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BIKE-A-THON CICLOTURISMO OFERECE APOIO FINANCEIRO PARA INICIATIVAS NA PANDEMIA

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As 4 iniciativas selecionadas receberão mentorias e apoio financeiro para aprimorar suas ideias na área de cicloturismo

A bicicleta é uma ferramenta acessível e também o meio de transporte mais eficiente em distâncias de até 7km, sendo indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como modal a ser priorizado durante a pandemia. Entre os setores mais impactados pela atual crise sanitária ocasionada pela pandemia de COVID-19 está o turismo. De acordo com pesquisa, em Julho/2020, mais de 70% das empresas entrevistadas estavam sem reservas ou tiveram cancelamento total em decorrência da pandemia.



Diante deste cenário, muitas iniciativas de turismo encontram dificuldade de continuar sua operação, seja pela falta de recursos para investir ou pela falta de orientação sobre os procedimentos de segurança sanitária necessários. As inscrições para a Bike-a-Thon Cicloturismo foram prorrogadas até o dia 28/03 por conta da pandemia causada pela Covid-19 e poderão ser feitas através do site: https://www.aromeiazero.org.br/bikeathon.

Fomentando essa narrativa, a Bike-a-thon Cicloturismo é uma maratona de inovação social que oferecerá apoio técnico e financeiro para ideias, negócios e projetos de turismo de bicicleta que queiram estruturar seu plano de negócio e sua operação diante dos desafios da pandemia.

O projeto é uma iniciativa do Aro com patrocínio do Instituto PHI

Buscamos ideias que pretendam melhorar as condições de vida, fortalecer economias locais, promover a mobilidade segura e a reativação dos espaços públicos nos territórios em que estão inseridas. As 6 ideias pré-selecionadas receberão mentorias em Cicloturismo e Impacto Socioambiental, Protocolos de Segurança Sanitária contra a COVID-19, Plano de Negócio e Gestão Financeira.

Além disso, 4 propostas receberão uma bolsa de R$600 por 2 meses para estruturar e potencializar suas atividades. As propostas serão selecionadas conforme os critérios: adequação ao perfil da Bike-a-thon Cicloturismo, desenvolvimento de potencial cicloturismo e economia loca, lconhecimento do território e pertencimentopotencial de impacto socioambiental e viabilidade.

Podem se inscrever no edital: pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos e não governamentais, incluindo pequenos empreendedores (MEI e ME) de todo o Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Instituto Aromeiazero

O IMPACTO GLOBAL DAS BICICLETAS NO AVANÇO DE CIDADES INTELIGENTES

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Segundo o Banco Mundial, o uso de bicicletas no Brasil cresceu cerca de 129% no primeiro semestre de 2020,  na comparação com 2019

Muito tem se falado sobre a importância do papel e aumento do uso de bicicletas durante a pandemia, movimento que já vem sendo fomentado há décadas, embora tenha sido intensificado nos últimos meses – o que é ótimo! Todas as mudanças que temos vivenciado tiveram um alto impacto no comportamento e, consequentemente, no deslocamento das pessoas. E em meio a esse cenário, o modal se destacou, como meio de transporte seguro que contribui para o afastamento social, e, já indo além, que impacta positivamente na economia de tempo e dinheiro, bem como no meio ambiente.

Segundo o Banco Mundial, o uso de bicicletas no país, de forma geral, cresceu no primeiro semestre cerca de 129% em relação a 2019. Além disso, a busca por ciclovias no Google Maps aumentou 69% no primeiro semestre de 2020 – um recorde histórico!



Em setembro, fizemos aqui na Tembici, um levantamento para entender o comportamento dos usuários com a reabertura gradual das cidades e, aproximadamente, 50% das pessoas que precisaram sair de casa optaram pela bicicleta. Quando perguntado o principal motivo de uso, cerca de 40% definiram a escolha do modal por ser rápido e prático. Outras características também foram citadas, como a segurança diante da necessidade de distanciamento e a possibilidade de praticar exercício e melhorar a qualidade de vida.

Muitas dessas mudanças já estavam em andamento e vieram para ficar. Afinal, quando falamos do ir e vir nas cidades, as pessoas cresceram focando no carro como seu principal meio de transporte, mas hoje já se questionam sobre gastar cerca de 2 horas no trânsito – média de algumas cidades no Brasil. 

O meio ambiente 

Além disso, as questões ambientais também ganharam mais destaque. Sabe-se que a cada tonelada de emissão de Gás Carbônico (CO2) é necessário o plantio de mais de 7 árvores para que o planeta não sofra os danos causados por esta emissão e somente em São Paulo, em 2020, contribuímos com a economia de mais de 800 toneladas de CO2 por meio do sistema de bikes compartilhadas. Somando todos os projetos da Tembici, 15 milhões de viagens foram realizadas no ano passado, o que equivale a um dado surpreendente: 275 voltas na Terra. Imagina a mudança global se essa utilização for intensificada? 

Posso afirmar que esse desafio se torna cada vez mais tangível e o último ano foi a prova disso, especialmente com a chegada das bikes elétricas, que facilitam que os ciclistas pedalem maiores distâncias, geralmente realizadas por automóveis. O potencial de crescimento ainda é enorme, mas o caminho é certo e mira em cidades inteligentes e cada vez mais sustentáveis.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

ARTIGO PAULA FARIA – MOBILIDADE ESTADÃO: DESLOCAR-SE TAMBÉM É DESAFIO PARA MULHERES

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Permitir o aumento da participação feminina nos planos de cidades e mobilidade é o primeiro passo

Pensar a mobilidade urbana no contexto das mulheres sugere algumas reflexões. Uma delas é sobre a forma e a necessidade dos deslocamentos. Será que é igual para homens e mulheres?

A Política Nacional de Mobilidade Urbana tem o papel de orientar essa agenda com os municípios do País, enfatizando alguns dos seus objetivos, como redução das desigualdades, promoção da inclusão social, além do acesso a serviços básicos, como saúde, educação, lazer e trabalho.  Assim, partindo da premissa de que o direito à mobilidade é um dos componentes do acesso à cidade, seu desenho precisa considerar gêneros, classes sociais, sexualidade e raça.



E, nesse contexto, a plataforma Connected Smart Cities & Mobility vem fomentando ações para a construção das cidades por meio do envolvimento dos atores do ecossistema. E aumentar a participação feminina nesse trabalho também está no propósito.

Contextos

Temos um cenário em que o planejamento urbano acontece com base na igualdade entre todos, tendo como ponto de partida os dados de mapeamento da demanda geral do transporte. E o resultado disso é a desigualdade no acesso, sobretudo para as mulheres negras e pobres e que residem nas áreas periféricas.

Esse nivelamento da oferta dos serviços mostra uma realidade preocupante, alertando os envolvidos quanto à implementação das políticas públicas para o segmento, visto que entender as várias jornadas das mulheres passa também pelo desconstruir.

O que os deslocamentos revelam?

A Pesquisa Origem e Destino (OD), do Metrô São Paulo, mostra que as mulheres fazem mais viagens motivadas por educação e saúde, em que os meios mais usados são o transporte coletivo ou a pé.

O estudo aponta aumento de 10% nos deslocamentos desse público no transporte coletivo, superando o índice do gênero masculino, que diminuiu 3% no período de dez anos, sendo que, no metrô, elas já representam 56% dos passageiros transportados.

Por que falar da segurança?

No contexto das mulheres na mobilidade, a forma de ocupação e a segurança dos espaços públicos são fundamentais. A pesquisa ‘Viver em São Paulo: Mulher’, realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência, mostra que o transporte público permanece como o local em que as mulheres sentem maior risco de sofrer algum tipo de assédio (46%); seguido da rua (24%).

No contexto do País, dados do Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva mostram que 97% das brasileiras com mais de 18 anos já passaram por situações de assédio sexual no transporte público, nos carros por aplicativo ou em táxis. E 71% delas conhecem alguma mulher que já sofreu assédio em espaço público.

Como quebrar esses ciclos

O processo ‘antigo’ de pensar as cidades e a mobilidade e acessibilidade acentuam a violência contra a mulher e perpetuam ciclos de pobreza, refletindo na limitação do acesso às oportunidades educacionais e profissionais, por exemplo. A sociedade não pode mais conviver com uma realidade como a apontada na pesquisa da organização internacional ActionAid: 70% das brasileiras têm medo de andar nas ruas, independentemente do horário.

Assim, inserir definitivamente essa pauta como prioridade das políticas públicas, permitindo o aumento da participação feminina nos planos de cidades e mobilidade, é o primeiro passo. O caminho é a promoção de ações que possam garantir direitos e que reduzam essa desigualdade histórica.”

Artigo pubicado no Mobilidade Estadão 

Evento Regional Curitiba | Apresentação do Plano de Cidades Inteligentes

Esta transmissão online faz parte da programação de Eventos Regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021. Todas as terças-feiras, das 9:00​​ às 13:00​​, até 24 de agosto de 2021, totalizando 27 cidades.

A iniciativa conta com as participações de Paula Faria – Connected Smart Cities & Mobility, Willian Rigon – Urban Systems, Cris Alessi – Agência Curitiba de Desenvolvimento, Luiz Fernando de Souza Jamur – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, Leny Toniolo – Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Cinthia Amador Genguini – Prefeitura de Curitiba, Juliana Palácios – Smart City Expo, Silvia Barcik – ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico, Evandro Roveran – Bosch e Fernanda Caraballo – Mastercard

PREFEITOS INSTITUEM CONSÓRCIO PARA COMPRA DE VACINAS

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Uma das estratégias do Consórcio Conectar é a aquisição de 20 milhões de doses de vacinas para adiantar o cronograma de imunização em 30 dias

Com o interesse de 2.598 municípios, foi instituído nesta segunda-feira, 22, o Conectar – Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras, representando mais de 150 milhões de brasileiros. Liderada pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a iniciativa é inédita no país e começou a ser desenhada há pouco menos de um mês, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que estados e municípios participassem de negociações para a aquisição de imunizantes contra a COVID-19.

“Não existe, no Brasil, uma mobilização como essa. Os números são impressionantes: em menos de 15 dias, 1.192 cidades conseguiram aprovar suas Leis Municipais para serem parte dessa mobilização. É só com o esforço de todos, com essa atuação conjunta, que conseguiremos colocar fim na pandemia”, declarou o presidente da FNP, Jonas Donizette.



O estatuto foi aprovado com a votação eletrônica de 589 municípios; acesse aqui. Foram 3 abstenções e 586 municípios que votaram pela aprovação. Segundo Donizette, o objetivo do Conectar é oferecer suporte aos municípios caso o Programa Nacional de Imunização (PNI) não consiga suprir a demanda nacional.

Para o ministro do STF, Gilmar Mendes, essa é uma “iniciativa extremamente importante que mostra também a vitalidade da nossa federação”. Nesse mesmo sentido, o ex-ministro também do Supremo Carlos Ayres Britto afirmou que, com a instituição do Consórcio, a “federação brasileira ganha um alento, um teor de robustez e tonificação”.

O magistrado definiu o movimento como um “pacto de constitucionalidade”. “A União, com o U maiúsculo, não faz a força, não tem feito a força, e os senhores não podem deixar de cumprir o seu dever constitucional para com a população, porque a União, no momento, não tem servido bem ao princípio da eficiência”, falou.

No ponto de vista do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, “o gesto, feito por essa frente de prefeitos, é um gesto histórico para o Brasil. Assumir com as próprias mãos uma forma de ajudar nesse momento tão dramático”.

O presidente da FNP ressaltou que com essa atitude, os prefeitos estão indo para além das suas obrigações que, inclusive, está restrita à aplicação das vacinas, não à compra. “Diante dessa inercia, dessa dificuldade de chegar vacina nos municípios, nós nos unimos”.

Segundo ele, a intenção não é competir. “Pelo contrário, queremos atuar na construção de pontes para fazer chegar vacina e qualquer item de saúde para o enfrentamento à pandemia”, declarou o presidente da FNP. A finalidade do Consórcio também está na “aquisição de medicamentos, insumos, serviços e equipamentos na área da saúde de forma geral”, conforme o estatuto aprovado.

Para o prefeito de Aracaju/SE, Edvaldo Nogueira, o Conectar não faz diferença entre cidade grande e cidade pequena. “Aqui são municípios brasileiros dando as mãos para que a gente possa juntos vencer essa batalha contra o coronavírus”.

De acordo com a prefeita de Palmas/TO, Cinthia Ribeiro, a FNP sai na frente no sentido de trazer solução em um “momento em que estamos tão carente de líderes e de um governo central que realmente dite as normas, que acredite na ciência e principalmente que faça da vacina uma realidade para todos nós”.

Após a fala da prefeita, o governador do Piauí, Wellington Dias, compartilhou a experiência da instituição do Consórcio Nordeste, que anunciou recentemente a compra de 37 milhões de doses da vacina Sputnik V, produzida na Rússia.

Estratégia

De acordo com a avaliação da epidemiologista Carla Domingues, o governo federal deve terminar a vacinação do grupo prioritário (80 milhões de brasileiros) entre julho e agosto deste ano. Diante desse cenário, Domingues sugere que o Consórcio adquira 20 milhões de doses extras para antecipar esse cronograma em 30 dias. “Essa iniciativa das prefeituras é para suprir essa lacuna na aquisição de vacinas”, comentou o prefeito de Ribeirão Preto/SP, Duarte Nogueira.

Com experiência de mais de uma década à frente do PNI, a epidemiologista defende que a atuação do Conectar deve buscar apoio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), iniciativa para garantir que as populações dos países das Américas tenham acesso rápido a vacinas e insumos estratégicos. “Hoje, o Brasil é o celeiro do mundo na exportação das novas cepas. Temos que sensibilizar a OMS para antecipar não só os 9 milhões de doses da Covax Facility, mas para que possamos garantir mais 10 milhões de doses”, falou.

Para a pesquisadora, que foi contratada como consultora do Consórcio Conectar, é o momento de fazer “pressão política internacional” e buscar a solidariedade panamericana dos EUA, que tem 30 milhões de doses paradas da Oxford/AstraZeneca. “Esse é o caminho mais rápido”, afirmou.

Paralelamente a essas medidas, o prefeito de Guarulhos/SP, Guti, está articulando para as próximas semanas uma visita à fábrica da União Química. “A gente sabe que existem uma série de burocracias a serem vencidas, mas é mais uma vacina que possa estar no nosso radar”, disse.

Sobre a parceria com a OPAS, a representante da Organização no Brasil, Socorro Gross, afirmou que a iniciativa tem um particular interesse para a OMS porque, em primeiro lugar, “acontece no momento de uma pandemia que tem colapsado todas as condições e mudanças de vida que temos no mundo”.

Socorro também chamou a atenção para o fato de que essa união de cidades possibilita a negociação de preços, não só de vacinas, mas também de outros insumos. “Penso que vocês têm em suas mãos uma oportunidade de pensar diferente”, falou.

De acordo com o prefeito do Rio de Janeiro/RJ, Eduardo Paes, justamente por experiências vividas em 2020, com dificuldades de aquisição de equipamentos, essa parceria com a OPAS é importante, pois trará a “tranquilidade que estaremos adquirindo produtos de qualidade e com bom preço”.

Ritos

Para participar efetivamente da reunião de hoje, era necessário ter manifestado interesse pela adesão ao Consórcio até 12h do dia 5 de março e enviado a respectiva Lei Municipal aprovada à FNP até o dia 19. Esse grupo de municípios indicou, ainda, a comissão eleitoral, composta por Paula Mascarenhas, prefeita de Pelotas/RS, Miguel Coelho, prefeito de Petrolina/PE, e Isaías Coelho, prefeito de Jacareí/SP.

Com a comissão eleitoral designada, o Consórcio Conectar tem até esta quinta-feira, 25, às 18h, para inscrição das chapas para concorrerem à diretoria, que será eleita em nova assembleia, na próxima segunda-feira, 29. Para participar dessa escolha, os municípios precisam ter os requisitos cumpridos: manifestação de interesse e envio de lei autorizativa até o dia 26 para consorcio.vacina@fnp.org.br.

Após eleita, a diretoria do Consórcio terá a prerrogativa de montar um conselho de prefeitos, com até 76 membros, com função deliberativa e intermediária entre a diretoria e a assembleia. Mesmo depois do cumprimento de todos os ritos, tanto a manifestação de interesse como o recebimento das leis continuarão abertos, conforme determina a Lei Federal nº 11.107/2005.

Com informações do Consórcio Conectar 

CONNECTED SMART CITIES PROMOVE ENCONTRO NO PR E APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA CURITIBA

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O Encontro Regional Curitiba acontece em formato virtual e reunirá especialistas em smart cities, com destaque para a apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital paranaense e indicadores de desenvolvimento

Nesta terça (23/03), a partir das 09h, o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Curitiba para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital paranaense. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 27 ações entre fevereiro e agosto.  O primeiro encontro foi realizado em Salvador, em 23/02; seguido por Vitória, em 02/03; Belém, em 09/03; e Campo Grande, em 16/03. Inscrições gratuitas AQUI

O encontro acontece ao vivo, em formato virtual, e reunirá especialistas em smart cities. A programação abordará indicadores de desenvolvimento de Curitiba, uma das três cidades mais inteligentes e conectadas do País, conforme o Ranking Connected Smart Cities, além da apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital, que conta com dois parques tecnológicos e oito incubadoras de empresas.



“O Encontro Regional em todas as capitais promove um grande intercâmbio de conhecimento e um mapeamento de ações de cidade inteligente em todo o Brasil. Curitiba tem diversos exemplos para serem compartilhados, a partir deste grande movimento do ecossistema de inovação que é o Vale do Pinhão”, diz Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação.

A iniciativa de Curitiba faz parte das ações da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021 e conta com várias iniciativas pré-evento. 

“Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais capitais, teremos uma agenda importante em Curitiba, com o envolvimento de vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Destaques de Curitiba Ranking Connected Smart Cities

Durante o Encontro Regional Curitiba serão apresentados os destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores, como: o destaque entre as três cidades mais inteligentes e conectadas do Brasil e a primeira colocação em Urbanismo, onde as despesas nessa área é de R$ 655,00 por habitante (em comparação, a cidade de São Paulo investe R$ 329 per capita em urbanismo).

O município conta, também, com 48,6% das conexões de banda larga com velocidade superior a 34 megabyte por segundo; 35,1% dos empregos formais são ocupados por profissionais com ensino superior; 98,2 pontos de acesso a internet por 100 habitantes; Nota Escala Brasil Transparente de 9,6; e Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal de 0,8514, considerado muito alto.

“A cidade apresenta crescimento de 4,4% das empresas de tecnologia, no Ranking 2020, enquanto muitas cidades no período apresentam redução do setor, e ainda crescimento de 1,7% entre as empresas de economia criativa e 26,9% do segmento de MEI, o que justifica o  destaque no cenário nacional e internacional nessas áreas. No conceito de Cidades inteligentes, a capital paranaense destaca-se, ainda, por ter 5,0% dos empregos formais alocados no setor de educação, pesquisa e desenvolvimento; e outros 4,4% dos empregos no setor de tecnologia, inovação e comunicação”, destaca Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking.

Participantes Encontro Regional Curitiba

Estão confirmados:  a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Cris Alessi; o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, Luiz Fernando de Souza Jamur; a especialista em mobilidade sustentável e diretora da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Silvia Barcik; o sales district management da Bosch, Evandro Roveran; a diretora de desenvolvimento de negócios da Mastercard, Fernanda Caraballo. 

Além: o gerente de Aplicação Digital Smart Infrastructure da Siemens Brasil, Paulo Antunes Souza; a assessora técnica da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba, Leny Toniolo; a secretária Municipal de Comunicação Social de Curitiba, Cinthia Amador Genguini; a representante do Smart City Expo, Juliana Palácios; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; entre outros especialistas.  

A programação completa está disponível AQUI 

AGENDA

A Agenda proposta para os eventos regionais pós-eleição municipal 2020 acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).

Patrocinadores Eventos Regionais: Bosch, Enel X, Signify e Sonner 

Sobre o Connected Smart Cities 

O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil.  

O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Conexões e Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios.

CONFIRA OUTRAS MATÉRIA SOBRE OS ENCONTROS REGIONAIS E CURITIBA:
#CONECTATALKS COM CRIS ALESSI | PLANO DE SMART CITIES PARA CURITIBA
SMARTCITY – POR ONDE COMEÇAMOS?
CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY CONFIRMA AGENDA 2021 E TRAZ AÇÃO INÉDITA DE EVENTOS REGIONAIS

TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E BEM-ESTAR PARA A POPULAÇÃO DAS CIDADES

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Projetos testam a assertividade das tecnologias em benefício da qualidade de vida da população, além de estimular o setor produtivo e contribuir para o desenvolvimento das cidades, da economia digital e do País

Do ano imprevisível de 2020, herdamos pelo menos dois aprendizados: a adoção da transformação digital não como opção, mas como sobrevivência, e a necessidade da cooperação para o fortalecimento dos ecossistemas de inovação. Por isso, fiquei feliz com o convite para integrar a equipe de colunistas do portal Connected Smart Cities e, com isso, participar de um espaço privilegiado de debates sobre tecnologias inovadoras e cidades inteligentes.

Na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que tem como missão central a transformação digital, o tema cidades inteligentes é considerado um dos pilares para o desenvolvimento humano, social e econômico. E essa remodelagem do urbano requer uma maior interação e interconexão entre o mundo dos gestores públicos e o dos negócios.



Em cada projeto da ABDI, procuramos estimular, por um lado, as capacidades de gestão, para uma maior modernização da vida urbana. E, por outro, os ecossistemas formados por institutos de pesquisa, academia e empresas inovadoras. É na teia dessas relações bem-sucedidas que vamos tirar o maior proveito das tecnologias em benefício da população.

Implementação de tecnologias

Estamos instalando laboratórios vivos (living labs) em cidades como Petrolina (PE), Salvador (BA), Macapá (AP) e Foz do Iguaçu (PR). O objetivo desses ambientes, limitados pelas prefeituras como sandbox, é testar as tecnologias e validá-las junto à população. A vantagem é que os testes ajudam a prefeitura a decidir sobre a adoção de uma tecnologia, antes de estendê-la para toda a cidade, contribuindo, sobretudo, para a economia de recursos do município.

Os testes também ajudam a fomentar a inovação local, ao estimular as potencialidades das empresas e criar um ambiente de criação e pesquisa fértil para as universidades e institutos de ensino. As tecnologias são variadas. Luminárias inteligentes, sensores, softwares de controle do tráfego, gadgets. Tudo para otimizar os serviços urbanos, melhorar a qualidade de vida e a eficiência no uso dos recursos.

Também investimos em sistemas inteligentes para o controle nas fronteiras. Em dezembro de 2019, inauguramos o FronteiraTech, em parceria com a Receita Federal, na Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu (PR), na divisa com o Paraguai. O objetivo é contribuir para o controle aduaneiro.

A estrutura montada ao longo da Ponte da Amizade possui luminárias inteligentes, com duas câmeras em cada uma delas, e capacidade de fazer reconhecimento facial e identificação de placas de automóveis; luminárias de LED com telegestão e GPS; e sensores de tiro. Todo o sistema é operado por um centro de comando.

O FronteiraTech serviu de inspiração para um acordo que assinamos recentemente com a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), que poderá usar as informações sobre o uso de tecnologias na produção de conhecimentos de interesse das atividades de inteligência, contribuindo para o maior fortalecimento do Sistema Brasileiro de Inteligência. Também vamos implantar, em parceria com o governo de Roraima, uma versão do FronteiraTech em Pacaraima, município que faz fronteira com a Venezuela.

Com esses projetos, o objetivo da ABDI é testar a assertividade das tecnologias em benefício da melhor qualidade de vida da população. E, além disso, estimular o setor produtivo e contribuir para o desenvolvimento da economia digital e do País. A inovação é a nossa melhor aposta para 2021.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN: COMO DESENHAR AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA TORNAR AS CIDADES INCLUSIVAS?

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Pensar as políticas para as cidades como forma de promoção do acesso a oportunidades, principalmente aos grupos mais vulneráveis, como as pessoas com síndrome de Down, deve ser o caminho na busca pela inclusão e redução das desigualdades

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, a população com algum tipo de deficiência soma mais de 1 bilhão, sendo que o percentual de crianças é de uma em cada dez. No Brasil, são 45,6 milhões, onde 7,5% são crianças de até 14 anos ou aproximadamente 3,5 milhões, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010.

E dados do IBGE também mostram que cerca de 300 mil pessoas têm síndrome de Down  (Trissomia T21) no Brasil.  A expectativa de vida dessas pessoas passou de cerca de 25 anos, em 1983, para mais de 60 anos atualmente, conforme as Diretrizes de atenção à  pessoa com síndrome de Down do Ministério da Saúde.



 Assim como o progresso quanto à longevidade, resultado dos avanços na medicina, melhor acesso à educação, esportes, cultura, lazer, entre outros meios que proporcionam melhor qualidade de vida às pessoas com Trissomia T21, o desenho das políticas públicas de inclusão e acessibilidade das cidades devem avançar, com o propósito de promover oportunidades e transformar cenários. 

21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

O dia 21 de março é conhecido mundialmente como o Dia Internacional da Síndrome de Down,  data que faz parte do calendário da Organização das Nações Unidas (ONU), mas que ainda não está no calendário nacional. A criação do Dia Nacional da Síndrome de Down, no Brasil, está em análise no Senado, por meio do Projeto de Lei  377/2011, que além de criar a data, estabelece como dever dos órgãos públicos as políticas para as pessoas com T21. 

Paula Faria, CEO da Necta e Idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, destaca que a inclusão das pessoas com deficiência, que inclui o grupo com síndrome de Down, além de outros vulneráveis, está diretamente relacionada ao contexto de implementação das políticas públicas.

“Os grupos vulneráveis são os que mais têm suas vidas afetadas com as desigualdades e a falta de acesso a oportunidades. Por isso é tão fundamental o trabalho da gestão pública quanto a oferta de escolas inclusivas, por exemplo, proporcionando a troca de experiências e o aprendizado mútuo e, como consequência, a construção de cidades e comunidades mais inteligentes, conectadas e humanas. Porque a cidade deve ser pensada para as pessoas e isso compreende abraçar e promover o desenvolvimento pessoal, profissional e intelectual de todos, independente de raça, cor ou orientação sexual”. 

“Quanto à pauta das pessoas com síndrome de Down, temos ótimos exemplos do quanto podemos evoluir, construir e, principalmente, desconstruir os velhos tabus, entendendo e promovendo iniciativas transformadoras. Com a participação das pessoas com T21 na gestão pública e em outras áreas, como educação, saúde, comunicação, esporte, cultura, entre tantos outros setores. E em todo esse processo é fundamental a conexão dos vários atores: setor privado, entidades e a sociedade. É importante ressaltar que o desenvolvimento sustentável das cidades passa pela inclusão, com políticas justas e igualitárias e, principalmente, com a participação de todos”, disse Faria.

E como transformar e quebrar ciclos?

Pela primeira vez na história do Brasil, candidatos com síndrome de Down disputam eleições.  O pleito municipal de 2020 contou com três candidaturas de pessoas com T21, sendo duas mulheres e um homem. Os três concorreram ao cargo de vereador: Luana Rolim de Moura, de Santo Ângelo (RS); Larissa Leal, de Itabuna (BA); e João Guilherme, de Lagoa Seca (PB). 

Nesse contexto, a história política do País foi marcada pela fisioterapeuta Luana Rolim de Moura, 26 anos, e primeira vereadora com síndrome de Down do Brasil. Em 15/03/2021, Luana assumiu a vaga na Câmara Municipal de Santo Ângelo (RS), após afastamento do titular, o vereador eleito Nivaldo Langer de Moura.  A vereadora, que também fez história como a primeira brasileira com síndrome de Down a se formar em fisioterapia, conquistou 633 votos e ficou como primeira suplente do Partido Progressistas (PP). 

Em seu discurso de posse que, em função da pandemia, aconteceu em formato virtual, Luana destacou a pauta da síndrome de Down, fazendo referência ao dia 21 de Março, a importância da vacina no combate à Covid-19 e o fim do preconceito.

“Tenho muito a agregar e contribuir com o meu município, pois somos parte dessa sociedade, mas temos que ter voz e vez, para juntos contribuirmos para uma sociedade mais justa e compromissada com as diferenças. E vamos sim acabar com esse preconceito. Nada sobre nós, sem nós!”, enfatizou a vereadora Luana Rolim de Moura.

O executivo de Negócios Sociais do Instituto Jô Clemente (IJC), Flavio Gonzalez, pontua que muito se tem falado sobre a inclusão, sobre espaços acessíveis, cidades inclusivas, mas que, alguns países, no entanto, resumem isto na expressão “cidade para todos”.

“É importante este olhar, porque ele nos ajuda a  diagnosticar o cenário atual: as cidades são para alguns. Quem determina essas escolhas? As ideologias, os preconceitos,  a invisibilidade, aspectos resultantes de um capacitismo estrutural que não reconhece o direito de todos, refletindo nas políticas públicas. Leis já existem, o que falta é fiscalização, priorização orçamentária. Não adianta tornar acessível o centro da cidade apenas”, disse.

Gonzalez entende que é preciso ir para os bairros, visto que para chegar ao centro a pessoa precisa conseguir sair de casa, atravessar a rua, entrar no transporte público.

“Então,  o papel do poder público é principalmente aplicar na vida cotidiana das pessoas aquilo que há muito tempo já está previsto em leis, e zelar, estimular, cobrar, que também  a sociedade civil, por meio da iniciativa privada, faça a sua parte. Para isto, no entanto,  é imprescindível que a pessoa com deficiência esteja na política,  ocupe as tribunas, tenha sua representatividade. É ela quem conhece os problemas, as barreiras visíveis e invisíveis. Por mais que encontre aliados, este lugar de fala só pode ser ocupado por ela, pois só ela tem a verdadeira legitimidade para  fazer estas reivindicações”, enfatizou.

Iniciativas empoderam e promovem conexão

Ações como o projeto Galera do Click, idealizado pela fotógrafa Sandra Reis, que tem o objetivo de empoderar e ensinar a teoria e a prática do mundo da fotografia aos jovens com T21, são exemplos de como a conexão entre empresas e a sociedade geram impactos positivos e transformadores. 

“Somos a única escola de fotografia no mundo que profissionaliza jovens com deficiência intelectual.  E a parceria com empresas, como a farmacêutica Roche, Itaú, Toyota e mais de 30 organizações, nesses oito anos do projeto, tem importância fundamental, pois o trabalho da Galera do Click não é assistencialista e sim de empoderar os participantes do projeto.  Por meio da contratação dessas empresas e o espaço que conquistamos, tivemos a oportunidade de mostrar o nosso potencial”, comentou Sandra Reis, mãe do Felippe Reis, 28 anos, que tem síndrome de Down e foi o primeiro fotógrafo da empresa.

No ano passado, cerca de 30 crianças foram clicadas pelos alunos do projeto para compor uma exposição que, em função da pandemia da Covid-19, vem sendo divulgada de forma virtual nos canais da Galera do Click. O trabalho contou com a parceria da Brandili, que forneceu os figurinos. 

O que diz o Estatuto da Pessoa com Deficiência?

Com a entrada em vigor da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, em 2008, que primeiramente trouxe o conceito de que todos têm capacidade legal para exercer seus direitos e que as pessoas podem contar com apoio na tomada de decisão para garantir que isso aconteça, o mundo passou a ser orientado por um novo paradigma.

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), 2015, seguiu o mesmo caminho e não só corroborou com o dispositivo, como era de se esperar, como gerou um aprofundamento do “como” a capacidade jurídica das pessoas com deficiência deve ser promovida, respeitada e colocada em prática no Brasil. A LBI, destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e à cidadania.

Sobre 21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

Celebrado neste domingo (21 de Março), o Dia Internacional da Síndrome de Down foi criado em 2006 com o objetivo de celebrar a vida e promover a inclusão. E o Brasil foi um dos primeiros países a propor o reconhecimento oficial da data pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A escolha de 21 de Março faz alusão à triplicação do cromossomo 21, que causa a alteração genética característica da síndrome de Down. Os cromossomos estão presentes no organismo humano em um conjunto de 23 pares, e qualquer tipo de mudança em seus conjuntos ou estrutura origina a mutação.

O tema da campanha global deste ano é “Conectar”, em função da pandemia da Covid-19, e tem o objetivo de incentivar a criatividade, para que temas importantes, como inclusão, mercado de trabalho e qualidade de vida na infância, adolescência e fase adulta, não deixem de ser abordados.

A pauta no do Connected Smart Cities & Mobility

A pauta da inclusão e acessibilidade nas cidades está no contexto do Connected Smart Cities & Mobility. A iniciativa entende que a união dos atores e a aplicação de novas ferramentas e tecnologias têm importância fundamental nesse processo de transformação das cidades, onde o cidadão deve ser a figura central.

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Neste domingo (21), o Piauí iniciou a vacinação contra a Covid-19 das pessoas com deficiência acima de 60 anos e com algum tipo de comorbidade. O Estado é pioneiro na ação 

COPENHAGE É UM LABORATÓRIO DE NOVAS TECNOLOGIAS

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Entenda como a capital da Dinamarca experimenta novas tecnologias com o objetivo de se tornar uma cidade mais inteligente e conectada

Apesar de ser o menor país nórdico, com uma população de apenas 5,7 milhões, a Dinamarca lidera o movimento de transição de países industrializados para economias de crescimento verde. A capital, Copenhage, pretende se tornar a primeira capital do mundo neutra em carbono até 2025, sendo que o país planeja se tornar totalmente independente de combustíveis fósseis até 2050.

Com objetivos ambiciosos e com o foco político sendo no desenvolvimento de sociedades sustentáveis, o país possui terreno fértil para o desenvolvimento de cidades inteligentes: mais de 50% das municipalidades dinamarquesas trabalham com tecnologias direcionadas para smart cities. De acordo com a pesquisa Mapping Smart Cities in te EU, a Dinamarca está estre os países com maior proporção de cidades inteligentes no mundo.


Copenhage é um laboratório vivo de tecnologias inteligentes voltadas para os desafios de urbanização e mudanças climáticas. A cidade coleta dados em tempo real nos pontos de acesso de Wi-Fi presentes nos postes de iluminação pública, com o objetivo de rastrear o movimento de pedestres, carros e bicicletas que se movem pela cidade, criando um sistema de gerenciamento de tráfego inteligente para otimizar o fluxo e limitar o congestionamento- minimizando as emissões de CO2.

Além disso, sua infraestrutura de dados permite conectar sistemas de estacionamento, semáforos, prédios municipais, sistemas de medição inteligente e estações de recarga para veículos eletrônicos com o intuito de direcionar o tráfego em tempo real, reduzir o tempo para encontrar vagas, otimizar o uso de energia em prédios municipais e ajustar o sistema de iluminação pública de acordo com as condições meteorológicas.

Nesse sentido, com a crescente urbanização e mudanças climáticas, cada vez mais é necessário que governantes, empresas e universidades se concentrem em mitigar esses desafios a partir da implementação de soluções sustentáveis, inteligentes e com o foco em ambientes urbanos em expansão.

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