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ABSTARTUPS LANÇA MAPEAMENTO SOBRE O ECOSSISTEMA BRASILEIRO DE INOVAÇÃO

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Mapeamento mostra que as mais de 14 mil startups, mas boa parte enfrenta dificuldades ao encontrar mão de obra qualificada

Para compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups – Abstartups , entidade sem fins lucrativos que promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a Deloitte , lança o Mapeamento do Ecossistema de Startups 2021.

O recente estudo da Abstartups tem como objetivo atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as startups do país enfrentam neste momento. Para o estudo de 2021, o mapeamento de startups levantou dados em 5 eixos principais:



• Perfil das pessoas fundadoras

• Perfil das startups

• Investimentos em startups

• Diversidade no time de colaboradores

• Empregabilidade nas startups

Durante o ano de 2021, mais de 55% das startups abriram processos seletivos. No entanto, de acordo com 44% das empresas que não conseguem preencher vagas, há uma dificuldade ao preencher essas vagas por falta de profissionais qualificados.

Paulo Buso, Diretor de Marketing e Vendas, afirma que estes números indicam que há oportunidades de mercado para empresas e startups que querem oferecer qualificação profissional: “É grave perceber que, em um país com tanto desemprego, exista empresas que com vagas em aberto por falta de mão de obra qualificada, especialmente na área de tecnologia. Isso é um ponto de alerta para que haja um incentivo do mercado de startups como um todo para qualificar profissionais em potencial e resolver o problema da melhor maneira possível.”.

Já Ana Flávia Carrilo, Coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo mapeamento, destaca atenção ao tem a de diversidade que o Mapeamento revelou: menos de 40% das startups têm ações afirmativas que priorizam a diversidade na hora da contratação e apenas 3,6% das startups que não preencheram as vagas afirmaram que foi por priorizarem a diversidade. “Sabemos que diversidade é uma questão sistêmica na sociedade e só teremos bons frutos após um esforço de todo o ecossistema para corrigi-lo. O desenvolvimento do ecossistema será, cada vez mais eficiente, quando houver um ambiente diverso, inclusivo e focado na agenda ESG”, finaliza.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ESTUDO DA AWS SOBRE HABILIDADES DIGITAIS GLOBAIS MOSTRA QUE A NECESSIDADE DE TREINAMENTO NO BRASIL É MAIOR DO QUE NUNCA

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

93% dos trabalhadores brasileiros precisam de treinamento em tecnologia para se adaptar às mudanças no trabalho devido à pandemia de COVID-19

Três em cada cinco trabalhadores não têm confiança de que estão adquirindo habilidades digitais com rapidez suficiente para atender às futuras necessidades de carreira

A AWS lança o AWS Skill Builder para tornar o treinamento de habilidades digitais mais acessível

A Amazon Web Services (AWS), uma empresa do grupo Amazon, divulgou os resultados de uma pesquisa mostrando que a necessidade de treinamento de habilidades digitais tornou-se mais aguda durante a pandemia, com 93% dos trabalhadores brasileiros sentindo que agora precisam de mais conhecimento técnico para fazer seu trabalho como resultado das mudanças devido à pandemia. O novo Estudo de Habilidades Digitais Globais da AWS, que pesquisou as percepções de empregadores e trabalhadores sobre o treinamento em habilidades digitais, também descobriu que os trabalhadores do Brasil correm o risco de ficar para trás, com três em cada cinco deles notando que não estão confiantes de que estão adquirindo habilidades digitais rápido o suficiente para atender às necessidades futuras de carreira. Para ajudar a preparar a força de trabalho para o futuro do país, a AWS lançou o AWS Skill Builder – uma nova experiência de aprendizado digital com mais de 500 cursos sob demanda gratuitos.

Preparando o Brasil para o futuro

Embora a necessidade de habilidades digitais venha crescendo há anos, as mudanças no trabalho devido à pandemia de Covid-19 aceleraram a necessidade de mais treinamento. De acordo com o novo estudo, 18,3 milhões de brasileiros – 22% da força de trabalho do país – devem ser treinados no próximo ano para acompanhar os avanços tecnológicos e ter sucesso em suas carreiras. O estudo também descobriu que a capacidade de usar ferramentas baseadas em nuvem será a habilidade mais exigida pelos empregadores até 2025, mas a maioria dos trabalhadores de hoje não está concentrando seu treinamento no desenvolvimento de suas habilidades em nuvem. Apenas 48% dos trabalhadores brasileiros treinaram ou estão em treinamento nessa habilidade e o motivo pode ser atribuído ao fato de que 68% do total de trabalhadores entrevistados no Brasil têm conhecimento limitado das habilidades digitais necessárias.



Os benefícios para organizações e indivíduos que priorizam o treinamento em habilidades digitais podem ser substanciais. De acordo com o estudo, 95% dos trabalhadores no Brasil relataram maior eficiência no trabalho, 91% experimentaram maior satisfação pessoal e 90% dos trabalhadores técnicos e 87% dos trabalhadores não-técnicos relataram melhora na empregabilidade como resultado do treinamento. Os empregadores brasileiros que apoiam programas de treinamento de habilidades também veem benefícios, com 94% relatando que o treinamento em habilidades digitais para trabalhadores ajudou suas organizações a atingirem mais rapidamente suas metas de transformação digital e 90% observam uma melhor retenção de funcionários.

“Ao longo da pandemia, vimos organizações de todos os tamanhos acelerarem seus planos de transformação digital em vários anos, aumentando a necessidade de empregadores e funcionários avançarem no treinamento de habilidades em tecnologia”, disse Cleber Morais, Diretor-Geral do Setor Corporativo da AWS no Brasil. “O estudo de habilidades digitais da AWS mostra que trabalhadores e empregadores devem aumentar o conhecimento sobre essas habilidades e maximizar os benefícios da tecnologia para indivíduos e organizações com urgência. A AWS investe em tornar o treinamento amplamente acessível por meio de esforços como AWS Skill Builder, AWS re/Start, AWS Academy e AWS Educate. Nosso objetivo é ajudar as pessoas – de iniciantes a profissionais de TI experientes – a adquirirem novas habilidades de computação em nuvem, melhorarem a resiliência e a empregabilidade”.

Criando novas maneiras de aprender com o AWS Skill Builder

Para ajudar a preparar a força de trabalho do Brasil para o futuro e atender à demanda crescente por talentos digitalmente qualificados, a AWS lançou o AWS Skill Builder. O AWS Skill Builder é uma nova experiência de aprendizado digital disponível em mais de 200 países e territórios. Qualquer pessoa com conexão à Internet pode acessar de forma rápida e fácil mais de 500 cursos gratuitos sob demanda. O AWS Skill Builder oferece conteúdo envolvente para atender a diferentes metas e estilos de aprendizagem em 16 idiomas, incluindo o português do Brasil. Os indivíduos também podem obter recomendações de cursos para planos de aprendizagem alinhados a funções de trabalho e áreas de tecnologia, ajudando as pessoas a acessarem o conteúdo mais relevante para seu nível de habilidade.

Em dezembro de 2020, a Amazon se comprometeu a investir centenas de milhões de dólares para fornecer treinamento gratuito em habilidades de computação em nuvem para 29 milhões de pessoas até 2025 – alcançando pessoas de todas as idades e todos os níveis de conhecimento, em mais de 200 países e territórios. Nesta missão, a Amazon já ajudou mais de 6 milhões de pessoas a adquirirem habilidades em nuvem. O lançamento do AWS Skill Builder se baseia nesse esforço e amplia outras iniciativas da AWS para tornar o treinamento de habilidades amplamente disponível, incluindo AWS re/Start, lançado recentemente no Brasil em colaboração com a Fundación Compromisso (em São Paulo e Curitiba) e o Senac Ceará (em Fortaleza). O AWS re/Start é um programa focado em desempregados e pessoas em transição de carreira.

“Em 2025, 97 milhões de novas funções surgirão devido ao aumento da digitalização”, disse Saadia Zahidi, diretora-geral do Fórum Econômico Mundial. “As habilidades são a moeda do futuro e as empresas e o governo devem trabalhar juntos com urgência para preparar os trabalhadores para os empregos de amanhã. Quando organizações como a Amazon oferecem programas de força de trabalho para o público, elas contribuem para criar mais oportunidades para indivíduos e comunidades em todo o mundo”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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O PODER REGULATÓRIO – INDUTOR OU INIBIDOR

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Antecipar e prevenir as possíveis consequências, sem que elas, efetivamente, tenham de fato ocorrido, principalmente ainda sem a análise de todas as possibilidades, é tolher o futuro.

 

A ideia de que todos e quaisquer assuntos necessitam de leis para a resolução dos problemas faz parte da cultura brasileira. Um dos exemplos para a grande quantidade de atos legislativos que temos é a própria Constituição Federal que, em número de artigos, é a segunda maior do mundo – atrás apenas do marco legal da Índia. 

 

Plasmar em legislações específicas e antes que hábitos, costumes, comportamentos e que os anseios dos cidadãos estejam consolidados e necessitem de uma regulação é uma característica nata da nossa gente. E assim nasce o termo “a lei não pegou”, para justificar a ineficácia da antecipação de situações, quer sejam sociais, econômicas, culturais e de valores, que ainda não estão consolidadas, mas para as quais se constroem legislações específicas.



 

Faço essa abordagem crítica do nosso comportamento como forma de introduzir e chamar atenção para o fato de que, no mundo digital, essas ações, que comumente chamamos de ex-ante, reproduzem os mesmos comportamentos do mundo analógico. Há, no entanto, um agravante: a perenidade frágil – característica intrínseca da tecnologia, que é mutável e se utiliza deste meio para não sucumbir diante das constantes inovações. 

 

Às vezes, o desconhecimento e a incerteza, em relação às mudanças e aos efeitos advindos das alterações que a evolução tecnológica produz, fazem com que nós, simples usuários, tenhamos receios, inseguranças, desconfianças, que derivam para mecanismos de resguardo e prevenção, ou seja, legislações, como forma de previdência diante do novo.

 

Carros autônomos, conversas com máquinas em linguagem natural, identificação e antecipação de comportamentos mediante análises das interações dos indivíduos, cirurgias feitas por robôs e à distância, aprendizado adaptativo individualizado conforme o nível de absorção do conhecimento, reconhecimentos faciais, consultas com médicos especialistas mediante compartilhamento de imagens. São inúmeras as possibilidades de aplicações com usos de tecnologias que proporcionarão um melhor bem-estar à população e que não podem ter seu florescimento inibido pela criação de legislações. 

 

Antecipar e prevenir as possíveis consequências, sem que elas, efetivamente, tenham de fato ocorrido, principalmente ainda sem a análise de todas as possibilidades, é tolher o futuro. Essa é uma forma de atuação inibidora e na qual a tecnologia e a inovação não prosperarão.

 

O Brasil tem caminhado de maneira híbrida, com ações inibidoras, mas também com legislações principiológicas. As salvaguardas, neste caso, são transferidas para regulamentações infralegais que têm a dinâmica de ser menos rígidas e com mecanismos mais ágeis e flexíveis para alteração no presente e no futuro. Um dos exemplos é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que via o instrumento da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e seu Conselho, cumpre esse papel. 

 

A recente legislação de regulamentação de Inteligência Artificial (IA), aprovada na Câmara, é outro exemplo desse processo. Também fazem parte desse conceito as legislações recentemente revistas como do Fundo de Universalização das Telecomunicações (FUST); da retirada de Internet das Coisas (IoT) da classificação de telecomunicação e sua consequente desoneração, tornando-a viável de ser desenvolvida; da atualização do marco legal das Zonas de Processamento das Exportações (ZPEs), com a inclusão de serviços; e da não cobrança de Codecine sobre as operações de Vídeo sob Demanda (VoD).

 

Sabedores que a nossa sociedade é aderente e com perfil amigável às tecnologias, e que mesmo com as desigualdades e limitado acesso à Internet, faz uso corrente das aplicações, as legislações não podem inibir essas alternativas. A ponderação entre as tentadoras possibilidades proporcionadas pelas tecnologias e a garantia de legítimos interesses dos cidadãos é o desafio. As legislações são necessárias e a tecnologia foi incorporada e é onipresente no cotidiano, e ambas precisam de equilíbrio para que cumpram seus papéis e efeitos na sociedade.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PESQUISA INVESTIMENTOS EM MARKETING & EVENTOS PARA 2022 REVELA PLANEJAMENTO E EXPECTATIVA DAS ORGANIZAÇÕES

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Movimento ModaComVerso reúne grandes varejistas em torno de uma causa comum: promover uma moda mais consciente

Empresas apontam crescimento de budget e apostam no formato híbrido para fazer conexões com propósito

Para estabelecer conexões com propósito, objetivo principal da Necta, é de extrema relevância realizar pesquisas de mercado. Com a nova roupagem de se estabelecer como Martech no próximo ano, a Necta divulga, de forma aberta, o resultado da última edição da pesquisa Investimentos em Marketing & Eventos para 2022.

Como Martech, a Necta segue em 2022 oferecendo o serviço de consultoria, a fim de que as conexões conversem e gerem engajamento para iniciativa privada, governos e sociedade civil. Aliando comunicação, marketing de relacionamento e tecnologia, a Necta desenvolve plataformas de conteúdo e compartilha conhecimento. Em 2021, a exemplo do ano anterior, a pesquisa Investimentos em Marketing & Eventos para 2022 buscou entender o que as organizações estão planejando para o próximo ano. No total, foram pesquisadas 142 empresas com o objetivo de nortear o mercado de marketing & eventos quanto ao formato ideal para a realização das conexões, obtendo a informação do investimento previsto nas organizações pesquisadas.



O mercado digital veio para somar e deve permanecer. A pesquisa revelou que, de 142, 76% das empresas planejam eventos híbridos para 2022. A taxa de aumento, comparado a 2021, foi de 52% entre as que pretendem realizar conexões no formato híbrido (presencial + digital).  Apenas 9% das entrevistadas ainda não definiram o formato que será utilizado.

Usando como base o orçamento previsto para 2021, 40% das organizações aumentaram o budget, enquanto 25% manteve o mesmo deste ano, e 18% diminuiu sua previsão orçamentária. Com as vacinas e a esperança de dias melhores, somente 1% das empresas pesquisadas não definiu orçamento. Na pesquisa anterior, para 2021, essa margem alcançou 38% das organizações. A notícia ainda mais motivadora é que, também, 18% dessas empresas aumentaram em 50% o budget, se comparado com o ano atual, e 25% congelaram no mesmo percentual.

Outra questão muito interessante e reveladora é que 71% das empresas pesquisadas acreditam que os eventos que proporcionam conexões de forma digital complementam, positivamente, os encontros presenciais (14% acredita que as conexões realizadas presencialmente não se comparam aos eventos digitais).

A expectativa de qualquer empresa que busca por uma consultoria e realização de um evento é obter sucesso com as conexões. A maior parte das organizações que fez parte da pesquisa Investimentos em Marketing & Eventos para 2022, espera por um conteúdo personalizado e significativo; desejam ter um representante da organização como palestrante na grade de programação; solicitam ferramentas de interação entre os participantes (como o Zoom, por exemplo); e valorizam a presença da empresa nas redes sociais – ações que levam a um único propósito: fechar parcerias e fazer conexões – o que a Necta chama de Rodadas de Conexões e Negócios.

Importante lembrar que esse resultado pode mudar ao longo do ano de 2022, levando-se em consideração o cenário econômico e político do próximo ano, que ainda deve ser bastante desafiador. Acompanhe o trabalho da Necta por meio do site e também pelos portais de notícias do CSCM e  do AIRC

E em 2022, faça conexões com propósito. Feliz Ano Novo!

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ABRE PORTAS PARA NOVOS PROFISSIONAIS NO MERCADO

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Fotos: Kiko Sierich/PTI

O curso, realizado pelo PTI-BR, em parceria com I2A2, começou no segundo semestre de 2021 e tem como objetivo oferecer qualificação profissional aos participantes

 

A falta de profissionais capacitados na área de Inteligência Artificial (IA) é uma realidade que o mercado vem observando com o avanço dessa tecnologia, de acordo com um estudo recente da Ernst & Young – 31% dos entrevistados do estudo acreditam que a falta de profissionais capacitados é a maior barreira para a implementação de IA. O Programa de Capacitação em Inteligência Artificial (IA), promovido pelo Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) em parceria com o Instituto de Inteligência Artificial Aplicada (I2A2), com apoio do T2I Group e Data H, além de ser um curso inédito para a área de IA, veio com o objetivo de agregar conhecimento para estudantes e profissionais na esfera da tecnologia e inovação, assim, auxiliando o mercado na grande demanda por profissionais especializados.

 

Um relatório da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revelou que a área de Tecnologia da Informação (TI) demandará cerca de 420 mil profissionais até 2024. Porém, a falta de mão de obra é um problema e um alerta para profissionais do segmento. Por este motivo, estudantes que buscam se especializar em Inteligência Artificial são de extrema importância para o mercado brasileiro de tecnologia.


 

Para Frederico Silva, estudante do Programa de Capacitação em Inteligência Artificial, os novos profissionais serão a base de um mercado futuro. “Acredito que estes profissionais não sejam apenas de fundamental importância para o mercado atual, mas serão também a base de um mercado futuro e não muito distante do que já vivemos hoje. Estamos precisando de soluções cada vez mais inteligentes e tecnológicas para lidar com os problemas que estão surgindo.”

 

Por um outro lado, o crescimento no investimento na área de IA, que em 2019 foi de US$ 39 bilhões, e a demanda e necessidade pelo profissional, que em 2020 se encontrou no TOP 1 de profissões mais emergentes segundo o LinkedIn, fez com que profissionais já alocados no mercado em outras áreas migrassem para a área de tecnologia e inovação. Foi o caso da Amanda Engel, participante do curso do PTI-BR, formada em Enfermagem, mas que viu na IA uma chance de unir seus dois interesses – a saúde e a tecnologia. “Acredito piamente que a tecnologia pode ser usada como ferramenta para aprimorar e aumentar o nosso desempenho, ou seja, está aí para nos ajudar. Na área de saúde então, estamos tendo grandes avanços em todos os níveis de assistência: desde um simples monitoramento de uma PA de um hipertenso por meio de um smartwatch ou aplicativo, até cirurgias robóticas.”

 

Celso Azevedo, co-founder e membro do Conselho Fiscal do I2A2, reconhece a realidade da carência nacional de mão de obra especializada no mercado de T.I, porém, também vê a importância do Programa de Capacitação em Inteligência Artificial para ampliar os horizontes dos profissionais brasileiros. “Temos ótimos alunos, que mergulharam de cabeça no processo de aprendizagem, não medindo esforços para acompanhar e se aprofundar no conteúdo oferecido. Nesta mesma ‘intrépida trupe’ de desbravadores do mundo, a IA conseguiu desenvolver um sentimento de ‘time’ e vêm promovendo sessões paralelas de troca mútua de informações e experiência com uma intensidade surpreendente.”

 

O Programa de Capacitação em Inteligência Artificial está em andamento, porém, o sucesso do curso já é notável antes mesmo da sua conclusão. O fator inédito, junto com a iniciativa de compartilhar conhecimento sobre uma área emergente e essencial para o mercado, tornam o Programa necessário para o futuro da área de tecnologia.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PARQUE TECNOLÓGICO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS COMEMORA 15 ANOS

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Vista aérea da cidade de São José dos Campos exemplo que terá certificação de cidades inteligentes
Foto: Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos

Decreto de 4 de dezembro de 2006 marcou início das operações

O Parque Tecnológico São José dos Campos foi criado em 4 de dezembro de 2006 por meio do Decreto Municipal nº 12.367/2006.

Desde sua origem, o Parque tem a missão de promover a interação entre instituições de ensino e pesquisa, empresas, governos e entidades de fomento visando à inovação tecnológica, à criação de novas empresas de base tecnológica, à revitalização de economias locais e regionais, à melhoria da competitividade industrial e à geração de novos empregos.



Em 2006, o núcleo do Parque foi instituído em uma fábrica desativada, com uma área de 33.000 m2, composta por um hall de eventos e um centro empresarial. Atualmente, o núcleo do Parque tem mais de 55.000 m2 de área construída, quatro centros empresariais e mais de 300 empresas vinculadas a seus programas, além de laboratórios multiusuário e seis universidades instaladas.

Mais de R$ 2,7 bilhões já foram investidos no desenvolvimento do Parque, que é considerado o maior complexo de inovação e empreendedorismo do Brasil.

“O Parque já adquiriu uma maturidade de referência no estado e no país, com sua diversidade de programas, aliada ao grau de comprometimento de uma equipe competente que sabe criar inovações que se refletem na sociedade e se convertem em negócios – ponto-chave para o sucesso de um ambiente de inovação. Continuamos aprendendo, expandindo localmente e conectados com mundo”, diz Marcelo Nunes, diretor-geral do PqTec.

Saiba mais neste link.

Assista ao vídeo histórico institucional neste link.

Celebração dos 15 anos do Parque Tecnológico
Data: 3/12/2021
Horário: 9h

Local: Auditório 1 do Parque Tecnológico, av. dr. Altino Bondesan, 500, Eugênio de Melo, São José dos Campos

Programação
9h – Abertura com Marcelo Nunes, diretor-geral do PqTec
9h30 – Homenagem aos colaboradores
10h – História do PqTec com José Raimundo Coelho, representando os ex-diretores do Parque
10h30 – Encerramento com Felício Ramuth, prefeito de São José dos Campos

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PREFEITURA DE SÃO PAULO REALIZA 2ª EDIÇÃO DA ‘HACKATONA ADE SAMPA’, EVENTO EXCLUSIVO PARA MULHERES

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Fotografia de mulher sentada digitando no notebook. Ela está sorrindo
Foto: Huawei/Divulgação

Maratona hacker acontecerá no Centro de Inovação Verde Bruno Covas – Hub Green Sampa entre os dias 10 e 12 de dezembro, permitindo a participação de mulheres cis e trans

Nos últimos cinco anos, a participação feminina no setor de tecnologia apresentou um crescimento de 60%, passando de 2,9 mil mulheres para 44,5 mil em 2019, é o que indica o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged. No entanto, elas ainda representam somente 20% dos profissionais do setor atuantes no país.

Com o objetivo de promover e valorizar a participação feminina no setor de tecnologia, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, realizará a segunda edição da Hackatona, uma maratona hacker exclusiva para mulheres. A maratona terá a sua abertura oficial no dia 10 de dezembro, por meio de uma live realizada no Youtube, porém, o evento presencial terá início às 9h do sábado, 11, até às 18h do domingo, 12, no Centro de Inovação Bruno Covas – Hub Green Sampa.



“Apesar da participação das mulheres no setor de tecnologia apresentar um crescimento significativo, elas ainda são minoria nas empresas do segmento. Pesquisas indicam que cerca de 21% das empresas de T.I. no Brasil não possuem nenhuma mulher na equipe”, declara a secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Aline Cardoso. “Iniciativas como a Hackatona, além de valorizar as entusiastas atuantes na área, também incentivam a entrada de novas mulheres neste mercado de trabalho, que possui um enorme potencial de crescimento”, finaliza.

Com produção do Hackaton Brasil e patrocínio da Uber Brasil e AWS, o evento premiará as três melhores soluções do evento com brindes e um recurso financeiro de R﹩ 7 mil, R﹩5 mil e R﹩ 3 mil, respectivamente. Os pitchs serão apresentados ao final da maratona para uma banca de jurados, composta por membros do poder público, especialistas do segmento e representantes do mercado privado, que avaliarão cada ideia apresentada.

O desafio

Ao longo das 20 horas de maratona, as participantes, que serão divididas em 20 grupos multidisciplinares, cada um com cinco participantes que possuam conhecimento em programação, design gráfico, gestão de negócios ou marketing ou muita curiosidade e vontade de aprender, terão que desenvolver soluções tecnológicas para um dos desafios propostos, são eles:

Desafio 1: Mobilidade – Como melhorar a qualidade da mobilidade urbana para mulheres na cidade de São Paulo?

Desafio 2: Saúde – Como garantir a saúde e bem-estar da mulher?

Desafio 3: Emprego – Como garantir condições de igualdade de gênero no mercado de trabalho?

Desafio 4: Violência – Como contribuir para a diminuição do índice de violência contra a mulher?

“Acreditamos que a tecnologia possui um grande potencial para contribuir com soluções que garantam a igualdade de gênero e o desenvolvimento de políticas públicas para a nossa Capital. Neste contexto, a Ade Sampa desenvolve diversos programas e ações de fortalecimento do setor de empreendedorismo feminino, por meio de iniciativas como a Hackatona, sendo um caminho de incentivo e inserção de mulheres no segmento, além de promover um grande ‘brainstorm’ de ideias inovadoras que solucionem problemáticas da nossa cidade”, declara o presidente da Ade Sampa, Renan Vieira.

Quem pode participar?

Mulheres cis e trans com idade igual ou superior a 18 anos poderão participar da hackatona. É preferível que a inscrita tenha experiência em pelo menos uma das seguintes áreas de atuação:

• Programação e desenvolvimento de software;

• Design Gráfico;

• Design digital;

• Gestão de Negócios;

• Engenharias;

• Marketing / Comunicação;

• RH / Recrutamento e Seleção;

• Transporte / Logística / Mobilidade;

É necessário também que a participante tenha consigo o próprio laptop/notebook para a utilização durante o concurso. As “hackers” mamães, também poderão participar da maratona e seus filhos serão bem-vindos ao Centro de Inovação Verde Bruno Covas – Hub Green Sampa. As inscrições são gratuitas.

“É uma satisfação enorme para a Comunidade Hackathon Brasil, poder organizar este Hackathon, pós retomada das atividades presenciais, e poder fazer parte dessa iniciativa, que visa dar voz e mais oportunidades para as mulheres na área da tecnologia”, comenta Tayane Amaral, Cofundadora e Community Manager na Hackathon Brasil.

O regulamento completo da Hackatona, assim como a ficha de inscrição para a participação do concurso, está disponível clicando aqui. As inscrições estão disponíveis até 10 de dezembro ou preenchimento total das 100 vagas disponíveis.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONSUMIDORES SE PREOCUPAM COM SUSTENTABILIDADE, MAS RAPIDEZ E CONVENIÊNCIA PREVALECEM NAS ESCOLHAS DIÁRIAS DE TRANSPORTE

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2ª edição do Parque da Mobilidade Urbana

Mobilidade e transporte consomem 20% da energia do mundo – a maioria alimentada por combustíveis fósseis. Com a crescente tendência de uma urbanização em massa vem o aumento do congestionamento, especialmente com mais cidades se restabelecendo após o confinamento, o que pode acelerar rapidamente a demanda de energia e as emissões geradas pelo transporte¹. Reduzir as emissões de carbono é imperativo para todos nós e, da mesma forma, o futuro da mobilidade deve ser sustentável.

Muitas cidades e montadoras já estão trabalhando rapidamente em soluções mais limpas para reduzir as emissões no transporte e na mobilidade do dia a dia. Por exemplo, no começo deste ano, a General Motors anunciou que iria cessar as vendas de veículos de engenharia de combustão interna até 2035; a Daimler já começou a estratégia de “Contagem Regressiva a Zero” (emissões); e a cidade de Copenhague deseja se tornar a primeira capital de carbono neutro até 2025. Entretanto, ainda há muito o que as cidades, os cidadãos e as montadoras podem fazer para reduzir as emissões geradas no transporte diário.



Para entender melhor as atitudes dos consumidores e identificar potenciais barreiras em torno da mobilidade sustentável, a IBM pesquisou 1.000 consumidores adultos residentes em cada uma destas cinco cidades: Chicago, Londres, Munique, Roma e São Francisco. Todas têm os mais altos níveis de propriedade de veículos, bem como de uso de transporte público, tornando-as locais convenientes para entender o que influencia as opções de transporte diário.

Velocidade e conforto ultrapassam a sustentabilidade para opções de transporte diário

Embora, no geral, a maioria dos entrevistados (77%) concorde que é importante reduzir suas pegadas individuais de carbono, só metade dos adultos entrevistados consideram a sustentabilidade quando tomam decisões locais de transporte. Ao invés disso – e especialmente os americanos -, optam por conveniência e rapidez.

Por exemplo, o transporte público foi classificado entre as formas de transporte mais ambientalmente amigável, porém apenas aproximadamente metade escolhe ativamente o transporte público para reduzir sua pegada de carbono. Por causa dessa tendência pela conveniência e rapidez, é responsabilidade das próprias indústrias removerem as barreiras inibidoras da mudança de comportamento dos consumidores.

Superando obstáculos que inibem a adoção de veículos elétricos

Para a indústria automotiva, veículos elétricos trazem uma promessa de uma opção de transporte mais sustentável. Na pesquisa, descobrimos que a maioria (71%o) dos entrevistados concorda que veículos elétricos são uma opção verdadeiramente sustentável para viajar. Na verdade, mais da metade dos entrevistados (57%) indica que eles atualmente possuem, alugam ou planejam ter ou alugar um veículo elétrico dentro dos próximos anos.

A barreira primária indicada pelos participantes como inibidora da adoção generalizada se resume ao custo. Esse cenário é seguido pelas preocupações sobre a vida útil da bateria e o carregamento, além do ceticismo em relação à eficácia das reinvindicações de sustentabilidade e da ética em torno da mineração para os materiais da bateria.

Estas são três maneiras como a indústria automotiva pode superar esses obstáculos:

• Reduzir o custo inicial de propriedade monetizando serviços automotivos conectados: O relatório Automotivo 2030: Corrida para um futuro digital descobriu que os consumidores entrevistados agora avaliam igualmente uma experiência perfeita, personalizada e conectada dentro do carro como um atributo tradicional, assim como o manuseio, cavalos de força ou estilo. As montadoras estão experimentando novas formas de monetizar experiências e serviços dentro do carro, como os de navegação, alertas de tráfego, condições de estradas ou de clima que podem melhorar a experiência de ir do ponto A ao ponto B. Nos últimos anos, a IBM tem trabalhado de perto com a PSA – a matriz da Peugeot e da Citroën – para desenvolver e monetizar serviços de carros conectados como a base da experiência do futuro da direção. Enquanto a maioria desse trabalho ainda está nos estágios iniciais de experimentação, a abordagem pode ajudar a criar novas linhas de receita para dar às montadoras flexibilidade na precificação de novos veículos.

• Estabelecer um ecossistema transversal à indústria para remover o atrito na experiência de carregamento do veículo elétrico: Muito parecido com o carregamento de qualquer dispositivo eletrônico, “reabastecer” um veículo elétrico leva tempo. Podem ser necessáriosde 15 minutos a 12 horas para uma recarga, dependendo da voltagem e da oferta disponível. E esse processo pode ficar complicado quando uma onda repentina da carga do veículo elétrico coloca uma pressão significativa na rede. A adoção do veículo elétrico não pode ser solucionada apenas pelas montadoras. Em vez disso, elas devem colaborar com os serviços de utilidade pública para fornecer mercados de energia em que os proprietários de veículos elétricos podem optam por vender o excesso de energia em tempos de demanda.

• Superando o ceticismo à espreita com uma melhor transparência através de plataformas abertas: A produção de baterias de veículos elétricos depende de baterias de íon-lítio leves, potentes e compactas, construídas a partir de materiais brutos como cobalto, níquel, lítio e cobre. Muitos deles são originados por meio de uma mineração artesanal e de pequena escala, um setor conhecido por condições de trabalho difíceis e perigosas. A RCS Global, líder em coletar e verificar dados para garantir práticas responsáveis em cadeias de abastecimento, associou-se à IBM para estabelecer uma tecnologia de monitoramento de mercadoria chamada de Fonte Responsável de Rede Blockchain. Isso ajuda a garantir, para muitos dos parceiros, automotivos da RCS Global cujos materiais atendem aos padrões éticos de fontes.

Alcançar os objetivos de redução de emissão e acelerar a adoção de veículos elétricos não pode ser feito isoladamente. Porém, através da colaboração sustentada com tecnologias, as montadoras podem superar essas barreiras inibidoras da adoção de veículos elétricos e avançar para o caminho da mobilidade sustentável.

¹ Clique aqui para conferir o estudo da BCG sobre urbanização e aumento de congestionamento

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UBERLÂNDIA CONQUISTA 1º LUGAR DO PAÍS EM SERVIÇOS DE CIDADES INTELIGENTES

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Município também foi reconhecido este ano como o 1º do país em estímulo às telecomunicações

A busca por inovação e desenvolvimento tecnológico tem sido uma das marcas da atual gestão da Prefeitura de Uberlândia. Nesse processo, a população passou a contar com acesso facilitado ao serviço público por meio de canais digitais, por exemplo. O aprimoramento da legislação municipal é outro mecanismo adotado para melhorar o dia a dia da cidade. Devido a iniciativas como essas, Uberlândia acaba de conquistar o 1º lugar no ranking nacional de Serviços de Cidades Inteligentes.

O levantamento considera a oferta de serviços por meio de recursos digitais e no estímulo às telecomunicações entre os 100 maiores municípios brasileiros. O ranking analisa 29 serviços, dos quais 16 foram identificados em Uberlândia. Entre os destaques da cidade estão os cruzamentos com semáforos inteligentes, os prontuários eletrônicos, as lâmpadas de LED monitoradas por telegestão, informatização de serviços de saúde e educação e a digitalização dos serviços públicos.



Para divulgar o resultado, as organizadoras do ranking realizaram um evento virtual na tarde desta quinta-feira (25) . O ranking é feito pela consultoria Teleco e tem parceria com a Conexis Brasil Digital (entidade que congrega as principais de operadoras de telecomunicações e substituiu a marca Sindtelebrasil) e a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel).

“É com muito orgulho que recebemos esse reconhecimento. Repito sempre: a cidade que não for facilitadora, ficará para trás. E por isso buscamos ser uma Prefeitura inovadora. Por exemplo, avançamos muito na educação com aulas virtuais e pela televisão. Entregamos tablets a mais de 14 mil crianças atendidas pelo Bolsa Família. Na área da saúde, hoje nós temos mais de 1,2 milhão doses da vacina contra a Covid aplicadas via agendamento virtual e notificação por mensagem de texto SMS”, disse o prefeito.

Odelmo Leão ainda apresentou outras iniciativas de inteligência e inovação aplicadas no município. “Eu juntei os setores de agro e desenvolvimento econômico em uma única pasta, a Secretaria de Agronegócio, Economia e Inovação, porque acredito que toda a cadeia produtiva (do produtor rural à indústria) precisam caminhar junto. E, nesse sentido, estamos criando programas de informatização para auxiliar tanto produtores quanto os empresários. Além disso, a Prefeitura oferece ao cidadão mais de 90 tipos de serviços de forma virtual. Então eu acredito que as inovações vêm no sentido de facilitar as coisas.”

Além disso, o prefeito ressaltou que a modernização do sistema de iluminação pública na cidade já alcançou 71% da troca das lâmpadas tradicionais pelas de LED, reduzindo em 2 mil toneladas/ano a emissão de gás carbônico na atmosfera.

Tecnologia, inteligência e conectividade

Ao comentar sobre o ranking após o anúncio do resultado, o gerente de Infraestrutura da Conexis, Ricardo Dieckmann, ressaltou que as cidades precisam estar preparadas tanto para oferecer serviços digitais e inteligentes aos moradores quanto para viabilizar a expansão da conectividade. “Essas duas vertentes, serviços inteligentes e conectividade, têm que caminhar lado a lado”, destacou.

E esse é o caso de Uberlândia, que, em setembro deste ano, também obteve o 1º lugar no ranking nacional Cidades Amigas da Internet , promovido pela Conexis, Abrintel e Teleco. Nessa premiação, o município foi considerado o que mais oferece estímulo às telecomunicações no Brasil, especialmente por ter uma legislação que possibilita a expansão do setor.

cidade é uma das poucas do país preparadas para receber a infraestrutura para a tecnologia 5G . Inclusive a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) destaca Uberlândia como único exemplo de Minas Gerais entre os municípios com legislação aderente às melhores práticas para expansão da infraestrutura de telecomunicações.

Enquanto nos demais municípios a desburocratização do setor é fruto de legislação recente, em Uberlândia o atual cenário foi antecipado há 10 anos. Durante a gestão 2007-2012 à frente da Prefeitura, Odelmo Leão revogou a lei municipal 7.904, de dezembro de 2001. Essa decisão retirou empecilhos que poderiam dificultar o atual avanço tecnológico em curso.

Exemplo para o país

No encerramento da cerimônia virtual, o presidente executivo da Conexis Brasil Digital, Marcos Ferrari parabenizou a cidade pelo segundo prêmio anual. “Assim como disse na premiação da Cidade Amiga da Internet, reitero que Uberlândia é exemplo para todo o país”, afirmou.

Além disso, o diretor do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), José Gontijo, declarou que o ranking servirá de base para a promoção de políticas públicas junto às prefeituras em todo o país. A iniciativa consta do termo de cooperação anunciado em conjunto pelo órgão federal, a Conexis e a Abrintel.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RELATÓRIO ANUAL “OBSERVATÓRIO DE MERCADOS DE ENERGIA MUNDIAL”, DA CAPGEMINI, DEMONSTRA QUE O INVESTIMENTO EM ENERGIA SUSTENTÁVEL É A CHAVE PARA ALCANÇAR AS METAS CLIMÁTICAS

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Comissão Europeia prepara legislação para indústria sem emissão de CO2

O setor de Energia e Serviços Públicos está enfrentando o desafio de cumprir promessas de longo prazo de redução de carbono e, ao mesmo tempo, encontrar o equilíbrio entre atender às expectativas das partes interessadas, fornecer energia acessível e garantir a continuidade dos negócios. Todo este processo está acelerando a transformação do setor.

A Capgemini publicou a 23ª edição do relatório anual “Observatório Mundial dos Mercados de Energia (WEMO)”, criado em parceria com De Pardieu Brocas Maffei, Vaasa ETT e Enerdata. O estudo analisa o estado e as tendências dos mercados e tecnologias de eletricidade e gás na América do Norte, Europa, Ásia – incluindo China e Índia – e Austrália, e fornece insights sobre o progresso na luta contra o aquecimento global e a transição energética em curso. A pesquisa também explora a evolução dos principais participantes da indústria e prevê as tendências para o futuro. Entre as descobertas mais relevantes incluem:

Mercados de eletricidade – Estão em níveis recordes, vinculados à demanda sustentável, margens de capacidade de geração menores, altos preços do gás e, na Europa, valores exorbitantes do carbono.



Fornecimento de eletricidade de base renovável – Houve aumento da oferta, enquanto os custos para provimento deste tipo de energia continuaram diminuindo em 2020. As capacidades de geração por fonte solar e eólica aumentaram em 2020, representando 10% do mercado de geração de energia elétrica. A tendência de redução de custos pode se reverter em 2021 e nos anos seguintes, com o aumento dos preços dos metais, equipamentos e transporte, bem como as taxas de juros.

Hidrogênio Verde – Há um crescente interesse em torno do hidrogênio verde, que tem o potencial de descarbonizar mais de 15% da economia mundial. Esta fonte limpa ainda é cara, cerca de três vezes mais do que o com base em fósseis; no entanto, a redução dos custos da eletricidade renovável e do eletrolisador pode levar à paridade em 2030.

Concorrência – A competição no mercado varejistas de eletricidade e gás se recuperou amplamente no início de 2021. No entanto, atualmente, os preços elevados da energia estão a desencadear consolidações. Embora as concessionárias tenham demonstrado resiliência financeira em 2020, os participantes do setor de petróleo e gás foram mais severamente atingidos, mesmo muitos já tendo se recuperado graças à alta demanda e preços do petróleo e gás. A pressão das partes interessadas sobre as principais empresas de petróleo e gás acelerou sua diversificação em direção à eletricidade, energias renováveis e mobilidade eletrônica e, também, reforçou seus compromissos de neutralidade de carbono, especialmente para as companhias petrolíferas internacionais europeias (IOCs).

Novo modelo de negócios – Os players do setor de energia e serviços públicos estão se movimentando rapidamente para descarbonizar suas operações e aproveitar a atual transição energética para desenvolver novos modelos e se reinventar de maneiras valiosas. Digitalizando e adotando tecnologias de redução de carbono. Muitos estão tentando encontrar o equilíbrio certo entre atender às expectativas das partes interessadas e garantir a transformação dos negócios em mercados competitivos.

Embora o apelo por tecnologias limpas, essenciais para a transição energética, comece a se intensificar, é crucial lembrar que isso significa não comprometer a segurança do fornecimento ou acessibilidade da mesma.

De acordo com Colette Lewiner, Conselheira Sênior de Energia e Serviços Públicos da Capgemini, “o impacto da COVID-19 foi importante. No entanto, como vimos no primeiro semestre de 2021, a pandemia não trouxe uma redução sustentável nas emissões de gases e do efeito estufa compatível com a meta de aquecimento global de 1,5 ° C para 2100. Os esforços para a implementação de tecnologias de redução de carbono, aumento do armazenamento energético estacionário e crescimento do mesmo devem ser multiplicados. É importante que a sustentabilidade da geração de energia elétrica, armazenamento de bateria e produção de hidrogênio seja avaliada ao longo de seus ciclos de vida. As energias renováveis mudaram as métricas de medições e novas são necessárias. As trajetórias rumo ao Net-Zero para negócios globais devem contar com métodos de medições científicos indiscutíveis e dados precisos que incluem todos os gases de efeito estufa. Hoje, o acesso à energia está se tornando um desafio social: a indústria e os governos devem encontrar o equilíbrio entre a descarbonização e a garantia de que as necessidades globais de energia permaneçam acessíveis a todos”.

Philippe Vié, vice-presidente do grupo de energia e serviços públicos da Capgemini, acrescenta: “como o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa estão aumentando novamente, precisamos de planos realistas e acessíveis para acelerar a transição energética. Limitar a trajetória da mudança climática requer uma mudança de marcha quando se trata de investimento e de um requisito para considerar o equilíbrio entre aplicações de valores e um resultado tangível. Cada dólar investido deve levar a uma redução nas emissões, por exemplo. Agora, é necessário mais investimento na geração de redução de carbono, se quisermos atender ao crescimento da eletrificação – duas a três vezes a capacidade atual necessária até 2050 – e, ao mesmo tempo, descarbonizar a geração de eletricidade”.

Giulio Salomone, Vice-Presidente Utilities, Telecom & Industries da Capgemini Brasil, afirma: “para que se cumpram as metas acordadas não só em Paris, mas principalmente agora durante a COP26 será preciso um grande esforço de todos os países. Somos um só planeta e não adianta algumas localidades se comprometerem, enquanto outras continuam a não se preocupar com seus resíduos ou com a emissão de Gases de Efeito Estufa. Neste sentido, a tecnologia tem muito a colaborar, com a criação de modelos, coleta e gestão inteligente de dados para acelerar a transição energética e fortalecer a adoção de soluções verdes”.

Além das descobertas apresentadas acima, o WEMO traz uma série de recomendações para que possamos atender às metas de combate às mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, garantir a segurança do fornecimento de energia e acessibilidade para os cidadãos:

• Definir planos ambiciosos e realistas de transição energética, considerando o tempo de adaptação das sociedades, suas indústrias e os estilos de vida da população.

• Acelerar a pesquisa em tecnologias de redução de carbono (solar, eólica, baterias elétricas, hidrogênio verde) e diminuir os obstáculos administrativos para a construção de instalações renováveis.

• Medir o efeito das ações tomadas. As instituições financeiras devem definir critérios extra financeiros padronizados, possibilitando a comparação entre os esforços empreendidos pelas empresas.

• Dando uma atenção especial à segurança cibernética. Implementando sistemas mais inteligentes, principalmente redes elétricas com tecnologia avançada, são fundamentais para fornecer uma grande parte de energias renováveis. No entanto, isso está vinculado a um risco maior de segurança cibernética à medida que mais dispositivos se conectam às redes.

• Implementar medidas de adaptação para lidar com o atraso no alcance das metas climáticas.

O World Energy Markets Observatory é uma publicação anual da Capgemini que monitora os principais indicadores dos mercados de eletricidade e gás na América do Norte, Europa, Ásia (incluindo China e Índia) e Austrália. A 23ª edição, elaborada principalmente a partir de dados públicos combinados com a expertise da Capgemini no setor de energia, refere-se aos dados de 2020 como primeiro semestre de 2021. Expertise especial em regulação e comportamento do cliente, bem como dados de mercado foram fornecidos por pesquisas de equipes em De Pardieu Brocas Maffei, VaasaETT e Enerdata.

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Com informações da Assessoria de Imprensa

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