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O SETOR TECNOLÓGICO E O IMPACTO DO ESG NA VIDA DAS CIDADES

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setor tecnológico esg
Foto: banco de imagens/istockphoto

Para manter-se em um mercado cada vez mais competitivo, a implementação de estratégias de ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês) torna-se essencial

O setor tecnológico vem crescendo e se destacando em vários segmentos da economia, como na indústria, comércio, serviços e, ainda mais, na educação. No último ano, essa expansão foi impulsionada pela pandemia, uma vez que as empresas de tecnologia foram primordiais para que diferentes tipos de serviços fossem mantidos durante a crise sanitária. Como resultado, o setor de tecnologia no Brasil investiu cerca de US$ 49,5 bilhões no mercado interno, sem considerar as exportações, crescendo 22,9% no período, segundo o estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2020“, realizado pela ABES – Associação Brasileiras das Empresas de Software – com dados do IDC. No entanto, para manterem-se em um mercado cada vez mais competitivo, a implementação de estratégias de ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês) torna-se essencial. Indicadores das vertentes social, ambiental e de governança corporativa têm um impacto significativo na mitigação de risco e no retorno dos investimentos a longo prazo.

Estar alinhado com os objetivos da ESG é hoje uma referência obrigatória para as empresas se valorizarem no mercado financeiro e receberem os chamados Investimentos Socialmente Responsáveis (SRI). Estes fundos de investimentos buscam por empresas que possuem um olhar mais amplo sobre sua responsabilidade corporativa e não estão atrás apenas do lucro pelo lucro. São empresas que atuam pautadas na preservação do meio ambiente, promovendo impacto social positivo e adotando uma conduta corporativa ética. E engana-se quem considera ESG um assunto somente de grandes companhias. Organizações de qualquer setor e porte podem incluir o tema em sua gestão.



No quesito Ambiental, são avaliadas questões da sustentabilidade ambiental, como as estratégias de descarte correto do lixo, eficiência energética, risco ambiental, e se a empresa está comprometida com a preservação do meio ambiente. Na dimensão social serão analisadas as questões relacionadas à diversidade, que inclui desde a contratação de profissionais com deficiência, passando pelo respeito às diferenças e buscando a equidade de gênero nos cargos de liderança. Também são percebidos os direitos dos trabalhadores e como a empresa se relaciona com o seu entorno, com a sociedade e se tem um olhar para a acessibilidade. E por fim, na dimensão Governança, há um olhar para que a empresa esteja de acordo com as regras de ética e compliance, com uma gestão de talentos inclusiva e com planos de desenvolvimento, resolução de conflitos, saúde e responsabilidade financeira e contábil.

Todos estes pontos trazem um olhar de sustentabilidade para as empresas, fazendo que sejam mais valorizadas no mercado, atraiam jovens que busquem por trabalhos com maior senso de responsabilidade e que tragam sua contribuição para o desenvolvimento na melhora da qualidade de vida nas cidades. E há diversas iniciativas de associações que podem contribuir para estas práticas nas empresas. A ABES, por exemplo, oferece para qualquer organização, inclusive as não associadas, a possibilidade de transformarem equipamentos de TI (notebooks, PCs, racks etc.) descartados em apoio a projetos de inclusão social que promovam a capacitação na área digital e incentiva as empresas associadas a colocarem em prática a ética empresarial, por meio do Programa Uma Empresa Ética.

É notório que o ESG trouxe uma organização e senso de responsabilidade para as corporações e com isto teremos cidades melhores, mais diversas e inclusivas. É um passo importante para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

BANCO BV DOA E INSTALA MAIS DE 140 PAINÉIS FOTOVOLTAICOS EM QUATRO PROJETOS SOCIAIS

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cidades sustentável
Foto: Green4T

Iniciativa trará economia de até 95% na conta de luz de cada instituto e será mostrada em websérie no Youtube

O BV, um dos maiores bancos do país, em parceria com Meu Financiamento Solar, solução digital para financiamento de energia solar, irá doar e instalar mais de 140 módulos solares em quatro institutos apoiados pelo banco. O objetivo da iniciativa é oferecer uma economia de até 95% na conta de luz de cada entidade para que o valor possa ser reinvestido em novos projetos dentro dos respectivos propósitos, garantindo o melhor funcionamento dos locais com uma energia limpa, renovável e sustentável.

Os institutos que receberão os painéis são: Instituto Reação (Cuiabá), do ex-judoca Flávio Canto; Instituto Esporte & Educação (Lar São Francisco, em Heliópolis, São Paulo); da ex-jogadora de vôlei, Ana Moser; Gerando Falcões (Bazar em Poá-SP), de Eduardo Lyra; e o Instituto Baccarelli (Heliópolis, em São Paulo), do maestro Edilson Venturelli. Mais de 1.600 pessoas serão impactadas com a iniciativa, excluindo a Gerando Falcões.



“Essa iniciativa reforça a relevância do mercado de energia solar e como ele pode trazer diversos benefícios para a sociedade. O banco está compromissado a expandir cada vez mais nessa frente para tornar a vida financeira do nosso cliente mais simples e leve”, diz Flavio Suchek, diretor de Novos Negócios e Empréstimos do banco BV.

“Como um dos líderes em financiamento de painéis solares, nós sabemos os benefícios e economia que a instalação desse equipamento pode trazer. Por isso, estamos aliando uma solução de energia limpa com responsabilidade social, duas frentes totalmente alinhadas com os nossos compromissos ESG”, explica Tiago Soares, gerente de Sustentabilidade do banco BV.

Com a doação, as entidades poderão aproveitar de imediato a economia gerada pela energia solar, assim como acontece em todos os casos. “Em um processo de instalação de sistema fotovoltaico a economia gerada na conta de luz é imediata, e o retorno do investimento costuma levar de 3 a 6 anos, dependendo do consumo e tamanho do projeto. Além disso, a durabilidade dos painéis é de até 25 anos”, conta Carolina Reis, Diretora do Meu Financiamento Solar, solução digital do BV para financiamentos de projetos de Energia Solar.

“O BV desde o início mostra a preocupação com o impacto de um legado, e hoje só podemos receber esse projeto de painéis solares, porque há dois anos o próprio BV acreditou e construiu junto conosco esse espaço com o objetivo de gerar impacto social”, afirma David Moura, diretor do Instituto Reação, em Cuiabá. “Sabendo da economia de energia de até 95%, estamos ansiosos para implementar esse projeto e fazer essa economia ampliar nosso potencial de alcance”, completa.

“Ficamos muito honrados por fazer parte desse Projeto inovador do Banco BV. Ações como essas ampliam o vínculo do IEE com as comunidades em que atuamos, trazem redução de custos e fortalecem os parceiros locais na realização de suas ações”, explica Ana Moser, presidente do Instituto Esporte Educação.

“O Bazar é um negócio social que recebe doações, dá acesso a bens de consumo para população de baixa renda e capacita jovens para o mercado de trabalho. Agora, além de gerar eletricidade para o Bazar, a BV nos traz economia e energia sustentável para direcionar esforços e investimentos em nossos programas sociais para as famílias que atendemos nas favelas e periferias. Ou seja, temos um modelo sustentável de ponta a ponta, que celebra a capacidade de inovação e tecnologia de ponta. Nós sempre dizemos que, no nosso Bazar você doa com amor, a gente recebe com amor, até chegar em quem precisa de mais amor ainda”, afirma Mayara Lyra, Diretora de Negócios Sociais da Gerando Falcões.

“A instalação dos painéis solares é a realização de um sonho para nós. Desde o projeto arquitetônico da nossa sede própria, já tínhamos a meta de seguir por esse caminho para gerar energia elétrica”, diz Edilson Ventureli, Maestro e Diretor Executivo do Instituto Baccarelli. “É muito simbólico e importante que isso chegue agora, por meio de um dos nossos parceiros mais antigos, e quando estamos prestes a completar 25 anos. Um momento em que os ideais de sustentabilidade e inovação estão mais presentes do que nunca, com um olhar cada vez mais voltado para o futuro, pensando na saúde do planeta e em melhores condições de vida para as novas gerações”.

A logística de entrega dos equipamentos e o processo de instalação feitas por uma empresa instaladora selecionada pelo Meu Financiamento Solar será transmitido em uma websérie no YouTube, com estreia em 22 de setembro e novos episódios até 06 de novembro e apresentação de Luana Xavier, produtora de conteúdo, atriz, roteirista e assistente social, que estará a bordo de um carro elétrico.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PRESSA POR LEILÃO PODE PREJUDICAR ENTRADA DE PROVEDORES REGIONAIS NO 5G

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Empresas provedoras de internet alertam que, da forma como está formulado o edital, o leilão pode atrasar a chegada da rede aos locais fora dos grandes centros

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, no último dia 25 de agosto, o edital para faixas de frequência de quinta geração (5G) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, intenciona abrir o leilão no início de setembro, apesar dos apontamentos de que o edital, da forma como está, inviabiliza a participação das empresas provedoras brasileiras e pode prejudicar a implementação do 5G nos municípios do interior do país.

Apesar do atraso histórico da implementação do 5G no país, o Consórcio 5G Brasil – iniciativa que reúne mais de 400 empresas provedoras de internet nacionais – alerta para a urgência e importância da alteração do edital para a preservação do mercado para atuação de players nacionais. Não se trata somente uma questão de competitividade, mas também uma questão de soberania tecnológica e segurança nacional.



Vale destacar ainda que, devido ao custo benefício, a implementação da internet no interior do país, muitas vezes, não é de interesse das grandes empresas multinacionais. Por isso, o leilão, da forma como está, poderá dificultar a exploração do 5G em milhares de municipios do interior.

O Consórcio 5G Brasil reivindica, principalmente, a mudança na forma em que está disposta a questão das frequências: o leilão inviabiliza novos entrantes – somente grandes empresas multinacionais poderão participar. Dessa forma, o 5G Brasil pleiteia a possibilidade de participação no leilão por meio de uma licença nacional e, alternativa ou concomitantemente, a participação no leilão das bandas de 700MHz.

Não há como negar a importância social e econômica dos provedores de internet nacionais. E ainda há tempo para mudar essa realidade para que não se repitam os erros da implementação do 4G que, por erros na concessão, fez com que a tecnologia demorasse mais de sete anos para chegar ao interior em comparação com as grandes cidades.

São alterações urgentes, mas pontuais, que viabilizarão a participação dos provedores regionais no processo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO RIO GRANDE DO NORTE (CAERN) TERCEIRIZA TODO PARQUE DE TI COM A MICROCITY

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Saneamento
Foto: Gilberto Sousa / CNI

Projeto ampliou em 100% a satisfação dos usuários da empresa e tem ajudado a garantir a continuação dos serviços prestados à população do Rio Grande do Norte

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN), empresa responsável pela distribuição de água potável e tratamento de esgoto do estado do Rio Grande do Norte, firmou um contrato de terceirização de todo o seu parque computacional. Como parceira para esse projeto, ela escolheu a Microcity, primeira empresa 100% brasileira focada em serviços de locação de ativos de TI. A iniciativa permitiu diminuir os problemas com a gestão dos equipamentos de TI e aumentou em 100% a satisfação dos usuários dos computadores da companhia estatal.

Segundo Bruno Gomes, Gestor de TI da CAERN, a empresa enfrentava dificuldades na gestão dos ativos de TI: “Tínhamos equipamentos que não proporcionavam bons resultados e deterioravam, e isso dificultava nossa operação como um todo. Por isso, optamos por mudar de estratégia e procuramos no mercado os melhores players que poderiam entregar esses produtos, com as atualizações e especificações que fizemos, de forma terceirizada. Foi assim que chegamos na Microcity”.



Com o fechamento do contrato, o gestor destaca que a Microcity cumpriu o prazo contratual mesmo com a complexidade do projeto, uma vez que a empresa possui 165 sistemas de abastecimento de água distribuídos em 152 sedes de municípios e 13 localidades em todo o Rio Grande do Norte. “A Microcity conseguiu entregar, preparar e migrar os equipamentos, deixando tudo funcionando. Nós não tínhamos visto ainda uma parceira que conseguisse executar o prazo contratual diante do nosso escopo de atuação”, aponta o gerente de TI.

Durante a fase de implantação, Gomes conta que os serviços prestados pela Microcity em duas frentes foram essenciais: “Não basta apenas a entrega dos equipamentos, é necessário também ter uma prestação de serviço ideal, que ofereça implantação em diferentes localidades com rapidez e eficiência. Para nós, essa característica tem sido foi fundamental para o sucesso do projeto”, conta.

O executivo destaca ainda a qualidade dos ativos oferecidos pela Microcity. “Ao todo alocamos 1200 máquinas entre notebooks e desktops, todos com tecnologia de ponta das melhores marcas do mercado. Isso é a garantia da performance que precisamos para oferecer um atendimento de qualidade aos cidadãos potiguares”, finaliza.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ONG PROMOVE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL ATRAVÉS DA BICICLETA NAS ALDEIAS INDÍGENAS DO BRASIL

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Festival Pedala Macaé

As ações vão desde doações até investimento e mentoria

Segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade dos indígenas brasileiros vivem em território urbano. Se for parar para pensar nas razões que explicam a mudança para a cidade ou o deslocamento diário até ela, as respostas estão na busca por trabalho, melhores condições de acesso à saúde e educação e perda de terras.

Um exemplo claro é a votação da PL 490, que tramita no Congresso desde 2007 e determina que são terras indígenas aquelas que estavam ocupadas pelos povos tradicionais em 5 de outubro de 1988. Ou seja, seria necessária a comprovação da posse da terra no dia da promulgação da Constituição Federal. Portanto, se aprovado, o PL 490 também colocará em risco comunidades quilombolas e outros povos tradicionais brasileiros. Embora sejam povos originários, os indígenas ainda são invisíveis ao poder público e à própria população. Em meio às ameaças de violência, riscos de perda de direitos em decorrência da pressão dos latifundiários, mineradoras e usinas, os povos indígenas lutam para sobreviver.



O Instituto Aromeiazero, organização que desenvolve projetos através da bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e tornar as cidades mais verdes e resilientes, vem atuando, desde o início da pandemia, para promover o uso da bicicleta entre os indígenas, facilitar a locomoção nas aldeias e fortalecer a geração de renda. “Estimular o uso da bicicleta nas aldeias vai além da proteção ao meio ambiente, também ajuda a garantir acesso à direitos e mais qualidade de vida nas aldeias”, explicou Renata Cirillo, Coordenadora de Projetos do Instituto.

Foi assim que, entre abril e maio deste ano, a organização através da campanha Bike Parada Não Rola doou 40 bicicletas, entre adultas e infantis, a duas aldeias localizadas no Estado de São Paulo: Tenondé Porã, em Barragem e Guyra Pepo, em Tapiraí. A iniciativa se deu a partir do entendimento que bicicletas podem contribuir para a vida dessas comunidades, apoiando a mobilidade de forma sustentável, favorecendo, portanto, maior autonomia dos que lá habitam.

Outro projeto foi a Jornada Para Multiplicadores do Rodinha Zero, voltada para educadores, pais, funcionários de escola e organizações sociais, que busca sensibilizar e formar multiplicadores para ampliar a cultura ciclista em diferentes territórios e promover ações que impulsionem o uso da bicicleta como ferramenta para o desenvolvimento integral das criança.  Os participantes desenvolveram planos mobilizadores que estão presentes no E-book Rodinha Zero e os projetos selecionados receberam mentorias do Aromeiazero para desenvolverem.

 

Um deles foi o Pedal na Aldeia, projeto que tem o objetivo de mobilizar os alunos da Escola Estadual Indígena Itaawyak, localizada no norte do estado do Mato Grosso, entre os municípios de Apiacás (a 1.010 km de Cuiabá) e Jacareacanga, no estado do Pará. O acesso saindo da Aldeia, só é possível pelas águas do Rio Teles Pires. As crianças enfrentam não apenas dificuldades de acesso geográfico, mas também falta de acesso às novas tecnologias, ferramentas e equipamentos de lazer e recreação, o que limita bastante as condições para um saudável desenvolvimento motora.

No mês de março, o Aro realizou com o patrocínio do Instituto Phi, a Bike-a-thon Cicloturismo,uma maratona de inovação social que ofereceu apoio técnico e financeiro para ideias, negócios e projetos de turismo de bicicleta que querem estruturar seu plano de negócio e sua operação diante dos desafios da pandemia. Um dos quatro projetos selecionados foi a Muriki Cicloturismo, responsável por propor o desenvolvimento de uma rota de cicloturismo na Unidade de Conservação da Floresta Nacional do Tapajós no Pará, articulando três comunidades tradicionais/indígenas, fortalecendo o turismo sustentável e gerando renda para as famílias que vivem nas reservas.

Em 2020, o Instituto apoiou o projeto Renova Bike, idealizado pela Família Terena do Mato Grosso do Sul. O apoio se deu após a seleção de projetos da Bike-a-thon, patrocinada pelo Itaú Unibanco. O objetivo era de levar mobilidade, promover interação social e fazer com que as crianças da aldeia indígena da cidade de Aquidauana pudessem usar bicicleta como ferramenta de lazer e de meio de transporte até as escolas. Ao todo, 21 crianças foram contempladas. Quinze tiveram suas bicicletas consertadas e seis ganharam uma nova.

Para Everton Silvério Ferreira, responsável pelo Renova Bike, o apoio do Aromeiazero foi fundamental para levar lazer, mobilidade e interação para a  vida dessas crianças. “A maioria dos pais dos pequenos não tinha condições financeiras para comprar uma bicicleta ou consertar uma antiga, e graças ao Aro isso foi possível”. Alguns meses depois, as bicicletas seguem rodando com as crianças de Aquidauana. 

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SIEMENS NOMEADA LÍDER GLOBAL DE PLATAFORMA IOT INDUSTRIAL PELO IDC MARKETSCAPE

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Estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Educação e Tecnologias oferecido pela UFSCar.
Foto: Banco de imagens/green4T

A Siemens anunciou que foi nomeada líder global de plataformas e aplicativos de IoT industrial pelo IDC MarketScape (doc nº US47956021, julho de 2021). O relatório do IDC MarketScape fornece uma avaliação detalhada dos fornecedores de plataformas e aplicativos de IoT industrial. A Siemens foi um dos nove fornecedores avaliados em vários critérios, como robustez da oferta, incluindo aplicativos IoT, frameworks e tempos de execução de aplicativos de borda, além de análises avançadas, que abrangem aprendizagem de máquina (ML) e inteligência artificial (IA), e abordagem de lançamento no mercado da empresa.

O relatório destacou os pontos fortes da Siemens, afirmando que “a Siemens tem mais de 170 anos de experiência operacional que serviram de base para a construção de soluções de IoT industrial”. O relatório também elogiou a estratégia de gêmeo digital da empresa: “Os gêmeos digitais são uma área de inovação importante para os objetivos de P&D de longo prazo da Siemens. A Siemens oferece gêmeos digitais de produtos, produção e desempenho para otimizar a tomada de decisões ao longo do ciclo de vida do ativo.”



“Para fornecer às empresas industriais uma forma centralizada de acessar, gerenciar e visualizar dados de IoT, e desenvolver e implementar aplicativos de IoT, as plataformas de IoT industrial desempenham um papel fundamental pois apoiam os objetivos das organizações de manufatura”, diz Stacy Crook, vice-presidente de pesquisa de IoT do IDC. “A avaliação mostrou que, além da experiência com processos operacionais, a Siemens também possui um ecossistema significativo de clientes do setor de manufatura, que pode ser usado para troca de conhecimento, sem contar as referências que testemunharam como usam o ecossistema MindSphere para aprender e inovar de forma contínua.”

A plataforma MindSphere® para IoT industrial da Siemens foi desenvolvida para aplicações de Internet das Coisas (IoT). A plataforma armazena dados operacionais, que podem ser acessados por meio de aplicativos digitais, permitindo que os clientes industriais tomem decisões com base em informações valiosas.

“A IoT industrial com a plataforma MindSphere da Siemens tem sido fundamental na transformação das operações dos nossos clientes de manufatura, melhorando a estabilidade e a consistência da qualidade do produto e a redução de custos, evitando paradas não planejadas”, disse Ray Kok, vice-presidente sênior de serviços de aplicativos na nuvem da Siemens Digital Industries Software. “Empresas de pequeno, médio e grande porte podem usar nossa tecnologia abrangente, personalizada e flexível e o nosso extenso ecossistema de parceiros de inovação para atingir seus objetivos de negócios. Estamos muito satisfeitos com a posição da Siemens de líder no relatório de avaliação de fornecedores do IDC MarketScap; além disso, mantemos o nosso compromisso de fornecer soluções avançadas enquanto seguimos nesta jornada com nossos clientes.”

Para obter mais informações, consulte o relatório aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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A NECESSIDADE EM TER UM ANUÁRIO DAS CIDADES INTELIGENTES NO PAÍS

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Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility

No próximo ano, mais um capítulo importante para as cidades inteligentes no Brasil será construído. Trata-se da elaboração e do lançamento do primeiro Anuário Brasileiro das Cidades Inteligentes. De caráter estruturante, esse anuário irá organizar, processar e analisar o atual estágio de desenvolvimento dos municípios inteligentes no Brasil, ponderando as particularidades urbanas nacionais.

Ainda, será também uma vitrine de boas práticas ao caracterizar as principais ações já implementadas no território brasileiro. Sendo um trabalho inovador e único de seu tipo no Brasil, existem algumas motivações por trás da iniciativa. Enxerga-se, por exemplo, a lacuna existente de um documento que transmita os principais avanços e movimentos desse campo, que avança no País.


Ainda, eleva-se a motivação de fazer uma discussão de forma estruturada, ponderando os eixos temáticos de desenvolvimento para as cidades inteligentes, como economia local, educação, mobilidade, com critério e rigor metodológico analítico. Ora, publicar e disseminar as informações de uma forma estruturada é fundamental para divulgar o campo dos municípios inteligentes no Brasil, que se encontra permeado por indefinições e apresenta barreiras de ordens distintas.

TERRACYCLE FIRMA PARCERIA COM APP QUE LOCALIZA POSTOS DE COLETA SELETIVA

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Tribunal decide que Suíça viola direitos humanos ao falhar no controle da crise climática

Postos cadastrados passam a coletar materiais de escrita e esponjas de uso doméstico

A TerraCycle, líder global em soluções ambientais de resíduos de alta complexidade, firmou mais uma parceria importante para sua missão de eliminar a ideia do lixo e “reciclar o não reciclável”. A empresa se juntou ao aplicativo Descarte Rápido.

Com base na geolocalização do usuário, o app indica os postos de coleta de materiais recicláveis mais próximos. A plataforma foi idealizada pela proprietária da página Boas Atitudes e Sustentabilidade, Roberta Pinheiro.

“Nós esperamos que a sociedade esteja cada vez mais informada de onde descartar os seus resíduos, demonstrando de forma indireta, que todos também têm sua responsabilidade. Estamos juntos em prol do meio ambiente e das pessoas, pois a TerraCycle executa um trabalho fantástico e o app Descarte Rápido, consolida todos os pontos para a destinação adequada dos resíduos, assim deixamos os cidadãos atualizados”, declarou Roberta Pinheiro, CEO do Boas Atitudes & Sustentabilidade .



Os pontos de coleta TerraCycle cadastrados no aplicativo recebem materiais de escrita sem condições de uso como lápis, canetas, canetinhas e lapiseiras e também esponjas de limpeza de uso doméstico. A gestora de Marketing e Relacionamento na TerraCycle, Renata Ross, comemora a parceria. “Para continuar fazendo a diferença e eliminando a ideia de lixo, parcerias como essa são essenciais. Com a divulgação dos nossos pontos de coleta no aplicativo, mais pessoas terão acesso a essas informações e poderão contribuir cada vez mais para um futuro mais sustentável. Estamos felizes com esse trabalho conjunto.”

O aplicativo está disponível para download na Play Store (Android) e na Apple Store (IOS); baixe gratuitamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TELITE ANUNCIA PLANO DE RETIRAR 3.000 TONELADAS DE RESÍDUOS POR MÊS DO MEIO AMBIENTE

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Fotografia de coleta seletiva de lixo ou resíduos sólidos

Meta da empresa é elevar a quantidade de resíduo coletado para 3.000 toneladas por mês. Objetivo da iniciativa é devolver à cadeia produtiva telhas produzidas a partir desses resíduos gerados por residências, comércios e indústrias

A Telite, fabricante de telhas plásticas com 100% de material reciclado, já retirou mais de 500 toneladas de resíduos plásticos do meio ambiente, por meio do seu programa de logística reversa. Agora, a empresa acaba de anunciar a meta de elevar esse número para 3.000 toneladas de resíduos/mês. Para isso, investiu no desenvolvimento de um aplicativo, com base na tecnologia blockchain, que conecta consumidores, estabelecimentos comerciais, condomínios e indústria.

“Somos um grande facilitador para todos, retiramos 500 toneladas por mês de resíduos, entre garrafas, plásticos, papelões, metais e alumínios e nossa meta é elevar esse número para 3.000 toneladas de resíduos/mês, número que acredito chegaremos em breve, pois nossa aceitação no mercado superou nossas melhores expectativas, celebra o fundador da Telite, Leonardo Retto.



Com o programa de logística reversa da Telite , o fornecedor se cadastra no aplicativo desenvolvido pela empresa e solicita a retirada dos resíduos destinados à coleta. A cada retirada ele acumula pontos que podem ser convertidos em dinheiro. Ao atingir 20.000 pontos, o resgate pode ser solicitado diretamente pelo aplicativo, que converte os pontos em dinheiro e realiza a transferência via Pix.

“É tudo feito de forma transparente e simples pelo aplicativo, o dinheiro cai diretamente na conta cadastrada, no tempo previsto, sem nenhum tipo de intermediário”, destaca Leonardo. Com a aceitação positiva do app, a meta da Telite é, em pouco tempo, ser reconhecida como a maior empresa privada de coleta seletiva do país.

Até o momento, por meio de empresas parceiras, a Telite ajudou a transformar 33 toneladas de papelão em outros produtos, como bobinas e caixas. Para dar o destino adequado a todo o material que recolhe, mas com o qual não trabalha diretamente, como garrafas, metal e alumínio, dentre outros, a Telite firmou parcerias e dá a esses itens os seguintes destinos/benefícios:

• 42 toneladas de vidros e garrafas fornecidos a parceiros de reciclagem desses itens;

• 60 toneladas de metal encaminhadas a siderúrgicas e transformados em novos produtos;

• 50 toneladas de outros plásticos transformados em mourão plástico ou dormente.

Como um dos principais desafios da logística reversa e a informação clara do reaproveitamento do material, a Telite usa a tecnologia blockchain para acompanhamento e rastreamento dos resíduos coletados em todo o processo. Os materiais recebidos são fotografados e têm os dados inseridos na plataforma, que gera um QR Code, com ele é possível rastrear todo o processo de transformação do resíduo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PESQUISA MOSTRA QUE LOCADORAS TÊM MAIS DE 1,5 MIL VEÍCULOS ELÉTRICOS

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Europa banir venda de veículos à combustão

Levantamento sobre eletrificação da frota foi feito pela primeira vez pela ABLA,
associação que reúne as locadoras de automóveis

Conforme pesquisa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), no primeiro semestre de 2021 o setor de locação ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 1,5 mil veículos elétricos em sua frota total. O inédito levantamento mostrou que o setor atingiu exatas 1.507 unidades licenciadas em nome de empresas de aluguel de carros, conforme estatísticas obtidas pela associação junto ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Foram pesquisadas as quantidades de automóveis, de comerciais leves, caminhões, ciclomotores, ônibus e motos movidos à eletricidade e licenciados em nome de empresas de aluguel de veículos. Os resultados apontaram que os automóveis correspondem à maior parcela (769) de veículos elétricos nas locadoras, seguidos pelos ciclomotores (141) e pelas caminhonetes (116).



Há, também, 86 motonetas e 61 motocicletas elétricas no setor, além de 98 ônibus. O Nissan Leaf Tekna é o automóvel elétrico mais presente (246 unidades) na frota do setor de aluguel de carros, seguido pelo ciclomotor Dayang Ecooter E1S (138) e pelo CAOA Chery Arrizo 5E (126 veículos). O BYD E5 (100 unidades) é o caminhão mais emplacado pelas locadoras no Brasil.

Regionalmente, São Paulo é o estado que reúne a maior parte da frota eletrificada das empresas de locação, com 767 unidades licenciadas por empresas de locação. Em seguida vêm Minas Gerais e o Paraná, respectivamente com 378 e 119 unidades, completando o ranking dos três primeiros em quantidade de elétricos nas locadoras no país. Distrito Federal (65), Rio de Janeiro (51) e Santa Catarina (40) também já contam frotas representativas de elétricos no setor de aluguel.

O presidente da ABLA, Paulo Miguel Junior, diz que “para não perder o bonde da história, as locadoras precisam seguir atentas ao avanço da presença dos elétricos”, acrescentando que a eletrificação de frotas também será tema de uma masterclass durante o XVI Fórum Internacional do Setor de Locação, entre 19 e 21 de outubro deste ano.

Para Miguel Junior, é visível o desejo de um crescente número de pessoas, especialmente as mais jovens, por sustentabilidade e isso se aplica também ao transporte. “As locadoras estão sendo cada vez mais incluídas entre os principais players de mobilidade urbana e isso implica em necessidade de nos ajustarmos ainda mais rapidamente às novas tendências”, completa o dirigente da associação.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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