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QUAL É O CUSTO DA FALTA DE ACESSO AO TRANSPORTE?

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Mapeamento do uso e abertura de dados para a gestão do transporte público coletivo nos municípios brasileiros
Foto: banco de imagens/unplash

O potencial para converter usuários de automóveis existe, especialmente se as soluções forem responsivas, eficientes, seguras, ecologicamente corretas e agnósticas. A solução de mobilidade integrada deve ser modular e, naturalmente, adaptada para atender às distintas necessidades, podendo expandir-se no ritmo que o operador desejar

As agências de transporte público enfrentam uma crise sem precedentes: o número de passageiros caiu, os orçamentos diminuíram e as melhorias foram suspensas quando a mobilidade parou. Apesar dos desafios, essa desaceleração pode ser uma oportunidade de rever eficiência de rota, cobertura, equidade e outros fatores importantes. Sendo que soluções de micro trânsito integradas por demanda precisam entrar na agenda.

Há evidências de que o momento é agora. Por um lado, a ampla utilização de smartphones, a distante possibilidade da posse de um carro e novas dinâmicas de horário de trabalho flexível. Por outro, altos custos de transporte, baixa qualidade e falta de serviço em áreas suburbanas forçam os municípios a buscarem suas soluções.



Serviços de ônibus públicos, ônibus escolares e de transporte para pessoas com necessidades especiais têm o maior potencial de conversão para on-demand, incluindo o potencial de substituição de linhas fixas e captação de clientes que estão fora do sistema de transporte público. Sobre este último ponto, o Brasil já tem um grande exemplo. Em Goiânia, a primeira cidade a lançar um serviço público de ônibus sob demanda na América Latina, 85% dos clientes do CityBus 2.0 vieram do transporte individual.

O transporte público implora por inovações

O potencial para converter usuários de automóveis existe, especialmente se as soluções forem responsivas, eficientes, seguras, ecologicamente corretas e agnósticas. A solução de mobilidade integrada deve ser modular e, naturalmente, adaptada para atender às distintas necessidades, podendo expandir-se no ritmo que o operador desejar.

A mobilidade responsiva por demanda pode ser aplicada a fim de consolidar as operações existentes (ou seja, uma cidade mantém um serviço especial para o cidadão com mobilidade reduzida e um serviço de micro trânsito e deseja fazer a transição para uma única plataforma tecnológica para visibilidade combinada e sobrecarga reduzida) ou lançar novos modos (ou seja, uma cidade deseja iniciar um novo serviço que seja capaz de se integrar com as rotas fixas existentes). Embora os objetivos possam ser ligeiramente distintos, a solução tecnológica é a mesma.

É sempre fácil encontrar um motivo para não adicionar tecnologia à infraestrutura existente, mas quando se trata de transporte público do século 21, o status quo simplesmente não está funcionando. Embora o transporte tradicional de rota fixa desempenhe um papel essencial, muitos cidadãos não moram ou trabalham próximos do terminal de ônibus ou trem. Como resultado, aqueles que não podem ter carro – especialmente indivíduos em áreas remotas – enfrentam imensa dificuldade de acesso à saúde, empregos, recursos comunitários e conexões sociais.

As redes integradas que incluem micro-trânsito têm uma chance muito maior de atrair pessoas que geralmente optam por veículos individuais, levando-as também para ônibus e trens. Esses indivíduos podem se sentir atraídos pelas semelhanças funcionais com os serviços privados de transporte com os quais já estão habituados. E quando o aplicativo que usam para reservar sua viagem de micro trânsito também exibe uma opção de rota fixa disponível, esses passageiros que antes eram avessos ao serviço de ônibus são automaticamente expostos e portanto, mais propensos a testar as  formas mais tradicionais de transporte público.

Em redes sob demanda implementadas de forma inteligente, as comunidades podem obter amplos benefícios que compensem o investimento em muitas vezes. Os líderes responsáveis pelo transporte público devem se perguntar: qual é o verdadeiro custo de não fornecer transporte suficiente e adequado em minha comunidade?

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

GOVERNO DE SÃO PAULO ABRE PRIMEIRA EDIÇÃO DO RETOMASP EM CAMPINAS

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Secretário Henrique Meirelles pontua crescimento positivo de São Paulo em auditório com 400 empresários e investidores

O secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles, abriu a programação da primeira edição do RetomaSP, evento com muita informação e serviços para quem empreende ou quer empreender, falando sobre como São Paulo tem superado a pandemia e fez a economia continuar crescendo. O governador João Doria e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen, também participaram do evento.

“São Paulo cresceu acima da média mundial. A mensagem que vai além dos números é que o estado decidiu proteger vidas, porque proteger a vida é a maneira de estimular a economia”, pontuou Meirelles. “Como pilar da retomada, temos os investimentos públicos além dos privados: são R$ 47,5 bilhões feitos pelo Governo de São Paulo. Vocês vão sentir isso, um ritmo intenso de obras, um marco na administração pública”, completou.

Realizado em Campinas, o RetomaSP foi organizado pela InvestSP, agência estadual de promoção de investimentos e competitividade, e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, em parceria com a Prefeitura de Campinas e a Associação Comercial e Industrial do município.

O roadshow, no Expo Dom Pedro, reuniu cerca de 400 empresários, investidores e gestores para apresentação de serviços e parcerias do Governo do Estado nas áreas de crédito, inovação, pesquisa, fomento, qualificação, internacionalização e geração de oportunidades nos setores de comércio, indústria, turismo e agronegócio regional.

As ações do RetomaSP integram um extenso pacote de políticas e serviços público em um cenário de retomada de atividades econômicas. O objetivo é garantir apoio do setor público e organizações privadas a profissionais prejudicados pelos graves impactos da pandemia.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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COORDENADO PELO NIC.BR E CIEB, GUIA OFERECE O PASSO A PASSO DE COMO LEVAR INTERNET A ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS

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Junto com a iniciativa inédita, lançada na última quinta-feira, foi apresentada nova funcionalidade do Mapa da Conectividade na Educação

Para apoiar gestores educacionais no planejamento e implantação de conectividade em escolas públicas brasileiras, foi lançado na última quinta-feira (16 de setembro) o Guia de Conectividade na Educação – Passo a passo para a conectividade das escolas públicas brasileiras . A publicação oferece, de maneira simplificada, orientações sobre parâmetros de infraestrutura, distribuição de equipamentos e sinal, alternativas de financiamento e modelos de contratação. É de autoria do Grupo Interinstitucional de Conectividade na Educação (GICE), formado por mais de 20 de instituições entre órgãos governamentais, operadoras, provedores regionais, empresas de tecnologia, associações e organizações do terceiro setor.

No documento, que tem a coordenação técnica do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e do Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), há sugestões de ferramentas, fontes de consulta, indicadores de referência, além de uma fórmula para calcular a conectividade necessária para cada escola. “O guia está alicerçado em quatro passos: diagnosticar, planejar, contratar e monitorar”, resume Paulo Kuester Neto, analista de projetos do NIC.br.



Primeiramente, a publicação traz dicas de como avaliar e identificar a qualidade da conexão na instituição de ensino, sua cobertura, recursos disponíveis e tecnologias existentes. Na sequência, o guia orienta sobre a criação de um plano de conectividade para as escolas, definindo os ambientes internos que serão conectados, os parâmetros de velocidade de Internet, a distribuição de sinal e os objetos de contratação.

Na terceira etapa, os gestores são orientados a criar, com base na análise das formas e dos modelos de contratação aliada à identificação das fontes de recursos e políticas de financiamento, uma estratégia de aquisição de conectividade. A última parte do planejamento traz sugestões de como estabelecer indicadores de desempenho a serem monitorados para assegurar o funcionamento e o impacto da solução contratada, bem como o gerenciamento da rede, dos dispositivos e dos riscos para garantir o uso responsável e seguro da Internet na escola.

“Listamos dentro do documento, inclusive, outras iniciativas do NIC.br, como a Cartilha de Segurança do CERT.br e o Projeto Cidadão na Rede , para ajudar a desenvolver ações educativas que promovam o uso sustentável da rede, assim como promover o uso mais seguro da Internet pelos educadores e alunos de cada escola”, complementa Kuester.

Apoio inédito ao setor público educacional

O Guia de Conectividade na Educação preenche uma lacuna no setor público educacional, pois os parâmetros e orientações apresentados ou não estavam disponíveis ou estavam publicados em diferentes fontes, dificultando o seu acesso.

“Gestoras e gestores públicos educacionais contam agora com um passo a passo pormenorizado e didático para planejar e viabilizar a implementação de políticas de conectividade em suas escolas e redes públicas de ensino – necessidade que se tornou mais urgente diante do contexto atual de pandemia, suspensão temporária das aulas presenciais e a crescente demanda de ensino híbrido”, declara Thalles Gomes, coordenador Jurídico e de parcerias públicas do CIEB. “Acesso à Internet, além de essencial para o exercício de direitos sociais básicos, é condição necessária para oferta de educação pública de qualidade”, afirma.

Relatórios sumarizados

O guia não foi a única novidade apresentada nesta quinta-feira. O Mapa da Conectividade na Educação , lançado em março deste ano, ganhou mais uma funcionalidade para ajudar os gestores na tomada de decisões. A ferramenta on-line, que reúne bases de dados de diversos órgãos e entidades para oferecer um diagnóstico da conectividade nas escolas públicas brasileiras, agora permite a extração de relatórios sumarizados de cada rede de ensino municipal e estadual do País.

Em um único lugar é possível encontrar uma visão geral da rede pesquisada (estudantes atendidos, número de escolas, porcentagem daquelas que estão nas áreas urbanas e rurais), o número de instituições que têm ou não Internet (com listas daquelas que não dispõe do recurso), as fontes de financiamento de conectividade, a qualidade da conexão (velocidade de download, download por aluno e comparação com o entorno), além das principais empresas ou instituições que atuam no provimento de acesso às escolas pertencentes à rede de ensino.

“A ferramenta já oferecia um panorama da conectividade nas mais de 140 mil escolas da rede pública de ensino brasileira, com dados detalhados de cerca de 45 mil dessas instituições, onde há medidores do SIMET (Sistema de Medição de Tráfego Internet do NIC.br) instalados. Ao sintetizar todas as informações e disponibilizá-las em um único lugar, buscamos facilitar ainda mais a leitura dos indicadores por parte dos gestores”, afirma Milton Kashiwakura, diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento da entidade.

“Conduzimos essas e outras ações na área da educação, sempre visando a contribuir, com os dados coletados por nossos medidores e pesquisas, para a construção de projetos e políticas públicas, que promovam cada vez mais a inclusão digital de educadores e alunos brasileiros”, complementa Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br.

Tanto o Guia quanto o Mapa também são ações do Conectividade na Educação, projeto coordenado pelo NIC.br e pelo CIEB desde 2020 com o objetivo de reunir dados e referenciais técnicos para apoiar a formulação de políticas públicas e de conectividade.

“O projeto Conectividade na Educação foi criado há exatamente um ano. Ou seja, em 12 meses conseguimos articular diversas organizações para construir modelos de infraestrutura, de distribuição do sinal, de formas de contratação de Internet para apoiar gestores e gestoras, e ainda viabilizar um retrato claro da situação de conectividade das escolas públicas”, ressalta Lúcia Dellagnelo, diretora-presidente do CIEB.

“A conectividade em escolas públicas ainda apresenta deficiências importantes, tanto em relação à cobertura de sinal, quanto à qualidade para o uso pedagógico por docentes e estudantes. Não estamos usando a tecnologia como uma alavanca para a educação brasileira, ao contrário do que muitos países fazem, mas graças às contribuições do GICE temos a oportunidade de mudar esse quadro”, acrescenta.

Acesse https://conectividadenaeducacao.nic.br/ para conferir todas as funcionalidades do Mapa. O “Guia de Conectividade na Educação – Passo a passo para a conectividade das escolas públicas brasileiras” está disponível em https://nic.br/publicacao/guia-de-conectividade-na-educacao/.

Já para rever o lançamento on-line do Guia e a divulgação da nova funcionalidade do Mapa da Conectividade na Educação, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=iPtJMOGxiW8 .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PARAUAPEBAS REPRESENTA REGIÃO NORTE DO PAÍS E APLICA CONHECIMENTO ADQUIRIDO NO CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY

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Foto: João Marcos Rosa

Secretaria Especial de Governo lança Programa Municipal de Investimentos com base no contexto de cidades inteligentes

Parauapebas, a única cidade do Norte com, aproximadamente, 250 mil habitantes, esteve presente, com uma comitiva de 15 pessoas, no Connected Smart Cities & Mobility 2021. O objetivo da SEGOV – Secretaria Especial de Governo foi se apropriar de conhecimento e estratégias para lançar o PMI – Programa Municipal de Investimentos na cidade. O PMI foi lançado na última quarta-feira, 15, destacando um conjunto de obras e ações que vai injetar R$ 1 bilhão na economia de Parauapebas nos próximos quatro anos.

De acordo com a Secretaria, serão gerados cerca de dois mil novos empregos diretos com a construção de mais de 40 obras nas zonas urbana e rural. Cleverland Carvalho, coordenador de projetos especiais e de captação de recursos da PROSAP, disse que o aporte de recursos do PMI será investido em diversas obras. “PMI são obras estruturantes, equipamentos públicos e de infraestrutura urbana, que vão compor o tecido urbano a complementar as obras do PROSAP – Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas. Com a junção dos dois, vamos ter um pacote de obras de investimento que esse município nunca viu em seus 33 anos de existência”, afirmou.



 

Parauapebas está se programando para ser uma cidade inteligente, se tornando referência em toda a região norte e nordeste. Por isso, uma equipe da Prefeitura participou do Connected Smart Cities & Mobility, nos dias 01 e 02 deste mês, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, sendo o único município do norte presente. O evento reuniu diversos especialistas sobre o tema, que falaram sobre as melhores práticas, inovações, ferramentas e experiências no Brasil e no mundo.

Emanuel Rodrigues, Diretor do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação da Segov, comentou que “o objetivo da Segov é aplicar várias camadas de tecnologia em todos os âmbitos da Prefeitura, fazendo com que os gestores tenham todos os dados e ferramentas necessários para tomar as melhores decisões e implementarem as melhores políticas públicas”.

Segundo o Secretário Especial de Governo, Keniston Braga, Parauapebas vive hoje o seu melhor momento, como consequência do trabalho e da organização dos últimos quatro anos. “A ideia de criar o PMI é para que se planeje melhor os investimentos que vão proporcionar ao município a elevação para um novo patamar, tornando a cidade um modelo na geração de emprego, de infraestrutura e de qualidade de vida”, comentou.

Keniston Braga voltou entusiasmado do Connected Smart Cities & Mobility, em São Paulo. O Secretário afirma estar confiante de que o projeto de Parauapebas está com bases sólidas e no rumo certo. “Vamos transformar Parauapebas em referência nacional. Esse é um caminho sem volta. Um legado positivo que vamos deixar para a atual e as futuras gerações. Trouxemos na bagagem uma experiência, ampliando conhecimento para transformar nossa cidade, cada vez mais, em uma cidade inteligente”, disse.

 

VW CAMINHÕES E ÔNIBUS E CBMM FECHAM PARCERIA INÉDITA PARA DESENVOLVIMENTO DE BATERIAS AUTOMOTIVAS COM NIÓBIO

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ônibus elétricos

A Volkswagen Caminhões e Ônibus, pioneira no desenvolvimento e produção seriada de caminhões elétricos na América Latina, e a CBMM, líder mundial na produção e comercialização de produtos de Nióbio, ingressam em nova parceria para incentivar a mobilidade elétrica. O acordo tem como objetivo o desenvolvimento e aplicação de baterias de recarga ultrarrápida para utilização em veículos elétricos concebidos pela montadora. O uso do nióbio com essa finalidade é inédito na indústria automotiva mundial.

“Há três anos acumulamos experiência na eletrificação e agora aplicaremos essa expertise para viabilizar uma nova tecnologia em baterias. Nosso centro de desenvolvimento de e-Mobility em Resende usará nossa patenteada arquitetura modular para veículos elétricos para expandir a plataforma, que iniciou no e-Delivery, e agora avança para novos modelos. Essa aliança com a CBMM será mais um importante elo rumo à mobilidade do futuro. Nosso objetivo é criar uma solução de recarga ultrarrápida, pioneira na América Latina”, avalia Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus.



O acordo com a CBMM é estratégico, pois a empresa está consolidada como uma referência mundial no desenvolvimento de novas tecnologias com Nióbio para baterias de íons de lítio, com potencial para provocar profundas transformações na indústria nos próximos anos. Já a Volkswagen Caminhões e Ônibus entrará com sua expertise para estabelecer o comportamento dessas baterias no veículo, com todos os parâmetros de segurança e qualidade para concretizar o desempenho esperado.

“Essa parceria mostra o que duas grandes empresas globais podem fazer quando trabalham juntas. A experiência da Volkswagen Caminhões e Ônibus na produção de veículos comerciais somada ao nosso conhecimento no desenvolvimento de tecnologias inovadoras com o Nióbio resultam em um importante passo em direção à transformação na forma como nos locomovemos, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável”, afirma Ricardo Lima, vice-presidente da CBMM.

O executivo da companhia ainda acrescenta: “a tecnologia que será empregada nas baterias é resultado de mais de três anos de pesquisa e desenvolvimento em parceria com a Toshiba, no Japão. Pela primeira vez estamos implementando esta solução, que devido ao uso do óxido de Nióbio no ânodo da bateria, permitirá uma operação de carregamento ultrarrápido, em menos de 10 minutos, maior durabilidade, vida útil e segurança. Este é, sem dúvida, um importante marco para a CBMM e para o Brasil”.

Para efetivar todos esses benefícios na aplicação, a Volkswagen Caminhões e Ônibus vai desenvolver os controles da operação da bateria com Nióbio no veículo. “Existem modais de transporte de passageiros, como o ônibus, que necessitam de carregamento rápido e essa nova tecnologia tem grande potencial para atender a essas demandas de uma forma eficiente”, avalia Roberto Cortes.

Além da interface e dos parâmetros da bateria, a montadora vai desenvolver e fabricar os veículos 100% elétricos que serão utilizados nesse projeto. Durante a fase de testes, a VWCO vai monitorar e adquirir os dados em tempo real, conduzindo os estudos da aplicação dos veículos. Também está sob sua responsabilidade a implantação da infraestrutura de recarga ultrarrápida e a preparação de toda a cadeia com treinamento de motoristas, orientações de segurança e suporte no desenvolvimento das carrocerias.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ANIVERSÁRIO DE 1 ANO DO CENTRO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: IBM, USP E FAPESP APRESENTAM AVANÇOS EM PESQUISAS

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tecnologia de gênero
Foto: Getty Images

Avanços contemplam as áreas de PLN, Saúde, Meio Ambiente, Agronegócio e Impacto Social na IA.

Mais de 50 artigos foram publicados em revistas científicas, conferências médicas e de IA; 17 empresas e instituições de diversos setores participam ativamente dos Comitês de Indústria e Sociedade; e foi criado um novo Comitê de Inclusão e Diversidade.

 

IBM, Universidade de São Paulo (USP) e FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) celebram este mês o marco de um ano desde o início dos trabalhos do Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial do Brasil (C4IA), com avanços em artigos acadêmicos e nas pesquisas de ponta em IA para a solução de temas de grande impacto social e econômico. Neste primeiro ano de atividades, o C4IA apresenta avanços importantes nas frentes de Processamento de Linguagem Natural (PLN), saúde e meio ambiente, com pesquisas relacionadas ao aprimoramento do PLN em português, trabalhos para a caracterização automática de acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e no desenvolvimento de uma base interativa e inteligente sobre a costa brasileira, conhecida como Amazônia Azul.

“Vivemos um momento global no qual precisamos implementar o pensamento científico em todas as camadas da sociedade. Iniciativas como a do C4AI, que aproxima entidades públicas, privadas, pesquisadores e estudantes, representa uma grande colaboração para o ecossistema de inovação e fomenta o trabalho colaborativo em pesquisas ligadas à Inteligência Artificial para, ao longo dos próximos anos, acelerar as descobertas e o progresso científico e impactar positivamente a vida de todos”, afirma Claudio Pinhanez, gerente de pesquisa em Inteligência Conversacional da IBM Research Brasil e vice-diretor do C4AI.



Aprendizado de máquina e representação de conhecimento com foco na Amazônia Azul

O Centro de IA tem trabalhado para construir um agente de conversação que domine o conhecimento existente sobre a Amazônia Azul, a vasta região do oceano Atlântico na costa brasileira, rica em biodiversidade e recursos energéticos. Dentro desta iniciativa, o Centro anuncia o Pirá, primeiro conjunto de dados de perguntas e respostas de grande porte em português e inglês. Ele contém mais de 160 mil pares de perguntas e respostas em inglês sobre a costa oceânica brasileira, criadas a partir de textos científicos e oito mil pares de perguntas em português criadas manualmente. A sua existência irá contribuir substancialmente para a evolução de tecnologias de conversação, incluindo as de assistentes virtuais no Brasil, e pretende responder às perguntas mais diversas sobre o ecossistema marinho.

Diagnóstico e recuperação de AVC para apoio a médicos

No projeto de pesquisa focado no modelamento de AVCs (Acidente Vascular Cerebral) com técnicas de IA, foi realizada uma coleta de dados de eletroencefalogramas (EEGs) com auxílio do Laboratório de Neuromodulação do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. A partir desses dados, foi desenvolvido um sistema inicial de classificação de AVC usando redes complexas, que utilizam técnicas de aprendizado de máquina e com dados multimodais. Foram também desenvolvidos um sistema para filtragem de dados usando IA e uma plataforma para manipulação, visualização e análise de EEGs. As aplicações de aprendizado de máquina na medicina, frequentemente, precisam lidar com conjuntos de dados heterogêneos e dinâmicos de grande escala, como textos, imagens e biomarcadores genéticos. A integração destas informações é essencial para tratar corretamente os problemas de saúde, permitindo que médicos e profissionais da área selecionem e entendam quais atributos são mais relevantes para a classificação de um AVC, fornecendo informações importantes para a tomada de decisões.

Processamento da língua natural em português

No grande desafio relacionado à língua portuguesa, o C4IA está disponibilizando três conjuntos de dados fundamentais para o avanço do processamento computacional do idioma. Estes conjuntos de dados contém textos de fontes diversas, minuciosamente anotados por estudantes de linguística, e gravações da língua portuguesa de diversas regiões do Brasil. Todo esse trabalho tem como objetivo produzir e coletar dados e ferramentas que permitam um alto nível de desempenho no Processamento de Linguagem Natural em português, assim como já existe para outros idiomas, e desenvolver soluções computacionais de suporte ao idioma, possibilitando a criação de aplicativos de última geração. As pesquisas estão concentradas tanto na modalidade escrita, quanto falada do português.

• Um deles é composto pelo maior conjunto de dados sintáticos disponível no Brasil, contendo textos de fontes diversas como notícias, tuites e comentários de consumidores. Os dados seguem todas as normas de controle de privacidade da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e foram minuciosamente anotados, frase a frase, por uma equipe de dezenas de estudantes de linguística da USP.

• CORAA contém mais de 260 horas de gravações da língua portuguesa, de diversas regiões do Brasil, provenientes de quatro conjunto de dados pré-existentes, mas agora auditadas pelos alunos da universidade. A multidiversidade do conteúdo disponibilizado pelo CORAA oferece, por exemplo, maior diversidade regional na criação de futuros aplicativos de conversação, respeitando sotaques, culturas e costumes locais. O objetivo é chegar a 600 horas de gravações na próxima versão.

• Carolina contém informações sobre mais de 120 bilhões de palavras e termos em português, anotado por tipologia e origem, oferecendo um amplo leque de detalhes sobre a etimologia. Estes três conjuntos de dados aprimoram significativamente o trabalho de Processamento de Linguagem Natural em português e possibilitarão, entre outras coisas, o desenvolvimento de aplicativos de IA de última geração, com a capacidade de compreender melhor a linguagem e, consequentemente, oferecer uma melhor experiência aos usuários.

Além disso, o Centro criou uma rede de pesquisadores interessados na ligação entre técnicas de IA e a cadeia de produção de alimentos, tendo em vista a importância econômica e social do agronegócio no Brasil, e uma rede de pesquisadores de vários campos das humanidades, de ciências sociais a direito, que investigam temas como a relação entre IA, educação e trabalho; a relação entre IA, ética e direito; violência, viés, e impactos sociais da IA; políticas públicas e governança diante da IA.

“A missão do Centro de Inteligência Artificial é desenvolver pesquisas de ponta nesta área no Brasil, procurando buscar a melhora da vida humana através de resultados destas pesquisas, bem como divulgar resultados e fomentar o debate social sobre esta tecnologia”, afirma Fábio Cozman, diretor do Centro de Inteligência Artificial na Universidade de São Paulo.

Comitês em ação

Outro marco deste primeiro ano de atividades do Centro de IA foi a entrada de 17 grandes empresas no comitê de indústria e sociedade, o que reforça a relevância do tema para a economia do País, dentre elas: B3, Banco do Brasil, Banco Original, BRF, Cubo Itaú, Energisa, FAPESP, Gerdau, IBM, Magalu, Motorola, Petrobras, Raízen, Vale e WEG, entre outras. Este comitê tem o objetivo de entender os desafios do setor e encontrar maneiras de divulgar e levar para a indústria novas tecnologias, avanços científicos e profissionais qualificados.

Também foi criado o comitê de diversidade e inclusão, cuja função é promover e aumentar a participação de mulheres, afrodescendentes e outros membros da sociedade, gerando uma participação mais inclusiva no setor de IA. O comitê já está em funcionamento e conta com 10 membros até o momento, composto por professores e estudantes de diferentes faculdades da USP. Atualmente, os trabalhos estão concentrados em aumentar a participação de mulheres, PPIs (Pretos, Pardos e Indígenas) e PCDs (pessoas com deficiência) nas atividades do centro e nos projetos de IA na USP, promovendo a educação e a discussão no mercado e na academia sobre grupos sub-representados na área de IA.

“O C4AI está se estabelecendo de maneira perfeitamente alinhada com os princípios do programa dos Centros de Pesquisa em Engenharia da FAPESP: centro de pesquisa de excelência internacional com trabalho forte nos eixos de inovação e difusão para a sociedade. Os frutos que já começam a ser produzidos irão beneficiar o ecossistema de pesquisa e inovação em IA em São Paulo e no Brasil, como é possível perceber sobre as bases de dados e resultados de pesquisa em Processamento de Linguagem Natural, por exemplo”, afirma Roberto Marcondes, membro da coordenação do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs), da FAPESP.

Atualmente, o C4AI conta com 41 bolsistas orientados por mais de 80 professores. Em 2022, a meta é chegar a 120 professores e 130 bolsistas. Em um ano de atividades, foram mais de 50 artigos publicados em jornais científicos, conferências médicas e de IA, além da promoção de duas séries de seminários online que debateram, para milhares de participantes, as perspectivas e avanços de IA no Brasil e no mundo e fomentaram discussões sobre políticas públicas de apoio à pesquisa e inovação em IA.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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É PRECISO ENTENDER OS LIMITES DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM MOBILIDADE URBANA

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Fotografia da mobilidade urbana de vagão de metrô com passageiros em deslocamento. As pessoas usam máscara e estão sentadas e em pé
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O caminho é reconhecer que os serviços de mobilidade contribuem para a manutenção de um ambiente de inovação tecnológica e cultural quando estão em associação com políticas públicas e serviços essenciais

Existe um limite entre direitos sociais, serviços essenciais e inovações em mobilidade. Mas antes de falar de limites é preciso apresentar as partes. Começando pelos direitos: são consensos sobre o que é essencial para o pleno exercício da cidadania, como saúde, lazer, trabalho, educação e, desde 2015, conforme reconhecido pela Constituição Federal (CF),  o transporte. É fundamental, portanto, que o transporte seja tratado e respeitado como um direito. Um meio para garanti-lo são as políticas públicas, conjunto de ações governamentais que reúne diretrizes, objetivos, fundos de financiamento, conselhos participativos entre outros instrumentos e disposições

Isso quer dizer que é responsabilidade das políticas públicas garantir que todas as pessoas, independentemente de raça/cor, gênero, renda ou da localização onde se encontram,  tenham acesso a serviços essenciais como o transporte. Sim, transporte é direito social e serviço essencial. Por sua vez, serviços essenciais tratam dos diferentes tipos de sistemas existentes, como de ônibus, trens, metrôs e monotrilhos etc – sem os quais direitos não são acessados. Já os novos serviços em mobilidade – como os de bicicleta, carro, patinete ou demais veículos compartilhados por aplicativos de empresas privadas, que chegaram aos poucos e pegaram as gestões municipais de surpresa, têm função de complementaridade.



No meio disso, as gestões municipais buscaram criar leis, decretos ou normas para regulamentar a circulação e demais questões relativas à operação desses tipos de serviços. Impactando modelos de negócio, inicialmente não pensados para atuar em conjunturas tão complexas como a existente nas cidades brasileiras. É preciso também atentar-se para o fato de que os modelos de negócio não são participativos, as políticas públicas sim. Inclusive, políticas públicas podem ser resultado da iniciativa da sociedade civil, como o Estatuto da Cidade – Lei Federal Nº10.257/2001 que, como explica Ermínia Maricato no livro “Para Entender a Crise Urbana” (2015),  tornou possível tirar do papel princípios de justiça social relacionados com o acesso à terra urbana previstos na Constituição Federal.

Soluções 

Em síntese, novas soluções em mobilidade urbana não param de pé quando desintegradas dos serviços essenciais de transporte ou sem políticas públicas. Uma prova disso é o fato de que cada vez mais pessoas relatam a ausência de cobertura dos serviços a depender da localização e até mesmo diferenças na qualidade de atendimento em função de sua raça/cor, sexualidade ou gênero. É evidente que tais críticas também acometem o transporte público coletivo. A diferença é que a empresa não assume as mesmas responsabilizações que o poder público quando o assunto refere-se aos direitos.

Por esses e outros motivos, é importante reconhecer que os serviços de mobilidade contribuem para a manutenção de um ambiente de inovação tecnológica e para a quebra de paradigmas culturais, sobretudo aqueles relacionados ao uso intensivo do carro. Mas é preciso ser realista quanto aos limites de sua relevância social para corrigir isoladamente distorções como desigualdade, racismo estrutural e crise climática.

As opiniões aqui expressas são de responsabilidade de sua autora, as quais não necessariamente refletem as da GIZ e não comprometem a organização.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

COMO A TECNOLOGIA MELHORA A QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR

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A necessidade do distanciamento social causada pela pandemia do coronavírus, deixou mais do que evidente, o impacto da transformação digital na educação superior. Por meio dela, milhões de estudantes e instituições de ensino puderam continuar as suas atividades de forma remota, sem correr o risco de contaminação pelo vírus. Até mesmo agora, com a possibilidade do ensino híbrido, a empresa D2L, player global de aprendizagem, conduziu uma pesquisa com mais de 4.830 diretores de instituições de ensino superior em todo o mundo, onde mais de 90% dessas organizações entendem que a tecnologia melhora a qualidade do ensino.

O ensino tradicional tem como foco exclusivo o professor e as suas instruções, o que exclui a realidade de aprendizado de cada aluno por não estar alinhado com as suas formas de aprender, dificultando a aprendizagem. Isso pode ocasionar em desmotivação seguida pelo abandono do curso. O uso da tecnologia nesta etapa, o torna mais atrativo, engajado e acessível, por dispor de meios interativos, técnicas visuais estimulantes, e a possibilidade de unir o real ao imaginário. Não à toa, 92% dos respondentes da pesquisa mencionada, acreditam que instituições de ensino precisam se transformar digitalmente para permitir o crescimento futuro.



Existem milhares de estratégias que podem ser veiculadas para a incorporação da tecnologia nesse ambiente, seja por parte da própria escola, ou com atividades interativas planejadas pelo professor. Alguns tipos são: videoaulas, games, sala de aula invertida, transmissões ao vivo, realidade virtual, o uso de aplicativos etc. A ELSA Speak , por exemplo, é uma plataforma de ensino de inglês que une a inteligência artificial e o reconhecimento de voz para garantir que o aluno saiba desenvolver a sua fala dentro do idioma com total confiança e excelência. O app tem feito sucesso entre as universidades como a de Stanford e a de Kyoto, por trazer toda essa interatividade e estar de acordo com a realidade de cada usuário.

Desta forma, oferecida como um benefício ao aluno pela universidade, ou sendo usada em sala de aula, traz a possibilidade de o estudante ser o protagonista do aprendizado.

Ainda, segundo o levantamento da D2L, 68% opinaram que o modelo de aprendizagem híbrida oferece benefícios educacionais superiores ao modelo apenas presencial sem a tecnologia, e 90% afirmaram que suas opiniões em relação ao avanço é mais positiva após a crise causada pelo COVID-19, por exemplo.

Mesmo com todas essas vantagens, a inserção da tecnologia na rotina do ensino superior não deixa de ser algo desafiador, até mesmo, porque ainda há um grande obstáculo nesse processo, que é o acesso dos alunos à internet e aos dispositivos digitais. Ainda que essa dificuldade afete mais o ensino fundamental e médio, do que as universidades.

“É importante que ao inserir a tecnologia na rotina de aprendizado a instituição olhe para a realidade do público-alvo, os alunos. E, de fato, proporcionar as condições necessárias para que o aluno possa usufruir de toda essa mudança e aprimoramento”, completa Gabriel Paci, Country Manager da ELSA Speak Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS PRORROGA CONSULTA PÚBLICA PARA O PROJETO DO TREM INTERCIDADES

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Raio-x da mobilidade em SP: dados de celulares serão usados para definir padrões de deslocamento
Foto: Governo do Estado de SP/Divulgação

O novo prazo para o término da apresentação de contribuições passou para 15 de outubro de 2021

 A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) publicou em Diário Oficial do Estado de na última quinta-feira (16/09), comunicado de prorrogação por mais um mês da Consulta Pública referente ao projeto do TremIntercidades. A modelagem do projeto também inclui o serviço Trem Intermetropolitano (TIM) e da operação, manutenção e obras, com melhoria do desempenho e da qualidade do serviço da Linha 7-Rubi da CPTM.

“Esse é um projeto que vai resgatar a possibilidade de transporte ferroviário entre as cidades, uma demanda antiga e que vai beneficiar muitos cidadãos” diz o secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.



O Trem InterCidades terá 100 km de extensão e contará com um serviço expresso entre Campinas, Jundiaí e São Paulo, e outro serviço parador entre Campinas e Francisco Morato, atendendo às cidades Louveira, Valinhos e Vinhedo. A expectativa é de atender até 60 mil passageiros/dia em todos os serviços. O prazo de execução total do projeto é de 7 anos, a partir da assinatura do contrato, com possibilidade de entrega do serviço do TIC em 4 anos.

A perspectiva é publicar o edital de licitação, realizar a sessão pública para recebimento das propostas e assinar o contrato no primeiro semestre de 2022.

As minutas do edital, contrato e outros documentos em anexo podem ser consultados de forma gratuita no site da STM http://www.stm.sp.gov.br/ e no no link do Data Room, permitindo que seja possível ter maior conhecimento do empreendimento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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7 RECURSOS DE TECNOLOGIA ESSENCIAIS PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DO USUÁRIO NO TRANSPORTE PÚBLICO

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Transporte Multimodal

Da compra de bilhetes a integração de modais de transporte, as inovações tecnológicas assumirão o protagonismo da mobilidade urbana nos próximos anos

Na última década, o transporte público mundial teve um avanço significativo no que diz respeito ao uso da tecnologia. No Brasil, não foi diferente, e a chegada de aplicativos com foco na mobilidade urbana passou a ser uma das principais alternativas para uma melhor experiência do usuário. Isso, somado aos importantes investimentos realizados pelas grandes metrópoles na infraestrutura e monitoramento dos deslocamentos, colocam o país no caminho certo para uma mobilidade mais sustentável e centrada nas pessoas.

Segundo Luisa Peixoto, especialista em mobilidade da Quicko, primeiro aplicativo 100% brasileiro de transporte e mobilidade urbana, os próximos anos serão fundamentais para a consolidação de novas maneiras pelas quais a tecnologia irá desempenhar um papel crucial na melhoria do transporte público. “A diversidade de novos serviços de transporte, integração, pagamentos e recargas digitais, informação em tempo real e a personalização dos serviços serão a tônica do uso da tecnologia na mobilidade urbana sustentável. Ou seja, ela será a protagonista de um mundo com serviços de transporte mais sustentáveis, igualitários e com maior qualidade “, comenta.



Apesar dos muitos desafios pela frente, a sociedade vem avançando na construção de uma mobilidade mais qualificada nas cidades brasileiras. Somente o município de São Paulo, por exemplo, investiu mais de R﹩ 325 milhões na expansão e manutenção de ciclovias e ciclofaixas. Outra metrópole brasileira que passou por uma grande transformação é Salvador. A capital baiana, que em 2015 tinha pouco mais de 6 quilômetros em linhas de metrô, possui atualmente mais de 33 quilômetros com uma expectativa de chegar a 41 nos próximos anos. Cidades como Curitiba, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Distrito Federal entre outras regiões, também seguem com a implementação de políticas e projetos para melhorar a qualidade do deslocamento das pessoas.

A especialista da Quicko elencou sete recursos essenciais já disponíveis para auxiliar os usuários no uso dos modais públicos:

Veja abaixo:

1. Bilhete móvel

Uma das principais inovações é a bilhetagem eletrônica. A Quicko, por exemplo, oferece em algumas cidades a compra e recarga de bilhetes móveis com integração entre os modos de transporte, como ônibus, metrô e trem. Essa funcionalidade envolve a instalação de validadores eletrônicos de tarifas nos veículos, que são usados ​​para registrar créditos comprados por meio de um aplicativo móvel – como o Quicko app. Com a tecnologia NFC (Near-Field Communication – Comunicação de Campo Próximo, em inglês) já disponível em alguns modelos de celular, as tarifas são debitadas sem contato e eliminam completamente a necessidade de lidar com qualquer dinheiro físico ou cartões – bastante conveniente em tempos de pandemia.

2. Insights de dados e otimização de rota

Utilizar os dados agregados que vêm de tecnologia inteligente, como bilhetagem móvel e mesmo os registros dos usuários via aplicativo, pode ajudar as empresas e autoridades municipais de transporte a criar novas práticas mais eficientes enquanto aumentam a acessibilidade para os cidadãos.

Veículos públicos que tenham um GPS instalado e conectado às redes móveis das cidades podem enviar os dados de deslocamento e permitir insights em tempo real para monitorar o desempenho das linhas, aumentar a comunicação e reduzir o tempo de resposta com problemas operacionais.

3. Antecipação de eventos inesperados

Circunstâncias imprevistas às vezes podem atrapalhar o transporte público, como greves e manifestações populares, avarias nos veículos, interdições de ruas por mau tempo, acidentes etc. No caso de um imprevisto, o aplicativo pode notificar os passageiros com antecedência, enviando alertas para seus celulares, por exemplo.

4. Acessibilidade multimodal

É necessário que o transporte público ofereça uma interface cada vez mais amigável para o usuário, objetivando oferecer experiências simplificadas e intuitivas – ainda mais nas grandes capitais e em meio à pandemia. Ter um aplicativo que ofereça a opção de comprar e resgatar passagens de ônibus é uma coisa, mas ter um aplicativo que engloba pagamento e integração com metrô, trens, táxis, bicicletas e outros diversos serviços de transportes urbanos é a base da nova mobilidade. Esta promove cada vez mais a complementaridade entre os modais e amplia o acesso da população aos sistemas de transportes.

5. Múltiplas opções em uma única conta

Tendo o usuário em mente, a tecnologia no transporte público vem permitindo a criação de uma experiência de viagem muito mais personalizada. Uma mudança neste cenário é a cobrança automática de tarifas com registro em uma única conta. Assim, todo o histórico de viagens, documentos e informações de contas dos passageiros são reunidos em um único painel personalizável.

Com essa tecnologia, fica muito mais fácil ao passageiro usar diferentes meios de transporte e salvar rotas ou viagens específicas para uso posterior. Isso também elimina o incômodo de ter de gerenciar várias contas de usuário, métodos de pagamento e informações financeiras dos diversos modais.

6. Aumento no número de passageiros

Com um foco contínuo na sustentabilidade e na necessidade de tornar a cidade mais igualitária, a priorização do transporte público e dos serviços de transportes mais sustentáveis são a solução. Com um maior investimento em tecnologia, é possível qualificar a experiência da população em seus deslocamentos diários e portanto atrair mais usuários do carro privado para a utilização do transporte público. Além disso, a integração entre meios de transporte cria uma experiência porta a porta, fluida e conveniente. A tecnologia ajuda a promover um ambiente onde a escolha mais fácil para o indivíduo é também a melhor escolha para as cidades.

7. Sistemas de transporte público sob demanda

Esse é o próximo passo. Imagine se você não precisasse planejar sua jornada em torno das rotas de ônibus ou trem; em vez disso, você pode chamar o ônibus para buscá-lo. Este não é apenas um sonho, isso já é realidade em diversas cidades ao redor do mundo e também no Brasil, que oferecem um serviço de ônibus sob demanda. Usando um smartphone, o usuário indica onde ele deseja ser pego e deixado dentro das áreas designadas. As empresas de ônibus podem agregar essas demandas por meio de algoritmos para calcular qual a melhor rota. Assim, itinerários vazios são evitados e os passageiros podem esperar bem menos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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