spot_img
Home Blog Página 338

EMPRESÁRIOS ESTÃO PESSIMISTAS COM INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA

0
O Governo de São Paulo está com 67.860 vagas abertas do programa Bolsa Empreendedor na região Metropolitana de São Paulo .
Foto: istockphoto/divulgação

Estudo realizado pela EY e Abdib mostra que Covid-19 e baixa expectativa de crescimento do país reduzem expectativas de novos projetos

A resiliência da pandemia de Covid-19 e as baixas expectativas em relação ao crescimento econômico do país nos próximos meses reduziram o otimismo na área de infraestrutura no Brasil. Pesquisa realizada pela consultoria EY, em parceria com a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), mostra que empresários e líderes do setor estão céticos no curto e médio prazos, mas mantêm a expectativa de novos investimentos nos próximos anos, principalmente nas áreas de saneamento básico, gás natural, energia elétrica, rodovias e ferrovias.

Os dados constam do Barômetro da Infraestrutura Brasileira, estudo realizado a cada semestre pela EY e Abdib. Em sua quinta edição, lançada em maio deste ano, foram ouvidos 175 líderes da área (empresários, executivos e especialistas) sobre temas como desenvolvimento econômico, atuação do governo federal em diversas áreas, cenários para investimentos e segurança jurídica para projetos em infraestrutura, entre outros temas.



De acordo com a sondagem, quase metade dos entrevistados – 43% – está pessimista em relação ao crescimento do país como um todo nos próximos seis meses. Outros 38,3% acreditam que o cenário econômico nacional ficará estável neste período e apenas 17,7% estão otimistas com o crescimento. “É um setor muito dinâmico, que muda mês a mês e a questão da pandemia ainda influencia muito nas opiniões sobre o cenário”, explica o diretor-executivo para Setor Público e Infraestrutura da EY, Gustavo Gusmão.

Quando perguntados sobre a sua área de atuação, 36,6% dos entrevistados consideram o cenário favorável para promoção de investimentos em infraestrutura nos próximos seis meses. Na pesquisa anterior, realizada no segundo semestre do ano passado, 52,1% dos entrevistados confiavam em um cenário positivo nos seis meses seguintes. Na época, havia expectativa de um cenário melhor pela possível vacinação em massa da população e consequente controle da Covid-19, o que acabou não acontecendo. Para 37,7% dos entrevistados, é muito difícil prever novos investimentos sem controle da pandemia.

“Houve uma certa euforia, no segundo semestre do ano passado, de que o pior da pandemia já tinha passado, o que acabou não acontecendo”, diz Gusmão. Ele lembra, porém, que a sondagem mais recente foi feita antes de o governo federal leiloar um pacote de concessões, como aeroportos, em abril. “As informações para o barômetro foram coletadas antes da ‘Infra Week’, o que pode ter melhorado a percepção dos investidores”, ressalta Gusmão.

No longo prazo, porém, o cenário econômico tende a ser mais favorável, na opinião dos empresários. De acordo com a pesquisa EY/Abdib, 34,9% dos entrevistados estão otimistas quanto ao crescimento econômico do país para 2022, após o fim do atual mandato presidencial, e 22,3% estão pessimistas. “O otimismo continua em relação a investimentos futuros em saneamento básico, reflexo da aprovação do novo marco regulatório do setor e da possibilidade de expansão do capital privado”, diz um trecho do relatório da EY.

Os entrevistados destacam o interesse de participação do setor privado em projetos e programas de infraestrutura por meio de concessões e parcerias público-privadas (PPPs). A participação, porém, depende das regras contratuais, dos riscos e das obrigações de todas as partes envolvidas (públicas e privadas). Essas regras devem ser estabelecidas de acordo com as necessidades da população, características do setor e aos interesses da iniciativa privada.

A percepção sobre a segurança jurídica nos contratos, por exemplo, piorou significativamente: 35,4% das pessoas ouvidas pela EY consideram esse grau de segurança ruim ou péssimo. A soma de ruim e péssimo é muito superior à soma registrada no primeiro e segundo semestres de 2020 (24,5% e 20,4%, respectivamente).

Entre os fatores que podem ter influenciado a percepção negativa dos agentes de infraestrutura foram notícias como a encampação da Linha Amarela, no Rio de Janeiro, em 2020. “Esse tipo de intervenção, mesmo localizada, é percebida lá fora e contamina o mercado como um todo”, explica Gusmão.

O diretor-executivo da EY ressalta que, mesmo com investimentos privados, o poder público, em todas as esferas, deve continuar a cumprir sua parte em investimentos em infraestrutura, principalmente em projetos e obras que não despertam interesse da iniciativa privada, mas que são necessários para a população.  “O governo precisa continuar a ser o principal indutor de infraestrutura, executando bons projetos. Isso é investimento público na veia”, conclui Gusmão.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE EMPREENDEDORISMO

IMPLEMENTANDO PROJETOS DE BAIRROS SUSTENTÁVEIS

0
projetos-bairros-sustentáveis
Foto: Michael Wels

Projetos na escala de bairros podem servir de laboratório para abordagens inovadoras, em design, construção, no uso de tecnologia e na participação e engajamento de cidadãos e de comunidades

Hoje se sabe, que à medida que a população urbana aumenta, a construção de comunidades compactas, conectadas e resilientes é a nossa maior chance de limitar as emissões de gases de efeito estufa e de preservar recursos globais e a biodiversidade local.

Projetos na escala de bairros podem servir de laboratório para abordagens inovadoras, em design, construção, no uso de tecnologia e na participação e engajamento de cidadãos e de comunidades.



Abordagens integradas à projetos na escala de bairros ou distritos é fundamental para abordar a crise climática ao mesmo tempo em que oferece projetos pautados nas demandas reais de comunidades e territórios, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos. Em um relatório recente sobre planejamento nesta escala mais detalhada, a C40 oferece dez abordagens que podem ser agrupadas em três categorias:

Cidades de 15 minutos: o conceito criado pelo urbanista Carlos Moreno prevê mobilidade ativa e sustentável, territórios conectados, serviços públicos descentralizados e acesso a equipamento de lazer a não mais que 15 minutos a pé ou de bicicleta de todas as residências de um determinado bairro. Este conceito tem sido adotado pela prefeita de Paris Anne Hidalgo e adaptado por outros prefeitos ao redor do mundo, levando por exemplo ao conceito de cidade de 30 minutos para megacidades, conforme o plano de Bogotá. As super quadras de Barcelona são um exemplo da cidade de 15 minutos antes mesmo do conceito existir, utilizando mobiliário urbano temporário, plantio de árvores e urbanismo tático para dar prioridade a pedestres e ciclistas. A primeira superquadra obteve uma redução de 48% da área ocupada por carros, enquanto que a atividade econômica das ruas afetadas aumentou. O projeto de recuperação da área central do Rio de Janeiro – Reviver Centro – recentemente proposto pela Secretaria de Planejamento Urbano e aprovado pela Câmara Municipal, prevê a aproveitação de construções existentes para uso misto, criação de novas áreas verdes e estímulo à mobilidade urbana limpa.

Construção limpa e verde – construção limpa, edifícios verdes, energia renovável e recursos circulares são temas importantes para criar bairros sustentáveis. O projeto do bairro de Montreuil, em Paris, por exemplo visa reduzir 85% das emissões operacionais e embutidas ao criar a exigência de que todos os edifícios sejam adaptáveis ou reversíveis. Em Milão, L’Innesto será o primeiro projeto de habitação social zero carbono na Itália com um sistema de aquecimento à base da recuperação do calor do tratamento de água e critérios de construção sustentável.

Pilotos locais – projetos em bairros ou distritos oferecem a possibilidade de oferecer soluções específicas para desafios locais com potencial de escala em outras áreas da cidade. Os Corredores Verdes de Medellín por exemplo são uma rede de espaços verdes interconectados que diminuir o impacto do calor urbano e facilitou a capacitação de 75 cidadãos em situação vulnerável para se tornarem jardineiros urbanos. Em Helsinki, o distrito de Kalasatama é uma área moderna de desenvolvimento urbano inteligente e zero carbono. Ao invés de licitar bens e serviços, a prefeitura incentivou projetos pilotos, permitindo que novos negócios florescessem com ideias dos residentes locais, colocando o princípio da co-creação no centro da estratégia.

Para poder capturar os impactos de projetos locais integrados, é necessário também criar indicadores e metodologias de monitoramento antes da implementação dos projetos. Isto pode oferecer desafios significativos à medida que vários dados sobre emissões de gases de efeito estufa não são territorializados. Isto representa um desafio para o monitoramento destes projetos, mas dados locais como a porcentagem de habitação a preços acessíveis, cobertura verde, resíduos oriundos de demolição, tamanho do sistema cicloviário – entre outros – em uma determinada área são capazes de demonstrar o impacto social e ambiental exato de tais intervenções.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

SIMPÓSIO CONSTRUINDO O BRASIL DO AMANHÃ DISCUTE IDEIAS PARA O FUTURO DO BRASIL

0
2ª edição do Parque da Mobilidade Urbana

Promover uma discussão ampla, sob a perspectiva de várias personalidades e pesquisadores ligados a diversas áreas do conhecimento, a respeito do país que se quer construir em um futuro próximo tem sido a proposta do Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã. Em seu terceiro evento, que será realizado no dia 5 de outubro, a partir das 17h, de forma on-line, o evento trará para uma conversa o economista e ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas Fernando Luiz Abrucio.

O evento será transmitido pelo canal do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP no YouTube. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas neste link. Haverá emissão de certificado para os inscritos que preencherem um formulário disponibilizado no chat durante a transmissão.



Além de exporem suas ideias, Hartung e Abrucio serão sabatinados pelo coordenador do Lepes, Daniel dos Santos; pelo titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA-RP, Mozart Neves Ramos; pelo coordenador do IEA-RP Antônio José da Costa Filho; pelo superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques; pela gerente de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho, Monica Pinto e pelo presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia. A mediação é da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães Castro.

O Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã é uma realização da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (Lepes), ambos sediados na USP Ribeirão Preto, em parceria com a Fundação Roberto Marinho e o Instituto Unibanco. O evento tem o apoio da Plataforma Educação.

Mais informações sobre o evento: catedraiearp@usp.br

Sobre os palestrantes

Paulo Hartung é economista pela Universidade Federal do Espírito Santo. Foi deputado estadual, deputado federal, prefeito de Vitória (ES), diretor de Desenvolvimento Regional e Social do BNDES, senador e governador do Espírito Santo por três mandatos.

Fernando Luiz Abrucio tem graduação em Ciências Sociais, mestrado e doutorado em Ciência Política, todos pela USP. É professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas desde 1995 e coordenador da linha de pesquisa em Educação do Centro de Administração Pública e Governo (Ceapg Eaesp). Pesquisa temas nas áreas de Ciência Política, Administração Pública, Políticas Públicas e Política Comparada, com ênfase em questões relacionadas à Educação, às Relações Intergovernamentais e o Federalismo, bem como sobre Reforma do Estado e Gestão Pública.

Maria Helena Guimarães Castro possui graduação em Ciências Sociais e mestrado em Ciência Política pela Unicamp e Especialização em Avaliação de Políticas Públicas na Universidade de Grenoble. Foi professora da Unicamp, presidente do INEP, secretária de Educação do Estado de São Paulo e presidente da Undime. Atualmente, além de presidente do Conselho Nacional de Educação, é presidente da Associação Nacional de Avaliação Educacional (Abave) e embaixadora do Pisa para escolas no Brasil.

 


Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã – 3° evento
5 de outubro, 17h
Canal do IEA-RP no YouTube
Inscrições gratuitas
Página do evento

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE GOVERNANÇA

PTI-BR E PREFEITURA AVANÇAM EM TRATATIVAS PARA POSICIONAR FOZ DO IGUAÇU COMO POLO DE INOVAÇÃO E NEGÓCIOS

0
O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) encerrou, juntamente com a Itaipu Binacional, a sua participação na Expo Dubai 2020, um dos maiores eventos do mundo

Encontro estratégico alinhou ações para a promoção do desenvolvimento social por meio dos eixos de inovação, tecnologia e atração de novos negócios. 

Com o propósito de avançar no desenvolvimento de um conjunto de ações que vão consolidar Foz do Iguaçu como um polo de inovação e negócios, o Prefeito Chico Brasileiro esteve na última sexta-feira (24), no Parque Tecnológico Itaipu- Brasil (PTI-BR), para uma reunião de alinhamento de estratégias.

O diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, apresentou projetos e resultados que já podem ser conferidos na prática, como o Smart Vitrine, edital destinado às empresas que oferecem tecnologias em cidades inteligentes, a primeira fase do Programa Vila A Inteligente e o Edital Hangar, que de forma contínua possibilita a incorporação de novas startups no ecossistema de inovação.



“O trabalho em conjunto entre o PTI e a prefeitura irá melhorar a atração de investimentos para a cidade, possibilitando a geração de novos negócios com base tecnológica, capaz de atrair investimentos, emprego, renda e conhecimento”, destacou Garrido. “O Parque Tecnológico possui soluções que podem ser disponibilizadas e implantadas em Foz do Iguaçu”, complementa o diretor superintendente.

Integração

O prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, ressaltou que o PTI é um dos braços estratégicos da cidade e o município é um parceiro que tem caminhado lado a lado. “Nosso propósito é uma maior integração e união de esforços para que o desenvolvimento da cidade possa cada vez mais prosperar. O PTI vem a somar muito para esse projeto”, afirma.

“Todas as ações apresentadas estão relacionadas com as secretarias municipais. Gostaríamos de inserir esse conhecimento compartilhado com toda a administração pública. O PTI é um parceiro prioritário para todas as áreas”, finalizou o prefeito.

Presenças

Também estiveram presentes no encontro o Secretário de Tecnologia da Informação Rafael Sanches Alencar; o Diretor de Captação de Investimentos, Projetos Estratégicos e Inovação Edinardo Antônio Borba; o diretor administrativo-financeiro, Flaviano Masnik; o Gestor da Assessoria de Planejamento e Gestão Jonhey Nazario Lucizani e a Gestora do Centro de Competência Ciência e Educação Andréa Pavei Schmoeller.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE EMPREENDEDORISMO

LEILÃO DO 5G É AGENDADO PARA 4 DE NOVEMBRO APÓS APROVAÇÃO DE EDITAL

0
Dell-Technologies-anuncia-programa-de-consultoria

Conselho Diretor da Anatel consolidou ajustes na minuta; certame pode alcançar R$ 50 bilhões em investimentos

A realização da licitação das radiofrequências, maior oferta de espectro da história, entra em contagem regressiva. Após aprovação do edital do leilão do 5G, concluída na última sexta (24/9) em reunião do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o texto segue para publicação no Diário Oficial da União, prevista para o dia 27. A partir daí, serão 30 dias corridos até a abertura de envelopes das empresas participantes, seguidos de oito dias para a realização do leilão. A data está programada para o dia 4 de novembro.

O leilão do 5G será não arrecadatório, uma vez que os recursos levantados serão investidos em infraestrutura de comunicação e aprimoramento da conectividade em áreas ainda carentes. “Estamos falando de um leilão com cerca de R$ 50 bilhões em investimentos”, frisa o ministro Fábio Faria. Na avaliação do Ministério das Comunicações (MCom), a fase inicial da implantação do 5G no Brasil — tendo em mente as dimensões do território nacional — representará um dos maiores desafios para o setor de telecomunicações.



Faria destaca que no mínimo 90% dos valores contratados no certame serão revertidos em investimentos. As obrigações previstas no edital incluem a ampliação da conectividade em regiões que hoje têm baixo índice. O Conselho Diretor da Anatel sustentou a proposta do relator Emmanoel Campelo, em especial no que tange ao cronograma da oferta comercial do 5G (começando pelas capitais). Com a aprovação, o serviço deverá estar disponível nas capitais até julho de 2022, como tem reiterado o ministro. O cronograma segue com as cidades com mais de 500 mil habitantes (até julho de 2025); mais de 200 mil habitantes (até julho de 2026); mais de 100 mil habitantes (até julho de 2027), e nas cidades com mais de 30 mil habitantes (até julho de 2028).

Todavia, também prevaleceram pontos do voto vista do conselheiro Moisés Moreira, que trouxe alguns ajustes em relação ao relatório. Duas mudanças propostas por Moreira foram ressaltadas: a flexibilização do cronograma de implantação do 5G não será permitida para um eventual novo entrante, e as obrigações de conectividade de escolas serão acompanhadas por uma entidade a ser criada especificamente para isso.

Inclusão digital e social — Faria relembra que a realização do certame é importante para conectar 40 milhões de pessoas que ainda vivem sem qualquer opção de acesso à internet. O ministro advertiu que “o Brasil, como é o maior país da América Latina, é player muito importante. Todos os países da América Latina estão esperando o que o Brasil vai fazer com o 5G para seguir”. Segundo Faria, a realização do leilão é uma vitória: “era algo inimaginável de acontecer no ano passado, devido à pandemia, mas está se tornando uma realidade muito próxima”.

Um dos compromissos que as empresas vencedoras devem assumir é o de levar internet para todas as localidades acima de 600 habitantes. O edital também prevê a destinação de R$ 1, 5 bilhão para o Programa Amazônica Integrada e Sustentável, que irá conectar 10 milhões de pessoas na região norte.

“Nós damos um passo final para possibilitar a realização do maior certame licitatório da história da Anatel, tanto em termos de quantidade de espectro quanto de diversidade”, enfatizou o presidente da Anatel, Leonardo Euler. “Essa licitação oferecerá um leque completo de recursos espectrais, o que habilitará as mais diversas soluções de conectividade, bem como novos modelos de negócios para internet das coisas e, mais importante, para uma sociedade com inclusão digital”.

Sobre o leilão do 5G — O certame envolve a licitação de quatro frequências para a implantação da nova tecnologia para redes móveis: 700 megahertz, 2,3 gigahertz, 3,5 gigahertz e 26 gigahertz. A Anatel dividiu as frequências em lotes nacionais e regionais e irá autorizar o uso das faixas, mediante cumprimento de determinadas obrigações, que incluem os investimentos em infraestrutura para ampliação da cobertura de sinal no país.

Entre as obrigações vinculadas ao leilão está a construção da rede privativa da Administração Pública Federal. A proposta consta no documento como referência à definição de valores para a implantação. Espera-se que órgão colegiado — no âmbito da Entidade Administradora da Faixa (EAF) de 3,5 GHz e em consulta a gestores públicos de serviços de segurança, defesa e de outras áreas de governo — revise o planejamento inicial e formate a versão final do projeto de implantação da rede.

Faria argumenta que a rede privativa tem o objetivo de evitar vazamentos de informação e proteger dados. “A rede privativa gera uma segurança ainda maior”, atesta. Segundo o ministro, há especificações técnicas recomendadas aos fornecedores de equipamentos no intuito de assegurar a confiabilidade da rede. O MCom conheceu algumas soluções utilizadas na Europa, Ásia e Estados Unidos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

III WORKSHOP GERAÇÃO DISTRIBUÍDA SERÁ PROMOVIDO NO DIA 21 DE OUTUBRO

0
Programa Cidades, Café e Prosa apresenta avanços de Jundiaí em projetos de inovação e tecnologia da gestão pública

Evento contará com a presença de empresas referência no setor para compartilhar e discutir soluções tecnológicas.

O III Workshop Geração Distribuída – Da Geração Distribuída à Micro Grids: Soluções, Desafios e Inovação – já tem data marcada. O evento, que reúne profissionais e representantes do setor elétrico, indústrias e empresas de tecnologia, será realizado de forma 100% online no dia 21 de outubro das 09h30 às 12h.

A edição é uma iniciativa do Parque Tecnológico de Itaipu – Brasil (PTI-BR) com a Fluas Energia e conta com o apoio das principais empresas ligadas ao setor da geração distribuída e energias renováveis.



As inscrições para o evento, que terá como temática: “O avanço da GD e micro-redes num cenário tecnológico, técnico e regulatório totalmente novos (o que mudou desde o I WSGD)”, podem ser realizadas pelo site: www.workshopgd.com.br.

De acordo com o diretor de Negócios e Inovação do PTI-BR, Rodrigo Régis, o workshop é o momento para que empresas, investidores e interessados no tema possam conhecer as novas tendências do setor, tecnologias e lançamentos. “O objetivo do Workshop Geração Distribuída está alinhado aos propósitos do PTI-BR na busca soluções de sustentáveis, eficientes e com menor impacto ambiental para o uso da energia, além de abordar estratégias de mercado e informações que promovam a expansão e impulsionem o desenvolvimento dessa área no Brasil”, destaca.

Conforme o diretor da Fluas Energia, Angelo Souza, a primeira edição do WSGD ocorreu em 2015, quando foram abordados aspectos técnicos como a conexão da GD aos sistemas de distribuição. O segundo evento, em 2017, abordou aspectos mais regulatórios e de negócio naquele momento. A terceira edição ocorrerá em três datas distintas e totalmente on-line, abordando os temas técnico, regulatório e tecnológico com uma visão de negócios e oportunidades de inovação. “Uma excelente oportunidade para debater e consolidar conhecimentos, bem como promover a troca de experiências com alguns especialistas e empreendedores do setor”, destaca.

Além do dia 21 de outubro, outros dois encontros estão previstos para ocorrerem nos meses de novembro e dezembro de 2021.

Afinal, o que é a Geração Distribuída?

A Geração Distribuída, conhecida também como GD, é caracterizada por um modelo de produção de energia próxima à carga, ou ponto de consumo. Os tipos mais conhecidos são provenientes da energia fotovoltaica e eólica.

Com a GD empresas, produtores rurais e consumidores em geral podem implementar pequenas centrais geradoras e produzir a energia necessária para o próprio consumo e disponibilizar o excedente na rede da distribuidora, transformando em créditos a serem utilizados em outra ocasião.

A geração distribuída contribui para a diminuição de custos, descentralização da produção de energia, além de torná-la mais eficiente.

“A importância da Geração Distribuída é demonstrada no atual cenário de risco energético, devido à ausência de chuvas e o rebaixamento excessivo das barragens hidrelétricas no Brasil, base fundamental da matriz nacional. Assim, todo o tipo de produção de energia alternativa é importante para garantir o suprimento de cargas locais. Este é o momento da GD”, complementa o diretor da Fluas Energia, Angelo Souza.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

INICIATIVAS DE SP EXPÕEM ÊXITO DE PARCERIA ENTRE SETORES PRODUTIVOS E ACADEMIA

0
Foto: José Furlan Pissol/ SemacTur

Sob uma ótica de valorização das competências, habilidades e reconhecimentos únicos do local, Piracicaba se aproveita desse acúmulo de diferencial histórico e se coloca com um outro olhar para o futuro

As barreiras institucionais e administrativas – alicerçadas em concepções, conceitos e tempos distintos de ações – sempre foram entraves para o baixo engajamento dos setores produtivos com as universidades. Se abrirmos o debate junto às universidades, uma outra lista de motivos irá emergir. Mas o fato é que essa tão necessária ação de aproximação da realidade dos problemas empresariais com a produção de ensino, pesquisa e extensão têm evoluído. Exporemos dois casos que têm alavancado a produção de conhecimento e inovações, e propiciado desenvolvimento econômico com inclusão produtiva.

A cidade de Piracicaba, na região de Campinas e São Carlos, no centro do estado de São Paulo, é um polo universitário e, mais recentemente, incorporou empreendedorismo como um fator de alavancagem econômica, retenção de talentos formados pelas universidades da região e atração de grandes empresas interessadas justamente nesta sinergia positiva de conhecimento com geração de negócios. Não é à toa que empresas como Telefônica, Ourofino Agrociência e dezenas de startups estão instaladas lá.



Sob uma ótica de valorização das competências, habilidades e reconhecimentos únicos do local, Piracicaba se aproveita desse acúmulo de diferencial histórico e se coloca com um outro olhar para o futuro. As aplicações advindas do uso das tecnologias emergentes de conectividade, processamento e análise maciça de dados desestruturados, automação de processos de captura e coleta e gerenciamento remoto de aplicações, advento do fenômeno da Internet das Coisas, machine learning, entre outros, colocam o município como centro tecnológico vocacionado ao agronegócio no mundo digital.

Com uma articulação institucional ampla e plural que enseja uma governança diferenciada, mas que mantem a unicidade dos propósitos estabelecidos, aproveita a cultura e conhecimento pregresso a seu favor. A soma de esforços públicos e privados, academia e governos, impõe uma nova perspectiva aos filhos dos pais que, na década passada, sofreram os impactos da exclusão advinda da concentração dos capitais e da busca incessante pela produtividade e competitividade. Assim cria-se uma perspectiva diferenciada ao município e aos munícipes.

A evolução deste processo é apresentada pelos números, onde a proeminência do setor de serviços evolui, chegando a 72,1% do PIB movimentado pela cidade em 2014 – demonstrando uma evolução de 12 pontos percentuais em relação ao período de 2002. Esse espaço conquistado pelos serviços foi simultâneo à redução da participação da indústria na geração de riqueza, que caiu 12,8% no mesmo período.

Similarmente, São Carlos tem um sistema de geração de negócios de base tecnológica, onde a criação de empresas e eventos somaram um total de 475 ações e iniciativas empreendedoras (Report Sanca Hub). Essa dinamização gera oportunidades para aqueles que empreendem, mas também para os que realizam pesquisas e se formam nas áreas de ciência da computação, estatística, química e matemática, por exemplo. Empresas de vários setores identificaram essa tendencia e logomarcas como Santander e Serasa fazem parte do cotidiano da cidade, aproveitando esse ambiente. 

As questões institucionais nesses dois exemplos foram aglutinadas respeitando-se as instâncias de limitações de governanças públicas, privadas e das academias, o que contribui para que a harmonia institucional fosse um alavancador do sucesso atual desses municípios. O modelo amplia e agrega os aspectos econômicos, mas também os sociais, culturais, espaciais e ecológicos como premissas para esse momento, sendo um diferencial e paradigma a ser observado. Que esses exemplos possam inspirar mais municípios a seguirem caminho semelhante, alavancando movimentos de desenvolvimento tecnológico tão necessários no atual momento.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

MESA REDONDA INTERNACIONAL DA ABES DEBATE A REGULAMENTAÇÃO DA IA

0

Evento reunirá executivos do Facebook, IBM, EPG Advogados e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações no dia 29 de setembro, às 9h

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software – realizará, por meio de iniciativa do seu Comitê de Inteligência Artificial, Mesa Redonda Internacional de regulação da IA: uma experiência em construção, no dia 29 de setembro, às 9h, para debater e mostrar as diferentes perspectivas de distintas regiões do mundo sobre o tema. As inscrições gratuitas podem ser feitas aqui, o evento contará com tradução simultânea e também em libras, e caso não consiga acompanhar nesse dia, o debate ficará disponível no canal do Youtube da associação.

Para trazer perspectivas internacionais para a discussão, o encontro contará com a participação do português Norberto de Andrade, Global Policy Lead for Digital and AI Ethics do Facebook, “é importante abordar o tema da regulação da Inteligência Artificial pelos desafios que esta tecnologia coloca, tanto do ponto de vista técnico, como jurídico e social, e pela necessidade de reforçar um quadro normativo que possa maximizar os enormes benefícios que a IA pode proporcionar”.



O cenário dos Estados Unidos será apresentado por Roslyn Docktor, Technology Policy Director da IBM, “a IA é uma tecnologia incrivelmente poderosa e os stakeholders, governo e academia compartilham uma profunda responsabilidade de promover seu uso de maneiras que sejam transparentes, justas e confiáveis. A IBM impulsiona os governos em todo o mundo a adotar abordagens de regulamentação de precisão para IA, que coloquem um controle mais rígido sobre os seus usos finais que podem ter um maior risco à sociedade, e também que exijam testes de polarização e divulgação para que a IA não exacerbe a desigualdade existente. Recursos também devem ser fornecidos para que organizações de todos os tamanhos – não apenas grandes corporações – possam implantar IA de maneira responsável”.

Já o panorama brasileiro será levado ao debate por Loren Spíndola, Gerente de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da IBM Brasil e Coordenadora do Comitê de Inteligência Artificial da ABES. “Acredito que o esforço regulatório que estamos vendo pelo mundo seja uma resposta à expansão da adoção da IA, em diferentes níveis e setores. Embora a IA tenha a promessa de fornecer percepções e conhecimentos valiosos em uma infinidade de aplicativos, uma ampla adoção de sistemas de IA dependerá fortemente da capacidade de confiar em seus resultados. Nesse sentido, é fundamental a criação de padrões e códigos de conduta, e definição de diretrizes claras para o desenvolvimento de uma IA ética e responsável”, explica a executiva.

Além disso, o debate contará com a presença de Eliana Emediato, Coordenadora Geral de Transformação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Ela acredita que a Inteligência Artificial oferece uma imensa oportunidade de beneficiar pessoas em todo o mundo, “mas, à medida em que a tecnologia da IA impacta cada vez mais a sociedade, é preciso também assegurar a utilização e desenvolvimento responsável de IA, assegurando que as pessoas sejam tratadas de maneira justa, com proteção de sua segurança e respeito a sua privacidade, por isso é importante acompanhar os debates sobre regulação”, afirma.

A Moderação da Mesa Redonda Internacional será realizada por Eduardo Paranhos, sócio fundador do EPG Advogados e Coordenador do Comitê de Inteligência Artificial da ABES. “O ambiente jurídico da IA está em plena evolução, não apenas no Brasil, como em vários países. Entender a experiência internacional é parte importante do debate para o avanço da agenda local sobre o tema”, salientou o executivo.

A associação está comprometida em proporcionar cada vez mais conteúdo e serviços para os seus associados e parceiros, com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária. Por isso, a ABES tem atuado para assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico, sustentável e competitivo globalmente.

EVENTO: Mesa Redonda Internacional de regulação da IA: uma experiência em construção

Data: 29 de Setembro

Hora: 9h

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

PLATAFORMA DE MONITORAMENTO, IMPLEMENTADA PELA SCALA, GERA MELHOR EXPERIÊNCIA AOS CLIENTES DA ESTAPAR

0
Governo de SP prevê cortar quase 50% de emissões de carbono até 2050

A solução Dynatrace SaaS auxilia o processo de identificação e resolução das principais ocorrências no ambiente tecnológico

A Scala , empresa do Grupo Stefanini especializada em Processos, Analytics e Inteligência Artificial aplicada a negócios, em parceria com a Estapar, hub de mobilidade urbana, criou uma plataforma de monitoramento e controle de informações, como o serviço de administração das vagas de estacionamento rotativo da Zona Azul de São Paulo, o Cartão Azul Digital (CAD), por meio do aplicativo Estapar Nova Zona Azul – SP, disponível para sistemas Android e iOS.

Com a implementação da plataforma de monitoramento Dynatrace SaaS, a equipe de consultores da Scala promoveu a produtividade e agilidade na identificação e resolução das principais ocorrências desse tipo de serviço oferecido, com acesso a todo o processo transacional, como reserva da vaga, identificação do número de placas do veículo, pagamento, entre outros pontos da transação digital em curso, atendendo a complexidade e visão do negócio, com o objetivo direto de garantir a melhor experiência ao usuário da Estapar.



“Investimos no melhor em tecnologia para que possamos oferecer aos usuários mais agilidade e acesso as funcionalidades do aplicativo. Além disso, por meio dele é possível identificar a disponibilidade de vagas em tempo real, otimizando o tempo de circulação do usuário nas ruas, que terá mais facilidade para encontrar um local seguro e correto para estacionar”, afirma André Iasi, CEO da Estapar.

O processo foi implementado em junho de 2020 e os benefícios e resultados gerados para a empresa foram maior agilidade nos serviços executados, mais qualidade na entrega e melhor experiência de uso para o cliente, aumentando, assim, os índices de satisfação. Após um ano, o usuário tem adquirido slots de serviços de acordo com a necessidade do sistema em operação.

“Nosso objetivo e prioridade é sempre implementar o uso de tecnologia para ajudar a maximizar os resultados dos nossos clientes. Essa foi a premissa neste importante projeto da Estapar, onde já temos um relacionamento estabelecido e bem-sucedido”, explica Filipe Cotait, diretor de TI da Scala.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE MOBILIDADE

CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE ENERGIA EÓLICA ATRAI INVESTIMENTOS AO RIO GRANDE DO NORTE

0
Europa banir venda de veículos à combustão

O governo do Rio Grande do Norte anunciou na última terça-feira, dia 21, que assinou um protocolo para a instalação de um projeto-piloto de armazenamento de energia produzida pelo vento. O estado é o maior produtor de energia eólica do país, capacidade que atrai investimentos do setor privado na produção de energia limpa em terras potiguares.

No início de agosto, a 2W Energia, uma das principais plataformas de energia renovável do país, deu início à mobilização das obras do Complexo Eólico Anemus, nos municípios de Currais Novos e São Vicente. Formado por três parques, com 33 aerogeradores com potência nominal de 4,2 MW cada, o projeto será desenvolvido pela Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis.



“A capacidade de geração de energia limpa e sustentável dos três parques será o equivalente ao abastecimento de energia de 360 mil residências, evitando a emissão de mais de 260 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano”, afirma Leo Cesar Melo, CEO da Allonda, que ressalta a importância do projeto tanto pela questão econômica como também pelo forte impacto positivo socioambiental.

Investimento – A energia gerada será destinada, principalmente, aos clientes da divisão de varejo da 2W Energia, composta por pequenas e médias empresas que buscam a migração ao mercado livre de energia. Para garantir a totalidade dos investimentos do Complexo Eólico Anemus, a empresa realizou a emissão de R﹩ 475 milhões em debêntures verdes.

O início da geração de energia no Complexo Eólico Anemus está previsto para o segundo semestre de 2022.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE ENERGIA