CONSTRUÇÃO CIVIL SE ADAPTA AO USO DO BIM, OBRIGATÓRIO NO SETOR PÚBLICO BRASILEIRO A PARTIR DE 2021
“O FUTURO DO TRABALHO”: GOVERNO DE SP ABRE CONSULTA PÚBLICA PARA INCENTIVAR A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE
A solução buscada deverá ser capaz de identificar e sinalizar as tendências por demanda de cursos técnicos e capacitações profissionalizantes regulares
Com informações da Assessoria de Imprensa IdeiaGov
ARTIGO: PAGAMENTOS DIGITAIS PARA A MOBILIDADE URBANA – UM IMPULSO PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS E CONECTADAS
Veículos como automóveis, caminhões, ônibus e motos são responsáveis por quase três quartos das emissões de CO2 liberados pelo sistema de transport
*Aida Esteban é líder de Mobilidade Urbana da Visa na América Latina e no Caribe e Alana Fook, consultora de Transporte do BID
AIRBUS REVELA HELICÓPTERO FLIGHTLAB PARA TESTAR TECNOLOGIAS DO FUTURO
Os testes de voo começaram em abril do ano passado, quando o demonstrador foi usado para medir os níveis de ruído de helicópteros em áreas urbanas e para estudar particularmente como os edifícios podem afetar a percepção das pessoas
A Airbus Helicopters iniciou os testes de voo a bordo de seu Flightlab, um laboratório de voo independente de plataforma, dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de novas tecnologias. O Flightlab da Airbus Helicopters fornece uma base de teste ágil e eficiente para testar rapidamente tecnologias que poderiam equipar a gama atual de helicópteros da Airbus, ou até tecnologias mais disruptivas para futuras aeronaves de asa fixa ou plataformas (e)VTOL.
A Airbus Helicopters pretende promover o teste de tecnologias de propulsão híbrida e elétrica com seu demonstrador Flightlab, bem como explorar a autonomia e outras tecnologias destinadas a reduzir os níveis de ruído de helicópteros ou melhorar a manutenção e segurança de voo.
“Investir no futuro continua sendo essencial, mesmo em tempos de crise, especialmente quando essas inovações agregam valor aos nossos clientes, visando maior segurança, redução da carga de trabalho do piloto e redução dos níveis de ruído”, afirma Bruno Even, CEO da Airbus Helicopters. “Ter uma plataforma dedicada a testar essas novas tecnologias é um passo mais perto do futuro dos voos e é um reflexo claro de nossas prioridades na Airbus Helicopters”, acrescentou.
Os testes de voo começaram em abril do ano passado, quando o demonstrador foi usado para medir os níveis de ruído de helicópteros em áreas urbanas e para estudar particularmente como os edifícios podem afetar a percepção das pessoas. Os primeiros resultados mostram que os edifícios desempenham um papel importante no mascaramento ou amplificação dos níveis de ruído e esses estudos serão instrumentais quando chegar a hora de modelagem de ruído sonoro e definição de regulamentação, especialmente para iniciativas de Mobilidade Aérea Urbana (UAM). Os testes foram realizados em dezembro para avaliar o Rotor Strike Alerting System (RSAS), que visa alertar as tripulações sobre o risco iminente de colisão com os rotores principal e de cauda.
Os testes este ano incluirão uma solução de detecção de imagem com câmeras para permitir a navegação em baixa altitude, a viabilidade de um Sistema de Monitoramento de Uso e Saúde (HUMS) dedicado para helicópteros leves e um Sistema de Back-up do Motor, que fornecerá energia elétrica de emergência em caso de falha da turbina. Os testes no Flightlab continuarão em 2022, a fim de avaliar um novo design ergonômico de controles intuitivos de voo do piloto com o objetivo de reduzir ainda mais a carga de trabalho do piloto, que pode ser aplicável a helicópteros tradicionais, bem como outros tipos de VTOL desenvolvidos para Mobilidade Aérea Urbana.
O Flightlab é uma iniciativa de toda a Airbus, que reflete a abordagem da empresa à inovação com foco na entrega de valor aos clientes. A Airbus já tem vários Flightlabs bem conhecidos, como o A340 MSN1, usado para avaliar a viabilidade da introdução da tecnologia de asa de fluxo laminar em um grande avião comercial, e o A350 Airspace Explorer usado para avaliar tecnologias de cabine conectada a bordo.
Com informações da Assessoria de Imprensa Airbus
IDENTIDADE AUTOSSOBERANA É ALTERNATIVA PARA IDENTIFICAR PESSOAS VACINADAS CONTRA A COVID-19
Um dos meios digitais eficazes para o êxito nesse controle é a identidade autossoberana, composta por informação das redes e relações que cada indivíduo constrói ao longo da vida, na interação com órgãos públicos, outras pessoas, escolas, trabalho, bancos, serviços e sistemas
Além do grande desafio da imunização contra a Covid-19, já iniciada em mais de 50 países, existe a necessidade estratégica em termos de saúde pública e logística de manter o controle sobre quem já foi vacinado, com qual tipo de produto, administração da primeira e da segunda dose. Tal procedimento é proporcionalmente complexo em relação aos índices demográficos do Brasil, com seus mais de 210 milhões de habitantes.
Um dos meios digitais eficazes para o êxito nesse controle é a identidade autossoberana, composta por informação das redes e relações que cada indivíduo constrói ao longo da vida, na interação com órgãos públicos, outras pessoas, escolas, trabalho, bancos, serviços e sistemas. Simplificando, ela abriga mais do que o número do CPF ou RG, podendo armazenar a formação acadêmica, profissão e, até mesmo, a informação vacinal de cada indivíduo.
“No que se refere à privacidade e veracidade das informações, a identidade autossoberana é uma das opções mais seguras, pois ela é uma plataforma descentralizada e dá ao usuário o controle das suas credenciais. Este sistema permite que o titular escolha quais informações quer compartilhar no acesso a um site ou um local, como um guichê de embarque, por exemplo”, explica Bruno Ribeiro, gerente de Inovação da Certisign, empresa especialista em identidade e segurança digital.
Segundo Ribeiro, trata-se de uma possibilidade de fácil adesão por parte dos brasileiros, pois é uma tecnologia fácil de usar, a qual é necessário apenas que o titular da identidade tenha um smartphone. “Para ilustrar: uma companhia aérea precisa ter a certeza de que as pessoas que embarcarão em um voo estarão todas imunizadas contra o Covid-19. Então, ela adota a plataforma de identidade soberana em seu sistema. O usuário, titular da identidade, no dia do voo, comparece ao guichê de embarque e scaneia com seu smartphone um QR Code no sistema da companhia aérea, por exemplo, que confirmará, ou não, se sua vacinação está em dia. Para tal, ele deverá autorizar quais credenciais irá apresentar ao sistema (no caso, as vacinas que tomou). Quaisquer outras credenciais existentes em sua carteira virtual não são acessíveis pelo sistema da companhia aérea”.
TITULAR NO CONTROLE
Um dos benefícios da identidade soberana é permitir que os dados pertençam aos próprios indivíduos, e não a terceiros. De acordo com Ribeiro, isso também minimiza os riscos de vazamento de dados e violação de privacidade dos clientes das empresas, pois quanto mais dados elas retêm, maior é o risco que correm.
BLOCKCHAIN E EMISSÃO DA IDENTIDADE
Uma das formas de se implementar a rede descentralizada de identidade autossoberana é por meio de um blockchain. Funcionaria da seguinte forma:
• O titular utiliza uma carteira virtual em seu smartphone para criar a identidade, que pode ser emitida por meio de um blockchain público ou privado.
• Daí, para obter a credencial de vacinação, por exemplo, o usuário acessaria o órgão competente e se autenticaria nele por meio de uma senha, validação biométrica, entre outras opções. Ao identificá-lo, a instituição emite uma credencial de vacinação para a sua identidade autossoberana, registrando a operação no blockchain. A credencial é então armazenada na carteira do usuário.
• Chegando ao embarque no aeroporto, ele apresenta a credencial de vacinação ao sistema da companhia aérea, que faz a verificação no blockchain.
“Por meio das credenciais verificadas, emitidas e registradas por universidades, órgãos públicos, hospitais, etc, no blockchain o titular vai formando sua identidade autossoberana. E, quando ele precisa se identificar em algum local, seja ele físico ou virtual, tem a liberdade de expor somente o dado pertinente àquela situação. É importante dizer que este processo de verificação, emissão e registro no blockchain é transparente ao titular da identidade. Para ele, em resumo, a ação para ter a identidade autossoberana seria apenas requisitá-la, instalar a carteira virtual em seu smartphone, obter as credenciais desejadas e ir utilizando-as no decorrer de sua vida “.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Certisign
ONS LANÇA RECURSO NO APLICATIVO QUE PERMITE ACOMPANHAR A PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DA OPERAÇÃO
Nova funcionalidade do ONS+ agiliza o processo e facilita o acesso à informação
Com informações da Assessoria de Imprensa ONS
PLATAFORMA BOLT DE MOBILIDADE PLANEJA ENTRAR NO MERCADO BRASILEIRO COM PROGRAMA DE FRANQUIA
Plataforma líder em transporte sob demanda na Europa e na África, lança programa de franquia que projeta a oferta de seus serviços no Brasil
“Em 2020, praticamente dobramos o nosso número de clientes, crescendo para 50 milhões de usuários em 40 países e 200 cidades”, afirma Nikita Utkins, gerente de expansão da Bolt. “O programa Bolt Franchise possibilita que empreendedores locais se estabeleçam tendo por base a tecnologia líder de mercado e a experiência da Bolt. Estamos entusiasmados com a oportunidade de oferecer aos brasileiros estes serviços práticos e acessíveis de transporte”.
O programa de franquia é baseado na experiência da Bolt de colaboração de longo prazo com organizações parceiras que gerenciam suas operações locais em mercados selecionados.
“Apesar da crescente popularidade dos serviços sob demanda nos últimos anos, ainda há um enorme potencial de inovação no setor. Isso foi comprovado pela nossa experiência nas parcerias de sucesso em países como México, Rússia e Arábia Saudita. Queremos possibilitar que grandes empreendedores locais tenham acesso à nossa tecnologia de ponta e levem melhores serviços a milhões de pessoas”, completa Nikita Utkins.
O programa Bolt Franchise já está disponível para inscrições em todo o mundo, no endereço bolt.eu/franchise.
Com informações da Assessoria de Imprensa Bolt
AMAZON ANUNCIA OS 10 FINALISTAS DO PRÊMIO ALEXA DE ACESSIBILIDADE
Quase 100 skills que beneficiam pessoas com deficiência foram inscritas, 10 finalistas foram escolhidas e três serão selecionadas como vencedoras. Amazon doará R﹩100 mil para instituições selecionadas pelos três ganhadores
No ano passado, desenvolvedores foram convidados pela Amazon a enviar skills de Alexa que pudessem beneficiar a vida de pessoas com deficiência para concorrer ao Prêmio Alexa de Acessibilidade. Hoje, a Amazon, AACD (Associação de Assistência à Criança com Deficiência), Fundação Dorina Nowill para Cegos e Instituto Jô Clemente anunciam as 10 skills finalistas do prêmio.
“Estamos muito felizes em anunciar as finalistas, das quase 100 skills inscritas no Prêmio Alexa de Acessibilidade. Agradecemos aos desenvolvedores que submeteram skills, que também receberão um Echo Dot”, diz Thais Cunha, Gerente de Marketing da Alexa no Brasil. “Estamos animados com o potencial benefício dessas skills a pessoas com deficiência e também com a rodada de apresentações, na qual elas serão avaliadas pela Amazon, AACD, Fundação Dorina Nowill para Cegos, Instituto Jô Clemente e por pessoas com deficiência, atendidas por essas instituições”.
O objetivo do Prêmio Alexa de Acessibilidade é dar visibilidade e apoiar pessoas com deficiência por meio do uso da tecnologia. Os vencedores serão anunciados em fevereiro e serão premiados da seguinte forma:
• O primeiro lugar ganhará R﹩10 mil, um Echo Studio e escolherá uma ONG entre as pré-selecionadas para receber uma doação de R﹩50 mil;
• O segundo lugar ganhará R﹩5 mil, um Echo Show 8 e também escolherá uma ONG para receber uma doação de R﹩35 mil;
• O terceiro lugar ganhará um Echo Show 8, um Echo, um kit de casa inteligente da Positivo, e escolherá uma ONG que receberá uma doação de R﹩15 mil.
As 10 skills finalistas foram avaliadas por critérios que incluíram usabilidade, qualidade do desenvolvimento, design, experiência do usuário e impacto na vida de pessoas com deficiência.
AS FINALISTAS SÃO:
“Localizador de ônibus São Paulo acessível” por Felipe Borges
A skill tem como objetivo ajudar pessoas cegas ou com baixa visão a ter previsão da chegada dos ônibus, a localização e o endereço do ponto, se o veículo que está chegando é acessível, se o ônibus esperado passa no ponto onde o usuário se encontra e o destino final de cada ônibus.
“A Arte Além da Visão” por Ulysses BML
A skill foi criada para dar a pessoas com restrições visuais acesso fácil para apreciar pinturas. Ela tem um extenso catálogo de audiodescrição de obras de arte que se encontram em museus, além de outras obras criadas pelo time de desenvolvimento da skill.
“Jogo do Braille” por Diego Negrelli
A skill é um jogo interativo que ajuda pessoas cegas a memorizarem as letras e os números em braile. Além disso, todos os interessades em aprender a linguagem podem perguntar como as letras e os números são escritos, como funciona o braile, sua origem e quem foi Louis Braille e Dorina Nowill.
“Meu Mapa” por Michel Fernandes
A skill conta com recursos precisos de geolocalização. Quando um usuário pergunta à Alexa sua localização, ela responderá com o nome da rua e o número. Seu objetivo é auxiliar pessoas cegas ou com baixa visão a se situarem com base no GPS e a pesquisarem locais específicos nas proximidades, como supermercados e farmácias. A skill também fornece instruções de navegação usando Alexa.
“Mais Acessibilidade” por Grupo Fleury
A skill é um jogo de verdadeiro ou falso que compartilha conhecimento com informações sobre acessibilidade, com o objetivo de educar e entreter qualquer pessoa que queira aprender mais sobre o tema.
“Memória Sonora” por Splora
A skill é um treinamento focado em reabilitação cognitiva. Assim como em um jogo de memória tradicional com cartas, essa skill usa sons e encoraja os usuários a encontrar os pares que se combinam. Tem como objetivo ajudar pessoas com diferentes tipos de desordem das funções cognitivas como demência, doenças degenerativas e deficiências intelectuais. Também pode ser usada por pessoas cegas ou com baixa visão.
“Guia de Tarefas” por Caroline de Souza Evangelista
A skill visa a auxiliar pessoas com deficiência intelectual a realizarem tarefas que exigem várias etapas e que podem ser confusas ou estressantes. O objetivo é incentivar e dar mais independência aos usuários nas tarefas do dia-a-dia. Eles podem criar diferentes tarefas, com inúmeros passos até sua conclusão, estimulando a autonomia.
“Viagem Virtual” por Tech RCS
A skill permite às pessoas viajarem virtualmente. Por meio de audiodescrições de diferentes lugares, a skill permite às pessoas cegas aprender sobre lugares e ambientes com detalhes. A skill também usa efeitos sonoros para maior imersão.
“Onde guardo isso?” por marcosamm
A skill visa auxiliar pessoas com deficiência intelectual, sugerindo locais onde os objetos podem ser guardados e lembrá-las de onde eles estão.
“Vagas PCD” por Universo Aleatório
Com informações da Assessoria de Imprensa Amazon
NOVO MARCO LEGAL DE SANEAMENTO
Entenda como o Governo Federal está desenvolvendo novas medidas para a universalização do acesso ao saneamento básico
De acordo com a Organização das Nações Unidas, 14% da população sofrerá com a escassez de água até 2025: nunca foi tão necessário pensar em soluções inteligentes e inovadoras para cuidar dos recursos hídricos do planeta, ao mesmo tempo que o fornecimento da rede de água e esgoto chegue para mais pessoas como maneira de reduzir a barreira da desigualdade.
Apesar do acesso ao saneamento básico ser um direito endossado pela lei brasileira, atualmente, 35 milhões de pessoas não possuem acesso à água tratada no Brasil e outros 100 milhões não têm acesso a serviços de coleta de esgoto no país. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a universalização de serviços de água e esgoto reduziram os custos anuais com saúde em até R$ 1,45 bilhão, sendo que a cada R$1 investido em saneamento, existe a economia de R$4 com a prevenção de doenças causadas pela falta do serviço.
Em Julho de 2020 o presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o novo Marco Legal do Saneamento Básico. O objetivo da legislação é universalizar e qualificar a prestação de serviços no setor, sendo que o principal intuito do Governo Federal é alcançar a universalização até 2033, garantindo o acesso à água potável a 99% da população.
A nova lei extingue os chamados contratos de programa e abre espaço para que contratos de concessão sejam feitos a partir da abertura obrigatória para processos de licitação, concorrendo portanto com prestadores de serviços públicos e privados. Os contratos de programa que já estão em vigor serão mantidos apenas se possuírem metas para a universalização e possuem o prazo até 31 de março para viabilizarem a inclusão de novas metas.
Outra mudança importante prevista no novo marco é referente ao atendimento a pequenos municípios com poucos recursos. A nova lei determina que os estados componham blocos, sendo que os municípios presentes no mesmo bloco não precisarão necessariamente ser vizinhos: isso faz com que as empresas que solicitem a licitação atendam essas regiões, assim como regiões com mais recursos.
Cinco meses após a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, foi aprovado um decreto para regulamentar os repasses a governos locais para apoiar licitações. De acordo com o decreto, os governos locais deverão cumprir critérios para receber os repasses da União, assim como ajuda técnica. Além disso, devem obedecer às normas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e devem se comprometer com a regionalização do serviço de saneamento.
Dentro desse cenário, é cada vez mais importante que o conceito de smart cities aplicado no Brasil esteja atrelado não apenas à tecnologia e inovação, como também na resolução eficiente, inteligente e integrada de problemas como a falta de acesso ao saneamento básico. O contexto social é essencial para o desenvolvimento do planejamento urbano, levando em consideração que cidades inteligentes atuam, principalmente, para o bem-estar de seus cidadãos.
CALL FOR PAPERS: CSCM 21 RECEBE PROPOSTAS DE PALESTRAS ATÉ 19 DE FEVEREIRO
Podem participar do processo: pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações que possuam projetos e estudos dedicados aos segmentos de inovações e soluções para as cidades
A edição 2021 do Connected Smart Cities & Mobility será realizada entre os dias 01 e 03 de setembro e traz ainda mais inovação em relação às edições anteriores, como o formato híbrido, com ações presenciais: fórum, exposição de empresas que fornecem tecnologias para as cidades, rodadas de conexões e negócios. As atividades do evento serão realizadas no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP, bem como a transmissão no formato digital, permitindo a participação de palestrantes de todo o Brasil.
E até o dia 19 de fevereiro de 2021 a organização da plataforma recebe propostas de palestras que irão compor a 7ª edição do evento nacional. O objetivo da ação é destacar, fomentar e apresentar os cases mais inovadores para o mercado de cidades inteligentes e mobilidade, tendo como foco tornar os municípios brasileiros mais inteligentes, humanos, sustentáveis e conectados.
Podem participar do processo de Call for Papers CSCM21: pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações que possuam projetos e estudos inovadores.
Para participar, basta acessar o link: https://evento.connectedsmartcities.com.br/call-for-papers/ e inscrever a iniciativa.
A CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Citoes & Mobility, Paula Faria, enfatiza que a expectativa é receber um número ainda maior de propostas de palestras na comparação com 2020, que foi recorde.
“O objetivo do Call for Papers é reunir o maior número de trabalhos inovadores e que contribuam de forma fundamental para o desenvolvimento do mercado de cidades inteligentes no Brasil. Em 2019, recebemos o dobro de trabalhos de 2018 e atingimos mais de 100 cases inscritos. Já em 2020 o número foi ainda maior, com mais de 170 propostas enviadas por profissionais de todo o país. Para a edição 2021, esperamos ampliar ainda mais esse alcance, considerando o sucesso e a participação exponencial de prefeituras, especialistas, empresas e entidades dos diversos segmentos no formato híbrido”, cita.
O Connected Smart Cities aborda os temas: Urbanismo Sustentável nas Cidades (inclui os Eixos Temáticos: Urbanismo, Meio Ambiente, Energia); Cidade Conectadas (inclui os Eixos Temáticos: Tecnologia e Segurança); Cidades Participativas (inclui o Eixo Temático: Governança); Cidades Prósperas (inclui o Eixo Temático: Economia); Cidades Resilientes (inclui os Eixos Temáticos: Educação e Saúde); e Cidades Empreendedoras (inclui o Eixo Temático: Empreendedorismo).
CRONOGRAMA CALL FOR PAPERS CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY 2021
Seleção e Prazos
Envio de proposta de palestras: até dia 19/02/2021
Confirmação das palestras aceitas: 22/03/2021
Divulgação da programação e conteúdo: 03/05/2021
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