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A PRECARIEDADE DA INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA NA AMAZÔNIA: COMO LIDAR COM AS LIMITAÇÕES E PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL?

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startups verdes

Em contextos menos favorecidos, onde há a carência de toda esta infraestrutura tecnológica, frequentemente esta dificuldade vem acompanhada de grande fragilidade nas condições de vida e trabalho dos habitantes

Do que são formadas as cidades inteligentes? Se fizermos esta pergunta a um practitioner de algum centro avançado muito provavelmente ouviremos como resposta referências aos equipamentos de alta tecnologia, à ampla conectividade, e a integração de poderosos sistemas de software que atuam no apoio à tomada de decisão para governos, empresas e moradores.

Em contextos menos favorecidos, onde há a carência de toda esta infraestrutura tecnológica, frequentemente esta dificuldade vem acompanhada de grande fragilidade nas condições de vida e trabalho dos habitantes. A pergunta original ganha maior complexidade, pois o problema não se resume à adoção da tecnologia.



Amazônia e seus problemas

No contexto amazônico, onde a exuberância da natureza convive com enormes dificuldades de infraestrutura e logística, a melhoria nas condições de vida de seus habitantes tem ainda o grande potencial de frear a cultura do desmatamento. A população que hoje depende fundamentalmente da natureza para o seu sustento, hoje muitas vezes não tem acesso a energia, água e conectividade.

O direito à vida e ao território/cidade depende diretamente de condições dignas de trabalho. Não é possível avançar no sentido da concretização de cidades inteligentes se o trabalhador que vive ou transita no seu espaço tiver condições de trabalho degradantes ou se a informalidade predominar.

Famílias que vivem da coleta de insumos vegetais precisam de tecnologia para armazenar seu material e providenciar a entrega do seu material just in time para indústria de biocosméticos. Comunidades de pescadores artesanais precisam estar conectadas com o seu mercado consumidor, para identificar as espécies com maior valor comercial naquele momento. Produtores de cacau orgânico precisam de instrumentos para medir o nível de fermentação do fruto, o que impacta no valor final do produto. Produtores de açaí podem ter aumentos significativos de produtividade e qualidade se tiverem instrumentos para medir o potencial hídrico dos açaízeiros. Estes são cenários para os quais alguns laboratórios de pesquisa e desenvolvimento instalados no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá) construíram soluções tecnológicas que tratam, de forma específica, dos diversos gargalos apresentados.

Cidades inteligentes na Amazônia

O Brasil como um todo sofre com problemas de infraestrutura. Porém, as dificuldades na Amazônia – como tudo na região – ganham uma outra dimensão e impactam no seu desenvolvimento. Os grandes projetos de desenvolvimento da região não consideram o próprio morador da região com prioridade, e geram dificuldades que hoje vêm sendo enfrentadas de forma isolada e com soluções ad-hoc, com alcance limitado.

As cidades inteligentes na Amazônia precisam trazer soluções para os problemas que estão postos para os seus habitantes e apoiar a adoção de relações justas que contribuam para a transformação dos espaços de forma inclusiva e na melhoria das condições de vida de toda a população.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

HILAB É VENCEDORA DO PRÊMIO STARTUPS CONNECTED, CONDUZIDO NO CONGRESSO BRASIL-ALEMANHA DE INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

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setor tecnológico esg
Foto: banco de imagens/istockphoto

Além do reconhecimento, a empresa irá participar de um roadshow na Alemanha para contato de investidores e parceiros no mercado alemão

A Hilab , healthtech especialista em exames laboratoriais remotos, é a startup vencedora do prêmio Startups Connected na categoria Vida Mais Saudável, promovido no Congresso Brasil-Alemanha de Inovação e Sustentabilidade.

O evento é realizado pela da Câmara de Comércio Brasil-Alemanha (AHK São Paulo) e do Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH). O trabalho desenvolvido pela instituição tem o objetivo de atrair investimentos para a região, ampliando o comércio bilateral e fortalecendo os negócios entre empresas alemãs e brasileiras.



O prêmio contou com 35 finalistas e além do reconhecimento atribuído à Hilab, a startup participará de um roadshow de uma semana na Alemanha para entrar em contato com investidores e parceiros e preparar sua entrada no mercado alemão.

“O reconhecimento da Hilab mostra todo o nosso empenho em democratizar o acesso à saúde para todas as pessoas no mundo. Nós já estamos atuando em Portugal e a nossa viagem para a Alemanha é estratégica para conhecer o mercado, leis regulatórias e possíveis parceiros para a nossa expansão na Europa”, explica José Restrepo, diretor de marketing da Hilab.

Nos últimos anos a Hilab vem inovando o serviço laboratorial no Brasil, com o uso da tecnologia os exames laboratoriais remotos da Hilab conseguem chegar a qualquer lugar, levando saúde para quem mais necessita.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COMGÁS ASSINA CONTRATO PARA PRORROGAR CONCESSÃO ATÉ 2049

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Governança

A prorrogação da concessão traz uma série de benefícios para o Estado de São Paulo, garantindo um novo ciclo de bilhões de investimentos

A Comgás e o Governo do Estado de São Paulo celebraram hoje a assinatura do 7º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão de Serviços Públicos de Distribuição de Gás Canalizado, prorrogando a concessão da Comgás até 2049.A prorrogação está prevista no contrato de concessão da companhia, e vai garantir um novo ciclo de investimentos de aproximadamente R$ 21 bilhões no estado de São Paulo. O aditivo prevê metas de desempenho que incluem a conexão de 2,3 milhões de novos clientes e expansão da rede de gasodutos de distribuição em mais 15,4 mil km, conectando 41 municípios adicionais, levando segurança, competitividade e desenvolvimento econômico a estas cidades.



“É uma grande conquista para o estado de São Paulo. Os investimentos da Comgás em infraestrutura e tecnologia foram determinantes para garantir o abastecimento de gás e a segurança energética aos consumidores paulistas, com competitividade, sustentabilidade e satisfação dos clientes. A Comgás tem mostrado que uma concessão equilibrada, com investimentos robustos e sob um sistema regulatório moderno, pode gerar benefícios para toda a sociedade”, afirma o CEO da Comgás, Antonio Simões.

Em pouco mais de duas décadas, desde sua privatização, a companhia tem atingido números expressivos, consolidando-se como a maior distribuidora de gás natural canalizado do país. Em 1999 eram 300 mil clientes e 2.600 quilômetros de rede distribuídos em 19 municípios. Após 20 anos de concessão, a rede foi multiplicada em quase 600%. Ela chega a mais de 19 mil quilômetros, atingindo a marca de 2,1 milhões de clientes atendidos em 93 cidades, entre residências, comércios e indústrias.

“O mercado de gás natural passa por transformações relevantes. A prorrogação da concessão da Comgás estabelece as diretrizes para que a distribuidora possa realizar os investimentos necessários para transformar oportunidades em realidade aos usuários e à economia do Estado de São Paulo”, finaliza Simões.

Inovações no contrato

O 7º Termo Aditivo tem outras inovações importantes, entre elas: a substituição do índice de reajuste inflacionário de IGP-M para IPCA – o que tende a ser mais vantajoso ao consumidor; e a possibilidade de adesão ao mercado livre para todos os segmentos de clientes. O Aditivo estimula ainda a inclusão do biometano, o gás de origem renovável, na matriz de suprimento da distribuidora.

O processo de prorrogação da concessão foi iniciado em 2019, tendo sido objeto de consulta e audiência públicas com ampla participação da sociedade, e conduzido com plena transparência pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ROLLS-ROYCE MOTOR CARS ANUNCIA SEU PRIMEIRO AUTOMÓVEL 100% ELÉTRICO

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• A novidade chegará ao mercado no último trimestre de 2023 batizada como ‘Spectre’
• Rolls-Royce elétrico cumpre a profecia de 1900, feita por Charles Rolls
• Uma promessa sustentada pelo CEO, que prometeu apresentar um modelo elétrico nessa década
• Testes globais irão percorrer 2.5 milhões de quilômetros – uma simulação de 400 anos de uso
• Em 2030, todos os modelos Rolls-Royce serão totalmente elétricos
• Spectre é apoiado na arquitetura estrutural única da Rolls-Royce

Um anúncio histórico: a Rolls-Royce Motor Cars confirma hoje que os testes de rodagem em vias públicas de seu primeiro modelo totalmente elétrico são iminentes. No anúncio deste momento seminal para a marca, o CEO da Rolls-Royce Motor Cars, Torsten Müller-Ötvös, disse:
“Hoje é o dia mais importante da história da Rolls-Royce Motor Cars desde 4 de maio de 1904. Hoje, 117 anos depois, tenho orgulho de confirmar que a Rolls-Royce irá começar os testes em vias públicas de um extraordinário novo produto que irá elevar a revolução elétrica automotiva e criar o primeiro – e da mais fina qualidade – produto de superluxo em seu segmento. Este não é um protótipo. É o modelo real, que será testado aos olhos de todos e nossos clientes receberão as primeiras entregas do automóvel a partir do último trimestre de 2023”.



UMA PROFECIA QUE SE CONFIRMA

Charles Rolls profetizou um futuro elétrico para os automóveis. Em abril de 1900, ele experimentou um precoce carro elétrico chamado de Columbia e considerou esta alternativa como a ideal. Rolls disse: “o automóvel elétrico é esplendidamente silencioso e limpo. Não há nenhum odor ou vibração e será muito pertinente quando estações de recarga forem uma realidade. Mas não acredito que sejam operacionais neste momento – ao menos por muitos anos”.

ARQUITETURA PRÓPRIA VERDADEIRAMENTE FLEXÍVEL

“Em 2016, Rolls-Royce Motor Cars lançou o Phantom, e com ele a “Arquitetura de Luxo” feita em alumínio e uma marca registrada da empresa. Uma estrutura escalável e flexível que sustentaria os futuros modelos da Rolls-Royce motor Cars. Nosso próximo automóvel elétrico se beneficia desta arquitetura e da extraordinária experiência de um Rolls-Royce na estrada”.

UM NOVO NOME: UM NOVO LEGADO

“Nós decidimos por um nome completamente novo para este automóvel. Um nome que seja forte e evocativo assim como os demais modelos que tão perfeitamente nos serviram no século passado – como Phantom, Ghost e Wraith. É um nome que perfeitamente se ajusta ao entorno etéreo e consagrado onde estão nossos produtos – um nome que foi reservado especialmente para este momento: Spectre”.

“Com este novo produto, estabelecemos nossas credenciais para a eletrificação de todo o nosso portfólio de produtos para 2030. Até esta data, Rolls-Royce não irá mais atuar no negócio de produzir ou vender nenhum produto com motor de combustão interna”.

Todas as declarações: Rolls-Royce Motor Cars Chief Executive Officer, Torsten Müller-Ötvös

Para visualizar e baixar o vídeo, acesse: https://www.press.bmwgroup.com/brazil/video/detail/PF0008600/rolls-royce-motor-cars-announces-first-fully-electric-car

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FÁBRICA DO BMW GROUP EM ARAQUARI CELEBRA 7 ANOS SENDO EXEMPLO EM AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

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• Planta catarinense já produziu mais de 70 mil unidades
• Uso de energia solar é uma das tecnologias sustentáveis
• Metas de menor consumo de recursos e reciclagem são ousadas

A fábrica do BMW Group em Araquari chega aos sete anos não só focada em produzir veículos premium com a reconhecida qualidade do BMW Group – entre eles o modelo mais vendido do segmento em solo brasileiro este ano, o BMW Série 3 – mas também com metas de sustentabilidade ainda mais ousadas e ações práticas.

A planta tem área total de 1,5 milhão de metros quadrados, sendo 112.893 metros quadrados de área construída. A infraestrutura local abriga processos de carroceria, soldagem, pintura, montagem e logística, como também laboratórios, prédios administrativos e auxiliares.



São fabricados em Araquari os modelos BMW Série 3, X1, X3 e X4 para o mercado brasileiro. Emblemático por ser o carro de maior produção desde o início da fábrica, o BMW X1 teve mais de 35 mil unidades produzidas no local. Não por acaso, ele foi o escolhido para ser o BMW de número 70 mil feito na planta, um marco comemorado em junho. Todos os quatro são fabricados seguindo os parâmetros mais rígidos de sustentabilidade. Ao longo dos sete anos de história, foram mais de 70 mil unidades manufaturadas na instalação catarinense do BMW Group.

“Um dos meus desafios como novo diretor da fábrica é que nossa planta siga sendo exemplo de ações de sustentabilidade para o BMW Group em todo o mundo. Tenho certeza que nosso time assume esse desafio e se inspira em seus resultados para seguir se destacando cada vez mais nessa responsabilidade social”, revela Otávio Rodacoswiski.

Dentre as ações de sustentabilidade colocadas em prática pela planta está a ampliação da quantidade de placas fotovoltaicas no teto do prédio da montagem. De 562 para 1.372 placas, com a adição de 810 placas às já instaladas em 2020. A geração anual de energia com as placas passa para 788MWh e a contribuição na meta de redução de emissão de CO2 chega a 20%. Vale lembrar que a produção de Araquari já é neutra em emissão de CO2. Isso é possível por meio da compensação das emissões firmada com a usina eólica de Morrinhos, na Bahia.

Sustentabilidade aliada à responsabilidade corporativa de seus produtos também pautam as iniciativas em Araquari. O time, em parceria com o Centro de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Grupo Solvi e a Energy Source, desenvolveu um conceito de recarga para carros elétricos alimentado por energia solar, livre da rede pública de energia e que proporciona segunda vida às baterias de alta voltagem. Esta iniciativa é pioneira e incentiva o reuso das baterias de alta voltagem para otimizar expansão da mobilidade elétrica sustentável. Estudos estão sendo realizados para otimização da proposta, juntamente com empresas e institutos parceiros do projeto.

Além dos projetos novos, a fábrica segue na meta de reduzir, anualmente, números de utilização de recursos naturais. Em um ano, a unidade seguiu em busca de reduzir seu impacto ambiental e conseguiu diminuir o consumo de energia em mais de 3000 MWh, o consumo de água em mais de 1,9 milhão de litros e a quantidade de resíduos para descarte em mais de 6 toneladas. No acumulado de 2016 a 2020 esses números são ainda mais notáveis. O consumo de energia foi reduzido em menos 33%, o de água em menos 41% e de resíduos para descarte em menos 87%.

Dentre as ações para chegar nesses resultados estão dois projetos criado por colaboradores e parceiros como o Upcycle Element – que reaproveita e doa resíduos têxteis da produção como bolsas de chicote elétrico e uniformes usados para grupos de mulheres que costuram e vendem esses produtos. E o Seal the Deal, que repassa a empresas parceiras resíduos de selante para que sejam usados na produção de tapetes, capachos e carpetes. Ambos vencedores da 22º edição do Prêmio Fritz Müller, do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, nas categorias Gestão Socioambiental e Reciclagem, respectivamente.

Estratégia Global de Sustentabilidade Corporativa

O BMW Group segue, em todo o mundo com a sua Estratégia Global de Sustentabilidade Corporativa. Ela concentra atividades de proteção ambiental não apenas nos produtos, onde é líder global na venda de veículos premium eletrificados, mas também nas emissões provenientes de sua cadeia de produção. Até 2030, a empresa vai reduzir a emissão de CO2 por veículo em 80% na produção, 40% no uso e em 20% nos fornecedores, quando comparado com 2019.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CEO DA MICROSOFT NO BRASIL FALA SOBRE OS APRENDIZADOS DA COMPANHIA PARA O RETORNO AOS ESCRITÓRIOS

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Foto: Diogo Moreira/Divulgação Governo de São Paulo

Em evento online gratuito, Tânia irá compartilhar os maiores aprendizados que a Microsoft tem enfrentado nesse momento de retorno aos escritórios

Segundo o levantamento feito pela Salesforce, em outubro de 2020, sobre o futuro do trabalho, 52% dos profissionais estão dispostos a trocar de emprego para manter o home office. No entanto, muitas empresas desejam voltar aos escritórios, o que faz com que o modelo híbrido de trabalho se torne uma opção. Para falar sobre o assunto, a Sputnik, uma das maiores escolas corporativas do Brasil, convidou a especialista Tânia Cosentino, CEO da Microsoft no Brasil, para uma masterclass sobre o futuro do trabalho e, claro, para compartilhar a experiência de como uma das maiores empresas do mundo está se adaptando e aprendendo neste momento. O evento, que acontecerá no próximo dia 5 de outubro às 19h, será totalmente online e gratuito e as inscrições para participar já estão abertas no site.

De acordo com o CEO global da companhia, Satya Nadella, o plano que a Microsoft criou para o retorno aos escritórios tem sido compartilhado com outras empresas e clientes da empresa de softwares, já que a estratégia foi dividida em três etapas. “Primeiro, criamos uma política para capacitar as pessoas para a flexibilidade extrema. Em seguida, imaginamos os espaços físicos e, por último, investimos em tecnologias que conectam as pessoas em praticamente qualquer lugar, a qualquer momento”, conta.



Ainda de acordo com ele, a Microsoft acredita que todas as organizações deverão ter um modelo operacional para trabalho híbrido que não dependa de normas antigas, como o dia de trabalho de oito horas no horário comercial. Para Mariana Achutti, fundadora da Sputnik, toda empresa deve buscar pelo aprendizado constante de seus colaboradores e líderes, o chamado lifelong learning , e nesse momento de criação de novas dinâmicas no trabalho, a situação não é diferente.

O mais recente lançamento da Sputnik é o HÍBRIDO, uma jornada educacional para empresas, que lança luz e soluções a respeito das principais dores do retorno ao escritório, como sensibilização das lideranças, ferramentas necessárias para novos modelos de trabalho e saúde mental. “Para falar sobre o assunto, convidamos a Tânia para compartilhar suas descobertas, aprendizados e reflexões desse novo jeito de trabalhar, principalmente, trazendo a questão do trabalho híbrido para discussão”, finaliza Mariana.

Informações:

– Evento: Microsoft e trabalho híbrido: o que sua empresa pode aprender com isso?

– Data e horário: 05/10 – 19h

– Inscrições:

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM A RETOMADA DO USO DE TRANSPORTE PÚBLICO, NOVE EM CADA 10 PASSAGEIROS NO MUNDO ESPERAM TER A OPÇÃO DE PAGAR POR APROXIMAÇÃO, APONTA ESTUDO DA VISA

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Foto: Visa/Divulgação

Estudo “Futuro da mobilidade urbana” indica que jovens adultos continuam adotando o transporte público como parte de um estilo de vida mais sustentável

Resultados anunciados após o recente lançamento de projetos de pagamento por aproximação para transporte público na Colômbia e na Costa Rica

Visa anuncia os resultados da recente pesquisa “Futuro da mobilidade urbana”, que revela o impacto da pandemia nas tendências de transporte público em nove países do mundo. Elaborado pela Wakefield Research para a Visa, o estudo aponta que os pagamentos por aproximação se tornaram o método preferido dos consumidores, e que 88% dos usuários de transporte público esperam ter a opção de pagar por aproximação.

Segundo a análise, embora 63% dos passageiros tenham reduzido o uso de transporte público devido à Covid-19, cerca de 40% atribuíram essa redução ao desejo de diminuir o contato com superfícies de uso comum. A não necessidade de contato físico na compra e pagamento de passagens tornou-se algo ainda mais atraente para os passageiros, já que os pagamentos por aproximação reduzem parte de seus receios.



“A Visa tem hoje mais de 450 projetos de pagamento por aproximação para transporte público ativos no mundo. Na região da América Latina e Caribe (LAC), acabamos de lançar projetos em Cali, na Colômbia, e em San José, na Costa Rica. Agora, os usuários de ônibus e trens dessas cidades têm a opção de pagar a passagem simplesmente aproximando um cartão ou dispositivo de pagamento do terminal, o que lhes oferece uma maneira simples, fácil e segura de viajar”, explica Aida Esteban Millat, diretora de Mobilidade Urbana e Cidades Inteligentes da Visa América Latina e Caribe. “Com o uso de transporte público voltando ao normal, estamos nos concentrando em tendências que afetam essa importante área do cotidiano. As expectativas dos consumidores e a facilidade de uso, além da praticidade que a tecnologia de pagamento por aproximação traz ao transporte público, deixam claro que interações digitais como os pagamentos por aproximação, terão um papel importante no futuro do transporte”.

O estudo destaca descobertas anteriores que afirmam que a pandemia acelerou a preferência por soluções de pagamento por aproximação na América Latina e no Caribe, uma tendência crescente. Em junho de 2021, a penetração das transações por aproximação na região LAC ultrapassou a marca de 25%; alguns mercados, entre os quais Costa Rica e Chile, têm índices superiores a 70%. Já no Brasil, o número de transações com a tecnologia de pagamento por aproximação com credenciais Visa foi 5x maior no comparativo de junho de 2021 com o mesmo mês de 2020, representando uma penetração de 14% desta tecnologia em relação ao total de pagamentos com Visa.

Recuperação, bem-estar e tendências ecológicas

O avanço da pandemia interrompeu as rotinas diárias em toda a região, baixando drasticamente os índices de uso de transporte público. No entanto, já existe um vislumbre de recuperação no horizonte: os passageiros esperam voltar a usar o transporte público na mesma proporção que antes da pandemia, com nível previsto de uso de 84%.

A cobertura vacinal passou a ser fundamental para uma potencial recuperação: 67% dos passageiros vão aguardar até serem vacinados ou até que a maioria dos usuários seja vacinada para voltar a usar o transporte público nos níveis anteriores à pandemia. A segurança continuará sendo prioridade e 68% dos usuários de transporte público afirmam que muito provavelmente continuarão usando máscara ao viajar, independentemente das diretrizes em vigor.

A maioria dos jovens adultos – a geração Z e os millenials – continua adotando o transporte público como parte de um estilo de vida mais sustentável. Mais de um terço dos passageiros da geração Z em todo o mundo, ou 40% dos passageiros mexicanos nessa faixa etária, usam o transporte público como principal meio de locomoção – mais do que qualquer outra geração. Cinquenta e dois por cento dos millennials disseram usar o transporte público como principal meio de transporte, seja para ir e voltar ao trabalho ou realizar suas atividades diárias.

A mobilidade urbana é uma prioridade para a Visa América Latina e Caribe

Nas últimas duas semanas, a Visa adicionou a Colômbia e a Costa Rica à sua lista de projetos de mobilidade urbana ativos no mundo. Agora, os usuários do sistema MIO, em Cali, e Incofer, na Costa Rica, podem pagar passagens com rapidez e segurança aproximando seu cartão de pagamento sem contato ou dispositivo com tecnologia NFC dos terminais. Esses dois lançamentos, juntamente com os projetos no Brasil – o projeto no MetrôRio e o piloto de pagamento por aproximação em ônibus na cidade de São Paulo – além dos sistemas de ônibus na Guatemala e na República Dominicana, fazem parte dos projetos de pagamento por aproximação para transporte público que já estão em operação na região. E a empresa está trabalhando em dezenas de outros.

Como líder global em pagamentos, a Visa tem o compromisso de oferecer viagens melhores aos passageiros e de ajudar as cidades a operar de forma mais eficiente e sustentável. Para mais informações sobre as iniciativas globais de mobilidade urbana da Visa, acesse as iniciativas clicando aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MAIORIA DEFENDE BOAS PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE MESMO COM A DIMINUIÇÃO DE LUCROS E CRESCIMENTO ECONÔMICO

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A Visa apresenta os resultados do seu estudo State of Innovation, que revela uma aceleração no índice de adoção de tecnologia
Foto: banco de imagens/istockphoto

E quem deveria cuidar do tema? Predomina o entendimento de que a responsabilidade sobre os temas relacionados à sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa, que compõem a sigla ESG (Environmental, Social and Governance, na sigla em inglês) deve ser compartilhada entre governos, empresas e cidadãos. Isoladamente a maioria atribui a responsabilidade: aos governos e empresas públicas em primeiro lugar e na sequência às famílias e cidadãos, e às empresas privadas.

Essas são algumas das revelações da 8ª edição do OBSERVATÓRIO FEBRABAN – Pesquisa FEBRABAN-IPESPE, que buscou investigar o conhecimento e envolvimento dos brasileiros a respeito do tema da sustentabilidade, e de como as boas práticas se inserem no cotidiano da população. Juntamente aos dados nacionais, haverá um recorte sobre o sentimento nas cinco regiões do país.



O levantamento, realizado entre os dias 2 e 7 de setembro, com 3 mil pessoas nas cinco regiões do País, mostra que, seguindo uma tendência internacional, o brasileiro também está atento ao comportamento das empresas e marcas ao tomar decisões sobre o consumo de produtos e serviços: mais de 90% indicam a influência das ações de responsabilidade social e ambiental de empresas ou marcas sobre a opinião e a relação com as mesmas.

“Tanto no Brasil quanto no mundo, o conceito de sustentabilidade está cada vez mais presente na vida das pessoas, nas estratégias e ações das empresas privadas e públicas, acompanhando as transformações da sociedade que demanda por mais ética, responsabilidade e transparência nas relações pessoais e corporativas”, avalia Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN. “Entender como o brasileiro percebe o conceito de ESG ajudará governos e empresas a orientar suas ações, ressaltando-se que a agenda da sustentabilidade transborda as questões ambientais e se estende a aspectos social e ético”.

O sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, destaca que o levantamento ratifica a relevância dessa pauta para a opinião pública nacional: quase oito em cada dez entrevistados se dizem interessados em questões ambientais. “Este levantamento reforça pesquisas anteriores que mostravam que 74% dos entrevistados tinham muito ou algum interesse pelo tema da preservação do meio ambiente e 78% disseram-se pouco ou nada satisfeitos com os esforços empreendidos no país nesse campo”, diz Lavareda.

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Abaixo, seguem os principais resultados do levantamento:

Conhecimento sobre Sustentabilidade

O termo sustentabilidade já faz parte do repertório semântico dos brasileiros, que se mostram familiarizados com o assunto. Ao serem perguntados o que vem à cabeça quando ouvem o termo, 33% associam o tema à preservação e consciência ambiental, 10% remetem a reaproveitar e reciclar, dois dos “três R’s” da sustentabilidade e 8% citam economia e uso racional dos recursos naturais.

O termo ESG ainda é pouco conhecido. Não surgiram menções espontâneas dos entrevistados que indiquem uma visão articulada ou sistêmica entre práticas de sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e governança, como propõe o conceito de ESG. Mas quando perguntados especificamente sobre o tema 63% se disseram bem informados sobre questões ambientais, 64% sobre questões sociais e apenas 35% sobre governança corporativa.

Meios de informação

A internet é o meio preferencial de informação sobre o tema para a maioria dos brasileiros. Se considerada apenas a primeira menção, os canais online (portais de notícias, redes sociais, sites e blogs, WhatsApp) somam 58%. Esse resultado, no entanto, não minimiza a força que a televisão continua a ter: na primeira resposta, as referências à TV (aberta e fechada) somam 31%.

Interesse pela sustentabilidade

78% dizem ter muito ou algum interesse em questões ambientais. As questões sociais despertam ainda maior interesse (81%). Já a governança, quando tratada nesse termo, desperta muito ou algum interesse de 47%, embora seja um percentual significativo, está bem abaixo dos itens anteriores.

Agenda da Sustentabilidade

Quando indagados sobre as preocupações relacionadas à sustentabilidade, os resultados são os seguintes:

• 42% indicam bem estar, saúde e renda das comunidades como as questões que mais preocupam os brasileiros;

• 40% apontam ética, transparência e combate à corrupção nas empresas e governos como os assuntos mais inquietantes;

• 38% creem ser as questões ambientais, como poluição, aquecimento global, desmatamento, lixo, uso da água, as que mais preocupam a população.

• 20% consideram que todos esses temas têm o mesmo peso entre as preocupações dos brasileiros.

Especificamente sobre os temas mais preocupantes da agenda ESG em cada uma das áreas destacam-se desmatamento, emprego e renda, e combate à corrupção:

• Área ambiental: Desmatamento (61%) e aquecimento global e Mudanças climáticas (52%);

• Área social: Emprego e renda (71%) e bem estar e Saúde (51%)

• Área de Governança corporativa: combate à corrupção nas empresas e governos (71%) e transparência na prestação de contas (47%)

Responsabilidade

É majoritária (51%) a percepção de que os cuidados com o meio ambiente são uma responsabilidade compartilhada. Isoladamente, a atribuição de responsabilidades recai principalmente (44%) sobre o setor público (governos e empresas públicas. Percentuais similares consideram que as famílias/os cidadãos (24%) e as empresas privadas (21%) são os responsáveis. E apenas 7% citam as ONGs e empresas do terceiro setor.

Lucro e crescimento

Ampla maioria (77%) concorda que a adoção das boas práticas de sustentabilidade pelas empresas e pelos governos deve ser prioridade mesmo com o risco de diminuir os lucros e o crescimento econômico; enquanto apenas 16% acreditam que o crescimento econômico deve ter prioridade mesmo que isso signifique que as empresas e os governos não possam adotar as melhores práticas de sustentabilidade.

Importância das boas práticas

A importância das boas práticas de sustentabilidade socioambiental e de governança, é quase unânime: 98% consideram muito importante ou importante que boas práticas sejam adotadas pelos cidadãos e famílias; e 96% pelos governos e empresas (mesmo número em ambas as respostas).

Sustentabilidade e famílias

Em uma avaliação evolutiva do comportamento da população nos últimos 5 anos, quase metade (45%) dos entrevistados considera que, na prática, as famílias e os cidadãos brasileiros não mudaram seu comportamento em relação aos cuidados com o meio ambiente; cerca de um terço (35%) dos entrevistados identifica melhoria com adoção de comportamentos conscientes; e apenas 17% avaliam que a adoção das boas práticas ambientais diminuiu .

Sustentabilidade no cotidiano da população

Grande parcela dos entrevistados declara adotar no cotidiano boas práticas ambientais e de consumo. Destacam-se, nessa direção, o uso mais racional de recursos como água e energia elétrica: 68% utilizam lâmpadas econômicas, 66% adotam medidas para economizar água e 62% para economizar energia elétrica. Também valorizam os R´s da sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), com práticas de reutilização e reciclagem. 53% reutilizam materiais, dando novas utilidades ao que seria descartado, 52% separam lixo reciclável, 49% reduzem o uso de materiais descartáveis.

Faltam informações

A falta de informação sobre o tema (73%) é o maior empecilho para a adoção de práticas de sustentabilidade e de consumo consciente entre os brasileiros – desconhecimento sobre a importância da sustentabilidade (46%) e desinformação de como agir de maneira sustentável (27%). Seguem-se a essas causas: desinteresse pelo assunto (46%), preço alto dos produtos e serviços sustentáveis (34%); dificuldade de engajar a família e amigos (15%); e percepção de que práticas de sustentabilidade são muito trabalhosas e demandam muito tempo no dia a dia (10%).

Sustentabilidade e o impacto na imagem das empresas

Para 92% dos entrevistados, as ações de responsabilidade social e ambiental têm importância sobre sua opinião acerca de empresas ou marcas, afetando a relação com as mesmas. Mais de um terço (35%) declaram que já ter deixado efetivamente de consumir produtos ou serviços de alguma empresa por ela desrespeitar o meio ambiente, o bem-estar das pessoas ou dos animais e 34% já deixaram de consumir produtos ou serviços de alguma empresa por ela não respeitar as boas práticas de governança corporativa e ter o nome envolvido em alguma denúncia.

Mais da metade dos entrevistados declaram atitude ou intenção de boicotar empresas por não seguirem as boas práticas nos seguintes casos:

• a empresa está envolvida em casos de trabalho escravo ou trabalho infantil (62%);

• a empresa é conhecida por poluir o meio ambiente ou causar desmatamento (58%);

• a empresa está envolvida em escândalos de corrupção (58%);

• a empresa tem histórico de maltratar/não dar boas condições a funcionários (58%);

• a empresa está envolvida em denúncias de assédio (58%);

• a empresa faz testes de produtos em animais (48%);

• a empresa faz campanhas publicitárias ofensivas para determinados grupos (45%);

• a empresa não promove a diversidade em seu quadro de funcionários (40%).

Ações sustentáveis das empresas

Na visão dos brasileiros, o aumento da adoção de práticas sustentáveis nos últimos 5 anos tem sido maior nas corporações (46%) do que entre as famílias e cidadãos (35%). Ainda assim, mais de um terço (39%) avaliam que não houve mudanças na atuação das empresas nesse aspecto, e 9% consideram que a adesão a essas práticas no mundo corporativo diminuiu no país.

Setores mais comprometidos

Os setores que mais têm adotado práticas sustentáveis, na visão dos entrevistados, são o agronegócio e a indústria, ambos com 13% na primeira resposta. Se considerado o total de menções, o agronegócio passa à frente, com 25% das menções, contra 22% da indústria. Seguem-se as menções a ONGs/Terceiro setor e varejo, ambos com 12% na primeira resposta, e empresas de tecnologia, com 10%.

Regras mais duras

Quase oito em cada dez entrevistados (77%) esperam que a legislação seja mais dura com as empresas no que se refere às ações de sustentabilidade. Apenas 13% dos entrevistados avaliam que as leis no Brasil atendem a contento à necessidade de regular a atuação das empresas no que concerne aos cuidados com o meio ambiente, responsabilidade social e práticas de governança. Para 5%, as leis deveriam ser mais leves.

A íntegra do oitavo levantamento do OBSERVATÓRIO FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE pode ser acessada neste link. O recorte regional poderá ser lido neste link.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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AMBEV ANUNCIA 1ª GRANDE CERVEJARIA E MALTARIA CARBONO NEUTRO DO BRASIL E AVANÇA NA DESCARBONIZAÇÃO DE 100% DE SUA OPERAÇÃO

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FGV inaugura centro de referência em governança ambiental e sustentabilidade
Foto: banco de imagens/istockphoto

Do campo ao copo: para alcançar até 2025 suas metas ambiciosas de sustentabilidade, a Ambev deu mais um passo inédito com sua cervejaria em Ponta Grossa (PR) e sua maltaria em Passo Fundo (RS) sendo as primeiras carbono neutro do Brasil

A Ambev dá mais um passo importante e pioneiro em sua jornada de sustentabilidade ao anunciar a primeira grande cervejaria e a primeira maltaria carbono neutro do Brasil, após 90% de redução das emissões de CO2 dessas unidades e a neutralização dos 10% remanescentes. Por trás da complexidade desse processo, a companhia investiu, nos últimos cinco anos, R﹩ 137 milhões em tecnologia sustentável e limpa em suas operações, como parte de um plano maior, com frentes voltadas a ação climática, gestão de água, agricultura inteligente e embalagem circular, que, desde 2018, foi reforçado com metas ambiciosas para serem atingidas até 2025.

A maior cervejaria da América Latina tem apostado em inovação sustentável de ponta a ponta, com redução e remoção de emissões de gases de efeito estufa, desde o plantio de insumos, como cevada e lúpulo, passando pela eficiência energética da produção cervejeira, logística de distribuição até os pontos de venda. No caso da cervejaria e da maltaria, todos os processos industriais foram aperfeiçoados, incluindo, por exemplo, instalação de caldeiras por biomassa, reaproveitamento energético do biogás, utilização de eletricidade de fontes renováveis, programas de eficiência energética e introdução de empilhadeiras elétricas.



A Cervejaria de Ponta Grossa (PR) e a Maltaria de Passo Fundo (RS) – ambas localizadas no Sul do Brasil – foram projetadas no conceito de baixo carbono e reduziram, ao longo dos últimos 5 anos, 90% das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera até atingirem sua total neutralização. Isso representa em torno de 9.700 toneladas a menos de CO2 anualmente, o equivalente a 1.300 carros a menos nas ruas do Brasil. A preparação dessa cervejaria e maltaria rumo a net zero faz parte de um plano maior de descarbonização da Ambev para todas as suas unidades no país nos próximos anos.

Até o final de 2021, mais 4 cervejarias já serão neutras em emissão de carbono e a jornada continuará até alcançar 100% da operação nos próximos anos. Apesar da complexidade do processo para chegar à neutralidade total, de 2003 para cá, a Ambev já reduziu mais de 63% das emissões de sua produção direta (escopo 1) e da energia comprada (escopo 2). Muito além da sua própria operação, a Ambev está investindo para que todo seu ecossistema de parceiros embarque nessa transformação. O olhar da companhia também está voltado ao maior desafio enfrentado por todas as empresas: o escopo 3, que representa as emissões de toda a cadeia de valor.

“Não podemos falar de um caminho rumo ao carbono neutro e net zero sem que todos os parceiros e fornecedores que fazem parte da cadeia de grandes companhias também estejam nessa jornada. Mais uma vez, estamos extrapolando as portas da Ambev para promover uma transformação profunda e que tenha verdadeiro impacto positivo. Alcançamos esse marco das primeiras unidades carbono neutro no Brasil, com a neutralização das emissões dos escopos 1 e 2, e iremos escalar para 100% das nossas operações. Mas o nosso desafio é ainda maior. Estamos trabalhando com velocidade para ampliar essas metas aos nossos parceiros, de olho no escopo 3”, reforça Rodrigo Figueiredo, Vice-Presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev.

Mudanças climáticas

Grande protagonista do tema mudanças climáticas, o dióxido de carbono tem sido o maior contribuinte para o aquecimento global, junto com outros gases de efeito estufa. A descarbonização da indústria é tarefa complexa e que envolve todo o processo produtivo da operação das empresas.

“Além de todas as alterações operacionais do nosso processo produtivo e logístico, que permitiram a redução de 90% das emissões, também investimos em projetos que geram créditos de carbono e compensar emissões residuais de nossa cadeia produtiva. Esse investimento em créditos de carbono representa apenas 10% das emissões totais das duas unidades”, conta Rodrigo Figueiredo.

Metas ambiciosas

A Ambev definiu, em 2018, metas ambientais ambiciosas e que impactam diretamente toda sua cadeia produtiva, sendo elas:

• Ação Climática: 100% da eletricidade comprada pela Ambev deve ser advinda de fontes renováveis. Além disso, a companhia vai reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo da cadeia de valor.

• Gestão de Água: melhorar de forma mensurável a disponibilidade e a qualidade da água para 100% das comunidades em áreas de alto estresse hídrico com as quais a companhia se relaciona.

• Agricultura Inteligente: 100% de seus agricultores parceiros devem estar treinados, conectados e com estrutura financeira para desenvolver um plantio cada vez mais sustentável.

• Embalagem Circular: 100% dos produtos da companhia devem estar em embalagens retornáveis ou que sejam majoritariamente feitas de conteúdo reciclado.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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GOVERNANÇA INTEGRATIVA E AGENDAS INTERSETORIAIS

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Quando trabalhamos grandes temáticas em pastas segregadas, e não enquanto agendas inter-relacionais constituídas em todas as pastas de interesse, ampliamos o desafio de captar a visão holística da realidade experimentada

Segundo a complexidade de desafios socioambientais compartilhados e de hierarquização de perfis participativos na organização social, a visão fracionada da realidade, no contexto local e global, perpetua modelos de exclusão.

Quando trabalhamos grandes temáticas como desigualdade de gênero, racismo estrutural,  capacitismo e LGBTQIA+fobia em pastas segregadas, e não enquanto agendas inter-relacionais constituídas em todas as pastas de interesse, ampliamos o desafio de captar a visão holística da realidade experimentada. O mesmo acontece quando tratamos, por exemplo, temáticas como desenvolvimento sustentável, meio ambiente e impacto social, desassociados às estratégias e operações de negócios ou dentro de políticas governamentais.



MUDANÇA CULTURAL

Uma mudança cultural de perspectiva de análise do contexto social vivido é necessária, mas sem pular etapas. O reconhecimento de formas de exclusão instituídas em nossa sociedade, assim como sua manutenção, é o primeiro passo. A naturalização de lógicas de ação social a partir de perfis idealizadas de sucesso, sendo que tudo que foge desse padrão instituído é tratado como “o outro”, de forma gradativa, guia a construção de perfis e papéis sociais com diferentes tipos de validações de pertencimento.  

Um paralelo análogo é possível com a lógica de mercado, onde a visão antiga coloca o lucro e o desenvolvimento de negócio como o foco principal de toda a instituição, com prejuízos localizados em contextos ambientais e sociais como efeitos colaterais. Essa lógica orienta a formação cultural projetada, interferindo na produção identitária perpetuada via socialização e traduzida como forma de enxergar o mundo.

DESIGUALDADES

Em contextualização à desigualdade de perfis dentro do ecossistema de inovação, segundo o Mapeamento de Comunidades 2020  da ABStartups (https://abstartups.com.br/comunidades/), é possível observar quatro tipos de perfis subjugados em empresas inovativas tecnológicas, sendo eles: de gênero, de orientação sexual, de pessoas negras e com deficiência.

59,2% dos fundadores únicos de startups são homens, sendo que 26,9% dos mapeados não possuem mulheres nas equipes e apenas 15,1% declararam equivalência de cargos entre homens e mulheres em seus times. Existe uma predominância absoluta de autodeclarados heterosexuais, em 92,3%, com apenas 3.3% de startups com colaboradores transexuais. 

49,62% de membros das equipes se autodeclara negra, sendo que a maioria absoluta do recorte é composta por homens, evidenciando ainda mais a exclusão de mulheres negras. Homens indígenas são 0,5%, e nenhuma mulher indigena foi declarada no levantamento. E ainda: 94,5% das startups não possuem pessoas com deficiência em sua composição.

INCLUSÃO INTEGRATIVA 

A Governança do Futuro deve buscar a inclusão integrativa, alcançada quando houver a compreensão de que estas são demandas constituídas em os eixos fenomenológicos, e não enquanto pastas separadas, tratadas de forma excludente, progredindo para tratativas de possibilidades de acesso igual a todos os perfis.

A promoção de novos modelos de autogestão de agendas multifacetada se somam a ferramentas de acesso, como políticas afirmativas ou de qualificações específicas, que possibilitem um nível mínimo de igualdade de acesso às posições desempenhadas no mercado em outros organismos sociais e governamentais.

Quando existirem perfis representativos à densidade populacional em todos os cargos e posições disponíveis socialmente, significará uma superação parcial de sub paradigmas de exclusão, não esquecendo a demanda por uma agenda progressiva de enfrentamento à desigualdade centro-periferia, representando pelo acesso ao capital cultural e financeiro.

Sendo assim, a realidade compactada e fragmentada corresponde ao velho fazer social de praxes de composição de agenda, com efeito cosmético aos desafios sociais vividos, o que não permite o alcance de uma visão holística integrativa, que condiciona a naturalização do funcionamento social sem visão do todo, acarretando em um mecanismo de diluição sistêmica das iniciativas desenvolvidas em pastas e agendas complementares.

Diversidade e inclusão devem ser, portanto, objetivos atrelados a todas as unidades de operação e funcionamento organizacional, independente de sua esfera administrativa, enquanto de livre mercado, governamental ou social, assim como sustentabilidade e meio ambiente, dentro das estratégias de modelo e operação de negócios.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities