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PROJETO URBIS PARTICIPA DE 17ª SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM BRASÍLIA

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Foto: Divulgação

O projeto Urbis, desenvolvido pelo Núcleo de Acesso à Terra Urbanizada em parceria com a Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, atuou na elaboração de materiais que pudessem auxiliar numa melhor compreensão dos pontos abordados pela Carta

Projeto Urbis participa de 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em Brasília Uma equipe de bolsistas do Projeto Urbis participou da 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, com o tema Inteligência Artificial, em Brasília. Os estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus da Ufersa em Pau dos Ferros, Cícero França, Caio Queiroz e Nina Cavalcante, acompanharam todas atividades do stand do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), com o tema a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, lançada na última semana.

O projeto Urbis, desenvolvido pelo Núcleo de Acesso à Terra Urbanizada em parceria com a Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, atuou na elaboração de materiais que pudessem auxiliar numa melhor compreensão dos pontos abordados pela Carta. O coordenador do Núcleo Acesso à Terra Urbanizada, o Professor Dr. Almir Mariano de Sousa Júnior, explica que “a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes é o marco regulatório no país, trazendo orientações aos gestores municipais de como transformar suas cidades, contando com o auxílio da população na definição de indicadores, problemas e soluções. Essa integração possibilitará uma gestão participativa e inovadora”.

No stand foram realizadas atividades que traziam as informações de forma didática, dinâmica e lúdica, com a realização de jogos, como o dos sete erros e quebra-cabeça, e óculos de realidade virtual, disponíveis em uma espécie de circuito. Durante as visitas, também foi feita uma coleta de dados entre os participantes sobre os pontos que elas consideram positivos e negativos em suas cidades. E, ao final, a criança ou adulto fez um desenho ou definiu em uma palavra o que compreendeu. As respostas ficaram em uma nuvem de palavras e em um painel mural com as informações.

“As pessoas tiveram o primeiro contato com a Carta e estão gostando, especialmente pela forma que estamos expondo o conteúdo, então acreditamos que será muito proveitoso para disseminar a importância do documento e fortalecer essa política nacional”, disse o estudante Cícero França. Carta Brasileira para Cidade Inteligentes.

A Carta Brasileira para Cidades Inteligentes foi elaborada com a participação do Governo Federal, sociedade civil, da academia e setor privado. O documento tem como premissas a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano e visa orientar a agenda de cidades inteligentes para os próximos anos, servindo de base para estados e municípios na construção de políticas para o desenvolvimento de cidades inteligentes e sustentáveis. Você pode acessar a carta clicando aqui.

Fonte: Acesso à Terra Urbanizada 

ADAPTABILIDADE, REINVENÇÃO E INOVAÇÃO: A PANDEMIA E SEUS REFLEXOS EM 2021

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A pandemia do coronavírus ressaltou tendências que chegaram para ficar e mostrou como a transformação digital das empresas é um processo importante e urgente

A crise da Covid-19 demonstrou para o mundo o quão crucial é a digitalização para pessoas, empresas e negócios. E demonstrou que aqueles que foram capazes de digitalizar e usar melhor as informações sobreviveram em 2020. Agora, os desafios do futuro da digitalização passam por uma palavra: adaptabilidade, segundo definiu Paulo Paluda, Gerente Geral da Plug and Play no Brasil.

Ele participou do painel Plug And Play – Tendências da hiper-digitalização que chegaram para ficar. Um bate-papo que contou ainda com a presença de Anna-Maria Swiridoff, Gerente de Soluções de Inovação da GACC West; e Avash Pardhootman, Consultor de Gestão da Detecon.

Como lidar com as mudanças rápidas causadas pela pandemia e quais as consequências da pandemia para o futuro da digitalização foram o tema do encontro virtual transmitido pela Plug and Play. O gerente da Unidade de Planejamento e Gestão Digital da ABDI, Rodrigo Rodrigues, abriu o evento. “A parceria com a Plug and Play é muito relevante para a ABDI, para entendermos, importarmos e compartilharmos as tendências de digitalização e inovação dentro de todos os processos com que já trabalhamos”, disse Rodrigo.

Segundo Anna-Maria Swiridoff, Gerente de Soluções de Inovação da GACC West, é preciso investir em digitalização para operar no cenário atual. “Precisamos trabalhar em rede, estar conectados com as pessoas. É um ótimo momento para fazer networking online”, disse. De acordo com ela, o momento é de ‘reinvenção’. Ela destacou que os modelos de trabalho serão outros. O teletrabalho foi amplamente adotado, mas é preciso um formato hibrido. “É preciso manter, por exemplo, o papo para o café. É nessa conversa que surgem novas ideias” ressaltou ao destacar a importância do trabalho presencial para o processo produtivo.

Outro ponto positivo destacado no bate-papo foi poder trabalhar em qualquer lugar. A tendência pode ser, na avaliação dos participantes, de que haverá a partir de agora mais flexibilidade em relação ao Home Office. “As pessoas aprenderam a trabalhar muito bem juntas remotamente. Por outro lado, estamos mais ansiosos, o que é uma consequência da hiper-digitalização”, pontuou Avash Pardhootman, Consultor de Gestão da Detecon.

A sanidade mental dos colaboradores em meio aos novos cenários advindos da pandemia também foi mencionada pelos participantes. É preciso organizar o tempo e impor limites, destacaram. Outro ponto foi a adaptabilidade dos ambientes e das empresas. “A inovação vem da necessidade”, resumiu Avash Pardhootman.

Fonte: ABDI

ANATEL CONSOLIDA E ESTABELECE NOVAS REGRAS SOBRE SIGILO, PREVENÇÃO À FRAUDE E APOIO À SEGURANÇA PÚBLICA

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Tecnologia deve ser aliada à conduta preventiva das pessoas, alerta especialista da ADT. Segurança é aliada da tecnologia.

Um dos principais objetivos dessa resolução é consolidar regramentos referentes às ações de apoio à Segurança Pública no Regulamento dos Serviços de Telecomunicações (Resolução nº73/1998). Anteriormente, tais regramentos encontravam-se dispersos nos regulamentos de cada serviço

Conforme aprovado pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) durante sua 894ª reunião, entra em vigor hoje (4/1) a Resolução nº 738/2020, que altera o Regulamento dos Serviços de Telecomunicações para incluir disposições sobre sigilo, prevenção à fraude e ações de apoio à segurança pública.

Um dos principais objetivos da Resolução é consolidar regramentos referentes às ações de apoio à Segurança Pública no Regulamento dos Serviços de Telecomunicações (Resolução nº73/1998). Anteriormente, tais regramentos encontravam-se dispersos nos regulamentos de cada serviço.

Para apoio à segurança pública – nos termos do normativo –, as prestadoras dos serviços de telefonia fixa, telefonia móvel e banda larga fixa devem assegurar o acesso gratuito de todos os seus usuários aos Serviços Públicos de Emergência. As operadoras de telefonia móvel devem, ainda, disponibilizar às autoridades responsáveis pelos Serviços de Emergência o acesso às informações sobre a localização do terminal originador da chamada ou mensagem de texto, para todas as chamadas a eles destinadas, respeitadas as limitações tecnológicas.

Resolução nº 738/2020 estabelece que as prestadoras devem zelar pelo sigilo das comunicações e pela confidencialidade dos dados dos usuários de seus serviços, inclusive registros de conexão, nos termos da legislação e regulamentação. Cabe às prestadoras utilizar os recursos tecnológicos necessários e disponíveis para assegurar a inviolabilidade do sigilo das comunicações.

Além disso, elas devem reter a menor quantidade possível de dados de usuários, mantendo-os sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, e excluindo-os tão logo atingida a finalidade de seu tratamento ou quando encerrado o prazo de guarda determinado por obrigação legal ou regulatória.

As prestadoras devem adotar as medidas técnicas e administrativas necessárias e disponíveis para prevenir e cessar a ocorrência de fraudes relacionadas à prestação do serviço e ao uso das redes de telecomunicações, bem como para reverter ou mitigar os efeitos destas ocorrências. Nos termos da regulamentação da Anatel, na implementação de ações coordenadas de combate à fraude, os custos e os benefícios devem ser compartilhados entre as prestadoras participantes, de acordo com o porte de cada empresa.

Por meio da Resolução nº 738/2020, a Anatel decidiu, também, instituir o Grupo Técnico de Suporte à Segurança Pública (GT-Seg). Coordenado por um superintendente indicado pelo Conselho Diretor da Anatel, o grupo será integrado pelas prestadoras ou suas associações, podendo contar com a participação de membros externos convidados, conforme o tema em discussão.

Por fim, a Resolução também altera o Regulamento sobre Exploração de Serviço Móvel Pessoal – SMP por meio de Rede Virtual (RRV-SMP) para promover maior colaboração entre as prestadoras e as MVNOs (prestadoras de rede virtual) no que diz respeito às ações de segurança pública.

Será dada ampla divulgação da agenda de reuniões e das discussões do GT-Seg, que tem entre suas atribuições as de auxiliar a Anatel no acompanhamento da implantação de políticas relacionadas à segurança pública; determinar ações e prazos para a implementação de regras relativas aos temas de sua competência; propor ações de conscientização em colaboração com as áreas responsáveis pela comunicação na Agência; e auxiliar a Anatel no acompanhamento das ações de combate à fraude nos serviços de telecomunicações afetas à segurança pública.

Fonte: Anatel 

DISTANCIAMENTO SOCIAL PROVOCA ALTERAÇÕES NA MOBILIDADE URBANA DE GRANDES CIDADES COMO SÃO PAULO

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Expansão das Parcerias Público-Privadas no Brasil: Desafios e Oportunidades no Setor Político e Social

Para Estela Alves, pesquisadora do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, as alterações podem impulsionar melhorias

A pandemia causada pelo novo coronavírus, além de acelerar a transformação digital, também foi responsável por certas alterações na mobilidade urbana de grandes cidades como São Paulo.

Para a pesquisadora do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP) e mestra em Planejamento Urbano e Regional, Estela Alves, esse quadro pandêmico foi capaz de impulsionar uma possível melhoria comportamental na mobilidade urbana, principalmente como indivíduo.

“As pessoas notaram que grande parte de suas atividades podem ser feitas utilizando a tecnologia, sem precisar de deslocamento físico, evitando aglomerações e horários de pico nos transportes públicos. Certamente, a partir de agora vão priorizar locais próximos às suas residências como trabalho, escolas, atendimento médico, etc”, aponta.

A pesquisadora também destaca que o plano de mobilidade de São Paulo não possuía ações para períodos críticos e de emergência como uma pandemia.

Porém, é necessário que as cidades tenham conselhos de mobilidade, compostos por organizações civis, empresários do setor de transporte e representantes dos governos municipais.

“Uma cidade como São Paulo e outras grandes capitais, que abrigam milhares e milhões de pessoas, precisam mais do que desejos e iniciativas pessoais. É necessário que se tenha uma Câmara Técnica e um Conselho especifico e sempre ativo para que os desejos coletivos sejam atendidos. Isso fará com que seus milhões de habitantes tenham diretrizes, tais como informações sobre como evitar transportes lotados e flexibilidade por parte das empresas sobre horários de saídas e chegadas em locais de trabalho”, completa.

Fonte: Mobilidade Sampa 

TELECOMUNICAÇÕES: BH-TEC TERÁ CENTRO DE REFERÊNCIA EM IOT

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O convênio com a American Tower foi assinado no fim do ano passado. Ao todo, a empresa celebrou 11 acordos de cooperação tecnológica com centros de referência em Internet das Coisas no País

A operadora de infraestrutura American Tower e o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec) firmaram parceria para a criação de um Centro de Referência em Internet das Coisas (IoT) na capital mineira. A cooperação entre as instituições tem como objetivo disseminar o conhecimento de tecnologias, desenvolver negócios, bem como promover a inclusão social.

De acordo com o CEO do BH-Tec, Marco Crocco, o acordo significa uma mudança de patamar não só para o parque, mas para o ecossistema de inovação da cidade como um todo, uma vez que permitirá atividades de criação, produção e aprimoramento de equipamentos de alta tecnologia. “O BH-Tec deixa de ser só um local para abrigar empresas. Ele passa a desenvolver negócios”, resumiu.

Na prática, segundo Crocco, o BH-Tec passa a utilizar tecnologia American Tower no desenvolvimento de novos negócios, ao mesmo tempo em que eles aprimoram a tecnologia a partir do acordo de cooperação. “O BH-Tec se coloca como um estimulador de projetos e negócios de IoT, fazendo a conexão entre empresas, universidades e a tecnologia. Queremos, por exemplo, fazer uma área de 5G experimental aqui”, revelou.

Ainda segundo o CEO do BH-Tec, a primeira execução do Centro IoT deverá ser anunciado em breve e ainda neste mês haverá uma chamada pública para o desenvolvimento de novos projetos dentro do escopo. “Por meio da American Tower fornecemos a plataforma e as empresas aprovadas a utilizam para desenvolver seus projetos. O Centro nasce virtual, mas tão logo o controle da crise sanitária provocada pela Covid-19 permita, será aberto fisicamente também”, completou.

 

O convênio com a American Tower foi assinado no fim do ano passado. Ao todo, a empresa celebrou 11 acordos de cooperação tecnológica com centros de referência em Internet das Coisas no País. Entre as parcerias assinadas com a American Tower, estão polos e instituições educacionais, instituições de P&D, ecossistemas de aceleração de empresas e startups, e a Prefeitura do Rio de Janeiro, com foco em cidades inteligentes.

O diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower do Brasil, Daniel Laper, destacou que ao longo de 2020, a empresa e seus parceiros promoveram a capacitação de mais de 400 pessoas para o uso da tecnologia LoRaWAN, e desenvolveram mais de 35 projetos em diferentes verticais, incluindo agronegócios, cidades inteligentes e sustentabilidade. E que a parceria com o BH-Tec integra a ampliação desta estratégia.

O diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower do Brasil, Daniel Laper, destacou que ao longo de 2020, a empresa e seus parceiros promoveram a capacitação de mais de 400 pessoas para o uso da tecnologia LoRaWAN, e desenvolveram mais de 35 projetos em diferentes verticais, incluindo agronegócios, cidades inteligentes e sustentabilidade. E que a parceria com o BH-Tec integra a ampliação desta estratégia.

O diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower do Brasil, Daniel Laper, destacou que ao longo de 2020, a empresa e seus parceiros promoveram a capacitação de mais de 400 pessoas para o uso da tecnologia LoRaWAN, e desenvolveram mais de 35 projetos em diferentes verticais, incluindo agronegócios, cidades inteligentes e sustentabilidade. E que a parceria com o BH-Tec integra a ampliação desta estratégia.

O diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower do Brasil, Daniel Laper, destacou que ao longo de 2020, a empresa e seus parceiros promoveram a capacitação de mais de 400 pessoas para o uso da tecnologia LoRaWAN, e desenvolveram mais de 35 projetos em diferentes verticais, incluindo agronegócios, cidades inteligentes e sustentabilidade. E que a parceria com o BH-Tec integra a ampliação desta estratégia.

O diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower do Brasil, Daniel Laper, destacou que ao longo de 2020, a empresa e seus parceiros promoveram a capacitação de mais de 400 pessoas para o uso da tecnologia LoRaWAN, e desenvolveram mais de 35 projetos em diferentes verticais, incluindo agronegócios, cidades inteligentes e sustentabilidade. E que a parceria com o BH-Tec integra a ampliação desta estratégia.

Fonte: Diário do Comércio

 

CES 2021: GM APRESENTA DRONE FUTURISTA INDIVIDUAL

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Foto: Divulgação

O drone tem um motor elétrico de 90 KWh que envia energia para quatro rotores

Um conceito de drone elétrico com subida e descida vertical foi uma das novidades apresentadas pela GM na CES 2021. Se algum dia chegar ao mercado, o veículo vai permitir que os usuários voem sozinhos por aí – e ainda com a marca Cadillac.

É a primeira vez que a marca apresenta um veículo voador. Michael Simcoe, líder global de design da GM, diz que esse é um conceito adequado às necessidades de aproveitar o tempo e de ter conveniência. Segundo ele, os avanços em tecnologias autônomas e elétricas deve fazer as viagens aéreas individuais possíveis.

O drone tem um motor elétrico de 90 KWh que envia energia para quatro rotores. Por enquanto, foram mostrados apenas desenhos e animações do modelo, mas se o real ficar como nas imagens, vai ser surpreendente. Não foram informados muitos detalhes técnicos, muito menos um cronograma de produção ou chegada ao mercado.

Além de levar o passageiro a seu destino, o drone individual vem equipado com equipamentos de comunicação ar-ar e ar-terra. E isso não é tudo: segundo Simcoe, já há outros conceitos prontos para serem construídos. Um deles é um modelo luxuoso com dois assentos.

Como o drone da GM ainda é um conceito, não se sabe se vai chegar à linha de produção. Mostra, porém, que a montadora aparentemente tem a intenção de investir nessas tecnologias e pensa em um futuro centrado em eletrificação, veículos autônomos e carros conectados.

DRONE PROFISSIONAL DA SONY

Outro drone apareceu na CES 2021 pelas mãos da Sony. É o Airpeak, um equipamento de uso profissional com quatro hélices. De acordo com a Sony, o equipamento é voltado para a indústria do cinema e do audiovisual.

O Airpeak pode carregar uma câmera profissional e as imagens captadas não sofrerão danos de estabilidade. As vendas do dispositivo devem começar ainda no primeiro semestre de 2021, mas a data oficial e o preço não foram divulgados.

Fonte: Olhar Digital 

SÃO PAULO É A PRIMEIRA COLOCADA NO EIXO DE MOBILIDADE DO RANKING CONNECTED SMART CITIES

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Entenda como São Paulo  conseguiu englobar meios tradicionais de transporte ao mesmo tempo que proporcionar abertura para que novos modelos se integrem.

Um dos principais desafios de uma região com a magnitude de São Paulo é a de garantir a mobilidade cotidiana. Só na cidade existem 8 milhões de veículos, sendo 83% na modalidade individual e apenas 0,5% de veículos coletivos. Nesse sentido, o desafio se torna cada vez mais pensar na mobilidade urbana com o objetivo de organizar um espaço público voltado para os pedestres.

Com soluções inovadoras, a mobilidade inteligente passa a ser essencial para garantir o cotidiano das cidades e promover um futuro sem congestionamentos: o crescimento da frota de carros tem consequências para o cenário do espaço urbano, sendo que é cada vez mais comum ver nas grandes cidades vias alargadas e, consequentemente, calçadas diminuídas e imensas áreas destinadas para estacionamento e árvores suprimidas.

A constante busca de melhorias para o transporte público de São Paulo em conjunto com a Política Nacional de Mobilidade Urbana, que conta com o desenvolvimento de ações como: o Programa Ruas Abertas, a redução de velocidade nas vias e a abertura de ciclovias. Essas ações são parte da mudança no caráter de como se pensar soluções para a mobilidade urbana, de maneira que o seu planejamento esteja voltado para o pedestre.

As bicicletas e patinetes, principalmente aqueles que são compartilhados, são parte importante de políticas de micromobilidade: ao se tornarem uma alternativa de transporte para distâncias curtas, cada vez mais se tornam um complemento ao transporte público. Com a tendência da entrada de novos modelos de mobilidade urbana cada dia mais forte, São Paulo transformou seu sistema de transporte em um que fosse capaz de integrar diferentes modais.

São Paulo se manteve na primeira posição no recorde de mobilidade e acessibilidade do Ranking Connected Smart Cities desde 2015, sendo que esse resultado deve-se principalmente à conexão interestadual e conexão aeroviária (Congonhas e proximidade a Guarulhos) e a quilometragem de ciclovias- a cidade possui 504,0 km de vias com tratamento cicloviário permanente, sendo 473,7km de ciclofaixas e 30,3km de ciclorrotas.

Além disso, a maneira como se entende a mobilidade urbana mudou muito com a chegada de novas tecnologias: cada vez mais o número de aplicativos voltados para a mobilidade aumentam, assim como novas maneiras de se realizar o mapeamento e gestão do transporte público. O monitoramento de fluxo em tempo real nas vias através de câmeras e sensores, sistemas de controle semafóricos e os próprios aplicativos de mobilidade que indicam rotas alternativas são exemplos de como a tecnologia pode favorecer a otimização do tráfego em uma cidade.

A aplicação desses recursos em São Paulo facilitam o planejamento urbano e resultam em uma diminuição de custos e aumento na eficiência dos serviços. Cada vez mais, é possível observar que São Paulo se tornou referência em mobilidade urbana graças ao movimento de mudança que prioriza o perdeste, o transporte coletivo e soluções inovadoras em micromobilidade em detrimento de veículos individuais.

Para saber mais informações sobre o Ranking Connected Smart Cities, clique aqui. 

CONFIRA MAIS MATÉRIAS SOBRE SÃO PAULO:
ESPECIAL CIDADES: SÃO PAULO
SMART CITIES: SÃO PAULO
COMO SÃO PAULO TEM MUDADO A ÓTICA SOBRE O PLANEJAMENTO URBANO?

APLICATIVO JUNDIAÍ EXPANDE FUNCIONALIDADES COM FOCO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

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Fonte: Prefeitura de Jundiaí/Divulgação

O usuário pode acessar no Aplicativo ambientes específicos como: Coronavírus e informes epidemiológicos, IPTU, linhas de ônibus, agendamentos de consultas, vagas de emprego do PAT e agenda cultural

Com foco na prestação de serviços à população, o Aplicativo Jundiaí chega a 2021 com 127 funcionalidades e tendência de crescimento e dinamização. Lançado pela Companhia de Informática de Jundiaí (Cijun) em abril de 2017, com 45 opções de serviços da Prefeitura, o aplicativo já acumula mais de dois milhões de acessos e cerca de 68 mil downloads, disponível nas duas plataformas (IOS e Android).

Para o diretor-presidente da Cijun, Amauri Marquezi de Luca, os diferenciais do Aplicativo são resultado do olhar digital do governo para a prestação de serviços. “O Aplicativo Jundiaí foi criado com o objetivo facilitar a vida do cidadão, conforme previsto no Plano de Governo do prefeito Luiz Fernando Machado, e está integrado no programa Jundiaí Cidade Inteligente, pela forma como otimiza e agiliza o atendimento ao munícipe por meio da integração de novas tecnologias. Como diferenciais, o Aplicativo traz ainda num único ambiente os serviços integrados e organizados por plataforma de governo. Um pedido de árvore, por exemplo, permite que o munícipe anexe uma foto e até mesmo a sua geolocalização, tudo isso integrado ao sistema do 156 para cumprimento da demanda”.

Além dos ícones de cada plataforma de governo, o usuário encontra na interface do Aplicativo ambientes específicos como Coronavírus e informes epidemiológicos, Imprensa Oficial, IPTU, linhas de ônibus, agendamentos de consultas, horários dos velórios municipais, vagas de emprego do PAT, agenda cultural, entre outros.

Outros exemplos de integração estão presentes também, por exemplo, no ambiente de Emergências (denúncias de assédio sexual em ônibus, drogas, furtos ou roubos e, atualmente, aglomerações durante a pandemia), que está automaticamente conectado com as bases de dados da Guarda Municipal; e o ambiente de agendamento de consultas na rede municipal de Saúde, também vinculado à Central de Agendamento de Consulta (CAC) e ao sistema presencial de agendamento na rede.

Para além do aumento de funcionalidades, Marquezi explica o foco de expansão dos serviços disponíveis. “Com o aprimoramento dos serviços já ofertados, a proposta será a de torná-los cada vez mais integrados, melhorando não só a relação entre os serviços e as plataformas, mas a relação entre a Prefeitura e o munícipe. Tudo isso somado e integrado aos cerca de 90 sites desenvolvidos pela Cijun – todos responsivos (com layouts adaptáveis conforme o dispositivo)”.

O Aplicativo Jundiaí fica disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos de celulares – nas plataformas IOS e Android – a partir de links no site da Prefeitura.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Jundiaí 

MAIS CINCO ESCOLAS DE SANTOS GANHAM ESTUDIOTECAS DIGITAIS

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Foto: Isabela Carrari/Divulgação

Desde 2018, por meio do Escolas que Inovam, já foram entregues 46 estudiotecas em escolas municipais

Cinco escolas municipais ganharam estudiotecas equipadas e apropriadas para a educação infantil. Os ambientes tecnológicos e multidisciplinares, destinados ao atendimento dos alunos de jardim e pré-escola, fazem parte do projeto ‘Escolas que Inovam – etapa Educação Infantil’.

A entrega simbólica foi realizada no dia 29 de dezembro de 2020, na UME Iveta Mesquita Nogueira (Ponta da Praia). Também foram contempladas as unidades Porchat de Assis (Ponta da Praia), Dos Andradas (Aparecida), Olívia Fernandes (Embaré) e Maria Helena Roxo (Vila Nova). Desde 2018, por meio do Escolas que Inovam, já foram entregues 46 estudiotecas em escolas municipais.

A entrega é parte do Trimmc (Termo de Responsabilidade de Implantação de Medidas Mitigadoras e/ou Compensatórias) assinado entre a prefeitura e a empresa VLI. Dentro da mesma parceria, no próximo ano, mais 19 escolas desta modalidade de ensino receberão a nova sala e oito unidades terão complementação de equipamentos, porque já possuem a estudioteca do ensino fundamental. Com isso, a rede municipal terá 100% da educação básica atendida.

Os espaços, que viabilizam o desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras e participativas, contam com mobiliários específicos e itens como chromebooks. A proposta é o desenvolvimento de ações complementares que estejam integradas aos diferentes componentes curriculares.

Especialmente para a inauguração, o professor de Artes da rede municipal, Tiago Reis, fez uma ilustração alusiva à tecnologia na parede do novo espaço. “Planejamos e iniciamos o projeto das estudiotecas muito antes da pandemia. O uso de tecnologias na educação seria essencial a qualquer tempo, mas hoje sua importância se tornou ainda mais evidente. Fizemos boas parcerias, a fim de trazer mais qualidade aos nossos alunos. Quero agradecer a todos os envolvidos”, destacou o prefeito Paulo Alexandre Barbosa.

O gerente geral de meio ambiente e sustentabilidade da VLI, Giuliano Marchiani, destacou que a iniciativa é a concretização de um sonho. “Acreditamos que é por meio da educação que compartilhamos valores e esta área é um pilar importante para a nossa empresa. Estamos felizes com a oportunidade de participar desta ação”.

“As novas tecnologias no contexto escolar, tema tão abordado neste ano com o ensino remoto, será assunto de formações permanentes, a fim de auxiliar e contribuir para o melhor aproveitamento das estudiotecas e suas potencialidades”, afirmou a secretária de Educação, Cristina Barletta. Ela ainda lembrou a relevância destes espaços para os alunos. “É uma geração muito tecnológica e é essencial usarmos uma linguagem que se aproxima dela”.

Santos fecha 2020 com todas as escolas de ensino fundamental beneficiadas com estudiotecas. Em 2018, nove unidades foram contempladas por meio de parceria com a empresa VLI, envolvendo também o Programa Municipal de Justiça Restaurativa. Nestas escolas, foram instaladas, ainda, bibliotecas digitais.

Já em 2019, a UME Paulo Gomes Barbosa (Jabaquara) foi entregue com o espaço tecnológico (Trimmc assinado com o Grupo Mendes). Neste ano, outras 30 escolas passaram a contar com os novos ambientes pelo Trimmc firmado com as empresas Suzano e DP World. As duas empresas também foram responsáveis pela estudioteca da UME Terezinha Maria Calçada Bastos (Morro São Bento), inaugurada no início de 2020.

Fonte: Prefeitura de Santos 

 

RECIFE: LINHAS DO BRT NO CORREDOR LESTE/OESTE PASSAM A ACEITAR PAGAMENTO DE TARIFA COM CARTEIRA DIGITAL EM APLICATIVO DE CELULAR

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De acordo com a Cittamobi, as linhas que receberam a novidade transportam mais de 1,1 milhão de pessoas por mês

As linhas do BRT no Corredor Leste/Oeste, que circulam na Zona Oeste do Recife e em parte de Camaragibe, disponibilizaram aos passageiros a opção de pagamento da tarifa em uma carteira digital, por meio de um aplicativo de celular gratuito, o Cittamobi. É possível fazer a recarga pelo celular utilizando cartão de crédito ou boleto bancário e acessar o coletivo encostando o aparelho na catraca.

De acordo com a Cittamobi, as linhas que receberam a novidade transportam mais de 1,1 milhão de pessoas por mês. Até o mês de fevereiro, a mudança deve ser implementada também na linha CDU/Boa Viagem/Caxangá (2040), conforme informou o aplicativo.

Segundo a empresa, o objetivo é que a facilidade seja disponibilizada para todas as empresas de ônibus que integram o Sistema Estrutural Integrado (SEI).

O aplicativo pode ser baixado na loja de apps do celular e está disponível apenas para o sistema operacional Android. De acordo com a empresa, uma versão para o sistema iOS ainda deve ser lançada.

É necessário fazer um cadastro com dados pessoais, além de enviar uma foto do rosto e uma foto de um documento oficial, como identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Após a validação dos dados, o usuário pode adicionar um saldo para utilizar no pagamento das passagens.

Há a opção de pagamento pelo boleto bancário ou cartão de crédito. No caso do boleto, é necessário aguardar 24 horas para a disponibilização do saldo na carteira digital. Caso o pagamento seja com cartão de crédito, o saldo deve ficar disponível de forma imediata.

VEJA AS LINHAS ATENDIDAS

  • 2450 TI Camaragibe (Conde da Boa Vista)
  • 2480 TI Camaragibe/Derby
  • 2437 TI Caxangá (Conde da Boa Vista)
  • 2441 TI CDU(Conde da Boa Vista)
  • 2443 TI CDU/TI Joana Bezerra
  • 2444 TI Getúlio Vargas (Conde da Boa Vista)

Fonte: G1