spot_img
Home Blog Página 355

CONSTRUÇÃO CIVIL SE ADAPTA AO USO DO BIM, OBRIGATÓRIO NO SETOR PÚBLICO BRASILEIRO A PARTIR DE 2021

0

Tecnologia permite a redução de custos totais e de insumos na ordem de 10% e 20%, respectivamente

A partir de janeiro de 2021, por meio do Decreto nº 10.306, entra em vigor a exigência do Governo Federal para que obras públicas de arquitetura e engenharia no Brasil contem com a tecnologia BIM (em inglês Building Information Modelling, ou Modelagem da Informação da Construção). O uso do modelo, aplicável em todas as etapas da obra, pode reduzir os custos totais em 9,7% e os custos com insumos em até 20%.

Mesmo nas empresas privadas do setor que não atuam em amplas concorrências de obras públicas, o BIM também é um objetivo traçado. Apesar de aumentar em cerca de 10% a produtividade das empresas de construção civil, a tecnologia ainda tem presença incipiente no mercado nacional. Somente 9,2% das companhias do setor haviam implantado o BIM em sua rotina de trabalho, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para o exercício de 2018.

Para Sonia Keiko, vice-presidente de Novos Negócios e Inovação da Engemon, grupo brasileiro de Engenharia, Construção e Tecnologia, o uso do BIM é especialmente relevante no contexto de empresas que atuam em todas as etapas dos projetos.

“É um diferencial competitivo, pois permite utilizar o BIM para gerar eficiência e assertividade em todas as fases do projeto. Isso naturalmente irá gerar diferentes índices de economia em cada uma das etapas, ampliando a competitividade das empresas que contemplam o uso desta tecnologia aumentando a sua entrega de valor aos clientes”, explica a executiva da Engemon, empresa que conta com o BIM em suas maiores obras.

COMO O BIM FUNCIONA?

Seja no setor público ou no privado, o BIM permite antecipar conflitos que naturalmente ocorrem em projetos de ampla execução. Ao adotar modelos em 3D ou 4D para antecipar as estruturas da obra em diversas frentes (elétrica, hidráulica, segurança, entre outras), a tecnologia pode reduzir a quantidade de insumos necessários nas obras, bem como possíveis problemas decorrentes da concorrência por espaços nas estruturas. Quanto antes esses problemas são diagnosticados, mais eficientes e assertivas serão as respostas dadas pelas empresas que atuam nas obras.

“Na Engenharia falamos de espaços confinados e é comum que haja conflitos entre as frentes de trabalho. O BIM é capaz de gerar uma quantidade relevante de dados em um momento no qual os ajustes ainda não trarão um sensível prejuízo para serem contornados. Isso faz muita diferença não só nos custos das obras, mas também no cumprimento dos cronogramas dos projetos. Se você não é ‘pego de surpresa’, não é necessário dedicar um amplo tempo aos ajustes. Muitas vezes, sequer é necessário paralisar alguma etapa das obras”, avalia Guilherme Valente, gerente da GV BIM, empresa especializada na tecnologia e parceira de negócios da Engemon.

Valente destaca também que a tecnologia poderá gerar outros benefícios se associada a ferramentas que não ainda não são exigidas nos contratos públicos, por exemplo.

“O BIM gera a informação de todos os elementos de uma obra. Com isso, posso conectar a tecnologia a um serviço de análise de negócios, por exemplo, para monitorar o projeto em tempo real em todas as suas frentes. Posso também associar os processos de compras com o BIM, permitindo que eu tenha um controle muito mais efetivo do que é utilizado no dia a dia do projeto. Isso já seria essencial no mercado privado, mas, se adotado no setor público, é capaz de amplificar o atendimento a pilares como transparência, eficiência e publicidade”, completa.

O QUE MUDA PARA AS EMPRESAS?

O Decreto nº 10.036 determina a utilização do BIM na execução direta ou indireta de obras e serviços de engenharia que são realizados por órgãos e pelas entidades da administração pública federal. O projeto é dividido em três fases:

1ª fase: focada em projetos de arquitetura e de engenharia para construção novas, ampliações ou reabilitações, quando consideradas de grande relevância para a disseminação do BIM. A proposta é utilizar a tecnologia nas disciplinas de estrutura, hidráulica, AVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) e elétrica, na detecção de interferências e na revisão dos modelos de arquitetura e de engenharia, na extração de quantitativos e na geração de documentação gráfica, a partir desses modelos.

2ª fase: a partir de janeiro de 2024, prevê a inclusão do BIM na execução direta ou indireta de projetos de arquitetura e de engenharia e também em obras, referentes a construções novas, reformas, ampliações reabilitações. Esta fase também considera as disciplinas de orçamentação e planejamento da execução de obras, bem como de atualização do modelo e de suas informações como construído.

3º fase: a partir de janeiro de 2028, prevê a aplicação do BIM em todas as disciplinas previstas nas fases anteriores e também nos serviços de gerenciamento e de manutenção do empreendimento após sua construção, em projetos que tenham sido realizados ou executados anteriormente com aplicação da tecnologia.

A executiva da Engemon ressalta, no entanto, que a simples adoção desta tecnologia não garante os índices de economia previstos. Isso porque é necessária a correta utilização do sistema, de modo a extrair dele os melhores e mais eficientes recursos.

“Dependendo da forma como for utilizado, o BIM permitirá o monitoramento da edificação de modo a identificar preditiva e preventivamente desvios em suas operações. Assim, será possível controlar assertivamente o ciclo de vida dos sistemas, dos aparelhos e monitorar os sensores em tempo real para verificar qualquer alteração no dia a dia. Quanto mais tecnologia embarcada, mais rapidamente a informação será capturada e analisada. O BIM permite esse cenário de forma eficiente, desde que exista na operação profissionais aptos a extraírem o melhor da tecnologia”, explica Sonia.

“Utilizar o BIM não significa simplesmente ‘girar um botão’. É preciso conhecimento das ferramentas e das possibilidades por elas geradas. Quanto maior for esse conhecimento, maiores serão as possibilidades de atingir índices mais alto de economia, produtividade e assertividade”, conclui Valente.

Com informações a Assessoria de Imprensa da Engemon

“O FUTURO DO TRABALHO”: GOVERNO DE SP ABRE CONSULTA PÚBLICA PARA INCENTIVAR A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE

A solução buscada deverá ser capaz de identificar e sinalizar as tendências por demanda de cursos técnicos e capacitações profissionalizantes regulares

O Governo do Estado de São Paulo, por meio do programa IdeiaGov, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e do Centro Paula Souza (CPS), está convidando todos os cidadãos e pessoas jurídicas a participarem de uma Consulta Pública, com objetivo de incentivar a participação da sociedade para subsidiar uma futura e eventual contratação de solução tecnológica.

A tecnologia demandada deverá ser capaz de identificar o cenário atual e as tendências futuras do mercado de trabalho em todo o estado. O objetivo é que a solução possa ajudar o Governo do Estado de São Paulo na identificação e definição de melhores cursos e capacitações profissionalizantes a serem ofertados no território paulista, por meio de um radar de oportunidades que apresente as tendências de empregos, no curto e médio prazo, e no nível regional ou municipal.

Com isso, os organizadores esperam que os investimentos públicos em oferta de ensino profissionalizante sejam feitos com maior precisão e alinhados ao potencial de empregabilidade de cada região, além de estimular a geração de renda por meio do empreendedorismo. Também é esperado que o setor privado local tenha mais facilidade para a contratação de mão-de-obra capacitada para o desenvolvimento dos seus negócios.

“Dentro das nossas expectativas com a causa, estão também, que o processo de definição de cursos e capacitações seja baseado em dados, tornando-se mais objetivo, dinâmico e transparente para a sociedade. Também esperamos que seja disponibilizada de maneira tempestiva e atualizada as informações necessárias para avaliação de pertinência e assertividade das vagas ofertadas em cursos do Centro Paula Souza e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – para os gestores públicos e a sociedade de modo geral”, afirma Daniel Barros, Subsecretário de Ensino Técnico, Tecnológico e Profissionalizante.

Os interessados em responder a esta consulta pública, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, deverão acessar o site https://ideiagov.sp.gov.br/causas/futuro-do-trabalho e responder ao formulário específico para esta consulta até as 23h59min do dia 05 de março de 2021.

Com informações da Assessoria de Imprensa IdeiaGov

ARTIGO: PAGAMENTOS DIGITAIS PARA A MOBILIDADE URBANA – UM IMPULSO PARA CIDADES MAIS SUSTENTÁVEIS E CONECTADAS

0

Veículos como automóveis, caminhões, ônibus e motos são responsáveis por quase três quartos das emissões de CO2 liberados pelo sistema de transport

*Por Aida Esteban
A pandemia de COVID-19 fez grande parte do mundo parar repentinamente no início deste ano. Em muitas cidades, antes movimentadas, o número de carros nas ruas diminuiu e as emissões de CO2 caíram drasticamente. Em junho de 2020, previa-se que as emissões de carbono no mundo cairiam 8% em 2020, atingindo o menor índice desde a última década.

Veículos como automóveis, caminhões, ônibus e motos são responsáveis por quase três quartos das emissões de CO2 liberados pelo sistema de transporte. Eles emitem mais CO2 do que a aviação internacional e o transporte marítimo e são responsáveis ​​pela metade da contaminação do ar urbano. Com a demanda do consumidor por veículos esportivos que consomem mais combustível em alta e sem sinais de queda, as emissões de gases de efeito estufa provenientes do transporte devem dobrar nos próximos 30 anos. Além disso, a meta do Acordo de Paris de reduzir as emissões em 7,6% ao ano entre 2020 e 2030 vai desaparecer.

As cidades estão na vanguarda dessa batalha. Embora ocupem apenas 2% do território do planeta, as cidades consomem mais de dois terços da energia do mundo e produzem mais de 70% das emissões mundiais de CO2. Como mais de 90% das áreas urbanas estão em zonas costeiras, são particularmente vulneráveis ​​aos efeitos das mudanças climáticas. O problema é especialmente grave na América Latina e no Caribe, a região em desenvolvimento mais urbanizada do mundo. Trata-se de uma região onde 8 em cada 10 pessoas vivem em cidades, e seis delas concentram quase 15% da população, as megacidades – com pelo menos 10 milhões de habitantes. A região América Latina e Caribe (LAC) abriga 9% da população mundial, mas gera 12% das emissões de CO2 do mundo. O setor de transportes da região, movido principalmente a diesel e gasolina, é líder no uso de combustíveis fósseis; consequentemente, responde por 15% de todas as emissões de gases de efeito estufa, não apenas CO2. Reduzir o uso de veículos de passageiros e desenvolver a mobilidade multimodal, principalmente o transporte público, a micromobilidade e soluções de mobilidade elétrica, são medidas que podem ajudar a região a aproveitar sua densidade populacional.

Para facilitar essa mudança nos padrões de mobilidade, tenho acompanhado o BID e a Visa, que estão comprometidos a ajudar as cidades a tornar o transporte mais eficiente e sustentável, impulsionando a mobilidade urbana para novas direções, ampliando o leque de pagamentos por aproximação aceitos para proporcionar uma experiência de pagamento segura e interoperável em vários meios de transporte.

Como o uso de transporte público é parte essencial da rotina urbana, este continua sendo um caso de uso importante para apresentar a tecnologia de pagamento por aproximação aos consumidores. A aceleração das interações digitais faz parte do nosso novo normal e mudou drasticamente não apenas nossa maneira de pagar, mas também como vivemos, trabalhamos e viajamos. É provável que a facilidade de uso dos sistemas de pagamento por aproximação incentive os usuários a dar preferência ao transporte público e às opções de micromobilidade e a reduzir o uso do carro. Além disso, cria um caso de uso atraente para os produtos financeiros formais, o que pode ajudar a promover uma maior inclusão financeira e digital.

O BID tem ajudado os governos da região LAC a implementar sistemas de pagamento integrados e interoperáveis​​para seus sistemas de transporte. Em estreita colaboração com as autoridades de transporte, tem apoiado o desenvolvimento de sistemas de pagamento inclusivos, sustentáveis ​​e interoperáveis ​​para o transporte público de países como México, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Equador, Paraguai e outros. Na República Dominicana, as autoridades de transporte público adotaram uma solução de pagamento de circuito aberto nacional e multimodal que está impulsionando os pagamentos de transporte. Um projeto em fase de implementação apoiado pelo BID venceu o prêmio internacional anual da ITS España. Colaborando com a VisaNet Dominicana, a Visa desenhou, desenvolveu e implementou uma solução aberta de pagamento de passagens para o projeto de ônibus de Santo Domingo, cuja base foi o modelo global e interoperável de Transações de Mobilidade e Transporte Público, tornando-se uma parceira-chave para o projeto.

Hoje, muitos organismos entendem que as experiências de pagamento por aproximação trazidas por essa tecnologia são essenciais para a recuperação pós-pandemia. Apesar das restrições relacionadas à pandemia de COVID-19 e os diferentes níveis de reabertura em vigor na região, tenho visto aqui pela Visa uma aceleração em seus mais de 500 projetos de mobilidade urbana ativos no mundo – projetos foram acelerados em apenas seis meses.

Embora a incerteza ainda prevaleça, uma coisa não mudou: as agências governamentais nacionais e municipais, juntamente com provedores de mobilidade do setor privado, devem continuar se adaptando, inovando e criando sistemas de transporte mais conectados e sustentáveis. E acho que vale reforçar, estamos empenhados em ajudar governos e agências de transporte a acelerar essa transformação, a impulsionar a sustentabilidade e o crescimento econômico e a melhorar a qualidade de vida de residentes e turistas.

*Aida Esteban é líder de Mobilidade Urbana da Visa na América Latina e no Caribe e Alana Fook, consultora de Transporte do BID

AIRBUS REVELA HELICÓPTERO FLIGHTLAB PARA TESTAR TECNOLOGIAS DO FUTURO

0

Os testes de voo começaram em abril do ano passado, quando o demonstrador foi usado para medir os níveis de ruído de helicópteros em áreas urbanas e para estudar particularmente como os edifícios podem afetar a percepção das pessoas

A Airbus Helicopters iniciou os testes de voo a bordo de seu Flightlab, um laboratório de voo independente de plataforma, dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de novas tecnologias. O Flightlab da Airbus Helicopters fornece uma base de teste ágil e eficiente para testar rapidamente tecnologias que poderiam equipar a gama atual de helicópteros da Airbus, ou até tecnologias mais disruptivas para futuras aeronaves de asa fixa ou plataformas (e)VTOL.

A Airbus Helicopters pretende promover o teste de tecnologias de propulsão híbrida e elétrica com seu demonstrador Flightlab, bem como explorar a autonomia e outras tecnologias destinadas a reduzir os níveis de ruído de helicópteros ou melhorar a manutenção e segurança de voo.

“Investir no futuro continua sendo essencial, mesmo em tempos de crise, especialmente quando essas inovações agregam valor aos nossos clientes, visando maior segurança, redução da carga de trabalho do piloto e redução dos níveis de ruído”, afirma Bruno Even, CEO da Airbus Helicopters. “Ter uma plataforma dedicada a testar essas novas tecnologias é um passo mais perto do futuro dos voos e é um reflexo claro de nossas prioridades na Airbus Helicopters”, acrescentou.

Os testes de voo começaram em abril do ano passado, quando o demonstrador foi usado para medir os níveis de ruído de helicópteros em áreas urbanas e para estudar particularmente como os edifícios podem afetar a percepção das pessoas. Os primeiros resultados mostram que os edifícios desempenham um papel importante no mascaramento ou amplificação dos níveis de ruído e esses estudos serão instrumentais quando chegar a hora de modelagem de ruído sonoro e definição de regulamentação, especialmente para iniciativas de Mobilidade Aérea Urbana (UAM). Os testes foram realizados em dezembro para avaliar o Rotor Strike Alerting System (RSAS), que visa alertar as tripulações sobre o risco iminente de colisão com os rotores principal e de cauda.

Os testes este ano incluirão uma solução de detecção de imagem com câmeras para permitir a navegação em baixa altitude, a viabilidade de um Sistema de Monitoramento de Uso e Saúde (HUMS) dedicado para helicópteros leves e um Sistema de Back-up do Motor, que fornecerá energia elétrica de emergência em caso de falha da turbina. Os testes no Flightlab continuarão em 2022, a fim de avaliar um novo design ergonômico de controles intuitivos de voo do piloto com o objetivo de reduzir ainda mais a carga de trabalho do piloto, que pode ser aplicável a helicópteros tradicionais, bem como outros tipos de VTOL desenvolvidos para Mobilidade Aérea Urbana.

O Flightlab é uma iniciativa de toda a Airbus, que reflete a abordagem da empresa à inovação com foco na entrega de valor aos clientes. A Airbus já tem vários Flightlabs bem conhecidos, como o A340 MSN1, usado para avaliar a viabilidade da introdução da tecnologia de asa de fluxo laminar em um grande avião comercial, e o A350 Airspace Explorer usado para avaliar tecnologias de cabine conectada a bordo.

Com informações da Assessoria de Imprensa Airbus

IDENTIDADE AUTOSSOBERANA É ALTERNATIVA PARA IDENTIFICAR PESSOAS VACINADAS CONTRA A COVID-19

0

Um dos meios digitais eficazes para o êxito nesse controle é a identidade autossoberana, composta por informação das redes e relações que cada indivíduo constrói ao longo da vida, na interação com órgãos públicos, outras pessoas, escolas, trabalho, bancos, serviços e sistemas

Além do grande desafio da imunização contra a Covid-19, já iniciada em mais de 50 países, existe a necessidade estratégica em termos de saúde pública e logística de manter o controle sobre quem já foi vacinado, com qual tipo de produto, administração da primeira e da segunda dose. Tal procedimento é proporcionalmente complexo em relação aos índices demográficos do Brasil, com seus mais de 210 milhões de habitantes.

Um dos meios digitais eficazes para o êxito nesse controle é a identidade autossoberana, composta por informação das redes e relações que cada indivíduo constrói ao longo da vida, na interação com órgãos públicos, outras pessoas, escolas, trabalho, bancos, serviços e sistemas. Simplificando, ela abriga mais do que o número do CPF ou RG, podendo armazenar a formação acadêmica, profissão e, até mesmo, a informação vacinal de cada indivíduo.

“No que se refere à privacidade e veracidade das informações, a identidade autossoberana é uma das opções mais seguras, pois ela é uma plataforma descentralizada e dá ao usuário o controle das suas credenciais. Este sistema permite que o titular escolha quais informações quer compartilhar no acesso a um site ou um local, como um guichê de embarque, por exemplo”, explica Bruno Ribeiro, gerente de Inovação da Certisign, empresa especialista em identidade e segurança digital.

Segundo Ribeiro, trata-se de uma possibilidade de fácil adesão por parte dos brasileiros, pois é uma tecnologia fácil de usar, a qual é necessário apenas que o titular da identidade tenha um smartphone. “Para ilustrar: uma companhia aérea precisa ter a certeza de que as pessoas que embarcarão em um voo estarão todas imunizadas contra o Covid-19. Então, ela adota a plataforma de identidade soberana em seu sistema. O usuário, titular da identidade, no dia do voo, comparece ao guichê de embarque e scaneia com seu smartphone um QR Code no sistema da companhia aérea, por exemplo, que confirmará, ou não, se sua vacinação está em dia. Para tal, ele deverá autorizar quais credenciais irá apresentar ao sistema (no caso, as vacinas que tomou). Quaisquer outras credenciais existentes em sua carteira virtual não são acessíveis pelo sistema da companhia aérea”.

TITULAR NO CONTROLE

Um dos benefícios da identidade soberana é permitir que os dados pertençam aos próprios indivíduos, e não a terceiros. De acordo com Ribeiro, isso também minimiza os riscos de vazamento de dados e violação de privacidade dos clientes das empresas, pois quanto mais dados elas retêm, maior é o risco que correm.

BLOCKCHAIN E EMISSÃO DA IDENTIDADE

Uma das formas de se implementar a rede descentralizada de identidade autossoberana é por meio de um blockchain. Funcionaria da seguinte forma:

• O titular utiliza uma carteira virtual em seu smartphone para criar a identidade, que pode ser emitida por meio de um blockchain público ou privado.

• Daí, para obter a credencial de vacinação, por exemplo, o usuário acessaria o órgão competente e se autenticaria nele por meio de uma senha, validação biométrica, entre outras opções. Ao identificá-lo, a instituição emite uma credencial de vacinação para a sua identidade autossoberana, registrando a operação no blockchain. A credencial é então armazenada na carteira do usuário.

• Chegando ao embarque no aeroporto, ele apresenta a credencial de vacinação ao sistema da companhia aérea, que faz a verificação no blockchain.

“Por meio das credenciais verificadas, emitidas e registradas por universidades, órgãos públicos, hospitais, etc, no blockchain o titular vai formando sua identidade autossoberana. E, quando ele precisa se identificar em algum local, seja ele físico ou virtual, tem a liberdade de expor somente o dado pertinente àquela situação. É importante dizer que este processo de verificação, emissão e registro no blockchain é transparente ao titular da identidade. Para ele, em resumo, a ação para ter a identidade autossoberana seria apenas requisitá-la, instalar a carteira virtual em seu smartphone, obter as credenciais desejadas e ir utilizando-as no decorrer de sua vida “.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Certisign

ONS LANÇA RECURSO NO APLICATIVO QUE PERMITE ACOMPANHAR A PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DA OPERAÇÃO

0

Nova funcionalidade do ONS+ agiliza o processo e facilita o acesso à informação

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) começou 2021 disponibilizando mais um serviço no aplicativo ONS+, lançado em agosto de 2020, e que gradualmente vem ganhando melhorias. A nova funcionalidade permite que os usuários visualizem todas as fases (as atividades já concluídas e as pendências) da Programação Diária. A evolução da ferramenta é mais um passo do Operador para se aproximar do setor elétrico e se modernizar, permitindo consultas de informações na palma da mão.

O recurso permite ainda que os agentes confiram as informações estatísticas do que já foi enviado e acompanhem o andamento do estágio pós-Dessem. Segundo Maria Cândida Abib, gerente de Programação Diária do ONS, a ferramenta será ainda uma aliada em casos de auditorias. “Além de trazer maior transparência e mobilidade a todos que atuam na Programação Diária da Operação, em especial aos agentes”, ressalta.

Para 2021 ainda estão programadas outras evoluções no ONS+. O próximo recurso a ser lançado deverá viabilizar a comunicação entre o Operador e os agentes. Com isso, será possível trocar mensagens entre ambas as partes pelo próprio app, dando mais agilidade à rotina dos profissionais do setor.

– Temos como desafio acrescentar novos serviços no aplicativo que possibilitem uma interação maior dos agentes com o ONS nas trocas de informações que, atualmente, usam outros sistemas -, comenta Eduardo Bruno, analista de sistemas do ONS. Outro update no radar do time de tecnologia é a inserção da função de envio de ofertas e comentários por meio da ferramenta.

Lançado em comemoração aos 22 anos do Operador, o ONS+ reúne em um só lugar informações do site institucional e do portal de relacionamento com agentes, o SINtegre. Na área “aberta”, é possível acompanhar os dados que o Operador disponibiliza, como a carga de energia, o balanço de energia entre as regiões, a geração por fonte e o nível dos reservatórios de forma simples e intuitiva.

Para obter o app, atualize o ONS + e solicite acesso via SINtegre em: Meu perfil > Meus Sistemas > Programação da Operação > Programação Diária da Operação

Assista ao vídeo e saiba mais: https://youtu.be/LB8ZrA0twT8

Com informações da Assessoria de Imprensa ONS 

PLATAFORMA BOLT DE MOBILIDADE PLANEJA ENTRAR NO MERCADO BRASILEIRO COM PROGRAMA DE FRANQUIA

0

Plataforma líder em transporte sob demanda na Europa e na África, lança programa de franquia que projeta a oferta de seus serviços no Brasil 

Com mais de 50 milhões de usuários em mais de 40 países e 200 cidades na Europa e África, a Bolt possui serviços como “carona remunerada”, micromobilidade com patinetes e bicicletas elétricas, além de serviços de delivery (comida e outras encomendas). O novo programa de franquia da empresa tem como objetivo disponibilizar serviços acessíveis, convenientes e responsáveis para mais consumidores em todo o mundo. A Bolt é a primeira plataforma global de mobilidade a lançar um programa de franquia internacional para transporte sob demanda e entrega de comida.

“Em 2020, praticamente dobramos o nosso número de clientes, crescendo para 50 milhões de usuários em 40 países e 200 cidades”, afirma Nikita Utkins, gerente de expansão da Bolt. “O programa Bolt Franchise possibilita que empreendedores locais se estabeleçam tendo por base a tecnologia líder de mercado e a experiência da Bolt. Estamos entusiasmados com a oportunidade de oferecer aos brasileiros estes serviços práticos e acessíveis de transporte”.

A Bolt irá firmar parcerias baseadas em compartilhamento de receitas com os franqueados que forem aprovados para executar os serviços de mobilidade. Os empresários que ingressarem na rede de franquia Bolt ficarão encarregados das operações locais, como marketing, suporte ao cliente e integração de motoristas e entregadores. As empresas podem optar por fazer parceria com a Bolt para lançar um ou mais serviços, de acordo com sua necessidade, disponibilidade e interesse.

O programa de franquia é baseado na experiência da Bolt de colaboração de longo prazo com organizações parceiras que gerenciam suas operações locais em mercados selecionados.

“Apesar da crescente popularidade dos serviços sob demanda nos últimos anos, ainda há um enorme potencial de inovação no setor. Isso foi comprovado pela nossa experiência nas parcerias de sucesso em países como México, Rússia e Arábia Saudita. Queremos possibilitar que grandes empreendedores locais tenham acesso à nossa tecnologia de ponta e levem melhores serviços a milhões de pessoas”, completa Nikita Utkins.

O programa Bolt Franchise já está disponível para inscrições em todo o mundo, no endereço bolt.eu/franchise.

Com informações da Assessoria de Imprensa Bolt

AMAZON ANUNCIA OS 10 FINALISTAS DO PRÊMIO ALEXA DE ACESSIBILIDADE

0

Quase 100 skills que beneficiam pessoas com deficiência foram inscritas, 10 finalistas foram escolhidas e três serão selecionadas como vencedoras. Amazon doará R﹩100 mil para instituições selecionadas pelos três ganhadores 

No ano passado, desenvolvedores foram convidados pela Amazon a enviar skills de Alexa que pudessem beneficiar a vida de pessoas com deficiência para concorrer ao Prêmio Alexa de Acessibilidade. Hoje, a Amazon, AACD (Associação de Assistência à Criança com Deficiência), Fundação Dorina Nowill para Cegos e Instituto Jô Clemente anunciam as 10 skills finalistas do prêmio.

“Estamos muito felizes em anunciar as finalistas, das quase 100 skills inscritas no Prêmio Alexa de Acessibilidade. Agradecemos aos desenvolvedores que submeteram skills, que também receberão um Echo Dot”, diz Thais Cunha, Gerente de Marketing da Alexa no Brasil. “Estamos animados com o potencial benefício dessas skills a pessoas com deficiência e também com a rodada de apresentações, na qual elas serão avaliadas pela Amazon, AACD, Fundação Dorina Nowill para Cegos, Instituto Jô Clemente e por pessoas com deficiência, atendidas por essas instituições”.

O objetivo do Prêmio Alexa de Acessibilidade é dar visibilidade e apoiar pessoas com deficiência por meio do uso da tecnologia. Os vencedores serão anunciados em fevereiro e serão premiados da seguinte forma:

• O primeiro lugar ganhará R﹩10 mil, um Echo Studio e escolherá uma ONG entre as pré-selecionadas para receber uma doação de R﹩50 mil;

• O segundo lugar ganhará R﹩5 mil, um Echo Show 8 e também escolherá uma ONG para receber uma doação de R﹩35 mil;

• O terceiro lugar ganhará um Echo Show 8, um Echo, um kit de casa inteligente da Positivo, e escolherá uma ONG que receberá uma doação de R﹩15 mil.

As 10 skills finalistas foram avaliadas por critérios que incluíram usabilidade, qualidade do desenvolvimento, design, experiência do usuário e impacto na vida de pessoas com deficiência.

AS FINALISTAS SÃO:

A skill tem como objetivo ajudar pessoas cegas ou com baixa visão a ter previsão da chegada dos ônibus, a localização e o endereço do ponto, se o veículo que está chegando é acessível, se o ônibus esperado passa no ponto onde o usuário se encontra e o destino final de cada ônibus.

A skill foi criada para dar a pessoas com restrições visuais acesso fácil para apreciar pinturas. Ela tem um extenso catálogo de audiodescrição de obras de arte que se encontram em museus, além de outras obras criadas pelo time de desenvolvimento da skill.

“Jogo do Braille” por Diego Negrelli

A skill é um jogo interativo que ajuda pessoas cegas a memorizarem as letras e os números em braile. Além disso, todos os interessades em aprender a linguagem podem perguntar como as letras e os números são escritos, como funciona o braile, sua origem e quem foi Louis Braille e Dorina Nowill.

“Meu Mapa” por Michel Fernandes

A skill conta com recursos precisos de geolocalização. Quando um usuário pergunta à Alexa sua localização, ela responderá com o nome da rua e o número. Seu objetivo é auxiliar pessoas cegas ou com baixa visão a se situarem com base no GPS e a pesquisarem locais específicos nas proximidades, como supermercados e farmácias. A skill também fornece instruções de navegação usando Alexa.

“Mais Acessibilidade” por Grupo Fleury

A skill é um jogo de verdadeiro ou falso que compartilha conhecimento com informações sobre acessibilidade, com o objetivo de educar e entreter qualquer pessoa que queira aprender mais sobre o tema.

A skill é um treinamento focado em reabilitação cognitiva. Assim como em um jogo de memória tradicional com cartas, essa skill usa sons e encoraja os usuários a encontrar os pares que se combinam. Tem como objetivo ajudar pessoas com diferentes tipos de desordem das funções cognitivas como demência, doenças degenerativas e deficiências intelectuais. Também pode ser usada por pessoas cegas ou com baixa visão.

“Guia de Tarefas” por Caroline de Souza Evangelista

A skill visa a auxiliar pessoas com deficiência intelectual a realizarem tarefas que exigem várias etapas e que podem ser confusas ou estressantes. O objetivo é incentivar e dar mais independência aos usuários nas tarefas do dia-a-dia. Eles podem criar diferentes tarefas, com inúmeros passos até sua conclusão, estimulando a autonomia.

A skill permite às pessoas viajarem virtualmente. Por meio de audiodescrições de diferentes lugares, a skill permite às pessoas cegas aprender sobre lugares e ambientes com detalhes. A skill também usa efeitos sonoros para maior imersão.

A skill visa auxiliar pessoas com deficiência intelectual, sugerindo locais onde os objetos podem ser guardados e lembrá-las de onde eles estão.

“Vagas PCD” por Universo Aleatório

A skill conta com informações úteis e complementares a respeito de oportunidades de trabalho no mercado brasileiro para pessoas com deficiência, enviando para os usuários links de possíveis vagas.

Com informações da Assessoria de Imprensa Amazon 

NOVO MARCO LEGAL DE SANEAMENTO

0

Entenda como o Governo Federal está desenvolvendo novas medidas para a universalização do acesso ao saneamento básico

De acordo com a Organização das Nações Unidas, 14% da população sofrerá com a escassez de água até 2025: nunca foi tão necessário pensar em soluções inteligentes e inovadoras para cuidar dos recursos hídricos do planeta, ao mesmo tempo que o fornecimento da rede de água e esgoto chegue para mais pessoas como maneira de reduzir a barreira da desigualdade.

Apesar do acesso ao saneamento básico ser um direito endossado pela lei brasileira, atualmente, 35 milhões de pessoas não possuem acesso à água tratada no Brasil e outros 100 milhões não têm acesso a serviços de coleta de esgoto no país. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a universalização de serviços de água e esgoto reduziram os custos anuais com saúde em até R$ 1,45 bilhão, sendo que a cada R$1 investido em saneamento, existe a economia de R$4 com a prevenção de doenças causadas pela falta do serviço.

Em Julho de 2020 o presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o novo Marco Legal do Saneamento Básico. O objetivo da legislação é universalizar e qualificar a prestação de serviços no setor, sendo que o principal intuito do Governo Federal é alcançar a universalização até 2033, garantindo o acesso à água potável a 99% da população.

A nova lei extingue os chamados contratos de programa e abre espaço para que contratos de concessão sejam feitos a partir da abertura obrigatória para processos de licitação, concorrendo portanto com prestadores de serviços públicos e privados. Os contratos de programa que já estão em vigor serão mantidos apenas se possuírem metas para a universalização e possuem o prazo até 31 de março para viabilizarem a inclusão de novas metas. 

Outra mudança importante prevista no novo marco é referente ao atendimento a pequenos municípios com poucos recursos. A nova lei determina que os estados componham blocos, sendo que os municípios presentes no mesmo bloco não precisarão necessariamente ser vizinhos: isso faz com que as empresas que solicitem a licitação atendam essas regiões, assim como regiões com mais recursos. 

Cinco meses após a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, foi aprovado um decreto para regulamentar os repasses a governos locais para apoiar licitações. De acordo com o decreto, os governos locais deverão cumprir critérios para receber os repasses da União, assim como ajuda técnica. Além disso, devem obedecer às normas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e devem se comprometer com a regionalização do serviço de saneamento. 

Dentro desse cenário, é cada vez mais importante que o conceito de smart cities aplicado no Brasil esteja atrelado não apenas à tecnologia e inovação, como também na resolução eficiente, inteligente e integrada de problemas como a falta de acesso ao saneamento básico. O contexto social é essencial para o desenvolvimento do planejamento urbano, levando em consideração que cidades inteligentes atuam, principalmente, para o bem-estar de seus cidadãos.

 

CALL FOR PAPERS: CSCM 21 RECEBE PROPOSTAS DE PALESTRAS ATÉ 19 DE FEVEREIRO

0

Podem participar do processo: pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações que possuam projetos e estudos dedicados aos segmentos de inovações e soluções para as cidades

A edição 2021 do Connected Smart Cities & Mobility será realizada entre os dias 01 e 03 de setembro e traz ainda mais inovação em relação às edições anteriores, como o formato híbrido, com ações presenciais: fórum, exposição de empresas que fornecem tecnologias para as cidades, rodadas de conexões e negócios.  As atividades do evento serão realizadas no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP, bem como a transmissão no formato digital, permitindo a participação de palestrantes de todo o Brasil.

E até o dia 19 de fevereiro de 2021 a organização da plataforma recebe propostas de palestras que irão compor a 7ª edição do evento nacional. O objetivo da ação é destacar, fomentar e apresentar os cases mais inovadores para o mercado de cidades inteligentes e mobilidade, tendo como foco tornar os municípios brasileiros  mais inteligentes, humanos, sustentáveis e conectados.  

Podem participar do processo de Call for Papers CSCM21: pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações que possuam projetos e estudos inovadores.

Para participar, basta acessar o link: https://evento.connectedsmartcities.com.br/call-for-papers/  e inscrever a iniciativa.

A CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Citoes & Mobility, Paula Faria, enfatiza que a expectativa é receber um número ainda maior de propostas de palestras na comparação com 2020, que foi recorde.

“O objetivo do Call for Papers é reunir o maior número de trabalhos inovadores e que contribuam de forma fundamental para o desenvolvimento do mercado de cidades inteligentes no Brasil. Em 2019, recebemos o dobro de trabalhos de 2018 e atingimos mais de 100 cases inscritos. Já em 2020 o número foi ainda maior, com mais de 170 propostas enviadas por profissionais de todo o país. Para a edição 2021, esperamos ampliar ainda mais esse alcance, considerando o sucesso e a participação exponencial de prefeituras, especialistas, empresas e entidades dos diversos segmentos no formato híbrido”, cita.

O Connected Smart Cities aborda os temas: Urbanismo Sustentável nas Cidades (inclui os Eixos Temáticos: Urbanismo, Meio Ambiente, Energia); Cidade Conectadas (inclui os Eixos Temáticos: Tecnologia e Segurança); Cidades Participativas (inclui o Eixo Temático: Governança); Cidades Prósperas (inclui o Eixo Temático: Economia); Cidades Resilientes (inclui os Eixos Temáticos: Educação e Saúde); e Cidades Empreendedoras (inclui o Eixo Temático: Empreendedorismo).

CRONOGRAMA CALL FOR PAPERS CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY 2021

Seleção e Prazos

Envio de proposta de palestras: até dia 19/02/2021

Confirmação das palestras aceitas: 22/03/2021

Divulgação da programação e conteúdo: 03/05/2021

Deseja aplicar sua iniciativa? CLIQUE AQUI E SAIBA COMO PARTICIPAR!