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MOBILIDADE ELÉTRICA E A RAZÃO

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Foto: banco de imagens/istockphoto

Os benefícios da mobilidade urbana elétrica, além da sempre propagada sustentabilidade de zero emissão de CO2 e de ruídos, passam obrigatoriamente pela razão

A discussão sobre a mobilidade urbana se inicia com o foco em quem habita e utiliza os espaços da cidade, e consequentemente em como se locomovem: a pé, de ônibus, metrô e transportes individuais. Discutir o futuro do transporte urbano, e consequentemente a evolução da matriz energética, tem fomentado debates acalorados que lembram muitas vezes torcidas apaixonadas de futebol.

Na mobilidade elétrica, como toda a evolução tecnológica, pode acontecer aos poucos ou como está acontecendo, de forma disruptiva. Estamos presenciando uma mudança muito rápida de como locomovemos, utilizamos, produzimos e como adquirimos nossos meios de transporte.



Os benefícios da mobilidade urbana elétrica, além da sempre propagada sustentabilidade de zero emissão de CO2 e de ruídos, passam obrigatoriamente pela razão. Quando se fala de sustentabilidade, não podemos falar apenas de poluição, e sim de eficiência, economia, bem-estar e de novo pela razão. E para benefício desse entendimento, recentemente presenciamos bons exemplos.

Veículos – Ranking de deficiência energética

Em recente pesquisa do Inmetro sobre os veículos leves vendidos no Brasil classificados por menor consumo de combustível, o mais bem colocado o Chevrolet Onix, cai de 1º colocado para um desastroso 41º lugar quando adotado o critério de economia e eficiência energética para todos os carros vendidos no Brasil. Na frente dele estão 40 veículos, todos eletrificados.

Essa comparação entre matriz energética diferentes, pode ser medida em eficiência, por uma equivalência à gasolina. A versão final da conta é o consumo medido em MJ/l (mega joules por litro). Esse é o índice final, reconhecido internacionalmente, para avaliar a eficiência de qualquer veículo.

O campeão dos carros a combustão interna é 70% menos eficiente que o campeão dos elétricos, constatado pela Tabelas de Consumo / Eficiência Energética Veículos Automotores Leves do Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE / INMETRO 2021.

Venda de veículos elétricos e painéis solares

Nada mais natural de associar veículos elétricos, seja ônibus, caminhões ou carros de passeio, a energias renováveis. Abastecidos “pelo sol ou vento”, os usuários da mobilidade elétrica ficam livres da sazonalidade da cana e variações de mercado do petróleo, sem falar da usual adulteração e periculosidade dos combustíveis.

Recentemente foi anunciado pela empresa chinesa BYD, a venda de veículos elétricos de passeio no Brasil, para o consumidor final. A novidade, ou melhor evolução do conceito de mobilidade, é de oferecer na mesma concessionária os seus carros elétricos e um pacote de solução energética. Serão oferecidos painéis solares e baterias, possibilitando ao comprador gerar, em sua própria casa, a energia a ser usada pelo seu automóvel.

Uma ideia inovadora, possibilitando uma autonomia energética e de locomoção, independente de variações de mercado, inimagináveis a alguns anos.

Carros elétricos e o racionamento de energia

A grande discussão, em época de possível racionamento de energia, é a infraestrutura existente e a necessidade de recarga com o aumento das vendas de veículos elétricos. Vale lembrar que os veículos leves de passeio 100% elétrico devem fechar o ano de 2021 em pouco mais de 4.000 unidades emplacadas, representando apenas 0,0093% da atual frota em circulação no Brasil.

Em estudos recentes, demonstram que a atual infraestrutura de geração e distribuição de energia no Brasil, sustenta até um percentual de 5% da frota totalmente elétrica. Estamos prevendo esse crescimento em 15 anos, nas visões mais otimistas, e concomitante, esperamos uma evolução na quantidade e qualidade da geração de energia no país.

Bons exemplos e atitudes, em prol da mobilidade sustentável, estão cada dia mais frequentes e próximos do consumidor. Apesar da falta de políticas públicas, o setor privado e a sociedade civil organizada, vem protagonizando essa mudança.

A escolha pelo meio de transporte elétrico, como matriz principal para os nossos centros urbanos, ultrapassou as questões de poluição e saúde pública para se tornar uma questão de razão!

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

A TECNOLOGIA IMPLEMENTADA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA TEM APROXIMADO GESTORES PÚBLICOS AO CIDADÃO. ENTENDA PORQUE!

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A Tecnologia na administração pública desempenha um papel fundamental que colabora com a aproximação do público com o gestor. Veja como isso acontece!

tecnologia na administração pública tem desempenhado um papel importante na aproximação de gestores com o cidadão. A tecnologia não está presente somente no uso das redes sociais para atualizações, mas também, para enviar avisos importantes ou apresentar uma transparência melhor da gestão.

Dessa forma, se alguns gestores ainda não apresentam esse nível de aproximação, isso é um problema. É importante mostrar de fato que a população pode participar e acompanhar tudo o que está acontecendo. Afinal, o gestor é como um representante da população.



Para entender melhor o porquê a tecnologia na administração pública está proporcionando essa aproximação, vamos destacar alguns pontos importantes. É preciso compreender que esse é um ponto muito positivo para administração e se você ainda não possui, reveja o seu planejamento!

O uso do celular ajuda a manter o contato com os cidadãos

Um dos pontos mais significativos que aproximam a gestão com a população é o uso do celular. Além disso, o acesso à internet ficou mais fácil para as pessoas, por isso, investir na comunicação via celular é importante. Mas como esse tipo de contato funciona?

Vimos esse tipo de interação em várias cidades espalhadas pelo mundo, inclusive no Brasil. Por exemplo, se um determinado bairro vai ficar com falta de energia ou redução da água, cabe à gestão avisar a população. Dessa forma, o uso do celular é muito eficiente.

Os cidadãos podem ser alertados via SMS e esse é apenas um exemplo de como acontece essa interação. Cabe a gestão pensar em outros modos que podem ser bastante proveitosos!

Computação em nuvem e o seu papel na administração pública

A computação em nuvem já é uma realidade e muitas empresas aderiram a essa tecnologia. Assim, faz parte da gestão implementar esse tipo de tecnologia para otimizar os serviços. Assim, o trabalho fica mais prático e eficiente.

Isso reflete de forma positiva para o cidadão. Pois através da computação em nuvem é possível que o cidadão tenha acesso às informações a qualquer hora. Ou seja, basta ter um aparelho que permita o acesso a internet para fazer esses acompanhamentos.

Atualmente, vivemos em um mundo que queremos tudo de forma rápida, simples e eficaz. Isso vale para os serviços públicos. Se o cidadão consegue ter informações em poucos cliques, isso também gera satisfação!

Otimização de processos que favorecem a transparência do serviço

A tecnologia também colabora com a otimização de processos que antes eram muito burocráticos. Já mencionamos aqui, mas a transparência é um ponto muito importante para a aproximação do público com o gestor. E como isso acontece realmente?

Com o avanço tecnológico, agora o público tem fácil acesso a várias informações importantes sobre a gestão. Dessa forma, é possível acompanhar de forma clara o que está sendo feito e como está sendo feito. A gestão que visa essa transparência através do uso da tecnologia é bem vista pelos olhos do cidadão.

Assim, a proximidade e confiança aumentam no trabalho do gestor!

A tecnologia na administração pública é uma quebra de barreiras

Vale citar a importância da tecnologia na administração pública através das redes sociais. Afinal, através delas também é possível promover uma maior interação e troca de informações com os cidadãos. A gestão que consegue reconhecer o potencial das redes sociais pode quebrar barreiras.

Veja, através das redes sociais é possível fazer lives, entrevistas e passar informações relevantes para o público. O cidadão se sente acolhido e ouvido através das redes. Principalmente quando são atendidas as reclamações ou apontamentos dos cidadãos.

Vale a pena investir na tecnologia para se aproximar dos cidadãos

Vendo todos os tópicos abordados até aqui, podemos chegar a conclusão de que sim, vale a pena investir na tecnologia na administração pública! A tecnologia está sempre inovando e apresentando soluções para o dia a dia em uma gestão.

Por isso, se você gestor ainda não possui essa proximidade, que tal colocar esse plano em seu planejamento? Atualmente, existem muitas ferramentas que colaboram com a otimização e que colaboram com a aproximação e aprovação dos cidadãos!
Conecta Gabinete

Conecta Gabinete é uma plataforma pensada para políticos e assessores que queiram concentrar o mandato em uma só ferramenta e manter sempre um relacionamento com a comunidade. Agenda, aniversariantes, mapa de eleitores, banco de leis, controle de demandas e mapa de ações são uma das nossas funcionalidades.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MESMO COM CRESCIMENTO NAS VENDAS, CONDOMÍNIOS AINDA NÃO TEM ESTRUTURA PARA OS CARROS ELÉTRICOS

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Muitas cidades brasileiras têm procurado se adaptar às transformações necessárias à implantação de infraestrutura para os veículos elétricos.
Divulgação PNME

Estudos mostram que até 2035, 65% da frota dos carros do Brasil serão elétricos, mas que os prédios residenciais ainda não estão preparados para a demanda

Os carros elétricos estão, a cada dia, ganhando o consumidor brasileiro e a previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Elétricos (Anfavea) mostra que, até 2035, 62% da frota de veículos no país poderá ser de automóveis elétricos. Com isso, ao invés dos postos de combustíveis, o foco de abastecimento passa a ser por meio de um carregador instalado em casa, ou nos condomínios residenciais. Entretanto, o mercado já aponta que os prédios ainda não estão preparados para receber os pontos de carregamento.
De acordo com um estudo divulgado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM), só na cidade de São Paulo, o número de prédios já ultrapassou o de casas, e a verticalização deve continuar crescendo nos próximos anos. Segundo Ricardo David, sócio fundador da Elev, empresa que oferece soluções para o ecossistema de mobilidade elétrica, o que poucos sabem é que é possível realizar as alterações necessárias no condomínio sem que haja muito gasto.


“Esse debate gera inúmeras dúvidas nos moradores, como quem pagará essa conta, se isso impacta no valor do condomínio e sobre as obras que precisam ser realizadas. Todos esses temas são problemas reais, mas é possível traçar um plano diretor com uma solução de fácil implantação de apenas algumas vagas com esse ponto de carregamento. E, conforme a administração do prédio vai sentindo necessidade, outros aparelhos podem ser instalados”, explica.
Para Ricardo, o planejamento é a parte mais importante, visto que alguns condomínios precisam pensar em como melhorar a eficiência energética para atender a essa demanda. Mas, o executivo ressalta que o carregador passa de um extra, a item essencial de valorização do imóvel.
“Somente no ano passado nós registramos um aumento em 60% na venda de automóveis elétricos e híbridos no Brasil, como mostra a pesquisa da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Essa tendência de aumento não é algo passageiro, ela permanecerá nos próximos anos e os condomínios que se preparam agora para essa tendência não serão pegos de surpresa por um aumento do número de moradores que precisam de um carregador na garagem. O carro elétrico não é uma moda passageira, e vem para ficar. O mundo inteiro tem se preparado para isso, e precisamos estar atento a essa nova realidade”, declara.
Na Europa, China e, mais recentemente, nos Estados Unidos, estão sendo implantadas medidas públicas que buscam trazer mais incentivos ao segmento. Em São Paulo, o governo do Estado já decretou a diminuição da alíquota do ICMS para o desenvolvimento do segmento a partir de 2022. “Nesse contexto, acredito que o debate sobre os condomínios é um dos mais importantes. Principalmente porque o consumidor final vai querer poder dormir e saber que o seu carro estará carregado no dia seguinte”, completa Ricardo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CRISE ENERGÉTICA IMPULSIONA SETOR DE ENERGIA SOLAR

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ESPECIALISTA EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ENSINA COMO CRIAR UM SISTEMA CASEIRO DE CAPTAÇÃO DE ENERGIA SOLAR

O crescimento da participação na geração distribuída já cresceu 50% em 2021

O aumento da conta de luz – motivado principalmente pela alta das bandeiras tarifárias em decorrência da crise hídrica – tem provocado uma busca maior por fontes alternativas de energia, em especial os painéis solares.

Segundo dados do Instituto Nacional de Energia Limpa (INEL), o crescimento foi de 50% no número de unidades de painéis solares, apenas neste ano. A geração distribuída tinha, no final de 2020, 517 mil unidades participantes (5 GW). Hoje, são 781 mil (7,1 GW). O número das novas conexões, até o final de setembro, ultrapassou o total do ano de 2020. Ano passado foram 212.435 novas conexões de geração distribuída e neste ano já são 221.880.



A projeção do Instituto é que se tenha mais de 35 GW de potência na geração distribuída em 2030 (cinco vezes mais do que temos hoje), com mais de 3,8 milhões de geradores, incluídos casas, comércios, indústrias (EPE).

“O retorno sobre o investimento dos sistemas fotovoltaicos das casas hoje é próximo a quatro anos. Se financiado, normalmente a parcela do financiamento é menor do que a economia da conta de luz. O brasileiro não precisa tirar dinheiro do bolso para gerar a própria energia”, afirma o presidente do INEL, Heber Galarce.

O INEL, em parceria com a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), aponta que a implementação de novos 10 GW de geração distribuída, em até 2 anos, contribui para a recuperação do nível de armazenamento de energia dos reservatórios das usinas hidrelétricas em cerca de 20%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, subiu 1,14% em setembro, maior número para meses de setembro desde 1994. Esse resultado foi puxado pela alta nos preços dos combustíveis e da energia elétrica.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ICT PROMOVE MÊS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM OUTUBRO

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O Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) da Universidade Federal de São Paulo promoverá, em outubro, o Mês da Ciência, Tecnologia e Inovação. A programação conta com atividades virtuais e gratuitas abertas à comunidade interna e externa.

O Mês da Ciência, Tecnologia e Inovação é um espaço para estimular a divulgação e a popularização da ciência para as escolas da região de São José dos Campos e Bragança Paulista, além de toda a comunidade interessada. O evento conta com o auxílio do CNPq e está oficialmente vinculado a 18ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que será realizada de 02 a 08 de outubro, sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.



O tema desta edição será a transversalidade da ciência, tecnologia e inovações para o planeta. O objetivo do ICT é demonstrar como ações e reflexões transversais sobre problemas regionais e globais favorecem a formação de cidadãos globais, aptos a construir uma sociedade pacífica, inclusiva e próspera, por meio da ciência, de inovações e tecnologias.

No dia 04 de outubro, das 10h30 às 12h, será realizada a abertura do evento com a participação da Pró-reitora de Extensão e Cultura, Taiza Stumpp Teixeira, da Diretora Acadêmica do Campus São José dos Campos, Regiane Albertini de Carvalho, da Coordenadora da Câmara de Extensão e Cultura do ICT, Luciane Capelo, e do representante da Unesco, Fábio Eon.

O evento conta com oficinas, exposições, mostras, seminários, rodas de conversa, feira de profissões e o Universidade de Portas Abertas, com a realização de um tour virtual pelo campus. Para realizar a inscrição nas atividades e conferir a programação completa, acesse o site https://caec.sjc.unifesp.br/slider/mes-da-ciencia-e-tecnologia-no-ict.

Todas as atividades serão transmitidas pelo canal do ICT da Unifesp no YouTube .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PRECISAMOS FALAR MAIS SOBRE POLUIÇÃO DO AR

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O setor de transportes, por meio do escapamento dos carros, é atualmente a maior — mas não a única — fonte de poluição nas grandes cidades

A imagem de uma chaminé poluindo o ar faz parte da memória coletiva, onde a poluição do ar era visível e tinha nas chaminés industriais seu grande vilão, até hoje Cubatão é lembrada por conta das indústrias ali instaladas e da alta concentração de poluentes. Entretanto, o controle da emissão das chamadas fontes fixas avançou muito, com tecnologia e sistemas de licenciamento ambiental, que conseguiram mitigar as emissões dessas fontes. Interessante notar também que pela conjunção de diversos fatores as grandes cidades repeliram as indústrias, especialmente das regiões centrais.  Então, por que as cidades ainda são tão poluídas?  O setor de transportes, por meio do escapamento dos carros, é atualmente a maior — mas não a única — fonte de poluição nas grandes cidades, porém a fumaça já não é tão visível.  Os carros se tornaram protagonistas na paisagem urbana, fruto de cidades espraiadas com regiões centrais que concentram ofertas de emprego, estudo e lazer; e grandes áreas periféricas predominantemente residenciais. Ademais, há um déficit de oferta de transporte público de qualidade e de incentivo aos transportes ativos que estimule a transferência modal do carro para meios menos poluentes.

É notório o desequilíbrio do espaço público para o transporte sustentável: poucas faixas dedicadas a uso exclusivo para ônibus, calçadas estreitas, inexistência de ciclovias na maior parte das ruas e falta de campanhas para redução de velocidades e proibição do estacionamento nas vias. Nos últimos anos observou-se um crescimento do uso de aplicativos de compartilhamento de carro, entretanto, a maioria de suas viagens é feita por um único passageiro, e o sistema permanece alicerçado na lógica pouco sustentável no uso de carro —pode haver uma otimização do uso, mas ainda se fica preso ao mesmo modal.



Quando se pensa em reduzir a poluição do ar de uma cidade é inevitável que a solução não passe pela melhoria do transporte público e ativo. Trens e metrôs são estruturadores da cidade e já usam tecnologia limpa, são os meios que deveriam ser priorizados. Os chamados transporte de alta capacidade auxiliam na organização do uso do solo, à medida que podem transportar com qualidade um número muito maior de passageiros com eficiência. Já os transportes ativos, muitas vezes subestimados para grande parcela da população, embora não tenham como ser o único meio de transporte, quando combinados a outros modais se mostram mais eficientes, para isso precisamos estimular a intermodalidade, criando infraestruturas adequadas para ciclistas e pedestres, como por exemplo bicicletários integrados a estações de trens, metrôs e terminais de ônibus. Com isso as primeiras e últimas “pernas” da viagem podem ser substituídas de um modo motorizado para um modo ativo.

Entretanto, sabemos que a realidade da maioria das cidades brasileiras tem no ônibus seu principal meio de transporte, e esses são a fronteira imediata a ser qualificada.  A tecnologia elétrica já não é mais disruptiva e promessa, é realidade. Há desafios a serem sanados para sua completa implantação, mas precisamos acelerar essa mudança, conferindo maior qualidade de serviço ao usuário e reduzindo massivamente emissões de poluentes locais e de gases do efeito estufa.

Ações afirmativas no transporte sustentável trazem redução imediata na poluição do ar, contudo a qualidade do ar em si precisa ser levada mais a sério. A comunicação sobre a qualidade do ar que respiramos é falha, os parâmetros que adotamos são inferiores aos preconizados pela Organização Mundial da saúde, ou seja, somos mais permissivos em aceitar maior concentração de poluentes e finalmente em boa parte do país não temos informações sobre as condições do ar que estamos respirando pela falta de uma rede de monitoramento.

Precisamos evoluir nos padrões aceitáveis em termos de qualidade do ar, na rede de monitoramento e na restrição à emissão de poluentes sejam eles veiculares, industriais, oriundos de queimadas, usinas termoelétricas entre outras fontes. Além disso, é necessário garantir uma comunicação robusta sobre a perigosa exposição da população à poluição do ar e seus impactos na saúde humana. Todas as fontes emissoras citadas têm uma alternativa menos poluente e mais sustentável, é preciso movimentação política e engajamento da população, precisamos que pessoas cobrem os tomadores de decisão para que haja mudança. O problema da poluição do ar é cotidiano, um inimigo invisível que enfrentamos, não obstante os mesmos gases que poluem o ar provocam e aceleram o aquecimento global que já tem dado demonstração de que não é um problema futuro, já estamos enfrentando uma emergência climática. Cabe a todos, sociedade civil, governantes, tomadores de decisão e a população dar o devido senso de urgência ao problema.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

MDR FIRMA PARCERIA COM INSTITUIÇÃO BRITÂNICA COM FOCO EM ATRAIR INVESTIMENTOS PARA OBRAS DE SANEAMENTO

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MDR e British Water, principal organização da cadeia de abastecimento da indústria de água e esgoto no Reino Unido, assinaram acordo de cooperação técnica na última terça-feira (5)

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), assinou, nesta terça-feira, memorando de cooperação técnica com a British Water, principal organização representativa da cadeia de abastecimento da indústria de água e esgoto no Reino Unido. A iniciativa tem como objetivo atrair investimentos privados para ações de saneamento básico a serem realizadas no Brasil.

Durante a cerimônia de assinatura, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, reforçou a importância de se avançar nas ações voltadas ao saneamento básico. “São 100 milhões de brasileiros sem tratamento de água e esgoto adequados. Então temos um desafio, mas também a perspectiva da união de todos para alcançarmos a meta de universalização até 2033”, afirmou. “Por isso, fizemos uma modernização do marco regulatório, no ano passado, e tivemos como resultado o aumento do número de investimentos no país. Com os cinco leilões já realizados para concessão de serviços de saneamento básico ao setor privado, alcançamos R$ 63 bilhões em investimentos”, completou.



Para o embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson, o acordo entre os dois países é uma conquista. “Enxergamos os desafios, mas também vemos oportunidades aqui. O saneamento básico é prioridade para nós, britânicos, e temos, no Reino Unido, vários casos de sucesso com as parcerias feitas com empresas privadas”, comentou.

Parceria

A parceria com a British Water vai proporcionar a troca de experiência entre as partes sobre questões ligadas ao ambiente regulatório, indo ao encontro do objetivo do MDR de incorporar as melhores práticas internacionais para elaboração e estruturação de projetos de infraestrutura urbana e hídrica.

Serão realizados estudos conjuntos e eventos, por meio de plataforma on-line. Nesse espaço, serão publicados conteúdos e realizados seminários com representantes do setor de saneamento dos dois países.

“Acreditamos que este acordo vai contribuir para melhorar o relacionamento entre o Reino Unido e o Brasil. Temos um interesse mútuo de desenvolvimento, crescimento e criação de investimentos no setor de saneamento e essa iniciativa vai nos proporcionar a troca de experiências, essencial para que os avanços aconteçam”, afirmou a diretora executiva da British Water, Lila Thompson.

Novo Marco Legal

Com a sanção do novo Marco Legal do Saneamento, que completou um ano em julho, o Governo Federal tem como objetivo alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MODELO BRASILEIRO DE CONCESSÃO À INICIATIVA PRIVADA IMPRESSIONA INVESTIDORES NOS EUA

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Foto: banco de imagens/istockphoto

No primeiro dia de roadshow em Nova Iorque, programa do Governo Federal recebeu elogios pela redução da burocracia e a modelagem dos contratos

Apresentado em reuniões durante a última segunda-feira (4) em Nova Iorque, o modelo brasileiro de concessões à iniciativa privada da infraestrutura de transportes gerou interesse e gerou elogios de investidores internacionais ao Governo Federal. Este é o resultado do primeiro dia de roadshow da delegação brasileira nos Estados Unidos da América.

Em cinco dias, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, terá reuniões com interlocutores de mais de 50 instituições do mercado global de investimentos. O objetivo do governo é assegurar R$ 260 bilhões em aporte privado a longo prazo para o setor de infraestrutura de transportes do Brasil até o fim de 2022.



Confira a apresentação feita aos investidores estrangeiros: https://www.youtube.com/watch?v=haZ9RSwAcac

O primeiro dia do chamado roadshow foi marcado por agendas com executivos da Pátria Investimentos, XP, Goldman Sachs e Macquarie. “Nosso programa está sendo muito bem falado aqui porque já é uma realidade. Nós conseguimos mostrar que aquilo que apresentamos em 2019 avançou, e avançou muito, nesses poucos mais de dois anos”, disse o ministro.

PARANÁ – Com aproximadamente R$ 30 bilhões em recursos sob gestão no Brasil e no exterior, além de 28 anos de atuação no mercado de ativos alternativos, a Pátria mostrou-se especialmente interessada na modelagem de concessão dos mais de 3 mil quilômetros de rodovias no Paraná.

O projeto contará com R$ 43 bilhões de investimentos privados e antecipa soluções que serão replicadas na maior concessão rodoviária da história brasileira: a relicitação da Via Dutra, junto com a Rio-Santos, com quase R$ 15 bilhões de investimentos previstos. O leilão está previsto para o início de 2022.

A modelagem de negócios adotada no Paraná e no processo de desestatização de portos – o que inclui a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), neste ano, e o Porto de Santos (SP), o maior da América Latina, em 2022 – chamou atenção do fundo australiano Mcquaire. A instituição administra carteira de projetos estimada em mais de R$ 1 trilhão e criou um fundo focado em negócios de infraestrutura para Brasil, onde possui escritório, e América Latina.

DE OLHOS NOS NOVOS TRILHOS – Os investidores demonstraram muito interesse pelo programa Pro Trilhos, que tem a missão de reequilibrar a matriz de transporte brasileiro a partir da expansão da malha ferroviária até o índice de 40% em 2035. Para tanto, além das concessões tradicionais, o governo brasileiro estabeleceu o instrumento da outorga por autorização ferroviária à iniciativa privada, de forma mais célere e desburocratizada.

O modelo despertou atenção dos executivos da XP Investimentos, um dos maiores fundos mundiais com presença no Brasil, devido aos resultados nas primeiras três semanas de vigência do novo instrumento de autorizações. Foram 14 pedidos de entes privados interessados em construir e operar novas ferrovias no país, somando R$ 80,5 bilhões em investimentos previstos e 5.360 quilômetros de novos trilhos, cortando 12 unidades da Federação.

Ainda no modal ferroviário, os gestores da Pátria disseram estar 100% convencidos do mérito do programa da Ferrogrão, com seus mais de 900 quilômetros de trilhos entre Sinop (MT) e Miritituba (PA). Trata-se do maior projeto de concessão ferroviária em gestão no Ministério da Infraestrutura, que já nasce com selo verde e possibilidade de acessar o mercado de títulos verdes (green bonds), por ter sido elaborado com a Climate Bonds Initiative (CBI), organização internacional que faz a certificação de iniciativas sustentáveis.

PROGRAMAÇÃO – Desde 2019, cerca de R$ 74 bilhões já foram contratados para o incremento da logística nacional com as concessões de 34 aeroportos, cinco rodovias, seis ferrovias – entre concessões, renovações e investimento cruzado -, 29 arrendamentos portuários, além de autorizações para 99 Terminais de Uso Privado.

E os próximos passos já estão programados. Em outubro e novembro, serão realizados leilões de duas estradas federais (incluindo a nova Dutra) e nove arrendamentos portuários. Em 2022, ocorrem as concessões do Porto de Santos, da Ferrogrão e de mais 16 aeroportos, incluindo Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP).

Nesta terça-feira (5), o ministro segue detalhando a carteira de projetos brasileiros de infraestrutura para representantes da Global Infrastructured Partners (GIP), Standard & Poors e integrantes do Council of the Americas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FEIRA VIRTUAL VAI DEBATER PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

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Cuiabá recebe Encontro Regional do Connected Smart Cities
www.cidadesemfotos.blogspot.com

Promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), evento será realizado nos dias 25 e 26 de outubro. Inscrições já estão abertas

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) vão realizar, nos dias 25 e 26 de outubro, a 1ª Feira Virtual de Construção Sustentável (FVCS). O evento, que será gratuito e 100% on-line, visa possibilitar a troca de conhecimentos e a realização de negócios entre diferentes empresas, sociedade civil e o setor público, estimulando o mercado e fortalecendo cadeias de produção sustentáveis na construção civil. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas neste link.

A feira vai contar com palestras com especialistas, que apresentarão soluções para a cadeia produtiva do setor, com foco no aumento da eficiência energética na construção habitacional de interesse social. O evento faz parte do Projeto EEDUS – Eficiência Energética para o Desenvolvimento Urbano Sustentável, promovido pelo MDR em parceria com a GIZ.



O evento também vai contar com rodadas de conexões e negócios, com produtos e serviços relacionados à eficiência energética. Por meio de um sistema exclusivo de agendamento, os participantes identificarão e convidarão as organizações com as quais desejam se reunir. Nas reuniões, com duração de 15 minutos, as organizações apresentarão suas oportunidades de parcerias e/ou negócios, proporcionando a aproximação entre as partes.

A feira on-line é destinada a profissionais do setor, executivos de construtoras, empreiteiras, incorporadoras, consultoria e gerenciamento de obras, projetistas, fabricantes de materiais e equipamentos, agentes financeiros e fundos de investimentos, agentes públicos, acadêmicos, entidades de classe, estudantes e interessados por temas que permeiam os diferentes setores da construção sustentável.

A 1ª edição da FVCS será um dos destaques da programação da 93ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). Considerado o maior evento do setor, o Enic é realizado com apoio e patrocínio de indústrias e empresas de serviços, além da parceria dos sindicatos e associações da construção civil. É ainda reconhecido como o mais importante fórum de debates dos temas estratégicos e da agenda nacional da construção.

Serviço

1ª Feira Virtual de Construção Sustentável (FVCS)
Quando: 25 e 26 de outubro de 2021
Local: Plataforma exclusiva de transmissão online
Inscrições no site oficial da Feira

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INATEL E HUAWEI REÚNEM AUTORIDADES E ESPECIALISTAS EM EVENTO PARA DISCUTIR CIBERSEGURANÇA

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Fórum Nacional de Cibersegurança acontece no dia 7 de outubro no campus do Inatel, em Santa Rita do Sapucaí (MG)

Evento irá contar com a participação de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e do Ministério das Comunicações e especialistas no tema

Na próxima quinta-feira, 7 de outubro, acontece o Fórum Nacional de Cibersegurança, iniciativa do Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações e da Huawei. O evento vai receber representantes dos setores público e privado para debater a importância da segurança cibernética em dois painéis, que serão transmitidos ao vivo a partir das 11h00 nos canais no YouTube da Huawei e do Inatel, diretamente de Santa Rita do Sapucaí (MG), sede do instituto.

A chegada da tecnologia 5G ao Brasil vai acelerar a transformação digital, o que pode provocar o aumento da vulnerabilidade de redes e dispositivos eletrônicos. Assim, empresas, governos e cidadãos devem estar preparados para essa nova dinâmica no mundo digital e o debate entre os diferentes setores da sociedade é essencial para o aperfeiçoamento dos mecanismos de prevenção contra cibercrimes, cada vez mais ousados e sofisticados. Somente neste ano, as perdas com incidentes do tipo podem chegar a US$ 6 trilhões no mundo todo, de acordo com um estudo da consultoria alemã Roland Berger. Ainda segundo o documento, o Brasil é um dos principais alvos globais, atrás apenas de EUA, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.



O Fórum será mediado pelo jornalista Pedro Doria e a abertura contará com uma apresentação de Carlos Nazareth Motta Marins, diretor do Inatel. Na sequência, representantes do setor público e da iniciativa privada falarão sobre o assunto: Sun Baocheng, CEO da Huawei; Juliano Borges, chefe de gabinete do Governo de MG; Bilac Pinto, deputado federal do DEM de MG; José Sampaio Gustavo Gontijo, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações); e Artur Coimbra, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações.

Em um segundo painel, haverá um debate sobre “A Relevância da Segurança Cibernética e Proteção de Dados para um Mundo em Transformação Digital”, que contará com as participações de Leonardo Euler, presidente da Anatel; Ildeu Borges, gerente de Regulação da Conexis; Thales Marçal Vieira Netto, diretor de Gestão e Tecnologia da Informação do CNPq; Milton Kaoru Kashiwakura, diretor de Projetos do NIC.br; e Marcelo Motta, diretor de Soluções e Segurança Cibernética da Huawei para a América Latina, entre outros convidados.

Após os dois painéis, os participantes concederão uma entrevista coletiva para a imprensa, que também será transmitida nos canais no YouTube da Huawei e do Inatel.

Em março de 2021, o Inatel inaugurou o Centro de Segurança Cibernética – CxSC Telecom com a missão de desenvolver ações, projetos e programas nas áreas da Educação, Pesquisa Aplicada, Testes e Certificações e Serviços na área. “O Fórum Nacional de Cibersegurança é um momento bastante especial para nossa instituição e todos os parceiros nesta iniciativa. Vivemos um momento de transformação digital não só no Brasil, mas no mundo. O que era para acontecer em cinco ou dez anos foi realizado em poucos meses, em função da pandemia. Além disso, vivemos um momento bastante especial para todo e qualquer setor da economia, afinal de contas, a tecnologia 5G é diferente de todas as outras tecnologias de Telecomunicações. O 5G vai atender às necessidades de todo o setor produtivo”, afirma Nazareth.

A quinta geração de internet móvel (5G) irá possibilitar o aumento da velocidade de conexão e potencializar a internet das coisas e a conectividade entre máquinas. Isso vai impactar diretamente diversos setores da economia, gerando modernização e ganhos consideráveis de eficiência. Por outro lado, as vulnerabilidades também poderão se multiplicar e a preocupação com a segurança cibernética e a proteção de dados deve acompanhar o ritmo dessas mudanças. A ideia é que todos os dispositivos possam estar integrados à infraestrutura de comunicações com o máximo de segurança possível aos seus usuários.

“A segurança cibernética nunca foi tão importante. Governos, organizações e fornecedores de tecnologia precisam trabalhar próximos uns aos outros para construir uma compreensão unificada acerca dos desafios de cibersegurança”, afirma Sun Baocheng, CEO da Huawei no Brasil. “A entrega de serviços existentes e novos na era do 5G dependerá da conectividade fornecida por redes móveis e da segurança e confiabilidade da tecnologia subjacente. Como setor, precisamos trabalhar juntos, compartilhar as melhores práticas e desenvolver nossas capacidades coletivas em governança, padrões, tecnologia e verificação para oferecer ao público em geral e aos reguladores motivos para que confiem na segurança dos produtos e serviços que usam diariamente. Juntos, podemos encontrar o equilíbrio entre segurança e desenvolvimento em um mundo cada vez mais digital”, conclui.

Medidas de saúde – O evento seguirá todas as normas sanitárias do Estado de MG contra a Covid-19. Na entrada do Inatel, haverá aferição de temperatura e deverá ser apresentada a carteira de vacinação que comprove que os participantes estejam em dia com a imunização, de acordo com suas faixas etárias. O uso de máscara será obrigatório e haverá dispensers de álcool gel espalhados pelos ambientes. Tanto no auditório onde acontecerão os painéis, quanto no restaurante onde será servido o almoço, os lugares foram distribuídos de acordo com o distanciamento padrão de 1,5 metro entre as pessoas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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