climáticas deixaram claro que as empresas globais devem esperar o inesperado.

4. Automação das tarefas do “Dia 2”

O software híbrido vem com automação integrada, o que significa que ele pega as tarefas do “Dia 2” e as automatiza. Dia 2 é um termo usado para descrever o que precisa ser feito desde o dia em que o software é instalado ou comprado. E, essencialmente, concluir essas tarefas do Dia 2 é o que os fornecedores de software oferecem. Infelizmente, essa dinâmica permite que eles usem atalhos porque esse comportamento não é visível para os clientes. Em contraste, com o software híbrido, as tarefas do Dia 2 vêm integradas como operadores, permitindo que os departamentos de TI observem mais de perto como o software está operando, mesmo em um ambiente SaaS. Vamos pensar nisso como uma versão melhor testada e mais comercializada do ambiente SaaS.

Outro desenvolvimento interessante é que às vezes uma solução vem montada com componentes de vários fornecedores de software ou código aberto. Você prefere ter um operador desenvolvido diretamente pelo fornecedor do software ou pelo departamento de TI de uma empresa de software que pode não ter o mesmo nível de especialização? É o ecossistema de fornecedores de software que tornará as soluções completas mais confiáveis.

5. Escala automática para atender à demanda

Para maior resiliência, as empresas também precisarão de mais flexibilidade para aumentar ou diminuir sua capacidade de computação em paralelo com a demanda. Um varejista pode experimentar uma multiplicação da demanda por seus produtos durante a temporada de compras de final de ano ou com a perspectiva de um possível fechamento ou falta de suprimentos. Um dos recursos avançados que a nuvem híbrida oferece é a capacidade de redimensionar o software com escala automática, adicionando mais capacidade horizontal e verticalmente. É uma coisa maravilhosa, especialmente porque mais provedores de nuvem estão facilitando o consumo de capacidade dinâmica.

A automação é a chave para superar os desafios de negócios hoje, e a nuvem híbrida é o combustível que impulsionará essa nova geração de software. Na IBM, estamos convertendo portfólios inteiros de software para o modo híbrido. O motivo é garantir maior resiliência para nossos clientes, mas também reduzir o custo de operação do software para eles.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ESG NOS PROJETOS DE CONCESSÃO: O CASO RODOANEL

A sigla, que significa Environmental, Social and corporate Governance [Ambiental, Social e Governança], faz referência às práticas adotadas pela empresa relativas ao ambiente, ao social e à governança

A construção de um mundo mais sustentável e o desenvolvimento econômico não são questões opostas. Ou pelo menos não precisam ser. É isso o que buscam as empresas que adotam as práticas de ESG. A sigla, que significa Environmental, Social and corporate Governance [Ambiental, Social e Governança], faz referência às práticas adotadas pela empresa relativas ao ambiente, ao social e à governança. 

O termo, que no Brasil também pode ser visto como ASG, é compreendido como um atestado de responsabilidade e preocupação em criar mecanismos que promovam a sustentabilidade. O projeto do Rodoanel, realizado pelo Governo do Estado de Minas Gerais, busca fazer frente aos problemas de segurança e saturação apresentados pelo Anel Rodoviário da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A proposta desenvolvida considera as melhores práticas de ESG. 



 

ESG e o Projeto Rodoanel  

No escopo da ESG, as práticas ambientais são aquelas referentes à preservação do planeta e tudo que impacta o meio-ambiente de forma positiva. O âmbito social se refere às relações da empresa com as pessoas, que pode abarcar desde a satisfação dos clientes até políticas de diversidade e igualdade. Por fim, a governança se refere às práticas dos conselhos administrativos. O ideal é que sejam regidos com mecanismos capazes de impedir casos de corrupção ou assédio. 

Os impactos ambientais, sociais e de governança do projeto do Rodoanel estão sendo mapeados pela Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra). Nesse mesmo sentido, a SeInfra também está inserindo em seus contratos de concessão, uma cláusula específica exigindo o cumprimento dos padrões de ESG. Logo no caput, há a previsão de que a concessionária deve se comprometer a cumprir as melhores práticas nacionais e internacionais de responsabilidade ambiental, social e de governança. Dentre elas estão as determinações da Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). 

Sobre a responsabilidade ambiental, a concessionária deverá implantar Sistemas de Gestão da Qualidade de Gestão Ambiental, para todas as obras e serviços necessários no andamento do projeto, seguindo as normas específicas da ABNT. Anualmente, deverá ser entregue um inventário de Gases e Efeito Estufa (GEE), com metas de redução de emissão de CO2. 

No segmento social, será preciso implementar, também conforme as normas da ABNT, um Sistema de Gestão de Saúde e Segurança no Trabalho  Ainda sobre questões internas, a concessionária deverá considerar também programas de promoção à diversidade, igualdade de gênero e mecanismos para denúncia de práticas de assédio e discriminação. 

No âmbito da Governança Corporativa, será preciso implementar programas de compliance, seguindo mecanismos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades. O descumprimento de qualquer uma dessas obrigações sujeita a concessionária às penalidades contratuais devidas. 

Sustentabilidade para o desenvolvimento 

Segundo o relatório “10 Principais Tendências Globais de Consumo 2021”, realizado pela Euromonitor International, em 2020, a perspectiva é de que o mundo pós pandemia seja cada vez mais preocupado com questões de sustentabilidade. Cerca de 73% dos profissionais entrevistados acreditavam que esse era um fator decisivo para o sucesso das empresas. 

Com cidadãos cada vez mais atentos às questões ambientais, humanas e o compromisso com a ética nas transações comerciais, deixar de adotar essas práticas é ficar para trás na esteira do desenvolvimento. Por este motivo, a incorporação do ESG no projeto do Rodoanel o posiciona na vanguarda da adequação dos contratos de concessão às necessidades reais das pessoas. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities