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GOOGLE ABRIRÁ 200 NOVAS VAGAS DE ENGENHARIA NO BRASIL ATÉ O FIM DE 2023

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Batizado como Spotlight no Google Cloud Brasil, o evento será gratuito, em português e voltado para profissionais da área de computação em nuvem.

Novas posições permitirão dobrar a força de engenharia local e intensificar esforços na contratação de pessoas negras

Interessados poderão se candidatar para atuar em São Paulo, Belo Horizonte, e também para trabalho 100% remoto

O Google anunciou nesta segunda-feira, 24, planos para dobrar sua força de Engenharia no Brasil, passando dos atuais cerca de 200 engenheiros para 400 até o fim de 2023. Hoje, a empresa possui um Centro de Engenharia em Belo Horizonte (MG) e, ao longo dos próximos dois anos, irá aumentar o número de profissionais atuando na capital mineira e investirá no desenvolvimento de uma força de Engenharia na cidade de São Paulo (SP).

As novas contratações são um passo importante para manter o protagonismo do Brasil na pesquisa e desenvolvimento de produtos Google, que são usados no mundo inteiro. Algumas dessas novas vagas já estão abertas e atendem áreas consideradas essenciais pela empresa, como privacidade e segurança de dados, entre outras. Além disso, como parte do esforço de contratação e do compromisso do Google em aumentar a representatividade de sua força de trabalho, serão oferecidos canais dedicados para incentivar inscrições de pessoas negras. 



“A expansão da força de Engenharia e a iniciativa de canais voltados à inscrição de pessoas negras são exemplos concretos do nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento do país. Hoje, o Brasil é um dos mercados mais importantes para nós, aparecendo entre os ‘top 5’ na lista dos nove produtos da empresa com mais de um bilhão de usuários. Investir em talento local nos ajuda a ter um ‘olhar brasileiro’ para esses produtos e, ao mesmo tempo, mostra para o mundo a capacidade inovadora dos nossos profissionais, já que estamos falando de soluções usadas globalmente”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.

Vagas em BH, SP com modelos híbrido e remoto

As candidaturas para as novas vagas poderão ser feitas no site do Google Carreiras, com opções para atuar nas cidades de São Paulo (SP)Belo Horizonte (MG) e também para trabalho 100% remoto. As posições presenciais adotarão o modelo híbrido, o que significa que grande parte dos Googlers vai trabalhar três dias no escritório e dois dias remotamente. A quantidade de dias pode variar conforme a área de negócio ou necessidades da função, com a possibilidade de o funcionário aplicar para trabalho 100% remoto. Por enquanto, devido à pandemia, a ida dos funcionários ao escritório é voluntária.

Para conhecer as vagas abertas, basta clicar na aba “Jobs” localizada na parte superior da página inicial do site Google Carreiras. Pelo canto esquerdo da tela, é possível aplicar filtros como habilidades e qualificações, nível de experiência e título da vaga, assim como pesquisar por palavras-chave, como “Software Engineering” (Engenharia de Software, na tradução livre). A candidatura deverá ser feita na própria página, clicando no título da vaga e, em seguida, no botão “Apply” (Aplicar, na tradução livre). Neste momento, estão abertas vagas para profissionais de engenharia da computação em diferentes níveis.

Oportunidades em engenharia para a comunidade negra

Entre as novas posições na área de engenharia, há iniciativas voltadas para a comunidade negra. Desde o fim do ano passado, pessoas candidatas que se auto identificam como negras têm um canal dedicado de inscrições criado pelo Google no Brasil. É importante mencionar que todas as posições da empresa estão abertas para todas as pessoas, porém, há o entendimento da importância de meios que incentivem a participação de grupos historicamente sub-representados na indústria de tecnologia.

“Temos o compromisso global de tornar o Google uma empresa cada vez mais representativa e diversa. Por isso, seguiremos com nossos esforços de contratação de pessoas da comunidade negra, disponibilizando canais dedicados de inscrição nas áreas de engenharia e de negócios”, afirma Daniel Borges, líder de Recrutamento do Google para América Latina. “Acreditamos que o investimento em equidade racial e em inclusão no mercado de trabalho é urgente e deve ser responsabilidade de todas as organizações. Além disso, temos certeza que a representatividade de nossa força de trabalho permite criar produtos mais úteis para todas as pessoas.”

Para se candidatar a estas vagas, o processo é o mesmo: basta visitar a página de Carreiras da empresa e buscar por vagas identificadas com o complemento “Black Community Inclusion” (Inclusão da Comunidade Negra, na tradução livre). A iniciativa começou a ser testada no fim do ano passado com posições na área de Engenharia de Software. Ao longo de 2022, mais oportunidades focadas em pessoas negras serão abertas gradualmente nas áreas de tecnologia e de negócios.

Tecnologias desenvolvidas no Brasil impactam bilhões de pessoas no mundo

O Brasil é uma potência para talentos em Engenharia e uma parte fundamental do ecossistema de inovação global do Google. O trabalho feito pelos profissionais brasileiros nos últimos anos vêm impactando bilhões de pessoas que usam os produtos da empresa em todo o mundo. Para se ter uma ideia, de cada dez resultados mostrados na Busca hoje, pelo menos um foi impactado pelo trabalho do Centro de Engenharia em Belo Horizonte. Os engenheiros brasileiros também estiveram envolvidos na criação de produtos como a Busca por Sintomas, o Family Link para ajudar pais e responsáveis no gerenciamento da vida digital de crianças e adolescentes, o painel da Busca com resultados de partidas esportivas e muitas outras iniciativas.

“Durante este momento desafiador que enfrentamos com a pandemia, nossos times foram fundamentais para a criação do painel informativo da Busca sobre a COVID-19, que é usado no mundo todo com dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades locais de saúde”, explica Berthier Ribeiro-Neto, diretor de Engenharia do Google para a América Latina. Recentemente, o time de Belo Horizonte também teve um papel central em tornar a experiência de Busca mais natural e intuitiva com a aplicação de inteligência artificial em recursos como o ‘Things to know’, ou ‘Coisas para saber’, na tradução livre, que exibe tópicos diversos relacionados com a consulta, permitindo às pessoas explorar aqueles tópicos de maior interesse usando somente cliques.

“Sempre acreditei no potencial da engenharia brasileira, na criatividade e na qualidade técnica dos profissionais que formamos. Este investimento no país é um reflexo do impacto produzido pelas soluções Google ‘made in Brazil’, impacto este que só aumentará com a chegada dos novos talentos”, complementa o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa CDI Comunicação

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100 EMPRESAS MAIS INFLUENTES EM MOBILIDADE URBANA SÃO ELEITAS EM LEVANTAMENTO EXCLUSIVO

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Projeto é uma parceria do Connected Smart Cities e Mobilidade Estadão 

Um levantamento criterioso é o responsável por apontar as 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no ano de 2021. O trabalho é uma parceria realizada entre o Connected Smart Cities e a vertical de Mobilidade do Estadão. O resultado final está divulgado abaixo, confira:

 O Projeto

O projeto iniciou com 288 companhias selecionadas, que atuam no setor de mobilidade no Brasil. Depois, 30 profissionais da área foram convidados a votar nas empresas mais influentes. As 288 companhias selecionadas foram divididas em oito segmentos e 241 delas receberam ao menos um voto dos jurados. 



Os especialistas puderam indicar empresas em três categorias, levando em consideração a inovação; práticas de ESG e as ações positivas realizadas durante a pandemia da Covid-19.

 Jurados

Profissionais renomados do setor de mobilidade foram convidados para eleger as 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no Brasil. Alguns dos jurados fazem parte de organizações que apoiam o Connected Smart Cities

Saiba quem foram os especialistas convidados:

Alejandra Devecchi – Gerente de Planejamento Urbano da Ramboll;

Antonio Edson Souza Meira Júnior – Presidente da ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego;

Carol Padilha – Fundadora da Ong Carona a Pé;

Clarisse Cunha Linke – Diretora Executiva no ITDP Brasil – Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento;

Daniel Guth – Diretor Executivo da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike);

Edgar Barassa – Fundador da Barassa & Cruz Consulting nas áreas de mobilidade elétrica, energias renováveis e tecnologias emergentes de baixo carbono;

Eduardo Peixoto – Chief Design Officer do CESAR – Centro de Inovação; 

Eleonora Pazos – Head of Latin American Officce na UITP – Associação Internacional do Transporte Público;

Emilio Matsumura – Diretor Executivo do Instituto E+ Transição Energética;

Fernando Rabelo – Gerente Executivo da BrasilLab;

Gustavo Partezanni – Fundador da URBR – Estratégias Urbanas;

Janayna Bhering – Gerente de Negócios e Parcerias na FUNDEP – Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa;

João Oliveira – Presidente da ABEIFA – Associação Brasileira de Empresas Importadores e Fabricantes de Veículos Automotores;

Juliana DeCastro – Pesquisadora da Academia e Coordenadora de Planejamento Urbano na Planett e Tembici;

Lilian Frazão – Founder & CEO da Quero Pedalar Brasil;

Luis Fernando Villaça Meyer – Diretor de Operações do Instituto Cordial;

Marcel Martin – Program Oficcer do ICS – Instituto Clima e Sociedade;

Myriam Tschiptschin – Gerente do Núcleo de Smart Cities da CTE;

Paulo Miguel Júnior – Presidente da ABLA – Associação Brasileira de Locação de Automóveis;

Renata Falzoni – Jornalista, Fundadora do Night Biker’s Club do Brasil, clube pioneiro de ciclistas urbanos noturnos no Brasil;

Roberta Marchesi – Diretora Executiva na ANPTrilhos – Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos;

Roberta Hessmann Knopki – Assessora Técnica na GIZ – Profissionais para Energias do Futuro;   

Rodrigo Tortoriello – Sócio-Fundador da RT2 – Consultoria Ltda.

Rogério Markiewicz – Presidente da ABRAVEI – Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores;

Sérgio Avelleda – Coordenador do Laboratório Arq. Cidades do Futuro no Núcleo de Mobilidade Urbana do Laboratório de Cidades do Insper Arq. Futuro;

Sergio Sgobbi – Diretor de Relações Institucionais e Governamentais na Brasscom;

Tatiana Cortese – Pesquisadora do IEA-USP – Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo;

Victor Callil – Coordenador de Pesquisas no CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento; 

Vitor Magnani – Presidente da Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O);

Zeno Nadal –  Coordenador MBI no SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.

Abaixo, confira as 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no Brasil em 2021:

1 99 51 ITAÚ
2 ABB 52 IVECO
3 ADDAX 53 KAWASAKI
4 AEROMOVEL 54 KIDO DYNAMICS
5 ALELO 55 KPMG
6 ALSTOM 56 LEV
7 ARCADIS 57 LIME
8 AUTOPASS 58 LOCALIZA
9 BEEPBEEP 59 MARCOPOLO
10 BENTLEY SYSTEMAS 60 MERCEDES-BENZ
11 BLABLACAR 61 METRÔ RIO
12 BLIV 62 METRÔ SP
13 BMW 63 MINI
14 BOSCH 64 MOBHIS
15 BRILHON 65 MOOVIT
16 BUSER 66 MV AGUSTA
17 BYD 67 PB E ASSOCIADOS DETRÁFEGO
18 BYND 68 PORSCHE
19 CAF 69 PORTO SEGURO
20 CALOI 70 QUICKO
21 CAOA CHERY 71 R2F REBOCADORES ELÉTRICOS
22 CARUN 72 RAPOSO 66TRÂNSITO
23 CCR 73 RENAULT
24 CCR METRÔ BAHIA 74 RIBA
25 CEPA SAFE DRIVE 75 SCANIA
26 CICLOWAY 76 SCOO
27 CITTAMOBI 77 SEM PARAR
28 CONECTCAR 78 SEMEXE
29 COPEL 79 SIEMENS
30 CPTM 80 SOUSA MOTOS
31 DAFRA 81 STRATA ENGENHARIA
32 DELOITTE 82 SYSTRA
33 DIGICON 83 TEMBICI
34 DROP 84 THALES
35 DUCATI 85 TOYOTA
36 EDP 86 TURBI
37 EGIS 87 UBER
38 ELEKTRA 88 UCORP
39 ELETRA 89 VELA BIKES
40 EMOVE 90 VELOE
41 E-MOVING 91 VIAQUATRO
42 ENEL X 92 VISA
43 ENGIE 93 VLT CARIOCA
44 ESTAPAR 94 VOLARE
45 GARUPA 95 VOLKSWAGEN
46 GREEN 4T-SCIPOPULIS 96 VOLTA EBIKE
47 GWS 97 VOLTZ
48 HARLEY-DAVIDSON 98 VOLVO
49 HONDA MOTOS 99 WAZE
50 IMTRAFF CONSULTORIA 100 YAMAHA

 

Parque da Mobilidade Urbana

O levantamento das 100 empresas + Influentes é uma das ações que compõem o Parque da Mobilidade Urbana, que será realizado entre os dias 23 a 25 de junho, na “esquina da América Latina em São Paulo”, o conjunto arquitetônico do Memorial da América Latina, na Barra Funda. O evento, que reafirma a parceria do Connected Smart Cities com o Mobilidade Estadão, vai proporcionar a discussão das garantias de deslocamento das pessoas nas cidades de forma sustentável e equitativa.

 O Parque da Mobilidade Urbana  (PMU) vai promover o encontro do ecossistema apresentando conteúdos, entrevistas, vídeos e demais ações realizadas durante o ano de 2021, pela plataforma Connected Smart Cities e o Mobilidade Estadão. Mais que um evento, o PMU vai compartilhar experiências, engajar discussões e realizar ações concretas que serão desenvolvidas de forma colaborativa com diversos parceiros.

 Live de apresentação

Nesta quarta-feira, 26, foi apresentada uma live, exibida no canal Estadão do You Tube e nas mídias sociais do Estadão (Facebook, Linkedin e Twitter), além do portal Mobilidade Estadão, para apresentar todo o processo de levantamento do projeto das 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no Brasil. Acompanhe!

 

HUAWEI CELEBRA O DIA INTERNACIONAL DA PRIVACIDADE COM EVENTO “PRIVACIDADE & CIBERSEGURANÇA”

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Organizado pela Teletime, evento online contará com apoio de Brasscom, Inatel e Associação Neo

Na próxima sexta-feira, dia 28, o mundo celebra o Dia Internacional da Privacidade de Dados. Em comemoração, na próxima quarta-feira, 26, a partir das 9h, a Huawei realizará o evento online “Privacidade & Cibersegurança” em parceria com a Teletime e o apoio da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e Associação Neo. Serão dois painéis de debates sobre proteção de dados e cibersegurança, com representantes dos setores público, privado e academia.

A segurança cibernética nunca foi tão importante, principalmente para o atual momento de avanços da tecnologia e economia brasileira. Por isso, empresas, governos e cidadãos devem estar preparados para essa nova dinâmica no mundo digital e o debate entre os diferentes setores da sociedade é essencial para o aperfeiçoamento dos mecanismos de prevenção contra cibercrimes, cada vez mais ousados e sofisticados.



O evento “Privacidade & Cibersegurança” contará com nomes importantes do mercado e representantes dos diversos órgão reguladores, tais como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e Gabinete de Segurança Institucional (GSI), além de pesquisadores do Observatório de Crimes Cibernético, IDP Privacy Lab e Inatel.

“A indústria precisa aprimorar suas práticas e políticas de segurança cibernética. Esse é um tema central para a Huawei, presente em todas as etapas do desenvolvimento de nossos produtos. Trabalhamos com cibersegurança desde os anos 2000 e, até o final de 2020, já recebemos 2.963 patentes em todo o mundo relacionadas à segurança cibernética e proteção da privacidade. Temos também oito centros de transparência e segurança de dados localizados no Reino Unido, no Canadá, na Alemanha, nos Emirados Árabes Unidos, na Itália, na Bélgica, no Brasil e na China.”, explica Marcelo Motta, Diretor de Cibersegurança e Proteção de Dados da Huawei Brasil e LATAM.

O evento será 100% digital. Confira a agenda abaixo:

“Privacidade & Cibersegurança”

  • 9h00 às 10h20: painel sobre “Mundo digital, proteção de dados e LGPD”
  • 10h30 às 11h50: debate sobre “Cibersegurança: desafios, melhores práticas e lições aprendidas”.

Mais informações em Privicy Day

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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PREFEITURA REALIZA 2ª EDIÇÃO DA HACKATONA ADE SAMPA MARATONA DE PROGRAMAÇÃO PARA MULHERES DA CAPITAL

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Fotografia aérea da capital paulista em referência à DESTAQUES MERCADO IMOBILIÁRIO: SÃO PAULO, CURITIBA E FORTALEZA
Foto: Divulgação/Diogo Moreira/MáquinaCW/Governo do estado de São Paulo

Ação tem como objetivo promover a inserção feminina no mercado tecnológico e desenvolver soluções para diversas problemáticas da cidade

A Prefeitura de São Paulo está com inscrições abertas para a Hackatona Ade Sampa, uma maratona hacker exclusiva para mulheres. A maratona acontecerá totalmente on-line, entre os dias 28 e 30 de janeiro. Esta é a segunda edição realizada pela Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, que tem como objetivo impulsionar a participação de mulheres no setor de tecnologia, além de desenvolver soluções para as principais problemáticas da cidade.

“Pesquisas indicam que apenas 20% do mercado de TI é ocupado por mulheres e que os salários chegam a ser 34% inferiores aos dos colegas do sexo masculino, independentemente da escolaridade. O objetivo da nossa Hackatona é justamente mudar esse cenário. A diversidade no mercado de trabalho é um fator determinante para o crescimento de uma empresa, pois agrega técnicas, competências e visões, além de combater as desigualdades sociais e de gênero na Capital”, declara a secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Aline Cardoso.



Dados da ONU Mulheres Brasil, revelam que as mulheres estão fora dos principais postos de trabalho gerados pela revolução digital, sendo que somente 18% delas têm graduação em Ciências da Computação e são, atualmente, apenas 25% da força de trabalho da indústria digital.

Com produção do Hackathon Brasil, patrocínio da Uber Brasil, AWS e Buser e apoio do Ifood e Lojas Marisa, o evento premiará as três melhores soluções do evento com brindes e um recurso financeiro de R$ 7 mil, R$5 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Os pitches serão apresentados ao final da maratona para uma banca de jurados, composta por membros do poder público, especialistas do segmento e convidados do mercado privado, que avaliarão cada ideia apresentada.

A maratona de programação também tem apoio do Tem Saída, programa da Prefeitura de São Paulo que conta com o apoio de empresas privadas, que viabilizam vagas de emprego para as mulheres atendidas pelo programa. Esse conjunto de esforços busca promover a reinserção dessas mulheres no mercado de trabalho contribuindo para a independência financeira da mulher e o fim do ciclo de violência. A ação é uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo, Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça, OAB-SP e ONU Mulheres.

O desafio

Ao longo das 20 horas de maratona, as participantes, que serão divididas em 20 grupos multidisciplinares, cada um com cinco participantes que possuam conhecimento em programação, design gráfico, gestão de negócios ou marketing, terão que desenvolver soluções tecnológicas para um dos desafios propostos, são eles:

Desafio 1: Mobilidade — Como melhorar a qualidade da mobilidade urbana para mulheres na cidade de São Paulo?

Desafio 2: Saúde — Como garantir a saúde e bem-estar da mulher?

Desafio 3: Emprego — Como garantir condições de igualdade de gênero no mercado de trabalho?

Desafio 4: Violência — Como contribuir para a diminuição do índice de violência contra a mulher?

“Acreditamos que a tecnologia possui um grande potencial para contribuir com soluções que garantam a igualdade de gênero e o desenvolvimento de políticas públicas para a nossa Capital. Neste contexto, a Ade Sampa desenvolve diversos programas e ações de fortalecimento do setor de empreendedorismo feminino, por meio de iniciativas como a Hackatona, sendo um caminho de incentivo e inserção de mulheres no segmento, além de promover um grande ‘brainstorm’ de ideias inovadoras que solucionem problemáticas da nossa cidade”, declara o presidente da Ade Sampa, Renan Vieira.

Quem pode participar?

Mulheres cis e trans com idade igual ou superior a 18 anos poderão participar da hackatona. É preferível que a inscrita tenha experiência em pelo menos uma das seguintes áreas de atuação:

• Programação e desenvolvimento de software;

• Design Gráfico;

• Design digital;

• Gestão de Negócios;

• Engenharias;

• Marketing / Comunicação;

• RH / Recrutamento e Seleção;

• Transporte / Logística / Mobilidade;

O regulamento completo da Hackatona, assim como a ficha de inscrição para a participação do concurso, está disponível pelo site da Hackatona. As inscrições estão disponíveis até 28 de janeiro ou preenchimento total das 100 vagas disponíveis.

Serviço

Hackatona Ade Sampa — 2ª edição

Data: 28 a 30 de janeiro

Horário: Live de abertura: 19:30 da Sexta 28/01 e Maratona de programação: 9h no sábado (29) até às 18h do domingo (30)
Inscrições pelo site da Hackatona

Com informações da Assessoria de Imprensa SMDET

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PROJETO DE ESTUDANTES BRASILEIROS VENCE FINAL DA COMPETIÇÃO GLOBAL TECH4GOOD, PROMOVIDA PELA HUAWEI, EM VOTAÇÃO ONLINE

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A Visa apresenta os resultados do seu estudo State of Innovation, que revela uma aceleração no índice de adoção de tecnologia
Foto: banco de imagens/istockphoto

Com 83% dos votos, Brasil supera Líbia (12,1%) e África do Sul (5%) em eleição dos internautas

Competição faz parte do Seeds For The Future, projeto da Huawei que promove a vivência tecnológica entre estudantes com objetivo de descobrir novos talentos

O projeto “Digital4People”, criado por um grupo de 11 universitários brasileiros para ajudar a combater a falta de água no Nordeste, venceu a final da competição global Tech4Good, promovida pela Huawei, por votação popular online. A competição faz parte do programa Seeds For The Future, criado em 2008 e idealizado para estimular a vivência e descobrir novos talentos na área de Tecnologia da Comunicação e Informação em diversos países. O resultado foi anunciado nesta quinta, 20.

Até a edição que teve início em 2021, as competições eram realizadas entre universitários em seus países e continentes. Esta foi a primeira vez que a Huawei realizou um desafio global. O Brasil ficou entre os dez finalistas escolhidos pelo júri especializado e em primeiro lugar na eleição popular, com 83% dos votos. A Líbia, com 12,1% ficou em segundo e a África do Sul em terceiro, com 5% das votações.



A edição atual do prêmio, cujas seletivas nacionais começaram em setembro, teve recorde de participantes, reunindo 3.500 estudantes, de 117 países. Desde que foi realizado pela primeira vez em 2008, o Seeds For The Future já soma a participação de 9.000 estudantes, representando 131 países.

Durante discurso de abertura na cerimônia de premiação realizada na matriz da Huawei, em Shenzhen, na China, e transmitida virtualmente, Catherine Chen, membro do Conselho da Huawei e presidente de Relações Públicas e Comunicações da empresa, explicou o sucesso do evento e o desafio dos participantes nesta edição: “Além das tradicionais aulas virtuais existentes no programa Seeds For The Future, e das trocas realizadas com os especialistas em TIC, nesse ano adicionamos uma nova seção para o programa, que foi a competição global Tech4Good. Nela, os participantes foram desafiados a encontrar uma solução de TIC para uma questão social ou ambiental”.

A equipe brasileira, que reuniu universitários de diversos Estados do país, apresentou uma solução para combater a falta de abastecimento de água no Nordeste. Formado por Saskya Pimenta, recém-formada em Engenharia de Telecomunicações no Instituto Federal do Ceará; Otávio de Freitas, da Faculdade de Engenharia de Sorocaba; Pedro Pereira, da Universidade São Paulo (USP); Luiz Gustavo Cavalcante, da Universidade Federal de Roraima; Warley Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas; Lucas da Silva, da Universidade Federal da Paraíba; Marcelo do Nascimento Filho, do Instituto Federal de Santa Catarina; Paulo Ferreira, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão; Luís Antônio da Costa e Renata dos Santos, do Instituto Federal de Sergipe; e Pryscilla de Medeiros, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, o grupo utilizou uma tecnologia de rádio frequência que permite a comunicação a longas distâncias.

Na eleição do júri, a equipe Tailândia “Are u OK?” levou a melhor com uma solução que ajuda os pacientes do país a receber tratamento de emergência mais rápido. Por meio de um planejamento avançado de rotas e comunicações em tempo real habilitadas por tecnologias 5G, IA e nuvem, eles conseguiram reduzir o tempo que os pacientes gastam viajando para centros médicos, melhorando a chance de sobrevivência.

“A ideia foi criar um sistema de gerenciamento de recursos hídricos que monitora as cisternas das famílias que não tem água encanada em suas casas. A ideia do monitoramento é evitar que as pessoas fiquem sem abastecimento de água, comum nesta região do país, e que, na maioria das vezes, se estende por vários dias”, disse Saskya, uma das idealizadoras do projeto.

Chen ressaltou que o objetivo do programa é promover a cooperação em um ambiente internacional diverso. “No programa Seeds for the Future deste ano, mais da metade dos participantes, de mais de 20 países, são mulheres. Tecnologia não tem gênero. Um mundo diversificado, inclusivo e inovador precisa das perspectivas e da força das mulheres. Esperamos ver mais mulheres participando da ciência e da tecnologia nos próximos anos.”

O anúncio vai de encontro a outra iniciativa da Huawei, o Women in Tech, lançada para incentivar mais mulheres a ingressar no setor de tecnologia e assumir mais cargos de liderança.

Clique aqui para conferir mais histórias de mulheres na tecnologia.

Visite o site para mais informações sobre o programa Seeds for the Future.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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EMPRESA DE TECNOLOGIA TEM 50% DE LIDERANÇA FEMININA

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Eleita uma das melhores empresas do setor para se trabalhar, a instituição alcança 50% do board feminino e planeja ultrapassar mil colaboradores no time em 2023 

Completando 25 anos de existência e marcando um crescimento de 50%, em 2021, a Pmweb, empresa que oferece tecnologia e serviços para marketing e CRM, visando a expansão de seus negócios, e aprimoramento das suas soluções na área de marketing, contratou 200 novos colaboradores, além de promover outros 70.

Com o board composto por 50% de mulheres, a empresa reafirma o compromisso do fundador e CEO Tárik Potthoff de ser uma plataforma para o desenvolvimento humano do time. Sob liderança de Grazielle Sbardelotto, a área de Marketing Cloud Services adicionou mais de 150 talentos. Nessa lista estão os dois diretores prata da casa, Lívia Schmitz e Carlos Núñez, e o recém-chegado Rui Duarte, que trocou Portugal por Porto Alegre, e vai comandar a estrutura dedicada a Salesforce, enquanto a Lívia e Carlos ficam com a estrutura dedicada à Oracle.



Leonardo Pachalski na infraestrutura, Leandro De Paula na área de serviços de dados e Pedro Balsemão no desenvolvimento do OTO foram outros diretores anunciados ao longo de 2021. O ano de muitas promoções, trouxe também o reconhecimento da prática de desenvolvimento humano, a Pmweb mais uma vez foi eleita uma das melhores empresas do setor para se trabalhar.

Para Augusto Rocha, VP de Vendas e Marketing: “lembrar os primeiros passos, a venda parcial para Responsys, que colocou a empresa no coração do Vale do Silício em 2012, a aquisição da Intuitive Intelligence, em 2016, e a venda do controle acionário para o Grupo WPP, em 2017, é muito importante para vermos o quanto já construímos até aqui. Só não crescemos mais porque nos faltaram pessoas, mas atacamos esse problema e vamos atrair, desenvolver e crescer muito nos próximos anos”.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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A TECNOLOGIA E O MUNDO PÓS-PANDÊMICO – COMO DOSAR A INOVAÇÃO E SEGUIR EVOLUINDO

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Por que estas tecnologias vão mudar o mundo em 5 anos?

É um desafio equilibrar a tecnologia com o mundo real, mas sentir um vento no rosto e o simples ir e vir em uma bicicleta, por exemplo, que já era sinônimo de liberdade, se tornou algo realmente desejado e necessário

Para cada inovação apresentada ao mundo, é comum ouvirmos questionamentos como “até onde vamos chegar?” ou “não tem mais o que inventar”. Nas últimas semanas de 2021, um dos assuntos que mais se destacou – e agora vem ganhando holofote – é o Metaverso. Apesar das muitas críticas contra Mark Zuckerberg por ter apresentado o termo a um produto que, na verdade, já existia, o recurso ainda assim pretende dominar a tecnologia este ano – e, assim como toda tendência inovadora, gera muitas curiosidades e discussões. Por exemplo, como será trabalhada a mobilidade dentro desse conceito que explora tantos cenários virtuais? 

Até pouco tempo, a ideia de criar uma realidade paralela para ser acessada através de dispositivos, como óculos de realidade virtual e luvas, parecia algo futurista, mas hoje algumas inovações desse tipo já fazem parte da vida de muitas pessoas, como é o caso da NFT. Seria inacreditável ler notícias informando que tem pessoas investindo em imóveis e diversos bens criptografados? Não mais! Há poucos dias, a primeira casa do mundo real foi colocada à venda no metaverso.



As compras online e o home office, comuns na vida de algumas pessoas, tornam o simples ato de se locomover para fora de casa quase nulo. Mas não podemos nos esquecer que ficamos por muitos meses em isolamento social e experimentamos uma incerteza angustiante -, e a ansiedade para sair na rua e socializar foi avassaladora. É um desafio equilibrar as tecnologias com o mundo real, mas sentir um vento no rosto e o simples ir e vir em uma bicicleta, por exemplo, que já era sinônimo de liberdade, se tornou algo realmente desejado e necessário, junto a outras ações que eram simples e faziam parte do nosso dia a dia. 

Metaverso é uma realidade e vai crescer. Mas, como sociedade, entendo que deveríamos gastar mais energia em trabalhar problemas do mundo real. Não quero que a vida, no futuro, seja todo mundo dentro de casa, plugado em uma máquina e vivendo em um mundo virtual. Imagine viver dentro do filme Matrix. Parece algo assustador e ilusório, mas está acontecendo.

Somos seres sociais e precisamos interagir, comer e dormir. Não faz sentido vivermos apenas na nossa cabeça em um mundo paralelo. Deveríamos gastar muito mais energia e esforço para resolver de uma vez por todas os problemas do mundo real.

O termo “cidades inteligentes” é justamente o conjunto de integração da tecnologia da informação e dispositivos físicos conectados à rede IoT, com o objetivo de otimizar a eficiência das operações e serviços de uma cidade e conectar-se aos cidadãos. Precisamos estabelecer conexões e trocas de experiências entre as pessoas do mundo inteiro, presencialmente também (ou principalmente!). 

Não sou alheio a essas evoluções, de forma alguma. Represento, antes de mais nada, uma empresa de tecnologia, e por meio dessas inovações é que somos capazes de melhorar cada vez mais a forma como as pessoas vão se locomover, sempre pensando em um bem geral. Por outro lado, o questionamento que trouxe inicialmente vem à tona, mas com um pequeno ajuste: afinal, o que estamos buscando de fato e até onde queremos chegar?

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

79% DOS CEOS APONTAM SEGURANÇA CIBERNÉTICA COMO VANTAGEM COMPETITIVA

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CSC GovTech 2023: 6 dias para o encontro de soluções digitais

Ter a segurança da informação como uma função estratégica é tão importante que 79% dos CEOs consultados enxergam essa manobra como uma fonte potencial de vantagem competitiva, de acordo com pesquisa (KPMG 2021 CEO Outlook). Segundo o estudo, essa visão demonstra que, diferente do que ocorria há 5 anos, a segurança cibernética das empresas não deve ser tratada como um problema técnico para a área de Tecnologia da Informação, mas sim como uma prioridade organizacional e do negócio.

O relatório revelou também que metade das organizações planejam colaborar com parceiros externos de tecnologia em nuvem e 42% estabelecerão parcerias com provedores de dados externos, impulsionando a urgência para a proteção contra riscos digitais da cadeia de fornecedores cada vez mais complexa das instituições.



“Quando o Executivo deixa de encarar as ameaças cibernéticas como um risco aleatório do futuro, causado por um criminoso, e passa a visualizá-las como um infrator concorrente empreendedor, toda a ótica muda. Tal mudança de perspectiva faz sentido, considerando as manchetes frequentes sobre ataques cibernéticos contra empresas e governos, ao mesmo tempo em que os executivos adotam cada vez mais a digitalização”, observa o sócio-líder de segurança cibernética da KPMG, Leandro Augusto.

Na consulta aos CEOs, a porcentagem de entrevistados que afirmam estar “muito bem preparados para um ataque cibernético futuro” caiu de 27% em 2019 para 10% em 2021, com aqueles que se sentem “bem preparados” diminuiu de 68% para 58% ao longo desse período.

“A vigilância constante deve ser uma arma bem usada pelas companhias, não apenas investimentos únicos e direcionados de maneira aleatória. Cada vez mais os executivos querem saber se os investimentos em segurança estão trazendo retornos reais na diminuição das exposições e proteção da Empresa”, conclui o líder.

Para os próximos três anos, o estudo prevê que quase metade dos participantes da pesquisa (46%) irá se concentrar em melhorar as habilidades de segurança cibernética ou fortalecerá sua governança em torno da resiliência operacional e da capacidade de se recuperar de um grande incidente, com destaque aos ataques de ransomware (malware que restringe o acesso ao sistema, cobrando um resgate normalmente em criptomoedas).

Com informações da Assessoria de Imprensa RV&A – Oficina de Comunicação

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NOVO DECRETO REFORÇA A OBRIGAÇÃO DE DESCARTE CORRETO DE ELETRÔNICOS E CRIA NECESSIDADE DE CONTROLE E DIGITALIZAÇÃO DE SISTEMAS DE LOGÍSTICA REVERSA

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Fotografia com fundo escuro na tonalidade marrom, com pessoa digitando ao celular. Foco nas mãos e no aparelho e levemente nas mangas do casaco verde com detalhe azul

Governo Federal publica decreto que obriga sistemas de Logística Reversa a terem documentos ambientais no sistema SINIR e cria instrumentos para fiscalização

Desde 2010, quando foi promulgada a Política Nacional de Resíduos Sólidos, os fabricantes e importadores de eletroeletrônicos passaram a ter responsabilidade na implementação de programas de logística reversa, oferecendo para seus consumidores domiciliares sistemas de coleta ou recebimento dos produtos que alcançaram o fim de sua vida útil.

Depois de anos de discussões conduzidas pelos órgãos de controle ambientais juntamente com as entidades de classe, em 2019 foi assinado um acordo setorial e em 2020 promulgado um decreto que o regulamenta, estabelecendo as regras de operacionalização, assim como as metas estruturantes e de coleta de produtos que começaram a valer a partir de 2021.

O Decreto 10.240 publicado em dezembro de 2020, que regulamentou o modelo operacional da Logística Reversa, obriga todos os fabricantes e importadores de eletroeletrônicos a disponibilizar a seus consumidores domiciliares sistemas de logística reversa pós consumo com cobertura nacional (400 cidades) e comprovar resultado de coleta de maneira crescente, alcançando 17% de suas vendas no ano de 2025. Distribuidores, comerciantes e consumidores também possuem responsabilidade compartilhada e obrigações dentro do sistema de Logística Reversa, pois entende-se que este processo depende do envolvimento de todo o setor para que possa ser bem sucedido.



Já em 2022, o Decreto Federal nº 10.936, publicado em 12 de Janeiro, regulamenta alguns pontos importantes que ainda não haviam ficado claros nos regulamentos anteriores e que a partir de então tornaram a legislação bastante objetiva.

Seguem algumas das novidades:

  • Centralização da gestão dos Sistemas de Logística Reversa pelo Ministério do Meio Ambiente, através do Programa Nacional de Logística Reversa (PNLR) – (Art.12);
  • Na implementação e na operacionalização do sistema de Logística Reversa, poderão ser adotados procedimentos de compra de produtos ou de embalagens usadas, como programas de Trade-In e/ou instituídos postos de entrega dos produtos eletrônicos (Art. 14 – I e II);
  • Obrigatoriedade de emissão de documentos ambientais e Manifestos de Transporte de Resíduos (MTR) no Sistema Nacional de Informações de Resíduos (SINIR), pelos sistemas de Logística Reversa tanto coletivos, como individuais. Ferramenta de uso obrigatório para registro do trânsito de resíduos no Brasil de acordo com a Portaria MMA 280 (Art. 15 e Art. 77);
  • Fiscalização dos Sistemas de Logística Reversa e do atendimento às Metas, que se darão através do sistema MTR SINIR (Art. 14);
  • Novas legislações em âmbito estadual e municipal deverão estar harmonizadas com o regulamento federal, uma vez que os locais devem possuir metas compatíveis com o de maior abrangência. Poderão ser firmados termos de compromisso com os fabricantes, os importadores, os distribuidores ou os comerciantes para o controle e fiscalização do atingimento das metas previstas em harmonia com as estabelecidas em acordo setorial ou regulamento vigente (Art. 19 e Art. 25);
  • Cooperativas de catadores podem participar de Programas de Logística Reversa desde que sejam legalmente constituídas, em conformidade com a norma ABNT NBR 16.156/2013 (Decreto 10.240/2020), cadastradas e habilitadas no SINIR (Art. 14, Art. 40 e Art. 42);
  • Importadores e Fabricantes têm que sinalizar nas Declarações de Importação (DI) o responsável pelo sistema de Logística Reversa (Coletivo ou Individual). Caso a importação do produto eletroeletrônico seja realizada por empresa terceirizada, essa deverá sinalizar em contrato quem é o responsável pela Logística Reversa, caso contrário, o importador será responsabilizado (Art. 14 § 4, 5, 6 e 7);
  • Empresas que comercializam componentes não estão mais isentas de Logística Reversa (Art. 91).

Além das obrigações referentes à Responsabilidade de Implementação de Sistemas de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE) de uso doméstico pelos Fabricantes, Importadores, Distribuidores e Varejistas do setor, o novo decreto, conforme o seu artigo 57, deixa claro que todas as empresas (exceto as micro e pequenas empresas e empresas de pequeno porte que não atuem diretamente no tratamento de resíduos e gerem menos de 200 litros de resíduos por dia – Art.63), estão obrigadas a implementar Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), de maneira individual ou coletiva (quando localizadas no mesmo condomínio ou para o caso de empresas do mesmo setor no mesmo município). Sendo assim, todas as empresas, sem exceção, são responsáveis pela destinação ambientalmente adequada, de maneira rastreável, de seus resíduos, incluindo os Equipamentos Eletrônicos, observando a obrigatoriedade da emissão dos MTRs estaduais ou federal, conforme estabelecido pela Portaria 280/2020.

De acordo com o novo Decreto 10.936/2022, a emissão de MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos) passa também a ser obrigatória para os sistemas de Logística Reversa, reforçando o atendimento da Portaria 280 do MMA. Além disso, a fiscalização e o acompanhamento das metas devem ser feitos pelo Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR).

Este regulamento também instituiu mecanismos de fiscalização e penalidades para as empresas que não cumprirem os requisitos da Logística Reversa, como por exemplo:

  • As empresas fabricantes de eletrônicos podem ter condicionadas suas licenças ambientais ao atendimento dos requisitos da Logística Reversa. Em alguns estados esta vinculação já acontece;
  • Importadoras poderão ter vinculadas à liberação das Declarações de Importação à implementação de seus programas de Logística Reversa;
  • O artigo 90 deste decreto altera a redação do artigo 62 do Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008, incluindo a penalização para o descumprimento de obrigação prevista no sistema de logística reversa, implementado nos termos do disposto na Lei nº 12.305 de 2010. As multas podem variar de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais) – (Art. 60 – Decreto 6514/08).

Visando aumentar o engajamento de todos na Logística Reversa, até os consumidores podem ser multados caso não façam o descarte incorreto de seus resíduos. Isso reforça a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, instituída pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12305/2010), cujo objetivo é reduzir a poluição e danos ambientais causados pelo descarte incorreto de resíduos (Art. 90 § 2).

Sistemas de Logística Reversa, sejam eles coletivos ou individuais, são um importante instrumento para que fabricantes e importadores estejam adequados à legislação, e perante a exigência dos consumidores que estão cada vez mais conscientes ambientalmente.

Como solução para os fabricantes e importadores, a Circular Brain oferece e gerencia sistemas individuais de Logística Reversa pós-consumo nacionais para empresas como Hytera, Tectoy e Huawei, de forma digital, com total rastreabilidade e geração de documentos ambientais diretamente no SINIR.

Através de sua plataforma Think Circular, certificada para comprovação do atendimento dos requisitos da Norma ABNT 16.156:2013, a Circular Brain oferece sistemas de Logística Reversa com cobertura nacional de mais de 11 mil pontos de entrega voluntária, em todas as cidades do país. Oferece também uma rede de recicladores normatizados em 11 estados, total rastreabilidade, controle de balanços de massa e emissão on line de documentos ambientais (MTR/CDF) no sistema SINIR, permitindo que fabricantes e importadores possam implantar de forma ágil, e com excelente custo benefício, um sistema para os seus clientes em todo o território nacional, com a tranquilidade de possuir todos os documentos comprobatórios acessiveis atraves de seu login na plataforma.

“Através de nossa solução, fabricantes e importadores de forma independente terão total transparência sobre as coletas, destinações e documentos ambientais, assim como total gestão sobre o atingimento de suas metas tanto geográficas quanto volumétricas, a um custo muito mais competitivo que outras soluções disponíveis no Mercado, devido ao efeito rede que reduz o custo de logística.” afirma Fernando Perfeito, Co Founder da Circular Brain.

Além de um requisito legal, a Logística Reversa é um diferencial estratégico, ampliando o relacionamento do produtor com o seu consumidor, garantindo a ele alternativas para o descarte correto de seus equipamentos. Isto evidencia que o fabricante está comprometido com o Meio Ambiente, através de práticas alinhadas com o conceito ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e também com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que são cada vez mais exigidos pelos investidores, mercado financeiro e a sociedade.

Com informações da Assessoria de Imprensa GEP Comunicação

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PQTEC LANÇA EMPREENDA ON, PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES

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Vista aérea da cidade de São José dos Campos exemplo que terá certificação de cidades inteligentes
Foto: Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos

O Parque Tecnológico São José dos Campos lança o Empreenda On, programa de aceleração e capacitação para negócios de bairros afastados dos centros da cidade.

O Empreenda On vai disseminar a cultura empreendedora e inovadora do Parque Tecnológico São José dos Campos para diversos bairros do município, usando sua expertise de acompanhamento de empresas de todos os portes, desde a ideia no papel.

O acompanhamento dos micro e pequenos empreendedores se dará por meio de mentorias, palestras, workshops e aulas, a partir de um plano formatado de acordo com as necessidades dos empreendimentos assistidos. Para facilitar o processo, os participantes serão divididos por setores, de acordo com a área de atuação.



O programa nasce para proporcionar a empresas e pessoas que atuam em setores variados as mesmas oportunidades que as empresas de base tecnológica recebem no PqTec, conta Giane Santos, coordenadora do Empreenda On. “Por meio de parcerias com instituições como Sebrae São José os Campos, Senac, Prefeitura Municipal de São José dos Campos, entre outras, o Parque estimula a criação de grupos nas microrregiões da cidade”, explica. “O que queremos é tornar os bairros também um lugar de oportunidades, com um setor de serviços competitivo e uma economia local forte”, defende.

O público-alvo do projeto são profissionais autônomos, microempreendedores individuais e pequenos empreendedores, principalmente dos setores de serviços e de comércio.

Para o desenvolvimento dos planos de capacitação, o Empreenda On tem a governança da Prefeitura Municipal de São José dos Campos, do Sebrae São José dos Campos, do Rotary Club Zona Leste e da Fundhas. Para a aplicação da metodologia nos bairros, o projeto contará também com a parceria de associações de bairros e grandes empresas que possam ter interesse e atuação na região.

Consultora de inovação do Sebrae São José dos Campos, Janice Junqueira entende a parceria entre esse escritório do Sebrae e o Parque Tecnológico São José dos Campos como estratégica para o desenvolvimento do programa Empreenda On. “Construímos juntos todas as etapas do Programa, estudamos o mapeamento de vocações de microrregiões em São José dos Campos, copilamos dados estratégicos para estruturação do Programa. Nossa expectativa é alcançar os empreendedores que buscam oportunidade de viabilizar suas ideias inovadoras e alavancar seus negócios de forma estruturada”, afirma Janice.

A segunda fase do Empreenda On prevê a criação de uma plataforma online, que vai reunir todos os dados dos participantes, para acompanhamento da evolução e de suas empresas, para divulgação e promoção de produtos e serviços.

Grupo piloto

Um grupo piloto já foi formado no bairro do Novo Horizonte, na zona leste de São José dos Campos. São profissionais e empreendedores do setor de beleza — cabeleireiros, barbeiros e esteticistas. A reunião de lançamento teve a presença de 18 participantes e representantes da governança.

No primeiro encontro, ocorreu uma oficina de planejamento participativo com o objetivo de entender as expectativas e necessidades com foco no crescimento dos empreendedores. “Começamos o projeto em bairros do entorno do Parque, para que os profissionais sejam capacitados, aumentem o networking, melhorar a gestão, processos e técnicas. Um planejamento realizado em conjunto é necessário para que possamos atuar de forma organizada em busca de um único objetivo: girar mais a economia local e assim causar um impacto positivo nos indicadores sociais”, analisa Giane.

Durante seis meses, os participantes vão ser acompanhados por especialistas nas áreas de administração, marketing, postura empresarial e comportamento empreendedor. Estão previstos oito workshops, duas visitas a oficinas de gestão, participação em uma feira do setor e duas visitas a salões de sucesso na região.

O barbeiro Jackson Fernandes já tem praticado o que aprendeu com o Empreenda On em seu negócio. “O Empreenda On é um programa que me ajuda se eu fizer acontecer, os ensinamentos são práticos. Só por participar de um encontro, já, tenho sido mais comunicativo na rede social, vendendo mais e estou tendo retorno em aulas e aperfeiçoamento em outras barbearias. Estou mais organizado, usando agenda virtual com meus clientes e o retorno tem sido muito positivo. Eu espero que o Empreenda On me ajude a aprender e entender ainda mais sobre tecnologia dentro do mercado dos negócios,” acrescenta.

Além do apoio do Parque Tecnológico, os participantes receberão o suporte da governança e poderão vivenciar diferentes ambientes de negócios. “Temos como foco a atuação e na inclusão produtiva e em programas estruturados a partir das vocações dos territórios e seus segmentos prioritários que foram mais afetados pela pandemia. Nessa jornada do Programa Empreenda On, os participantes terão acesso a ferramentas de transformação digital e de crédito. Acreditamos no potencial desses empreendedores e no desenvolvimento de microrregiões”, diz Janice Junqueira.

Com informações da Assessoria de Imprensa PqTec

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