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PROJETO QUE PROMOVE EMPODERAMENTO DIGITAL EM ESCOLAS PÚBLICAS FORMA 174 PROFESSORES EM PRIMEIRO CICLO

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Foto: Prefeitura de Maricá

Iniciativa desenvolvida em parceria pela ONG Recode e pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, já tem 187 escolas habilitadas no RJ

A professora Lívia Lisboa Cabral, do CIEP M. Maestro Villa-Lobos, encontrou um jeito nada trivial para falar com os alunos do terceiro ano do ensino fundamental sobre medidas de capacidade (litro e mililitro). Utilizando a gamificação como metodologia ativa e o Jamboard como ferramenta digital, promoveu uma atividade de caça ao tesouro baseada em um jogo coletivo de tabuleiro para ser disputado à distância. A solução tecnológica para potencializar o ensino e incutir conceitos de empoderamento digital no dia a dia de escolas públicas é uma das realizações do programa social “Janelas para o Amanhã”, organizado pela ONG Recode em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Lançada no ano passado, a iniciativa habilitou 187 escolas no Rio de Janeiro e formou 174 professores no ciclo de metodologias ativas e ferramentas digitais, entre outubro e novembro.

“Penso que a proposta de aprender fazendo desperta o interesse dos nossos alunos e os coloca também como protagonistas do processo de aprendizagem. Eles ficam entusiasmados e se sentem desafiados”, disse um docente sobre a formação. “O curso está melhorando muito minha prática em sala de aula”, avaliou outro – as respostas foram anônimas.



“Janelas para o Amanhã” é um projeto que se estende até 2023 e nasceu de uma proposta de reciclagem digital. Com a renovação dos computadores de um dos parques da Petrobras, quase dez mil equipamentos foram substituídos (número que considera desktops, notebooks e periféricos). A empresa resolveu destinar esses itens a escolas públicas, e para isso criou uma iniciativa em parceria com a Recode, especializada em empoderamento digital, a fim de complementar a entrega física.

Em outubro, foram realizados encontros de acolhimento com professores do ensino fundamental e alunos do ensino médio em todo o Rio de Janeiro. No caso do ensino fundamental, o treinamento semanal foi focado na incorporação da tecnologia na prática pedagógica; no ensino médio, a proposta foi desenvolver trilhas formativas e incentivar os alunos a usar a tecnologia para algo transformador com foco na inserção no mercado de trabalho.

“O ‘Janelas para o Amanhã’ é um projeto muito especial para nós por diversas razões. Trata-se de uma iniciativa que une participação de uma empresa gigantesca, como a Petrobras, com um propósito muito potente de democratizar o acesso à tecnologia e apresentar possibilidades de construir mudanças significativas na vida das pessoas. Acreditamos muito no empoderamento digital como um caminho para a transformação”, diz Rodrigo Baggio, fundador e CEO da Recode.

Além do curso, o grande diferencial para os jovens é o acompanhamento de educadores sociais, que promovem encontros socioeducativos, e um gestor de comunidades, que facilita processos interativos junto às comunidades escolares.

Na média, os professores deram nota 9,4 para os encontros da formação e tiveram um ganho de 58,9% em relação ao que compreendiam sobre metodologias ativas, ferramentas digitais e competências socioemocionais abordadas. Na autoavaliação, a nota nesses aspectos subiu de 5,36 antes do curso para 8,52 após a formação.

Até 2023, serão mais de nove mil computadores doados, com 2,2 mil alunos e 2 mil professores formados em 39 municípios dos três estados (Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo), ampliando o acesso digital para cerca de 50 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio. Conheça mais sobre o projeto acessando o edital no site.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência Prioriza

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CAPITAIS BRASILEIRAS ESTÃO PREPARADAS PARA LANÇAR A INTERNET 5G

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Como a tecnologia contribui para o desenvolvimento de cidades inteligentes
Foto: istockphoto/divulgação

Doze das 27 capitais já atualizaram a legislação para facilitar a implantação da nova tecnologia; as demais podem modernizar suas leis locais para acelerar a chegada do 5G

Doze capitais brasileiras estão totalmente aptas a lançar a internet 5G para a população, tanto sob a perspectiva tecnológica quanto jurídica. Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Natal, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Aracaju e Boa Vista já atualizaram suas legislações locais para ofertar a nova internet. As demais capitais ou estão parcialmente adaptadas ou preparam a atualização da legislação municipal. Atualmente, a Lei Geral das Antenas (Lei nº 13.116/2015) e o Decreto nº 10.480/2020 possibilitam que a implantação da nova tecnologia ocorra em todas as capitais e municípios. No entanto, é importante que todos atualizem suas normativas para disponibilizar mais antenas e oferecer um 5G mais rápido e com mais qualidade.

Com isso em vista, o MCom e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) têm feito um trabalho estreito junto aos municípios, sugerindo adequações às legislações locais e elucidando dúvidas, no intuito de eliminar eventuais obstáculos à redução do déficit de conectividade. “Nossa missão é garantir a tecnologia 5G conectando o Brasil e levando a internet para todos os brasileiros”, pontua o ministro das Comunicações, Fábio Faria. “Ao longo dos anos, faremos com o que o país tenha assegurado a cada um o direito de acesso à internet; todos nós sabemos a importância que isso tem”, enfatiza.



O cálculo é simples: com as leis atuais, a nova geração da tecnologia de telefonia móvel chegará em todos os 5.570 municípios brasileiros — primeiro nas capitais e depois, gradativamente, nos demais municípios. Contudo, o sinal 5G, para cobrir toda a cidade, precisa de muito mais antenas. Por isso, quanto mais moderna for a legislação municipal, mais rápido a cidade terá ampla cobertura do 5G. Os municípios com legislações adaptadas à Lei Geral das Antenas serão os primeiros a contar com todos os benefícios da tecnologia. Devido à complexidade para receber e disponibilizar a tecnologia, o edital possui metas fixadas ano a ano para levar gradualmente a cobertura a todo o país. No caso de 100% dos municípios, o prazo vai até 2029.

Grande parte das questões relacionadas à instalação de infraestruturas de telecomunicações foi superada com a edição do Decreto nº 10.480/2020. Seu artigo 11º, por exemplo, aborda o “silêncio positivo”, detalhando que o órgão ou entidade competente tem até 60 dias como prazo para a expedição de licenças. Se não houver decisão até o encerramento do prazo, a entidade interessada fica autorizada a realizar a instalação da infraestrutura de telecomunicações. O dispositivo confere muita agilidade aos processos de licenciamento e, desse modo, contribui para a implantação das redes 5G no Brasil.

INFRAESTRUTURA — Na geração anterior da telefonia, antenas eram tratadas como “edifícios”: sua instalação exigia regras condicionadas a parâmetros urbanísticos, com imposições de distanciamento ou largura mínima de ruas. “Muitas legislações municipais não são aplicáveis à realidade atual”, pontua o secretário de Telecomunicações do MCom, Artur Coimbra. O Decreto, por exemplo, traz regras objetivas para a dispensa de licenciamento às infraestruturas de pequeno porte em área urbana. “Este é mais um dispositivo que contribui para a expansão das redes 5G, que, em comparação a tecnologias anteriores, requerem maior densidade de antenas (mas de menor tamanho)”, explica o secretário.

Quanto às competências municipais, a Lei Geral das Antenas já estabeleceu diretrizes e regras a serem observadas pelos municípios para o tratamento das infraestruturas de suporte – daí a importância das atualizações legislativas, a fim de absorvê-las e adotá-las. Em outra linha, a Lei nº 11.934/2009, no tema da exposição dos habitantes aos campos eletromagnéticos, também já estabeleceu quais são os limites e incumbiu à Anatel a competência de regulamentar e fiscalizar nesse campo.

Ainda cabe reforçar a importância das regras estabelecidas no edital do leilão das faixas do 5G. O documento definiu que as operadoras podem iniciar a execução de seus compromissos de atendimento por serviço 5G a partir de municípios cujas legislações e procedimentos administrativos estejam aderentes à Lei Geral das Antenas. Na prática, isso significa que os municípios têm um estímulo adicional para melhorarem seus processos de licenciamento de infraestrutura de telecomunicações.

CRONOGRAMA DE CHEGADA DO 5G — Todas as capitais brasileiras já estão preparadas para lançar a internet 5G para a população até 31 de julho deste ano, conforme previsto no edital da Anatel. Dentro desse prazo, de acordo com o cronograma definido no leilão das faixas de radiofrequência, as sedes estaduais precisam oferecer, no mínimo, uma antena para cada 100 mil habitantes.

Para que a tecnologia 5G esteja ativa no país, um número de antenas até 10 vezes maior do que temos hoje será necessário, devido ao aumento exponencial do volume de dados que será transmitido. Para municípios com população igual ou superior a 30 mil habitantes (1.174), existe um compromisso crescente, a cada ano: até julho/2025, por exemplo, a meta é ampliar a quantidade de antenas nas capitais e no Distrito Federal e atender os municípios com população igual ou superior a 500 mil habitantes (no mínimo 1 antena para cada 10 mil habitantes). Até julho/2028, o compromisso é atender 50% dos municípios com população igual ou superior a 30 mil habitantes. Para cidades com menos de 30 mil habitantes (4.396), a meta é atender todos até dezembro/2029.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério das Comunicações

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MULHERES LIDERAM 31% DOS CONSELHOS DE EMPRESAS GLOBAIS, APONTA ÍNDICE GEI DA BLOOMBERG

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Com número recorde de participantes, estudo aponta também que 72% das companhias possuem diretoria de Diversidade & Inclusão

A Bloomberg anuncia o resultado do índice GEI (Bloomberg Gender-Equality Index) de 2022. Neste ano, 418 empresas participaram do GEI em 45 países e regiões, somando um valor de mercado na ordem de 16 trilhões de dólares. Lançado em 2021, o índice GEI ajuda a trazer a transparência às práticas e políticas relacionadas à questão de gênero nas empresas de capital aberto no mundo todo, possibilitando melhor entendimento sobre os dados ESG (Environmental, Social and Governance) que ficarão disponíveis para os investidores.

Neste ano, o número de empresas participantes aumentou em 20% em relação ao ano passado. Elas divulgaram os dados para o índice GEI, por meio da estrutura GEI (Estrutura para divulgação de dados de gênero da Bloomberg). Isto demonstra uma maior consciência com a igualdade de gênero e o reconhecimento de que a comunidade empresarial global pode liderar as iniciativas de mudanças significativas, ao se comprometer com relatórios e a divulgação de dados sociais mais transparentes. 13 companhias brasileiras estão participando do GEI, são elas: Afya, Bradesco, BB Seguridade, Braskem, Comgás, Cosan, Eletrobras, Itau Unibanco, Odontoprev, GPA, Sul América, TIM e Telefônica Brasil.



“As mudanças no trabalho devido à pandemia destacaram a importância de abordar questões de igualdade de gênero na força de trabalho global”, diz Peter T. Grauer, presidente da Bloomberg. “O índice Bloomberg Gender-Equality Index reconhece as empresas que concentram esforços para oferecer um ambiente de trabalho inclusivo que apoia as necessidades cada vez maiores dos funcionários. Também mantém os pontos fortes obtidos por meio da diversidade de gênero, que é cada vez mais crítica neste ambiente de negócios desafiador”.

A estrutura de divulgação GEI avalia as empresas em cinco pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. As empresas fornecem respostas para uma lista detalhada de perguntas sobre cada área. Há também áreas de informações solicitadas que apoiam o objetivo mais amplo de fornecer dados ESG mais robustos aos investidores. Por exemplo, os dados de divulgação do índice GEI agora contribuem com os dados EEO-1 da Bloomberg, que compreendem as informações demográficos de raça e etnia divulgados por empresas dos EUA como parte de seus requisitos de relatório para a EEOC (Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego em português).

Em termos de divulgação, a capacidade de medir, analisar e monitorar dados ao longo do tempo é essencial para as empresas que desenvolvem e implementam abordagens nas áreas de diversidade e inclusão. O relatório de insights do índice GEI 2022 (2022 GEI Insights Report) publicado hoje, descreve a amplitude e a profundidade dos dados incorporados no cálculo do índice GEI e ilustra o impacto que os esforços coordenados para a igualdade de gênero podem ter no local de trabalho. Os trabalhos em governança e cultura empresarial são alguns exemplos observados no índice GEI deste ano.

Redução de disparidades

Uma área de atuação dinâmica é o trabalho com a diversidade na diretoria e em todos os níveis da empresa. Em média, os membros dos conselhos do GEI são 31% mulheres e 72% das empresas associadas têm um Diretor de Diversidade ou um executivo com responsabilidade principal pela diversidade e inclusão. Essas empresas têm uma média de 39% de mulheres em cargos lucrativos e mais da metade (61%) exige uma lista de candidatos com diversidade de gênero para cargos de gestão.

“Os líderes empresariais de hoje têm a oportunidade de impulsionar o progresso na igualdade de gênero nos próximos anos”, disse Patricia Torres, diretora global de Soluções de Finanças Sustentáveis da Bloomberg. “A estrutura GEI ajuda as empresas a avaliar seu progresso em relação aos seus peers e em relação aos seus próprios objetivos. Por sua vez, os dados do índice GEI fornecem aos investidores um conjunto de dados abrangentes para ajudar a avaliar como as melhores práticas na área de igualdade de gênero estão contribuindo para o desempenho da empresa em vários fatores”.

Cultura inclusiva

Outra área-chave tem a ver com os processos de recrutamento, contratação e retenção nas empresas associadas. Em média, os membros do GEI contratam mais mulheres: 83% dessas empresas têm uma estratégia direta para contratar mulheres e 66% delas realizam análises abrangentes de remuneração por gênero. Essas empresas também são mais propensas a adotar políticas voltadas para a família: por exemplo, 75% das empresas associadas oferecem salas de lactação em suas instalações para novas mães e 59% delas oferecem subsídios para creches ou outras ajudas financeiras.

“Programas, políticas e práticas agora estão em jogo, mas a mudança duradoura vem da criação de uma cultura de igualdade onde todos sentem que pertencem — o acelerador da criação de valor 360˚ para todas as partes interessadas”, disse Julie Sweet, presidente e CEO da Accenture. “O GEI é uma ferramenta valiosa que destaca o progresso e as oportunidades de melhoria.”

Os dados do GEI deste ano mostram que as comunidades também se beneficiam de políticas de negócios inclusivos: mais da metade (63%) das empresas associadas patrocinam programas de educação financeira para mulheres e 65% patrocinam programas dedicados à educação de mulheres em STEM.

Sobre o índice GEI

A estrutura padronizada de divulgação de dados do índice GEI permite que investidores comparem como as empresas do mundo todo investem em mulheres no local de trabalho, na cadeia de fornecimento e nas comunidades em que operam. O envio de dados por meio da estrutura de divulgação de dados de gênero da Bloomberg é voluntário e não tem custos associados. O índice GEI é um índice de referência e não deve ser utilizado como benchmark financeiro. O índice não é classificado. As empresas incluídas no índice deste ano atingiram ou superaram um score limite global estabelecido pela Bloomberg para refletir um alto nível de divulgação e desempenho geral nos cinco pilares da estrutura. Para mais informações, visite o site do índice GEI. Os clientes da Bloomberg podem acessar o índice GEI em {BGEI Index DES }.

Acesse a lista de empresas incluídas no Bloomberg Gender-Equality Index 2022.

Com informações da Assessoria de Imprensa BCW (Burson Cohn & Wolfe)

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FGV DIREITO RIO ABRE CHAMADA DE ARTIGOS SOBRE “INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E A PROTEÇÃO DE DADOS NA AMÉRICA LATINA” PARA A CPDP LATAM 2022

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Big data é usado para revelar desigualdades no acesso à mobilidade urbana em São Paulo

Pesquisadores receberão bolsa de R$5 mil e apresentarão seus trabalhos no CPDP LatAm 2022

O Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio abriu a chamada de artigos para a CPDP LatAm 2022, que será realizada em julho e terá como tema a Inteligência Artificial e a Proteção de Dados na América Latina. O primeiro rascunho do artigo deverá contar com cinco a sete mil palavras e deve ser enviado até o dia 10 de fevereiro de 2022, em português, inglês ou espanhol.

A Computers, Privacy and Data Protection Conference (CPDP) é uma das maiores Conferências sobre privacidade e proteção de dados do mundo e será realizada pela segunda vez na América Latina em 2022. O evento reunirá, para além da edição latino-americana da CPDP, as edições latino-americanas das conferências MyData e Privacy Law Scholars Conference (PLSC).



Serão priorizados trabalhos relacionados aos temas da Inteligência Artificial, Automação e Proteção de Dados na América Latina, como: Transparência algorítmica; Abordagens éticas e/ou jurídicas para a IA; Análises das provisões sobre IA existentes nas estruturas de proteção de dados latino-americanas; Mecanismos de supervisão e prestação de contas de Big Data Analytics, entre outras disponíveis no site.

Os artigos selecionados serão submetidos a um processo de revisão e os autores serão convidados a apresentar os resultados de suas pesquisas durante a CPDP LatAm 2022. Também receberão um passe gratuito para participarem como ouvintes da CPDP LatAm 2022, além de uma bolsa de pesquisa em remessa única no valor de R$5.000.

Os artigos em inglês selecionados serão publicados em uma edição especial da CPDP LatAm da Computer Law & Security Review, editada pelos professores Luca Belli e Nicolo Zingales. Submissões em português e espanhol que concluírem com êxito o processo de revisão serão publicadas em uma edição especial da CPDP LatAm da Revista Brasileira de Direitos Fundamentais e Justiça (Qualis A2), editada pelos professores Danilo Doneda, Ingo Sarlet e Ivar Hartmann.

Mais informações disponíveis no site.

Com informações da Assessoria de Imprensa Insightnet

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RECODE ABRE INSCRIÇÕES PARA FORMAÇÃO EM PROGRAMAÇÃO COM FOCO EM EMPREGABILIDADE PARA JOVENS DE SÃO PAULO

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Totalmente online e gratuito, Recode Pro atende pessoas entre 18 e 39 anos, com renda familiar de até um salário mínimo e ensino médio completo.

Política de diversidade prevê 51% das vagas para pretos e pardos, 40% para mulheres e preferência para pessoas LGBTQIA+ nos critérios de desempate.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil registrou 13,5 milhões de desempregados no terceiro trimestre de 2021. Além disso, as pessoas ocupadas tinham no período uma renda média de R$ 2.459. Disposta a recodificar esse cenário, a ONG Recode, focada no empoderamento digital, abriu as inscrições para a turma 2022 do Recode Pro – programa 100% digital e gratuito de formação e empregabilidade de programadores full stack para pessoas em situação de vulnerabilidade social que teve 92% de empregabilidade no ciclo 2019/2020.

Lançado em 2019, o Recode Pro capacita e insere no mercado de trabalho pessoas com faixa etária entre 18 e 39 anos, ensino médio completo e renda familiar per capita de até um salário mínimo (em 2022, R$ 1.212). As inscrições estão abertas para pessoas das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre e Manaus.



“A quarta revolução industrial e a transformação digital das empresas nos colocaram diante de dois grandes desafios. Uma pesquisa da Universidade de Brasília mostrou que quase 50% das profissões existentes atualmente no Brasil podem ser substituídas por algoritmos de inteligência artificial, mas a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação estima que 421 mil novos postos de trabalho serão criados nessa área até 2024. A proposta do Recode Pro é empoderar pessoas para enfrentar esse cenário complexo e fazer da tecnologia um caminho para transformação social”, diz Rodrigo Baggio, fundador e CEO da Recode.

Além da alta taxa de empregabilidade, um destaque do Recode Pro é o nível em que as pessoas formadas conseguem se inserir no mercado. Seis meses após o término, a média salarial das pessoas que concluíram o primeiro ciclo era de R$ 4.985. “A Recode é fruto do sonho de usar a tecnologia para transformar a vida das pessoas, e o Recode Pro enfrenta consistentemente um dos maiores problemas do país, que é a desigualdade social decorrente da alta taxa de desemprego. Temos muito orgulho de ver quantas pessoas saíram das edições anteriores e hoje estão em posições de destaque de grandes companhias”, ressalta Baggio.

Processo e Hackathon

De 14 de janeiro a 06 de março, os inscritos serão submetidos a uma qualificação que inclui 40 horas dos cursos online na plataforma da Recode e um teste de raciocínio lógico. Os mais bem avaliados receberão o convite para um hackathon virtual – evento determinante para apontar os 420 classificados para a formação, de maio a dezembro, com quatro horas diárias de aula, de segunda a sexta-feira.

“O hackathon é uma oportunidade para que eles apliquem suas ideias, mostrem criatividade e iniciem uma rede de contatos que posteriormente é fundamental para gerar oportunidades de mercado”, explica Rodrigo Baggio.

O hackathon também é uma das atividades que conectam o Recode Pro com um forte pilar de empreendedorismo social. A proposta da formação é que os alunos desenvolvam projetos com perspectiva de impactar suas realidades e transformar o ambiente em que vivem, e essa diretriz prática acaba funcionando como um diferencial.

Política de diversidade e preferência para pessoas LGBTQIA+

Além da taxa de empregabilidade, um diferencial do Recode Pro é a política de diversidade. Em 2022, pelo menos 51% dos participantes da formação serão pretos ou pardos e 40% das vagas estão reservadas para mulheres. Além disso, pessoas que se identificam como LGBTQIA+ terão preferência em caso de empate nas etapas classificatórias.

Serviço – Recode Pro 2022

O que é: Formação online em programação full stack
Inscrições: A partir de 14/01, no site oficial do Recode Pro
Duração da formação: Até dezembro de 2022
Carga horária: De segunda a sexta-feira, com quatro horas de duração por dia
Quem pode se inscrever: Pessoas com renda familiar per capita de até um salário mínimo e ensino médio completo que morem em em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre e Manaus
Faixa etária: 18 a 39 anos
Custo: Gratuito

Com informações da Assessoria de Imprensa RECODE / Agência Prioriza

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STONE E REDE MULHER EMPREENDEDORA SE JUNTAM PARA FORTALECER O EMPREENDEDORISMO EM TODO O PAÍS COM SESSÕES GRATUITAS DE MENTORIA

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Até abril, o Plantão de Mentoria RME contará com a participação de especialistas RME e voluntários da Stone em sessões gratuitas sobre gestão de negócio, vendas, marketing e relacionamento com cliente

A Stone e a Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, uniram-se para a realização do Plantão de Mentoria RME, programa gratuito de apoio para quem já tem um negócio e quer alavancá-lo em 2022 ou mesmo para quem deseja iniciar um e precisa encarar todos os desafios de empreender.

Como principal parceira do empreendedor brasileiro, a Stone se une à RME, reforçando assim ainda mais os valores da companhia, que acredita na educação como base para a formação de futuros empreendedores para a construção de um Brasil melhor. A mentoria é também considerada um dos caminhos essenciais para a abertura e o crescimento de qualquer negócio hoje em dia.



De janeiro a abril, os interessados que se cadastrarem serão mentorados por especialistas voluntários da Stone e da RME em temas que vão de gestão ao relacionamento com o cliente, vendas e marketing. Cada encontro terá, aproximadamente, uma hora, e o primeiro plantão acontecerá no próximo dia 27/01, às 16h.

As mentorias em grupo são sessões coletivas, com público ilimitado, ao vivo e realizadas online. Não há processos seletivos nem restrição de gênero para participar e todos os interessados poderão se inscrever por este link .

Em média, o Plantão de Mentoria RME  tem atraído cerca de 250 inscritos por mês. Em sua grande maioria, são mulheres de 30 a 50 anos, proprietárias e líderes de negócios tradicionais, não somente startups, e que normalmente não possuem formação acadêmica com cursos de graduação ou pós-graduação.

RME foi criada em 2010 pela empreendedora social Ana Fontes com o propósito de apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso a mercado, marketplace, programas de aceleração e acesso a capital. Hoje, conta com 1 milhão de participantes conectadas e já impactou a vida de mais de 9 milhões de mulheres.

Empreendedorismo feminino 

Segundo dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020, principal pesquisa sobre empreendedorismo do mundo, feita com apoio do SEBRAE, o Brasil possui a sétima maior participação feminina entre os empreendedores iniciais. Dos 52 milhões de empreendedores no país, 30 milhões (48%) são mulheres. A preferência delas é pelos segmentos de beleza, moda e alimentação. Elas também são a maioria nos setores de comércio (52,95%), indústria (65,20%) e serviços (55%). A pesquisa é realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ).

Pela primeira vez, o relatório da GEM também identificou que ter uma empresa é o segundo  maior sonho do brasileiro.

Desafios das empreendedoras

A sexta edição da Pesquisa anual elaborada pelo Instituto e Rede Mulher Empreendedora, indica que 79% das empreendedoras acreditam que os cuidados com a casa e a família atrapalham mais as mulheres do que os homens que buscam empreender. “Muitas mulheres ainda não têm apoio e reconhecimento de que seus negócios, ainda que pequenos, fazem parte de um ecossistema potente e que gera muita riqueza”, comenta Ana Fontes, fundadora da RME.

Quanto mais incentivo e apoio, mais essas empreendedoras conseguem planejar e se estruturar, estudando e compartilhando suas experiências, ressalta Ana. O estudo revelou que 67% das mulheres ouvidas planejam realizar algum curso de formação para empreendedoras.

Programação Plantão de Mentoria RME

Gestão de Negócios:

Dia 27/01 — 16h

Venha preparar seu negócio para 2022

Marketing:

24/02 — 16h

Por quais redes sociais consigo atingir os meus clientes?

Vendas:

31/03 — 16h

Como e onde meu negócio pode vender mais?

Relacionamento com o Cliente:

28/04 — 16h

Como conversar melhor com meu cliente?

 

Inscrições abertas em: RME

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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OS VEÍCULOS ELÉTRICOS ESTÃO CHEGANDO E POSTOS DE RECARGA SÃO FUNDAMENTAIS

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Stellantis

O futuro da mobilidade está veiculado a eletrificação e a redução do uso de combustíveis fósseis, mas é importante ressaltar que a massificação dos veículos elétricos exige um planejamento bem estruturado para que empresas, especializadas em recargas, consigam popularizar seus produtos.

Em novembro do ano passado, durante a COP26, Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021, realizada em Glasgow, na Escócia, lideranças de todo mundo discutiram o quanto a emissão de gases poluentes na atmosfera tem prejudicado o Meio Ambiente e provocado efeitos negativos ao clima.  Na oportunidade, algumas metas para descarbonização dos veículos foram estabelecidas, dentre elas, a redução do dióxido de carbono em 45% até 2030, trazendo uma oportunidade para aceleração no processo de eletrificação de veículos leves e pesados.

A eletrificação veicular é hoje um dos assuntos mais debatidos entre países de todo mundo. De acordo com a Abve (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), o ano de 2021 fechou com um recorde de 34.990 unidades de eletrificadas vendidas, um aumento de 77% em relação a 2020.  Esses números refletem a nova visão de descarbonização e a consciência ambiental que empresas, montadoras e consumidores têm adquirido nos últimos anos.



Paralelamente ao aumento de veículos elétricos no Brasil e em todo mundo, é preciso avaliar como serão feitas as recargas para que carros, caminhões e ônibus eletrificados consigam circular com maior autonomia. Todas as versões híbridas, híbridas plug-in ou elétricos puros precisam de pontos para que suas baterias sejam reabastecidas. Esse é um assunto se tornou um dos pontos de atenção para fabricantes de veículos elétricos.

O futuro da mobilidade está veiculado a eletrificação e a redução do uso de combustíveis fósseis, mas é importante ressaltar que a massificação dos veículos elétricos exige um planejamento bem estruturado para que empresas, especializadas em recargas, consigam popularizar seus produtos. Um questionamento que é cada vez mais latente, refere-se às condições estruturais das cidades para receber esses pontos de recarga, seguindo um número semelhante de opções de postos de combustível para veículos comuns.

Segundo a Abve, a frota de veículos elétricos no Brasil já chegou à marca de 75 mil unidades emplacadas e sabemos da tendência de ampliação desses números, uma vez que as montadoras de carros, encarroçadoras de ônibus e fabricantes de caminhões anunciam gradativamente suas apostas para o novo conceito da mobilidade.

Nos Estados Unidos, por meio da EEI (Edison Electric Institute), uma associação de empresas de energia de propriedade de investidores, estabeleceu como meta, para 50 empresas associadas, a criação de mais de 100 mil portas de carregamento rápido para os quase 22 milhões de veículos elétricos que circularão em solo norte-americano até 2030. 

Aqui, no Brasil, em contrapartida, a Abve contabilizou, em setembro de 2021, apenas 754 estações de recargas públicas e semipúblicas no Brasil, com 735 delas em operação, correspondendo apenas a 0,98% do total de veículos já existentes. 

No entanto, por se tratar de um sistema de recarga que exige um tempo maior para a conclusão, notamos uma tendência de que os sistemas de recarga sejam implantados em edifícios comerciais e residenciais gradativamente, permitindo que esses veículos sejam recarregados no período da noite ou durante o expediente. Em São Paulo, por exemplo, desde março de 2021, está em vigor a Lei municipal n. 17.336, que obriga a instalação de carregadores para veículos elétricos e híbridos em novos projetos de edifícios residenciais e comerciais. A lei exclui os empreendimentos construídos a partir de programas habitacionais públicos e subsidiados com recursos do governo.

A regulamentação é apenas o primeiro passo, mas muitos pontos precisam ser considerados para que o sistema seja efetivamente eficiente e esteja disponível a todos. Em São Paulo, por exemplo, não está definido o número de carregadores que devem ser instalados por edifício e não é apontado qual é o modelo de equipamento para recarga que deve ser utilizado, essas lacunas deixam dúvidas sobre a capacidade de atender a demanda dos proprietários de veículos elétricos e sobre como será feita a cobrança pelo consumo de energia. Para avançar com esse projeto, em breve, todas as vagas deverão estar, ao menos, preparadas para receber pontos de recarga.

Diante deste cenário, fica a reflexão para que a alta demanda por eletrificação veicular também tenha, proporcionalmente, um aumento dos postos de abastecimento para esses veículos em todo território nacional. Afinal, as estações de recarga no Brasil ainda são insuficientes para atender a quantidade de veículos que já circulam e os modelos que ainda chegarão às ruas nos próximos meses.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

MOBEES SE UNE À CARBONEXT PARA NEUTRALIZAR CARBONO DE SUA FROTA

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Comissão Europeia prepara legislação para indústria sem emissão de CO2

Com parceria, startup compensará a emissão de gases dos 200 veículos em circulação no Rio de Janeiro

Os assuntos voltados para o meio ambiente vem ganhando notoriedade nas últimas semanas, principalmente com a realização da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 – COP26. Há algum tempo, atendendo às demandas de organizações ambientais e de um público cada vez mais exigente e consciente, empresas de todos os portes passaram a se alinhar aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance), que ganhou dimensão muito grande neste período em que atenção do mundo está em avançar no combate às mudanças climáticas.

Uma pesquisa recente, realizada pelo think tank internacional Carbon Brief, apontou que o Brasil está entre os maiores poluidores do mundo, aparecendo em quarto lugar no ranking mundial que contabiliza a liberação de gás carbônico. E foi refletindo sobre esse assunto que a Mobees, plataforma de mídia exterior digital sobre carros de aplicativos em funcionamento no Rio de Janeiro, acaba de firmar uma parceria com a Carbonext, plataforma que ajuda empresas a compensar emissões de gases do efeito estufa.



O CEO e cofundador da Mobees, Fábio Barcellos, conta que a startup tem como propósito impactar a comunidade, promovendo crescimento econômico e melhorando a vida das pessoas e cidades. “Avaliamos os impactos das atividades dos carros de aplicativos, já que os automóveis são um dos principais responsáveis pela emissão de gases poluentes. Ainda que esses carros já estivessem em circulação, independente da existência da Mobees, queremos fazer a nossa parte e contribuir com o meio ambiente”, afirma o executivo.

A Mobees irá compensar suas emissões de carbono com a Carbonext, que gera cerca de 5 milhões de toneladas de créditos de carbono ao ano, com a gestão de mais de 1 milhão de hectares da Floresta Amazônica, onde atua combatendo o desmatamento. A Carbonext faz a gestão de áreas em risco de desmatamento, protegendo sua biodiversidade e estimulando a bioeconomia local. Via a venda de créditos, a empresa devolve à floresta 70% da renda gerada pela comercialização dos créditos para defesa e monitoramento da área, contribuindo também para o benefício e desenvolvimento da população local.

Para Janaína Dallan, CEO da Carbonext, parcerias como essa estimulam cada vez mais empresas e pessoas a refletir sobre a importância da neutralização de emissões, manter a floresta em pé e o impacto do aquecimento global para o planeta e as gerações futuras.

“Todos nós precisamos agir agora. Essa parceria chega em ótimo momento para amplificar a diversos públicos, desde as empresas que buscam as mídias da startup até seus motoristas e clientes, a necessidade de preservar a floresta de pé. Nosso esforço é no sentido de conectar a floresta e as cidades, para desenvolvimento sustentável do planeta e desenvolvimento da bioeconomia”, diz Janaína.

Os veículos parceiros da adtech, que rodam cerca de 1 milhão de km por mês, o equivalente a 25 voltas ao planeta Terra, contribuirão de forma direta com o meio ambiente, já que um crédito de Carbono corresponde a 1 tonelada de CO2. Isso impacta diretamente a qualidade de vida das pessoas, principalmente nas grandes cidades como no Rio de Janeiro.

Atualmente a Mobees possui cerca de 200 veículos parceiros na sua frota, com planos de expansão para 1000 veículos no próximo ano. A neutralização da emissão de carbono acontecerá em todos os carros parceiros da empresa. Com base na projeção de quantos km cada parceiro roda, a adtech adquirá créditos de carbono equivalentes com Carbonext. Ao final de cada mês, será repassada a quantidade de quilômetros realmente percorridos para o ajuste.

Hoje, a startup conta ativamente com mais de 45 clientes em vários segmentos, sendo nomes como Faculdade Descomplica, Unimed, Motorola, TIM, Oi, Claro, GloboPlay, HBO GO, Diageo, O Boticário, Dasa, entre outros, que indiretamente estão contribuindo com essa causa e para o combate à poluição, e espera que outras empresas se engajem neste projeto sabendo que causarão grande impacto social na vida dos motoristas e também ambiental.

As ações de impacto da Mobees vêm sendo observadas, prova disso foi a recente seleção da adtech na primeira colocação do III Desafio COR Rio de Inovação para cidades inteligentes. O COR é responsável por gerenciar uma agência de notícias, que funciona 24 horas por dia nas redes sociais e se torna fonte oficial de informações para a população em situações de emergências urbanas. As telas 100% digitais e onipresentes da Mobees serão integradas ao maior Centro de Operações Urbanas da América Latina, para tornar a comunicação com a população mais concreta e factual.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA PROGRAMA DE ACELERAÇÃO VOLTADA A STARTUPS DE EMPREENDEDORES NEGROS

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Startups poderão se inscrever até 19 de fevereiro no Black Scale, programa da Inventivos com Distrito, Via e Unilever para impulsionar inovação e desenvolvimento de negócios por meio de mentorias, treinamentos e investimento

Mesmo sendo maioria no Brasil (56%, segundo o IBGE), a população negra é ainda minoria em cargos de gestão empresarial — representa 23,6% das lideranças, de acordo com a Pesquisa Afroempreendedorismo no Brasil. Para mudar esse quadro, a Inventivos, em cocriação com a plataforma de transformação digital Distrito, Via e Unilever, lança em novembro o Black Scale, programa de aceleração para startups fundadas por pessoas negras. Os empreendedores podem se inscrever no site Black Scale até o dia 19 de fevereiro.

O processo terá duas etapas: seleção e aceleração. Entre os inscritos, 50 startups serão chamadas para entrevistas. Dessas, serão selecionadas 20 para a fase de imersão, uma pré-aceleração intensiva com duração de um mês. Ao final, 10 serão escolhidas para o plano de aceleração completo ao longo de três meses.



Para o CEO e cofundador do Distrito, Gustavo Araujo, essa é uma iniciativa necessária para o ecossistema de inovação brasileiro. “Enquanto software e cloud figuram como principal segmento de pequenas e médias empresas gerais, a categoria sequer aparece nos dez principais ramos dos afroempreendedores. A maioria das startups não têm nenhum negro na equipe. Isso mostra que o mercado de tecnologia é pouco diverso e queremos mudar esse cenário por um cada vez mais igualitário”, afirma.

Para o CEO da Inventivos, Lucas Santana, a desigualdade nessa área é gritante e ações como essa são de extrema importância para um país como o Brasil. “A jornada de empreender é, por vezes, precarizada. Sobretudo quando falamos de negócios que são fundados por pessoas negras. A característica da cor de pele nos atravessa nas relações profissionais, seja no menor faturamento nas empresas fundadas por pessoas negras, no empreendedorismo por sobrevivência e não por oportunidade, ou na dificuldade de acesso a crédito. O que falta é incentivo, cases para se inspirar e, principalmente, orientação. Por isso, esse programa é muito importante para diminuirmos as desigualdades no mundo dos negócios”, completa.

O Black Scale inclui conteúdos de business e tecnologia, mentorias com especialistas, conexões com outras empresas, acesso a ferramentas digitais, plano de acompanhamento, entre outros benefícios. As startups vão receber treinamentos baseados em quatro pilares: posicionamento de marca, cultura de inovação, deal flow de negócios e impacto social.

Segundo a gerente de D&I da Unilever Brasil, Luana Suzina, o Black Scale vem para disseminar ainda mais os valores da empresa. “O tema Diversidade e Inclusão na Unilever não fica restrito à área de Recursos Humanos, mas permeia todas as nossas marcas e áreas e é parte importante da nossa estratégia de negócios, assim como a inovação, ambos sendo premissas para tudo o que fazemos. Por isso vemos a oportunidade que o Black Scale nos traz de quebrar barreiras nestes dois temas somados e contribuir para essa jornada de transformação do cenário de startups. O tema inovação é parte do Fundo Afrolever, uma iniciativa da Unilever cuja missão de acelerar as oportunidades para pessoas negras se apoia nos pilares de talentos, marcas, fornecedores e comunidade, e busca impulsionar a representatividade negra dentro da companhia e também na sociedade. Estamos orgulhosos de fazer parte porque acreditamos muito no potencial dessa ação para acelerar e fomentar a cadeia de startups e empreendedores para que tenha mais diversidade e interseccionalidade”, diz.

O desconhecimento de estratégias digitais, métodos, processos e de como tornar o negócio rentável são apontados como alguns dos principais desafios pelos empreendedores negros. E o Black Scale vai justamente fornecer ferramentas para superar essas dificuldades, potencializando iniciativas de inovação, além de criar oportunidades para novos negócios.

Para a gerente de Diversidade e Inclusão da Via, Amanda Ferreira, a iniciativa conversa com o compromisso da empresa. “O programa Black Scale é uma grande oportunidade para contribuir com o aumento da diversidade no ecossistema de startups. Para nós, da Via, é um orgulho enorme poder contribuir com a aceleração de negócios liderados por pessoas negras, porque acreditamos na força inventiva do afroempreendedorismo inserido na transformação digital e no movimento coletivo, dialogando e tornando toda jornada digital mais inclusiva. Aqui na Via, a Diversidade, Equidade e Inclusão são valores e fazem parte do nosso compromisso como empresa, pois queremos que a pluralidade brasileira esteja representada em nosso time, e claro, na sociedade. Sabemos do nosso papel como empresa e nos comprometemos nessa atuação mais ativa na agenda de equidade racial no Brasil, focando, também, em programas internos de aceleração de carreiras para profissionais negros e a meta de representatividade de 45% de negros em cargos de gerência acima”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ovocom

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PRIMEIRO CARRO INTELIGENTE, O ELÉTRICO BMW IX JÁ ESTÁ EM PRÉ-VENDA COM AUTONOMIA DE ATÉ 630KM

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Maior autonomia entre os veículos elétricos vendidos no Brasil

Grade frontal com nanotecnologia tem capacidade de autorregeneração

Sonorização feita por vencedor da Academia de Cinema e do Grammy

Modelo vem com dois carregadores como cortesia

A eletrificação dos automóveis premium no Brasil já é uma realidade. Tudo começou há oito anos, mais precisamente em 2014, com o lançamento do BMW i3. Referência em sustentabilidade e propulsão elétrica, o BMW i3 liderou o movimento de carros elétricos no país e pavimentou a estrada para o futuro. E nenhum carro representa melhor o futuro da mobilidade que o BMW iX, o primeiro carro inteligente do Brasil. Com design arrebatador e tecnologias nunca vistas em outros modelos vendidos no país, o BMW iX já está em pré-venda em todas as concessionárias da BMW no Brasil desde 24/01 clicando aqui.

Carro-chefe de tecnologia do BMW Group, o BMW iX é o símbolo de uma nova era de mobilidade na marca. Concebido desde o início para ser um veículo totalmente elétrico, sua construção tem diversos elementos moduláveis criados pela BMW pensando nos próximos lançamentos com esse tipo de propulsão. Tudo sem abrir mão de proporcionar o Puro Prazer de Dirigir, o DNA da marca.



“Depois de lançar um modelo elétrico e ter toda a gama BMW conectada no país, chegou o momento de ir além com um modelo que representa um novo passo na conexão entre o carro, passageiros e o mundo, se atualiza sozinho, aprende seus hábitos e antecipa seus desejos com inteligência artificial, conta com design revolucionário, inclusive com adoção de tecnologia Shy Tech (menos botões de comando e maior interatividade) e ainda é capaz de regenerar pequenos danos em sua grade frontal”, afirma Roberto Carvalho, Diretor Comercial da BMW do Brasil. Para vender o modelo com foco no cliente, há uma novidade na venda. “Entendendo o desejo do cliente de carregar seus carros em casa, oferecemos dois carregadores com o modelo, que pode passar dos 600 km de autonomia”, reforça o executivo.

Forma e função andam lado a lado no BMW iX. Com estrutura que prioriza o aumento de rigidez e menor peso possível, o utilitário mescla o uso de alumínio com resina reforçada com fibra de carbono em sua construção e carroceria. O design, claro, entrega o melhor coeficiente aerodinâmico possível. São apenas 0,25 de coeficiente de arrasto, que contribuem para um melhor desempenho e eficiência energética.

Posicionada no assoalho do BMW iX para melhorar o centro de gravidade e garantir maior proteção contra impactos, a célula de bateria do BMW iX tem a quinta e mais moderna geração do BMW eDrive. Sua densidade energética aumentou cerca de 40% em comparação com a bateria de alta tensão do BMW i3 2020. São 76,6kWh de capacidade total na versão xDrive40 e 111,5kWh na versão xDrive50. Com base no ciclo WLTP, o BMW iX chega ao Brasil com autonomia de até 425km e 630km, respectivamente, nas versões xDrive40 e xDrive50.

Apesar da ótima autonomia, a BMW não poupou desenvolvimento em novas tecnologias de carregamento. Prova disso é que o BMW iX estreia um novo sistema, capaz de proporcionar recargas de até 150kW na versão xDrive40 e 195kW na versão xDrive 50.

Esse rápido carregamento permite aumentar 70% do nível de carga da bateria em 35 minutos no BMW iX xDrive50 ou 31 minutos no caso do BMW iX xDrive40. Além disso, a autonomia pode ser aumentada em até 150 quilômetros para o BMW iX xDrive50 e 95 quilômetros para o BMW iX xDrive40 em 10 minutos.

O BMW iX é o primeiro modelo da BMW a receber uma BMW Wallbox essential de 22 kW e um Flexible Fast Charger. O novo acessório de recarga, Flexible Fast Charger, é um carregador rápido, portátil e flexível. O kit standard acompanha um conector de 3 pinos com potência de 1.8 kW, mas o cliente encontra opções de cabos que podem aumentar a potência para até 11 kW. O carregador tem cabo com comprimento de 6 metros, a maior distância no mercado. Além disso, o Flex Charger tem garantia de 2 anos, assim como a BMW Wallbox.

Motores e o Puro Prazer de Dirigir

Equipado com dois motores, um no eixo dianteiro e um no eixo traseiro, o BMW iX tem tração integral xDrive de série. De forma combinada, os motores rendem ótimos 326cv e 630Nm de torque na versão xDrive40 e impressionantes 523cv e 765Nm de torque na versão xDrive50. A aceleração é de 6,1 segundos e 4,6 segundos, respectivamente, enquanto a velocidade máxima é limitada a 200km/h em ambos para preservação da bateria.

O sistema de tração nas quatro rodas do BMW iX é comandado eletronicamente e transmite exatamente a quantidade certa de torque para as rodas dianteiras e traseiras em todas as situações. Seu controle inteligente permite uma transmissão de potência totalmente variável, desde a tração puramente traseira até uma configuração de tração nas quatro rodas com máxima tração.

A tecnologia de deslizamento limitado da roda instalada em ambos os eixos, em conjunto com o sistema de tração nas quatro rodas traz uma melhoria adicional na tração e estabilidade. Integrado no gerenciamento do motor, este sistema produz entradas corretivas muito precisas e rápidas. Dessa forma, o carro consegue tração independente da condição do tempo ou do pavimento da estrada.

Para tudo por onde passa

Com porte semelhante ao de um BMW X5, o BMW iX é impactante visualmente. Suas linhas reforçam mais isso. A lateral tem formas musculosas, rodas com desenho aerodinâmico de 22 polegadas e maçanetas integradas nas portas, que dão um charme e requinte ao utilitário.

Na dianteira, os faróis a laser afilados dão uma aparência sedutora ao BMW iX. A grade vertical, que estreou nos esportivos Série 4 também está presente e esconde muitos segredos. O principal deles, sem dúvida, se refere à autorregeneração. A peça, produzida com nanotecnologia, é capaz de se recuperar pequenos danos por conta própria. Responsável por proteger boa parte dos sistemas semiautônomos e de segurança ativa que equipam o BMW iX, a grade guarda outra tecnologia. Pequenos filamentos de aquecimento são responsáveis por limpar e/ou secar a superfície para manter todos os sistemas com as melhores condições de funcionamento.

Na traseira, lanternas bem finas de LED estão embutidas na tampa do porta-malas e dão um visual elegante ao BMW iX. Há padrões de acabamento diferenciados para as lanternas das versões xDrive 40 e xDrive 50 Um acabamento em preto brilhante no parachoque completa a aparência imponente da traseira e deixa o utilitário ainda mais atraente.

Primeiro carro inteligente do Brasil

A melhor forma de perceber quão inteligente o BMW iX é no uso cotidiano. Algumas situações, porém, podem ser explicadas. A primeira delas diz respeito ao sistema de regeneração de energia dos freios. Com todos os seus sistemas trabalhando em conjunto e inteligência capaz de fazer inveja em muitos carros elétricos novos, o BMW iX é capaz analisar o mapa de GPS por onde o carro está transitando.

Se detectar, por exemplo, uma situação na qual o motorista será efetivamente obrigado a frear, como um cruzamento, o carro, automaticamente, aumenta o sistema de regeneração de energia. Dessa forma, o motorista usa menos o sistema de freios e, ao mesmo tempo, recupera mais energia para as baterias.

Outro exemplo de inteligência do BMW iX se refere à rotina do motorista. Com a Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant), o veículo é capaz de analisar o caminho que está sendo feito, cruzar com os dados de horário e destino, para ter ações espontâneas que já foram feitas previamente pelo condutor, como por exemplo, abrir sozinho o vidro do motorista para abrir o portão eletrônico da residência. O assistente é capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos sendo ativados por comando de voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada pelo motorista. O sistema de voz aprende com os seus hábitos, se ajustando e fazendo da sua experiência, cada vez mais personalizada.

Intuitividade em outro patamar

Além de inteligente, o BMW iX chega para revolucionar a relação entre carro e homem. Com um interior completamente clean e minimalista, o utilitário aposta na intuitividade do sistema Shy Tech. É possível controlar as funções do sistema multimídia por comandos de voz, gestos, tato ou da forma mais tradicional, por meio dos botões no console central. Botões feitos de cristais, que reforçam a pegada luxuosa e premium do utilitário.

O amplo espaço interno, com direito a assoalho plano em toda a extensão da carroceria, e assentos recém-desenvolvidos com apoios de cabeça integrados dão o tom para o ambiente luxuoso. O volante com formato hexagonal e o Head up display integrado ao painel são outros pontos que chamam atenção. Mas não o suficiente para ofuscar o BMW Live Cockpit Professional. A incrível tela curvada é composta por duas telas, com 12,3” e 14,9”. A menor, programável em design e itens de controle do veículo, fica responsável por exibir informações do painel de instrumentos, enquanto a maior faz a função de sistema de entretenimento do BMW iX, e tem compatibilidade com Apple Car Play e Android Auto.

Equipado com a funcionalidade My Modes, o BMW iX permite que o motorista decida o estilo de condução e personalizações do interior. De acordo com o modo selecionado, é possível mudar a resposta de comportamento do carro, a iluminação da cabine e a exibição das informações no BMW Live Cockpit. Há ainda a Realidade Aumentada BMW, que utiliza as câmeras do iX para projetar uma espécie de realidade aumentada na tela multimídia e facilitar a visualização do motorista em determinadas situações, como de estacionamento, por exemplo.

Há ainda outra função revolucionária ligada ao sistema de navegação do modelo. Assim que o motorista insere o seu destino, o carro recalcula a autonomia máxima possível, de acordo com o nível da bateria, por meio do cruzamento de algoritmos de topografia e trânsito.

Lista de equipamentos quase infinita

Seria possível escrever um release apenas com a informações da lista de equipamentos do BMW iX. Flagship da marca, o utilitário tem todas as tecnologias disponíveis nas prateleiras de Munique. O ar-condicionado, por exemplo, é ajustável em quatro zonas, tem comandos touchscreen e filtro de nanofibra para purificar o ar da cabine.

O sistema de som da renomada Bowers & Wilkins Diamond Surround tem 30 alto-falantes, 1.615W de potência e função 4D, que possibilita uma experiência sonora incrível. Com alto-falantes embutidos nos bancos, é possível ouvir e sentir as vibrações sonoras de uma Ópera Clássica ou de um show de Rock’n Roll e está disponível na versão xDrive50.

Outro destaque é o teto-solar panorâmico, que não tem cortina para proteção solar. Com uma tecnologia inédita em carros vendidos no Brasil, basta tocar em um botão para que o vidro se torne fosco e ofereça conforto luminoso e isolamento térmico para os ocupantes. A tecnologia usa eletricidade para acionar uma membrana interna do vidro que se torna translúcida a ponto de escurecer a cabine, proporcionar sombra e controlar a temperatura do ambiente. Essa tecnologia é usada também nas janelas dos aviões da Boeing, como o moderno 787 Dreamliner.

Além da proteção acústica para pedestres, o BMW iX também possui um som para aumentar a emoção de quem está ao volante. Chamada de BMW IconicSounds Electric, a função inclui trilhas compostas pelo renomado Hans Zimmer para proporcionar ainda mais conexão emocional entre os ocupantes e o veículo.

A chave virtual ficou ainda mais cômoda. Com a tecnologia UWB a experiência de ter um BMW iX se torna ainda mais encantadora. Com o Digital Key Plus, assim que o passageiro se aproxima do veículo, a uma distância de três metros, carregando a chave física ou com um iPhone ou Apple Watch compatível, o carro já aciona as luzes de boas-vindas.

A 1,5m do carro, as portas são destravadas para liberar o acesso. Na hora de ir embora, basta se afastar que as portas se trancam, automaticamente, quando a chave está a dois metros de distância do carro. A configuração da chave digital pode ser feita por intermédio do aplicativo My BMW, e o proprietário do carro também pode criar chaves virtuais e compartilhá-las via iMessage com até cinco pessoas — inclusive adicionar no Apple Watch (Modelos recentes).

No quesito auxílio e proteção do motorista e passageiros, o BMW iX vem equipado com o sistema Driving Assistant Professional. Ele engloba uma série de assistentes, como ACC (Controle de Velocidade de Cruzeiro Ativo) e o Lane Keeping Assistant. Com eles acionados, o BMW iX se comporta como veículo semiautônomo, acelerando, freando e com capacidade de fazer curvas. Para isso, cinco câmeras, cinco sensores de radar e 12 sensores ultrassônicos são usados ​​para monitorar os arredores do veículo.

Com o Parking Assistant Plus, o BMW iX estaciona 100% sozinho. Não há mais a necessidade sequer de acelerar ou frear. Basta o motorista ativar o sistema e acompanhar as manobras pela tela do sistema multimídia por meio das câmeras. Há ainda alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.

Além de câmeras externas, pela primeira vez a BMW tem um veículo que vem com uma câmera interna, esta permite que os motoristas tirem fotos do interior. As gravações podem ser feitas e salvas durante a condução ou feitas quando o veículo estiver estacionado mediante a uma solicitação através do My BMW App.

Primeiro BMW a ter compatibilidade com conexão 5G, que ainda não está disponível no Brasil, o BMW iX tem, de série, o BMW ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card — o mesmo utilizado em smartphones — conectado à internet. Esta tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de Concierge, como reservas de hotéis e recomendações sobre restaurantes e chamada de Emergência Inteligente.

Com o My BMW App, é possível ativar funções remotas, como localizar o veículo, trancar e destrancar o carro, acender os faróis, e acionar a ventilação do carro, e ainda é possível visualizar o 3D View. Além disso, com o My BMW App é possível verificar o status do carro, caso tenha alguma porta ou janela aberta, ter informações sobre a quilometragem, o nível de autonomia, manutenções e serviços necessários, localizar e fazer contato com concessionários, mensagem de check control como, fluído de freio ou óleo do motor, e ainda, receber notificações a cada atualização remota de software (Remote Software Upgrade).

O aplicativo mostra uma visão geral de todas as informações sobre o processo de carregamento do carro (status, hora de início e duração, autonomia atual, pré-condicionamento – para aquecer o veículo no inverno ou resfriá-lo no verão -, intervalo de tempo para carregamento, programar a próxima recarga e outras configurações relevantes do veículo). Os clientes também recebem notificações push sobre o status de carregamento.

Outra função interessante do My BMW App é a facilidade para encontrar informações relevantes para a sua viagem, como: autonomia para a sua viagem, pontos de recarga próximos a sua localização, tipos de conector e potência de carregadores.

Sustentável em todos os níveis

Produzido na fábrica de Dingolfing, na Alemanha, o BMW iX usa energia renovável em todos os seus processos, além de usar matérias primas sustentáveis na sua construção, com alto grau de elementos naturais e reciclados. O BMW Group adquire o cobalto e o lítio necessários para produzir as baterias de alta tensão de fontes controladas na Austrália e no Marrocos e os entrega aos fabricantes de células de bateria. O projeto dos motores elétricos que equipam o iX permite que o uso de materiais terras raras nos rotores do sistema de acionamento seja evitado. Além disso, a empresa obtém alumínio produzido com energia de usinas de energia solar.

Uma alta proporção de alumínio e plástico reciclável também contribui para a produção eficiente de recursos do BMW iX. O seu interior utiliza madeira certificada, couro tingido com extratos de folha de oliveira e outros materiais naturais. Redes de pesca recicladas estão entre as matérias-primas utilizadas para os revestimentos do assoalho e tapetes.

O novo BMW iX chega ao Brasil nas versões xDrive40 e xDrive50 Sport em nove opções de cores para a carroceria (Branco Alpino, Carbon Black, Preto Safira, Prata Caxemira, Cinza Sophisto, Branco Mineral, Azul Phytonic, Azul Ridge Montanha, Cinza Tempestade Baía e Vermelho Aventurine) e três opções de acabamento interno (Sensatec Oyster, Sensatec Mocha, Sensatec Preto, Couro Amido e Couro Castanea), com preço sugerido de R$ 654.950 e R$ 799.950, respectivamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa JeffreyGroup

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