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MENOS PAPEL, MAIS EFICIÊNCIA – APROVA DIGITAL JÁ GARANTIU A ECONOMIA DE MAIS DE 256 MIL TONELADAS DE PAPEL NAS PREFEITURAS BRASILEIRAS

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A plataforma que substitui infraestruturas físicas por digitais gera por município a economia de até R$ 10 milhões de reais por ano em papéis e impressões

Ferramentas tecnológicas têm ajudado a poupar materiais limitados e a promover o uso consciente de recursos naturais. E é esse um dos resultados proporcionados pela govtech Aprova Digital.

A startup, que substitui fluxos manuais por processos digitais, já garantiu para as prefeituras atendidas, que somadas são mais de 50 gestões, uma economia de aproximadamente 256 mil toneladas de papel. A redução desse material de consumo, que antes era essencial para o funcionamento das secretarias municipais, ajuda a poupar, em média, R$ 10 milhões aos cofres públicos de cada uma das administrações públicas municipais.



A plataforma, que realiza 100% da digitalização de serviços públicos, é um exemplo de que, mesmo em um ambiente considerado burocrático, é possível utilizar a tecnologia para gerar economia e ainda oferecer serviços mais eficientes.

Para Marco Zanatta, CEO do Aprova Digital, serviços digitais criam um efeito de resultados em cascata na prática. Para ele, “a digitalização da gestão pública reduz os gastos com materiais de consumo diário, o que gera economia aos cofres públicos, elimina a produção de resíduos que, em muitos casos, não são reciclados pelas prefeituras, além de simplificar, melhorar e acelerar os serviços prestados ao cidadão”.

Segundo o Instituto Akatu, a produção de uma folha A4, formato mais utilizado por órgãos públicos, consome cerca de 10 litros de água. Ao se produzir 1kg de folhas do mesmo formato, são necessários cerca de 540 litros de água.

“Uma prefeitura de pequeno porte utiliza aproximadamente 10 milhões de folhas, anualmente. Agora, imagine esse número considerando as 5.568 prefeituras que temos hoje no Brasil. Quando falamos de transformação digital e cidades mais inteligentes, estamos incentivando a economia de recursos naturais e uso consciente de bens limitados”, explica Zanatta.

O uso da tecnologia na gestão pública, além de proporcionar a redução de gastos com o papel, aumentar a economia do dinheiro público e melhorar o serviço para o cidadão, se mostrou fundamental nos últimos dois anos de pandemia. Patos de Minas, em Minas Gerais, é um dos municípios que atende seus cidadãos de forma digital. São 12 secretarias e departamentos que fazem uso do sistema Aprova Digital.

Ao longo do processo de vacinação contra a Covid-19, por exemplo, a Prefeitura de Patos zerou a fila física dos postos de saúde. O cadastro e o agendamento da população para vacina foram feitos de modo 100% digital através da plataforma.

A startup já opera em mais de 50 cidades e registrou um crescimento de 165% no último ano. Para 2021, a govtech Aprova Digital já está com as negociações licitatórias avançadas para digitalizar as Regiões Norte e Nordeste do país, correspondentes aos municípios da Bahia, Pernambuco, Paraíba e Pará.

“As govtechs vieram para mudar o poder público e, sem dúvidas, ganharão o mesmo status das fintechs nos próximos anos. Acreditamos que 2022 será um marco, tanto na história do Aprova, quanto em relação à transformação digital dos serviços governamentais no Brasil. E o principal ganho com certeza, será da população, que terá agilidade em diversos serviços, que atualmente são muito morosos e burocráticos”, finaliza o fundador do Aprova Digital.

Com informações da Assessoria de Imprensa Aprova Digital

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CUBO ITAÚ ANUNCIA LANÇAMENTO DO HUB SMART MOBILITY EM PARCERIA COM BIKE ITAÚ, CONECTCAR, ICARROS E VEC ITAÚ

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Marcas se unem ao hub de inovação para fomentar o desenvolvimento de startups e agentes que possam transformar a mobilidade urbana

Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, ao lado da Bike ItaúConectCariCarros e vec Itaú, anuncia o lançamento de um hub para dar atenção especial às mobtechs. O Cubo Smart Mobility tem como principal objetivo estimular um ambiente de inovação voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas que possam ser incorporadas à mobilidade das cidades do Brasil e da América Latina, beneficiando a população e incentivando o uso de modais ativos, além de melhorar o transporte público e o trânsito em geral. A iniciativa conta com o apoio da TIM e da Stellantis — empresas já atuantes no hub para evolução de suas transformações digital e cultural, incentivando a criação e desenvolvimento de startups em seus setores de atuação. A parceria com o Cubo Itaú, estabelecida desde 2019 com a TIM, dá visibilidade aos projetos e testes de 5G liderados pela operadora com a nova tecnologia, em um movimento pioneiro e inovador no mercado brasileiro. A Stellantis, por sua vez, é parceira do Cubo desde 2018 e atua no Hub com o foco em fomentar parcerias com startups e demais players do ecossistema de inovação aberta para o desenvolvimento de soluções para os desafios da mobilidade e da indústria automotiva.

A expectativa é que, a partir desta iniciativa, surjam novas startups focadas em mobilidade, cidades inteligentes, e aumente a quantidade de fornecedores e parceiros para a área. Por meio do apoio a ações B2B e B2C, será possível dar mais visibilidade ao setor e, como consequência, a adesão de inovação no sistema deve ocorrer de forma mais rápida, conectada e integrada a diferentes modais. Outro ponto, é que com o ecossistema mais unificado, é possível oferecer mais soluções alinhadas ao conceito de MaaS (Mobility as a Service).



O Itaú Unibanco embarcará nessa iniciativa por meio de suas diversas marcas que já fomentam, de formas diferentes e complementares, a mobilidade no Brasil. Além da Bike Itaú, projeto que há cerca de dez anos alia mobilidade urbana e tecnologia numa solução de compartilhamento em grandes centros urbanos, o banco trará sua referência em inovação dentro do setor automotivo com a presença do vec Itaú (veículo elétrico compartilhado) e do iCarros, marketplace do Itaú que oferece soluções para a compra e venda de veículos.

“Temos uma longa história de atuação ativa no ecossistema de mobilidade, em que já consolidamos as laranjinhas como uma alternativa relevante para uma micromobilidade mais eficiente nos grandes centros urbanos, além de colocarmos nossa expertise financeira para trabalhar em prol do setor automotivo, por meio de soluções de compra, venda e compartilhamento de veículos. Acreditamos que mobilidade e tecnologia precisam andar lado a lado e, diante disso, o lançamento do hub propiciará um sistema que funciona como um laboratório para o desenvolvimento de novos serviços e programas que nos ajudem a atingir nosso propósito de viabilizar o acesso das pessoas a soluções de mobilidade. Além disso, estamos certos de que a iniciativa será um novo marco para o desenvolvimento de conceitos tão necessários, como o de intermodalidade, e do modo de viver e coabitar no conceito de cidades inteligentes nas próximas décadas”, afirma Rodnei Bernardino de Souza, diretor do Itaú Unibanco.

As marcas do Itaú aproveitarão a oportunidade para acelerar novidades planejadas para o futuro próximo. No caso da Bike Itaú, por exemplo, está prevista a criação de projetos de integração intermodal em parceria com a Tembici com o intuito de beneficiar cidadãos como um todo e os usuários de seu sistema. Quanto ao vec Itaú, a ideia é inaugurar uma estação de compartilhamento de veículos elétricos no Cubo Itaú e em outros locais da cidade de São Paulo até o fim de 2022. Já o iCarros está desenvolvendo uma inteligência de recomendação de compra ou uso do carro de acordo com a necessidade do cliente.

Em um cenário de alta procura por carros por assinatura, de aumento de frotas cada vez mais conectadas em locadoras e de forte crescimento nas vendas de veículos pesados, as startups que atuam nestes segmentos também terão a oportunidade de se conectar ao Hub Smart Mobility e acelerar a digitalização da operação de transportadoras, locadoras e demais vertentes do mercado. Apenas no último ano, as vendas de caminhões tiveram alta de 43%, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Além disso, o segmento apresentou avanços significativos na eletrificação de frotas, tendência que deve ganhar mais força em 2022.

“Estar presente no Cubo Smart Mobility será, portanto, uma oportunidade para as marcas acessarem com facilidade o ecossistema de startups qualificadas para ajudar a acelerar a inovação no mercado e dentro de seus próprios negócios, além de firmar parcerias estratégicas com mobtechs e com os demais parceiros do hub, gerando novos negócios que contribuam com todo o setor”, completa Rodnei. No fim de 2021, o Itaú e a ConectCar lançaram, em parceria, a Tag Itaú, solução de meio de pagamento automático de mobilidade com cobertura em 100% das rodovias e em mais de 1.000 estacionamentos livre de mensalidade para os clientes do banco. A novidade é um exemplo de como diferentes marcas podem atuar de forma complementar para beneficiar a sociedade e facilitar o acesso das pessoas a soluções de mobilidade.

A mobilidade urbana é um setor que movimenta uma grande fatia da economia global. Segundo dados do Oliver Wyman Forum, até 2030 o mercado global de mobilidade deve crescer cerca de 75% saindo de US$ 14,9 trilhões em 2017 para 26,6 trilhões em 2030. Ainda segundo o report, o setor de “Serviços, Sistemas e Dados”, tido como representante da nova mobilidade, é o que promete despontar com 12,5% de taxa de crescimento anual. Já o setor de energia aplicada à mobilidade urbana poderá alcançar sozinho o marco de US$ 4,8 trilhões de valor de mercado em 2030.

Neste cenário de oportunidade, para a ConectCar, empresa de meio de pagamento automático de mobilidade, a intenção é promover eventos conjuntos, resultando em negócios voltados à inovação e democratização de serviços que facilitem a mobilidade urbana. “A ConectCar tem como objetivo a facilidade e a comodidade do ir e vir das pessoas, usando tecnologia de ponta para proporcionar uma experiência cada vez melhor. Fazer parte do hub Smart Mobility irá fortalecer ainda mais estes pilares e a busca por inovação com a potencial chegada de mais startups para o setor”, afirma Felix Cardamone, CEO da ConectCar.

Além de olhar com atenção para assuntos como geolocalização e parcerias com montadoras, a ConectCar também quer aproveitar o hub no Cubo Itaú para fomentar o intercâmbio e o benchmarking, estimulando grupos de trabalho a atuarem no impulsionamento do desenvolvimento de novos modelos de negócio ou novas frentes de atuação para a companhia. Segundo Felix, “a vertical de mobilidade do Cubo trará benefícios, tanto para grandes empresas, quanto para startups que antes não tinham uma representação tão clara. Fomentar a inovação aberta faz parte do DNA da ConectCar e, certamente, ser parte desse movimento conversa com o nosso plano estratégico”.

De acordo com o Startup Scanner Mobilidade, levantamento realizado pela Liga Ventures, em parceria com a PWC, há mais de 140 startups de mobilidade no Brasil distribuídas em 38 cidades e 10 categorias de atuação. Mais de 50% das startups estão no estado de São Paulo. Em relação a área em que atuam, 26% estão relacionadas à mobilidade elétrica, 10% e-sharing, 10% inteligência de dados, 10% e-hailing, entre outras.

“Ter a parceria dessas companhias para atuar em um hub que irá impactar não só o mercado, mas também a qualidade de vida da sociedade por meio da inovação e mobilidade é um importante indicador de amadurecimento para o Cubo. Queremos ter muitas histórias e projetos provenientes das conexões de valor realizadas no ecossistema para apresentar ao longo dos próximos meses”, finaliza Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú.

Com informações da Assessoria de Imprensa Textual Comunicação

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PESQUISA DA FIPE ANALISA IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS DO IFOOD NO BRASIL

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• Pesquisa da Fipe revela que iFood responde por R$ 32 bi do PIB nacional em 2020

• O iFood gera cerca de 730 mil de postos de trabalho, o equivalente a 0,72% da população ocupada em 2020

• Ganhos médios dos entregadores por hora trabalhada no iFood são 165,5% maior que a remuneração por hora que esses trabalhadores teriam no mercado tradicional

• A cada 10 entregadores cadastrados no app do iFood, apenas 3 estavam cadastrados anteriormente nos registros do Ministério do Trabalho

O iFood, maior foodtech da América Latina, encomendou um estudo inédito da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para analisar os impactos socioeconômicos das operações do iFood no Brasil em três frentes: econômica, restaurantes e entregadores. Como resultado, a pesquisa identificou que as atividades do iFood foram responsáveis pela geração e movimentação de aproximadamente R$31,8 bilhões do PIB nacional no ano de 2020; assim como a geração de 730 mil postos de trabalho no mesmo ano.

“No iFood, acreditamos que o desenvolvimento do nosso negócio está diretamente relacionado com o desenvolvimento do país, com a geração de renda e de novas oportunidades para todos. O estudo da FIPE traz informações importantes que nos ajudam a identificar mais do perfil desses trabalhadores, a remuneração frente a outras ocupações e características regionais do mercado de trabalho”, Lucas Pittioni, diretor de Políticas Públicas do iFood.



A pesquisa também indicou que a atividade de delivery possui diversos encadeamentos, impactando positivamente uma série de outros setores da economia. Com isso, estima-se que, para cada R$1.000 gastos a partir da plataforma do iFood, são gerados outros R$1.414 na economia brasileira; a cada 100 empregos diretos criados pelo iFood, outros 60 são gerados em outros setores; e a cada R$100 arrecadado em impostos pelas atividades do iFood, outros R$111 são arrecadados em sua cadeia (ICMS, IPI, ISS e outros).

Desta forma, os setores mais impactados pela atuação do iFood são o de alimentação, os próprios entregadores, o comércio atacado, a pecuária e a agricultura. O estudo mostra ainda que os ganhos médios dos entregadores por hora trabalhada na plataforma são 165,5% maior que a remuneração por hora que esses trabalhadores teriam no mercado tradicional.

“Um dos objetivos do estudo foi avaliar a natureza e a magnitude das ligações produtivas das operações do iFood, revelando as interdependências entre as decisões de consumidores e produtores intermediadas pela empresa”, explica o professor Eduardo Amaral Haddad, um dos responsáveis pela pesquisa da Fipe. Segundo ele, o objetivo foi quantificar os impactos da plataforma de entrega sobre a economia real, proporcionando uma perspectiva desagregada de sua cadeia de valor.

“As discussões atuais sobre a regulamentação de tais serviços requerem informações consistentes para enriquecer o debate público e construir narrativas para envolver as partes interessadas na tomada de decisões. A avaliação dos impactos econômicos sistêmicos acrescenta a essa discussão uma dimensão importante, evidenciando a contribuição de atividades do iFood para a geração de valor agregado e a criação de empregos nas economias locais e nacional”, diz ele.

“O iFood tem atuado proativamente para a construção de uma regulação que garanta proteção social, segurança e garantia de ganhos mínimos para os trabalhadores de plataformas digitais”, afirma Lucas Pittioni, diretor de Políticas Públicas do iFood.

Entregadores parceiros do iFood

O estudo voltou-se também especificamente para os entregadores parceiros da plataforma do iFood, com o intuito de identificar o perfil desses trabalhadores, a remuneração frente a outras ocupações e características regionais do mercado de trabalho. Assim, foi identificado que, se considerarmos o período efetivamente gasto nas entregas, os ganhos médios por hora trabalhada no iFood são equivalentes a 165,5% da remuneração por hora que esses trabalhadores teriam em relação a trabalhadores semelhantes em postos tradicionais no mercado de trabalho.

Assim, o estudo também revela que a remuneração dos trabalhadores não possui diferenças significativas com relação ao gênero e à raça dos entregadores. Tal resultado sugere que o pagamento dos entregadores na plataforma é neutro com relação a características usualmente sujeitas a discriminação no mercado de trabalho. Esse é um importante resultado da atuação da gig economy sobre desigualdades sociais.

Restaurantes parceiros do iFood

Com o intuito de estimar os impactos trazidos ao setor de restaurantes decorrentes da adesão à plataforma, o estudo da Fipe apontou que restaurantes que se cadastraram no iFood geraram, em média, 10.472 empregos por mês entre janeiro de 2015 e dezembro de 2019, enquanto restaurantes que não aderiram ao iFood, apresentaram uma perda média de 5.676 empregos por mês. Dessa forma, o saldo líquido desses ganhos e perdas é de 4.796 empregos gerados ou preservados por mês em decorrência da atuação da plataforma iFood no negócio de restaurantes no país. Este número se destaca ainda mais quando se considera o contexto retração econômica do país no período analisado.

Em maiores detalhes, de acordo com o estudo da Fipe, intitulado “Impacto econômico do iFood no setor de restaurantes nas regiões brasileiras”, durante os 60 meses avaliados, cada restaurante parceiro do iFood contribuiu, em média, com 2,42 empregos (gerados ou preservados). Por sua vez, os estabelecimentos que não aderiram à plataforma perderam, em média, 0,71 postos de trabalho. Em números absolutos, o estudo encontrou que restaurantes cadastrados na plataforma empregavam 14 pessoas, na média, enquanto restaurantes que nunca aderiram à plataforma empregavam em média 11 pessoas.

Observa-se também que o salário médio dos empregados nos restaurantes é menor antes deles ingressarem na plataforma, sendo R$1.331 comparado com R$1.457 depois do ingresso.

METODOLOGIA

A metodologia utilizada é a análise de insumo-produto:

• Trata-se de uma técnica que procura mapear a economia nacional como uma série de setores interligados;

• Com isso, é possível estimar os efeitos iniciais, diretos, indiretos e induzidos na cadeia de valor das operações do iFood em todos os setores da economia;

Dada a estrutura da matriz de insumo-produto disponível, será necessário estabelecer uma metodologia especial para isolar o segmento de “entregas por aplicativo” (iFood) e seus efeitos sobre a economia brasileira;

Para “isolar” o segmento de atuação do iFood, a Fipe utilizou dados proprietários da empresa e informações públicas como referência para o tamanho do setor, a decomposição de custos e receitas, e a estrutura de vendas;

• O setor de entregas por aplicativo e, portanto, os entregadores do iFood foram modelados na matriz de insumo-produto tanto na estrutura de consumo das famílias, como na estrutura de transações intermediárias;

• Receitas provenientes das entregas foram distribuídas entre o iFood e os prestadores de serviços (entregadores, restaurantes e mercado);

• Despesas operacionais (fixas e variáveis), despesas de consumo e poupança.

Para mais informações

Faça o download do estudo da FIPE na íntegra:

Impacto Econômico

Impacto no setor de restaurantes

Análise sobre entregadores

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência Ágora Comunica

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EVENTO DÁ DICAS PARA QUEM QUER INGRESSAR NO MERCADO DE TECNOLOGIA

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Precisamos Falar Sobre os Crimes na Internet: Um Olhar Crítico sobre a Deep Web e Seus Perigos

Realizado pela Digital House, encontro virtual reunirá especialistas das áreas de Marketing Digital, UX, Programação e Dados

O mercado de Tecnologia da Informação (TI) vive sua melhor fase. De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a expectativa é que as empresas de tecnologia demandem 797 mil talentos de 2021 a 2025. No entanto, com o número de formandos aquém da demanda, a projeção é de um déficit anual de 106 mil talentos — 530 mil em cinco anos. Mesmo diante de um cenário desafiador (são quase dois anos da crise econômica causada pela Covid-19), o setor segue expandindo o número de vagas.

Com tanta oportunidade à vista, é natural que muita gente se interesse em iniciar uma carreira na área digital. Para quem tem dúvidas sobre o que esperar desse mercado de trabalho e quais possibilidades existem nesta jornada, bem como para quem deseja desenvolver uma carreira nas áreas de Marketing Digital, UX (Experiência do Usuário) Design, Programação e Dados, a Digital House (DH) começa 2022 trazendo mais uma edição do Papo Digital — Como começar uma carreira em tecnologia?



O evento contará com a participação de profissionais experts nas áreas, atuantes em grandes empresas do mercado. Os especialistas vão trocar ideias sobre inovação e tendências, desafios para ingressar nas carreiras digitais, além de indicar as competências necessárias para atuar como profissional digital e, claro, contar tudo sobre as oportunidades de trabalho na área.

Papo Digital — Como começar uma carreira em tecnologia? acontece nos dias 26 e 27 de janeiro e no dia 1º de fevereiro (confira a programação). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas na página do evento.

SERVIÇO:

Papo Digital — Como começar uma carreira em tecnologia?

26/1 — 19h

Papo Digital – Dados

Rodrigo Rampazzo — líder acadêmico de dados da Digital House

Guilherme Kovalski da Costa — professor de Machine Learning na Digital House

Awo Sistofe Tsagbey – antifraude analyst no Banco Santander

27/1 – 19h

Papo Digital — UX Design

Melina Saes – coordenadora acadêmica do curso de Negócios e UX na Digital House

Raquel Antonio – UX Researcher na Smart Fit

Bruno Coelho – UX Designer na BRQ/Itaú

1/2 — 19h

Papo Digital – Programação

Silvia Fiacador – coordenadora de programação na Digital House

Flávia Almeida – instrutora generalista Full Stack

Wheslley Riamar – líder de conteúdo Certified Tech Developer na Digital House Brasil

1/2 — 19h

Papo Digital — Marketing Digital

Luiz Gallo – coordenador dos cursos de Marketing e Mercado Livre na Digital House

Victor Kitayama – líder acadêmico de Marketing Digital

Inscrições gratuitas aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa Midiaria

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BOAS PERSPECTIVAS A MOBILIDADE EM 2022

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A primeira evidência é o crescimento do uso de transporte público, que está voltando aos níveis pré-pandemia – mesmo com o período de férias e o forte impacto da variante ômicron.

Acabamos de passar pelo período de festas, em que encontramos nossos amigos e familiares e desejamos tudo de bom para o ano que começa. E esperamos que 2022 seja, de fato, um ano mais feliz para a mobilidade. Após um longo período de incertezas, com muitos desafios superados, já vemos alguns indícios de que o ano que começa será melhor. Alguns problemas persistem, mas temos visto boas perspectivas.

A primeira evidência é o crescimento do uso de transporte público, que está voltando aos níveis pré-pandemia – mesmo com o período de férias e o forte impacto da variante ômicron. O volume de usuários ativos do Moovit em dezembro de 2021, um bom termômetro para aferir a frequência do transporte público, já foi o maior desde março de 2020.



Isto beneficia diretamente a subsistência dos operadores. Com mais passageiros retornando, podemos esperar uma receita mais próxima do planejado. Ajuda, mas que não cobre o imenso passivo gerado pela pandemia, e a redução do uso de transporte público que ocorre globalmente mesmo antes da Covid-19. Este ano é um bom momento para avançar e  aprimorar a discussão sobre o modelo de financiamento do transporte público, de forma que os serviços possam ser estruturados e oferecidos com qualidade. 

Mais passageiros significam mais receitas. Porém, muitos ainda estão inseguros por conta das alterações nos serviços realizados durante a pandemia. Outros se sentem um pouco perdidos pela falta de costume nos últimos meses. Nos dois casos, a solução é uma só: informação. Algo que vimos crescer recentemente, e deve ficar ainda mais intenso neste primeiro semestre, foi o número de empresas de transportes, prefeituras e outros componentes do ecossistema da mobilidade urbana empenhados em compartilhar informações com o passageiro. O objetivo é oferecer uma melhor experiência, para garantir que ele volte e traga mais usuários.

Há algumas semanas o Moovit passou a exibir os horários em tempo real para ônibus de Niterói e outras cidades da região metropolitana do Rio, além de informar em quais veículos é possível pagar por aproximação. Essas informações ficam disponíveis graças a uma parceria com o Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj) e a RioCard Mais. O benefício ao passageiro foi imediato, e sem gerar custos para os operadores.

Por conta disso, outras cidades da região metropolitana do Rio e do interior do estado de São Paulo já nos procuraram para estabelecer parcerias semelhantes em 2022 — e uma grande capital nordestina também está nas conversas. 

Eventos

Outra boa notícia para o setor da mobilidade urbana é a retomada dos eventos presenciais. Nós falamos muito por vídeo nos últimos anos, uma tendência que seguirá. Mas estamos todos sentindo falta de uma conversa tete a tete, e todos os benefícios envolvidos. O Connected Smart Cities foi pioneiro, com seu Evento Nacional no ano passado sendo um dos primeiros a testar com sucesso os protocolos sanitários para a realização de feiras corporativas. Diversos outros encontros tradicionais do setor já estão sendo organizados para movimentar o mercado uma vez mais. E há novidades muito bem-vindas, como o Parque da Mobilidade Urbana, que estreia em meados de 2022.

Não dá para falar de boas perspectivas para este ano sem falar em automação de veículos. Pode parecer algo ainda distante, que evoluirá bem daqui para o fim da década, mas temos perspectivas de ver serviços autônomos funcionando na Europa e Oriente Médio, como o MoovitAV, até o fim do ano. É um tema que entrará nas nossas agendas e para o qual devemos nos preparar. Na mobilidade urbana o impacto será grande na redução de custos e na criação de serviços alimentadores e sob demanda.

Isto é o que tentamos prever. Há muitos fatores imponderáveis que podem acelerar ou atrasar alguns dos pontos citados, ou ainda trazer novos elementos. O que não muda é a perspectiva de que este ano será melhor que os dois últimos. Feliz 2022!

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

TRÊS MELHORES PRÁTICAS DE IA PARA TRANSFORMAR A ESTRATÉGIA

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A demanda por serviços híbridos (físicos e digitais) não para de crescer e, além disso, há consumidores exigindo um atendimento mais personalizado e uma experiência sem atritos em todos os pontos de contato. Muitos deles encontram formas criativas de se adaptar às circunstâncias e, com a ajuda da tecnologia, conseguem navegar pela incerteza por meio de novas maneiras. Se as empresas desejam reter e fortalecer o relacionamento com seus clientes, devem fazer o mesmo.

As aplicações inteligentes e o aprendizado automático, que possibilitam uma inteligência artificial (IA) explicável e escalável, maximizam o acesso às informações sobre as necessidades, os comportamentos e os dados do cliente para hiperpersonalizar ofertas, reinventar o mercado e permitir que os serviços se adaptem às circunstâncias individuais do cliente. No entanto, as empresas enfrentam desafios técnicos em sua implementação, muitas vezes elas não têm uma estratégia de IA de ponta a ponta e carecem de uma abordagem centralizada no usuário.



Para combater esses e outros desafios na adoção da IA, a IBM recomenda três práticas para ajudar as empresas a desenvolver melhores estratégias de retenção de clientes:

  • Use uma abordagem ágil e centrada em pessoas para entender melhor as necessidades do cliente. Metodologias ágeis (como o IBM Design Thinking) visam focar a atenção nas necessidades dos usuários, realizando várias sessões de chuvas de ideias com os clientes no início de um projeto, permitindo que a IA se alinhe aos principais problemas e desejos dos usuários. A prototipagem e a iteração dessas ideias devem vir antes da formulação de soluções. Quando se trata de desistência de clientes, é necessário um sistema mais inteligente para ajudar a priorizar quais deles exigem atenção e notificação imediata diante de um cliente que possui alto risco de sair. Para realmente abraçar a IA, é fundamental ter sistemas nos quais você possa confiar – ou seja, sistemas que produzem saídas de IA Explicável.
  • Aplique o modelo AI Ladder para criar processos de ponta a ponta para aplicativos de IA. Esse modelo fornece às organizações uma compreensão de onde estão em sua jornada de IA, bem como uma estrutura para ajudá-las a determinar onde precisam se concentrar, fornecendo cinco áreas principais a serem consideradas: 1. Como modernizar-se para que seus dados estejam prontos para um mundo de IA e de nuvem híbrida; 2. como tornar os dados simples e acessíveis; 3. como criar uma plataforma de análise pronta para os negócios; 4. como desenvolver e dimensionar a IA com transparência e confiança; e finalmente 5. como colocar a IA para funcionar em toda a organização.Reduza a complexidade e aumente os processos de IA repetíveis. De acordo com o AI Adoption Index, 86% das empresas do Brasil disseram que estão usando ou têm planos de implementar algum tipo de software de automação nos próximos 12 meses, o que lhes permitirá transformar seus processos de forma eficiente e lucrativa. Para acelerar a implementação de IA em todo o negócio, em vez de adotar abordagens de implementação sob medida e não repetíveis, é mais eficiente criar uma plataforma única para implementar todos os aplicativos de IA, padronizar os processos e fortalecer os resultados de negócios. Por exemplo, o IBM Cloud Pak for Data oferece uma ampla variedade de serviços, incluindo o AutoAI para automatizar a abordagem de construção de modelos e o Watson Studio para permitir uma IA ética e explicável.

A batalha pela confiança do consumidor ocorre em várias frentes, desde a capacidade de tornar as decisões de inteligência artificial compreensíveis e explicáveis, até garantir aos consumidores que seus dados pessoais estão protegidos contra ataques cibernéticos. Somente uma IA transparente, confiável e eficaz será capaz de impulsionar o crescimento dos negócios, fortalecer as estratégias de retenção e atrair novos clientes.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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CLARO REÚNE GRANDES NOMES DO ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO BRASILEIRO PARA DEBATER TENDÊNCIAS PARA 2022

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cidades sustentável
Foto: Green4T

Online e gratuito, o evento será realizado pelo beOn, hub de inovação da Claro, e contará com a participação de profissionais que atuam em diversos setores

O ano de 2021 trouxe grandes desafios e uma série de transformações digitais. Neste cenário, uma coisa é certa: os comportamentos e tecnologias mudaram. Participante ativa do ecossistema de inovação aberta no País, a Claro, por meio do beOn, seu hub de inovação, reunirá, no dia 27 de Janeiro, às 18h, alguns dos principais representantes deste ambiente para compartilharem suas perspectivas para o ano, dando um panorama do que deve acontecer nos próximos meses no mercado de tecnologia e inovação. O evento será gratuito, transmitido ao vivo online e terá inscrições abertas ao público em geral.



Com mediação de Gustavo Leite, P&D Tech e Inovação da Claro, e Rodrigo Duclos, diretor de Transformação e Inovação Digital da Claro, o painel vai abordar como os profissionais podem se preparar frente às principais disrupções previstas para 2022 e como direcionar as estratégias de forma mais assertiva. O debate contará com a presença de Juliana Glezer, da Accenture, empresa multinacional de consultoria de gestão e tecnologia da informação; Felipe Takara, da Distrito, hub de inovação conhecido pelos relatórios mensais com atualizações sobre as principais movimentações de diversos setores; In Hsieh, da Chinnovation, responsável por fazer a ponte entre o Brasil e a China, com a vertente de tecnologia em diversas verticais; e João Ventura, da SlingHub, plataforma de inteligência de dados do ecossistema de startups brasileiro.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress | Porter Novelli

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NOKIA ENTRA NA RE100 COMO PARTE DA META DE PASSAR PARA 100% DE ENERGIA RENOVÁVEL ATÉ 2025

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Produção de energia solar no Brasil sobe mais de 50% em janeiro, diz relatório
Foto: Divulgação Governo do Piauí

A RE100 é uma iniciativa global que reúne as empresas mais influentes do mundo comprometidas com eletricidade 100% renovável

A Nokia anunciou hoje que se juntou à RE100, iniciativa global liderada pelo Climate Group em parceria com o CDP, que reúne os negócios mais influentes do mundo comprometidos com eletricidade 100% renovável. A Nokia reporta suas emissões ao sistema global de divulgação ambiental, CDP, há mais de 10 anos — mais recentemente ganhou nota A, e trabalha com a organização para rastrear suas emissões da cadeia de suprimentos e metas climáticas.

O anúncio de hoje consolida a meta anteriormente declarada da Nokia de reduzir as emissões de suas próprias operações, passando para 100% de eletricidade renovável até 2025. Ao aderir à iniciativa RE100, a Nokia pretende mostrar liderança na adoção de energia renovável em suas operações e usar sua posição na cadeia de valor de TIC para incentivar fornecedores e clientes a tomar medidas semelhantes para reduzir as emissões, acelerando a mudança para a eletricidade sustentável.



Além disso, em linha com a meta de temperatura da iniciativa Science Based Targets (SBTi) de 1,5°C, a Nokia continuará focada em reduzir suas emissões em 50% em toda a sua cadeia de valor, incluindo suas próprias operações, produtos em uso, logística e fábricas de fornecedores de montagem final até 2030.

Melissa Schoeb, Diretora de Assuntos Corporativos, disse: “Estamos orgulhosos de participar da iniciativa RE100 em reconhecimento aos nossos esforços para passar para eletricidade 100% renovável até 2025. Mas, esta é apenas uma parte da nossa estratégia de descarbonização. Estamos trabalhando com nossos fornecedores e clientes para reduzir as emissões em toda a nossa cadeia de valor e inovando continuamente para melhorar a eficiência energética de nossas tecnologias para que possamos tornar nossas próprias e outras indústrias mais sustentáveis.”

Sam Kimmins, chefe da RE100 no Climate Group, disse: “Estamos muito satisfeitos que a Nokia tenha se juntado à RE100, a iniciativa global liderada pelo Climate Group em parceria com o CDP. Ao se comprometer com eletricidade 100% renovável, a Nokia está dando um passo importante para melhorar sua jornada de sustentabilidade e se junta a mais de 340 das principais empresas do mundo comprometidas em impulsionar a mudança de mercado. Encorajamos outros a seguir o exemplo.”

Embora o compromisso de hoje se concentre nas emissões do Escopo 2 da Nokia, ela continua a trabalhar na redução de suas emissões de Escopo 1 e 3. Por exemplo, a Nokia está trabalhando na redução das emissões de tempo de uso do produto, em consonância com seu compromisso com a SBTi, melhorando continuamente a eficiência energética em todo o seu portfólio de produtos.

A Nokia vem aumentando sua participação em eletricidade renovável há vários anos; seu uso em todo o negócio em 2020 foi de 39% e está no caminho certo para atingir a meta de 45% para 2021. A Nokia está comprometida em acelerar essa tendência para chegar a 100% até 2025.

Sobre a RE100

A RE100 é uma iniciativa global que reúne as empresas mais influentes do mundo comprometidas com eletricidade 100% renovável. Liderado por organizações internacionais sem fins lucrativos, como o Climate Group, em parceria com o CDP, o grupo tem uma receita total de mais de US$ 6,6 trilhões e atua em diversos setores. Juntos, eles enviam um sinal poderoso aos formuladores de políticas e investidores para acelerar a transição para uma economia limpa. #RE100.

Sobre a iniciativa Science Based Targets

A iniciativa Science Based Targets (SBTi) impulsiona uma ação climática ambiciosa no setor privado, permitindo que as empresas estabeleçam metas de redução de emissões baseadas na ciência. O SBTi é uma parceria entre o CDP, o Pacto Global das Nações Unidas (UNGC), o World Resources Institute (WRI) e o World Wide Fund for Nature (WWF). A chamada da SBTi para a ação é um dos compromissos da Coalizão Empresarial We Mean.

Através do Acordo de Paris de 2015, os governos mundiais comprometeram-se a limitar o aumento da temperatura global abaixo de 2°C acima dos níveis pré-industriais e buscando esforços para limitar o aquecimento a 1,5°C. Em 2018, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) alertou que o aquecimento global não deve exceder 1,5°C acima das temperaturas pré-industriais para evitar os impactos catastróficos das mudanças climáticas. Para isso, as emissões de gases de efeito estufa (GEE) devem reduzir pela metade até 2030 — e cair para zero líquido até 2050.

Entendendo o escopo 1, 2 e as emissões

  • Escopo 1. Emissões diretas, de fontes de propriedade ou controladas pela empresa
  • Escopo 2. Emissões indiretas do consumo de eletricidade, calor e/ou vapor adquiridos
  • Escopo 3. Emissões indiretas como consequência das atividades da empresa, mas de fontes não pertencentes ou controladas pela empresa

Com informações da Assessoria de Imprensa LVBA Comunicação

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FAB LAB E TELECENTROS OFERECEM CURSOS GRATUITOS PARA CAPACITAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL

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Opções vão de letramento digital e edição de imagens e texto a projetos de impressão 3D, corte a laser e programação 

As 127 unidades do programa Telecentro e as 11 unidades do Fab Lab Livre SP estão de portas abertas para quem busca capacitação gratuita na cidade de São Paulo em 2022.

Coordenados pela Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia, os programas disponibilizam cursos e capacitações que vão desde oficinas para uso de smartphones e aplicativos de comunicação, confecção de currículo, edição de texto e imagens até qualificações em tecnologias de ponta, como programação, impressoras 3D, cortadoras a laser, fresadoras, entre outros equipamentos presentes na rede Fab Lab Livre SP.



O calendário de janeiro ainda tem vagas abertas para diversos cursos, além dos usos livres e orientados pelos agentes de inclusão digital e técnicos de fabricação digital.

“Convidamos as pessoas a ocuparem e utilizarem os Telecentros e a rede Fab Lab Livre SP para seu desenvolvimento pessoal e profissional. A inclusão digital é fundamental para quem busca mais cultura, educação e trabalho e nossos cursos vão do nível mais básico do letramento digital ao uso das tecnologias de ponta”, afirmou Quirós.

Todos os cursos oferecidos pelos Telecentros e pelas unidades do Fab Lab Livre SP são gratuitos e voltados a todos os públicos. As inscrições poder ser realizadas pelo site da SMIT (clique aqui) ou presencialmente com auxílio dos técnicos.

Links para inscrições abaixo:

Fab Lab Livre SP

Programa reconhecido mundo a fora pelo caráter de inclusão social, profissionalização e geração de novas oportunidades para empreender, o Fab Lab Livre SP é a maior rede de laboratórios públicos de fabricação digital. Com 13 unidades espalhadas pelo município, o programa busca desenvolver vocações e talentos locais por meio de capacitações em programação, Arduino, robótica, soldagem e circuitos eletrônicos, bem como em maquinários como impressoras 3D, fresadoras, cortadoras a laser, ferramentas de costura e marcenaria, entre outros.

Para mais informações sobre calendário de cursos e projetos desenvolvidos pelo Laboratório de Fabricação Digital de São Paulo, acesse o site da rede aqui.

Telecentros

Porta de entrada para o mundo digital, os 127 Telecentros são voltados ao letramento digital e oferecem capacitações em redes sociais e aplicativos de comunicação, programas de edição de texto, currículo, imagem, prevenção a fake news, entre outros. A lista completa para janeiro está disponível aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Imprensa SMDET

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5 ESTRATÉGIAS DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL PARA EMPRESAS APLICAREM EM 2022

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Plenário aprova uso de inteligência artificial pela administração pública
Foto: Banco de imagens/istockphoto

Especialista da Opah IT traz cinco dicas essenciais para as empresas se digitalizarem durante o ano

Estudo “Combustível digital — impulsionando a transformação e o crescimento empresarial”, desenvolvido pela KPMG, destacou que 46% dos líderes de tecnologia entrevistados sobre a transformação digital em suas empresas programaram crescimento no orçamento da estratégia dessa área para os próximos 12 meses. A pesquisa ainda revelou que 71% dos líderes participantes do estudo entendem que o investimento em transformação digital e automação trouxe vantagens estratégicas de suas empresas sobre a concorrência.

Mas afinal, o que é transformação digital? E como ela, mesmo em um período complicado como o que estamos vivendo, pode ser aplicada para melhorar os negócios? João Moressi Jr., fundador e CEO da Opah IT, empresa especializada no desenvolvimento de soluções customizadas de TI, esclarece o conceito de transformação digital e traz dicas para as empresas poderem se digitalizar.



O que é transformação digital

A transformação digital marca uma maneira de repensar a estrutura e o funcionamento de uma organização, usando a tecnologia para melhorar processos e desempenho, alcançar melhores resultados e oferecer experiências melhores para o cliente. “Em alguns casos, pode significar a adoção de novos modelos de negócio ou o desenvolvimento de produtos digitais, como apps ou plataformas de e-commerce”, explica João.

Como aplicar

Implementar a transformação digital em uma empresa pode ser desafiador. Líderes de TI das companhias podem seguir algumas etapas que facilitam esse processo. Confira:

Alinhe objetivos com metas de negócios

Responda à pergunta: quais resultados de negócios você deseja alcançar? Cabe aos líderes de TI saber o problema que a empresa está tentando resolver e alinhar suas metas com o resultado que se busca alcançar. “Empresas que têm um bom desempenho estão alinhadas com o resultado esperado do negócio”, ressalta o CEO da Opah IT.

TI e negócios devem co-criar

Tradicionalmente, os departamentos de TI eram chamados para consertar serviços interrompidos. Hoje, a área de TI deve trabalhar como co-criadora na solução de problemas e agregar valor aos clientes. E a empresa não pode simplesmente sentar e exigir tecnologia. Tem que saber sempre o quê e para quê está pedindo.

Escolha parceiros estratégicos

Quer se trate de uma consultoria Big 5, de um integrador de sistema ou de uma loja de design boutique, líderes de TI precisam de ajuda para cumprir os imperativos digitais e reduzir o tempo para o valor do negócio. “Aposte naqueles parceiros com histórico comprovado, cujos valores se alinham mais de perto com a sua empresa”, recomenda João.

Redesenhe negócios e produtos em torno dos resultados do cliente

Isso pode incluir o uso de software em nuvem para acelerar a mudança e abraçar a inteligência artificial para aumentar a eficiência operacional. Empresas de serviços bancários, por exemplo, estão mudando a forma como oferecem seus serviços aos consumidores por meio dos canais digitais.

Retreine os funcionários no mundo digital

“As empresas que buscam alinhar seus imperativos digitais com as preferências do cliente devem garantir que seus funcionários estejam na mesma página”, alerta o CEO. Companhias de serviços financeiros estão requalificando as equipes em nuvem, DevOps, CI / CD e outras tecnologias e práticas modernas para se fortalecerem para o futuro.

Para saber mais sobre o tema transformação digital, acesse o e-book desenvolvido por Moressi: clicando aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência NoAr

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