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ABES DISCUTE OS IMPACTOS DO ESG NO SETOR TECNOLÓGICO DURANTE EVENTO NACIONAL DO CONNECTED SMART CITIES

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Painel acontece no dia 3 de setembro e contará com a presença de Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da associação

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, tem presença marcada no Evento Nacional, organizado pela Connected Smart Cities. A associação participará do painel “O impacto do ESG em tempos de crise no setor tecnológico”, que acontece no dia 3 de setembro, às 9h. O evento Connected Smart Cities, reúne especialistas, entidades, empresas e governos engajados que apresentam as melhoras práticas o desenvolvimento das cidades. A programação e as inscrições estão em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/

O encontro tem como objetivo reunir especialistas, entidades, empresas e governos engajados que apresentam as melhoras práticas o desenvolvimento das cidades. E para esse painel contará com a presença de Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da associação; Tatiana Tucunduva Philippi Cortese, Pesquisadora do Centro de Síntese USP Cidades Globais; Fellipe Silva Martins, Docente na Uninove e Instituto de Estudos Avançados da USP; e Tatiana Wittman, Mestranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).



“Para se tem um bom desenvolvimento das cidades é muito importante que o ESG seja debatido. Dessa forma, estamos buscando alternativas e melhores práticas para um crescimento que traga benefícios para todos, empresas e população. E para a ABES, esse tema está diretamente ligado com o seu propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária”, afirma Jamile.

Recentemente, a ABES lançou a “Mobilização para a redução da desigualdade” com o objetivo de reduzir o impacto ao meio ambiente por meio do descarte apropriado de equipamentos de TI, e utilizar os recursos obtidos neste processo, para investir em projetos de inclusão sociodigital, alinhado as melhores práticas de ESG e a 8 Objetivos do Desenvolvimento Social do Pacto Global. A mobilização conta com a parceria da ReUrbi e Observatório do Terceiro Setor, e com apoio da Weber Shandwick.

As empresas podem escolher projetos socias no entorno de sua sede, e dependendo do volume, os equipamentos poderão ser retirados sem custo. Para participar desta mobilização ou saber mais detalhes, acesse: https://abessoftware.com.br/mobilizacao-para-a-reducao-da-desigualdade-no-brasil/ . Caso seja uma entidade social alinhada ao propósito da mobilização, e tenha interesse em participar, faça a sua inscrição através do site do Observatório do Terceiro Setor: contato@observatorio3setor.org.br

EVENTO: Evento Nacional do Connected Smart Cities – Painel: “O impacto do ESG em tempos de crise no setor tecnológico”

Data: 3 de Setembro

Hora: 9h

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM LEILÕES E NOVO MARCO LEGAL, NÚMERO DE MUNICÍPIOS ATENDIDOS POR OPERADORAS PRIVADAS NO SANEAMENTO SOBE 33% EM UM ANO

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ABDI

Dados do Panorama da Participação Privada no Saneamento 2021 indicam evolução do investimento das operadoras privadas, que já estão presentes em quase 300 cidades no país.

Em plena pandemia, com a necessidade de se investir em saúde pública, o número de cidades atendidas total ou parcialmente por operadoras privadas de saneamento cresceu 33,67% no período 2020/2021 (entre o final do primeiro semestre de 2020 e o final do primeiro semestre deste ano). Os dados são do Panorama da Participação Privada no Saneamento 2021, anuário da ABCON SINDCON, associação que reúne as operadoras privadas de saneamento no país.

Segundo a publicação, as concessionárias privadas possuem 191 contratos firmados, que vão desde a modalidade de concessões plenas e parciais até PPPs e subdelegações. Juntas elas atingem 389 cidades, das quais 42% são consideradas pequenos municípios, com até 20 mil habitantes. Outros 22% são formados por municípios na faixa de 20 mil a 50 mil habitantes.

Até o ano passado, as operadoras privadas representavam 7% do mercado (em população atendida); em meados deste ano, após a realização de uma série de grandes leilões de saneamento – no Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul -, esse índice atingiu 17%.A expectativa da ABCON SINDCON é que, com o fortalecimento do entorno regulatório do novo marco legal, do saneamento – a Lei 14.026/20, aprovada no ano passado -, a participação das operadoras privadas deve atingir ao menos 40% até 2030.

Um ano após a publicação do novo marco, as operadoras privadas já respondem por um terço dos investimentos do saneamento. Porém, há desafios a serem superados para que o setor possa deslanchar e atingir a meta de universalização dos serviços de água e esgoto, prevista por lei para ser cumprida até 2033.

Com segurança jurídica e competição, o saneamento deverá ser um dos setores mais importantes na recuperação do pós-pandemia, com R$ 1,4 trilhão de impacto na economia nos próximos 12 anos.
“É fundamental proporcionar segurança jurídica, estabilidade institucional para garantir qualidade na prestação dos serviços à população e confiança dos investidores. Esse é um desafio de todos os entes federativos, bem como dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Não podemos nos perder do foco da universalização do saneamento”, afirma o diretor executivo da ABCON SINDCON, Percy Soares Neto.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TECBAN ANUNCIA PARCERIA COM ABO2O PARA PROMOVER INCLUSÃO FINANCEIRA E A ECONOMIA DIGITAL

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imagens de transformação digital com predominância de feixes de luzes nas cores azul, preta, verde e branco

Associação entre TeCBaN e ABO2O tem como objetivo conectar pessoas a produtos e serviços, colaborando para a acessibilidade às plataformas digitais e para o fomento da economia colaborativa

A TecBan, empresa de soluções tecnológicas que tornam o sistema financeiro cada vez mais eficiente e promovem a inclusão financeira, é a nova associada da A ssociação B rasileira Online to Offline (ABO2O) , entidade que reúne as maiores plataformas digitais em operação no país. A instituição tem como objetivo representar e defender os interesses coletivos da Economia Digital, procurando estimular iniciativas na esfera pública e privada que contribuam para o desenvolvimento e fomento de novas tecnologias.

Há mais de 39 anos, a TecBan investe e cria continuamente soluções tecnológicas e inovadoras que conectam os meios físico e digital, impulsionando e tornando o ecossistema econômico do Brasil mais eficiente. O portfólio de Novas Plataformas conta com o HubDigital, criado em 2019 para conectar bancos digitais e fintechs (empresas de tecnologia financeira que desenvolvem serviços e produtos financeiros digitais) ao Banco24Horas. O sistema conta com 61 contratos assinados e já registra mais de 13 milhões de transações e 7,3 milhões saques, que movimentaram R﹩ 3,81 bilhões.



“A parceria da TecBan com a associação tem como objetivo promover a inclusão financeira da população e a criação de novos negócios. O desenvolvimento das plataformas digitais é de fundamental importância para a inclusão, aprimoramento do sistema financeiro e a identificação de novos mercados. O futuro está na integração com o digital, e nós somos parte disso”, observa Marcos Aurélio Pedroso, Gerente de Parcerias e Novas Plataformas da TecBan.

Para Marcos Carvalho, Diretor Geral da ABO2O, esse é um momento de extrema relevância para o mercado. “Observamos o estabelecimento dos SuperApps, em que as empresas da Economia Digital convergem ofertas de varejo e serviços financeiros em seu aplicativo, agregando valor, variedade de opções e facilidades ao consumidor. A parceria com a TecBan, sem dúvida, trará oportunidades diversas para os marketplaces e varejistas associados”, afirma o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SEBRAE E ABSTARTUPS SE UNEM PARA DESENVOLVER STARTUPS PAULISTAS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

A parceria entre Abstartups e o Sebrae- SP tem previsão inicial de três anos e vai impactar mais de mil empreendedores de tecnologia e inovação do Estado de São Paulo

A Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e o Sebrae- SP fecharam uma parceria inédita para fomentar ainda mais o ecossistema de inovação no Estado de São Paulo. A união das duas forças atuará no desenvolvimento de startups paulistas até julho de 2024, e a previsão é de que a parceria possa impactar mais de mil startups com programas diversos.

As startups participantes terão acesso a uma rede de mais de 200 mentores, além de conteúdo exclusivo e programas temáticos para acompanhar seu crescimento, com foco em gestão e acesso a mercado. O tradicional StartupON também trabalhará junto à parceria, com programas de ativação de comunidades em diversas cidades, começando por Barretos e São Carlos. Além disso, os empreendedores poderão participar de rodadas de aproximação com grandes empresas durante a 8ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE 2021 ), que acontecerá entre os dias 17 e 19 de novembro de maneira 100% online e gratuita.



No evento de lançamento da parceria, realizado na quinta-feira (26), também foi revelado o Programa Start, iniciativa voltada para a formação de novas startups e promoção do empreendedorismo digital, especialmente no interior de São Paulo, além do Report Comunidade SP, que irá destacar as principais comunidades de startups do Estado. A iniciativa deve impactar mais de 250 startups ainda neste ano.

Um dos objetivos com a parceria é fazer com que o desenvolvimento de empresas inovadoras chegue às cidades do interior, possibilitando a criação de novos polos de startups e descentralizando o ecossistema da capital. Para que isso aconteça, será feito um mapeamento das startups e comunidades do Estado, possibilitando ações mais assertivas.

Danilo Picucci, diretor de Ecossistemas e Comunidades da Abstartups, aponta que a parceria com o Sebrae-SP é um passo importante para melhorar as ações de incentivo ao empreendedorismo local. “Isso é o início de algo muito maior e estamos muito animados em divulgar para nossa comunidade. Queremos que o interior do Estado de São Paulo continue crescendo e se destaque como polo de desenvolvimento das startups”, diz.

Essa parceria marca uma nova diretriz do Sebrae-SP, que aprovou um novo Plano de Apoio a Startups e Ambientes de inovação, voltado para implementação de programas de apoio a startups e promoção de ecossistemas nos próximos quatro anos.

Para o presidente do Conselho do Sebrae-SP, Tirso Meirelles, essa parceria reforça o novo momento do Sebrae-SP, com esforços integrados para impulsionar o empreendedorismo inovador. “Temos aqui em São Paulo um dos melhores ambientes de inovação do mundo e estamos animados em poder contribuir para conectar todo esse ecossistema, assim como levar, numa escala nunca antes obtida, aceleração e conteúdo de qualidade para startups, fortalecendo setores como agro, saúde e cidades inteligentes”, afirma.

As primeiras iniciativas da parceria já foram lançadas e devem impactar empreendedores de mais de 15 municípios de SP ainda em 2021. O mapeamento para elaboração do Report Raio X Startups SP já teve início e as inscrições para o Programa Start já foram lançadas e podem ser acessadas nos links abaixo, juntamente com as inscrições do CASE e os próximos StartupON.

Programa Start – bit.ly/StartSebrae
CASE 2021 – case.abstartups.com.br
StartupON SP – sympla.com.br/abstartups
Captação Mapeamento de Startups – bit.ly/mapastartups2021

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MERCADO DE CIÊNCIA DE DADOS CRESCE E BUSCA POR PROFISSIONAIS DO SETOR AUMENTA QUASE 500% EM UM ANO

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Foto: Banco de imagem/istockphoto

Especialista do Centro Universitário Facens destaca oportunidades internacionais na área

O mundo está mais tecnológico e virtual a cada dia e, com isso, a procura por profissionais do setor virtual, tecnológico e de desenvolvimento não para de crescer. De acordo com uma pesquisa recente da hrtech de recrutamento digital Intera, no primeiro semestre deste ano, houve um crescimento de 485% na abertura de vagas para cargos na área de inteligência de dados, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os analistas, engenheiros e especialistas de dados têm ganhado cada vez mais espaço nas empresas com a ampliação de tecnologias de gestão e armazenamentos de enormes volumes de informação – a big data. “Com o início da pandemia, a migração em massa de empresas para o universo online e a necessidade cada vez maior e mais rápida de informações precisas sobre custos, comportamento do consumidor, logística e mercado para tomada de decisões estratégicas, passou a ser imprescindível”, comenta Johannes Von Lochter, coordenador do curso de Especialização em Ciência de Dados do Centro Universitário Facens .



Apesar de os salários no setor de inteligência de dados serem altos – em média vão de R﹩ 7.000,00 a R﹩ 18.000,00 – e as vagas estarem abundantes, o que falta no mercado é a mão de obra qualificada. De acordo com Johannes, a abertura global de vagas remotas fez com que os profissionais do Brasil migrassem para empresas estrangeiras, dificultando ainda mais o cenário nacional para as empresas contratantes.

“Além de termos um volume alto de oportunidades no Brasil, os profissionais devem estar atentos às possibilidades no exterior, e ter um certificado que facilite este ingresso no mercado internacional é um grande diferencial. Na Facens, por exemplo, além do diploma da Especialização em Ciência de Dados, o aluno pode adquirir também um certificado internacional em big data”, destaca Johannes.

“O mercado de ciência de dados é uma ótima oportunidade não apenas para quem iniciará uma formação acadêmica, mas também para aqueles que pensam em realizar uma transição de carreira, já que o crescimento do setor não deve estagnar tão cedo. O mais importante é ter em mente que as atualizações e capacitações devem ser constantes, pois a tecnologia evolui e se modifica dia após dia”, conclui Von Lochter da Facens .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O USO DAS SMART GRIDS NO COMBATE À CRISE HÍDRICA

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Foto: banco de imagens/shutterstock

Uma das soluções que pode contribuir para um sistema mais autossustentável é a criação de redes de fornecimento de energia inteligentes, as chamadas smart grids

No dia 28 de junho de 2021, o governo brasileiro anunciou uma medida provisória que dá poderes ao ministro de Minas e Energia para o enfrentamento da crise hídrica que vem ocorrendo no país.

Os problemas de crise hídrica e energética são uma realidade no Brasil e no mundo, assim como a expansão dos centros urbanos. Mas aí, fica a pergunta: o que poderia ser feito, então, para que essas crises deixassem de acontecer?



A resposta não é simples. Provavelmente requer uma série de ações que tornem as cidades mais inteligentes e mais autossustentáveis.

Uma das soluções que pode contribuir para um sistema mais autossustentável é a criação de redes de fornecimento de energia inteligentes, as chamadas smart grids.

Mas como uma smart grid pode contribuir? Elas funcionam como um sistema bidirecional, por meio do qual medidores inteligentes dão informações em tempo real sobre a demanda de consumo e sobre possíveis problemas na rede. A aplicação de tecnologia da informação nessas redes transforma o monitoramento e o fornecimento em um mecanismo mais preciso.

A produção de energia por parte das fontes renováveis oscila conforme as condições do tempo e, por isso, demandam o amplo sensoriamento da rede e uso de ferramentas de controle que compensem essas variações.

Nas smart grids é possível anexar os pequenos geradores de energia de fontes renováveis, como painéis solares, turbinas eólicas e outros. O fornecedor pode utilizar essa energia e vender o excedente para a rede.

Com as smart grids também é possível criar tarifas customizadas com base nos horários de consumo de energia. O usuário da rede também pode saber de antemão quanto será cobrado no mês.

Com a aplicação de tecnologia da informação nas redes de energia é possível monitorar problemas na rede e em muitos casos resolvê-los remotamente. O controle mais preciso da geração de energia por parte das distribuidoras permitiria o armazenamento de energia gerada fora dos horários de pico em baterias para uso posterior.

Diante de tantos benefícios, porque o Brasil não adota definitivamente as smart grids? Essa resposta é mais simples: porque os equipamentos ainda são caros e há dificuldade em calcular o retorno sobre o investimento.

Apesar disso, diversas cidades brasileiras foram palco de projetos pilotos, como Sete Lagoas (MG), Parintins (AM), Aparecida (SP), Armação de Búzios (RJ), entre outras. Todos esses projetos podem trazer uma nova visão estratégica condizente com nossa realidade socioeconômica e, quem sabe, servir de modelo para futuros projetos.

Alguns fatores que podem impulsionar a adoção de smart grids são o ganho de espaço por parte dos padrões tecnológicos abertos e interoperáveis na indústria; o aumento da demanda por tecnologias de smart grid; e a evolução de políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento das cidades inteligentes.  

Uma alternativa para diminuir o custo de implantação de uma smart grid pode ser a criação de cidades inteligentes que possuam diversos serviços que necessitem de uma smart grid. Dessa forma os gastos das distribuidoras podem ser divididos entre os diversos players envolvidos no projeto.

Embora, no momento, pareça que o Brasil tem um longo caminho a percorrer para alcançar outros países no que diz respeito à implantação e ao uso de smart grids, pode ser que a necessidade desse recurso acabe sendo o fator decisivo para sua aplicação.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ABDIB BUSCA REVERTER VISÃO DO STF SOBRE TRANSFERÊNCIA DE CONCESSÕES

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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 2.946, que contesta o Art. 27 da Lei 8.987/1995, com votos parcialmente desfavoráveis para o setor de infraestrutura até o momento no plenário virtual da Corte.

A Corte poderá considerar inconstitucional a possibilidade de transferência de concessões de serviços públicos, com risco de anulação de aquisições de contratos já realizadas desde 1995. Já outra questão contestada, a transferência de controle acionário de concessionárias, não foi considerado inconstitucional até o momento.



A votação do STF pegou o setor de infraestrutura de surpresa e causou apreensão.

Ao visualizar as possíveis consequências do encaminhamento do caso, a Abdib fez manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), explicando as práticas vigentes no setor de concessões e os possíveis impactos para a atração de investimentos, para a segurança jurídica e para a continuidade de prestação de serviços essenciais para a sociedade.

Em correspondência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que pediu vistas do processo após a apresentação dos votos dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, a Abdib explicou a aplicação cotidiana de mecanismos de transferência de concessões de serviços públicos e de transferência de controle de concessionárias.

A associação também ressaltou o interesse público destas medidas de transferência, aplicadas geralmente em situações de crise de concessões vigentes. A cessão e a transferência, explicou a Abdib, visa evitar a extinção dos contratos, o que pode ser o pior cenário para a sociedade que usufrui dos serviços públicos.

Na correspondência ao ministro Gilmar Mendes, do STF, a Abdib ainda frisou que a modulação – dois anos para o poder público realizar novas licitações – não é adequada, considerando que, em vigência há quase trinta anos, o dispositivo agora analisado foi utilizado inúmeras vezes, em todas as esferas da administração pública.

Por tais razões, a Abdib solicitou que o ministro Gilmar Mendes peça destaque e retire o julgamento do plenário virtual do STF, permitindo o ingresso da Abdib e outras instituições como amicus curiae, de forma a subsidiar a Corte com as informações necessárias para a análise e julgamento e reverter a visão – considerada equivocada e prejudicial para a sociedade e para o setor – predominante até o momento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABDI E SEBRAE LEVAM TRANSFORMAÇÃO DIGITAL PARA O SETOR PRODUTIVO

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Instituições assinam acordo para desenvolver ações que promovam o aumento da maturidade digital no setor produtivo brasileiro

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) assinam o Convênio de Cooperação Técnica que visa ao desenvolvimento de atividades conjuntas entre as entidades, com o objetivo de promover o aumento da maturidade digital do setor produtivo brasileiro. O convênio permitirá ainda o intercâmbio técnico-operacional, de informações, ações e projetos. O documento tem vigência de 24 meses e não prevê repasses financeiros.

A assinatura do documento reforça a parceria entre as duas entidades e está em linha com os objetivos da ABDI de atuar pelo aumento da maturidade digital do setor produtivo nacional, por meio do apoio à implementação de instrumentos que demonstrem os benefícios do uso de novas tecnologias digitais e de novos modelos de negócios. “O Convênio vai apoiar o desenvolvimento e a aceleração do crescimento de pequenos negócios inovadores, por meio da conexão com os demais atores do ecossistema de fomento. Além disso, permitirá a ampliação do acesso a redes de inovação”, afirmou o presidente da ABDI, Igor Calvet. “A ideia é conectar os pequenos negócios às redes locais e globais, contribuindo para o desenvolvimento territorial integrado”, explicou.



“Esperamos com esta parceria fortalecer a atuação em rede, em todo o país, para transformar o ambiente de negócios e territórios, além de promover um relacionamento acessível, integrado, resolutivo, ágil e transformador aos pequenos negócios que buscam apoio para ampliar a maturidade digital”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O Convênio permitirá a formulação de ações e iniciativas que elevam a produtividade, a competitividade, a sustentabilidade e o crescimento dos pequenos negócios e seus relacionamentos com médias e grandes empresas. A partir da assinatura do documento, ABDI e Sebrae deverão elaborar conjuntamente, num prazo de até dois meses, um plano de trabalho, definindo áreas, temas, ações, atribuições de cada um, bem como um cronograma de atividades.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COM INVESTIMENTOS DE R$120 MILHÕES, SÃO PEDRO RECEBERÁ MELHORIAS NO SISTEMA DE ESGOTO

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Plano de Investimentos da Prolagos contempla ampliação da Estação de Tratamento de esgoto e implantação de rede coletora em 12 bairros

Com mais de 90 mil habitantes, São Pedro da Aldeia é uma cidade de natureza exuberante, que conta com o turismo e pesca artesanal como principais atividades econômicas. Para continuar a contribuir com o desenvolvimento da cidade, a Prolagos vai investir mais de R$120 milhões no sistema de esgotamento sanitário do município nos próximos cinco anos. Com a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto e a implantação de rede coletora em 12 bairros, a concessionária auxilia na valorização do município nos aspectos turístico, econômico e social, garantindo o mais importante: saúde para os moradores.

Com o foco em beneficiar, nos próximos cinco anos, 50% da população aldeense com rede separativa de esgoto, serão implantados mais de 154 quilômetros de coletores nos bairros Praia Linda, Jardim Arco-Íris, Balneário das Conchas, Parque Dois Meninos, Balneário São Pedro, Campo Redondo, Campo das Colinas, São João, Condomínio Olga Zacharias, Baixo Grande, Ponta do Ambrósio e Vinhateiro. Para atender o novo sistema que será implantado em substituição do modelo coleta em tempo seco, a estação de tratamento do município será ampliada, chegando a tratar 256 litros por segundo no final do projeto. Além disso, serão construídas 10 novas estações elevatórias e 3,3 km de linha de recalque, estruturas que pressurizam o esgoto e ajudam a leva-lo até a estação de tratamento.



Além das redes coletoras que serão implantas em São Pedro e em outros municípios da área de concessão da Prolagos, nos próximos anos, serão ampliados também os cinturões no entorno da Lagoa de Araruama para blindagem deste cartão-postal. No município aldeense, serão construídas novas redes nos bairros Vinhateiro, São João, Mossoró, Nova São Pedro, e também próximo à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, no Balneário das Conchas, e da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia. Os cinturões fazem parte da estrutura do sistema coleta em tempo seco, que captam as contribuições que chegam pela rede de drenagem, evitando que o esgoto que sai dos imóveis vá in natura para a laguna.

“Estes investimentos no sistema de esgotamento sanitário de São Pedro trazem benefícios que vão além da proteção do meio ambiente e da Lagoa de Araruama. Com estas ações, vamos continuar contribuindo com a melhoria da qualidade de vida da população, com a redução do risco de doenças e de gastos com saúde, valorização dos imóveis e desenvolvimento da cidade por meio do turismo e da pesca”, comenta Pedro Freitas, diretor-presidente da Prolagos, concessionária do grupo Aegea Saneamento.

Além das iniciativas na área de coleta e tratamento de esgoto, mais de R$ 11 milhões serão investidos para levar água tratada para cerca de 4 mil pessoas. Serão implantados 55 km de rede de distribuição nos bairros Praia Linda, Estrada da Cruz, Botafogo III, Baixo Grande, Retiro, Flexeira, Jardim das Acácias e Parque Arruda. A ação se soma a outras iniciativas que também vão melhorar o abastecimento do município, como a instalação de boosters, unidades que impulsionam a água para locais mais altos e afastados, e a ampliação da Estação de Tratamento de Água da concessionária, localizada no distrito de São Vicente de Paulo, em Araruama, que hoje possui a capacidade de produzir 1500 litros por segundo e passará para 1800 l/s.

Todas essas ações de melhorias e ampliação dos serviços fazem parte do Plano de Investimentos da Prolagos, que até 2026, irá investir aproximadamente R$ 1 bilhão no sistema de tratamento e distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto dos municípios de Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia. O Plano de Investimentos da Prolagos foi apresentado ao CILSJ e agora será enviado à agência reguladora para aprovação final.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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LOTEAMENTO PÚBLICO PARA EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA E STARTUPS É INAUGURADO EM UBERLÂNDIA

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Uberlândia sedia Reunião Estratégica Regional Connected Smart Cities para debater o futuro das cidades inteligentes

Polo Tecnológico Sul é o primeiro empreendimento público do tipo na cidade e está localizado em uma área de quase 153 mil m² no bairro Gávea

Uberlândia chega aos 133 anos de história com um importante avanço para economia e apoio ao empreendedorismo local. A Prefeitura de Uberlândia inaugurou, nesta quarta-feira (25), o seu primeiro loteamento empresarial público: o Polo Tecnológico Sul. A área de 152.845 m², localizada na rua da Carioca, no bairro Gávea, contempla infraestrutura completa para a construção de imóveis voltados para empresas de base tecnológica, totalizando 30 lotes – além de dois lotes para abrigar serviços de apoio.

“A inauguração do Polo Tecnológico Sul é a concretização de um projeto para estímulo da inovação e do empreendedorismo em nossa cidade. Daqui, com certeza, sairão muitas oportunidades em benefício de toda a população, com geração de emprego e renda. Esse é um dos nossos compromissos que assumimos à frente da gestão municipal e que buscamos cumprir com muito trabalho e ação”, disse o prefeito de Uberlândia Odelmo Leão.



Originalmente idealizado e tendo sua pedra fundamental lançada ainda durante o segundo mandato do prefeito Odelmo Leão, em 2012, o projeto ficou paralisado de 2013 a 2016 e somente foi retomado em 2017, quando gestor retornou à chefia do Executivo municipal. Na ocasião da retomada, o loteamento ficou associado ao programa de apoio ao setor tecnológico “Inova Uberlândia” e, em 2019, teve a ordem de serviço para início das obras assinada.

Em março de 2020, o Município deu início ao primeiro processo licitatório de 15 lotes, que se encerrou em setembro com a primeira empresa habilitada. Um novo edital está sendo preparado junto às secretarias municipais de Agronegócio, Economia e Inovação e de Administração para a abertura de mais uma concorrência pública.

“Estamos preparando uma alteração na lei que instituiu do Polo para que ela esteja adequada à nova realidade que vivenciamos. É uma lei de 2017. Com a pandemia, tivemos diversas mudanças, o que alterou, principalmente, a dinâmica das relações de trabalho. Isso nos obriga a repensar o que foi aprovado há quatro anos. Uma vez aprovada essa alteração pela Câmara Municipal, poderemos publicar um novo edital para licitação dos lotes”, explicou a secretária de Agronegócio, Economia e Inovação Thalita Jorge.

Estrutura

O projeto executado inclui 20 lotes com áreas entre 600 m² e 960 m², sete lotes médios com áreas de 1 mil m² a 2 mil m² e três lotes entre 3,3 mil m² e 4.850 m². Há ainda dois lotes, cada um com área de 1.665 m², destinados a edificações que abriguem empresas e projetos menores (como startups) e serviços que deem estrutura ao local, como os de conveniência. As obras de infraestrutura foram fiscalizadas pela Secretaria Municipal de Obras e tiveram como executoras as empresas Sigma Engenharia (responsável pela parte civil) e Freitas & Morais Construtora Ltda. (que cuidou das questões envolvendo iluminação e fornecimento de energia para o local).

Na parte civil, foram construídos vias, estacionamentos, ciclovia, calçada, guarita, depósito de resíduos e sistema de drenagem pluvial. Além disso, o espaço conta com uma área de recreação de 25,4 mil metros quadrados, que possui bancos, teatro de arena, mirante e paisagismo, entre outras intervenções.

O Polo Tecnológico Sul ainda conta com um sistema de iluminação pública e redes subterrâneas de energia elétrica. Foram instalados nas vias 76 postes com luz de LED e 36 postes de energia solar- todos com lâmpadas de 90 watts. O fornecimento de energia para todo o loteamento empresarial envolve uma estrutura de seis transformadores de 150 quilovoltamperes (kVA) cada – capacidade equivalente à necessária para abastecer com eletricidade cerca de 100 residências de tamanho médio. Há também circuito interno de câmeras de segurança.

Já na parte de saneamento, o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) executou cerca de 1,8 mil metros de rede de água com e 1,1 mil metros de rede de esgoto com a instalação de 21 poços de visitas (PVs). Foi construído no local uma estação elevatória de esgoto com capacidade para receber 2,7 litros por segundo e bombear para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Uberabinha.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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