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ARTIGO: O PODER DO ASSOCIATIVISMO NOS RESULTADOS DE 2020 PARA O SETOR DE TECNOLOGIA

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Dentre importantes realizações para o setor em 2020, a ABES  reuniu mais de 80 entidades, representando 14 setores da economia brasileira e totalizando quase 80% do PIB nacional, na formação da Frente LGPD

*Por Rodolfo Fücher

O ano de 2020, marcado pela pandemia de Covid-19, trouxe muitos aprendizados e resiliência. Tivemos de rever estratégias e cuidar ainda mais dos nossos colaboradores, família e amigos. Contudo, o associativismo continuou demonstrando sua importância na reivindicação de uma agenda de medidas para garantir a sobrevivência das empresas, a manutenção de empregos e a aceleração digital nos negócios, governo, educação, saúde e tantos outros diante das mudanças acarretadas pelo distanciamento social.

Depois de muito trabalho, cooperação, diálogo, negociações e reuniões virtuais, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software entende que ocorreram vários avanços. Um dos mais importantes e marcantes foi nosso pleito por mais segurança jurídica e tributária, no qual comemoramos o avanço histórico no STF favorável a incidência do ISS (e não ICMS) em operações com software, por meio do julgamento das ADIs 1945-MT e 5659-SP.

Na área econômica, destacamos medidas governamentais que contaram com o nosso empenho, como a flexibilização de garantias para obtenção de linhas de financiamento, que ajudam na operacionalização do crédito na ponta para o empreendedor por meio do PRONAMPE; a dispensa de apresentação de várias certidões para obtenção de crédito em instituições financeiras públicas; a utilização de Fundo Garantidor da União em linhas de financiamento, sem contrapartida financeira das empresas; e o início da construção da plataforma AntecipaGov, que vai permitir que fornecedores utilizem seus contratos com a administração pública federal como garantia para fazer empréstimos e financiamentos em instituições financeiras credenciadas pelo Ministério da Economia (ME).

Já no âmbito regulatório, mantivemos um contínuo trabalho de diálogo e debates com representantes dos poderes Legislativo e Executivo, ressaltando a aprovação da Lei de Licitações; da Lei que reduz a zero as taxas de fiscalização de instalação e as taxas de fiscalização de funcionamento dos sistemas de comunicação máquina a máquina, que vai favorecer os projetos de IoT; e a extensão da desoneração da folha até dezembro de 2021; além do avanço na tramitação do Marco Legal das Startups, que foi recentemente aprovado na Câmara dos Deputados.

Em um ano de retração econômica, a associação manteve sua representatividade, reunindo, aproximadamente, 2 mil empresas associadas ou coligadas, que totalizam cerca de 85% do faturamento do segmento de software e serviços no Brasil, distribuídas em 22 Estados brasileiros e no Distrito Federal.

Além disso, a entidade começou a colher os frutos da estratégia de atração de associados em outros países e registrou uma importante participação em uma exposição virtual organizada por autoridades comerciais da China.

Dentre importantes realizações para o setor em 2020, a ABES ainda reuniu mais de 80 entidades, representando 14 setores da economia brasileira e totalizando quase 80% do PIB nacional, na formação da Frente LGPD, que busca mais segurança jurídica em um tema que afeta a todos os brasileiros.

O Programa Uma Empresa Ética também aumentou seu escopo, chegando a cerca de 80 empresas que buscam adotar código de ética, treinamento de compliance e canal de denúncias anônimas. Além disso, passamos a entregar certificados para os associados que colocam em prática estes pilares.

Tudo isso só foi possível a partir da confiança, trabalho e ajuda dos nossos associados, da nossa diretoria, conselheiros, colaboradores e fornecedores, confirmando ainda mais a importância do associativismo.

As expectativas para 2021 continuam em alta. Seja qual for a conjuntura, a ABES refirma seu propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos. Entendemos que o papel da entidade é o de assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

* Rodolfo Fücher é presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

CONNECTED SMART CITIES FECHA PARCERIA COM O ESTADÃO E AMPLIA AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES

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A cooperação entre o Mobilidade Estadão e o Connected Smart Cities & Mobility tem o objetivo de difundir boas práticas para o desenvolvimento de cidades inteligentes e mobilidade urbana disruptiva, sustentável e inclusiva

A partir de hoje (27 de janeiro), o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, conta com importante parceria da área de Mobilidade do Estadão para a promoção da pauta de cidades e mobilidade no país. A cooperação, que já nasce forte e com uma agenda robusta para 2021, tem o objetivo de difundir boas práticas para o desenvolvimento de cidades inteligentes e mobilidade urbana disruptiva, sustentável e inclusiva, principal objetivo da plataforma.

“A plataforma Connected Smart Cities tem como missão promover a discussão, a troca de informações e a difusão de ideias entre governo, entidades e empresas, com o propósito de  atender as necessidades do cidadão consciente, para que as cidades brasileiras possam tornar-se mais inteligentes e conectadas. E a parceria com o Estadão, que divulga e defende os princípios da democracia e da livre iniciativa, faz todo o sentido para nós. Estamos felizes e essa união refletirá em resultados positivos, principalmente, para o cidadão, pois quanto mais espaço e amplitude esse tema conquistar, atingiremos mais resultados na implementação de novas ações nas cidades”, enfatiza Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, também Embaixadora da Mobilidade Estadão.



E completa:Sabemos que os desafios no Brasil são enormes e o distanciamento das cidades brasileiras  em relação às cidades inteligentes internacionais é muito grande, mas nosso objetivo por meio da nossa plataforma, incluindo o Ranking Connected Smart Cities, é apontar eixos de melhora e municípios de inspiração para as cidades analisadas”.

Por parte do Estadão, a parceria também é muito bem-vinda. “Fomentar a mobilidade sustentável no Brasil por meio da divulgação de iniciativas de vários players que atuam no segmento também é um de nossos objetivos”, comenta Marcelo Godoi, head de Mobilidade do Estadão. “Eles realizam um dos um dos maiores eventos relacionados à mobilidade e podemos complementar a estratégia desses relevantes espaços de debate ao ampliar a divulgação dessas ações para nossa audiência, composta por mais de 40 milhões de pessoas. Iremos divulgar todas as frentes de ambas as empresas e, juntos, apresentaremos ao mercado projetos para fomentar a mobilidade e contextualizar as marcas mais presentes no segmento”, reforça Godoi.

AGENDA 2021

Um dos primeiros resultados da parceria será a sétima edição do Connected Smart Cities & Mobility que terá, de fevereiro a agosto, eventos digitais semanalmente nas capitais brasileiras para apresentação de seus planos de cidades inteligentes. Também haverá uma websérie temática a ser exibida ao longo do ano e, entre 1 e 3 de setembro, em São Paulo, acontecerá o evento nacional, em formato híbrido, entre outras iniciativas. 

ALCANCE

O Mobilidade Estadão atinge mais de 20 milhões de interessados no segmento de mobilidade, impactando 46,3 milhões de pessoas.

Com o objetivo de ampliar a divulgação do tema, o Mobilidade Estadão conta com produtos editoriais em várias plataformas: o  caderno semanal, que circula todas as quartas-feiras encartado no Estadão, o Portal (mobilidade.estadao.com.br), as lives Momento Mobilidade, realizadas às quartas-feiras, às 11h, com transmissão ao vivo pelas redes sociais do Estadão, o podcast Notícias do seu Tempo transmitidos por streaming como o Spotify, além da experiência em eventos como duas edições do Summit Mobilidade. 

Já a Necta, que tem como missão criar conexões transformadoras para impactar ecossistemas, de março a dezembro de 2020, a empresa organizou 418 eventos digitais, com  569 horas de conteúdo, 1.203 palestrantes, 72 patrocinadores, 138 apoiadores e mais de mil publicações na mídia, além de impactar mais de 100 mil pessoas nas redes sociais.

No contexto geral de atuação, a Necta desenvolve, ainda, as oportunidades dos clientes e parceiros considerando todo o mercado, com destaque para as iniciativas de cidades, mobilidade, transporte aéreo (como o AirConnected), parcerias público-privadas (PPPs) e concessões, segurança pública, inovação social, tecnologia, entre outras ações. 

SOBRE O CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY 

O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: crível, analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil. 

A plataforma contempla os temas abordados: cidades conectadas, urbanismo sustentável nas cidades,  cidades participativas e engajadas, cidades empreendedoras, cidades humanas, resilientes e inclusivas e cidades prósperas. Já o Connected Smart Mobility conta com os temas: mobilidade para as pessoas,  mobilidade ativa, mobilidade compartilhada, veículos elétricos, data analytics, tendências e  conectividade & integração.

Para acessar a matéria sobre a parceria no Mobilidade Estadão, clique aqui.  

ESPECIAL CIDADES: CAMPINAS

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A cidade de Campinas é destaque no eixo de Tecnologia e Inovação do Ranking Connected Smart Cities 2020

A cidade de Campinas foi a quarta colocada no Ranking Connected Smart Cities 2020, que tem como objetivo mapear as cidades brasileiras com o maior potencial de desenvolvimento. A cidade foi destaque no eixo de Economia (1° lugar), Empreendedorismo (3° lugar) e Tecnologia e Inovação (3° lugar), o que evidencia os esforços dos últimos anos na implantação de políticas públicas, planos e projetos que fomentem a busca de conhecimento e inovação.

Um dos principais ativos da cidade é a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), que possibilitou maior desenvolvimento econômico e tem consolidado a região como modelo de polo de CT&I no mundo.  Inspirada no Parque de Stanford no Silicon Valley, a Universidade criou um Parque Científico e Tecnológico, localizado no seu campus universitário e, como consequência, concentra cada vez mais o conhecimento voltado para o benefício da Região Metropolitana de Campinas.

Em 2019, a cidade de Campinas foi a primeira colocada no Ranking justamente por se destacar no eixo de Tecnologia e Inovação, possuindo 45,7% das conexões de fibra ótica com velocidade superior a 34mbs, ter um quarto dos empregos ocupados por profissionais com ensino médio, possuir 29 ligações de internet para cada 100 habitantes, apresentar 21,9 depósitos de patentes por 100 mil habitantes, além de contar com ambientes de inovação (5 parques tecnológicos e 5 incubadoras de empresa) e apresentar 4,9 de crescimento do número de empresas de tecnologia, mesmo em período de crise econômica.

Em Janeiro de 2021, Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, entrevistou o Prefeito de Campinas, Jonas Donizette, para entender como o grande dinamismo empresarial conferiu recentemente à cidade a condição de única metrópole que não é capital, de acordo com a pesquisa Regiões de Influência das Cidades – Regic do IBGE. Confira a entrevista completa aqui.

O Ranking Connected Smart Cities, foi elaborado em 2015 pela Urban Systems em parceria com a Necta, com o objetivo de reconhecer as cidades do Brasil com grande potencial de desenvolvimento, com mais de 50 mil habitantes, em diversas categorias e que podem se tornar uma cidade inteligente, de acordo com a sua classificação. Para saber mais informações sobre o Ranking Connected Smart Cities clique aqui. 

SAIBA MAIS SOBRE A CIDADE DE CAMPINAS:
CAMPINAS: PARCERIA VIABILIZA SETOR DE ILUMINAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA DO TREM INTERCIDADES ATÉ CAMPINAS DEVE OCORRER ENTRE OUTUBRO E NOVEMBRO
IBGE: VITÓRIA, FLORIANÓPOLIS E CAMPINAS GANHAM CONDIÇÃO DE METRÓPOLE

 

 

CAPACIDADE INSTALADA DE ENERGIA SOLAR TEM CRESCIMENTO DE 63% EM 2020 E A GREENYELLOW ATINGE O TOTAL DE 120 MWP NO PAÍS

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A multinacional francesa especializada em energia conta com porta-vozes que podem falar sobre o desenvolvimento da empresa no segmento de GD e as tendências, na visão da organização, para o setor

2020 foi um ano de grande crescimento para o setor de energia solar no Brasil, tanto no âmbito das empresas, que investem na construção de fazendas fotovoltaicas, quanto naquele composto por pessoas que instalam equipamentos em telhados residenciais. De acordo com informações anunciadas pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar), o período registrou um aumento de 63% na capacidade instalada no País, puxada, em grande parte, pelo segmento de geração distribuída.

Com base nesse cenário, a GreenYellow, multinacional de origem francesa que atua há seis anos no Brasil, registrou no fim do ano passado um total de 120 MWp de capacidade instalada, incluindo os projetos já em andamento e os que estão em construção. A companhia investiu, desde setembro de 2014, um valor estimado em R$ 300 milhões em solo brasileiro, exclusivamente na implantação de plantas solares, sem contar no montante destinado pela organização ao serviço de eficiência energética. Em 2020, a empresa fechou contrato com grandes organizações, como Fleury, Claro, Magazine Luíza, Pão de Açúcar, Assaí, entre outros.

Vale destacar, ainda, que a GreenYellow obteve com a geração solar acumulada, até dezembro passado, 36 mil certificados de i-RECs (Certificados Internacionais de Energia Renovável), emitidos a partir da comprovação da geração de 1 MWh (MegaWatt-hora) de energia renovável. Esse número superou em quatro vezes o resultado alcançado em 2018 e representa a preocupação da companhia com as questões da sustentabilidade e da preservação do Meio Ambiente, essenciais dentro dos valores da GreenYellow.

Caso tenha interesse em abordar esse tema em reportagens, os porta-vozes da GreenYellow estão à disposição para conceder entrevistas e discorrer sobre o impacto do desempenho do setor nos negócios da empresa no ano passado e as tendências e expectativas para 2021.

Com informações da Assessoria de Imprensa da GreenYellow

CONSTRUÇÃO CIVIL SE ADAPTA AO USO DO BIM, OBRIGATÓRIO NO SETOR PÚBLICO BRASILEIRO A PARTIR DE 2021

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Tecnologia permite a redução de custos totais e de insumos na ordem de 10% e 20%, respectivamente

A partir de janeiro de 2021, por meio do Decreto nº 10.306, entra em vigor a exigência do Governo Federal para que obras públicas de arquitetura e engenharia no Brasil contem com a tecnologia BIM (em inglês Building Information Modelling, ou Modelagem da Informação da Construção). O uso do modelo, aplicável em todas as etapas da obra, pode reduzir os custos totais em 9,7% e os custos com insumos em até 20%.

Mesmo nas empresas privadas do setor que não atuam em amplas concorrências de obras públicas, o BIM também é um objetivo traçado. Apesar de aumentar em cerca de 10% a produtividade das empresas de construção civil, a tecnologia ainda tem presença incipiente no mercado nacional. Somente 9,2% das companhias do setor haviam implantado o BIM em sua rotina de trabalho, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para o exercício de 2018.

Para Sonia Keiko, vice-presidente de Novos Negócios e Inovação da Engemon, grupo brasileiro de Engenharia, Construção e Tecnologia, o uso do BIM é especialmente relevante no contexto de empresas que atuam em todas as etapas dos projetos.

“É um diferencial competitivo, pois permite utilizar o BIM para gerar eficiência e assertividade em todas as fases do projeto. Isso naturalmente irá gerar diferentes índices de economia em cada uma das etapas, ampliando a competitividade das empresas que contemplam o uso desta tecnologia aumentando a sua entrega de valor aos clientes”, explica a executiva da Engemon, empresa que conta com o BIM em suas maiores obras.

COMO O BIM FUNCIONA?

Seja no setor público ou no privado, o BIM permite antecipar conflitos que naturalmente ocorrem em projetos de ampla execução. Ao adotar modelos em 3D ou 4D para antecipar as estruturas da obra em diversas frentes (elétrica, hidráulica, segurança, entre outras), a tecnologia pode reduzir a quantidade de insumos necessários nas obras, bem como possíveis problemas decorrentes da concorrência por espaços nas estruturas. Quanto antes esses problemas são diagnosticados, mais eficientes e assertivas serão as respostas dadas pelas empresas que atuam nas obras.

“Na Engenharia falamos de espaços confinados e é comum que haja conflitos entre as frentes de trabalho. O BIM é capaz de gerar uma quantidade relevante de dados em um momento no qual os ajustes ainda não trarão um sensível prejuízo para serem contornados. Isso faz muita diferença não só nos custos das obras, mas também no cumprimento dos cronogramas dos projetos. Se você não é ‘pego de surpresa’, não é necessário dedicar um amplo tempo aos ajustes. Muitas vezes, sequer é necessário paralisar alguma etapa das obras”, avalia Guilherme Valente, gerente da GV BIM, empresa especializada na tecnologia e parceira de negócios da Engemon.

Valente destaca também que a tecnologia poderá gerar outros benefícios se associada a ferramentas que não ainda não são exigidas nos contratos públicos, por exemplo.

“O BIM gera a informação de todos os elementos de uma obra. Com isso, posso conectar a tecnologia a um serviço de análise de negócios, por exemplo, para monitorar o projeto em tempo real em todas as suas frentes. Posso também associar os processos de compras com o BIM, permitindo que eu tenha um controle muito mais efetivo do que é utilizado no dia a dia do projeto. Isso já seria essencial no mercado privado, mas, se adotado no setor público, é capaz de amplificar o atendimento a pilares como transparência, eficiência e publicidade”, completa.

O QUE MUDA PARA AS EMPRESAS?

O Decreto nº 10.036 determina a utilização do BIM na execução direta ou indireta de obras e serviços de engenharia que são realizados por órgãos e pelas entidades da administração pública federal. O projeto é dividido em três fases:

1ª fase: focada em projetos de arquitetura e de engenharia para construção novas, ampliações ou reabilitações, quando consideradas de grande relevância para a disseminação do BIM. A proposta é utilizar a tecnologia nas disciplinas de estrutura, hidráulica, AVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) e elétrica, na detecção de interferências e na revisão dos modelos de arquitetura e de engenharia, na extração de quantitativos e na geração de documentação gráfica, a partir desses modelos.

2ª fase: a partir de janeiro de 2024, prevê a inclusão do BIM na execução direta ou indireta de projetos de arquitetura e de engenharia e também em obras, referentes a construções novas, reformas, ampliações reabilitações. Esta fase também considera as disciplinas de orçamentação e planejamento da execução de obras, bem como de atualização do modelo e de suas informações como construído.

3º fase: a partir de janeiro de 2028, prevê a aplicação do BIM em todas as disciplinas previstas nas fases anteriores e também nos serviços de gerenciamento e de manutenção do empreendimento após sua construção, em projetos que tenham sido realizados ou executados anteriormente com aplicação da tecnologia.

A executiva da Engemon ressalta, no entanto, que a simples adoção desta tecnologia não garante os índices de economia previstos. Isso porque é necessária a correta utilização do sistema, de modo a extrair dele os melhores e mais eficientes recursos.

“Dependendo da forma como for utilizado, o BIM permitirá o monitoramento da edificação de modo a identificar preditiva e preventivamente desvios em suas operações. Assim, será possível controlar assertivamente o ciclo de vida dos sistemas, dos aparelhos e monitorar os sensores em tempo real para verificar qualquer alteração no dia a dia. Quanto mais tecnologia embarcada, mais rapidamente a informação será capturada e analisada. O BIM permite esse cenário de forma eficiente, desde que exista na operação profissionais aptos a extraírem o melhor da tecnologia”, explica Sonia.

“Utilizar o BIM não significa simplesmente ‘girar um botão’. É preciso conhecimento das ferramentas e das possibilidades por elas geradas. Quanto maior for esse conhecimento, maiores serão as possibilidades de atingir índices mais alto de economia, produtividade e assertividade”, conclui Valente.

Com informações a Assessoria de Imprensa da Engemon

“O FUTURO DO TRABALHO”: GOVERNO DE SP ABRE CONSULTA PÚBLICA PARA INCENTIVAR A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE

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A solução buscada deverá ser capaz de identificar e sinalizar as tendências por demanda de cursos técnicos e capacitações profissionalizantes regulares

O Governo do Estado de São Paulo, por meio do programa IdeiaGov, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e do Centro Paula Souza (CPS), está convidando todos os cidadãos e pessoas jurídicas a participarem de uma Consulta Pública, com objetivo de incentivar a participação da sociedade para subsidiar uma futura e eventual contratação de solução tecnológica.

A tecnologia demandada deverá ser capaz de identificar o cenário atual e as tendências futuras do mercado de trabalho em todo o estado. O objetivo é que a solução possa ajudar o Governo do Estado de São Paulo na identificação e definição de melhores cursos e capacitações profissionalizantes a serem ofertados no território paulista, por meio de um radar de oportunidades que apresente as tendências de empregos, no curto e médio prazo, e no nível regional ou municipal.

Com isso, os organizadores esperam que os investimentos públicos em oferta de ensino profissionalizante sejam feitos com maior precisão e alinhados ao potencial de empregabilidade de cada região, além de estimular a geração de renda por meio do empreendedorismo. Também é esperado que o setor privado local tenha mais facilidade para a contratação de mão-de-obra capacitada para o desenvolvimento dos seus negócios.

“Dentro das nossas expectativas com a causa, estão também, que o processo de definição de cursos e capacitações seja baseado em dados, tornando-se mais objetivo, dinâmico e transparente para a sociedade. Também esperamos que seja disponibilizada de maneira tempestiva e atualizada as informações necessárias para avaliação de pertinência e assertividade das vagas ofertadas em cursos do Centro Paula Souza e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – para os gestores públicos e a sociedade de modo geral”, afirma Daniel Barros, Subsecretário de Ensino Técnico, Tecnológico e Profissionalizante.

Os interessados em responder a esta consulta pública, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, deverão acessar o site https://ideiagov.sp.gov.br/causas/futuro-do-trabalho e responder ao formulário específico para esta consulta até as 23h59min do dia 05 de março de 2021.

Com informações da Assessoria de Imprensa IdeiaGov

ARTIGO: PAGAMENTOS DIGITAIS PARA A MOBILIDADE URBANA – UM IMPULSO PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS E CONECTADAS

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Veículos como automóveis, caminhões, ônibus e motos são responsáveis por quase três quartos das emissões de CO2 liberados pelo sistema de transport

*Por Aida Esteban
A pandemia de COVID-19 fez grande parte do mundo parar repentinamente no início deste ano. Em muitas cidades, antes movimentadas, o número de carros nas ruas diminuiu e as emissões de CO2 caíram drasticamente. Em junho de 2020, previa-se que as emissões de carbono no mundo cairiam 8% em 2020, atingindo o menor índice desde a última década.

Veículos como automóveis, caminhões, ônibus e motos são responsáveis por quase três quartos das emissões de CO2 liberados pelo sistema de transporte. Eles emitem mais CO2 do que a aviação internacional e o transporte marítimo e são responsáveis ​​pela metade da contaminação do ar urbano. Com a demanda do consumidor por veículos esportivos que consomem mais combustível em alta e sem sinais de queda, as emissões de gases de efeito estufa provenientes do transporte devem dobrar nos próximos 30 anos. Além disso, a meta do Acordo de Paris de reduzir as emissões em 7,6% ao ano entre 2020 e 2030 vai desaparecer.

As cidades estão na vanguarda dessa batalha. Embora ocupem apenas 2% do território do planeta, as cidades consomem mais de dois terços da energia do mundo e produzem mais de 70% das emissões mundiais de CO2. Como mais de 90% das áreas urbanas estão em zonas costeiras, são particularmente vulneráveis ​​aos efeitos das mudanças climáticas. O problema é especialmente grave na América Latina e no Caribe, a região em desenvolvimento mais urbanizada do mundo. Trata-se de uma região onde 8 em cada 10 pessoas vivem em cidades, e seis delas concentram quase 15% da população, as megacidades – com pelo menos 10 milhões de habitantes. A região América Latina e Caribe (LAC) abriga 9% da população mundial, mas gera 12% das emissões de CO2 do mundo. O setor de transportes da região, movido principalmente a diesel e gasolina, é líder no uso de combustíveis fósseis; consequentemente, responde por 15% de todas as emissões de gases de efeito estufa, não apenas CO2. Reduzir o uso de veículos de passageiros e desenvolver a mobilidade multimodal, principalmente o transporte público, a micromobilidade e soluções de mobilidade elétrica, são medidas que podem ajudar a região a aproveitar sua densidade populacional.

Para facilitar essa mudança nos padrões de mobilidade, tenho acompanhado o BID e a Visa, que estão comprometidos a ajudar as cidades a tornar o transporte mais eficiente e sustentável, impulsionando a mobilidade urbana para novas direções, ampliando o leque de pagamentos por aproximação aceitos para proporcionar uma experiência de pagamento segura e interoperável em vários meios de transporte.

Como o uso de transporte público é parte essencial da rotina urbana, este continua sendo um caso de uso importante para apresentar a tecnologia de pagamento por aproximação aos consumidores. A aceleração das interações digitais faz parte do nosso novo normal e mudou drasticamente não apenas nossa maneira de pagar, mas também como vivemos, trabalhamos e viajamos. É provável que a facilidade de uso dos sistemas de pagamento por aproximação incentive os usuários a dar preferência ao transporte público e às opções de micromobilidade e a reduzir o uso do carro. Além disso, cria um caso de uso atraente para os produtos financeiros formais, o que pode ajudar a promover uma maior inclusão financeira e digital.

O BID tem ajudado os governos da região LAC a implementar sistemas de pagamento integrados e interoperáveis​​para seus sistemas de transporte. Em estreita colaboração com as autoridades de transporte, tem apoiado o desenvolvimento de sistemas de pagamento inclusivos, sustentáveis ​​e interoperáveis ​​para o transporte público de países como México, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Equador, Paraguai e outros. Na República Dominicana, as autoridades de transporte público adotaram uma solução de pagamento de circuito aberto nacional e multimodal que está impulsionando os pagamentos de transporte. Um projeto em fase de implementação apoiado pelo BID venceu o prêmio internacional anual da ITS España. Colaborando com a VisaNet Dominicana, a Visa desenhou, desenvolveu e implementou uma solução aberta de pagamento de passagens para o projeto de ônibus de Santo Domingo, cuja base foi o modelo global e interoperável de Transações de Mobilidade e Transporte Público, tornando-se uma parceira-chave para o projeto.

Hoje, muitos organismos entendem que as experiências de pagamento por aproximação trazidas por essa tecnologia são essenciais para a recuperação pós-pandemia. Apesar das restrições relacionadas à pandemia de COVID-19 e os diferentes níveis de reabertura em vigor na região, tenho visto aqui pela Visa uma aceleração em seus mais de 500 projetos de mobilidade urbana ativos no mundo – projetos foram acelerados em apenas seis meses.

Embora a incerteza ainda prevaleça, uma coisa não mudou: as agências governamentais nacionais e municipais, juntamente com provedores de mobilidade do setor privado, devem continuar se adaptando, inovando e criando sistemas de transporte mais conectados e sustentáveis. E acho que vale reforçar, estamos empenhados em ajudar governos e agências de transporte a acelerar essa transformação, a impulsionar a sustentabilidade e o crescimento econômico e a melhorar a qualidade de vida de residentes e turistas.

*Aida Esteban é líder de Mobilidade Urbana da Visa na América Latina e no Caribe e Alana Fook, consultora de Transporte do BID

AIRBUS REVELA HELICÓPTERO FLIGHTLAB PARA TESTAR TECNOLOGIAS DO FUTURO

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Os testes de voo começaram em abril do ano passado, quando o demonstrador foi usado para medir os níveis de ruído de helicópteros em áreas urbanas e para estudar particularmente como os edifícios podem afetar a percepção das pessoas

A Airbus Helicopters iniciou os testes de voo a bordo de seu Flightlab, um laboratório de voo independente de plataforma, dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de novas tecnologias. O Flightlab da Airbus Helicopters fornece uma base de teste ágil e eficiente para testar rapidamente tecnologias que poderiam equipar a gama atual de helicópteros da Airbus, ou até tecnologias mais disruptivas para futuras aeronaves de asa fixa ou plataformas (e)VTOL.

A Airbus Helicopters pretende promover o teste de tecnologias de propulsão híbrida e elétrica com seu demonstrador Flightlab, bem como explorar a autonomia e outras tecnologias destinadas a reduzir os níveis de ruído de helicópteros ou melhorar a manutenção e segurança de voo.

“Investir no futuro continua sendo essencial, mesmo em tempos de crise, especialmente quando essas inovações agregam valor aos nossos clientes, visando maior segurança, redução da carga de trabalho do piloto e redução dos níveis de ruído”, afirma Bruno Even, CEO da Airbus Helicopters. “Ter uma plataforma dedicada a testar essas novas tecnologias é um passo mais perto do futuro dos voos e é um reflexo claro de nossas prioridades na Airbus Helicopters”, acrescentou.

Os testes de voo começaram em abril do ano passado, quando o demonstrador foi usado para medir os níveis de ruído de helicópteros em áreas urbanas e para estudar particularmente como os edifícios podem afetar a percepção das pessoas. Os primeiros resultados mostram que os edifícios desempenham um papel importante no mascaramento ou amplificação dos níveis de ruído e esses estudos serão instrumentais quando chegar a hora de modelagem de ruído sonoro e definição de regulamentação, especialmente para iniciativas de Mobilidade Aérea Urbana (UAM). Os testes foram realizados em dezembro para avaliar o Rotor Strike Alerting System (RSAS), que visa alertar as tripulações sobre o risco iminente de colisão com os rotores principal e de cauda.

Os testes este ano incluirão uma solução de detecção de imagem com câmeras para permitir a navegação em baixa altitude, a viabilidade de um Sistema de Monitoramento de Uso e Saúde (HUMS) dedicado para helicópteros leves e um Sistema de Back-up do Motor, que fornecerá energia elétrica de emergência em caso de falha da turbina. Os testes no Flightlab continuarão em 2022, a fim de avaliar um novo design ergonômico de controles intuitivos de voo do piloto com o objetivo de reduzir ainda mais a carga de trabalho do piloto, que pode ser aplicável a helicópteros tradicionais, bem como outros tipos de VTOL desenvolvidos para Mobilidade Aérea Urbana.

O Flightlab é uma iniciativa de toda a Airbus, que reflete a abordagem da empresa à inovação com foco na entrega de valor aos clientes. A Airbus já tem vários Flightlabs bem conhecidos, como o A340 MSN1, usado para avaliar a viabilidade da introdução da tecnologia de asa de fluxo laminar em um grande avião comercial, e o A350 Airspace Explorer usado para avaliar tecnologias de cabine conectada a bordo.

Com informações da Assessoria de Imprensa Airbus

IDENTIDADE AUTOSSOBERANA É ALTERNATIVA PARA IDENTIFICAR PESSOAS VACINADAS CONTRA A COVID-19

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Um dos meios digitais eficazes para o êxito nesse controle é a identidade autossoberana, composta por informação das redes e relações que cada indivíduo constrói ao longo da vida, na interação com órgãos públicos, outras pessoas, escolas, trabalho, bancos, serviços e sistemas

Além do grande desafio da imunização contra a Covid-19, já iniciada em mais de 50 países, existe a necessidade estratégica em termos de saúde pública e logística de manter o controle sobre quem já foi vacinado, com qual tipo de produto, administração da primeira e da segunda dose. Tal procedimento é proporcionalmente complexo em relação aos índices demográficos do Brasil, com seus mais de 210 milhões de habitantes.

Um dos meios digitais eficazes para o êxito nesse controle é a identidade autossoberana, composta por informação das redes e relações que cada indivíduo constrói ao longo da vida, na interação com órgãos públicos, outras pessoas, escolas, trabalho, bancos, serviços e sistemas. Simplificando, ela abriga mais do que o número do CPF ou RG, podendo armazenar a formação acadêmica, profissão e, até mesmo, a informação vacinal de cada indivíduo.

“No que se refere à privacidade e veracidade das informações, a identidade autossoberana é uma das opções mais seguras, pois ela é uma plataforma descentralizada e dá ao usuário o controle das suas credenciais. Este sistema permite que o titular escolha quais informações quer compartilhar no acesso a um site ou um local, como um guichê de embarque, por exemplo”, explica Bruno Ribeiro, gerente de Inovação da Certisign, empresa especialista em identidade e segurança digital.

Segundo Ribeiro, trata-se de uma possibilidade de fácil adesão por parte dos brasileiros, pois é uma tecnologia fácil de usar, a qual é necessário apenas que o titular da identidade tenha um smartphone. “Para ilustrar: uma companhia aérea precisa ter a certeza de que as pessoas que embarcarão em um voo estarão todas imunizadas contra o Covid-19. Então, ela adota a plataforma de identidade soberana em seu sistema. O usuário, titular da identidade, no dia do voo, comparece ao guichê de embarque e scaneia com seu smartphone um QR Code no sistema da companhia aérea, por exemplo, que confirmará, ou não, se sua vacinação está em dia. Para tal, ele deverá autorizar quais credenciais irá apresentar ao sistema (no caso, as vacinas que tomou). Quaisquer outras credenciais existentes em sua carteira virtual não são acessíveis pelo sistema da companhia aérea”.

TITULAR NO CONTROLE

Um dos benefícios da identidade soberana é permitir que os dados pertençam aos próprios indivíduos, e não a terceiros. De acordo com Ribeiro, isso também minimiza os riscos de vazamento de dados e violação de privacidade dos clientes das empresas, pois quanto mais dados elas retêm, maior é o risco que correm.

BLOCKCHAIN E EMISSÃO DA IDENTIDADE

Uma das formas de se implementar a rede descentralizada de identidade autossoberana é por meio de um blockchain. Funcionaria da seguinte forma:

• O titular utiliza uma carteira virtual em seu smartphone para criar a identidade, que pode ser emitida por meio de um blockchain público ou privado.

• Daí, para obter a credencial de vacinação, por exemplo, o usuário acessaria o órgão competente e se autenticaria nele por meio de uma senha, validação biométrica, entre outras opções. Ao identificá-lo, a instituição emite uma credencial de vacinação para a sua identidade autossoberana, registrando a operação no blockchain. A credencial é então armazenada na carteira do usuário.

• Chegando ao embarque no aeroporto, ele apresenta a credencial de vacinação ao sistema da companhia aérea, que faz a verificação no blockchain.

“Por meio das credenciais verificadas, emitidas e registradas por universidades, órgãos públicos, hospitais, etc, no blockchain o titular vai formando sua identidade autossoberana. E, quando ele precisa se identificar em algum local, seja ele físico ou virtual, tem a liberdade de expor somente o dado pertinente àquela situação. É importante dizer que este processo de verificação, emissão e registro no blockchain é transparente ao titular da identidade. Para ele, em resumo, a ação para ter a identidade autossoberana seria apenas requisitá-la, instalar a carteira virtual em seu smartphone, obter as credenciais desejadas e ir utilizando-as no decorrer de sua vida “.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Certisign

ONS LANÇA RECURSO NO APLICATIVO QUE PERMITE ACOMPANHAR A PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DA OPERAÇÃO

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Nova funcionalidade do ONS+ agiliza o processo e facilita o acesso à informação

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) começou 2021 disponibilizando mais um serviço no aplicativo ONS+, lançado em agosto de 2020, e que gradualmente vem ganhando melhorias. A nova funcionalidade permite que os usuários visualizem todas as fases (as atividades já concluídas e as pendências) da Programação Diária. A evolução da ferramenta é mais um passo do Operador para se aproximar do setor elétrico e se modernizar, permitindo consultas de informações na palma da mão.

O recurso permite ainda que os agentes confiram as informações estatísticas do que já foi enviado e acompanhem o andamento do estágio pós-Dessem. Segundo Maria Cândida Abib, gerente de Programação Diária do ONS, a ferramenta será ainda uma aliada em casos de auditorias. “Além de trazer maior transparência e mobilidade a todos que atuam na Programação Diária da Operação, em especial aos agentes”, ressalta.

Para 2021 ainda estão programadas outras evoluções no ONS+. O próximo recurso a ser lançado deverá viabilizar a comunicação entre o Operador e os agentes. Com isso, será possível trocar mensagens entre ambas as partes pelo próprio app, dando mais agilidade à rotina dos profissionais do setor.

– Temos como desafio acrescentar novos serviços no aplicativo que possibilitem uma interação maior dos agentes com o ONS nas trocas de informações que, atualmente, usam outros sistemas -, comenta Eduardo Bruno, analista de sistemas do ONS. Outro update no radar do time de tecnologia é a inserção da função de envio de ofertas e comentários por meio da ferramenta.

Lançado em comemoração aos 22 anos do Operador, o ONS+ reúne em um só lugar informações do site institucional e do portal de relacionamento com agentes, o SINtegre. Na área “aberta”, é possível acompanhar os dados que o Operador disponibiliza, como a carga de energia, o balanço de energia entre as regiões, a geração por fonte e o nível dos reservatórios de forma simples e intuitiva.

Para obter o app, atualize o ONS + e solicite acesso via SINtegre em: Meu perfil > Meus Sistemas > Programação da Operação > Programação Diária da Operação

Assista ao vídeo e saiba mais: https://youtu.be/LB8ZrA0twT8

Com informações da Assessoria de Imprensa ONS