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Evento Regional Belo Horizonte | Apresentação do Plano de Cidades Inteligentes

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Esta transmissão online faz parte da programação de Eventos Regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021. Todas as terças-feiras, das 9:00​​ às 13:00​​, até 24 de agosto de 2021, totalizando 27 cidades.

A iniciativa conta com as participações de Paula Faria – Connected Smart Cities & Mobility, Willian Rigon – Urban Systems, Leandro Garcia – Prodabel – Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte – Prefeitura de Belo Horizonte, Diogo Prosdocimi – BH Trans, Cristiane Amaral Serpa – Prefeitura de Belo Horizonte, Antonio Loureiro – UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais, Jean Mattos Duarte – Prefeitura de Belo Horizonte, Thiago Rangel – Prodabel, Carlos Eduardo Cardoso – Enel X, Raphael Miranda – Moovit e Miguel Noronha – BMPI.

COMO A REALIDADE VIRTUAL PODE SER ESSENCIAL PARA A RETOMADA DA ECONOMIA

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Fotografia representando a transformação digital

Com alto potencial de engajamento e uma poderosa ferramenta para romper as barreiras físicas, especialista da Venturion comenta os benefícios do recurso.

O uso da Realidade Virtual tem ganhado cada vez mais destaque em áreas que vão além dos jogos, como RH, Saúde e até mesmo Turismo. De acordo com um levantamento realizado pela Goldman Sachs, o mercado de RV poderá atingir a marca de mais de US$ 22 bilhões até o ano de 2025. Apesar da demanda ter sido acelerada por conta da pandemia de Covid-19 e a necessidade do isolamento social, que colocou em evidência a necessidade de diversos setores da economia se reinventarem e mergulharem de vez na transformação digital, a utilização do recurso já era uma realidade no mercado.

Segundo Marcelo Marcatti, COO e cofundador da Venturion , estúdio de experiências imersivas acelerado pela Tapps Ventures , este movimento se deve, principalmente, pois a Realidade Virtual é capaz de romper barreiras físicas e tornar as atividades mais lúdicas e didáticas, tanto para o público final quanto para o público interno de uma empresa.

“Estamos em um momento muito delicado na história socioeconômica do país e diante de uma das piores crises financeiras desde a quebra da bolsa em 1929. Com isso, muitos setores tiveram de se remodelar, em especial o de turismo e de eventos, por conta do distanciamento social. E é neste momento que a Realidade Virtual pode ser a grande aliada, pois com ela é possível proporcionar uma experiência altamente imersiva e criativa, mas na segurança e conforto dos lares”, afirma Marcatti.

Com mais de 50% dos empregos no setor turístico afetados pela pandemia em todo o mundo, com o recurso é possível simular uma viagem para qualquer lugar no mundo e despertar aquele sentimento único e mágico, mas sem a necessidade do deslocamento para outra cidade, estado ou mesmo país, dando uma nova “roupagem” para a experiência e auxiliando a área a se manter.

O uso de RV também tem sido de suma importância dentro dos ambientes corporativos e o braço direito das áreas de RH das empresas. Com as rotinas de trabalho cada vez mais misturadas com a vida real e os índices de produtividade prejudicados por conta da necessidade do trabalho remoto, a ferramenta tem auxiliado as lideranças em diversos treinamentos corporativos.

“O grande diferencial é justamente permitir que o foco esteja totalmente voltado ao conteúdo proposto, além de ser uma excelente ferramenta para proporcionar o engajamento, apelo emocional e a prática lúdica”, ressalta Marcelo.

De acordo com estudos da PwC, por exemplo, o uso da tecnologia para o desenvolvimento de soft skills dos times aumentou em mais de 270% o nível de confiança dos times e o foco no treinamento proposto quadruplicou em comparação com as ferramentas utilizadas anteriormente, tornando o trabalho mais competitivo ao mercado.

“As possibilidades da RV são diversas, mas a tecnologia é especialmente eficaz para o uso de treinamentos que requerem ‘mão na massa’. Isso porque a pessoa que está passando pelo treinamento consegue ver, na prática e de maneira realista, o que deve ser feito, possibilitando as chances de erro e acerto, mas em um ambiente seguro” finaliza o COO da Venturion.

Sobre a Venturion

Presente no mercado há três anos, a Venturion, investida da Tapps Ventures – startup que acelera novos negócios -, é referência em experiências imersivas gamificadas, que alia inovação tecnológica com fatores sensoriais e emocionais para humanizar as relações entre tecnologia, público empresas e seus produtos e serviços.

Todas as plataformas em Realidade Virtual, 3D e Realidade Aumentada são desenvolvidas através da Unity, uma engine com tecnologia de ponta que permite a construção de jogos e serviços corporativos com gráficos de alta qualidade e interatividade imersiva. Trata-se de uma plataforma utilizada em games premiados e em atrações imersivas nos melhores parques de diversões do mundo.

Sobre a Tapps Ventures

Fundada em 2018, a Tapps Ventures é uma Startup Studio, do Grupo Tapps, com objetivo de descobrir ideias e impulsionar outras startups emergentes para alcançarem seu potencial. No portfólio, Tapps Ventures já conta com as empresas: SPXP, portal de experiências da cidade de São Paulo; TeamUpp, empresa de consultoria especializada em engajamento e bem-estar gamificados, e Venturion, estúdio que desenvolve produtos inovadores em tecnologia de Realidade Virtual.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TV DIGITAL NA SUA CIDADE: PREFEITURAS DO CE, PI E RN JÁ PODEM ADERIR AO DIGITALIZA BRASIL

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Connected Smart Cities 2025 estreia palco exclusivo sobre PPPs e Concessões em parceria com a B3 e o FDIRS

MCom publicou edital de convocação de 73 municípios da região nordeste. Prazo para envio de manifestações começa nesta segunda-feira (21/6) e encerra dia 21 de julho.

Foi dada a partida no novo ciclo da digitalização do sinal de TV. Na última segunda-feira (21/6) o Ministério das Comunicações (MCom) publicou edital de convocação do programa Digitaliza Brasil. A chamada é direcionada a 73 municípios do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte que já podem se manifestar para receber – sem qualquer custo – a instalação completa da infraestrutura que leva o sinal digital da TV para a população. O prazo para envio de manifestações se encerra em 21 de julho.

“Nós vamos trocar todas as antenas analógicas por antenas digitais. As pessoas que ainda estão na era analógica não podem usufruir das novidades e benefícios que a TV digital traz, então vamos mudar esse cenário”, ressaltou o ministro das Comunicações, Fábio Faria, durante lançamento do edital na última semana em Mossoró (RN).

O formulário de adesão é simplificado e está disponível no endereço: www.gov.br/mcom/digitalizabrasil. As prefeituras que forem qualificadas vão receber os equipamentos de transmissão destinados à digitalização das estações analógicas em operação e, adicionalmente, a instalação de mais dois canais, um para a transmissão de conteúdos da Empresa Brasil de Comunicação e outro para o conteúdo da Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas.

A instalação de toda a infraestrutura para a transmissão dos sinais digitais faz parte do pacote. Além disso, o programa vai distribuir kits de conversão do sinal analógico para o digital às famílias de baixa renda, integrantes do Cadastro Único, inclusive as beneficiárias do Programa Bolsa Família.

Das cidades contempladas no edital, 44 estão localizadas no Ceará, 12 no Piauí e 17 no Rio Grande do Norte. No termo de adesão, as prefeituras interessadas devem se comprometer a fornecer um local para a instalação da infraestrutura compartilhada, necessária para a operação do serviço digital e devem se responsabilizar pela segurança, operação e manutenção da infraestrutura após a implantação.

De acordo com o secretário de radiodifusão do MCom, Maximiliano Martinhão, a televisão digital dá um salto de qualidade na experiência do usuário, com qualidade de som e imagem muito melhores que na TV analógica. O Digitaliza Brasil vai permitir ainda a ampliação do número de canais ofertados na maior parte das localidades contempladas. Com a tecnologia, é possível assistir à programação também no celular e em outros dispositivos móveis que possuam receptores. “As prefeituras ao aderirem estão levando para a população mais tecnologia e acesso à informação. Fazer parte desse processo de digitalização do sinal de TV será um marco importante para os municípios”, destaca o secretário.

O programa

O Digitaliza Brasil foi criado por portaria publicada em maio deste ano pelo MCom. Ele institui a política pública para digitalização dos serviços de televisão. O compromisso do MCom é com a conclusão do processo de digitalização dos sinais de TV no país até 2023, o que vai beneficiar mais de 23 milhões de brasileiros. Nesta etapa do Programa, o Governo Federal concentra esforços para instalar equipamentos de transmissão para digitalização das emissoras de televisão e distribuir kits de conversão da TV para famílias de baixa renda, integrantes do Cadastro Único, inclusive as beneficiárias do Programa Bolsa Família.

Em todo o país, ainda existem 1.638 cidades onde só têm TV aberta analógica. O esforço para concluir a digitalização do sinal vai ocorrer em quatro etapas, sendo que a primeira deve estar concluída até abril de 2022. Nesta primeira fase estão contemplados 752 municípios nos nove estados do Nordeste (AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE) e em Minas Gerais. A lista completa de municípios elegíveis pode ser acessada em www.sejadigital.com.br/tvdigital/listadecidades

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SOBRE BUROCRACIA, POUPATEMPO E ANTENAS

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Para expandir 5G, governo federal atua para que cidades atualizem leis sobre antenas
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Nos dias de hoje, inclusão digital é inclusão social, tão importante quanto qualquer outro item, tais como saneamento básico, educação de qualidade para todos. Migrar os serviços presenciais para os meios digitais também é uma forma de combater a burocracia excessiva e a corrupção

Passei grande parte da minha vida profissional trabalhando para reduzir a burocracia na vida das pessoas. A ideia e a implementação do Poupatempo foram neste sentido. A modernização que fizemos no Detran também foi na mesma direção.

Sempre coloquei de forma clara que precisamos simplificar os serviços públicos e, mais do que isso, simplificar a vida de toda a população. Não tenho dúvidas que os serviços eletrônicos vieram para ajudar neste desafio. Inclusive, precisamos utilizar as novas tecnologias justamente como meio para que possamos viver melhor, com mais qualidade de vida e para reduzir a imensa desigualdade social existente no nosso país. 



Inclusão digital

Nos dias de hoje, inclusão digital é inclusão social, tão importante quanto qualquer outro item de inclusão social, tais como saneamento básico, educação de qualidade para todos, etc. Lembrando sempre que migrar os serviços presenciais para os meios digitais também é uma forma de combater a burocracia excessiva e a corrupção. E não podemos avançar nesta direção simplesmente implementando e-burocracias, certo?

Para conseguirmos simplificar a vida, o 5G e a infraestrutura necessária para o acessarmos é essencial. Sem esta infraestrutura, não temos como acompanhar esta modernização que está ocorrendo no mundo inteiro. Como já foi dito por diversos especialistas, o 5G é o futuro. Sem ele, ficaremos para trás nesta corrida para implementação das novas tecnologias e para melhorar a nossa qualidade de vida.

E não temos como viabilizar o 5G sem que instalemos antenas e miniantenas (mini-ERBs) por este Brasil afora. As antenas vão nos ajudar a modernizar e a melhorar os serviços públicos no nosso país com certeza, assim como já é feito em vários outros países mundo afora. 

Infelizmente, atualmente, a principal barreira à implantação destas antenas está nas leis municipais anacrônicas, antigas ou mal formuladas. Regras de instalação condicionadas à parâmetros urbanísticos não razoáveis – como a largura das ruas – normas que tratam antenas como edificações, em lugar de equipamentos (que é o que elas são, de fato), imposição de distanciamentos injustificáveis das antenas e processos morosos e burocráticos de licenciamento são exemplos de previsões legais que, carecendo de embasamento técnico, dificultam ou atrapalham a instalação de novos equipamentos. 

Reformulação das leis

Como diz o manifesto do Movimento Antene-se, a favor das antenas: “A solução passa pela reformulação dessas leis, para que fiquem alinhadas à Lei Geral de Antenas, de 2015, e pela desburocratização dos processos de licenciamentos destas instalações perante as Prefeituras. Sem isso, o país não terá a infraestrutura de telecomunicações necessária ao aproveitamento máximo das tecnologias de conectividade, de modo a garantir a universalização do acesso e a implementação do 5G no país”. 

É um jogo de “ganha-ganha”: ganham os cidadãos com mais e melhores serviços; ganha o serviço público pois passa a ter condições de ter melhores serviços públicos; ganham os empresários, principalmente nas periferias das grandes cidades, pois passam a ter condições de receber pagamentos digitais e a fazer serviços à distância; ganha toda a sociedade, com a inclusão digital.

Várias Prefeituras já caminharam nesta direção. Os exemplos das Prefeituras de Porto Alegre e de Santo André demonstram que, apesar de difícil, existe um caminho a ser seguido e até copiado.

Lembrando sempre que estas antenas já demonstraram que não fazem mal à saúde e podem, sim, ser instaladas próximas a escolas e hospitais. Para mim, que prezo tanto a inclusão digital, neste assunto, não vejo outro caminho a não ser caminhar nesta direção. O que será que falta para que todas as Prefeituras compreendam e trabalhem nesta direção?

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

43% DOS BRASILEIROS UTILIZARAM A TELEMEDICINA DURANTE A PANDEMIA

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telemedicina computadores tecnologia
Foto: istockphoto/Divulgação

De acordo com pesquisa feita pela Sinch, 50% telemedicina para confirmar agendamentos e 46% foram notificados sobre casos de COVID-19 nas proximidades.

A pandemia de Covid-19 tem acelerado a transformação digital e os hábitos da sociedade em todos os aspectos, inclusive no cuidado com a saúde. Se antes as consultas costumavam acontecer em clínicas ou prontos-socorros, atualmente as pessoas têm preferido a telemedicina. É o que mostra a pesquisa realizada pela Sinch , líder global em comunicação em nuvem, com mais de 2.800 pessoas de mais de 40 países, entre eles, o Brasil.

O estudo mostra que 38% da amostra global da pesquisa utilizou a telemedicina durante a pandemia. As taxas de adesão ao serviço são mais altas na Índia (65%), Estados Unidos (48%) e Brasil (43%). Dentre os adeptos das consultas online, 71% começaram a cuidar da saúde com ferramentas digitais durante a pandemia. No Brasil, 65% da população que não utiliza a telemedicina a considera útil, mas não tiveram oportunidade de experimentá-la porque seus planos de saúde não oferecem consultas virtuais.

Mais do que mudanças pontuais, a pandemia fez com que muitas pessoas repensassem seus hábitos a longo prazo. De acordo com os dados coletados pela Sinch, 58% vão evitar aglomerações mesmo com o fim da pandemia, 52% vão evitar viagens desnecessárias e 49% vão fazer compras online com mais frequência.

As autoridades de saúde também têm se adaptado à nova realidade e contam a expertise da Sinch para viabilizar o processo. Desde o início da pandemia, a companhia passou a oferecer infraestrutura de comunicação digital para governos e órgãos de saúde em todo o mundo a fim de auxiliar no enfrentamento à COVID-19. O ecossistema de mensagens da Sinch permite que os órgãos competentes enviem notificações à população em tempo real, além de permitir que o público utilize canais conversacionais para agendar testes de COVID-19, marcar consultas e tirar dúvidas sobre sintomas sem precisar sair de casa.

Assim como o varejo encontrou na internet ferramentas capazes de alavancar o negócio e engajar o público, as empresas de saúde precisam desenvolver conexões mais profundas com seus pacientes por meio de ferramentas digitais para construir históricos de saúde, avaliar sintomas, enviar links seguros para videochamadas e fornecer dicas personalizadas para cada paciente, por exemplo.

Como cada País utiliza a tecnologia

De acordo com a pesquisa feita pela Sinch, o aproveitamento de cada recurso tecnológico para o cuidado com a saúde varia em cada País. No Brasil, 43% utilizam canais digitais para agendar consultas, 50% para confirmar agendamentos e 17% para avaliações médicas. 46% foram alertados por mensagens móveis sobre casos de COVID-19 em suas regiões, enquanto 23% receberam comunicados enviados por seus planos de saúde.

Além da nacionalidade, outro critério impacta a relação do usuário com a tecnologia nos cuidados com a saúde: a idade. Os millennials (nascidos entre 1981 e 1996) são mais propensos a usarem smartphones para interações de saúde. 44% dos jovens desta geração fizeram consultas médicas online. Já entre os usuários da Geração X (1965 – 1980) e Baby Boomers (1946 – 1964), o número diminui para 35% e 22%, respectivamente.

De acordo com a Sinch, as pessoas valorizam a facilidade de ter em mãos informações relevantes sobre saúde, desde que as mensagens e comunicados sejam personalizados. Atualmente, a maioria das empresas de saúde contam com envios de notificações para lembrar usuários de suas consultas, enviar receitas médicas, etc. Ainda assim, há um universo de possibilidades ainda não explorado pelo mercado e que poderia aproximar ainda mais os pacientes dos provedores de saúde, garante a Sinch.

Com base no estudo feito pela companhia, é visível que ainda há muitas lacunas a serem desenvolvidas e aprimoradas. É possível fazer mais do que é feito atualmente, nesta e em outras muitas áreas, como varejo, área financeira em todas as outras. Canais de mensagens como WhatsApp e Facebook Messenger são oportunidades constantes para que empresas ofereçam conversas privadas seguras e altamente personalizadas.

As interações baseadas em notificações são apenas o primeiro passo. A Sinch espera que nos próximos anos mais empresas de saúde adotem a tecnologia e o engajamento digital, utilizando as mensagens móveis como elo constante para a inovação.

A Sinch leva segurança e credibilidade a sério. Como parceira do WhatsApp, a companhia garante aos clientes uma conta verificada na plataforma, o que ajuda as empresas a conquistarem visibilidade e a confiança dos usuários, além de aumentar o engajamento, escalabilidade das conversas, permitir envio de mensagens automáticas e a conversão de leads com mais facilidade.

Sobre a Sinch

Sinch aproxima empresas e pessoas com ferramentas que tornam possível a comunicação automatizada e humanizada em larga escala. Sua plataforma líder de comunicações em nuvem permite que as empresas alcancem todos os telefones móveis do planeta, em segundos ou menos, por meio de mensagens móveis, voz e vídeo. Sinch é um provedor de plataformas self-service de construção de chatbots, inteligência artificial conversacional, conexão com os principais canais conversacionais e ferramentas de transferência de conversas dos robôs para equipes de atendimento humanos. A Sinch tem sido lucrativa e de rápido crescimento desde sua fundação, em 2008. Ela está sediada em Estocolmo, Suécia, e tem presença local em mais de 40 países como Brasil, México, Estados Unidos, Singapura e Índia. As ações são negociadas na NASDAQ Stockholm: XSTO: SINCH. Visite-nos em https://latam.sinch.com/

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CARRO ELÉTRICO É REALIDADE NO BRASIL DESDE A DÉCADA DE 1970

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Prefeitura do Rio de Janeiro irá implantar rede pública de eletropostos

A venda de veículos eletrificados no Brasil bateu recorde em maio, mas o carro elétrico é realidade no nosso País desde a década de 1970, quando pouco se falava em carros elétricos no mundo.

Naquela época, há 49 anos, o engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel inaugurou sua fábrica na cidade de Rio Claro, quase às margens da Rodovia Washington Luís, e me convidou para conhecer as novas instalações onde deu início ao seu sonho de fazer um carro elétrico 100% nacional, movido a eletricidade.



Gurgel idealizou vários modelos, como o E150, seguido pelo Itaipu E400, nas versões furgão e picape com dois tipos de cabine, seu primeiro modelo com motor traseiro, e o minicarro Xef, uma de suas excentricidades com três bancos dianteiros e que tinha para-brisa e vidro traseiro exatamente iguais. A série teve sequência com o Motomachine, menor que o BR-800, de apenas dois lugares e portas transparentes. Ou seja, muito à frente de seu tempo. Um carrinho, modelo city car, ideal para os dias atuais.

Nessa fábrica, Gurgel produziu uma série de modelos criativos e muito práticos e convidou, para trabalhar com ele, os experientes Bob Sharp, profissional que mais trabalhou em empresas automotivas, e José Augusto Barbosa de Souza, que trabalhou muito tempo para a Ford.

Mas as dificuldades se ampliaram quando o presidente Fernando Collor de Melo isentou de IPI todos os carros com motor abaixo de 1.000 cm³, que motivaram as fábricas a lançar opções maiores, mais confortáveis e potentes, a começar pelo Fiat Uno Mille.

A abertura das importações foi outro golpe difícil de ser assimilado com a vinda do jipe russo Lada Niva com preço mais atrativo que os modelos Gurgel.

Gurgel ainda teve força para lançar o Supermini em 1992, mas no ano seguinte pediu concordata. Em 1994 foi o triste capítulo de um filme que tinha tudo para um final feliz. E para entristecer anda mais, seis anos depois o grande empresário morreu.

Mas voltando ao presente, onde os veículos eletrificados são a bola da vez, os híbridos dominam amplamente o mercado desse novo segmento no País. Dos 3.102 eletrificados comercializados no mês passado, 3.016 foram híbridos. Ou seja, os 100% elétricos registraram apenas 86 unidades.

A curva de crescimento deverá ser mantida com base na história da indústria nacional. Lembram-se da primeira crise mundial do petróleo em que o Brasil precisou trocar os motores a gasolina dos caminhões por propulsores a diesel, mesmo a contragosto dos motoristas porque os veículos a gasolina eram mais velozes e usados para distribuir produtos no menor tempo possível? Hoje ninguém pensa em motor a gasolina para caminhões.

O roteiro da história foi reeditado na adoção do álcool como combustível e a preocupação inicial se repetiu. Recordam-se que os primeiros carros a álcool tinham dificuldade para funcionar nas manhãs e que muita gente chegou atrasada em seus compromissos por esse problema? Depois do álcool vieram os veículos movidos a combustível flex, o que confirma a versatilidade e a competência da engenharia brasileira.

As dificuldades para a aceitação imediata dos carros elétricos são o alto custo de aquisição e a falta de infraestrutura para recarga, embora os representantes das fábricas considerem que as despesas de manutenção vão compensar o investimento realizado na compra, pelo baixo volume de peças a serem substituídas, a maior durabilidade do motor e das baterias e a diferença de custo do combustível.

Até agora, a aquisição de veículos eletrificados tem sido feita só mesmo por empresas e pessoas de grandes recursos, e que utilizam em grandes centros urbanos.

Todos reconhecem o elevado preço de aquisição e a grande maioria compraria carro elétrico se o governo seguisse o exemplo da União Europeia, Estados Unidos, Chile, Colômbia e de outros países, com a redução do valor de impostos, licenciamento e até o uso de vias exclusivas, recargas de bateria em postos de abastecimento e outras ideias que deverão surgir com a criatividade brasileira.

Para os veículos comerciais, a Volkswagen Caminhões e Ônibus começou nesta segunda-feira, dia 14 de junho, a produzir o seu caminhão elétrico na fábrica de Resende, no estado do Rio de Janeiro. O objetivo é fabricar quatro unidades por dia e fornecer inicialmente para a Ambev. Além dela, a chinesa BYD já importa veículos 100% elétricos há alguns anos, apesar dos baixos volumes, e existe a expectativa do retorno da marca FNM (agora como Fábrica Nacional de Mobilidade) que também vai produzir na fábrica da Agrale, em Caxias do Sul, caminhões e vans elétricas.

Tenho certeza de que, se estivesse vivo, o engenheiro Gurgel estaria muito feliz e realizado em ver que, apesar de demorar 5 décadas, sua visão e sonho mais do que realidade, se transformaram na nova forma de a indústria automobilística mundial atuar, reduzindo emissões, preservando o meio ambiente e garantindo maior bem-estar para a sociedade.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PLATAFORMA DE APRENDIZAGEM CLOE ATINGE 100 MIL ESTUDANTES DO ENSINO BÁSICO

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Com tecnologia, Cloe pretende ampliar alcance do método aprendizagem ativa e o ensino bilíngue no país

O estudante no centro da aprendizagem solucionando problemas, pautando conteúdos e construindo com o professor em sala de aula – seja ela no formato remoto, híbrido ou presencial. É esse o objetivo da Cloe, plataforma de aprendizagem criada em 2019, que traz por meio de metodologias ativas, o protagonismo desse estudante, com uso da tecnologia e professores que são facilitadores. Disponível em todo o Brasil, a plataforma já impactou mais de 100 mil estudantes e cerca de 275 escolas públicas e privadas utilizam a sua tecnologia.

Em um sistema que é totalmente integrado, a Cloe traz todo o seu conteúdo programático em formato 100% digital. São trilhas de conhecimento temáticas, nas chamadas Expedições, atividades que desenvolvem competências socioemocionais por meio do Garage 21 (a partir de disciplinas modernas) e conteúdos inteiros em texto e multimidia com os Artigos Cloe. Além disso, a plataforma de aprendizagem cobre todo o currículo obrigatório e diretrizes exigidas pela BNCC (Banco Nacional Comum Curricular) e propõe que as escolas substituíam os livros e as apostilhas impressas por projetos digitais.

Com formato de 8, 12 ou 16 aulas, nas Expedições, os estudantes são convidados a pensar um problema do mundo real, levantar perguntas sobre ele e realizar uma conquista a respeito, seja um projeto para um pequeno grupo ou a comunidade (de maneira divertida e com responsabilidade). Foi o que aconteceu no Colégio Santa Madre, no Pará, região norte do país, em que os alunos confeccionaram sabão sustentável, a partir de discussões sobre problemas socioeconômicos e ambientais que empresas podem gerar, por exemplo.



As trilhas ainda podem ser realizadas a partir de temas específicos e de acontecimentos atuais do mundo, como é o caso de saúde e bem-estar. Somente com esse assunto e voltados de forma direta ou indireta ao covid-19, são mais de nove de expedições, que vão desde a importância da vacinação à saúde física e mental em tempos de isolamento social como o vivenciado hoje. Aqui os conteúdos são pensados para aplicação em diversas disciplinas e atendem estudantes das mais variadas faixa-etárias do ensino básico.

Já para os professores, além do engajamento dos alunos, ainda há recursos, que funcionam dando todo o apoio na rotina, a partir do uso de Dashboard de Dados com as atividades realizadas, quizzes tanto para questões objetivas como dissertativas e diferentes tipos de avaliações (somativa, por observação e da conquista).

Outro destaque é o Garage 21, que tem como foco trabalhar as chamadas disciplinas modernas e que oferecem a capacidade socioemocional dos estudantes como o Empreendedorismo, a Educação Financeira, os Trabalhos Manuais e a Tecnologia. A ideia nesse formato é preparar o estudante para o futuro e mercado de trabalho, desenvolvendo a partir das atividades, competências relacionais e de gestão desde a escola.

“Uma sala de aula passiva e analógica, não dá mais conta da missão essencial da escola, que é preparar seus estudantes para os desafios que enfrentarão no presente e no futuro. A criança que entrar na escola em 2021 provavelmente entrará no mercado de trabalho perto de 2041 e sairá dele em 2091. Levando em conta a velocidade em que o mundo está mudando, que há 12 anos não existiam tablets não é difícil concluir que será muito maior o nível de digitalização quando nossas crianças estiverem no auge de suas vidas profissionais”, comenta Fernando Shayer, mestre em educação pela Universidade de Columbia, CEO e fundador da Cloe.

Por fim, outro recurso disponível na plataforma de aprendizagem é o Artigos Cloe, com conteúdos pedagógicos atualizados em texto, além de contar com vídeos, áudios, músicas e hiperlinks para seções como a biblioteca, que estimulam na hora do aprendizado e engajam os estudantes no formato mais tradicional. É importante lembrar, que essa e as demais funcionalidades podem ser usadas tanto no modo individual como mais um componente no ensino, como no modo integrado com as trilhas e também disciplinas.

Acesse https://www.cloeedu.com e saiba mais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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STARTUP HUBLOCAL CADASTRA 1.800 POSTOS DE VACINAÇÃO EM MAPAS E LISTAS DA INTERNET

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Fotografia SOBRE GOVERNO DE SP ANTECIPA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 PARA PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Campanha idealizada pela HubLocal tem objetivo de facilitar acesso da população na busca por informações e está em todas as capitais do Brasil

Um dos temas mais buscados no Google nos últimos meses tem sido informações sobre a vacinação da Covid-19. No entanto, mesmo quatro meses após o início da campanha de imunização no país, ainda não estava fácil encontrar informações claras com telefone para contato, endereço, horário e dia de funcionamento de postos de saúde, o que estava dificultando o acesso à vacinação.

Para resolver esse problema, a startup HubLocal cadastrou em mapas e listas da internet informações sobre mais de 1.800 postos de saúde do Brasil no Google, Waze, Whatsapp, Apple Maps, Yelp e Foursquare. Para fazer a busca basta acessar o Google e digitar “vacina covid no rio de janeiro”, por exemplo, que vai aparecer nos mapas e listas.



O projeto teve uma fase inicial em março com o cadastramento apenas dos postos de Fortaleza e depois do enorme sucesso, onde mais de 300 mil pessoas foram impactadas, a startup agora expandiu para todas as capitais do Brasil e hoje informações sobre postos de vacinação de mais de 30 cidades, incluindo São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Vitória, entre outras, estão cadastradas em mapas e listas.

“Estamos muito felizes em fazer essa contribuição social para a população. Agora a consulta por informações sobre vacinas está totalmente viabilizada e acessível em mais de 50 plataformas e sites em toda a internet. Essa solução assegura informação de qualidade, garantindo acessibilidade social”, aponta Felipe Caezar, CEO da HubLocal.

A HubLocal faz com que empresas atraiam mais clientes através da internet, fazendo com que elas sejam encontradas mais facilmente nos principais mapas e listas da internet como Google Maps, Waze, Facebook Places, Apple Maps, entre outros 50 dispositivos de buscas por localização. “Se ajudamos empresas a serem mais facilmente encontradas queremos fazer o mesmo com unidades de testagem e os postos de vacinação contra a Covid”, afirma.

Ele complementa ainda que é notória a dificuldade da população brasileira em encontrar informações precisas sobre o programa de vacinação da Covid-19 e por isso criaram a iniciativa para gerar mais engajamento da sociedade na campanha de combate ao coronavírus.

“Agora que a vacina está se expandindo para a maior parte da população ativa, é de suma importância que as pessoas encontrem mais facilmente os postos de vacinação fazendo uma simples busca na internet. Dessa forma, fazemos a nossa parte para acelerar a vacinação em todo o país, impactando milhões de buscas diárias,” finaliza Felipe.

Os municípios que ainda não foram cadastrados, poderão fazer pelo site: https://vacincovid.hublocal.com.br/

Com informações da Assessoria de Imprensa

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NOVO MARCO LEGAL VAI REESTRUTURAR E MELHORAR TRANSPORTE PÚBLICO NO BRASIL

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Setor está unido em torno de proposta, que deve ser apresentada ao Congresso Nacional em breve, para solucionar problemas crônicos existentes em sistemas de todo o país, como o da RMBH, por exemplo

Com drástica queda na demanda de usuários do serviço de transporte público da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em função da pandemia, agravou-se o quadro econômico das empresas, que já vinham sofrendo com a diminuição de passageiros nos últimos anos. Em abril de 2020, a redução de passageiros chegou a 80% e hoje se mantém em 60%.  O cenário é grave, pois o custeio desse transporte é mantido apenas pela tarifa do passageiro pagante, ou seja, se a demanda está reduzida, não há receita suficiente para cobrir todas as despesas operacionais.

Atualmente, para manter o mínimo de oferta de serviço à população, as empresas só conseguem honrar pagamentos de salários, dos custos com oléo diesel e de manutenção (peças). Os empresários não estão retirando nem mesmo o pró-labore . Nesse contexto, é importante destacar que o diesel já subiu 22,25% desde janeiro deste ano e que os gastos com combustível correspondem a cerca de 25% dos custos operacionais das empresas. Além da redução da demanda, as empresas não receberam nenhum tipo de subsídio para garantir o funcionamento do sistema, que hoje acumula um prejuízo que ultrapassa R$ 250 milhões de reais.



Além disso, a adoção de medidas necessárias à prevenção do Coronavírus, também elevou os gastos com insumos. As empresas passaram a comprar uma quantidade maior de produtos para limpeza e desinfecção, além de álcool em gel e máscaras para seus colaboradores. Também há gastos com a produção de materiais informativos para campanhas educativas e adesivos para marcar o distanciamento, que são fixados nas estações e terminais.

Solução definitiva no Transporte Público

Com prejuízo de R$ 14,2 bilhões, acumulado desde o início da pandemia, o setor de transporte público trabalha na criação de um novo marco legal para esse serviço essencial, em busca de soluções definitivas para reduzir a tarifa, aumentar a qualidade e produtividade, e garantir segurança jurídica aos contratos de concessão. “Trata-se de uma reforma estrutural profunda, de longo prazo”, adianta Otávio Cunha, presidente-executivo da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), e antecipa que a proposta deve ser apresentada em breve no Congresso Nacional. “O transporte público urbano enfrenta grave crise em todo o país, assim como na região metropolitana de Belo Horizonte, mas a reestruturação desse serviço vai trazer soluções para problemas históricos e recorrentes do setor”, afirma o presidente.

De acordo com Otávio Cunha, o marco legal é uma aposta em solução definitiva para a sustentabilidade do transporte público urbano. “É uma proposta multimodal, para ônibus urbano, metrô e trem, que representa uma ruptura com relação ao modelo atual e oferece transparência, tarifa módica, serviço de qualidade para o passageiro e segurança jurídica para quem opera”, esclarece.

O programa de reestruturação do transporte público foi construído pela NTU, em conjunto com diversos agentes do setor e consiste de três pilares – qualidade e produtividade, financiamento, e regulação e contratos. Segundo Otávio Cunha, o setor quer ampliar o debate sobre a proposta o máximo possível. “Temos que construir um entendimento mais amplo para que esse projeto possa tramitar no Congresso.

Além disso, queremos que esteja  alinhado com o objetivo maior de oferecer transporte de qualidade para o cidadão. Nesse sentido, precisamos sensibilizar a sociedade de maneira geral”, afirma o presidente da NTU.

Reestruturação do setor de Transporte Público

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana já declararam apoio ao programa de reestruturação do transporte público, que está aberto a contribuições de outras entidades para chegar amadurecido ao Congresso Nacional. No primeiro momento, o setor pretende aprovar o arcabouço legal do programa que deve se transformar em lei federal. A partir daí, será necessário promover a readequação das legislações municipais e estaduais que regulamentam essa atividade para que sejam ajustadas às novas regras.

No pilar de qualidade e produtividade, o programa propõe maior participação do Governo Federal e compromisso com a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Na proposta, o setor reservou ao poder público federal várias responsabilidades no papel de indutor  e guardião desse política de mobilidade. Entre outas questões, essa participação implica na gestão de um sistema nacional de informações sobre o setor para permitir o exercício da política.

Ainda nesse pilar a proposta inclui mais comunicação e maior transparência do setor, que há décadas sofre com a imagem negativa que a sociedade tem desse serviço. O setor propõe também que o Governo Federal defina parâmetros nacionais de eficiência e qualidade como referência para estados e munícípios; dessa forma, os sistemas poderão avançar como um todo.

O segundo pilar, de financiamento, foi dividido entre custeio e investimentos. O ponto central da proposta de custeio é a diferenciação entre a tarifa pública e a tarifa de remuneração do operador, que resolveria o principal entrave para a oferta de um serviço de qualidade. Na maior parte das cidades, o transporte público é custeado unicamente pela tarifa paga pelo passageiro, que arca sozinho com os altos custos do serviço. De acordo com a NTU, um ponto fundamental para equilibrar as tarifas pública e de remuneração é atacar a questão das gratuidades, que pesam em torno de 20% na média nacional dos custos dos sistemas.

Um tratamento tributário diferenciado, que o setor já pleiteia na Reforma Tributária, é outro ponto do pilar de finaciamento. Segundo a NTU, o tratamento diferenciado pode representar 15% na redução de custos dos serviços. Para estruturar o custeio o setor propõe a criação de um fundo nacional do transporte público urbano que seria interfederativo e reuniria aportes das três esferas de governo, além de fontes extratarifárias de recursos, de forma que esses aportes possam fluir dentro de uma estrutura que chegue aos serviços de transporte.

A área dos investimentos foi dividida em duas grandes frentes, sendo a primeira o reforço e a continuidade das linhas de financiamento oficiais existentes hoje no BNDES (Finame), assim como o Pró-Transporte, operado com recursos do FGTS pela CEF, para investimentos em veículos e tecnologia. Paralelamente, ampliar os incentivos na priorização do transporte público coletivo e no sistema viário, por meio de investimentos em infraestrutura, principalmente para os serviços de ônibus. Em contrapartida, o setor privado poderá investir em parcerias público-privadas (PPPs), nas quais já existem experiências bem-sucedidas.

O terceiro e último pilar do novo marco legal do transporte público recai sobre a regulação e os contratos de concessão. Aqui, o setor propõe alterações na Lei de Mobilidade Urbana, com a criação de um capítulo especifico sobre transporte público coletivo que traga avanços nessa área. A ideia é acompanhar o que foi feito no marco do saneamento, recentemente aprovado pelo Congresso, e implantar referências nacionais sobre regulação e contratos para transporte público.

Um ponto central dessa parte de regulação dos contratos é um novo modelo de remuneração dos operadores, baseado nos custos de produção atrelados à parâmetros de qualidade e produtividade. O setor acredita que hoje, com a evolução tecnológica, os gestores podem ter todos os meios necessários para que as empresas possam ser remuneradas pelo custo com um controle eficiente por parte do poder público. “Esse aspecto é fundamental para introduzirmos a questão da transparência e do controle público nos contratos, e assim poderemos realmente dar uma resposta à sociedade e contribuir para chegarmos a um novo patamar do transporte público no Brasil”, afirma Otávio Cunha.

Números da crise no Transporte Público

Nos últimos 14 meses, a crise do transporte público urbano afetou o desempenho do serviço essencial em todo o Brasil. Segundo o monitoramento realizado pela NTU, nesse período, o impacto da pandemia abalou severamente a prestação dos serviços. Foram 25 operadoras e 1 consórcio operacional que interromperam as atividades. Além disso,  76.757 trabalhadores foram demitidos.

Os dados reunidos pela Associação, no período, revelam ainda que 88 sistemas de transporte público por ônibus em todo o país foram atingidos por 238 movimentos grevistas, protestos e/ou manifestações, que ocasionaram a interrupção da oferta de serviços em várias cidades, na maioria dos casos, provocadas pela falta de caixa nas empresas para honrar salários e benefícios aos colaboradores, diante do desequilíbrio econômico-financeiro causado pela drástica queda na demanda de passageiros.

Quanto à suspensão da prestação do serviço, a pandemia também deixou um grave saldo negativo. No período avaliado, 13 operadoras e 1 consórcio suspenderam as atividades;  duas operadoras, 1 consórcio operacional e 1 sistema BRT (do Rio de Janeiro) sofreram intervenção na operação; cinco operadoras encerraram as atividades; e quatro tiveram seus contratos suspensos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CAMINHÃO ELÉTRICO DA BYD INTEGRA PROJETO NO PR

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Fotografia de coleta seletiva de lixo ou resíduos sólidos

A BYD, a maior fabricante mundial de baterias de fosfato de ferro-lítio e de veículos 100% elétricos e gigante do mercado fotovoltaico, está ganhando mercado no Brasil também com soluções verdes na área de logística. Mais uma vez, a empresa é parte de um projeto sustentável. Um caminhão elétrico BYD eT8, o primeiro e único veículo deste tipo na região sul do país, está fazendo a coleta diária de 12 toneladas de resíduos orgânicos sólidos, que irão gerar energia elétrica para prédios públicos na cidade de Ponta Grossa, no Paraná.

A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, juntamente com a Ponta Grossa Ambiental (PGA), concessionária de limpeza urbana da cidade pertencente ao Grupo Philus, inauguraram a UTB – Usina Termoelétrica a Biogás. Desde a publicação da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), no ano de 2010, o município vem implantando melhorias e adequações a fim de atender integralmente os requisitos impostos pela legislação.



O caminhão elétrico BYD eT8 fará a coleta diária dos resíduos orgânicos (resto de alimentos, hortifrútis, sementes, óleo de cozinha usado, etc.) e transportará até a UTB. O resíduo então é direcionado para um pré-tanque, onde é analisado e, estando em condições adequadas, é direcionado para os biodigestores. No interior dos biodigestores, bactérias realizam a digestão da matéria orgânica através de um processo anaeróbico (sem a presença de oxigênio), e nesse processo produzem o biogás – um gás composto por grande quantidade de metano, material altamente combustível. O gás é então direcionado para os motogeradores, onde é queimado, e com isso, produz-se energia elétrica, a qual é transferida diretamente para a rede da Copel (concessionária de energia do estado).

A UTB possui uma capacidade instalada de processamento de até 30 t/dia de resíduos orgânicos. Com a energia elétrica exportada pela UTB será possível abastecer o Hospital Municipal (Pronto-Socorro), o Hospital da Criança, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA Santana) e o prédio sede da administração pública (Paço Municipal).

“A BYD está sempre alinhada com projetos verdes que contribuem para a saúde das pessoas e a preservação ambiental. Apenas um caminhão deixa de emitir 82 toneladas de CO2 por ano comparado a um outro veículo a combustão, o equivalente ao plantio de 577 árvores”, explica Henrique Antunes, da BYD. “As vantagens operacionais dos equipamentos 100% elétricos movidos a bateria de lítio da BYD tem permitido que as empresas reduzam as emissões de gases poluentes e ainda diminuam os custos em suas operações”, completa.

Para Vítor Borsato, diretor de Negócios do Grupo Philus, sustentabilidade e inovação caminham alinhadas. “Com a implantação da UTB – Usina Termoelétrica a Biogás, a aquisição do caminhão elétrico BYD eT8 torna o projeto ainda mais sustentável, afinal, o caminhão será abastecido pela energia produzida pela própria usina, que é gerada a partir dos resíduos orgânicos coletados por ele. Inicialmente, a coleta será feita em 75 grandes geradores, e futuramente, a coleta também acontecerá no formato porta a porta. Sem dúvidas, é um grande avanço em sustentabilidade, tecnologia e inovação em Ponta Grossa”, reforça o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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