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MAIS BICICLETÁRIOS

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bicicletários

Com a finalidade de promover a intermodalidade, constituir infraestrutura para a promoção do uso da bicicleta e incentivar mais pessoas a pedalar, o Instituto Aromeiazero, em parceria com Ciclocidade e com patrocínio do Itaú Unibanco, desenvolve o projeto “Mais Bicicletários”, que propõe-se a constituir um bicicletário próximo a estação de alta capacidade em área com altos índices de vulnerabilidade, na borda da cidade de São Paulo.

Bicicletários devem ser acessíveis e São Paulo precisa avançar nas políticas públicas para atender à população e também à legislação que rege o tema. Como gerir espaços tão importantes de um jeito sustentável é uma pergunta importante nesse processo.

O projeto Mais Bicicletário busca essa resposta e o lançamento do relatório de 2022 vem contribuir com esse debate. O material contextualiza a articulação feita pelo Aromeiazero em potenciais territórios da capital paulista para receber um novo bicicletário, e explica a importância dessas estruturas para as cidades.

Nesse sentido, combinar serviços e encontrar soluções a partir do território é o caminho que o Aro está ajudando a traçar nesta nova fase do projeto. A última fase concluída, em 2022, foi a de “Mobilização e Ativação”, e contou com eventos em Cidade Tiradentes, ciclo de debates onlines sobre o tema e a abertura de um edital, que selecionou o Bike Zona Sul para desenvolver um conjunto de conteúdos de debate sobre o estacionamento seguro de bicicletas.

Também foram realizados diversos diálogos com agentes públicos e gestores de bicicletários que fazem parte da nossa estratégia e que contribuíram, inclusive, para a volta da Ciclofaixa dos Metalúrgicos em Cidade Tiradentes, para a qual as obras foram iniciadas neste mês.

Convidamos você a acessar nosso site e baixar gratuitamente o relatório do Mais Bicicletário. O material vai te ajudar a entender mais sobre os desafios e soluções que orbitam esse tema tão importante. 

Baixe o relatório

Fonte: Aromeiazero

A TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL COMO UM DOS MAIORES ALIADOS AOS NEGÓCIOS

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Tecnologia sustentável como maior aliados aos negócios

Será cada vez maior o desafio para as empresas considerarem a tecnologia sustentável como parte fundamental do negócio. Indo além dos projetos de ESG, a busca por soluções que aumentam a eficiência tecnológica e material continuará crescendo exponencialmente até 2025.

Segundo pesquisa da Gartner, mais de 40% das empresas líderes de mercado direcionarão investimentos em busca de produtos e soluções sustentáveis em TI para impulsionar a inovação e o crescimento. No Brasil, a redução de recursos naturais e a troca por tecnologias limpas, como a energia solar, iluminação LED e equipamentos de baixo consumo energético, já são realidades cada vez maiores nas empresas.

A tecnologia sustentável vem ganhando cada vez mais importância, à medida que a conscientização ambiental aumenta e as empresas buscam formas de reduzir o impacto no meio ambiente. Ao mesmo tempo, buscam por opções renováveis para otimizarem o custo de atuação e produção.

Nosso desafio será identificar oportunidades para implementar o uso da tecnologia capaz de aumentar a eficiência operacional, com a adoção de práticas mais sustentáveis que possam oferecer melhorias significativas, como a redução de custos e melhoria na rentabilidade. Esta mudança de cultura nos negócios, dentro das esferas operacionais e gerenciais, também contribui para a reputação da empresa junto aos seus clientes, investidores e parceiros.

Dentro dos departamentos de TI, temos oportunidades para mensurar o uso de servidores, consumo de energia elétrica e o descarte de equipamentos eletrônicos, otimizando significativamente o impacto ambiental. Pensar em métricas de desempenho vinculadas à sustentabilidade permite que as empresas identifiquem novas oportunidades para redução no consumo de energia e geração de resíduos.

A relevância do TI nos processos administrativos, a virtualização da informação, em um momento de crescimento exponencial da importância sobre análise de dados para o entendimento, e a previsão de cenários de atuação fazem com que os provedores de tecnologia atuem com maior assertividade em suas ofertas para atenderem aos objetivos dos clientes que buscam por soluções sustentáveis.

Precisamos ir além do conceito básico sobre sustentabilidade estabelecido pelas Nações Unidas, saindo da atuação com foco em atender necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras. É preciso buscar na tecnologia as alternativas para sistemas de gestão ambiental e de resíduos, uso eficiente de energia solar, LED ou com baixo consumo energético, além do investimento em logística verde, com o apoio de rastreabilidade para otimizar as rotas de transporte e logística reversa.

O Brasil e as empresas nacionais estão evoluindo o pensamento sobre as alternativas por conta da grande diversidade de recursos naturais e um enorme potencial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. Porém, precisamos mudar a mentalidade dentro das nossas estruturas para aprendermos, cada vez mais, como contribuir para a redução dos impactos ambientais e a promoção do desenvolvimento sustentável.

Carlos Carvalho é CEO da Truppe!

Fonte: Mercado e Consumo

SIEMENS LANÇA DOIS NOVOS CARREGADORES DE VEÍCULOS ELÉTRICOS NO BRASIL

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Siemens lança dois novos carregadores de veículos elétricos

Novos produtos prometem carregamento mais rápido e recurso de monitoramento

A Siemens anunciou o lançamento de dois novos modelos de carregadores para veículos elétricos no mercado brasileiro.

O primeiro é o Sicharge-D, carregador ultrarrápido para espaços públicos com potências entre 160 kW e 300 kW. Segundo a empresa, o diferencial é o cabo de carregamento, que suporta 400 amperes de pico. Isso significa um carregamento real em 150 kW para diversos modelos de veículos elétricos disponíveis no Brasil.

“O principal benefício é a possibilidade de realizar a recarga de 20% a 80% da bateria em cerca de 20 minutos, tornando a conveniência de uso muito próxima a de um veículo a combustão, que faz o abastecimento em poucos minutos”, diz a marca em comunicado.

O Sicharge-D também pode ser expandido com mais dois pontos de carregamento rápidos (DC) para carregar até cinco veículos elétricos simultaneamente.

Já o segundo carregador é o VersiCharge de 7kW e 22kW, modelo disponível desde 2022 nas unidades da Siemens em São Paulo e Jundiaí (SP) para carregamento de veículos elétricos da frota da companhia. E que agora chega ao mercado de residências, empresas e estacionamentos.

O usuário desse modelo dispõe de controle para monitoramento e relatórios, gestão integrada de cabos e indicadores LED. A solução pode ser instalada em colunas ou na parede e a potência pode ser ajustada de acordo com necessidades regionais.

Os usuários do produto poderão realizar o download do aplicativo móvel Sifinity Go, disponível para plataformas Android e iOS. Com esse software, a fabricante afirma ser possível monitorar completamente até 10 carregadores.

Investimento em Megacharge

A Siemens tem trabalhado em projetos para desenvolvimento do conceito de Megacharge, carregamento em até 3.2MW de potência para veículos elétricos pesados. A tecnologia promete habilitar o uso em aplicações de longa distância.

A companhia também desenvolve, em conjunto com a Witricity, soluções de carregamento sem fio, de maneira a aumentar consideravelmente a conveniência do processo de carregamento dos carros elétricos.

Fonte: Automotive Business

ACORDO ENTRE EMPRESAS FAVORECE 100 MIL PROPRIETÁRIOS DE ELÉTRICOS

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Acordo entre empresas favorece 100 mil proprietários de elétricos
Parceria oferece descontos a quem tem carro da marca chinesa nos pontos de carga. Foto: Divulgação BYD

Na Europa, donos de veículos da BYD poderão recarregar com mais vantagens na rede Shell Recharge

Enquanto no Brasil a infraestrutura de recarga para veículos elétricos cresce lentamente, na Europa o ritmo é mais acelerado. A montadora chinesa BYD e a Shell EV Charging Solutions anunciaram parceria que deverá beneficiar aproximadamente 100 mil clientes com o uso da rede exclusiva da Shell Recharge, com descontos nos locais de carga rápida e ultrarrápida da petrolífera.

Serão mais de 300 mil pontos de recarga em toda a Europa, instalados nos postos da companhia, nos hubs de mobilidade e nas ruas. As empresas que compram modelos da BYD para eletrificar suas frotas também terão acesso à infraestrutura pelo Cartão Shell híbrido, sistema de pagamento no abastecimento de carros movidos a combustíveis tradicionais e elétricos.

“Atuamos, ao lado da BYD, em muitas áreas da mobilidade elétrica, com parcerias na China, Índia e Europa”, diz István Kapitány, vice-presidente da Shell Mobility. “Queremos ajudar os clientes da BYD a dirigir a maior quilometragem possível com o suporte da nossa extensa rede Shell Recharge.”

Para Michael Shu, diretor-geral da BYD Europa, o acordo permite aos proprietários de automóveis da marca acesso às principais soluções de tarifação pública. “Os clientes podem usar a imensa rede de prestação de serviços da Europa, desembolsando valores bastante vantajosos”, garante. “A parceria, acima de tudo, ajuda a reduzir os custos de um carro elétrico.”

Foco no país

Em março de 2022, Shell e BYD selaram cooperação estratégica para acelerar a transição energética e melhorar as experiências de tarifação aos clientes. Na China, as duas criaram uma joint venture de cobrança para carregamento elétrico, que atualmente opera mais de 10 mil pontos.

Com resultados, a parceria já existente na Europa e na Ásia tem potencial para se expandir em outros mercados. O Brasil, por exemplo, está no radar. “A iniciativa pode ser aplicada no País, porque se trata de um investimento fundamental para o crescimento da infraestrutura de recarga”, diz Henrique Antunes, diretor de vendas da BYD Brasil.

Ele destaca que a BYD mantém conversas não só com a Shell mas com outros players de olho no cenário da eletromobilidade nacional. “Esse trabalho, visando o aumento da infraestrutura, é um negócio próspero, que gera muita receita para as empresas envolvidas. Como a maior fabricante de veículos elétricos do mundo, a BYD não quer ficar de fora do jogo”, encerra.

Fonte: Mobilidade Estadão

INTELIGÊNCIA DE DADOS É CHAVE PARA AVANÇO DA DESCARBONIZAÇÃO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DO TRANSPORTE PÚBLICO

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Energia Verde e Descarbonização do Transporte
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

PAÍSES EUROPEUS PAGAM PARA QUE AS PESSOAS USEM BICICLETA

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Países europeus pagam para que as pessoas usem bicicleta
Outra solução é oferecer subsídios para a compra de bicicletas. Foto: Getty Images.

Estratégia inclui bônus no salário para quem decide pedalar para ir ao trabalho

Em prol da mobilidade urbana, países europeus estão pagando para que as pessoas utilizem a bicicleta nos deslocamentos. A estratégia inclui o pagamento de um bônus no salário para quem decidir pedalar para ir do trabalho para casa e vice-versa.

Além disso, outra solução é oferecer subsídios para a compra de bicicletas. Portanto, as vantagens se direcionam a quem opta pela bike como prioridade nos deslocamentos e abre mão do carro.

Pelo menos dois países europeus pagam para quem prefere pedalar: a Holanda e a Bélgica. Nestes casos, as estratégias são semelhantes, com diferença de valores.

A Holanda tem um programa que paga 0,21 euro por quilômetro para quem decide pedalar de casa para o trabalho e vice-versa. O objetivo é aumentar esse valor para 0,23 euro em 2024.

Na prática, o valor cai direto na conta do trabalhador por meio da folha de pagamento. Portanto, ele recebe um “salário” para pedalar.

Com isso, os holandeses aproveitam a oportunidade. Afinal, em média, as pessoas do país pedalam 2,6 quilômetros por dia.

O subsídio por quilometragem existe desde 2006. Na prática, o benefício pode trazer até 500 euros por ano para quem pedala 10 km por dia nos dias úteis.

Um estudo aponta que se o padrão holandês fosse adotado em todo o mundo, as emissões de carbono cairiam 686 milhões de toneladas por ano. Além disso, a prática traz benefícios para a saúde, por meio do estímulo de exercícios físicos.

Por sua vez, a Bélgica oferece um valor ainda maior para quem opta pela bicicleta. A compensação é de 0,24 euro por quilômetro que a pessoa pedalar.

Trocar o carro pela bicicleta

Existem países europeus que oferecem outros tipos de incentivo para a população andar de bicicleta. Por exemplo, a França subsidia a compra de bicicletas elétricas.

Entretanto, é preciso que a pessoa venda o carro para comprar uma e-bike. Quem fizer esse movimento pode ganhar até 4 mil euros em subsídios.

Além disso, quem possui baixa renda e mora em áreas mais afastadas tem chance de receber um subsídio maior. Com isso, o objetivo do governo é de que 9% da população use a bike como meio de transporte até 2025.

Por fim, as capitais de alguns países europeus, como Roma, Madri e Londres, também estão restringindo a circulação de veículos. Existem áreas em que a pessoa deve pagar para entrar de carro.

Assim, além de trazerem incentivos para que a população deixe de usar o carro e passe a pedalar mais, os países também optam por tornar o uso dos veículos mais caro. Assim, as pessoas têm motivos financeiros para mudar os hábitos de deslocamento.

De acordo com um estudo de autoria do pesquisador Sebastian Kraus, as medidas já estão dando resultado. Afinal, as cidades europeias que investiram em ciclofaixas e trouxeram outras estratégias semelhantes tiveram um aumento de até 48% no número de ciclistas.

PLANO PREVÊ IMPLANTAÇÃO DE 670 KM DE CICLOVIAS INTERLIGANDO A BAIXADA SANTISTA

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Plano prevê implantação de 670 km de ciclovias interligando a Baixada Santista
Proposta prevê a construção de 406,6 km de ciclovias, além da requalificação de 263,4 km já existentes. Foto: Isabela Carrari / Arquivo da Prefeitura de Santos.

Segundo o projeto, custo seria de R$ 179 milhões, mas valor representaria apenas 5% dos investimentos em mobilidade na região

Um plano que tem como objetivo interligar as cidades da Baixada Santista prevê a implantação de 670 km de ciclovias na região. O projeto inclui os nove municípios: Santos, Cubatão, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Peruíbe, Mongaguá, Itanhaém e Bertioga, no litoral paulista.

Com o nome de Ciclovia Metropolitana da Baixada Santista, o plano integra ações de mobilidade na região. A apresentação do projeto foi durante o 2º Fórum Metropolitano de Mobilidade.

O fórum integra um programa de ações que visa reduzir impactos ambientais dos deslocamentos na região. Além disso, outro objetivo é reduzir as desigualdades sociais neste contexto.

Deste modo, a proposta prevê a construção de 406,6 km de ciclovias, além da requalificação de 263,4 km já existentes. Portanto, o total seria 670 km de malha cicloviária.

O projeto também inclui a implantação de 12 bicicletários e 2.600 paraciclos, com 50 vagas cada. Outro item que o plano traz é a instalação de 10 postos de monitoramento.

Assim, todo o projeto teria um custo de R$ 179 milhões, considerando toda a estrutura necessária. Contudo, o valor seria apenas 5% do total do plano de mobilidade. Afinal, o planejamento inclui um investimento de R$ 2,2 bilhões no transporte coletivo e R$ 1 bilhão em viário para automóveis.

Plano Regional de Mobilidade Sustentável

O Plano Regional de Mobilidade Sustentável, que engloba o planejamento de ciclovias, tem financiamento do programa Euroclima+. Trata-se do principal programa de cooperação da União Europeia sobre sustentabilidade ambiental e mudanças climáticas com a região latino-americana.

Neste caso, o programa financia o plano por meio da Agência Francesa de Desenvolvimento. Entretanto, para sair do papel, o plano depende da ação do Governo do Estado de São Paulo, assim como dos municípios da Baixada Santista.

Afinal, a iniciativa exigiria investimentos tanto do poder público estadual quanto municipal. Assim, ao final do 2º Fórum Metropolitano de Mobilidade, o Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb) assinou um pacto com os municípios da região para levar o plano adiante.

O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da região conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, com coordenação da Agência Metropolitana da Baixada Santista (AGEM).

Embora a assinatura demonstra vontade política, o projeto ainda não tem data para sair do papel. Afinal, o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável é composto por etapas: planejamento, diagnóstico, prognóstico, plano de ação e financiamento, participação e implementação.

Em primeiro lugar, é feita a coleta e análise de dados. Em seguida, a definição da visão e dos objetivos estratégicos. Na sequência, é definido o plano de ação, com a elaboração das medidas para a melhoria da mobilidade e acessibilidade.

O 2º Fórum Metropolitano de Mobilidade faz parte da etapa de implementação do plano, que é a fase final, com participação da sociedade civil, incluindo também audiências públicas e outras estratégias.

 

MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL: UCORP E CRYPTUM JUNTAS NA LUTA CONTRA AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

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Mobilidade urbana sustentável: UCorp e Cryptum juntas na luta contra as mudanças climáticas

A empresa Cryptum e a startup de mobilidade urbana elétrica UCorp firmaram uma parceria para tokenizar deslocamentos de mobilidade elétrica.

A Cryptum forneceu a plataforma BaaS (Blockchain-as-a-Service) para a integração e representação das soluções da UCorp no universo Web3.

Com a ajuda da Cryptum, a UCorp conseguiu retirar 213 toneladas de CO2 da atmosfera em 15 dias, a partir da geração de créditos de carbono registrados em blockchain.

A UCorp utiliza o protocolo CELO para realizar a tokenização e distribuir tokens de CO2 para seus usuários.

Os créditos de carbono são calculados com base nos quilômetros percorridos pelos usuários na plataforma UCorp e transformados em tokens.

O IMPACTO DA BICICLETA NO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DAS CRIANÇAS

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O impacto da bicicleta no desenvolvimento integral das crianças
Foto: istockphoto/divulgação

Instituto Aromeiazero lança campanha de doação para fazer com que mais crianças pedalem e curtem a infância como ela deve ser

Segundo afirmou a pediatra Renata Waksman em uma entrevista realizada para a Revista Crescer, aprender a andar de bike durante a infância estimula a atenção, a disciplina, a concentração e ainda fomenta fazer novas amizades.

Por acreditar na ideia de que a bicicleta é uma potente ferramenta na geração de impactos sociais positivos. Além de ser um meio de transporte limpo e saudável, é também fonte de renda, empreendedorismo, arte, cultura e acesso à cidade, considerando um contexto urbano cada vez mais complexo e desigual, que o Instituto Aromeiazero realiza uma série de projetos de impacto, inclusive no que diz respeito aos pequenos.

Um exemplo disso, é o Rodinha Zero. Uma Iniciativa do Instituto que busca promover o uso da bicicleta como ferramenta de desenvolvimento integral para crianças de 4 a 11 anos, fomentando o seu uso por meio de atividades dentro e fora da escola. O projeto já ajudou mais de 5.000 crianças a pedalar sem rodinhas em ações realizadas em escolas municipais de São Paulo, outras ONG,  SESCs, Ruas Abertas e parques.

De acordo com a coordenadora pedagógica da Escola Municipal de Ensino Infantil Dona Ana Rosa de Araújo, Cristiane Teixeira Magen, o Rodinha Zero proporcionou a inclusão de crianças e jovens no espaço público de maneira sustentável. “A bike proporciona interações com o próprio corpo, com o coletivo, com o espaço e com a cidade”, comenta.

Para se manter ativo e seguir impactando a vida das pessoas, a ONG conta patrocínios de empresas, fundações e campanhas. E, além disso, com uma campanha de doação voltada a todos que queiram colaborar com as atividades do Instituto.

E como os interessados podem colaborar? 

O processo é simples e ocorre através do PagSeguro. Quem quiser apoiar o Instituto, precisa entrar no site www.aromeiazero.org.br/doe e escolher um dos planos. É possível cadastrar o cartão de crédito para que os próximos pagamentos sejam a cada mês, diretamente debitados.  Um jeito fácil e efetivo de fortalecer o Aro institucionalmente.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MOBILIDADE URBANA: MONITORAMENTO INTELIGENTE TORNA CIDADES MAIS SEGURAS E EFICIENTES

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Parceria traz dados inéditos sobre mobilidade no País

Solução tecnológica reduz em 63,59% valor gasto pela Prefeitura de Vila Velha (ES) em energia elétrica entre 2020 e 2022

A mobilidade é um desafio para a maior parte das cidades brasileiras. Promover fluidez e segurança aos cidadãos requer investimentos em tecnologias de ponta e inteligência. No Brasil, alguns municípios já contam com recursos capazes de auxiliar os órgãos públicos na gestão de vias públicas e segurança. São as chamadas cidades inteligentes (smart cities), tema debatido no Fórum Sorocaba 2050, realizado entre os dias 17 e 18 de maio no Parque Tecnológico de Sorocaba (SP).

Segundo levantamento divulgado este ano pela Câmara de Smart Cities da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e pela Academia Fiesc de Negócio, a expectativa é de que o mercado global de tecnologias voltadas à modernização das cidades para torná-las inteligentes suba dos atuais US$ 511,6 bilhões para US$ 1 trilhão em 2027.

De acordo com Alex Sato, gerente de engenharia do Grupo Splice, conjunto de empresas desenvolvedoras de soluções tecnológicas para os segmentos de infraestrutura, real state, mobilidade urbana, telecomunicações e educação, esses dados mostram que, de fato, muitos gestores públicos estão investindo nessa frente a fim de tornar as cidades mais ágeis, eficientes e modernas, atendendo a população de forma mais humanizada, seja por cobrança da própria sociedade, cada vez mais atenta a isso, ou mesmo por iniciativa própria, visando a modernização de sistemas de gestão”, afirma.

Um desses meios oferecidos ao mercado é o Sistema Integrado Inteligente Splice (SIIS), plataforma multi-protocolos desenvolvida pela corporação que integra softwares e hardwares para os mais diversos segmentos de mercado, com inteligência artificial, dados e dashboards completos que tornam a gestão mais ágil e eficiente, seguindo diversas homologações e protocolos exigidos pelos órgãos regulamentadores. “O objetivo desse grande ecossistema tecnológico é promover qualidade de vida e bem-estar à população”, diz Sato.

Munícipios (e população) enxergam melhorias rapidamente com modernização de sistemas

No município de Vila Velha (ES), por meio de Parceria Público Privada (PPP), o Consórcio SRE-IP, que conta com o Grupo Splice, assumiu a operação e manutenção das unidades de iluminação pública, da implantação de iluminação de destaque nos principais patrimônios culturais da cidade, além da modernização e aumento da eficiência de todas as unidades de iluminação pública do município, que corresponde a mais de 37 mil luminárias de LED, sendo 50% delas gerenciadas pelo sistema de telegestão nas vias principais de tráfego intenso, através do Centro de Controle Operacional — CCO.

A iluminação pública tem sido reconhecida como a principal infraestrutura para a implementação do conceito de cidades inteligentes, haja visto que sua distribuição abrange grande área geográfica das cidades. Assim, cada ponto de iluminação poderá transformar-se em um ponto de conectividade.

Além disso, houve redução significativa do consumo da cidade com energia elétrica, chegando a 63,59% de queda no valor gasto pela Prefeitura. “Essas luminárias deixam a cidade muito mais iluminada durante a noite em relação às lâmpadas convencionais, o que aumenta a segurança das pessoas, permitindo à população usufruir ainda mais dos espaços públicos, como por exemplo as praças, parques e a orla, reforça Sato.

O engenheiro comenta ainda sobre o Consórcio Smart CPGI (Consórcio Público para Gestão Integrada), que contempla a gestão, operação, modernização, otimização, expansão e manutenção da rede de iluminação pública de oito municípios: Albertina, Andradas, Bandeira do Sul, Caldas, Divisa Nova, Ibitiúra de Minas, Ipuiuna e Santa Rita de Caldas.

“Em Albertina, por exemplo, implementamos inovações tecnológicas como muralha eletrônica (solução tecnológica de última geração para o monitoramento de tráfego e segurança pública, que oferece informações precisas e confiáveis sobre os veículos que circulam por uma determinada região por meio da leitura de placas de todos os veículos que passam pela área), câmeras de videomonitoramento 360 graus, estação meteorológica, internet livre para a população em diversos pontos das cidades, e dashboards para compilação e cruzamento de dados”. Houve melhorias significativas em relação à qualidade de vida e bem-estar dos munícipes, que passaram a ficar mais tempo nas praças por conta do acesso à internet, da maior luminosidade e dos recursos de monitoramento que afastam pessoas mal-intencionadas. Com isso, é possível manter o comércio em atividade por mais tempo e promover eventos públicos com mais segurança”, conta o especialista.

Ainda segundo ele, para tornar as cidades mais inteligentes, além dos recursos de monitoramento espalhados pelos municípios, a gestora Karina Fiuza — Smart CPGI têm à disposição o MOB2B, aplicativo que permite o gerenciamento eficiente das equipes através do estabelecimento e acompanhamento, em tempo real, de metas, jornada de trabalho, localização, entre outros pontos. “Para a população, disponibilizamos o APP Falaí, aplicativo que proporciona a interação entre os cidadãos e o poder público. Trata-se de uma ferramenta de ouvidoria que pode ser utilizada pelas pessoas para fazer ocorrências nas mais diversas secretarias e órgãos da Prefeitura, o que aprimora ainda mais a gestão das necessidades locais, pois conecta o poder público e a comunidade de forma prática e eficiente”, destaca.

Tecnologia a favor dos cidadãos

“Quando falamos em mobilidade urbana, entendemos que não se trata apenas de monitorar veículos por meio de radares eletrônicos, mas transformar as ferramentas de monitoramento em recursos inteligentes. Tudo isso para ajudar os órgãos públicos no atendimento às demandas dos munícipes, como controle de eventos / incidentes, prevenção e predição, informações aos motoristas e relatórios estatísticos gerados a partir do cruzamento dos dados e informações coletadas em todos os recursos que integram o sistema”, reforça.

“Vale ressaltar ainda que as cidades ou complexos inteligentes são uma tendência em todo o mundo e estão na Agenda 2030 das Nações Unidas e alinhadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da ONU”, finaliza.

Fonte: Folha Metropolitana