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DICAS PARA APROVEITAR A TECNOLOGIA DE FORMA SUSTENTÁVEL EM 2022

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Ações sustentáveis

A tecnologia passou a fazer parte de nossas vidas. Isso é um fato. E é verdade que nos dias atuais temos que nos atentar à questão das mudanças climáticas e aprender a renovar, reciclar e descartar os equipamentos de forma sustentável. O consumidor mais atento com o meio ambiente na tomada de decisão de compra, faz com que as empresas de tecnologia priorizem a fabricação de seus produtos dentro dos padrões exigidos.

O gerente geral da Softline Colômbia, José Castro, dá algumas dicas para que possamos consumir aparelhos tecnológicos sem descuidar do meio ambiente durante este ano.



Crie um plano de depreciação de tecnologia: Mesmo que as campanhas de marketing dos grandes fabricantes bombardeiem anúncios, você não precisa trocar seu equipamento a cada 12 meses. O melhor é gerar um plano de “depreciação” que permita saber se o celular adquirido em 2020 pode ser usado por mais 3 anos, sem se expor a não ter atualizações de software. O mesmo acontece com o mercado de televisão: vemos pequenas mudanças na resolução de tela a cada 6 meses que aumentam o valor do produto em até 35%, gerando mais consumo de tecnologia e mais lixo eletrônico, o aparelho que poderia ser útil em casa por até Mais 5 anos acaba se tornando obsoleto.

Evite cair no consumismo: não caia na tentação pelo que você vê no TikTok, Instagram, Facebook, Twitter ou outras plataformas, onde muitos jovens “influenciadores” incentivam o consumo de marcas. Melhor pensar no aumento de milhões de toneladas de lixo eletrônico sendo descartado e se perguntar se você realmente precisa do produto neste momento, ou não.

Estabelecer um processo de descarte de tecnologia: se em casa aplicarmos um processo de descarte de tecnologia e tivermos consciência de que o processo de reciclagem tecnológica contribui para a diminuição da produção de novos moldes, podemos gerar um impacto positivo no meio ambiente. Gere um plano de descarte para baterias, luzes, interruptores inteligentes, consoles, controles, consoles, videogames, entre outros, que possam ter uso potencial no futuro. Separe os resíduos orgânicos e não orgânicos, separando o maior número possível de peças.

Crie um plano de renovação de tecnologia: após passar pelos 3 primeiros pontos, pense com responsabilidade sobre a data em que você realmente precisará comprar um aparelho eletrônico. Isso não significa que você deva esperar 5 anos para fazer uma compra massiva de equipamentos para a casa ou escritório, porque, assim como você fez o plano de depreciação e descarte, você pode fazer o plano de aquisição. A recomendação é ter um estoque em casa com as datas de compra e fazer um plano de renovação e dependendo do ativo tecnológico (seja ele físico ou software), fazer o ciclo de vida do produto e indicar o momento de reposição. Isso também servirá como um exercício financeiro fundamental para otimizar seus recursos.

Meça seu consumo de carbono: se conseguir implementar com sucesso os 4 passos propostos, saberá o que o consumo implica em termos de impacto ambiental e social. Além disso, você verá quanto gasta na aquisição de equipamentos eletrônicos e quanto desperdício gera. Calcule quanto CO2 você economizou graças às etapas anteriores e poderá dizer que contribuiu para a construção de um planeta melhor.

Com informações da Assessoria de Imprensa PR Executive

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5G: A NOVA GERAÇÃO DE REDES MÓVEIS SUBSTITUIRÁ O WI-FI?

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Wi-fi público
Foto: istockphoto/divulgação

Especialista da TP-Link explica as diferenças das tecnologias e se elas serão substituíveis ou complementares

O 5G é uma das tecnologias mais faladas nos últimos anos, fato que se intensificou recentemente após o leilão promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que ocorreu em novembro, para a aquisição das novas radiofrequências através das operadoras de telefonia. O evento superou as expectativas de mercado, ultrapassando o valor de R$47 bilhões de reais. O fato se dá graças à configuração da nova geração de internet móvel, que a aponta como superior ao 3G e 4G, padrões em funcionamento no Brasil.

A tecnologia promete chegar ao país principalmente para ampliar a velocidade de navegação em celulares e dispositivos móveis, a fim de assegurar melhor experiência de navegação para o usuário e garantir um desempenho superior no envio e download de arquivos. Segundo o Ministério das Comunicações, a previsão para implementação do 5G é a partir do segundo semestre de 2022, apesar de inicialmente ficar concentrada somente nos grandes centros urbanos.



A expectativa é que a quinta geração permita a conexão de mais de 1 milhão de aparelhos por metro quadrado. Entre seus diferenciais, o 5G pretende garantir melhor resposta de sinal, o que ajuda a evitar lentidão e melhora o fluxo durante o uso da Internet. Com isso, a tecnologia irá possibilitar transmissões de vídeo com melhor resolução e estabilidade de sinal, velocidades mais altas, além de maior eficiência de rede.

Se comparado ao 4G, modelo móvel mais avançado atualmente, a nova tecnologia deve alcançar taxas de transmissão até vinte vezes mais rápidas, com eficiência 90% maior. Apesar de promissora, a implantação do 5G terá inúmeros desafios, entre eles a dificuldade de adesão de cidades fora do eixo metropolitano a curto e médio prazo, que está prevista para acontecer até 2029.

Com a chegada do 5G, uma dúvida paira no ar: ele de alguma maneira substituíra o Wi-Fi? Com isso em mente, Fabio Appel, Coordenador de Produtos da TP-Link, líder global em conectividade, explica as principais características do 5G e Wi-Fi 6, atual padrão de rede sem fio residencial, suas diferenças e se as tecnologias são substituíveis ou complementares. Confira:

5G

É verdade que o 5G trará consigo um avanço tecnológico sem precedentes. Entre seus benefícios pode-se elencar a telemedicina, aplicações IoT (Artificial Intelligence of Things) e até mesmo carros autônomos. “o 5G apresentará uma integração entre homem e máquina que nos aproximará ainda mais do futuro. Com ele, diversos serviços públicos e industriais serão positivamente impactados, como é o caso da agropecuária. Com equipamentos agrícolas autônomos, o setor terá uma maior eficiência no cultivo e processos com o auxílio da rede ultra veloz e de baixa latência”, explica Appel.

Apesar de seus avanços, a nova rede móvel não deve substituir o Wi-Fi e redes residenciais no geral. O especialista da TP-Link continua: “o 5G está ampliando o leque de opções de conexão com a rede de internet e se tornando uma opção móvel de excelente desempenho. No entanto, o conceito de rede externa e rede particular (WAN e LAN) deve ser mantido como opção segura e prática na configuração dos dispositivos conectados. Então, ele não substituirá o Wi-Fi, mas o complementará.

Wi-Fi 6

Quando o Wi-Fi é trazido à tona, e principalmente o Wi-Fi 6, é mais simples entender como a tecnologia funcionará em conjunto do 5G. Ambos são responsáveis por introduzirem a nova era de acesso wireless. Sua convergência permitirá que empresas de pequeno, médio e grande porte funcionem qualquer lugar enquanto aumentam a produtividade e oferecem a melhor experiência do usuário.

“A introdução do padrão 802.11.ax (popularmente conhecido como Wi-Fi 6), apresenta recursos para melhorar o desempenho da rede, residencial ou corporativa, com aumento de velocidade e transmissão simultânea de dados sem perda de performance, além de diminuir a exposição a ataques virtuais”, comenta o especialista. “Junto disso, o Wi-Fi conta com características como a possibilidade de consumir streaming em 8K e capacidade até quatro vezes maior para dispositivos conectados como celulares, notebooks, smart TVs e muito mais”.

A realidade é que, com o 5G e o Wi-Fi 6, os indivíduos, mas principalmente as empresas, utilizarão uma combinação das duas tecnologias que melhor atenderá às suas necessidades e objetivos. O Wi-Fi continuará a ser a escolha mais viável para ambientes internos, enquanto o 5G chegará para otimizar a conexão em áreas externas ou em casos de uso industrial graças a seu alcance, qualidade de serviço e segurança.

Com informações da Assessoria de Imprensa Dezoito Comunicação

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HOLU LISTA 6 MITOS E VERDADES SOBRE A ENERGIA SOLAR

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Neste mês de janeiro, o Brasil bateu recorde de produção de energia solar, alcançando a marca de 13 gigawatts (GW) de potência, chegando muito próximo à capacidade instalada da usina de Itaipu (14 GW). Usinas solares e sistemas de médio e pequeno portes instalados em telhados, fachadas e terrenos de casas ou empresas produzem quase o mesmo que a maior produtora de energia renovável no mundo.

Isso acontece porque cresce cada vez mais o conhecimento sobre os benefícios dessa alternativa energética. Mesmo assim, ainda há muitos tabus em relação ao assunto. Por isso, Rodrigo Freire, CEO da Holu, startup cujo propósito é ajudar o brasileiro a conquistar o melhor custo benefício em energia solar para ter independência energética, lista 6 mitos e verdades sobre energia solar.



Exige investimento alto e imediato

Mito: Os projetos são individualizados e têm valores que variam de acordo com o valor gasto com a conta de luz mensal do consumidor. A média nacional de investimento é de R$ 20 mil a R$ 30 mil pagos em financiamentos de até seis (6) anos, mas a Holu tem projetos a partir de R$ 9 mil. Ao contrário do que se pensa, o volume para instalação completa pode ser 100% financiado, e as parcelas são normalmente menores do que o valor pago na conta de luz mensalmente. Ou seja, sem nenhuma entrada, pagando menos do que na energia tradicional e lidando com pagamentos fixos (ao contrário das tarifas mensais), é possível ser independente energeticamente e sustentável. Há opções de pagamentos, também, via cartão de crédito, em até 10 parcelas mensais.

É direcionado apenas para determinados públicos e classes sociais

Mito: A energia solar é para todos. Como o número de placas instaladas em um sistema é variável de acordo com o gasto mensal de energia do consumidor, é possível realizar a instalação de sistemas a partir de duas placas. Mas, vale ressaltar que, em caso de usuários com contas mensais de energia a partir de R$ 300, o retorno de investimento é, no geral, mais rápido.

A energia solar é um caminho para sair da vulnerabilidade energética

Verdade: A energia solar fotovoltaica é uma das melhores alternativas para regiões isoladas onde não há rede elétrica ou que utilizem geradores a diesel ou óleo combustível, pois têm instalação simples e baixo custo em relação ao tempo de vida útil (mais de 25 anos). Nesses casos, o ideal é instalar também um conjunto de baterias para garantir a eletricidade também durante a noite.

É atrelado ao imóvel e ajuda na valorização local

Verdade: Sim, por ser um investimento inteligente e em longo prazo, que gera economia durante toda a sua vida útil, a energia solar contribui para a valorização do imóvel entre 4% e 6%, segundo o Laboratório Nacional Lawrence Berkeley (EUA).

Exige conhecimento e alta manutenção por parte do usuário.

Mito: A limpeza do sistema pode ser feita pelo próprio usuário ou proprietário das placas solares, uma vez por ano, com uma mangueira e um pano. Parte da grande vida útil de sistemas de energia solar é fruto de sua resistência significativa aos danos causados pela ação da natureza, tais como chuvas, ventos ou até mesmo granizo. A Holu também fornece suporte imediato em eventuais problemas. 

O benefício vai além do individual

Verdade: Como uma energia limpa, renovável e sustentável, a geração solar ajuda a reduzir significativamente: (i) a dependência de combustíveis fósseis como derivados de petróleo, (ii) o consumo de água (usado pelas termelétricas e usinas nucleares) e (iii) a emissão de gases do efeito estufa, dentre outros benefícios de ordem ambiental.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS FRENTE AOS DESAFIOS HÍDRICOS E ENERGÉTICOS

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água gestões inteligentes

O objetivo é propor soluções visando melhorar esse cenário crítico com iniciativas voltadas a uma gestão mais inteligente para reduzir os altos índices de perdas de água, elevar a eficiência energética nos sistemas e equipamentos utilizados atualmente, e expandir a oferta de água e esgoto pelo país para melhorar a qualidade de vida da população.

Nos últimos anos, nos acostumamos a lidar com iniciativas voltadas à redução nos consumos de água e energia. Com uma matriz energética ainda muito dependente das hidrelétricas, o Brasil se depara com um desafio cada vez maior em relação à escassez hídrica, problema esse que vem aumentando conforme as mudanças climáticas avançam. É por isso que precisamos de um esforço de toda a sociedade para que esse problema não se agrave ainda mais e que possamos fazer o bom uso de um dos bens mais preciosos da natureza que é a água. 

E nesse quesito, o Brasil é o país mais privilegiado do mundo, já que conta com a maior reserva de água doce do mundo e bem à frente da Rússia (segundo) e Canadá (terceiro). Entretanto, a região da Amazônia detém cerca de 70% desse grande volume de água, enquanto a região mais populosa do país, a Sudeste, onde vivem quase 45% dos brasileiros, conta com apenas 6% das reservas aquíferas do Brasil. Essa disparidade nos obriga a implementar sistemas eficientes de distribuição e tratamento de água, e hoje estamos longe desse objetivo. 



Para se ter uma ideia, nosso país desperdiça 35% da água tratada em toda a distribuição. Um índice tão alto que fica ainda mais incompreensível em um cenário onde 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada e cerca de 46% do esgoto gerado no país não é tratado, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). São dados negativos que impactam a economia e, principalmente, a saúde da população. 

Devido à importância do tema e urgência em melhorar esse quadro a comunidade empresarial tem se reunido para debater o problema. O objetivo é propor soluções visando melhorar esse cenário crítico com iniciativas voltadas a uma gestão mais inteligente para reduzir os altos índices de perdas de água, elevar a eficiência energética nos sistemas e equipamentos utilizados atualmente, e expandir a oferta de água e esgoto pelo país para melhorar a qualidade de vida da população.

Organizações empresariais como Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e a Rede Brasil do Pacto Global, das quais a Siemens faz parte, têm colocado a crise hídrica e a necessidade de melhor eficiência energética no centro do debate em reuniões com CEOs e executivos das empresas associadas. Dentro desse contexto, em encontro recente na Abinee, por exemplo, foram apresentadas propostas de curto, médio e longo prazo visando três pontos principais: 1) a redução e racionalização do consumo de eletricidade; 2) a redução do pico de carga no Sistema Interligado Nacional; e 3) a geração emergencial de energia elétrica. 

No total, foram apresentadas 14 propostas que foram elaboradas a partir das associadas que integram a área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica (GTD), e que são levadas pela entidade ao Ministério de Minas e Energia. Entre as propostas estão a implementação massiva da tarifa branca com a ampliação da instalação de medidores inteligentes, o uso de armazenamento de energia para suprir o consumo nos horários de pico e a realização de ações de eficiência energética como a troca de motores elétricos por equipamentos mais eficientes.

Iniciativas conjuntas como essa, que reúnem o conhecimento e expertise de toda uma classe do mercado, são cruciais para podermos enfrentar os problemas crescentes em relação aos recursos hídricos e consumo de energia que enfrentamos atualmente. Além disso, precisamos nos preparar desde já para um futuro ainda mais desafiador onde a tendência é ter um índice ainda maior de pessoas morando em centros urbanos – passando da média atual de 50% para 70% até 2050 – em um cenário que eleva o consumo de energia e a emissão de poluentes. Os desafios energéticos e climáticos são reais e temos que enfrentá-los desde já visando uma gestão inteligente e sustentável dos sistemas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ESTUDO COORDENADO ENTRE ENEL-X, MARCOPOLO E URBI MOBILIDADE URBANA ANALISA A VIABILIDADE TÉCNICA PARA A OPERAÇÃO DE ÔNIBUS 100% ELÉTRICO EM GOIÂNIA E REGIÃO METROPOLITANA

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Empresas apresentam ao governo do estado de Goiás iniciativa que beneficia a Metrobus
na implantação de um veículo sustentável para circular no Eixo Anhanguera e extensões

 

Líder na produção de carrocerias de ônibus no Brasil e posicionada entre as maiores fabricantes do mundo, a Marcopolo reforça o compromisso com o futuro da mobilidade em um projeto que apresenta ao governo de Goiás um sistema elétrico de transporte que vai circular no Eixo Anhanguera e extensões, em Goiânia.

A iniciativa é promovida a partir de uma parceria estratégica com a Enel-X, empresa de soluções em energia da Enel, e a URBI Mobilidade Urbana, concessionária de transporte público da cidade de Brasília, com consultoria de Tauil Chequer e Radar PPP.



A apresentação do projeto será em um evento realizado em 17 de janeiro, com a presença do governador Ronaldo Caiado e todos os parceiros envolvidos na iniciativa, no estacionamento do Estádio Serra Dourada. A ação tem como objetivo beneficiar a Metrobus, companhia de transporte coletivo de economia mista em Goiá, e avaliar a viabilidade técnica e econômica da circulação dos ônibus 100% elétricos.

Essa é mais uma etapa do processo de estudos para o desenvolvimento de uma proposta de modernização da frota da região, com a utilização de uma tecnologia de ônibus elétricos. O trabalho conta ainda com a circulação de um ônibus articulado sem passageiros, no período de 30 dias.

As viagens vão permitir que sejam feitas análises dos indicadores operacionais de manutenção do veículo e identificará como funciona o sistema eletrônico na região. A ação auxilia ainda na verificação da autonomia do veículo, com avaliação do tempo de carregamento, custo da operação, além de treinamentos internos e aprimoramento dos conhecimentos a respeito dos eventuais desafios de uma frota elétrica.

“Esse trabalho reforça a expertise e a tradição da companhia na estruturação de operações de mobilidade, queremos estruturar projetos com empresas responsáveis por ditar os novos rumos da mobilidade. Trata-se de uma iniciativa alinhada ao nosso Plano Estratégico 2020/2025, que tem a eletrificação de veículos como um dos pilares. Queremos ir além da produção de carrocerias, vamos investir em tecnologias inovadoras, como sistemas de mobilidade e projetos de eletromobilidade”, pontua João Paulo Ledur, diretor de Estratégia e Transformação Digital da Marcopolo.

O Diretor da Enel X, Carlos Eduardo Cardoso, explica que a eletrificação do setor de mobilidade urbana é uma tendência crescente e irreversível. “Este é o primeiro ônibus elétrico que trazemos para Goiás, e para Enel X é um grande privilégio participar deste marco histórico do Estado. Reforça o compromisso que o Grupo Enel tem com Goiás. A mobilidade elétrica urbana é fundamental para o desenvolvimento das cidades inteligentes, que integram sustentabilidade e conectividade a serviço do bem-estar e da qualidade de vida da população”, ressalta Carlos Eduardo.

Posicionada como um novo player no mercado de eletromobilidade, a Marcopolo aposta na prospecção, no fomento de iniciativas, em investimentos, além de parcerias estratégicas com projetos públicos ou privados. Essas ações são responsáveis por ditar os novos rumos da mobilidade dos grandes centros urbanos.

“Estamos focados no desenvolvimento de negócios inovadores e tecnologias de alto potencial. Investimos e desenvolvemos projetos adjacentes ao core business da companhia, isso fortalece a nossa atuação no mercado e proporciona um crescimento e retorno estratégico para a Marcopolo”, reforça Ledur.

Atualmente, a Marcopolo conta com 370 veículos elétricos e híbridos em circulação por diversos países, incluindo Argentina, Austrália e Índia. No Brasil, são 75 veículos. Entre as iniciativas focadas na eletrificação de veículos da companhia, está o Attivi, primeiro ônibus elétrico produzido com chassis da companhia no Brasil, desenvolvido com tecnologia nacional e importada.

“Os veículos elétricos fazem parte de uma tendência mundial e atuamos ativamente para inserir a companhia nesse cenário. Há alguns anos, nossas equipes estão envolvidas em diferentes projetos de veículos movidos a combustíveis de fontes renováveis”, explica o diretor de estratégia e transformação digital da Marcopolo.

Modelo do veículo-teste

O ônibus-teste é articulado e conta com chassi da BYD e carroceria da Marcopolo. O modelo D9W tem 23 metros de comprimento e capacidade para transportar 170 passageiros, sendo 59 sentados, com espaço reservado para cadeirantes. A versão conta com ar-condicionado, carregadores de celular e foi desenvolvido com suspensão pneumática em todos os eixos, o que proporciona mais conforto para os usuários.

Para tornar a condução do modelo mais segura e confortável, o modelo tem design moderno e DNA Marcopolo arrojado e atraente, conta com iluminação externa e faróis em full LED, garantindo maior eficiência luminosa. O veículo estabelece um novo padrão para o segmento, com muita tecnologia embarcada e equipamentos inéditos no segmento, como as seis câmeras de alta definição, duas delas com infravermelho, em substituição aos retrovisores externos e internos. O sistema permite que os motoristas vejam pontos cegos e tenham facilidade de manobra, aumentando a segurança e garantindo mais conforto na viagem.

Outro diferencial é a coluna de direção regulável, estrutura que permite a regulagem de acordo com as características de cada motorista, melhorando a ergonomia. As portas seguem rigorosos padrões de segurança e são equipadas com sensores, o que evita que se fechem quando é identificado qualquer movimento próximo e ajuda a melhorar o momento de embarque e desembarque.

Com informações da Assessoria de Imprensa Secco Consultoria de Comunicação

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SÉTIMA EDIÇÃO DO VAI TEC CONTARÁ TAMBÉM COM APORTE FINANCEIRO DE R$ 39 MIL PARA CADA EMPRESA VENCEDORA

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Fotografia aérea da capital paulista em referência à DESTAQUES MERCADO IMOBILIÁRIO: SÃO PAULO, CURITIBA E FORTALEZA
Foto: Divulgação/Diogo Moreira/MáquinaCW/Governo do estado de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo está com inscrições abertas para o Vai Tec, processo de aceleração e mentorias para negócios inovadores das periferias da Capital. Durante a sétima edição do programa, 24 projetos receberão um acompanhamento completo, repleto de atividades e recursos financeiros, por um período de seis meses. O Vai Tec é uma iniciativa da Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo. As inscrições podem ser feitas até 15 de fevereiro pelo link

“Os empreendedores das periferias da cidade foram os mais afetados durante a pandemia do coronavírus e o Vai Tec chega, em sua sétima edição, para apoiar, fortalecer e desenvolver ainda mais essas iniciativas”, declara a secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Aline Cardoso. “O fomento a estes empreendedores impacta positivamente na circulação de recursos nos territórios, na recuperação econômica, na empregabilidade por meio da manutenção ou geração de empregos e na criação de novas estratégias de negócios, processo que será fundamental neste momento de retomada econômica da Capital”, complementa.



Realizado de maneira on-line, em decorrência da pandemia do coronavírus, o Vai Tec auxilia jovens a criar, desenvolver, validar e impulsionar empreendimentos inovadores e que utilizem tecnologia como parte essencial do modelo de negócio, promovendo o desenvolvimento local e a geração de emprego e renda.

Nova fase

A etapa de aceleração tem duração de seis meses e os projetos escolhidos contarão com assessorias personalizadas de acordo com a necessidade do empreendimento, além de rede de contatos e acesso a eventos, mentorias, conteúdos e recursos de parceiros do programa. Além disso, cada projeto irá receber um apoio financeiro de R$ 39.600,00.

Podem se inscrever projetos que tenham a tecnologia como parte integrante do seu escopo de conhecimentos, ferramentas e técnicas, derivados da ciência e da experiência prática, que é usado no desenvolvimento, projeto, produção, e aplicação de produtos, processos, sistemas e serviços.

Confira os tipos de tecnologia:

  • Tecnologia da Informação e Comunicação — TIC: Combinação de atividades industriais, comerciais e de serviços que capturam eletronicamente, transmitem e disseminam dados e informação, bem como comercializam equipamentos e produtos intrinsecamente vinculados a esse processo.
  • Tecnologias sociais: conjunto de técnicas, metodologias transformadoras, desenvolvidas ou aplicadas na interação com a população e apropriadas por ela, que representam soluções para a inclusão social e melhoria das condições de vida.
  • Tecnologia ambiental: fornecem soluções para diminuir os influxos de substâncias, reduzir o consumo de energia e as emissões, reaproveitar os subprodutos e minimizar os problemas da eliminação de resíduos. As tecnologias ambientais objetivam regenerar e conservar o meio ambiente bem como monitorar ou reduzir os danos que o ser humano causa ao consumir os recursos ambientais.
  • Tecnologia de processos: conjunto de máquinas, equipamentos ou dispositivos que ajudam as operações a criar ou entregar produtos e serviços. Tecnologia de processo indireto ajuda a facilitar a criação direta de produtos e serviços.

Na seleção serão priorizados projetos de regiões localizadas nos extremos da cidade, principalmente nas zonas leste (São Miguel Paulista, Ermelino Matarazzo, Itaim Paulista, São Mateus, Guaianases, Cidade Tiradentes, Itaquera, Vila Prudente, Penha e Sapopemba), sul (Parelheiros, Capela do Socorro, M´Boi Mirim, Campo Limpo e Cidade Ademar) e norte (Casa Verde, Cachoeirinha, Freguesia do Ó, Brasilândia, Perus, Pirituba, Jaçanã e Tremembé).

Com informações da Assessoria de Imprensa Imprensa SMDET

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5 FATOS QUE MOSTRAM QUE O CARROS ELÉTRICOS SERÃO TENDÊNCIA EM 2022

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Europa banir venda de veículos à combustão

O aumento exponencial na venda de eletrificados traz novos caminhos para o setor automobilístico no novo ano

O mercado de carros elétricos está em polvorosa. Segundo dados divulgados pela Anfavea, em 2021, o número de emplacamentos de veículos 100% eletrificados bateu recorde em comparação ao ano de 2020 – com 2.850 unidades contra 801 no ano retrasado. Já com os carros híbridos e híbridos plug-in, o total de vendas foi de 34.990 unidades, o que equivale a 2,3% dos automóveis e veículos comerciais leves vendidos no Brasil.

Para Rodrigo Aguiar, sócio-fundador da ELEV, empresa que oferece ao mercado soluções para o ecossistema de mobilidade elétrica, “nos últimos anos estamos percebendo um aumento significativo no número de aquisições de veículos elétricos no Brasil e no mundo, por motivos que vão muito além de uma tendência tecnológica do mercado.”



Pensando nisso, o especialista Rodrigo Aguiar cita 5 fatos que mostram que o carro elétrico será tendência em 2022. Confira!

1 – O Brasil tem futuro

Segundo dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), em 2021, houve um aumento de 77% na venda de eletrificados no país. Além disso, grandes cidades brasileiras já planejam o aumento da frota elétrica no transporte público, como visto pela aprovação dos ônibus da BYD pela SPTrans (São Paulo Transporte S/A). E para Aguiar, em 2022, mais recordes podem ser esperados.

“Temos não só um crescimento da população comum interessada nesse tipo de veículo, mas também uma disposição por parte de empresas brasileiras e de instituições públicas de se adequarem aos princípios de ESG, além da enorme redução de custos com combustível (mais de 70%) e de manutenção. Logo, podemos esperar que, cada vez mais, sejam planejadas políticas públicas e de infraestrutura para suprir essa demanda crescente. A verdade é que o Brasil tem muito potencial”.

2 – Preocupação crescente com sustentabilidade e meio ambiente

Segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), o setor de transporte é um dos grandes emissores de gás de efeito estufa. E nunca se emitiu tanto quanto neste século 21; e o pior: 80% dessas emissões vêm da queima de combustíveis fósseis.

Para Aguiar, “o segmento de transporte, nos moldes atuais, é muito prejudicial para o meio ambiente. Os veículos elétricos surgem nesse momento como uma solução para o problema climático e, dessa forma, extrapolam uma simples tendência de mercado, já que a transição para a eletrificação é um processo que pode ajudar a atenuar um dos maiores perigos para o futuro da humanidade”.

3 – O mercado financeiro já está percebendo a tendência

Já há grandes indícios de que o mercado já está se adaptando aos carros elétricos. Ano passado, por exemplo, a entrada da Rivian Automotive, fabricante de caminhões, pickups e SUV elétrico

s, na bolsa de valores foi destaque no mercado – alcançando um recorde de US $100 bilhões na estreia.

“E não é um caso isolado”, diz o especialista, “em 2021, por exemplo, a Tesla teve um aumento de mais de 70% na venda de carros elétricos e, no Brasil, dados da Anfavea indicam um aumento progressivo da venda desse tipo de veículo nos próximos anos. Assim, notamos que o mercado internacional e nacional está muito empolgado com as novas possibilidades provenientes da mobilidade elétrica.”

4 – As montadoras já estão se adaptando

Montadoras consolidadas já pretendem transformar 100% da produção de suas frotas em eletrificados. Um grande exemplo está na Audi, que até 2026, pretende ter todos os seus lançamentos em carros elétricos e irá parar a produção de motores à combustão até 2033.

Rodrigo explica que “as montadoras já entenderam que o futuro está nos carros elétricos e que os motores à combustão logo irão se tornar obsoletos – tanto pela questão ambiental, quanto pela tecnologia e de custo. Podemos perceber, então, não só um crescimento nas vendas desse tipo de veículo, mas também um aumento na oferta do produto, o que caracteriza um mercado em expansão”.

5 – A tecnologia em avanço constante

Um grande empecilho para o aumento ainda maior da venda dos carros elétricos está no preço elevado, que é impulsionado pelo alto custo de produção das baterias. Porém, o especialista explica que, com o avanço tecnológico, esses preços vão se tornar cada vez mais populares.

“Atualmente, os carros elétricos ainda são parte de um mercado de luxo, porém, com o desenvolvimento e pesquisa de novos processos para baratear a produção de baterias de lítio, ou a entrada do nióbio e grafeno, o preço tende a baixar com o passar dos anos. E não é só o preço que deve sofrer alteração, a autonomia das baterias – ou seja, quanto o carro se locomove com uma recarga completa – também deve ser cada vez maior. É o que vimos com o anúncio da autonomia de 1000 Km anunciada pela Mercedes, por exemplo”.

Com informações da Assessoria de Imprensa Press FC

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3 PASSOS PARA APOSTAR EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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TQI promove bootcamp com 20 mil bolsas de estudo gratuitas para formação de desenvolvedores full stack

IA está ligada aos investimentos em transformação digital, e ajuda a acelerar processos e implementar mudanças que revolucionam relações de consumo

A transformação digital é uma realidade no mundo corporativo de hoje. Vivemos em uma nova economia, e é preciso deixar de lado os velhos “remédios” e atuar de forma diferente de como era feito no passado, com mais ousadia, inovação e investimento em soluções digitais e novas tecnologias.

“Os negócios que geram disrupção nos dias atuais deixaram de focar na eficiência pela industrialização e redução de custos e ‘abraçaram’ a eficácia e a assertividade do que é entregue ao cliente. Ao acelerar processos, a transformação digital transforma também as relações de consumo, dentro do contexto dessa Nova Economia”, analisa o especialista em transformação digital Carlos Baptista.



Ele explica que, hoje, a experiência do consumidor começa bem antes dele adquirir qualquer coisa. “O cliente precisa ‘sentir’ a exclusividade do que está consumindo para valorizar um determinado produto ou serviço”, explica o especialista.

Estudos indicam que mais de 80% dos clientes estão dispostos a pagar mais caro por um serviço, simplesmente porque a experiência que obtiveram foi diferenciada. Pesquisa mundial da PwC sobre Experiência do Cliente mostra que 73% dos respondentes apontam a experiência do cliente como um fator importante em suas decisões de compra. No Brasil, esse índice alcançou 89%, o mais alto da pesquisa.

Para Baptista, a experiência do cliente deve ser única e, para isso, toda a organização deve estar voltada à utilização das novas tecnologias, ao tratamento massivo de dados, aos processos e acima de tudo, às pessoas. “Dentro desse contexto, a inteligência artificial- que muitas vezes é utilizada a fim de potencializar os resultados, aumentar a produtividade e economizar tempo-, já não pode mais ser negligenciada pelas organizações, e está entre as principais pautas da maior parte das corporações. Através da IA, é possível prever as necessidades do cliente e melhorar essa jornada”, ensina ele.

No entanto, várias organizações ainda resistem no desenvolvimento simultâneo de todos estes pilares. Mas, afinal, como uma organização consegue entregar essa experiência única sem aumentar radicalmente seus custos? “As possibilidades hoje são infinitas porque cada cliente – interno ou externo- é um ser único. E se tentarmos ‘adequá-lo’ ao modo tradicional, o negócio pode ser inviabilizado”, alerta.

Pesquisa realizada pela Track.co, startup que monitora e gerencia indicadores de experiência de clientes em tempo real, revela que 32% das empresas ainda não têm nenhum plano de ação para os feedbacks dos clientes, ou seja, nem começaram a investir em Customer Experience- CX (Experiência do Cliente). Por outro lado, o levantamento aponta que 70,6% das companhias implementarão o setor de CX em seus negócios, ou ao menos devem contratar uma ferramenta específica para isso.

Outro estudo da PWC indica que, até 2030, a utilização de IA deverá aumentar o PIB global em 14%. Este aumento tem por base a previsão de 15,7 trilhões de dólares provenientes da adoção das tecnologias englobadas nesta categoria.

Para que esse processo seja de fato eficiente, Baptista listou algumas dicas:

Dados

A utilização de dados que suportem a gestão da organização sempre foi uma premissa das boas práticas da administração. Várias empresas, inclusive, já iniciaram o tratamento massivo de dados. No entanto, a grande maioria ainda o faz apenas “olhando” o passado e tomando decisões em cima dos indicadores. “Obviamente isso é importante, mas é preciso ter mais tecnologia para auxiliar nessa análise preditiva, principalmente em relação aos comportamentos humanos”, recomenda o especialista.

Para que isso seja possível, é preciso utilizar plataformas de inteligência artificial, e esse uso não pode se limitar apenas aos bots [abreviatura de robots -robôs — é um programa de software que executa tarefas automatizadas, repetitivas e pré-definidas] que são adotados, por exemplo, nos chats de atendimento. Em sua grande maioria, comportam-se como menus de atendimento que muitas vezes não “entendem” a necessidade do ser humano. De acordo com o estudo da PWC, 54% dos executivos entrevistados dizem acreditar que o uso de diversos tipos de tecnologias relacionadas com IA já aumentou a produtividade dos seus negócios.

No entanto, é preciso ir mais além. A inteligência artificial precisa ser utilizada para interpretar informações como, por exemplo, expressões faciais, escrita, hábitos, etc, “Assim, será possível obter uma análise preditiva e entregar uma experiência diferenciada. O tratamento dos dados precisa ser uma conjunção de análise estatística e análise comportamental, para obter informações que ajudem a gerenciar os negócios e, simultaneamente, entregar uma experiência única”, ensina.

Processos

A implementação de processos ágeis é crucial para reposicionar constantemente as atividades e focar no que realmente faz sentido. Mas não deve se limitar apenas a uma área ou a um determinado framework. “A agilidade precisa seguir os princípios e, principalmente, adequá-los à realidade de cada organização. Um método ou técnica que foi um case de sucesso em determinada organização não o será, obrigatoriamente, em outra organização. As empresas são compostas por pessoas e têm uma cultura própria, que precisa ser respeitada na adoção de uma nova metodologia de processos”, explica Baptista.

Dentro desse pilar, a utilização da inteligência artificial também pode ser uma vantagem competitiva, principalmente no que diz respeito aos processos de automação. “Por exemplo, quando falamos de indústria 4.0, a adoção de metodologias ágeis é a base da melhoria contínua, e a inteligência artificial pode ser usada para a análise dos dados e geração de modelos preditivos antecipando novas necessidades e melhorias”, comenta.

Pessoas

Qualquer companhia que focar 100% na digitalização dos processos e na evolução tecnológica, sem avaliar a necessidade das pessoas – sejam elas da organização ou de fora da organização- estará fadada ao fracasso por causa dos altos custos, sem o resultado correspondente. “A transformação digital tem foco no ser humano, para que ele tenha uma experiência única e individualizada. Assim, é crucial que toda evolução parta do entendimento das necessidades daquele indivíduo em questão”, diz o especialista.

Por isso, na visão de Baptista, o líder e o gestor precisam entender essas necessidades e aderir aos princípios da agilidade para que as atenda com assertividade, e o mais rápido possível. “Por outro lado, é importante ressaltar que, para que essa experiência melhore, nem sempre é necessário tecnologia cara e complexa”, ressalta ele.

Uma nova sociedade se formou, com novas demandas e propósitos. Por isso, para o especialista, é preciso ser mais assertivo e mais eficaz, para que seja possível antecipar e melhorar resultados. “Executando ciclos curtos e constantemente monitorados também será possível reduzir os riscos operacionais. Outra dica importante para viabilizar essa mudança é o envolvimento de toda a organização nesse processo de transformação”, finaliza Baptista.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ortolani Comunicação & Marketing

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FUNCIONÁRIOS ESTÃO DISPOSTOS A ADOTAR UM AMBIENTE DE TRABALHO NO METAVERSO, DIZ ESTUDO DA LENOVO

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cidadãos em cidades inteligentes
Foto: metamorworks - istockphoto/divulgação

Ofertas ‘tudo como serviço’ da Lenovo incluem soluções de realidade virtual imersiva e realidade aumentada que podem alimentar a próxima fase do trabalho e educação híbridos

Enquanto empresas estão começando a encontrar seu ritmo com o trabalho remoto, o local de trabalho começou a evoluir novamente com o surgimento do metaverso. Uma nova pesquisa da Lenovo revela que quase metade dos funcionários (44%) estão dispostos a trabalhar no metaverso e acreditam que ele pode oferecer benefícios como produtividade para o local de trabalho.

O metaverso é primariamente definido como um espaço digital compartilhado com representações digitais de pessoas, lugares e objetos. No futuro, o metaverso pode ser uma extensão altamente imersiva do mundo físico, com sua rica interface de usuário. No nível empresarial, isso gera possibilidades para que empresas criem um local de trabalho mais viável e interativo.



Entretanto, existe um ceticismo em relação às capacidades das empresas para alcançar isso. Dois em cada cinco (43%) dos entrevistados acreditam que seus empregadores não têm, ou provavelmente não têm, o conhecimento ou experiência que lhes permita trabalhar no metaverso do futuro.

Ken Wong, presidente da Lenovo Solutions and Services Group: “A pandemia desafiou todos nós a nos adaptar a novas formas de trabalho — forçando organizações de todos os tamanhos a evoluir em um ritmo exponencial. O metaverso oferece novas oportunidades às empresas, além de desafios tecnológicos mais complexos, como a necessidade por mais poder de computação, hardware melhor integrado e soluções de TI mais simples e flexíveis”.

As principais conclusões da pesquisa incluem:

  • Enquanto metade dos funcionários (44%) estão dispostos a trabalhar no metaverso, 20% não querem, e 21% afirmam que são indiferentes e outros 15% afirmam que não têm certeza.
  • Metade dos trabalhadores adultos (51%) concordam que a velocidade de adoção de novas tecnologias pelo empregador é um indicador de prontidão para novas realidades tecnológicas, como a realidade física virtualmente aprimorada do metaverso.
  • Trabalhadores adultos no Brasil (53%), Singapura (51%) e China (54%) estão igualmente divididos, com cerca de metade deles confiantes de que seus empregadores têm a habilidade para possibilitar um ambiente de trabalho no metaverso, e a outra metade menos confiante. Por outro lado, trabalhadores adultos no Reino Unido (30%) e Japão (18%) estão menos otimistas.
  • Enquanto 44% acreditam que o metaverso melhorará a produtividade no trabalho, três em cada cinco (59%) não acreditam ou não têm certeza de que seus empregadores estão investindo o suficiente em TI para ajudá-los a maximizar sua produtividade.

“Apesar de o metaverso ainda não ser onipresente, as empresas podem começar a melhorar a produtividade no trabalho. Elas não precisam de mais investimentos significativos de capital para alcançar isso. O modelo ‘como serviço’ ou de ‘pagamento conforme o uso’ oferece a flexibilidade, eficiência de custos e escalabilidade para se adaptar a cada circunstância exclusiva da empresa”, acrescentou Wong.

Para gerenciar uma tecnologia cada vez mais complexa, as empresas precisam de soluções de TI simples e flexíveis. As soluções da Lenovo incluem a plataforma ThinkReality, que está alimentando o metaverso empresarial com um portfólio de hardware, software e serviços premiados.

O mercado ‘como serviço’ está crescendo quatro vezes mais que o mercado total endereçável de serviços de TI.Soluções ‘como serviço’ oferecem suporte e serviços de operações vitais, permitindo que empresas utilizem tecnologia para escalonar rapidamente, reduzir custos e alcançar maior eficiência. Com suas ofertas flexíveis e transparentes, a Lenovo ajuda organizações desde o setor educacional ao aeroespacial a otimizar a tecnologia certa com o potencial de transformar e preparar suas operações para o futuro.

“Estamos apenas conhecendo superficialmente o metaverso, sem mencionar a nova economia da Web 3.0. Por enquanto, o metaverso abre um mundo de possibilidades para empresas, que de acordo com nossa pesquisa, onde quase metade dos funcionários estão dispostos a participar. Para entendê-lo, as empresas precisam identificar novas maneiras para aproveitar ao máximo suas tecnologias. As ofertas ‘tudo como serviço’ da Lenovo podem ajudar organizações a liberar todo seu potencial”, afirmou Wong.

Com informações da Assessoria de Imprensa HK Agência

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DESIGUALDADE DE GÊNERO: NO MERCADO DE DESENVOLVEDORES, APENAS 12% SÃO MULHERES

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Fotografia de mulher sentada digitando no notebook. Ela está sorrindo
Foto: Huawei/Divulgação

Pesquisa realizada pela Rocketseat mostra ainda que mulheres representam apenas 20% dos profissionais de tecnologia brasileiros

O mercado de desenvolvedores está crescendo cada vez mais, mas ainda há muito estigma em torno dessa profissão, o que impacta no recorte da realidade brasileira na área de TI. Por isso, a Rocketseat, edtech que visa formar desenvolvedores a partir de plataforma e metodologias próprias, realizou um estudo com mais de 1.200 desenvolvedores e análise de mais de 500 mil leads cadastrados na base.

Os desenvolvedores do sexo masculino são a maioria do mercado, sendo 87% contra 12% de mulheres e mais 1% não binário. Isso mostra que o setor de TI ainda é bastante desigual, mesmo com vários projetos de capacitação na área e cursos, as mulheres ainda representam apenas 20% dos profissionais de tecnologia. Segundo a pesquisa da Women in Technology, que entrevistou trabalhadores de países latinos para entender a razão por trás da escassez das lideranças femininas na tecnologia, 47% das respostas de brasileiras dizem que um dos principais fatores é a falta de inspiração e modelos a seguir.



Além disso, os dados coletados pela Rocketseat também apontam que as mulheres recebem em média R$4.013.69, valor inferior à média salarial dos respondentes masculinos, R$6.364.54. Ao analisar a distribuição das rendas, mais de 34% das pessoas do gênero feminino estão sem algum tipo de renda, ao contrário dos homens, que significam 10% menos nessa categoria.

O mercado está em constante mudança, e a tendência é que, em 10 anos, a participação das mulheres cresça na área de tecnologia, a fim de contra posicionar os apenas 42% de hoje em cargos de coordenação e especialização.

“Mais da metade dos usuários de internet são mulheres. O mercado de TI precisa ser mais inclusivo e contratar essas minorias para que tenha equidade. Ainda existe o estigma de que as profissões de tecnologia são para homens, mas são para qualquer pessoa que tenha interesse na área e aptidão”, afirma Isabela Castilho, Head of Community da Rocketseat.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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