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DO LAMPIÃO AO LED: INICIA-SE UMA NOVA ERA NA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE OURO PRETO

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Além da instalação das lâmpadas de LED, a Parceria Público Privada de Cidade Inteligente vai instalar câmeras de vigilância e Wi-Fi gratuito em vários locais da cidade

O prefeito Júlio Pimenta assina contrato nesta sexta-feira, 14 de agosto, para a modernização e manutenção de redes de iluminação pública, consolidando Ouro Preto no rol das “cidades inteligentes”. O contrato concede à empresa vencedora o serviço de implantação, instalação, recuperação, modernização, melhoramento, eficientização, expansão, operação e manutenção da rede municipal de iluminação pública.

Dentre os benefícios estão os aspectos positivos para a segurança pública, a economia municipal e a qualidade de vida dos moradores com a melhora da iluminação pública, restauração dos lampiões em respeito à legislação patrimonial e iluminação especial em quase 20 pontos históricos com tecnologia LED. A lâmpada de LED oferece economia superior a 50% na conta de luz do município e ainda possibilita o sistema de telegestão, feita com controle remoto em tempo real via internet.

A iluminação de destaque de edificações e monumentos históricos tem como objetivo criar um ambiente seguro e agradável, para promoção de locais e atividades ligadas ao turismo local, além de estabelecer marcos visuais de orientação para turistas e visitantes a fim de tornar esses locais mais atraentes para atividades turísticas, comerciais e de lazer.

TECNOLOGIA

Ouro Preto passará a ter agora uma rede de Wi-fi pública contemplando diversas praças da sede, distritos e localidades do município. Além disso, todos os esforços que já foram implantados no município nos últimos anos, como a disponibilização de internet de alta qualidade em todas as escolas/creches e postos de saúde, serão agora atendidos por uma infraestrutura ainda mais robusta e com garantia de funcionamento por 25 anos. Um novo anel de fibra óptica será construído, complementando o projeto já existente e ainda os serviços públicos receberão um novo link de internet 3 vezes maior que o atual contratado.

SEGURANÇA

O projeto prevê a instalação de mais de 30 pontos de câmeras de segurança em vários bairros e distritos, o que complementará o atual sistema que a Prefeitura possui, incluindo ainda uma nova central de monitoramento. A nova tecnologia implantada será integrada ao sistema Helios da Polícia Militar de Minas Gerais, que é um software que captura, via câmeras de segurança, os caracteres das placas de veículos e os envia à central de monitoramento. A partir do momento em que um veículo suspeito passa pelos locais com videomonitoramento, um sinal de alerta é emitido e indica a localização geográfica e o sentido do deslocamento, o que auxilia no cerco e bloqueio do suspeito. O sistema também faz o alerta em tempo real de veículos que estejam sinalizados como roubado.

Fonte: Prefeitura Municipal de Ouro Preto

Bloco #3: Desafios econômicos para a viabilização de projetos de PPP de IP em municípios menores

Questões abordadas: – Existe um “tamanho ideal” de projeto de PPP de IP? – Que economias de escala podem ser geradas pelo aumento do tamanho de um projeto de PPP de IP? – Quais as dificuldades dos municípios de menor porte para a viabilização econômica de projetos de PPP de IP? – Que alternativas de gestão associada entre entes federativos o Direito brasileiro admite e quais os caminhos para sua viabilização?

Entrevistados: – Leonardo Castello Branco, Gerente na Área de Parcerias de Investimentos – BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento – Bruno Vanuzzi, Secretário Extraordinário de Parcerias – Governo do Rio Grande do Sul – Gustavo Gusmão, Diretor Executivo, Governo & Infraestrutura – EY (Ernst & Young)

Entrevistadores: – Marcelo Rangel Lennertz, Sócio – Portugal Ribeiro Advogados – Carlos Eduardo Cardoso Souza, Responsável e-city – Enel X

Este bloco é parte da SÉRIE ONLINE – Investimentos no Setor de Iluminação Pública da plataforma Connected Smart Cities.

Conheça a plataforma: https://www.connectedsmartcities.com.br/
Conheça nossas séries e eventos: https://evento.connectedsmartcities.com.br/

CONECTIVIDADE E INTEGRAÇÃO NO TRANSPORTE PÚBLICO

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Como é possível desenvolver um sistema integrado de transporte público eficiente, confortável e seguro nas cidades:

A mobilidade é um indicador diário que aponta para as desigualdades do espaço urbano. Discutir mobilidade e acessibilidade não significa apenas trazer as pessoas para mais perto de seus trabalhos, mas prover também acesso à cultura e lazer, estando diretamente relacionada com a inclusão social de uma cidade. 

Discutir mobilidade é um dos grandes desafios para cidades se tornarem mais inteligentes e conectadas. Por isso, o Connected Smart Cities & Mobility Digital Xperience terá diversos painéis com o objetivo de discutir o assunto: entre esses, o painel Conectividade & Integração- Transporte Público, que acontecerá no dia 10 de Setembro às 11 horas, irá discutir como melhorar o planejamento urbano e a mobilidade sustentável.

Existem diferentes políticas que uma cidade pode ter frente ao seu planejamento urbano. Estratégias de mobilidade tem como objetivo aumentar o potencial de um indivíduo de deslocamento, intensificando a capacidade do sistema de transporte e a velocidade das viagens.

De acordo com a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, 85,7% das viagens de transporte coletivo são realizadas por ônibus, sendo que os carros poluem 8 vezes mais que ônibus. Com isso, fica cada vez mais evidente a necessidade de utilizar a tecnologia para integrar dados estratégicos em tempo real com a eficiência do transporte coletivo.

Segundo o Co-founder & CTO da Milênio Bus, Marcel Ogando, ainda é possível reduzir em 15% o consumo de combustível dos veículos com apenas algumas mudanças simples: “Possuímos diversas melhorias constatadas em diferentes modais de transporte coletivo com base em apenas alguns hardwares implantados pela cidade. Tratam-se de comportamentos padrões mapeados, que podem ser previstos em editais/licitações e nas frotas veiculares”.

Marcel Orgando será um dos palestrantes e o moderador do painel, em conjunto com o Secretário de Estado de Logística e Transportes da Secretaria de Logística e Transportes do Governo do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, e com o Secretário de C&TI da Prefeitura Municipal de Parnamirim-RN, Dario Candido de Medeiros.

Para mais informações sobre o evento, clique aqui. 

ARTIGO: COMO AS CIDADES SUSTENTÁVEIS IMPACTAM NA SAÚDE DAS PESSOAS

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Das doenças que ficaram em evidência com a pandemia, a obesidade é a que mais tem crescido no Brasil. O número de pessoas obesas aumentou 70% nos últimos 15 anos, chegando a representar mais de 20% da população

*Por Myriam Tschiptschin, gerente da Unidade Smart Cities e Infraestrutura Sustentável

Logo no início da pandemia da Covid-19 constatou-se que a taxa de letalidade causada pela doença era mais alta entre pessoas com problemas crônicos de saúde, mais especificamente obesidade, diabetes, hipertensão e problemas cardíacos/respiratórios – doenças fortemente influenciadas pelos nossos hábitos e lugares onde vivemos.

Segundo estudo realizado pela Embrapa, mais de 80% dos brasileiros vive hoje em centros urbanos e é, nesse contexto, que a transformação das cidades passa, portanto, a ser determinante na busca por saúde e qualidade de vida – aspectos tão desejados no contexto pós-Covid-19.

Das doenças que ficaram em evidência com a pandemia, a obesidade é a que mais tem crescido no Brasil. O número de pessoas obesas aumentou 70% nos últimos 15 anos, chegando a representar mais de 20% da população. Além disso, dados do Ministério da Saúde indicam que mais da metade dos brasileiros já é considerada com sobrepeso.

A mobilidade urbana influencia fortemente as taxas de obesidade e diabetes da população.  Os gráficos abaixo extraídos de estudos norte-americanos indicam respectivamente menor taxa de diabetes em cidades com mais pessoas fazendo o trajeto casa-trabalho a pé ou de bicicleta e maior taxa de obesidade nas regiões mais dependentes do carro.

Os dados deixam claro que o investimento em mobilidade urbana ativa não é apenas uma ação em prol do meio ambiente, mas também uma maneira de diminuir o impacto dos gastos com saúde nos cofres públicos.

Sabe-se que obesidade e diabetes são resultado não somente do sedentarismo, mas também de hábitos alimentares pouco saudáveis. Como é possível termos uma diversidade tão pobre de alimentos naturais e orgânicos nos supermercados se vivemos em um país de dimensões continentais, com solo e clima favoráveis e que é considerado uma das principais potências agrícolas do mundo? A partir deste questionamento, a implantação de Fazendas Urbanas passa a ser umas das principais estratégias na busca pelo desenvolvimento de cidades inteligentes, sustentáveis e saudáveis. Além de contribuir para a economia local, esta iniciativa representa forte impacto na redução de emissões geradas pelo transporte de alimentos e na saúde alimentar da população.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição do ar mata 7 milhões de pessoas por ano. Mais de 80% da população urbana em todo mundo é exposta diariamente a níveis de poluição acima dos limites de segurança estabelecidos pela OMS.

Nesse sentido, a pandemia está novamente chamando a atenção para uma realidade que precisa de mudanças drásticas: estudos mostraram que a taxa de mortalidade por Covid-19 é maior em cidades mais poluídas. Por outro lado, foi durante a quarentena que ficou claro o impacto da diminuição da dependência do carro na melhoria da qualidade do ar urbana.

Na busca por ares mais limpos, outra estratégia fundamental é aumentar significativamente a vegetação urbana. Além de captarem gás carbônico (CO2) e liberarem oxigênio (O2) no processo de fotossíntese, as plantas recebem a deposição de material particulado em suas folhas, tornando o ar mais puro. A fotossíntese também libera no ar partículas de água que absorvem calor do ambiente, o que ajuda na melhoria do microclima urbano e, consequentemente, no conforto térmico e na saúde das pessoas.

O contato com a natureza contribui ainda para a redução dos níveis de estresse dos habitantes e com uma melhora na saúde mental da população em geral. Uma pesquisa realizada por Mary Carol Hunter, da School for Environment and Sustainability, da Universidade de Michigan, identificou uma redução de 21% no indicador de estresse Cortisol Salivar em 36 adultos que vivem em cidades, após estes experenciarem idas diárias de 20 a 30 minutos, ao longo de 8 semanas, a espaços urbanos com natureza.

Cidades mais vegetadas também estão relacionadas com a restauração do ciclo hidrológico natural, capaz de equilibrar o regime de chuvas e possibilitar a recarga dos nosso lençóis freáticos. Chegamos aqui em mais um aspecto de extrema importância na relação da saúde com as cidades – a infraestrutura de saneamento básico. Historicamente, diversas epidemias e pandemias ganharam escala mundial devido à falta de infraestrutura adequada nas aglomerações urbanas, como a Cólera e o Ébola.

No Brasil, onde somente 46% do esgoto é tratado, as doenças relacionadas à precariedade do saneamento básico foram responsáveis por 73,4 mil mortes entre os anos de 2008 a 2017.

Pensar no desenvolvimento das cidades a partir do conceito de saúde urbana não é novidade. Quase todas as epidemias foram historicamente seguidas de significativas intervenções urbanas, como por exemplo a Lei Sanitária e a abertura de grandes avenidas promovidas por Hausmann na Paris do final do século XIX. De lá para cá, muito mudou do que entendemos por Cidade Sustentável.

Vivenciamos o Modernismo aplicado a cidades e, a partir da crítica aos seus aspectos monofuncionais e rodoviaristas, já estamos experenciando, em muitos lugares, o modelo de desenvolvimento urbano compacto e amigável ao pedestre, teorizado em 1961 por Jane Jacobs em seu livro “Morte e Vida das Grandes Cidades”, impulsionado em 1993 pelo Congresso do Novo Urbanismo e aprofundado em 2013 por Jan Gehl, em seu livro “Cidade para Pessoas”.

Mais recentemente, parâmetros de saúde e bem estar aplicados ao desenvolvimento de projetos urbanos  – sejam eles novas urbanizações ou requalificação de comunidades existentes – foram criados através das certificações ambientais Well e o Fitwel. Através de conceitos, requisitos e métricas, esses selos incentivam, no desenvolvimento dos projetos, práticas como a criação de fazendas urbanas, espaços contemplativos para restauração mental, bebedouros de acesso público, bem como infraestrutura cicloviária e de estímulo ao pedestrianismo.

Soma-se a esta reflexão o fato levantado por diversos estudos científicos de que o aparecimento do Novo Corona Vírus é resultado de um desequilíbrio do ecossistema causado pela forma que os seres humanos têm se desenvolvido no território.

Neste sentido, uma forma de honrar as mais de 100 mil pessoas que morreram no Brasil até o momento pela Covid-19 é entendermos essa crise como uma grande lição a ser aprendida. Temos a oportunidade para transformar por completo o desenvolvimento das nossas cidades, na busca por sustentabilidade e equidade na garantia de saúde e qualidade de vida de todos.

Unidade de Smart Cities do CTE presta consultoria para as certificações citadas nesta matéria – Sustainable Sites, Well Community e Fitwel Community – além de outros selos de sustentabilidade para projetos de escala urbana, áreas externas e obras de infraestrutura. Conheça mais clicando aqui.

*Myriam Tschiptschin é Arquiteta e Urbanista, especialista em Novas Tecnologias aplicadas à Arquitetura e a Cidades pela Universidad de Alcalá em Madri e é Mestre, pela FAU-USP, na área de Planejamento Urbano e Regional. Além de pesquisadora na área de sustentabilidade, em 2011, tornou-se LEED® Accredited Professional pelo US Green Building Council (USGBC) e, desde então, atua como consultora de diversos projetos sustentáveis em nível nacional e internacional.

#CONECTATALKS COM ROBERTO FREITAS | VICE-PRESIDENTE DO CMCTI FALA DAS AÇÕES DO PARQUE TECNOLÓGICO SOROCABA

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Roberto Freitas, ex-presidente do Parque Tecnológico Sorocaba e vice-presidente do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI), destaca as ações do Parque no fomento à inovação e ao empreendedorismo, que será tema da sua palestra no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020

Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, é especialista no mercado de cidades inteligentes, mobilidade, aeroportos, segurança pública, PPPs e inovação social. A executiva se destaca, principalmente, por fomentar as iniciativas voltadas para o desenvolvimento das cidades e conduz o Conecta Talks.

A especialista entrevistou Roberto Freitas, ex-presidente do Parque Tecnológico Sorocaba e vice-presidente do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI) da cidade.

Na ocasião, Freitas enfatizou a sua participação no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020, que acontece nos dias 08, 09 e 10 de setembro, destacando o contexto da sua palestra no evento, que terá abordagem focada no tema Inovação em clusters produtivos e que considera o case de como Sorocaba aceitou o desafio de criar um plano local de fomento à inovação e ao empreendedorismo.

DESTAQUES DA ENTREVISTA

1. Roberto Freitas detalhou a sua atuação nos últimos 4 anos na gestão do Parque Tecnológico Sorocaba, fundado em 2012,  onde atingiu um aumento do número de startups que compõem esse ecossistema de inovação, passando de 10 para 100 startups participantes. O gestor falou sobre o papel de ações empreendedoras como essa no desenvolvimento de Sorocaba e de outros municípios.

2. Outro ponto apontado foi sobre como o estímulo ao empreendedorismo atua de forma alternativa para a promoção do desenvolvimento dos municípios.

3. Os reflexos positivos  dos investimentos em tecnologia e sua importância em um cenário de pandemia, como a que estamos vivendo com a Covid-19, também foram abordados no bate-papo.

4. Nesse sentido, Freitas destacou as iniciativas do Parque Tecnológico Sorocaba que estão sendo utilizadas para minimizar os efeitos da pandemia, como o projeto do respirador com baixo custo, o Tele Corona, o serviço de apoio psicológico e a fabricação de máscaras, por exemplo.

5. O ex-presidente do Parque Tecnológico Sorocaba e vice-presidente do CMCTI concluiu a entrevista falando sobre a contribuição de iniciativas como o Connected Smart Cities e Mobility para o desenvolvimento das cidades brasileiras, frisando como deve ser pensada e trabalhada a cidade dos sonhos.


#CONECTATALKS COM PAULO DE CASTRO REIS | A CCBC TEM REPLICADO CASES DE SMART CITIES DO CANADÁ NO BRASIL

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Paulo de Castro Reis, diretor de relações institucionais da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), destacou a participação no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020  e o trabalho da CCBC na construção de cidades inteligentes, por meio das relações de comércio e investimentos entre empresas privadas nos dois países

Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, é especialista no mercado de cidades inteligentes, mobilidade, aeroportos, segurança pública, PPPs e inovação social. A executiva se destaca, principalmente, por fomentar as iniciativas voltadas para o desenvolvimento das cidades e conduz o Conecta Talks.

Paula conversou com Paulo de Castro Reis, diretor de relações institucionais da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) sobre as relações de comércio e investimentos entre empresas privadas no Brasil e Canadá, além da promoção do intercâmbio cultural e tecnológico entre os dois países.

No bate-papo se destacam, ainda, as ações sobre a participação da organização no Connected Smart Cities e Mobility Digital Xperience 2020. CLIQUE AQUI E ACESSE A PROGRAMAÇÃO!

Fundada há 47 anos, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) reúne empresas brasileiras e canadenses operando nos principais segmentos econômicos e conta com 150 associados.

DESTAQUES DA ENTREVISTA

1. Paulo de Castro Reis pontuou o papel da CCBC na construção de cidades mais inteligentes no Brasil e como tem sido a atuação da Câmara nesses 47 anos de atuação.

2. Outro destaque foi sobre os diferentes polos de inteligência artificial, internet das coisas, economia criativa, cleantechs do Canadá. O executivo enfatizou como os hubs de inovação  do país podem promover o desenvolvimento das cidades brasileiras. Reis apontou como tem sido os investimentos em tecnologia pelo governo Canadense e como podem ser replicados no Brasil.

3. O executivo destacou, ainda, como deve ser construída uma cidade inteligente e quais políticas são fundamentais nesse processo.

4. O diretor de relações institucionais da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) falou também da experiência de participar de todas as edições do Connected Smart Cities e de que forma o incentivo a criação de projetos inovadores e eficientes nos municípios brasileiros vem sendo inspirado a partir dos cases canadenses que podem ser replicados no Brasil, entre outras abordagens.

TURISMO E CULTURA COMO VETORES DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

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Como utilizar a criatividade como ferramenta de (re)construção histórico-cultural

O Smart Sustainable Tourism for Development é conceito caracterizado um sistema local caracterizado por serviços avançados, um alto grau de inovação por meio do uso considerável de TICs e pela presença de processos abertos, multipolares, integrados e compartilhados, direcionados à melhoria da qualidade de vida de residentes e turistas.

O turismo sustentável conta com três pilares fundamentais: o ambiental, o econômico e o social. O setor é responsável por 10% do PIB e conta com 1,2 bilhões de turistas anualmente, sendo uma iniciativa mundial o desenvolvimento de maneiras sustentáveis de se promover o turismo inteligente.

O Connected Smart Cities Digital Xperience irá realizar um painel no dia 10 de Setembro as 11 horas da manhã para abordar o tema com especialistas. O painel contará com a presença da Secretária Adjunta de Cidade Inteligente da Prefeitura de Maceió, Fernanda Cortez; dos Sócios e Consultores em Turismo e Hospitalidade da Horwath HTL Brasil, Paulo Bolliger e Fernando Kanni ; e do Sócio Fundador da Associação Mineira de Pesquisa, Inovação e Tecnologia, Kelson Douglas.

Segundo Paulo Bolliger e Fernando Kanni, contribuir para essa crescente área de estudo, fornecendo insights sobre as inter-relações existentes entre dois conceitos principais – Cidade Inteligente e Turismo Sustentável- pode apoiar um desenvolvimento de destinos turísticos mais competitivo: “A inclusão de tecnologias é essencial para a sustentabilidade e representa um elemento indispensável do desenvolvimento local. Existem várias aplicações possíveis: observando a implantação da Smart City, vários exemplos podem ser dados, como produtos urbanos relacionados a questões de conectividade, mobilidade, segurança, ecologia, varejo ou cultura”.

O uso inteligente dos recursos disponíveis por meio da aplicação de novas tecnologias acaba sendo um fator desencadeador da disseminação da filosofia do turismo sustentável. De acordo com os sócios, “A aplicação de tecnologias móveis e onipresentes no destino turístico dá origem à importação de conceituações particulares de comportamento e experiência. O uso pode promover sua “essência” ao público mais rapidamente e com maior precisão”.

Para mais informações sobre o evento, clique aqui. 

CLÍNICA-ESCOLA DO AUTISTA EM SANTOS SERÁ ABERTA EM AGOSTO

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A iniciativa é fruto da reivindicação de familiares de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

O atendimento no Centro de Reabilitação e Estimulação do Neurodesenvolvimento (Cren), batizado como Clínica-Escola do Autista (Rua Heitor Penteado, 80, Marapé), começará no final de agosto.

No final de julho, foi assinado o contrato de gestão compartilhada entre a Prefeitura de Santos e a organização social USC Saúde, que também será responsável, neste primeiro momento, por equipar o espaço, fazer a comunicação visual e contratar a equipe multiprofissional que atuará no novo equipamento público.

A Clínica-Escola é fruto da reivindicação de familiares de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). De acordo com eles, faz-se necessária a assistência especializada e atualizada para o tratamento de pessoas com TEA. Inclusive, o projeto foi idealizado pelo Grupo Acolhe Autismo, em parceria com o Club Design e Prefeitura de Santos.

“A clínica-escola trará bons prognósticos na qualidade de vida para as crianças e ganhos também para quem está em idade mais avançada. O cérebro tem uma neuroplasticidade e é possível obter melhoras. Temos sempre que buscar avanços, seja em relação à autonomia deles, para que consigam realizar as atividades do dia a dia, ou academicamente. Existem caminhos eficientes para o tratamento”, afirma Ana Lúcia Félix, presidente do Grupo Acolhe Autismo e que tem um filho de 22 anos com TEA.

A clínica-escola fica em parte da antiga escola estadual Braz Cubas.  O local recebeu R$ 1,6 milhão em investimentos, sendo R$ 400 mil de recursos arrecadados no Baile Oficial da Cidade de 2018 e o restante fruto contrapartida obrigatória (Trimmc) da Construtora Kallas.

Cerca de 20 profissionais atuarão na Clínica-Escola, das áreas de Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Nutrição, Assistência Social, Intervenção Pedagógica (Psicopedagogia), Educação Física, Odontologia e Psiquiatria, incluindo também os integrantes da diretoria, coordenação, secretaria, segurança, serviços gerais e manutenção preventiva e corretiva.

“Este equipamento é uma das prioridades da Secretaria de Saúde e será referência para todo o Brasil”, afirma Fábio Ferraz, secretário de Saúde.

Terão acesso à clínica-escola pessoas que já têm o diagnóstico de TEA, encaminhadas pela Secretaria de Saúde, via policlínicas ou Centro Especializado em Reabilitação. O local tem capacidade para atender até 120 pessoas, porém, devido à pandemia de covid-19, o atendimento será limitado.

O prédio é totalmente acessível, com térreo e mais um pavimento, incluindo elevador, corredores e portas adaptados. Tudo foi pensado para o atendimento com excelência, incluindo as cores com baixo estímulo nas paredes, evitando impacto visual e oferecendo mais conforto.

Haverá 12 salas de atendimento, mais duas de integração sensorial, uma de intervenção precoce e dois espaços diferenciados: Sala de Estimulação Sensorial e Sala de Atividades de Vida Diária (AVD) – esta, também chamada de casa autônoma modelo (com banheiro, cozinha, sala e quarto).

No térreo, estão horta, pátio coberto, quadra esportiva, casa autônoma modelo (quarto, cozinha e banheiro), brinquedoteca e sala de brinquedos, consultório odontológico, salas de reunião e de manutenção e limpeza, área técnica, banheiros, recepção, área de resíduos e depósito.

No primeiro andar, encontram-se as salas de musicoterapia, atendimentos, oficina maker e integração sensorial, diretoria e almoxarifado.

PARCERIA

A organização social USC Saúde venceu o chamamento público realizado pela Prefeitura para a gestão compartilhada da Clínica-Escola. O contrato tem valor mensal de R$ 344.117,46, sendo válido por 12 meses e prorrogável por até 60 meses. A entidade também receberá dois pagamentos, um para investimento em mobiliário e equipamentos (R$ 375.850,00) e outro para identidade visual (R$ 20 mil).

“Este projeto será um exemplo para os profissionais da área da saúde. Teremos uma equipe multiprofissional altamente capacitada para atender os pacientes com excelência”, afirma Caroline Teixeira, presidente da USC Saúde. 

Fonte: Prefeitura de Santos

IDEIAGOV ESTIMULA A INOVAÇÃO DE EMPRESAS POR MEIO DE DEMANDAS GOVERNAMENTAIS

Iniciativa do Governo de SP busca implementar soluções elaboradas pelo mercado para ampliar eficiência da gestão pública

Com o objetivo de utilizar soluções trazidas pelo mercado e pela sociedade para desafios do poder público estadual, de modo a oferecer melhores serviços para o cidadão e mais eficiência na gestão pública, o Governo de São Paulo lançou em junho o programa de inovação IdeiaGov.

Apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o programa atua em três frentes de ação. Uma delas é como espaço de encontro entre diversos atores do ecossistema de empreendedorismo de impacto e do sistema de ciência, tecnologia e inovação em São Paulo. A segunda, por meio da aceleração de negócios que resolvam problemas de interesse público e complementem o trabalho da gestão. E a terceira, com desafios criados a partir de demandas de órgãos do Governo do Estado que potencializam a relação e a contratação de soluções inovadoras.

“A iniciativa tem como objetivo tornar o Governo de São Paulo referência internacional em inovação no setor público e também impulsionar o desenvolvimento econômico com compras públicas de inovação, principalmente dando oportunidade para startups, pequenas e médias e empresas inovadoras em geral”, disse Patricia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado, no lançamento do programa, no mês de junho.

DESAFIOS

O Impact Hub – organização brasileira conectada a uma rede global de empreendedores, com o propósito de desenvolver soluções e negócios de transformação – foi escolhido para operacionalizar o programa.

“As secretarias de Governo e de Desenvolvimento Econômico, que idealizaram o programa, perceberam a importância de trazer uma organização como o Impact Hub para executar uma iniciativa como essa, que busca encontrar soluções para desafios transversais e complexos encontrados na gestão pública estadual e que são comuns a outras esferas de governo no Brasil e no mundo”, salienta à Agência Fapesp Felipe Massami Maruyama, diretor de inovação em governo do Impact Hub e que está à frente da iniciativa.

LEGADO DO PITCH GOV

O IdeiaGov trouxe muito dos aprendizados do Pitch Gov – uma iniciativa também lançada pelo Governo de São Paulo, no fim de 2015, em parceria com a Associação Brasileira de Startups, com o objetivo de identificar soluções inovadoras desenvolvidas por startups para solucionar desafios da administração pública nas áreas de educação, estatística e análise de dados, finanças públicas, habitação, saneamento e energia, saúde, transparência e transportes.

Uma das limitações do programa, que na primeira edição recebeu mais de 300 propostas de soluções desenvolvidas por startups nas áreas de saúde, educação e facilidades ao cidadão, das quais nove foram selecionadas, era a dificuldade na implementação dos projetos.

“O Pitch Gov, na ocasião do lançamento do programa, não pôde desfrutar, por exemplo, do amadurecimento de legislações surgidas posteriormente, como o novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, que trouxe o arcabouço jurídico que poderia contribuir na implementação de soluções inovadoras”, afirma.

Sancionado no início de 2016, o novo marco legal regulamenta as parcerias de longo prazo entre os setores público e privado, dá maior flexibilidade de atuação às instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs) e às respectivas entidades de apoio.

Uma das inovações da legislação é a possibilidade de dispensa de licitação, pela administração pública, nas contratações de serviços ou produtos inovadores de micro, pequenas e médias empresas.

O texto estabelece, ainda, a possibilidade de utilização do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) para ações em órgãos e entidades dedicados à ciência, tecnologia e inovação. E prevê a possibilidade de governadores e prefeitos estabelecerem regime simplificado, com regras próprias para as aquisições nessas áreas.

“Mas, mesmo assim, o programa Pitch Gov representou um marco porque trouxe à tona a importância da interação com o ecossistema de empreendedorismo e das políticas de inovação aberta orientadas por demandas do governo, sendo uma referência para muitas iniciativas que surgiram desde então”, avalia Maruyama.

Na segunda edição do Pitch Gov, em 2017, a Fapesp lançou uma chamada conjunta do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) com o Pitch Gov, por meio da qual foram selecionados oito projetos de pesquisa.

COMBATE À COVID-19

Com base nesse diagnóstico do Pitch Gov e com um arcabouço regulatório mais maduro e testado, o IdeiaGov foi delineado não só para fazer a conexão entre as soluções do mercado e da sociedade com os desafios do poder público, mas também para apoiar em toda a jornada, desde o suporte aos servidores públicos na estruturação dos problemas até na implementação das inovações pelo Governo por meio das diversas modalidades jurídicas existentes, explica o especialista.

O primeiro programa-piloto do IdeiaGov é direcionado a identificar novas tecnologias e soluções inovadoras com potencial para combater e minimizar os impactos do novo coronavírus (SARS-CoV-2) na saúde da população.

O programa é dividido em duas modalidades. A primeira, denominada “Desafios do Governo”, se dedica a encontrar soluções inovadoras de empresas e organizações de pesquisas de qualquer porte para desafios concretos voltados ao enfrentamento do coronavírus no cenário atual.

O primeiro chamamento dessa modalidade tem como desafio a realização de testes para o diagnóstico da COVID-19, de forma a torná-los acessíveis para programas de saúde pública e replicáveis para alcançar o maior número possível de pessoas.

A segunda modalidade, nomeada “Ofertas tecnológicas do mercado”, é um canal de entrada para receber propostas de tecnologias relacionadas ao combate da COVID-19, sejam de produtos, serviços ou processos para a área da saúde pública. Entre os critérios gerais para seleção estão o grau de inovação das soluções apresentadas, o potencial de adoção por órgãos da administração pública, o perfil da empresa e da equipe envolvida e a maturidade da tecnologia.

INFRAESTRUTURA

As empresas terão acesso às equipes técnicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), além de infraestrutura laboratorial e de equipamentos especializados para orientação, apoio na execução de provas de conceito, casos de uso real, testes-piloto e troca de informações técnicas.

Além disso, a iniciativa também possui o apoio de diversas organizações com atuação nas áreas de geração de negócios, a partir de ciência e tecnologia, inovação em governo e tecnologias sociais, como a Wylinka e o Instituto Tellus.

No fim do ciclo de ambas as modalidades, as soluções validadas poderão ter acesso a linhas de financiamento e/ou contratação de suas soluções por órgãos públicos. As inscrições das propostas para o primeiro desafio podem ser feitas até a próxima segunda-feira (10) pelo site do programa.

“A proposta é lançar vários desafios dentro de macrotemas, como o da COVID-19, possibilitando a articulação de parceiros que nos apoiem em diferentes etapas de desenvolvimento das melhores soluções”, diz Maruyama.

NOVO EDITAL

O novo edital do IdeiaGov busca identificar soluções tecnológicas e inovadoras que permitam o monitoramento dos sinais vitais e/ou operação remota de medicação de pacientes internados. As inscrições das propostas podem ser feitas até o dia 12 de agosto, também pelo site do programa.

As propostas serão analisadas por um grupo de especialistas, composto por representantes de órgãos do Governo interessados em comprar ou implementar as soluções selecionadas, além de considerar os critérios específicos de cada um dos editais.

“Esses profissionais irão avaliar diferentes aspectos das propostas, indicando quando testá-las ou validá-las dentro de um ambiente de uso real, como o hospitalar, por exemplo, para, a partir disso, verificar o potencial da implementação seja por meio de uma compra pública ou de outras formas”, diz Maruyama.

Fonte: Portal Governo do Estado de São Paulo

SERVIÇO DE MOBILIDADE PÓS-COVID VIRA BOA OPORTUNIDADE ATÉ PARA MONTADORAS

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Transporte coletivo, carro próprio, bicicleta ou caminhando mesmo, que supostamente é mais seguro?

Enquanto o Brasil bate recordes de mortes diárias, e parece que se acostuma com essa situação absurda e calamitosa, o planeta não para de girar e as pessoas precisam retomar minimamente suas atividades, saindo da quarentena. Mas, ao finalmente botar o pé na rua, como você fará para chegar a algum lugar? Transporte coletivo, carro próprio, bicicleta ou caminhando mesmo, que supostamente é mais seguro?

Pois saiba: qualquer das opções acima levará o brasileiro a utilizar um serviço de mobilidade. É o que apontam os executivos do setor automotivo na recente Pesquisa Global da KPMG. O chamado mercado mobility-as-a-service, ou serviços de mobilidade, é um negócio com diversas possibilidade.

Há tamanha disposição em oferecer serviços de mobilidade e em participar de um negócio global que pode faturar US$ 9 bilhões até 2026 que as consultorias especializadas acreditam que nem mesmo uma pandemia será capaz de colocar o pé no freio nesses investimentos. E o maior argumento é justamente o comportamento do consumidor.

A KPMG capturou que o custo total de propriedade e o custo total de utilização de um veículo passaram a dominar as decisões dos consumidores que participaram da pesquisa. Isso quer dizer que, quando avaliam as opções para seus deslocamentos, utilizar o carro próprio pode não ser o melhor negócio em determinadas situações.

Outro fator que demonstra essa tendência global é que há uma correlação da adoção mais bem-sucedida de ofertas de serviços de mobilidade em países com renda familiar menor. As respostas dos líderes da indústria automotiva têm votos consideravelmente mais altos na Índia, na China e no Brasil quando avaliam ‘extremamente importante’ oferecer serviços de mobilidade nesses países. Enquanto que nos Estados Unidos e, principalmente, na Alemanha, houve um recuo nas respostas dos executivos quanto a essa questão.

É verdade que a pandemia colocou muitos desafios para empresas de tecnologia, startups e principalmente as locadoras, que exploram com mais entusiasmo o mercado da mobilidade. Para as montadoras trata-se de uma ótima oportunidade para entrar nessa competição. E deixar o papel de simples fornecedor de veículos dessa nova ‘indústria’ para alcançar algum protagonismo junto a consumidores cada vez mais conectados e diverso em suas escolhas. Mesmo com o ambiente econômico mais difícil à frente, no período pós-Covid, na avaliação da KPMG, é preciso que haja uma “flexibilização dos contratos por meio de modelos de assinatura” para ajudar os clientes a superar este momento de incertezas. E claro, muito protocolo de segurança sanitária para seus produtos, no caso os veículos.

Locação, frota corporativa, compartilhamento de veículos, Uber, 99, aluguel de bicicleta e o aplicativo moovit são alguns exemplos de serviços de mobilidade dentre muitos outros que terão que se adaptar. Mas a vocação deste mercado pelos serviços conectados e o comportamento do consumidor brasileiro vão ajudar neste momento de transição. Inclusive criando novos modelos de negócios que cumpram sua função junto ao consumidor: prestar um serviço relevante.

Talvez as montadoras e seus revendedores também possam enxergar oportunidades nesse mercado.

Brasil. A pesquisa da KPMG destaca o mercado brasileiro nessa transformação. Pelo quarto ano consecutivo os serviços de mobilidade receberam a classificação extremamente importante para este País. Em 2020 o maior índice: 69%.

Mais caro. Levantamento da Agência AutoData aponta que os caminhões ficaram em torno de 10% mais caros, em média, desde o começo da pandemia. Fabricantes culpam a alta do dólar para o reajuste promovido nos últimos meses.

Foco em elétricos. A ZF fundiu duas de suas divisões dedicadas a veículos leves com a justificativa de que, em breve, deixará de desenvolver produtos para automóveis movidos a motores a combustão. Foco total em híbridos e elétricos.

Fonte: UOL/AUTODATA