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CIDADES INTELIGENTES E SUSTENTÁVEIS: CONCEITOS E PERSPECTIVAS DO PLANEJAMENTO URBANO

Formas de ocupação urbana e o impacto positivo em cenários Urbanos Futuros

Aproximadamente 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto das atividades humanas são provenientes da construção. Com isso, na busca de minimizar os impactos ambientais provenientes da construção, surge o conceito de urbanismo sustentável que é fruto do planejamento urbano inteligente. 

Atualmente, o Brasil enfrenta o crescimento urbano nos moldes de ocupação urbana implementado desde a era industrial. A intensa urbanização pós-moderna das últimas cinco décadas resultou em uma concentração de indústrias. serviços e trabalhadores, tornando as cidades locais de déficit habitacional. Com esse cenário, o urbanismo sustentável não deve ser entendido como um estilo de vida alternativo para a minoria da população preocupada com as questões ambientais, mas como uma forma de apropriação do espaço urbano que vai de encontro com as necessidades emergenciais apresentadas à sociedade. 

O urbanismo sustentável não tem como objetivo propor uma freada na expansão das cidades, mas desenvolver espaços a partir de alternativas tecnológicas e eficientes que, além de buscarem não destruir ou esgotar os recursos ecológicos, promovem a gestão inteligente, acessibilidade e a promoção da diversidade. Os valores sustentáveis propostos dentro da arquitetura e urbanismo estão ligados à recuperação das vias da cidade como espaço de convivência da população, possibilitando a ocupação desses espaços de forma inteligente e sustentável. 

O Connected Smart Cities Digital Xperience contará com um painel para abordar o tema de Urbanismo Sustentável a partir dos conceitos e perspectivas do planejamento urbano. O painel contará com a presença da Secretária Municipal de Planejamento da Prefeitura Municipal de Passo Fundo, Ana Paula Wickert; da Diretoria Comercial da Oikos Casa, Evelyne Enoque Cruz; do Coordenador da FAU-USP, Gabriel Mazzola; e do CEO e Sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Thomaz Assumpção. 

As cidades, como organismos complexos, devem desenvolver na sua gestão urbana princípios que se aliem a sustentabilidade, que promovam o desenvolvimento de cidades mais inteligentes e acessíveis. As soluções urbanas só podem ser realizadas através de consensos entre todos os atores que participam ativamente da tomada de decisão das cidades, ou seja, é preciso viabilizar o diálogo entre o setor mobiliário e financeiro, empresas públicas e privadas, governo e população e até mesmo entre vizinhos do mesmo bairro. 

Se a estimativa é que até 2050 80% da população mundial viva em centros urbanos e, segundo o IBGE, até 2050 60% da população será adulta, a demanda por moradias em centros urbanos aumentará substancialmente nos próximos anos. Com isso, nunca foi tão necessário discutir soluções para absorver esse crescimento populacional que permitam o bem-estar para todos os cidadãos, além de incentivar o investimento, desenvolvimento econômico e a sustentabilidade. 

Para mais informações sobre o evento, clique aqui. 

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