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GOOGLE FOR EDUCATION LANÇA TRÊS NOVOS RECURSOS PARA MELHORAR O ACESSO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS E EM MODO OFFLINE

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As novas funções do Google Sala de Aula devem oferecer uma experiência móvel mais inclusiva, simples e acessível para membros da comunidade escolar

O Google for Education lança três novos recursos do Google Sala de Aula para melhorar o ambiente de ensino e aprendizagem para quem não tem amplo acesso à tecnologia. Agora, será possível utilizar o aplicativo Google Sala de Aula no modo offline, ou seja, baixando conteúdos que depois poderão ser acessados mesmo quando o aluno não tiver acesso à internet fora da escola.

 

Outra novidade é a possibilidade de digitalizar e fazer upload de fotos rapidamente. Além disso, os professores passarão a poder atribuir notas às tarefas de seus alunos diretamente do celular com mais facilidade.



De acordo com Alexandre Campos, Head de Google for Education Brasil, os novos recursos prometem ajudar estudantes e professores independente do aparelho móvel que utilizarem. “Em muitos países, os investimentos que fizemos em nossos aplicativos móveis ajudaram dezenas de milhões de alunos a continuarem aprendendo remotamente usando telefones pessoais ou emprestados, o que agora também é uma realidade no Brasil, onde muitos alunos utilizam o celular para estudarem e realizarem suas tarefas”, afirma.

De acordo com o IBGE, o telefone móvel celular foi usado pelas duas categorias, estudantes e não estudantes, totalizando 97,4% e 98,9%, nesta ordem.
Entre os equipamentos com internet utilizados pelos estudantes estão o microcomputador (56,0%), televisão (35,0%) e tablet (13,4%). Esses percentuais para não estudantes ficaram em 43,4%, 31,0% e 10,1%, respectivamente. Por isso, o Google apresenta três novos recursos do Google Sala de aula para melhorar o ambiente de ensino e aprendizagem em condições de Internet que priorizam os professores e estudantes com pouca disponibilidade de acesso.

Uso do Google Sala de Aula no modo offline

Ainda de acordo com o IBGE, do total de estudantes sem internet, 95,9% estudam em escolas públicas. Com o aplicativo Google Sala de Aula para Android, alunos de diferentes redes de ensino podem aprender offline. Mesmo com internet irregular e indisponível, é possível visualizar, criar, editar e salvar arquivos em seu telefone. Embora a comunicação em tempo real ou a capacidade de fazer perguntas e obter respostas ainda exija uma conexão com a Internet, o modo offline oferece aos alunos a flexibilidade de levar os trabalhos escolares para qualquer lugar e continuar aprendendo em trânsito.A sala de aula no modo offline também oferece a opção de controlar o uso de dados móveis, para que possam consumir dados com mais eficiência enquanto mantém o progresso de aprendizagem.

Digitalize e faça upload de várias fotos com facilidade

De equações matemáticas e notas musicais a estudos sociais e projetos de ciências, os alunos podem compartilhar rapidamente os trabalhos escolares digitalizando ou tirando fotos de tarefas e, em seguida, enviando as imagens para o Sala de Aula.Um novo recurso de digitalização no aplicativo Google Sala de Aula disponível no Android oferece a capacidade de capturar e combinar várias imagens em um único arquivo. A ação de upload do aplicativo ainda permite selecionar e enviar vários tipos de arquivos diferentes em uma de um jeito fácil. Portanto, mesmo se o aluno tiver pressa de entregar uma tarefa no prazo, é possível compartilhar imagens de seus trabalhos escolares no Sala de Aula com apenas alguns toques rápidos.

Atribuição de notas pelo celular

A experiência de atribuição de notas às tarefas em dispositivos móveis do Google Sala de Aula está evoluindo para que os professores realizem essa função pelo celular com mais facilidade, além dos comentários sobre o desempenho dos alunos nos trabalhos, que agora podem ser enviados de forma individual.Os professores podem comentar sobre um arquivo ou destacar passagens específicas para deixar um apontamento mais direcionado em apoio aos seus alunos, além de ter um banco de comentários personalizáveis para adicionar as frases que usa com mais frequência: “Ótima ideia”, “Verifique nosso guia de gramática” ou qualquer outro comentário que desejem criar.

Essas atualizações podem ajudar os professores a identificar áreas de melhoria para os alunos de maneira mais eficaz.

Os novos recursos do Google Sala de Aula já estão disponíveis para as contas educacionais e todas as informações sobre os novos recursos podem ser acessadas na central Google Sala de Aula. Para mais informações, acesse o post no Blog do Google Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONFLITO ENTRE FINTECHS E BANCOS TRADICIONAIS: O QUE ESPERAR DO FUTURO

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espaços urbanos pandemia
Foto: banco de imagens/istockphoto

De acordo com especialista, Marco Regulatório das Fintechs deve acentuar briga entre fintechs e bancos tradicionais

Serviços mais personalizáveis a preços mais acessíveis e com menos burocracias. É com essa premissa que as fintechs se tornaram as queridinhas do mercado, especialmente entre os mais jovens. De acordo com a Abstartups, são quase 600 bancos digitais espalhados pelo país e, de acordo com o Instituto Locomotiva, em parceria com a TecBan, 42% dos brasileiros possuem contas em bancos digitais.

Só que nem tudo são flores e a popularização dos bancos digitais passou a causar desconforto nos bancos tradicionais. O capítulo mais recente desta novela, que está longe de acabar, foi quando a Zetta (associação fundada pelo Nubank, Mercado Pago e Google) e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) trocaram alfinetadas sobre as taxas de juros, o que evidenciou ainda mais a rivalidade entre os setores bancários.



Paulo Castro, CEO e cofundador do Contbank , fintech especializada em produtos para pequenas e médias empresas, aponta que as fintechs são apenas uma resposta à própria ineficiência e excesso de burocracia dos bancos tradicionais e que eles mesmos criaram a necessidade de uma alternativa a eles. “Durante muitos anos, os usuários se viam presos em uma instituição que oferecia pouca flexibilidade e vantagens. O surgimento de fintechs, amparado por uma revolução tecnológica, permitiu então que novos serviços, mais baratos, menos burocráticos surgissem. É normal o incômodo dos bancos tradicionais, mas encaro isso como uma reação a um sistema obsoleto” acrescenta.

Castro ainda afirma que é bem provável que essa briga entre brancos tradicionais e digitais está longe de acabar com a chegada do marco regulatório das fintechs. Estudado pelo Banco Central, é apenas uma resposta à pressão que a Febraban tem feito para que as perspectivas das fintechs sejam encurtadas: “O Marco Regulatório quer igualar duas categorias que não são iguais. Não é justo cobrar de uma fintech que está tentando driblar a crise para sobreviver os mesmos impostos de um banco que está há 30 anos no mercado. Isso irá colocar um ponto final na história de várias fintechs que têm um imenso potencial de crescimento.” finaliza.

Ainda que não exista um marco legal das fintechs propriamente dito, há um conjunto de leis que afetam diretamente as startups financeiras e por isso leva este nome. Atualmente, o grande destaque está na Lei nº12.865/2013 que permitiu que várias instituições financeiras fossem reconhecidas e pudessem fazer transações, emissão de cartões e gestão de contas, por exemplo. Quase sete anos depois, o Banco Central criou o Sandbox Regulatório por meio da Resolução CMN nº 4685/2020 permitindo que as fintechs relizem testes e experimentos para inovar o sistema financeiro.

Em 2021 foi sancionada o Marco Legal das Startups que passou a respeitar as particularidades das startups em questões de investimentos, trabalhistas e tributárias. Ainda que tenha sido amplamente comemorada pelo setor, há pontos que ficou a desejar: a Associação Brasileiras de Startups (Abstartups), por exemplo, apontou em carta aberta que o Marco Legal não contempla incentivos a investidores anjos e tampouco a regulamentação das opções de participação em ações para colaboradores, as stock options.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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65% DAS EMPRESAS INCLUEM PRÁTICAS ESG NAS ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS

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ESG caso Rondanel
Foto: banco de imagens/unplash

Outros 18% consideram o conceito importante, mas ainda não o implementaram

Um estudo da KPMG apontou que 65% dos líderes dos conselhos das empresas brasileiras pesquisadas indicaram que há uma integração em andamento das estratégias de negócio com as questões sociais, ambientais e éticas, resumidas em ESG (da sigla em inglês para meio ambiente, social e governança). Deste total, 41% disseram que tais ações foram implementadas parcialmente, seguindo um planejamento de médio e longo prazos, e 24% ainda não possuem uma definição para a conclusão do processo. Essas foram as principais conclusões do estudo realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) com mais de duzentos executivos.

Ainda segundo o relatório, apenas 16% dos entrevistados afirmaram que a agenda ESG já foi integrada de forma completa, inclusive com a remuneração do conselho de administração atrelada a métricas relacionadas ao tópico. Por outro lado, 18% responderam que o assunto consta na pauta da administração, mas sem previsão para ser aplicado, enquanto 1% dos entrevistados indicaram não ter planos neste sentido.



“Há uma demanda crescente do mercado e da sociedade por demonstrações de impactos ambientais e sociais, assim como por transparência nas ações corporativas que são relevantes para toda a sociedade. A forma como a liderança lida com estes temas se tornou uma forma de avaliação da habilidade dessa liderança de levar a empresa ao sucesso no novo contexto dos negócios.”, destaca a sócia-líder de consultoria em ESG da KPMG, Nelmara Arbex.

O estudo também questionou os executivos sobre o principal desafio para a criação de um conselho de administração de alta performance que esteja totalmente inserido em um ambiente de disrupção. Enquanto 36% dos líderes indicaram que o maior gargalo é garantir uma equipe com maior diversidade, outros 29% apontaram ruídos no alinhamento das expectativas dos acionistas, equilibrando lucratividade com geração de impacto positivo. Para 18% dos empresários, a dificuldade está atrelada justamente aos riscos de disrupção do modelo de negócios e à velocidade das mudanças tecnológicas. Por fim, 17% consideram que a questão mais difícil é alinhar a composição do conselho de administração com a estratégia da empresa para os próximos anos.

Neste cenário de transformação na estratégia das empresas, a pesquisa identificou que 85% dos entrevistados consideram fundamental a criação de um comitê de tecnologia e inovação para assessorar os Conselhos na incorporação da agenda ESG. A utilização de consultorias terceirizadas é defendida por 7%, enquanto a contratação de um conselheiro especialista no tema é a preferida de 6% dos líderes. Apenas 2% sugerem utilizar informações das áreas mencionadas para guiar as ações.

“O levantamento demonstrou a consolidação da mentalidade entre os empresários que uma estrutura adequada de governança contribui para a definição de estratégias cada vez mais eficientes e em consonância com diferenciais competitivos, como a utilização massiva de novas tecnologias”, resume o sócio-líder de Governança Corporativa da KPMG, Sebastian Soares.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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GRUPO CCR INICIA NOVO CICLO DE INVESTIMENTOS EM MOBILIDADE HUMANA

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Grupo CCR lança iniciativa para adotar inteligência artificial generativa em suas operações até o primeiro semestre de 2025
Crédito: CCR

Após a conquista de duas novas linhas de metrô, de 16 aeroportos e a vitória no leilão das rodovias BR-101 (Rio-Ubatuba) e BR-116 (Via Dutra, que liga os Estados de SP e RJ), o Grupo CCR inicia um novo ciclo de investimentos no Brasil. Em 20 anos, o Grupo CCR já investiu mais de R$ 50 bilhões na modernização dos três modais, em mais de 200 cidades brasileiras. Além das recentes e importantes conquistas, o grupo ainda visualiza um pipeline de concessões de infraestrutura que totaliza R$ 191 bilhões em investimentos, oportunidades de crescimento que poderão ser capturadas com disciplina na alocação de capital.

O novo ciclo de investimentos também deverá ser um período de muita inovação, aproximando a CCR das tendências setoriais e daquilo que diz respeito ao modelo e às estratégias para formação de Smart Cities.  A CCR irá investir R$ 14, 5 bilhões na modernização da Via Dutra (BR-116) e da Rio-Ubatuba (BR 101). Entre as inovações que estão previstas na rodovia, além de obras relevantes, como novas pistas de subida e descida da Serra das Araras,  há a iluminação de LED em toda a extensão das pistas, o que irá beneficiar diversos municípios no entorno. Além disso, será implementado um projeto-piloto do free flow entre as cidades de Arujá e São Paulo, para cobrança de pedágio por trecho percorrido, além de uma nova tecnologia de conectividade em todo o trecho, o que dará mais segurança e conforto para os clientes.



Além de seguir na administração da Dutra por mais 30 anos, a companhia avança também em projetos na cidade de São Paulo. O Grupo conquistou, neste ano de 2021, a concessão das Linhas 8 e 9 da CPTM – importante infraestrutura que serve à população de parte da Região Metropolitana da capital. O projeto será operado pela ViaMobilidade, concessionária que faz parte da divisão CCR Mobilidade. O projeto prevê uma série de inovações neste que é um dos principais sistemas de transporte público sobre trilhos na Região Metropolitana de São Paulo.

Serão 36 novas composições, mais modernas e eficientes do ponto de vista do consumo de energia, que irão transportar mais de 1 milhão de passageiros por dia. As estações também serão modernizadas, para agilizar o fluxo de pessoas no embarque e no desembarque. Os investimentos da CCR Mobilidade irão oferecer novas perspectivas para o transporte público metropolitano, elevando a qualidade do serviço para os passageiros.

Nas linhas já operadas pelas concessionárias da CCR Mobilidade (ViaQuatro, ViaMobilidade e CCR Metrô Bahia), muitas inovações têm sido incorporadas ao sistema de transporte. Entre os exemplos estão as informações prévias sobre ocupações de carros e o tempo de espera, disponíveis nos monitores espalhados pelas plataformas de embarque, o que permite aos passageiros planejar seu deslocamento de forma mais confortável e segura, além de seu embarque em locais menos concorridos.

Outra frente de negócios que está permitindo à CCR conectar propósito com ambição estratégica é o setor aeroportuário. O Grupo CCR conquistou, neste ano, a concessão de 15 novos terminais dos blocos Sul e Central, na 6ª Rodada de Concessões Aeroportuárias da ANAC, além do Aeroporto da Pampulha/BH, concedido pelo Governo Estadual de MG. Os investimentos previstos nesses novos terminais irão permitir ao Grupo a incorporação de inovações no atendimento aos passageiros, assim como já tem ocorrido no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins (MG), muito bem avaliado pelos clientes e o mais pontual do Brasil.

O Grupo CCR permanecerá atento à agenda de concessões e PPPs no Brasil, de forma a garantir que a mobilidade humana aconteça de forma segura, com clientes satisfeitos e colaboradores engajados, a partir de investimentos que atendam aos preceitos ESG e que tragam retorno aos seus investidores.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABES E AMAZON WEB SERVICES FECHAM ACORDO MIRANDO O SEGMENTO DE STARTUPS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

Empreendedores participantes do ABES Startup Internship Program terão acesso ao programa AWS Activate e a diversos benefícios para apoiar o crescimento de seus negócios

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software firma colaboração com a Amazon Web Services (AWS) para reunir os benefícios dos programas AWS Activate e ABES Startup Intership Program para os seus associados. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos e investimentos para o setor de tecnologia brasileiro.

O ABES Intership Program foi criado para fortalecer as startups, gerar sinergia entre fundos de investimentos, incubadoras e aceleradoras e contribuir para que os negócios possam superar as dificuldades presentes no mercado, colocando à disposição os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. A iniciativa disponibiliza todos os serviços oferecidos pelas entidades a seus associados, como plantão jurídico-tributário, orientadores, guias, completa infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, dados de mercado, e grupos de discussão sobre relevantes temas do setor, como IA, segurança cibernética, LGPD, tributário, entre outros. Já o AWS Activate é o programa da AWS que oferece benefícios às startups para apoiar o seu crescimento. Entre eles estão créditos para o uso de serviços de computação em nuvem da AWS, créditos do plano de suporte da AWS e treinamento com especialistas da empresa que podem ser usados em até dois anos depois da filiação.



Com a colaboração, as startups participantes do AWS Activate terão acesso ao programa ABES Internship, durante 6 meses, sem custo. E, por sua vez, as startups participantes do programa ABES Internship, terão acesso aos créditos oferecidos pelo AWS Activate, entre outros benefícios.

“Estamos felizes por anunciar esta importante colaboração com a AWS no sentido de contribuir com o sucesso do empreendedor brasileiro. O programa ABES Internship já conta com diversos parceiros, como fundos de investimentos, aceleradoras e incubadoras. O nosso principal objetivo é ajudar os empreendedores a enfrentarem os desafios do mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

“O ecossistema de startups brasileiro é um dos mais inovadores do mundo e ficamos felizes em fazer parte deste movimento juntamente com a ABES. Por meio dos benefícios do AWS Activate, as startups que fazem parte do ABES Internship Program poderão ter acesso a ferramentas que as ajudarão a ganhar mais agilidade, elasticidade e segurança em suas operações com a nuvem da AWS”, comenta Fred Santoro, head de Startups da AWS no Brasil.

Para ter acesso aos benefícios desta cooperação, a startup precisa estar ligada a algum parceiro do programa: Bertha Capital; Biopark; Bossanova; BR Angels; BrazilLab; Health Innova Hub; Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul; Kyvo; e Startup Farm. Detalhes do ABES Startup Internship Program estão disponíveis neste link e não há custos ou taxas para participar.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONECTA SP: HUAWEI APRESENTA INOVAÇÕES DO 5G NO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

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Programa do Governo do Estado terá investimento de R$ 3 milhões para auxiliar municípios a receberem nova tecnologia de internet móvel com modernização de leis locais de antenas

Na ultima terça-feira (16/11), o Governador João Doria anunciou, no Palácio dos Bandeirantes, o Programa Conecta SP para agilizar a chegada da cobertura 5G a todos os 645 municípios paulistas. A Huawei, líder global em tecnologia da informação e comunicação, esteve presente apresentando como a quinta geração de rede de telecomunicação irá impactar setores-chave da economia como: agricultura, indústria, portos, mobilidade urbana e entretenimento.
A iniciativa estadual conta com investimento de R$ 3 milhões para incentivar os gestores municipais a modernizar legislações locais de antenas para a nova tecnologia. Nesta primeira fase, a principal meta do Conecta SP é estimular a modernização das legislações municipais, aspecto considerado fundamental para a rápida implantação do 5G.


Durante o evento, prefeitos e vereadores conheceram detalhes da proposta e também terão apoio técnico do Estado para atualização de leis locais de antenas. Os convidados também puderam conhecer na prática como o 5G irá revolucionar o dia a dia das cidades e desenvolver as indústrias locais.

A multinacional Huawei Brasil apresentou para os visitantes alguns estudos de caso nacionais e internacionais. “No nosso Centro de Distribuição, em Sorocaba, trouxemos mais segurança e eficiência com o uso de Veículos Autoguiados (AGV). No campo, estamos usando IoT e AI, para monitorar o comportamento animal e as lavouras, otimizando o uso de defensivos e tornando as práticas no campo mais sustentáveis”, explica Carlos Lauria, diretor de Assuntos Regulatórios da Huawei.

Com os dados trafegando de forma mais rápida, será possível automatizar a logística de portos, aeroportos e melhorar a mobilidade urbana. Segundo executivo da Huawei, o 5G permitirá a criação de um ecossistema inteligente que vai desde a rotina nas cidades, até novas experiências de entretenimento cada vez mais imersivos.

Associações do setor de telecomunicações preveem a necessidade de investimentos iniciais de R$ 4 bilhões em infraestrutura apenas em São Paulo para atender a requisitos da nova tecnologia de internet nos próximos anos. Ao todo, esse mercado deve movimentar R$ 266 bilhões em todo o estado em médio prazo.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, em parceria com a InvestSP (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), também irá cooperar com Prefeituras e Câmaras Municipais para o alinhamento das legislações locais a marcos legais e regulatórios para infraestrutura de telecomunicações.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ESPAÇOS DE TRABALHO VERDES MELHORAM AS CIDADES E TRAZEM BEM ESTAR ÀS PESSOAS

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Cada vez mais escritórios buscam criar espaços livres e verdes, e promover atividades de descompressão, indícios do reconhecimento da importância dessa abordagem.


Muito se questiona sobre como se dará o trabalho no mundo pós-pandemia. Nos últimos tempos, todos nós aprendemos muito sobre os modelos de trabalho. De um lado, quem ficou mais exposto precisou desenvolver estratégias para manter-se protegido e saudável, tanto física quanto mentalmente. Do outro lado, aqueles que puderam aderir ao modelo remoto viveram a dor e a delícia do home office, o que inclui uma rotina sem perda de tempo nos deslocamentos, mas que limita as conexões e experiências coletivas fundamentais para um trabalho inovador e colaborativo. Para todos, não importa a posição ou o cargo, houve uma reflexão sobre as configurações e a maneira como utilizamos nossos ambientes de trabalho, locais onde muitas vezes passamos mais horas do que dormindo em nossas próprias camas.

Pesquisas recentes mostram que as pessoas não querem voltar aos espaços de trabalho convencionais e frios que ocupavam antes. Elas prefeririam estar em casa, ou fora do caos urbano e em intenso contato com a natureza. Unir pessoas e suas habilidades é essencial para criar e inovar, porém, os espaços ao redor delas precisam ser estimulantes, apostando em soluções convidativas que contribuem para o conforto, assim como espaços que convidam à interação. Cada vez mais escritórios buscam criar espaços livres e verdes, e promover atividades de descompressão, indícios do reconhecimento da importância dessa abordagem.



É preciso trazer a diversidade e complexidade da natureza, para construir as relações espaciais adequadas às demandas atuais da sociedade.

Desenvolvemos um conceito de refúgio natural e urbano, que cria os espaços de trabalho necessários para o mundo pós pandemia. Nosso processo buscou desenvolver soluções a partir da própria natureza, nesse caso por meio de algoritmos genéticos, para chegarmos a soluções de projeto otimizadas por meio de design generativo.

Como solução construtiva, buscamos a flexibilidade e a modularidade como resposta.  Como materialidade buscamos a madeira. O uso dessa matéria-prima renovável e proveniente de florestas certificadas é capaz de absorver carbono. Também reduz o gasto de energia e praticamente zera o volume de resíduos na comparação com as obras convencionais, pois a estrutura é montada no terreno. No dia a dia, a madeira é fundamental para o conforto térmico e acústico e para proporcionar aconchego e bem-estar. 

As soluções modulares e adaptáveis permitiram criar uma dinâmica que integra os espaços à vegetação, ventilação e à insolação naturais. É como se tivéssemos um escritório onde todos podem sentir-se ao lado da janela, um voo onde todos os assentos são de primeira classe. Ao mesmo tempo, os espaços são adaptáveis aos usuários, ajustados aos seus interesses por meio de um modelo de negócio baseado em assinaturas. A proposta pode assumir distintas escalas e ser adaptada a diferentes lugares, fortalecendo um modelo de negócios que recria os espaços de trabalho.

Pesquisadores do mundo inteiro têm comprovado o quanto essa proximidade do ambiente é benéfica para a saúde. Na Austrália, um estudo da Universidade Deakin constatou que o impacto positivo ao estado mental é grande: é possível até mesmo reduzir sintomas de ansiedade e depressão. Já na Holanda, pesquisadores do Centro Médico Universitário de Amsterdã concluíram que pessoas que vivem próximas da natureza reduzem em 21% as chances de desenvolverem depressão.

Há mais benefícios: melhora na qualidade do sono, nos níveis de estresse, no aprendizado e na memorização, na imunidade, nos problemas cardíacos e pulmonares, além de diminuir a possibilidade de desenvolver doenças como obesidade e diabetes. 

Estender essas vantagens para o trabalho é urgente para que as pessoas possam ser mais saudáveis e felizes e até mesmo mais produtivas. Eis os espaços de trabalho do futuro: eles convidam a permanecer, a criar e a desenvolver plenamente nosso potencial.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

NECTA ENTRA NO MERCADO DAS MARTECHS FOCANDO NAS CONEXÕES COM PROPÓSITO

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Empresa inova com a área digital e constrói plataformas de conteúdo para organizações que buscam crescimento orientado

Estabelecer conexões com propósito entre iniciativa privada, governos e sociedade civil é a missão da Necta. O relacionamento é a chave principal para a inovação e a Necta acredita que aliar comunicação, marketing de relacionamento e tecnologia é o caminho para o novo mercado das MarTechs, a nova roupagem para 2022. O próximo ano ainda será de desafios. A pandemia da Covid-19, em 2020 e 2021, causou diversos danos à economia, ao mundo corporativo e às famílias em geral. O mundo parou, mas a Necta inovou! 

Depois de 15 anos atuando na área de gestão e produção de eventos presenciais, a Necta entrou com força total para o mercado digital e diversificou o portfólio. O foco da empresa é desenvolver plataformas de conteúdo e criar engajamento entre um público específico que deseja compartilhar conhecimento. Exemplo disso é que a plataforma da Necta contribui com a cooperação técnica para o MBA de Cidades, que será oferecido no próximo ano pela FESPSP – Sociologia e Política – Escola de Humanidades, e ainda firmou parceria com a criação do primeiro Sandbox estadual adotado pelo Governo do Estado de São Paulo. 



A Necta implementa atividades orientadas de forma que haja impacto positivo aos ecossistemas onde cada projeto está inserido. O objetivo é aproximar a organização, seus respectivos fornecedores, clientes e parceiros em um círculo virtuoso, gerando e agregando valor. Os projetos realizados pela Necta permitem que todos os envolvidos participem e contribuam com ideias, experiências e motivação.

Connected Smart Cities & Mobility

Ao longo de cada ano, a Necta estabelece as conexões com propósito, alinhando os objetivos do cliente com foco nos resultados e no que ele deseja impactar. Anualmente, é realizado o Evento Nacional Connected Smart Cities & Mobility, que está a caminho de sua 8ª edição, e o AirConnected, contemplando sua 3ª edição no próximo ano. O evento anual fecha um ciclo e permite a aproximação entre as partes envolvidas e entre projetos que, por ora, se complementam. 

As plataformas do Connected Smart Cities & Mobility e do AirConnected oferecem um conteúdo que engaja e inicia o círculo virtuoso desde os primeiros meses do ano. No CSCM, participam colunistas renomados que discutem projetos e ações de cidades inteligentes e mobilidade urbana. E no AirConnected também são compartilhados conhecimentos dos colunistas do setor de transporte aéreo.

Ainda completa o evento anual, o Ranking Connected Smart Cities que analisa todas as cidades brasileiras, acima de 50 mil habitantes, no contexto das cidades inteligentes, além do Prêmio Connected Smart Cities que incentiva e oferece a oportunidade à empresas que desenvolvam soluções e contribuam para uma vida mais resiliente, humana e sustentável.

Eventos

Para 2022, os eventos devem permanecer híbridos, pois o digital veio para somar e, certamente, permanecer no mercado das MarTechs. Além de todo processo operacional e personalizado que a Necta adapta de acordo com a necessidade do cliente, o diferencial da empresa em cada projeto é fazer parcerias e identificar as melhores ferramentas para cada ocasião. 

A Necta foi uma das pioneiras, no Brasil, a aderir aos eventos onlines e, da mesma forma, a retomar o presencial em setembro de 2021. Em todo o momento, a inovação norteou as estratégias da 7a edição do Evento Nacional Connected Smart Cities & Mobility. Antes de qualquer decreto municipal, a empresa pensou na segurança de todos os envolvidos e exigiu a primeira dose da vacina contra a Covid-19, além de realizar o teste PCR nos participantes. Isso fortaleceu a segurança de todos e possibilitou o sucesso nesta edição inédita, que também contou com o formato híbrido e simultâneo.  

No próximo ano, a Necta continua fazendo conexões com propósito. E para direcionar seu objetivo, apresenta, a seguir, uma pesquisa que servirá de termômetro para todo o relacionamento que for solicitado em 2022.

Conheça mais do trabalho da Necta por meio do site Necta Inova, e também pelos portais de notícias do CSCM e  do AIRC 

 

PRÊMIO NOBEL DE ECONOMIA, MINISTRO DA INFRAESTRUTURA E PRÊMIO P3C – CUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CONCESSÃO E PPP DURANTE A PANDEMIA – FAZEM PARTE DA 1ª EDIÇÃO DA CONFERÊNCIA P3C NA PRÓXIMA SEMANA

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Para cada categoria do Prêmio, haverá o 1º lugar e a menção honrosa ao 2º colocado. São 5 categorias e 10 vencedores entre os finalistas

Nos dias 23 e 24 de novembro de 2021, será realizada a 1ª edição da Conferência P3C que contará com a participação de especialistas internacionais e nacionais com o  objetivo de gerar debate construtivo e de alto nível sobre os principais temas dos setores de infraestrutura no Brasil. O P3C será realizado em formato híbrido e o evento presencial será na sede da B3: a Bolsa do Brasil, localizada no centro da capital paulista. A realização é da Necta – Conexões com Propósito e Portugal Ribeiro Advogados, com correalização da B3.

Keynote Speakers

Dr. Paul Milgrom, professor de economia, ganhador do Prêmio Nobel em 2020 e cofundador da Auctionomics, será o Keynote Speaker internacional da 1ª edição da Conferência P3C. Economista norte-americano, Dr. Paul Milgrom dividiu com Robert B. Wilson o Prêmio Nobel em 2020, por contribuir com melhorias na teoria e na invenção de novos formatos de leilões.

O economista e professor formulou, ainda, uma teoria geral dos leilões, mostrando que um leilão gera preços mais altos quando os compradores obtêm informações sobre os lances planejados por outros licitantes, durante o processo de licitação.



Tarcísio de Freitas, atual Ministro da Infraestrutura, confirmou presença, como Keynote Speaker Nacional, na abertura da Conferência P3C. Em 2011, Freitas foi indicado para ser diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e, em 2015, atuou como secretário da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), responsável pelo programa de privatizações, concessões e desestatizações.

Tarcísio de Freitas é considerado o trator do Governo Federal. Nos 100 primeiros dias do atual mandato, foi responsável por 23 leilões, incluindo aeroportos, terminais portuários e a Ferrovia Norte-Sul.

Programação 

As plenárias da conferência serão realizadas no formato presencial somente para convidados. O P3C terá transmissão simultânea através de plataforma exclusiva do evento e estará disponível somente para inscritos. A intenção dos especialistas é tratar de problemas concretos, atuais, polêmicos e inovadores do setor. 

Prêmio 

O Prêmio P3C – cumprimento de contratos de concessão e PPP durante a pandemia – será entregue aos vencedores no dia 24 de novembro, durante a 1ª edição da Conferência P3C, na Bolsa do Brasil.

O objetivo do Prêmio é reconhecer e dar destaque ao esforço de entes públicos e/ou agências reguladoras que adotaram iniciativas para que conseguissem cumprir com os contratos de concessão e PPP, levando-se em consideração as cláusulas dos contratos que atribuem ao poder concedente essa responsabilidade, mesmo diante dos impactos de eventos extraordinários como a pandemia. 

Categorias finalistas

Concorrem ao Prêmio iniciativas próprias de qualquer poder concedente ou agência reguladora, vinculado a qualquer ente da federação. As 5 categorias que serão avaliadas no Prêmio são:

Prêmio Nacional de Agilidade na Reação à Pandemia – concorrem nesta categoria:

  • ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil
  • ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica
  • Consultoria Jurídica – Ministério da Infraestrutura
  • SAC – Secretaria de Aviação Civil – Ministério da Infraestrutura

Prêmio Subnacional de Agilidade na Reação à Pandemia (Estados e Municípios) – concorrem nesta categoria:

  • ARTESP – Agência de Transporte do Estado de SP
  • DAER – Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem  – RS
  • Estado de Minas Gerais
  • Município de Belo Horizonte
  • Município de Novo Hamburgo – RS

Prêmio de Transparência – concorrem nesta categoria:

  • ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil
  • ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica
  • ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres
  • SAC – Secretaria de Aviação Civil – Ministério da Infraestrutura

Prêmio Nacional de Excelência no Enfrentamento dos Impactos da Pandemia

  • ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil
  • SAC – Secretaria de Aviação Civil – Ministério da Infraestrutura

Prêmio Subnacional de Excelência no Enfrentamento dos Impactos da Pandemia

  • AGERGS – Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul
  • ARTESP – Agência de Transporte do Estado de SP
  • Estado de Minas Gerais
  • Município de Belo Horizonte

Comissão Avaliadora

A Comissão Avaliadora será responsável por eleger as iniciativas vencedoras dentre as listas de concorrentes. Composta por 4 jurados, selecionados pela Organização da Premiação dentre profissionais de notável expressão na área de Concessões e PPPs, a votação é secreta e vedada aos jurados se manifestarem sobre seus votos. 

“O P3C é destinado a mudar o patamar dos eventos de infraestrutura. Nossa intenção é fazer uma conferência internacional trazendo pessoas de mais alto nível para discutir as principais pautas do setor”, afirma Maurício Portugal Ribeiro, sócio da Portugal Ribeiro Advogados, especializado na estruturação, nos aspectos regulatórios e no equilíbrio econômico-financeiro, de contratos de concessões comuns e PPPs.

“A B3, enquanto uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro do mundo, tem o compromisso de atuar em prol do desenvolvimento do mercado e, junto com seus clientes e com a sociedade, potencializar o crescimento do Brasil. É com esse propósito que apoiamos o projeto P3C, que reunirá representantes dos principais atores do mercado de infraestrutura, tanto do setor público quanto do setor privado”, comenta Guilherme Peixoto Barboza dos Santos, Superintendente de Processos Licitatórios da B3.

“A intenção da Conferência Internacional é trazer a contribuição de atores renomados do setor, além de autoridades, para que haja uma discussão de alto nível acerca das oportunidades e dificuldades que permeiam a infraestrutura no Brasil ”, diz Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do evento.

 

UBERLÂNDIA ADERE À CAMPANHA ‘CITIES RACE TO ZERO’ PARA A REDUÇÃO NA EMISSÃO DE CARBONO

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Uberlândia sedia Reunião Estratégica Regional Connected Smart Cities para debater o futuro das cidades inteligentes

Iniciativa é um compromisso de governos e cidades com metas que contribuem para a redução do aquecimento global

A Prefeitura de Uberlândia concretizou a adesão ao “Cities Race to Zero”, ou “Cidades na Corrida pelo Zero”, em tradução livre. A campanha internacional é uma coalizão de cidades e governos por todo o mundo, comprometidos com a promessa de reduzir, pela metade, as emissões dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa até o ano de 2030, e que esses índices cheguem a zero até 2050. Com isso, a iniciativa, que é ligada à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), pretende alcançar a meta de manter o aquecimento global abaixo dos 1,5 ºC, previsto pelo Acordo de Paris.

A confirmação de adesão foi enviada ao Município no fim de outubro pela Líder de Engajamento de Cidades Agathe Cavicchioli, ligada ao Grupo C40 de Grandes Cidades para Liderança do Clima e à alta equipe da COP26. Tal compromisso coloca as cidades que aderiram à campanha na vanguarda de uma missão de proteger o futuro da população. Uberlândia tem trabalhado nesse objetivo, mesmo antes da adesão ao programa internacional, com a execução de ações (confira as principais medidas abaixo) climáticas inclusivas.



O município tem exemplos da possibilidade de alcançar essa meta utilizando alternativas que atuam diretamente na contenção desses gases nocivos para o meio ambiente, como a captação dos gases gerados no Aterro Sanitário e a troca das lâmpadas convencionais da iluminação pública pela tecnologia Led, por meio da PPP da Iluminação Pública.

Há também ações indiretas que, mesmo sem a função específica de conter a emissão de carbono, agem como contrapartida para as emissões existentes. Exemplos disso são os projetos de plantio de árvores, recuperação e proteção de nascentes, além da informatização de processos que reduz drasticamente a quantidade de papel utilizada pelo Centro Administrativo. Práticas e estímulos a hábitos mais sustentáveis que geram resultados práticos a curto e longo prazo.

“Ter o nome de Uberlândia incluído em um acordo tão importante é muito gratificante. Saber que a gestão Odelmo Leão já possui ações concluídas e em andamento que contribuirão para alcançar esse objetivo reforça o compromisso do nosso governo em incentivar as boas práticas que aliam desenvolvimento e responsabilidade ambiental”, ressaltou a secretária municipal de Governo e Comunicação, Ana Paula Junqueira.

Complexo esportivo com energia limpa

A recente inauguração da usina fotovoltaica do complexo esportivo do Parque do Sabiá constitui uma das ações da Prefeitura de Uberlândia que vão de encontro com o compromisso firmado ao aderir à essa campanha. A instalação gera uma quantidade de energia limpa que seria suficiente para abastecer uma média de 360 casas durante um ano. A estrutura fornece energia para o parque de lazer, o parque aquático, o estádio e a Arena Sabiazinho, se tornando um dos primeiros complexos esportivos do Brasil a ser completamente abastecido com energia solar.

Iluminação pública mais eficiente

Outro impacto ambiental positivo promovido pelo município, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos (SMMASU), é a Parceria Público-Privada firmada com a empresa Engie que, quando finalizada, terá um total de 90 mil pontos de luz modernizados com a substituição das lâmpadas convencionais de mercúrio ou sódio, pela tecnologia Led. A troca, que começou no início de 2020, além de promover economia no gasto de energia, vai fazer com que o município deixe de emitir, por ano, cerca de 2 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera .

Cidade mais verde

Já no trabalho de recuperação e enriquecimento das áreas verdes da cidade, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente tem ainda o trabalho contínuo realizado no Horto Municipal, com uma produção média de aproximadamente 120 mil mudas por ano. No local são produzidas espécies dos mais diversos tipos, sejam elas nativas da nossa região ou aquelas que se adaptem bem ao nosso clima, incluindo espécies sazonais ou aptas para o cultivo em qualquer época do ano. As mudas variam ainda entre frutíferas, ornamentais, de pequeno e grande porte, para que seja possível realizar o plantio em qualquer lugar do município. Além do trabalho executado pela secretária, parte da produção também é doada para entidades, produtores rurais e pessoas físicas que fizerem a solicitação.

Preservação de nascentes

Outro trabalho contínuo, este realizado pelo Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), é o Programa Buriti, que atua na preservação e recuperação das nascentes nas bacias do ribeirão Bom Jardim e dos rios Uberabinha e Araguari. Implantado em 2008, o projeto já executou mais de 595 mil metros lineares de cerca em locais de proteção e o plantio de 459 mil mudas nativas, alcançando 6.597 hectares de área protegida. Outro braço desse programa é o Buriti Cidade, realizado pela autarquia em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que tem o objetivo de levar esse trabalho de recuperar, proteger, preservar e monitorar para os córregos do perímetro urbano de Uberlândia

Produção de biogás

O DMAE realiza também o programa de coleta de gases no Aterro Sanitário para a transformação em biogás. Por ano, este trabalho evita a emissão de mais de 165 mil toneladas de gás carbônico e outros gases do efeito estufa na atmosfera . Atualmente, o biogás produzido pelo Aterro Sanitário gera 4,2 MW/h de energia elétrica limpa e renovável.

Retenção de carbono no agronegócio

Outro grande empenho promovido pela Prefeitura de Uberlândia, que envolve a empresa Campo Consultoria e também a Secretaria Municipal de Agronegócio, Economia e Inovação (SMAEI), é o estímulo a pesquisas sobre o uso do pó de basalto como um remineralizador de solo. Além da viabilidade técnica e da eficiência agronômica, o material proporciona uma maior retenção de carbono no solo. De acordo com estudo técnicos apresentados, o pó de basalto lançado ao solo, além de dispensar o uso de agrotóxicos, tem a capacidade de retirar 180 kg de gás carbônico a cada uma tonelada da substância. Caso seja utilizado na metade da área agricultável do Brasil, é possível reter mais gás carbônico que as ações promovidas com esta finalidade pela Alemanha e o Japão juntos.

Investimento em alternativas sustentáveis

Há também o incentivo indireto a opções mais sustentáveis. A Secretaria Municipal de Agronegócio, Economia e Inovação está intermediando, por exemplo, um investimento de mais de R﹩ 30 milhões para a construção das instalações de uma montadora de veículos elétricos na cidade. Além de gerar aproximadamente 100 empregos diretos e mais 300 indiretos, o investimento pretende proporcionar à população uma opção mais barata e que dispensa a queima de mais combustíveis fósseis para locomoção dentro da cidade.

Menos papel e mais eficiência

A Prefeitura de Uberlândia também tem informatizando muitos de seus processos por meio do trabalho realizado pela Empresa Municipal de Processamento de Dados de Uberlândia (Prodaub). Requerimentos, compras, consultas e serviços, tanto para os cidadãos, quanto para os servidores, além de procedimentos internos, como a emissão de ofícios e memorandos, passaram a ser feitos digitalmente. Projetos, como o E-Docs, Web Compras, RH Online, entre outros, além de dispensar o uso de uma enorme quantidade de papel para a criação de documentos físicos, também evita o deslocamento de muito envolvidos que podem acessar as consultas e serviços e forma online.

Mobilidade, sustentabilidade e saúde

Como incentivo a hábitos e estilo de vida mais saudáveis e sustentáveis, as ciclovias da cidade já fazem parte da rotina da população. Por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settran), a gestão Odelmo Leão entregou no seu segundo mandato, ainda em 2012, a ciclovia da Rondon Pacheco, com mais de 13 km de extensão que passam por revitalização neste ano. A cidade conta ainda com mais 75 km de ciclofaixas existentes, além de um projeto em andamento para a construção de mais quase 60 km de faixas de ciclovia na cidade. Equipamentos que, além de promover uma modalidade esportiva para a população, proporciona a alternativa aos cidadãos de usar a bicicleta para locomoção em vez de veículos automotores.

Modernização e soluções de locomoção

E pensando no deslocamento de automóveis, os projetos de mobilidade urbana executados pela Settran e Secretaria Municipal de Obras, como a modernização e ampliação de ruas e avenidas e construção de viadutos encurtam os trajetos, diminuem as paradas em semáforos e, consequentemente, reduzem a quantidade de poluentes emitidos pela queima dos combustíveis.

Saiba mais sobre o Cities Race to Zero clicando aqui .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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