A FGV Energia recebe, no dia 23 de agosto, o vice-presidente da Shell, Flávio Rodrigues, o professor da UNIFEI, Horta Nogueira, professor da UNIFEI, e o diretor da Wilson Center, Paulo Sotero, para um bate-papo sobre a transição energética no Brasil. A proposta é discutir quais caminhos o país deverá tomar para aproveitar seu posicionamento como uma das matrizes mais carbonfree do mundo. A moderação será feita por Fernanda Delgado, professora e assessora estratégica da FGV Energia.
Embora o país possua a matriz menos emissora do planeta, alcançar a meta da descarbonização envolve a composição de políticas públicas e soluções econômicas e tecnológicas. Durante o encontro, os especialistas abordarão o contexto atual do Brasil nessa discussão, como sua influência na Cúpula do Clima e na Cop26, a participação das petrolíferas no processo de transição energética, entre outros assuntos. A transmissãoserá ao vivo, às 18h, pelo canal da FGV no YouTube.
Energia em Foco | Transição energética no Brasil, onde, por quê, quando e como?
Data: 23/8 (segunda-feira)
Horário: 18h
Plataforma: Youtube
As mudanças constantes e cada vez mais velozes pedem que as grandes empresas criem departamentos de inovação transportando a tarefa de desenvolver soluções e novas ideias para outras pessoas, alheias à lenta estrutura corporativa.
O termo Open Innovation ou Inovação aberta, cunhado por Henry Chesbrough, nada mais é do que o aglutinamento de ações voltadas à inovação em que ideias externas são mais do que bem-vindas e ideias internas que não serão utilizadas em seu negócio são disponibilizadas para outras empresas. A conexão com startups, por exemplo, agiliza o processo de levantar novas hipóteses e testar novas soluções e mercados e, em contrapartida, dar a robustez que essas novas empresas precisam.
Como driver de inovação é a diversidade de opiniões em lugares de segurança psicológica, cada vez mais a busca pela pluralidade nos times de inovação.
O WIN (WOMEN IN INNOVATION) é uma imersão criada pela B2Mamy e pela Future Dojo para formar as novas líderes em inovação aberta do Brasil. “A especialização nessa nova profissão também catalisa a equidade de gênero em locais de liderança e protagonismo, já que os times de inovação desenham o futuro”, acredita Dani Junco, CEO da B2Mamy.
Trata-se de um programa imersivo de 20 horas com conceitos fundamentais para mulheres que querem trabalhar com inovação dentro do mundo corporativo – e descobrir como se destacar profissionalmente. A maior fortaleza é trocar experiências sobre estratégias para enfrentar os desafios que aparecem no dia a dia das mulheres, conforme elas assumem posições de mais destaque no universo corporativo. Um currículo completo do que compreende o universo da Inovação Aberta com executivas da Danone, Ambev, Ifood e Grupo Boticário, entre outras líderes de mercado.
“Mais do que ter a certificação em Open Innovation, este é um curso para reunir mulheres em um espaço seguro para que troquem suas experiências, desafios e aprendizados”, diz Shayene Metri, Head de Produto da Future Dojo.
As inscrições para a imersão acontecem de 17 de agosto à 8 de setembro, pelo link.
A forma com que o consumidor se relaciona com as marcas mudou consideravelmente nos últimos anos. Em especial o ano de 2020 foi marcado por muitas mudanças no atendimento das empresas por conta da pandemia mundial. O atendimento, em muitos casos, passou a ser online e quem já estava preparado teve certa vantagem em automatizar e humanizar o contato com os clientes, tornando-o cada vez mais personalizado e eficaz. Isso fez com que a otimização do tempo, e a instantaneidade para se resolver demandas com muita praticidade, mudasse o comportamento do consumidor.
Após um cenário de incertezas, dúvidas e competitividade, as empresas adaptaram seus canais de comunicação e conseguiram uma maior conexão com seu público. A inteligência artificial garantiu tudo aquilo que os clientes buscavam: a resolução na palma da mão.
Os clientes buscam rapidez, facilidade e satisfação. Sendo assim, empresas que oferecem essa experiência em diversos canais conseguem, além da fidelização de seus consumidores, aumentar sua carteira de clientes.
A Aivo, empresa de tecnologia que desenvolve soluções de atendimento ao cliente com inteligência artificial conversacional, por meio de uma plataforma omnichannel, cria assistentes virtuais inteligentes, empáticos e com uma dinâmica estratégica que oferece uma experiência única e personalizada aos usuários.
Por conta da maior exigência dos consumidores, o produto passa a ser um detalhe, sendo o grande diferencial a forma como este produto é apresentado ao comprador. “A Aivo garante soluções de atendimento ao cliente que unificam os diversos canais de atendimento das empresas como: WhatsApp, Messenger do Facebook, Instagram, chat online, app da empresa e telefone. “Vale lembrar que além do posicionamento de rede, a interação com o público é o diferencial oferecido pela inteligência artificial, atualmente o cliente não compara apenas produto e preços, vivemos uma época de concorrência de experiências nos múltiplos canais e pontos de contato com as marcas”, destaca Fernando Géa, Country Director da AIVO no Brasil.
Segundo dados do estudo Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), o mercado de compras online, centro das atenções de vários setores, aumentou em 41% no último ano. Foram quase 200 milhões de pedidos feitos por consumidores que movimentaram cerca de R$ 87,4 bilhões em 2020. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, foi o maior valor registrado dos últimos anos.
A informação acima é de grande relevância pois mostra o potencial das vendas e compras online. Para tanto, é necessário estar presente nas diversas plataformas que podem potencializar a presença das Empresas perante seus consumidores.
A Aivo, líder em inteligência artificial no mercado latino-americano, possui experiência e capacidade para atender toda essa demanda. São mais de 150 milhões de conversas impulsionadas com a inteligência artificial, proporcionando tudo aquilo que o cliente busca em uma Empresa: atendimento rápido, fácil, seguro, satisfatório e empático.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (18), o Projeto de Lei 5829/19, que institui o novo marco legal da geração de energia limpa descentralizada. O texto aprovado oferece mais segurança jurídica aos investidores e consumidores e promove o desenvolvimento do setor de energia renovável no país, além de diminuir a pressão sobre o sistema elétrico nacional com a diversificação da matriz energética brasileira. A proposta segue para apreciação do Senado Federal.
Na última semana, Governo Federal, parlamentares e entidades do setor elétrico, entre elas o INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), chegaram a um consenso sobre o texto final do projeto de lei que cria novas regras para consumidores que geram a própria energia a partir de centrais de geração de fontes renováveis, instaladas próximo aos pontos de consumo e com capacidade reduzida, a chamada Geração Distribuída, que em sua maioria utiliza painéis fotovoltaicos. O relator do texto, o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) e o vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), participaram da reunião para fechamento do acordo.
O presidente do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), Heber Galarce destaca que a aprovação do projeto, após mais de dois anos de debates, trará mais segurança jurídica e regulatória para o setor, o que estimula o crescimento sustentável do setor elétrico como um todo no Brasil. Segundo ele, o mercado de energia solar cresce exponencialmente todos os anos.
Dados do INEL apontam que, desde 2012, a energia solar já movimentou mais de R﹩ 38 bilhões em negócios e gerou mais de 224 mil empregos no país. No entanto, mesmo com toda essa expansão, a fonte de energia solar representa pouco mais de 1% da matriz energética no Brasil.
“Com a aprovação da matéria e a melhoria do ambiente de negócios, o setor de energia solar vai atrair ainda mais investidores e gerar mais empregos em meio à crise econômica atual. A previsão é que o PL deve resultar na abertura de um milhão de novos postos de trabalho nos próximos 30 anos”, afirma.
Segundo Galarce, o marco regulatório vai promover também a democratização do acesso à energia limpa no Brasil. “A proposta aprovada pelo plenário da Casa pode viabilizar o acesso à energia mais barata, de fonte solar, principalmente, a todos os brasileiros, especialmente, os mais pobres. O texto permite que todo cidadão brasileiro, independentemente de sua renda, tenha a possibilidade e viabilidade regulatória para acessar a Geração Distribuída”, explica.
Para o Secretário de Assuntos Regulatórios do INEL, Lucas Pimentel, a aprovação do texto é fundamental para fortalecer o fornecimento de energia elétrica no país, já que contribui para evitar novas crises, como a baixa atual nos reservatórios das hidrelétricas. Pimentel lembra que a presente crise hídrica ainda oferece risco de racionamento de energia elétrica em todo o país e já representa o aumento na conta de luz do cidadão brasileiro.
“Com a regulação do setor de energia limpa e seu consequente incremento, o país reduzirá a dependência dos recursos hídricos para a geração de energia e evitará o uso emergencial de fontes poluentes e mais caras, como as termelétricas, responsáveis pelo aumento das tarifas com acionamento da bandeira vermelha”, aponta.
Heber Galarce complementa que a aprovação do texto é uma conquista não apenas para o setor de energia limpa, mas para todo o sistema elétrico nacional que será mais robusto e equilibrado, com o aumento da diversificação da matriz energética brasileira.
“O Brasil como um todo se beneficia do uso de energias limpas, renováveis e mais baratas. Quem ganha com isso é o consumidor final, o cidadão brasileiro que terá segurança jurídica para escolher se deseja investir nos painéis fotovoltaicos e contribuir com geração de energia no país. A aprovação na Câmara é o primeiro e um importante passo para a melhoria do fornecimento de energia elétrica em todo o país”, completa o presidente do instituto.
O texto segue para o Senado Federal e, após tramitação e aprovação, pela Casa revisora, o marco regulatório do setor de energia solar seguirá para sanção presidencial.
Pela matéria aprovada na Câmara, consumidores que já possuem sistema de geração distribuída até a publicação da lei ou que solicitarem o acesso de centrais de geração distribuída até doze meses após a publicação da nova legislação poderão manter seus direitos de compensar energia elétrica na forma atual, abrangendo todas as componentes tarifárias, até 2045.
Para os novos consumidores, que solicitarem acesso após doze meses da publicação da norma, haverá uma regra de transição de seis anos. A proposta é que eles deixem de compensar e comecem a pagar por 15% dos custos associados à energia elétrica em 2023 – o percentual vai subindo gradativamente e a cobrança integral acontecerá somente em 2029.
Vivemos em um tempo de pandemia, onde nossa mobilidade é restrita e o turismo muitas vezes se restringe a lembrança em fotografias e vídeos que postamos em redes sociais de viagens anteriores. Muitos, quando em viagem de turismo para locais ainda desconhecidos, usam os smartphones como aliados para carregar mapas, obter informações sobre o transporte público, adquirir antecipadamente ingressos para museus e exposições, e até mesmo traduzir informações em idiomas desconhecidos. Tudo isto facilita enormemente a vida de um turista munido de um smartphone e visitando um local com redes móveis de alta velocidade.
Mas e o que acontece quando se visita um local distante, com uma Amazônia de distância de casa? Aquele local que conta com infraestrutura precária de telecomunicações e serviços digitais, mas até por isto mesmo oferece uma “bolha” de isolamento do mundo moderno que, por vezes, é o grande apelo de diferencial.
Esta estrutura precária constitui o cotidiano da população de lugares isolados no país, contando com redes móveis de baixa capacidade, e serviços precários de saneamento, saúde e transporte. No espectro dos serviços de turismo, hotéis, restaurantes e estabelecimentos comerciais também enfrentam dificuldades que afetam desde a relação com seus fornecedores e clientes, até a simples oferta de pagamento do consumo por cartões de crédito.
Hoje, a vida nas grandes cidades brasileiras é fortemente baseada nos aplicativos de delivery, de serviços bancários, de compras, e de agendamento de serviços diversos. Esta pulverização de aplicativos digitais também ocorre em locais que em redes são instáveis, e exigem o desenvolvimento de software preparado para lidar com desconexão constante e com o uso mínimo de largura de banda.
Para enfrentar toda dificuldade, vamos de criatividade e inovação. Ubá é a denominação usada por povos indígenas da Amazônia para descrever as canoas elaboradas com um tronco de árvore. Hoje, também é o nome de um aplicativo móvel para smartphones desenvolvido por uma startup paraense, associada ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, para auxiliar no transporte da locomoção fluvial na região, algo como um “Uber” regional. Uma tarefa que exigia a presença física do interesse no terminal fluvial para a compra antecipada do bilhete de viagem, agora pode ser realizada com o aplicativo, o qual carrega o ingresso digital para o embarque. Depois que a compra é efetuada, em nenhum outro momento o aplicativo, tanto do cliente, quanto do responsável pelo controle no embarque necessita de conexão a Internet. Trata-se de uma solução criativa, inovadora, e adequada à realidade local.
A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), será representada hoje por Marcelo Motta no XXXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos. O Director of Cyber Security and Privacy Protection in Huawei Brazil and Latin America participará do painel Segurança e Privacidade nas redes 5G, transmitido a partir das 15h.
Realizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e pelo Laboratório de Redes de Computadores (LARC), o evento online está com inscrições abertas em seu site e vai até 20 de agosto.
O painel Segurança e Privacidade nas redes 5G contará também com a presença de Sergio Sevileanu, especialista da Siemens; Marlley Urquiza, conselheiro de Segurança, Algar Telecom; Vanessa Copetti Cravo, especialista em Regulação de Telecomunicações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Michel Barbosa, especialista em segurança cibernética da Fortinet, além do Ph.D César Marcondes, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, como moderador.
Sobre Marcelo Motta
Na Huawei desde 2002, o executivo ocupou diversos cargos de liderança no Brasil, América Latina e na sede da Huawei na China. Anteriormente, ocupou cargos na Nortel Networks, Siemens e HP e atuou como professor de engenharia de telecomunicações por mais de 10 anos no Instituto Mauá de Tecnologia. É mestre em engenharia de sistemas e bacharel em engenharia de telecomunicações pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Possui ainda MBAs em economia internacional e corporativa pela FIA / FEA-USP e Grenoble Alpes University (Pierre-Mendè s-France University).
Serviço
Evento: XXXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos – Painel 4 Cyber Security and Privacy Protection
Data: Quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Horário: das 15h às 17h
Inscrições: no site do evento
Um projeto que serve como modelo é o “Noronha Carbono Zero”, uma regulamentação aprovada em 2020. A norma prevê que a partir de 2022 somente veículos elétricos serão autorizados a entrar no arquipélago e que, em 2030, toda a frota movida a gasolina, álcool e óleo diesel deverá deixar a ilha. O Governo local fechou uma parceria com montadora para disponibilizar carros elétricos que auxiliarão na administração do badalado destino turístico.
Além do arquipélago de Pernambuco, outras regiões do Brasil estão investindo neste mercado. A empresa chinesa BYD começou a produzir baterias de fosfato de ferro-lítio, utilizada em ônibus elétricos feitos em Campinas (SP), em sua fábrica no Polo Industrial de Manaus. Outro exemplo é Volkswagen, que modificou sua firma em Resende (RJ) e já começou a produzir caminhões totalmente elétricos.
Ainda no último ano, um grupo de 17 fabricantes e investidores assinaram um acordo de USD 1 bilhão para a implementar cerca de 3 mil ônibus elétricos em quatro cidades da América Latina: São Paulo, Santiago (Chile), Medellín (Colômbia) e Cidade do México. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), as empresas de energia Enel e EDP e as fabricantes BYD, Eletra e Foton estão entre as participantes.
O Brasil, por sua vez, traçou novas metas na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática. O país tem como meta reduzir suas emissões em 43% até 2030 e chegar na neutralidade de carbono em 2060. Em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (conhecida como NDC, sigla em inglês), o país menciona, sem muitos detalhes, que vai aumentar a produção de biocombustíveis para o transporte.
Para realizar a avaliação de adequação de veículos elétricos, bem como a transição e a operação das frotas elétricas de forma eficaz, a telemática é uma solução que tem se destacado ao redor do mundo.
Por meio de um dispositivo conectado aos veículos, como o da Geotab, líder global em telemática e gestão de frota, há a captação de dados e avaliação deles, incluindo a forma de dirigir dos motoristas, para que as melhores práticas sejam aplicadas, haja o melhor uso da bateria e aumente a capacidade da frota.
A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – avalia que a lei sancionada pelo Estado do Ceará que impõe a supervisão humana a todos os sistemas de Inteligência Artificial (IA), sem nenhum critério ou distinção de aplicação, traz insegurança jurídica e inibe a inovação. De acordo com a associação, a abordagem baseada no possível risco de um sistema de inteligência artificial seria mais adequada.
Rodolfo Fücher, Presidente da ABES, pondera que, no ímpeto do estado do Ceará sair na frente legislando a IA, o estado poder ficar de fora dos avanços tecnológicos. “Uma interpretação equivocada da lei, pode inviabilizar uma série de soluções, desde aplicativos de delivery, até soluções críticas como segurança ou ligadas à saúde. O risco de uma judicialização deixará o estado menos atrativo para investimentos, especialmente no promissor mercado das startups”, afirma o executivo.
Os sistemas de IA são ferramentas para aumentar a capacidade humana. Por isso, se faz necessário um ambiente seguro tanto para as empresas investirem e inovarem, quanto para os cidadãos consumirem e tirarem todo o proveito da tecnologia. a ABES defende que é necessário um amplo debate na definição de conceitos e definições técnicas, com o objetivo de evitar eventuais interpretações que venham prejudicar a inovação e o desenvolvimento da tecnologia e, consequentemente, a capacidade do Brasil de ser competitivo.
Para Loren Spíndola, coordenadora do GT de IA da ABES, adotar a inteligência artificial traz muitos desafios. Ela pontua que as organizações provavelmente enfrentarão uma série de barreiras ao longo da curva de maturidade do sistema, desde a falta de habilidades no mercado até mudança de processos. “Acredito que o papel do poder público seja facilitar a inovação, com um ambiente propício para o desenvolvimento e adoção da tecnologia. A centralização da União para exclusividade de regular o tema mostra-se fundamental para evitarmos multiplicidade de regras e reguladores em estados e municípios, que certamente trará insegurança jurídica e impactará a inserção em âmbito nacional de desenvolvedores, em especial os de pequeno porte”, explica a executiva.
As relatorias dos projetos de lei 21/2020, na Câmara, e 872/2021, no Senado, organizaram audiências públicas e tiveram oportunidade de ver o quanto o tema ainda precisa ser mais bem detalhado e debatido, com toda a sociedade. “Precisamos garantir um solo fértil para o crescimento das empresas e gerar mais pesquisa e desenvolvimento para que o Brasil não engesse o avanço da tecnologia e siga competitivo tecnologicamente”, ressalta.