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OPEN SOURCE: CÓDIGO ABERTO É ESSENCIAL PARA CIDADES INTELIGENTES

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Open source: código aberto é essencial para cidades inteligentes

Monitoramento de ruas e avenidas, alertas para condições climáticas, economia de energia, alternativas de escoamento de veículos em horários de pico. Esses são apenas alguns exemplos do que cidades inteligentes têm a oferecer.

Apoiadas em tecnologia de ponta alimentada por dados, as smart cities já provaram que são a melhor alternativa para um futuro sustentável. Por conta disso, em meio ao desenho de uma nova economia global, o desenvolvimento de modelos escaláveis de cidades inteligentes têm voltado ao centro das discussões em todo o mundo.

De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma cidade inteligente pode ser definida como um espaço que potencializa a digitalização para aumentar o bem-estar dos cidadãos e fornecer serviços e ambientes urbanos mais eficientes, sustentáveis e inclusivos, como parte de um processo colaborativo. O modelo tem potencial de criar cerca de US$ 1,6 trilhão de valor adicional em todo mundo até 2025, segundo estimativas da McKinsey.

Especialmente na América Latina, onde cerca de 80% da população vive em centros urbanos, de acordo com dados da CEPAL, as smart cities parecem ser caminho mandatório. Não à toa, diversos países da região vêm investindo no desenvolvimento desses projetos, com bons exemplos de cidades inteligentes, como é o caso de Santiago, no Chile; Bogotá, na Colômbia; Curitiba, no Brasil; e Cidade do México, no México. O desafio, agora, é buscar formas de acelerar e escalar esse modelo.

Cidades inteligentes e abertas

Se os primeiros projetos de cidades inteligentes foram limitados pela tecnologia da época, hoje as iniciativas atuais contam com uma ampla gama de opções. Tecnologias emergentes como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial e aprendizado de máquina (IA/ML), processadas com o auxílio do 5G, da computação em nuvem e da edge computing, têm contribuído para identificar e remediar rapidamente problemas que impactam a satisfação do cidadão e a sustentabilidade.

Antes de uma cidade se tornar inteligente, ela precisa estar conectada. A infraestrutura digital subjacente deve estar em vigor, incluindo uma rede de sensores e dispositivos de coleta de dados, redes abrangentes de banda larga e sem fio e plataformas nas quais os dados podem ser armazenados e compartilhados. Para coordenar tudo isso de maneira simplificada e efetiva, as soluções de código aberto são fundamentais”, explica Thiago Araki, diretor de Tecnologia e GTM da Red Hat para a América Latina.

Aproveitar o software open source, implementar padrões abertos e usar uma estratégia de dados também abertos oferece aos municípios a flexibilidade de que precisam para construir infraestruturas de tecnologia prontas para o futuro.

“Uma estratégia de código aberto permite que você mantenha suas iniciativas de cidade inteligente a longo prazo porque, ao invés de comprar uma solução de ‘cidade inteligente na caixa’, oferecida por um único fornecedor, você pode conectar diferentes sensores e componentes de padrões abertos e protocolos de comunicação. E vai funcionar”, afirma Paulo Ceschin, diretor de vendas da Red Hat Brasil.

Tecnologia ao alcance de todos

Na prática, o que torna uma cidade inteligente é a interconectividade entre dispositivos IoT e sensores edge que permite que tudo funcione com base em dados e em tempo real, de forma a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e a eficiência dos serviços.

Na construção das smart cities, o 5G é uma tecnologia que impulsiona muitos casos de uso e, principalmente, serviços de missão crítica, que exigem altas velocidades e baixa latência. Toda essa conectividade é viabilizada por software, integrando diferentes ambientes, nuvens e aplicações.

“Com uma infraestrutura de código aberto estável, flexível e escalável, as cidades podem criar plataformas de IA e edge que possibilitam processar os dados de forma rápida e eficiente em diferentes ambientes”, diz Alejandro Raffaele, head de TME (Telecommunication, Media and Entertainment) da Red Hat para a América Latina.

Neste contexto, a nuvem híbrida aparece como uma importante opção para alimentar a cidade inteligente. “A nuvem híbrida pode abranger uma ou mais nuvens públicas, nuvens privadas, datacenters e dispositivos de edge instalados perto de rodovias, prédios da cidade e centros de transporte. Isso vai permitir um gerenciamento mais eficiente dos dados e, por consequência, entregas mais ágeis e seguras”, pontua Germán Soracco, VP de Vendas e Cloud para a América Latina na Red Hat.

Por ser uma solução aberta, diversas pessoas estão atentas a ela, fazendo constantes melhorias, o que auxilia na segurança.

“Essa vantagem pode beneficiar muito os projetos de smart cities. A adição de diversos dispositivos conectados aumenta a superfície de ataque de TI de uma cidade”, complementa Paulo Ceschin. O código aberto anda de mãos dadas com metodologias ágeis e DevSecOps. Esse alinhamento significa que, não somente a segurança é mais alta, como os ciclos de desenvolvimento de aplicativos tendem a ser mais curtos e os lançamentos mais frequentes, melhorando a experiência dos cidadãos.

Além disso, dados os orçamentos limitados dos municípios, o open source oferece uma proposta de alto valor agregado por um excelente custo-benefício.

“Sua maior contribuição está em uma arquitetura modular, robusta e reutilizável. Em vez de cada cidade reinventar a roda, uma abordagem aberta incentiva os participantes a reutilizar as inovações desenvolvidas em outros lugares, economizando tempo e esforço”, indica Paulo Bonucci, SVP e General Manager da Red Hat para a América Latina.

Recentemente, a companhia trabalhou em conjunto com outras empresas para desenvolver uma plataforma orientada por propósito, para criar um ambiente de nuvem fácil de implantar, altamente escalável, pronto para produção e nativo, focada em smart cities.

Implementada em diversas cidades da Espanha, a plataforma está disponível para que outros municípios ou organizações façam contribuições. “É uma maneira inteligente, colaborativa e eficiente de acelerar a criação de cidades inteligentes e impactar positivamente a sociedade”, finaliza Bonucci.

Fonte: Diário do Grande ABC

CENTRO DE OPERAÇÕES RIO APRESENTA AVANÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM PROGRAMA DO CONNECTED SMART CITIES

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Centro de Operações Rio apresenta avanços em tecnologia e inovação em programa do Connected Smart Cities

O Programa Cidades, Café e Prosa apresenta cenários e perspectivas de transformação das cidades brasileiras em cidades mais inteligentes, conectadas e sustentáveis.

Inaugurado em 2010, o COR é o maior centro de monitoramento urbano da América Latina e é responsável pelo lançamento de ações, projetos e tecnologias de ponta que fortalecem o potencial em smart city da cidade carioca.

O que vem tornando o Rio de Janeiro uma cidade cada vez mais inteligente e sustentável? Considerada uma das 10 cidades mais inteligentes do Brasil, segundo o último levantamento do Ranking Connected Smart Cities, e reconhecida com o Selo Ouro na promoção de boas práticas em cidades inteligentes, pelo mais recente estudo do Selo CSC, a cidade carioca vem protagonizando um conjunto de ações que a tornam cada vez mais inteligente, resiliente e sustentável.

Para apresentar esse cenário de avanços, Willian Rigon, sócio-diretor de Novos Negócios da Plataforma Connected Smart Cities, conversou com Willington Feitosa, Coordenador de Cidades Inteligentes da Prefeitura do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 7 de agosto, em nova edição do Programa Cidades, Café e Prosa.

Centro de Operações acelera expansão de iniciativas em smart cities

Idealizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o Centro de Operações Rio (COR) é um centro de inteligência e monitoramento urbano criado para atuar como um instrumento de coordenação e gestão da cidade para atendimento rápido de demandas do dia a dia em prol da qualidade de vida e do bem-estar da população. 

O COR atua de forma colaborativa com demais órgãos públicos e apoia projetos de melhoria de diversos setores da vida social, que abrangem os ecossistemas de uma cidade inteligente – mobilidade urbana e monitoramento do trânsito; conectividade e transformação digital; segurança cibernética; educação; descarbonização e eficiência energética; entre outros.

“O COR é um orgulho para o Rio e vem se expandindo cada vez mais. É uma forma de trabalho integrado e transversal que olha para o todo para facilitar a entrega de soluções e melhorar a qualidade de vida à população”, destaca o Coordenador de Cidades Inteligentes, que ainda ressalta o cenário de investimentos para expansão do órgão e incremento da segurança urbana. 

“Atualmente, temos em torno de 3 mil câmeras e vamos chegar logo ao número de 10 mil. Há muitas oportunidades e queremos explorar muita tecnologia e inteligência artificial”, revela. 

Programas de incentivo ao desenvolvimento inteligente e sustentável da cidade

Willington Feitosa ressalta ainda a atuação e o apoio do COR  frente à diversas outras ações de Secretarias da Prefeitura, que focam em projetos de cidades inteligentes e fomentam a valorização e conexão de cidadãos com o trabalho do poder público.

Dentre as iniciativas em foco, destacam-se: Territórios Sociais, Programa Rio+, Desafio COR e o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática da Cidade do Rio de Janeiro, hub tecnológico Porto Maravalley, que contribuem para o desenvolvimento social, econômico e sustentável da cidade do Rio de Janeiro.

Assista o programa na íntegra aqui.

O IMPACTO DA ECONOMIA COMPARTILHADA PARA A MOBILIDADE URBANA

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O Impacto da economia compartilhada para a mobilidade urbana

Para as cidades, o principal benefício é a diminuição na frota de veículos rodando nas vias, o que ajuda a reduzir o fluxo de trânsito

Quando falamos sobre economia compartilhada com foco em mobilidade, 4 tópicos me vem à mente: benefícios econômicos, sustentabilidade, lazer e percepção social. De todos os pontos, o primeiro a ser considerado em um processo de decisão na escolha por um serviço de mobilidade compartilhada é  o benefício econômico que, certamente,  ainda é o mais forte ou o que tem mais apelo. 

Para as cidades, o principal benefício é a diminuição na frota de veículos rodando nas vias, o que ajuda a reduzir o fluxo de trânsito. Um carro compartilhado retira, em média, de nove a 13 automóveis das ruas, segundo o estudo Shared Mobility, da Universidade da Califórnia. A pesquisa também apurou que 25% dos usuários de carsharing venderam um veículo e outros 25% adiaram a compra de um novo carro.

Para facilitar ainda mais a vida dos usuários, hoje temos o serviço de nanolocação, onde podemos visualizar uma economia muito mais real. Essa é uma modalidade crescente, que preenche todos os benefícios que elenquei no início deste artigo. É mais barato, tira veículos de circulação, pode ser usado para momentos de lazer e também oferece o atrativo da percepção social, já que o usuário pode usar um tipo de veículo que, no dia a dia, não teria acesso, como um Jaguar, por exemplo, que tem carros à disposição para a nanolocação.  

O Flou, app de nanolocação, oferece a chamada ‘Tarifa Especial’, uma tarifa amigável para períodos nos quais o veículo está desligado. O valor praticado para cobrança é de somente 10% do valor do minuto, o que torna o serviço ainda mais atrativo para o usuário. 

Para ilustrar isso tudo, imagine usar a nanolocação para ir com a família ao shopping ou para fazer compras num supermercado, neste cenário, enquanto estiver no lazer ou nas compras a tarifa a ser cobrada será muito menor e não haverá a preocupação de “fazer tudo correndo” para a redução de custos.

Claro que não tem como falar em economia compartilhada, na diminuição de carros nas ruas da zona urbana e até no campo, sem tocar na emissões de gases poluentes que naturalmente são reduzidas. 

Os automóveis são responsáveis por mais da metade da emissão de gases do efeito estufa. Sobre isso, um relatório do IEMA (Instituto de Energia e Meio Ambiente) apontou que os veículos correspondem por 72,6% desses lançamentos de poluentes, gerando um grande impacto no aquecimento global.

Quais os próximos passos?  Certamente essa questão passa pela adesão de empresas e da população. O uso de um mesmo veículo por várias pessoas, sem a propriedade desse carro, que é a essência da mobilidade compartilhada, traz benefícios para o indivíduo, para as empresas e para o planeta. 

É um caminho só de apontamentos positivos, precisa apenas de um engajamento maior. Estudo do World Resources Institute (WRI), aponta que anualmente, pelo menos, 5 milhões de pessoas utilizam o carsharing em todo o mundo como forma de deslocamento urbano. Este número pode e deve ser multiplicado várias vezes para o benefício de todos. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autora, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

CENTRO DE OPERAÇÕES RIO APRESENTA AVANÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM PROGRAMA DO CONNECTED SMART CITIES

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O Programa Cidades, Café e Prosa apresenta cenários e perspectivas de transformação das cidades brasileiras em cidades mais inteligentes, conectadas e sustentáveis.

Inaugurado em 2010, o COR é o maior centro de monitoramento urbano da América Latina e é responsável pelo lançamento de ações, projetos e tecnologias de ponta que fortalecem o potencial em smart city da cidade carioca.

O que vem tornando o Rio de Janeiro uma cidade cada vez mais inteligente e sustentável? Considerada uma das 10 cidades mais inteligentes do Brasil, segundo o último levantamento do Ranking Connected Smart Cities, e reconhecida com o Selo Ouro na promoção de boas práticas em cidades inteligentes, pelo mais recente estudo do Selo CSC, a cidade carioca vem protagonizando um conjunto de ações que a tornam cada vez mais inteligente, resiliente e sustentável.

Para apresentar esse cenário de avanços, Willian Rigon, sócio-diretor de Novos Negócios da Plataforma Connected Smart Cities, conversou com Willington Feitosa, Coordenador de Cidades Inteligentes da Prefeitura do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 7 de agosto, em nova edição do Programa Cidades, Café e Prosa.

LIVE DE LANÇAMENTO DA 2ª EDIÇÃO DO CSC GOV TECH EM SÃO PAULO

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Live de lançamento da 2ª edição do CSC GOV Tech em São Paulo

Uma realização da Plataforma Connected Smart Cities, o evento é o maior encontro de soluções digitais para o setor público e será divulgado oficialmente nesta terça-feira, dia 8 de agosto, a partir das 15 horas, no Canal YouTube CSC.
Neste ano, a iniciativa contará com a parceria do Estadão, veículo referência no papel de difundir conteúdos sobre tecnologia, economia e mercado financeiro.

Para a construção de cidades do futuro, mais inteligentes e conectadas, o desenvolvimento de uma cultura de inovação é fundamental. Neste âmbito, a transformação digital do setor público é o principal desafio contemporâneo para os gestores brasileiros. Para debater esta realidade e buscar soluções tecnológicas para acelerar esse processo de transição digital de organizações, visando uma melhor prestação de serviços à população, a Plataforma Connected Smart Cities criou o CSC GovTech.

Lançado neste ano, o CSC GovTech é um evento presencial cujo objetivo é proporcionar espaços para integração e estimular a inovação no setor público. “A iniciativa foi pensada justamente para incentivar prefeituras, secretarias, poder público em geral, a reformularem, transformarem suas políticas e ações focadas no cidadão, a partir de uma prestação de serviços mais prática e ágil em prol da construção de cidades mais inteligentes, conectadas e humanas ”, explica a CEO e idealizadora da Plataforma Connected Smart Cities e do CSC GovTech, Paula Faria.

Nesta edição, o evento contará com a parceria do Estadão, veículo tradicional de jornalismo e com notória credibilidade no mercado de comunicação. “Em um cenário em que o incentivo do crescimento de govtechs no Brasil é essencial para a construção de cidades mais conectadas, resilientes e inclusivas, participar da realização deste grande encontro é uma experiência única e de grande aprendizado também”, Daniel Canello, Diretor do Estadão Blue Studio.

Para saber mais sobre o CSC GovTech, ler notícias sobre o ecossistema, visualizar vídeos exclusivos e acessar conteúdos sobre a última edição do evento, confira o portal oficial e o Canal do YouTube da Plataforma Connected Smart Cities.

Live contará com convidados especiais

A transmissão da live terá a participação da Paula Faria, idealizadora da Plataforma Connected Smart Cities e do CSC GovTech; representantes de organizações parceiras da Plataforma CSC, que também são apoiadoras do evento: Jamile Sabatini Marques, Diretora do Think Tank e Diretora de Inovação e Fomento da Think Tank da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software); Guilherme Dominguez, CEO e Cofundador da BrazilLAB; Johann Dantas, Presidente da ANCITI (Associação Nacional das Cidades Inteligentes, Tecnológicas e Inovadoras) e Antonio Carvalho, Secretário-Presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Presidente da Prefeitura de Maceió e Fórum Inova Cidades.

Acompanhe a transmissão ao vivo nesta terça-feira, dia 8 de agosto, a partir das 15 horas, no Canal da Plataforma Connected Smart Cities.

1ª edição recebe presença de grande público
Na estreia do CSC GovTech, em abril deste ano, foi recebida a presença de grande público, totalizando mais de 800 participantes, incluindo palestrantes, reunindo assim atores estratégicos da comunidade GovTech no Brasil. 

A programação abrangeu uma abertura oficial, 17 painéis temáticos, apresentados em 6 palcos interativos, totalizando uma produção de mais de 25 horas de conteúdo exclusivo envolvendo aspectos, soluções e estratégias de conectividade, integração e transformação digital para o aperfeiçoamento de gestões públicas, tornando-as mais inovadoras e de qualidade. 

Save the date 2024


2ª edição do CSC GovTech
Data: 29 de abril de 2024
Local: Centro de Convenções Frei Caneca (27).

Aguarde mais informações!

PEDALA MACAÉ OFERECE OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS

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Pedala Macaé oferece oficina de elaboração de projetos

Escrever projetos para concorrer a editais requer técnicas e habilidades, essas que muitas vezes podem ser desclassificatórias.

Pensando em deixar o assunto mais claro e aprimorar ideias de escrita, o Instituto Aromeiazero em parceria com a Coordenadoria das Juventudes de Macaé, irá promover no próximo dia 10, às 19h, uma oficina de escrita de projetos para editais. O papo irá acontecer no Bicibase, localizado na Rua Cento e Sete, 39, no Parque Aeroporto. A ação faz parte da programação do Bicibase Convida, feito pelo Aro com o patrocínio da Foresea.

O edital da Bikeatona, maratona de inovação social do Instituto é um dos projetos que estão com inscrições abertas. Esse e tantos outros precisam que os interessados consigam expor, de maneira clara, objetiva e organizada, suas ideias. Inclusive, para tornar a jornada ainda mais acessível, não é obrigatório ser formalizado ou ter CNPJ para se inscrever na Bikeatona. Os grupos inscritos deverão ser representados por um de seus integrantes (maior de 18 anos), que terá a inscrição registrada no seu CPF e o recurso do prêmio depositado na sua conta, caso a proposta seja selecionada. Terão prioridade proponentes que tenham residência/sede em Macaé, atuação ou conhecimento do município.

O edital está disponível no site e as inscrições poderão ser feitas até 13 de agosto. Em caso de dúvida, entre em contato pelo email: pedalamacae@aromeiazero.org.br ou pelo Whatsapp: (22) 99835-4985.

Sobre o Aromeiazero 

O Instituto Aromeiazero é uma organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e contribuir para tornar as cidades mais resilientes. O Aromeiazero conta com o patrocínio institucional do Itaú Unibanco, além de leis de incentivo, sendo grande parte das ações em periferias e comunidades vulneráveis. Desde 2011, as iniciativas do Aro promovem uma visão integral da bicicleta, potencializando expressões culturais e artísticas, geração de renda e hábitos de vida saudáveis.

Para maiores informações: https://www.aromeiazero.org.br/.

Fonte: Imprensa Aromeiazero

UBER ESTÁ DESENVOLVENDO UM CHATBOT COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU APP

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Uber está desenvolvendo um chatbot com inteligência artificial para o seu app
Uber está desenvolvendo chatbot para o seu aplicativo — Foto: Freepik

BORDEAUX APOSTA NA MOBILIDADE E É ELEITA CIDADE MAIS ‘VERDE’ DA FRANÇA

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Mobilidade Como Infraestrutura Social: Acessibilidade, Inclusão e Justiça Espacial
créditos: Cidade de Bordeaux/ Divulgação

Pesquisa do Le Parisien avaliou 450 cidades francesas quanto a transportes, emissão de poluentes e outros pontos. Com alta no número de ciclistas, Bordeaux sai à frente

Vitrine internacional do vinho francês, a cidade portuária de Bordeaux acaba de colher outro fruto de prestígio: foi eleita a cidade da França onde se vive de maneira mais sustentável.

Transporte por VLT e incentivo à bicicleta: critérios considerados para o 1º lugar de Bordeaux. Foto: Cidade de Bordeaux

O levantamento foi feito pelo jornal Le Parisien em cerca de 450 cidades francesas com mais de 20 mil habitantes, e foram adotados na avaliação critérios como habitação, transportes e emissão de gases de efeito estufa. Destes, foram os avanços em mobilidade o que mais contou para que a cidade com a população equivalente à de Macaé, no norte fluminense, ganhasse o título de mais verde da França.

Nos últimos dois anos, a cidade ampliou a rede de ciclovias e viu o número de ciclistas acelerar. Crianças recebem aulas de educação no trânsito e os habitantes têm um sistema de empréstimo de bicicletas, além de uma oferta considerável de transporte coletivo limpo. O engajamento em torno de um estilo de vida mais ecológico parte de moradores, assim como de empresários e do poder público.

Bordeaux viu o número de ciclistas avançar 20%, enquanto que a circulação de carros caiu 4% nos últimos dois anos. Hoje é a segunda cidade com maior número de ciclistas da França (atrás de Paris) e a 12ª no mundo. A rede de ciclovias na Grande Bordeaux chega a 1.400 km.

Mas engana-se quem imagina que o ciclista está livre de obstáculos na cidade. A professora de ginástica Myriam Bée, que trocou o carro pela bicicleta elétrica, reclama dos buracos e das tampas de esgoto das quais tem de desviar no caminho para o trabalho. “As pistas ainda não foram inteiramente desenvolvidas para quem anda de bicicleta (…) E a cidade também precisa de mais árvores”, reivindica. Ela leva a filha Anaïs, de 11 anos, na garupa da sua bike até a escola que a menina frequenta, e onde tem aulas de educação no trânsito para ciclistas.

BlueCub, serviço de compartilhamento de carros elétricos de Bordeaux. Foto: Visite Bordeaux

Transporte não poluente

Com transporte coletivo majoritariamente limpo, Bordeaux tem ainda uma rede de quatro linhas de bonde elétrico. Atualmente, 80% da frota de ônibus funciona à eletricidade e a gás e a previsão é de que, nos próximos dois anos, o restante deixe completamente o diesel.

Para estimular a circulação por veículos menos poluentes, a prefeitura reduziu a velocidade em 89% das vias da cidade para 30 km/h, universalizou o estacionamento pago para carros e começou obras para ampliar calçadas e parkings para duas rodas. Além disso, desde 2014 mantém um serviço de compartilhamento de carros elétricos, o BlueCub.

“Bordeaux se construiu em torno do carro e estamos mudando essa lógica, tentando dividir de forma mais justa o espaço entre ciclistas, pedestres e motoristas”, defende o adjunto do prefeito para Natureza e Cidades Pacificadas, Didier Jeanjean.

A prefeitura publicou ainda um plano de Transição Ecológica e Social, que relaciona as suas ações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Nele, diz contribuir, em especial, para o uso de energias renováveis e para a luta contra às mudanças climáticas.

Cidade sustentável

Segundo o levantamento do Le Parisien, Bordeaux é também a cidade francesa com menor emissão de gases de efeito estufa. Na lista de qualidades urbanas feita pelo jornal, estão citados, entre outros, os novos bairros ecológicos, organizados segundo o conceito de desenvolvimento sustentável – que inclui transporte coletivo, triagem de lixo, tratamento da água da chuva e construções que seguem normas para limitar as emissões.

Fonte: Mobilize

PROJETO EM FASE DE ESTRUTURAÇÃO DE SANEAMENTO EM ALAGOAS PODE IMPACTAR QUASE 3 MILHÕES DE HABITANTES

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Marco Legal do Saneamento Básico: a sete anos do prazo final, Brasil está longe de atingir objetivos
Foto: Getty Images

No estado, mais de 2,6 milhões de alagoanos não são atendidos com coleta de esgoto

Frente aos desafios a serem superados para universalizar o saneamento básico, Alagoas busca alternativas para levar os serviços de água e esgotamento sanitário para os mais 3,3 milhões de habitantes que vivem no estado. Dados presentes no Painel Saneamento Brasil, apontam que 74,1% da população alagoana é abastecida com água potável e somente 17,9% conta com coleta de esgoto, ou seja, são mais de 2,6 milhões de habitantes sem o serviço básico. Além disso, apenas 20,5% do esgoto produzido é tratado – índice inferior à média nacional de 51,2%. O estado do nordeste brasileiro ainda enfrenta dificuldades em controlar as perdas na distribuição, no qual, 46,9% do recurso hídrico é perdido antes de chegar nas residências.

Para cumprir com as metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico até 2023, isto é, atender 99% da população com água potável e 90% dos habitantes com coleta e tratamento de esgoto, Alagoas alinhou uma parceria contratual com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), agente estruturador das novas concessões, visando a estruturação de projetos de concessão dos serviços de saneamento.

QUADRO 1: Principais Projetos de Concessão e Desestatização no Saneamento Básico no Brasil (2020 – 2023)

Fontes: BNDES (2023). Radar PPP (2023). Elaboração: GO Associados.

Conforme o estudo divulgado pelo Instituto Trata Brasil “Avanços do Novo Marco Legal do Saneamento Básico”, relatório que tem como intuito acompanhar o estágio de implantação e os potenciais ganhos socioeconômicos suscitados pela Novo Marco, nos últimos três anos (período de vigência do Novo Marco Legal do Saneamento) ocorreram processos licitatórios significativos no setor de saneamento, incluindo a licitação de blocos regionais para a prestação dos serviços. Somados, os projetos já em curso preveem investimentos de quase R$ 68 bilhões, impactando mais de 31 milhões de pessoas.

Em Alagoas, o projeto estruturado juntamente com a Companhia de Saneamento de Alagoas (CASAL) e a participação privada, a concessão dos blocos regionalizados A, B e C têm o potencial de impactar quase 3 milhões de habitantes alagoanos. Entre os blocos regionais de Alagoas, o Bloco A contempla a Região Metropolitana de Maceió (RMM), composta por 13 municípios, enquanto o Blocos B, corresponde a Unidade Regional de Saneamento do Agreste do Sertão, integrando 34 municípios e, por fim, o Blocos C corresponde a Unidade Regional de Saneamento da Zona da Mata e Litoral Norte, composta por 27 cidades.

Sendo assim, Alagoas tem alinhado entre as prioridades na agenda pública a universalização do saneamento. O acesso pleno aos serviços básicos impactará positivamente na melhoria da qualidade de vida dos habitantes e, resultará em significativos ganhos econômicos para a localidade.

Fonte: Trata Brasil

RIO DE JANEIRO É A SMART CITY CONVIDADA DO PRÓXIMO CIDADES, CAFÉ E PROSA

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Uma realização da Plataforma Connected Smart Cities, o encontro online destaca os panoramas de ações e avanços das cidades mais inteligentes e conectadas do país.

O programa será transmitido na próxima segunda-feira, 7 de agosto, a partir das 10h, nas redes sociais da Plataforma CSC. Não perca!

Quais são as cidades mais inteligentes do Brasil e como os espaços urbanos podem alcançar uma tendência de crescimento acelerado? Uma iniciativa da Plataforma Connected Smart Cities, o programa Cidades, Café e Prosa tem o objetivo de apresentar contextos de desenvolvimento de smart cities no Brasil, através de uma conversa leve e descontraída com representantes do poder público.

Na próxima segunda-feira, 7 de agosto, a partir das 10 horas, o encontro online vai destacar o panorama de iniciativas do Rio de Janeiro para tornar a cidade cada vez mais inteligente, conectada e sustentável. Para o compartilhamento de novidades e informações relevantes, foi convidado Willington Feitosa, Coordenador de Cidades Inteligentes  da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro

Uma das 10 cidades mais inteligentes do Brasil, Rio de Janeiro vem desenvolvendo iniciativas relevantes que contribuem para o avanço de ecossistemas de smart cities. Neste âmbito, o levantamento também apontou o município entre os 5 melhores nos eixos Empreendedorismo; Tecnologia e Inovação; e Mobilidade e Acessibilidade.  

Ranking Connected Smart Cities

O Ranking Connected Smart Cities é um estudo elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta, e tem o objetivo de definir as cidades com maior potencial de desenvolvimento do Brasil. A última edição mapeou 680 municípios com mais de 50 mil habitantes e considerou 75 indicadores em 11 eixos temáticos de avaliação, que atestam serviços inteligentes nas cidades: Mobilidade; Urbanismo; Meio ambiente; Tecnologia e Inovação; Economia; Educação; Saúde; Segurança; Empreendedorismo; Governança e Energia.

Serviço
Programa Online Cidades, Café e Prosa
7 de agosto, das 10h às 11h
Inscreva-se gratuitamente aqui.

Para acompanhar ao vivo, acesse o Linkedin ou o canal do YouTube CSC.

Assessoria de Imprensa:

Karolina von Sydow – Necta       
imprensa@nectainova.com.br
+55 11 95368-882