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PRIMEIRA ETAPA DO PROGRAMA PPP PIAUÍ CIDADES INTELIGENTES DEVE SER CONCLUÍDA AINDA ESTE ANO

Este é o primeiro projeto de PPPs de cidades inteligentes no Brasil, que vai integrar ações nos municípios para melhorar a qualidade de vida de mais de 200 mil pessoas nesta primeira fase

Os 10 primeiros municípios que aderiram ao Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes assinaram, na manhã desta segunda-feira (05), os acordos de cooperação técnica com a Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc) e o Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades (IPGC). O Piauí é pioneiro no Brasil a desenvolver um programa de assessoria para parcerias público privadas (PPP) em âmbito municipal, com o objetivo de oferecer infraestrutura e atrair recursos para a otimização dos serviços públicos em cidades de menor porte. A partir do dia 19 deste mês, a Suparc e o IPGC visitarão as cidades para capacitar os servidores.

Os municípios integrantes da primeira etapa do Cidades Inteligentes são Angical, Barras, Buriti dos Montes, Campinas, Castelo, Floriano, Itainópolis, Jaicós, Miguel Alves e São João do Piauí. Essas cidades receberão assessoria da Suparc e do IPGC para estudos e modelagem de projetos estratégicos de parcerias e concessões nos setores de conectividade, saneamento, energia solar, iluminação pública e resíduos sólidos, de acordo com as demandas de cada município. A previsão é de que a partir de agosto já seja possível licitar e contratar os projetos, tendo, ainda no segundo semestre de 2021, início de obras, contribuindo para gerar emprego e renda, ajudando o dinheiro a circular nas cidades.



A superintendente da Suparc, Viviane Moura, destaca que o Programa PPP Piauí Cidades Inteligentes foi idealizado há dois anos no intuito de ajudar os municípios trazendo infraestrutura com a prestação de serviço de qualidade, sem que isso necessariamente representasse injeção de dinheiro público. “Ao longo desse tempo fomos amadurecendo a ideia de trazer um parceiro como o IPGC para ajudar na estruturação de estudos e fazer, nos municípios, o que o Programa de PPP do estado do Piauí tem alcançado, trabalhando juntos para promover uma mudança significativa na vida da população”, enfatiza. No total serão 60 cidades a integrarem o projeto, divididas em seis etapas com 10 municípios cada.

Ela ressalta ainda que o Programa foi pensado dentro do conceito de cidades inteligentes, buscando implementar tais práticas nos municípios piauienses. “Cidades inteligentes são aquelas que otimizam utilização dos recursos e investem na qualidade de vida dos cidadãos, fomentando o crescimento econômico aliado à preservação do meio ambiente. O objetivo é desenvolver serviços integrados e estruturas resilientes para os municípios do nosso estado”, explica Viviane Moura.

Para Leonardo Santos, diretor presidente do IPGC, a utilização de PPPs como forma de melhorar os serviços públicos se restringe a grandes centros populacionais, mas é necessário pensar nessas alternativas para cidades menores. “Cerca de 3.736 prefeituras do Brasil têm situação fiscal difícil ou crítica e 1.856 não conseguem arrecadar o montante necessário para se manter. Com a pandemia, houve queda na arrecadação dos municípios e um grande endividamento da máquina pública, então os gestores municipais precisam de soluções inovadoras”, diz.

Os setores mais requisitados pelas prefeituras para receberem assessoria foram energia solar, iluminação pública e resíduos sólidos. “No caso da iluminação pública, por exemplo, nosso primeiro passo é analisar as estruturas existentes, pois a maioria dos parques ainda apresentam lâmpadas antigas. 90% das cidades brasileiras usam vapor de sódio e vamos construir projetos para trocar essas estruturas por lâmpadas LED nas cidades integrantes do Cidades Inteligentes”, comenta Leonardo Santos.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

MOBILIDADE ELÉTRICA: QUALIFICAÇÃO DO USO DA ELETRIFICAÇÃO É FOCO DE NOVA EMPRESA DE CONSULTORIA NO PAÍS

A empresa de consultoria tem foco em mobilidade urbana elétrica e chega ao mercado brasileiro de olho na qualificação do uso da eletrificação, com o objetivo de impulsionar o mercado de carros elétricos corporativos

A Uenergy, primeira startup de tecnologia e soluções de mobilidade corporativa focada em veículos elétricos do Brasil, é pertencente à UCorp e chega ao mercado brasileiro com o desafio de apoiar as organizações no desenvolvimento e implementação de um planejamento de mobilidade corporativa e elétrica.

A consultoria é resultado da aliança estratégica entre a UCorp, startup de tecnologia e soluções de mobilidade corporativa focada em veículos elétricos do Brasil e as empresas Infra Solar, plataforma baseada em inteligência artificial para o mercado de energia; InCharge, desenvolvedora de carregadores de veículos elétricos.



Para o CEO e fundador da UCorp, Guilherme Cavalcante, um dos desafios para impulsionar a mobilidade de carros elétricos está na infraestrutura para postos de carregamento. “Observamos que apesar dos esforços das empresas em estruturar um projeto de eletrificação de frotas, muitos deles tornam-se ineficientes por falta de consultoria durante as fases de estruturação e implementação. Por isso, queremos ser fonte de apoio às organizações no planejamento de mobilidade corporativa e elétrica (PMC/E)”, ressalta o executivo.

Pensando nisso, a Uenergy desenvolveu uma plataforma de gestão de energia em tempo real com uma abordagem tecnológica de análise avançada de dados, por meio da inteligência artificial. Sendo assim, as empresas podem obter visibilidade dos dados de utilização de energia elétrica em tempo real, bem como, conectar pontos de recarga a uma plataforma on-line.

A gestão eficiente de frotas eletrificadas permitirá também mais segurança nos deslocamentos, o mapeamento dos locais com alto índice de acidentes, gerando alertas, bem como indicadores de onde e quando carregar os veículos com eficiência, além da predição da necessidade de manutenção, o que permite reduzir custos.

De acordo com a Fenabrave, o setor de carros híbridos e elétricos teve alta de 66,5% nos emplacamentos, em 2020. O mercado saltou de 11.858 unidades em 2019, para 19.745 em 2020. No início deste mês, a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou um projeto de lei que autoriza o Governo de São Paulo a promover uma política estadual para incentivar o uso de veículos eletrificados.

PL 1256/2019 prevê a abertura de linha de crédito para incentivar a produção de veículos eletrificados. Com isso, o governo estadual deverá gradualmente migrar a frota de veículos para modelos elétricos. Até 2025, 10% da frota veicular da Polícia Militar, Polícia Civil e Detran deverá dispor de propulsão elétrica; e 5% no transporte coletivo. Para 2035, cerca de 90% dos veículos do Estado de São Paulo deverão ter motorização elétrica.

“O cenário favorável torna cada vez mais real a mobilidade elétrica e hiperconectada. Com isso, queremos fomentar novos modelos de negócios, bem como democratizar a mobilidade elétrica no segmento B2B”, comenta Guilherme. Atualmente a UCorp desenvolve projetos para importantes players do mercado, entre eles: VEC Itaú, BMW Sharing, Mercedes-Benz, EDP, ConectCar, Arval e Enel-X.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

HUAWEI DIVULGA RELATÓRIO ANUAL DE 2020

Em 2020, a unidade de negócios das operadoras da Huawei garatinu as operações estáveis ​​de mais de 1.500 redes em mais de 170 países e regiões

A Huawei divulgou, no dia 31/03, seu Relatório Anual de 2020. O desempenho desacelerou, mas a operação nos negócios ficou amplamente alinhada com a previsão. A receita de vendas da empresa em 2020 foi de CNY 891,4 bilhões (US$ 136,7 bilhões), o equivalente a um aumento de 3,8% no comparativo anual, e seu lucro líquido atingiu CNY 64,6 bilhões (US$ 9,916 bilhões), referente a um aumento de 3,2% em relação ao ano passado.

Apesar das dificuldades operacionais por conta das sanções dos Estados Unidos em 2019 e 2020, a Huawei segue convidando a KPMG para auditar de forma independente e objetiva as demonstrações financeiras. O documento produzido pela KPMG é uma auditoria de opinião padrão não modificada. Apesar das circunstâncias, a companhia segue abraçando a transparência, e divulgando dados operacionais para governos, clientes, fornecedores, funcionários e parceiros.



Em 2020, a unidade de negócios das operadoras da Huawei continuou a garantir as operações estáveis ​​de mais de 1.500 redes em mais de 170 países e regiões, o que ajudou a apoiar o teletrabalho, o ensino remoto e as compras online em regiões que adotaram o lockdown por conta do COVID-19. Em parceria com operadoras do mundo todo, a companhia ajudou a fornecer uma experiência de conectividade superior e avançou em mais de 3 mil projetos de inovação de 5G em mais de 20 setores, como mineração de carvão, produção de aço, portos e manufatura.

No ano passado, a unidade de negócios corporativos da Huawei intensificou os esforços para desenvolver soluções inovadoras baseadas em cenários para segmentos diversos, e criar um ecossistema digital próspero na criação conjunta e no sucesso compartilhado. Durante a pandemia, a companhia forneceu conhecimento técnico e soluções vitais na luta contra o coronavírus. Um exemplo é a solução de diagnóstico assistido por IA (Inteligência Artificial) baseada na HUAWEI CLOUD, que ajudou hospitais no mundo todo a reduzirem a carga sobre sua infraestrutura médica. A empresa também trabalhou com parceiros para lançar plataformas de aprendizagem online baseadas em nuvem para mais de 50 milhões de alunos do ensino fundamental e médio.

Com o lançamento do HarmonyOS e do ecossistema Huawei Mobile Services (HMS), a unidade de negócios de consumo da Huawei avançou com a estratégia Seamless AI Life (“1 + 8 + N”) para fornecer aos consumidores uma experiência inteligente em todos os dispositivos e cenários, com foco em escritórios inteligentes, boa forma e saúde, casas inteligentes, praticidade em viagens e entretenimento.

“No ano passado, nos mantivemos firmes diante das adversidades”, afirmou Ken Hu, presidente rotativo da Huawei. “Seguimos inovando para criar valor para nossos clientes, ajudar a combater a pandemia e apoiar a recuperação econômica e o progresso social no mundo todo. Também aproveitamos esta oportunidade para aprimorar ainda mais nossas operações, levando a um desempenho que acompanhou amplamente a previsão. Vamos continuar a trabalhar próximos aos nossos clientes e parceiros, a fim de apoiar o progresso social, o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável”, concluiu Hu.

Todas as demonstrações financeiras do Relatório Anual de 2020 foram auditadas de forma independente pela KPMG, companhia internacional de contabilidade do grupo chamado Big Four. Para baixar o Relatório Anual de 2020, visite http://www.huawei.com/en/annual-report/2020.

Com informações da Assessoria de Imprensa  

EM ENTREVISTA AO INFRA EM PAUTA, MINISTRO DA INFRAESTRUTURA FALA DAS PERSPECTIVAS PARA O SETOR 

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Na edição especial do programa Infra em Pauta, exibido hoje (05/04), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também explicou sobre a “Infra Week”, referente à semana de leilões 2021

 A edição semanal do programa Infra em Pauta desta segunda (05/04), traz entrevista exclusiva com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Entre os temas da pauta, Freitas destacou as perspectivas para os setores de infraestrutura e a “Infra Week”, que se refere à semana de leilões de 2021 e acontece entre os dias 7 e 9 desta semana. Clique aqui e acompanhe

A expectativa para a “Infra Week” com a série de leilões de aeroportos, portos e ferrovia é arrecadar R$ 10 bilhões em investimentos privados com as concessões, onde estão listados 22 aeroportos, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e cinco terminais portuários.



Sobre o Infra em Pauta

O programa de entrevistas Infra em Pauta é semanal, exibido sempre às segundas-feiras, e conta com organização da Siglasul, Giamundo Neto Advogados, Agência Infra e Portugal Ribeiro Advogados. Já a organização é da Necta. 

Apresentadores

A condução do programa é do Mauricio Portugal Ribeiro, sócio do Portugal Ribeiro Advogados; Felipe Graziano, sócio do Giamundo Neto Advogados; Sebastián Butto, sócio da Siglasul; e Dimmi Amora, sócio-fundador da Agência Infra.  

A iniciativa aborda temas fundamentais para o País como: energia, saneamento básico, ferrovias, aeroportos e rodovias, com abordagens sobre modelagem de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e Concessões, aspectos regulatórios e financiamento de projetos.

Contexto geral da “Infra Week” 

O Ministério da Infraestrutura prevê a geração de mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda, ao longo dos contratos de arrendamento e concessões.

Aeroportos

O resultado do leilão de 22 aeroportos pode representar mais de R$ 6,1 bilhões em investimentos, será realizado no dia 7/04 e envolve projetos de longo prazo, com concessões de até 30 anos.

Os leilões de 22 aeroportos serão divididos em três blocos: Sul, Norte I e Central. O Bloco Sul é formado por nove terminais: Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS). Sete compõem o Bloco Norte I: Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC). Mais seis formam o Bloco Central: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE).

O investimento total nos três blocos supera os R$ 6 bilhões, sendo R$ 2,8 bi no Bloco Sul, R$ 1,8 bi no Bloco Central e R$ 1,4 bi no Bloco Norte. Em um único dia, o governo vai repassar a mesma quantidade de terminais aeroportuários do que o total atualmente concedido (22).

Ferrovia

No dia 8, será a vez do leilão da Fiol 1, o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. A concessão do trecho de 537 quilômetros deve garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão das obras. O prazo de concessão será de 35 anos.

A Fiol 1 é um projeto importante para o escoamento do minério de ferro produzido na região de Caetité (BA) e a produção de grãos e minério do Oeste da Bahia pelo Porto Sul, complexo portuário a ser construído nas imediações da cidade de Ilhéus (BA).

De acordo com Ministério da Infraestrutura, o governo federal trabalha para a implementação de mais dois trechos: entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), e de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), quando, futuramente, irá interligar o porto de Ilhéus a outra ferrovia: a Norte-Sul.

Portos

No dia 9, será o arrendamento de cinco terminais portuários: quatro no Porto de Itaqui (IQI03, IQI11, IQI12 e IQI13), no Maranhão, e um no Porto de Pelotas (PEL01), no Rio Grande do Sul. 

Estão previstos mais de R$ 600 milhões em melhorias nesses terminais, que se somam a mais 20 áreas leiloadas desde 2019 e a 69 autorizações para implantação de Terminais de Uso Privado (TUP). Nesse período, já foram contratados R$ 10 bilhões para o setor, que, mesmo em ano de pandemia, cresceu 4,2% em 2020.

As quatro áreas no porto nordestino são voltadas ao armazenamento de granéis líquidos, de acordo com a principal vocação do empreendimento. O complexo funciona como distribuidor para as regiões Norte e Nordeste, por meio da navegação de cabotagem. No total, os quatro terminais totalizam mais de 120 mil m². 

O terminal (PEL01) do porto de Pelotas (RS) é voltado para carga em geral, em especial toras de madeira, contribuindo para a cadeia logística da produção de celulose, e tem área de cerca de 23 mil m².

ANTT

Além dos 28 ativos a serem concedidos nesta semana, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizará, no dia 29 de abril, o leilão da BR-153/080/414/GO/TO. A perspectiva é de mais de R $8 bilhões de investimentos e mais de 140 mil postos de trabalho.

Concessões

Em dois anos, o programa de concessões já leiloou 41 ativos e contratou R$ 44 bilhões em investimento – e mais R$ 13 bilhões de outorga. Em 2021, a expectativa do Palácio do Planalto é que sejam concedidos mais de 50 empreendimentos, o que garantiria mais R$ 140 bilhões para o setor. 

A previsão do governo é chegar ao final de 2022 com a contratação de R$ 250 bilhões em infraestrutura.

Com informações do Infra em Pauta e Agência Brasil 

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CONCESSIONÁRIAS DO PROGRAMA DE PPP NO PIAUÍ CONTRIBUEM PARA O CUMPRIMENTO DE MEDIDAS RESTRITIVAS

Sinart, Águas de Teresina, Piauí Conectado e Nova Ceasa mantêm ações continuadas de combate à Covid-19, que são reforçadas diante das últimas medidas adotadas pelo estado

A luta contra o novo coronavírus é um esforço conjunto de todos os setores da sociedade. Com isso em vista, as concessionárias de serviços públicos do Piauí colaboram com o cumprimento das medidas restritivas adotadas pelo Governo do Estado para diminuir a disseminação da Covid-19. A Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc) tem acompanhado essas ações que reforçam o bem-estar da população, prioridade nos projetos de Parcerias Público Privadas do Piauí.

A Sinart, responsável pela operação dos Terminais Rodoviários de Teresina, Picos e Floriano, suspendeu os serviços de transporte intermunicipal de passageiros no período do dia 29 de março até 4 de abril de 2021. As rodoviárias permanecem funcionando apenas para viagens interestaduais, e todos os estabelecimentos que operam nas dependências prevalecem respeitando o decreto.



A concessionária também mantém intensa fiscalização quanto ao uso de máscaras e distanciamento social nos terminais. Para contribuir com a higienização, foram instaladas pias externas com sabão antisséptico, totens com álcool em gel e marcação no chão e assentos. Além disso, continuam os trabalhos da barreira sanitária com profissionais da Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi), realizando a aferição da temperatura, orientando passageiros e colaboradores sobre a importância dessas medidas de segurança.

“É visível que a administração do Terminal vem fazendo sua parte e colaborando com as medidas restritivas. O local está sempre bem limpo e possui várias placas informando que o uso da máscara é obrigatório, e falando dos sintomas da doença. Precisamos que todas as empresas, públicas e privadas, e todos aqueles que utilizam seus serviços, tenham esse mesmo respeito e conscientização”, relata Bruno Moreira, usuário do Terminal Rodoviário.

A Águas de Teresina também oferece alternativas para reforçar o isolamento social e seguir as medidas restritivas. A concessionária disponibilizou um sistema de pagamento da fatura de água e esgoto nos comércios dos bairros, contribuindo para evitar que as pessoas se aglomerem nas lotéricas e agências bancárias.

Além disso, a população pode solicitar serviços e pagar suas faturas também nos totens de autoatendimento instalados em oito pontos estratégicos de Teresina, como em alguns supermercados e na frente de algumas lojas de atendimento da concessionária. Nos totens de autoatendimento, tanto as faturas em atraso quanto a vencer podem ser quitadas. Também é possível pegar a 2ª via por meio do equipamento, que aceita cartões das bandeiras master, visa, hiper, elo, diners club, maestro e amex.

Com as aulas presenciais da rede estadual de ensino ainda suspensas, as escolas adotam o ensino remoto através da internet. Nesse contexto, os estudantes têm utilizado a estrutura disponibilizada pela Piauí Conectado para acessar os aplicativos e plataformas necessários para participar das aulas e baixar os materiais de estudo.

Os colaboradores do estado também têm acesso a ferramentas que permitem o trabalho remoto. É o caso da Cisco Webex, plataforma desenvolvida pela Piauí Conectado para reuniões virtuais, que é bastante utilizada pelos servidores do governo. Apenas em fevereiro deste ano, foram quase 800 horas de encontros virtuais, facilitando o home office e a continuidade do serviço público.

Na Nova Ceasa, já está em funcionamento o Banco de Saúde, que oferece atendimento médico e encaminhamento de exames atuando, principalmente, como reforço para atenção básica e monitorando sintomas da Covid-19 para permissionários e clientes. O espaço conta com ambulatório, enfermaria, consultório e recepção, e profissionais de saúde entre médicos, enfermeiros, nutricionistas e psicólogos que atuam no local.

A Nova Ceasa também conta com barreiras sanitárias que iniciam já às 3h da madrugada, com o objetivo de interceptar os caminhoneiros que chegam de outros estados para abastecer o comércio de alimentos da região.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Superintendência de Parcerias e Concessões do Piauí

ANTENA É ESSENCIAL, CONECTIVIDADE DEPENDE!

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Ao tornar visível e escancarar o impacto da segregação digital, a pandemia deixou claro porque a  conectividade é um ativo estratégico e uma essencialidade no mundo atual

Aos menos avisados o título deste artigo enseja indagações do tipo: Há algo mais necessário do que conectividade? Como alguém pode duvidar e questionar a necessidade de estarmos permanentemente conectados. A provocação é proposital, a fim de chamar a atenção para as infraestruturas necessárias antes que os serviços, tão  essenciais na contemporaneidade, cheguem até os usuários.

Não estou questionando  a conectividade em si, um ativo estratégico para pessoas, empresas e para o país, mas  questiono o que é imprescindível que seja feito, a fim de que possamos desfrutar dos  benefícios advindos dessa modernidade e bem comum.



Nestes meses de distanciamento social, causado pela Covid-19, o acesso ao  trabalho, a interação social, as aulas, o comércio, foram propiciadas eletronicamente  pelas redes de comunicação, que integraram pessoas e “coisas”, mantendo o mínimo de  atividade possível em um momento tão difícil da humanidade. Entretanto, quando  friamente fazemos a análise dos números, identificamos que apenas uma parcela de  afortunados têm o privilégio de desfrutar das beneficies de uma conexão adequada, e  outros, mais de 70 milhões de cidadãos brasileiros ficaram à margem e não puderam  contar com essa alternativa. 

Segregação digital

Ao tornar visível e escancarar o impacto da segregação digital sobre a vida das pessoas comuns, a pandemia também deixou claro porque a conectividade é um ativo estratégico e uma essencialidade no mundo atual. Sem ela, o crescimento econômico e o desenvolvimento social ficam comprometidos e as desigualdades se acentuam.

Uma das alavancas para catapultar a nação a outros  patamares de desenvolvimento, desejado por todos, é a ampliação das redes e a  melhoria da qualidade da conexão, a outra é a disponibilidade energética. Sem esses  elementos nenhum país conseguirá se desenvolver adequadamente.

Infraestrutura necessária

Chegamos aos questionamentos aludidos no início do texto. O Brasil tem  aproximadamente 100 mil antenas de retransmissão instaladas e 4 mil pedidos estão  aguardando aprovação para serem instalados, e você deve estar se perguntando, mas  porque não liberam para instalação?

As autorizações para a instalação dessas infraestruturas necessárias a ampliação e melhoria da qualidade dos serviços é  atribuição dos municípios, que têm que aprovar legislações que permitam a  instalação das infraestruturas, antenas e rádio bases. Ocorre que além de não  autorizarem, muitas das legislações são restritivas e impedem a instalação das  infraestruturas. Esse é motivo primordial do não avanço da conexão no nosso país e  das consequências advindas desta falta de visão estratégica.

É óbvio e até fácil  identificarmos os benefícios gerados pelas novas tecnologias: telemedicina – redução nos atendimentos das unidades de emergência dos casos rotineiros; cidades inteligentes – melhoria da mobilidade urbana; gestão eficiente dos recursos; democracia  participativa; teletrabalho – melhor qualidade de vida aos trabalhadores; aumento da  produtividade; indústria 4.0 – melhoria da manufatura e eficiência dos processos, enfim,  possibilidades inúmeras e as quais a criatividade não encontra barreiras, porém, tudo  dependente de conexão e de sua qualidade.

É premente agirmos rápido e os motivos revelam essa urgência: autorizando a  instalação das infraestruturas, há a liberação investimentos e geração de empregos, tão  necessários em quaisquer momento; a partir da construção da infraestrutura se distribui  o fluxo, possibilitando àqueles que não tem acesso passarem a ter; com acesso dinamiza-se a cadeia de desenvolvimento de aplicações que poderão serem ofertadas  a mais pessoas, ou seja, é um ciclo virtuoso de desenvolvimento, inclusão digital, investimentos, empregos e ampliação da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, das cidades e do País.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

O DESENVOLVIMENTO DE UMA BELO HORIZONTE MAIS INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL

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A capital concentra mais de 62 instituições de ensino superior e possui um dos maiores parques tecnológicos do país, com mais de 300 startups apenas na comunidade San Pedro Valley

elo Horizonte (MG) voltou a figurar entre as 10 mais inteligentes e conectadas do país no Ranking Connected Smart Cities, impulsionada pelo seu desempenho nos eixos de saúde, tecnologia e inovação, governança e empreendedorismo. Recebendo o terceiro lugar no eixo Saúde, a cidade merece destaques quanto a oferta de leitos hospitalares, sendo 4,26 por mil habitantes, o investimento em saúde por habitante sendo superior a R$1.300 e 433 médicos por cem mil habitantes. 

A cidade está investindo no programa Belo Horizonte – Cidade Inteligente, com o objetivo de investir em soluções inteligentes que busquem superar os desafios da gestão municipal. Entre os objetivos do programa, a cidade busca evoluir a infraestrutura tecnológica como base de uma gestão integrada entre as diversas áreas da administração, interagir com o ecossistema tecnológico da cidade para a construção de soluções conjuntas, fomentar empresas de base tecnológica para consolidar o setor de TIC como marca do município e favorecer o desenvolvimento econômico e a geração de empregos.

Belo Horizonte já conta com algumas soluções inteligentes como 711 km de fibra óptica, o aplicativo móvel PBH App que facilita na solicitação de serviços, uma Central Geradora de Energias Renováveis com painéis fotovoltaicos e biomassa oriunda de resíduos de poda e supressão de árvores e um Laboratório Aberto de IoT da Prodabel para prototipagem de soluções. 


 Além disso, a cidade está desenvolvendo ações a partir do Belo Horizonte Smart! que busca soluções voltadas para:

Sustentabilidade, meio ambiente e cidadania;
Mobilidade e Segurança;
Acessibilidade à governança e serviços ao cidadão;
Resiliência no desenvolvimento econômico e urbano;
Tecnologia, cultura e inclusão digital. 

A cidade está, cada vez mais, desenvolvendo um conjunto integrado de ações a partir de abordagens inovadoras para, além de aproximar a população da gestão pública, elaborar soluções inteligentes, sustentáveis e tecnológicas. Belo Horizonte é um exemplo para cidades que buscam implementar a tecnologia como maneira de melhorar a qualidade de vida e proporcionar melhor eficiência operacional. 

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SMART CITIES

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Nas Smart Cities, o planejamento e gestão urbana devem responder às necessidades sociais e econômicas da sociedade

Nos últimos anos o conceito de Smart City, ou cidade inteligente traduzido do inglês, tem sido bastante difundido no Brasil que tenta seguir exemplos bem sucedidos de outros países. Anteriormente associado à tecnologia, o conceito se expandiu e hoje o foco é na qualidade de vida. 

A cidade criativa e sustentável faz uso da tecnologia em seu processo de planejamento com a participação dos cidadãos, para a estratégia de infraestrutura, serviços e de informação e comunicação, ou seja, a tecnologia é o meio, não o fim. Nas Smart Cities, o planejamento e gestão urbana devem responder às necessidades sociais e econômicas da sociedade. 



Exemplos internacionais 

O mundo está repleto de exemplos de cidades inteligentes bem-sucedidas como Paris, na França, Barcelona, na Espanha, e Vancouver, no Canadá, que originou, inclusive, o termo vancouverismo, em referência a iniciativas de planejamento urbano pautadas por zoneamento sustentável. No entanto, precisamos lembrar que não basta ‘copiarmos’ soluções implantadas em outros países. É necessário conhecer as soluções internacionais e trazê-las para a nossa realidade. 

As cidades inteligentes são organismos vivos que se reinventam o tempo todo. Como as já citadas Paris, que está desenvolvendo novas centralidades para que o cidadão consiga resolver seus problemas em 15 minutos a pé, ou Barcelona, com a revisão do Bairro 22@, onde estão sendo implementados superquadras e inserindo produtos complementares como moradia e saúde, gerando assim uma elevação do patamar de coeficiente de aproveitamento para adensar a região. Essas cidades são exemplos a serem aprofundados, do qual voltarei a falar em próximos textos.

É interessante observar que o desenvolvimento de uma cidade inteligente, normalmente, se inicia a partir de um grande evento/momento, como por exemplo a realização de competições internacionais, como Copa do Mundo, Olimpíadas ou mesmo aniversário de fundação da cidade. Infelizmente, os últimos eventos desse porte realizados no Brasil não foram aproveitados como deveriam ter sido, porém, a pandemia da COVID-19 traz, além de crises, oportunidades para a definição de uma nova política de intervenções urbanas em nível mundial.

Lógicas atuais

O coronavírus impôs novas lógicas para o desenvolvimento das cidades e confirmou tendências já existentes de Smart Cities. Entre elas, uma das mais importantes, é a descentralização com a necessidade de bairros mais independentes. Não importa o tamanho da cidade, é preciso criar novas centralidades, diminuir as diferenças sociais, integrar e aproximar as pessoas da moradia e do trabalho. 

A segunda lógica que preciso citar é a econômica. O foco dessas mudanças todas é atender um programa de sustentabilidade econômica e ambiental, impactando na qualidade de vida com a inserção do ser humano na sociedade, por meio da geração de emprego e renda. 

É preciso que a cidade tenha uma diversidade de atrações que possibilitem a criação de diversos tipos de emprego. Posso citar como exemplo a criação de espaços destinados a uma atividade econômica, como uma alameda gastronômica, que, por reunirem muitas pessoas acabam atraindo outras atividades e serviços que imponham uma dinâmica que gere dinheiro.

Para que essas mudanças aconteçam, é necessário que o poder público pense além do ciclo político de quatro anos e planeje a cidade a longo prazo. Os novos prefeitos empossados em 2021 estão sendo chamados para participar dessa nova realidade e levar qualidade de vida para a população. 

É uma grande oportunidade, principalmente, para as pequenas e médias cidades que têm a vantagem de não apresentarem grandes problemas estruturais como as metrópoles. Ou seja, podemos olhar e aprender com as cidades grandes, adequando as necessidades e entendendo que, além de inteligência urbanística, é importante ser inteligente economicamente incentivando os talentos, vocações, a capacidade de formar pessoas e atrair empresas, buscando equilíbrio entre qualidade de vida, economia e sustentabilidade ambiental. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

INSTITUTO DE ENGENHARIA LANÇA ESTUDO INÉDITO SOBRE AMAZÔNIA E AS OPORTUNIDADES DA BIOECONOMIA NO BRASIL

Estudo Amazônia e Bioeconomia – Sustentada em ciência, tecnologia e inovação foi elaborado com a participação de nomes da academia, do mercado e da ciência

O Instituto de Engenharia, entidade centenária nacional, acaba de lançar um estudo inédito: Amazônia e Bioeconomia – Sustentada em ciência, tecnologia e inovação.
O material completo pode ser baixado no http://www.institutodeengenharia.org.br/site/amazonia-e-bioeconomia/ e mostra como a Amazônia e o investimento em
bioeconomia pode levar o Brasil para uma onda de desenvolvimento econômico. Nele são indicados caminhos e condições para que o País alcance protagonismo nesta nova bioeconomia circular que se baseia na descarbonização das atividades econômicas.

O caderno foi coordenador pelo cientista e engenheiro, Carlos Nobre e pelo conselheiro e engenheiro do IE, George Paulus e teve a participação do reitor da Universidade de São Paulo, Vahan Agopyan; Carlos Brito Cruz, VP sênior da Elsevier e ex- reitor da UNICAMP; Tatiana Schor, secretária-executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas; Ana Euler, pesquisadora da Embrapa Amapá; Adalberto José Val, pesquisador do INPA e um dos integrantes do Conselho da Amazônia; Ary Plonski, diretor do IEA-USP; Ricardo Kenzo, VP de Relações Externas do IE e Victor Brecheret, conselheiro do IE.



“Esse projeto representa uma contribuição do Instituto de Engenharia à discussão sobre as oportunidades e desafios do Brasil na Bioeconomia. O nosso País precisa imaginar, discutir e escolher que desenvolvimento quer e pode fazer acontecer, principalmente usando de forma sustentável os recursos encontrados na Amazônia”, afirma Eduardo Lafraia, presidente do IE.

Durante a produção deste material ficou claro que o País precisa investir com qualidade em Educação, Ciência e Tecnologia para inovar e se apropriar de seu mais significativo diferencial para o século XXI, a Amazônia. “Manter o status quo de ocupação do território significa atrair um movimento migratório em que as pessoas mudam para Amazônia sem condições, e acabam numa situação de miséria”, comenta Tatiana Schor, secretária-executiva de CT&I do Amazonas.

Pautas para debate e ação no estudo

Para que o País de fato se torne uma potência mundial da Bioeconomia, transformações importantes precisarão ser enfrentadas por nossa sociedade. Essas mudanças podem levar anos ou até décadas e não há tempo a perder para iniciá-las. A velocidade de implementação é sem dúvida o fator mais importante. Com isso, o IE defende:

Centralidade Estratégica da Bioeconomia para o Brasil: essa estratégia deve assumir explicitamente uma relação de subordinação à biodiversidade, que precisa estar no comando das atividades econômicas e promover um processo de reindustrialização.

Governança: o Estado brasileiro deve assumir o papel de criar e implementar uma Política Nacional de Bioeconomia com a criação de um Conselho Nacional da Bioindústria. O conselho deve acelerar o avanço da bioeconomia nas seguintes questões:

• Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
• Empreendedorismo competitivo globalmente
• Educação e capacitação profissional
• Obtenção de financiamento nacional e internacional
• Acesso aos mercados globais
• Comunicação com a sociedade

Desenvolvimento do sistema de CT&I: é necessária a implantação de um programa de atração e fixação de pesquisadores e empresas para atuarem na região. Ao mesmo tempo é necessário estruturar e apoiar as instituições e entidades de excelência, com foco em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) junto a parques tecnológicos que transformem as inovações em produtos e serviços de alto valor agregado. Gargalos do sistema de CT&I a serem atacados:

i. Investimento em educação
ii. Investimento em infraestrutura básica
iii. Investimento privado em CT&I
iv. Recursos públicos para CT&I

Fortalecimento das instituições de ensino e pesquisa: retomada dos investimentos nas instituições de pesquisa e ensino e com foco nos seguintes pontos:
i. Atualização da Formação em Engenharia para sustentabilidade
ii. Desenvolvimento da Engenharia Biológica
iii. Rede de Ciência, Tecnologia e Inovação

Hub de excelência em CT&I da Amazônia: para que o Brasil alcance a autonomia na nova Bioeconomia é preciso que se desenvolva Capacidade e Conhecimento nacional. Assim como aconteceu nos casos das indústrias aeronáutica e do agronegócio, o País precisa agora de um agente de excelência em CT&I, que assuma tanto a responsabilidade pelo estímulo e coordenação das atividades de CT&I de ponta na Amazônia, como o desenvolvimento de polos tecnológicos que atraiam e capacitem empreendedores para levar as inovações ao mercado. E ainda articule os esforços das Universidade e Institutos de Pesquisa da região.

Evolução populacional: estima-se que hoje 29,3 milhões de pessoas vivam na Amazônia Legal brasileira, com parte significativa abaixo da linha da pobreza. Como será a região quando chegar aos 40 milhões, 50 milhões de habitantes? Replicaremos os movimentos de favelização de outras regiões? Qual desenvolvimento dos amazônidas querem para região?

“O modelo de desenvolvimento do País dos últimos 500 anos fatalmente comprometerá nossa biodiversidade. Precisamos encontrar um novo modelo que garanta o acesso a saúde, educação e habitação, sem comprometer as oportunidades das gerações futuras. A meu ver, isso pode ser alcançado com o desenvolvimento científico e tecnológico no campo da bioeconomia circular”, argumenta George Paulus, coordenador do caderno e conselheiro do IE.

Para Carlos Nobre, é possível conciliar desenvolvimento econômico, intelectual e social da Amazônia, com a simultânea conservação a floresta tropical. Durante pelo menos duas ou três décadas, apenas duas vertentes eram pensadas como possíveis, a primeira via, que afirma que há a necessidade de isolar completamente e garantir a preservação de grandes extensões da floresta, e a segunda via, baseada em uso intensivo de recursos naturais, por meio das atividades e serviços da pecuária, agricultura, mineração e geração de energia.

“A Terceira Via Amazônica representa uma oportunidade para desenvolver uma ‘economia verde’ que aproveite todo o valor de uma ‘floresta produtiva permanente’ para, com a ajuda de novas tecnologias físicas, digitais e biológicas já disponíveis ou em evolução, estabelecer um novo modelo de desenvolvimento econômico socialmente inclusivo”.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Instituto de Engenharia

CONNECTED SMART CITIES REALIZA EVENTO NO AMAZONAS E APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MANAUS

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O encontro reunirá especialistas e  abordará, também, indicadores de desenvolvimento de Manaus, 2ª cidade mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e a 25ª com mais de 500 mil habitantes, de acordo com o  2020 

Na próxima terça (06/04), às 10h (horário local) e 09h (horário de Brasília), o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Manaus para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital amazonense. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 27 ações entre fevereiro e agosto, semanalmente e sempre às terças-feiras.  O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; Curitiba; e Maceió, em 30/03. Inscrições gratuitas em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/ 

O encontro acontece ao vivo, em formato virtual, e reunirá especialistas em smart cities. A programação abordará indicadores de desenvolvimento no contexto do Ranking Connected Smart Cities 2020, que aponta Manaus como a 2ª cidade mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e 25ª entre as cidades com mais de 500 mil habitantes.  Já em Governança, a capital está na 1ª colocação regional e, no Ranking Geral, entre as 25 melhores cidades do País. 



A iniciativa também contempla a apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital.

“Manaus é uma das cidades da Região Norte mais bem posicionadas no Ranking do Connected Smart Cities, destaque em empreendedorismo, crescimento empresarial, de empresas de tecnologia e em expansão para incubadoras de empresas. Nossa meta é ser cada vez mais uma capital incentivadora de negócios tecnológicos e de desenvolvimento, atuando em diversos segmentos relacionados, como e-commerce de produtos regionais, startups, institutos de pesquisa, dentre outros”, disse o prefeito da capital do Amazonas, David Almeida.

O evento de Manaus faz parte das ações da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, e conta com várias iniciativas pré-evento.

“Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais capitais, teremos uma agenda importante em Manaus, com o envolvimento de vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility. 

Destaques de Manaus no Ranking Connected Smart Cities

A programação do Encontro Regional Manaus conta com apresentação dos destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores. A capital é a 2ª mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e a 25ª entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, conforme o Ranking. 

O Ranking CSC, além dos resultados gerais, análises segmentadas pelos eixos temáticos, traz uma visão Regional, que contempla as cinco regiões brasileiras, destacando o porte de municípios. Nesse contexto, Manaus está no recorte das cidades com mais de 500 mil habitantes. 

A capital é destaque em Empreendedorismo, eixo que subiu duas posições e alcançou a 6ª colocação. E, contrariando tendência à época da coleta dos dados da última pesquisa, a cidade registrou crescimento empresarial entre as empresas de tecnologia de 3,2% , seguido também de um crescimento de 3,4% no ano anterior.  

Tecnologia é um segmento em expansão na cidade. De acordo com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o município conta com 2 polos tecnológicos e mais de 10 incubadoras de empresas. Em Economia, Manaus subiu 68 posições e, em 2020, ocupou a 11ª posição.

Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking, chama a atenção para Tecnologia e Inovação, principal eixo normalmente atrelado às smart cities, onde a cidade subiu 18 posições, no recorte do Ranking Connected Smart Cities 2020, atingindo a 12ª colocação. “Manaus é o município da região norte mais bem posicionado neste recorte. É Importante pontuar que Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação são conectados, em relação aos seus indicadores e aos benefícios gerados para a cidade”.

Rigon também avalia os pontos de atenção: “Manaus precisa voltar a figurar entre as 100 melhores em Meio Ambiente, pautado em infraestrutura, e também em Educação e Saúde. Os estudos internacionais de cidades inteligentes não avaliam a infraestrutura de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto. Entretanto, no Brasil, ainda estamos atrasados em relação a essas questões, que também fazem parte da Agenda de Desenvolvimento Sustentável. E as cidades brasileiras possuem carência nessa infraestrutura”, completou. 

Participantes Encontro Regional Manaus

Estão confirmados: o diretor do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Pedro Paulo Cordeiro; o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) do Amazonas, Jório de Albuquerque Veiga Filho; o diretor-presidente do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Paulo Henrique do Nascimento Martins; a chefe da Representação da superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) em Brasília, Érika de Almeida Leite; o coordenador do Pedala Manaus, Paulo Aguiar.

Além do subsecretário operacional da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi) de Manaus, Gustavo Igrejas; o professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Augusto Rocha; o CEO da Lemobs, Sérgio Rodrigues; o co-founder da Meryt, Lucas Ribeiro Prado; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; entre outros especialistas.

A programação completa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/

AGENDA

A Agenda proposta para os eventos regionais pós-eleição municipal 2020 acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO). 

Patrocinadores Eventos Regionais: Bosch, Enel X, Signify e Sonner

Sobre o Connected Smart Cities

O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil.

O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Conexões e Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios.

O credenciamento para os profissionais de imprensa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/credenciamento-imprensa/

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