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ABES LANÇA PROGRAMA RECITECH COM FOCO NO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL

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ABREE

O Programa ReciTech apoirá projetos de inclusão e capacitação digital, por meio do descarte e reciclagem de equipamentos de tecnologia

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software, em parceria com o Instituto Observatório do Terceiro Setor e a ReUrbi, lança o Programa ReciTech com o objetivo de oferecer serviços de logística reversa nos descartes de equipamentos de tecnologia e telecomunicações em desuso para gerar materiais que serão reinseridos na cadeia produtiva, com devolutivas econômicas, ambientais e sociais.

A ação também vai apoiar projetos de inclusão e capacitação digital, por meio de doações de equipamentos recondicionados.



“Uma das principais preocupações do Observatório do Terceiro Setor é provocar uma sintonia dos diversos agentes públicos e privados para contribuir com o desenvolvimento da sociedade e diminuir a desigualdade do país. Essa parceria representa o caminho para as organizações darem uma resposta ao momento de dificuldade provocada pela pandemia”, afirma Joel Scala, diretor do instituto.

Além de conscientizar os empresários e seus colaboradores no descarte correto de seus equipamentos e atender a Legislação Ambiental e segurança de TI, o programa ReciTech tem o objetivo de gerar impacto positivo no meio ambiente e na sociedade, alinhado às melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), trazendo resultados financeiros a serem destinados a projetos de inclusão e qualificação sociodigital.

“O programa ReciTech vem para assegurar de forma gratuita, simples e fácil as empresas, independente do seu porte, a aderirem as melhores práticas de governança socioambiental, alinhadas ao Pacto Global da ONU. Além do programa oferecer uma finalidade adequada para os produtos em desuso, protegendo o meio ambiente, contribuirá para a inclusão e qualificação sociodigital”, explica Rodolfo Fücher, presidente da associação.

Além disso, dentro da programação de rádio do Observatório do Terceiro Setor, as empresas poderão participar de miniprogramas exclusivos sobre a campanha para apresentar suas iniciativas e como estão colaborando. Uma vídeo-série sobre o descarte de resíduo eletrônico também será publicada nos canais das instituições, mostrando todas as fases de reciclagem realizadas pela ReUrbi, no programa ReciTech.

O ano de 2020 mostrou a sociedade e as empresas que precisamos melhorar muito nossa relação com o meio ambiente e que o acesso à educação e a empregabilidade passa necessariamente pela inclusão digital, este é o caminho para uma sociedade mais justa e inclusiva. “Através do processo de Logística Reversa e reciclagem dos equipamentos eletrônicos em desuso, evitamos a emissão de mais de 2.460.000 kg de gases de efeito estufa e mais de 15.330 kg de metais tóxicos. “Essa importante parceria com a ABES possibilitará o aumento desses resultados tão importantes para o meio ambiente e o acesso à tecnologia através do crescimento dos mais de 80 projetos de inclusão sociodigital já atendidos por nossa empresa”, ressalta Ronaldo Stabile, CEO da ReUrbi.

O programa está alinhado com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades, visando melhor qualidade de vida para todos, de forma inclusiva e igualitária. Para saber mais acesse: https://abessoftware.com.br/programa-recitech/

Com informações da Assessoria de Impensa da ABES 

PLATAFORMA PNME LANÇA 1º ANUÁRIO BRASILEIRO DE MOBILIDADE ELÉTRICA

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A Opencadd e do Sindinstalação, com apoio da ABVE realizarão o evento: Infraestrutura e carros elétricos: a correria para atender o presente.
Foto: Dani Catisti/Copel

O 1º Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica  apresenta um panorama do ecossistema da no Brasil e tem o propósito de contribuir com desenvolvimento das políticas públicas para o setor

No próximo dia 15 de março, às 14h, a Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) lança o 1º Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica. A apresentação do levantamento acontece em evento virtual e transmitido ao vivo e, na ocasião, será destacada a importância e as implicações da publicação para esta pauta no Brasil.

Participam do evento de lançamento: o coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis; o empreendedor e pesquisador da Barassa & Cruz Consulting (BCC), Edgar Barassa; e a professora da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Flavia Consoni.



O estudo apresenta amplo panorama deste ecossistema no País, com análise dos impactos da pandemia da Covid-19,  e tem o propósito de gerar conhecimento para estimular o desenvolvimento do mercado, com o fomento da aprendizagem no setor, além de oferecer bases ao desenvolvimento de políticas públicas para o tema. Identificar novas oportunidades para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico, com o objetivo de aumentar o sincronismo com organizações da sociedade civil, que tratam da mobilidade elétrica ou atuam de forma tangencial, também está na finalidade do levantamento.

“Este Anuário foi elaborado ao longo de meses de trabalho e com a contribuição de especialistas com profundo conhecimento e vivência do setor e sob a direção da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME). O estudo foi construído para gerar um panorama abrangente desta pauta tão fundamental para o desenvolvimento sustentável do Brasil”, disse o coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis.

Regis enfatiza alguns pontos do levantamento: “Logo no capítulo inicial, tratamos dos drives e alavancadores da mobilidade elétrica, com  informações sobre a tecnologia da eletrificação de veículos e sua correlação com a segurança energética, a agenda ambiental, a saúde pública, o ecossistema de inovação e o transporte público, além de uma visão global sobre o mercado”.

Alguns destaques do 1º Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica

O segundo capítulo do Anuário trata da Mobilidade Elétrica e suas inter-relações no contexto nacional, seguindo para uma reflexão sobre o ecossistema que existe e pode se desenvolver ainda mais no País. Já no terceiro capítulo, a publicação traz informações sobre os atores, as políticas públicas e os instrumentos de fomento e o ambiente de negócios, com um especial destaque aos fornecedores e o papel dos acumuladores na cadeia produtiva.

O quarto capítulo analisa os impactos da Covid-19 na Mobilidade Elétrica no contexto nacional, com reflexões sobre barreiras e oportunidades criadas. No capítulo cinco, a visão de futuro para o setor no País, traz dados sobre perspectivas de mercado e infraestrutura para o horizonte 2030. O fechamento do conteúdo principal, no sexto capítulo, analisa os aspectos de governança e articulação.

Os conteúdos do Anuário são organizados em três apêndices, que complementam o conhecimento sobre a produção, o mercado, a pesquisa, as políticas públicas e a atuação da sociedade civil em torno desta pauta.

A publicação será disponibilizada, gratuitamente, para download em formato PDF no site da PNME

As inscrições para o lançamento do Anuário são gratuitas e podem ser realizadas em: https://evento.pnme.org.br/1o-anuario-brasileiro-de-mobilidade-eletrica/

Sobre a Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME)

A PNME tem a missão de contribuir para a implementação de práticas para o desenvolvimento sustentável da mobilidade elétrica no Brasil. A iniciativa foi criada como um espaço de articulação de atores importantes no universo da Mobilidade Elétrica, com a presença de representantes do governo, da indústria, da academia e da sociedade civil para construir metas de longo prazo, considerando os pontos de vista do desenvolvimento tecnológico, de políticas públicas governamentais e do mercado.

A Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica estimula a atuação em rede, a troca de informações e conhecimentos e contribui, ainda, com mecanismos de aprendizagem e de formação de competências. A PNME foi co-criada pelos atores do setor e agrega mais de 30 instituições, numa estrutura de governança baseada em um planejamento definido também coletivamente, sob a liderança de um Painel Estratégico e com atividades coordenadas por um Secretariado Executivo, com a presença de comissões temáticas e grupos de trabalho, que trabalham em prol do propósito da Plataforma e preservando suas agendas individuais.

Neste sentido, a realização do 1º Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica, para o qual a Plataforma prevê edições regulares de atualização, materializa uma das principais contribuições da PNME para o ecossistema.

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A CAPITAL DA ISLÂNDIA ESTÁ ENTRE AS CIDADES MAIS INTELIGENTES DO MUNDO

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Fotografia aérea de um bairro localizado na capital da Islândia, Reykjavik, composto por casas coloridas com os telhados cobertos de neve.

Como Reykjavik, uma cidade com menos de 200 mil habitantes, desenvolveu políticas para se tornar uma cidade inteligente, sustentável e conectada. 

Reykjavik é a capital da Islândia e conta com aproximadamente 130 mil habitantes. Com a população total do país chegando a 330 mil, é possível afirmar que um grande percentual dos habitantes reside na capital e, ainda, em outras cidades: a urbanização na Islândia chega a 94%, sendo uma das maiores taxas do mundo e com 20 pontos percentuais acima da média europeia.

De acordo com o estudo IESE Cities in Motion Index, que ranqueia as cidades mais inteligentes do mundo, Reykjavik assume a quinta posição, recebendo destaque para o eixo ambiental. Graças às riquezas naturais do país, as cidades contam com abastecimento de energia geotérmica, que é produzida com base na atividade vulcânica, sendo uma fonte limpa, renovável e com menos impacto ambiental.     



Com isso, a oferta de carros elétricos é bem maior que no resto da Europa: com postos de gasolina e edifícios com estrutura para a recarga, 15% das vendas de novos automóveis são de carros elétricos, sendo que na Europa o mercado é de apenas 1,4%. Por conta do clima frio, a primeira opção de locomoção da cidade ainda são automóveis individuais. Apesar disso, o governo instalou medidas que tem como objetivo incentivar o uso do transporte coletivo, como aumentar os impostos sobre a gasolina e diesel, além de reduzir a velocidade máxima para 60km/h nas vias expressas e 30km/h nas vias com pedestres. 

A cidade também conta com uma das redes de fibra óptica mais avançadas do mundo, oferecendo 100% de conectividade pelo programa Fiber to The Home (FTTH). A velocidade média da Internet no mundo é de 3,5 megabits por segundo, sendo que em países desenvolvidos essa velocidade pode alcançar até 10 megabits. Com esse tipo de rede, Reykjavik pode alcançar até 500 megabits por segundo, permitindo a conexão de diversos provedores e serviços. 

Outro ponto essencial para a criação de uma smart city é a forma como a população ocupa e circula pelo espaço urbano. A capital da Islândia foi desenvolvida pensando no cidadão: os espaços públicos são desenhados para pedestres, com pontos de ônibus com aquecimento, iluminação nas ruas e uma arquitetura planejada para que o cidadão desfrute da paisagem. 

As diferenças entre Reykjavik e as cidades brasileiras são substanciais: passando pelo clima até diferenças histórico culturais, é quase impossível comparar o desenvolvimento dos países. Apesar disso, existem lições valiosas que a cidade pode ensinar para o desenvolvimento de Smart Cities no Brasil, como a priorização do desenvolvimento de um espaço urbano voltado para pedestres, assim como políticas incisivas para o uso do transporte coletivo e a utilização de energias renováveis.

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 34º PRÊMIO PARANAENSE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

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Mulher em laboratório de inovação com óculos de proteção e jaleco

Os interessados poderão se inscrever no 34º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia até 30 de junho 

Inscrições abertas para o 34º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia. Os interessados poderão se inscrever em uma das cinco categorias até 30 de junho de 2021. Neste ano serão premiados profissionais que atuam nas áreas de Engenharias e Ciências Biológicas.

A iniciativa da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior tem como objetivo valorizar e estimular o trabalho desenvolvido por pesquisadorese profissionais em diversos campos do conhecimento envolvidos com a Ciência.



O prêmio é destinado para pesquisadores, pesquisadores que desenvolvem atividades de extensão, estudantes de cursos de graduação, inventores sem vínculo com instituições públicas ou privadas e para jornalistas que atuam no Paraná.

E os vencedores levam para casa um certificado e prêmio em dinheiro que varia entre R$ 11.568,29 e R$ 34.704,88, dependendo da categoria escolhida pelo candidato. Desde que foi criado, em 1986, já foram premiados mais de 120 trabalhos desenvolvidos nas instituições científicas do Estado.

Dener Gabriel Ferrari foi vencedor na categoria Estudante de Graduação na 33º edição. Para ele, a participação é uma forma de mostrar para a sociedade o que vem sendo desenvolvido no ambiente acadêmico.

“O prêmio tem uma importância imensa, ele fomenta a pesquisa em diversas áreas do conhecimento, o que é imprescindível para incentivar os pesquisadores e valorizar os projetos desenvolvidos na Universidade”, disse Dener.

ÁREAS – As grandes áreas contempladas no edital deste ano desdobram-se da seguinte forma:

Engenharias

Engenharia Civil, Engenharia de Minas, Engenharia de Materiais e Metalúrgica, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia Sanitária, Engenharia de Produção, Engenharia Nuclear, Engenharia de Transportes, Engenharia Naval e Oceânica, Engenharia Aeroespacial e Engenharia Biomédica.

Ciências Biológicas

Biologia Geral, Genética, Botânica, Zoologia, Ecologia, Morfologia, Fisiologia, Bioquímica, Biofísica, Farmacologia, Imunologia, Microbiologia e Parasitologia.

Todos os trabalhos serão avaliados por uma comissão composta por diversos profissionais vinculados a várias instituições de pesquisa do País, que atuam em cada uma das áreas escolhidas para a premiação.

Para obter mais informações sobre o prêmio e fazer a inscrição acesse o EDITAL.

Com informações da Agência Paraná de Notícias 

PREFEITURA DE BELÉM INICIA ALINHAMENTO DE PROJETOS ESTRUTURANTES DE MOBILIDADE

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Fotografia da apresentação do projetos estruturantes de mobilidade da cidade de Belém, com uma mulher falando ao microfone fazendo referencia às imagens de slides no telão. Algumas pessoas na plateia acompanham a ação
Foto: Agência Belém

A partir das diretrizes debatidas, os projetos de mobilidade serão analisados e readequados pelas equipes técnicas das secretarias integradas

A Prefeitura de Belém deu início, em 24/02, a um alinhamento de projetos estruturantes de mobilidade, previstos para serem colocados em prática nos próximos quatro anos na capital paraense.

Uma reunião envolvendo Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (SeMOB) e Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb), os dois órgãos que tratam diretamente com os projetos de mobilidade na capital, e outros órgãos afins, como Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e o  Programa de Saneamento da Bacia da Estrada Nova (Promaben), teve por objetivo apresentar a atual fase dos projetos que integram o BRT Belém e definir alguns primeiros ajustes e adequações dentro da nova linha de gestão adotada na administração municipal.



De forma integrada

“Não temos como falar de projetos estruturantes de mobilidade sem falar de forma integrada sobre projetos de complementação urbanística, sobre o passeio público, sobre ciclovias, arborização e paisagismo, entre outros. É preciso pensar na mobilidade focando não só nos grandes projetos, mas no bem-estar das pessoas e em outros elementos do projeto que realmente nos coloque em uma posição de avanço no sentido da cidade que queremos ter daqui para a frente”, destacou o prefeito Edmilson Rodrigues, que participou da reunião ao lado do vice-prefeito Edilson Moura.

Durante a reunião, os assessores técnicos da PMB, Francisco Damião da Silva Neto, engenheiro da Seurb, e Rebeka Alves, arquiteta da SeMOB, fizeram apresentações referentes ao projeto BRT Belém. Eles explanaram sobre as etapas já cumpridas e também as demais previstas, entre elas a etapa de urbanização do segundo e terceiro trechos da avenida Augusto Montenegro, do Tapanã até o Maracacuera, que está em fase de conclusão de licitação para início das obras, com recursos já garantidos pela Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 139 milhões de repasse e mais R$ 7 milhões de contrapartida municipal.

Reurbarnização

Esta obra, que contemplará 8,5km de extensão, prevê toda a reurbanização do referido trecho no entorno do BRT Belém, incluindo ciclovia, calçadas, iluminação pública, paisagismo, além de restauração de pavimentação, terraplanagem e drenagem, entre outras obras. Em especial no que tange ao paisagismo, um diálogo mais estreito entre Seurb e Semma ficou estabelecido para garantir que a obra, além de resolver as questões de infraestrutura de mobilidade, também contemple mais elementos naturais, como ampliação dos trechos arborizados nos passeios públicos.

BRT Portos

Também foram apresentados na reunião os projetos arquitetônicos previstos no chamado BRT Portos, que ligará o transporte rodoviário ao transporte fluvial integrando a capital à sua área insular. Deste projeto já está concluído o terminal hidroviário da Praça Princesa Isabel, e em fase de conclusão o terminal hidroviário de Mosqueiro, construído em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Os demais portos ainda em fase de projeto – entre eles o do Ver-o-Peso, do Porto da Palha, Icoaraci, Outeiro, Combu, Ilha Grande, Cotijuba e UFPA – devem passar por adequações para ganharem mais elementos amazônicos em sua concepção e visual.

“Temos que pensar nesses projetos para que fiquem com a nossa cara amazônica, e sou entusiasta de elementos que integrem a nossa característica regional nos elementos e materiais, o que inclusive estimula a economia daqui, incentivando a produção local ou, no máximo, em municípios paraenses vizinhos”, destacou o prefeito de Belém.

A partir das diretrizes debatidas na reunião os projetos de mobilidade serão analisados e readequados pelas equipes técnicas das secretarias integradas, e um novo encontro será realizado para fechar os próximos passos a serem dados nos projetos de mobilidade da capital.

Com informações da Agência Belém 

APLICATIVO DE TRANSPORTE LANÇA CATEGORIA EXCLUSIVA PARA MULHERES

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Fotografia de motorista mulher durante trabalho em aplicativo de transporte. Ela está acessando o celular, o banco do carona está vazio e o veículo está em uma rua com muros com vegetação dos dois, com movimentação de carros na via em frente
Foto: 99/Divulgação

Com o objetivo é aumentar segurança para elas na plataforma 99Mulher, a 99 oferece a possibilidade de motoristas mulheres atenderem apenas passageiras

A partir de segunda-feira (8), Dia Internacional da Mulher, o aplicativo de transporte 99 lança nacionalmente uma categoria exclusiva para elas. Chamada 99Mulher, a ferramenta permite que motoristas mulheres possam escolher transportar apenas passageiras.

As condutoras poderão a qualquer momento ligar ou desligar a funcionalidade por um botão no aplicativo. A companhia checa as informações através de documentação e de verificação facial. Já as passageiras são avisadas que foi enviada uma motorista exclusiva para mulheres.



O recurso foi lançado em forma de teste pela empresa no fim de 2019 nas cidades de Santos, Campinas, Goiânia, Manaus, Recife, Fortaleza, Belém e Teresina. No início do ano, foi expandido ainda em fase beta para Macapá, Cascavel, Cuiabá, Juiz de Fora, São José dos Campos, Maceió e Jundiaí. Agora, a ferramenta está disponível nas principais capitais, em todas as regiões do país.

Resultados

De acordo com a empresa, mais de 78 mil corridas já foram feitas pela categoria nos últimos seis meses. Em testes de eficácia realizados em fevereiro, zero casos relacionados à segurança aconteceram em corridas do 99Mulher.

A iniciativa ajudou ainda a reduzir em 5% das ocorrências de assédio, por milhão de corridas, entre julho e dezembro de 2020. “Nossa expectativa é que o lançamento nacional diminua ainda mais os casos, especialmente contra as mulheres”, diz Pâmela Vaiano, Diretora de Comunicação da 99.

Tecnologia de ponta e atendimento humanizado

Além da nova funcionalidade, a 99 investe continuamente em tecnologia de ponta e atendimento humanizado para prevenir, proteger e acolher motoristas e passageiras mulheres. Entre elas está o Rastreador de Comentários, uma tecnologia que identifica assédios e prioriza acolhimento e suporte à vítima.

A inteligência artificial foi desenvolvida em parceria com a consultoria feminista Think Eva e rastreia automaticamente denúncias de assédio deixadas nos comentários ao fim das corridas. O sistema consegue ler esses comentários e identificar uma série de palavras e contextos que podem estar relacionados a assédios, verificando não apenas termos isolados, mas contextos onde eles estão inseridos. Hoje, são 1020 palavras e inúmeros contextos mapeados.

Com ajuda do Rastreador e de um atendimento humanizado feito às mulheres, 9 em cada 10 usuárias voltaram a usar o app após uma ocorrência. Em média, são 730 assediadores identificados e bloqueados por semana, entre motoristas e passageiros. Mais de 87% das denúncias deixadas nos comentários foram detectadas pela ferramenta em 2020, contra 80% no ano anterior.

Mais mulheres na direção

O 99Mulher, o Rastreador de Comentários e outras tecnologias como o Compartilhamento de Rota, a Gravação de Áudio e as Câmeras de Segurança da 99 são parte de um programa para oferecer independência financeira e mais segurança às motoristas, o Mais Mulheres na Direção. De acordo com a empresa, o objetivo é aumentar a base de condutoras no aplicativo, fornecendo mais segurança também para passageiros e passageiras.

Entre as ações estão cursos voltados exclusivamente às mulheres, como empreendedorismo e finanças pessoais, além de benefícios, premiações e descontos especiais para elas

Com informações da Assessoria de Imprensa da 99

FÁBRICA DE CULTURA OFERECE LEITOR DIGITAL COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

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Fotografia de homem lendo livro de Paulo Leminski usando leitor digital com inteligência artificial, no projeto Fábricas de Cultura, do Governo do Estado de São Paulo
Foto: Governo do Estado de São Paulo

Sapopemba, em São Paulo,  foi uma das unidades que recebeu a câmera inteligente capaz de ler textos em vários idiomas, reconhecer cores e pessoas e identificar produtos pelo código de barras

O Governador do Estado de São Paulo, João Doria, acompanhado do Secretário de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão, visitou nesta terça-feira (2/3) a Fábrica de Cultura Sapopemba, na Zona Leste da capital, para conferir o leitor digital com inteligência artificial recém adquirido pelas Unidades de Formação da cidade.
Os dispositivos eletrônicos, denominados OrCam MyEy e voltados à acessibilidade de pessoas com deficiência visual, possuem tecnologia israelense e integram os serviços oferecidos nas Fábricas de Cultura Vila Curuçá, Sapopemba, Itaim Paulista, Parque Belém, Cidade Tiradentes e São Bernardo do Campo desde fevereiro deste ano.



O aparelho possui uma câmera acoplada para óculos e proporciona visão artificial e acesso à informação. Sem a necessidade de conexão pela internet, o dispositivo identifica cores e reconhece pessoas, bem como data e hora, sendo um importante aliado para frequentadores com baixa ou nenhuma visão durante à leitura nas Bibliotecas das Fábricas de Cultura.

“Nosso objetivo é oferecer aos alunos ainda mais acessibilidade, por meio das ações e atividades nas Fábricas de Cultura do Governo do Estado, investindo em equipamentos e infraestrutura de ponta. Estamos reforçando nosso compromisso com a inclusão social”, afirma o secretário Sérgio Sá Leitão.

As bibliotecas das unidades já contam com Linha Braile, Leitor Autônomo, Leitor de Livros Digitais, Ampliador de Caracteres, Teclado Ampliado, Mouse Adaptado, Folheador Eletrônico e Impressora Braile para atender pessoas com deficiência visual.

Tecnologia vestível

O Orcam MyEye consiste em uma câmera inteligente intuitiva que pesa apenas 22,5 g e mede 7,6 cm por 2,1 cm. Acoplada a uma armação, é capaz de detectar textos em português, inglês e espanhol, seja em livros, revistas, jornais, além de conteúdos no celular, tablets e computadores, embalagens, letreiros de lojas e placas indicativas, por exemplo. A velocidade do equipamento pode ser controlada, possibilitando a leitura de 100 a 250 palavras por minuto. Também permite escolher entre voz masculina e feminina e tem comandos para pausar, adiantar ou retroceder a leitura – tudo isso offline.

O aparelho consegue, ainda, identificar cores e tonalidades, reconhecer pessoas, gêneros e rostos, informar a data e hora com um simples gesto de girar o pulso e identificar produtos pelo código de barras. Após o reconhecimento, retransmite a informação discretamente no ouvido do usuário.

Acessibilidade nas Unidades

Atualmente, as Fábricas de Cultura da Zona Leste dispõem de acessibilidade em toda a sua infraestrutura predial, o que favorece o acesso, bem como oferece a inclusão de pessoas com deficiência. Para proporcionar a comodidade da utilização, as unidades contam com:
• Rampas de acesso;
• Piso Tátil de alerta: para indicação de obstáculos, como escadas, rampas e elevadores;
• Elevador preferencial: o elevador fica localizado em espaço visível aos visitantes;
• Banheiros adaptados: todos os andares das Fábricas de Cultura contam com banheiro PNE ao lado dos banheiros masculinos e femininos;
• Trocadores: todos os banheiros (feminino e masculino) localizados no piso térreo possuem trocadores;
• Cadeiras de rodas: devidamente identificadas, cada unidade possui uma cadeira de rodas na recepção para atender ao público que necessite do recurso.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado de São Paulo 

A MOBILIDADE DO FUTURO É COMPARTILHADA, MULTIMODAL E SUSTENTÁVEL

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Fotografia de pessoas se locomovendo em centro urbano de bicicleta, caminhando e táxi, com área verde e, ao fundo, edificações

A mobilidade e as cidades devem ser planejadas juntas e priorizando a integração, o compartilhamento da frota e a necessidade do usuário

A cidade inteligente deve ser pensada para atender às necessidades das pessoas, com políticas públicas para a mobilidade urbana e desenhadas para a promoção da qualidade de vida e como meio de acesso à oportunidades.

Neste cenário, a mobilidade urbana compartilhada funciona como infraestrutura fundamental no processo de priorização da jornada do usuário e diminuindo as desigualdades no acesso ao transporte público seguro, integrado e sustentável. No entanto, o desafio das cidades é encontrar soluções multimodais, com a oferta de opções de frota compartilhada, com carros, bicicletas, scooters, patinetes, entre outros.  E ainda considerando esses meios como complemento aos sistemas de transporte existentes.



Ponto fundamental de todo esse processo, a conexão de transformação global da mobilidade sustentável com o comportamento do usuário chama cada vez mais a atenção para o tema. De acordo com o estudo Mobility Futures, da consultoria Kantar, realizado antes da pandemia da Covid-19,  2030 será o ponto de mudança nas maiores cidades do mundo, apontando que 25% das pessoas desejam mudar a forma como se deslocam.

O levantamento aponta as mudanças na mobilidade de 31 metrópoles, incluindo São Paulo, considerada uma das principais cidades desse processo, juntamente com Manchester, Moscou, Paris, Joanesburgo, Guangzhou, Milão, Montreal, Amsterdã e Xangai.

“Não há dúvida que o processo e a necessidade de transformação da mobilidade urbana vem ganhando ainda mais espaço a partir da pandemia, reforçando a urgência de implementação do modelo compartilhado, integrado e sustentável e exigindo, ainda, mais adaptação dos modelos convencionais”, cita Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, também embaixadora no Mobilidade Estadão.

“Incorporar soluções multimodais e tecnologias, além das tendências de locomoção, como o uso da bicicleta, caminhada, carona solidária, transporte por aplicativo, veículos elétricos, entre outros modais, ajudará na oferta de um transporte público mais robusto, seguro e com uma tarifa única e justa, favorecendo, principalmente, a população mais pobre e sempre mais penalizada nos deslocamentos”.

Faria entende que a pauta está bem estabelecida no Brasil, mas é necessário a colaboração entre o  setor público e o privado, com o objetivo de melhorar, ampliar e agilizar a implementação de projetos.

“Precisamos sim avançar neste tema e reforçar o papel de cada ator, onde destaco os governos, por meio do incentivo das mudanças de comportamento e promoção da regulamentação; o setor privado, com a oferta de tecnologia e serviços; e a sociedade, que tem o papel de fiscalizar e acompanhar a efetividade das propostas”.

Centro do debate

A  mobilidade urbana compartilhada será amplamente debatida durante o evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece entre 01 e 03 de setembro de 2021, e tem parceria do Mobilidade Estadão.

Ações pré-evento

Nos dias 09 e 16 de março acontecem os Eventos Regionais em Belém (PA) e Campo Grande (MS), respectivamente. As inscrições são  gratuitas e as ações serão realizadas, até agosto, em todas as capitais do País.

Em julho e agosto também serão promovidas ações em diferentes locais da cidade de São Paulo. Os “Pontos de Conexão CSCM” serão transmitidos ao vivo.

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IDEIAGOV LANÇA O PROGRAMA DE ACELERAÇÃO VISANDO FOMENTAR A INOVAÇÃO SOCIAL

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Fotografica de uma jovem em abiente deinovação usando o notebook

Hub de Inovação do Governo de São Paulo abre seleção de Negócios de Impacto com o objetivo de amenizar os efeitos negativos da pandemia

São Paulo, março de 2021 – O IdeiaGov, hub de inovação do Governo do Estado de São Paulo, anuncia a 1ª edição do Programa de Aceleração, que tem como objetivo fomentar a inovação social, por meio do apoio direto a Negócios de Impacto que ajudem a cocriar uma nova realidade a partir da colaboração e do trabalho em rede, entendendo do potencial das parcerias com atores dos múltiplos setores, com especial ênfase no setor público.

Para conseguir alcançar os objetivos propostos, o IdeiaGov está em busca de organizações de todo o Brasil que tenham soluções inovadoras e escaláveis que se proponham, diretamente, a resolver um problema social ou ambiental urgente e latente devido aos efeitos da pandemia da COVID-19 e que beneficiem as populações pertencentes à base da pirâmide social. Além disso, a solução deve estar alinhada diretamente a um ou mais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que foram definidos pela ONU para a Agenda 2030.



O edital irá selecionar 15 Negócios de Impacto de qualquer lugar do Brasil, e os participantes vinculados às organizações ganhadoras poderão participar do Programa de Aceleração do IdeiaGov ao longo de 3 meses, de maio a julho de 2021.
“Todas as atividades serão online, repassadas por meio de webinars, mentorias coletivas, oficinas práticas e mentorias individuais com a Rede de Mentores da Comunidade Impact Hub e com servidores públicos. Ao todo, serão, pelo menos, 36 horas de atividades, além da banca final, para os quais os participantes devem dispor de 3 a 7 horas por semana de dedicação ao Programa, para acelerar o seu potencial de colaboração e entender os mecanismos disponíveis para ampliar ainda mais o seu impacto”, explica Priscila Sant’Anna, coordenadora do Programa.

Quem pode participar

Para participar do Programa de Aceleração IdeiaGov, os Negócios de Impacto que quiserem se inscrever deverão estar formalizados e serem organizações com fins lucrativos. É necessário que as organizações inscrevam pelo menos dois empreendedores, sendo um deles sócio da empresa com dedicação em tempo integral à iniciativa.

“Para ser um negócio de impacto, as organizações precisam ter como missão a solução de um problema social e gerar receita ou ter potencial de fazer por meio de uma iniciativa com modelo de negócio que vise a sustentabilidade financeira”, esclarece Priscila.

Inscrição

A inscrição e a participação no programa são gratuitas a todos os participantes. Ela deverá ser feita através do site do ​ IdeiaGov ​, onde o participante responsável deve preencher um formulário no período de 1 de março até a data limite de 29 de março de 2021, às 18h00, horário de Brasília.

Entre os critérios a serem analisados, está o potencial de impacto social, seu diferencial e inovação, o potencial de escalabilidade e replicabilidade da solução apresentada, modelo de negócios da empresa e questões referentes ao time, sua diversidade e conhecimentos.

Para ler o edital completo e saber mais informações, acesse: https://www.ideiagov.sp.gov.br/programadeaceleracao.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

BRASIL TEM GRANDE POTENCIAL PARA AVANÇAR NO TRANSPORTE METROFERROVIÁRIO

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Fotografia de James Bellini, CEO da Marcopolo, e Petras Amaral, business head da Marcopolo Next, na frente do VLT Prosper
Foto: James Bellini, CEO da Marcopolo, e Petras Amaral, business head da Marcopolo Next, na frente do VLT Prosper | Crédito: Julio Soares/Foto Objetiva

Apenas 13 regiões metropolitanas no País, de um total de 63 de médio e grande porte, contam com malhas metroferroviárias

Focada na mobilidade sustentável e em oferecer opções mais eficientes e multimodais, a Marcopolo Next criou, em 2019, a divisão Marcopolo Rail. Em dezembro do ano passado, a divisão apresentou ao mercado o seu primeiro veículo, o VLT Prosper, para alavancar, disseminar o transporte metroferroviário e que será utilizado em uma rota turística no Sul do País, operada pela Giordani Turismo.

De acordo com Petras Amaral, business head da Marcopolo Next e executivo responsável pela Marcopolo Rail, o futuro da mobilidade é multimodal e os trens se alinham às tendências mundiais de mobilidade relacionadas à conexão e ao compartilhamento.



Neste sentido, o sistema metroferroviário brasileiro precisa ser repensado para atender adequadamente à crescente demanda da população. Apenas 13 regiões metropolitanas no País, de um total de 63 de médio e grande porte, contam com malhas metroferroviárias. E, apesar de transportarem mais de 11 milhões de passageiros por dia, ainda assim, apresentam capacidade abaixo da demanda, aponta estudo Setor Metroferroviário Brasileiro, da ANPTrilhos.

“Trens atendem a várias necessidades no que se refere à capacidade, distância e velocidade. Eles também se alinham às tendências mundiais de mobilidade relacionadas à conexão e ao compartilhamento, uma vez que são complementares aos outros modais como bicicletas, motocicletas, carros, ônibus e aviões. Neste último, temos como ótimos exemplos os people movers que circulam em aeroportos de diversos países e que, em breve, teremos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo”, comenta o executivo.

Na visão de Petras Amaral, os veículos sob trilhos apresentam uma capacidade bem maior por área ocupada que outros meios de transporte e vão ao encontro de outra tendência da mobilidade global: a eletrificação, que contribui para que o sistema seja ambientalmente amigável.

“O setor metroferroviário apresenta grande potencial de crescimento no Brasil, tanto para os segmentos urbanos e intercidades quanto para o turístico – apesar de estarmos longe dos países em que esse modal já atua integrado ao deslocamento diário de passageiros há décadas ou mesmo séculos”, analisa.

Na Europa e na América do Norte o transporte metroferroviário é largamente utilizado literalmente há séculos. O metrô de Londres começou a operar em 1863 e atualmente cobre 402 quilômetros, conta com 207 estações e faz 5 milhões de viagens por dia. Em toda Europa há trens regionais ligando cidades pequenas e médias, inclusive de alta velocidade. Nos últimos anos, a implantação desses modelos de alta velocidade tem avançado fortemente também na China.

Além de impulsionar a própria mobilidade, melhorando substancialmente os grandes fluxos de pessoas nas áreas urbanas, as soluções metroferroviárias favorecem atividades econômicas em geral e, em especial, o turismo. No setor turístico, o trem, em si, já é uma atração, como o VLT Prosper, e representa uma solução viável, pois aproveitam as vias já existentes, em especial avenidas, estradas e rodovias que tiveram seu entorno ocupado e urbanizado ao longo do tempo e que, portanto, já guardam características troncais. O VLT do Rio de Janeiro é um excelente exemplo. Implantado com foco no fluxo de turistas durante os últimos Jogos Olímpicos, transporta atualmente cerca de 80 mil passageiros por dia.

Segundo Petras Amaral, as ferrovias, em geral, requerem infraestrutura de alto custo, investimentos de longo prazo e comprometimento dos Poderes Públicos. “Mas as experiências mundiais comprovam a viabilidade do retorno, compensada também pela longa duração dos materiais rodantes e dos benefícios nos deslocamentos das populações, proporcionando a redução de custos e tarifas no transporte público.

O Brasil dispõe de capacidade industrial instalada, expertise e tecnologia para avançar no transporte sobre trilhos, e, aos poucos, surgem projetos em diversas cidades, impulsionados por parcerias público-privadas. Esse potencial poderá ser explorado também no desenvolvimento e implantação deste setor também nos países vizinhos da América Latina, produzindo veículos com preços competitivos e qualidade equivalente aos demais concorrentes internacionais.

Com informações da Assessoria de Imprensa