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SIEMENS AMPLIA O PORTFÓLIO DO XCELERATOR COM NOVAS FUNÇÕES PARA PROJETOS EFICIENTES DE SISTEMA ELÉTRICO E AUTOMAÇÃO DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS

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A Siemens Digital Industries Software anunciou o lançamento do software NX™ Automation Designer e do software NX™ Industrial Electrical Design, um novo conjunto de soluções em um aplicativo de projeto centralizado para sistema elétrico e automação industrial. Essas novas ferramentas podem ajudar os fabricantes de sistemas de produção a gerenciar a complexidade de cada projeto, reduzir os prazos de desenvolvimento e aumentar a qualidade dos projetos. A integração direta com o software Teamcenter® para gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM) e todo o portfólio de software de projeto NX fornece um ambiente de projeto multidisciplinar unificado para a engenharia de sistemas de produção.

 

O NX Automation Designer e o NX Industrial Electrical Design fornecem novas funções para projetos eficientes de sistemas elétricos e automação de equipamentos industriais. Os engenheiros elétricos podem concluir seu trabalho em menos tempo, com melhorias no manuseio e relatórios de conexão, novos símbolos OOTB para IEC, ANSI e fluídica e dimensionamento de gabinete 2D. Os engenheiros de automação têm ao seu dispor recursos ampliados de geração de software para sequências e programas de segurança.


 

A versão mais recente permite que os clientes comecem no mundo dos projetos funcionais, dando início ao projeto elétrico e de automação sem o Teamcenter. Com isso, os clientes que não procuram um sistema PLM completo podem se beneficiar dos recursos de projeto elétrico e de automação. Ao aumentar a produtividade da engenharia com um novo nível de colaboração multidisciplinar, o NX Automation Designer atende à crescente demanda dos consumidores por variedade de produtos, reduzindo os custos de TI das empresas.

 

“Hoje, para manter a lucratividade, é preciso realizar mais projetos com o mesmo número de funcionários. Além disso, precisamos reagir rapidamente às necessidades dos clientes com diferentes níveis de complexidade”, afirma Karl Stieler, proprietário da STiMA GmbH & Co. KG. “Isso significa que precisamos da interação perfeita entre projeto mecânico, projeto elétrico e automação. Estamos perfeitamente preparados para o futuro e seus desafios no mercado com esta solução da Siemens.”

 

A STiMA escolheu a plataforma NX para combinar várias disciplinas – projeto mecânico, projeto elétrico e automação – em apenas um ambiente para gerenciar os projetos de forma mais eficiente e melhorar a qualidade. Com a ajuda do NX, e particularmente do NX Automation Designer, a STiMA reduziu o tempo de engenharia em 45% usando dados consistentes das diferentes áreas e um fluxo de trabalho mais eficiente. A escalabilidade do NX beneficia clientes como a STiMA, permitindo que eles comecem com apenas um módulo ou combinem diferentes módulos. Isso é muito interessante, pois os aplicativos NX Automation Designer e NX Industrial Electrical Design podem operar nativamente (sem o Teamcenter) ou no modo gerenciado com o Teamcenter em segundo plano.

 

“Graças às ferramentas integradas da Siemens, a digitalização é possível também em empresas de pequeno e médio porte”, disse Wolfgang Schloegl, vice-presidente de Engenharia Digital da Siemens. “Com essas ferramentas, pode-se obter um aumento significativo de eficiência, principalmente no projeto de novos produtos.”

 

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FGV ENERGIA DISCUTE O PAPEL DO BRASIL NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

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Evento contará com a presença de Flávio Rodrigues, vice-presidente da Shell

A FGV Energia recebe, no dia 23 de agosto, o vice-presidente da Shell, Flávio Rodrigues, o professor da UNIFEI, Horta Nogueira, professor da UNIFEI, e o diretor da Wilson Center, Paulo Sotero, para um bate-papo sobre a transição energética no Brasil. A proposta é discutir quais caminhos o país deverá tomar para aproveitar seu posicionamento como uma das matrizes mais carbonfree do mundo. A moderação será feita por Fernanda Delgado, professora e assessora estratégica da FGV Energia.

Embora o país possua a matriz menos emissora do planeta, alcançar a meta da descarbonização envolve a composição de políticas públicas e soluções econômicas e tecnológicas. Durante o encontro, os especialistas abordarão o contexto atual do Brasil nessa discussão, como sua influência na Cúpula do Clima e na Cop26, a participação das petrolíferas no processo de transição energética, entre outros assuntos. A transmissãoserá ao vivo, às 18h, pelo canal da FGV no YouTube.



Energia em Foco | Transição energética no Brasil, onde, por quê, quando e como?

Data: 23/8 (segunda-feira)

Horário: 18h

Plataforma: Youtube

Link de inscrição aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FUTURE DOJO E B2MAMY CRIAM O WOMEN IN INNOVATION, PROGRAMA DE INOVAÇÃO ABERTA PARA MULHERES EXECUTIVAS

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Iniciativa inédita que faz parte do propósito das duas empresas de tornar o ecossistema de inovação nas corporações mais diverso. O WIN (Women in innovation) reúne um time de executivas referência em inovação aberta para formar a próxima geração líder no tema dentro das empresas brasileiras

As mudanças constantes e cada vez mais velozes pedem que as grandes empresas criem departamentos de inovação transportando a tarefa de desenvolver soluções e novas ideias para outras pessoas, alheias à lenta estrutura corporativa.

O termo Open Innovation ou Inovação aberta, cunhado por Henry Chesbrough, nada mais é do que o aglutinamento de ações voltadas à inovação em que ideias externas são mais do que bem-vindas e ideias internas que não serão utilizadas em seu negócio são disponibilizadas para outras empresas. A conexão com startups, por exemplo, agiliza o processo de levantar novas hipóteses e testar novas soluções e mercados e, em contrapartida, dar a robustez que essas novas empresas precisam.

Como driver de inovação é a diversidade de opiniões em lugares de segurança psicológica, cada vez mais a busca pela pluralidade nos times de inovação.

O WIN (WOMEN IN INNOVATION) é uma imersão criada pela B2Mamy e pela Future Dojo para formar as novas líderes em inovação aberta do Brasil. “A especialização nessa nova profissão também catalisa a equidade de gênero em locais de liderança e protagonismo, já que os times de inovação desenham o futuro”, acredita Dani Junco, CEO da B2Mamy.

Trata-se de um programa imersivo de 20 horas com conceitos fundamentais para mulheres que querem trabalhar com inovação dentro do mundo corporativo – e descobrir como se destacar profissionalmente. A maior fortaleza é trocar experiências sobre estratégias para enfrentar os desafios que aparecem no dia a dia das mulheres, conforme elas assumem posições de mais destaque no universo corporativo. Um currículo completo do que compreende o universo da Inovação Aberta com executivas da Danone, Ambev, Ifood e Grupo Boticário, entre outras líderes de mercado.

“Mais do que ter a certificação em Open Innovation, este é um curso para reunir mulheres em um espaço seguro para que troquem suas experiências, desafios e aprendizados”, diz Shayene Metri, Head de Produto da Future Dojo.

As inscrições para a imersão acontecem de 17 de agosto à 8 de setembro, pelo link.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GARANTE OTIMIZAÇÃO DO TEMPO E É REALIDADE NO PÓS-PANDEMIA

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Clientes buscam rapidez e facilidade na hora da escolha; empresas mantém atendimento personalizado com segurança e praticidade.

A forma com que o consumidor se relaciona com as marcas mudou consideravelmente nos últimos anos. Em especial o ano de 2020 foi marcado por muitas mudanças no atendimento das empresas por conta da pandemia mundial. O atendimento, em muitos casos, passou a ser online e quem já estava preparado teve certa vantagem em automatizar e humanizar o contato com os clientes, tornando-o cada vez mais personalizado e eficaz. Isso fez com que a otimização do tempo, e a instantaneidade para se resolver demandas com muita praticidade, mudasse o comportamento do consumidor.

Após um cenário de incertezas, dúvidas e competitividade, as empresas adaptaram seus canais de comunicação e conseguiram uma maior conexão com seu público. A inteligência artificial garantiu tudo aquilo que os clientes buscavam: a resolução na palma da mão.



Os clientes buscam rapidez, facilidade e satisfação. Sendo assim, empresas que oferecem essa experiência em diversos canais conseguem, além da fidelização de seus consumidores, aumentar sua carteira de clientes.

A Aivo, empresa de tecnologia que desenvolve soluções de atendimento ao cliente com inteligência artificial conversacional, por meio de uma plataforma omnichannel, cria assistentes virtuais inteligentes, empáticos e com uma dinâmica estratégica que oferece uma experiência única e personalizada aos usuários.

Por conta da maior exigência dos consumidores, o produto passa a ser um detalhe, sendo o grande diferencial a forma como este produto é apresentado ao comprador. “A Aivo garante soluções de atendimento ao cliente que unificam os diversos canais de atendimento das empresas como: WhatsApp, Messenger do Facebook, Instagram, chat online, app da empresa e telefone. “Vale lembrar que além do posicionamento de rede, a interação com o público é o diferencial oferecido pela inteligência artificial, atualmente o cliente não compara apenas produto e preços, vivemos uma época de concorrência de experiências nos múltiplos canais e pontos de contato com as marcas”, destaca Fernando Géa, Country Director da AIVO no Brasil.

Mercado brasileiro aquecido apesar da crise

Segundo dados do estudo Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), o mercado de compras online, centro das atenções de vários setores, aumentou em 41% no último ano. Foram quase 200 milhões de pedidos feitos por consumidores que movimentaram cerca de R$ 87,4 bilhões em 2020. Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, foi o maior valor registrado dos últimos anos.

A informação acima é de grande relevância pois mostra o potencial das vendas e compras online. Para tanto, é necessário estar presente nas diversas plataformas que podem potencializar a presença das Empresas perante seus consumidores.

A Aivo, líder em inteligência artificial no mercado latino-americano, possui experiência e capacidade para atender toda essa demanda. São mais de 150 milhões de conversas impulsionadas com a inteligência artificial, proporcionando tudo aquilo que o cliente busca em uma Empresa: atendimento rápido, fácil, seguro, satisfatório e empático.

É a otimização do tempo e respeito aos consumidores no período pós-pandemia. E a empresa conta ainda com um diferencial, pois em junho de 2021, estreou a API do Messenger para Instagram no Brasil. Para Fernando Géa, “essa integração é muito importante para este momento, pois além dos tradicionais canais de atendimento já consolidados, o Instagram consta como uma rede social de grande relevância, acessada por quase 100 milhões de brasileiros, sendo o Brasil o terceiro país com mais usuários ativos”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MARCO LEGAL DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA É APROVADO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

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Projeto contribui para o desenvolvimento da energia limpa no país, para a diversificação da matriz energética nacional e pode evitar novas crises no setor elétrico, analisa presidente do INEL. Proposta segue para o Senado Federal.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (18), o Projeto de Lei 5829/19, que institui o novo marco legal da geração de energia limpa descentralizada. O texto aprovado oferece mais segurança jurídica aos investidores e consumidores e promove o desenvolvimento do setor de energia renovável no país, além de diminuir a pressão sobre o sistema elétrico nacional com a diversificação da matriz energética brasileira. A proposta segue para apreciação do Senado Federal.

Na última semana, Governo Federal, parlamentares e entidades do setor elétrico, entre elas o INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), chegaram a um consenso sobre o texto final do projeto de lei que cria novas regras para consumidores que geram a própria energia a partir de centrais de geração de fontes renováveis, instaladas próximo aos pontos de consumo e com capacidade reduzida, a chamada Geração Distribuída, que em sua maioria utiliza painéis fotovoltaicos. O relator do texto, o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) e o vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), participaram da reunião para fechamento do acordo.



O presidente do INEL (Instituto Nacional de Energia Limpa), Heber Galarce destaca que a aprovação do projeto, após mais de dois anos de debates, trará mais segurança jurídica e regulatória para o setor, o que estimula o crescimento sustentável do setor elétrico como um todo no Brasil. Segundo ele, o mercado de energia solar cresce exponencialmente todos os anos.

Dados do INEL apontam que, desde 2012, a energia solar já movimentou mais de R﹩ 38 bilhões em negócios e gerou mais de 224 mil empregos no país. No entanto, mesmo com toda essa expansão, a fonte de energia solar representa pouco mais de 1% da matriz energética no Brasil.

“Com a aprovação da matéria e a melhoria do ambiente de negócios, o setor de energia solar vai atrair ainda mais investidores e gerar mais empregos em meio à crise econômica atual. A previsão é que o PL deve resultar na abertura de um milhão de novos postos de trabalho nos próximos 30 anos”, afirma.

Segundo Galarce, o marco regulatório vai promover também a democratização do acesso à energia limpa no Brasil. “A proposta aprovada pelo plenário da Casa pode viabilizar o acesso à energia mais barata, de fonte solar, principalmente, a todos os brasileiros, especialmente, os mais pobres. O texto permite que todo cidadão brasileiro, independentemente de sua renda, tenha a possibilidade e viabilidade regulatória para acessar a Geração Distribuída”, explica.

Para o Secretário de Assuntos Regulatórios do INEL, Lucas Pimentel, a aprovação do texto é fundamental para fortalecer o fornecimento de energia elétrica no país, já que contribui para evitar novas crises, como a baixa atual nos reservatórios das hidrelétricas. Pimentel lembra que a presente crise hídrica ainda oferece risco de racionamento de energia elétrica em todo o país e já representa o aumento na conta de luz do cidadão brasileiro.

“Com a regulação do setor de energia limpa e seu consequente incremento, o país reduzirá a dependência dos recursos hídricos para a geração de energia e evitará o uso emergencial de fontes poluentes e mais caras, como as termelétricas, responsáveis pelo aumento das tarifas com acionamento da bandeira vermelha”, aponta.

Heber Galarce complementa que a aprovação do texto é uma conquista não apenas para o setor de energia limpa, mas para todo o sistema elétrico nacional que será mais robusto e equilibrado, com o aumento da diversificação da matriz energética brasileira.

“O Brasil como um todo se beneficia do uso de energias limpas, renováveis e mais baratas. Quem ganha com isso é o consumidor final, o cidadão brasileiro que terá segurança jurídica para escolher se deseja investir nos painéis fotovoltaicos e contribuir com geração de energia no país. A aprovação na Câmara é o primeiro e um importante passo para a melhoria do fornecimento de energia elétrica em todo o país”, completa o presidente do instituto.

O texto segue para o Senado Federal e, após tramitação e aprovação, pela Casa revisora, o marco regulatório do setor de energia solar seguirá para sanção presidencial.

NOVAS REGRAS

Pela matéria aprovada na Câmara, consumidores que já possuem sistema de geração distribuída até a publicação da lei ou que solicitarem o acesso de centrais de geração distribuída até doze meses após a publicação da nova legislação poderão manter seus direitos de compensar energia elétrica na forma atual, abrangendo todas as componentes tarifárias, até 2045.

Para os novos consumidores, que solicitarem acesso após doze meses da publicação da norma, haverá uma regra de transição de seis anos. A proposta é que eles deixem de compensar e comecem a pagar por 15% dos custos associados à energia elétrica em 2023 – o percentual vai subindo gradativamente e a cobrança integral acontecerá somente em 2029.

Outras entidades do setor, como ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) e Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) participaram dos debates para consolidação do texto com representantes do Ministério de Minas e Energia, da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e do Parlamento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O TURISMO INTELIGENTE E A AMAZÔNIA

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Ubá é a denominação usada por povos indígenas da Amazônia para descrever as canoas elaboradas com um tronco de árvore. Hoje, também é o nome de um aplicativo móvel para smartphones desenvolvido por uma startup paraense como solução para o transporte público na região

Vivemos em um tempo de pandemia, onde nossa mobilidade é restrita e o turismo muitas vezes se restringe a lembrança em fotografias e vídeos que postamos em redes sociais de viagens anteriores. Muitos, quando em viagem de turismo para locais ainda desconhecidos, usam os smartphones como aliados para carregar mapas, obter informações sobre o transporte público, adquirir antecipadamente ingressos para museus e exposições, e até mesmo traduzir informações em idiomas desconhecidos. Tudo isto facilita enormemente a vida de um turista munido de um smartphone e visitando um local com redes móveis de alta velocidade.

Mas e o que acontece quando se visita um local distante, com uma Amazônia de distância de casa? Aquele local que conta com infraestrutura precária de telecomunicações e serviços digitais, mas até por isto mesmo oferece uma “bolha” de isolamento do mundo moderno que, por vezes, é o grande apelo de diferencial.



Esta estrutura precária constitui o cotidiano da população de lugares isolados no país, contando com redes móveis de baixa capacidade, e serviços precários de saneamento, saúde e transporte. No espectro dos serviços de turismo, hotéis, restaurantes e estabelecimentos comerciais também enfrentam dificuldades que afetam desde a relação com seus fornecedores e clientes, até a simples oferta de pagamento do consumo por cartões de crédito.  

Hoje, a vida nas grandes cidades brasileiras é fortemente baseada nos aplicativos de delivery, de serviços bancários, de compras, e de agendamento de serviços diversos. Esta pulverização de aplicativos digitais também ocorre em locais que em redes são instáveis, e exigem o desenvolvimento de software preparado para lidar com desconexão constante e com o uso mínimo de largura de banda.

Aplicativo móvel Ubá

Para enfrentar toda dificuldade, vamos de criatividade e inovação. Ubá é a denominação usada por povos indígenas da Amazônia para descrever as canoas elaboradas com um tronco de árvore. Hoje, também é o nome de um aplicativo móvel para smartphones desenvolvido por uma startup paraense, associada ao Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, para auxiliar no transporte da locomoção fluvial na região, algo como um “Uber” regional. Uma tarefa que exigia a presença física do interesse no terminal fluvial para a compra antecipada do bilhete de viagem, agora pode ser realizada com o aplicativo, o qual carrega o ingresso digital para o embarque. Depois que a compra é efetuada, em nenhum outro momento o aplicativo, tanto do cliente, quanto do responsável pelo controle no embarque necessita de conexão a Internet. Trata-se de uma solução criativa, inovadora, e adequada à realidade local.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

HUAWEI DISCUTE SEGURANÇA E PRIVACIDADE NAS REDES 5G EM EVENTO ONLINE

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A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), será representada  hoje por Marcelo Motta no XXXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos. O Director of Cyber Security and Privacy Protection in Huawei Brazil and Latin America participará do painel Segurança e Privacidade nas redes 5G, transmitido a partir das 15h.

Realizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e pelo Laboratório de Redes de Computadores (LARC), o evento online está com inscrições abertas em seu site e vai até 20 de agosto.



O painel Segurança e Privacidade nas redes 5G contará também com a presença de Sergio Sevileanu, especialista da Siemens; Marlley Urquiza, conselheiro de Segurança, Algar Telecom; Vanessa Copetti Cravo, especialista em Regulação de Telecomunicações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Michel Barbosa, especialista em segurança cibernética da Fortinet, além do Ph.D César Marcondes, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, como moderador.

Sobre Marcelo Motta
Na Huawei desde 2002, o executivo ocupou diversos cargos de liderança no Brasil, América Latina e na sede da Huawei na China. Anteriormente, ocupou cargos na Nortel Networks, Siemens e HP e atuou como professor de engenharia de telecomunicações por mais de 10 anos no Instituto Mauá de Tecnologia. É mestre em engenharia de sistemas e bacharel em engenharia de telecomunicações pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Possui ainda MBAs em economia internacional e corporativa pela FIA / FEA-USP e Grenoble Alpes University (Pierre-Mendè s-France University).

Serviço
Evento: XXXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos – Painel 4 Cyber Security and Privacy Protection
Data: Quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Horário: das 15h às 17h
Inscrições: no site do evento

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INCENTIVO A VEÍCULOS ELÉTRICOS VOLTA A CRESCER APÓS CRISE DA COVID-19

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Ao lado de outros países da América Latina, Brasil avança com projetos de eletrificação que visam sustentabilidade e melhor gestão das frotas

A crise mundial da COVID-19 deixou novamente o assunto mobilidade em alta entre investidores e governos na América Latina. Com as inúmeras quarentenas impostas durante longos períodos, foi possível observar uma redução na emissão de poluentes tendo em vista que as pessoas deixaram de usar massivamente os seus veículos. Esse comportamento fez com que se intensificasse os investimentos em frotas elétricas para que a emissão de CO2 fosse reduzida.

Um projeto que serve como modelo é o “Noronha Carbono Zero”, uma regulamentação aprovada em 2020. A norma prevê que a partir de 2022 somente veículos elétricos serão autorizados a entrar no arquipélago e que, em 2030, toda a frota movida a gasolina, álcool e óleo diesel deverá deixar a ilha. O Governo local fechou uma parceria com montadora para disponibilizar carros elétricos que auxiliarão na administração do badalado destino turístico.



Além do arquipélago de Pernambuco, outras regiões do Brasil estão investindo neste mercado. A empresa chinesa BYD começou a produzir baterias de fosfato de ferro-lítio, utilizada em ônibus elétricos feitos em Campinas (SP), em sua fábrica no Polo Industrial de Manaus. Outro exemplo é Volkswagen, que modificou sua firma em Resende (RJ) e já começou a produzir caminhões totalmente elétricos.

Ainda no último ano, um grupo de 17 fabricantes e investidores assinaram um acordo de USD 1 bilhão para a implementar cerca de 3 mil ônibus elétricos em quatro cidades da América Latina: São Paulo, Santiago (Chile), Medellín (Colômbia) e Cidade do México. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), as empresas de energia Enel e EDP e as fabricantes BYD, Eletra e Foton estão entre as participantes.

O Brasil, por sua vez, traçou novas metas na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática. O país tem como meta reduzir suas emissões em 43% até 2030 e chegar na neutralidade de carbono em 2060. Em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (conhecida como NDC, sigla em inglês), o país menciona, sem muitos detalhes, que vai aumentar a produção de biocombustíveis para o transporte.

Para realizar a avaliação de adequação de veículos elétricos, bem como a transição e a operação das frotas elétricas de forma eficaz, a telemática é uma solução que tem se destacado ao redor do mundo.

Por meio de um dispositivo conectado aos veículos, como o da Geotab, líder global em telemática e gestão de frota, há a captação de dados e avaliação deles, incluindo a forma de dirigir dos motoristas, para que as melhores práticas sejam aplicadas, haja o melhor uso da bateria e aumente a capacidade da frota.

Juntas, a tecnologia e a inovação chegam aos asfaltos adicionando maior economia, reduzindo os poluentes e ampliando a efetividade das frotas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UNIDADES DO SESC SÃO PAULO E AROMEIAZERO OFERECEM INCENTIVO PARA PROPOSTAS DE INOVAÇÃO SOCIAL COM BICICLETA

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As 10 selecionadas receberão apoio financeiro de R$4.000,00 para viabilizar a execução das ideias propostas

De acordo com a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), a cidade de São Paulo teve um aumento de 66% nas vendas de bicicletas em 2020 em relação ao ano de 2019 e dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), indicam que de janeiro a maio de 2021 a bicicleta já gerou 1.363 novos empregos com carteira assinada.

Pensando em promover a bicicleta como solução de mobilidade segura, seis unidades do Sesc (24 de Maio, Carmo, Consolação, Bom Retiro, Florêncio de Abreu e Parque Dom Pedro II) realizam, dentro da ação Territórios do Comum, a Bike-a-Thon Território Centro, idealizada pelo Instituto Aromeiazero. Trata-se de uma maratona de inovação social, criatividade e mentoria para apoiar o desenvolvimento de soluções que utilizem a bicicleta para fortalecer o território durante e pós pandemia.



Poderão participar da maratona, ONGs e coletivos, iniciativas que atuem com acessibilidade e pessoas com deficiência, lideranças comunitárias, ciclistas e cicloativistas, pequenos negócios e empreendedores, pesquisadores, educadores e estudantes, urbanistas, desenhistas e sociedade civil. Vale ressaltar que é necessário residir ou ter uma relevante ligação com o centro de São Paulo.

Ao longo do mês de agosto irão acontecer bate-papos online sobre: Dimensões do uso da bicicleta na cidade (11/08) com Malu Gomes, idealizadora do projeto Bike Literária e Kamila Gomes Fonseca, gestora da EMEI Profª Edalzir Sampaio Liporoni; Bicicleta e Acessibilidade (18/08) com Ricky Ribeiro, fundador do Portal Mobilize e Daniel Moral, fundador do Bike Tour SP; e Políticas Públicas relacionadas à bicicleta na cidade(25/08) com Renata Falzoni, fundadora do Bike é Legal e Glaucia Pereira, idealizadora do Multiplicidade Mobilidade Urbana.Os debates serão mediados por Cadu Ronca e Murilo Casagrande, fundadores do Aromeiazero O intuito é preparar e inspirar as pessoas a se inscreverem.

Após o período de inscrição, as dez propostas passarão por mentorias do dia 15 a 22 de setembro, relacionadas a Bicicleta e Impacto Social; Gestão de Inovação Social; Modelo de Negócio; Gestão Financeira; e Comunicação Digital. Por fim, farão uma apresentação no dia 25 de setembro, durante a Semana de Mobilidade. Cada uma das ideias selecionadas receberá um auxílio de R$ 4 mil para serem desenvolvidas

As inscrições poderão ser feitas até o dia 1 de setembro. O regulamento está disponível no site do Aromeiazero: https://www.aromeiazero.org.br/bikeathon. Participe!

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABES APONTA QUE LEI DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DO CEARÁ PODE SUFOCAR INOVAÇÃO

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A associação ressalta a importância do avanço dos debates, tanto no Congresso Nacional quanto pelo MCTI, em torno de legislação e estratégia nacional para o tema

 A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software – avalia que a lei sancionada pelo Estado do Ceará que impõe a supervisão humana a todos os sistemas de Inteligência Artificial (IA), sem nenhum critério ou distinção de aplicação, traz insegurança jurídica e inibe a inovação. De acordo com a associação, a abordagem baseada no possível risco de um sistema de inteligência artificial seria mais adequada.

Rodolfo Fücher, Presidente da ABES, pondera que, no ímpeto do estado do Ceará sair na frente legislando a IA, o estado poder ficar de fora dos avanços tecnológicos. “Uma interpretação equivocada da lei, pode inviabilizar uma série de soluções, desde aplicativos de delivery, até soluções críticas como segurança ou ligadas à saúde. O risco de uma judicialização deixará o estado menos atrativo para investimentos, especialmente no promissor mercado das startups”, afirma o executivo.



Os sistemas de IA são ferramentas para aumentar a capacidade humana. Por isso, se faz necessário um ambiente seguro tanto para as empresas investirem e inovarem, quanto para os cidadãos consumirem e tirarem todo o proveito da tecnologia. a ABES defende que é necessário um amplo debate na definição de conceitos e definições técnicas, com o objetivo de evitar eventuais interpretações que venham prejudicar a inovação e o desenvolvimento da tecnologia e, consequentemente, a capacidade do Brasil de ser competitivo.

Para Loren Spíndola, coordenadora do GT de IA da ABES, adotar a inteligência artificial traz muitos desafios. Ela pontua que as organizações provavelmente enfrentarão uma série de barreiras ao longo da curva de maturidade do sistema, desde a falta de habilidades no mercado até mudança de processos. “Acredito que o papel do poder público seja facilitar a inovação, com um ambiente propício para o desenvolvimento e adoção da tecnologia. A centralização da União para exclusividade de regular o tema mostra-se fundamental para evitarmos multiplicidade de regras e reguladores em estados e municípios, que certamente trará insegurança jurídica e impactará a inserção em âmbito nacional de desenvolvedores, em especial os de pequeno porte”, explica a executiva.

As relatorias dos projetos de lei 21/2020, na Câmara, e 872/2021, no Senado, organizaram audiências públicas e tiveram oportunidade de ver o quanto o tema ainda precisa ser mais bem detalhado e debatido, com toda a sociedade. “Precisamos garantir um solo fértil para o crescimento das empresas e gerar mais pesquisa e desenvolvimento para que o Brasil não engesse o avanço da tecnologia e siga competitivo tecnologicamente”, ressalta.

Em paralelo, a ABES considera importantes os esforços legislativos em âmbito Federal, com destaque para o papel da Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial – EBIA, recentemente lançada pelo Governo Federal visando “nortear as ações do Estado brasileiro em prol do desenvolvimento das ações, em suas várias vertentes, que estimulem a pesquisa, inovação e desenvolvimento de soluções em Inteligência Artificial, bem como, seu uso consciente, ético e em prol de um futuro melhor”. Entre os eixos definidos para estruturação de medidas prioritárias no contexto da EBIA, dezenas de entidades da sociedade civil, sob a gestão e governança do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, vêm se debruçando sobre o tema da Legislação, Regulação e Uso Ético da IA. Para a associação, as ações a serem implementadas como parte da EBIA refletirão os debates necessários para que a regulação da IA avance com maturidade e compreensão de suas oportunidades e complexidades.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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