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SOCICAM REAFIRMA ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO E ENCERRA 2020 COM NOVOS CONTRATOS EM SÃO PAULO, SANTA CATARINA E FORTALEZA

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Foto: Divulgação

Mesmo em um cenário de crise econômica mundial e com os diversos impactos trazidos pela pandemia do novo coronavírus no setor da mobilidade, a Socicam encerra o ano de 2020 com importantes novos empreendimentos sob sua gestão, mantendo um elevado desempenho na captação de novos negócios e uma alta qualidade na entrega de novos projetos.

“Trabalhamos muito no sentido de levar novas soluções para os entes públicos, pensando na elevação da qualidade da prestação de serviços para os cidadãos e na redução de custos para a administração pública. Mesmo com a pandemia, conseguimos desenvolver estudos e prosseguir com discussões importantes para o setor de mobilidade, que deram origem a novos negócios para a Socicam”, afirma João Paulo Correa Neves, Coordenador de Novos Negócios.

A mais recente adição ao portfólio de operações é o Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó (SC), que será administrado pela Socicam pelos próximos 30 anos e receberá investimentos previstos de mais de R$ 30 milhões ao longo deste período. [Saiba mais sobre o novo aeroporto Socicam]

“Realizamos um planejamento estratégico muito sólido na prospecção de novos negócios, o que pode ser verificado em nossas vitórias nos projetos de mobilidade urbana e na área de aeroportos, um setor onde estamos crescendo. Chegamos ao estado de Santa Catarina, onde a Socicam ainda não tinha operações, reafirmando nosso compromisso em contribuir com a mobilidade em todo o Brasil”, diz Wanderley Galhiego Junior, Diretor de Novos Negócios e Inovação.

Este ano a Socicam também conquistou o contrato de gestão e operação das áreas comerciais da Estação Integrada do Brás, em São Paulo. Localizada na região central da capital paulista, a estação faz a integração entre os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e o Metrô de São Paulo.

Além da administração de todo o complexo comercial, o contrato de concessão, que tem duração de 30 anos, prevê a manutenção e vigilância desta área da estação e diversas melhorias para modernização do local, como a construção de novos banheiros, vestiários e refeitório para funcionários das lojas da área comercial e uma praça de alimentação para os clientes da estação.

A Socicam também foi vencedora da concorrência para a administração, operação e manutenção dos terminais urbanos de Fortaleza (CE), que permite o seguimento de um trabalho de excelência que a empresa vem realizando desde 2015.

As operações de administração e manutenção serão mantidas nos 7 terminais e 17 estações do BRT da capital cearense, por onde passam diariamente mais de 1 milhão de pessoas.

“Com esta renovação, a qualidade da operação nos terminais de Fortaleza será mantida, assim como os empregos dos cerca de 600 colaboradores da Socicam que atuam no local, algo muito importante neste momento de incertezas econômicas causadas pela pandemia”, ressalta Newton Fialho, Gerente do núcleo CE na Divisão Terminais Norte.

“Ficamos muito felizes por ter conquistado novos negócios e poder contribuir para melhorar a vida de mais pessoas, em novas regiões no Brasil, o que sempre foi o nosso propósito. O ano foi difícil e atípico para todos, mas diariamente reafirmamos nosso compromisso de negócio de contribuir para o desenvolvimento da mobilidade no país”, conclui Galhiego.

Fonte: Socicam 

LABORATÓRIO NA USP OFERECE CURSO ON-LINE PARA DESENVOLVER APP E SOLUÇÕES MOBILE

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Foto: Divulgação

Há ainda cursos sobre Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Aumentada, e Desenvolvimento Ágil; todos são gratuitos e com vagas limitadas

agenda de cursos de janeiro do laboratório Samsung Ocean, sediado na USP em São Paulo, está disponível. Na programação, há oito cursos de desenvolvimento Android que irão auxiliar de forma prática os interessados em desenvolver aplicativos e soluções mobile. Há ainda cursos de Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Aumentada, e Desenvolvimento Ágil.

Os cursos serão realizados de 18 a 28 de janeiro. Eles são gratuitos e têm vagas limitadas. O público-alvo são estudantes de graduação e pós-graduação. A inscrição pode ser feita através deste link.

CURSOS DE VERÃO ANDROID

18/1 – Android: introdução
19/1 – Android: laboratório
20/1 – GPS com Google Maps
21/1 – WebServices com Retrofit e Imagens com Glide
22/1 – Realidade Virtual, Aumentada e Mista: introdução ao XR
25/1 – Listas com RecyclerView e Multithread
26/1 – Bando de Dados com Android Room
27/1 – Push Notification com Firebase
28/1 – Jetpack e Arquitetura

Fonte: Jornal da USP 

CURITIBANO TERÁ WI-FI PÚBLICO GRATUITO EM 254 LOCAIS

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Foto: Pedro Ribas/SMCS

O Wi-fi Curitiba integra o Vale do Pinhão, movimento de inovação comandado pela Prefeitura em busca de soluções para diversas áreas e vai facilitar o acesso aos serviços públicos já oferecidos pela internet

O cidadão curitibano poderá contar com wi-fi de acesso público gratuito em 254 locais da cidade que têm grande fluxo de pessoas, como terminais, Ruas da Cidadania, Mercado Municipal, Faróis do Saber e da Inovação, Liceus do Ofício, Centro Histórico, estabelecimentos de saúde e a área de atendimento do Palácio Solar 29 de Março, sede da Prefeitura, no Centro Cívico.

O anúncio foi feito pelo prefeito Rafael Greca ao lado da primeira-dama Margarita Sansone, na tarde desta quinta-feira (7/1), no Salão Brasil, no Palácio 29 de Março, durante a cerimônia de assinatura do protocolo de intenções entre a Prefeitura de Curitiba e o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI). A expectativa é que a estrutura esteja concluída em 180 dias.

O Wi-fi Curitiba integra o Vale do Pinhão, movimento de inovação comandado pela Prefeitura em busca de soluções para diversas áreas e vai facilitar o acesso aos serviços públicos já oferecidos pela internet.

“Vamos inaugurar o futuro, assim como fizemos esta semana com a Muralha Digital. Vem aí a inclusão digital para garantirmos facilidade de acesso aos aplicativos da Prefeitura. A cidade há de ser um espaço de oportunidade e igualdade para todos”, comemorou o prefeito ao falar das possibilidades de conectividade para os curitibanos.

“Os cidadãos inteligentes e conectados terão a senha da sua cidadania digital”, disse o prefeito, que espera expandir para mais pontos de acesso futuramente.

O secretário de Administração e de Gestão de Pessoal, Alexandre Jarshel de Oliveira, destacou alguns dos aplicativos já disponíveis e que terão seu acesso facilitado pelo Wi-fi Curitiba. “O curitibano poderá utilizar o Saúde Já, o Curitiba App, 156 Mobile e outras funcionalidades que venham a ser oferecidas ao cidadão e que poderão ser acessadas pela rede de wi-fi público da cidade”, exemplificou. “O objetivo é a inclusão digital, o acesso à internet de qualidade”, completou.

CONTRAPARTIDA SOCIAL

A implantação de toda a estrutura será feita pelo Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), sem custos para a Prefeitura de Curitiba. Desde 2019, o Instituto tem um contrato de gestão com a Prefeitura.

A implantação do wi-fi público foi o projeto escolhido pela Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão, da qual participam diversas secretarias e órgãos municipais. Este comitê elegeu o Wi-fi Curitiba como projeto de responsabilidade social relativo ao contrato.

Para ter acesso ao Wi-fi Curitiba, o cidadão deverá ser autenticado pelo Passaporte Curitiba, que gerencia todas as redes sem fio de internet pública gratuita, de acordo com o marco regulatório da internet. O usuário utilizará o mesmo login e senha onde quer que esteja, sem burocracia. Para se cadastrar, basta acessar o portal (https://passaporte.ici.curitiba.org.br/ )

O presidente em exercício do ICI, Marcelo José de Araújo Prado, declarou que o Wi-fi Curitiba está relacionado ao propósito do ICI, que é melhorar a vida das pessoas. O Instituto das Cidades Inteligentes foi representado ainda pelos diretores Jurídico, Alexandre Scolari, e Técnico, Fernando Matesco.

PRESENÇAS

Participaram do lançamento do Wi-fi Curitiba o secretário do Governo Municipal e presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, Luiz Fernando Jamur, a secretária da Comunicação Social, Mônica Santanna, a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Ana Cristina Alessi, o vereador Marcelo Fachinello, e o superintendente de Tecnologia da Informação da Secretaria de Administração e de Gestão de Pessoal, Leandro Vergara.

Também participaram as secretárias da Educação, Maria Sílvia Bacila, os secretários de Segurança Alimentar e Nutricional, Luiz Gusi, do Urbanismo, Julio Mazza de Souza, e o secretário em exercício da Defesa Social e Trânsito e comandante da Guarda Municipal, Carlos Celso dos Santos Junior.

Estavam na cerimônia ainda a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro, do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, o presidente da Cohab, José Lupion Neto, do Instituto Municipal de Administração Pública (Imap), Alexandre Matschinske, do Instituto de Previdência dos Servidores de Curitiba (IPMC), Breno Lemos, da CuritibaPrev, da Fundação de Previdência Complementar do Município de Curitiba,  José Luiz Costa Taborda Rauen.

Fonte: Prefeitura de Curitiba 

PIAUÍ: PROJETO PIONEIRO VAI USAR PPPS PARA DESENVOLVER CIDADES

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Nova Ceasa é exemplo de sucesso de PPP implantado no Piauí | foto: Divulgação

Setores estratégicos de infraestrutura de 60 municípios piauienses serão fomentados por meio de parcerias público-privadas. O edital para o credenciamento das primeiras cidades contempladas será divulgado ainda neste mês

Sessenta cidades piauienses serão piloto de um programa que visa desenvolver, por meio de parcerias público-privadas (PPP), setores estratégicos de infraestrutura municipal, como iluminação pública, geração de energia solar, conectividade e saneamento. Trata-se do Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes, que será executado pelo Governo do Estado, por meio da Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc), com apoio técnico do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC). O edital para  o credenciamento das primeiras cidades contempladas será divulgado ainda neste mês de janeiro.

Segundo a superintendente de Parcerias e Concessões, Viviane Moura, a meta do Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes é atender pelo menos 60 cidades ao longo de 2021 e depois ampliar para mais municípios. Na prática, as prefeituras selecionadas terão acesso à expertise que garantiu ao Piauí  a contratação de oito projetos de PPP, em pouco mais de cinco anos de atuação do Programa Estadual, e dar a elas  condições de contratar parcerias estratégicas,  em nível municipal, garantindo investimentos, gerando economia e contribuindo com desenvolvimento econômico e social das cidades.

“Os resultados do Programa Estadual de PPP do Piauí são, hoje, referência, de modo que somos procurados, frequentemente, por gestores de outros estados, cidades e até países, interessados em saber como estruturamos e colocamos em prática nossos projetos, que tem respaldo, inclusive, da Organização das Nações Unidades (ONU). Então, pensamos em disseminar esse conhecimento para ajudar a mudar a realidade das cidades do Piauí. Mais que gerar economia, essas parcerias têm ajudado a ofertar serviços públicos com mais qualidade para a população”, destaca Viviane Moura.

Ela cita como exemplo dessa mudança de paradigma promovida pela parceria com a iniciativa privada, no Piauí, o abastecimento de água em Teresina. O serviço foi universalizado no ano passado, mesmo com a pandemia, graças aos investimentos da concessão do Saneamento, feita pelo Governo do Estado em julho de 2017. O Programa Estadual de PPP do Piauí possui na carteira de projetos implantados outros exemplos premiados, como a Nova Ceasa e o Piauí Conectado. Os investimentos dos  sete contratos ativos já ultrapassam os R$ 700 milhões e geraram mais de três mil empregos diretos e indiretos para o povo piauiense nos últimos cinco anos.

No ano passado, três novas PPPs foram contratadas: Terminal Rodoviário de Barra Grande; oito Miniusinas de Energia Solar; e o Habitar Servidor, que prevê  a construção de 500 apartamentos do Residencial Tiradentes. Juntos, esses contratos preveem investimentos de mais de R$ 200 milhões da iniciativa privada nesses setores estratégicos, que são Turismo, Energias Renováveis e Habitação.

Para possibilitar a ampla participação das cidades no projeto, a SUPARC vai buscar a parceria da Associação Piauiense de Municípios (APPM) para divulgar o edital entre os prefeitos. De acordo com o projeto, serão 60 cidades contempladas  com essa assessoria técnica em 2021, sendo seis blocos de 10 cidades.

O programa PPP Piauí Cidades Inteligentes vai contar com a parceria do IPGC, que é referência nacional na execução de projetos inovadores para a administração pública na área de infraestrutura pública, PPPs, educação, saúde e assistência social. A equipe da SUPARC e do IPGC serão responsáveis, em conjunto com equipes das prefeituras, por elaborar os projetos de PPP para essas cidades contempladas. Esse trabalho vai desde a autorização dos estudos para elaboração dos projetos até a licitação e contração das futuras concessionárias.

“É uma grande inovação do ponto de vista do apoio à gestão pública municipal, principalmente, para desenvolvimento de infraestrutura pública urbana. A implantação do programa PPP Piauí Cidades Inteligentes vai viabilizar a entrega de serviços que são muito importantes para as cidades. O papel do IPGC nessa cooperação com o governo é ser o braço técnico e operacional que vai ajudar os municípios a realizar os estudos de viabilidade, a modelagem e a licitação desses projetos”, destacou Leonardo Santos, diretor presidente do IPGC Brasil.

Fonte: Meio Norte 

CAMPINAS: PARCERIA VIABILIZA SETOR DE ILUMINAÇÃO

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Fonte: Correio 

ESPECIAL CIDADES: FLORIANÓPOLIS

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Confira como Florianópolis se classificou no Ranking Connected Smart Cities 2020 e quais são as perspectivas para a nova gestão de 2021

Florianópolis ficou conhecida como Ilha do Silício brasileira pelo fato de ter um ecossistema tecnológico que dá origem a grandes empresas no setor. Incentivos do governo, como a criação da Lei Municipal de Inovação e o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) são responsáveis por atrair empresas de base tecnológicas, contando com aproximadamente 600 empresas de software, hardware e serviços de tecnologia.

A Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF) e a Prefeitura traçaram um plano em 2017 para o desenvolvimento de um Laboratório de Inovação Urbana, com o objetivo de tornar a cidade mais inteligente e conectada. A primeira ação realizada pelo Laboratório se constituiu da instalação de roteadores Wi-Fi e câmeras inteligentes em uma das principais vias da cidade, a Rua Vidal Ramos, localizada no centro. As imagens das câmeras podem ser acessadas de qualquer dispositivo, permitindo que órgãos de segurança e comerciantes tenham acesso ao armazenamento e gerenciamento de imagens na nuvem.

A Rede Municipal de Centros de Inovação é formada por quatro centros: O CIA Downtown, o CIA Primavera, o CIA Sapiens e o SOHO. O objetivo principal desses centros é fornecer capacitação na área de ciência, tecnologia e inovação, atraindo novos investidores e negócios para Florianópolis. De acordo com o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, “O fato de Florianópolis ter avançado no setor de tecnologia, faz com que exista a criação de pequenas empresas- que se formam com o apoio do fundo municipal de inovação criado pela prefeitura- e percebemos que cada recurso investido volta de 3 à 4 vezes maior na arrecadação”.

A cidade foi a segunda colocada no Ranking Connected Smart Cities 2020, tendo destaque nos eixos de Economia (3° lugar); Tecnologia (4° lugar); Educação (5° lugar); e Mobilidade (5° lugar). Florianópolis representa 14% do PIB da capital catarinense e, a partir de uma infraestrutura sólida, de maneira a apoiar o desenvolvimento tecnológico, o setor de Tecnologia e Informação e Comunicação (TIC) apresentou taxas de crescimento em 2020, mesmo durante o cenário de crise graças a pandemia do COVID-19.

A perspectiva é que a cidade invista mais em tecnologia na próxima gestão, desenvolvendo políticas que estimulem o desenvolvimento de uma cidade inteligente. O Connected Smart Cities irá realizar eventos regionais para promover a discussão, a troca de informações e a difusão de ideias entre governo, entidades e empresas, visando entender como novas políticas podem ser desenvolvidas nas novas gestões para a construção de cidades mais inteligentes e conectadas. O evento regional em Florianópolis irá acontecer no dia 08/06, para saber mais clique aqui.

CONFIRA OUTRAS MATÉRIAS SOBRE FLORIANÓPOLIS:
FLORIANÓPOLIS É DESTAQUE COM POLO DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA
TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM FLORIANÓPOLIS
EM ENTREVISTA EXCLUSIVA, O PREFEITO DE FLORIANÓPOLIS CONTA COMO O INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO AJUDOU A CIDADE A ENFRENTAR A CRISE

ENGIE BRASIL: CAMINHOS DA SOLIDARIEDADE

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Ao todo, entre março e dezembro de 2020, a ENGIE destinou R$ 11 milhões ao enfrentamento à pandemia

O enfrentamento à pandemia da Covid-19 tem desafiado o mundo em uma dupla jornada: ao mesmo tempo em que se busca evitar a disseminação da doença, há urgência em reduzir seus impactos econômicos e sociais. Nesse sentido, as empresas vêm desempenhando uma função social relevante, que inicia na proteção de seus colaboradores e se estende ao apoio às comunidades locais, especialmente dos mais vulneráveis.

Assim como outras grandes empresas, a ENGIE fortaleceu a corrente de solidariedade formada para combater a pandemia no Brasil. Além de garantir condições de trabalho seguras a seus colaboradores, evitando a propagação do novo coronavírus, a empresa acionou seus parceiros institucionais em ações sociais e atuou junto às comunidades onde está inserida, bem como às organizações dedicadas a pesquisar saídas para a crise de saúde pública.

Ao todo, entre março e dezembro de 2020, a ENGIE destinou R$ 11 milhões ao enfrentamento à pandemia.

“Dos vários aprendizados trazidos pela crise, a força da solidariedade certamente foi um dos maiores. A união entre nossos colaboradores, bem como com organizações parceiras, permitiu uma contribuição no combate à Covid-19, potencializando nossa atuação em responsabilidade social.”Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil.

APOIO URGENTE

Desde o início da pandemia, um dos focos da ENGIE foi o apoio mais imediato às pessoas impactadas pela perda de renda, bem como pela suspensão de atividades escolares e filantrópicas – que prejudica, em muitos casos, o acesso à alimentação. No mês de abril, a empresa lançou a 1ª Campanha de Solidariedade, propondo a seus colaboradores a doação de recursos a instituições que apoiassem famílias em situação de vulnerabilidade social, com foco na distribuição de itens de higiene e cestas básicas. Ao todo, 1.160 colaboradores participaram dessa primeira etapa, com doações financeiras em um valor que foi dobrado pela empresa, resultando em R$ 245 mil doados a 33 instituições, situadas na área de atuação da ENGIE em todo o Brasil.

O sucesso da iniciativa levou a mais duas campanhas de Solidariedade, desenvolvidas nos meses seguintes, quando a ENGIE duplicou e depois triplicou o valor doado pelo time – que seguiu participando em massa, mantendo a média de mil colaboradores por etapa. Assim, ao longo das três campanhas, o total arrecadado alcançou R$ 1,24 milhões.

Além da aquisição de cestas básicas, os recursos da segunda Campanha tiveram como destino o apoio a 40 hospitais e centros de saúde, com a distribuição de materiais de proteção para profissionais da linha de frente – como máscaras, aventais e luvas –, além de testes rápidos. A terceira Campanha foi encerrada em novembro, com os recursos sendo destinados a 21 instituições, desta vez sugeridas pelos próprios colaboradores.

Em complemento, 25 hospitais do Paraná foram beneficiados a partir da doação de R$ 500 mil, feita pela ENGIE ao programa Salvando Vidas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – que duplicou o valor doado, de modo que as instituições de saúde paranaenses receberam, juntas, R$ 1 milhão.

AÇÕES NA REGIÃO NORTE

Na área de atuação da Usina Hidrelétrica Jirau, no Rio Madeira (RO), as iniciativas lideradas pelo empreendimento têm ajudado comunidades em mais de 16 localidades, entre distritos e zonas rurais. Cerca de R$ 850 mil foram aplicados em projetos sociais, que beneficiaram pelo menos 35 mil pessoas.

Recursos do subcrédito social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram direcionados para auxiliar grupos em situação de vulnerabilidade, incluindo indígenas, pescadores, produtores rurais, comunidades vulneráveis e profissionais da saúde. Também foram realizadas doações de cestas básicas, kits de higiene, equipamentos de proteção individual e kits de testagem.

No Amazonas, uma doação da TAG, no valor de R$ 235,2 mil foi convertida em 2,5 mil cestas básicas, 2,5 mil unidades de álcool em gel e 10 mil máscaras de tecidos, distribuídas em 18 comunidades, de quatro municípios – Coari, Manacapuru, Iranduba e Caapiranga. A contribuição foi realizada em parceria com Transpetro, SESC – Mesa Brasil e a Marinha do Brasil, fundamental à logística de distribuição dos itens doados.

PESQUISA E TRATAMENTO

Em paralelo às ações solidárias, a ENGIE se manteve conectada às instituições de pesquisa dedicadas a desenvolver soluções para prevenção e diagnóstico da Covid-19. Uma das principais iniciativas nesse sentido foi a composição de um fundo emergencial para Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), visando aumentar a produção de testes.

Junto a outras cinco empresas do setor elétrico, em iniciativa coordenada pelo Instituto Acende Brasil – Enel Brasil, Grupo Energisa, Light, Neoenergia e Isa Cteep – a ENGIE colaborou para que o fundo tivesse arrecadação inicial de R$ 9 milhões. Posteriormente, a TAG doou mais R$ 1 milhão à Fiocruz, para a implantação de uma Unidade de Apoio ao Diagnóstico Molecular da Covid-19 da instituição, na Bahia.

Ao mesmo tempo em que apoiava os esforços científicos para frear a doença, foi preciso apoiar as organizações dedicadas ao tratamento daqueles que a contraíram. Por intermédio da Fundação ENGIE, foram aportados 100 mil euros no Hospital Universitário do Fundão, no Rio de Janeiro. A iniciativa, coordenada pelo Instituto da Criança, garantiu recursos para obras de ampliação e preparação de 90 leitos de UTIs destinados ao tratamento de pacientes com a COVID-19. O valor equivale a cerca de 10% dos recursos liberados pela Fundação em todo o mundo.

RETOMADA ECONÔMICA

Para colaborar com a retomada segura da atividade econômica, a ENGIE buscou auxiliar micro e pequenos empreendedores locais. No Rio de Janeiro, por exemplo, engajou-se no movimento Estímulo 2020, contribuindo com R$ 1 milhão para a plataforma de crédito, que tem por objetivo oferecer auxílio financeiro, com condições facilitadas, a pequenos negócios afetados pela crise.

O impulso ao empreendedorismo também está entre os eixos do projeto Mulheres do Nosso Bairro, lançado em outubro para ajudar mulheres das comunidades locais a superarem os efeitos negativos da pandemia. Entre essas iniciativas estão o fomento ao empreendedorismo, cursos on-line de capacitação gratuitos, informações sobre redes de apoio, ações de sensibilização e conscientização para combater a violência doméstica, além de suporte à saúde gestacional. O projeto inicia com o aporte de R$ 770 mil reais e abrange mais de 100 municípios, em 13 estados do Brasil.

Fonte: Engie Brasil 

CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL DA MURALHA DIGITAL DE CURITIBA COMEÇA A FUNCIONAR

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Foto: Daniel Castellano/SMCS

Além do CCO, câmeras pela cidade e radares, futuramente, dispositivos inteligentes serão instalados no uniforme dos guardas municipais e completarão a Muralha Digital de Curitiba

A Muralha Digital, que forma um cerco digital de segurança ao redor da cidade, já é uma realidade em Curitiba. O prefeito Rafael Greca e o governador Carlos Massa Ratinho Junior inauguraram, na manhã desta terça-feira (5/1), o Centro de Controle Operacional (CCO) que integra o programa.

Além do CCO, câmeras pela cidade e radares, futuramente, dispositivos inteligentes serão instalados no uniforme dos guardas municipais e completarão a Muralha Digital de Curitiba. Policiamento aliado à tecnologia consolidam a nova estrutura que vai proporcionar, em tempo real e com agilidade, mais segurança aos curitibanos.

“A Muralha Digital é uma estrutura da Prefeitura de Curitiba que não dorme, é a contribuição de Curitiba, cidade inteligente, à segurança da Região Metropolitana. Serão 1.742 câmeras, 191 locais com 804 faixas de radares, 185 botões de pânico em escolas”, resumiu o prefeito Rafael Greca ao ressaltar que parte das 488 câmeras já instaladas permite o reconhecimento facial.

SEGURANÇA EM TEMPO REAL

Greca enfatizou a importância da parceria e da cooperação de todos os poderes para a viabilidade do projeto. “Temos agora a possibilidade da segurança em tempo real. A cidade passa a ser completamente controlada. Não mais permanecerá o corpo de uma criança numa mala no saguão da rodoviária, como no caso da menina Raquel Genofre”, lembrou o prefeito, que destacou ainda que as centrais 156 (Prefeitura de Curitiba), 153 (Guarda Municipal) e 190 (Polícia Militar) continuam funcionando 24 horas.

Além de todas as escolas municipais que agora têm câmeras modernas, os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos da cidade, como a rodoferroviária, as Ruas da Cidadania, cemitérios, a entrada e a saída da cidade.

O projeto é resultado da parceria entre a Prefeitura de Curitiba, o Governo do Estado e o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI).

“A ideia é expandir para outras cidades. Além da Região Metropolitana de Curitiba, Londrina e Foz do Iguaçu serão contempladas no projeto que está no Ministério da Justiça”, declarou o governador Ratinho. “Teremos patrulhamento e a tecnologia, que é um aliado muito grande na prevenção e no combate à violência. Vamos levar mais tranquilidade aos curitibanos e aos paranaenses”, completou o governador.

TRÊS FASES

De acordo com o secretário municipal de Administração e de Gestão de Pessoal, Alexandre Jarschel de Oliveira, a instalação do Centro de Controle Operacional integra a primeira fase do projeto. A segunda fase deverá ser consolidada entre março e abril, com a manutenção e substituição de câmeras existentes, instalação de câmeras em ônibus, terminais e estações-tubo. A terceira fase terá a possibilidade de integração com câmeras particulares. O investimento total será de R$ 28 milhões.

Aos presentes na inauguração do CCO, o comandante da Guarda Municipal, Carlos Celso dos Santos Junior, demonstrou a variedade de recursos que a tecnologia proporciona à equipe que trabalha na unidade, como a possibilidade de tomar as medidas necessárias nos casos do acionamento do botão de pânico nas escolas e nos da Lei Maria da Penha. “Conseguimos mandar a viatura mais próxima para atender as ocorrências e proteger as mulheres”, citou.

O comandante destacou que as câmeras de reconhecimento facial, como as instaladas na rodoviária, podem identificar pessoas que são procuradas pela justiça e pela polícia, mesmo que estejam usando máscara devido à pandemia.

INTELIGÊNCIA

O presidente do ICI, Fabrício Zanini, destacou a importância da participação do Instituto no projeto. “O conceito contempla a gestão do trânsito, do transporte coletivo, a defesa civil e a assistência social com dispositivos inteligentes, todos conectados”, declarou.

O comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Péricles de Matos, que também participou da inauguração, destacou a importância de uma estrutura como a da Muralha Digital. “Ela permite a consciência situacional, para que os gestores possam atender as situações de segurança pública e trará resultado na gestão pública municipal”, afirmou.

Antes de sair do CCO, o prefeito fez questão de agradecer aos servidores que integram a equipe. “Vocês são nosso orgulho. Cuidem da nossa cidade”, disse Greca.

PRESENÇAS

Participaram da inauguração do Centro de Controle Operacional da Muralha Digital o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, o secretário de segurança do Paraná, Romulo Marinho Soares, o sub-comandante geral da Polícia Militar, Coronel Hudson Leôncio Teixeira, o chefe da Casa Civil, Guto Silva, os vereadores Mauro Bobato e Mauro Ignácio. O juiz Hamilton Schwartz representou o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira.

Também estavam presentes o secretário do Governo Municipal e presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC), Luiz Fernando Jamur, a secretária da Comunicação Social, Mônica Guimarães Santanna, a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Ana Cristina Martins Alessi, o superintendente de Tecnologia da Informação da Secretaria de Administração e de Gestão de Pessoal, Leandro Vergara, e a administradora da Regional Matriz, Rafaela Lupion.

Fonte: Prefeitura de Curitiba 

ECOVAGAS: A PRIMEIRA REDE SEMI-PÚBLICA DE CARREGAMENTO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS DO BRASIL

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Enel X e Estapar firmam parceria para viabilizar estações de recarga de veículos elétricos em estacionamentos de aeroportos, hospitais, prédios comerciais e arenas

A Enel X, empresa de soluções energéticas da Enel Brasil, e a Estapar, a maior rede de estacionamentos do País, firmaram um acordo estratégico para criar a primeira rede semi-pública do Brasil de recarga de veículos elétricos. O objetivo do projeto é impulsionar o desenvolvimento da mobilidade elétrica no País e ampliar a infraestrutura de recarga de veículos, contribuindo para a transição energética, descarbonização, eletrificação e sustentabilidade das cidades.

Na primeira etapa do projeto Ecovagas, será construída uma rede integrada de 250 estações de recarga em cerca de 100 pontos premium de estacionamentos da Estapar nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Distrito Federal, como shopping centers, aeroportos, hospitais, arenas, prédios comerciais e instituições de ensino.

As Ecovagas serão exclusivas para veículos elétricos, e contarão com a segurança de profissionais para o gerenciamento das instalações, manutenção da rede, energia e gerenciamento por meio de tecnologia e software que permitem um alto nível de serviço e de funcionamento do sistema.

Os equipamentos do projeto contam com a tecnologia da Enel X, uma das líderes globais do mercado de mobilidade elétrica, e fornecem um carregamento inteligente mais rápido, abastecendo 80% da bateria de um automóvel elétrico ou híbrido plug-in em aproximadamente 3 horas

Ao contrário das estações de recarga disponibilizadas pelo mercado atual, o diferencial do sistema de recarga da Enel X é a experiência proporcionada ao cliente. Os motoristas de veículos elétricos  poderão, em tempo real, visualizar em um app os pontos das Ecovagas mais próximas, dirigir-se até o local e recarregar seu veículo em poucos minutos. Nos grandes centros urbanos, por exemplo,  90% das cargas necessárias para garantir a volta para casa são de apenas 30 minutos.

“Por meio dessa parceria com a Estapar, estamos avançando no nosso propósito de desenvolver uma infraestrutura de mobilidade elétrica no Brasil, oferecendo às pessoas mais segurança, comodidade, tecnologia e qualidade no serviço de recarga de veículos elétricos”, Francisco Scroffa, Presidente Enel X Brasil.

INVESTIMENTO EM CIDADES INTELIGENTES CHEGARÁ A US$ 203 BILHÕES EM TODO O MUNDO, ATÉ 2024

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Internet das Coisas será amplamente usada para rede elétrica, monitoramento de tráfego, vigilância e outros fins, diz IDC

Analistas do IDC preveem que o investimento em cidades inteligentes por cidades e comunidades, serviços públicos, provedores de telecomunicações e fornecedores especializados chegará a US$ 203 bilhões globalmente até 2024. No entanto, à medida que crescem as redes de IoT nas cidades, aumenta-se também a preocupação com ataques de ransomware.

Ruthbea Yesner, Vice-Presidente, Percepções do Governo, Educação e Cidades e Comunidades Inteligentes do IDC, disse em um comunicado à imprensa que os governos locais e regionais rapidamente adotaram novas políticas e práticas em resposta à pandemia de coronavírus de maneiras que ela não tinha visto antes.

“Esta transformação digital acelerada deve continuar com um roteiro de investimento estratégico em tecnologia atualizado e políticas associadas e mudanças culturais”, disse ela.

O relatório “IDC FutureScape: Previsões mundiais para cidades e comunidades inteligentes em 2021” reflete a visão do IDC para as 10 tendências mais importantes em tecnologia de cidades inteligentes nos próximos seis anos.

PREVISÕES

As cidades estão usando sensores de IoT para detecção ambiental, monitoramento de tráfego, vigilância por vídeo, iluminação pública e controles de infraestrutura e regulação da rede elétrica e das redes de água.

Segundo o relatório, 30% das cidades usarão automação, IoT, IA e gêmeos digitais para combinar o físico com o digital e melhorar o gerenciamento remoto de infraestrutura crítica e serviços digitais até 2025. Além disso, 20% dos produtos e serviços da cidade serão fornecidos usando experiências digitais de alto toque e digitais/físicas híbridas até 2026. No entanto, 20% dos dispositivos do governo local implantados serão comprometidos por ataques de malware e ransomware em 2021 devido a vulnerabilidades do ecossistema IoT.

Os analistas recomendam que os governos locais usem inteligência artificial e recursos de machine learning para segurança, orquestração, automação e resposta (SOAR) para reduzir o risco desses ataques e desenvolver planos resilientes para responder quando eles acontecem.

Mais de um terço (40%) das cidades usarão ferramentas de planejamento de espaço digital, como gêmeos digitais, para acelerar a recuperação socioeconômica da Covid-19 e garantir o movimento seguro de pessoas, bens e serviços até 2022.

O estudo diz que a TI começará a trabalhar com um novo conjunto de parceiros da comunidade que inclui as partes interessadas em segurança da comunidade e profissionais de privacidade para garantir que isso seja feito de forma eficiente e eficaz.

Além disso, 40% das agências policiais usarão ferramentas digitais, como streaming de vídeo ao vivo e fluxos de trabalho compartilhados, para apoiar a segurança da comunidade e abordagens alternativas de estrutura de resposta ao policiamento até 2022. O IDC prevê que as cidades e os departamentos de polícia adotarão tecnologia para gerenciar apropriadamente 80% de seu número de casos – crimes de baixo nível e indivíduos de alto nível que lutam contra a saúde mental, vício, delinquência juvenil, falta de moradia e outras questões sociais.

Ainda segundo o IDC, 45% das comunidades mudarão para uma força de trabalho híbrida usando aplicativos baseados em nuvem, ferramentas de colaboração digital e tecnologias móveis até 2021.

Outro dado apontado pelo estudo, indica que 20% das cidades inteligentes de médio porte nomearão um líder de equipe dedicado para impulsionar a inovação e a transformação digital até 2023. E ainda, três quartos (75%) das cidades fornecerão intervenções no mercado para acabar com a exclusão digital até 2025.

Quanto à mobilidade, cidades ao redor do mundo perderam bilhões em receitas de transporte público devido a paralisações pandêmicas e o IDC prevê que isso as forçará a repensar o transporte público e a recorrer a soluções privadas, incluindo trabalhar com provedores de mobilidade como serviço, empresas de transporte de passageiros, serviços de compartilhamento de carros e empresas de bicicletas e scooters.

Os analistas do IDC preveem ainda que as discussões de planejamento podem mudar das questões de “última milha” para a milha mais longa, uma mudança significativa da “abordagem atual de tamanho único, frequentemente implantada hoje no transporte público”.

Fonte: Computerworld