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CARRO ELÉTRICO É OPÇÃO PARA DIMINUIR ALTOS ÍNDICES DE POLUIÇÃO NOS CENTROS URBANOS

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Setor transportador demonstra preocupação com o possível aumento do teor de biodiesel no diesel

A UCorp, startup de tecnologia e soluções para mobilidade, mostra que um veículo abastecido por gasolina emite em média 150 gramas de gás carbônico (CO2) por quilômetro rodado

 

É possível perceber cada vez mais que a qualidade do ar tem diminuído nos grandes centros urbanos. Uma análise feita pelo estudo “Regulação da qualidade do ar: primeira avaliação global sobre a legislação da poluição do ar”, lançado pelas Nações Unidas, apresenta que um terço dos países do Globo não possui padrões de qualidade do ar ambiente, exigidos por lei, e que 31% dos países que podem adotar medidas para melhorar esse cenário ainda não o fizeram.

No Estado de São Paulo, com mais de 46 milhões de habitantes, essa realidade não tem sido diferente. De acordo com os dados publicados na revista “International Environment”, ficar pouco tempo em áreas de engarrafamento, na capital paulista, por exemplo, já tem efeitos adversos e prejudiciais para a saúde. A UCorp, startup de tecnologia que traz soluções de mobilidade corporativa focada em veículos elétricos, ressalta que esses carros têm como um dos seus principais benefícios a não emissão de gases do efeito estufa, o que faz muita diferença no cenário atual.



Um veículo abastecido por gasolina, por exemplo, emite em média 150 gramas de gás carbônico (CO2) por quilômetro rodado. Outros gases como o monóxido de carbono(CO), óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos (HC), dióxido de enxofre (SO2) e material particulado (MP) também são emitidos contribuindo para a poluição da atmosfera. O ciclo de vida do carro elétrico tem menos emissões de gases e poluentes do que um carro a gasolina, ou qualquer outro combustível.

“Para mudar essa triste realidade de poluição, melhores práticas devem ser adotados, incluindo a utilização de veículos elétricos e projetos do governo que possam incentivar uma mudança na mobilidade urbana, com ações voltadas também ao transporte nos centros urbanos. Quando falamos em eletrificação de frotas temos melhora na gestão das empresas sobre como uso dos carros pelos colaboradores e consequentemente, diminuição de carros nas ruas”, ressalta o CEO e fundador da UCorp, Guilherme Cavalcante.

A UCorp desenvolve soluções para gestão e eletrificação de frotas e compartilhamento de veículos em geral, por meio do UCorpapp. A solução integra big data em tempo real, sistema de carona, lavagem ecológica e gestão de multas, entre outras funcionalidades e regras de negócio, que permitem ainda, uma redução de custos para as companhias.

A fim de criar ações para melhora da qualidade do ar, no último mês, o Ministério do Meio Ambiente informou que vai monitorar a qualidade do ar nas principais cidades e fornecerá informações sobre a poluição do ar em tempo real por meio de sites e aplicativos móveis.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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DESCARBONIZAÇÃO E MOBILIDADE ELÉTRICA NA AGENDA DA COP 26

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ESG: o que esperar em 2024?

Neste contexto, a mobilidade elétrica pode exercer um papel relevante para alcançarmos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos para 2030.

A descarbonização da economia global é uma das principais agendas da 26ª Conferência sobre Mudança Climática (COP-26) das Organizações das Nações Unidas, que ocorre em Glasgow, na Escócia. Os países, com representantes das esferas públicas e privadas, buscam reduzir urgentemente a emissão de gases poluentes, considerando os impactos atuais e futuros do aquecimento global no planeta. Neste contexto, a mobilidade elétrica pode exercer um papel relevante para alcançarmos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos para 2030.

O transporte em geral – público e privado — responde por um quarto da emissão de gás carbônico globalmente. Esse índice pode ser reduzido significativamente com o estímulo crescente ao uso do transporte público e a adoção de veículos com tecnologia limpa.



A eletrificação do transporte público é uma tendência mundial. Estima-se que o mercado global de ônibus elétricos mobilize US$ 53 bilhões até 2027, graças a esforços locais e internacionais para impulsionar a adoção da mobilidade sustentável, segundo o estudo Electric Bus Electric Bus Market Size By Type, publicado pelo Global Market Insights este ano.

A Agência Internacional de Energia, por sua vez, calcula que a frota global de veículos elétricos pode expandir de mais de 11 milhões, em 2020, para 145 milhões de unidades até 2030. Os ônibus poderão responder por uma parte significativa, uma vez que o aumento da conscientização sobre os benefícios ambientais da mobilidade elétrica e as iniciativas governamentais para enfrentar as mudanças climáticas devem acelerar a eletrificação dos sistemas de transporte público, na concepção da agência.

As vantagens tecnológicas também contribuem para este quadro. A adoção de ônibus elétricos, no longo prazo, favorece a redução dos custos das operadoras de transporte, principalmente com relação ao combustível (na comparação com o diesel) e à manutenção. É possível equipá-los com baterias suficientes sem ocupar muito espaço ou tornar o veículo pesado.

Vale lembrar, ainda, que os provedores de energia estão dispostos a investir na mobilidade elétrica, uma vez que podem aproveitar a capacidade ociosa das suas linhas para o carregamento dos ônibus durante a madrugada, por exemplo. Essas companhias se interessam, inclusive, a investir nos materiais rodantes tanto no Brasil quanto no exterior.

Naturalmente, há vários desafios a serem vencidos. A produção destes veículos precisa ganhar escala para reduzir custos e a infraestrutura de eletrificação do transporte público necessita ampliar fortemente. Hoje, a frota brasileira de ônibus elétricos não chega a 400 unidades.

No entanto, tanto a agenda ambiental quanto a de desenvolvimento urbano exigem avanços urgentes. A Carta Brasileira Cidades Inteligentes ressalta que este conceito se aplica a municípios que “antecipam, monitoram e avaliam os impactos ambientais das inovações tecnológicas para equilibrar a relação entre meio ambiente, tecnologia e sociedade”. Portanto, a mobilidade elétrica é decisiva para um futuro sustentável.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS REALIZA O TECH HUNTER BRASIL PARA CONECTAR ESTUDANTES AO MERCADO DE TECNOLOGIA E CARREIRAS DIGITAIS

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ABDI e Anatel lançam premiação para uso de conectividade em redes privativas

Com apoio de gigantes do setor, a iniciativa da Universidade São Judas visa diminuir o gap de profissionais, conectando talentos de todo País às empresas

O intenso uso de ferramentas digitais está deixando o mercado aquecido. Só em 2020, o setor de tecnologia teve um aumento de 310% no número de vagas, com perspectivas de 420 mil novos espaços até 2024. De acordo com a Brasscom, (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação & Comunicação e de Tecnologias Digitais), 69 mil profissionais foram contratados entre janeiro e abril de 2021. Apesar do número alto de contratações, ainda existe um gap no setor, isso porque o Brasil forma 46 mil profissionais por ano, mas a demanda é de 70 mil. Para ajudar a preencher essa lacuna, a Universidade São Judas, que integra a Ânima Educação, criou o Tech Hunter Brasil. Com o apoio de startups e gigantes do setor como Microsoft, IBM, Accenture, Stefanini, Base2, BRQ e muitas outras, a iniciativa, que é gratuita e aberta ao grande público, vai aproximar estudantes e talentos da tecnologia das marcas empregadoras. Os interessados podem se inscrever pelo site da Universidade São Judas.

O Tech Hunter criou uma plataforma gratuita, onde, a partir de um mapeamento feito em parceria com empresas e startups, as vagas que estão abertas no mercado serão disponibilizadas para quem tiver interesse em candidatar-se. Também estarão à disposição programas gratuitos de capacitação para desenvolvimento de técnicas na área de tecnologia e soft skills, proporcionando inclusão e diversidade para quem não pode pagar ou ter acesso a cursos.



A iniciativa tem o objetivo de ampliar possibilidades de atuação de estudantes no mercado. De acordo com a professora Leia Assis, Coordenadora dos cursos de Tecnologia da Universidade São Judas, é necessário criar elo com os empregadores para que os talentos tenham oportunidades de trabalho. “Nós temos muitos alunos com potencial desenvolvido para atender a demanda do mercado, mas precisamos conectá-los com as empresas. Além disso, precisamos contribuir com a ampliação da área e das carreiras digitais, tanto para suprir as demandas atuais do mercado, como também ajudar a diminuir a taxa de desemprego do país”, ressalta.

Alunos de diferentes cursos serão agrupados em times com até 10 integrantes, com o objetivo de auxiliar as empresas no processo de contratação e desenvolvimento de carreira, de acordo com as necessidades. Esses grupos vão trabalhar na frente de RH e Comunicação para promover uma solução que conecte as demandas do mercado aos talentos.

Para Leia, é importante que o estudante tenha conhecimento sobre os caminhos profissionais que podem ser trilhados no mercado. “Vamos contribuir para ampliar as possibilidades de alcance das carreiras digitais. A tecnologia é uma vertente transversal a todas as áreas das organizações que, de certa forma, são empresas de tecnologia. O Tech Hunter Brasil visa também dar mais visibilidade para estas trilhas de carreiras e possibilitar, juntamente com as empresas, o acesso dos estudantes ao portfólio de opções e apoio para direcionar as suas escolhas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CRESÇA COM O GOOGLE INAUGURA EDIÇÃO ESPECIAL VOLTADA PARA MULHERES PRETAS

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Programa discutirá as principais problemáticas enfrentadas no mercado corporativo em conversas conduzidas por lideranças negras com atuação profissional e acadêmica marcante

A carreira profissional e acadêmica das mulheres pretas é o foco da nova edição do Cresça com o Google, programa voltado à capacitação técnica, ao desenvolvimento de habilidades e à construção de soluções para os principais entraves do mercado de trabalho.

As mulheres pretas representam 40 milhões de pessoas no país, das quais somente metade está no mercado de trabalho. Essa realidade foi agravada pelas problemáticas sociais e econômicas impulsionadas pela pandemia do coronavírus.



Já disponível, o Cresça com o Google para Mulheres Pretas tem o objetivo de mudar essa estatística e desenvolver habilidades para que possam enfrentar os desafios profissionais e pessoais ocasionados, também, pelas desigualdades racial e de gênero.

Após 5 edições focadas em mulheres, essa, que é a última iniciativa do cresça no ano, receberá convidadas renomadas para uma série de diálogos a respeito de temas relevantes na experiência das mulheres pretas em ambientes corporativos.

A abertura do ciclo de conversas será feita pela diretora de Parcerias de Conteúdo no YouTube – América Latina e Canadá, Bibiana Leite. O acesso é gratuito, pode ser feito por este link e o conteúdo ficará disponível para ser assistido sob demanda.

“Minha família me ensinou desde sempre que as pessoas podem tirar tudo de mim, mas não a minha educação e conhecimento. Por isso, investi e continuo investindo em novos aprendizados”, diz Bibiana Leite. “Com o Cresça com o Google, queremos que mais mulheres e meninas pretas possam seguir investindo em si mesmas e, assim, romper barreiras, fortalecer sua autoestima, ganhar confiança e trilhar o caminho profissional que desejam”.

A primeira apresentação será liderada pela primeira Coach Negra a desenvolver uma metodologia de processo de coaching que atenda as especificidades dos afrodescendentes e afroempreendedores, Ana Minuto, que tratará de um dos temas mais importantes e urgentes dos últimos anos no ambiente profissional deste público, a Síndrome da Impostora.

O conteúdo irá destacar métodos de identificação de autossabotagem e mecanismos para recuperação ativa. Além disso, também oferecerá dicas para o fortalecimento pessoal diante de desafios profissionais.

A “Auto Estima da Mulher Preta” será o alvo da segunda agenda do dia, ministrada pela Caroline Moreira, diretora e criadora da startup Negras Plurais, facilitadora afrolab da Feira Preta e gerente de projeto dos Canais Pretos do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização das Nações Unidas (ONU).

A especialista falará sobre como a autoestima está relacionada à capacidade de valorizar os pontos fortes, a identidade e as características particulares; além da autoconfiança.

Karen Santos, CEO e Fundadora da UX para Minas Pretas entra em seguida para tratar de um tabu antigo: o lugar da mulher na tecnologia. As questões abordadas destacarão os principais desafios de uma carreira formada majoritariamente por homens e pessoas brancas. O protagonismo das mulheres pretas neste ramo também está na pauta do conteúdo.

Em outra frente, diretamente relacionada à construção de imagem junto ao mercado de trabalho e aos projetos individuais, a marca pessoal estará no centro das reflexões.

“As Mulheres foram as mais afetadas pela pandemia, especialmente as mulheres negras. Por isso é fundamental termos programas de capacitação para geração de renda que auxiliem na conquista da independência financeira”, acrescentou Ana Fontes, fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora (RME), que atua em parceria com o Google na programação e desenvolvimento de conteúdo do Cresça com o Google.

Dany Carvalho, que atua há 10 anos pelo Brasil em iniciativas de fomento à inovação e empreendedorismo tecnológico , inicia o debate com um conteúdo para melhorar a própria apresentação, circulando os pontos fortes para um posicionamento assertivo e eficaz.

“Criatividade, criação de conteúdo e relevância na sua carreira” é o assunto explorado por Amanda Graciano, especialista em inovação e transformação digital, e Top Voice do LinkedIn. A convidada irá discutir a geração de conteúdo como forma autêntica para impactar pessoas. Entre os tópicos da conversa estão a concepção de produtos de relevância para as trajetórias pessoal e profissional.

E para fechar com chave de ouro, Dilma Campos, facilitadora do programa do Google Women Will – Cresça com o Google –, colunista no Portal Promoview e TEDx Speaker, discutirá a “Organização e administração dos papéis da mulher preta”, sublinhando o reflexo dos espaços de atuação cotidianos da Mulher Preta, desde a própria casa até o mercado de trabalho.

Acesso ao conteúdo do Cresça com o Google para Mulhere Pretas: g.co/mulheres-pretas

Com informações da Assessoria de Imprensa

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BR ANGELS CONCLUI 4º BATCH COM 200 INVESTIDORES-ANJO, R$ 65 MILHÕES PARA INVESTIR E REALIZA PRIMEIRO EXIT DE UMA STARTUP DO PORTFÓLIO

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Com apenas dois anos, associação de investimento-anjo já aportoumais de R$ 15 milhões em 14 startups

Chegada de 50 novos associados traz um soft commit adicional de R$ 20 milhões para a rede

Com o objetivo de atrair novos investidores-anjo interessados em apoiar startups com alto potencial de crescimento, o BR Angels Smart Network acaba de estruturar seu 4º Batch. Com 50 novas posições preenchidas, a rede nacional de investimento-anjo, composta por empreendedores e executivos de grandes empresas, atinge o número de 200 associados.

Recentemente, o modelo de investimento do BR Angels, que combina capital financeiro com capital intelectual, foi comprovado com seu primeiro exit a partir da venda de uma startup do portfólio, a adtech Chiligum, para VidMob, empresa líder mundial em soluções tecnológicas para marcas.



Os novos anjos agregam um potencial de mais de R$ 20 milhões ao BR Angels, que passa a concentrar um soft commit de R$ 65 milhões para aplicar em novos negócios. A rede irá buscar principalmente startups dos segmentos de fintech, edtech, insurtech, hrtech, healthtech, SaaS e marketplaces em geral, que poderão contar com um ticket para co-investimento anjo de até R﹩ 5 milhões. A expectativa é fechar o ano com o dobro de startups no portfólio em relação a 2020.

Segundo Orlando Cintra , fundador e CEO do BR Angels, a rede acompanhou o momento do ecossistema de empreendedorismo brasileiro, que conseguiu driblar a crise econômica mundial, superar os desafios impostos pela pandemia do coronavírus e, com isso, atingiu níveis históricos em 2021.

“Para o próximo ano, a expectativa é que o setor esteja mais aquecido do que nunca, com a plena retomada das atividades presenciais pós vacinação. Por isso, estruturamos o 4º Batch e fortalecemos a nossa rede, que possui 80% dos associados em cargos C-Level ou como Board Members de grandes companhias nacionais, além de 20% como founders e partners de negócios de sucesso. Nós queremos apostar cada vez mais em startups porque acreditamos que elas têm o poder de modernizar o mercado e movimentar a economia do país. Vale ressaltar que novos associados só entram no BR Angels por indicação, uma forma de manter o alto nível de qualidade”, comenta Cintra.

Para serem beneficiadas pelo BR Angels, as startups passam por um minucioso processo de seleção, em que devem apresentar seus pitches em Pitch Days e ser validadas por dois terços dos associados envolvidos. O grupo oferece duas chances de seleção e garante duas indicações para a rede de mais de 70 parceiros estratégicos, dentre hubs de inovação, venture capital e diversas empresas, mesmo para as startups que não forem escolhidas para receber os aportes.

Portfólio diversificado

Desde o ano de sua formação, em 2019, o BR Angels já aportou mais de R$ 15 milhões em quatorze startups, são elas: Chiligum MindMiners Nvoip Home Agent VUXX iRancho Dialog CustomerX Autoforce LandApp Cignifi Musii Motorista PX Circular Brain .

Fundada pela Forbes Under 30 Deborah Folloni, a Chiligum é uma plataforma de automação criativa que aumenta a produtividade de equipes de marketing. A adtech recebeu um aporte de R$ 2 milhões do BR Angels e um co-investidor em junho de 2020 e as redes acabam de realizar o exit do negócio com a venda para a empresa líder mundial em soluções tecnológicas para marcas VidMob. Para a fundadora, a interação com o BR Angels foi fundamental para este grande passo da startup.

“Nós somos muito gratos por ter atraído capital qualificado e não apenas como commodity, pois quando o BR Angels fala em SMART, é realmente isso que ele propõe. O grupo é muito ativo, sempre fez questionamentos, orientou e fez questão de estar por perto para ajudar. Foram as provocações, as pessoas e as introduções certas e isso fez toda a diferença pra gente construir a tecnologia que a gente construiu e concluir essa transação”, declara Deborah Folloni.

A Autoforce participou de uma rodada de investimento pela primeira vez no meio deste ano e chamou a atenção do BR Angels, além de um co-investidor, com o desenvolvimento de tecnologias e soluções de marketing digital para o setor automotivo. Para Tiago Cavalcanti, CEO da startup, o aporte de R$ 2,3 milhões representou uma mudança de estágio para o negócio.

“Esse investimento foi uma validação do nosso negócio, estrutura e produto diante do mercado. Ele validou também aspectos da nossa cultura e da nossa visão do setor. Para nós, foi extremamente positivo pois, desde o pré-investimento, a rede se mostrou muito dedicada, o que nos cativou e inspirou confiança”, diz Cavalcanti.

Logo em seguida, o BR Angels realizou um co-investimento na LandApp, plataforma de logística de materiais e resíduos sólidos da construção civil que vem se destacando no mercado. Mayara Protti, co-fundadora e Head de Negócios da LandApp, afirma que o suporte do BR Angels foi muito além do dinheiro, já que todo o processo permitiu que a startup evoluísse o plano de negócio e os objetivos a longo prazo.

“Nós temos reuniões mensais com o Board Advisor do BR Angels responsável pela nossa operação, que nos ajudam a revisar os resultados com direcionamentos e oportunidades de melhoria. A abertura de portas em novos clientes e as mentorias para cada área da empresa também são grandes benefícios, já que podemos aprender e trocar boas práticas com os membros e com outras startups do portfólio, que têm diferentes timings e experiências”, conta a empreendedora.

Foco no desenvolvimento intelectual

O BR Angels aposta no Smart Money como seu principal diferencial. Dessa forma, não investe apenas capital financeiro, mas principalmente capital intelectual, por meio de mentorias. Para isso, os anjos são divididos em nove áreas de conhecimento, nos chamados grupos SMART, que cobrem desde Planejamento Estratégico & Gestão até Financeiro & Backoffice, Customer Success e ESG (Environmental, Social and Governance).

De acordo com a política do grupo, os investidores-anjo devem dedicar, no mínimo, quatro horas por mês às investidas do portfólio, o que totaliza mais de 100 horas de mentorias mensais de cada grupo SMART. Para Cintra, essa é a forma de garantir que o Smart Money não fique apenas no discurso e efetivamente beneficie as startups.

“Nós estruturamos essa forma de atuação para que todas as investidas recebam a devida atenção dos nossos associados, de acordo com a especialidade de cada um. Assim, elas conseguem receber conselhos valiosos de quem tem vasta experiência de mercado e ter insights para desenvolver os aspectos necessários do negócio. Essa é a interação que consideramos mais importante e que supera, inclusive, as quantias aportadas”, explica o CEO do BR Angels.

Dentre os 50 novos investidores que chegam à associação estão Celso Luis Lara Macedo, Vice Presidente LATAM da Farmers Edge, Georgia Rivellino, Gerente de Marketing da Simpress e Marcos Cruz, Diretor do Grupo Canopus. Outra personalidade é Camila Simão, Head de CX, Research and Product Marketing da Dock, empresa de tecnologia para meios de pagamento e Banking as a Service de destaque na América Latina. Para ela, integrar o 4º Bath do BR Angels é uma oportunidade de contribuir com startups com capital e tempo.

“Eu entrei em contato com o universo das startups há dois anos e me encantei. Fiz um treinamento de Board de empresas digitais e busquei alternativas para participar mais ativamente – foi aí que encontrei o BR Angels e decidi me juntar ao grupo. Considero que minha carreira e visão de grandes corporações mais estruturadas, além da vivência em startups e amplitude de atuação em diferentes áreas, me possibilitam fazer uma leitura ampla dos novos negócios e agregar valor em frentes diversas”, declara a executiva.

Já Vittorio Danesi, CEO da Simpress, empresa especialista em outsourcing de equipamentos e soluções de TI, participou de todos os batches do BR Angels até o momento e afirma que sua motivação é estar inserido na nova economia.

“Além do aprendizado mútuo entre os associados e os empreendedores, a chance de obter um bom retorno sobre o investimento também é um atrativo, já que as startups são validados por um grupo seleto de profissionais experientes e isso maximiza as chances de sucesso. Com o 4º Batch, atingimos um patamar cada vez maior e mais maduro de avaliação e investimento em novos negócios”, finaliza o empresário.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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GOOGLE FOR EDUCATION LANÇA TRÊS NOVOS RECURSOS PARA MELHORAR O ACESSO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS E EM MODO OFFLINE

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As novas funções do Google Sala de Aula devem oferecer uma experiência móvel mais inclusiva, simples e acessível para membros da comunidade escolar

O Google for Education lança três novos recursos do Google Sala de Aula para melhorar o ambiente de ensino e aprendizagem para quem não tem amplo acesso à tecnologia. Agora, será possível utilizar o aplicativo Google Sala de Aula no modo offline, ou seja, baixando conteúdos que depois poderão ser acessados mesmo quando o aluno não tiver acesso à internet fora da escola.

 

Outra novidade é a possibilidade de digitalizar e fazer upload de fotos rapidamente. Além disso, os professores passarão a poder atribuir notas às tarefas de seus alunos diretamente do celular com mais facilidade.



De acordo com Alexandre Campos, Head de Google for Education Brasil, os novos recursos prometem ajudar estudantes e professores independente do aparelho móvel que utilizarem. “Em muitos países, os investimentos que fizemos em nossos aplicativos móveis ajudaram dezenas de milhões de alunos a continuarem aprendendo remotamente usando telefones pessoais ou emprestados, o que agora também é uma realidade no Brasil, onde muitos alunos utilizam o celular para estudarem e realizarem suas tarefas”, afirma.

De acordo com o IBGE, o telefone móvel celular foi usado pelas duas categorias, estudantes e não estudantes, totalizando 97,4% e 98,9%, nesta ordem.
Entre os equipamentos com internet utilizados pelos estudantes estão o microcomputador (56,0%), televisão (35,0%) e tablet (13,4%). Esses percentuais para não estudantes ficaram em 43,4%, 31,0% e 10,1%, respectivamente. Por isso, o Google apresenta três novos recursos do Google Sala de aula para melhorar o ambiente de ensino e aprendizagem em condições de Internet que priorizam os professores e estudantes com pouca disponibilidade de acesso.

Uso do Google Sala de Aula no modo offline

Ainda de acordo com o IBGE, do total de estudantes sem internet, 95,9% estudam em escolas públicas. Com o aplicativo Google Sala de Aula para Android, alunos de diferentes redes de ensino podem aprender offline. Mesmo com internet irregular e indisponível, é possível visualizar, criar, editar e salvar arquivos em seu telefone. Embora a comunicação em tempo real ou a capacidade de fazer perguntas e obter respostas ainda exija uma conexão com a Internet, o modo offline oferece aos alunos a flexibilidade de levar os trabalhos escolares para qualquer lugar e continuar aprendendo em trânsito.A sala de aula no modo offline também oferece a opção de controlar o uso de dados móveis, para que possam consumir dados com mais eficiência enquanto mantém o progresso de aprendizagem.

Digitalize e faça upload de várias fotos com facilidade

De equações matemáticas e notas musicais a estudos sociais e projetos de ciências, os alunos podem compartilhar rapidamente os trabalhos escolares digitalizando ou tirando fotos de tarefas e, em seguida, enviando as imagens para o Sala de Aula.Um novo recurso de digitalização no aplicativo Google Sala de Aula disponível no Android oferece a capacidade de capturar e combinar várias imagens em um único arquivo. A ação de upload do aplicativo ainda permite selecionar e enviar vários tipos de arquivos diferentes em uma de um jeito fácil. Portanto, mesmo se o aluno tiver pressa de entregar uma tarefa no prazo, é possível compartilhar imagens de seus trabalhos escolares no Sala de Aula com apenas alguns toques rápidos.

Atribuição de notas pelo celular

A experiência de atribuição de notas às tarefas em dispositivos móveis do Google Sala de Aula está evoluindo para que os professores realizem essa função pelo celular com mais facilidade, além dos comentários sobre o desempenho dos alunos nos trabalhos, que agora podem ser enviados de forma individual.Os professores podem comentar sobre um arquivo ou destacar passagens específicas para deixar um apontamento mais direcionado em apoio aos seus alunos, além de ter um banco de comentários personalizáveis para adicionar as frases que usa com mais frequência: “Ótima ideia”, “Verifique nosso guia de gramática” ou qualquer outro comentário que desejem criar.

Essas atualizações podem ajudar os professores a identificar áreas de melhoria para os alunos de maneira mais eficaz.

Os novos recursos do Google Sala de Aula já estão disponíveis para as contas educacionais e todas as informações sobre os novos recursos podem ser acessadas na central Google Sala de Aula. Para mais informações, acesse o post no Blog do Google Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONFLITO ENTRE FINTECHS E BANCOS TRADICIONAIS: O QUE ESPERAR DO FUTURO

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espaços urbanos pandemia
Foto: banco de imagens/istockphoto

De acordo com especialista, Marco Regulatório das Fintechs deve acentuar briga entre fintechs e bancos tradicionais

Serviços mais personalizáveis a preços mais acessíveis e com menos burocracias. É com essa premissa que as fintechs se tornaram as queridinhas do mercado, especialmente entre os mais jovens. De acordo com a Abstartups, são quase 600 bancos digitais espalhados pelo país e, de acordo com o Instituto Locomotiva, em parceria com a TecBan, 42% dos brasileiros possuem contas em bancos digitais.

Só que nem tudo são flores e a popularização dos bancos digitais passou a causar desconforto nos bancos tradicionais. O capítulo mais recente desta novela, que está longe de acabar, foi quando a Zetta (associação fundada pelo Nubank, Mercado Pago e Google) e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) trocaram alfinetadas sobre as taxas de juros, o que evidenciou ainda mais a rivalidade entre os setores bancários.



Paulo Castro, CEO e cofundador do Contbank , fintech especializada em produtos para pequenas e médias empresas, aponta que as fintechs são apenas uma resposta à própria ineficiência e excesso de burocracia dos bancos tradicionais e que eles mesmos criaram a necessidade de uma alternativa a eles. “Durante muitos anos, os usuários se viam presos em uma instituição que oferecia pouca flexibilidade e vantagens. O surgimento de fintechs, amparado por uma revolução tecnológica, permitiu então que novos serviços, mais baratos, menos burocráticos surgissem. É normal o incômodo dos bancos tradicionais, mas encaro isso como uma reação a um sistema obsoleto” acrescenta.

Castro ainda afirma que é bem provável que essa briga entre brancos tradicionais e digitais está longe de acabar com a chegada do marco regulatório das fintechs. Estudado pelo Banco Central, é apenas uma resposta à pressão que a Febraban tem feito para que as perspectivas das fintechs sejam encurtadas: “O Marco Regulatório quer igualar duas categorias que não são iguais. Não é justo cobrar de uma fintech que está tentando driblar a crise para sobreviver os mesmos impostos de um banco que está há 30 anos no mercado. Isso irá colocar um ponto final na história de várias fintechs que têm um imenso potencial de crescimento.” finaliza.

Ainda que não exista um marco legal das fintechs propriamente dito, há um conjunto de leis que afetam diretamente as startups financeiras e por isso leva este nome. Atualmente, o grande destaque está na Lei nº12.865/2013 que permitiu que várias instituições financeiras fossem reconhecidas e pudessem fazer transações, emissão de cartões e gestão de contas, por exemplo. Quase sete anos depois, o Banco Central criou o Sandbox Regulatório por meio da Resolução CMN nº 4685/2020 permitindo que as fintechs relizem testes e experimentos para inovar o sistema financeiro.

Em 2021 foi sancionada o Marco Legal das Startups que passou a respeitar as particularidades das startups em questões de investimentos, trabalhistas e tributárias. Ainda que tenha sido amplamente comemorada pelo setor, há pontos que ficou a desejar: a Associação Brasileiras de Startups (Abstartups), por exemplo, apontou em carta aberta que o Marco Legal não contempla incentivos a investidores anjos e tampouco a regulamentação das opções de participação em ações para colaboradores, as stock options.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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65% DAS EMPRESAS INCLUEM PRÁTICAS ESG NAS ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS

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ESG caso Rondanel
Foto: banco de imagens/unplash

Outros 18% consideram o conceito importante, mas ainda não o implementaram

Um estudo da KPMG apontou que 65% dos líderes dos conselhos das empresas brasileiras pesquisadas indicaram que há uma integração em andamento das estratégias de negócio com as questões sociais, ambientais e éticas, resumidas em ESG (da sigla em inglês para meio ambiente, social e governança). Deste total, 41% disseram que tais ações foram implementadas parcialmente, seguindo um planejamento de médio e longo prazos, e 24% ainda não possuem uma definição para a conclusão do processo. Essas foram as principais conclusões do estudo realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) com mais de duzentos executivos.

Ainda segundo o relatório, apenas 16% dos entrevistados afirmaram que a agenda ESG já foi integrada de forma completa, inclusive com a remuneração do conselho de administração atrelada a métricas relacionadas ao tópico. Por outro lado, 18% responderam que o assunto consta na pauta da administração, mas sem previsão para ser aplicado, enquanto 1% dos entrevistados indicaram não ter planos neste sentido.



“Há uma demanda crescente do mercado e da sociedade por demonstrações de impactos ambientais e sociais, assim como por transparência nas ações corporativas que são relevantes para toda a sociedade. A forma como a liderança lida com estes temas se tornou uma forma de avaliação da habilidade dessa liderança de levar a empresa ao sucesso no novo contexto dos negócios.”, destaca a sócia-líder de consultoria em ESG da KPMG, Nelmara Arbex.

O estudo também questionou os executivos sobre o principal desafio para a criação de um conselho de administração de alta performance que esteja totalmente inserido em um ambiente de disrupção. Enquanto 36% dos líderes indicaram que o maior gargalo é garantir uma equipe com maior diversidade, outros 29% apontaram ruídos no alinhamento das expectativas dos acionistas, equilibrando lucratividade com geração de impacto positivo. Para 18% dos empresários, a dificuldade está atrelada justamente aos riscos de disrupção do modelo de negócios e à velocidade das mudanças tecnológicas. Por fim, 17% consideram que a questão mais difícil é alinhar a composição do conselho de administração com a estratégia da empresa para os próximos anos.

Neste cenário de transformação na estratégia das empresas, a pesquisa identificou que 85% dos entrevistados consideram fundamental a criação de um comitê de tecnologia e inovação para assessorar os Conselhos na incorporação da agenda ESG. A utilização de consultorias terceirizadas é defendida por 7%, enquanto a contratação de um conselheiro especialista no tema é a preferida de 6% dos líderes. Apenas 2% sugerem utilizar informações das áreas mencionadas para guiar as ações.

“O levantamento demonstrou a consolidação da mentalidade entre os empresários que uma estrutura adequada de governança contribui para a definição de estratégias cada vez mais eficientes e em consonância com diferenciais competitivos, como a utilização massiva de novas tecnologias”, resume o sócio-líder de Governança Corporativa da KPMG, Sebastian Soares.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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GRUPO CCR INICIA NOVO CICLO DE INVESTIMENTOS EM MOBILIDADE HUMANA

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Grupo CCR lança iniciativa para adotar inteligência artificial generativa em suas operações até o primeiro semestre de 2025
Crédito: CCR

Após a conquista de duas novas linhas de metrô, de 16 aeroportos e a vitória no leilão das rodovias BR-101 (Rio-Ubatuba) e BR-116 (Via Dutra, que liga os Estados de SP e RJ), o Grupo CCR inicia um novo ciclo de investimentos no Brasil. Em 20 anos, o Grupo CCR já investiu mais de R$ 50 bilhões na modernização dos três modais, em mais de 200 cidades brasileiras. Além das recentes e importantes conquistas, o grupo ainda visualiza um pipeline de concessões de infraestrutura que totaliza R$ 191 bilhões em investimentos, oportunidades de crescimento que poderão ser capturadas com disciplina na alocação de capital.

O novo ciclo de investimentos também deverá ser um período de muita inovação, aproximando a CCR das tendências setoriais e daquilo que diz respeito ao modelo e às estratégias para formação de Smart Cities.  A CCR irá investir R$ 14, 5 bilhões na modernização da Via Dutra (BR-116) e da Rio-Ubatuba (BR 101). Entre as inovações que estão previstas na rodovia, além de obras relevantes, como novas pistas de subida e descida da Serra das Araras,  há a iluminação de LED em toda a extensão das pistas, o que irá beneficiar diversos municípios no entorno. Além disso, será implementado um projeto-piloto do free flow entre as cidades de Arujá e São Paulo, para cobrança de pedágio por trecho percorrido, além de uma nova tecnologia de conectividade em todo o trecho, o que dará mais segurança e conforto para os clientes.



Além de seguir na administração da Dutra por mais 30 anos, a companhia avança também em projetos na cidade de São Paulo. O Grupo conquistou, neste ano de 2021, a concessão das Linhas 8 e 9 da CPTM – importante infraestrutura que serve à população de parte da Região Metropolitana da capital. O projeto será operado pela ViaMobilidade, concessionária que faz parte da divisão CCR Mobilidade. O projeto prevê uma série de inovações neste que é um dos principais sistemas de transporte público sobre trilhos na Região Metropolitana de São Paulo.

Serão 36 novas composições, mais modernas e eficientes do ponto de vista do consumo de energia, que irão transportar mais de 1 milhão de passageiros por dia. As estações também serão modernizadas, para agilizar o fluxo de pessoas no embarque e no desembarque. Os investimentos da CCR Mobilidade irão oferecer novas perspectivas para o transporte público metropolitano, elevando a qualidade do serviço para os passageiros.

Nas linhas já operadas pelas concessionárias da CCR Mobilidade (ViaQuatro, ViaMobilidade e CCR Metrô Bahia), muitas inovações têm sido incorporadas ao sistema de transporte. Entre os exemplos estão as informações prévias sobre ocupações de carros e o tempo de espera, disponíveis nos monitores espalhados pelas plataformas de embarque, o que permite aos passageiros planejar seu deslocamento de forma mais confortável e segura, além de seu embarque em locais menos concorridos.

Outra frente de negócios que está permitindo à CCR conectar propósito com ambição estratégica é o setor aeroportuário. O Grupo CCR conquistou, neste ano, a concessão de 15 novos terminais dos blocos Sul e Central, na 6ª Rodada de Concessões Aeroportuárias da ANAC, além do Aeroporto da Pampulha/BH, concedido pelo Governo Estadual de MG. Os investimentos previstos nesses novos terminais irão permitir ao Grupo a incorporação de inovações no atendimento aos passageiros, assim como já tem ocorrido no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins (MG), muito bem avaliado pelos clientes e o mais pontual do Brasil.

O Grupo CCR permanecerá atento à agenda de concessões e PPPs no Brasil, de forma a garantir que a mobilidade humana aconteça de forma segura, com clientes satisfeitos e colaboradores engajados, a partir de investimentos que atendam aos preceitos ESG e que tragam retorno aos seus investidores.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABES E AMAZON WEB SERVICES FECHAM ACORDO MIRANDO O SEGMENTO DE STARTUPS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

Empreendedores participantes do ABES Startup Internship Program terão acesso ao programa AWS Activate e a diversos benefícios para apoiar o crescimento de seus negócios

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software firma colaboração com a Amazon Web Services (AWS) para reunir os benefícios dos programas AWS Activate e ABES Startup Intership Program para os seus associados. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos e investimentos para o setor de tecnologia brasileiro.

O ABES Intership Program foi criado para fortalecer as startups, gerar sinergia entre fundos de investimentos, incubadoras e aceleradoras e contribuir para que os negócios possam superar as dificuldades presentes no mercado, colocando à disposição os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. A iniciativa disponibiliza todos os serviços oferecidos pelas entidades a seus associados, como plantão jurídico-tributário, orientadores, guias, completa infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, dados de mercado, e grupos de discussão sobre relevantes temas do setor, como IA, segurança cibernética, LGPD, tributário, entre outros. Já o AWS Activate é o programa da AWS que oferece benefícios às startups para apoiar o seu crescimento. Entre eles estão créditos para o uso de serviços de computação em nuvem da AWS, créditos do plano de suporte da AWS e treinamento com especialistas da empresa que podem ser usados em até dois anos depois da filiação.



Com a colaboração, as startups participantes do AWS Activate terão acesso ao programa ABES Internship, durante 6 meses, sem custo. E, por sua vez, as startups participantes do programa ABES Internship, terão acesso aos créditos oferecidos pelo AWS Activate, entre outros benefícios.

“Estamos felizes por anunciar esta importante colaboração com a AWS no sentido de contribuir com o sucesso do empreendedor brasileiro. O programa ABES Internship já conta com diversos parceiros, como fundos de investimentos, aceleradoras e incubadoras. O nosso principal objetivo é ajudar os empreendedores a enfrentarem os desafios do mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

“O ecossistema de startups brasileiro é um dos mais inovadores do mundo e ficamos felizes em fazer parte deste movimento juntamente com a ABES. Por meio dos benefícios do AWS Activate, as startups que fazem parte do ABES Internship Program poderão ter acesso a ferramentas que as ajudarão a ganhar mais agilidade, elasticidade e segurança em suas operações com a nuvem da AWS”, comenta Fred Santoro, head de Startups da AWS no Brasil.

Para ter acesso aos benefícios desta cooperação, a startup precisa estar ligada a algum parceiro do programa: Bertha Capital; Biopark; Bossanova; BR Angels; BrazilLab; Health Innova Hub; Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul; Kyvo; e Startup Farm. Detalhes do ABES Startup Internship Program estão disponíveis neste link e não há custos ou taxas para participar.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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