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CENTROS UNIVERSITÁRIOS FACENS, NEWTON PAIVA E CESUPA REALIZAM HACKATHON DE FLORESTAS INTELIGENTES

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Objetivo do desafio é criar soluções tecnológicas que ajudem a resolver desafios da Amazônia e a potencializar a relação entre comunidades ribeirinhas e a floresta

A partir de 22 de março, os Centros Universitários Facens, Newton Paiva e Cesupa (Centro Universitário do Estado do Pará) abrem inscrições para seus alunos para o Hackathon Florestas Inteligentes, projeto que tem como objetivo criar soluções sustentáveis para oportunidades e desafios das comunidades ribeirinhas e suas interações com a floresta. A ação, que durará até meados de outubro, selecionará três equipes que irão testar suas soluções em comunidades ribeirinhas do Pará e a que obtiver os melhores resultados, receberá R$ 5.000 de investimento no projeto.

O conceito Florestas Inteligentes engloba inovações como Big Data, Banco de Dados Florestal, Sustentabilidade, Energias Renováveis, Tecnologia IoT, Inventário Florestal, Economia da Floresta, Floresta Conectada e Bionegócios. Pensando em desenvolver de forma sólida estas ideias aos participantes, as três instituições de ensino superior promoverão, durante o Hackathon, atividades como seminários, masterclasses, workshops e mentorias.



“Estamos muito animados com este Hackathon, pois temos certeza de que além da experiência incrível que será para os nossos alunos, que poderão viajar e conhecer a Amazônia de perto, sabemos também que ideias de grande impacto surgirão a partir do programa. A parceria com a Newton Paiva e do CESUPA torna este projeto ainda maior e com potencial para alçar grandes voos. Esperamos que governos e grandes empresas possam se inspirar, para que juntos possamos encontrar soluções sustentáveis para a população e para a Floresta Amazônica, assim como para outras áreas com grande biodiversidade”, afirma Vitor Belota, Gerente de Impacto e Sustentabilidade da Facens.

Ao todo, 60 participantes serão selecionados para formar equipes de 4 a 6 aluno. As três equipes finalistas receberão um capital semente de R$ 3.000 e poderão prototipar seus projetos na Facens e depois seguirão para Belém do Pará, onde farão as implementações na Amazônia. A final acontece no dia 4 de outubro.

O Centro Universitário Facens apoia e se mantém alinhado com as 17 ODS criadas pela ONU, na Agenda 2030. Por isso, desenvolve inúmeras ações sustentáveis no campus, como a criação de uma miniestação de tratamento de água, aquecedor solar desenvolvido com produtos recicláveis, compostagem de resíduos orgânicos, monitoramento da qualidade de água do campus, biodigestor, telhados verdes, automação de iluminação interna e externa do espaço, carregador público para carros elétricos, além de um dashboard que gerencia estes e outros projetos da Facens, transformando o campus em uma Smart City. Além disso, a Facens venceu, por dois anos consecutivos, o Green Gown Awards, e foi considerada a instituição de ensino superior privada mais sustentável do Brasil em 2021, pelo UI GreenMetric World University Rankings.

Para saber mais sobre as inscrições, siga o Instagram @Florestas.Inteligentes.

Com informações da Assessoria de Imprensa Maré Núcleo Criativo

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INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ 08 DE ABRIL PARA O MAPEAMENTO DE ORGANIZAÇÕES TECNOLÓGICAS DE MOBILIDADE

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Empresas brasileiras podem apresentar soluções tecnológicas inovadoras no Parque da Mobilidade Urbana que acontece em junho 

Devido ao grande volume de interessados, foram prorrogadas as inscrições de pessoas jurídicas, com sede no Brasil, para se inscreverem até o dia 08 de abril de 2022, neste link, no Mapeamento de Organizações Tecnológicas de Mobilidade, realizado pelo Parque da Mobilidade Urbana (PMU). O PMU vai acontecer de 23 a 25 de junho, presencialmente, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

O canal aberto na plataforma, gratuitamente, tem o objetivo de divulgar as iniciativas tecnológicas voltadas para a mobilidade urbana em diferentes segmentos. A organização que quiser participar do Mapeamento deverá apresentar uma proposta inovadora e soluções tecnológicas para o segmento de sua escolha, que apresente um negócio em operação relacionado à mobilidade e esteja plenamente disponível no mercado.



O canal apresenta os seguintes segmentos:  

Mobilidade elétrica: soluções para veículos elétricos.

Mobilidade corporativa: soluções para deslocamentos de funcionários.

Serviços para mobilidade: soluções que apoiam ou aperfeiçoam a mobilidade urbana.

Transporte coletivo: soluções para transporte coletivo.

Acessibilidade: soluções para acessibilidade.

Compartilhamento: soluções de compartilhamento de veículos.

Intermediação: soluções de conexão entre motoristas e passageiros.

Inteligência de dados: soluções que facilitam e automatizam processos de mobilidade.

Transporte alternativo: soluções alternativas em mobilidade.

As empresas de tecnologia que participarem do evento, apresentando suas soluções tecnológicas inovadoras, terão destaque na divulgação da tecnologia inscrita no mapeamento, podendo compartilhar informações de contato. Além da divulgação, haverá a possibilidade da organização desenvolver ações promocionais com o público-alvo presente, antes, durante e após a sua realização.

As soluções serão publicadas no dia 11 de abril na plataforma do Parque da Mobilidade Urbana.O PMU é mais que um evento. É um movimento com o objetivo de reunir organizações comprometidas com o desenvolvimento da mobilidade urbana sustentável, disruptiva e inclusiva.

O Parque da Mobilidade Urbana é uma realização do Connected Smart Cities, em parceria com o Mobilidade Estadão, que permeia os diferentes atores inseridos neste contexto, e conduz diferentes debates para que a mobilidade seja abordada em várias esferas.

DEBATES APONTAM CAMINHOS PARA SOLUCIONAR FALTA DE BICICLETÁRIOS NA CIDADE DE SÃO PAULO

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O Instituto Aromeiazero em parceria com a Ciclocidade e apoio do Itaú Unibanco irá realizar ao longo do mês de abril bate-papos a fim de dialogar sobre a necessidade de bicicletários na cidade de São Paulo. As conversas acontecerão em formato de live através das redes sociais da ONG e serão comandadas por representantes de instituições e de bicicletários referências como Ascobike, Niterói de Bicicleta, Bike Zona Sul, Parceiros da Alegria e Tembici. Além deles, também haverá a participação do ex-assessor de mobilidade da Prefeitura de Bogotá-Colômbia, Ricardo Montezuma.

Diferente de outros meios de transporte, a bicicleta promove a mobilidade sustentável, a saúde, a geração de renda, a ciclologística e o lazer, além de ser o meio de transporte mais eficiente em distâncias de até 7km, possibilitando que seja utilizada em trajetos curtos ou em trajetos mais longos, a partir da integração com outros modais, como o transporte público de alta capacidade (trem, metrô, monotrilho, terminais de ônibus urbanos). Para a garantia dessa integração, insere-se a importância não só da constituição de rede cicloviária acessível, mas também de bicicletários.



Na cidade de São Paulo, foi estabelecido pela Lei SICLO (Lei nº16.885/2018) e pelo Plano de Mobilidade (PlanMob 2015) a meta do município em cumprir, até 2024, a implantação de bicicletários em todas as estações e terminais de transporte coletivo. Esse desafio é reforçado pelo Plano de Metas (2021-2024), que insere como objetivo implantar bicicletários em todos os terminais urbanos de ônibus municipais. Porém, atualmente apenas 48 dos 162 locais elencados (30%) têm bicicletários. Dos bicicletários existentes, destaca-se a superlotação e o não atendimento da demanda, tanto na cidade quanto na metrópole paulista.

Neste contexto, o Instituto Aromeiazero desenvolve o projeto “Mais Bicicletários”, que propõe-se a implementar um bicicletário em áreas com altos índices de vulnerabilidade. Com modelo de gestão comunitária, ele será gerido por grupo, coletivo ou associação do território em questão, gerando renda local e impacto social. Além dos suportes para o estacionamento das bicicletas e zeladoria das mesmas, o espaço propõe-se a oferecer serviços adicionais como mecânica de bicicletas, vestiário, espaço de apoio a ciclologística, café e espaço para venda de bicicletas recondicionadas na oficina mecânica, sendo também ponto de promoção de ações de uso da bicicleta no território.

Visto isso, foi estabelecido um ciclo de conversas, com duração de 1h30 cada, que propõe inserir e problematizar a questão dos bicicletários dentro do projeto, como um processo informativo ao redor desta pauta. Essa é apenas uma das ações do Instituto para buscar apoio do poder público e ampliar o número de bicicletários na cidade de São Paulo. Participe!

Serviço

Quando: 13/04/2022

Horário: 19h

Onde: Youtube e Facebook do Aromeiazero

Tema: Bici o que? O que são, para o que servem e porque amamos tanto esses bicicletários

Com quem: Adilson Alcântara – Bicicletário Ascobike – Mauá-SP

  • Filipe Simões – Niterói de Bicicleta – Niterói-RJ

  • Flávio Soares – Ciclocidade – São Paulo-SP

  • Ricardo Montezuma – Ex-assessor de mobilidade da Prefeitura de Bogotá,Colômbia

  • Mediação – Suzana Nogueira – Consultora em Planejamento de Mobilidade Urbana

 

Quando: 19/04/2022

Horário: 19h

Onde: Youtube e Facebook do Aromeiazero

Tema: Bicicleta dá em árvore? – a falta que um bicicletário faz nas bordas das cidades

Com quem:  Paulo Alves – Bike Zona Sul – São Paulo-SP

  • Edivan Cruz – Parceiros da Alegria (Edivan) – Salvador-BA

  • Rogério Rai – Pedale-se – São Paulo-SP

  • Mediação: Renata Falzoni – Portal Bike é Legal

 

Quando: 26/04/2022

Horário: 19h

Onde: Youtube e Facebook do Aromeiazero

Tema:  Um cantinho pra chamar de nosso – bicicletário é um direito e um bom negócio

Com quem:  Reginaldo Assis de Paiva – CPTM São Paulo

  • Mariana Cruz –  Tembici

  • Jean Carlos Martins do Vale –  Bike Zona Leste

  • Mediação: Aromeiazero

Com informações da Assessoria de Imprensa do Aromeiazero

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COMO OS DADOS DE MOBILIDADE ORIUNDOS DOS REGISTROS DE TELEFONIA MÓVEL PODEM CONTRIBUIR COM A REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO?

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Os operadores de transporte coletivo precisam conhecer a demanda total de viagens que ocorrem em sua região, já que elas detêm, na grande maioria dos casos, apenas a informação de quem já é usuário do sistema de transporte público

Estamos no início de 2022 e os cenários são ainda incertos: novas variantes de Covid-19 preocupam todo o mundo, índices de inflação estão em alta e reajustes nos preços dos combustíveis são cada vez mais frequentes. Um dos setores mais impactados economicamente nos últimos anos foi o do transporte coletivo urbano, que registrou uma queda média de quase 40% na demanda de passageiros, apesar de manter a oferta entre 80% e 100% da frota, em comparação com 2019, para atender às normas sanitárias.

De acordo com a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), ao longo dos últimos dois anos os contratos de concessão acumularam perdas com prejuízos que já passam dos R$22 bilhões em nível nacional. Sem as devidas condições necessárias para a prestação de um serviço condizente com o anseio popular, o setor precisará de uma grande reestruturação para conseguir atrair cada vez mais usuários à medida em que ocorre a retomada da economia.



Nesse sentido, o desafio do setor de transporte público, hoje, é bastante claro: em um cenário de grande aumento dos custos operacionais, como manter um sistema de transporte coletivo eficiente, com conforto e segurança, e que seja acessível à população que vem enfrentando redução do seu poder de compra com a aceleração da inflação?

Para reverter este panorama, nada auspicioso, as empresas de transporte coletivo vêm buscando alternativas junto ao poder público visando estabelecer um reequilíbrio econômico-financeiro em seus contratos de operação. O dilema para os gestores públicos não é fácil: elevar o valor da passagem, onerando o cidadão, ou conceder subsídios às empresas de ônibus, trens e metrô pressionando ainda mais as contas públicas.

Em paralelo, algumas empresas de transporte coletivo têm buscado soluções para aumentar sua eficiência operacional, através de ações técnicas tais como a otimização da relação de oferta e demanda do serviço, a partir de estudos de engenharia de tráfego que permitem aos operadores ajustar itinerários, frequências e até mesmo propor novas linhas, visando atrair um número maior de usuários ao sistema.

Para que isso seja possível, os operadores de transporte coletivo precisam conhecer a demanda total de viagens que ocorrem em sua região, já que elas detêm, na grande maioria dos casos, apenas a informação de quem já é usuário do sistema de transporte público. Nesse sentido, acreditamos que a análise de matrizes de origem-destino dos deslocamentos da população obtidas através do processamento dos registros anônimos de telefonia móvel são a melhor alternativa para gerar insights para o planejamento e otimização deste modal. 

Em termos de robustez e representatividade da amostra coletada, os CDRs (call detail records) são a fonte mais confiável para o conhecimento dos padrões de mobilidade da população. Além disso, esta fonte de dados permite uma frequência de atualização da informação diária, com custo e prazo de entrega muito inferiores ao de outros métodos de levantamento de dados de mobilidade, como as pesquisas de campo.

Momento difíceis pedem, muitas vezes, soluções inovadoras. A tecnologia de fornecimento de dados de mobilidade a partir de registros de telefonia já existe e está à disposição das empresas de transporte coletivo que desejam aumentar a eficiência da sua operação e se prepararem para o futuro.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

PELA SEGUNDA VEZ CONSECUTIVA, BYD É ELEITA PELA REVISTA TIME COMO UMA DAS 100 EMPRESAS MAIS INFLUENTES DO MUNDO

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Lista divulgada no último dia 30 reconhece a marca como um dos principais fabricantes de veículos elétricos da atualidade

Mais uma vez, pelo segundo ano consecutivo, a tradicional revista TIME elege a BYD com uma das 100 empresas mais influentes do mundo. Com o título “Charging Up China” (em português, “Carregando a China). A publicação americana destaca que “sob o comando do CEO Wang Chuanfu, a empresa vendeu quase 600.000 veículos totalmente elétricos e híbridos plug-in na China — o maior mercado automotivo do mundo — no ano passado, um aumento anual de 232%”.

As indicações para as empresas mais influentes do mundo são realizadas por editores e principais correspondentes da revista Time de várias partes do planeta, além de especialistas e executivos de diferentes áreas e negócios de atuação. O ranking final é elaborado pelos próprios editores, que levam em consideração fatores com importância, sucesso, tecnologia, impacto, ambição e liderança em cada área de atuação dos finalistas.



A revista ressalta ainda na matéria que os EVs da BYD também podem ser encontrados em todos os lugares, do Brasil à Austrália. A empresa, apoiada pela Berkshire Hathaway de Warren Buffett, também fornece uma gama de outras soluções ecológicas em mais de 50 países e regiões, desde ônibus elétricos, empilhadeiras e veículos de saneamento até sistemas ferroviários e baterias.

Para Adalberto Maluf, Diretor de Marketing e Sustentabilidade da BYD Brasil, “o reconhecimento da BYD é uma honra muito grande à empresa, que atesta suas contribuições para uma economia de baixo carbono e a necessária transição energética que o mundo precisa”.

A BYD é um dos maiores fabricantes globais de baterias de lítio-ferro e de veículos elétricos e plug-in. A empresa está presente nos seis continentes, com veículos operando em mais de 300 cidades de 50 países. Supera 220 mil funcionários, distribuídos em mais de 30 fábricas ao redor do globo e já desenvolveu acima de 24 mil patentes. É ainda a segunda maior fornecedora de componentes para celulares, tablets e laptops no mundo.

Veja o ranking completo da Time AQUI

Com informações da Assessoria de Imprensa Linkpress Comunicação Integrada

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ECOSSISTEMA REVOLUÇÃO ESG COMPARTILHA AÇÕES DE IMPACTO SOCIOAMBIENTAL

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Plataforma ESG-Tech de Alto impacto reúne empresas como a Via e Meta/Facebook e organizações como Sistema B e Conexsus para gerar impacto socioambiental em escala

Um ecossistema que proporcione a transformação de corporações para o alcance de classe mundial em ESG (ambiental, social e governança corporativa, na sigla em inglês), por meio de ações de co-branding e impacto socioambiental em escala. Esse é o objetivo do ecossistema Revolução ESG, uma plataforma ESG-Tech de alto impacto que irá unir corporações e entidades privadas a startups ESG, hubs de inovação, instituições de ensino, entidades de classe, agências de fomento, aceleradores, redes de produção e ONGs.

Lançada pela PANGEIA, ecossistema que cria e abraça iniciativas de impacto social e ambiental, a plataforma já conta com empresas como Via (holding que agrupa as m/arcas Casas Bahia, Ponto e Extra.com.br), Viasat (líder global em comunicações via satélite), Moss (climatech, empresa de tecnologia para serviços ambientais), Meta (empresa que engloba as plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp), Tv Lar (maior varejista da região norte), organizações como Sistema B, Conexsus (assessoria, acesso a mercados e finanças para agentes da sociobiodiversidade), Instituto Akatu e Lixo Zero e mais de 60 líderes, empreendedores, artistas e pensadores, como Txaná Bané – Liderança Huni Kuin, protetor da Amazônia e Guardião de Gaia, Andrea Bondem-Blanc – Palestrante e autora internacional, fundadora da GEC Risk Advisory e Verônica Hoe, gerente de políticas públicas no Meta/Facebook BR e Co-fundadora do grupo Mulheres em RelGov. Confira aqui a lista completa.



A PANGEIA atuará como gestora do ecossistema, reunindo as experiências adquiridas, identificando o potencial de replicação de ações e alinhando com planos estratégicos das empresas participantes, sempre valorizando sinergias entre os agentes e o potencial de escalabilidade das iniciativas.

A Revolução ESG é uma plataforma aberta, colaborativa, inclusiva e objetiva, onde os agentes transformadores e sustentadores aderem por meio de membership. A PANGEIA irá disponibilizar especialistas em ESG, tecnologia e inovação, com metodologia própria para proporcionar a conexão com uma rede descentralizada e distribuída de organizações que já produzem impacto social e ambiental, mas que tradicionalmente não compartilham seus erros e acertos com seus pares. Veja aqui todos os detalhes do ecossistema.

Com informações da Assessoria de Imprensa Matiz Caboclo

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CETIC.BR|NIC.BR LANÇA 4º PAINEL TIC COVID-19, NOVA EDIÇÃO DA PESQUISA SOBRE USOS DA INTERNET NA PANDEMIA

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Estudo traz dados sobre telessaúde, ensino remoto e teletrabalho; indicadores inéditos como o uso da modalidade de pagamento digital Pix também serão apresentados nesta terça-feira (5), às 10h.

O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), divulga nesta terça-feira (5) a 4ª edição do Painel TIC COVID-19. O lançamento da pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), concebida para investigar as atividades realizadas na Internet durante a pandemia, acontece às 10 horas, em coletiva à imprensa que será transmitida pelo canal do NIC.br no YouTube.

Além de apresentar resultados atualizados dos indicadores coletados nas três primeiras edições do Painel TIC COVID-19, o estudo traz também indicadores inéditos, como o uso da modalidade de pagamento digital Pix nas compras pela Internet durante o período. A pesquisa teve início em 2020, poucos meses depois de a OMS declarar a pandemia do novo coronavírus.



“Os dados da nova edição foram coletados em julho de 2021, logo após o momento mais crítico da pandemia no país. Ao mesmo tempo, foi um período marcado por uma dinâmica de retorno às aulas e ao trabalho presencial, um contexto diferente do que encontramos nas primeiras edições”, afirma Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br|NIC.br.

A 4ª edição do Painel TIC COVID-19 abordará os temas: cultura, comércio eletrônico, serviços públicos on-line, telessaúde, ensino remoto e teletrabalho. Estarão presentes na coletiva: Alexandre Barbosa (gerente do Cetic.br|NIC.br), Fabio Senne (coordenador de pesquisas do Cetic.br|NIC.br) e Fabio Storino (analista de informações do Cetic.br|NIC.br).

Anote na agenda
Lançamento da 4ª edição do Painel TIC COVID-19
Data: 5 de abril, terça-feira
Horário: 10h
Transmissão: https://youtu.be/NoOGLQqPySU 

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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BAE SYSTEMS EQUIPARÁ ÔNIBUS ELÉTRICOS NOVA BUS LFSE+ DE HOUSTON, NOS EUA

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Essa é a maior encomenda de ônibus elétricos da marca nos Estados Unidos

Dando continuidade à ampliação de seus negócios no continente americano, a BAE Systems vai fornecer o motor de acionamento elétrico acoplado ao seu sistema eletrônico de potência de última geração para os novos ônibus 100% elétricos LFSe+ da Nova Bus, membro do Grupo Volvo e um dos principais fabricantes de ônibus de transporte público da América do Norte. Essa é a maior encomenda de veículos elétricos da marca nos EUA — 20 unidades com opção de aquisição de outras 20 adicionais –que serão entregues até o final deste ano para a Metropolitan Transit Authority of Harris County (METRO), da cidade de Houston, no Texas (EUA), como parte de uma iniciativa de sustentabilidade.

Os novos ônibus LFSe+ com sistemas de propulsão da BAE Systems deverão iniciar operação no quarto trimestre de 2022, inicialmente em rotas que atendem as comunidades mais afetadas pelas emissões de carbono e as escolhidas pela Houston Complete Communities.



O sistema da BAE Systems inclui um motor de acionamento elétrico acoplado à eletrônica de potência de última geração e proporciona mais eficiência aos veículos, com menores custos de manutenção e redução nas emissões de gases de efeito estufa. A METRO tem o compromisso de ter frota 100% formada por ônibus com emissão zero até 2030 em Houston. “Este contrato de fornecimento de ônibus LFSe+ é o nosso mais importante até agora nos EUA e estamos orgulhosos de contribuir significativamente na eletrificação do transporte na América do Norte, introduzindo esses ônibus de emissão zero em Houston”, disse Martin Larose, presidente da Nova Bus.

Com informações da Assessoria de Imprensa Secco Consultoria de Comunicação

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VISA LANÇA PROGRAMA PARA AJUDAR CRIADORES A TRANSITAR MELHOR PELO MUNDO DOS NFTS

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Programa de imersão de um ano tem por objetivo unir um grupo global de criadores interessados em construir seu negócio com NFTs

No momento, cerca de 50 milhões de artistas, músicos e criadores de todos os tipos obtêm parte ou a totalidade de sua renda publicando conteúdo¹. Com um mercado estimado de mais de US$ 100 bilhões², a economia do criador é uma das categorias de pequena empresa que mais crescem³. Para apoiar esse crescimento, a Visa está lançando o Visa Creator Program, uma iniciativa que busca ajudar artistas, músicos, designers de moda e cineastas digital-first a acelerarem seu pequeno negócio por meio de tokens não fungíveis (NFTs). Cada ciclo do programa apoiará um grupo selecionado de empreendedores interessados em entender melhor a tecnologia e as plataformas que respaldam o comércio NFT.

NFTs podem estabelecer a propriedade e a autenticidade de imagens, vídeos, músicas e outros produtos e mídias digitais; portanto, podem ajudar os criadores a gerar receita e expandir seu negócio.



“Os NFTs têm tudo para se tornar um forte acelerador para a economia do criador”, afirma Cuy Sheffield, chefe da área de criptomoedas da Visa. “Estamos estudando o ecossistema NFT e seus possíveis impactos no futuro do comércio, do varejo e da mídia social. O Visa Creator Program nos permitirá ajudar essa nova geração de micro e pequenas empresas a explorar novas mídias para o comércio digital.”

Comunidade, mentoria e acesso para artistas emergentes

Visa Creator Program é voltado para empreendedores que trabalham com arte, música, moda e cinema e estão decididos a incorporar os NFTs em seu modelo de negócio, não importa se acabaram de cunhar seu primeiro NFT ou já têm alguns lançamentos de sucesso.

“Quando comecei minha carreira neste novo mundo dos NFTs, tive o apoio de uma comunidade de especialistas e defensores do token não fungível”, conta Micah Johnson, ex-atleta profissional, criador de Aku e um dos primeiros participantes a trabalhar com o Visa Creator Program. “Estou animado para trabalhar com a Visa e oferecer esse mesmo tipo de mentoria a artistas emergentes que estão iniciando sua jornada com o NFT.”

Um grupo de criadores será selecionado para participar de um programa criado para ajudá-los a desenvolver e ganhar ainda mais proficiência no comércio de criptomoedas e em pagamentos tradicionais. O programa busca apoiar os criadores em cinco áreas principais.

– Mentoria técnica e de produtos: mentoria com a equipe de líderes de produtos e estratégia de criptomoedas da Visa, abrangendo tópicos como: análise das vantagens e desvantagens de redes blockchain subjacentes, contratos inteligentes e marketplaces de NFT.

– Construção de uma comunidade: oportunidade de trocar ideias e resolver problemas com uma comunidade de criadores em vários estágios de sua jornada NFT.

– Acesso a líderes de pensamento: acesso a pensadores e pesquisadores de ponta nas áreas de comércio digital, web3, criptografia e pagamentos.

– Exposição aos clientes e parceiros da Visa: oportunidades para interagir com empresas de toda a rede de clientes e parceiros da Visa.

– Subsídio: os criadores de conteúdo receberão um subsídio, pago uma única vez, para iniciarem a próxima fase de crescimento.

Apoio a novas formas de pequenas empresas

O Visa Creator Program é parte de esforços contínuos da Visa para aumentar o acesso de micro e pequenas empresas à economia digital. Por meio do Visa Creator ProgramShe’s Next e outras iniciativas baseadas em comunidades, a Visa está trabalhando para habilitar digitalmente micro e pequenas empresas por meio de oportunidades de acesso a financiamento, recursos e expertise.

O conceito de ‘pequena empresa’ segue se expandindo e evoluindo de empresas familiares para criadores de conteúdo e trabalhadores da economia gig, e a Visa está empolgada para ajudar a próxima geração de empreendedores a ampliar seu negócio e ser paga.

Para mais informações sobre o Visa Creator Program e sobre como participar, visite o site da Visa.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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COPA ENERGIA E UFMS ESTUDAM POTENCIAL TÉCNICO E MERCADOLÓGICO DO GÁS DE COZINHA PARA GERAR ENERGIA ELÉTRICA

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A parceria prevê investimentos que podem chegar a R$ 2 milhões e terá atuação nas áreas do agronegócio e geração de energia.

 A Copa Energia, detentora das marcas Copagaz e Liquigás, oficializará hoje, 31 de março, um acordo de cooperação com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). A parceria prevê investimentos que podem chegar a até R$ 2 milhões na execução de dois projetos em que o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha, será utilizado para geração de energia. Um deles é voltado para o agronegócio, no setor de piscicultura (produção de peixes) e o outro para a Geração de Energia tanto no modo “off grid” (isolado) como no modo “on grid” (conectado à rede de distribuição nas instalações da universidade). Ambos foram autorizados em caráter excepcional pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e terão duração de 12 meses para experimentos e estudos científicos.

Para atendimento das demandas dos projetos, a Copa Energia instalará reservatórios com capacidade para armazenamento de até 4 toneladas de GLP. Os projetos serão desenvolvidos por equipes multidisciplinares compostas por doutores, mestres e graduandos. Como parte da parceria, serão oferecidas bolsas de estudos e iniciação científica, com o objetivo incentivar a formação de mão de obra qualificada no setor de energia.



Para analisar o potencial técnico e mercadológico do uso do GLP como recurso energético para o agronegócio, serão avaliadas produções de dois tipos de peixes: pacu e tilápia-do-nilo, dispostas na área de piscicultura e nos tanques da Fazenda Escola da UFMS. De acordo com o coordenador de Novas Tecnologias da Copa Energia, Leonardo Silva, a finalidade do projeto é apresentar o GLP aos micros, pequenos e médios produtores como uma alternativa energética de fácil acesso e baixo custo.

“Observamos que existe uma desigualdade no mercado, já que a qualidade do peixe está diretamente ligada ao fornecimento de energia. Assim, a ideia é usar o GLP como fonte de energia mais estável, que chega em locais onde a energia elétrica não garante fornecimento contínuo e evitar a perda da produção desses produtores”, explicou Silva sobre o viés social da iniciativa. A Copa Energia fará um investimento inicial de R$ 600 mil no projeto, podendo chegar a até R$ 1 milhão.

Já o projeto de Geração de Energia tem como objetivo avaliar a eficiência energética e economicidade de um grupo motor gerador (GMG) alimentado por GLP, que vai gerar energia elétrica tanto no modo off grid (em um gerador) como no modo on grid (diretamente na rede de distribuição). O experimento será realizado das 17h às 20h, período de maior consumo da rede, fornecendo energia elétrica para a universidade.

“Será instalada na UFMS uma central de GLP, conectada a um gerador e ligada à rede de abastecimento da concessionária local. A técnica permite que a energia gerada seja direcionada para qualquer parte da universidade. Este é um projeto com grande potencial de economia de energia”, esclareceu Jaime Kilinsky, gerente executivo de Novas Tecnologias da Copa Energia. O aporte financeiro será de R$ 613 mil, com possibilidade de chegar a cerca de R$ 1 milhão.

Outras iniciativas com a Academia

Uma das primeiras experiências da Copa Energia com a UFMS utilizando o GLP em substituição à energia elétrica, aconteceu no início de 2020. Com autorização da ANP em caráter excepcional, devido à crise gerada pela pandemia de covid-19, o projeto apoiou profissionais da saúde do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap), durante o período mais grave de enfrentamento à pandemia. Na época, foram instalados, de forma provisória, quatro contêineres no estacionamento do hospital para procedimentos de higienização e desinfecção, abastecidos por geradores movidos a GLP, com o objetivo de suprir a necessidade de infraestrutura de energia.

Além da colaboração com a UFMS, a Copa Energia assinou, em fevereiro, um acordo de cooperação com a Universidade de São Paulo (USP) para estudar a viabilidade de produção do BioGLP no Brasil – um combustível gasoso, de origem renovável, que pode ser obtido a partir do tratamento do lixo, do bagaço da cana-de-açúcar e/ou do óleo vegetal.

Pedro Zahran Turqueto, vice-presidente de Estratégia e Mercado da Copa Energia, afirmou que as parecerias com a academia são essenciais para a evolução tecnológica e a troca de conhecimento. “Esta é a segunda colaboração que oficializamos este ano com instituições acadêmicas e a terceira com a UFMS em três anos. Nossa intenção é que a prática se torne cada vez mais corriqueira na empresa. Necessitamos dos pesquisadores para aperfeiçoar as técnicas e criar soluções. Em contrapartida, as instituições necessitam de subsídio para desenvolver e aplicar seus projetos”, finalizou.

O evento

Formalização e Início dos Projetos – Copa Energia/UFMS

Local: reitoria da UFMS.

Data e hora: quinta-feira, 31 de março, às 14h.

Estarão presentes na celebração Caio Turqueto, CEO da Copa Energia e Marcelo Turine, reitor da UFMS.

Com informações da Assessoria de Imprensa Virta Comunicação Corporativa

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