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ABES CRIA COMITÊ PARA FOMENTAR O SEGMENTO DE STARTUPS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

Iniciativa visa discutir políticas públicas, as ações de disseminação de conhecimento, conexão e fomento

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software – para atingir seu propósito de construir um Brasil Mais Digital e Menos Desigual, criou um novo Comitê com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de startups. O primeiro encontro aconteceu no dia 9 de setembro e contou com participação de Cassio Spina, fundador da Anjos do Brasil, advisor em fusões e aquisições (M&A) e Corporate Venture/Inovação, e sócio da Altivia Ventures (recentemente incorporada à ACE), e que será o coordenador do novo GT, e os colaboradores Dr. Eduardo Felipe Matias, sócio da Nelm Advogados e a Dra. Juliana Natrielli Ribeiro, Diretora adjunta da ABES e Head de public policy da Buser.

“Acredito que só vamos conseguir atingir os nossos objetivos maiores quando unimos esforços para um bem em comum. E para mim é um prazer construir essa pauta com todos os associados e principalmente com a ABES, que já é uma parceria de muitos anos”, afirma Spina.



O encontro faz parte das iniciativas da ABES para discutir temas de relevância nacional com os seus associados e tem como objetivo estabelecer um importante espaço para discussões internas. “Recentemente o Fórum Econômico Mundial classificou o Brasil, como um dos 5 “startup hubs” para observar, juntamente com Israel. Isto demonstra o tamanho da oportunidade que temos. O nosso objetivo, através deste comitê, é reunir especialistas com a missão de assegurar um ambiente de negócios favorável para as startups, estimulando o empreendedorismo e a atratividade de investimentos. “, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Além disso, para auxiliar as Startups, a ABES conta com o Startup Intership Program, que por meio de parcerias com incubadoras, aceleradoras ou fundos de investimentos, sem custo, tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos e investimentos para o setor de tecnologia brasileira. Com duração de 6 meses, o foco do programa é ajudar as empresas emergentes, que usam intensamente tecnologia e desejam operar ou ampliar suas atividades no Brasil, a superarem as complexidades presentes no mercado, colocando à disposição das participantes do programa, os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RANKING CONNECTED SMART CITIES PREMIA 15 MUNICÍPIOS

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Estudo pode servir de inspiração para que outras cidades busquem melhores soluções a seus habitantes

No dia 1° de setembro, em São Paulo, foi encerrado o Ranking Connected Smart Cities, com a premiação das 15 cidades que melhor se posicionaram no estudo. Nessa edição, foram avaliadas 677 cidades com mais de 50 mil habitantes em 11 eixos temáticos: Mobilidade, Urbanismo, Meio Ambiente, Tecnologia e Inovação, Economia, Educação, Saúde, Segurança, Empreendedorismo, Governança e Energia. São Paulo (SP) manteve-se no primeiro lugar geral do ranking, seguida por Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Brasília (DF), São Caetano do Sul (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Salvador (BA). Também foram premiadas as cidades de Balneário Camboriú (SC), Belo Horizonte (MG), Barueri (SP), Palmas (TO), e Jaguariúna (SP).

Líder no eixo Meio Ambiente, Balneário Camboriú também ficou em segundo lugar em Governança e Mobilidade. “O ranking contribui na medida em que ele enumera os eixos que têm de ser trabalhados e determina as metas que precisam ser alcançadas e como isso tem de ser feito. A partir daí, se tem um norte para o trabalho, que, claro, se adequa de cidade em cidade, de região em região”, destaca Fabrício Oliveira, prefeito de Balneário Camboriú (SC).

Dos serviços mais presentes nos municípios brasileiros, dois deles estão em 43% das cidades analisadas: bilhete eletrônico no transporte público, que facilita e moderniza a cobrança no transporte, sendo um dos indicadores que fazem parte do eixo de Mobilidade; e monitoramento das áreas de risco, um indicador do eixo de Meio Ambiente que avalia os municípios, dentro do escopo do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres, monitorados pelo Cemaden.

Desenvolvimento na pandemia

O atendimento ao cidadão foi um serviço essencial para a elaboração do estudo, já que a pandemia acelerou a digitalização e a facilidade de acesso aos serviços públicos. Das 677 cidades analisadas, 15% delas possuem solução de matrícula escolar na rede pública, enquanto apenas 9% possuem serviço de agendamento de consulta na rede pública de saúde disponível em sites da prefeitura. Ambos os serviços demandam modernização dos cadastros dos ativos, informatização das informações e sistemas para gestão de vagas e serviços.

Outros dois eixos muito relacionados ao tema de cidades inteligentes, Energia e Segurança, também tiveram novos indicadores analisados. Foi verificado que o sistema de iluminação inteligente, dentro do eixo Energia, permitiu a medição de consumo de energia ou a alteração à distância da iluminação de áreas do município, sendo uma solução presente em apenas 57 (8%) das 677 cidades analisadas. Já em Segurança, foi avaliada a existência do Centro de Controle Operacional, solução presente em 41% dos municípios, que é o local com sistema integrado de monitoramento por imagens de câmeras distribuídas pelas cidades, com o objetivo de agilizar o tempo de resposta das demandas cotidianas (informações relativas ao trânsito, situação semafórica, serviços públicos etc.).

Inspirar outras cidades

Apresentando esses e outros indicadores, o Ranking Connected Smart Cities busca trazer às cidades, além de seu diagnóstico individual, referências em outros municípios de soluções que podem ser utilizadas, na mesma região ou porte de cidade, para inspiração em investimento ou desenvolvimento de serviços para os municípios que ainda não atendem sua população nos eixos específicos.

“O ranking de 2021, lançado em plataforma digital para consulta de entidades envolvidas no planejamento e na melhoria das cidades, já conta com 5 mil acessos em menos de dez dias de disponibilização, o que demonstra o interesse dos diversos atores em melhorar, cada vez mais, nossos municípios”, comenta Willian Rigon, diretor da Urban Systems e parceiro do Connected Smart Cities & Mobility.

EDP RENOVÁVEIS ASSINA MAIS DE 50 PROJETOS DE ENERGIA SOLAR COM O WALMART

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Projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica apontam que a fonte solar deverá gerar mais de 357 mil novos empregos

Os projetos, que vão desde projetos em telhados a projetos de montagem no solo, geram um total de 38,3 MW de energia e estão distribuídos por sete estados dos EUA.

A EDP Renováveis (Euronext: EDPR), quarta maior produtora de energia renovável do mundo, através da sua subsidiária EDP Renewables North America LLC, anunciou ter assinado 51 projetos de energia solar com o Walmart, entre os quais 39 foram assinados entre 2020 e 2021. Assista ao vídeo com o anúncio (em inglês): https://www.youtube.com/watch?v=aj6jioJgD98.

O total de 51 projetos de energia distribuída instalados até a data pela EDP Renováveis North America Distributed Generation (DG) para o Walmart em sete Estados, que vão desde o Arizona, Califórnia e Illinois até Nova Jersey, Louisiana, Maryland e Carolina do Sul.



Os contratos, que incluem projetos em telhados a projetos de montagem no solo, vão gerar um total de 38,3 MW de energia, o que equivale a compensar 27,1 toneladas métricas de CO2 ou 9,2 toneladas de resíduos reciclados em vez de depositados em aterros, de acordo com a Calculadora de Equivalências de Gases com Efeito de Estufa da EPA dos EUA.

Utilizando as soluções mais recentes em termos de inovação ambiental, a EDPR trabalhou com o Walmart para apoiar o seu compromisso com o polinizador solar ecológico, construindo uma matriz solar de montagem no solo no seu centro de distribuição de Laurens, na Carolina do Sul, com misturas que restauram a biodiversidade regional. Este esforço, o maior de um retalhista de supermercado dos EUA até a data, visa reduzir várias ameaças aos polinizadores por meio da promoção de práticas de gestão integrada de pragas (MIP) e da melhoria e expansão de habitats polinizadores. Além de atrair vetores animais benéficos, o projeto também diminui o impacto das águas pluviais e aumenta o apelo visual da instalação.

Em 2019, a carteira da DG de Nova Jersey da EDPR NA, que era composta por cinco instalações solares para o Walmart, ganhou o prêmio Projeto de Grande Escala do Ano, da Solar Builder Magazine. O Walmart Bayonne Supercenter foi o vencedor em destaque do prêmio.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SISTEMAS, GAMES EDUCATIVOS E APLICATIVOS DO ENSINO REMOTO PERMANECEM COM RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS

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Com a retomada das aulas presenciais nas escolas e universidades brasileiras, muitos mecanismos adotados durante o ensino remoto – ampliado pela pandemia – já passam a incorporar o currículo escolar. Alfredo Freitas, diretor de educação e tecnologia da Universidade americana – Ambra University – avalia que será impossível frear o hibridismo da educação a partir de agora.

Instituições de ensino brasileiras estão seguindo a lógica adotada em outros países e passaram a implementar atividades em modelo híbrido de ensino (junção de ferramentas do ensino online e presencial) no currículo escolar. Plataformas digitais, aplicativos e games educacionais que foram incorporados pelas escolas e universidades com o ensino remoto seguem sendo utilizados mesmo com a volta das aulas presenciais.

 

O especialista em educação e tecnologia, Alfredo Freitas, que tem mais de 15 anos de experiência e dirige a Universidade Americana totalmente online Ambra University, acredita que a pandemia forçou o uso da tecnologia e acelerou transformações nas salas de aula e nas metodologias do ensino em todo o mundo. O que para ele é irreversível e já trouxe no curto prazo o perfil mais híbrido à educação mundial.



“Há mais de 10 anos formamos em português e online brasileiros interessados em obter o diploma americano remotamente. Ao longo desse tempo pudemos experimentar diversas ferramentas digitais para aprimorar o processo metodológico e de aprendizagem. É muito bom observar que as escolas e universidades presenciais estão perdendo o antigo preconceito e aderindo às novas tecnologias para melhorar o ensino”, afirma Alfredo Freitas.

Educação Híbrida e Conectada Pesquisa recente com Dirigentes Municipais de Educação em todo Brasil, em mais de 4.472 municípios do país mostrou que 96% destes municípios (77% do total), já aplicam recursos do ensino remoto para ajudar na recomposição pedagógica do ensino durante a Pandemia. O ensino online salvou o ano letivo de 2020 e está ajudando a salvar o ano letivo de 2021. É o que acredita o especialista Alfredo Freitas. Para ele, o ensino via internet foi o responsável pela não perda do total do ano letivo durante a pandemia.

Educação Híbrida e Conectada

Pesquisa recente com Dirigentes Municipais de Educação em todo Brasil, em mais de 4.472 municípios do país mostrou que 96% destes municípios (77% do total), já aplicam recursos do ensino remoto para ajudar na recomposição pedagógica do ensino durante a Pandemia. O ensino online salvou o ano letivo de 2020 e está ajudando a salvar o ano letivo de 2021. É o que acredita o especialista Alfredo Freitas. Para ele, o ensino via internet foi o responsável pela não perda do total do ano letivo durante a pandemia.

“Recursos como videoaulas gravadas, plataformas online para interação, aulas online e ao vivo, além de outras ferramentas online estão ajudando as escolas e universidades brasileiras a manter a qualidade do ensino durante o período de pandemia quando não podíamos ter aulas presenciais. O ensino via internet é irreversível, inclusive por que já está se adaptando às salas de aula”, explica Freitas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PANDEMIA TORNA A ARQUITETURA MAIS ATENTA A PARCERIAS, ÁREAS PÚBLICAS E USOS COLETIVOS

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parcerias-público-privadas
Foto: Meireles Júnior

São muito bem-vindas parcerias público-privadas que consigam alavancar melhorias e otimizar o uso de espaços já existentes. É o caso de projetos de concessão de parques e áreas públicas, parte dos quais temos acompanhado de perto contribuindo com as propostas iniciais

A era dos starchitects, os arquitetos celebridades que visavam a realização de obras mirabolantes sem maiores preocupações com o entorno, perdeu seu já minguado sentido no mundo pós-pandêmico. A busca pela convivência, a coletividade e o pensamento integrado estão mais vivos do que nunca e se consolidam como parâmetros da nova arquitetura contemporânea. Seja pela necessidade de criar ações coordenadas de enfrentamento da COVID-19, pela vontade de superar a falta do outro imposta pelo isolamento social ou pela urgência de articular respostas aos problemas sociais e econômicos, é preciso praticar novos olhares para produzir espaços mais condizentes com o atual momento.

A valorização dos espaços públicos é, sem dúvida, o principal ponto de partida. As pessoas estão sedentas de contato com a natureza e precisam de locais abertos para se encontrarem em segurança. Soma-se a isso a percepção de que, sem essas pausas e de uma sensação de pertencimento ao mundo natural, fica mais difícil conquistar qualidade de vida e combater os sintomas de ansiedade e depressão que se difundem globalmente.



Por isso são muito bem-vindas parcerias público-privadas que consigam alavancar melhorias e otimizar o uso de espaços já existentes. É o caso de projetos de concessão de parques e áreas públicas, parte dos quais temos acompanhado de perto contribuindo com as propostas iniciais. É o caso do Parque Estadual da Cantareira e Parque Alberto Löfgren, na Zona Norte da capital paulista, e do Zoológico e Jardim Botânico de São Paulo, na Zona Sul, ambos realizados em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), nos quais o objetivo foi aliar os aspectos ambientais aos sociais, proporcionando novas possibilidades de renda para a comunidade do entorno e a consolidação de pequenos negócios. Há ainda a concessão do Núcleo Caminhos do Mar, localizado no Parque Serra do Mar, que inclui 274 hectares de Mata Atlântica e monumentos históricos do início do século XX, compondo um patrimônio natural e histórico-cultural.

A respeito de preservação do patrimônio, há um projeto recém-finalizado na capital maranhense, fruto do financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do comprometimento da prefeitura de São Luís. Tal parceria obteve grandes ganhos sociais oriundos do engajamento da população, incluída desde as concepções iniciais sobre o que deveria ser feito. Revitalizamos o centro histórico a partir de três pontos do território: Praça da Saudade, Praça da Misericórdia e do Terminal Rodoviário da Avenida Vitorino Freire. Em um processo participativo, a população expressou sua visão e contribuiu com a coleta de informações e sugestões por meio da realização de oficinas. Equipes de assistentes sociais cadastraram empreendedores, que também participaram das escutas. Somente no entorno do Terminal Rodoviário, mais de 150 pequenos comerciantes foram diretamente beneficiados pelo projeto.

Na Praça da Misericórdia, a revitalização se mostrou tão bem-sucedida que motivou a requalificação dos imóveis vizinhos. Por iniciativa dos proprietários, eles receberam melhorias e pintura em consonância com a nova fase local, comprovando a tese de que as intervenções urbanas são uma poderosa ferramenta de transformação social. Em vários outros projetos temos visto como o ecoturismo, o fomento aos empreendedores locais e o fortalecimento de elos sociais podem ampliar as alternativas para comunidades penalizadas pela pandemia e apontar um futuro mais sustentável e equilibrado.

A arquitetura nunca foi tão demandada para exercer um papel articulador, colocando questões em perspectiva para conciliar preocupações sociais e ambientais, desenvolvimento econômico e valorização do patrimônio, qualidade de vida e vivência coletiva. É hora de exercermos esse saber e assim atingir todo o potencial de transformação que o mundo pós-covid nos coloca.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

TECNOLOGIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AJUDAM NA MOBILIDADE URBANA E NA SEGURANÇA DAS CIDADES

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Fotografica de homem com celular ao lado de ônibus relacionando a mobilidade e universidades

Desafogar o trânsito, com eficiência no transporte de cargas e de pessoas, incluindo menores custos e maior segurança para a população. Estes são alguns dos desafios dos gestores públicos na área de mobilidade para as próximas décadas.
A tecnologia e o uso de inteligência artificial que preveem a dimensão de fluxos de deslocamento estão contribuindo para a melhoria do trânsito em vias e rodovias de muitos estados e capitais do país.

Isso porque além de sistemas de pesagem que ajudam, por exemplo, a desviar o fluxo de veículos de grande porte para vias alternativas, existem equipamentos que conseguem emitir informações relevantes. É o caso dos que controlam velocidade. Os radares atuais são dotados de softwares que também conseguem emitir dados referentes à quantidade de pessoas que se deslocam de uma origem a um destino, de acordo com o horário, modo de transporte utilizado, (matriz origem-destino), velocidade média, tempo médio de percurso, entre outros.


O especialista em mobilidade, Guilherme Araújo, avalia que a mobilidade urbana é um grande desafio para governantes de todo o mundo, mas a revolução tecnológica pode ser a chave para uma transformação.”Mobilidade no trânsito diz respeito à qualidade de acesso das pessoas a seus locais de interesse, ou seja, a capacidade de deslocamento das pessoas, veículos e cargas no ambiente público urbano. Isso envolve questões como arquitetura e engenharia urbana de tráfego, transportes públicos, a acessibilidade urbana e os hábitos de locomoção dos cidadãos. O monitoramento auxilia as administrações de trânsito municipais e estaduais no planejamento urbano”, afirma Guilherme.

Como exemplo ele cita um recente levantamento feito a partir do cruzamento de informações obtidas por equipamentos de alta tecnologia instalados em quatro estados brasileiros. O estudo apontou um aumento médio de cerca de 69% no número de infrações de trânsito por excesso de velocidade, em vias e rodovias monitoradas por radares, entre os meses de maio a outubro de 2020, se comparados com o mesmo período de 2019, antes do início da pandemia.
Para ele, os dados são importantes para a gestão do trânsito nas cidades e nos estados. “Medir é uma forma de gerenciar e possibilitar a tomada de decisões de forma assertiva”, completa.GESTÃO – Na data em que se comemora o Dia Nacional do Trânsito – 25 de setembro – o uso de tecnologia para a gestão da mobilidade urbana das cidades tem sido apontado como uma estratégia fundamental por gestores e especialistas.
Um bom exemplo é Salvador, que com o uso de tecnologia de monitoramento conseguiu reduzir em 50% o número de mortes no trânsito nos últimos dez anos, saindo de 260 mortes ao ano para 130 mortes por ano.O diretor de Trânsito da Transalvador, Marcelo Correa, explica que o uso de sistemas e informações obtidas em equipamentos tecnológicos são essenciais para os resultados positivos que vêm sendo obtidos nos últimos anos para o monitoramento de veículos e pedestres, do trânsito, da capacidade dos transportes públicos, do sistema viário e da própria segurança pública.”No caso de Salvador as tecnologias controlam os principais corredores de tráfego monitorando os gargalos com eficiência e em tempo real, fiscalizam os avanços de velocidade – o que é fundamental para estimular as leis de trânsito – contribuem para o direito de passagem, diminuindo o tempo de deslocamento dos cidadãos e ainda ajudam a contribuir com o meio ambiente já que com planejamento reduzimos o fluxo da frota em um mesmo horário e consequentemente a emissão de gases na atmosfera”, afirmou Marcelo.

Outra vantagem que ele aponta no uso de tecnologias foi para o planejamento de eventos, como é o caso do carnaval de Salvador, que reúne 3 milhões de pessoas em um curto período de tempo.

“Seria impossível gerenciar o deslocamento destas pessoas, impor restrições a determinados tipos de veículos em determinadas áreas da cidade sem o uso de tecnologia. Com apoio tecnológico estamos enfrentando desafios e auxiliando os gestores com semáforos inteligentes, redes de monitoramento das principais áreas”, completou Marcelo.

Algumas ferramentas de apoio à mobilidade urbana:

Radares, que são equipamentos montados em estruturas fixas na via ou portáteis. Baseados nas tecnologias de laço indutivo, doopler (ultrassom), laço virtual (cálculo sobre imagem) ou laser, são capazes de capturar informações quanto à presença e tempo de passagem dos veículos, permitindo deste modo, registrar informações estatísticas e as infrações de trânsito. Entre elas, veículos acima da velocidade permitida, parada sobre faixa de pedestres, avanço de semáforo no vermelho, fluxo em contramão e conversão proibida.

Lombadas eletrônicas ou equipamentos que capturam a velocidade de passagem dos veículos na via e a apresentam aos condutores por meio de uma estrutura fixa com um painel digital comumente afixada nas laterais das vias de tráfego. Esses equipamentos também registram infrações quando associados a radares.

Contadores de fluxo permitem com ou sem intervenção física na via, fazer a contagem e por vezes classificação (veículo de passeio, veículo médio, veículo pesado) do fluxo viário. Esses equipamentos são ferramentas importantes para a gestão do tráfego urbano, permitindo que os gestores, entendam a sazonalidade e intensidade do fluxo viário.
Câmeras de monitoramento possuem alta definição e a possibilidade de integração em uma central, permitindo a ampla cobertura visual das vias de maior fluxo da malha viária urbana em tempo real, a identificação de congestionamentos e acidentes de trânsito.

Leitura Automática de Placas (LAP): Também conhecida como tecnologia OCR (Optical Character Recognizer) é um software que integrado a uma câmera digital e a uma base de dados com informações de veículos, captura e identifica automaticamente a placa dos veículos, possibilitando a busca de dados do veículo e também medidas de segurança.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FÓRUM DE SANEAMENTO E RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA ACONTECERÁ EM OUTUBRO

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Fórum de Saneamento e Recuperação Energética será online e gratuito, chancelado pela IFAT, feira líder mundial de tecnologias ambientais, contará com especialistas nacionais e internacionais do setor

Fórum de Saneamento e Recuperação Energética, que acontecerá no dia 14 de outubro, será um encontro virtual e gratuito, que irá debater os novos desafios da indústria brasileira de saneamento. O evento, realizado pela Messe Muenchen do Brasil em parceria com a ABREN – Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos, apresentará debates, entrevista e painéis com especialistas nacionais e internacionais, que vão discutir sobre a regionalização do Novo Marco do Saneamento e o desenvolvimento do mercado de recuperação energética de resíduos no Brasil.

Destinado a empresas de engenharia e do mercado de recuperação energética, construtoras, instituições financeiras e outros profissionais do setor que estão à frente dos novos desafios apresentados pelo Novo Marco do Saneamento, além das companhias públicas e privadas de saneamento, cidades e blocos regionais, institutos e universidades, associações e órgãos públicos, o evento tem por objetivo conectar os elos e debater a soluções para regionalização e desenvolvimento do setor no país.


De acordo com Rolf Pickert, diretor geral da Messe Muenchen do Brasil, “Nosso objetivo como organizadores do Fórum de Saneamento e Recuperação Energética é promover a conexão do setor por meio do debate da regionalização do Novo Marco do Saneamento, disseminando as melhores práticas, cases de sucesso, estratégias e oportunidades, para que os setores envolvidos alcancem resultados positivos nos próximos anos tendo como destaque as pequenas cidades e blocos regionais”.

Promover a conexão

Dividido em dois blocos e com tradução simultânea em português e inglês, os profissionais poderão acompanhar painéis com participação de especialistas da esfera pública e do setor privado, sobre possíveis arranjos, prós e contras de cada possibilidade, bem como preparação institucional, jurídica e operacional para alavancar o saneamento. Ainda, serão debatidas as oportunidades que o mercado de Recuperação Energética de Resíduos poderá explorar, uma vez que o marco regulatório viabilizou a criação de diferentes modelos de concessões e PPPs.

No período da manhã, o evento irá promover debates como modelagem de projetos de saneamento para pequenas cidades e os desafios da regulação na regionalização. Já no período da tarde, os profissionais vão acompanhar painéis sobre novas oportunidades para recuperação energética em concessões de gestão de resíduos sólidos e cases de sucesso e experiências internacionais em recuperação energética.

Segundo o Presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke, o evento traz para discussão uma nova etapa de investimentos no País, além de ter a chancela da maior feira de saneamento do mundo, a IFAT. “Com um mercado potencial de investimentos de R$ 700 bilhões de reais em saneamento, incluindo a recuperação energética de resíduos, daremos um passo importante para a exposição de conteúdo e networking com empresas de renomada expertise nesse setor, o que irá contribuir significativamente para a mudança da cultura brasileira com relação ao saneamento e a economia circular”, explica Yuri Schmitke.

Ainda de acordo com o vice-presidente da ABREN, Rubens Aebi, o apoio de um evento de tal porte a um fórum no Brasil, “demonstra não apenas o potencial do setor, mas também que o país está preparado para desenvolver e receber empresas nacionais e internacionais do seguimento para a retomada da economia e melhora na qualidade de vida dos brasileiros. Além disso, serve de referência para expandir o evento os investimentos para toda a América Latina”.

As inscrições são gratuitas e já estão disponíveis no Linkedin do evento. Para saber mais acesso https://www.linkedin.com/company/fsare

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HUAWEI DISCURSA SOBRE IMPACTO POSITIVO DO 5G NO PAINEL TELEBRASIL 2021

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Fotografia de estande huawei na digital day
Foto: Divulgação/Huawei

No primeiro dia do principal evento de telecomunicações do país, executivos da empresa participam de keynote, painel e webinar

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), terá representantes em três momentos do primeiro dia do Painel Telebrasil 2021, o principal encontro digital sobre conectividade e inovação do país. Ao longo do dia 14 de setembro, o CEO da Huawei, Sun Baocheng, participa de um keynote setorial e do primeira mesa do Painel Telebrasil 2021. Já o Diretor de Relações Públicas e Governamentais da empresa, Bruno Zitnick, irá representar a empresa em um webinar com outros especialistas de telecom.

Logo após o discurso de abertura proferido pelo ministro das Comunicações, Fabio Faria; e pelos presidentes da Anatel e da Conexis, Leonardo Euler e Pietro Labiola, o CEO Sun Baocheng inicia seu keynote setorial, às 10h45. Na sequência, às 11h15, ele também participa do painel de abertura do evento, que vai discutir “O impacto e as transformações do 5G”, juntamente com representantes do Ministério das Comunicações, da Anatel e das empresas Vivo e Advisia.



Segundo Baocheng, o Painel Telebrasil é um ponto de convergência das ideias mais influentes em telecomunicações no Brasil. “O evento é uma ótima oportunidade de divulgação e troca de experiências, práticas e conhecimento que ajudam na constante expansão digital do Brasil. É uma honra para a Huawei fazer parte ativa dessa programação, já que há 23 anos somos parceiros da transformação digital nacional”, disse o CEO.

Ainda no dia 14, a partir das 16h, o diretor da Huawei Bruno Zitnick vai falar sobre as necessidades de capacitação e aperfeiçoamento profissional diante das novas realidades tecnológicas no webinar “O mundo do trabalho e novas tecnologias”. Também participam das apresentações sobre esse tema representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), da Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Junior) e da operadora Claro.

Em sua apresentação, Zitnick vai falar sobre o ecossistema de formação de talentos da Huawei Brasil como uma das soluções que vem influenciando positivamente o mercado. “As nossas iniciativas em treinamento e capacitação vão desde parcerias com mais de 80 instituições de ensino pelo país à construção de laboratórios, passando por investimentos constantes em pesquisa e desenvolvimento local. As nossas melhores tecnologias só existem porque pessoas receberam a formação necessária para criá-las, o Brasil e o mundo só têm a ganhar com o acesso cada vez maior a uma formação de qualidade”, detalha.

O Painel Telebrasil 2021 acontece ao longo dos dias 14, 21 e 28 de setembro, com conteúdos inéditos distribuídos em seis painéis principais, doze webinars e três talkshows. Mais de 150 palestrantes vão discutir assuntos como impactos do 5G, agenda digital para a década e conectividade transformando serviços, agronegócio, produção e sustentabilidade. O evento é online e gratuito e é promovido pela Conexis Brasil Digital, que reúne empresas de telecomunicações e de conectividade, que são a plataforma da economia digital, da sustentabilidade e da conexão de todos os brasileiros.

Serviço
Evento: Painel Telebrasil 2021
Data: dias 14, 21 e 28 de setembro de 2021
Horário: a partir das 9h
Inscrições gratuitas e programação completa: paineltelebrasil.org.br

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PESQUISA MOSTRA CRESCIMENTO DE MAIS DE 300% NA CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ÁREA DA TIC EM 2021

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Connected Smart Cities & Mobility Nacional apresenta novidades em cibersegurança

Apesar do aumento, empresas do setor indicam em pesquisa dificuldades em encontrar profissionais qualificados no mercado

A demanda por profissionais na área da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) continua em alta no Brasil. Nos quatro primeiros meses de 2021, o setor gerou 69.048 postos de trabalho, um crescimento superior a 300% se comparado ao ano de 2020, quando foram gerados 59.153 postos de trabalho na área. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Brasscom, associação que representa as Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Apesar do ritmo acelerado de contratações, as empresas do setor relatam dificuldades em encontrar profissionais especializados no mercado. A mesma pesquisa realizada pela Brasscom divulgou que existe um déficit de 25% em profissionais que trabalham com a Internet das Coisas, 11% em Segurança, 10% em Big Data, 6% em Nuvem e 2% em Inteligência Artificial. Completam a lista profissionais administrativos (19%), de nível técnico (14%), e em outras tecnologias (13%). Ainda segundo a pesquisa, até o ano de 2024, o setor pretende contratar 424 mil profissionais, seguindo uma perspectiva de contratação anual de 70 mil pessoas.



O diretor da Faculdade Anhanguera de Osasco, Alexey Carvalho, revela que, com o incentivo tributário municipal, Osasco se tornou, ao longo dos últimos anos, um dos principais polos de tecnologia com a presença de empresas gigantes da área da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na cidade. “Com o desenvolvimento osasquense no setor tecnológico, entendemos o nosso papel de promotores da educação e de formação pessoal competente para exercer as mais variadas funções necessárias para as empresas que se encontram na cidade em busca de profissionais qualificados”, destaca.

Como esta área vem crescendo por ser muito dinâmica, a tendência para os próximos anos é que demanda aumente, o que exigirá mais qualificação dos candidatos interessados na profissão. “Atenta a este cenário, a Anhanguera oferece a Academia Tech , desenvolvida a partir de estudos com grandes empresas do ramo de Tecnologia, com 19 cursos em áreas com alta demanda de mão de obra qualificada para os próximos anos. A oferta traz o que há de mais moderno no mercado para desenvolver habilidades compatíveis com o perfil do profissional do futuro, formando profissionais competentes e atualizados”, explica.

Além de ser uma área que contrata muito, a remuneração é maior do que de outros setores. Enquanto a média nacional de salários é de R﹩ 1.945, a remuneração média do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação é de R﹩ 4.792. Em serviços de alto valor agregado e software, ela chega a ser quase três vezes maior que a média nacional, chegando à quantia de R﹩ 5.628 mensais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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POR QUE A INTEGRAÇÃO DE DADOS AINDA É UM DESAFIO PARA A GOVERNANÇA DIGITAL NAS CIDADES?

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Governança Inteligente é o Caminho para Cidades Mais Sustentáveis e Conectadas
Foto: banco de imagens/istockphoto

É possível perceber que uma dor frequente dos gestores é a falta de visibilidade de dados, que devido a não serem cruzados entre as diversas áreas da administração pública não proporcionam uma fotografia completa da situação do município

Embora haja uma crescente envolvendo o surgimento de GovTechs, startups de base tecnológica que visam o desenvolvimento de soluções para o governo, gestores públicos de diversas cidades ainda enfrentam desafios para integrar as soluções a fim de obter resultados assertivos no tratamento das informações necessárias para a tomada de decisão. 

Enquanto cidades maiores, com população superior a 500 mil habitantes, normalmente possuem setores mais estruturados de informática e desenvolvem alguns sistemas internamente, a contratação de soluções modulares de TI é comum para muitas cidades e têm gerado problemas com relação à integração dos dados. 



Os motivos que implicam neste desafio são abrangentes e englobam desde o tipo de tecnologia utilizado nos sistemas legados e a conversão de dados realizados ao longo dos anos, até aspectos contratuais e políticos, como prazos de renovação e a contratação de soluções por unidades de forma descentralizada. 

O uso de APIs (Application Programming Interface) e plataformas de integração, bem como a disponibilização de soluções de TI como um serviço (SaaS), já são tendências no mercado privado há algum tempo e começam a ser incorporados gradualmente na esfera pública. Tecnicamente, apesar de as APIs representarem facilidades na conexão entre as aplicações e serem a solução viável para a integração entre diferentes soluções, o mercado de ERPs governamentais desenvolvidos por fornecedores terceiros ainda é regional e contempla certas complexidades quanto ao acesso à estrutura dos bancos de dados e à qualidade das informações disponíveis, aspectos fundamentais para o sucesso do resultado de integração entre as aplicações.

Outro fator que pode representar entraves para a integração é o processo de compra das soluções, uma vez que as secretarias utilizam soluções independentes, com prazos contratuais e tecnologias distintas entre si. Visando a otimização dos recursos públicos, o gestor se depara com decisões complexas na escolha das melhores soluções para cada setor. Se por um lado temos uma variedade de EdTechs e HealthTechs, cujas funcionalidades são robustas e específicas, adentrando os governos, como integrar estes dados com os sistemas da gestão administrativa? E quanto aos aspectos regulatórios, como garantir a confiabilidade e segurança na troca de informações entre as aplicações?

No âmbito da governança digital, é possível perceber que uma dor frequente dos gestores é a falta de visibilidade de dados, que devido a não serem cruzados entre as diversas áreas da administração pública não proporcionam uma fotografia completa da situação do município. O gestor deseja saber quem é o cidadão da sua cidade, que além de contribuinte acessa os serviços públicos municipais, podendo ser paciente da rede pública de saúde ou pai de um aluno na escola municipal. Esse extrato do cidadão possui grande valor para os gestores públicos municipais constituindo uma ferramenta importante no desenvolvimento de políticas públicas mais eficazes.

A articulação de um projeto que englobe a integração como pilar para a extração das informações estratégicas constitui um arranjo complexo e sensível, porém essencial para o êxito do Governo Digital. Haja visto que o governo federal tem investido intensamente nesta agenda, e, considerando as mudanças envolvendo a legislação, inclusive com a Lei do Governo Digital sancionada recentemente, as cidades passam a ter mais segurança e condições para a adoção de processos digitais e mais abertura na aquisição das soluções.

Apesar de os avanços tecnológicos contribuírem para o desenvolvimento desta pauta, a esfera pública, especialmente as cidades com menos recursos, iniciam morosamente seu progresso rumo a uma gestão informatizada e integrada. A evolução do mercado tecnológico, bem como a aceleração da digitalização nos municípios, motivada em partes pela pandemia, abriram novas oportunidades no que se refere à atualização de sistemas, processos e modernizações dos órgãos públicos. Ainda que a escolha de soluções seja um processo dificultoso e cheio de detalhes, o gestor público deve considerar que a integração de dados é fundamental para uma gestão eficiente e para as cidades inteligentes, conectadas e sustentáveis. 

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