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FGV EAESP PROMOVE DEBATE SOBRE A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL IMPULSIONADA POR ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

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Divulgação: IPGC

Evento será online e gratuito no dia 25 de outubro, às 9h. Os palestrantes serão: Fabio Mota, vice-presidente de Tecnologia da Raízen; Marco Souza Filho, sócio-diretor da Oeste Seguros; e Cristiano Uniga Bajdiuk, head de Interprise Architecture da Renault

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará um webinar gratuito no dia 25 de outubro, às 9h, sobre a transformação digital impulsionada por alianças estratégicas. Os interessados em participar devem se inscrever pelo link: https://evento.fgv.br/transformacaodigital_25/. Após o cadastro, receberão o link de transmissão do evento por e-mail.

A finalidade do evento é abordar a aplicação da inovação digital no sentido de transformar, o que exige novos conhecimentos, tanto tecnológicos como do uso das novas tecnologias digitais. Nesse contexto, as alianças são estratégicas para impulsionar a transformação e garantir a realização de inovação aberta, trazendo contribuições efetivas para as empresas.



Os palestrantes serão: Fabio Mota, vice-presidente de Tecnologia da Raízen; Marco Souza Filho, sócio-diretor da Oeste Seguros; e Cristiano Uniga Bajdiuk, head de Interprise Architecture da Renault. A moderação será de Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da FGV (FGVcia).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ROTA 2030 – UMA ALTERNATIVA PARA O MERCADO AUTOMOBILÍSTICO

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Rota 2030 - uma alternativa para o mercado automobilístico
Foto: istockphoto/divulgação

Recente saída da planta da Ford no país foi alardeada como um problema de falta de incentivos fiscais 

Existem alternativas para as empresas automotivas e uma dessas é o programa Rota 2030, que atualmente é utilizada pela Agrale, Brascabos, CNH Industrial, Mercedes-Benz, Scania, dentre outras.

“Esse programa visa apoiar o desenvolvimento tecnológico, a competitividade, a inovação, a segurança veicular, a proteção do meio ambiente, a eficiência energética e a qualidade de automóveis, caminhões, ônibus, chassis com motor e autopeças, e tudo isso está sendo projetado até o ano de 2030”, explica Sidirley Fabiani, CEO e fundador da Gestiona, empresa especializada em implantar esse benefício nas empresas.



O Rota 2030 surgiu a partir da Lei nº 13.755 destinada a promover a potencialização do setor automotivo no país, que foi sancionada em dezembro de 2018. Antes era conhecido como Inovar Auto.

O programa anterior, previa uma redução significativa do IPI na venda de veículos. O Rota 2030 segue uma linha estratégica similar ao Inovar Auto, mas seu escopo principal é o incentivo aos projetos de P&D (pesquisa e desenvolvimento) à toda cadeia automotiva.

Assim, o programa se estendeu aos setores de autopeças e de sistemas estratégicos para a produção dos veículos, não limitado unicamente às montadoras.

Entenda melhor

A empresa que optar por esse benefício poderá deduzir, do IRPJ e da CSLL devidos, um percentual dos valores gastos realizado no País, que sejam classificáveis como despesas operacionais pela legislação e aplicados nas atividades de P&D.

“O programa Rota 2030 tem um grande diferencial em relação aos demais incentivos fiscais que vigoram no Brasil: conforme Art.19 do Decreto 9557/2018, caso a empresa não utilize o benefício no ano vigente, poderá utilizar até trinta por cento do valor apurado naquele ano, durante a vigência de todo o programa”, destaca o CEO da Gestiona.

Posso usar?

É importante entender as características das empresas que podem aderir ao programa, sendo que a adesão se dá por meio de uma habilitação, que pode ser feita pela própria requerente ou com auxílio de uma consultoria especializada.

Por fim, vale destacar que montadoras não podem participar individualmente. Poderão participar apenas em conjunto com empresas de outro ramo da cadeia produtiva.

“A empresa interessada em participar do programa, poderá requerer sua inclusão junto ao MCTI (Ministério de Ciências e Tecnologia e Inovação), ou entrar em contato com uma consultoria especializada, como é o caso da Gestiona”, explica Sidirley Fabiani.

Riscos

As empresas que se enquadram nos itens citados deverão cumprir alguns requisitos mínimos, para obter os benefícios do programa. São eles:

• Regularidade da empresa solicitante em relação aos tributos federais;

• Compromisso de realização de investimento através de dispêndios obrigatórios em pesquisa e desenvolvimento;

• Tributação pelo regime de lucro real;

• Possuir centro de custo de pesquisa e desenvolvimento.

Feito isso, os riscos existentes para a empresa são praticamente nulos. Contudo, é importante se atentar para não cometer erros na hora de adesão, o que poderá trazer à empresa problemas junto ao fisco.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SÓCIO E COO DA SMART DRIVING LABS AFIRMA QUE O USO DA INOVAÇÃO ABERTA É UM CAMINHO SEM VOLTA NO SETOR AUTOMOTIVO

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Sócio e COO da Smart Driving Labs
Foto: istockphoto/divulgação

André Schaeffer participou de um debate virtual promovido pela Conecta Autos para acelerar e transformar o mercado de automóveis

Com apresentações virtuais, o Conecta Autos é o primeiro evento proprietário da América Latina criado para acelerar e promover mudanças no mercado de veículos. Em três dias de encontro, os maiores executivos de empresas e especialistas em tecnologias automotivas, no Brasil, debateram as inovações, as tendências do setor e soluções para potencializar as vendas das AutoTechs.

Para o sócio e COO da Smart Driving Labs, André Schaeffer, o papel da inovação aberta no setor automotivo é “um caminho sem volta”. A ajuda da tecnologia passou a ser determinante na expansão dos negócios da indústria tradicional. O executivo, que participou do debate promovido pela Conecta Autos, alerta, porém, que a entrada de uma autotech em uma empresa convencional somente ocorre se houver um convencimento inicial a importância da inovação. “Tem um trabalho de catequese que você precisa fazer junto ao cliente, mostrar o valor que uma startup pode trazer para a empresa dele”, acrescentou Schaeffer.



Na avaliação do COO da Smart Driving, a indústria automobilística atual agrega a tecnologia muito para o interior do carro, com foco nos equipamentos de multimídia e esquece das enormes oportunidades que existem “fora” do veículo. E citou como exemplo um sensor colocado na suspensão de um Uber que mapeou 100% das ruas de São Paulo com buracos. Segundo André Schaeffer, uma experiência como essa tem um valor enorme para o levantamento de dados que podem auxiliar em outros setores, com custo baixíssimo.

A oportunidade de ter alguém de fora focado em um negócio que não é o core business da empresa, a atividade principal, traz muitas vantagens para a indústria. Enquanto o fabricante está preocupado com mudanças na direção do veículo, automação, uma startup pode desenvolver um software para analisar o desempenho do carro.

Por fim, André Schaeffer aponta como um dos motivos para que o segmento automotivo ainda não tenha criado uma parceria efetiva com o universo das startups é que, ao contrário do setor bancário e de saúde, as autotechs não “batem de frente” com as montadoras, não oferecem risco de concorrência na produção de carros. O executivo acredita que, neste momento, os setores de autopeças e de seguros são os maiores interessados nas plataformas, como a Smart Driving, que combinam dados, tecnologia e veículos em um único sistema de monitoramento.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PRÉDIOS INTELIGENTES E O USO DE TECNOLOGIAS PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA NAS CIDADES E EMPRESAS

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Da redução na emissão de poluentes, visando melhorar a qualidade do ar, ao uso de dados para facilitar e gerar insights para uma gestão eficiente do local, todas as iniciativas implementadas em um município têm que ter como foco o bem-estar das pessoas.

A melhora na qualidade de vida das pessoas é um dos preceitos básicos para uma cidade ser considerada inteligente. Nesse contexto, a utilização de tecnologias de automação em prédios e infraestruturas são essenciais devido aos seus benefícios, não só para os negócios das empresas e o meio ambiente, mas, principalmente, para a saúde das pessoas. 

Essa percepção está no estudo “Smart Buildings” divulgado pela Deloitte que aponta as considerações para criar locais de trabalho digitais e focados nas pessoas. No documento, a consultoria pontua que, além do uso de tecnologias digitais para a criação de espaços inteligentes e conectados, as empresas têm que considerar aspectos que coloquem as pessoas no centro de suas construções inteligentes. 



Nesse estudo da Deloitte são citados quatro aspectos principais a serem considerados em um prédio inteligente: 1) Conectar pessoas, para que a força de trabalho faça um uso mais eficiente do espaço e de seu tempo, aumentando a produtividade; 2) Controle de serviços e operações, onde se inclui aspectos de otimização de espaço, temperatura e iluminação, além de dispositivos voltados para segurança cibernética e controle de acesso; 3) Colaborar digitalmente, com salas de conferência inteligentes e maior aproximação das pessoas por meio de videoconferências e reuniões virtuais; 4) Conservação, com uma melhor coordenação de recursos e identificação de oportunidades para redução de consumo e uso de energias alternativas. 

A maioria desses pontos citados no estudo estão no novo portfólio de automação predial que foi lançado neste ano pela Siemens no mercado brasileiro. Com o uso de sensores e uma configuração baseada na Internet das Coisas (IoT), o novo sistema facilita o gerenciamento de atividades do local como consumo de energia, funcionamento do ar-condicionado, monitoramento de equipamentos e fluxo de pessoas ao longo do dia. No uso de energia, por exemplo, o sistema consegue identificar os ambientes onde têm funcionários para direcionar as luzes apenas para os locais onde há pessoas e programar o ar-condicionado de acordo com o número de colaboradores naquele espaço.

O primeiro local no país a ter esse novo sistema é a unidade da Siemens localizada em Jundiaí, onde o portfólio foi instalado no início deste ano. Para se ter uma ideia dos benefícios gerados pela plataforma de automação predial, o local teve uma economia de mais de 290.000 kW entre os meses de janeiro e maio deste ano, considerando apenas o sistema de iluminação. Além disso, em locais onde já foi instalado em outros países, a solução ajudou a reduzir o consumo de energia em até 90% quando somado a outras iniciativas, como a troca de lâmpadas fluorescentes por LED. 

Mas além de gerar um consumo mais eficiente de energia dos locais, essa nova plataforma de automação predial abrange também diversos benefícios voltados às pessoas, incluindo cuidados com a saúde de funcionários e colaboradores. Um deles é o de auxiliar as empresas a adotarem as melhores medidas de distanciamento social com a volta aos escritórios no pós-pandemia. A partir de identificação nos crachás dos funcionários, o sistema consegue mapear a movimentação das pessoas ao longo do dia para facilitar a adoção de iniciativas visando a otimização das atividades e uma melhor adequação de toda a estrutura interna de uma empresa (móveis, localização dos equipamentos, identificação de ferramentas e produtos, etc) para criar um melhor ambiente de trabalho. 

Nesse momento de volta aos escritórios com a melhora nos índices da pandemia, esse sistema da Siemens pode ter um papel fundamental para auxiliar as empresas a atender as recomendações dos órgãos de saúde. Por meio dos sensores e o uso de crachás especiais pelos colaboradores, fica mais fácil a adoção de medidas internas voltadas ao distanciamento social, além de conseguir identificar as pessoas que tiveram contato nos dias anteriores com um funcionário que testou positivo para Covid-19, por exemplo.   A identificação dos colaboradores é realizada por códigos e ocorre em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O novo portfólio de automação predial da Siemens é apenas um exemplo de como novas tecnologias e o uso de dados são essenciais para tornar um prédio mais eficiente gerando diversos benefícios para todo o ambiente em sua volta. E, o mais importante, tem papel fundamental na adoção de iniciativas que visam melhorar a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas tanto nas cidades quanto dentro das empresas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

 

ESPECIALISTA EXPLICA AS CONSEQUÊNCIAS DA MAIOR ESTIAGEM DO PAÍS PARA A ECONOMIA

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Veja quais são as cidades com as maiores economias do Brasil
Foto: istockphoto/divulgação

O Brasil enfrenta a maior estiagem dos últimos 90 anos, o que traz consequências para diversos setores e, principalmente, para o dia a dia dos brasileiros

Enquanto muitas cidades já implementaram um rodízio de água nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as mais afetadas pela seca, os consumidores também sentem no bolso o aumento nas tarifas de energia e o país corre o risco de um colapso energético.

Ao que tudo indica, o volume de chuvas decidirá se haverá ou não um racionamento de energia no país. Isso porque, apesar das chuvas recentes, os reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste estão com o mais baixo armazenamento de água desde 2000, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Com o nível baixo, as distribuidoras recorrem às termelétricas – que operam a partir da queima de carvão, óleo combustível e gás natural – o que eleva os custos de produção de eletricidade, criando um efeito cascata nas contas de energia. Criada em agosto, a bandeira tarifária da escassez hídrica adiciona R$ 14,20 às faturas para cada 100 kW/h consumidos.



Mas os impactos na economia não param por aí. “A indústria e as empresas prestadoras de serviços consomem muita energia elétrica. O setor automobilístico, por exemplo, utiliza muita energia em seus robôs para montar os carros. Com energia mais cara, a indústria aumenta o seu custo e uma parte disso vai para o preço final repassado aos consumidores. Isso vale para todos os setores produtivos e para os de serviços, pois haverá um repasse dos aumentos aos consumidores”, destaca o coordenador do Instituto de Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Ahmed Sameer El Khatib.

O cenário pode se complicar ainda mais, uma vez que as distribuidoras de energia informaram recentemente ao Ministério de Minas e Energia que a bandeira de escassez hídrica não será suficiente para a cobertura de todos os recursos utilizados para a segurança energética.

“Os preços da energia elétrica, da gasolina e do óleo diesel estão subindo desde o final de 2020 e com tendência de mais altas até o fim de 2021. Interromper a bandeira emergencial antes do tempo pode provocar aumentos ainda maiores na energia elétrica em 2022”. Ahmed explica que o valor que não está sendo coberto pela tarifa pode ser repassado para o próximo ano e fazer parte do cálculo do reajuste anual das distribuidoras, o que já aconteceu durante a crise de 2015, quando foram registrados aumentos a mais de 50%.

Maior impacto

O impacto causado pela crise hídrica e consequente aumento nas contas de energia será maior entre os mais pobres. O especialista afirma que, apesar do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda ter registrado um aumento de agosto para setembro em todas as faixas, as famílias com renda domiciliar inferior a R$ 1.808,79 mensais tiveram uma elevação nos preços da conta de luz, gás de cozinha e alimentos. A variação dos preços passou de 0,91% em agosto para 1,30% em setembro.

Já para as famílias de renda mais alta, que recebem mais de R$ 17.764,49 mensais, a inflação saiu de 0,78% em agosto para 1,09% em setembro. Nas famílias de renda média alta, com rendimento domiciliar entre R$ 8.956,26 e R$ 17.764,49, a inflação acelerou de 0,85% para 1,04% no mesmo período.

“Olhando para 2021, temos um cenário perigoso. Para se ter uma ideia, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial no país, apresentou alta de 1,16% em setembro. Esse é o maior resultado para o mês desde 1994 (1,53%) e foi puxado justamente pela alta na conta de luz”.

Para conter a inflação, no entanto, Ahmed acredita que o Banco Central deva elevar a taxa de juros básica (SELIC), o que pode refletir em menos investimentos, uma vez que o crédito ficará mais caro. “Crédito mais caro é sinônimo de menos investimentos e menos investimentos resulta em mais desemprego e PIB menor”.

Propostas de soluções

Para o especialista, algumas soluções que podem resolver o problema da crise energética ainda em 2022 estão sendo tratadas pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg). O colegiado foi criado em julho para adotar medidas emergenciais e garantir a continuidade do fornecimento de energia no país.

Entre essas ações, estão a provação de cotas mínimas para os reservatórios das usinas Ilha Solteira e Três Irmãos; a realização de estudos para a permanência de flexibilizações hidráulicas nas usinas Jupiá e Porto Primavera de dezembro de 2021 a abril de 2022 e para a flexibilização temporária da Regra de Operação do Rio São Francisco; um terceiro navio regaseificador no terminal de Pecém, no Ceará, para o fornecimento de gás natural para as termelétricas cearenses; e promover estudo sobre as condições de atendimento eletroenergético na transição do período seco para o período úmido em 2021 e para o atendimento em 2022.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PIAUÍ CONECTADO: AVANÇANDO EM TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NO BRASIL

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Itaipu Binacional

Empresa de telecomunicações tem sede em Teresina, capital do Piauí, um estado na região nordeste do Brasil conhecido por seus exuberantes parques nacionais

O provedor de rede da Piauí Conectado opera sob uma parceria público-privada com o governo do estado do Piauí, com a missão de construir, operar e manter a infraestrutura de dados, voz e vídeo para o governo e seus cidadãos.

Em 2019, a Piauí Conectado iniciou a instalação de uma rede de fibra óptica com o objetivo de melhorar a educação, saúde e segurança no estado. A rede atende hoje a 90% da população do Piauí, permitindo que escolas, hospitais, órgãos de segurança pública e outras agências estaduais ofereçam serviços de forma mais ampla, eficiente e confiável. O projeto deverá chegar a todos os 224 municípios até 2022.



“É o primeiro projeto desse tipo no Brasil; nossa rede melhora significativamente a disponibilidade e a qualidade da internet, ampliando as oportunidades na educação, no serviço público, na saúde e no empreendedorismo para os cidadãos do Piauí”, disse Emerson Silva, Presidente da Piauí Conectado.

Edson Ribeiro, Presidente da Globaltask, controladora da Piauí Conectado, acrescentou: “Esta rede alcançará 100% da população do Piauí com banda larga de altíssima velocidade e alta capacidade. Ninguém ficará para trás, seja na capital do estado ou em algum local remoto”.

Soluções da Ciena fornecendo suporte à Piauí Conectado

Para a rede do estado, a Piauí Conectado aproveitou uma solução metropolitana de borda da Ciena para fornecer conectividade e largura de banda onde se é mais necessário – mais perto dos usuários finais. As plataformas 5171 e 3926 de roteamento e switching fornecem ao provedor de rede a flexibilidade e os recursos preparados para o futuro que permitem levar serviços ao mercado de maneira mais rápida e econômica.

“Graças à abordagem de rede convergente da Ciena, podemos oferecer suporte ao tráfego de vários tipos de serviços, o que nos permite acomodar serviços B2B e 5G no futuro”, disse Silva.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UMA PROPOSTA PARA LIDAR COM OS DESAFIOS DE MAIOR CONECTIVIDADE NAS CIDADES INTELIGENTES BRASILEIRAS

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ABDI

Ações da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) visam qualificar cidades brasileiras para receber e ofertar tecnologias em prol da conectividade e integração entre serviços.

 

Compreender os desafios das cidades brasileiras rumo à maior modernização tecnológica tem sido a nossa missão desde que iniciamos o projeto de Cidades Inteligentes na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).  Combinada a essa tarefa, adotamos como base de nossa estratégia oferecer aos municípios as condições para que a inovação seja aplicada com propósitos claros e definidos.

Isso porque temos a convicção de que cidades mais inteligentes instalam infraestruturas digitais não só para tornar os serviços mais eficientes, mas para tomar decisões mais assertivas e que possam implicar bem-estar aos moradores, com impactos positivos para a gestão pública, o meio ambiente e o desenvolvimento regional.



Com essa perspectiva, desenhamos e lançamos, no final de setembro, o mais importante projeto da ABDI na área de cidades inteligentes. O Conecta estreia, pela primeira vez, na Rua Sergipe, o mais importante centro comercial, com 400 lojas, da segunda maior cidade do estado do Paraná, Londrina. E o projeto é fruto da evolução das nossas experiências já em execução em municípios localizados nas cinco regiões do país. 

Em Londrina, as ações do Conecta vão fazer da grande avenida comercial a primeira rua inteligente do país. A motivação é o resgate do comércio de rua, por meio de um ambiente digital e seguro tanto para os consumidores quanto para os lojistas, em um momento propício para a retomada dos negócios. O que desejamos é apontar e criar caminhos para as oportunidades e os benefícios da maior conectividade. 

Em uma frente, as tecnologias já instaladas, como luminárias e semáforos inteligentes, com sistemas de inteligência artificial, câmeras e wi-fi integrados, melhoram a mobilidade urbana, a segurança pública e dispõem a rua de maior conectividade. Casado a isso, a segunda ação oferece a lojistas acesso a ferramentas e tecnologias digitais para que eles possam transformar o aumento da conectividade em vantagem competitiva. 

Na terceira frente, a atenção se volta para a conscientização dos empreendedores sobre os riscos gerados pelo aumento da exposição dos seus negócios à maior conectividade. Em pesquisa realizada pela ABDI e a FGV com micro e pequenos empresários brasileiros, constatamos que 57% deles não realizam nenhuma ação voltada para a área de cibersegurança. Um retrato que nos mobilizou para a necessidade de incluir ações de segurança da informação na estratégia do projeto cidades inteligentes. Em Londrina, vamos treinar lojistas para aumentar sua resiliência a ameaças cibernéticas.  

O Conecta é resultado da parceria com a prefeitura de Londrina e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), que contou com empenho decisivo da deputada Luísa Canziani, PTB – PR. E o apoio de entidades como a Associação Comercial da Rua Sergipe, o Codel (Instituto de Desenvolvimento de Londrina), a Sercomtel, a CTD (Companhia de Tecnologia e Desenvolvimento), a Fecomércio e o Sebrae.

Uma união de esforços pioneira e que ajudará Londrina a seguir o ritmo das transformações a que as cidades estão vivenciando neste universo cada vez mais digital. E que pode inspirar o surgimento de outras experiências no país.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

EFICIÊNCIA LOGÍSTICA É APOSTA DO E-COMMERCE E DO VAREJO PARA GARANTIR MELHORES EXPERIÊNCIAS DE COMPRA AOS CONSUMIDORES

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Tecnologias por trás da logística de medicamentos e vacinas, e ferramentas para gerar mais segurança no transporte de cargas, também foram destaques da Intermodal Digital Series – Tech, Varejo e E-commerce

Quando o assunto é a experiência dos consumidores, os marketplaces e varejistas nacionais não medem esforços para melhorar o processo de compra e de recebimento das encomendas, ainda mais agora que o brasileiro adotou um novo perfil de compra no país e se tornou mais exigente com relação a prazos de entregas, opções de devoluções e mais uma infinidade de sub-serviços criados a partir das possibilidades viabilizadas pelo e-commerce

Com o objetivo de entender como a logística pode atender a este novo perfil de compra do consumidor digital e contribuir para uma melhor experiência do mesmo no mercado de comércio eletrônico, a Intermodal (plataforma de negócios dos setores logístico, intralogístico, de transporte de cargas e comércio exterior), promoveu, nesta terça-feira (19/10), o Intermodal Digital Series – Tech, Varejo e E-commerce, um debate 100% virtual a respeito desta questão.

Para o CEO da Cotabest, plataforma de compras para estabelecimentos comerciais, Vanderlei Júnior, debates sobre este tema são fundamentais. “Hoje, vemos vários artigos que dizem que a logística – feita com eficiência, rapidez e custo baixo – será o ‘próximo petróleo’, e eu não tenho dúvidas disso. Isso porque é um serviço prestado e mensurado pela qualidade da experiência proporcionada, que é o mais importante para fidelizar um cliente: se a empresa consegue propiciar uma primeira experiência agradável, provavelmente o conquistará; caso contrário, pode perdê-lo para sempre”, disse.

O diretor de logística do iFood, aplicativo de entrega de alimentos, Marcel Alonso, concordou e acrescentou que o tempo de entrega dos produtos é fator determinante para contribuir para uma experiência de compra satisfatória ao cliente. “Realizar entregas rápidas, dentro do prazo prometido, muda o comportamento do consumidor. O tempo de entrega médio do iFood, por exemplo, é de 30 minutos. Mas, quando olhamos para as novas categorias de mercado que estão surgindo, que prometem entregas abaixo de 15 minutos, como algumas redes de fast food, vemos o quanto estamos evoluindo neste aspecto. Claro que isso vai muito de acordo com cada nicho. No varejo em geral, também já é possível pedir um produto e recebê-lo no mesmo dia ou até em questão de horas. E isso é incrível”.

Para o CEO da Cargo BR, plataforma de cotação e contratação de fretes online, Alexandre Félix, o que acontece é que a logística, enfim, passou a ser vista da maneira que deveria. “A pandemia ‘tirou da gaveta’ uma série de projetos que estavam estacionados, esperando a melhor oportunidade para serem lançados. Foi o que aconteceu com a questão de entregas em um dia ou até em horas: isso era um desejo antigo do setor, mas o que faltava era uma demanda concentrada que viabilizasse um preço justo. A partir do momento que se atinge uma alta demanda, o mercado consegue colocar em prática uma série de opções de transporte e soluções para o consumidor que antes eram inviáveis, mas não por déficits operacionais: por questões de custos para viabilizá-lo.”

Por fim, o gerente de produtos da Simpress, líder em outsourcing de impressão e gestão de documentos, Franco Lavatelli, ressaltou que o setor, agora, parte rumo a uma maior integração de dados e do mercado em si. “Nunca se falou tanto em tecnologia e em big data no país como agora. No passado, apenas acumulávamos dados, agora passamos a utilizá-los. Acredito que, no futuro, iremos integrá-los ainda mais e otimizaremos processos e operações. Em breve, a integração de dados será tão corriqueira quanto esperar por uma entrega em menos de 24 horas”, concluiu.

Integração da Cadeia Logística com o Last Mile

Ainda no tema integração, outro painel de destaque do evento digital foi o que abordou a “Integração da Cadeia Logística com o Last Mile”, com o gerente regional de operações de last mile da Loggi, startup focada no desenvolvimento de tecnologias para entregas rápidas via motoboys, Rafael Miranda; e a diretora de transportes da Infracommerce, empresa de soluções digitais para o comércio eletrônico, Glória Porteiro.

Miranda enfatizou os desafios em atender a altos picos de demanda no last mile, como a Black Friday, uma das principais datas para o varejo no segundo semestre do ano. “Um desafio que todos os players deste mercado terão será equilibrar a geração de capacidade para um momento de pico, de forma que se mantenham eficientes e operando a custos razoáveis, tomando o cuidado de dimensionar essa demanda com precisão”.

Para viabilizar este trabalho e facilitar este equilíbrio, a diretora da Infracommerce, Glória Porteiro, disse que o auxílio da tecnologia, como os sistemas de roteirização, é essencial. “Por meio desta ferramenta, conseguimos saber o que devemos priorizar, como custo, prazo, performance da transportadora, entre outros. Esses itens são variáveis que têm que estar perfeitamente equilibrados. Além disso, usamos a roteirização dentro dos nossos centros de distribuição, mesmo quando atuamos com terceirizados, para um melhor controle e otimização de todo processo, em tempo real”, disse.



“Investimos muito em tecnologias com o intuito de viabilizar operações com custos mais acessíveis. Isso porque sabemos que uma das expectativas do consumidor, além da entrega rápida, é o frete grátis. Sendo assim, precisamos fazer nossas rotas de forma muito otimizada para entregar esses dois pilares primordiais na experiência do consumidor: preço e prazo”, acrescentou a executiva.

Hubs logísticos nas comunidades

Quando o assunto é o futuro próximo do last mile no Brasil, o gerente da Loggi diz acreditar que, já em 2022, o aumento da profissionalização deste mercado no país será mais evidente. “Estamos nos acostumando a receber produtos em casa e a tendência é que, daqui em diante, tenhamos experiências cada vez melhores, com mais comunicação com as empresas, de forma mais agradável”, pontuou.

Já Porteiro ressaltou que, por mais que o futuro gere expectativas no mercado, ainda é necessário se preocupar com o básico: os locais que possuem dificuldades para receber produtos adquiridos via e-commerce. “Pensamos muito no futuro, mas acreditamos que ainda falta o básico: há muitas áreas no Brasil sem CEPs ou nas quais as transportadoras não entregam. Queremos criar hubs de entregas dentro dessas comunidades e adotar estratégias que viabilizem o acesso das mesmas ao mercado de comércio eletrônico”.

Para isso, segundo Glória, uma das opções é utilizar pessoas das próprias comunidades para realizar as entregas. “Ou então, podemos criar ferramentas que não necessitem mais de CEP para fazer uma entrega/compra, de maneira que utilizem o GPS do celular ou a geolocalização dos clientes, por exemplo, para realizar uma entrega. Enfim, há uma grande gama de pessoas que ainda não são atendidas hoje pelo e-commerce. Para se ter uma ideia, hoje, a inserção do e-commerce no Brasil é de apenas 9%, ou seja, ainda temos muito a crescer neste segmento por aqui”, completou.

A mediação do debate foi realizada pelo CEO e cofundador da Mandaê, startup especializada em soluções logísticas para pequenos e médios negócios, Marcelo Fujimoto.

A tecnologia como aliada na logística de medicamentos e na segurança do setor

Para finalizar o dia, a programação da Intermodal Digital Series – Tech, Varejo e E-commerce abriu espaço também para debates sobre a importância da tecnologia na logística de medicamentos e vacinas e na segurança do setor de transportes como um todo. Quem falou mais sobre a “A Tecnologia dentro das Operações Logísticas de Medicamentos”, por exemplo, foi o Project Management Officer (PMO) da RV Ímola, uma das principais operadoras logísticas do país especializadas no setor farmacêutico, Guilherme Cunha.

Já na pauta “Tecnologia, Gestão e Pessoas: Gerando Cultura de Segurança no Transporte”, a conversa foi com o diretor de road safety downstream da Raízen – empresa integrada de energia que atua nos setores de produção de açúcar e etanol, na distribuição de combustíveis e na geração de energia – Tibério Pereira.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CAS TECNOLOGIA: EXECUTIVO APONTA OS BENEFÍCIOS DO MARCO LEGAL DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SETOR DE ENERGIA

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Se aprovado, projeto de lei dará maior transparência e princípios para o uso da Inteligência Artificial

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 29 de setembro um projeto de lei para criação do marco legal no uso da inteligência artificial no Brasil. A lei será enviada para o Senado e caso seja aprovada, dará maior transparência e definirá princípios básicos para o uso da IA em todos os segmentos da sociedade. Dentro do setor de energia elétrica, a IA está presente na coleta, na gestão e na análise de dados, na interpretação inteligente de informações e no uso de redes inteligentes (Smart Grid) e a automação dos negócios.

O gerente da CAS Tecnologia, Octavio Brasil, aponta os benefícios que este marco legal trará para as companhias do setor de energia. “Em relação às empresas do setor de distribuição de energia elétrica, a regulamentação do uso de IA diminuirá os riscos de penalidades regulatórias, pois aumentará a qualidade do serviço fornecido, automatizará coletas e análises de informações, e reduzirá perdas”, complementa.



Já para os consumidores, o executivo afirma que os benefícios estarão relacionados à melhora dos serviços prestados pelas empresas de energia, de maneira que reduzirá as quedas de fornecimento, qualidade no serviço prestado e clareza das informações de consumo como geração distribuída e bandeira tarifária. Além disso, será possível ter informações sobre o consumo consciente de energia, o que é bom para o bolso e para o meio ambiente.

Com relação aos cuidados com as informações dos consumidores, Brasil explica que será respeitada a privacidade imposta pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “É possível adiantar que as Distribuidoras utilizarão, nas análises e no aprendizado de máquina, apenas as informações inerentes à relação dentre ela e consumidor. Não haverá qualquer uso indevido de dados externos do cliente. Entende-se como dado inerente à relação da Distribuidora com o Consumidor, aquelas informações já conhecidas há anos, como identificação do medidor, endereço, nome, consumo, valor, tipo de tarifa e bandeira. Tudo será respeitado com a lei vigente de proteção de dados”, aponta.

O executivo ressalta que as soluções, conhecidas na parte da indústria 4.0, como Big Data, Internet das Coisas “IoT”, Computação na Nuvem e Inteligência Artificial, facilitam a tomada de decisão nas empresas. “O tempo todo estamos conectados com a busca de modelos inteligentes cada vez mais sofisticadas, tanto a favor dos negócios, quanto pensando na maior qualidade de serviços aos consumidores e ao meio ambiente”, finaliza.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa

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VEJA OS DEZ PROJETOS SELECIONADOS NA CHAMADA CIDADES QUE TRANSFORMAM

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Iniciativas receberão apoio técnico e metodológico para criar ou aperfeiçoar serviços públicos

A GNova Transforma, da Enap, divulga a lista dos municípios e projetos selecionados, que receberão apoio para construir soluções para desafios públicos. Em função da qualidade das propostas apresentadas, foram pré-selecionados mais seis projetos, que poderão ser convidados a integrarem jornadas de inovação, a depender da disponibilidade orçamentária da Enap.

Ao todo foram 149 propostas aptas recebidas, oriundas de 20 estados da Federação. Na primeira etapa foram selecionadas 30 propostas, que participaram de oficinas com bancas de especialistas, que geraram novas pontuações, de acordo com os critérios divulgados previamente.



Veja quais são e de onde vêm as 10 propostas classificadas, em ordem alfabética

Município/UF Proposta Prefeitura Municipal
Abaetetuba/PA BEJA 400 anos Prefeitura Municipal
Botucatu/SP Micromobilidade urbana – revolução elétrica no espaço urbano Departamento de projetos da Prefeitura Municipal de Botucatu
Flores de Goiás/GO Turismo étnico afro florense: inovação para o desenvolvimento sustentável e inclusivo Secretaria Municipal de Cultura, Igualdade Racial e Turismo
Fortaleza/CE Gestão para resultados e a redução das desigualdades Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão
Ijuí/RS Prefeitura digital e cidade conectada Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico
Londrina/PR Trilha da cidadania para população em situação de rua Secretaria Municipal de Assistência Social
Maceió/AL Maceió e o empreendedorismo nas grotas Gabinete de Governança da Prefeitura Municipal
Parauapebas/PA Rio para todos Secretaria Municipal de Meio Ambiente
São Bento/PB Da rede à renda Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social
São Luís/MA Conexões sustentáveis: soluções inovadoras para resíduos sólidos Secretaria Municipal de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais da Prefeitura e Comitê Gestor de Limpeza Urbana

 

Lista das seis propostas pré-aprovadas, que poderão integrar jornadas de inovação, a depender da disponibilidade orçamentária da Enap

Município/UF Proposta Prefeitura Municipal
Cabo Frio/RJ Cultura transforma Secretaria de Cultura
Imbé/RS Seguindo em frente Secretaria Municipal da Mulher e Direitos Humanos
Maringá/PR Economia criativa e seu papel no desenvolvimento local Secretaria Municipal de Inovação, Aceleração Econômica, Turismo e Comunicação
Morro Agudo/SP Recomeçar – renda básica de cidadania com incentivo à formação profissional Prefeitura Municipal
Porto Alegre/RS Portal Orçamento Participação e Consultas Públicas Secretaria Municipal de Governança Local e Coordenação Política
Ribeirão Preto/SP Requalificando a população adulta para um mundo em acelerada transformação do mercado de trabalho contemporâneo Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento

 

Próximos Passos

As jornadas de inovação estão previstas para acontecer de novembro deste ano até novembro de 2022. Os selecionados serão convidados a assinar um plano de trabalho, documento que formalizará a parceria entre a Enap e a prefeitura.

Os projetos selecionados podem, por exemplo, redesenhar um serviço público para melhorar a experiência dos seus usuários, ou definir estratégias para aumentar o impacto de uma política pública. É possível também construir um modelo de solução digital para algum serviço público.

A jornada também irá contribuir para desenvolver competências de inovação nas equipes das prefeituras, que terão oportunidade de conhecer novos conceitos e metodologias, realizar trocas de experiências com gestores municipais que enfrentam desafios semelhantes, fazer conexões com gestores de programas públicos federais, consultar especialistas e colocar a mão na massa para resolver o problema local.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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