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TRANSPORTE ULTRARRÁPIDO E SUSTENTÁVEL PODE GERAR ECONOMIA DE R$ 2 BILHÕES NO SUL DO BRASIL, APONTA ESTUDO DE VIABILIDADE

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Primeiro estudo de viabilidade do modal na América Latina foi realizado por meio de acordo com o Governo do RS e parceria com a UFRGS em trajeto que vai de Porto Alegre até a Serra Gaúcha

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por meio de um acordo com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul e em parceria com a Hyperloop Transportation Technologies (HyperloopTT), acaba de concluir um estudo de viabilidade do transporte ultrarrápido e sustentável na região Sul do Brasil. A pesquisa para a implementação do modal em cápsulas para passageiros e cargas é pioneira na América Latina e estima que, em 30 anos, haverá uma redução de R$ 2,3 bilhões no custo operacional da rota que vai de Porto Alegre a Caxias do Sul, passando pelas cidades de Novo Hamburgo e Gramado.

O estudo de viabilidade considerou o período de cinco anos para a implementação do sistema e analisou os impactos do projeto no decorrer de 30 anos de funcionamento do transporte no sul do país. Com o sistema, o trajeto de 135 km, que hoje é feito em duas horas de carro, poderá ser realizado em apenas 19 minutos e 45 segundos, em uma velocidade máxima de 835 km/h.



“Imagina trabalhar em Caxias do Sul, poder ir almoçar em Porto Alegre e conseguir voltar a tempo para o trabalho? Ou conhecer os principais pontos turísticos de Porto Alegre e Gramado no mesmo dia? Essas são só algumas das inúmeras possibilidades que o hyperloop pode levar para a região. Os resultados do estudo de viabilidade são muito animadores, com redução de custos de operação, payback em tempo recorde em se tratando de um modal de transporte e um impacto enorme na geração de empregos e no turismo local. Nós esperamos engajar entidades ligadas à área de logística, operadores de rotas e governantes para dar esse grande passo em direção à inovação e ao desenvolvimento sustentável no país”, diz o Diretor da HyperloopTT para a América Latina Ricardo Penzin.

O Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, enfatiza que o estudo de viabilidade foi possível devido ao quadro técnico altamente qualificado do Estado e da parceria com a HyperloopTT. “A gente agradece a equipe da HyperloopTT pela boa parceria e principalmente pelo olhar para o Rio Grande do Sul. O Governo do Estado está ao lado deste projeto, oferecendo as informações dentro dos termos de cooperação estabelecidos a partir da Secretaria de Ciência, Inovação e Tecnologia e da Secretaria da Fazenda. Eu sei que para alguns pode parecer algo distante e inviável, mas certamente também foi assim quando alguém disse que levantaria voo em um avião pela primeira vez. Nós chegamos até aqui a partir de análises científicas, de um estudo bem feito, e, quem sabe, estamos compartilhando um momento histórico diante da possibilidade real e concreta de colocar o Rio Grande do Sul como um marco para a inovação no Brasil e na América Latina”, declara.

De acordo com o secretário de Estado de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luís Lamb, a análise de viabilidade do hyperloop pode contribuir para a exploração de novas tecnologias e produtos da cadeia de mobilidade do Rio Grande do Sul. “É uma das tecnologias de potencial impacto disruptivo no setor de transportes e que necessita capacitação de pessoas, uma cadeia de fornecedores especializados e constante evolução tecnológica. Não é apenas a implantação de uma linha de transporte moderna que pode levar a melhorias na logística e transporte, é muito além disso. A análise de viabilidade dos pesquisadores gaúchos mostra que potenciais econômicos podem ser desenvolvidos a partir desse sistema, levando em conta o avanço do conhecimento, a sustentabilidade e as demandas da sociedade gaúcha”, explicou.

Aspectos econômicos

Um aspecto priorizado pelo estudo foi a viabilidade econômica do projeto. De acordo com as características geográficas da região, constatou-se que o custo total para a implementação do hyperloop, junto com os custos de operação e os impostos pelos próximos 30 anos, será de US$ 7,71 bilhões. O valor investido é compensado já nos primeiros cinco anos de funcionamento, principalmente com receita proveniente dos passageiros (52%) e empreendimentos (35%), além de aluguel de lojas nas estações (2%), publicidade (2%) e transporte de carga (1%). Como o projeto não exige subsídios governamentais, a empresa interessada em realizá-lo terá um payback completo e passará a lucrar em apenas 14 anos.

Já dentre os principais benefícios para a economia local estão a criação de 50 mil empregos diretos no setor de Construção durante o período de obras, 9.243 empregos diretos e indiretos e 2.077 empregos no setor de Energia Solar anualmente durante 30 anos, crescimento do PIB e o aumento da receita tributária. Dessa forma, os ganhos serão cerca de 31% superiores aos custos envolvidos no projeto.

Desenvolvimento local

No período de análise de 30 anos, a projeção é que o transporte em cápsula, que se movimenta sem atrito em um ambiente de alta pressão, evite 67 acidentes com mortes, 1.203 acidentes com feridos e 651 acidentes com danos apenas materiais. No total, são quase 2 mil acidentes a menos no estado, em apenas três décadas.

Além da mobilidade urbana, outro setor que promete ser beneficiado na região é o imobiliário. Com cerca de seis anos de implementação do hyperloop, deve ocorrer uma valorização de R﹩ 27,4 bilhões​ dos terrenos e propriedades no entorno das estações. O estudo ainda supõe a participação da HyperloopTT em 20% dos novos empreendimentos de incorporação imobiliária, gerando ganhos não operacionais adicionais de R﹩ 18 bilhões, que se caracterizam como uma parte vital da receita do modal.

“O projeto da HyperloopTT rompe conceitos tradicionais e traz inovações tanto em termos de infraestrutura quanto em termos de operação de um sistema de transporte. Isso exigiu a articulação de vários saberes e o trabalho em equipe de profissionais de áreas como energia, previsão de demanda de carga, estudo de rotas, dentre outras, na Universidade. A gente sente que todos os nossos esforços foram recompensados com o lançamento desse estudo sólido e promissor”, declara a Dr. Christine Tessele Nodari, coordenadora do projeto pelo Laboratório de Sistemas de Transportes da UFRGS.

Foco na sustentabilidade

O modal proposto pela HyperloopTT é alimentado por energia renovável e prevê a instalação de painéis fotovoltaicos em 80% do percurso Porto Alegre – Serra Gaúcha acima do solo, considerando possíveis problemas técnicos como sombreamento, que podem inviabilizar a instalação em alguns trechos. Seu potencial de produção anual de energia é estimado em 339 GWh, enquanto o consumo energético é de apenas 73 GWh ao ano. Assim, o hyperloop poderá produzir 3,6 vezes mais energia do que consome e ser considerado um sistema com autossuficiência energética, em que a venda do excedente não é necessária para a sua sobrevivência.

O estudo da rota gaúcha priorizou um percurso que minimiza a distância entre as cidades e, ao mesmo tempo, se adequa à topografia do terreno para reduzir a necessidade de obras complexas relacionadas a túneis e viadutos e, assim, mitigar o impacto ambiental. A emissão de gases que causam o efeito estufa e outros poluentes também será drasticamente reduzida com a adoção do transporte no Rio Grande do Sul. Cerca de 95 mil toneladas de CO2 deixarão de ir para a atmosfera, contribuindo para a sustentabilidade ao mesmo tempo em que não abre mão do desenvolvimento econômico, tecnológico e social.

“O grande diferencial desse projeto é a dimensão ambiental e a pegada ecológica com a utilização de energia limpa e renovável. O estudo em si é abrangente, pois incorpora análises sob diferentes aspectos e áreas de conhecimento, ao mesmo tempo em que é profundo, pois entra em detalhes para que se possa chegar a conclusão sobre a viabilidade técnica, econômica e financeira do projeto. Essa é uma iniciativa global que vai alterar de forma definitiva os padrões de mobilidade no mundo e a Universidade se sente completamente satisfeita em contribuir com esse passo histórico que está sendo buscado”, afirma o PhD. Luiz Afonso Senna, coordenador do projeto pelo Laboratório de Sistemas de Transportes da UFRGS.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ECONOMIA CIRCULAR É O TEMA DE WEBINAR DA ABBI

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Foto: istockphoto/Divulgação

Encontro mostra quais são as vantagens para o país investir neste modelo do ponto de vista ambiental, econômico e social.

A Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) promove na próxima quinta-feira, dia 09 de setembro, às 9h30 (horário de Brasília), o Webinar “Economia Circular”.

O evento online contará com a participação de Thiago Falda, presidente executivo da ABBI, que fará a moderação do encontro, ao lado de Yuri Tisi, Presidente da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN); José Vitor Bomtempo, Professor/Pesquisador da GEBio/EQ-UFRJ; Arnaldo Jardim, Deputado Federal e Coordenador Temático de Economia Circular da FPBioeconomia e Gustavo Sergi, Diretor dos Negócios Especialidades e Renováveis da Braskem.

O Webinar vai colocar em pauta como podemos inserir valor agregado às matérias-primas brasileiras e aproveitar os resíduos, de forma a beneficiar o meio ambiente e incentivar o crescimento econômico à sociedade.



O encontro mostrará quais são as vantagens para o país investir neste modelo, como: novas fontes para investimento; otimização do uso de matérias-primas com menos desperdício; aumento na geração de empregos; crescimento econômico; conscientização da população, que vai consumir com mais cautela e consciência ambiental; além da redução de custos, processos mais lucrativos e oportunidade para novos negócios.

O Webinar “Economia Circular”.” é gratuito, online e será transmitido no canal do YouTube da ABBI. Para acessar, clique aqui

Serviço:

Data: 09/09

Horário: 09h30 (horário de Brasília).

Tema: “Economia Circular”.

Canal da ABBI no YouTube: clique aqui .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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A CIDADE COMO DESTINO TURÍSTICO INTELIGENTE

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cidade turismo
Foto: Cris Alessi

A evolução da tecnologia e a nova mentalidade inovadora já permitem transformações importantes para o setor, no qual haverá mais espaço para as cidades que souberem oferecer a seus visitantes experiências atrativas, inéditas e acessíveis

O setor de turismo foi um dos mais afetados pela pandemia do coronavírus. Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), o impacto é tão grande que a recuperação pode levar de cinco a sete anos. É um impacto profundo na vida dos mais de 7 milhões de brasileiros empregados pelo setor em 2019 e de todo um mercado que representava 8% do PIB do país.

As pessoas também mudaram. Mesmo com a vacinação avançando, ainda estamos lutando contra o vírus. Restritos pela necessidade de distanciamento e de um mundo “low touch”, turistas escolhem destinos domésticos, em viagens, preferencialmente, de curtas distâncias e com carro próprio. Aos poucos o mundo vai ficando de novo acessível, mas as experiências de viver o entorno abrem uma oportunidade por muitas vezes ignorada pelas cidades. É o turismo local, a experiência de viver a sua região e do cidadão descobrindo lugares perto de casa, agora muito mais percebidos.



O novo cenário abre espaço também para a transformação do turismo de experiência, e o uso de tecnologia se torna obrigatório para um setor que não vinha se reinventando tanto.

A evolução da tecnologia e a nova mentalidade inovadora já permitem transformações importantes para o setor, no qual haverá mais espaço para as cidades que souberem oferecer a seus visitantes experiências atrativas, inéditas e acessíveis.

É aqui que entra o conceito de Destino Turístico Inteligente (DTI). Os DTIs são estruturas turísticas diferenciadas, que facilitam a interação e a integração do visitante, antes, durante e depois da viagem. E incrementam a qualidade de sua experiência com o destino por meio do uso de metodologias e tecnologias inovadoras.

Como na Cidade Inteligente, a tecnologia é ferramenta para alcançar os objetivos, mas seu uso é um diferencial para a experiência. Realidade Virtual e Aumentada, Robótica, Inteligência Artificial, IoT, Big Data, Tecnologias de Reconhecimento podem ser aplicadas para gerar conhecimento, engajamento e valor para o destino.

O Ministério do Turismo iniciou um programa de DTI, com investimento e apoio para que nossas cidades turísticas possibilitem experiências inovadoras. O primeiro grupo de destinos no programa tem Curitiba, Recife, Salvador, Palmas, Florianópolis, Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Brasília, Palmas e Campo Grande.

Curitiba foi a primeira a receber a visita do instituto argentino Ciudades Del Futuro (ICF), consultoria contratada pelo Ministério para o programa. O ICF aplica a metodologia da Sociedade Mercantil Estatal para a Gestão da Inovação e as Tecnologias Turísticas (Segittur), da Espanha, pioneira no segmento.

A chancela de Destinos Turísticos Inteligentes vai contribuir para diferenciar cada destino de outros competidores, favorecendo a melhoria do posicionamento na esfera turística nacional e internacional. Mas, além da atuação de seus órgãos de turismos, as cidades que quiserem modificar seu turismo precisarão fazer isso em sintonia com outras instituições locais, universidades, hubs de inovação e demais integrantes dos chamados ecossistemas de inovação. E se a sua cidade não tem um ecossistema de inovação desenvolvido, já ficou para trás na corrida de destinos inteligentes. O grupo DTI de Curitiba, por exemplo, trabalha no programa usando Design Thinking, metodologia ágil que desenvolve soluções de forma colaborativa.

O objetivo final é conectar a todo momento os lugares, as pessoas, produtos e serviços e criar redes e ecossistemas que apoiem tanto o turista quanto o setor. Essa é uma oportunidade para o futuro do turismo, para a retomada da economia e para o novo consumidor que surgiu na pandemia. 

A criação do DTI tem como base a estruturação e a convergência de pilares como Governança, Experiência, Acessibilidade, Segurança, Inovação, Promoção e Marketing, Mobilidade e Transporte, Tecnologia, Criatividade e Sustentabilidade. Parece bastante coisa, e é. E o tempo é curto, pois a retomada do turismo está logo ali.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

ESTUDANTES DE TIC JÁ PODEM SE INSCREVER NO 6º HUAWEI ICT COMPETITION

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Plenário aprova uso de inteligência artificial pela administração pública
Foto: HUAWEI

O evento competitivo de intercâmbio de talentos de TIC desenvolvido para estudantes do Brasil e do mundo recebe inscrições até 15 de setembro

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), lança mais uma iniciativa para fomentar a formação de talentos no Brasil. Estão abertas até o dia 15 de setembro de 2021 as inscrições para a sexta edição do Huawei ICT Competition, o evento competitivo de intercâmbio de talentos de TIC desenvolvido pela Huawei para alunos em todo o mundo. No Brasil, podem participar estudantes das mais de 84 instituições de ensino do país, espalhadas por todos os estados, que estão credenciadas como ICT Academy.

 

O objetivo do Huawei ICT Competition é fornecer aos alunos uma plataforma para estudar e trocar ideias, aprimorando conhecimentos em TICs por habilidades práticas e estimulando o pensamento criativo dos participantes em novas tecnologias e plataformas. Quem participar dessa sexta edição terá três etapas competitivas pela frente: nacional, regional (América Latina) e global.



No ato da inscrição, serão oferecidos dois tipos de competição diferentes: Rede e Nuvem. Quem for participar pode escolher apenas uma e a competição nacional consiste em dois testes, sendo o primeiro aplicado virtualmente. Os times que apresentarem melhores notas passam para a fase final da etapa nacional: provas escrita e prática, a serem aplicadas em São Paulo (a empresa vai arcar com os custos de viagem de quem passar para a segunda fase).

O Huawei ICT Competition irá premiar todos os participantes dos três melhores times de cada trilha da competição. Quem ganhar também irá competir em 2022 com vencedores da América Latina na etapa regional da competição.

Para saber quais instituições de ensino do Brasil fazem parte da ICT Academy, é só buscar no mapa disponível neste site. Para inscrições e mais detalhes do Huawei ICT Competition, é só acessar o o site da competição.

Serviço

Evento: 6º Huawei ICT Competition
Inscrições: Até 15 de setembro
Site: https://e.huawei.com/en/talent/#/news/details?consultationId=1431

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BRASIL ACOMPANHA AS TENDÊNCIAS DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL, ESPECIALMENTE NO QUESITO “TECNOLOGIA”, “LIDERANÇA E CULTURA CORPORATIVA” E “ESTRATÉGIA CORPORATIVA”

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Fotografia representando a transformação digital

No comparativo global, questões como “cadeia de suprimentos e redes”, “produtos e serviços” e “competências” são temas sensíveis para o País, de acordo com pesquisa apresentada durante o Webinar da ANPEI

A transformação digital e a consequente inovação em modelos de negócios alteraram a expectativa e o comportamento dos consumidores. De acordo com um levantamento feito pelo Fraunhofer IPK, instituto alemão voltado aos estudos de sistemas de produção e inovação, em parceria com a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras ( ANPEI), frente aos outros países, o Brasil acompanha as tendências de transformação digital, especialmente quando o assunto é “liderança e cultura corporativa”, “tecnologia” e “estratégia corporativa”.

No entanto, o tema torna-se sensível quando falamos da geração de “cadeia de suprimentos e redes”, “produtos e serviços” e, por fim, “competências”, segundo a pesquisa apresentada durante webinar sobre Transformação Digital, promovido pela ANPEI, única entidade brasileira multissetorial e independente do ecossistema de inovação.



Em relação ao futuro, os números da pesquisa mostram que, em outros países, a principal preocupação está direcionada à “tecnologia” (previsão de aumento de 81%) e à “organização e processos” (81%) – a dimensão menos relevante, na perspectiva global, é voltada a “produtos e serviços” (69% de aumento) e “cadeia de suprimentos e redes” (72%). No Brasil, a proporção pode ganhar forte importância para o futuro no quesito “emprego e competências” (82% de aumento), “estratégia corporativa”, “liderança e cultura corporativa” e “supply chain” (76%).

“Com base na pesquisa do Fraunhofer e ANPEI, é possível observar que, quando falamos de transformação digital no Brasil, existe o desafio de aumentar o grau de consciência e inserção do tema ‘digitalização’ dentro dos nossos negócios”, diz Filipe Cassapo, presidente do Enrich in LAC. Ainda de acordo com o executivo, no caso da digitalização, o país tem maior potencial de crescimento em áreas envolvendo estratégias, produtos e desenvolvimento de produtos.

Para Marcela Flores, diretora executiva da ANPEI, em um conceito mais macro, a transformação digital é incentivada, especialmente, pelos novos padrões de comportamento dos consumidores finais. “Há, obviamente, uma aceleração deste processo por causa da pandemia. No entanto, existem alguns fatores principais que levam à necessidade da transformação digital e isso está relacionado às tecnologias digitais, competição digital e, ainda, o comportamento digital deste consumidor”, explica Marcela.

Seções industriais

Em relação às seções industriais, o conjunto de dados apontou que, na comparação entre o Brasil e o cenário global, o País se destaca em “manufatura” e em “atividades profissionais científicas e técnicas”. Por outro lado, o Brasil está distante da transformação digital quando esse processo envolve “educação” e “comunicação e informação”.

Por fim, o instituto alemão e a ANPEI colheram, ainda, dados de pequenas, médias e grandes empresas (PMEs) – com menos de 250 funcionários. No estudo, 62% das companhias globais e 60% das organizações brasileiras são PMEs.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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7ª EDIÇÃO DO CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY RETOMA PRESENCIALMENTE NA CAPITAL PAULISTA COM PASSAPORTE DA VACINA, MAIS DE 300 PALESTRANTES E, APROXIMADAMENTE, 600 PESSOAS NO CENTRO DE CONVENÇÕES FREI CANECA

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Foto: Diego Leão

Prefeituras e Negócios Inovadores são premiados nos dois dias do evento que abriu espaço para o empreendedorismo nas cidades em todo o país

Em seu sétimo ano de edição, o Connected Smart Cities & Mobility retomou presencialmente o evento que discute projetos e ações de cidades inteligentes, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Neste ano, o evento teve o formato híbrido, sendo dias 01 e 02 presencial, com transmissão simultânea no digital, e dia 03 somente digital. Foram mais de 300 palestrantes e, aproximadamente, 600 pessoas que compareceram nos dois primeiros dias de evento, além de 2.200 acessos na plataforma de transmissão online.  

A  7ª edição compartilhou o mesmo espaço com o AirConnected no Centro de Convenções. A procura pelo evento veio de várias partes do Brasil. A região Sudeste representou com 46% de presença. Logo atrás, foram os gaúchos do Sul, com 21%, que mais se interessaram por conhecer os projetos de Smart Cities e cases da aviação. Em terceiro lugar, ficou o Nordeste com 17%, seguido do Centro-Oeste com 8%. A região Norte, com 5%, também não ficou de fora. Embora distante, Paraupebas, no Pará,  compareceu com uma comitiva de 15 pessoas. O Secretário Especial de Governo, Keniston Braga, diz ter ficado entusiasmado com o que presenciou no Connected. “Vamos transformar Parauapebas em referência nacional em assuntos de Cidades Inteligentes. Esse é um caminho sem volta. Um legado positivo que vamos deixar para a atual e as futuras gerações”, afirmou.



O acesso de todos palestrantes e participantes só foi permitido após ser exigido o Passaporte da Vacina, conforme decreto estadual válido a partir de 01 de setembro. Os convidados apresentaram o comprovante da primeira dose contra a Covid-19, fizeram o teste PCR e, após negativar, foram liberados para o evento. Paula Faria, CEO da Necta, e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility comentou que, mesmo antes do decreto estadual, a organização já estava cumprindo com todas as regras do protocolo de segurança. “É fundamental que a gente consiga fazer protocolos que de fato tragam segurança para as pessoas, e que a gente consiga inspirar o poder público para que ele repasse essas boas práticas de forma que as pessoas ocupem novamente os espaços de eventos”, disse a CEO.

Primeiro Dia – Ranking

No primeiro dia do evento, o ponto alto, logo depois da Cerimônia de Abertura, foi a apresentação do Ranking Connected Smart Cities 2021. Foram reveladas as 15 cidades que melhor se posicionaram no Ranking, avaliadas nos eixos de mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia, temas discutidos nos três dias de evento. 

São Paulo (SP) manteve-se no primeiro lugar geral do Ranking. Florianópolis (SC) foi a segunda colocada, seguida de Curitiba (PR), Brasília (DF), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Salvador (BA). Também foram premiadas as cidades de Balneário Camboriú (SC), Belo Horizonte (MG), Barueri (SP), Palmas (TO), e Jaguariúna (SP). Prefeitos e secretários municipais receberam o troféu de cidade mais inteligente e conectada do Brasil.

Logo após o almoço, começaram os painéis em formato de mesa redonda, divididos por eixos temáticos entre cidades conectadas, cidades participativas e engajadas, cidades empreendedoras, cidades prósperas, cidades humanas, resilientes e inclusivas, urbanismo sustentável nas cidades, conectividade e integração, data analytics, tendências, mobilidade compartilhada, mobilidade ativa, veículos elétricos, e mobilidade para as pessoas.

Segundo Dia – Prêmio

No segundo dia, continuaram as mesas redondas e foram revelados os vencedores do Prêmio Connected Smart Cities 2021. Neste ano, o Prêmio foi dividido entre as categorias Negócios em Operação (com produtos ou serviços disponíveis no mercado), e Negócio Pré-Operacionais (que ainda estão em fase de desenvolvimento). De cada categoria, foram escolhidos cinco finalistas. Entre eles, houve três primeiros colocados. 

Na categoria Negócios Pré-Operacionais, o terceiro lugar ficou para Vitor Dutra com o projeto da D.A.E – Dívida Ativa Eficiente, da Bahia, que criou uma plataforma para fomentar a arrecadação municipal com recuperação de dívidas públicas.  Quem levou o segundo lugar foi a On.I-Bus do Mobilidade Coletiva sob Demanda, de Brasília, que, por meio de uma plataforma, oferta serviços coletivos sob demanda. E na primeira posição, venceu o Método Bumerangue, que tem por objetivo gerenciar resíduos nos hospitais e serviços de saúde. 

Já na Categoria Negócios em Operação, Erê Lab, da capital paulista, ficou em terceiro lugar com a criação de espaços lúdicos em prol da infância. Na segunda posição desta categoria, a Lemobs – Alimentação Escolar, do Rio de Janeiro, foi a eleita. A solução apoia a gestão da merenda escolar municipal com cardápios desenvolvidos por nutricionistas, que ajudam reduzir o desperdício. E como vencedor na primeira posição, ficou o Sistema Monitora Horus, de Florianópolis, que combina imagens de satélite, drones e inteligência artificial para fazer a identificação de obras irregulares e desmatamento. 

Rodadas de Conexões e Negócios 

Ao longo dos dois dias, no formato presencial, e também digital, o Connected Smart Cities & Mobility, somado ao AirConnected, contou com 56 empresas participando das Rodadas de Conexões e Negócios. Foram 82 reuniões que movimentaram o mercado das organizações em busca de solucionar problemas com mobilidade urbana, sustentabilidade e infraestrutura, tanto no contexto das cidades inteligentes, como no setor aeroespacial.

A  7ª edição do Connected Smart Cities & Mobility foi um sucesso porque retomamos com entusiasmo, trazendo de volta o calor das pessoas, as discussões presenciais, o olho no olho. Esta é uma fase de recomeço e estamos apostando todas as fichas dos aprendizados que levamos com o período de pandemia”, comenta Paula Faria, idealizadora e também organizadora do evento, em parceria com Urban Systems Brazil.

“A Edição 2021 do Connected Smart Cities mais uma vez posicionou esta plataforma na vanguarda das discussões de cidades inteligentes. Primeiro por inaugurar o calendário de eventos híbridos de São Paulo de forma efetiva e muito competente. Segundo por unir poder público de diferentes esferas, empresas, academia, estudantes e especialistas em ricas discussões, com o propósito de auxiliar o desenvolvimento inteligente de nossas cidades. Tenho certeza que muitos prefeitos e secretários já voltaram às suas cidades com mais conhecimento e caminhos para melhorarem os municípios que representam”, disse Willian Rigon, diretor da Urban Systems e parceiro do Connected Smart Cities & Mobility.

HUAWEI VENCE PRÊMIO EMPRESA +DIGITAL 2021 NA CATEGORIA INDÚSTRIA

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Healthtechs e edtechs rivalizam com fintechs por investidores
Divulgação

Premiação foi idealizada para inspirar outras organizações que buscam se desenvolver digitalmente e potencializar resultados

A Huawei foi a vencedora do Prêmio Empresa +Digital 2021 na categoria Indústria. O resultado da premiação foi anunciado última quarta-feira, 1, durante a edição da Expo Digitalks deste ano. A premiação é organizada pelo +Digital Institute, que ajuda companhias a entender como os funcionários utilizam as ferramentas da tecnologia para produzir e compartilhar e conhecimento a fim de gerar negócios.

Essa é a 6ª edição do prêmio, que neste ano teve a participação de 71 empresas, das quais 38 chegaram até a etapa de compor o ranking. Foram premiadas sete organizações no total, incluindo a Huawei, nas categorias Pequeno Porte, Médio Porte, Grande Porte, Indústria, Varejo, Utilities e Agência. As companhias reconhecidas pelo prêmio podem servir de inspiração para outras que estão buscando se desenvolver digitalmente para potencializar seus resultados.



“A Huawei é líder global em TIC (Tecnologia da Informação e Inovação) e o principal propósito da empresa é ajudar a construir um mundo mais conectado todos os dias”, declara Romulo Horta, diretor de Marketing da Huawei, que recebeu o prêmio ao lado de Fernanda Calandrino, diretora de Contratos e Comércio da Huawei. Para Fernanda, “esse prêmio simboliza o reconhecimento do trabalho da Huawei realizado no Brasil ao longo de 23 anos e a participação ativa na transformação digital do país.”

A Huawei está presente no Brasil desde 1998, quando assumiu o compromisso de oferecer à população uma tecnologia de ponta e o melhor desempenho da internet móvel. Para isso, investiu continuamente em soluções inovadoras que potencializam a conexão do povo brasileiro e permitem navegação mais rápida. De lá para cá, são 23 anos dedicados a contribuir cada vez mais com a evolução das conexões. A empresa cresceu e hoje está presente na navegação de 95% da população brasileira. É essa relação de respeito e confiança com o país que inspira e motiva a Huawei a levar a tecnologia cada vez mais longe. A companhia quer garantir avanços e maior produtividade em todos os setores da economia.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ATLAS RENEWABLE ENERGY É A PRIMEIRA GERADORA DE ENERGIA LIMPA CERTIFICADA A OFERECER REC BRASIL A PARTIR DE FONTES DE ENERGIA SOLAR

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A empresa se torna a primeira geradora de energia solar validada pelo Instituto Totum a oferecer créditos REC Brasil no mercado brasileiro. A Atlas também oferecerá I-RECs tradicionais

Atlas Renewable Energy, líder internacional em geração de energia renovável, anuncia , que algumas de suas usinas fotovoltaicas no Brasil foram certificadas pelo Instituto Totum para oferecer certificados de energia renovável (I-RECs), com valor agregado do REC Brasil, uma categoria única disponível apenas no país e endossada pelo Instituto Totum, no qual a instituição valida que os certificados de energia renovável fornecidos estão em conformidade com alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). Essa certificação faz da Atlas a primeira geradora de energia solar a oferecer os certificados de energia com o selo REC Brasil no mercado brasileiro.

Para que uma empresa forneça créditos REC Brasil, o Instituto Totum realiza uma avaliação rigorosa de seus ativos de energia renovável para certificar que o gerador está seguindo o plano da ONU para paz e prosperidade para as pessoas no planeta. Os geradores de energia renovável que oferecem esses certificados como parte de seus negócios devem trabalhar para lidar com pelo menos cinco dos 17 ODS.



A abordagem da Atlas para a sustentabilidade e melhores práticas foi considerada pelo Instituto Totum, que certificou que a empresa trabalhou para cumprir nove dos 17 ODS propostos pela ONU. Estes incluem: #4 Qualidade da Educação, #5 Igualdade de Gênero, #7 Energia Limpa e Acessível, #8 Trabalho Decente e Crescimento Econômico, #9 Indústria, Inovação e Infraestrutura, #10 Desigualdades Reduzidas, #11 Cidades e Comunidades Sustentáveis, #12 Consumo e Produção Responsáveis e #13 Ação climática.

“Ser certificado pelo Instituto Totum para fornecer o selo REC Brasil, nos permite oferecer aos nossos clientes e potenciais clientes uma solução que compensa suas emissões de carbono com o valor agregado de saber que os certificados estão de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas”, disse Luiz Ballester, Diretor Comercial da Atlas Renewable Energy. “Esta solução é ideal para empresas que buscam uma certificação adicional para energia incentivada de forma a comprovar além da pegada de carbono o compromisso social com as comunidades que estão sendo impactadas”

Os clientes que adquirirem certificados de energia renovável com o selo REC Brasil da Atlas, automaticamente se tornarão patrocinadores e promotores de todos os programas que a empresa desenvolve para promover uma vida sustentável, melhorar a educação de qualidade e promover a diversidade e inclusão nas comunidades onde os projetos estão localizados.

Atualmente, a Atlas tem capacidade de oferecer I-RECs e RECs Brasil para empresas do mercado brasileiro que buscam neutralizar suas emissões de CO2 para suas operações no país. Esses certificados de energia dão aos compradores direitos exclusivos aos atributos de cada MWh gerado por alguns dos projetos de energia solar da Atlas no Brasil. Esses certificados também permitem que os compradores contabilizem onde e quando a eletricidade foi produzida, bem como o impacto ambiental e social que cada MWh gerado gera, no caso do selo REC Brasil.

A Atlas detém uma das maiores bases de ativos de energia solar do Brasil, com quase 1 GW de capacidade instalada entre projetos em construção e em operação.

Para conhecer mais sobre os I-RECs e REC Brasil que a Atlas pode oferecer para sua empresa, visite: https://www.atlasrenewableenergy.com/pt-br/ppa-corporativo/rec-brasil/

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O SETOR TECNOLÓGICO E O IMPACTO DO ESG NA VIDA DAS CIDADES

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setor tecnológico esg
Foto: banco de imagens/istockphoto

Para manter-se em um mercado cada vez mais competitivo, a implementação de estratégias de ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês) torna-se essencial

O setor tecnológico vem crescendo e se destacando em vários segmentos da economia, como na indústria, comércio, serviços e, ainda mais, na educação. No último ano, essa expansão foi impulsionada pela pandemia, uma vez que as empresas de tecnologia foram primordiais para que diferentes tipos de serviços fossem mantidos durante a crise sanitária. Como resultado, o setor de tecnologia no Brasil investiu cerca de US$ 49,5 bilhões no mercado interno, sem considerar as exportações, crescendo 22,9% no período, segundo o estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2020“, realizado pela ABES – Associação Brasileiras das Empresas de Software – com dados do IDC. No entanto, para manterem-se em um mercado cada vez mais competitivo, a implementação de estratégias de ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês) torna-se essencial. Indicadores das vertentes social, ambiental e de governança corporativa têm um impacto significativo na mitigação de risco e no retorno dos investimentos a longo prazo.

Estar alinhado com os objetivos da ESG é hoje uma referência obrigatória para as empresas se valorizarem no mercado financeiro e receberem os chamados Investimentos Socialmente Responsáveis (SRI). Estes fundos de investimentos buscam por empresas que possuem um olhar mais amplo sobre sua responsabilidade corporativa e não estão atrás apenas do lucro pelo lucro. São empresas que atuam pautadas na preservação do meio ambiente, promovendo impacto social positivo e adotando uma conduta corporativa ética. E engana-se quem considera ESG um assunto somente de grandes companhias. Organizações de qualquer setor e porte podem incluir o tema em sua gestão.



No quesito Ambiental, são avaliadas questões da sustentabilidade ambiental, como as estratégias de descarte correto do lixo, eficiência energética, risco ambiental, e se a empresa está comprometida com a preservação do meio ambiente. Na dimensão social serão analisadas as questões relacionadas à diversidade, que inclui desde a contratação de profissionais com deficiência, passando pelo respeito às diferenças e buscando a equidade de gênero nos cargos de liderança. Também são percebidos os direitos dos trabalhadores e como a empresa se relaciona com o seu entorno, com a sociedade e se tem um olhar para a acessibilidade. E por fim, na dimensão Governança, há um olhar para que a empresa esteja de acordo com as regras de ética e compliance, com uma gestão de talentos inclusiva e com planos de desenvolvimento, resolução de conflitos, saúde e responsabilidade financeira e contábil.

Todos estes pontos trazem um olhar de sustentabilidade para as empresas, fazendo que sejam mais valorizadas no mercado, atraiam jovens que busquem por trabalhos com maior senso de responsabilidade e que tragam sua contribuição para o desenvolvimento na melhora da qualidade de vida nas cidades. E há diversas iniciativas de associações que podem contribuir para estas práticas nas empresas. A ABES, por exemplo, oferece para qualquer organização, inclusive as não associadas, a possibilidade de transformarem equipamentos de TI (notebooks, PCs, racks etc.) descartados em apoio a projetos de inclusão social que promovam a capacitação na área digital e incentiva as empresas associadas a colocarem em prática a ética empresarial, por meio do Programa Uma Empresa Ética.

É notório que o ESG trouxe uma organização e senso de responsabilidade para as corporações e com isto teremos cidades melhores, mais diversas e inclusivas. É um passo importante para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

BANCO BV DOA E INSTALA MAIS DE 140 PAINÉIS FOTOVOLTAICOS EM QUATRO PROJETOS SOCIAIS

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cidades sustentável
Foto: Green4T

Iniciativa trará economia de até 95% na conta de luz de cada instituto e será mostrada em websérie no Youtube

O BV, um dos maiores bancos do país, em parceria com Meu Financiamento Solar, solução digital para financiamento de energia solar, irá doar e instalar mais de 140 módulos solares em quatro institutos apoiados pelo banco. O objetivo da iniciativa é oferecer uma economia de até 95% na conta de luz de cada entidade para que o valor possa ser reinvestido em novos projetos dentro dos respectivos propósitos, garantindo o melhor funcionamento dos locais com uma energia limpa, renovável e sustentável.

Os institutos que receberão os painéis são: Instituto Reação (Cuiabá), do ex-judoca Flávio Canto; Instituto Esporte & Educação (Lar São Francisco, em Heliópolis, São Paulo); da ex-jogadora de vôlei, Ana Moser; Gerando Falcões (Bazar em Poá-SP), de Eduardo Lyra; e o Instituto Baccarelli (Heliópolis, em São Paulo), do maestro Edilson Venturelli. Mais de 1.600 pessoas serão impactadas com a iniciativa, excluindo a Gerando Falcões.



“Essa iniciativa reforça a relevância do mercado de energia solar e como ele pode trazer diversos benefícios para a sociedade. O banco está compromissado a expandir cada vez mais nessa frente para tornar a vida financeira do nosso cliente mais simples e leve”, diz Flavio Suchek, diretor de Novos Negócios e Empréstimos do banco BV.

“Como um dos líderes em financiamento de painéis solares, nós sabemos os benefícios e economia que a instalação desse equipamento pode trazer. Por isso, estamos aliando uma solução de energia limpa com responsabilidade social, duas frentes totalmente alinhadas com os nossos compromissos ESG”, explica Tiago Soares, gerente de Sustentabilidade do banco BV.

Com a doação, as entidades poderão aproveitar de imediato a economia gerada pela energia solar, assim como acontece em todos os casos. “Em um processo de instalação de sistema fotovoltaico a economia gerada na conta de luz é imediata, e o retorno do investimento costuma levar de 3 a 6 anos, dependendo do consumo e tamanho do projeto. Além disso, a durabilidade dos painéis é de até 25 anos”, conta Carolina Reis, Diretora do Meu Financiamento Solar, solução digital do BV para financiamentos de projetos de Energia Solar.

“O BV desde o início mostra a preocupação com o impacto de um legado, e hoje só podemos receber esse projeto de painéis solares, porque há dois anos o próprio BV acreditou e construiu junto conosco esse espaço com o objetivo de gerar impacto social”, afirma David Moura, diretor do Instituto Reação, em Cuiabá. “Sabendo da economia de energia de até 95%, estamos ansiosos para implementar esse projeto e fazer essa economia ampliar nosso potencial de alcance”, completa.

“Ficamos muito honrados por fazer parte desse Projeto inovador do Banco BV. Ações como essas ampliam o vínculo do IEE com as comunidades em que atuamos, trazem redução de custos e fortalecem os parceiros locais na realização de suas ações”, explica Ana Moser, presidente do Instituto Esporte Educação.

“O Bazar é um negócio social que recebe doações, dá acesso a bens de consumo para população de baixa renda e capacita jovens para o mercado de trabalho. Agora, além de gerar eletricidade para o Bazar, a BV nos traz economia e energia sustentável para direcionar esforços e investimentos em nossos programas sociais para as famílias que atendemos nas favelas e periferias. Ou seja, temos um modelo sustentável de ponta a ponta, que celebra a capacidade de inovação e tecnologia de ponta. Nós sempre dizemos que, no nosso Bazar você doa com amor, a gente recebe com amor, até chegar em quem precisa de mais amor ainda”, afirma Mayara Lyra, Diretora de Negócios Sociais da Gerando Falcões.

“A instalação dos painéis solares é a realização de um sonho para nós. Desde o projeto arquitetônico da nossa sede própria, já tínhamos a meta de seguir por esse caminho para gerar energia elétrica”, diz Edilson Ventureli, Maestro e Diretor Executivo do Instituto Baccarelli. “É muito simbólico e importante que isso chegue agora, por meio de um dos nossos parceiros mais antigos, e quando estamos prestes a completar 25 anos. Um momento em que os ideais de sustentabilidade e inovação estão mais presentes do que nunca, com um olhar cada vez mais voltado para o futuro, pensando na saúde do planeta e em melhores condições de vida para as novas gerações”.

A logística de entrega dos equipamentos e o processo de instalação feitas por uma empresa instaladora selecionada pelo Meu Financiamento Solar será transmitido em uma websérie no YouTube, com estreia em 22 de setembro e novos episódios até 06 de novembro e apresentação de Luana Xavier, produtora de conteúdo, atriz, roteirista e assistente social, que estará a bordo de um carro elétrico.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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