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SIEMENS AGUARDA PARA SETEMBRO A APROVAÇÃO JUNTO À ANATEL DO NOVO ROTEADOR 5G INDUSTRIAL

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Estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Educação e Tecnologias oferecido pela UFSCar.
Foto: Banco de imagens/green4T
  • Expectativa foi citada durante o Siemens Innovation Forum pelo executivo global da companhia, Sander Rotmensen

  • Único roteador 5G industrial do mercadoScalance MUM856-1 conecta aplicações industriais locais a uma rede de telefonia móvel pública

  • Representante da Anatel diz que empresas já podem solicitar frequência para uso de 5G em redes privadas

 

A Siemens está prestes a dar um passo importante em sua estratégia para liderar a atuação com 5G industrial no mercado brasileiro. A companhia está trazendo ao país o roteador Scalance MUM856-1, equipamento exclusivo que permite conectar aplicações industriais locais a uma rede de telefonia móvel pública (5G, 4G e 3G). E a expectativa é que o novo produto já tenha aprovação de uso junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no próximo mês de setembro.

A expectativa foi comentada pelo Diretor de Equipamentos Industriais para Comunicação Sem Fio da Siemens, Sander Rotmensen, durante painel realizado no evento Siemens Innovation Forum, nesta terça-feira, que debateu a chegada da nova tecnologia ao mercado brasileiro.



“O Scalance MUM856-1 é o primeiro produto da companhia voltado para a tecnologia 5G e neste momento estamos trabalhando para a sua aprovação junto à Anatel. Nossa expectativa é de finalizar esse processo no próximo mês”, afirmou Rotmensen. “A Siemens já tem várias iniciativas com 5G globalmente para o uso em redes privadas. São projetos com diferentes parceiros e internamente estamos trabalhando para implementar a nova tecnologia em todo o nosso ecossistema de atuação”, comentou o executivo.

Voltado para uso industrial, o novo roteador da Siemens pode ser usado para monitorar e fazer manutenção remotamente em plantas, máquinas, elementos de controle e outros dispositivos industriais de forma flexível e com altas taxas de dados. O dispositivo chega para atender à crescente demanda na indústria por esse tipo de solução.

No painel, Rotmensen citou os testes que a companhia vem realizando com 5G pelo mundo. O principal deles foi a rede privada implementada em 2019 no Showroom Automotivo e no Centro de Testes da Siemens em Nuremberg, na Alemanha, em iniciativa realizada em parceria com a Qualcomm Technologies.

Frequências já disponíveis

O painel do Siemens Innovation Forum sobre a nova tecnologia também contou com a participação do Gerente de Espectro, Órbita e Radiodifusão da Anatel, Agostinho Linhares, que ressaltou a importância do país em ter uma rede privada para 5G. “Estamos trabalhando para finalizar a regulamentação das faixas e disponibilizar 400 megahertz para redes privativas. Isso será essencial para manter a competitividade do Brasil e baratear custos em relação a outros países”, afirmou o representante da Anatel.

Segundo Linhares, as empresas brasileiras já podem solicitar uma faixa de frequência 2.3 gigahertz como porta de entrada para o 5G no mercado brasileiro e a expectativa é que a partir de outubro já estejam disponíveis as faixas de frequência entre 3.7 e 3.8 gigahertz para as redes privadas. “Nossa intenção é ter um cardápio de faixas oferecidas ao mercado”, diz ele.

O fato de a regulamentação no país permitir redes privadas para uso do 5G torna o mercado brasileiro similar ao da Alemanha. Essa semelhança foi comentada pelo Diretor. “Com essas características, qualquer iniciativa realizada com 5G na Alemanha poderá ao mesmo tempo ser trazida para o mercado brasileiro. Nossa perspectiva é que o Brasil esteja no topo das ações em inovação sem fio voltada para a indústria”, afirmou Sander Rotmensen.

O painel sobre 5G industrial teve moderação do Diretor da área de Factory Automation da Siemens, Rafael Dias.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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GOVERNO FEDERAL ASSEGURA RECURSOS PARA PROGRAMAS DE INCLUSÃO DIGITAL EM 2022

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A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê a continuidade das ações do Wi-Fi Brasil e de outros programas do Ministério das Comunicações

Promover a inclusão digital da população brasileira permanece como prioridade para o Governo Federal. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, sancionada com vetos pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, impede o contingenciamento de recursos previstos para a universalização do acesso à internet e apoio a iniciativas e projetos de inclusão digital.

No texto, publicado na última segunda-feira (23/8), no Diário Oficial da União, essas despesas estão incluídas entre aquelas ressalvadas de limitação de empenho, ou seja, poupadas de bloqueios no próximo ano.



Com essa diretriz, o Governo Federal assegura o avanço dos programas do Ministério das Comunicações (MCom), criados com o propósito de conectar os brasileiros. Entre eles está o Wi-Fi Brasil, que já levou a internet via satélite a 3 mil municípios no país. Mais de 14 mil pontos de internet foram instalados nessas localidades, dos quais 10 mil estão ativos em escolas da rede pública.

Através do Wi-Fi Brasil, o MCom já promoveu a inclusão digital e social de mais de 8,5 milhões de pessoas. Até o final deste ano, 15 milhões de brasileiros devem ser beneficiados pela iniciativa, que impulsiona a educação, o empreendedorismo e o desenvolvimento.

Com a sanção da LDO 2022, a legislação deve ser observada durante a elaboração do projeto de Lei Orçamentária (PLOA) para o próximo ano.

Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)

A LDO define as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas para o exercício subsequente, orientando a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano seguinte. O Poder Executivo envia ao Congresso Nacional o projeto da LDO até 15 de abril de cada ano. Entre as definições estão a meta fiscal, os programas prioritários e o salário mínimo. O Poder Executivo envia o texto ao Congresso Nacional, que deve discuti-lo e votá-lo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HUAWEI APRESENTA SOLUÇÕES PARA SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE SEGURANÇA

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O webinar Soluções Disruptivas para Segurança Pública, feito com apoio do Consesp, acontece no dia 25 de agosto

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), vai participar de evento voltado para profissionais da área de segurança dos setores público e privado. Promovido pela Network Eventos, com apoio do Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consesp), o fórum virtual “Soluções Disruptivas para Segurança Pública” acontece no dia 25 de agosto, a partir das 10h. A inscrição é gratuita e pode ser feita através desse link.

O Gerente de Soluções para Indústrias da Huawei, Ricardo Mansano, estará presente como moderador e palestrante do evento, discursando sobre o tema “Transformação Digital da Segurança Pública com Inteligência Artificial & LTE”. “A Huawei já disponibiliza tecnologias avançadas de Inteligência Artificial, entre outras soluções, que auxiliam nessa grande transformação. Vamos levar para o evento como essas tendências tecnológicas podem revolucionar o setor de Segurança Pública de forma integrada”, detalha Mansano.



O encontro irá reunir secretários estaduais de segurança do Ceará, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Tocantins, Paraná e do Distrito Federal, além de executivos da indústria de TICs, para debates e conversas sobre novas tecnologias para a área de segurança pública, e seus modelos de implementação, ganhos operacionais, soluções, aplicações e casos de sucesso.

Serviço

Evento: E-fórum Soluções Disruptivas para a Segurança Pública – Debates e Conversas
Data: Quarta-feira, 25 de agosto de 2021
Horário: 10h
Link: inscrições gratuitas no site Network Eventos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FALTA UMA SEMANA PARA O CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY

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A sétima edição do evento será realizada com a segunda do AirConnected, entre os dias 1° e 3 de setembro, de maneira híbrida

Em uma plataforma que reunirá, aproximadamente, 2.600 participantes (600 presencialmente e mais de 2.000 online), a sétima edição do Connected Smart Cities se adapta ao cenário da pandemia e realiza edição híbrida inédita, com muitas inovações.

Uma delas é reunir o Connected Smart Cities & Mobility e o AirConnected em um mesmo evento, sendo essa edição desenhada para acomodar as necessidades e os formatos que o atual momento exige, enxergando as conexões entre os ecossistemas de transporte aéreo, cidades e mobilidade urbana.

Para a abertura do evento, estão confirmadas as presenças de Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura; Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul; Marcos Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional do Governo do Estado de São Paulo; Juliano Noman, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil; além de mais de dez prefeitos confirmados para receber a premiação do Ranking Connected Smart Cities.

O ranking, divulgado anualmente nas edições do Connected Smart Cities & Mobility, elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, é um importante estudo sobre cidades inteligentes e conectadas de todo o Brasil. De fevereiro a agosto de 2021, os encontros regionais nas 26 capitais do País ajudaram a pautar os resultados.

“Interessante notar que a edição deste no, mesmo com a inserção de novos indicadores quanto aos serviços e soluções inteligentes já disponibilizados pelo Poder Público aos cidadãos, não sofreu grandes alterações, o que evidencia que algumas cidades realmente estão no caminho de seu desenvolvimento inteligente e no provimento de qualidade de vida a seus habitantes”, diz Willian Rigon, diretor comercial e marketing da Urban Systems.

“O Rio de Janeiro, capital e cidade com notório destaque nacional, vinha se posicionando de forma mais tímida em relação aos indicadores de desenvolvimento. No entanto, ao avaliarmos as soluções já implantadas, a cidade passa a trazer alguns destaques, o que gerou uma melhora em sua classificação e liderança em um dos eixos de avaliação da cidade”, aponta Rigon.

Palestras Connected Smart Cities

Serão mais de 300 palestrantes, com participação das associações que apoiam o Connected Smart Cities & Mobility, representantes de governo e empresas patrocinadoras. As apresentações simultâneas serão divididas em 11 palcos, nos três dias de programação no formato híbrido.

O evento acontece, presencialmente, nos dias 1° e 2, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e de forma virtual nos dias 1°, 2 e 3, com transmissão ao vivo, via celular ou web.

 

FALTA UMA SEMANA PARA O CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY

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A sétima edição do evento será realizada com a segunda do AirConnected, entre os dias 1° e 3 de setembro, de maneira híbrida

Em uma plataforma que reunirá, aproximadamente, 2.600 participantes (600 presencialmente e mais de 2.000 online), a sétima edição do Connected Smart Cities se adapta ao cenário da pandemia e realiza edição híbrida inédita, com muitas inovações.

Uma delas é reunir o Connected Smart Cities & Mobility e o AirConnected em um mesmo evento, sendo essa edição desenhada para acomodar as necessidades e os formatos que o atual momento exige, enxergando as conexões entre os ecossistemas de transporte aéreo, cidades e mobilidade urbana.

Para a abertura do evento, estão confirmadas as presenças de Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura; Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul; Marcos Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional do Governo do Estado de São Paulo; Juliano Noman, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil; além de mais de dez prefeitos confirmados para receber a premiação do Ranking Connected Smart Cities.



O ranking, divulgado anualmente nas edições do Connected Smart Cities & Mobility, elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, é um importante estudo sobre cidades inteligentes e conectadas de todo o Brasil. De fevereiro a agosto de 2021, os encontros regionais nas 26 capitais do País ajudaram a pautar os resultados.

“Interessante notar que a edição deste no, mesmo com a inserção de novos indicadores quanto aos serviços e soluções inteligentes já disponibilizados pelo Poder Público aos cidadãos, não sofreu grandes alterações, o que evidencia que algumas cidades realmente estão no caminho de seu desenvolvimento inteligente e no provimento de qualidade de vida a seus habitantes”, diz Willian Rigon, diretor comercial e marketing da Urban Systems.

“O Rio de Janeiro, capital e cidade com notório destaque nacional, vinha se posicionando de forma mais tímida em relação aos indicadores de desenvolvimento. No entanto, ao avaliarmos as soluções já implantadas, a cidade passa a trazer alguns destaques, o que gerou uma melhora em sua classificação e liderança em um dos eixos de avaliação da cidade”, aponta Rigon.

Palestras Connected Smart Cities

Serão mais de 300 palestrantes, com participação das associações que apoiam o Connected Smart Cities & Mobility, representantes de governo e empresas patrocinadoras. As apresentações simultâneas serão divididas em 11 palcos, nos três dias de programação no formato híbrido.

O evento acontece, presencialmente, nos dias 1° e 2, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e de forma virtual nos dias 1°, 2 e 3, com transmissão ao vivo, via celular ou web.

A realização é da Necta – Conexões com Propósito –, em parceria com Fenelon Advogados e Urban Systems Brazil. “Pela primeira vez na história do evento, a apresentação da sétima edição do ranking contará com um caderno exclusivo no Mobilidade, do Estadão. Tudo nesta edição foi idealizado para estimular a consciência dos participantes da importância dos cuidados durante a pandemia, ao mesmo tempo possibilitando a promoção de discussão, troca de informações e difusão de ideias entre governo, entidades e empresas, visando que as cidades brasileiras possam se tornar mais inteligentes e conectadas”, ressalta Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities.

 

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DISPONÍVEL DESDE 2015 PODE AJUDAR NO COMBATE A INCÊNDIOS

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Terra em órbita de satélites de comunicação

Metodologia utiliza Inteligência Artificial para identificar focos de queimadas a partir de satélites com taxa de precisão de 85% 

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que em julho de 2021 foram registrados 4.977 focos de incêndio na Amazônia. Trata-se de um aumento de 116% em comparação com o mês anterior, que já havia registrado o maior número de focos de queimadas dos últimos 14 anos para junho no bioma. Muitos desses focos, porém, podem ser previstos com a ajuda da tecnologia. Um exemplo disso é a metodologia desenvolvida pelo professor e pesquisador Fábio Teodoro de Souza, do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PGGTU) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

O modelo está disponível desde 2015 e foi testado no Parque Nacional Chapada das Mesas, no Maranhão, mas pode ser adaptado e aplicado em qualquer local do Brasil, inclusive na Amazônia. A metodologia considerou dados de focos de incêndios monitorados por satélites do Programa Queimadas do Inpe e dados meteorológicos da rede automática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).



Souza explica que os focos de incêndios são identificados em todo o território nacional por vários satélites que registram o horário e as coordenadas geográficas dos focos. As variáveis meteorológicas, principalmente temperatura e umidade, explicam o fenômeno das queimadas, que normalmente começam com a combinação de baixíssima umidade e alta temperatura. Um sistema que lança mão de Inteligência Artificial (IA) foi utilizado para o treinamento dos padrões meteorológicos relacionados às “ocorrências” ou “não ocorrências dos incêndios”.

“Uma vez treinado com dados de um histórico passado, os modelos podem generalizar situações futuras e prever o risco de incêndio florestal. A antecipação da ocorrência da queimada permite ações para evitar ou diminuir os efeitos do desastre”, afirma o pesquisador.

No caso específico do Parque Chapada das Mesas, o modelo identifica os focos de incêndio com 6 ou 12 horas de antecedência e com 85% de taxa de acerto, já que a estação meteorológica usa somente três medições diárias. Se forem utilizados dados de estações meteorológicas com maior frequência de medição, entretanto, a antecedência e a eficácia da previsão de incêndio podem ser aumentadas.

Segundo Souza, a identificação do risco de incêndio florestal é uma informação útil aos órgãos responsáveis pelo combate às queimadas, já que a antecipação pode munir as instituições para enfrentar a situação de forma ágil e reduzir as chances de um grande desastre.

“As queimadas causam prejuízos irreversíveis, tais como a destruição da biodiversidade e do patrimônio genético do Brasil. É preciso ter mais consciência das nossas riquezas naturais para protegê-las e evitar danos catastróficos para o nosso meio ambiente e para as futuras gerações dos brasileiros”, diz o pesquisador.

Além da previsão de incêndios, o modelo pode ser adaptado a outros fenômenos, como deslizamentos de encostas causados por fortes chuvas a até a previsão de hospitalizações por doenças respiratórias em determinada localidade, a partir da utilização de dados meteorológicos e concentrações de poluentes atmosféricos como variáveis explicativas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UCORP QUER DEMOCRATIZAR MOBILIDADE CORPORATIVA COM O COMPARTILHAMENTO DE CARROS ELÉTRICOS

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Carro elétrico, muitos carros em um

UCorp busca tornar a mobilidade elétrica acessível para todas as empresas que investem em inovação para deslocamentos de colaboradores.

UCorp , primeira startup de tecnologia e soluções de mobilidade corporativa do Brasil focada em veículos elétricos, investe continuamente em soluções tecnológicas para tornar a mobilidade elétrica compartilhada acessível para todos os segmentos e tamanhos de empresas. A startup tem investido esforços em todos os sentidos para atingir esse objetivo.

Por meio do aplicativo a Ucorp oferece uma solução de compartilhamento de carros elétricos e a combustão para empresas. A solução integra big data em tempo real, sistema de carona, lavagem ecológica e gestão de multas, entre outras funcionalidades e regras de negócio, que permitem uma redução de custos para as companhias. As informações obtidas pelo sistema sobre os deslocamentos são compartilhadas dentro dos padrões de segurança e LGPD com outras startups de mobilidade do ecossistema, entre elas as de seguros, as de energia e de crédito.



A startup brasileira, que aposta principalmente no produto de carsharing, tem uma plataforma white label 100% customizável com tecnologia autoral e orientada a dados, que permite gerenciamento e visibilidade completa da mobilidade de frotas corporativas. Semelhante ao Gympass, a plataforma promete levar uma opção eficiente e sustentável, além do poder de escolha de “como se deslocar de forma inteligente” aos milhões de colaboradores das principais empresas do país.

Cenário promissor

O cenário do segmento de aluguel de carros, ou carros por assinatura, se mostra promissor para os próximos anos. De acordo com dados divulgados pela Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a venda de veículos seminovos e usados teve uma alta de 54,7%, quase seis vezes maior do que a venda de novos. De acordo com Guilherme Cavalcante, CEO e fundador da UCorp a empresa, que ainda é jovem, conta com importantes investidores, além de um time de alta performance e tecnologia avançada, baseada em dados e cloud computing para entregar esse serviço inovador no Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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6 TECNOLOGIAS QUE MELHORAM A MOBILIDADE URBANA

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Do Planejamento Urbano à Exploração de Futuros
Foto: Pixabay

Para especialista da BusUp, os veículos autônomos são algumas das apostas da indústria automobilística para os próximos anos

De acordo com o Relatório de Tecnologia e Inovação 2021, o mercado de tecnologia e inovação movimenta, atualmente, 350 bilhões de dólares e até 2025 pode superar o patamar dos 3 trilhões de dólares. Para Danilo, Tamelini, Presidente Latam da BusUp, empresa fornecedora de serviços de mobilidade, número um na Europa em gestão otimizada e flexível de fretamento, o avanço da tecnologia será peça-chave para a melhora da mobilidade urbana.

“Engarrafamento, falta de integração entre diferentes modais de transporte e ineficiência no sistema público. Estes são apenas alguns dos problemas enfrentados diariamente pela população de grandes cidades em seus deslocamentos. A mobilidade urbana é um grande desafio para governantes de todo o mundo, mas a revolução tecnológica pela qual passamos pode ser a chave para uma transformação”, explica Tamelini.



Para falar de alternativas que podem melhorar a mobilidade urbana, o especialista elencou seis tecnologias que melhoram a mobilidade urbana:

Veículos autônomos

Essa é uma das apostas da indústria automobilística para os próximos anos. Já é predominante entre os especialistas de tecnologia e inovação a percepção de que veículos sem motoristas podem ser mais seguros e até mais eficientes. Seres humanos, ao dirigir, precisam estar sempre atentos ao que acontece e podem se distrair com facilidade, provocando situações de risco potencial. Os investimentos das montadoras nesse setor indicam que, em poucos anos, será comum nos deslocarmos em carros sem motoristas e com total segurança.

Veículos compartilhados

Existem hoje plataformas que permitem que carros sejam alugados apenas por determinados períodos. Seja um dia inteiro, algumas horas ou uma semana: a personalização do tempo de uso é inteira do cliente. Essa oferta trata o carro como um serviço, ressignificando o seu uso e priorizando a locomoção do cliente. Graças à conectividade e digitalização e à nova economia compartilhada, agora já não é preciso ser proprietário de veículos se não fazemos um uso intensivo deles. E mesmo no caso dos donos de carros e frotas, o compartilhamento permite a sua otimização e custos mais baixos.

Inteligência Artificial

Desde carros autônomos até drones que ajudam a controlar o tráfego, a inteligência artificial é uma forte aliada para encontrar soluções de melhorias para a mobilidade urbana. Na Ásia, já é possível fazer o gerenciamento inteligente do tráfego, controle de semáforos, monitoramento de câmeras e tudo que se encaixa no conceito de cidades inteligentes. Em Dubai, os drones autônomos que levam passageiros já estão em teste e prometem desafogar parte do congestionamento, mas especialistas afirmam que essa realidade ainda está longe do Brasil. Já que em São Paulo, por exemplo, o trânsito aéreo já é preocupante. Para que drones dividam espaço com aeronaves e helicópteros as rotas precisam ser seriamente repensadas.

Integração

Com o compartilhamento de informações em tempo real e a inclusão de novas formas de pagamento, as plataformas digitais integram e facilitam o acesso aos diversos serviços de transporte, assumindo maior protagonismo na gestão da mobilidade. Por meio de inteligência e dados, essas plataformas chamadas MaaS (Mobility as a Service) têm a capacidade de direcionar os fluxos, dosando os níveis de aglomeração no transporte coletivo com o uso de modais individuais.

Dados em tempo real

Além das medidas emergenciais – higienização e redução do contato social nos veículos, com demarcações das distâncias de segurança e barreiras físicas – os operadores de transportes deverão investir em monitoramento e coleta de informações em tempo real. Esses dados deverão alimentar as plataformas digitais e aplicativos que os repassam aos cidadãos. Saber a hora exata que o ônibus vai passar ou a lotação dos veículos auxilia na tomada de decisão das pessoas.

Investimento no transporte coletivo

Em um cenário de suspensão das atividades do transporte coletivo além do enorme número de veículos que haveria nas ruas, o transporte deixaria de ser acessível a todos. Uma pesquisa realizada pela NTU mostrou que os trabalhadores e estudantes seriam os mais impactados, tendo em vista que das 8,3 milhões de pessoas que utilizam os ônibus diariamente, 54,3% estão à trabalho e outras 20,6% para estudo. Isso porque as alternativas para os ônibus e metrôs, como táxis e aplicativos, não seriam economicamente viáveis nem poderiam alcançar todos os destinos esperados.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MOBILIDADE A PÉ NO LUGAR QUE LHE É DE DIREITO

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Com Planejamento Estratégico, Prefeitura promove inovação e mais qualidade de vida
Foto: banco de imagens/shutterstock

Apesar da proporção dos deslocamentos a pé e do espaço prioritário dedicado ao meio de transporte em políticas públicas, códigos e normas, a infraestrutura que as cidades oferecem para quem caminha é insuficiente, escassa ou inexistente

Andar a pé é um dos meios de transporte mais utilizados nas cidades brasileiras. Pesquisas locais e nacionais indicam que cerca de 1/3 dos deslocamentos realizados são efetuados integralmente por pessoas que se deslocam com seus próprios pés. Considerando os deslocamentos iniciados ou concluídos a pé, o número sobe exponencialmente, tornando o modo de transporte majoritário entre os deslocamentos totais realizados em regiões metropolitanas.

Apesar da proporção dos deslocamentos a pé e do espaço prioritário dedicado ao meio de transporte em políticas públicas, códigos e normas, a infraestrutura que as cidades oferecem para quem caminha é insuficiente, escassa ou inexistente. Nas ruas, pedestres disputam calçadas estreitas, esburacadas e com presença de inúmeros desníveis. Isso quando não precisam caminhar no leito viário, dada a impossibilidade de utilização das calçadas, o que atinge sobremaneira pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência.



Conceitos como o “Cidades de 15 minutos” – base do projeto urbano que surgiu na capital francesa para incentivar o desenvolvimento de comunidades autossuficientes em cada distrito da cidade –, deixam evidente que o transporte a pé pode ser um indicador importante de acesso às oportunidades como estudo, trabalho, lazer etc. Enquanto isso, no Brasil, estudos dedicados a entender a desigualdade das cidades confirmam a relação entre maior renda e menores distâncias a percorrer. Assim, a mobilidade a pé torna-se um “termômetro” da desigualdade de acesso à cidade.

Apesar do desequilíbrio, recursos humanos e financeiros dedicados à resolução do problema são pequenos frente ao desafio colocado pelas cidades brasileiras, que ainda podem variar muito conforme a região, o porte populacional e as dinâmicas socioeconômicas locais. Isso a revelia da urgência de ao menos manter o espaço que a mobilidade a pé ocupa na matriz modal das cidades brasileiras, em vistas dos benefícios que o meio de transporte gera para a saúde de quem o utiliza e para o meio ambiente, aqui considerando questões relativas à poluição, mudança do clima, segurança urbana etc.

Para tanto, é indispensável buscar inspiração em iniciativas dedicadas a mobilizar recursos, rever padrões culturais, redistribuir o espaço viário e mudar a forma de integrar pedestres à cidade, reconhecendo o lugar que lhes é de direito. Nesse sentido, os projetos contemplados pela premiação Cidade Caminhável 2021, promovida pelo Movimento SampaPé! com apoio nacional do ITDP Brasil e internacional da organização Walk 21, são referências importantes.

Dois projetos de infraestrutura de priorização e proteção de quem anda a pé ganharam o primeiro e segundo lugar, respectivamente, localizados nos municípios de Conde/PB e Caruaru/PE. Em terceiro lugar está o Plano Municipal de Caminhabilidade de Fortaleza/CE, que constitui um guia para a promoção da caminhabilidade na capital cearense. Esses são alguns exemplos de como cidades pequenas, médias e grandes podem se conectar com o desafio de promover espaços adequados para a mobilidade a pé.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

CNPEM MOSTRA COMO MACHINE LEARNING É CAPAZ DE REVELAR NOVOS MATERIAIS ÚTEIS PARA A INDÚSTRIA DE NANODISPOSITIVOS

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Estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Educação e Tecnologias oferecido pela UFSCar.
Foto: Banco de imagens/green4T

Método inédito revelou 17 materiais promissores para desenvolvimento de dispositivos eletrônicos menores e mais eficientes

As ferramentas computacionais estão cada vez mais presentes nos processos que antecedem os experimentos científicos, especialmente na área biológica, onde há bancos de dados com extensos e variados volumes de dados. Na ciência de materiais, as informações disponíveis são mais escassas, mas ainda assim os recursos de machine learning, métodos de análise de dados que permitem a construção automatizada de modelos preditivos, são promissores para a descoberta de materiais com propriedades específicas e valiosas para o desenvolvimento de novas tecnologias.

Um estudo de pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia de Materiais (CNPEM), organização vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), descreve pela primeira vez uma metodologia que tem potencial para contribuir para significativa otimização do uso de recursos financeiros, humanos e acelerar experimentos necessários para avaliar as propriedades e até descobrir novos materiais.



“O uso de recursos de Machine Learning é capaz de otimizar esse tipo de pesquisa e, mesmo lidando com relativa escassez de dados, foi possível revelar 17 materiais promissores para desenvolvimento de aplicações que tiram proveito das propriedades que buscávamos selecionar”, explica Adalberto Fazzio, diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) e coordenador da pesquisa.

O artigo, que acaba de ser publicado na Applied Physics Reviews , uma das publicações de maior impacto na área de física aplicada, demonstrou a acurácia do método em mais de 90% com uso de Machine Learning na busca de materiais de duas dimensões (2D), formados por uma única camada de poucos átomos de espessura com uma propriedade eletrônica específica: a de serem isolantes topológicos.

Isolantes topológicos são materiais com bordas metálicas, portanto condutoras de eletricidade e a parte central isolante. Essa classe de materiais tem potencial para o desenvolvimento de dispositivos em que a corrente elétrica pode fluir sem perturbações e dissipação de calor.

Essas características têm enorme valor para o desenvolvimento de dispositivos cada vez menores e capazes de funcionar com maior eficiência e menor gasto de energia, por isso estão sendo estudados para uso em sensores mais eficientes e componentes para computação quântica, por exemplo.

O uso de novos materiais pode levar a superação de importantes limites estabelecidos pela física para o controle de equipamentos miniaturizados, como explica Gabriel Schleder, pesquisador do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano/CNPEM) e um dos responsáveis pelo estudo: “Os dispositivos de hoje em dia estão perto do limite físico que a tecnologia impõe. A redução do tamanho dos componentes gera dificuldades de controle de suas funções e maior risco de falha dos circuitos. Com esses novos materiais se busca controles seguros e eficientes com menor dissipação de energia”.

Avanço na pesquisa

O desenvolvimento de materiais dessa classe exige um trabalho minucioso que costuma demandar, além de tempo de equipe especializada, instrumentos de pesquisa disponíveis em poucos lugares, insumos valiosos e escassos.

“A estratégia que demonstramos se revelou até dez vezes mais eficiente em prever as propriedades dos materiais em relação à abordagem tradicional, baseada na tentativa e erro. Se o pesquisador tem pequenas quantidades de materiais que poderiam ser testados experimentalmente, esses recursos computacionais podem trazer uma vantagem gigantesca. Vale lembrar que esse método pode ser usado para buscar informações em outros bancos de dados e prever, além da condutividade eletrônica, outras propriedades de interesse, como ótica, magnetismo”, esclarece Bruno Focassio, pesquisador do LNNano/CNPEM que também assina o artigo.

Próximos passos

O trabalho de pesquisa tem pela frente dois caminhos. O primeiro segue na investigação, com maior profundidade, das propriedades de aplicação dos materiais que se revelaram mais promissores no estudo, para confirmar a viabilidade do uso deles no desenvolvimento de dispositivos. O segundo usa os recursos de Machine Learning para buscar, em materiais diferentes, outras propriedades exóticas que possam ser úteis como recurso tecnológico.

Sobre o CNPEM

Ambiente de pesquisa e desenvolvimento sofisticado e efervescente, único no País e presente em poucos polos científicos no mundo, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) é uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações (MCTI). O Centro é constituído por quatro Laboratórios Nacionais e é berço do mais complexo projeto da ciência brasileira – o Sirius – uma das mais avançadas fontes de luz síncrotron do mundo. O CNPEM reúne equipes multitemáticas altamente especializadas, infraestruturas laboratoriais mundialmente competitivas e abertas à comunidade científica, linhas de pesquisa em áreas estratégicas, projetos inovadores em parcerias com o setor produtivo e ações de treinamento para pesquisadores e estudantes.

O Centro constitui um ambiente movido pela busca de soluções com impacto nas áreas de Saúde, Energia, Meio Ambiente, Novos Materiais, entre outras. As competências singulares e complementares presentes no CNPEM impulsionam pesquisas e desenvolvimentos inovadores nas áreas de luz síncrotron; engenharia de aceleradores; descoberta de novos medicamentos, inclusive a partir de espécies vegetais da biodiversidade brasileira; mecanismos moleculares envolvidos no início e progressão do câncer; doenças cardíacas e neurodesenvolvimento; nanopartículas funcionalizadas para combater bactérias, vírus, câncer; novos sensores e dispositivos nanoestruturados para os setores de petróleo e gás e saúde; soluções biotecnológicas para o desenvolvimento sustentável de biocombustíveis avançados, bioquímicos e biomateriais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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