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EM DEBATE NA COP26, PRODUÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS É REALIDADE NO PIAUÍ

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Tribunal decide que Suíça viola direitos humanos ao falhar no controle da crise climática

PPPs viabilizam miniusinas e laboratório de energias renováveis

Reunidos em Glasglow, Escócia, para a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, mais de 100 chefes de estado e 10 governadores brasileiros tentam selar compromissos para a redução da emissão de gases que possam conter os efeitos catastróficos  das mudanças climáticas. Um dos modelos apontados é substituição  de matriz energética, tema que o Piauí adota há vários anos, graças a uma ousada política de estímulo à produção de energias renováveis que inclui projetos de parceria público-privada (PPP).

As primeiras duas miniusinas de energia fotovoltaica ficam localizadas no Norte do Piauí, nos municípios de Altos e Campo Maior. Quando estiverem em funcionamento  mil toneladas de carbono deixarão de ser emitidos na atmosfera, todos os meses, por cada usina. Considerando as duas infraestruturas, isto equivale ao plantio de 15 mil árvores para consumir o carbono que deixa de ser lançado na atmosfera, ou 50 campos de futebol completamente reflorestados em apenas 30 dias.



Para Viviane Moura, superintendente de Parcerias e Concessões, este é um momento importante de “virada de chave” com relação a busca de novas matrizes energéticas. “Essas miniusinas também geram uma grande economia financeira para o Estado. Além disso, outro fator importante, é a geração de emprego e renda nesses municípios, como mão de obra local”, revela.

Neste momento, a PPP das Miniusinas de Energia Solar está em fase de contratação. “A próxima etapa será a supressão vegetal e cercamento, mas somente após contratação da construtora. Provavelmente acontecerá em novembro”, explica Giorgio Santos, gerente de operações da SPE Rio Poty Energia.

Além das miniusinas, a PPP Piauí, em parceria com a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), está implantando o Núcleo de Energias Renováveis no Centro de Formação Antonino Freire, em Teresina.

A substituição de energias geradoras de poluentes como carvão, petróleo ou gás, por fontes renováveis é um processo extremamente necessário. Até 2050 energias renováveis como a solar, a eólica, a geotérmica, a marítima e outras poderão abastecer 80% da demanda mundial. NA COP26, o Brasil se comprometeu a reduzir 50% da emissão até 2028.

Piauí sai na frente

Atualmente, o Piauí possui 60 usinas de energia solar em operação, produzindo. A maior delas está em São Gonçalo do Gurgueia, cidade localizada a 800 km de Teresina. É considerado o maior parque de energia solar da América do Sol, produzindo 1.500 GW por ano.

Os parques de energia eólica também são destaque. O Piauí está ocupa a quarta posição entre os maiores produtores de energia eólica do país, produzindo 3,8 GW. São 116  empreendimentos autorizados para captar energia dos ventos no Estado.

Apenas com energia limpa, unindo solar fotovoltaica e eólica, o Estado produz o dobro da eletricidade que precisa. O Piauí também tem um programa voltado exclusivamente para o fomento de energias limpas, através da Lei 6.901, de 28 de novembro de 2016.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MDR PROMOVE CURSOS ON-LINE EM GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) lançou dois cursos de ensino a distância voltados a profissionais e gestores municipais interessados em ampliar o conhecimento sobre gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos (RSU). As inscrições podem ser feitas até o dia 4 de novembro. As aulas serão realizadas de 5 de novembro a 1º de dezembro.

Em formato autoinstrucional, os cursos foram desenvolvidos para proporcionar aos participantes habilidades multidisciplinares para a gestão de resíduos em seus municípios, considerando pontos definidos no Marco Legal do Saneamento Básico e na Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre outros instrumentos legais.



A iniciativa é fruto de uma parceria do MDR com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e integra o projeto de cooperação técnica ProteGEEr, financiado pela Iniciativa Internacional pelo Clima (IKI).

Os cursos

O primeiro curso – “Fundamentos e Premissas-Chave para a Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos Urbanos” – vai apresentar conhecimentos básicos e fundamentais para prover a sustentabilidade econômico-financeira e soluções regionalizadas, além de abordar a importância do encerramento dos lixões e de uma gestão sustentável de resíduos. Clique neste link para se inscrever.

O segundo curso – “Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos” – é mais técnico. Os participantes vão aprofundar o conhecimento sobre rotas tecnológicas para tratamento e valorização dos resíduos e seus respectivos impactos nas emissões de gases de efeito estufa. Clique neste link para se inscrever.

Os módulos vão permitir que o aluno avalie o impacto climático e econômico-financeiro das alternativas tecnológicas, a partir de práticas de logística e valorização, tais como a coleta seletiva, tratamento de resíduos orgânicos e recuperação energética. Cada curso tem cerca de 20 horas de duração.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONSÓRCIO LIDERADO PELA ENEL X AVANÇA NA MODERNIZAÇÃO DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE ANGRA DOS REIS

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Foto: Agência Brasil

Projeto Luz de Angra moderniza todo bairro de Caputera II com instalação de luminárias de LED que geram até 60% de economia.

As obras de modernização da Iluminação Pública de Angra dos Reis, realizadas pelo consórcio Luz de Angra  seguem com toda energia. A mais recente entrega foi em Caputera II, bairro que teve os pontos de iluminação modernizados com tecnologia LED, em substituição às lâmpadas de vapor de sódio. Além de tornar a área mais segura para a população, a nova iluminação já gerou cerca de 60% de economia financeira no orçamento público da prefeitura.

Liderado pela Enel X, o consórcio é responsável por todo o contrato de modernização, manutenção e gestão do sistema de iluminação pública de Angra, firmado por meio de Parceria Pública Privada (PPP) em 2020, juntamente com as empresas Selt Engenharia e Mobit. Com  objetivo de gerar economia financeira, melhorar a segurança pública e proporcionar maior conforto visual para a população e turistas, o projeto contempla locais públicos de maior circulação, como praças, orla, píeres e áreas de lazer.



Em agosto, por exemplo, o consórcio entregou a reforma do campo de futebol, no bairro de Belém, no município da Costa Verde. 24 refletores de vapor metálico foram trocados por 48 refletores LED, mais econômicos e com uma melhor eficiência de luminosidade. Até o momento, 18 locais públicos em quatro bairros já receberam as melhorias.

O processo de transição energética na iluminação pública de Angra dos Reis segue de acordo com o cronograma. A próxima etapa a ser concluída é a modernização do maior bairro de Ilha Grande, Provetá, com a instalação de mais 160 pontos de iluminação de LED.

Parceria com a população

Tendo como um de seus pilares o compromisso com a qualidade de vida da população e a construção de cidades inteligentes, o Consórcio Luz de Angra implementou um serviço de comunicação 0800 para que os moradores de Angra dos Reis possam entrar em contato e reportar qualquer emergência. Por meio do canal  0800 024 3236, a população angrense já realizou aproximadamente 10 mil chamadas, colaborando assim com a otimização do serviço do centro de controle e monitoramento instalado na cidade.

Enel X – líder global em Iluminação Pública Inteligente

A Enel X, linha de negócios da Enel dedicada ao desenvolvimento de produtos inovadores e soluções sustentáveis em energia elétrica, é um dos maiores players globais no setor de Iluminação Pública Inteligente, com mais de 2.5 milhões de pontos já modernizados no mundo.

Em São Paulo, por exemplo, a empresa é responsável pela nova iluminação da ciclovia Novo Rio Pinheiros, por meio do projeto Urban Futurability, em parceria com o governo de São Paulo. O objetivo do projeto, de forma mais ampla, é transformar a Vila Olímpia em um bairro digital e sustentável.

Iluminação Pública e Cidades Inteligentes

Com conexões cada vez mais rápidas e a popularização da tecnologia de Internet das Coisas (IoT), a modernização da malha de iluminação pública de uma cidade é um grande salto em direção à cultura das cidades inteligentes.

A substituição das lâmpadas de vapor de sódio por LED não só gera redução de custos e mais eficiência, mas traz benefícios para a população e para o meio ambiente. Pelo ponto de vista da sustentabilidade, uma luminária de LED pode reduzir o consumo de energia em mais de 50%, além de produzir menos calor e não emitir gases poluentes,  como mercúrio e sódio.

Além disso, a estrutura da iluminação em LED suporta recursos digitais de alta tecnologia que permitem a transmissão e o cruzamento de informações em tempo real, apoiando a gestão municipal, desde o gerenciamento do trânsito à prevenção de acidentes e alertas de eventos climáticos extremos. Na prática, sensores dotados com wi-fi coletam e compartilham dados que podem ser acessados por gestores públicos, centrais de controle de tráfego, defesa civil e outros órgãos municipais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ATÉ AGOSTO, MACROSSETOR DE TIC CONTRATOU 2,5X MAIS QUE TODO ANO DE 2020

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água gestões inteligentes

Segundo levantamento da Brasscom, nos oito primeiros meses de 2021 foram criados 147 mil novos postos de trabalho em Tecnologia da Informação e Comunicação  

De janeiro a agosto de 2021, o Macrossetor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) contratou 147.248 novos profissionais no Brasil – um aumento de 149% em relação ao total de postos de trabalho criados em todo o ano passado: 59 mil. Os dados são do “Monitor de Empregos e Salários” – relatório mensal produzido pela Brasscom para acompanhar o mercado de trabalho.

Na comparação direta entre os meses, o crescimento também é significativo. Em agosto de 2020 foram 13.482 novos postos, enquanto, em agosto deste ano, 20.880. Ao comparar o total de empregados no Macrossetor de Tecnologia da Informação e Comunicação ao fim do ano passado – cerca de 1,6 milhão de pessoas – com os dados mais recentes, houve uma variação positiva de 9%. O avanço é especialmente significativo quando comparado ao restante da economia brasileira, que, no período, registrou um crescimento de vagas ocupadas mais tímido: 4,6%.



Para a Brasscom, ainda que evidenciem a resiliência do Macrossetor de TIC, mesmo em meio à pandemia de Covid-19, esses dados apontam para desafios que o país precisa transpor a curto e médio prazo. Um deles é a atração e capacitação de talentos na área – dados da associação apontam para a formação de apenas 46 mil profissionais, a cada ano, com perfil tecnológico no país.

“Equalizar a diferença entre demanda e formação em Tecnologia da Informação e Comunicação é uma grande oportunidade para o Brasil”, afirma o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, “estimulando, assim, o crescimento das empresas, o desenvolvimento do país, e uma verdadeira revolução da realidade social de milhares de brasileiros”.

Outra preocupação das empresas de tecnologia é a possibilidade de não prorrogação da desoneração da folha de pagamento – com encerramento previsto ao fim deste ano. “Trata-se de uma política estruturante e que tem se mostrado essencial para a manutenção e geração de novos empregos em diversos setores, incluindo o de Tecnologia da Informação”, garante o presidente da Brasscom.

A manutenção da política da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), conhecida como “desoneração da folha” tramita na Câmara dos Deputados através do Projeto de Lei 2541/2021, de autoria do deputado federal Efraim Filho (DEM-PB). A medida foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Finanças e Tributação e aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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P3C PRORROGA INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO – CUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CONCESSÃO E PPP DURANTE A PANDEMIA

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Podem se candidatar poderes concedentes e/ou agências reguladoras com iniciativas adotadas para o cumprimento dos contratos que sofreram impacto com a Covid-19

Estão abertas, até 09 de novembro, as inscrições para participar do Prêmio – cumprimento de contratos de concessão e PPP durante a pandemia. O prêmio faz parte da 1ª edição da Conferência P3C, que será realizada em novembro com a participação de especialistas internacionais e nacionais, para gerar um debate construtivo, e de alto nível, sobre os principais temas dos setores de infraestrutura do Brasil.

O objetivo do Prêmio é reconhecer e dar destaque ao esforço de entes públicos e/ou agências reguladoras que adotaram iniciativas que permitissem o cumprimento dos contratos de concessão e PPP, levando-se em consideração as cláusulas que atribuem ao poder concedente a responsabilidade pelos impactos de eventos extraordinários, como a pandemia.



Candidaturas

Podem concorrer ao Prêmio iniciativas próprias de qualquer poder concedente ou agência reguladora, vinculado a qualquer ente da federação. O formulário de inscrição está disponível no site do P3C. Cada cadidatura deve submeter à avaliação da organização do evento apenas uma iniciativa. Poderes concedentes e/ou agências reguladoras que desejarem submeter mais de uma iniciativa para a premiação, devem realizar mais de uma inscrição.

As iniciativas que foram desenvolvidas podem ser inscritas pelas agências reguladoras, ou pelos poderes concedentes, ou ainda por ambos, em conjunto ou separadamente. A partir das candidaturas recebidas, cabe à organização do Prêmio selecionar as iniciativas que vão compor as Listas de Indicados às categorias premiadas. Somente as iniciativas que constarem nas Listas de Indicados serão avaliadas pela Comissão Avaliadora da premiação.

Dependendo do número de inscrições, a premiação pode ser dividida em diferentes categorias com iniciativas de destaque sob diferentes aspectos como transparência, agilidade, inovação, entre outros.  Uma mesma iniciativa pode ser selecionada para disputar mais de uma categoria.

Comissão Avaliadora

A Comissão Avaliadora será responsável por eleger as iniciativas vencedoras dentre as listas de concorrentes. Ela será composta por 5 jurados, selecionados pela Organização da Premiação dentre profissionais de notável expressão na área de Concessões e PPPs. A votação para eleger as iniciativas vencedoras será secreta e é vedado aos jurados se manifestarem sobre seus votos.

O presidente da Comissão Avaliadora será o árbitro em caso de empate ou divergência entre os jurados. Não caberá recurso contra qualquer decisão dos Jurados, do Presidente da Comissão Avaliadora, ou da Organização da Premiação.

Premiação

O julgamento acontece entre  10 a 15 de novembro e a cerimônia de entrega da Premiação P3C 2021 será no dia 24 de novembro, em São Paulo, na sede da B3 – A Bolsa do Brasil.

“O P3C é destinado a mudar o patamar dos eventos de infraestrutura. Nossa intenção é fazer uma conferência internacional trazendo pessoas de mais alto nível para discutir as principais pautas do setor”, afirma Maurício Portugal Ribeiro, sócio da Portugal Ribeiro Advogados, especializado na estruturação, nos aspectos regulatórios e no equilíbrio econômico-financeiro, de contratos de concessões comuns e PPPs.

“A B3, enquanto uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo, tem o compromisso de atuar em prol do desenvolvimento do mercado e, junto com seus clientes e com a sociedade, potencializar o crescimento do Brasil. É com esse propósito que apoiamos o projeto P3C, que reunirá representantes dos principais atores do mercado de infraestrutura, tanto do setor público quanto do setor privado”, comenta Guilherme Peixoto Barboza dos Santos, Superintendente de Processos Licitatórios da B3.

“A intenção da Conferência Internacional é trazer a contribuição de atores renomados do setor, além de autoridades, para que haja uma discussão de alto nível acerca das oportunidades e dificuldades que permeiam a infraestrutura no Brasil ”, diz Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do evento.

 

ANPTRILHOS PARTICIPARÁ DO FÓRUM CONSULTIVO DE MOBILIDADE

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Foto: istockphoto/divulgação

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) publicou no último (27/10), no Diário Oficial da União, a portaria designando os membros e respectivos suplentes do Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana, que irá assessorar a Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional na avaliação dos serviços de transporte público coletivo urbanos; na proposição de ações, programas, estudos e projetos; e promoção de intercâmbio de informações sobre experiências nacionais e internacionais relativas ao setor.

A Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) foi nomeada para compor o Fórum e terá como representantes a sua Diretora-Executiva, Roberta Marchesi, e a Gerente de Gerente de Relações Governamentais e Institucionais, Fernanda Adjuto.



“A criação desse Fórum resgata o papel da sociedade civil e a sua responsabilidade na contribuição para a melhoria da mobilidade urbana. A ANPTrilhos sente-se honrada em participar efetivamente desse momento”, destaca a Diretora-Executiva da Associação, Roberta Marchesi.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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DESAFIOS DA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DIANTE DA CHEGADA DO 5G

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Começou a contagem regressiva para a realização da maior licitação do setor de telecomunicações no Brasil!

Diversos municípios brasileiros trabalham no ajuste de suas regras para a instalação de antenas, essenciais para a implantação da nova geração de banda larga móvel, o 5G. E Florianópolis agora faz parte dos municípios brasileiros que estão mais preparados para a chegada do 5G.



O grupo de trabalho do 5G da Vertical de Smart Cities da ACATE trará para este evento a experiência de Florianópolis e de outras cidades brasileiras, apresentando-as aos demais municípios catarinenses, tornando-os também aptos a receber os investimentos e o desenvolvimento social e econômico que o 5G trará. Contaremos com a participação de:

Eduardo Amaral – Coordenador-Geral de Telecomunicações da Secretaria de Desenvolvimento da Infraestrutura (SDI) do Ministério da Economia (ME)
Topazio Neto – Vice-prefeito de Florianópolis
Marcos Lichtblau – Superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da Prefeitura Municipal de Florianópolis
Jair Miotto – Deputado Estadual/SC e Presidente da COMISSÃO DE ECONOMIA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, MINAS E ENERGIA
Silvio Alexandre Zancanaro – Prefeito de Campos Novos e Presidente do Consórcio de Informática na Gestão Pública Municipal – CIGA
Luciano Stutz – Presidente da ABRINTEL e do Movimento ANTENE-SE

 

Moderador
Fernando Gomes de Oliveira – Coordenador do Grupo de Trabalho do 5G da vertical de Smart Cities da ACATE e CEO da DITEC

Quando? Quinta-feira, dia 04 de novembro, das 14h às 16h30.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ONDE ENCONTRAR FINANCIAMENTO PARA TIRAR DO PAPEL OS PROJETOS DE CIDADES INTELIGENTES

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Quando falamos de cidades inteligentes no Brasil damos ênfase às soluções inovadoras, processos de implementação, necessidade de mudança do mindset dos gestores e os benefícios para os cidadãos, mas esquecemos de um ponto muito importante, os recursos financeiros.

Quem vive a rotina de trabalhar na administração pública conhece os desafios de lidar com a limitação de orçamento e aprovação dos pedidos de verbas. Porém, quando se trata de cidades inteligentes, tema que tem apoio e incentivo do governo federal, existem outras formas de conseguir investir na transformação digital do município e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, seja por meio de programas de financiamento de bancos públicos e privados, ou programas de fomento ao desenvolvimento regional.

O Banco do Brasil possui três modalidades de crédito voltadas a municípios para investimento em infraestrutura e bem-estar da população, com financiamento de até 100% do valor da proposta. O BB Financiamento Setor Público pode ser solicitado por estados, Distrito Federal e municípios como uma forma de captar recursos para a melhoria da eficiência na administração pública e aumento da qualidade dos serviços públicos prestados. Já o Programa BB Eficiência Municipal – Progeinfra é uma linha de crédito para suportar investimentos sustentáveis em saneamento básico, eficiência energética e infraestrutura, que conta com o apoio na elaboração do projeto até a aplicação dos recursos, além de auxílio técnico e capacitação. Por último, o Programa Eficiência Municipal é uma opção de crédito mais ampla, que abarca também projetos culturais, segurança pública, mobilidade urbana, inovação, entre outros.



Gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), o Programa Pró-Cidades, tem como objetivo proporcionar aos estados e aos municípios brasileiros condições para formulação e implantação de política de desenvolvimento urbano por meio de financiamentos feitos pela Caixa Econômica Federal, ou BNDES. Os projetos apresentados devem comprovar a finalidade de melhoria do perímetro urbano, a fim de garantir maior efetividade da função social da cidade. 

Também vale a pena ficar de olho no portal do CAF-Banco de Desenvolvimento da América Latina, que oferece empréstimos e apoio técnico para a estruturação de projetos dos setores público e privado da América Latina, a fim de promover o desenvolvimento sustentável dos Estados membros. Em 2020, o CAF aprovou US$14 bilhões em crédito para ajudar os países da região no enfrentamento da emergência econômica, causados principalmente pela pandemia da covid-19.

Além dos empréstimos bancários, outra maneira de conseguir financiamento para projetos de transformação digital do setor público é trocar o CAPEX (Capital Expenditure) pelo OPEX (Operational Expenditure), ou seja, ao invés de investir na aquisição de bens, aplicar o orçamento na contratação de serviços. Quando se trata de tecnologia as mudanças acontecem de forma muito mais rápida do que conseguimos acompanhar, por isso os modelos de negócios como SaaS (Software as a Service) e PaaS (Platform as a Service) estão ganhando mais espaço, utilizando do conceito de contratação de nuvem, seja ela pública, privada ou híbrida. 

Existem muitas formas de viabilizar um projeto de smart city. Além dos bancos e projetos citados aqui, ainda há recursos disponíveis no BNDES e nos editais do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). O gestor público precisa estar atento para não perder oportunidades de investir na melhoria da qualidade de vida e bem estar dos cidadãos. Alguns editais federais ficam parados por falta de inscrições, ou seja, é dinheiro público que deixa de ser bem aplicado por falta de conhecimento dos gestores.

Com apoio do governo federal e as condições especiais oferecidas pelos bancos públicos e órgãos de fomento, fica difícil sustentar o argumento de que a falta de verba impede o investimento em projetos de transformação digital das cidades. Basta fazer uma pesquisa nos portais dos principais bancos e dos Ministérios para encontrar o programa que melhor atende à necessidade do seu município, captar esse recurso e aplicá-lo de forma a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. A digitalização já está presente no dia a dia das pessoas, em diversos níveis, e também é preciso que esteja nos serviços públicos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

ABES ANUNCIA PARCERIA COM A REDE BRASIL DO PACTO GLOBAL E LANÇA DIAGNÓSTICO DE SUSTENTABILIDADE

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Revoluções Industriais e a Sustentabilidade Humana
Foto: Banco de imagem/istockphoto

De olho nos ODSs e ESG, associação lançou no dia 28 de outubro, o Diagnóstico de Sustentabilidade, ferramenta inédita para medir hábitos e ações voltadas para a sustentabilidade das empresas do setor tecnológico

Atenta às discussões sobre meio ambiente e alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e às práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança na sigla em inglês), a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software anuncia parceria com a Rede Brasil do Pacto Global. A parceria busca o desenvolvimento conjunto de iniciativas de disseminação, mobilização, engajamento e compartilhamento de conhecimentos que fortaleçam a implementação de temas comuns das organizações, entre eles, Integridade, Direitos Humanos e Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Além da parceria, a associação lançou o Diagnóstico de Sustentabilidade, ferramenta pioneira e inédita de análise do desempenho de gestão, sob a ótica da sustentabilidade e dos conceitos ESG, que busca entender o estado da responsabilidade social e sustentabilidade das empresas associadas à ABES e demais empresas de base tecnológica. O lançamento ocorreu durante a Mesa Redonda ‘A importância do desenvolvimento sustentável para a competitividade do seu negócio’, no dia 28 de outubro.



A Mesa redonda contou com as presenças de Rodolfo Fücher, presidente da ABES; Helen Pedroso, Diretora de Relações Institucionais do Pacto Global da ONU; Andreia Amorim, CEO da Prosperitate Consultoria em Sustentabilidade; Aron Zylberman, Vice Presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasil de Governança Corporativa, com mediação da jornalista Sabrina Neumann, do Um só Planeta.

“Estamos felizes em colaborar com o Rede Brasil do Pacto Global, na divulgação e engajamento do setor de TI nos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e iniciativas para a Agenda 2030. Como parte desta parceria, estamos lançando um diagnóstico on-line para empresas de base tecnológica, o qual visa aproximar ainda mais os temas ligados à sustentabilidade da gestão das empresas”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Diagnóstico de sustentabilidade

Diagnóstico de Sustentabilidade ABES foi elaborado pela associação, em parceria com a Prosperitate Consultoria em Sustentabilidade, para se tornar uma ferramenta indutora do desenvolvimento sustentável, guiada pelas boas práticas e políticas ESG. Ele está sendo lançado justamente quando o mercado se volta para as discussões da COP26, que ocorrerá de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

“As empresas de tecnologia e software têm um forte poder de transformação nas mãos, só que a maioria ainda tem dificuldade de enxergar o seu papel e impacto social e sustentável no mundo. Por isso, a iniciativa do Diagnóstico Sustentável ABES é tão importante. As empresas que insistirem em fazer negócio visando apenas o lucro estão fadadas ao fracasso. Já passou da hora de o mercado entender que o lucro deve estar associado ao resultado de um processo no qual o propósito move as pessoas e, neste sentido, o melhor caminho é a governança baseada em ESG”, reforça Andreia Amorim, CEO da Prosperitate Consultoria em Sustentabilidade.

A ferramenta está sustentada em referenciais reconhecidos nacional e internacionalmente, implantados por instituições como IBGC, Ethos, Pacto Global e GRI, e orientada pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para o alcance da Agenda 2030 das Nações Unidas. O diagnóstico oferece alternativas de aprimoramento da gestão tech, para um futuro sustentável, orientada pelos princípios de ESG, uma vez que entrega à empresa respondente uma análise sobre o estágio de maturidade da gestão e, ao final, oferece uma série de sugestões de ações para aprimoramento de suas práticas.

ESG

Com o objetivo de assegurar um ambiente de negócios ético e sustentável, além de inovador, dinâmico e competitivo globalmente, e mediante o propósito de construir um Brasil digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento, a ABES tem criado uma série de iniciativas a fim de contribuir com o desenvolvimento das empresas do setor tecnológico facilitando a implantação de ESG (Environment, Social e Governance; em português: Meio ambiente, Social e Governança).

A ABES segue seu compromisso com a mobilização pela redução da desigualdade, atingindo 8 dos 17 ODS. A iniciativa tem o objetivo de apoiar ações de inclusão social que promovam a capacitação na área digital, por meio dos recursos obtidos pela reciclagem de equipamentos de tecnologia e telecomunicações em desuso, reinserindo os materiais na cadeia produtiva através da engenharia reversa. Além disso, a mobilização ajuda a conscientizar empresários e colaboradores sobre o descarte correto de seus equipamentos e atende a Legislação Ambiental e de Segurança de TI, o que gera impacto positivo no meio ambiente e na sociedade.

Em relação a governança, a ABES ajuda as empresas a implementarem seus próprios programas de compliance. Para isso, desenvolveu a Programa Uma Empresa Ética – iniciativa que visa melhorar os padrões éticos e morais das empresas interessadas em adotar um Programa de Integridade que, além de promover a cultura da ética nas corporações, permite a mitigação das penalidades trazidas pela Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) e atende aos requisitos das demais legislações aplicáveis. Ao oferecer gratuitamente às empresas associadas e entidades parceiras, três serviços que compõem os principais pilares de um Programa de Integridade efetivo – um modelo de Código de Ética e Conduta, treinamentos periódicos direcionados aos colaboradores das empresas e um canal de denúncias independente – a associação incentiva o mercado a seguir o caminho da ética e da integridade.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MAIS DE 32 MIL LIGAÇÕES DE ÁGUA JÁ FORAM REGULARIZADAS NESTE ANO EM MANAUS.

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Trabalho beneficia a população e ajuda a manter o sistema de abastecimento com água da cidade operando dentro da normalidade

Mais de 32 mil ligações irregulares de água foram identificadas e regularizadas neste ano, em Manaus. O trabalho faz parte dos investimentos da concessionária Águas de Manaus para reduzir os índices de perda de água tratada na capital. Desde que chegou à cidade, a concessionária conseguiu diminuir o volume de desperdício de água em cerca de 13%, saindo de 74,7% em 2018, para os atuais 65,2%, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

O maior “vilão” do desperdício de água em Manaus são as ligações irregulares. Para combater isso, a empresa está investindo R$ 80 milhões ao longo de 2021, gerando mais de 1.000 empregos nesta ação. O objetivo é dar mais saúde, dignidade e manter, além do fornecimento sem oscilações, o abastecimento com água tratada para toda população.



RISCOS À SAÚDE – As ligações irregulares impactam diretamente na qualidade e na distribuição da água tratada. Em áreas de palafitas, por exemplo, é comum que as tubulações construídas sem nenhum padrão tenham contato direto com a água dos igarapés, aumentando a possibilidade de contaminação por doenças de veiculação hídrica. Além disso, as tubulações irregulares são mais propícias ao surgimento de vazamentos, que prejudicam o sistema de abastecimento regular e causam uma série de problemas nos locais onde aparecem.

VEM COM A GENTE – A principal frente de trabalho na regularização do abastecimento em Manaus é o programa “Vem Com a Gente”. Desde 2018, quando o projeto foi criado, as equipes da Águas de Manaus já percorreram cerca de 381 mil residências da capital. Foram implantados mais de 93 mil metros de redes de água na cidade, em áreas de becos, rip-rap e palafitas, onde a população vive em situação de vulnerabilidade, e que não contavam com redes regulares. O trabalho beneficiou mais de 80 mil moradores somente nestas regiões.

Uma das áreas beneficiadas recentemente é o beco Canela, no Jorge Teixeira, zona Leste da capital. As equipes da concessionária atuaram para retirar as irregularidades na região, implantando mais de 1000 metros de novas tubulações regulares de água. Os 500 moradores do local tiveram o abastecimento regularizado e ainda foram incluídos na Tarifa Social, benefício que garante 50% de desconto no valor das faturas.

Para o gerente comercial, Wellington Rodrigues, a postura da empresa é flexível quando encontra uma situação como a do beco Canelas ou diante de qualquer irregularidade. Para isso, a concessionária se dispõe sempre a ouvir a situação do cliente, negociar e regularizar a ligação.

“Entendemos o cliente e os desafios que estamos vivendo ainda com a pandemia. Com isso, seguimos empenhados em acolhê-los e dar a oportunidade de se regularizar, com todas facilidades possíveis. O objetivo da empresa sempre é o diálogo. Nunca a punição. Ter uma ligação regular só traz benefícios para a população. E temos percebido isso no dia a dia, na satisfação dos clientes que atendemos”, pontua Wellington Rodrigues.

SEMPRE DISPONÍVEL – Empenhada em resolver e regularizar quaisquer situações que sejam de sua competência, a concessionária faz questão de ouvir o cliente, entender suas necessidades e dar o melhor suporte possível. Caso o cliente tenha qualquer dúvida ou queira solicitar algum serviço, a Águas de Manaus possui canais 24h disponíveis. São eles: SAC 0800-092-0195, WhatsApp 98264-0464, site aguasdemanaus.com.br e aplicativo Águas APP.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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