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FUNDEP E INOVABRA HABITAT PROMOVEM PAINEL SOBRE MOBILIDADE ELÉTRICA E ANTECIPAÇÃO DE FUTUROS

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Fotografia de onibus elétrico em movimento na avenida e carro também

Evento celebra um ano da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) e traça as perspectivas para os próximos anos

Discutir o importante papel da mobilidade elétrica no desenvolvimento da eletrificação de transportes no Brasil, contribuindo para abertura de discussões e oportunidades de avanços sobre o tema é a proposta do painel “Mobilidade Elétrica e Sociedade: Passos para antecipação de futuros”.

O evento será realizado pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) – uma das principais gestoras de Ciência, Tecnologia e Inovação do país, apoiadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mais 35 Centros de Tecnologia e Pesquisa nacionais – em parceria com o inovabra habitat (ambiente de coinovação do Bradesco) no dia 18 de março, às 19h. Inscrições em: https://www.sympla.com.br/mobilidade-eletrica-e-sociedade-passos-para-antecipacao-de-futuros__1139458



Entre os temas a serem abordados estão a adaptação do país à receptividade da sociedade brasileira para esse modelo de transporte, que está em estágio incipiente, mas em estado de alerta sobre os impactos dos veículos à combustão para o meio ambiente, os movimentos das grandes empresas do setor automotivo em investir na produção de carros elétricos para os próximos anos e a estrutura de abastecimento nacional.

PNME. Em 2021, a Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) completou um ano. A iniciativa nasceu como um espaço para fomentar o desenvolvimento do setor no Brasil, agregando mais de 30 instituições da indústria, poder público, sociedade civil e academia. Desde então, a Plataforma estruturou sua governança, estabelecendo um Conselho Gestor para liderar o direcionamento das ações, subsidiado por grupos de trabalho e comissões, como a Comissão de Ciência e Tecnologia (CC&T).

A Fundep atua na Comissão de Ciência e Tecnologia (CC&T) da Plataforma, juntamente com a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, e o Instituto Clima e Sociedade (iCS). Tais atores são responsáveis pela gestão da plataforma e organização das atividades, reunindo nomes relevantes da pesquisa em mobilidade elétrica no Brasil para aconselhar tecnicamente o Conselho Gestor da Plataforma e garantir o alinhamento dos esforços de Pesquisa & Desenvolvimento.

Painel. Como parte da celebração deste aniversário e das iniciativas vinculadas à plataforma o painel conecta participantes que representam a indústria, a pesquisa e a inovação em mobilidade elétrica, compondo os principais elos do setor.

Participam do debate

Eduardo Javier Muñoz | CEO Bravo Motor Company

Eduardo é argentino, viveu 10 anos no Brasil e trabalha em projetos nos Estados Unidos desde 2012. Nos últimos dezessete anos, trabalhou com negócios internacionais, integração de cadeias de valor complexas, desenvolvimento de produtos, importação-exportação, cadeia de suprimentos operações e consultoria de negócios no Brasil, Argentina e EUA.

Nos últimos 9 anos desenvolveu uma carreira marcante no Grupo ArqBravo, empresa de inovação em mobilidade sustentável, liderando seu sucesso nos Estados Unidos, integrando empresas de tecnologia de todo o mundo para trabalhar em soluções em Transporte Sustentável, aplicação de fontes de Energia Renovável e comunicação. Como CEO da empresa, é responsável por estabelecer operações, alianças estratégicas, articular esforços com instituições privadas e governamentais para criar soluções para problemas complexos.

Erwin Franieck | Mentor de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação na SAE Brasil

Professor e pesquisador com mestrado com foco em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas. Tem estudos e trabalhos relacionados à Negociação, DMAIC, DFMA, Modo de Falha, Análise de Efeitos (FMEA) e Gestão de Qualidade. Erwin tem experiência profissional na indústria, com passagem pela Bosh, empresa na qual foi Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Powertrain Solutions (PS)/Bosch LA.

Gábor Deák | Diretor de Tecnologia do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças)

Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São de Paulo em 1973 e pós-graduado em Administração de Empresas, CEAG, FGV, em 1978. O painelista ocupou a posição de presidente para América do Sul da Delphi Corporation e diretor da empresa Iochpe Maxion. Atualmente, Déak é membro do conselho da empresa SAE Brasil.

Braz de Jesus Cardoso Filho | Professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

O participante recebeu o título de Ph.D. (Doctor of Phylosophy) em Engenharia Elétrica e de Computação pela University of Wisconsin em 1998. Em 1989 juntou-se ao Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde desde 2014 é Professor Titular de Engenharia Elétrica. É o fundador e coordenador do Laboratório TESLA Engenharia de Potência. Ele é autor e co-autor de mais de 260 artigos técnicos em eletrônica de potência e acionamentos elétricos e possui nove patentes e pedidos de patentes.

Seus interesses de pesquisa incluem aplicações da eletrônica de potência em sistemas de energia elétrica, fontes de energia renováveis, dispositivos semicondutores de potência, máquinas e acionamentos elétricos e eletrificação veicular.

Moderadora: Janayna Bhering Cardoso | Executiva de Negócios e Parcerias da Fundep

Com informações da Assessoria de Imprensa da Fundep

Evento Regional Campo Grande | Apresentação do Plano de Cidades Inteligentes

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Esta transmissão online faz parte da programação de Eventos Regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021. Todas as terças-feiras, das 9:00​​ às 13:00​​, até 24 de agosto de 2021, totalizando 27 cidades.

A iniciativa conta com as participações de Paula Faria – Connected Smart Cities & Mobility, Willian Rigon – Urban Systems, Marquinhos Trad – Prefeito de Campo Grande, Paulo Fernando Garcia Cardoso – AGETEC – Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Gabriel Kling de Almeida Batista – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Agronegócio de Campo Grande, Catiana Sabadin Zamarrenho – Prefeitura Municipal de Campo Grande, Jeferson Bússula Pinheiro – AGETEC – Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Claudio Nascimento – Porto Digital, Roger Milan – INNA ImC™️, Luiz Viotti – Kido Dynamics, Raphael Miranda – Moovit, e Moshiko Frenkel – INNA ImC™️ – Israeli Innovation Agency

JUSTIÇA 4.0 CHEGA AO ESPÍRITO SANTO

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Fotografia Ministro Luiz Fux
Foto: Gil Ferreira/CNJ

O Programa Justiça 4.0, no Espírito Santo, compreende um pacote de projetos que será aplicado ao TJES, como a plataforma Sinapses, de desenvolvimento e cooperação em inteligência artificial

O Tribunal de Justiça (TJES), o Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT17) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vão fechar parceria para implantar o Programa Justiça 4.0 no Espírito Santo. O acordo será assinado nesta terça-feira (16/3), às 16h30, pelo presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, e pelos presidentes-desembargadores dos TJES, Ronaldo Gonçalves de Sousa, e do TRT17, Marcello Maciel Mancilha. A cerimônia será transmitida pelo canal do TJES no YouTube. A juíza auxiliar da Presidência do CNJ Trícia Navarro, estará presente à cerimônia.

O Justiça 4.0 compreende um pacote de projetos que será aplicado ao TJES, como a plataforma Sinapses, de desenvolvimento e cooperação em inteligência artificial, a Plataforma Digital do Poder Judiciário, o Juízo 100% Digital e o Balcão Virtual. Pela parceria, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sob a coordenação do CNJ, ainda vai auxiliar os tribunais no aprimoramento dos registros processuais primários, higienização e envio dos dados para a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud) e na implantação de extrator do Codex, que consolida em texto decisões e documentos, de modo a servir de insumo para inteligência artificial e automatização do envio de informações ao Datajud.



Lançado no final de 2020, o programa promove o acesso à Justiça, por meio de ações e projetos desenvolvidos para o uso colaborativo de novas tecnologias e inteligência artificial. Isso propicia incremento da governança, da transparência e da eficiência do Judiciário, com efetiva aproximação com o cidadão e redução de despesas. Até o momento, os Tribunais de Justiça do Amapá (TJAP), Rio Grande do Norte (TJRN), do Rio de Janeiro (TJRJ) e do Maranhão (TJMA), além do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) já firmaram cooperação técnica para implantar o Justiça 4.0.

Plataforma Digital

A parceria também inclui o uso da Plataforma Digital do Poder Judiciário. A ferramenta incentiva o desenvolvimento colaborativo em ambiente unificado, onde os tribunais cooperam com as melhores soluções tecnológicas para aproveitamento comum, com ênfase em iniciativas de inteligência artificial e automação.

Com o acordo, o Tribunal poderá acessar a Plataforma e colaborar com outros órgãos do Judiciário, aproveitando soluções disponíveis, adaptando-as à sua realidade ou propondo melhorias nessas soluções. Pode, até mesmo, publicar suas próprias iniciativas na plataforma para uso de outros tribunais. Atualmente, o Judiciário apresenta 41 projetos de inteligência artificial em desenvolvimento e aplicados em 32 órgãos.

BRASIL GANHA 1º ANUÁRIO SOBRE MOBILIDADE ELÉTRICA

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Imagem do lançamento do 1º Anuário Brasileiro da Mobilidade Elétrica da PNME, com a capa do levantamento e comunicação visual sobre

Realizado pela Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica, a publicação do 1º Anuário busca contribuir para o implemento de políticas públicas para o setor

Ontem (15/03), foi realizado o lançamento do primeiro Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica, publicação da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME), que apresenta amplo panorama do setor no País e tem o propósito de gerar conhecimento para estimular o crescimento do mercado, fomentar a capacitação profissional e oferecer bases ao desenvolvimento de políticas públicas para o tema. Para acessar o conteúdo do evento de lançamento, clique aqui.  O Anuário pode ser acessado aqui.

Ao todo, são 180 páginas repletas de informações que contribuem para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico, além de aumentar o sincronismo com organizações da sociedade civil que tratam da mobilidade elétrica. Segundo o coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis, o Anuário foi elaborado ao longo de meses de trabalho, com a contribuição de vários especialistas. “O estudo foi construído para gerar um panorama abrangente desta pauta tão fundamental para o desenvolvimento sustentável do Brasil”, afirma.





Destaques

Dentre os destaques do material, pode-se elencar alguns pontos importantes como as iniciativas de empresas e organizações; os modelos de negócio de países vizinhos – e como estes podem ajudar a direcionar o caminho no Brasil, onde algumas cidades já ensaiam pilotos; dados sobre o tamanho do mercado, crescimento nos últimos anos, os tipos e modelos de veículos mais procurados no país e o mercado por região; além de um amplo estudo sobre as iniciativas de articulação de companhias e a governança que se encontram em curso. Também é apresentado um panorama dos impactos da pandemia de Covid-19 para o setor no país, principalmente dentro da perspectiva econômica.

A publicação conta com diversos dados que compõem o contexto atual do setor, como, por exemplo, o crescimento do mercado brasileiro de mobilidade elétrica ou mesmo o volume dos veículos a combustão. Também traz números como a concentração de veículos elétricos no Brasil, com destaque para as regiões Sul e Sudeste.

Mesmo com números bem abaixo em relação aos países líderes, 2019 foi relevante para o mercado nacional da mobilidade elétrica brasileira. O ano contou com registro de veículos elétricos leves de passageiros e comerciais três vezes maior, na comparação com 2018, passando de 3.418 para 11.205 unidades, conforme dados do Ministério da Infraestrutura (2020). Considerando 2007, ano de início dos registros, observa-se um aumento maior entre 2014 e 2016, chegando a 1.303 unidades e, 2017 e 2018, com patamar similar.

Estados líderes

A  frota de veículos elétricos leves, nos Estados do Brasil, é concentrada em dez representantes, com maior  concentração nas regiões sul e sudeste. O Estado de São Paulo se destaca em relação aos demais, sendo representado, no ranking, por 2 entre as 10 cidades líderes no País: a capital paulista e Campinas.

Municípios líderes na frota brasileira

Quanto aos municípios do País, conforme os dados do Ministério da Infraestrutura (2020), referente ao período de 2017 a 2019, os quatro municípios mais bem colocados são: São Paulo, com 4041 unidades; Brasília, com 1086; Rio de Janeiro, com 991; e Curitiba, que contabiliza 761 unidades.

Além disso, o Anuário inclui três apêndices, que complementam o conhecimento sobre a produção, o mercado, a pesquisa, as políticas públicas e a atuação da sociedade civil em torno da pauta.

A publicação completa, disponibilizada gratuitamente em PDF, pode ser acessada no site da PNME: pnme.org.br/biblioteca   

Mais informações: https://evento.pnme.org.br/plataforma-nacional-de-mobilidade-eletrica-lanca-1o-anuario-brasileiro-do-setor/


Sobre a Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME)

A PNME tem a missão de contribuir para a implementação de práticas para o desenvolvimento sustentável da mobilidade elétrica no Brasil. A iniciativa foi criada como um espaço de articulação de atores importantes no universo da Mobilidade Elétrica, com a presença de representantes do governo, da indústria, da academia e da sociedade civil para construir metas de longo prazo, considerando os pontos de vista do desenvolvimento tecnológico, de políticas públicas governamentais e do mercado.

O evento de lançamento do anuário foi realizado pela Necta.

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AUTORIDADES DISCUTEM REGULAÇÃO DO NOVO MARCO LEGAL DO SANEAMENTO 

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Saneamento
Foto: Gilberto Sousa / CNI

Webinar da ABCON e ABDIB debate a regulação do novo marco legal do saneamento e conta com a participação do ministro do Desenvolvimento Regional e da diretora-presidente da ANA

O saneamento vai finalmente deslanchar em 2021 com o novo marco legal do setor em vigor e o principal leilão de concessão de água e esgoto previsto para abril? A resposta para essa pergunta depende muito da evolução da regulação da Lei 14.026/2020, que está em pleno andamento. No dia 08 de março a ANA lançou uma ousada agenda regulatória, que demandará esforços dos mais variados para sua concretização.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e a diretora-presidente da reformulada ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), Christianne Dias, debatem o assunto no dia 16/03, às 09h, durante o segundo episódio da websérie que a ABCON e ABDIB promovem até julho sobre os desafios da implementação do novo marco do saneamento.  A inscrição é gratuita e pode ser realizada em: https://conteudo.abconsindcon.com.br/desafios-da-implementacao-do-novo-marco




Sancionada em julho do ano passado, a lei transformou a ANA na agência para diretrizes nacionais de regulação no setor. O órgão vai elaborar normas de referência que servirão como balizadores para os atos normativos das agências reguladoras infranacionais de saneamento básico em todo o país. Estas seguirão responsáveis pela regulação local dos serviços de água e esgoto à população. A articulação entre a ANA e os reguladores subnacionais é um desafio, esses limites serão construídos ao longo dessa caminhada.

O governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, trabalha para fortalecer a regulação e deve anunciar em breve novos decretos aguardados pelo mercado, como o que estabelecerá parâmetros da capacidade econômico-financeira das empresas que atuam no setor para continuarem a investir sob o modelo do novo marco.

O primeiro episódio, sobre regionalização, foi realizado no dia 26 de fevereiro e o terceiro episódio será realizado no dia 27 de abril, com o tema “Capacidade Econômica e Financeira”.

Com informações da ABCON 

SMARTCITY – POR ONDE COMEÇAMOS?

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Fotografia de vista noturna de cidade inteligente, com as várias conexões de uma smart city, como redes de tecnologias de forma ilustrada

Se há diversos caminhos para a transformação das cidades e inúmeros exemplos bem sucedidos no mundo, talvez ainda precisemos nos concentrar em olhar para dentro

O termo SmartCity tem sido trabalho desde os anos 90 pelo mundo e, nos últimos anos, vem ganhando força e relevância não apenas nos grandes centros urbanos. Há cidades de diversos tamanhos buscando sistemas inteligentes ao perceberem a transformação social, econômica e cultural que a sociedade vem passando.

Ouço inúmeras vezes a pergunta: o que é uma SmartCity? Unindo diversos conceitos, sempre respondo: “É uma cidade que tem como centro do seu planejamento as pessoas. Em diversos aspectos a cidade que se planeja com o olhar no cidadão transforma a sua vida para melhor.” Na gestão pública, tenho a oportunidade de implementar ações concretas em uma cidade como Curitiba que, com seus desafios e complexidades, vem colocando em prática os conceitos e modelando uma SmartCity com o seu DNA.



No entanto, após esses anos de muito aprendizado e diversos projetos, estou cada vez mais convencida que a Cidade Inteligente depende de inúmeros fatores. Conhecendo cases de cidades mundo afora, chego à conclusão que não há receita, como também não há resposta errada, para a definição de SmartCity.

Tecnologia e o ecossistema 

É certo ter na tecnologia um pilar estruturante para a implantação de um projeto de SmartCity. Foi inclusive este pilar que originou o termo, com o surgimento de novas mídias e TICs. Em sua origem, esteve bastante relacionado aos conceitos de Cidade da Informação, Cidade Digital e Cidade em Rede e estava muito baseado em infraestrutura.

É correto ver no ecossistema de inovação um pilar estruturante para a implantação de um projeto de SmartCity. A tríplice hélice é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e humano das cidades, com Poder Público, academia e setor produtivo trabalhando em harmonia e colaboração para o desenvolvimento comum. Essa visão vem se fortalecendo com novos modelos de geração do conhecimento, e somam-se às três hélices: a sociedade (Hélice Quádrupla) e o ambiente (Hélice Quíntupla), importantes na dinâmica da inovação.

Educar e empreender 

É indiscutível que a educação empreendedora e digital é um pilar fundamental para uma SmartCity. Educar as pessoas para a visão de uma cidade inteligente é um desafio e uma necessidade. Dar oportunidades para a inserção de jovens e idosos, incluir digitalmente a população mais vulnerável, pensar em acessibilidade e inclusão são preocupações constantes no planejamento público e privado.

Também é certo falar em urbanização e sustentabilidade. As mudanças climáticas são tema urgente no mundo e as cidades precisam buscar alternativas para harmonizar a vida nos grandes centros, proporcionar qualidade de vida para que as pessoas morem, estudem, se desloquem, trabalhem e vivam com melhor mobilidade, espaços públicos mais atrativos enfim, ambientes completos, eficientes, e assim inteligentes.

Transformação

Se há diversos caminhos para a transformação das cidades e inúmeros exemplos bem sucedidos no mundo, talvez ainda precisemos nos concentrar em olhar para dentro. Encontrar os diferenciais, as particularidades de cada local. Considerar cada cultura, cada realidade econômica e social, cada diferença geográfica e, a partir deles, construir uma estratégia para a “sua” SmartCity.

Quanto mais o mundo se abre, se digitaliza, se transforma – mais precisamos buscar a essência do que nos torna únicos. Quem sabe assim teríamos 5.570 Smart Cities no nosso país? Cada uma do seu jeito, com seu pilar estruturante e o fundamental, cada uma entregando ao cidadão um espaço onde tanto passado quanto futuro sejam respeitados.

Por isso o tema SmartCity é tão apaixonante, tão relevante e por isso há tanto para se falar sobre ele. Com esse olhar e com muitos pontos a abordar escrevo o primeiro texto para o Portal Connected Smart Cities. Feliz em compartilhar algumas experiências, certa de estar em constante aprendizado. Esperando a próxima publicação. Até lá.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

KPMG ANALISA IMPACTO DA TECNOLOGIA 5G NA INDÚSTRIA DE ENERGIA

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Contratação de térmicas emergenciais deve ser suspensa, defende Idec

Tecnologia 5G é aliada estratégica na indústria de energia, com a oferta de inúmeras possibilidades digitais 

A entrada da tecnologia 5G na indústria de energia e recursos naturais pode ser considerada um dos principais marcos digitais no setor e o leilão 5G, previsto para acontecer nos próximos meses, é um aliado estratégico para a área. Essa é a análise do sócio da área de energia KPMG, Anderson Dutra. Segundo ele, a tecnologia tem potencial para causar uma grande transformação digital em todos os segmentos como petróleo, energia renovável e elétrica e ter impacto nos modelos de negócios das empresas nos próximos anos.

Para Dutra, com a entrada da tecnologia 5G, inúmeras possibilidades digitais serão abertas na indústria de energia. Segundo ele, entre as transformações que a tecnologia vai proporcionar estão o ganho exponencial do uso de análise de dados que vai impactar significativamente a margem das empresas neste setor, a escalada da eficiência operacional com a automação de processos e o uso massivo de inteligência artificial, fazendo com que as informações circulem de forma ágil e dinâmica na tomada de decisão, e o uso intensivo de ferramentas de combate a segurança cibernética.



“Acredita-se que hoje apenas 5% desses dados são capturados e usados a favor das empresas de energia. Os que chegam são aplicados de forma isolada e não integrada. Recursos como inteligência artificial, uso de drones e análise de dados vão poder ser utilizados de forma potencial para gerar informações de valor e vão permitir, por exemplo, que seja feita a previsão de manutenção de uma plataforma de petróleo de forma mais rápida e assertiva e viabilização da tarifa de um ativo que está sob concessão da Aneel. Por fim, poderemos pensar na monetização desses dados a favor da empresa e do consumidor”, afirma.

Para o sócio de tecnologia, mídia e telecomunicações da KPMG, Márcio Kanamaru, recursos como big data, inteligência artificial e internet das coisas trouxeram para a indústria de energia grandes possibilidades. O setor hoje utiliza ferramentas como soluções de robótica submarina, drones para realizar inspeção de plataformas, internet das coisas para operações remotas e interconexão de equipamentos, inteligência artificial para processar milhares de informações e análise de dados para prever a duração dos equipamentos e possíveis falhas, entre outros usos. Segundo Kanamaru, o setor de energia é bastante relevante nesse processo de implementação do 5G.

“O 5G é um habilitador da transformação digital de energia e recursos naturais que é um setor que utiliza muita tecnologia de ponta da produção de petróleo do pré-sal, por exemplo. Hoje, o que é capturado é usado de forma isolada. A rede de quinta geração vai gerar uma rede mais veloz e mais consistente que vai permitir que a indústria tenha um ganho muito grande, o que vai impactar no setor eólico e de transmissão, tudo em tempo real”.

Com informações da Assessoria de Imprensa da KPMG 

BALNEÁRIO CAMBORIÚ É DESTAQUE EM GOVERNANÇA E SEGURANÇA NO RANKING CONNECTED SMART CITIES

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Fotografia de dois homens de costas com o uniforme da Guarda Municipal em Balneário Camboriú
Créditos: www.secturbc.com.br

Pela primeira vez na história do Ranking , a cidade de Balneário Camboriú assume o topo do recorte de Governança

Balneário Camboriú está entre as 20 cidades mais inteligentes e conectadas do país, se classificando na décima sexta posição. Pela primeira vez na história do Ranking Connected Smart Cities, a cidade assume o topo do recorte de Governança do Ranking Connected Smart Cities, com destaque para os indicadores Escala Brasil Transparente e Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal. Além disso, a cidade também é evidenciada pelas despesas com saúde e educação acima de R$1.200 por habitante, despesas com urbanismo acima de R$568 por habitante e despesa com segurança de R$347 por habitante.

Das cidades em destaque por região, São Caetano do Sul (SP) e Balneário Camboriú (SC) são as cidades não capitais no topo das listas de Governança, no recorte do Ranking Connected Smart Cities. O recorte de Governança apresenta concentração de cidades nas regiões Sudeste e Sul entre as melhores, sendo apenas Campo Grande (MS) e Fortaleza (CE) de outras regiões. Apesar disso, há boa divisão do porte do município nas 100 melhores posições do recorte , sendo 24 com até 100 mil habitantes, 49 de porte médio (100 a 500 mil habitantes) e 27 com mais de 500 mil habitantes.


Balneário Camboriú também é destaque no recorte de Segurança, se classificando na quarta posição, devido ao baixo número de mortes em acidentes de trânsito fatais, um investimento de R$347,48 per capta em segurança e 23,8 homicídios por 100 mil habitantes.

Para o desenvolvimento do Ranking Connected Smart Cities a Urban Systems
utiliza metodologia própria de ponderação de indicadores, sendo que o conceito de smart cities considerado entende que o desenvolvimento só é
atingido quando os agentes de desenvolvimento da cidade compreendem o
poder de conectividade entre todos os setores. Para saber mais informações sobre o Ranking, clique aqui.

 

FÁBRICA DA MINI INICIA PRODUÇÃO DA VERSÃO ELÉTRICA QUE SERÁ VENDIDA NO BRASIL

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Fotografia do carro elétrico Mini na fábrica em Oxford
Foto: BMW Group/Divulgação

A versão elétrica que será vendida no Brasil está sendo produzada na fábrica da MINI, em Oxford

No mês de março, a produção da versão elétrica do icônico MINI Cooper SE ganha força na lendária fábrica de Oxford, no Reino Unido – também conhecida como a casa da MINI. A primeira unidade com destino ao mercado brasileiro acaba de ser produzida e será embarcada em breve.
Recentemente anunciada no território nacional, a nova proposta do modelo 100% elétrica, que une atributos de tecnologia, design, exclusividade e esportividade, já está disponível para pré-venda no mercado brasileiro em todos os 22 concessionários da marca.



Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 15 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2020, o BMW Group vendeu cerca de 2.3 milhões de automóveis mais de 169.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos em 2019 foi de aproximadamente 7,118 bilhões de euros com receitas de 104,210 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2019, o BMW Group tem uma força de trabalho de 126.016 colaboradores.

Com informações da BMW Group Brasil

PARCERIA ENTRE HUAWEI E UNISUAM PREPARA JOVENS PARA O MERCADO DE TRABALHO

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O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) encerrou, juntamente com a Itaipu Binacional, a sua participação na Expo Dubai 2020, um dos maiores eventos do mundo

Laboratório de fibra óptica da Huawei instalado na Pólo da UNISUAM é o primeiro passo de um projeto que visa capacitar jovens para atuar no mercado de Telecomunicações

A cidade de Niterói foi a primeira, do Rio de Janeiro, a receber um laboratório de fibra óptica (FTTH/FTTX), instalado pela Huawei, no Campus Centro da UNISUAM, com o objetivo de ofertar cursos de capacitação para a geração NEM-NEM, jovens e adultos que nem trabalham e nem estudam. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Huawei Brasil, PÓLEN – Polo de Inovação e a Associação Comercial Industrial do Estado do Rio de Janeiro – ACIERJ, que foi celebrada nesta sexta-feira, 12, em um evento de inauguração na universidade.

“Hoje, já existe um gap no mercado de profissionais capacitados para atuar na instalação de fibra óptica, utilizados para cobrir demanda de banda larga fixa. Com as novas redes 5G, esta demanda tende a aumentar. Ao mesmo tempo, existe uma parcela de jovens ociosos, que por diversas razões não conseguem se qualificar para atuar no mercado de trabalho. Com esta parceria, que selamos com a UNISUAM e a ACIERJ, estamos, não apenas combatendo o desemprego e dando cursos de alta qualidade para estes jovens, mas também investimento do desenvolvimento da infraestrutura do país”, disse Bruno Zitnick, Diretor de Relações Públicas e Governamentais da Huawei.



Dados do IBGE apontam que a taxa de desemprego entre os jovens é de 29,7%, para tentar mitigar o problema, a Huawei investe em projetos de capacitação de jovens a fim de gerar mão de obra qualificada para atuar no mercado cada vez mais digital. Uma dessas iniciativas são os laboratórios de fibra óptica (ffth/fttx), o projeto prevê a doação de 12 laboratórios para ensino prático que estarão espalhados pelas 5 regiões do Brasil. Um deles foi inaugurado em Niterói, cidade do sudeste do país, conhecida com um grande polo educacional e que está se transformando no grande centro de tecnologia do Rio de Janeiro.

“Estamos atravessando o maior desafio da nossa geração. Nesse momento em que é preciso minimizar o impacto da pandemia, a inovação e o uso de novas tecnologias se tornam ferramentas imprescindíveis na estratégia rumo ao desenvolvimento econômico sustentável e com justiça social. Niterói é a cidade mais inteligente do Estado do Rio, temos expressivos índices de escolaridade e o privilégio de abrigar importantes centros universitários. Toda esta vocação e capital humano precisam, cada vez mais, se transformar em melhorias para a qualidade de vida, sobretudo, daqueles que mais precisam. Esta parceria entre a Unisuam, a Acierj e a Huawei, certamente, se traduzirá em oportunidades para nossos jovens e combustível para nossa retomada”, afirmou Axel Grael, prefeito de Niterói.

Essa sinergia entre os propósitos foi um dos fatores que fez a parceria entre UNISUAM, ACIERJ e Huawei, ser exaltada pelo Reitor da UNISUAM, Arapuan da Motta Netto. “O nosso objetivo, enquanto a faculdade com o melhor modelo de transformação social do Brasil, sempre é desenvolver todos os locais onde estamos inseridos, economicamente e, é claro, por meio da nossa rede acadêmica. Nesse contexto, um dos pontos que fazemos questão de fortalecer é a conexão entre os parceiros da UNISUAM e a população local, já fazemos isso no Rio e agora vamos replicar esse modelo em Niterói com o apoio da ACIERJ, do Pólen, nosso polo de inovação, e da Huawei”, disse Arapuan.

O cursos que acontecerão nos laboratórios da Huawei serão desenvolvidos e ministrados pela ACIERJ e a UNISUAM, e visam atender mercado de tecnologia e inovação em ascensão na região.

“A ACIERJ, tradicionalmente, une os empresários e poder público da cidade buscando um consenso e novas perspectivas que possam gerar emprego, renda e alavancar a economia. Com a pandemia o cenário econômico em todo mundo mudou, em Niterói não seria diferente. A cidade tem um mercado extremamente promissor, foi apontada por diversas instituições como um dos melhores municípios do Brasil, com população acima de 100 mil habitantes, para investimentos. Isso é inegável. É um município com muito potencial para investidores, e a instalação de um laboratório de fibra óptica na Unisuam é prova disso. Niterói está pronta para absorver novas ideias e tecnologias empresariais de diversas áreas distintas e estamos orgulhosos de poder contribuir com este projeto”, celebrou o Presidente da ACIERJ, Luiz Paulino Moreira Leite.

O evento de inauguração do laboratório aconteceu no Campus Centro – Unisuam, com poucas pessoas e respeitando todas as medidas e protocolos de segurança sanitária. Entre os participantes estiveram Bruno Zitnick, Diretor de Relações Públicas e Governamentais da Huawei, Luis Queirós, diretor regional da Huawei Brasil e Luiz Paulino de Carvalho Moreira Leite, Presidente da ACIERJ.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Huawei