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GREEN4T CONQUISTA O SELO PRÓ-ÉTICA 2021

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Estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Educação e Tecnologias oferecido pela UFSCar.
Foto: Banco de imagens/green4T

Brasileira reconhecida pela atuação com foco no comprometimento ético aplicada a governança

A green4T, empresa de soluções de tecnologia e infraestrutura digital, acaba de ser reconhecida com o selo Pró-Ética 2021, organizado pela Controladoria Geral da União (CGU). O processo de avaliação do Pró-Ética deste ano contou com a inscrição de 327 companhias dos mais diversos ramos de atuação, sendo 195 avaliadas. Dessas, 67 foram aprovadas com o maior nível de comprometimento em prevenção, detecção e remediação dos atos de corrupção e fraudes.

O objetivo da iniciativa é consolidar e divulgar os nomes das empresas que adotam voluntariamente medidas reconhecidamente desejadas e necessárias para que se crie um ambiente de integridade e confiança nas relações entre o setor público e o setor privado, além de conscientizar as empresas de seu papel no enfrentamento da corrupção ao se posicionarem afirmativamente pela prevenção e pelo combate às práticas ilegais e antiéticas e em defesa de relações socialmente responsáveis.

Para Eduardo Carvalho Rasi, Diretor de Compliance da green4T, a conquista do selo comprova o alto nível de governança da empresa, fundamental para o estabelecimento de relações sólidas com os stakeholders e o mercado, além de fortalecer as práticas de governança alinhada a agenda ESG.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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IMPULSIONAR O FINANCIAMENTO É PEÇA-CHAVE PARA PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DIZ PESQUISADORA DA UFMG

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Para Débora Freire, é preciso valorizar o papel dos bancos de desenvolvimento, agências de fomento e cooperativas de crédito

Criado para impulsionar a produção de projetos que contribuam de forma efetiva para o desenvolvimento sustentável, o Prêmio ABDE-BID contemplou os vencedores no dia 15 de dezembro, em cerimônia online. O evento contou com palestra da professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro da comissão julgadora, Débora Freire. Com o tema “Desafios para a promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil em 2022”, a pesquisadora indicou caminhos e dificuldades para o país avançar no assunto.

“É urgente que a gente passe a discutir os caminhos de políticas públicas para a promoção do desenvolvimento sustentável. Precisamos enfatizar a preocupação ambiental quando falamos em desenvolvimento sustentável para que, num futuro próximo, as questões climáticas não sejam um entrave para o desenvolvimento”.

Para a pesquisadora, as instituições financeiras do desenvolvimento são peça-chave para impulsionar o desenvolvimento sustentável no país. Segundo ela, os investimentos privados são insuficientes e precisam de estímulo de parcerias com os bancos de desenvolvimento, agências de fomento e cooperativas de crédito.

“Não adianta recomendar e pensar caminhos e não pensar no financiamento. Vejo um papel imprescindível dos bancos de desenvolvimento. A gente precisa voltar a discutir o papel dos bancos de desenvolvimento, sem esse pilar é impossível pensar no promoção do desenvolvimento sustentável. Acredito na complementariedade do investimento público e privado”.

Vencedores do Prêmio ABDE-BID

O secretário executivo da ABDE, José Luiz Gordon, anunciou os vencedores das três categorias da premiação. Na categoria Desenvolvimento em Debate, o trabalho vencedor foi “Productivity of transportation infrastructure in Brazil: a sectoral and regional approach using dynamic panel data models”, de autoria de Victor Medeiros, Rafael Saulo Marques Ribeiro e Pedro Vasconcelos Maia do Amaral, todos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O artigo “Empowerment and gender equity in agriculture: evidence of smallholder farmers in Western Paraná (Brazil)”, levou o prêmio na categoria Diversidade: aspectos gerais e desafios para o desenvolvimento. O trabalho foi desenvolvido por Roberta Vedana, da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP), Marcos de Oliveira Garcias (UNILA), Mary Arends-Kuenning (Universidade de Illinois) e Pery Francisco Assis Shikida (UNIOESTE).

Por fim, na categoria Sistema OCB: Desenvolvimento e Cooperativismo de Crédito, realizado em parceria com a OCB, a primeira colocação foi do artigo “O efeito do cooperativismo agropecuário e de crédito no desenvolvimento regional da agricultura familiar no Brasil”. A autoria foi de Érica Basílio Tavares Ramos, da Universidade de Goiás, com coautoria de José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e ministério da agricultura pecuária e abastecimento (MAPA).

“É o oitavo ano que a gente repete essa parceria. Sempre nos surpreendemos e nos anima e trazem novas ideias. É uma edição especial por estarmos ainda vivendo um momento de pandemia, e essa é uma iniciativa que exerce papel muito importante na geração e disseminação de conhecimento”, afirmou o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski.

O representante do BID no Brasil, Morgan Doyle, destacou a qualidade dos trabalhos acadêmicos que concorreram à premiação. “Mais do que nunca será preciso articular esforços para levar financiamento de qualidade às micro, pequenas e média empresas, a fim de diminuir as lacunas que tem se agravado entre os empreendedores. Fico encantando com o nível da produção acadêmica brasileira, e a solidez de temas que são muito relevantes para o país”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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IPT INICIA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO EM PARCERIA COM A LENOVO

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) trabalhará em aplicações para produtos da Lenovo; empresa investirá em profissionais e na construção de um laboratório dentro do IPT Open Experience 

A Lenovo, empresa líder no fornecimento de tecnologia inteligente, inaugurou, em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), um laboratório próprio dentro do IPT Open Experience. A inauguração marca o início de um projeto entre o Instituto e a empresa, cuja parceria prevê investimento da Lenovo na construção do espaço dentro do IPT Open Experience na modalidade “Centro de Inovação”, sendo responsável por projetar e configurar o local com equipamentos, infraestrutura e identidade visual da empresa. Além disso, a Lenovo investirá na contratação e capacitação de cerca 100 profissionais entre engenheiros, arquitetos de software, estudantes e outros profissionais da tecnologia da informação que atuarão com dedicação exclusiva nos projetos da empresa.

O IPT atuará como um braço da área de pesquisa da companhia e será responsável pelo desenvolvimento de aplicações na área de software para produtos do portfólio de notebooks de consumo, mercado corporativo e computação gaming da Lenovo no Brasil e no mundo, com foco em acessibilidade e inclusão. Dentre os projetos, está o grupo de pesquisa em Libras (Língua Brasileira de Sinais), que irá transformar a experiência de uso de teclados virtuais para pessoas com deficiência auditiva, a partir de uma patente desenvolvida por pesquisadores brasileiros da Lenovo, e inédita no mundo.

Além disso, será criado um Centro de Excelência em Linux, onde serão desenvolvidos projetos para os PCs da Lenovo, Internet das Coisas, servidores e computação em nuvem. Para fortalecer o ecossistema de tecnologia, haverá, ainda, capacitação de profissionais em segurança cibernética.

O prazo para a conclusão do primeiro projeto está estimado em dois anos.

“A parceria entre Lenovo e o IPT criará um ambiente com oportunidades para profissionais qualificados trabalharem em nossos projetos estratégicos”, afirma Hildebrando Lima, responsável pela área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Lenovo no Brasil. Os profissionais irão colaborar com o ecossistema de pesquisa e desenvolvimento global da companhia, que conta com cerca de 8 mil profissionais em 18 países. “Desenvolveremos, no Brasil, softwares que farão a diferença em como as pessoas usam a nossa tecnologia, com foco em acessibilidade e inclusão”, explica Hildebrando Lima.

Ricardo Bloj, presidente da Lenovo no Brasil, destaca a parceria com foco em inovação: “Essa interação entre o Instituto, universidade e empresa privada é um passo importante para o desenvolvimento de produtos inovadores adequados às realidades do mercado brasileiro.”

Para ele, o Brasil tem um papel fundamental de referência no desenvolvimento de tecnologias. “A Lenovo investe cerca de 170 milhões de reais anualmente em pesquisa e desenvolvimento no Brasil, que é um país-chave para a companhia. Esperamos que os produtos inovadores projetados em parceria com o IPT possam ultrapassar barreiras e facilitar a vida das pessoas de todo o mundo por meio de tecnologia inteligente”, completa.

Este plano de trabalho marca o início da parceria entre a Lenovo e o IPT na execução de uma série de projetos de inovação previstos para 2021 e faz parte do acordo firmado no final de 2020, quando a empresa ingressou no IPT Open Experience, inaugurado em novembro do ano passado. O espaço é a pedra fundamental do CITI – Centro Internacional de Tecnologia e Inovação, uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo que visa criar um ecossistema aberto de inovação para reunir organizações de todos os portes e setores econômicos que demandem soluções inovadoras.
“O mundo de inovação é altamente dinâmico e passa por momentos de inovação aberta a projetos inovadores em plataformas modernas, que é o caso da Lenovo. Essa integração dos pesquisadores do IPT, que contam com vasto conhecimento em tecnologia, com equipamentos, infraestrutura e ideias da Lenovo é uma união promissora no desenvolvimento da tecnologia do país”, afirma Alessandro Santiago do Santos, gerente de apoio da unidade de negócios e tecnologias digitais do IPT.
O IPT Open Experience conta hoje com empresas nas mais diversas áreas, como biotecnologia, energia, indústria 4.0, sustentabilidade e transformação digital, nas modalidades “Centro de Inovação”, como no caso da Lenovo, quando a empresa parceira cria um centro próprio de pesquisa aplicada nas mais diversas áreas e “Hub de Inovação”, um ambiente criado para solucionar desafios tecnológicos, desenvolver e incorporar inovação hardtech nos negócios das empresas, integrado por startups, pesquisadores, universidades, órgãos de governo e outros atores do ecossistema nacional de ciência, tecnologia e inovação.

Para Maria Cristina Machado Domingues, Diretora da Unidade de Negócios e Tecnologias digitais do IPT, as parcerias com empresas inovadoras são um caminho para fortalecer o desenvolvimento de tecnologias nacionais. “Estamos satisfeitos em saber que a tecnologia desenvolvida no Instituto será utilizada em produtos inovadores da Lenovo. Uma das nossas missões no IPT é de exportar o que fazemos de melhor em termos de tecnologia e as parcerias são parte importante deste processo”, afirma.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HUAWEI, CEAR/UFPB E GRUPO RIO ALTO FIRMAM ACORDO PARA IMPLANTAÇÃO DE LABORATÓRIO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE GERAÇÃO SOLAR

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Memorando de entendimento foi assinado durante o Renewable Innovation Day, evento que celebrou os 10 anos do CEAR/UFPBP

Promover pesquisa e desenvolvimento valendo-se do enorme potencial de irradiação solar da Paraíba: esse é o objetivo do acordo firmado entre a Huawei, o Centro de Energias Alternativas e Renováveis da Universidade Federal da Paraíba (CEAR/UFPB), e o Grupo Rio Alto em 10 de dezembro de 2021. A assinatura do memorando de entendimentos aconteceu durante o Renewable Innovation Day, evento que também celebrou os 10 anos de atividades do CEAR/UFPB. A partir de então, será instalado um Laboratório que permita realizar estudos de maximização de geração de energia solar. Para isso, uma a usina de energia solar começará a ser construída na UFPB como fruto da união entre iniciativa pública e privada.

A Paraíba possui um dos maiores índices de irradiação solar no Brasil, contando atualmente com oito parques em operação que totalizam uma potência instalada de 138,20 MW. O segmento é considerado um modelo limpo de energia, por conta da pouca produção de poluentes.

Durante a solenidade, Mason Qing, Vice-presidente da Huawei Digital Power, lembrou a história de sucesso que a companhia tem no país há 23 anos e reforçou que, hoje, a energia solar tem um papel de destaque na Huawei, sendo um dos pilares da empresa no Brasil e no mundo. Já Ma Jie, Vice-presidente de Recursos Humanos da Huawei no Brasil, abordou iniciativas de capacitação de novos talentos, como os programas Open Class, Seeds for The Future, ICT Academy e ICT Competition.
Nesse mesmo sentido, Euler Macêdo, Diretor do CEAR/UFPB, reconheceu o quanto as iniciativas educacionais têm sido transformadoras, com mais de 240 alunos formados pelos cursos da Huawei. “Nosso compromisso era obter 40 certificações internacionais. Ao final do projeto ICT Academy, alcançamos 86. Ter conseguido dobrar a meta nos deixou muito satisfeitos. Além disso, nosso aluno Lucas Gudes foi um dos finalistas do programa internacional Seeds for the Future”, explica o professor.

Entre as presenças ilustres do Renewable Innovation Day também estiveram: Valdiney Gouveia, reitor da UFPB; a professora Camila Gehrke (UFPB); André Pepitone, Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica; Carlos Eduardo Pereira, Diretor Operacional da Empresa Brasileira de Inovação Industrial – EMBRAPII.

Confira na íntegra a transmissão do evento no canal da Huawei no Youtube.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CINCO PRINCIPAIS TENDÊNCIAS EM ENGENHARIA ELÉTRICA PARA OS PRÓXIMOS ANOS

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Rota 2030 - uma alternativa para o mercado automobilístico
Foto: istockphoto/divulgação

Professor especialista da FEI comenta as principais demandas para os engenheiros eletricistas do futuro

A Engenharia Elétrica é uma área do conhecimento muito versátil, que está presente em diversas atividades do dia a dia de todos. Temas relacionados aos avanços tecnológicos, assim como a crescente preocupação com a mobilidade e questões ambientais são alguns dos tópicos debatidos pela sociedade e que contarão com a atuação do engenheiro eletricista.

Renato Giacomini, coordenador do curso de graduação em engenharia elétrica da FEI, elenca as cinco tendências em Engenharia Elétrica para os próximos anos:

1. Gestão Energética

É cada vez mais amplo o debate em torno da crise energética e adoção de fontes de energia renováveis, uma vez que a principal matriz de geração de energia no Brasil é hidroelétrica, e já se encontra no limite de sua capacidade instalada. Por isso, é função do engenheiro eletricista promover uma gestão eficiente da energia. É importante acompanhar a transição energética no Brasil, que deve priorizar a energia solar, principalmente, já que ela pode ser gerada localmente, reduzindo os custos de transmissão e distribuição.

2. Veículos Elétricos

A preocupação ambiental tende a acelerar a mobilidade elétrica em todo o mundo nos próximos anos. O desenvolvimento de baterias mais duráveis e com investimento menor é outro ponto que favorece o aumento de produção de veículos elétricos no Brasil. O veículo elétrico é mais simples e exige menos manutenção, assim, ele se apresenta como uma alternativa mais sustentável e economicamente mais viável.

3. Telecomunicações

As necessidades de interconexão de objetos do cotidiano com o ambiente digital (IoT) e a chegada do 5G devem expandir a demanda por desenvolvimento de hardwares de computadores e dispositivos mais potentes e complexos, além de exigir mais sistemas de controle e supervisão eletrônicos.

4. Micro e Nanoeletrônica

É crescente, também, a demanda por aparelhos eletrônicos com baterias mais duráveis e que consumam menos energia. E estamos acompanhando uma evolução da eletrônica para que os equipamentos tenham um menor consumo de energia a ponto de não ser mais necessário carregá-los na tomada. E em um futuro mais distante os aparelhos eletrônicos deverão se alimentar da energia do ambiente, promovendo a ‘libertação’ dos fios e tomadas.

5. Integração com a Bioengenharia

Há um interesse latente por mais integração entre o mundo real e mundo virtual. Por isso, prevemos mais investimento em pesquisas para implantes eletrônicos em humanos, biochips, que facilitem variadas possibilidades de conexão entre pessoas e dispositivos por aproximação, sem a necessidade de biometria ou reconhecimento facial.

As transformações tecnológicas, econômicas e sociais têm gerado impacto na formação e atuação dos profissionais da área. E é fundamental que o engenheiro eletricista tenha conhecimentos pluridisciplinares, se mantenha atento às tendências da profissão e aos temas de relevância para a sociedade.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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AGENDA DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL PARA A PROMOÇÃO DA INTEGRIDADE AINDA É INCIPIENTE NOS ESTADOS BRASILEIROS, NECESSITANDO DE MAIS INVESTIMENTO

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Divulgação: Imprensa Governo /RS

Índice avaliou o nível de maturidade das iniciativas digitais implementadas por governos estaduais e sua relação com o fortalecimento da transparência e da integridade.

Os estados brasileiros ainda precisam dar passos importantes em suas ações de transformação digital voltadas para o fortalecimento da integridade e da transparência. Essa é a conclusão do Índice de Transparência Digital e Integridade (ITDI), lançado no dia 15  de dezembro pela Transparência Internacional – Brasil e pelo Grupo de Transformação Digital dos Estados e DF – GTDGOV, que oferece um diagnóstico da maturidade de governos estaduais em iniciativas de transformação digital que auxiliam na promoção da integridade e transparência públicas.

Nenhum dos estados brasileiros atingiu o mais alto nível de maturidade em suas iniciativas de transformação digital para a promoção da integridade, na classificação definida pelo ITDI. Há ainda uma grande disparidade regional entre os resultados obtidos: as regiões do Sul e Sudeste apresentaram maiores níveis de maturidade nas iniciativas digitais para a integridade, enquanto as regiões Norte e Nordeste ficaram com os resultados mais baixos.

A pesquisa deixa evidente que a transformação digital de governos, a despeito de ser uma agenda que vem ganhando espaço na esfera federal, ainda pode avançar muito em suas aplicações para o fortalecimento da integridade em governos subnacionais. O Índice de Transparência Digital e Integridade (ITDI) analisou os principais aspectos da transformação digital que se relacionam com o combate à corrupção, a nível estadual, e destacou iniciativas bem-sucedidas para informar funcionários do setor público e da sociedade civil sobre ações que podem contribuir para a promoção da integridade nos governos.

Foram avaliadas iniciativas que fomentam a abertura de dados, o engajamento cívico por meio de plataformas digitais, os serviços públicos digitais, a proteção de dados pessoais e a segurança da informação.

Sobre a metodologia do índice

As informações analisadas pelo índice foram coletadas por uma equipe de pesquisadoras via desk research em portais e aplicativos governamentais entre o período de maio a agosto de 2021. O estudo se estruturou a partir de quatro eixos: I) Transparência e Dados Abertos, II) Engajamento e Participação, III) Serviços e Contas Públicas, e IV) Segurança da Informação e Proteção de Dados Pessoais, utilizando 128 indicadores no total.

A pesquisa utilizou dados secundários em 22 indicadores, que foram respondidos pelas pesquisas ‘Índice de Oferta de Serviços Públicos Digitais’, ‘Pesquisa sobre os Aplicativos Móveis dos Governos Estaduais e Distrital’ e ‘Diagnóstico sobre Transformação Digital nos Estados Brasileiros e no Distrito Federal’, sendo a primeira de autoria da ABEP-TIC – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, a segunda realizada pela parceria entre a ABEP-TIC, o GTDGOV e o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (CONSAD); e a terceira pela colaboração feita entre o GTDGOV, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a ABEP-TIC e o CONSAD.

Principais resultados

No eixo “Transparência e Dados Abertos”, foram selecionadas onze bases de dados consideradas como estratégicas para o combate à corrupção, sobre as quais foi avaliado não apenas a existência desses dados, como alguns critérios de qualidade que garantem o reuso desses dados. Os estados apresentaram resultados baixos e medianos nesta avaliação, sendo o Espírito Santo o único estado que se destacou positivamente (com 89 pontos). Se, por um lado, bases de dados sobre receitas e despesas apresentaram maior cumprimento aos critérios de qualidade avaliados, outros dados relevantes para a promoção da integridade, como aqueles sobre benefícios fiscais e notas fiscais eletrônicas, dificilmente foram encontrados nos portais governamentais estaduais.

Quando avaliados os projetos de participação digital, como consultas públicas, audiências públicas, orçamentos participativos e laboratórios de inovação, no eixo “Participação e Engajamento Cívico”, viu-se que a maior parte dos estados brasileiros apresentam pouca incidência e níveis de maturidade medianos e baixos nessas iniciativas, demonstrando que há baixa ocorrência no nível estadual. Nesta avaliação, o governo do estado do Maranhão obteve maior resultado (56 pontos).

Apenas metade dos estados obteve alguma pontuação no eixo da pesquisa que avaliou a proteção de dados pessoais, indicando que em boa parte dessas unidades federativas ainda não existem medidas que regulamentam e asseguram o cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais). Nesta avaliação, o governo do Rio Grande do Sul se destacou apresentando alto nível de maturidade em suas iniciativas (80 pontos).

Recomendações para promover avanços às agendas de transformação digital e integridade

Para cada um dos eixos temáticos, o estudo elaborou um conjunto de recomendações para aprimorar a integridade e a transparência das administrações públicas por meio da transformação digital. Entre essas recomendações, estão:

  • Eixo Transparência e Dados Abertos: regulamentação de políticas de dados abertos a nível estadual e criação de portais de dados abertos que garanta a abertura de dados com altos níveis de qualidade, incluindo bases de dados estratégicas para o combate à corrupção;
  • Eixo Engajamento e Participação: criação de legislações que protegem os denunciantes, canais digitais de denúncias anônimas para casos de corrupção, a existência de iniciativas digitais que promovem a participação como consultas públicas, e orçamentos participativos digitais
  • Eixo Serviços e Compras Públicas: criação de portais de compras centralizados, contendo informações sobre o sistema de registros de preços, cadastros de fornecedores, fornecedores penalizados, notas fiscais eletrônicas das compras públicas e plataformas que permitem o monitoramento de obras públicas estaduais;
  • Eixo Segurança da Informação e Proteção de Dados Pessoais: regulamentação da LGPD no estado, criação de um programa de governança sobre proteção de dados pessoais, criação de protocolos e respostas a incidentes de cibersegurança, como vazamentos de dados.

Clique aqui para acessar mais informações e a íntegra do relatório Índice de Transparência Digital e Integridade (ITDI).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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DELL LIDERA O MERCADO NACIONAL DE COMPUTADORES E REGISTRA CRESCIMENTO DE 35,5% EM RELAÇÃO AO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2020

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ABDI e Anatel lançam premiação para uso de conectividade em redes privativas

Segmento corporativo foi destaque no período, com 65,8% de crescimento em comparação ao mesmo período do ano anterior

No terceiro trimestre de 2021, a Dell Technologies (NYSE: DELL) foi apontada como líder nas vendas totais de PCs (desktops e notebooks) no Brasil, posição que ocupa nos últimos sete anos. De acordo com dados do IDC Quarterly Personal Computing Device Tracker CY21Q3, estudo realizado pela IDC, em julho, agosto e setembro, a Dell foi responsável por 21,7% do total de unidades comercializadas no país.

Os números alcançados pela empresa representam um crescimento de 35,5% em relação ao mesmo período no ano anterior. No recorte do segmento corporativo, que segue evoluindo em ritmo acelerado movido pela necessidade de transformação digital de empresas de todos os portes, a marca manteve a liderança e registrou 35,5% de participação no mercado, com crescimento de 65,8% em relação ao terceiro trimestre de 2020.

“O mercado tem recebido nossos movimentos estratégicos de forma favorável, como foi o caso da ampliação da nossa linha de produtos fabricados no Brasil, que agora conta com mais equipamentos premium, como os notebooks XPS 13 e Alienware m15, que nacionalizados estão mais competitivos e chegam ao consumidor de forma mais ágil”, explica Diego Puerta, líder da Dell Technologies no Brasil.

Tanto no segmento corporativo quanto no de usuários domésticos, a Dell Techologies mantém um investimento contínuo na proposta de elevar o nível da oferta do mercado. Essa estratégia reflete o movimento para um portfólio predominantemente com armazenamento em SSD, para um carregamento de dados mais rápido, e em outros avanços como o uso da inteligência artificial na linha para empresas. “Nossa liderança também reflete o amadurecimento do mercado brasileiro de PCs, que cada vez mais urge por tecnologias mais avançadas”, conclui.

Vale destacar que, além de computadores e acessórios, a Dell Technologies mantém um portfólio completo de soluções de infraestrutura de TI (servidores, storage, hiperconvergência e proteção de dados) voltadas a apoiar empresas de todos os portes e perfis na transformação digital.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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GOVTECH APROVA DIGITAL CRESCE 165% EM 2021 E PLANEJA EXPANSÃO PARA O NORTE E NORDESTE

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Personalizável e adaptável à realidade de cada gestão, plataforma já opera em mais de 50 municípios tornando os processos das prefeituras mais ágeis e menos burocráticos

A crescente demanda da população por serviços públicos de qualidade tem aquecido o mercado das Govtechs, startups voltadas para soluções inovadoras. Esse modelo de empresa surge para auxiliar o poder público na entrega de eficiência, economia e qualidade à população. Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), atualmente existem 80 GovTechs vendendo produtos e serviços de forma recorrente. Número que tende a crescer nos próximos anos.

Diante deste cenário, o Aprova Digital, sistema especialista em tornar digitais os processos burocráticos das prefeituras do Brasil, já registrou um crescimento de 165% em 2021. Graças à capacidade de personalização e adaptação da plataforma à realidade de cada município, desde os grandes centros urbanos até cidades menores, a startup já está presente em mais de 50 cidades.

“As Govtech vieram para mudar o poder público e, sem dúvidas, ganharão o mesmo status das fintechs nos próximos anos. A chegada de um sistema como o nosso gera oportunidades muito além do que se possa imaginar, trazendo melhorias para a vida dos cidadãos e dos servidores”, afirma Marco Antonio Zanatta, fundador do Aprova Digital.

Na cidade de São Paulo, maior capital da América Latina, o sistema Aprova Digital facilita e acelera a liberação de alvarás para a construção de habitação social. Já foram mais de 48 mil unidades licenciadas em seis meses. Um recorde desde 2013.

Ainda na Região Sudeste, a cidade de Patos de Minas (MG), além de ser reconhecida por tramitar digitalmente serviços de todas as suas secretarias, teve destaque por sua atuação contra o Covid-19. A gestão do município, com a ajuda do Aprova Digital, zerou a fila de espera presencial para vacinação da população.

Na Região Sul do país, o município de Florianópolis (SC), com a personalização das soluções do Aprova Digital, possibilitou a emissão instantânea de alvarás para pequenas construções. Na prática, o requerente deixa de esperar 4 meses que antes eram necessários. Agora, a documentação pode ser liberada em 5 minutos (tempo recorde registrado pela gestão).

Além dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, o Aprova Digital trabalha com os municípios do Paraná, Goiás, Rio Grande do Sul e do Mato Grosso do Sul. Para 2022, o objetivo é expandir a digitalização das prefeituras para as Regiões Norte e Nordeste do Brasil.

“Estamos em negociações avançadas no estado da Bahia, Pernambuco, Paraíba e também na região Norte do país, no estado do Pará. Acreditamos que 2022 será um marco, tanto na história do Aprova, quanto em relação à transformação digital dos serviços governamentais no Brasil. E o principal ganho, com certeza, será da população, que terá agilidade em diversos serviços, que atualmente são muito morosos e burocráticos”, finaliza Zanatta.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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MAIS CONECTIVIDADE PARA AS CIDADES NA ERA DO 5G

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MCom aprovou destinação de R$ 56 milhões para projetos na área de telecomunicações previstos no Plano de Aplicação de Recursos da Fundação CPqD.

A pandemia provou que o acesso à conectividade não é apenas um bem de luxo, mas um item básico das nossas sociedades. E, quando pensamos no 5G e olhamos para a situação da maior parte dos municípios brasileiros, vemos que há um intenso trabalho a ser realizado.

Em um mundo em que a transformação digital já selou o futuro das relações sociais, governamentais e de produção, e em que o 5G e a nova era da internet, o metaverso, despontam como estopins de mudanças profundamente disruptivas, ainda convivemos no Brasil com uma grande exclusão digital. Mais de 60 milhões de brasileiros, ou 29% da população, não têm acesso básico à conectividade. 

Essa realidade coexiste com outra: estudo global do Instituto McKinsey mostrou que as empresas adiantaram entre 3 e 4 anos a digitalização de seus processos internos e das interações com seus clientes e a cadeia de abastecimento. E o advento do 5G vai acentuar essa tendência, transformando completamente a forma de interação no mundo.

Do meu ponto de vista, esse processo é irreversível. A pandemia provou que o acesso à conectividade não é apenas um bem de luxo, mas um item básico das nossas sociedades. E, quando pensamos no 5G e olhamos para a situação da maior parte dos municípios brasileiros, vemos que há um intenso trabalho a ser realizado.



Levantamento feito pela Conexis revelou que apenas sete das capitais brasileiras estão prontas para receber a tecnologia 5G. São as únicas com legislações para instalação de infraestruturas e antenas suficientes para implementar a nova tecnologia. E, segundo dados da Associação Brasileira de

Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), apenas 28 municípios do país têm legislação adequada às antenas.

A rede 5G utiliza ondas milimétricas de alta frequência e, por isso, exige mais receptores e repetidores de sinal. Para o Brasil atingir a cobertura nacional, o 5G vai exigir número de antenas de cinco a 10 vezes maior que o atual. E, na questão legal, as cidades precisam se adequar à Lei Geral de

Antenas. Em resumo: uma verdadeira corrida de obstáculos, para garantir a infraestrutura necessária para o uso da nova frequência, que, segundo o edital da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), deve ser implementada nas capitais até julho de 2022.

Diante desse quadro de inadequada legislação e infraestrutura habilitadora, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em parceria com o Ministério das Comunicações e o Parque Tecnológico São José dos Campos, está implementando o projeto Conecta 5G. São cases de demonstração para testes práticos do uso de mobiliário urbano (luminárias inteligentes) com antenas 5G integradas.

Para os testes, escolhemos, inicialmente, cinco municípios – Ceará-Mirim, RN; Petrolina, PE; Araguaína, TO;  Jaraguá do Sul, SC; e Curitiba, PR – de diferentes regiões que levam em conta a diversidade brasileira, como questões climáticas, culturais e de infraestrutura. A tecnologia implantada é uma solução factível para o problema de espaço para colocação das antenas 5G. 

As empresas Nokia e Juganu desenvolveram uma luminária inteligente com antena 5G integrada, utilizando a tecnologia de chipset da empresa Qualcomm. É um produto desenvolvido exclusivamente para ser testado nesses municípios. O projeto permite ainda que as prefeituras gerem receitas acessórias, alugando suas próprias antenas, dentro das luminárias, para as operadoras de telefonia móvel. 

O acesso à conectividade é essencial para a jornada dos municípios rumo às cidades inteligentes. Segundo a McKinsey, uma cidade de cinco milhões de habitantes mais conectada pode diminuir a criminalidade em 40%, reduzir gastos com saúde em 15% e dar 30 minutos por dia a cada cidadão. Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) mostra que a adoção de soluções de IoT, considerando o padrão 5G, pode trazer ganhos tanto em qualidade de vida quanto em receita para estados e municípios. Por essa estimativa, até 2025 o Brasil poderia gerar ganhos de até US$ 27 bilhões com uso de tecnologias para cidades inteligentes. Nós da ABDI desejamos e trabalhamos para que essa expectativa vire realidade.

Aproveito para desejar a todos os leitores votos de um feliz Natal e um promissor 2022!

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PREFEITURA DE ILHABELA E AIRBNB FECHAM PARCERIA DE APOIO AO TURISMO RESPONSÁVEL

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Desafios e Oportunidades no Desenvolvimento Econômico e Turismo no Brasil
Foto: banco de imagens/unplash

A Prefeitura de Ilhabela e o Airbnb, maior empresa global de compartilhamento de lares e experiências em viagens, celebram uma parceria para apoiar a retomada consciente do turismo no contexto do avanço da vacinação no país. A iniciativa prevê a colaboração em áreas como inteligência de mercado, para o compartilhamento de informações relacionadas ao turismo.

O Airbnb vai compartilhar dados agregados sobre comportamento e tendências de viagens com foco na cidade. Essas informações vão ajudar na elaboração de estratégias e no planejamento de ações voltadas ao turismo no município. O Airbnb também vai dividir boas práticas e inovações desenvolvidas pela plataforma, especialmente as que contribuam para viagens seguras e responsáveis. A parceria é de cooperação técnica, sem envolvimento de recursos financeiros.



“Essa parceria é fundamental, tanto para traçar o perfil do turista que procura Ilhabela, como para a elaboração do nosso plano de cargas. O Airbnb tem acesso a dados de inteligência de mercado fundamentais para o plano, como o número de visitantes, o motivo da viagem e as datas mais procuradas”, destacou o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci.

Com a retomada do turismo nacional, Ilhabela tem se destacado nas buscas de acomodações no Airbnb. “Ilhabela está conseguindo alavancar novamente a sua indústria, que é o turismo após mais de um ano de restrições. A plataforma, assim como a cidade, está comprometida a sempre adotar, cobrar protocolos e ações para que os nossos visitantes continuem seguros e possam gozar de saúde para usufruir de todos os nossos atrativos”, salientou a secretária de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Luciane Leite.

“O Airbnb possibilita um perfil de turismo autêntico, que valoriza a cultura local e movimenta a economia da cidade de forma responsável e segura, com todos os protocolos de higienização e saúde. Esses aspectos ganham ainda mais relevância no contexto da busca por destinos locais e do momento de pós-vacinação”, afirma Daniela Teixeira, gerente sênior de relações institucionais e governamentais do Airbnb no Brasil.

Historicamente, o impacto econômico gerado pelo Airbnb tem sido expressivo. No Brasil, chegou a R$ 10,5 bilhões em 2019, considerando gastos de hóspedes em diversos segmentos relacionados ao turismo, como o comércio local, não apenas com acomodação. Em 2020, 59% dos anfitriões brasileiros disseram que a renda obtida com a locação dos seus espaços no Airbnb os ajudou a permanecer em casa durante a pandemia e 63% mencionaram a renda extra como o principal motivo para alugar imóveis via Airbnb em 2020.

Protocolo de Higienização e Segurança

Aspectos de limpeza e higienização ganharam uma relevância ainda maior na decisão do viajante no contexto da pandemia. No segmento de compartilhamento de residências, estabelecer novos padrões de higienização foi fundamental. E o Airbnb foi pioneiro nesse sentido, desenvolvendo o Protocolo Avançado de Higienização em 5 etapas, com orientação de autoridades sanitárias e especialistas internacionais, como o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), nos EUA, referência nos esforços de combate à COVID-19. O Protocolo, disponível desde junho de 2020, inclui especificações sobre como higienizar todos os cômodos de uma casa e um selo para as acomodações, e é solicitado a todos os anfitriões.

A plataforma também proibiu, em agosto de 2020, festas e eventos em acomodações, para evitar aglomerações e contribuir para estadias responsáveis, e anunciou, em novembro de 2021 uma expansão dessa política para prevenir que usuários desrespeitem essa regra no Réveillon.

Além disso, o Airbnb possui orientações e boas práticas também para hóspedes, disponíveis no site e com as quais eles devem se comprometer no momento da reserva. As recomendações incluem uso de máscaras e prática de distanciamento social por anfitriões e hóspedes ao interagirem. Além disso, lançou, em abril de 2021, o Canal de Apoio ao Vizinho, uma ferramenta para auxiliar as autoridades e comunidades locais e facilitar a comunicação de eventuais incidentes em reservas nas proximidades.

E a plataforma anunciou ainda, em outubro de 2021, a ampliação de um dos recursos de segurança mais importantes da plataforma, a Linha de Atendimento Urgente. Disponível em 11 novos idiomas, inclusive português do Brasil, esse canal conecta os usuários em 30 segundos, em média, a um integrante da equipe de Segurança do Airbnb dentro do Atendimento à Comunidade. A ferramenta foi desenvolvida para uso durante estadias ativas no Airbnb. Por isso, aparece na Central de Segurança do aplicativo 24 horas antes do check-in e desaparece 24 horas após o check-out. Saiba mais aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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