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CCR LANÇA PROGRAMA DE INOVAÇÃO ABERTA PARA SETOR DE INFRAESTRUTURA

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Infraestrutura em Foco: P3C Discute Soluções e Avanços para o Crescimento do país
Foto: Governo do Estado de SP/Divulgação

As melhores soluções para mobilidade humana poderão se tornar projetos-piloto em unidades do Grupo.

O Grupo CCR está com as inscrições abertas para o seu programa de Inovação Aberta – projetado para atrair soluções do ecossistema de startups e empreendedorismo de todas as regiões do Brasil. A iniciativa poderá gerar projetos para os diferentes modais da companhia: trilhos, rodovias, barcas e aeroportos. O desafio está conectado à “mobilidade humana” e ao propósito da CCR, que é cuidar dos serviços de infraestrutura para que as pessoas possam cuidar melhor dos seus caminhos.

“Inovação sempre foi um dos valores da companhia desde a sua criação. Este passo irá nos aproximar ainda mais do ecossistema de startups, em atividade aberta, com o envolvimento do time de inovação da empresa”, disse o diretor de Novos Negócios, Gustavo C. Lopes.



PROGRAMAÇÃO
– Inscrições: de 27/09 a 22/10
– Seleção de cases para o Pitch Day: 29/10

O objetivo é que até o final de dezembro ao menos três propostas sejam transformadas em projetos- piloto que, posteriormente, poderão ser implementados nos modais CCR. “Nossa ideia é alocar o potencial criativo das startups em soluções para a mobilidade humana, foco de atividade da CCR. Com isso, vamos valorizar a cooperação, a troca de ideias e o olhar de longo prazo, pois as soluções inovadoras irão impactar nossos clientes de modo mais efetivo e por muitos anos ou décadas”, afirmou Lopes.

As inscrições para o programa poderão ser feitas no site do evento: https://www.grupoccr.com.br/inovacaoabertaccr
O Grupo CCR mantém longa história com o ecossistema de inovação (ver imagem). Em 2019, fez um aporte na Quicko, primeira startup voltada à mobilidade como serviço (MaaS), que oferece criação de rotas e possibilidades de pagamentos por App, que já teve mais de 4,5 milhões de downloads, e com a realização de dois hackathons. Recentemente, a CCR ingressou no ranking da 100 Open Startups.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EXCLUSIVA, 99 REDUZ OCORRÊNCIAS DE ASSÉDIO EM 13% EM UM ANO EM TODO O PAÍS

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Fotografia/reprodução de ambiente urbano moderno inteligente com veículos autônomos, por meio de representação gráfica de inteligência artificial, nas cores verde e branco. Os carros se conectam aos demais sistemas de mobilidade urbana. Ao fundo, movimentação de pessoas, edifícios e um pouco de paisagismo
Foto: Banco de imagens da Siemens

Redução é resultado do desenvolvimento de IAs que protegem usuárias antes, durante e depois das viagens

Tecnologias identificam passageiras em situação potencialmente de risco e impedem casos

Estados que apresentaram maior redução em 2021 foram Tocantins (76%), Piauí (37%) e Rio (30%)

O aplicativo de mobilidade 99 registrou queda de 13% em ocorrências de assédio na plataforma, por milhão de corridas, em todo o País, no período de julho de 2020 a julho de 2021. De acordo com a empresa, a redução é resultado de investimentos contínuos em tecnologia de ponta e implementação de inteligências artificiais como a Pítia, Atena e Ártemis. Essas IAs identificam usuárias em situações de maior risco para prevenir casos, além de facilitar a denúncia e o bloqueio de agressores.

Em 2021, os estados que apresentaram as maiores quedas nos incidentes foram Tocantins com 76% e Piauí com 37%. Rio de Janeiro fechou o período com redução de 30%, Minas Gerais 16% e São Paulo 13%.



“Segurança é prioridade para 99 e atuamos para sermos a melhor opção de mobilidade, oferecendo transporte rápido, acessível e seguro, principalmente para as mulheres, que representam mais de 60% das pessoas na plataforma. Com nossas ferramentas exclusivas, prevenimos casos, damos suporte às vítimas e identificamos agressores”, diz Tatiana Scatena, diretora de Segurança da 99.

Para proteção das passageiras, a plataforma conta com inteligências artificiais que oferecem segurança antes, durante e depois das viagens. Antes das viagens, IAs chamadas de Pítia e Atena atuam identificando usuárias em situações de maior risco – por exemplo, em regiões de bares e casas noturnas, após determinados horários, com corridas mais longas e chamadas feitas por terceiros. Ao mesmo tempo, os algoritmos analisam os motoristas nas redondezas atribuindo pontuação a cada condutor, baseado em fatores como nota na plataforma e quantidade de reclamações.

Com essas informações averiguadas, a Pítia direciona a chamada dessas passageiras em situação potencialmente de risco apenas para motoristas com melhor qualidade de atendimento ou motoristas mulheres. Simultaneamente, a Atena dispara mensagens de conscientização, incluindo textos sobre a importância de manter o profissionalismo e o respeito, para motoristas antes do embarque dessas passageiras.

Ao final da corrida, a inteligência artificial Ártemis entra em ação rastreando automaticamente e identificando palavras e contextos que podem estar relacionadas a assédio, deixadas nos comentários, ao fim das corridas, banindo agressores e direcionando atendimento humanizado às vítimas. Essa ferramenta foi desenvolvida em parceria com a consultoria feminista Think Eva e, por conta da atuação da Ártemis, são identificadas e banidas, em média 730 pessoas por semana que cometeram algum tipo de assédio.

As inteligências artificiais fazem parte de um amplo plano de segurança feminina desenvolvido pela 99, que inclui outras ferramentas e tecnologias como câmeras de segurança conectadas à Central de Segurança, Gravação de Áudio, Monitoramento de Corridas via GPS, botão para ligar diretamente para a polícia, compartilhamento de rotas com contatos de confiança, além do 99Mulher, que permite que motoristas mulheres tenham a opção de atender apenas passageiras.

Educação e conscientização

Para conscientizar e coibir casos de assédio na plataforma, o app conta com o Guia da Comunidade 99 para promover o respeito e a tolerância entre seus milhões de usuários, numa iniciativa em parceria com o Instituto Ethos, referência na atuação em responsabilidade social empresarial no país.

O guia traz um capítulo dedicado ao combate ao assédio, contendo comportamentos esperados, dicas específicas sobre o que fazer e o que não fazer, além de quais são as medidas aplicadas pela companhia em caso de ocorrência, como bloqueio imediato do agressor e apoio às autoridades. Além disso, explica como denunciar e quais são os canais que fornecem atendimento humanizado às vítimas nesses casos.

O documento foi balizado em entrevistas e consultas específicas com motoristas e passageiras mulheres, além de contar com avaliação e apoio de especialistas como Margareth Goldenberg, Gestora Executiva do Movimento Mulher 360, organização que atua no engajamento de empresas na promoção da equidade de gênero e empoderamento feminino.

Canais de comunicação

A empresa oferece ainda uma central telefônica de emergência 24h, 7 dias por semana, que oferece atendimento humanizado e acolhimento às vítimas. Em colaboração com a Think Eva, a 99 desenvolveu um protocolo de atendimento que inclui suporte, resolução e acompanhamento a eventuais vítimas de assédio, preconceito e qualquer forma de discriminação.

Composta de equipe de segurança treinada, a central conta também com o atendimento exclusivamente feminino para suporte às mulheres que tenham sido vítima de assédio. As analistas são especializadas para apurar os casos e fazer contatos ativos, ouvindo nossas usuárias, suas histórias e fornecendo o suporte necessário.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VW APRESENTA ID.3 E ID.4 NA AMÉRICA LATINA RUMO AO FUTURO DA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL

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Novo padrão brasileiro de autonomia para veículos elétricos é sinal de evolução do mercado

Família ID. é o estado-da-arte em veículos elétricos, proporcionando autonomia de até 550 km e potência máxima de 299 cv;

Segundo Pablo Di Si, CEO da Volkswagen América Latina, os clientes da região podem agora conhecer o que existe de mais moderno em eletrificação da marca Volkswagen no mundo

A Volkswagen apresenta pela primeira vez na América Latina os modelos 100% elétricos da família ID., o ID.3 e o ID.4, que já fazem enorme sucesso em países da Europa, nos Estados Unidos e na China.

“Os clientes da nossa região podem agora conhecer o que existe de mais moderno em eletrificação da marca Volkswagen no mundo”, afirma Pablo Di Si, Presidente e CEO da Volkswagen América Latina. Dentro da estratégia de descarbonização da Volkswagen, que visa neutralizar as emissões de CO2 até 2050, modelos elétricos vão se juntar no futuro aos modelos híbridos e flex com etanol na região. “Teremos muitas novidades para a nossa região em termos de eletrificação rumo à mobilidade sustentável”, completa o executivo.



A estratégia de eletrificação da Volkswagen na América Latina começou em 2019, com o lançamento do Golf GTE híbrido plug-in no Brasil. O passo seguinte foi agora, em 2021, com a apresentação do e-up! totalmente elétrico no Uruguai, país com uma das melhores infraestruturas para veículos elétricos no mundo. Recentemente, o Brasil foi escolhido para sediar o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocombustíveis para mercados emergentes.

“As primeiras unidades do ID.3 e ID.4 desembarcam inicialmente no Brasil e na Argentina, e também serão apresentados para os principais mercados da região em exposições, clínicas com clientes e test drives”, explica Thomas Owsianski, Presidente e CEO da Volkswagen da Argentina e vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen para a América do Sul. “Assim, a Volkswagen reforça seu posicionamento como a marca mais atrativa para uma mobilidade sustentável nos principais mercados globais”, destaca.

ID.3 e ID.4: o futuro está entre nós

Ousados, inovadores, funcionais, tecnológicos e cheios de personalidade. Os modelos da família ID. criam uma nova identidade para a Volkswagen e impressionam em todos os quesitos. Diferente de tudo o que existiu até hoje, eles chamam a atenção por onde passam. É impossível ser indiferente a um ID.

Um dos pontos que mais chamam a atenção, seja no ID.3 ou no ID.4, é o visual arrebatador. Parte deste ‘charme’ está diretamente relacionado com suas proporções únicas, que possibilitaram aos designers da marca aplicar linhas limpas, puras e extremamente modernas.

“Um dos desafios do projeto ID. era fazer com que os modelos não se parecessem com veículos à combustão. E nós conseguimos isso de uma maneira muita especial. As rodas são grandes, a distância entre os eixos bem longa e os balanços dianteiro e traseiros curtos. Isso sem falar no design exclusivo de faróis e lanternas, que garantem tanto ao ID.3 quanto ao ID.4 características exclusivas, seja pela manhã ou durante a noite”, explica o brasileiro Marco Pavone, Head Mundial de Design Exterior da Volkswagen e que teve participação direta na criação dos dois modelos.

O interior também é algo que impressiona e reestabelece novos parâmetros na indústria automobilística mundial, não apenas pelo acabamento com materiais que agregam requinte, mas principalmente pelo amplo e prático espaço interno.

Um dos pontos que mais chamam a atenção, seja no ID.3 ou no ID.4, é o visual arrebatador. Parte deste ‘charme’ está diretamente relacionado com suas proporções únicas, que possibilitaram aos designers da marca aplicar linhas limpas, puras e extremamente modernas.

“Um dos desafios do projeto ID. era fazer com que os modelos não se parecessem com veículos à combustão. E nós conseguimos isso de uma maneira muita especial. As rodas são grandes, a distância entre os eixos bem longa e os balanços dianteiro e traseiros curtos. Isso sem falar no design exclusivo de faróis e lanternas, que garantem tanto ao ID.3 quanto ao ID.4 características exclusivas, seja pela manhã ou durante a noite”, explica o brasileiro Marco Pavone, Head Mundial de Design Exterior da Volkswagen e que teve participação direta na criação dos dois modelos.

O interior também é algo que impressiona e reestabelece novos parâmetros na indústria automobilística mundial, não apenas pelo acabamento com materiais que agregam requinte, mas principalmente pelo amplo e prático espaço interno.

Os softwares evoluem rapidamente. Com ‘Updates Over-the-Air’, os modelos da família ID. não só estão constantemente atualizados para oferecer a melhor experiência para os seus usuários, como permitem que eles melhorem como veículos regularmente. Um benefício de muito valor, que antes era simplesmente inimaginável para um automóvel comercializado em série.

Realidade aumentada no dia a dia

Os modelos ID. contam com head-up display, com informações projetadas no para-brisa em realidade aumentada. Tanto o ID.3 quanto o ID.4 podem projetar inúmeros dados em 3D, sobre funções do veículo, recursos de segurança e até sistema de navegação. Tudo em realidade aumentada!

‘Carro Mundial do Ano 2021’

Por todas essas inovações, o ID.4 foi eleito ‘World Car of the Year 2021’, o mais conceituado prêmio da indústria automotiva, avaliado por jurados de todo o mundo, inclusive da região América Latina. Além disso, os modelos da família ID. receberam a nota máxima (cinco estrelas) no Euro NCAP na proteção para adultos e crianças, dentro dos mais rigorosos padrões de em testes de segurança da atualidade.

Definitivamente, o ID.3 e o ID.4 são o estado-da-arte em inovação e mobilidade sustentável. E vem muito mais por aí…

Com informações da Assessoria de Imprensa

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USO DA TECNOLOGIA FACILITA ACESSO AO SUS EM MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO

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Central de Atendimento Digital UniCidadão: humanização no atendimento e gestão mais eficiente na saúde.

UBS digitais já são realidade em Itapevi, Jaú e Cotia, que contam com 100% das unidades informatizadas

A telemedicina, como modalidade de atendimento em saúde, expandiu o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) pelos cidadãos brasileiros e deve permanecer como um dos legados da pandemia. Impulsionada pela Lei Nº 13.989/20, de 15 de abril de 2020, que autorizou a prática da Telemedicina no país enquanto durar a pandemia, a modalidade segue em expansão porque reduz a exposição, tanto de médicos quanto da população com a eventual ida à unidade de saúde.

A tecnologia – aplicada à gestão e que também possibilita a prática da telemedicina – é uma importante ferramenta para a gestão em saúde. Mais avançada na rede privada, a implementação começa a se expandir no sistema público. Segundo pesquisa da Associação Paulista de Medicina (APM), divulgada em 2020, 90% dos 2.258 médicos entrevistados afirmaram que o sistema público de saúde pode ser beneficiado com tecnologias de informação e comunicação de forma a diminuir as filas de espera e melhorar o atendimento. Os profissionais de saúde veem uma oportunidade, mesmo que a longo prazo, conforme acrescenta o estudo. Itapevi e Cotia, na Grande São Paulo, e Jahu já contam com unidades 100% informatizadas e oferecem teleatendimentos à população.



Sistema de Gestão

Em Itapevi, mais de 90 mil cidadãos já estão cadastrados no sistema de gestão de saúde da prefeitura (sistema Saúde Simples), que foi implementado em fevereiro deste ano e já contabiliza 66 mil atendimentos realizados.

“Minha expectativa em relação à informatização e digitalização de todo sistema municipal de saúde é que a gente consiga realmente trazer maior agilidade, eficiência e eficácia a todos os processos realizados na área de saúde. Hoje, em pleno século 21, não se pode mais pensar em um serviço de saúde sem que tenhamos um banco de dados confiável, histórico do paciente em todas as unidades, agilidade nas marcações de consulta, agilidade no resultado de exames e que seja acessível a todos, tantos aos profissionais como aos usuários. Então, minha expectativa é que a gente tenha um avanço em todo o processo de informatização e principalmente que ele gere os relatórios gerenciais tão importantes para as tomadas de decisão, que devem ser baseadas nos dados que forem captados e disponibilizados de acordo com os atendimentos e procedimentos realizados”, explica Luiza Nasi Fernandes, Secretária da Saúde de Itapevi.

No município de Jahu, o Saúde Simples está implementado desde 2020. Com o módulo de gestão de estoques e farmácias, a prefeitura consegue rastrear os medicamentos em estoque, controlar lote e validade dos itens, além de agilizar o processo de reposição dos remédios de forma automática. Em 1 ano de implementação, o sistema já possibilitou a dispensação segura de cerca de 30 mil medicamentos.

Teleatendimento

Em Cotia, projeto que é considerado um dos pioneiros no estado de São Paulo e teve início em março de 2020, a população beneficiada é de pouco mais de 151 mil habitantes, que realizam exames e se consultam com médicos de diversas especialidades. Cerca de 50 mil teleatendimentos foram realizados na cidade.

“Para chegar a esse número foi necessário ampliar a possibilidade de acesso, ofertando um aplicativo que pode ser instalado nos aparelhos celulares, onde os moradores possuem a praticidade e facilidade em se cadastrar e gerir o cuidado com a saúde na palma das mãos”, explica Amaury Cunha Carvalho, diretor da OM30, empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma.

Dezoito médicos realizam em média 650 consultas por semana de maneira remota. A prefeitura conta também com cinco profissionais que atuam no backoffice e são responsáveis pela triagem, otimizando a hora de trabalho dos especialistas, que têm a atenção totalmente voltada ao atendimento. Em um ano, cerca de 50 mil teleatendimentos ocorreram a distância. “Isto impacta diretamente no combate à pandemia, pois reduz aglomerações, garante a segurança dos médicos e pacientes, e assim minimiza novos contágios, além de diminuir as filas de espera”, acrescenta Amaury. O serviço começou a ser oferecido em Cotia logo após a sanção da Lei Nº 13.989/20, de 15 de abril de 2020, e a plataforma foi implementada em menos de um mês.

“Nos últimos anos, o serviço de saúde deu passos importantes de inovação e de tecnologia. A telemedicina é o reflexo de um destes avanços que se somam a outros. Todos os nossos trabalhos são voltados para a excelência no atendimento e no acolhimento adequado aos usuários do sistema, pois sabemos que cada falta implica em represamento da demanda”, destaca o prefeito de Cotia, Rogério Franco.

Entre as especialidades atendidas em Cotia estão: reumatologista, alergista, cardiologista, cirurgião vascular, dermatologista, endocrinologista, gastroenterologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, pneumologista e urologista. Durante o atendimento, os médicos podem emitir atestados, receitas médicas e pedido de exames. Segundo Amaury Carvalho, o sistema de atendimento a distância garante toda a segurança e privacidade necessária, como prontuários eletrônicos totalmente protegidos, prescrição médica com assinatura digital (receituário e atestados), facilidade de acesso e usabilidade simples, possibilitando melhor atendimento e prestação de serviços. “A tecnologia atende à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo proteção da privacidade de todos os dados pessoais envolvidos no sistema”, enfatiza Carvalho.

De acordo com especialistas, a tendência da telemedicina é de crescimento, sendo o modelo híbrido – atendimento presencial e de forma remota – a melhor forma para ampliar o acesso à saúde. Tanto a maioria dos médicos quanto os planos de saúde são favoráveis e defendem o avanço da regulamentação da Telemedicina no pós-pandemia, segundo levantamento da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) publicado neste ano e a pesquisa da APM. Estima-se que 55% dos pacientes brasileiros já fizeram uma consulta usando essa modalidade. Entretanto, esse número é ainda maior entre os que possuem plano 62% que os não segurados 37%, conforme apontam os dados da empresa Capterra.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PENSAR GLOBAL, AGIR LOCAL: O COMBATE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS A PARTIR DAS CIDADES

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Cidades Inteligentes
Foto: banco de imagens/istockphoto

Embora as consequências do aumento da temperatura tenham impacto global, as ações de mitigação dependem basicamente de mudanças locais

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicou, em agosto de 2021, uma análise sobre o estágio atual das alterações no clima e uma projeção para o futuro. A temperatura do planeta aumentou 1,07º C em relação ao período pré-industrial (1850) e os últimos oito anos foram os mais quentes já registrados nesse intervalo de tempo.  As análises futuras, com base na série histórica, são alarmantes: se não contivermos as emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa, o mundo caminhará para níveis de temperatura entre 3,3 a 5,7°C mais altas no final do século XXI, muito abaixo da meta global definida de até 1,5°C.

Embora as consequências do aumento da temperatura tenham impacto global, as ações de mitigação dependem basicamente de mudanças locais. Agora, como nunca, o termo “pensar global, agir local”, formulado pelo sociólogo alemão Ulrick Bech, é tão necessário.



As estratégias para redução das emissões dos gases de efeito estufa são claras, mas desafiadoras: precisamos reduzir o uso de combustíveis fósseis, aumentar a cobertura florestal e promover a redução, reuso e reciclagem dos resíduos. Para as cidades, isso significa repensar o sistema de transporte público, a coleta e tratamento dos resíduos, o aumento de áreas verdes no planejamento urbano e incentivo a construções mais sustentáveis.

Bons exemplos de ações para cidades mais inteligentes, humanas e sustentáveis foram apresentados no último evento “Connected Smart Cities”. O ranking das cidades premiadas é uma boa referência de medidas possíveis em diferentes eixos temáticos. A cidade de Niterói (RJ), por exemplo, primeira colocada no eixo governança, instituiu uma secretaria exclusiva para tratar das questões climáticas. As ações propostas na agenda 2030 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável também são um excelente norteador na construção do planejamento municipal.

A construção de um futuro viável para a humanidade nesta casa compartilhada que chamamos de Terra depende diretamente das decisões que tomamos, desde as pequenas ações do dia a dia até as grandes políticas públicas acordadas entre nações. Precisamos trabalhar juntos para legar às próximas gerações a melhor herança possível: um planeta habitável.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

STARTUP SE DESTACA TENDO O GOVERNO COMO ÚNICO CLIENTE NO PORTFÓLIO

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O Aprova Digital apresenta soluções ágeis e sustentáveis que beneficiam prefeituras e cidadãos em todo Brasil

Nos últimos anos, o Brasil apresentou um crescimento significativo no número de startups. Segundo dados da Associação Brasileira de Startups, a quantidade de empresas desse porte saltou de 4 mil em 2010, para mais de 12 mil no início de 2021. A estimativa é que atualmente o país conte com aproximadamente 15 mil startups. Mas dentre todos os segmentos, um deles possui um diferencial que chama atenção. São as GovTechs, startups que têm como objetivo promover soluções que melhoram os serviços e processos públicos, cujo governo como único cliente em seu portfólio.

De acordo com o CEO e fundador do Aprova Digital, Marco Antonio Zanatta, plataforma 100% online que digitaliza os serviços públicos, a escolha por ter o estado como cliente vai além das carências tecnológicas que as prefeituras possuem. “Trata-se de um negócio de alto impacto, que melhora a vida de milhões de pessoas. Embora o processo de compra pública ainda seja complexo e demorado, atuar com prefeituras e servidores é extremamente gratificante quando observamos os resultados proporcionados para os nossos clientes finais, que são os cidadãos brasileiros”, explica Zanatta.



Se de um lado o mercado ainda é pouco competitivo, do outro os desafios das govtechs são gigantes. Além das dificuldades inerentes para toda startup que começa a empreender, quando se trata de atuar com o governo, alguns requisitos são obrigatórios para participar de licitações, como por exemplo a exigência de apresentar cases de sucesso. Apesar disso, segundo Zanatta, o cenário para esse modelo de negócio é positivo.

Para ele, um dos avanços tem a ver com a institucionalização de leis como a 182, que estipula o Marco Legal das Startups e cria uma série de mudanças para melhorar a competitividade, investimento e desenvolvimento econômico das govtechs. Outros projetos de lei ou medidas provisórias também vão ao encontro dessa mudança de cenário do empreendedorismo brasileiro. É o caso da MP 1040 que pretende facilitar o ambiente de negócios no Brasil. “Essa movimentação corrobora para melhorar o cenário não só das govtechs, mas de quem simplesmente deseja empreender”, ressalta Zanatta.

O Aprova Digital está neste mercado há quase cinco anos e se diferencia pela agilidade na implantação de sua plataforma e pela sustentabilidade em suas soluções, cuja missão é deixar todas as prefeituras do Brasil 100% à prova de papel. “Além disso, nos quesitos técnicos, somos a govtech que mais integra com outras plataformas, sejam governamentais ou não. Nossos formulários são 100% customizáveis, não temos produtos de ‘prateleira’ engessados – ou que não se adaptam à realidade das prefeituras – e contamos com um suporte que atende tanto cidadãos quanto às prefeituras. Portanto, não ficamos limitados a treinar e deixar nossos clientes na mão”, finaliza Zanatta.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL DA LGPD

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A lei geral de proteção de dados já está custando milhões de reais em condenações e indenizações para empresas, e os desafios para melhorar esse cenário são enormes, mas o mercado já dispõe de novos modelos de atendimento para atender a essa demanda

 A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) sempre causou polêmica e dúvidas quando debatida. Decorrente de diversos adiamentos nos trâmites legais, a lei foi entrando em vigor “aos pedaços”. Porém agosto de 2021 foi o seu marco final, e agora a lei está em vigência integral, o que inclui as temidas multas de R$ 50 milhões ou até 2% do faturamento por infração.

Segundo um levantamento realizado pela consultoria ICTS Protiviti, o número de empresas que ainda não estão preparadas é de aproximadamente 80%. Um dos motivos para essa alta quantidade é a insegurança jurídica que o Brasil passa para as empresas, e a maior parte delas imaginou que a regulação não saísse do papel. Mas a LGPD é decorrência de uma tendência mundial, e a ausência de uma legislação nesse sentido causaria prejuízos ao país perante o comércio internacional.



“O cenário atual é caótico. Empresas já começaram a ser multadas em milhares de reais, e os empresários estão correndo atrás do tempo perdido, e neste primeiro passo muitos já tropeçaram. Por ser uma legislação nova e onde houve pouca procura até então, são poucos os profissionais já capacitados e com experiência para condução desses projetos. Boa parte de nossas demandas hoje são para consertar projetos que não deram certo”, comenta Alberto Azevedo, CEO da CYB3R Brasil.

A busca pela regularização já tem movimentado diversos setores, que planejam como atender toda essa demanda. Porém devido a multidisciplinaridade do assunto, o mercado tem se organizado em parcerias, onde escritórios de advocacia, por exemplo, trabalham em conjunto com empresas de TI e de segurança da informação para dar conta de um projeto como um todo. “Isso torna a empresa contratante, refém das parcerias estabelecidas anteriormente pela empresa que ela deseja contratar”, ressalta o CEO da startup CYB3R.

A startup produziu um modelo operacional que se propõe a fazer algo antes considerado impossível. Colocar todos os recursos disponíveis sob um único “guarda-chuva”, para então alocar em cada projeto, a exata a combinação ideal de recursos de acordo com as especificidades de cada cliente e projeto.. Foi desse trabalho que surgiu, por exemplo, o CYB3R DPO, uma joint venture de profissionais e empresas atuantes da área de privacidade e proteção de dados, que até o fechamento dessa edição, reunia mais de 3400 recursos diferentes em 238 cidades do Brasil. “A contratante não se incomoda com nada e ainda economiza dinheiro. A gente aloca os profissionais e empresas que ela precisa, no momento que ela precisar deles” explica Azevedo

Com a escassez de mão de obra qualificada, e as complexidades inerentes ao tema, as empresas ainda terão um bom caminho a percorrer. Mas com cada vez mais projetos e equipes integradas, atuando de forma conjunta em projetos orquestrados pela CYB3R, a LGPD pode ficar em dia no país. “Caiu como uma luva em um mercado que enfrenta uma forte crise por mão de obra qualificada” explica Marcelo Crespo, sócio do Peck Advogados, escritório especializado em direito digital que faz parte da joint venture liderada pela startup.

Mas não são somente as empresas contratantes que estão animadas com o novo modelo de contratação disponível. Davis Alves, presidente da ANPPD (Associação Nacional dos Profissionais de Privacidade e Proteção de Dados) comenta: “O modelo de contratação criado pela CYB3R é interessante, porque oferece vantagens tanto para os profissionais atuantes na área quanto para as empresas que contratam esses serviços, por essa razão a ANPPD é uma apoiadora oficial do projeto CYB3R DPO”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PTI-BR E I2A2 OFERECEM PROGRAMA GRATUITO DE CAPACITAÇÃO EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS INSCRIÇÕES VÃO ATÉ 30/09

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Veja quais são as cidades com as maiores economias do Brasil
Foto: istockphoto/divulgação

Em uma parceria inédita firmada com a instituição canadense, o Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) traz ao Oeste do Paraná curso em inteligência artificial de renome internacional, voltado aos estudantes e profissionais da área

O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) e o Instituto de Inteligência Artificial Aplicada (I2A2), com sede em Toronto, no Canadá, estão com inscrições abertas para o Programa de Capacitação em Inteligência Artificial (IA), voltado para estudantes e profissionais da região Oeste do Paraná. Fruto de um termo de cooperação técnica, científica e cultural firmado ainda em agosto deste ano pelas duas instituições, o programa oferece 100 vagas para realização do curso gratuitamente. As inscrições podem ser realizadas até 30 de setembro.Educação como forma de transformação social. Esse foi o pontapé inicial para que o PTI-BR e o I2A2 unissem forças, com o apoio do T2I Group e da Data H (representante do Instituto canadense no Brasil), para trazer à Foz do Iguaçu um dos mais renomados programas de capacitação em Inteligência Artificial do mundo. Com o viés social, a expectativa da parceria é estimular a qualificação profissional dos participantes e, consequentemente, a aplicação dos novos conhecimentos no desenvolvimento de produtos e serviços inovadores para a sociedade e o mercado.

Para o general Eduardo Garrido, diretor superintendente do PTI-BR, a parceria é mais uma das iniciativas do Parque Tecnológico visando o desenvolvimento da região oeste do Paraná: “A inteligência artificial tem grande potencial para transformar o mundo que conhecemos hoje. Por meio dessa cooperação, buscamos acompanhar a velocidade do avanço do conhecimento, trazendo a inovação e a atualização tecnológica para gerar impactos positivos no crescimento da região, projetando-a como uma referência nacional e internacional”, disse o general Eduardo Garrido.

Da mesma forma, o empresário Cid Vianna, diretor de novos negócios do T2I Group e facilitador deste projeto, acredita que o Paraná possui muito potencial intelectual e de mercado ainda inexplorados e que, mobilizações como essa auxiliam a criar um ambiente favorável para a inovação: “A inteligência artificial é uma revolução em andamento, que visa melhorar e facilitar as diversas áreas da nossa sociedade. Com o Programa, queremos contribuir para mudar o cenário da educação tecnológica no Brasil, construindo uma rede de profissionais qualificados e capazes de moldar um ecossistema propício para a inovação.”, complementa.

Sobre o programa
O programa será realizado de maneira remota, com aulas online, sendo composto por seis módulos que terão a duração de seis meses cada, totalizando aproximadamente três anos de curso. Os estudantes receberão semanalmente o material a ser estudado e, ao final de cada semana, serão realizados encontros entre eles e os tutores com o intuito de revisar o conteúdo proposto.

A cada três semanas será lançado um problema relacionado aos assuntos vistos até então e suas respostas devem ser entregues no encontro da quarta semana, possuindo caráter eliminatório. Ao longo do curso, os participantes serão capacitados a compreender e encontrar soluções para problemas que envolvam: Advanced analytics em dados tabulares (módulo 1), Visão computacional (módulo 2), Processamento de linguagem natural (módulo 3), Robótica e sistemas autônomos (módulo 4).

Segundo Evandro Barros, CEO da Data H, “a demanda por profissionais especializados em inteligência artificial é alta no Brasil e no mundo. É uma área que cresce diariamente, e as possibilidades de atuação são imensas, assim como a remuneração. O Programa, com reconhecimento internacional, é uma oportunidade única de desenvolvimento para atuar nesse mercado.”

Como participar
As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do site do I2A2 até 30 de setembro. Ao entrar no link, o candidato deve realizar um breve cadastro, preenchendo os espaços indicados com informações de identificação, formação acadêmica e seu nível de conhecimento nas áreas básicas exigidas para participar do programa.
Para ser aceito, o candidato deve ter conhecimentos mínimos de: Matemática (álgebra linear, álgebra vetorial e geometria analítica, análise combinatória e probabilidades), Estatística (estatística descritiva e inferencial), Programação (preferencialmente a linguagem Python).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COMUNICAÇÃO SEM INTERMEDIÁRIOS NO SETOR PÚBLICO

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mobilidade
Foto: banco de imagens/istockphoto

O bem-estar social e a participação popular através da interatividade e do uso de ferramentas tecnológicas de livre acesso

Sempre que possível, aproveito meu tempo livre com meu filho de três anos, entre as atividades recorrentes estão as brincadeiras em uma praça perto de nossa casa. Nós dois já fazemos parte do grupo da praça e sempre reencontramos figuras recorrente, entre elas está a senhora Maria Geralda, também moradora da região de Venda Nova, em Belo Horizonte, que, neste dia específico, estava bastante incomodada: ao seguir com o neto para a praça que fica em frente a sua casa, notou que um galho da grande paineira que fica no meio do jardim, estava bastante inclinado, a ponto de se romper e vir ao chão, onde as crianças poderiam estar brincando. Logo ela comentou: “Deve ter sido a ventania dessa noite”. Devendo estar nos seus mais de 70 anos, dona Maria Geralda demonstra que a sabedoria da idade também se manifesta na surpreendente habilidade em lidar com a tecnologia. Logo pegou o celular na bolsa, tirou uma foto, entrou no aplicativo da Prefeitura de Belo Horizonte e fez uma solicitação de serviço, incluindo ainda a foto da árvore com iminente risco de queda.

Não sabia a minha amiga de parquinho que uma das minhas atividades é a gestão da tecnologia que possibilita este tipo de acesso. Fiquei especialmente interessado no caso, era uma oportunidade de presenciar um cenário de uso sem interferências de qualquer natureza.



Chamou minha atenção a velocidade com que o problema foi encaminhado para prefeitura, que através do acesso a foto, demonstrando a urgência de providência, efetuou a poda em tempo recorde, talvez pelo risco iminente de um possível acidente. Mas, inédito, no entanto, foi a forma como tudo isso se deu: o uso de uma plataforma digital.

Apesar do foco deste artigo estar na interatividade e participação do cidadão na gestão de uma cidade, existe um desafio, muitas vezes oculto, que sem sua implementação este caso poderia não ter um final tão feliz ou uma solução tão rápida: a modernização de todos os processos e fluxos de trabalho que ocorrem para uma demanda desta natureza acontecer, assim como capacitação das pessoas envolvidas, habilidade de classificação de risco e gestão, e tantos outros aspectos que ficam ocultos aos olhos do cidadão. Seria inocência imaginar que apenas o recebimento das demandas por meio digital geraria um efeito de melhoria nos prazos e processos, mas nosso foco hoje é somente a parte visível do processo.

Quando a tecnologia se transforma em um instrumento de empoderamento social e vai parar nas mãos do cidadão comum, o resultado pode ser a integração de interesses coletivos pelo bem-estar de todos.  O caso da dona Maria Geralda se tornou um exemplo comum em uma grande cidade, a exemplo de Belo Horizonte, que se propõe democratizar o acesso às ferramentas virtuais, seja na oferta de internet gratuita, cursos de capacitação ou mesmo na criação de canais interativos, como o PBH App. Afinal, num mundo marcado pelas grandes mudanças e transformações, exercer direitos, cumprir obrigações, o falar, o participar, o acesso a benefícios, como princípio fundamental da vida em sociedade, ganha novo advento com a convergência tecnológica.

Atualmente, somos quase 4 bilhões de pessoas conectadas em todo o mundo, compartilhando informações, recebendo e produzindo dados e dando sentido aos gostos, interesses e sonhos de cada um. Mas, o fantástico é que esse exercer virtual pode produzir grandes e bons efeitos no dia a dia. Foi o que aconteceu com dona Maria Geralda. Chamamos essa experiência de Cidadania Digital.

Cidadania diz respeito à possibilidade de inferir, participar, contestar e fazer valer seus direitos e deveres civis e políticos na sociedade. Como cidadãos, no convívio social, exercermos as duas faces dessa mesma moeda: direito e o dever. No mundo tecnológico também podemos exercer direitos e deveres, fazendo do campo interativo virtual uma grande ferramenta para extensão do domínio social. O desafio, no entanto, está em utilizar de maneira apropriada esse campo de ação que, lamentavelmente para muitos, ainda é um desconhecido. Daí a importância de que gestores públicos encontrem formas de promover a inclusão digital da população, em especial, aquela parcela que foi por anos renegada aos benefícios do estudo, do trabalho e das condições dignas de vida. Afinal de contas, o momento atual coloca a tecnologia em todas as instâncias da sociedade. Mas para quem? Para o mesmo cidadão antes acostumado exercer seus direitos e deveres de maneira analógica, usando os antigos métodos para comunicar suas demandas e cobrar das autoridades a resolução de problemas que até hoje persistem.

Agora, com a tecnologia, esse universo se estende ao campo digital, numa nova cultura e forma. Aquela que o pensador e filósofo Pierre Levy chama desde o final do século passado de cibercultura e que acontece num novo campo, o ciberespaço, concebido de uma  infraestrutura tecnológica e alimentado pelas mais diversas informações. É uma mudança tão monumental que Levy chama este momento de “segundo dilúvio”, como metáfora ao evento bíblico. Por outro lado, enquanto o dilúvio bíblico foi temporário, essa revolução perpetua e tende a se acelerar.

 Não faz sentido se opor a esta realidade, mas entender que esse é um passo importante para a humanidade, encontrando melhores formas de adaptação, compreensão e vivência. Considerando que o cidadão digital é o mesmo sujeito de direitos, deveres, que usufrui de benefícios e tem obrigações, é preciso que também saiba o que pode ou não fazer no universo virtual. Daí levarmos em conta o debate sobre formas de exposição e segurança nas redes digitais.

No Brasil e também em outros países ainda não há uma legislação clara e precisa sobre o assunto, mas isso não impede que possamos promover o entendimento dos limites e cuidados com o uso da tecnologia.

O debate atual sobre a propagação de fake news expos a triste realidade da falta de cuidado na divulgação de notícias e informações. Aliás, falsas notícias sempre circulam e vão continuar circulando. O problema está no impulso cada vez mais acelerado do momento atual, com a popularização da tecnologia e das redes sociais, que tem dado mais velocidade na disseminação de fake news.

No universo do serviço público, a abertura de canais interativos, a exemplo do PBH App, é uma força eficaz que permite ao cidadão o acesso a resolução de demandas, sem intermediários e com contato direto e preciso sobre acompanhamento do pedido, solução e, posteriormente, avaliação de serviços, e tudo isso, dentro da normativa que determina prazos para encerramento dos pedidos. Ou seja, mesmo sem interação física, e utilizando o universo virtual, os problemas da vida cotidiana na cidade podem ter sua solução sem falseamento de informações e com a devida atenção a quem mais interessa o bem-estar social: o cidadão.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

MERCADO DE CARROS ELÉTRICOS CRESCE E CHAMA A ATENÇÃO DE BRASILEIROS PARA MODELOS IMPORTADOS DE LUXO

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Muitas cidades brasileiras têm procurado se adaptar às transformações necessárias à implantação de infraestrutura para os veículos elétricos.
Divulgação PNME

Os veículos elétricos e híbridos vem ganhando espaço nas estradas e o público tem pegado o gosto por esses novos modelos

O carro elétrico já não é uma novidade para o mercado, mas apesar de já estar há um bom tempo disponível, somente agora tem caído no gosto dos brasileiros. Segundo um levantamento da Agência Internacional de Energia (IEA), o primeiro trimestre de 2021 registrou um crescimento de 140% nas vendas no mundo, e o Brasil também acompanhou o aumento.

Ainda se tem um preconceito com a utilização do carro elétrico pelas estradas brasileiras, principalmente por medo de não ter lugares onde possam recarregar o veículo. Mas isso está mudando. Em 2020, uma parceria entre uma montadora de carros e uma empresa de energia resultou em mais de 250 estações de recarga no país. Outro ponto que chama a atenção dos brasileiros é o baixo custo de manutenção e de recarga.



“São pontos que aos poucos vão fazendo os brasileiros repensarem a compra de modelos elétricos. Ainda não caiu no gosto de todos, mas é um setor que vem crescendo, tanto em vendas quanto em infraestrutura. Não me surpreenderia em ter mais solicitações de elétricos do que carros convencionais no futuro”, comenta Rivaldo Santos, CEO da Classic Import.

Apesar de estar crescendo o mercado de elétricos no país, é comum que solicitem importação de outros modelos mais luxuosos e diferenciados para rodarem por aqui. Um dos exemplos são os modelos da conhecida Tesla, que ainda não tem um ponto de venda no Brasil. Rivaldo, que comanda uma importadora de carros, ressalta que quando o cliente deseja um veículo diferente do praticado no mercado nacional, a única saída é fazer a importação sob encomenda e trazer o modelo do seu gosto.

“Recentemente solicitaram para que importasse um modelo do Tesla, o Model 3. Por ser um carro econômico, de excelente performance e não ter como adquirir no Brasil, só resta ao cliente solicitar uma cotação para importação. Outros veículos que solicitam muito são o Tesla Model X, e o Ford Mustang Mach-E. Estamos realizando agora uma encomenda de uma 2022 F-150 Lightning, novo lançamento da Ford Americana. As vezes sai mais em conta importar um carro com mais atributos, do que comprar os que estão em solo nacional”, ressalta Rivaldo Santos.

Segundo um estudo realizado pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF), até 2040 teremos mais de 56 milhões de veículos elétricos no mundo. Com a preocupação sobre o meio ambiente, e com as vantagens econômicas que o carro propõe, é questão de tempo até caírem no gosto de todos os motoristas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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