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UMA PROPOSTA PARA LIDAR COM OS DESAFIOS DE MAIOR CONECTIVIDADE NAS CIDADES INTELIGENTES BRASILEIRAS

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ABDI

Ações da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) visam qualificar cidades brasileiras para receber e ofertar tecnologias em prol da conectividade e integração entre serviços.

 

Compreender os desafios das cidades brasileiras rumo à maior modernização tecnológica tem sido a nossa missão desde que iniciamos o projeto de Cidades Inteligentes na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).  Combinada a essa tarefa, adotamos como base de nossa estratégia oferecer aos municípios as condições para que a inovação seja aplicada com propósitos claros e definidos.

Isso porque temos a convicção de que cidades mais inteligentes instalam infraestruturas digitais não só para tornar os serviços mais eficientes, mas para tomar decisões mais assertivas e que possam implicar bem-estar aos moradores, com impactos positivos para a gestão pública, o meio ambiente e o desenvolvimento regional.



Com essa perspectiva, desenhamos e lançamos, no final de setembro, o mais importante projeto da ABDI na área de cidades inteligentes. O Conecta estreia, pela primeira vez, na Rua Sergipe, o mais importante centro comercial, com 400 lojas, da segunda maior cidade do estado do Paraná, Londrina. E o projeto é fruto da evolução das nossas experiências já em execução em municípios localizados nas cinco regiões do país. 

Em Londrina, as ações do Conecta vão fazer da grande avenida comercial a primeira rua inteligente do país. A motivação é o resgate do comércio de rua, por meio de um ambiente digital e seguro tanto para os consumidores quanto para os lojistas, em um momento propício para a retomada dos negócios. O que desejamos é apontar e criar caminhos para as oportunidades e os benefícios da maior conectividade. 

Em uma frente, as tecnologias já instaladas, como luminárias e semáforos inteligentes, com sistemas de inteligência artificial, câmeras e wi-fi integrados, melhoram a mobilidade urbana, a segurança pública e dispõem a rua de maior conectividade. Casado a isso, a segunda ação oferece a lojistas acesso a ferramentas e tecnologias digitais para que eles possam transformar o aumento da conectividade em vantagem competitiva. 

Na terceira frente, a atenção se volta para a conscientização dos empreendedores sobre os riscos gerados pelo aumento da exposição dos seus negócios à maior conectividade. Em pesquisa realizada pela ABDI e a FGV com micro e pequenos empresários brasileiros, constatamos que 57% deles não realizam nenhuma ação voltada para a área de cibersegurança. Um retrato que nos mobilizou para a necessidade de incluir ações de segurança da informação na estratégia do projeto cidades inteligentes. Em Londrina, vamos treinar lojistas para aumentar sua resiliência a ameaças cibernéticas.  

O Conecta é resultado da parceria com a prefeitura de Londrina e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), que contou com empenho decisivo da deputada Luísa Canziani, PTB – PR. E o apoio de entidades como a Associação Comercial da Rua Sergipe, o Codel (Instituto de Desenvolvimento de Londrina), a Sercomtel, a CTD (Companhia de Tecnologia e Desenvolvimento), a Fecomércio e o Sebrae.

Uma união de esforços pioneira e que ajudará Londrina a seguir o ritmo das transformações a que as cidades estão vivenciando neste universo cada vez mais digital. E que pode inspirar o surgimento de outras experiências no país.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

EFICIÊNCIA LOGÍSTICA É APOSTA DO E-COMMERCE E DO VAREJO PARA GARANTIR MELHORES EXPERIÊNCIAS DE COMPRA AOS CONSUMIDORES

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Tecnologias por trás da logística de medicamentos e vacinas, e ferramentas para gerar mais segurança no transporte de cargas, também foram destaques da Intermodal Digital Series – Tech, Varejo e E-commerce

Quando o assunto é a experiência dos consumidores, os marketplaces e varejistas nacionais não medem esforços para melhorar o processo de compra e de recebimento das encomendas, ainda mais agora que o brasileiro adotou um novo perfil de compra no país e se tornou mais exigente com relação a prazos de entregas, opções de devoluções e mais uma infinidade de sub-serviços criados a partir das possibilidades viabilizadas pelo e-commerce

Com o objetivo de entender como a logística pode atender a este novo perfil de compra do consumidor digital e contribuir para uma melhor experiência do mesmo no mercado de comércio eletrônico, a Intermodal (plataforma de negócios dos setores logístico, intralogístico, de transporte de cargas e comércio exterior), promoveu, nesta terça-feira (19/10), o Intermodal Digital Series – Tech, Varejo e E-commerce, um debate 100% virtual a respeito desta questão.

Para o CEO da Cotabest, plataforma de compras para estabelecimentos comerciais, Vanderlei Júnior, debates sobre este tema são fundamentais. “Hoje, vemos vários artigos que dizem que a logística – feita com eficiência, rapidez e custo baixo – será o ‘próximo petróleo’, e eu não tenho dúvidas disso. Isso porque é um serviço prestado e mensurado pela qualidade da experiência proporcionada, que é o mais importante para fidelizar um cliente: se a empresa consegue propiciar uma primeira experiência agradável, provavelmente o conquistará; caso contrário, pode perdê-lo para sempre”, disse.

O diretor de logística do iFood, aplicativo de entrega de alimentos, Marcel Alonso, concordou e acrescentou que o tempo de entrega dos produtos é fator determinante para contribuir para uma experiência de compra satisfatória ao cliente. “Realizar entregas rápidas, dentro do prazo prometido, muda o comportamento do consumidor. O tempo de entrega médio do iFood, por exemplo, é de 30 minutos. Mas, quando olhamos para as novas categorias de mercado que estão surgindo, que prometem entregas abaixo de 15 minutos, como algumas redes de fast food, vemos o quanto estamos evoluindo neste aspecto. Claro que isso vai muito de acordo com cada nicho. No varejo em geral, também já é possível pedir um produto e recebê-lo no mesmo dia ou até em questão de horas. E isso é incrível”.

Para o CEO da Cargo BR, plataforma de cotação e contratação de fretes online, Alexandre Félix, o que acontece é que a logística, enfim, passou a ser vista da maneira que deveria. “A pandemia ‘tirou da gaveta’ uma série de projetos que estavam estacionados, esperando a melhor oportunidade para serem lançados. Foi o que aconteceu com a questão de entregas em um dia ou até em horas: isso era um desejo antigo do setor, mas o que faltava era uma demanda concentrada que viabilizasse um preço justo. A partir do momento que se atinge uma alta demanda, o mercado consegue colocar em prática uma série de opções de transporte e soluções para o consumidor que antes eram inviáveis, mas não por déficits operacionais: por questões de custos para viabilizá-lo.”

Por fim, o gerente de produtos da Simpress, líder em outsourcing de impressão e gestão de documentos, Franco Lavatelli, ressaltou que o setor, agora, parte rumo a uma maior integração de dados e do mercado em si. “Nunca se falou tanto em tecnologia e em big data no país como agora. No passado, apenas acumulávamos dados, agora passamos a utilizá-los. Acredito que, no futuro, iremos integrá-los ainda mais e otimizaremos processos e operações. Em breve, a integração de dados será tão corriqueira quanto esperar por uma entrega em menos de 24 horas”, concluiu.

Integração da Cadeia Logística com o Last Mile

Ainda no tema integração, outro painel de destaque do evento digital foi o que abordou a “Integração da Cadeia Logística com o Last Mile”, com o gerente regional de operações de last mile da Loggi, startup focada no desenvolvimento de tecnologias para entregas rápidas via motoboys, Rafael Miranda; e a diretora de transportes da Infracommerce, empresa de soluções digitais para o comércio eletrônico, Glória Porteiro.

Miranda enfatizou os desafios em atender a altos picos de demanda no last mile, como a Black Friday, uma das principais datas para o varejo no segundo semestre do ano. “Um desafio que todos os players deste mercado terão será equilibrar a geração de capacidade para um momento de pico, de forma que se mantenham eficientes e operando a custos razoáveis, tomando o cuidado de dimensionar essa demanda com precisão”.

Para viabilizar este trabalho e facilitar este equilíbrio, a diretora da Infracommerce, Glória Porteiro, disse que o auxílio da tecnologia, como os sistemas de roteirização, é essencial. “Por meio desta ferramenta, conseguimos saber o que devemos priorizar, como custo, prazo, performance da transportadora, entre outros. Esses itens são variáveis que têm que estar perfeitamente equilibrados. Além disso, usamos a roteirização dentro dos nossos centros de distribuição, mesmo quando atuamos com terceirizados, para um melhor controle e otimização de todo processo, em tempo real”, disse.



“Investimos muito em tecnologias com o intuito de viabilizar operações com custos mais acessíveis. Isso porque sabemos que uma das expectativas do consumidor, além da entrega rápida, é o frete grátis. Sendo assim, precisamos fazer nossas rotas de forma muito otimizada para entregar esses dois pilares primordiais na experiência do consumidor: preço e prazo”, acrescentou a executiva.

Hubs logísticos nas comunidades

Quando o assunto é o futuro próximo do last mile no Brasil, o gerente da Loggi diz acreditar que, já em 2022, o aumento da profissionalização deste mercado no país será mais evidente. “Estamos nos acostumando a receber produtos em casa e a tendência é que, daqui em diante, tenhamos experiências cada vez melhores, com mais comunicação com as empresas, de forma mais agradável”, pontuou.

Já Porteiro ressaltou que, por mais que o futuro gere expectativas no mercado, ainda é necessário se preocupar com o básico: os locais que possuem dificuldades para receber produtos adquiridos via e-commerce. “Pensamos muito no futuro, mas acreditamos que ainda falta o básico: há muitas áreas no Brasil sem CEPs ou nas quais as transportadoras não entregam. Queremos criar hubs de entregas dentro dessas comunidades e adotar estratégias que viabilizem o acesso das mesmas ao mercado de comércio eletrônico”.

Para isso, segundo Glória, uma das opções é utilizar pessoas das próprias comunidades para realizar as entregas. “Ou então, podemos criar ferramentas que não necessitem mais de CEP para fazer uma entrega/compra, de maneira que utilizem o GPS do celular ou a geolocalização dos clientes, por exemplo, para realizar uma entrega. Enfim, há uma grande gama de pessoas que ainda não são atendidas hoje pelo e-commerce. Para se ter uma ideia, hoje, a inserção do e-commerce no Brasil é de apenas 9%, ou seja, ainda temos muito a crescer neste segmento por aqui”, completou.

A mediação do debate foi realizada pelo CEO e cofundador da Mandaê, startup especializada em soluções logísticas para pequenos e médios negócios, Marcelo Fujimoto.

A tecnologia como aliada na logística de medicamentos e na segurança do setor

Para finalizar o dia, a programação da Intermodal Digital Series – Tech, Varejo e E-commerce abriu espaço também para debates sobre a importância da tecnologia na logística de medicamentos e vacinas e na segurança do setor de transportes como um todo. Quem falou mais sobre a “A Tecnologia dentro das Operações Logísticas de Medicamentos”, por exemplo, foi o Project Management Officer (PMO) da RV Ímola, uma das principais operadoras logísticas do país especializadas no setor farmacêutico, Guilherme Cunha.

Já na pauta “Tecnologia, Gestão e Pessoas: Gerando Cultura de Segurança no Transporte”, a conversa foi com o diretor de road safety downstream da Raízen – empresa integrada de energia que atua nos setores de produção de açúcar e etanol, na distribuição de combustíveis e na geração de energia – Tibério Pereira.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CAS TECNOLOGIA: EXECUTIVO APONTA OS BENEFÍCIOS DO MARCO LEGAL DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SETOR DE ENERGIA

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Se aprovado, projeto de lei dará maior transparência e princípios para o uso da Inteligência Artificial

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 29 de setembro um projeto de lei para criação do marco legal no uso da inteligência artificial no Brasil. A lei será enviada para o Senado e caso seja aprovada, dará maior transparência e definirá princípios básicos para o uso da IA em todos os segmentos da sociedade. Dentro do setor de energia elétrica, a IA está presente na coleta, na gestão e na análise de dados, na interpretação inteligente de informações e no uso de redes inteligentes (Smart Grid) e a automação dos negócios.

O gerente da CAS Tecnologia, Octavio Brasil, aponta os benefícios que este marco legal trará para as companhias do setor de energia. “Em relação às empresas do setor de distribuição de energia elétrica, a regulamentação do uso de IA diminuirá os riscos de penalidades regulatórias, pois aumentará a qualidade do serviço fornecido, automatizará coletas e análises de informações, e reduzirá perdas”, complementa.



Já para os consumidores, o executivo afirma que os benefícios estarão relacionados à melhora dos serviços prestados pelas empresas de energia, de maneira que reduzirá as quedas de fornecimento, qualidade no serviço prestado e clareza das informações de consumo como geração distribuída e bandeira tarifária. Além disso, será possível ter informações sobre o consumo consciente de energia, o que é bom para o bolso e para o meio ambiente.

Com relação aos cuidados com as informações dos consumidores, Brasil explica que será respeitada a privacidade imposta pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “É possível adiantar que as Distribuidoras utilizarão, nas análises e no aprendizado de máquina, apenas as informações inerentes à relação dentre ela e consumidor. Não haverá qualquer uso indevido de dados externos do cliente. Entende-se como dado inerente à relação da Distribuidora com o Consumidor, aquelas informações já conhecidas há anos, como identificação do medidor, endereço, nome, consumo, valor, tipo de tarifa e bandeira. Tudo será respeitado com a lei vigente de proteção de dados”, aponta.

O executivo ressalta que as soluções, conhecidas na parte da indústria 4.0, como Big Data, Internet das Coisas “IoT”, Computação na Nuvem e Inteligência Artificial, facilitam a tomada de decisão nas empresas. “O tempo todo estamos conectados com a busca de modelos inteligentes cada vez mais sofisticadas, tanto a favor dos negócios, quanto pensando na maior qualidade de serviços aos consumidores e ao meio ambiente”, finaliza.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VEJA OS DEZ PROJETOS SELECIONADOS NA CHAMADA CIDADES QUE TRANSFORMAM

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Iniciativas receberão apoio técnico e metodológico para criar ou aperfeiçoar serviços públicos

A GNova Transforma, da Enap, divulga a lista dos municípios e projetos selecionados, que receberão apoio para construir soluções para desafios públicos. Em função da qualidade das propostas apresentadas, foram pré-selecionados mais seis projetos, que poderão ser convidados a integrarem jornadas de inovação, a depender da disponibilidade orçamentária da Enap.

Ao todo foram 149 propostas aptas recebidas, oriundas de 20 estados da Federação. Na primeira etapa foram selecionadas 30 propostas, que participaram de oficinas com bancas de especialistas, que geraram novas pontuações, de acordo com os critérios divulgados previamente.



Veja quais são e de onde vêm as 10 propostas classificadas, em ordem alfabética

Município/UF Proposta Prefeitura Municipal
Abaetetuba/PA BEJA 400 anos Prefeitura Municipal
Botucatu/SP Micromobilidade urbana – revolução elétrica no espaço urbano Departamento de projetos da Prefeitura Municipal de Botucatu
Flores de Goiás/GO Turismo étnico afro florense: inovação para o desenvolvimento sustentável e inclusivo Secretaria Municipal de Cultura, Igualdade Racial e Turismo
Fortaleza/CE Gestão para resultados e a redução das desigualdades Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão
Ijuí/RS Prefeitura digital e cidade conectada Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico
Londrina/PR Trilha da cidadania para população em situação de rua Secretaria Municipal de Assistência Social
Maceió/AL Maceió e o empreendedorismo nas grotas Gabinete de Governança da Prefeitura Municipal
Parauapebas/PA Rio para todos Secretaria Municipal de Meio Ambiente
São Bento/PB Da rede à renda Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social
São Luís/MA Conexões sustentáveis: soluções inovadoras para resíduos sólidos Secretaria Municipal de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais da Prefeitura e Comitê Gestor de Limpeza Urbana

 

Lista das seis propostas pré-aprovadas, que poderão integrar jornadas de inovação, a depender da disponibilidade orçamentária da Enap

Município/UF Proposta Prefeitura Municipal
Cabo Frio/RJ Cultura transforma Secretaria de Cultura
Imbé/RS Seguindo em frente Secretaria Municipal da Mulher e Direitos Humanos
Maringá/PR Economia criativa e seu papel no desenvolvimento local Secretaria Municipal de Inovação, Aceleração Econômica, Turismo e Comunicação
Morro Agudo/SP Recomeçar – renda básica de cidadania com incentivo à formação profissional Prefeitura Municipal
Porto Alegre/RS Portal Orçamento Participação e Consultas Públicas Secretaria Municipal de Governança Local e Coordenação Política
Ribeirão Preto/SP Requalificando a população adulta para um mundo em acelerada transformação do mercado de trabalho contemporâneo Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento

 

Próximos Passos

As jornadas de inovação estão previstas para acontecer de novembro deste ano até novembro de 2022. Os selecionados serão convidados a assinar um plano de trabalho, documento que formalizará a parceria entre a Enap e a prefeitura.

Os projetos selecionados podem, por exemplo, redesenhar um serviço público para melhorar a experiência dos seus usuários, ou definir estratégias para aumentar o impacto de uma política pública. É possível também construir um modelo de solução digital para algum serviço público.

A jornada também irá contribuir para desenvolver competências de inovação nas equipes das prefeituras, que terão oportunidade de conhecer novos conceitos e metodologias, realizar trocas de experiências com gestores municipais que enfrentam desafios semelhantes, fazer conexões com gestores de programas públicos federais, consultar especialistas e colocar a mão na massa para resolver o problema local.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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A IMPORTÂNCIA DA PRIMEIRA INFÂNCIA NA MOBILIDADE URBANA

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Desenvolver políticas públicas destinadas a crianças garante, no futuro, cidadãos mais conscientes

As experiências da primeira infância, que compreende o período desde a gestação até os 4 anos de idade, são fundamentais para o entendimento emocional e coletivo. No contexto de cidades, garantir um ambiente favorável ao desenvolvimento infantil possibilita a criação de conexões com o espaço urbano, originando a responsabilidade cidadã e motivando a maior participação social.

De acordo com o estudo Primeiros Passos: Mobilidade Urbana na Primeira Infância, desenvolvido pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP), realizado entre 2019 e 2020, o transporte público e a mobilidade ativa são essenciais para o deslocamento de grande parte da população. Nesse contexto, é fundamental garantir melhores condições de segurança e conforto, como maior distanciamento entre a guia e o ponto de ônibus, abrigo para chuva, calçadas aptas para o deslocamento de carrinhos de bebê etc., para que as crianças e seus cuidadores se locomovam pela cidade.

Proporcionar espaços lúdicos destinados para crianças na cidade pode ainda auxiliar na apropriação do espaço público. Jundiaí, cidade do interior de São Paulo, criou o projeto Jundiaí Pé de Infância, que transforma ruas, calçadas, praças, parques e pontos de transporte em locais que instigam a criatividade infantil com brinquedos, pinturas e materiais que permitem experiências que gerem aprendizado.

A cidade já conta com um investimento em políticas públicas voltadas para a infância, como a adesão à Rede Latino-Americana de Cidades das Crianças e à Rede Urban95, com o objetivo de melhorar o desenvolvimento infantil. O principal objetivo dos projetos é garantir a melhor interação entre as crianças e o espaço urbano: com acessibilidade pensada para elas, é possível que cuidadores e escolas utilizem espaços públicos para criar uma aproximação dos indivíduos com o entorno, gerando o senso de pertencimento.

Outra iniciativa na área, realizada pela área de educação de trânsito da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), também no interior de São Paulo, a oficina pedagógica Educação para Mobilidade na Primeira Infância – Intersetorialidade e Garantia dos Direitos no Projeto Político Pedagógico contou com diversos educadores e especialistas na área, com o objetivo de inserir conteúdos de mobilidade urbana nos espaços escolares.

O projeto busca fazer com que as crianças se reconheçam protagonistas, o que assegura maior autonomia e segurança nos deslocamentos. Considerando que anualmente mais de 3,3 mil crianças perdem a vida e aproximadamente 112 mil são internadas em estado grave por acidentes de trânsito, abordar o assunto em espaços escolares é uma forma de reduzir esses números e construir cidades mais seguras.

Cidades inteligentes são cidades planejadas para todos. A participação cidadã, que começa na primeira infância, é necessária para que as metrópoles do futuro sejam mais humanas e sustentáveis, estabelecendo também um vínculo afetivo para que as crianças cresçam cuidando de sua própria cidade.

O tema está no contexto do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility 2022, que acontecerá em outubro em São Paulo. Para saber mais, clique aqui.

A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL SE TORNA ALIADA ESSENCIAL PARA O CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL DO AGRONEGÓCIO NO BRASIL

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Pesquisa do fundo de venture capital Atlantico traça a Transformação Digital na América Latina em 2021

O agronegócio, historicamente, sempre foi um dos destaques da economia brasileira, representando, atualmente, mais de 20% do PIB nacional. No entanto, apesar de toda essa importância para a nação brasileira, os brasileiros demandam a expansão sustentável no país segundo dados de pesquisa apurados pelo relatório “Transformação Digital na América Latina – 2021”, conduzido pelo fundo de venture capital Atlantico.

De acordo com a pesquisa feita, em parceria com a empresa de pesquisa e análise estatística AtlasIntel, com 1178 pessoas, representativa da população brasileira (margem de erro de 3%), durante os dias 23 e 29 de agosto deste ano, as medidas ambientais devem ser prioridade, com 38% dos brasileiros identificando a mudança climática como o principal risco para o futuro do planeta, e 56% dizendo que a sociedade deveria priorizar a preservação ambiental à frente do crescimento econômico.



Paralelo a isso, os agricultores têm investido e muito em tecnologia, tanto para atender o crescimento econômico, como também as necessidades ambientais. De acordo com o managing partner do Atlantico, Julio Vasconcellos, a pesquisa mostra que as companhias brasileiras devem seguir uma nova tendência para se destacar no mercado.

“Os consumidores têm prestado muito mais atenção na forma com que as companhias se portam, como se comunicam e como fazem seus produtos. Todas as empresas precisam se atentar a esse novo mundo, em que as pessoas querem se sentir representadas pelos produtos que consomem, impactando em um mundo mais verde e sustentável”, comenta Vasconcellos.

A sociedade vendo o futuro

O Atlantico ainda perguntou aos seus entrevistados brasileiros o que eles consideram o principal risco para o futuro do nosso planeta. Segundo 38% dos entrevistados, a principal ameaça são as mudanças climáticas, seguido por 26% que consideram o principal risco ser o fim da democracia. Na sequência, 16% acham que o problema seria o surgimento de novas pandemias ou novas doenças, 12% as guerras e o terrorismo, 5% declararam não saber e 4% consideram que outros fatores são mais prejudiciais.

“O que constatamos é que o consumidor global tem demandado e procurado soluções sustentáveis e estão caminhando para a ampliação do que é conhecido como uma nova economia verde”, pontua Vasconcellos.

O relatório ainda apresenta que 57% dos consumidores já mudaram seus hábitos para reduzir o impacto ambiental e que globalmente 70% têm buscado comprar bens que estejam alinhados com seus valores, estando dispostos a pagar mais por isso. No Brasil, esse número representa 61% do mercado.

Um desses produtos que têm ganhado destaque no mercado são os hambúrgueres feitos à base de plantas. A pesquisa também trouxe esse recorte específico, demonstrando que 44% das pessoas ainda não consumiram o produto, mas têm vontade de experimentar, 7% também revelaram comer frequentemente. Apenas 5% declarou ter consumido e não ter gostado deste tipo de hambúrguer.

O relatório “Transformação Digital na América Latina – 2021”

O avanço tecnológico na América Latina já vinha acontecendo com o passar dos anos. Os investimentos de capital, tanto de empresas locais como de companhias de outros países, era realidade, tanto que as perspectivas do setor vinham sendo otimistas. A pandemia da covid-19 traçou um novo panorama para os países dessa região como mostra o relatório “Transformação Digital na América Latina – 2021”, divulgado pelo fundo de venture capital Atlantico no dia 20 de setembro.

O documento aborda diversos aspectos da evolução tecnológica na América Latina, levando em consideração todo o fator pandêmico, abrangendo sua análise para diferentes setores que passam pelo processo de transformação digital.

O documento completo, contendo todas as informações obtidas pela equipe do Atlantico, pode ser acessado no site oficial da empresa: https://www.atlantico.vc/2021-transformao-digital-da-america-latina.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RENOVIGI APRESENTA ESTAÇÃO SOLAR PARA CARREGAR VEÍCULOS ELÉTRICOS

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Carro elétrico, muitos carros em um

Novidade terá protótipo instalado na Intersolar, feira mais importante do setor

Uma das pioneiras no mercado de energia solar e líder na fabricação de painéis fotovoltaicos instalados no país, a Renovigi anuncia durante a Intersolar 2021, em São Paulo, uma solução sustentável para o carregamento de veículos elétricos. Conhecido como RenoCharge, o equipamento é um recarregador AC de baterias de veículos elétricos e/ou híbridos plug-in, desenvolvido em parceria com a Incharge, empresa brasileira que fabrica carregadores para mobilidade elétrica.

Durante os três dias de evento, haverá o protótipo de uma estação de recarga abastecida com energia solar no estande da Renovigi. O equipamento estará disponível para comercialização a partir de 2022 em dois modelos: 7,7 KWp (monofásico) ou 22 KWp (trifásico). “Como os números de veículos elétricos só crescem no Brasil e no mundo, a tendência é que logo as estações de recarga que utilizam energia solar se popularizem. Em São Paulo, por exemplo, há legislação em vigor que determina a obrigação de que novos condomínios verticais sejam obrigados a ter espaço para carregador de veículos elétricos e híbridos,” indica o acionista da Renovigi, Carlos Tadashi.



“Desenvolvemos essa solução pensando neste mercado que tende a crescer, alinhado com os valores da Renovigi de oferecer soluções com inovação e tecnologia para contribuir com o meio ambiente”, acrescenta Gustavo Müller Martins, presidente da Renovigi Energia Solar.

O funcionamento da estação de carregamento compreende em média 15 conjuntos de painéis que transformam a energia do sol em eletricidade. A energia gerada é armazenada no banco de baterias, formado por módulos, acoplados a um inversor que, além de monitorar a energia produzida, alimenta os veículos elétricos por meio de um carregador.

“Pesquisas mostram que até 2030 teremos de 20% a 30% de veículos elétricos na frota brasileira. Caminhamos para que esta seja uma realidade nas metrópoles e uma alternativa viável, já que para abastecer esta quantidade de carros seria necessário uma Usina de Itaipu inteira. Com a geração solar esta questão é resolvida”, projeta Eduardo Pina, Presidente da Incharge.

Segundo os testes realizados pela Renovigi, os resultados foram satisfatórios, aumentando a autonomia de um veículo elétrico e com curto tempo de recarga (que pode ser de 3 a 8 horas, dependendo da potência instalada). Esse resultado permite que essas unidades de recarga sejam instaladas em propriedades em locais remotos, distantes da rede elétrica.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ONDE ESTÃO AS MULHERES? – INTEGRAR A PERSPECTIVA DE GÊNERO NO DESENVOLVIMENTO URBANO

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Você alguma vez notou quantas ruas, parques, pontes e praças na sua cidade são nomeadas de mulheres? Poucas? Nunca reparou?

Nomes de espaços urbanos são mais simbólicos e têm pouco impacto prático na nossa vida. Mas o fato que a maioria dos espaços que usamos todos os dias têm nomes de homens mostra quanto a nossa realidade desde sempre é um produto de um sistema patriarcal. E o fato que nem reparamos mostra quanto isso faz parte da nossa normalidade. 

Na cidade de Viena, em alguns novos bairros, todas as ruas só podem ser nomeadas por mulheres – pessoalmente gostei muito da Avenida Janis Joplin. Isso seria só uma melhoria de aparência se não fosse parte de uma ampla estratégia de integração da perspectiva de gênero (gender mainstreaming) do planejamento urbano da cidade. O processo todo começou uns vinte anos atrás quando um grupo de urbanistas mulheres da prefeitura organizaram uma grande exposição sobre mulheres na cidade. O foco foi a vida cotidiana de mulheres de diferentes idades, classes, raças e contextos familiares para ilustrar a diversidade de necessidades e perspectivas no uso da cidade que nunca foram levados em consideração no planejamento urbano.



O primeiro grande desafio para integrar a perspectiva de gênero no desenvolvimento urbano é identificar o tema como uma prioridade para criar cidades sustentáveis e inclusivas. Porque no nosso sistema não são somente as decisões de planejamento urbano e a prestação de serviços urbanos que são orientados à experiência de homens brancos, heterossexuais de classe média ou alta, mas também as definições de problemas, a agenda política e a decisão do que é uma pauta importante para o planejamento urbano. 

O que percebemos como uma problemática e como definimos uma prioridade é vinculado a nossa experiência do dia a dia. Mas muitas vidas cotidianas e os seus problemas, não só de mulheres, mas também de outras minorias sociais e grupos discriminados ficam na invisibilidade.

Quando entendemos as diferentes realidades e necessidades, o próximo passo é integrar isso na forma como planejamos, como tomamos decisões, como coletamos e analisamos dados e como alocamos orçamento. A cidade de Viena segue princípios da integração da perspectiva de gênero para a que toda a prefeitura incluia a linguagem não-sexista e inclusiva, gestão de dados, processos de participação e representação e liderança. Na área de planejamento e desenvolvimento urbano a prefeitura foi mais a fundo e publicou uma estratégia da integração da perspectiva do gênero com quatro áreas: (1) o processo de planos diretores, concepções e visões para desenho urbano, (2) planejamento urbano e territorial, (3) espaços públicos, (4) habitação e prédios públicos. 

Um dos primeiros exemplos práticos foi o redesenho e reforma de parques públicos com critérios de gênero. A análise sócio-espacial com dados diferenciados por gênero, idade e outros critérios sociais mostrou que o uso de parques públicos de meninas caía significativamente a partir da adolescência por questões de segurança pública, oferta de equipamentos e a falta de banheiros públicos limpos e bem cuidados. A prefeitura implementou projetos pilotos e introduziu diretrizes para o desenho de parques públicos para todos os novos projetos.

Mesmo que também no desenvolvimento urbano o diabo esteja nos detalhes, é preciso considerar o cenário maior. O que o fato que só 12% dos prefeitos e prefeitas no Brasil são mulheres diz sobre a nossa sociedade? Alemanha e a Áustria passam ainda mais vergonha nesse aspecto com um número de 9%. Temos certeza de que queremos que a nossa visão de liderança seja masculina (e branca)? Obviamente o estilo de liderança de uma pessoa não só depende do seu gênero biológico. Mas ao longo da minha carreira em diferentes posições de liderança aprendi que o meu gênero não pode ser desvinculado da minha liderança. E não deveria ser.

Finalmente a integração da perspectiva de gênero no desenvolvimento urbano é só um primeiro passo para criar um sistema que leva a sério a nossa diversidade e a desigualdade que muitas vezes é um resultado dessa pluralidade.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

P3C ABRE INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO – CUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CONCESSÃO E PPP DURANTE A PANDEMIA

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Podem se inscrever poderes concedentes e/ou agências reguladoras com iniciativas adotadas para o cumprimento dos contratos que sofreram impacto com a Covid-19 

Estão abertas, até 1º de novembro, as inscrições para participar do Prêmio – cumprimento de contratos de concessão e PPP durante a pandemia. O prêmio faz parte da 1ª edição da Conferência P3C, que será realizada em novembro com a participação de especialistas internacionais e nacionais, para gerar um debate construtivo, e de alto nível, sobre os principais temas dos setores de infraestrutura do Brasil.

O objetivo do Prêmio é reconhecer e dar destaque ao esforço de entes públicos e/ou agências reguladoras que adotaram iniciativas que permitissem o cumprimento dos contratos de concessão e PPP, levando-se em consideração as cláusulas que atribuem ao poder concedente a responsabilidade pelos impactos de eventos extraordinários, como a pandemia. 



Inscrições

Podem concorrer ao Prêmio iniciativas próprias de qualquer poder concedente ou agência reguladora, vinculado a qualquer ente da federação. O formulário de inscrição está disponível no site do P3C. Cada inscrição deve submeter à avaliação da organização do evento apenas uma iniciativa. Poderes concedentes e/ou agências reguladoras que desejarem submeter mais de uma iniciativa para a premiação, devem realizar mais de uma inscrição. 

As iniciativas que foram desenvolvidas podem ser inscritas pelas agências reguladoras, ou pelos poderes concedentes, ou ainda por ambos, em conjunto ou separadamente. A partir das inscrições recebidas, cabe à organização do Prêmio selecionar as iniciativas que vão compor as Listas de Indicados às categorias premiadas. Somente as iniciativas que constarem nas Listas de Indicados serão avaliadas pela Comissão Avaliadora da premiação. 

Dependendo do número de inscrições, a premiação pode ser dividida em diferentes categorias com iniciativas de destaque sob diferentes aspectos como transparência, agilidade, inovação, entre outros.  Uma mesma iniciativa pode ser selecionada para disputar mais de uma categoria.

Comissão Avaliadora

A Comissão Avaliadora será responsável por eleger as iniciativas vencedoras dentre as listas de concorrentes. Ela será composta por 5 jurados, selecionados pela Organização da Premiação dentre profissionais de notável expressão na área de Concessões e PPPs. A votação para eleger as iniciativas vencedoras será secreta e é vedado aos jurados se manifestarem sobre seus votos. 

O presidente da Comissão Avaliadora será o árbitro em caso de empate ou divergência entre os jurados. Não caberá recurso contra qualquer decisão dos Jurados, do Presidente da Comissão Avaliadora, ou da Organização da Premiação.

Premiação

O julgamento acontece entre  10 a 15 de novembro e a cerimônia de entrega da Premiação P3C 2021 será no dia 24 de novembro, em São Paulo, na sede da B3 – A Bolsa do Brasil.

“O P3C é destinado a mudar o patamar dos eventos de infraestrutura. Nossa intenção é fazer uma conferência internacional trazendo pessoas de mais alto nível para discutir as principais pautas do setor”, afirma Maurício Portugal Ribeiro, sócio da Portugal Ribeiro Advogados, especializado na estruturação, nos aspectos regulatórios e no equilíbrio econômico-financeiro, de contratos de concessões comuns e PPPs.

“A B3, enquanto uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo, tem o compromisso de atuar em prol do desenvolvimento do mercado e, junto com seus clientes e com a sociedade, potencializar o crescimento do Brasil. É com esse propósito que apoiamos o projeto P3C, que reunirá representantes dos principais atores do mercado de infraestrutura, tanto do setor público quanto do setor privado”, comenta Guilherme Peixoto Barboza dos Santos, Superintendente de Processos Licitatórios da B3.

“A intenção da Conferência Internacional é trazer a contribuição de atores renomados do setor, além de autoridades, para que haja uma discussão de alto nível acerca das oportunidades e dificuldades que permeiam a infraestrutura no Brasil ”, diz Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do evento.

Mais informações, regulamento e inscrições no site

ABNT ORIENTA PARA A INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA GNV SEGURA EM VEÍCULOS AUTOMOTIVOS

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Alta na gasolina e etanol impulsiona a procura por instalação do kit-gás em automóveis. Normas ABNT garante o funcionamento seguro do sistema

A escalada dos preços dos combustíveis que só nos últimos dose meses subiram 42,02%, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), impactaram diretamente consumidores e trabalhadores que atuam com transportes, como motoristas de aplicativos e entregadores.

Com a elevação dos custos para rodar e baixa margem de lucro, muitos motoristas têm buscado oficinas de instalação de sistemas GNV (Gás Natural Veicular) em automóveis para tentar fugir dos aumentos da gasolina e do etanol. A recuperação do consumo de GNV sinaliza a retomada no segmento automotivo, que segundo a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (ABEGÁS), teve alta de 21,7% em outubro ante setembro, em um movimento de alta inclusive na comparação de 12 meses: 3,6%. Atualmente o consumo responde por 6,5 milhões de metros cúbicos/dia.



Considerado seguro, o Gás Natural Veicular (GNV) também tem a vantagem de poder ser usado como combustível alternativo. Por ser mais leve que o ar e armazenado nos veículos em cilindros sob alta pressão, não oferece risco de explosão, por ser dotado de válvulas de segurança que se fecham caso haja algum rompimento na tubulação. “O conjunto de normas técnicas ABNT dá a desejada segurança, quando se fala em veículo e combustível”, explica José Luiz Albertin, Chefe de Secretaria do Comitê Brasileiro Automotivo CB 005, da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Os especialistas advertem que há kit de conversão e, por sinal, só deve ser instalado por oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Normalização, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A ABNT possui um acervo de normas completo para garantir a segurança e as competências desejadas para o perfil profissional do mecânico de instalação de sistemas de GNV. As normas ABNT permitem qualificar profissionais e fazer avaliações de conformidade, nas atividades de instalação, desinstalação e manutenção desses sistemas.

Dentre as quais é possível destacar:

• ABNT NBR 16583:2017 – Qualificação de pessoas no processo de instalação e manutenção de sistemas GNV em veículos automotivos – Perfil profissional do mecânico de instalação de sistemas de GNV.

• ABNT NBR 11353-1:2007 – Veículos rodoviários e veículos automotores – Sistema de gás natural veicular (GNV)

• Parte 1:Terminologia, que apresenta as definições utilizadas nas instalações veiculares de GNV.

• ABNT NBR 11353-2:2007 – Veículos rodoviários e veículos automotores – Sistema de gás natural veicular.

• Parte 2: Injetores, indicadores, misturadores, dosadores, injeção e controle, que estabelece os requisitos mínimos de segurança para injetores, indicadores, misturadores, dosadores, injeção e controle.

• ABNT NBR 11353-3:2007 – Veículos rodoviários e veículos automotores – Sistema de gás natural veicular (GNV).

• Parte 3: Redutores de pressão, que estabelece os requisitos mínimos técnicos e de segurança para redutores de pressão de GNV.

• ABNT NBR 11355-4:2007 – Veículos rodoviários e veículos automotores – Sistema de gás natural veicular.

• Parte 4:Cilindro, válvulas, sistemas de ventilação e linha de alta pressão, que estabelece os requisitos mínimos de segurança para cilindros, válvulas, sistema de ventilação e linha de alta pressão.

• ABNT NBR 11355-5:2007 – Veículos rodoviários e veículos automotores – Sistema de gás natural veicular (GNV).

• Parte 5: Suportes em geral, que estabelece os requisitos mínimos de segurança para os suportes na instalação de sistemas de GNV.

• ABNT NBR 11355-6:2007 – Veículos rodoviários e veículos automotores – Sistema de gás natural veicular.

• Parte 6: Instalação, que estabelece os requisitos mínimos para execução e instalação de sistemas de gás natural veicular, para uso exclusivo do GNV comercial, visando à segurança do veículo adaptado, a qualidade do serviço de instalação e o bem-estar do usuário.

A coletânea pode ser adquirida no serviço ABNT Catálogo, por meio do link 
Com informações da Assessoria de Imprensa
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