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O PTI-BR PODE E DEVE SER UM GRANDE PARCEIRO DO MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUAÇU: DIZ PREFEITO CHICO BRASILEIRO

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Kiko Sierich/ PTI

Importância de integrar e conectar as ações realizadas pelo Parque Tecnológico com a Prefeitura foi discutida com secretários e diretores em reunião

O desenvolvimento de projetos na área de inovação e tecnologia foram as pautas de uma reunião de gestão realizada, no sábado (02), pela Prefeitura de Foz do Iguaçu com a participação do Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR).

Na presença dos secretários e diretores municipais, o prefeito Chico Brasileiro iniciou o encontro ressaltando a importância de integrar e conectar as ações desenvolvidas pela administração municipal e o PTI-BR.



“Para que o município alcance melhores resultados e entregas para a população a realização de parcerias com instituições confiáveis, sérias e tecnicamente qualificadas como o Parque Tecnológico Itaipu são necessárias”, afirmou o prefeito.

“Uma instituição já consolidada e que vem fazendo Foz do Iguaçu diversificar sua economia através da inovação e novas tecnologias”, complementou Chico Brasileiro.

Ainda, de acordo com prefeito, o encontro com o PTI-BR é estratégico dentro do projeto de construir uma cidade com diversificação econômica, que possa gerar mais empregos, com maior valor agregado e economia mais sustentável.

“A reunião teve o objetivo de que as secretarias municipais pudessem compreender o potencial e o conhecimento técnico que o PTI possui. Além de consolidar essa integração para gerar mais entregas para a sociedade iguaçuense”, destacou.

“O PTI-BR pode e deve ser um grande parceiro do município de Foz do Iguaçu”, concluiu Chico Brasileiro.

Desenvolvimento para Foz

Para o diretor superintendente, general Eduardo Garrido, os esforços do Parque Tecnológico estão em propor soluções que vão ao encontro com as necessidades da população.

“Desenvolvendo tecnologia vamos estar gerando negócios, concretizando iniciativas, deixando um legado de resultados e posicionando a cidade como um polo de inovação e negócios”, ressaltou.

“Nós como Parque Tecnológico temos a certeza de que podemos contribuir muito para Foz do Iguaçu. Queremos ajudar a cidade a cada vez mais oferecer melhorias na qualidade de vida para os cidadãos, empregos, qualificação, renda e desenvolvimento tecnológico. A tecnologia deve ser utilizada sob esse viés”, finalizou Garrido.

Durante o encontro, o diretor superintendente também apresentou para os secretários e diretores o ecossistema de inovação e negócios do Parque Tecnológico, a atuação da Fundação e os Centros de Competência.

Além das iniciativas na área da educação, por meio do LabMaker, de empreendedorismo e de aceleração como programa Vila A Inteligente, o Ranking Connected Smart Cities e os mecanismos de inovação: Smart Vitrine, Edital Hangar e a estrutura do Hub Iguassu.

Importância em todas as áreas

Para a secretária de educação, Maria Justina da Silva, esse momento foi importante para o desenvolvimento de novas ações que possam agregar valor e conhecimento para Foz do Iguaçu.

“Tivemos a oportunidade de participar desse momento de discussão para levarmos também essa temática de cidades inteligentes para a área da educação, o que está faltando de tecnologia e que pode ser agregado”, afirmou.

O secretário de planejamento e captação de recursos, Leandro Costa, destacou que o município possui uma demanda muito grande de projetos e essa parceria com o Parque Tecnológico Itaipu é muito relevante.

“Já temos elencados vários projetos que precisamos desenvolver e que podem ser realizados pelo PTI-BR, gerando ainda a possibilidade de criar um banco de projetos que a nossa cidade precisa para estar preparada para receber ou captar recursos”, comentou.

Segundo o secretário de turismo, projetos estratégicos e inovação, Paulo Angeli, o relacionamento com o PTI-BR com a secretaria pode ser fortalecido ainda mais.

“Hoje, juntos fazemos parte do Fórum Nacional 4.0, que discute inclusive a inovação para o turismo. Também temos o nosso Centro Municipal de Inovação que não tem como andar sem a parceria do Parque Tecnológico e é um dos fatores que faz com a cidade seja bem vista para o investimento da iniciativa privada”, afirmou.

Participações

Também participaram da reunião, de forma remota, a deputada federal Luisa Canziani PTB-PR, o gerente de novos negócios da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) Tiago Faierstein e o Superintendente Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino superior do Paraná (SETI) Aldo Nelson Bona.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO TRANSPORTE PÚBLICO – UMA BOA OPORTUNIDADE DE EVOLUÇÃO PARA A MOBILIDADE URBANA

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Foto: Rafael Tozetti

Rever periodicamente as regras que regulam determinados setores é fundamental para que os serviços possam se adaptar às novas condições de mercado, ao avanço da tecnologia e, sobretudo, com relação às necessidades da sociedade

No último dia 22 de setembro, dia mundial sem carro, o Senador Anastasia (PSD-MG) apresentou uma proposta de um novo marco regulatório para o setor de transporte público, o PL 3278/2021. Além de ter ocorrido em um dia criado para conscientizar as pessoas da importância dos modos não motorizados e do transporte coletivo em uma área urbana, o documento foi apresentado no momento em que o setor de transportes públicos enfrenta a sua maior crise, agravada pela pandemia do coronavírus.

Recentemente, outros setores também passaram por um processo de atualização dos seus marcos legais, como o saneamento básico, as startups e o transporte do gás natural. Rever periodicamente as regras que regulam determinados setores é fundamental para que os serviços possam se adaptar às novas condições de mercado, ao avanço da tecnologia e, sobretudo, com relação às necessidades da sociedade.



O texto do projeto de Lei nos trouxe alguns elementos importantes para que o sistema não apresente as fragilidades atuais e possa enfrentar de forma mais adequada em tempos de crise. Definições mais claras relativas aos conceitos de tarifa de remuneração e da tarifa pública. A primeira visa garantir a cobertura dos custos de operação enquanto a segunda é o preço cobrado do cidadão que utiliza os serviços de transporte público. Essa diferenciação é essencial para o correto entendimento de que nem sempre o preço pago nas roletas será suficiente para cobrir custos de operação e investimentos.

A definição das políticas públicas de mobilidade urbana a nível nacional deve ser fundamentada em uma base de dados confiável e atualizada periodicamente. O governo federal já adota esse modelo nos setores de saúde e educação. Contudo, na mobilidade o executivo nacional não possui um sistema de informações sistematizadas sobre os serviços prestados no país. Para solucionar essa falta de dados confiáveis, o PL propõe a criação de um Sistema Nacional de Informações de Mobilidade Urbana.

O estabelecimento de regras claras para os serviços de transporte sob demanda constitui numa ferramenta que pode encerrar as disputas judiciais no que diz respeito à ilegalidade ou não do serviço, bem como ao regramento que permite implantar tributos sobre o transporte individual com vistas à redução da tarifa pública paga pelo cidadão no transporte coletivo.

A crise atual mostrou que os serviços não podem depender exclusivamente das tarifas e o PL explora muito bem as oportunidades de criação de fontes extra tarifárias. Sobre a CIDE, por exemplo, destina o uso de no mínimo 60% dos recursos para investimentos em infraestrutura de transportes para as áreas urbanas.  Também trata do uso de recursos dos estacionamentos rotativos, exigência de contrapartidas por ônus causado à mobilidade urbana decorrentes de impactos causados por novos empreendimentos imobiliários. São avanços importantes no que diz respeito ao financiamento extra tarifário dos sistemas de transportes e podem ajudar a mudar a realidade dos serviços atuais.

No quesito transparência, tema bastante questionado e cobrado desse setor, entendo que o PL pode ser mais ambicioso. Poderia ter proposto um padrão e o conjunto de informações a serem divulgadas, permitindo até que os sistemas de diversas cidades fossem comparados.

A proposta é boa e espera-se que o debate seja ágil e que as soluções sejam criadas com a participação dos clientes dos serviços de transporte coletivo, o maior interessado de que tudo isso funcione de forma correta e integrada.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PROJETOS VERDES EM INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES PAUTAM DISCUSSÕES COM INVESTIDORES

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Infraestrutura em Foco: P3C Discute Soluções e Avanços para o Crescimento do país
Foto: Governo do Estado de SP/Divulgação

No segundo dia de roadshow em Nova Iorque, ministro da Infraestrutura apresentou os avanços do Governo Federal nas temáticas ambiental e de governança

Os avanços do Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, em formatar projetos de transportes com o conceito ESG – sigla em inglês para ambiental, social e governança – foram destaque no segundo dia de roadshow do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em Nova Iorque (EUA). As reuniões da delegação brasileira seguiram até a última sexta-feira (8).

Ao grupo da Standard & Poors, foram apresentados aos investidores os acordos de cooperação com a Climate Bond Inititative (CBI) e com a Agência de Cooperação Internacional Alemã (GIZ), além da introdução da temática das mudanças climáticas na concepção de projetos no planejamento a longo prazo.



“Nunca tivemos um programa de infraestrutura tão verde, com tanto efeito social”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, após detalhar o projeto da Ferrogrão a investidores. Serão 900 quilômetros de extensão, R$ 8,4 bilhões de investimentos privados, ligando Sinop (MT) ao Porto de Miritituba (PA).

Com o empreendimento ferroviário, será possível escoar a safra de grãos do Centro-Oeste pelo Arco Norte do país. “O projeto da Ferrogrão vai gerar milhões de postos de trabalhos, menos acidentes, menos emissão de CO2 e muita qualidade ambiental. A gente pensa no plantio compensatório e na quantidade de mudas que serão plantadas. A gente avalia em reduzir ou até zerar o combustível fóssil por essa ferrovia,” afirmou.

AGENDA – Além do encontro com a Standard & Poors, a delegação brasileira também se reuniu com o Council of The Americas, que contou com a participação de 12 representantes de fundos, bancos, escritórios de advocacia e duas agências de fomento de países asiáticos, e com executivos da Global Infrastructured Partners (GIP), tradicional fundo de investimentos em infraestrutura.

Fazem parte do grupo que representa o Governo Federal o ministro Tarcísio, a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do MInfra, Natália Marcassa, a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Economia, Martha Sellier, e representantes do BNDES, da Apex e do Ministério das Relações Exteriores.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MCOM LANÇA HOTSITE DEDICADO À TECNOLOGIA 5G, QUE CHEGARÁ AO BRASIL AINDA ESTE ANO

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Curso marca uma década de cidades inteligentes no Brasil com formação híbrida para gestores públicos e profissionais do setor privado

Das notícias falsas aos prazos concretos; dos compromissos às vantagens à população: tudo o que você precisa saber sobre a revolução que a quinta geração de dados móveis
vai causar no país

O futuro chegou! Mas calma, ninguém precisa entrar em parafuso: o Ministério das Comunicações (MCom) te explica. A porta para a transformação tecnológica se abre no próximo dia 4 de novembro, com a realização do leilão do 5G. Até lá – e desse dia em diante – todas as informações sobre a quinta geração da internet estarão reunidas em um hotsite 5G, que já está no ar!

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, ressalta que a ferramenta tem o objetivo de deixar toda a população por dentro da tecnologia e dar transparência ao processo de oferta das faixas de radiofrequência, iniciado há pouco mais de um ano. “Estamos trabalhando 24 horas por dia, sete dias por semana, para trazer o 5G ao Brasil – e a tecnologia está mais perto que nunca. Podemos ter o sinal disponibilizado em algumas capitais até o final deste ano. Fizemos questão de enviar o edital para análise do Tribunal de Contas da União, para fazer desse leilão – que já é o maior do País em termos de espectro – o melhor para o Brasil e os brasileiros.”



Fruto de um trabalho conjunto de servidores e colaboradores do MCom, o hotsite oferece ao internauta um conteúdo simplificado e direto, feito para que você entenda (rapidamente) os impactos que o 5G vai causar em sua vida, em sua região, no nosso País. Não são poucos, é bom que você saiba.

Mas se você ainda não sabe, aperte o passo! Porque no futuro da tecnologia o tempo anda muito mais rápido. É que a quinta geração de dados móveis é tão rápida – quando comparada às conexões atuais (4G e 3G, principalmente) – que tudo pode ser acessado em um piscar de olhos! Ou melhor, tudo roda 100 vezes mais rápido que o padrão atual. Dá para imaginar?

O tempo de resposta no tráfego de dados que a nova tecnologia proporciona é de um milissegundo. Na prática, a transmissão de dados é muito mais veloz: tão rápida que permite a conexão de objetos inteligentes e abre espaço para cidades inteligentes. O hotsite 5G traz alguns exemplos bem simples para desvendar essas e outras informações sobre a tecnologia. Você vai encontrar respostas sobre a revolução que o 5G trará para diversos setores da economia, como a indústria, o agronegócio, a saúde e a educação, otimizando a vida nas cidades e no campo, impactando a rotina nas fábricas, nas empresas e até mesmo nas casas dos brasileiros.

FERRAMENTAS – Além das principais características e potencialidades do 5G, o hotsite também explica detalhadamente o papel do MCom e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na licitação, com direito a uma linha do tempo para divulgar tudo o que está sendo programado. Criamos animações para facilitar a compreensão da nova tecnologia; listamos as principais dúvidas (com as respectivas respostas) e disponibilizamos um pequeno dicionário com os termos e expressões mais usadas, para você ficar antenado e fazer o expert sobre a chegada do 5G. E claro, tem uma sessão só com fake news para separar o que é fato e o que é mito sobre a tecnologia. Se o assunto for 5G, você tá on!

CONECTIVIDADE PARA TODOS – Sim! É para todo mundo: o 5G tem a ver com você. Por meio da licitação das radiofrequências, organizada pela Anatel e programada para o início de novembro, as operadoras terão que cumprir obrigações como, por exemplo, levar o sinal 4G a mais de 9 mil localidades e 30 mil quilômetros de rodovias federais.

LEILÃO 5G – É a maior oferta de espectro da história da Anatel, que irá autorizar o uso de quatro faixas de radiofrequência (700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz). Além disso, o leilão é “não arrecadatório”. Portanto, valores arrematados serão revertidos em investimentos para ampliar a conectividade no País. Confira o edital aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CCR LANÇA PROGRAMA DE INOVAÇÃO ABERTA PARA SETOR DE INFRAESTRUTURA

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Estreia do CSC GovTech apresenta painéis sobre gestão financeira, infraestrutura e segurança para a transformação digital governamental

O Grupo CCR está com as inscrições abertas para o seu programa de Inovação Aberta – projetado para atrair soluções do ecossistema de startups e empreendedorismo de todas as regiões do Brasil. A iniciativa poderá gerar projetos para os diferentes modais da companhia: trilhos, rodovias, barcas e aeroportos. O desafio está conectado à “mobilidade humana” e ao propósito da CCR, que é cuidar dos serviços de infraestrutura para que as pessoas possam cuidar melhor dos seus caminhos.

“Inovação sempre foi um dos valores da companhia desde a sua criação. Este passo irá nos aproximar ainda mais do ecossistema de startups, em atividade aberta, com o envolvimento do time de inovação da empresa”, disse o diretor de Novos Negócios, Gustavo C. Lopes.



PROGRAMAÇÃO
– Inscrições: de 27/09 a 22/10
– Seleção de cases para o Pitch Day: 29/10

O objetivo é que até o final de dezembro ao menos três propostas sejam transformadas em projetos- piloto que, posteriormente, poderão ser implementados nos modais CCR. “Nossa ideia é alocar o potencial criativo das startups em soluções para a mobilidade humana, foco de atividade da CCR. Com isso, vamos valorizar a cooperação, a troca de ideias e o olhar de longo prazo, pois as soluções inovadoras irão impactar nossos clientes de modo mais efetivo e por muitos anos ou décadas”, afirmou Lopes.

As inscrições para o programa poderão ser feitas no site do evento: https://www.grupoccr.com.br/inovacaoabertaccr
O Grupo CCR mantém longa história com o ecossistema de inovação (ver imagem). Em 2019, fez um aporte na Quicko, primeira startup voltada à mobilidade como serviço (MaaS), que oferece criação de rotas e possibilidades de pagamentos por App, que já teve mais de 4,5 milhões de downloads, e com a realização de dois hackathons. Recentemente, a CCR ingressou no ranking da 100 Open Startups.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INSCRIÇÕES PARA HACKATHON DA CPTM PODEM SER FEITAS ATÉ 15 DE OUTUBRO

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Os interessados em participar do Hackathon com foco em inovações para a mobilidade urbana têm até o próximo dia 15/10 para fazer suas inscrições

Ainda dá tempo para quem estiver interessado em participar do Hackathon com foco em inovações para a mobilidade urbana, promovido pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), fazer as inscrições até 15 de outubro. O evento é parte da programação da Semana de Inovação da CPTM, que acontece de 19 a 24/10, sob o tema “Smart Stations in Smart Cities”.

Com inscrições abertas desde 15 de setembro, o hackathon já tem 85 pessoas inscritas. Os interessados em participar devem ter mais de 18 anos e conhecimento ou experiência em uma das áreas de negócios, marketing, engenharias, arquitetura, urbanismo, mobilidade, logística, UX/designer, desenvolvedor, ciência de dados, entusiasta de educação e ou inclusão, mecatrônica, eletroeletrônica, internet das coisas e inteligência artificial ou programação.



A Semana de Inovação terá formato totalmente virtual e intensa programação para abordar como o transporte sobre trilhos deve adequar suas ações e empreender inovação diante dos desafios da nova realidade urbana, estimulando a reflexão de como serão os novos padrões de mobilidade e seus desafios. Durante o período, serão realizados webinars e painéis Interativos com especialistas do setor e acadêmicos.

As reflexões em lives e painéis servirão de base para que os participantes do hackathon, entre estudantes, profissionais e demais interessados, incluindo colaboradores da CPTM, desenvolvam soluções que levem à empresa a adequar suas ações e propor inovações diante dos novos desafios para mobilidade urbana.

As três soluções mais criativas e aderentes à proposta do negócio receberão prêmios de, respectivamente, R﹩ 10 mil, R﹩ 5 mil e R﹩ 3 mil, pagos pelos patrocinadores do evento, escolhidos por meio de um chamamento público. Equipes formadas exclusivamente por profissionais da CPTM poderão concorrer ao Prêmio Especial Engenheiro São Paulo no valor de R﹩ 5 mil. Além da premiação, os projetos vencedores poderão ser colocados em prática pela CPTM.

As inscrições para o hackathon podem ser feitas no site https://ion.sp.gov.br/semana-de-inovacao.html, onde também estarão disponíveis mais informações sobre a Semana de Inovação.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY, PARQUE TECNOLÓGICO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E SPIN SOLUÇÕES PÚBLICAS INTELIGENTES ASSINAM COM GOVERNO DE SÃO PAULO CRIAÇÃO DO PRIMEIRO SANDBOX REGULATÓRIO ESTADUAL DO BRASIL

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Divulgação.

Empresas e Startups podem testar projetos inovadores na temática de Cidades Inteligentes, com acordo assinado nesta sexta-feira

Connected Smart Cities & Mobility, em parceria com o Parque Tecnológico de São José dos Campos e a consultoria SPIn Soluções Públicas Inteligentes, assina com o Governo do Estado a criação do primeiro Sandbox Regulatório Estadual do Brasil.  Será o primeiro ambiente de teste estadual do país, criado pelo Governo de São Paulo, para apoiar empresas e startups a testarem projetos inovadores na temática de Cidades Inteligentes. 

O Governador, João Dória, acompanhado do Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, anunciou o acordo nesta sexta-feira, 08, durante evento do Programa “Retoma SP”, em São José dos Campos. Os municípios da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte já terão apoio técnico do Estado para organizar seus ambientes Sandbox, juntamente com o Parque Tecnológico de SJC, que sedia os principais testes do sistema 5G no Brasil. 



Sandbox

A criação de uma área separada de todo o resto do seu PC que pode ser usada para testar qualquer programa, sem medo de que ele danifique o sistema caso algum arquivo nocivo entre em ação, é conhecida por Sandbox. Esse ambiente de teste regulatório é um modelo britânico trazido ao Brasil com a Lei Complementar Federal n.º 182/21 (que trata do Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador).

A Lei permite a “órgãos e entidades da administração pública com competência de regulamentação setorial, individual ou em colaboração, afastar a incidência de normas sob sua competência, em relação à entidade regulada ou aos grupos de entidades reguladas”. Isso acontece no âmbito de programas de ambiente regulatório experimental (sandbox regulatório). 

São Paulo será o primeiro estado brasileiro a adotar o modelo, que criará ambientes em que as empresas, principalmente as iniciantes (startups), poderão oferecer e testar novos produtos e serviços no âmbito de cidades inteligentes, sem as limitações impostas pelas regulamentações vigentes.

“O Governo de São Paulo é o primeiro do Brasil a levar o Sandbox Regulatório para seus municípios. Esse será um importante instrumento para a retomada da economia e promoção de negócios inovadores em todo o estado”, comentou o Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.

“Com o Sandbox Regulatório Estadual estamos elevando o conceito de Cidades Inteligentes em São Paulo. Já aplicamos no Estado, nos municípios e agora possibilitamos que empresas e startups possam testar seus serviços e produtos inovadores. O Governo do Estado segue empenhado em tornar São Paulo mais tecnológico”, conclui o Coordenador do Programa Cidades Inteligentes do Estado, Igor Cunha. 

“Como idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, vejo um passo muito importante que o Estado de São Paulo está tomando com a criação do primeiro Sandbox Regulatório Estadual do Brasil. Essa é uma grande oportunidade que as empresas e startups terão para colocar em prática projetos de Cidades Inteligentes. Dessa forma, ganham as cidades e os cidadãos. Esse é o objetivo do Connected Smart Cities & Moblity, fazer conexões com propósito para que as cidades tornem-se mais conectadas, humanas e resilientes”, afirma Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected.

O Decreto do ambiente de teste regulatório estadual será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) nas próximas semanas.

PRINCÍPIOS E PRÁTICAS PARA CONSTRUIR IA MAIS CONFIÁVEL

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TQI promove bootcamp com 20 mil bolsas de estudo gratuitas para formação de desenvolvedores full stack

A Inteligência Artificial (IA) está transformando quase todos os aspectos em que as empresas operam e se relacionam com o mundo. Essa tecnologia pode liberar o potencial dos dados e revolucionar nossas rotinas diárias ao automatizar tarefas simples e repetitivas. A IA será chave para ajudar abordar desafios globais massivos como as pandemias ao acelerar as descobertas de medicamentos e mais. Ao mesmo tempo, também existem preocupações válidas sobre como se está utilizando essa tecnologia, e os governos estão começando a responder. Por exemplo, em abril de 2021 a União Europeia apresentou sua proposta de regulação desenhada para abordar as possíveis ameaças à saúde, à segurança e aos direitos fundamentais que envolvem os sistemas de inteligência artificial. À medida que os governos exploram perguntas críticas que se apresentam diante do avanço da IA, as empresas também devem assumir a responsabilidade de como suas próprias organizações constroem e utilizam IA.

Um novo caso de estudo do Fórum Econômico Mundial (WEF) estabelece o que está em jogo e afirma a liderança da IBM em IA confiável. Usada de forma irresponsável, a IA tem o potencial de erodir a confiança, propagar a desigualdade e gerar prejuízos. As organizações que desejam usar a IA têm a responsabilidade fundamental de fomentar a confiança nas soluções de IA. A IBM é guiada por essa visão há anos, e sua liderança nesse espaço resultou no foco centrado no ser humano para uma IA confiável, um enfoque que coloca os princípios éticos no centro de sua tecnologia de Governança de dados e Inteligência Artificial e fomenta um ecossistema aberto e diverso.



Para aprofundar, estas são algumas das práticas que a IBM tem desenvolvido que nos ajudam a construir uma IA capaz de fomentar essa confiança.

Princípios éticos no centro

Dado que desenvolver e gerenciar a Inteligência Artificial confiável é um processo contínuo, a IBM aplica Princípios de Confiança e Transparência de alto nível para construir e fortalecer constantemente essa confiança. Os princípios deixam claro que o propósito da Inteligência Artificial é aumentar a inteligência humana; que os dados e insights gerados por esses dados pertencem ao seu criador; e que novas tecnologias poderosas como IA devem ser transparentes, explicáveis e mitigar preconceitos prejudiciais e inadequados.

A IBM também incorpora princípios éticos transversalmente nas operações globais em sua empresa através de uma Junta de Ética de IA que proporciona governança centralizada e autoridade para a tomada de decisões. A Junta de Ética de IA ajuda a promover uma cultura de ética tecnológica em toda a companhia e é um mecanismo pelo qual a IBM faz com que sua empresa e todos os IBMistas sejam responsáveis por seus valores e compromissos para o desenvolvimento e a implementação de tecnologias éticas.

Governança de dados e tecnologias de IA

É fácil dizer que a ética importa, mas, na realidade, é mais complexo integrar esses princípios éticos na tecnologia em si. As organizações reconhecem a importância de um enfoque holístico para gerenciar e governar as soluções de IA no ciclo de vida completo da IA. O objetivo da IBM é integrar produtos, serviços, sistemas e ativos de investigação para desenvolver soluções especificamente desenhadas para ajudar as empresas não só a estabelecer e executar estratégias de IA como também ajudar a infundir confiança em seus sistemas de IA atuais e futuros e colocá-los em funcionamento.

Muitas das inovações da IBM em IA confiável nascem em IBM Research e são baseadas em suas cinco áreas de foco: explicabilidade, equidade, solidez, transparência e privacidade. Suas soluções de IBM Watson e os consultores de IBM Global Business Services ajudam os negócios com a auditoria e mitigação do riscoimplementação de frameworks de governançaoperacionalização de IA, educação e orientação e mudança organizacional. As organizações, desde grandes retailers americanos, instituições financeiras como Regions Bank até organizações como ESPN Fantasy Football, estão colocando em ação os princípios de IA confiável.

Os FactSheets da IBM fomentam a confiança e a transparência ainda mais. Os FactSheets de IA tornam a IA mais explicável listando os componentes, objetivos e informações sobre como ela funciona e foi desenvolvida, de forma similar a uma etiqueta de informação nutricional, e logo faram com que esses FactSheets façam parte do IBM Cloud Pak for Data.

Um ecossistema aberto e diverso

IBM acredita que a IA deve beneficiar muitos, não apenas alguns poucos da elite. Cumprir isso significa promover uma cultura em que a diversidade, a inclusão e a responsabilidade compartilhada são imperativas. Isso inclui uma diversidade de conjuntos de dados, diversidade de profissionais e um ecossistema diversificado de parceiros para habilitar o feedback e melhorias contínuas.

O que vem a seguir

Os benefícios da IA tendem a crescer exponencialmente, mas isso só pode acontecer se a sociedade confiar nela. Por isso, IBM acredita que os sistemas de IA devem priorizar a privacidade do consumidor e os direitos dos dados. É também por isso que tem pedido que haja uma regulação precisa para a IA: para definir os controles regulatórios e as políticas mais estritas sobre os usos finais da tecnologia, em que o risco de prejuízo social é maior. E não estão esperando que a regulamentação entre em vigor para fazer as coisas certas.

Tendo a confiança como base de sua liderança em inovação em IA, IBM é o parceiro que as empresas precisam neste momento, pois buscam usar a IA como força para uma mudança positiva. E neste momento do longo arco do progresso humano, isso é importante não apenas para sua empresa, mas para seus clientes e a sociedade em geral.

Se você estiver interessado em ler mais, consulte o novo case de estudo do Fórum Econômico Mundial que explora em mais detalhes a evolução da abordagem da IBM para IA confiável, a página de IBM Watson Trustworthy AI e a de IBM AI Ethics. Você também pode explorar aqui algumas das formas como seus serviços de tecnologia e consultoria estão ajudando os clientes. Revise a pesquisa do IBM Institute for Business Value sobre a importância da ética de IA entre boards e executivos, e inscreva-se para ingressar na lista do próximo AI FactSheet beta aberto que esperam levar ao IBM Cloud Pak for Data no final de outubro.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PESQUISA INÉDITA SOBRE LIXO ELETRÔNICO MOSTRA QUE OS BRASILEIROS AINDA NÃO SABEM O QUE É ESSE RESÍDUO E COMO DESCARTÁ-LO

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Fotografia de coleta seletiva de lixo ou resíduos sólidos

O estudo ouviu mais de 2 mil pessoas em todo o país e o resultado indica que temos um longo caminho pela frente para conscientizar o consumidor de forma a elevar a taxa de reciclagem dos resíduos eletrônicos no Brasil

Green Eletron , maior gestora sem fins lucrativos de logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas do país, acaba de divulgar a pesquisa “Resíduos eletrônicos no Brasil – 2021”, conduzida pela Radar Pesquisas . O objetivo do estudo é entender o hábito dos brasileiros para o descarte desses itens e verificar diferenças de comportamento e conhecimento da população nas cinco regiões do país, para que ações efetivas possam ser tomadas, levando a uma melhora do cenário de reciclagem no país.

Primeiro, precisamos entender o impacto desses resíduos para o planeta. Vamos lá: anualmente, mais de 53 milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas em todo o mundo, segundo o The Global E-waste Monitor 2020 . Esse é um dos grandes desafios da gestão de resíduos, pois o número de dispositivos cresce cerca de 4% por ano e quando descartados e manuseados incorretamente, os componentes químicos podem ser prejudiciais ao meio ambiente e à saúde humana.



Em cinco anos, os produtos descartados cresceram mais de 20%. O fato de o Brasil ser um dos líderes do ranking, ocupando a quinta posição mundial e a primeira na América Latina, torna esse debate ainda mais urgente. “O Brasil descartou, apenas em 2019, mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% foi reciclado. Além das possíveis contaminações de solo e água com o descarte incorreto, também há um grande desperdício, porque os materiais reciclados podem ser reutilizados em diferentes indústrias, evitando a extração de matérias-primas virgens”, explica Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Eletron.

Hoje, o país sofre com poucas informações sobre o que é o lixo eletrônico, a possibilidade de reciclagem dos aparelhos e a importância da discussão desse tema para a sustentabilidade do planeta. Isso influencia diretamente na conscientização da população, que tem pouco acesso às informações desse setor. “Como o público é parte fundamental no processo de logística reversa e reciclagem, esse cenário precisa mudar, por isso essa pesquisa é tão importante”, diz o executivo.

Metodologia e resultados

Entre os participantes da pesquisa, 87% já ouviram falar em lixo eletrônico e 42% dos brasileiros relacionaram o conceito aos aparelhos quebrados. Um terço dos entrevistados (33%), entretanto, acreditam que lixo eletrônico está relacionado ao meio digital, como spam, e-mails, fotos ou arquivos, o que mostra que ainda existe muita dúvida: afinal, 71% alegaram que não há muita informação na mídia sobre o assunto. A maioria dos brasileiros (87%) guarda algum tipo de eletroeletrônico sem utilidade em casa e mais de 30% fica com eles por mais de um ano.
Jovens com idades entre 18 e 25 anos declaram maior desconhecimento do que é lixo eletrônico, 14%, contra 5% dos adultos de 26 a 45 anos e 3% dos mais experientes (46 a 65 anos). Apesar disso, os jovens associam menos o lixo eletrônico ao spam (28%), enquanto 36% da segunda faixa etária e 31% da última já ligaram os termos alguma vez. O estudo também indicou quais os aparelhos mais considerados pela população como recicláveis ou não, além das dificuldades para encontrar um ponto de coleta. O relatório completo da Pesquisa Resíduos eletrônicos no Brasil – 2021 pode ser encontrado aqui .
O estudo quantitativo foi realizado com 2.075 pessoas, entre os dias 14 e 24 de maio de 2021. O público-alvo contempla homens e mulheres de 18 a 65 anos das classe A, B e C, segundo o Critério Brasil da ABEP, de 13 Estados e o Distrito Federal: SP, RJ, MG, ES, BA, CE, PE, RS, PR, SC, PA, GO, DF e MS.

Responsabilidade legal

A logística reversa e a reciclagem dos materiais não são apenas uma conversa de conscientização, educação ou compromisso com o meio onde vivemos. São também obrigação legal. Em 2019 a Green Eletron assinou o Acordo Setorial para a Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos, um documento complementar à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).
Com isso, foram estabelecidas metas para os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. “De forma individual ou coletiva as empresas devem, gradualmente, entre 2021 e 2025, instalar mais de 5 mil PEVs nas 400 maiores cidades do Brasil e coletar e destinar o equivalente em peso a 17% dos produtos colocados no mercado em 2018, ano definido como base”, completa Brescansin.Presente em todo o país com mais de 7 mil coletores de pilhas, baterias e eletroeletrônicos, a gestora já recolheu, em cinco anos de atuação, mais de 2,3 mil toneladas desse tipo de resíduo, que foram enviadas para reciclagem, evitando prejuízos ao meio ambiente. Caso precise descartar pilhas usadas, verifique aqui o PEV mais próximo de você. Já aqui, você pode encontrar o ponto mais próximo para entregar eletroeletrônicos.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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OS DESAFIOS NA CONSTRUÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES NO BRASIL É TEMA DE DEBATE ONLINE E GRATUITO DA FGV EPPG

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Rota 2030 - uma alternativa para o mercado automobilístico
Foto: istockphoto/divulgação

Evento será no dia 13 de outubro, às 18h. Os palestrantes serão: Manuella Maia Ribeiro, analista de informações do Departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br); Cláudio Ricardo Lima, secretário executivo do Turismo na Prefeitura Municipal de Fortaleza (SETFOR/PMF); e Erico Przeybilovicz, pesquisador associado do CEAPG (FGV EAESP)

A Escola de Políticas Públicas e Governo da Fundação Getulio Vargas (FGV EPPG) realizará um webinar gratuito no dia 13 de outubro, às 18h, sobre os desafios na construção de políticas para as cidades inteligentes no Brasil. Os interessados em participar podem se inscrever pelo link: https://evento.fgv.br/cidadesinteligentes_13/. Após a inscrição, receberão o link do evento por e-mail.

Apesar da necessidade de implementação de políticas voltadas à construção de cidades inteligentes no Brasil, ainda persiste uma série de desigualdades entre as prefeituras brasileiras, particularmente no acesso e uso de tecnologias. Diante desse contexto, o Webinar pretende discutir e apresentar um panorama do acesso às tecnologias nos municípios brasileiros. Além disso, pretende-se evidenciar os níveis de desigualdades existentes entre as prefeituras, para apontar os padrões atuais de provisão de informações e serviços públicos para a população e os caminhos e desafios para avançar na implementação de cidades inteligentes no Brasil.



Os palestrantes serão: Manuella Maia Ribeiro, analista de informações e coordenadora da pesquisa TIC Governo Eletrônico no Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), Departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br); Cláudio Ricardo Lima, secretário executivo do Turismo na Prefeitura Municipal de Fortaleza (SETFOR/PMF); e Erico Przeybilovicz, pesquisador associado do CEAPG (FGV EAESP), onde participa e coordena projetos nacionais e internacionais de pesquisa sobre cidades inteligentes, governança urbana inteligente e oportunidades de mercado de soluções para cidades. A moderação será realizada pelo Dr. Lizandro Lui, professor da FGV EPPG.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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