spot_img
Home Blog Página 327

PREMIADOS SERÃO CONHECIDOS HOJE (24) NA CONFERÊNCIA P3C

0
Brasileiros têm alto interesse em tecnologias wearable

da Agência iNFRA

A 1ª Conferência P3C premiará, hoje (24), iniciativas públicas que, em meio à pandemia de Covid-19, implementaram medidas no esforço de que se garantissem os cumprimentos  de contratos de concessões e PPPs (parcerias público-privadas).

Concorrem ao prêmio as iniciativas próprias de qualquer poder concedente ou agência reguladora, distribuídas em cinco categorias. Os concorrentes são:



Prêmio Nacional de Agilidade na Reação à Pandemia: ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil); ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica); Consultoria Jurídica do Ministério da Infraestrutura; e SAC/Minfra (Secretaria de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura).

Prêmio Subnacional de Agilidade na Reação à Pandemia: Artesp (Agência de Transporte do Estado de SP); Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem – RS); Estado de Minas Gerais; Município de Belo Horizonte; e Município de Novo Hamburgo (RS).

Prêmio de Transparência: ANAC; ANEEL; ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres); e SAC/Minfra.

Prêmio Nacional de Excelência no Enfrentamento dos Impactos da Pandemia: ANAC; SAC/Minfra.

Prêmio Subnacional de Excelência no Enfrentamento dos Impactos da Pandemia: Agergs (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul); Artesp; Estado de Minas Gerais; e Município de Belo Horizonte.

A comissão avaliadora que elegerá os vencedores, em votação secreta, é composta por quatro jurados, selecionados pela organização da premiação entre profissionais da área de concessões e PPPs. A cerimônia de premiação ocorre após a programação de hoje (24), a partir das 17h30.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE GOVERNANÇA

FORMATO DE LEILÕES FOI TEMA DE DEBATES NA ABERTURA DA CONFERÊNCIA P3C

0
da Agência iNFRA

As poucas opções de formato para realizar leilões de concessão e PPP (parceria público-privada) no Brasil foi tema do dia de abertura do P3C, maior evento do setor de infraestrutura no país no ano.

O ganhador do Prêmio Nobel de Economia Paul Milgrom, especialista no tema, presente na mesa de abertura, fez uma apresentação técnica sobre modelagens de leilões, indicando que, antes de decidir um modelo, é necessário primeiro fazer estudos específicos sobre o melhor a ser usado.

E isso deve ser feito, segundo o especialista, a partir de decisões de política pública que indiquem os objetivos que se quer do leilão e também considerando quais são os obstáculos que existem em cada setor para se concretizar o projeto, como por exemplo problemas regulatórios, de tamanho de mercado, disputa entre concorrentes ou até de falta de capital ou dificuldades de implementação.



Ao longo de toda a apresentação, Milgrom ressaltou que não há um modelo único de leilão que funcione para tudo e apresentou vários tipos de modelos que estão sendo usados no mundo para melhorar mercados por meio de disputas, de bancos de comida à publicidade na internet.

Mauricio Portugal Ribeiro, sócio da Portugal Ribeiro Advogados, perguntou se é o ideal realizar a maior parte dos leilões do setor de infraestrutura pelo modelo de preço de reserva (no qual o vencedor é o que oferecer maior pagamento de outorga), o que é comum no país, no que Milgrom respondeu que só a análise caso a caso pode indicar o modelo ideal de disputa.

Cade apoiando leilões

Ex-secretário da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda e atualmente dirigente do fundo IG4 Capital, Helcio Tokeshi participou de uma das mesas do evento e comentou que, quando Milgrom fala, parece simples fazer a modelagem do leilão.

Mas ele garantiu ser um trabalho complexo e difícil, que precisa de pessoal especializado que conheça do tema, para evitar três comportamentos nocivos: a colusão, as barreiras de entrada e o comportamento predatório.

Tokeshi apresentou uma proposta: que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) tenha uma área especializada para dar apoio aos diferentes órgãos do governo na escolha dos modelos de leilões a serem adotados para cada projeto. E também defendeu que outras organizações além da B3 promovam a disputa.

Responsável pelo setor de estruturação de projetos do BNDES, Cleverson Aroeira, lembrou que a ação estatal na estruturação dos projetos é fundamental para que se chegue a leilões de fato competitivos, que escolham um investidor adequado e que não prejudiquem a viabilidade futura do projeto.

“Vamos precisar de investidores”

Aroeira lembrou de leilões que acabaram por prejudicar a financiabilidade ou a execução futura dos projetos, como os de rodovias e aeroportos no início da década passada, que viraram aprendizados para as atuais modelagens.

Ele lembrou ainda que o país vai ter um grande desafio a frente já que somente a carteira em execução no momento pelo banco tem 161 projetos, que alcançam estimativa de R$ 298 bilhões em investimentos.

Além do BNDES, outras agências também estão estruturando projetos, como a EPL (Empresa de Planejamento e Logística). No caso de rodovias, o banco tem 32 projetos com 18 mil quilômetros e a EPL estuda outros sete mil quilômetros de novos trechos e relicitações.

“É muito leilão e vamos precisar de investidores”, disse Aroeira.

Melhoria nas modelagens

A atração de investidores também foi uma preocupação do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que esteve na mesa com Milgrom na abertura. Como o dirigente do BNDES, ele também citou as melhorias nas modelagens de leilões desde 2019, que evitaram os chamados comportamentos oportunistas, como o limite de desconto em tarifas de pedágio e o pagamento antecipado de outorgas.

Citando os números de leilões já realizados pelo governo, 121 em todas as áreas, sendo 79 em sua pasta, o ministro disse que os projetos têm atraído interessados privados e que o país caminha para ter a infraestutura “mais privada do mundo”.

Freitas anunciou ainda que o número de pedidos de autorização ferroviária chegou a 35 (apenas 26 estão oficialmente publicados), sendo que essas propostas se concretizadas levariam a R$ 127 bilhões em investimentos para a implantação de 9 mil quilômetros de trilhos.

O P3C é realizado na sede da B3, a bolsa de valores do Brasil, pela Necta – Conexões com Propósito e pela Portugal Ribeiro Advogados, com correalização da B3 e apoio da Agência iNFRA. As palestras, os painéis de debates e a entrega dos prêmios serão transmitidos ao vivo pela B3. Mais informações estão disponíveis no site da P3C.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE GOVERNANÇA

CGI.BR RECEBE PROPOSTAS DE WORKSHOPS PARA PROGRAMAÇÃO DO 12º FÓRUM DA INTERNET NO BRASIL

0

Interessados têm até 3 de dezembro para enviar sugestão de atividade; lista com selecionados será divulgada em 1º de abril de 2022

Pessoas e organizações interessadas em propor workshops para a programação do 12º Fórum da Internet no Brasil (FIB12), que acontecerá entre maio e junho de 2022, têm até as 23h59 do próximo dia 3 de dezembro para encaminhar suas propostas. A sugestão de atividade deve ser enviada por meio de um formulário de submissão disponível no sítio do evento, que é realizado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A divulgação da lista com os workshops selecionados está prevista para 1º de abril, no site https://forumdainternet.cgi.br .

“É importante que os candidatos leiam o guia de submissões atentamente, porque houve mudanças nas regras para a 12ª edição, como, por exemplo, em relação aos proponentes, que agora podem ser pessoas ou organizações”, alerta Tanara Lauschner, Conselheira do CGI.br e coordenadora do GT Fórum 2022.



Desde 2020, o evento vem ocorrendo de forma on-line, devido à pandemia COVID-19. A decisão sobre o formato da próxima edição – se acontecerá de maneira remota, presencial ou mesmo híbrida – deverá ser publicada em fevereiro de 2022. Caso prevaleça a opção presencial, o FIB12 será realizado na cidade de Natal (RN).

Promovido pelo CGI.br desde 2011, o FIB é uma atividade preparatória para o Fórum de Governança da Internet (IGF – Internet Governance Forum), da Organização das Nações Unidas (ONU). O objetivo é incentivar debates sobre questões relevantes para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais universal, inovadora e diversa no Brasil.

Inspirado no modelo de composição do CGI.br, o evento tem caráter multissetorial, mobilizando os setores empresarial, governamental, terceiro setor e a comunidade científica e tecnológica. A programação do Fórum é composta majoritariamente por atividades propostas pela comunidade brasileira envolvida no debate de governança da Internet.

“O processo de avaliação dos workshops considera, além do conteúdo da proposta e sua relevância para a governança da Internet, a diversidade em razão do multissetorialismo, da região, de gênero e outras, como também faz o IGF global.”, enfatiza Flávio Wagner, coordenador da Comissão de Avaliação do FIB12.

Submissão e avaliação

Para enviar propostas de workshops, os candidatos devem utilizar o formulário disponível em https://forumdainternet.cgi.br/ .

As propostas são analisadas por uma Comissão de Avaliação Multissetorial externa, composta por representantes da comunidade científica e tecnológica, do terceiro setor, e de integrantes dos setores empresarial e governamental. A análise é baseada em quatro critérios: relevância do tema para a governança da Internet no Brasil; qualidade e consistência do material; diversidade e adequação da metodologia proposta e engajamento da audiência. O processo é anônimo: os avaliadores não têm acesso às informações que identificam os autores de cada proposição.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

EM CELEBRAÇÃO DE 2 ANOS NO BRASIL, HUAWEI CLOUD APRESENTA TENDÊNCIAS PARA O SETOR EM 2022

0
Fotografia de estande huawei na digital day
Foto: Divulgação/Huawei

No próximo dia 25 de novembro, empresa reunirá parceiros e especialistas para fazer um balanço da entrada no mercado local e das perspectivas para o futuro

Nesta quinta-feira, 25, a Huawei Cloud Brasil realizará um evento em comemoração aos dois anos de operação no país com a presença de clientes, parceiros, autoridades públicas e academia. Na celebração, a multinacional fará um balanço dos negócios e, em parceria com a Gartner, irá apresentar as tendências para o setor de cloud em 2022.

No Brasil desde 2019, e presente em mais de 170 países, a Huawei Cloud é um dos serviços de nuvem que mais cresceu na América Latina com nove zonas de disponibilidade instaladas: duas no Brasil, duas no Chile, duas no Peru, duas no México e uma na Argentina. “A Nuvem é uma peça chave para garantir a transformação digital. É um serviço de computação, big data e armazenamento muito mais ágil e flexível, que dinamiza a evolução de negócios, de todos os tamanhos e tipos”, explica José Nilo, vice-presidente da Huawei Cloud no Brasil.

A fim de democratizar e promover a colaboração para um mundo mais conectado, a empresa ainda irá apresentar o Huawei Cloud Ecosystem Program, uma plataforma que une parceiro de diversos setores para a troca de informações, desenvolvimento conjunto de soluções e serviços em nuvem, como Smart and Safe City, Carrier IT, IoT, vídeos e finanças, além de oferecer todo o suporte da Huawei para manutenção da plataforma, treinamentos e consultorias.



Caminhos para inovação

Líder global em tecnologia da informação e comunicação, a Huawei está há 23 anos no Brasil trabalhando em parceria com os setores público e privado na transformação digital do país. “A revolução da tecnologia 5G, aliada com a Huawei Cloud, vai tornar possível o florescimento de novas aplicações inovadoras, como a Internet das Coisas (IoT), sistemas integrados para cidades inteligentes, blockchain, video streams, entre muitas outras soluções e serviços que irão impactar diversas indústrias e a experiência dos usuários”, afirma José Nilo.

A Huawei Cloud tem serviços de inteligência artificial, como o Modelarts, que a diferencia das demais do mercado. Segundo o executivo, são mais de 180 serviços e soluções, entre armazenamento, rede, bancos de dados, migração, segurança e desenvolvimento de aplicativos.

Para confirmar sua presença no evento, cadastre-se aqui em Huawei Cloud.

Serviço:

2 anos de Huawei Cloud Brasil
Data: 25/11/2021, às 14h
Local: Parque Estaiada – Av. Ulysses Reis de Mattos, 230 – Real Parque, São Paulo/SP

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

AS CIDADES INTELIGENTES QUE (NÃO) QUEREMOS

0
Desigualdades regionais no Brasil

Cidades Inteligentes, sustentáveis, humanas… Inclusivas ou segregadas?

Indo direto ao ponto, apesar do tema ser de extrema importância e de grande aprofundamento, muito se discute sobre as nossas cidades do futuro, sem dúvida mais inteligentes, com menos problemas, mais soluções e na maioria das discussões, muito tecnológicas e digitais. Mas conseguimos visualizá-las atendendo a todos?

Milton Santos (geógrafo, escritor, cientista, jornalista, advogado e professor universitário), no documentário “Mundo global visto do lado de cá”, de Sílvio Tendler diz, no início dos anos dois mil, pouco antes de falecer aos 75 anos, que “nunca na história da humanidade houve condições técnicas e científicas tão adequadas a construir o mundo da dignidade humana”, imaginemos então o que ele diria mais de 20 anos depois, após tantos avanços tecnológicos e científicos? Bom o que sabemos é que ainda em 2000 ele já concluía dizendo que: “essas condições foram expropriadas por um punhado de empresas que decidiram construir um mundo perverso”.



Santos era um geógrafo urbano, que discutia as cidades e a globalização e apontava como esta última utilizava-se da ciência e da modernidade para benefício de poucos. Assim, é necessário que haja atores que possam balancear a disputa entre os detentores de informação, recursos e poder, que são poucos, e os demais, a grande massa da população. 

Aliás, é importante destacar, que mesmo que dividamos esse jogo de poder entre 2 grupos, esta grande massa também se subdivide em incontáveis tipos e grupos, pois ainda estamos distantes de solucionar as diversas formas de desigualdades sociais que temos em nosso planeta e que visualizamos nos territórios das cidades.

Assim, retomando ao título desta discussão: “que cidades inteligentes não queremos?” Não queremos cidades inteligentes que ampliem as desigualdades, mas sim, cidades inteligentes que reduzam essas desigualdades, criando oportunidades para os mais periféricos e reduzindo as diversas formas de exclusões que já temos em nossos espaços urbanos.

Desigualdade social, desigualdade econômica, desigualdade regional, desigualdade racial e desigualdade de gênero, são das mais gritantes em nossa sociedade atual. Não apenas no Brasil, mas no mundo todo. Permitir que o desenvolvimento inteligente das nossas cidades gere uma desigualdade tecnológica ou de acesso, criando novos grupos de excluídos que não se encaixam nas novas formas de viver a cidade, por dificuldade de uso, problemas de instrução, falta de acesso às tecnologias pessoais ou de conectividade não irá nos trazer cidades melhores daquelas que estamos partindo. 

O próprio Milton Santos já dizia, que “esse é o grande mistério das cidades: elas crescem e se modificam, guardando, porém, sua alma profunda apesar das transformações do seu conteúdo demográfico, econômico e da diversificação de suas pedras”. Permitiremos mesmo que as cidades inteligentes, estas que estamos discutindo melhorias na mobilidade, na iluminação, na segurança, na educação e em tecnologia, reproduzam essa desigualdade intrínseca em suas almas?

Não, não podemos. E não devemos! 

Assim, torna-se primordial trazer as questões sociais para o planejamento e gestão das cidades, removendo a miopia comum de pensarmos em melhorias e progressos com nossa visão de indivíduo, ou daqueles poucos grupos a que nos inserimos. Uma cidade é multifacetada e heterogênea. Dessa forma, uma cidade inteligente dá voz e escuta os diferentes grupos que a compõem, sejam eles capazes ou incapazes de se pronunciarem. 

Indo ao extremo da exclusão, são mais de 220 mil moradores de rua no Brasil (IPEA 2020), pouco mais de 0,1% da população total do nosso país. Como podemos atingir status de cidades inteligentes, se esta parcela da população, e tantas outras, não são atendidas ou não se beneficiam das soluções implantadas? Há uma música lançada em 1999 (If that were me – Melanie C), sobre estes cidadãos excluídos da sociedade que já dizia “eu não poderia viver sem meu celular, mas você nem ao menos tem um lar”, quase 23 anos depois, como seria nossa vida na cidade sem nossos smartphones? Como então é a vida destas pessoas que não possuem aparelhos ou conectividade para se inserirem aos serviços e soluções digitais?

“O que estamos vivendo hoje é que o homem deixou de ser o centro do mundo. O centro do mundo agora é o dinheiro”, nos disse Milton Santos. Trazer o homem (todos eles) de volta para o centro, é sem dúvida o caminho para construir as cidades inteligentes que queremos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

INTERNET PARA TODOS: O FUTURO DO CONSÓRCIO INICIATIVA 5G BRASIL

0
Contratação de térmicas emergenciais deve ser suspensa, defende Idec

A Iniciativa 5G Brasil, grupo de 420 provedores de acesso que disputaram o edital da Anatel, se tornou um dos grupos que mais apareceram nos preparativos do leilão de 5G e que efetivamente se credenciaram para apresentar propostas com foco nas faixas de 3,5 GHz e 700 MHz.

Segundo Rudinei Gerhart, diretor executivo do grupo, o modelo proposto pela iniciativa envolve a operadora Mega Net, responsável pelas obrigações impostas pelo edital. “Trata-se de uma empresa de um dos ISPs fundadores que foi preparada especialmente para a disputa da licitação. Um FIP (Fundo de Investimento em Participações) será sócio dessa companhia”, revela.



Na prática, o fundo com investimentos em empresas de tecnologia de telecomunicações deve fazer o aporte inicial de recursos para o cumprimento dos pagamentos mínimos e garantias do edital. “Precisamos ressaltar que não se trata de um investimento de quase R$ 19 bilhões, como muitos divulgaram. Para terem uma ideia, esse é o nosso business plan para 20 anos, mas os investimentos virão de todos os acionistas e de financiamento da própria operação”, diz Gerhart.

Os 420 ISPs serão cotistas do FIP que ainda será criado. As cotas serão correspondentes ao que a empresa aportar em recursos ou em serviços a serem prestados para a Mega Net.

A estrutura e governança da Mega Net ainda estão sendo montadas, mas será uma empresa independente dos fundos investidores. Atualmente, a iniciativa é gerida por um conselho de 16 pessoas eleitos pelos ISPs que participaram das tratativas. Eles representam provedores de todas as regiões.

Como a Iniciativa 5G Brasil ainda não tem acordos de infraestrutura nem com empresas de torres nem com fornecedores de redes neutras, Gerhart não descarta a possibilidade desse tipo de negociação.

Porém, no momento, o diretor conta que após o Leilão, o Grupo seguirá com os projetos da rede neutra e MVNO com recursos próprios das empresas. “Vamos continuar exatamente com o plano que havíamos construído inicialmente. A diferença é que não temos o espectro. Dessa forma, contrataremos o serviço de uma operadora já constituída, conseguindo operar imediatamente e sem a necessidade de um investimento gigantesco para montar uma companhia nacional”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

PESQUISA MAPEIA TENDÊNCIAS DE INVESTIMENTO EM TI PARA 22

0
ABDI

Levantamento da Neurotech revela maior preocupação das empresas com dados diante do sistema financeiro aberto e do seu impacto no mercado de crédito e de seguros. O tema pautará o Neurotrends, no dia 01 de dezembro

A necessidade de digitalizar e modernizar processos frente à crise sanitária do coronavírus fez as empresas acelerarem a transformação digital em 2021. A adoção de novos recursos tecnológicos para mudar modelos de negócios e reduzir riscos as tornou mais propensas a investir no próximo ano. É o que mostra a pesquisa Tendências de Tecnologia, realizada ao final de outubro pela Neurotech, empresa especialista na criação de soluções avançadas de Inteligência Artificial, Machine Learning e Big Data.

A adoção de novos scores de crédito é a prioridade entre as tendências para 55,6% das instituições pesquisadas. Ainda se destacam como objetivos de investimentos a serem intensificados no próximo ano, o compartilhamento de dados e o combate às fraudes financeiras, ambos com 51,9%. Os entrevistados também acrescentam na resposta de múltipla escolha, a propensão a usar fontes alternativas de consulta para tomada de decisões, diante do avanço do Open Finance. É uma questão indicada por 44,44%.



De acordo com Breno Costa, diretor da Neurotech, os gestores estão preocupados em acompanhar as mudanças para agilizar cada vez mais o atendimento, controlando os riscos e melhorando a experiência do cliente, seja no setor de crédito ou de seguros. “A advento das fintechs e das insurtechs, num sistema de inovação aberta, vai mudar completamente a forma como o mercado se comporta. E está claro que saber lidar com os dados tornou-se essencial para qualquer ecossistema de negócio”, avalia.

Para os entrevistados, o maior desafio a ser enfrentado em 2022 é a minimização dos riscos financeiros e fraudes digitais, citado por 40,74% dos consultados. Já a transformação do mercado de crédito com a entrada de novas tecnologias é o fator de preocupação de 22,22% dos participantes, e a captura e estruturação de milhares de novos dados de 14,81%. Serviço financeiro ao alcance de todos e a experiência do cliente na era digital aparecem em 11,11% das respostas.

A pesquisa da Neurotech ouviu 27 gestores de instituições financeiras e foi realizada para pautar os temas a serem debatidos no Neurotrends. O evento online e gratuito, promovido pela companhia com patrocínio da B3 e da FICO, vai debater as tendências mercadológicas em 3 painéis e terá o especialista em inovação e tecnologia, Silvio Meira como Keynote Speaker. O Neurotrends acontece no dia 01 de dezembro, das 09h às 13h. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo site.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

5 MOTIVOS PARA TRANSFORMAR O CARREGAMENTO DE CARROS ELÉTRICOS EM UM NEGÓCIO RENTÁVEL

0
mobilidade-elétrica-razão
Foto: banco de imagens/istockphoto

Com a expansão das frotas da eletromobilidade no Brasil, é necessário pensar em infraestrutura e em novos modelos de negócios para receber esses veículos

A venda de carros elétricos vem aumentando no Brasil. Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a expectativa é que em 2021 haja crescimento de até 150% no número de emplacamentos deste tipo de veículo em comparação ao ano de 2020. A expansão do mercado automotivo permite novas modalidades de negócios para aqueles que decidem investir, considerando uma necessidade crescente de infraestrutura representada, por exemplo, por carregadores elétricos. Assim, a implementação desses aparelhos vai além da oferta de um serviço e se torna uma estratégia e, até mesmo, parte de um projeto rentável.

Segundo Rodrigo Aguiar, sócio-fundador da Elev, “a realidade dos veículos elétricos é atual. Assim, quem aposta na eletromobilidade investe no futuro, o Brasil com um dos grandes players do mercado automotivo mundial está indo por força do mercado também neste sentido. Posto isto, vemos que temos uma oportunidade de negócio neste momento”, afirma.



Pensando nisso, o especialista listou 5 motivos para transformar os carregadores de carros elétricos em um negócio. Confira!

Tendência do mercado.

Montadoras já consolidadas deram prazo para retirar motores a combustão da sua linha de montagem. Entre elas, Nissan, Volvo e Honda – gigantes do mercado de produção de veículos. Ainda, segundo dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), o total de estações de recarga públicas e semi públicas no Brasil aumentou de 500 pontos para 754 no período entre março e julho de 2021.Com esses dados, as evidências do crescimento desse espaço de mercado estão cada vez mais claras e a oportunidade de negócios é grande, já que, para Rodrigo Aguiar, o Brasil, como um dos grandes atuantes no mercado automotivo mundial, está seguindo para o mesmo caminho.

Diferencial em prédios comerciais e residenciais

Para os donos de carros elétricos, a falta de infraestrutura no Brasil para suportar o abastecimento dos veículos ainda é um empecilho. Por isso, cada vez mais, os carregadores de carros elétricos serão um diferencial para a venda ou locação de um imóvel. Dessa forma, a instalação desses aparelhos se torna uma aplicação para o futuro – já que os donos de veículos elétricos tem como seus principais pontos de recarga as suas próprias residências.”As residências – apartamentos na sua maioria – ainda estão se adequando a instalação de carregadores, portanto existe um espaço muito atrativo de se trazer este público para seu comércio, para seu prédio comercial e residencial, que principalmente com a pandemia, apresenta uma grande demanda”, diz o especialista.

Possuem seu próprio público-alvo.

O público que acessa serviços de carregamento ainda é seleto, porém, com a tendência de barateamento de veículos elétricos, a partir do desenvolvimento de novas tecnologias – que tornam as baterias mais baratas e geram mais autonomia – e com o crescimento da consciência ambiental do consumidor, os donos de carros elétricos devem aumentar. No momento, portanto, a compreensão de um público-alvo existente, mas com tendências de mudança e expansão, é uma das chaves para o sucesso.Segundo Aguiar, “pensar em uma estratégia de marketing assertiva, atrelado à definição correta do tipo de carregador que seu público alvo exige, além de um local limpo, acessível e bem estruturado são diferenciais para garantir um cliente ativo. A determinação se a carga será gratuita ou paga é outra decisão que varia em função do público alvo e negócio”.

Governança social, ambiental e corporativa

O futuro da mobilidade urbana está diretamente ligado ao meio ambiente. Sabe-se que, atualmente, um dos maiores emissores de carbono é o transporte. O desenvolvimento de ações que colaborem para a expansão dos carros elétricos está, portanto, ligado diretamente às políticas de ESG. Então, adotar frotas de veículos elétricos, além dos benefícios já conhecidos e da diminuição dos gastos com combustíveis, também é uma prática consciente.

“Além de conseguir alavancar suas vendas, você mostra ao mercado e seus clientes a responsabilidade e compromisso ambiental de seu negócio. Que a visão de sua empresa é moderna e atualizada as necessidades de todos”, diz Rodrigo.

O mundo está em transformação e é preciso acompanhar a mudança

A palavra de ordem é transformação. Atualmente, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), os meios de transporte são responsáveis por 25% das emissões de gases de efeito estufa no planeta. Ainda, com o Tratado de Paris, o mundo se une com o objetivo de limitar os efeitos do aquecimento global em 1,5ºC. Caso não seja cumprida, o aumento da temperatura pode causar efeitos severos na forma que conhecemos a vida humana.Portanto, a transformação se torna mais do que uma tendência; é uma necessidade que impacta diretamente no futuro dos negócios relacionados à mobilidade. Para Rodrigo Aguiar, “a resposta da população mundial e principalmente das corporações quanto à responsabilidade ambiental demonstra que o segmento de transportes é um dos grandes vilões do clima no planeta”, finaliza.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE MOBILIDADE

UNIVERSIDADE ZUMBI DOS PALMARES E ERICSSON FIRMAM PARCERIA PARA INCLUSÃO DIGITAL DE JOVENS DE BAIXA RENDA DE SÃO PAULO

0

Acordo também prevê a criação de um Laboratório Digital nas instalações da Universidade em que alunos e professores poderão se beneficiar de um ambiente mais digitalmente inclusivo

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) e a Universidade Zumbi dos Palmares firmam parceria para capacitar a próxima geração de jovens afro-brasileiros com o desenvolvimento de habilidades digitais e criar um Laboratório Digital nas instalações da Universidade em São Paulo. O acordo passa a valer no dia 20 de novembro, data em que se comemora o Dia da Consciência Negra.

Alunos e professores da Universidade Zumbi dos Palmares farão parte do “Programa Ericsson Digital Lab”, que tem como principal objetivo desenvolver competências e habilidades digitais, e potencializar o protagonismo juvenil, preparando-os para oportunidades e desafios pessoais e profissionais. Esta capacitação também contribui para a redução das lacunas digitais e das desigualdades raciais.



“Acreditamos que sem educação, não há liberdade. Este é o propósito da nossa instituição e o princípio que norteia as nossas iniciativas. A parceria com a Ericsson certamente vai gerar mais oportunidades profissionais e levará esses jovens em direção ao futuro, à medida universidade.”, comenta José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares.

O programa concentra-se na orientação e treinamento de jovens entre 16 e 18 anos, especialmente em capacidades e ferramentas essenciais para o século 21. A implementação está dividida em duas fases: a primeira oferece cursos básicos de informática e audiovisual e, em seguida, incluirá robótica e cursos de programação. Os professores da Universidade também serão beneficiados com a formação em competências técnicas e comportamentais.

A parceria conta ainda com a implantação de um laboratório digital localizado nas dependências da Universidade, com infraestrutura e materiais necessários para a execução do programa. “Na Ericsson, as pessoas são nosso maior ativo e acreditamos em parcerias que transformam e contribuem para o crescimento social e econômico do nosso país. Projetos como este geram conhecimento para os jovens poderem trabalhar capacitados no desenvolvimento das tecnologias. Ficamos felizes em ver isso de perto e fazer parte dessa construção de um futuro para a nova geração, com educação de qualidade e que contribua para a redução de desigualdades”, diz Edvaldo Santos, que lidera o Pilar de Etnias no Programa de Diversidade & Inclusão da Ericsson para o Cone Sul da América Latina. E completa: “o laboratório digital não será exclusivo para este projeto, e isso pode alavancar a carreira e a experiência dos estudantes da faculdade já que também será utilizado para outros cursos técnicos da Universidade”.

A implantação impactará diretamente 80 alunos, suas famílias e potencialmente a vida dos 1600 alunos que a Universidade Zumbi dos Palmares recebe por ano, pois haverá um legado. O programa está alinhado e visa contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), acelerando o desenvolvimento de competências digitais relevantes, promovendo a igualdade racial e o acesso à educação de qualidade.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE EDUCAÇÃO

HUAWEI DESTACA PAPEL DA DISRUPÇÃO NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM EVENTO INTERNACIONAL

0

Presidente rotativo da Huawei, Guo Ping, participou da 13ª edição do Fórum Global Peter Drucker, realizado em Viena, na Áustria

A Huawei, líder global em Inovação e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), participou na última quarta-feira do 13º Fórum Global Peter Drucker, evento anual que acontece em Viena, na Áustria. Guo Ping, presidente rotativo da Huawei, participou e discursou sobre a visão estratégica e inovadora que direciona os movimentos da empresa.
Empregados motivados e focados no objetivo, planejamento estratégico alinhado com as metas da empresa foram fundamentais para uma mudança bem sucedida, disse Guo Ping. O executivo previu que todas as empresas iriam “entrar na era digital” no futuro, mas temia que algumas, nas fases iniciais, não tivessem estratégia para tal.

Em fala aos representantes na última quarta-feira (17) no Global Peter Drucker, o chinês disse que havia “nenhuma alternativa” à mudança, mas que as empresas tinham que responder uma questão-chave antes de embarcarem com sucesso na transformação digital: “Ao entrar na era digital, como podem melhorar a sua competitividade organizacional e alcançar os seus objetivos estratégicos?”, questionou o presidente rotativo da Huawei. Ele afirmou ainda que um planejamento de alta qualidade é o ponto de partida para uma digitalização bem-sucedida. Uma transformação fundamental para desenvolvimento de produtos da Huawei, em P&D e cadeias de fornecimento sustentáveis, começou vinte anos antes com Estratégia e Planeamento de TI. “Olhando para trás, tivemos um pouco de sorte ao interligar os alvos da digitalização com as metas estratégicas globais da empresa. Como resultado, as nossas capacidades organizacionais melhoraram muito. Estes programas de transformação fizeram de nós uma empresa de nível mundial”, completa o executivo chinês.

Ping ainda afirma que mudar a mentalidade dos empregados era “o maior desafio”, mas a chave para uma transformação bem-sucedida é trazendo uma missão e um ímpeto de mudança. “O sentido de uma crise é importante. Mostrar abertamente as ideias e desafios para que os colaboradores compreendam a necessidade de uma mudança”, aconselhou, acrescentando que a situação foi a oportunidade perfeita para criar um clima de transformação para a mudança na empresa.

A Huawei assegurou que todos os trabalhadores tinham entendido a necessidade de mudança, dando uma sensação de segurança e expectativa aos empregados, de acordo com Ping. Para ele, a inovação da Huawei começa com uma “aceitação aos erros”, com os seus pesquisadores encorajados a criar novas abordagens, de tentativa e erro.

Citando as múltiplas tecnologias 5G que empresa chinesa havia desenvolvido, antes de uma dada tecnologia ser selecionada para fazer parte do padrão da indústria, o presidente rotativo se recordou das palavras do fundador da empresa, Ren Zhengfei: “Seguir um mesmo caminho para encontrar novas opções só leva você a um beco sem saída. Compartilhar com outras pessoas para não repetirem o erro e tentem novos caminhos, isso também leva ao sucesso”.

“Para seguir avançando, revisamos todos os anos o nosso planejamento de transformação, para assegurar o seu alinhamento com a nossa estratégia empresarial. Acredito que a gestão contínua da transformação permitirá às empresas melhorar constantemente as suas capacidades na era digital”, afirmou. “Espero que todas as empresas abracem corajosamente a mudança. Afinal de contas, não há outra alternativa”. O CEO e fundador ainda salientou a importância de buscar a transformação e que na Huawei “a única coisa que nunca muda é a mudança”.

O Peter Drucker Forum realiza-se todos os anos na cidade natal do “guru da gestão”, Viena, Áustria. O evento anual, o 13º desde 2009, reúne profissionais de gestão moderna de todo o mundo. O tema da conferência deste ano foi o imperativo humano da incerteza da navegação na era digital.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA