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CIDADES INTELIGENTES: O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA E DAS UNIVERSIDADES

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cidades inteligentes universidade
Foto: banco de imagens/istockphoto

A efervescência de ideias, debates e provocações, inerente ao meio acadêmico, é essencial para o desenvolvimento de cidades mais seguras, eficientes e prontas para um mundo totalmente conectado e digital

À medida em que vemos o conceito de cidades inteligentes se tornando uma realidade em diversos países, uma questão central se impõe: como vamos implantar isso no Brasil? Pensando no contexto nacional, vejo as universidades e os grandes centros de pesquisa como excelentes pontos de partida. A efervescência de ideias, debates e provocações, inerente ao meio acadêmico, é essencial para o desenvolvimento de cidades mais seguras, eficientes e prontas para um mundo totalmente conectado e digital. 

O Objetivo Estratégico 7 da Carta Brasileira para Cidades Inteligentes traduz perfeitamente a importância da academia nesse contexto: “Fomentar um movimento massivo e inovador de educação e comunicação públicas para maior engajamento da sociedade no processo de transformação digital e de desenvolvimento urbano sustentáveis”.



Partindo dessa ideia, eu gostaria de fazer um chamado à iniciativa privada para que apoie as universidades brasileiras com o objetivo de acelerar a inovação e a construção das cidades inteligentes. 

É claro que o poder público deve assumir o protagonismo nesses projetos, uma vez que estados e prefeituras têm um papel central de orientação acerca dos caminhos a serem seguidos. A iniciativa privada, por sua vez, tem um papel essencial nessa transformação, como fonte de conhecimento, experiência, capacitação e, é claro, investimento de capital. A participação das empresas em parcerias com as universidades e centros de pesquisa funcionaria como um catalisador do processo de transformação digital no Brasil, tornando a jornada muito mais ágil e eficiente. 

Realidade brasileira

Atualmente, os dez países mais inovadores do mundo registram investimentos relevantes do setor privado em iniciativas do tipo. O Brasil vem seguindo o mesmo caminho por meio do projeto Parceiros pela Ciência, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) em parceria com o Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (SEFIP). O plano é atrair potenciais parceiros privados para ajudar a co-financiar projetos tecnológicos e inovadores. O modelo não substitui a aplicação de recursos públicos, mas usa as empresas como potencializadoras das iniciativas contempladas.

Oportunidades não faltam. Algumas universidades brasileiras já desenvolvem projetos de cidades inteligentes, como a Universidade Estadual de Campinas, a Universidade de São Paulo, a Universidade Federal do Pará, a Universidade de Passo Fundo e a PUC do Rio Grande do Sul. Além de reunir os melhores cérebros, as universidades ainda têm uma visão mais próxima dos problemas locais no âmbito dos municípios em que estão sediadas. A importância do investimento privado em educação torna-se ainda mais relevante quando levamos em conta os dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Segundo a entidade, até 2024 teremos um déficit de 260 mil formandos na área de Tecnologia da Informação no Brasil. 

Caminhos a serem seguidos

A Coreia do Sul é definitivamente um exemplo a ser seguido quando falamos em investimento para a inovação. Nos anos 70, quase a totalidade dos investimentos em ciência, tecnologia e inovação naquele país vinha do setor público. A participação do setor privado cresceu e, hoje, representa 78% dos recursos aplicados, contra apenas 22% do Estado. Além disso, os sul-coreanos investem mais de 4% de seu PIB nas áreas de tecnologia, ciência e inovação. Em março desse ano, uma comitiva do MCTI foi ao país para trocar experiências em pesquisa e desenvolvimento, educação, tecnologia e formação profissional, o que aumenta nossas expectativas acerca das transformações que prometem revolucionar o Brasil.

Apesar de ainda termos um longo caminho a percorrer, projetos inovadores de cidades inteligentes já começam a surgir por aqui. Em 2018, Campinas implementou um projeto-piloto de “safe cities”, ou cidades seguras, que teve como base tecnologia de inteligência artificial e análise de dados utilizados pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). O projeto visou a colaboração entre os parceiros na pesquisa e experimentação de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) aplicadas à segurança pública. A colaboração do CPqD e da Informática de Municípios Associados (IMA) foi essencial para a adaptação do sistema às necessidades locais. Não à toa, já no ano seguinte à implantação do projeto, Campinas foi eleita a cidade mais inteligente do Brasil pelo ranking Connected Smart Cities.

Em um país tão grande e diverso como o Brasil, com alto potencial acadêmico, ambiental e econômico, estamos diante de uma grande oportunidade. É chegado o momento de união entre os elos público, privado e acadêmico para a criação de cidades sustentáveis, conectadas e inteligentes.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ENAP ABRE INSCRIÇÕES DE ATIVIDADES PARA A SEMANA DE INOVAÇÃO 2021

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Maior evento de inovação em governo da América Latina acontece entre 9 e 12 de novembro e está recebendo propostas até 3 de setembro

 

Boa notícia para quem quer ver sua ideia ou projeto na Semana de Inovação 2021. Organizada pela Escola Nacional de Educação Pública (Enap), o Tribunal de Contas da União (TCU), Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) e o Ministério da Economia, a programação chega a sua sétima edição e traz o tema “Ousar Transformar”.Até o dia 3 de setembro, é possível inscrever propostas para o evento, que será totalmente online. Essa é a oportunidade para que integrantes da administração pública e iniciativa privada, pessoas físicas ou jurídicas, exponham os seus projetos com foco em inovação.

Podem ser inscritas propostas de palestras, debates, mesas redondas, podcast, oficinas, conteúdos on demand e/ou qualquer outra iniciativa que tenha o perfil do evento. No ano passado, o evento reuniu 25 mil espectadores em mais de 500 horas de conteúdo. Neste ano, continuará com o formato online, gratuito e interativo.

Sobre o evento
Com a missão de oferecer uma experiência única para os usuários, a Semana de Inovação 2021 terá um ambiente virtual lúdico com uma programação diversa e intensa. O espaço digital, que reunirá palcos e arenas de atividades, terá o formato de uma galáxia composta por quatro mundos:

• Adminia, onde os temas serão os desafios da gestão pública e geração de resultados;
• Populum, com assuntos sobre os desafios sociais e inovação para problemas complexos;
• Territorea, que abordará a relação entre pessoas, cidades e meio ambiente;
• Techterea, onde os conteúdos abordarão o mundo digital e a tecnologia como aliada da transformação.

Além dos mundos, os usuários poderão acessar o “Universo Paralelo”, espaço pensado para exposições culturais, e o “Astro Central”, que é a sala principal do evento, onde serão transmitidas as principais atrações.

Não existe um limite de propostas, entretanto, atividades que já tenham sido selecionadas em outras edições não serão aceitas. Todas as iniciativas serão avaliadas por uma comissão curadora. As atividades escolhidas passarão a compor a programação do evento, em data agendada previamente com os organizadores e os proponentes receberão um certificado.

Os interessados devem ler o regulamento e preencher o formulário de inscrição, ambos disponíveis no site do evento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TESTE INÉDITO DE 5G STANDALONE REALIZADO POR ERICSSON, MEDIATEK E TIM COMPROVAM AMPLIAÇÃO DA COBERTURA EM 65%

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Cidades precisam de ajuda para enfrentar crise climática, diz ministro
Foto: Banco de Imagens IstockPhoto

• Promovido no município de Itajubá (MG), piloto usou a tecnologia Carrier Aggregation, que garante a otimização da cobertura, da capacidade e da latência;

• Resultado é um importante avanço na jornada de cocriação do ecossistema ideal para apoiar o País na evolução ao 5G.

Às vésperas da chegada definitiva do 5G ao País, a Ericsson (NASDAQ: ERIC), a MediaTek e a TIM acabam de concluir o primeiro teste piloto do Brasil usando a tecnologia Carrier Aggregation da Ericsson e Mediatek em arquitetura 5G Standalone, utilizando frequências TDD (que avaliam a oscilação do sinal por tempo) e FDD (que avaliam a oscilação por frequência) simultaneamente e com base em numerologias distintas. O objetivo era medir a capacidade de ampliação da cobertura, que chegou a um índice de 65% na banda média. O piloto foi realizado ao longo de todo o mês de julho na cidade de Itajubá/Minas Gerais, utilizando a infraestrutura de Network da TIM.

O teste contou com o uso do chipset Dimensity 1100, da MediaTek, além do rádio 5G AIR 3239 da Ericsson operando em 100MHz de banda média (3,5GHz) e da feature Ericsson Spectrum Sharing (ESS), ativada em 10MHz na banda de 2600MHz. Os resultados destacaram que foi possível cobrir uma área significativamente maior se beneficiando dos 100MHz de banda disponíveis na faixa de 3,5GHz, demonstrando a possibilidade de agregar e estender a cobertura do 5G 3.5GHz TDD fazendo uso das frequências FDD atuais.



A tecnologia Carrier Ag g regation (CA) é uma das principais ferramentas para a implementação do 5G na frequência 3,5GHz, uma vez que permite que mais usuários possam se beneficiar do serviço graças à extensão da cobertura que ela garante, além de assegurar maior velocidade nas conexões. Em conjunto com o Ericsson Spectrum Sharing (ESS), o Carrier Aggregation transfere parte da sinalização que limita o alcance em 3,5GHz para outra portadora 5G em banda mais baixa compartilhada com o LTE, por meio do ESS, resultando em um aumento expressivo da cobertura 5G. Em cenários com implementação da arquitetura standalone, o carrier aggregation é especialmente importante, uma vez que não há uso de uma portadora âncora em 4G para escoamento do tráfego de uplink.

“Dada a diversidade do espectro disponível, é essencial que agreguemos as diferentes bandas de frequência usando 5G Carrier Aggregation. Isso é feito para melhorar a cobertura celular e fornecer taxas de pico mais altas. Os resultados que obtivemos nesse teste piloto foram muito relevantes. A possibilidade de ampliar a cobertura da quinta geração de tecnologia móvel é um ponto importante quando se pensa em garantir uma experiência ideal para um usuário 5G, em particular quando a agregação ocorre entre as frequências FDD existentes e as novas frequências 5G em TDD. Além de um ganho expressivo de cobertura, o Carrier Aggregation traz também um ganho de velocidade”, diz Marcos Scheffer, Vice-Presidente de Redes da Ericsson para o Cone Sul da America Latina .

Segundo Samir Vani, Country Manager da MediaTek no Brasil, a série de chipsets MediaTek Dimensity 5G , desenvolvidos para equipar smartphones com alta performance (mas com baixo consumo de bateira), permite que um único aparelho seja conectado a duas frequências diferentes de 5G. “A dupla conectividade 5G amplia o sinal e também traz ganhos na velocidade da conexão”, explica o executivo. Segundo ele, a empresa está pronta para suportar a funcionalidade Carrier Aggregation em várias configurações, aprimorando, assim, a experiência do usuário.

Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil, reforça a importância dos pilotos desenvolvidos em rede 5G standalone para a consolidação da tecnologia mesmo antes do leilão de frequências, previsto para o final de 2021: “Estabelecemos parcerias com empresas líderes em seus setores para desenvolver soluções que atendam à futura demanda por conectividade de baixa latência, alta segurança e grandes volumes de dados. O 5G irá transformar a experiência de uso principalmente de empresas e segmentos importantes da economia nacional. Os testes de campo nos ajudam a refinar esta entrega e alinhar cada vez mais a expectativa do consumidor com o serviço de excelência que pretendemos entregar”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HUAWEI INVESTE EM PROJETO DE ENERGIA RENOVÁVEL E GRATUITA NO TOCANTINS

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A empresa 77Sol, braço do segmento de energia da zMatch, reuniu outras 50 para investir no projeto filantrópico de construção de usina solar em São Félix do Tocantins

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), está entre as 50 empresas investidoras no projeto de construção da nova usina de energia solar do estado do Tocantins. A cerimônia de inauguração da pedra angular da usina de 2.5MW de São Félix do Tocantins, projeto filantrópico das empresas de energia zMatch e 77Sol, e contou com a presença do presidente da Huawei Digital Power no Brasil, Mason Qing.

 

A usina vai abastecer gratuitamente as 1.600 casas das famílias que moram no município, que fica dentro do Parque Estadual do Jalapão. Além de energia a custo zero para os moradores da cidade, o projeto vai gerar 40 empregos diretos, e mais uma centena de indiretos.

A Huawei vai entrar no projeto juntamente com duas de suas empresas parceiras do segmento de energia, a HDT Energy e a WDC Solar. A contribuição desse grupo para a usina será por meio de doações de inversores fotovoltaicos, solução que irá converter e armazenar a energia captada pelos painéis solares da usina.

“O projeto da 77Sol e da zMatch é uma grande oportunidade para ampliarmos um dos pilares da Huawei, que é inovação atrelada a sustentabilidade. Alinhado à nossa missão contínua de impactar positivamente o Brasil, o projeto ainda ajuda na geração de emprego e renda do município. Essa usina é mais uma ferramenta para o desenvolvimento local”, detalha Qing.

O CEO da 77Sol, Luca Milani, explica que a usina vai ocupar quatro hectares do município. “Esse projeto vai levar energia limpa para mais de três mil moradores. Se fosse a construção de usina de energia não-renovável para abastecer essa população, seriam lançados mais de três mil toneladas de carbono na atmosfera. Além disso, a iniciativa ainda irá gerar empregos diretos e indiretos para uma região que tanto precisa. Ou seja: ninguém sai perdendo”, disse Milani sobre o objetivo do projeto de garantir ainda mais sustentabilidade e infraestrutura para a região do Jalapão.

Já Sylvio de Barros, CEO da zMatch, acredita que a usina solar de São Félix do Tocantins deve levar ainda mais desenvolvimento para a região. “Estamos doando 20% da receita gerada na edição número Zero do evento zMatch City, e isso ocorrerá em todas as próximas edições, para viabilizar o mais rápido possível o início das operações da usina que, sem dúvida alguma, trará mais qualidade de vida a população”. Vale destacar que o evento zMatch City ocorreu dentro de todas as normas de segurança sanitária propostas pelos órgãos competentes.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BAYER APOSTA NA TECNOLOGIA PARA PERSONALIZAR TRATAMENTOS E EXPERIÊNCIAS EM SAÚDE

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As inovações digitais da Bayer estão pautadas em uma estratégia de plataformas, que oferecem experiências individualizadas

Com tecnologias baseadas em machine learning e advanced analytics, permitem conhecer e acompanhar no detalhe a saúde de cada paciente

Até 2025, espera-se que o mercado de Saúde Digital atinja € 979 milhões em todo o mundo, com cerca de 12% de participação dentro do setor de saúde. Mas o que significa Saúde Digital? Ela é um pilar importante da saúde moderna, combinando abordagens convencionais – como idas ao consultório médico, realização de exames e medições – com tecnologias digitais que otimizam o atendimento e monitoramento da saúde, além de humanizar o cuidado e dar mais foco ao paciente – não à sua doença. Na América Latina, já existem 2,5 bilhões de dispositivos conectados, sendo cerca de 3,5 dispositivos por pessoa. São mais de 459 milhões de usuários de internet móvel e, no geral, a penetração da internet é de 85%. Por isso, tanto global, quanto localmente, a divisão farmacêutica da Bayer aposta na Transformação Digital e na Saúde Digital como umas de suas principais estratégias de negócio.

A empresa investe em uma abordagem que chamou de Cuidado Integrado, que traduz justamente essa crença em um processo de humanização a partir do emprego de tecnologias digitais. “O processo que existe hoje em dia, quando falamos em cuidado com a saúde, é bastante linear: a pessoa tem um sintoma e vai ao médico. No consultório, a conversa gira em torno dos sintomas, para que o profissional possa fazer um diagnóstico e, então, o paciente volta para sua casa com uma receita para um remédio” explica Niyantri Ramakrishnan, Diretora de Transformação Digital da Divisão Farmacêutica da Bayer na América Latina e Brasil. “O Cuidado Integrado quer mudar isso: nós vamos munir médicos e pacientes com ferramentas e informações que os ajudem a otimizar processos, deixando mais tempo para um atendimento humanizado dentro do consultório”, complementa.



Para acompanhar o paciente

Um exemplo disso é uma parceria global da Bayer que chega à América Latina em 2021: a One Drop. Trata-se de uma plataforma digital criada para ajudar pacientes com diabetes a gerenciarem o cuidado com sua saúde. Com ela, as pessoas podem monitorar sua alimentação, seus medicamentos e atividades físicas, além de indicadores como sono, stress e humor, por exemplo. Tudo automatizado, para facilitar a vida do paciente e, ao mesmo tempo, coletar informações médicas valiosas.

Ferramentas como a One Drop funcionam não apenas para ajudar no tratamento de doenças crônicas, mas também na prevenção e manutenção da saúde. Neste sentido, trata-se de uma plataforma que se encaixa no conceito de Terapia Digital – em que as soluções digitais funcionam não apenas como ferramentas de apoio, mas como as próprias terapias em si. Junto com a Bayer, a empresa agora está expandindo o projeto para atender doenças cardiovasculares, saúde da mulher e oncologia. No México, onde a plataforma será lançada nos próximos meses, a Bayer enxerga um mercado potencial de mais de 200 mil pacientes .

Suporte aos médicos

Além da One Drop, outra solução que a Bayer desenvolveu, desta vez criada no Brasil e pensada especialmente para o mercado latino-americano, chama-se Universo Médico. Trata-se de uma plataforma on demand, que visa ser um “one-stop-shop” para os profissionais acessarem conteúdos, eventos e muito mais, com relevância e alta qualidade, por meio de uma experiência humanizada. É possível encontrar tanto materiais relacionados à área da saúde, em formatos variados (como artigos científicos, congressos e entrevistas com experts de diversas especialidades), como conteúdos diversos que podem ser úteis para os profissionais como pessoas – humanizando a experiência deles com a plataforma (por meio de conteúdos como guias de educação financeira, dupla jornada, saúde mental, entre outros). No app também é possível acessar as últimas atualizações científicas e soluções inovadoras da Bayer.

“Nós desenvolvemos o Universo Médico em parceria com os próprios médicos, justamente porque era muito importante que a ferramenta atendesse às suas necessidades e, assim, fosse de fato utilizada no dia a dia. Desde o lançamento, há pouco mais de dois meses, mais de 2,4 mil médicos já acessaram o Universo Médico e passaram, em média, 31 minutos interagindo com os conteúdos”, conta Niyantri. “Desde os conteúdos, até o layout e usabilidade do app, tudo foi pensado para ajudar esses profissionais. Afinal, quem trabalha com a saúde também é humano, também tem dias bons e ruins, fica cansado e tem angústias relacionadas tanto à vida profissional, como à pessoal. O aplicativo humaniza os médicos, oferecendo uma interface amigável e informação relevante.”

Por enquanto, o lançamento do Universo Médico foi feito no Brasil e, até novembro, a plataforma deve chegar ao México e outros países da região, como Colômbia e Argentina.

Além dessas duas ferramentas, a Bayer já trabalha com uma série de outras soluções baseadas em advanced analytics, machine learning e dados, pensando em tornar a Saúde Digital cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Para isso, a empresa conta com inovação própria e, também, com parcerias com outras empresas e startups – em todo o mundo e, inclusive, na América Latina. O objetivo é colocar a tecnologia em serviço de pacientes e médicos, para uma revolução no cuidado com a saúde.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TCU APROVA EDITAL DO LEILÃO DO 5G

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5G completa 1 ano no Brasil: perspectivas para o cenário em SC
Foto: istockphoto/divulgação

O maior certame de radiofrequência da história das telecomunicações do país será catalizador de tecnologias totalmente novas

Na tarde da última quarta-feira (25/8), o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou a aprovação, em sessão telepresencial transmitida ao vivo, da minuta do edital para o leilão do 5G. Sete ministros acompanharam o voto favorável do relator, ministro Raimundo Carreiro, confirmando o quadro de avaliação formado na semana passada. Agora, o documento retorna à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que deve publicar o edital em até sete dias. A partir daí, são mais 30 dias para a realização do certame. Depois de hoje, o futuro está mais próximo.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, agradeceu ao ministro relator e a todos os ministros do TCU, “por compreenderem a importância do 5G para o país, que agora amplia seu potencial competitivo no mundo”. Faria ressalva que o edital já previa o atendimento a todas as escolas, porém o Tribunal fez um importante ajuste à iniciativa, recomendando o uso de valores de multas e de outorga para reforçar o atendimento.



“Com isso poderemos, por exemplo, levar fibra óptica a escolas que seriam atendidas por satélite e aumentar ainda mais a velocidade daquelas que já possuem atendimento por rede terrestre”, afirma o ministro. “Nós, do Ministério das Comunicações, acataremos essa recomendação como uma determinação e implantaremos a política pública”, enfatiza.

É o maior leilão de radiofrequência da história das telecomunicações do país. O impacto desse processo se alastra no tempo e nos diversos setores da economia do Brasil, implicando em uma nova configuração dos meios produtivos. A mudança não se resume apenas a “um G a mais” na linha de aparelhos celulares: se a quarta geração foi essencial para conectar pessoas, a próxima geração será catalizadora de tecnologias totalmente novas.

“Estamos falando de um leilão de R$ 45 bilhões em investimentos, ao longo de 20 anos”, frisa o ministro. A fase inicial da implantação do 5G no Brasil – tendo em mente as dimensões do território nacional – representará um dos maiores desafios para o setor de telecomunicações. Faria destaca que 90% dos valores contratados no certame serão revertidos em investimentos. As obrigações previstas no edital incluem a ampliação da conectividade em regiões que hoje têm baixo índice.

Com o leilão, a missão do MCom de conectar pessoas torna-se maior. “Vamos levar conexão para 40 milhões de pessoas que hoje não têm qualquer acesso”, salienta o ministro. Um dos compromissos que as empresas vencedoras devem assumir é o de levar internet para todas as localidades com mais de 600 habitantes. O edital também prevê a destinação de R$ 1,5 bilhão para o Programa Amazônica Integrada e Sustentável (PAIS), que irá conectar 10 milhões de pessoas na região Norte.

Cronograma para chegada do 5G – O ministro Fábio Faria sustenta que o cronograma para implantação da tecnologia de quinta geração está mantido e assegura que até julho de 2022, todas as 27 capitais brasileiras terão cobertura 5G. Todas as cidades com mais de 30 mil habitantes serão beneficiadas até 2028.

Após o leilão, 72 mil das 85 mil escolas urbanas do país receberão o 5G standalone (SA) – e as demais terão atendimento por 4G. Na zona rural, o MCom já conectou, nos últimos dois anos, 10 mil escolas que não tinham acesso à banda larga. E o leilão levará cobertura de 4G para mais 7 mil escolas rurais. Todas as demais escolas rurais que possuem energia elétrica e a infraestrutura necessária (13,5 mil) receberão banda larga pelo Programa Wi-Fi Brasil, até julho de 2022.

Sobre o leilão – O certame envolve a licitação de quatro frequências para a implantação da nova tecnologia para redes móveis: 700 megahertz, 2,3 gigahertz, 3,5 gigahertz e 26 gigahertz. A Anatel dividiu as frequências em lotes nacionais e regionais. A maior parte dos valores definidos não será destinada aos cofres públicos, ou seja, este será um leilão “não arrecadatório”. A Anatel autorizará o uso das faixas, mediante cumprimento de determinadas obrigações, que incluem os investimentos em infraestrutura para ampliação da cobertura de sinal no país.

Entre as obrigações vinculadas ao leilão está a construção da rede privativa da Administração Pública Federal. A proposta consta no documento como referência à definição de valores para a implantação. Espera-se que órgão colegiado – no âmbito da Entidade Administradora da Faixa (EAF) de 3,5 GHz e em consulta a gestores públicos de serviços de segurança, defesa e de outras áreas de governo – revise o planejamento inicial e formate a versão final do projeto de implantação da rede.

Faria argumenta que a rede privativa tem o objetivo de evitar vazamentos de informação e proteger dados. “A rede privativa gera uma segurança ainda maior”, atesta. Segundo o ministro, há especificações técnicas recomendadas aos fornecedores de equipamentos no intuito de assegurar a confiabilidade da rede. O padrão que favorece a segurança dos dados já é adotado na Alemanha, Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Reino Unido e Canadá. O MCom conheceu algumas soluções utilizadas na Europa, Ásia e Estados Unidos. “Daqui para frente, todos os países que realizarem um leilão vão usar a rede privativa. Nossa experiência vai virar case”, ressalta.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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STARTUP DE E-BIKES APROVEITA CRESCIMENTO NO MERCADO PARA FACILITAR LOCOMOÇÃO URBANA

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Pedala Macaé oferece oficina de elaboração de projetos

Bliv utiliza a tendência da assinatura para melhorar custo-benefício para clientes e tem boa adesão de público

Seguindo a tendência do crescimento no mercado de bikes, uma startup brasileira com apenas dois anos no mercado tem como proposta melhorar a locomoção urbana com sua bike elétrica. Além de ser uma ótima opção sustentável ao trabalhador que quer fugir do trânsito ou do desgaste do transporte público sem precisar suar, as bicicletas da BLIV também vêm sendo as preferidas entre os entregadores de aplicativos, devido a possibilidade de locação a baixo custo.

A história começou quando Bruno Caheté, um dos cofundadores da marca, com mais de 30 anos no mercado de bicicletas, acompanhou o “boom” do mercado de bikes elétricas na Europa e nos EUA, nos últimos 10 anos. Então, ao analisar o cenário nacional, Caheté percebeu que não existia esse mercado no Brasil, e que segundo ele mesmo, pelos números apresentados, ainda não existe.



Para chegar ao modelo de negócio, o empresário de 50 anos estudou a tributação, e onde tinha um problema, ele encontrou a solução. “A tributação de bicicleta elétrica é mais cara que bomba, whiskey, revolver, por incrível que pareça. Uma solução econômica encontrada, que foi até alinhada a tudo que está acontecendo no mundo, desde apartamento por assinatura, como Airbnb, contas compartilhadas como Netflix, foi o conceito de assinatura. A assinatura tem um perfil que traz para baixo o preço, tonando mais viável”, explicou Bruno.

Depois dos investimentos iniciais e da comprovação de negócio, na qual uma bicicleta foi alugada para um cliente desconhecido, captado de forma online, e vendida com lucratividade, era a hora de encontrar novos sócios. “Depois, era precisado escalar e fui em busca dos sócios. Então, entraram o Gumercindo e outra empresa de saúde aqui, que eram sócios que complementavam os skills que eu tinha, pois eram pessoas com maior experiência em gestão de pessoas, gestão de sistemas, fluxo de caixa”, ressaltou.

Hoje, como CEO da BLIV, Gumercindo Neto diz que o modelo de negócio e o potencial de mercado, o levaram a aceitar o convite feito por seu sócio. “Minha atuação em várias décadas em artigos esportivos, deu para acompanhar o movimento do consumidor. Cada vez mais consciente, cada vez mais preocupado com a mudança climática e com novos hábitos. O consumidor deixou de ter uma preocupação obsessiva em ter e passou a para uma postura muito estimulada em usufruir”, disse Gumercindo, antes de completar.

“Depois, participando como membro do conselho da World Federation Sporting Goods Industry, tive a oportunidade de ver que o negócio de bicicleta é o dobro do negócio que nós chamamos de artigos esportivos, como o calçado esportivo, a roupa e o equipamento. A razão é muito simples. São duas coisas. A primeira é a explosão que vinha tendo a bicicleta normal, a evolução e o crescimento nas economias centrais, e, principalmente, essa nova consciência, o novo consumidor se expressando através do compartilhamento ou a locação e assinatura dos bens”.

Seguindo a contramão dos demais mercados, o mercado de bicicletas apresentou um aumento relevante durante a pandemia. Desta forma, o que poderia ter sido algo trágico para a startup, acabou trazendo um novo tipo de cliente.

“Quando fizemos o negócio, o primeiro molde que tínhamos era a mobilidade urbana. A pessoa que está saindo do carro, que não quer mais ficar naqueles cinco quilômetros que as estatísticas mostram que você leva uma hora no trânsito, mas que com essa bicicleta você vai andar, a cada quilometro, três minutos de uma maneira muito tranquila, com todos os benefícios de uma bicicleta elétrica. Começou a pandemia, começou o home office, esse cliente foi para casa e devolveu a bicicleta. Depois, de uma forma muito espontânea, um entregador de aplicativo viu a bicicleta, se interessou e alugou com seu próprio cartão de crédito. Ele gostou de tudo que envolvia a bike e indicou para seus colegas de profissão, que também indicaram a outros, o que levou a uma explosão. Com isso, nós viramos a bicicleta de maior desejo entre os entregadores”, afirmou Bruno.

Além disso, Caheté faz questão de lembrar que o seguimento de entrega de última milha vem sinalizando positivamente para essa solução. “Existe um varejista que estamos negociando, que tem mais de duas mil lojas, e está testando o modelo de entrega SHIP FROM STORE. Ou seja, entregas diretas da loja, onde você faz o pedido online, eles analisam seu CEP, encontram uma loja próxima a você e o produto é entregue em 15 minutos. Esse mercado está explodindo e estamos em contato com muitas empresas. É um mercado com pelo menos 50 mil bicicletas elétricas”, ressaltou.

Visando o fim da pandemia, os sócios acreditam que essa nova solução em mobilidade urbana cresça ainda mais. “Com a economia se estabilizando, a pandemia sendo controlada e voltando o equilíbrio entre o home office e escritório, teremos essa mobilidade altamente favorecida, somado a toda essa parte de e-commerce, last mille, delivery se consolidando de maneira extraordinária”, disse o CEO da empresa.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FGV DATASAN: NOVA PLATAFORMA PERMITIRÁ ACESSO A 70 INDICADORES EM 10 ÁREAS DO SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL

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ABDI

A plataforma de dados, uma parceria entre FGV IBRE e Interáguas, foi lançada hoje

Serviços de água tratada, coleta e tratamento de esgotos levam à melhoria da qualidade de vida e, em momentos de pandemia, passam a ser mais observados. Para aprofundar o conhecimento sobre a realidade do setor de saneamento básico no Brasil, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) e a Interáguas firmaram parceria e lançaram hoje o FGV Datasan, uma plataforma de governança e gestão estratégica de saneamento. A ferramenta permite analisar os dados do setor de forma rápida e intuitiva.

Dados do FGV Datasan revelam que 83,7% da população conta com abastecimento de água, porém apenas 54,1% dos brasileiros dispõem de rede de esgoto, dos quais 78,5% têm esgoto tratado, assim, 99,1 milhões de brasileiros não tem acesso a serviços de coleta de esgotos e 34,7 milhões não dispõem de água tratada.

“A dificuldade em visualizar e entender claramente alguns indicadores muito relevantes de saneamento nos impulsionou a entregar para a sociedade uma ferramenta que pudesse exibir informações de saneamento de forma simples e ser usada com facilidade por qualquer pessoa”, afirma o titular da Superintendência de Infraestrutura e Mercados Governamentais do FGV IBRE, Túlio Bastos Barbosa. Segundo ele, os dados ajudarão a apoiar o processo de governança das empresas do setor, ampliando o nível de informação e transparência sobre os serviços oferecidos, uma vez que analisar os dados existentes e transformá-los em conhecimento era um desafio para os profissionais que atuam na área.

O FGV Datasan apresenta 70 indicadores em dez áreas-chave do saneamento e permite visualizar uma série histórica de 10 anos, por meio de gráficos e comparações entre os diferentes índices que compõem o serviço. De acordo com José Antônio Campos Chaves, diretor-presidente da INTERÁGUAS, o FGV Datasan compila as informações contidas no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do governo federal; porém, de forma sistematizada, abrangente, amigável. “O objetivo da ferramenta é dar suporte à tomada de decisões de qualidade por parte dos players que, direta ou indiretamente, operam na cadeia de valor da prestação dos serviços públicos de saneamento”, explica Chaves. A ferramenta é customizável e permite uma avaliação por estado, município, micro e macrorregião, por natureza jurídica dos prestadores de serviços e ainda fornece dados consolidados em todo o Brasil.

Entre os principais indicadores encontrados na ferramenta estão os índices de tratamento de água; de atendimento, coleta e tratamento de esgoto; de consumo e perda de água; de qualidade dos produtos fornecidos; de eficiência na operação; de medição da transparência e eficiência comercial, econômica e financeira; entre outros.

A plataforma também pode ser utilizada para diagnóstico de todas as áreas/atividades necessárias ao funcionamento de uma empresa prestadora de serviços de saneamento e para o planejamento de ações de melhoria gerencial. Além disso, o FGV Datasan pode auxiliar no aumento do controle e transparência do alcance das metas, por parte das Agências de Regulação, na análise de mercado de fornecedores de bens e serviços e na avaliação financeira e de investimentos para instituições financeiras.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HUAWEI CLOUD COMPLETA DOIS ANOS E AUMENTA INVESTIMENTO NA AMÉRICA LATINA E CARIBE

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O MCom promove cerimônia para apresentar, nesta terça (12/4), a meta de instalação de novos 12 mil pontos de Wi-Fi Brasil em escolas da rede pública no país.

Anúncios de novos programas de parceria e novos lançamentos posicionam a empresa como parceira de negócios de longo prazo na região

A HUAWEI CLOUD está celebrando seu segundo aniversário na América Latina e Caribe com uma série de atividades entre os dias 25 de agosto a 3 de setembro. Uma delas é o anúncio do lançamento de programas de parceria na América Latina e Caribe, entre outros o Spark Program, que fornece um fundo de US$ 10 milhões para startups investirem em inovação; e o Huawei Mobile Services (HMS) Ecosystem Program, que fornece um fundo de US$ 10 milhões para desenvolvedores de aplicativos parceiros melhorarem a experiência na nuvem.

A série de lançamentos continuará cobrindo serviços nativos da nuvem, big data, IA e vídeo. Os seguintes serviços de nuvem serão lançados pela primeira vez na região: Intelligent EdgeCloud (IEC), Intelligent EdgeFabric (IEF), KYON (Keep Your Own Network), FunctionGraph 2.0, Multi-Cloud Container Platform (MCP), Application Service Mesh (ASM), Container Guard Service (CGS), banco de dados GaussDB, ModelArts Pro (plataforma de desenvolvimento de IA para empresas), e Cloud-native Video Service. Essas ofertas podem ajudar aos clientes na região a simplificar as conexões, a implantação, a análise de dados, a adoção de IA, e a implementação desses serviços, facilitando suas transformações digitais.



Quatro iniciativas para acelerar a transformação digital e a atualização inteligente
“A nuvem é o núcleo da indústria de ICT e uma força motriz-chave para a digitalização da indústria”, disse Zhang Ping’an, vice-presidente sênior da Huawei, CEO da Huawei Cloud BU, e presidente do Huawei Consumer Cloud Service. “A Huawei prevê que 80% das empresas usarão tecnologias nativas da nuvem até 2023 e, até 2025, 97% das grandes empresas usarão IA para melhorar a eficiência na produção e operação, e todas as empresas usarão tecnologias da nuvem. A HUAWEI CLOUD está empenhada em ajudar as empresas a implantar e usar a nuvem para obter uma vantagem inicial na nova onda da economia digital. Com isso, conquistamos a confiança de cada vez mais clientes e parceiros no mundo inteiro”, explicou.

“A HUAWEI CLOUD valoriza a estratégia de construir uma presença global em nível local. A América Latina é um dos mercados emergentes mais importantes para a computação em nuvem. A HUAWEI CLOUD tem investido fortemente neste mercado e alcançou um rápido crescimento”, disse Ping’an. “Olhando para o futuro, aumentaremos nosso suporte para a transformação digital, e a atualização de sistemas inteligentes de nossos clientes na América Latina por meio de quatro iniciativas: inovação tecnológica contínua, alcance conjunto com a HUAWEI CLOUD e a Huawei Mobile Services, serviços globais em conjunto com os locais, e ecossistemas de negócios de alta qualidade. Convidamos mais parceiros a participar. Juntos, construiremos um ecossistema digital robusto no mundo inteiro, e lançaremos as bases da nuvem para um mundo inteligente”, concluiu.

Inovação tecnológica contínua: usando a base sólida da Huawei construída por 80.000 engenheiros de P&D e com um investimento anual de US$ 15 bilhões em P&D, a HUAWEI CLOUD continua a inovar em serviços nativos na nuvem, IA, e big data, oferecendo serviços globais em nuvem com grande elasticidade, desempenho e consistência.

Alcance conjunto com a HUAWEI CLOUD e a Huawei Mobile Services (HMS): Esta iniciativa de sinergia nuvem-nuvem permite uma colaboração profunda entre a HUAWEI CLOUD e a Huawei Consumer Cloud para mídia, audiovisual, finanças, interconexão industrial e educação médica. A sinergia visa fornecer tecnologias e experiências consistentes para desenvolvedores e parceiros, por meio de contas unificadas, plataformas de desenvolvimento, bem como distribuição e operação de aplicativos.

Serviços globais + locais: a HUAWEI CLOUD construiu 45 zonas de disponibilidade (AZs) em 23 regiões ao redor do mundo. Durante o ano passado, a HUAWEI CLOUD investiu continuamente na América Latina e Caribe, colocando a segunda região online no México, e adicionando duas novas AZs no Brasil e no Chile. A partir de hoje, a HUAWEI CLOUD opera em três regiões principais no Chile, Brasil e México, e em duas regiões da Argentina e do Peru, com oito AZs no total. A HUAWEI CLOUD tem o maior número de nós da América Latina. O grande investimento em recursos ajuda a fornecer aos clientes uma experiência de serviço em nuvem estável, eficiente e de baixa latência.

Ecossistema de negócios de alta qualidade: a HUAWEI CLOUD tem mais de 20.000 parceiros, incluindo parceiros de consultoria, SaaS, e de software. No processo de implantação global, a HUAWEI CLOUD se concentrou na construção de um ecossistema multidimensional e na complementação das vantagens de diferentes regiões para criar valor máximo para os clientes. No futuro, a HUAWEI CLOUD buscará mais parceiros na América Latina e Caribe, levando suas capacidades para outras regiões do mundo, compartilhando cases de sucesso.

Investimento contínuo na América Latina e maior suporte para parceiros
“Posicionamos nossa empresa não apenas como fornecedora líder de infraestrutura e serviços em nuvem, mas também como parceira de negócios de longo prazo na América Latina e Caribe, bem como um ente corporativo responsável”, disse Fernando Liu, presidente Departamento de Negócios na Nuvem da Huawei na América Latina. “Como fornecedor de serviços em nuvem com o maior número de nós, e com o crescimento mais rápido na América Latina e Caribe, a HUAWEI CLOUD continuará investindo na América Latina, com mais nós locais, novas soluções, e com suporte para parceiros. Estamos empenhados em trazer tecnologia de ponta para a região”, explicou.

Fernando Liu também enfatizou a crença da iniciativa em um ecossistema de sucesso compartilhado, à medida que a HUAWEI CLOUD trabalha com parceiros para levar a transformação digital e a atualização inteligente a novos patamares na América Latina e Caribe. No seu segundo aniversário, a HUAWEI CLOUD está lançando uma série de iniciativas de suporte para parceiros HMS, parceiros SaaS e para startups.

Para mais informações, visite o site.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONCEITOS BÁSICOS DE INOVAÇÃO: CONSTRUINDO NOVAS REALIDADES A PARTIR DA IDEAÇÃO DE SOLUÇÕES

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A Visa apresenta os resultados do seu estudo State of Innovation, que revela uma aceleração no índice de adoção de tecnologia
Foto: banco de imagens/istockphoto

A Inovação tem como fim a geração de novas soluções para problemas antigos

Quando falamos de inovação, regras e formatos de aplicação inovativa aparecem, carregando em si convergências e divergências, entretanto a lógica que pauta a Inovação segue três conceitos fundamentais: a orientação de soluções pautadas em problemas; a necessidade da diversidade enquanto expressão do potencial criativo no desenvolvimento de soluções; e a inter-relação, que pode ser traduzida como complementaridades de perfil de organismos e agentes que atuam dentro da mesma esfera temática, ou até mesmo a combinação de soluções diferentes para endereçar de forma coletiva desafios complexos à realidade experimentada.

A Inovação tem como fim a geração de novas soluções para problemas antigos, o que não representa, necessariamente, uso tecnológico acoplado ou desenvolvimento de produtos e serviços de alta complexidade agregada, e sim o aporte de novos fazeres sociais sob diferentes perspectivas, demonstrando profundo conhecimento sobre o problema, o que é base fundamental para as seguintes ideações de soluções.



Métodos Inovativos 

Segundo Furr e Dyer (DYER, Jeff; FURR, Nathan. Choose the Right Innovation Method at the Right Time. Harvard Business Review. Cambridge: 2014), o ciclo inovativo se inicia a partir do Insight, correspondendo ao processo criativo de concepção e ideação uma solução, inspirada em um desafio real; o que nos leva ao Problema.

O Problema, por sua vez pode ser coletivo, mas sempre se demonstra com características específicas em sua localidade, sendo a presença local dos envolvidos enquanto público de interesse de extrema importância. Chegando ao desenho da Solução.

A Solução corresponde ao problema experienciado e segue os princípios inovativos de sua ideação, sendo que, além da correspondência mencionada, a solução deve contar com atores de interesse engajados, sejam eles fomentadores (públicos ou privados), que além de mobilizarem a agenda e criarem espaço para o desenvolvimento de soluções de interesse, devem ofertar subsídios culturais, informacionais, educacionais, financeiros e estruturais que possibilitem seu desenvolvimento; assim como de beneficiários diretos e indiretos, temáticos ou regionais. Nesse eixo de atividades estão os testes de funcionamento da solução e sua projeção de potencial de mudança e avanços temáticos, com impacto socioeconômico e ambiental projetados.

Para garantir a viabilidade das soluções, princípios como a governança, interesse coletivo e sustentabilidade financeira permeiam a concepção e desenvolvimento do Modelo de Negócios, que representa estruturação mercadológica de viabilidade da solução, seja ela com ou sem fins lucrativos; para então se alcançar a fase de Escala.

A Escalabilidade se encontra quando as soluções podem ser tratadas enquanto elucidativas, educativas ou mercadológicas, consistindo em uma forma funcional de resolução de desafios, que pode ser aplicado em outro contexto ou localidade, resguardando ajustes necessários de operação pelas demandas estruturais da replicação de interesse enquanto lógica inovativa ou boa prática. Ambas as etapas depender de atores de interesse fomentadores e atuantes dentro da temática selecionada.

Nesse processo, questões como a diversidade inovativa, com pessoas de diferentes contextos, conhecimentos e perfis para pensar soluções complexas, elaboradas e representativas é um fator de interesse, assim como locais, uma vez que o conhecimento regional da problemática tratada em suas peculiaridades é base para a correlação da solução desenvolvida com o problema experienciado. 

Com o exposto, fica evidente a demanda de múltiplas soluções complementares em temáticas e metas coletivas complexas, e do engajamento de múltiplos atores de interesse, com posições e potenciais de apoio no desenvolvimento, operação e acompanhamento das soluções também complementares.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities