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FGV EUROPE, EM PARCERIA COM A CISCO, LANÇA FRAMEWORK PRÁTICO PARA A IMPLANTAÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES E SUSTENTÁVEIS NO BRASIL

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Estudo apresenta caminhos para cidades brasileiras trilharem sua digitalização a partir de uma infraestrutura de conectividade multisserviços

A sustentabilidade e a digitalização se configuram como caminhos interligados para alcançar um desenvolvimento urbano sustentável. Diante da necessidade de trazer novas soluções para os desafios das cidades, a FGV Europe, unidade internacional da Fundação Getulio Vargas, lança um framework prático que orienta os administradores públicos no desenvolvimento de projetos de infraestrutura de conectividade multisserviços, elemento crucial no processo de construção em escala de cidades inteligentes e sustentáveis no Brasil.

Intitulado O Caminho para Cidades Inteligentes no Brasil: O Papel da Infraestrutura de Conectividade, o trabalho foi realizado com apoio da Cisco, uma das pioneiras no conceito de cidades inteligentes através da sua iniciativa global Cisco Comunidades Conectadas e Inteligentes, lançada em 2009.



O framework visa fomentar oportunidades de investimento em infraestrutura digital adequada, de alta capacidade e segura, necessária à implementação dos serviços inteligentes em toda a área urbana e rural dos municípios brasileiros. O intuito do trabalho é desenhar um caminho prático que as cidades brasileiras possam trilhar para disponibilizar o pilar habilitante de infraestrutura de conectividade multisserviços, em prol do desenvolvimento de cidades inteligentes e sustentáveis no País.

“A digitalização é uma grande oportunidade para melhorar a qualidade de vida do cidadão, permitindo o uso amplo de aplicações inovadoras para a gestão urbana e de serviços de interesse público, em setores importantes como a educação, a saúde, a segurança e a mobilidade”, observa Marco Saverio Ristuccia, Project Manager Infrastructure and Green Technologies da FGV Europe. Todavia, ele ressalta que as experiências das cidades brasileiras evidenciam a dificuldade dos governos locais em conseguir acesso à conectividade necessária para a implantação de soluções digitais inovadoras. Partindo de uma análise de casos de sucesso nacionais e internacionais, Ristuccia explica que foram identificados os fatores de cunho político-institucional, jurídico e econômico-financeiro para viabilizar investimentos em infraestrutura de conectividade multisserviços. “Desta forma, foi desenhado um framework prático que visa contribuir na construção de iniciativas para a implementação e gestão dessa infraestrutura tão estratégica para o desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras”, conclui Ristuccia.

A infraestrutura digital é o elemento que demanda maior investimento de capital e custos operacionais ao governo, exigindo modelos de viabilização econômico-financeiros, inclusive com a participação da iniciativa privada. A Cisco acredita que os mesmos princípios de plataformas abertas e interconectadas, que tornaram a internet um ecossistema próspero, podem ser aplicados para transformar as cidades e comunidades em plataformas inteligentes conectadas e já atua há mais de dez anos em parcerias estratégicas com cidades e governos para repensar o espaço urbano, destacando o papel essencial de cooperação entre o setor público e o privado. Em 2020, a empresa lançou no país seu programa de aceleração digital, Cisco Brasil Digital e Inclusivo, que tem a infraestrutura digital e a inovação entre seus pilares.

“A discussão entre poder público, esfera empresarial e instituições financeiras e acadêmicas é primordial para que a implementação da infraestrutura de conectividade multisserviços possa se concretizar nas cidades e torná-las, de fato, inteligentes e sustentáveis. A maioria das cidades brasileiras não possui infraestrutura urbana adequada que garanta a conectividade necessária para as aplicações digitais. Esse framework tem um papel importante para sensibilizar as entidades federativas e outros stakeholders sobre a importância de projetos que levam à implementação dessa infraestrutura, que é o alicerce para digitalização e serviços inteligentes inovadores” ressalta Rodrigo Uchoa, Diretor para Digitalização da Cisco do Brasil.

Diante do tamanho desafio para acelerar a digitalização nas cidades brasileiras, o framework apresenta, ainda, um passo-a-passo estratégico-operativo para a implementação da infraestrutura de conectividade multisserviços em âmbito urbano, destacando aspectos de relevância de ordem jurídico, econômico-financeiro e de política pública.

O documento na íntegra pode ser encontrado no portal FGV e no site da Cisco do Brasil, disponível para download.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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GACHACO FORNECERÁ SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO DE BATERIAS INTERCAMBIÁVEIS ​​PADRONIZADAS PARA MOTOS ELÉTRICAS

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A ENEOS Holdings, Inc. (President: Ota Katsuyuki; “ENEOS”), Honda Motor Co., Ltd. (Director, President e Representative Executive Officer: Mibe Toshihiro; “Honda”), Kawasaki Motors, Ltd., (Representative Director, President e Chief Executive Officer: Ito Hiroshi; “Kawasaki Motors”), Suzuki Motor Corporation (Representative Director e President: Suzuki Toshihiro; “Suzuki”) e Yamaha Motor Co., Ltd. (President, CEO e Representative Director: Hidaka Yoshihiro; “Yamaha Motor”) anunciaram que uma nova empresa, chamada Gachaco, Inc. (“Gachaco”), será constituída em 1º de abril para prestar serviço de compartilhamento de baterias intercambiáveis ​​padronizadas para motocicletas elétricas, além de desenvolver a infraestrutura para esse serviço.

A ENEOS visa contribuir para a realização de uma sociedade orientada para a reciclagem ao construir uma “Plataforma BaaS (Battery as a Service)*1” para mobilidade elétrica e outros sistemas de reciclagem de baterias. Por meio do BaaS, a ENEOS fornecerá soluções para problemas de mobilidade elétrica amplamente difundidos, como “o incômodo de carregar por muito tempo” e “preocupações com a falta de carga da bateria ao sair”, na perspectiva de um fornecedor de energia.



Por outro lado, em meio a uma crescente conscientização ambiental, a Honda, Kawasaki Motors, Suzuki e Yamaha Motor concordaram com uma especificação comum para uma bateria de motocicleta elétrica intercambiável e estão estudando o estabelecimento de ambientes de compartilhamento para difundir o uso de motocicletas elétricas como mobilidade que é ecologicamente correta e altamente conveniente.

Acreditamos que as cinco empresas, que compartilham o objetivo comum de popularizar a mobilidade elétrica, podem contribuir ainda mais para a realização de uma sociedade voltada para a reciclagem, trabalhando em conjunto para fornecer o serviço de compartilhamento de baterias intercambiáveis ​​padronizadas para motocicleta elétrica.

A Gachaco programa lançar o serviço de compartilhamento usando a Honda Mobile Power Pack e:, que atende aos padrões comuns para motocicletas elétricas, até o outono de 2022, iniciando por Tóquio e outras grandes cidades do Japão. As estações de troca de baterias, Honda Mobile Power Pack Exchanger e:, estarão localizadas em locais convenientes — como estações ferroviárias — e nas estações de serviço da ENEOS.

No futuro, além das motocicletas elétricas, a Gachaco promoverá o uso de baterias intercambiáveis ​​padronizadas para outras aplicações, como baterias de armazenamento instaladas em estabelecimentos comerciais e residências particulares.

Além disso, as baterias gastas geradas pelo serviço de compartilhamento fornecido pela Gachaco serão coletadas por meio da plataforma de bateria como serviço (BaaS) em análise na ENEOS para uso secundário e terciário e, finalmente, reciclagem para uso cíclico de bateria.

A Gachaco visa contribuir para uma sociedade descarbonizada e orientada para a reciclagem, construindo uma rede de fornecimento de energia baseada em bateria como infraestrutura para mobilidade elétrica que todos os usuários da mobilidade elétrica possam usar com segurança e sem se preocupar com o esgotamento da bateria.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Honda

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HUAWEI OPEN CLASS DE MARÇO ENSINA A PROTEGER WEBSITES UTILIZANDO WAF PARA BLOQUEAR ACESSOS INADEQUADOS

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Aula virtual e gratuita acontece nesta quinta, 31, e será ministrado pelo time da Huawei Cloud

A Huawei anuncia sua terceira Open Class de 2022, programa de aulas online e gratuitas ministrado por profissionais da multinacional líder global em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC) e também por executivos e acadêmicos do setor. A próxima aula virtual terá como tema “Proteja seu website utilizando WAF para bloquear acessos inadequados” e acontecerá nesta quinta-feira, 31, a partir das 18h30, no canal do YouTube da Huawei.

Com duração de 15 minutos, a aula vai ensinar como utilizar o Web Application Firewall (WAF), aplicação de Huawei Cloud que serve para proteger websites. “Com o suporte da poderosa tecnologia da machine learning da Huawei, o WAF identifica de forma inteligente ações maliciosas, previne ataques e fortalece defesas em todas as camadas da sua rede”, explica Thiago Ribeiro, CTO de Huawei Cloud no Brasil.



A aula será ministrada por Leandro Juvêncio Moreira, Arquiteto de Soluções da Huawei Cloud, e é destinada a universitários, desenvolvedores e profissionais da área de tecnologia que buscam aprimorar o conhecimento sobre proteção de websites.

Serviço

Evento: 21º Open Class da Huawei — “Huawei Cloud: Proteja seu website utilizando WAF para bloquear acessos inadequados”

Data: Quinta-feira, 31 de março de 2022

Horário: 18h30

Link: para assistir, clique aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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DOIS ANOS DEPOIS, COMO A PANDEMIA MUDOU OS PROFESSORES NO BRASIL

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Necessidade de distanciamento social acelerou mudanças na dinâmica de sala de aula e criou novos desafios para quem interage com os alunos

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decretou em 11 de março de 2020 o início da pandemia do novo coronavírus. Desde então, foram mais de 452 milhões de casos e 6 milhões de mortes em todo o mundo, a despeito do avanço das taxas de vacinação. Agora, com o arrefecimento das medidas de distanciamento social em todo o país e com o retorno de aulas presenciais na maior parte das instituições de ensino, as perguntas que ficam são: O que aprendemos nos últimos dois anos? Como isso alterou o perfil dos nossos professores?

Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Península com 3,8 mil professores de todo o Brasil mostrou o tamanho da mudança. Entre abril e maio de 2020, ainda nos primeiros meses da pandemia, 83% dos docentes disseram que não estavam preparados para o uso da tecnologia. Em agosto, esse número havia caído para 49%. Em contrapartida, o percentual dos que enxergavam a tecnologia como aliada importante no processo de aprendizagem subiu de 57% para 94% no mesmo período.



Outro ponto é que, até o início da pandemia, o uso de tecnologia em sala de aula tinha a ver com um ganho de performance no aparato que os professores já aproveitavam. O projetor de slides aumentou as possibilidades de exposição para os estudantes, por exemplo, mas não interferiu na dinâmica ou na fluidez narrativa. Os docentes seguiram controlando o ritmo e o nível de interação entre alunos e conteúdo.

A questão é que esse modelo já vinha em crise antes mesmo do novo coronavírus. As gerações mais novas – sobretudo as que nasceram depois da metade dos anos 1990 – têm caminhos diferentes para o aprendizado e o consumo de conteúdo. A leitura tornou-se menos linear, e a interação é praticamente indissociável das publicações. Com os recursos disponíveis antes da pandemia, porém, nada disso era cabível em salas de aula.

Aí entra um segundo aspecto fundamental de qualquer olhar para o que aconteceu nos últimos dois anos. A pesquisa “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula”, feita pelo movimento Todos Pela Educação, revelou que mais da metade (55%) dos professores da rede pública brasileira utilizam tecnologia regularmente em sala de aula e que 54% gostariam de usar ainda mais. Para 66% dos professores, o que mais dificulta a adoção de recursos tecnológicos é a falta de equipamentos.

A necessidade de distanciamento social depois da aparição do novo coronavírus, portanto, acelerou o convencimento de professores sobre possíveis ganhos da tecnologia e mostrou a importância de uma política voltada a democratizar o acesso a recursos tecnológicos no setor educacional em âmbito nacional.

Soluções para o ensino híbrido ou remoto ajudam a universalizar o acesso à educação, diminuindo o uso da rede de transporte. Além disso, criam um novo universo de possibilidades para os professores, que podem explorar novas linguagens e camadas na comunicação com seus alunos.

O legado da pandemia no setor educacional passa por uma mudança no comportamento dos professores e pela escancarada necessidade de investimento em conectividade para toda a população, mas o terceiro ponto é o mais transformador: ao buscar soluções que mudam a dinâmica na sala de aula e reduzem limites entre presencial, híbrido e remoto, as instituições puderam revolucionar todo o processo de ensino. Nesse contexto, os dois últimos anos foram apenas o começo de uma longa jornada de construção e descoberta nas salas de aula do país.

Com informações da Assessoria de Imprensa Prioriza

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A PORTA DE ENTRADA PARA A CIDADE INTELIGENTE

Para termos inclusão digital, é necessário ter acesso à rede de comunicação; ter o dispositivo para conexão, que pode ser um computador ou um smartphone; e, por fim, dominar as ferramentas tecnológicas

Partindo de uma pesquisa que visa analisar a percepção das brasileiras e dos brasileiros sobre as mudanças climáticas e as queimadas na Amazônia, realizada pelo Instituto Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro (1), destaca-se que os jovens, os mais escolarizados e as mulheres são os que mais declaram se importar com a questão climática. Um quinto da população entrevistada considera conhecer bastante o tema e esse conhecimento é maior nas classes mais altas e entre aqueles que têm acesso à internet.

Essa informação nos remete ao conceito difundido pela Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, em que uma “Cidade Inteligente é uma cidade comprometida com desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis” (2). A cidade inteligente é aquela que utiliza tecnologias para solucionar problemas concretos, criar oportunidades e reduzir as desigualdades.



A porta de entrada para a cidade inteligente é a conectividade e todos têm direito de acesso à internet, garantido pelo Marco Legal da Internet – Lei Federal nº 12.965/2014. Inclusive a lei destaca que o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania. Porém, de acordo com a pesquisa realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (3), em 2020, as desigualdades digitais persistem e as oportunidades que decorrem da utilização da internet são afetadas por essa exclusão digital.

O custo da conexão permanece como a principal barreira. Aumentou o número de domicílios com computador, mas em relação ao acesso à internet, esse aumento se concentra entre domicílios das áreas urbanas e das classes A, B e C. Para termos inclusão digital, é necessário ter acesso à rede de comunicação; ter o dispositivo para conexão, que pode ser um computador ou um smartphone; e, por fim, dominar as ferramentas tecnológicas. Os cidadãos precisam desenvolver habilidades e competências para usufruírem desse processo de ampliação e democratização do acesso às tecnologias da informação e comunicação (TIC). Esse domínio é denominado letramento digital.

E é com essa finalidade que a integração da transformação digital nas políticas, programas e projetos de desenvolvimento urbano sustentável, respeitando diversidades e considerando as desigualdades presentes nas cidades brasileiras é um dos objetivos estratégicos da Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. Utilizar o acesso à internet como indicador e reconhecer pelo indicador que há um déficit de conectividade vai estimular a discussão entre sociedade civil, poder público, iniciativa privada e academia para buscar soluções. O desenvolvimento sustentável depende de acesso equitativo à internet de qualidade para todas as pessoas. 

Ter acesso à internet com competências, habilidades e atitudes desenvolvidas fortalecerá o cidadão e permitirá maior engajamento da sociedade no processo de transformação digital. Importante ressaltar que auxilia também na sensibilização e ampliação de consciência sobre o que está acontecendo no planeta. E cada indivíduo pode e deve assumir um papel importante no caminho por um lugar melhor para se viver. Todos queremos cidades mais justas, diversas, inclusivas, acolhedoras, seguras, resilientes, inovadoras e conectadas. Precisamos construir essa realidade juntos. Afinal, assim como o lema da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, não queremos deixar ninguém para trás!

Referências

  1. (ITS) Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio. Mudanças climáticas na percepção dos brasileiros. 2021. Disponível em: https://www.percepcaoclimatica.com.br/.
  2. (MDR) Ministério do Desenvolvimento Regional. Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. 2020. Disponível em https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/desenvolvimento-regional/projeto-andus/Carta_Bras_Cidades_Inteligentes_Final.pdf.
  3. (CETIC) Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação. 2020. Disponível em https://cetic.br/pt/pesquisa/domicilios/indicadores/

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ENEL DISTRIBUIÇÃO SÃO PAULO CONCLUIU A INSTALAÇÃO DE 150 MIL MEDIDORES INTELIGENTES NA CAPITAL

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Nova fase do projeto vai instalar mais 150 mil medidores para clientes da Zona Oeste;

Com fabricação da Ducati, medidores serão fabricados com plásticos recicláveis

A Enel Distribuição São Paulo, concessionária de energia elétrica que atua em 24 municípios da Grande São Paulo, acaba de concluir a instalação de 150 mil medidores inteligentes nos bairros de Perus e Pirituba, Zona Oeste da capital paulista e anuncia a segunda etapa, com a instalação de outros 150 mil medidores na região.

Os equipamentos fazem parte da primeira fase do projeto-piloto Smart Meter, que até o final do ano terá 300 mil dispositivos instalados nessas regiões. O investimento é de R$ 227 milhões, sendo R$ 121 milhões com recursos de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e R$ 126 milhões aportados pela Enel.

Os medidores contam com tecnologia desenvolvida pela Enel, com fabricação 100% nacional, contribuindo para a criação de uma cadeia de abastecimento local, geração de emprego e renda. Trata-se da primeira produção de medidores inteligentes da companhia na América Latina. O modelo fabricado no Brasil foi aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) e atende às necessidades locais e respeita as características da rede elétrica e os requisitos das normas técnicas.

A produção dos medidores da segunda fase do projeto teve início este ano, na fábrica da Ducati, em Vargem Grande Paulista, no interior de São Paulo.  Os equipamentos são feitos de plástico reciclável, inédito no setor de elétrico brasileiro, contribuindo para a sustentabilidade da cadeia produtiva e do negócio. A previsão de iniciar as instalações é no primeiro semestre deste ano.

Os medidores inteligentes integram uma solução digital inovadora, desenvolvida com tecnologia Enel, que permite aos consumidores monitorar e otimizar seu consumo de energia de forma fácil e transparente. Também possibilita à distribuidora executar algumas atividades remotamente, com o objetivo constante de aprimorar a qualidade do serviço.

Dentre as funcionalidades já disponíveis, cerca de 70 mil faturas já estão sendo emitidas mensalmente, com base em uma leitura remota. Com isso, as informações de consumo de energia registradas no medidor são enviadas diretamente para o sistema de faturamento da empresa, gerando as informações para a conta de energia. Em alguns casos, a Enel também já consegue efetuar religação e corte sem intervenção direta de colaboradores, agilizando o tempo de execução desses serviços.

Melhor gestão do consumo de energia com aplicativo 

Todos os clientes da Enel podem acessar via App ou no site da distribuidora o histórico mensal do seu consumo de energia.

O diferencial deste projeto é que, pela primeira vez, é possível fazer análises diárias. De acordo com levantamento da distribuidora, no último trimestre de 2021, os clientes que usaram o aplicativo já estão conseguindo reduzir o consumo em comparação a medição convencional. Isso demonstra que os medidores inteligentes já estão possibilitando às famílias fazerem essa gestão e, consequentemente, economizar na conta de luz.

“Como é um projeto de P&D, as tecnologias são implementadas gradativamente e as funcionalidades são configuradas progressivamente no sistema. Atualmente, cerca de 65 mil clientes já podem fazer esse controle diário da energia por meio do aplicativo. Esta opção e os serviços à distância, chegarão a todos os clientes que possuem esse medidor”, diz o responsável por Medição Remota da Enel Brasil, René Garrido.

Confira como fazer a gestão do consumo de energia e fique por dentro das funcionalidades dos medidores inteligentes por meio do aplicativo. 

Com informações da Assessoria de Imprensa da Enel Distribuição São Paulo

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CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL: SETOR DE TECNOLOGIA É UM DOS POUCOS QUE TÊM VAGAS, MAS SOFRE COM FALTA DE PROFISSIONAIS QUALIFICADOS

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O Instituto PROA oferece 150 vagas para curso profissionalizante na área de TI para incentivar jovens de baixa renda 

Segundo os dados a maior taxa de desemprego é entre os jovens de 18 a 24 anos somando 25,7% segundo o  IBGE, que em sua maioria estão buscando o primeiro emprego. Essa situação se potencializa ainda mais, com os jovens de baixa renda que geralmente não tiveram acesso a um ensino de qualidade e nem investimentos para cursos profissionalizantes. A profissionalização dos jovens e adolescentes gera inúmeros benefícios, tanto sociais, quanto econômicos, como oaumento da mão de obra qualificada e, consequentemente, faz com esse jovem saia da situação de vulnerabilidade social.

Com o atual cenário, a área que mais cresce no Brasil é a de Tecnologia da Informação (TI), isso ocasionou, por conta da pandemia,que acelerou 83% o processo tecnológico, de acordo com a pesquisa realizada pela TIC Domicílios (Tecnologias de Informação e Comunicação). Porém, o número de profissionais atuantes não supre a alta demanda que a área exige.



“Queremos impulsionar esses jovens para essas oportunidades. A área de programação está muito aquecida e estamos muito felizes em formar esses futuros profissionais. As turmas anteriores foram um sucesso, com muitos formandos empregados com excelentes salários e conquistando a tão sonhada carreira profissional, isso nos deixa cheios de orgulho e confiantes que estamos no caminho certo.”, explica Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA.

O PROPROFISSÃO é voltado para jovens de 17 a 22 anos, que estejam cursando ou já tenham concluído o 3º ano do Ensino Médio, que tenham interesse em se especializar na área de tecnologia e residam nas cidades da Grande São Paulo. Serão 150 vagas disponíveis para a próxima turma que terá início em 1º de agosto de 2022. As inscrições irão até o dia 20 de maio de 2022 e podem ser feitas no site da organização: https://www.proa.org.br/.

Os jovens receberão notebook, plano de dados, uniforme, mochila, vale-transporte e todo suporte necessário para acompanhar as aulas – que acontecerão de segunda a sexta-feira em dois turnos: manhã (9h às 13h) e tarde (14h às 18h). O curso é semipresencial, às segundas, quartas e sextas-feiras os alunos podem acompanhar de forma remota, já às terças e quintas-feiras as aulas serão presenciais no Senac Lapa Tito (R. Tito, 54 – Vila Romana, São Paulo – SP).

Serviço:

Período de inscrições: 7 de março a 20 de maio de 2022

Requisitos: 

  • Ter entre 17 a 22 anos;
  • Estar cursando ou ter concluído o 3º ano do Ensino Médio em escola pública;
  • Morar na Grande São Paulo.

Link para inscriçãohttps://www.proa.org.br/

Com informações da Assessoria de Imprensa Becca Sturki RP

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HUAWEI INAUGURA PRIMEIRA FÁBRICA INTELIGENTE DE MANUFATURA DO BRASIL CONECTADA A REDE 5G

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Tecnologia 5G trouxe ganhos como aumento da produtividade e da segurança por meio de conexão de alta velocidade, inteligência artificial e IoT

Nesta quarta-feira, 30, a Huawei, líder mundial em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), inaugura em Jundiaí (interior de SP), a Huawei Local EMS (Eletronic Manufacturing Service) Factory, primeira fábrica inteligente de manufatura do Brasil que utiliza 5G em suas aplicações no processo produtivo. O espaço foi equipado com tecnologias de inteligência artificial, nuvem e IoT (internet of things ou internet das coisas), o que tornou a produção mais eficiente e aumentou a produtividade.

Foram instaladas 14 antenas de 5G para conectar uma área de 30 mil m², onde são produzidos equipamentos eletrônicos como rádios-base, placas processadoras, placas controladoras, entre outros itens. Toda a linha de produção está conectada à rede e funciona com aplicações baseadas na tecnologia 5G, como câmeras com inteligência artificial embarcada e óculos de realidade aumentada.



Entre as principais novidades da Huawei Local EMS Factory que contribuíram para o aumento da produtividade na fábrica graças à quinta geração de rede móvel, a única que suporta conexão entre máquinas, estão as câmeras com inteligência artificial utilizadas para monitorar a produção e garantir a segurança dos colaboradores e do ambiente de trabalho. Elas detectam, por exemplo, erros na linha de montagem e a presença de pessoas não autorizadas, ou sem os EPIs (equipamentos de proteção) adequados. Todos os dados de produção são coletados e analisados na nuvem, o que reduz o tempo das análises de qualidade e aumenta a eficiência e a confiabilidade dos testes de produtos.

O uso de realidade aumentada é outra vantagem tecnológica utilizada na nova estrutura da Huawei Local EMS Factory. Óculos de realidade aumentada são utilizados pelas equipes para fazer a manutenção das máquinas. Eles possibilitam fazer um checklist completo dos equipamentos e enviar as informações em tempo real para a central de operações.

“Esse é um projeto inovador. A implementação da rede foi finalizada em novembro de 2021. Já passamos por mais de três meses de testes e pudemos comprovar o aumento da produtividade, velocidade e eficiência”, explica Tiago Fontes, diretor de Ecossistema e Marketing da Huawei.

A implementação da rede 5G também gerou economia de espaço. “Removemos as estruturas físicas de cabeamento que eram necessárias para gerar conectividade no local”, explicou Fontes. Segundo o executivo, este modelo de operação deve servir de exemplo para outras fábricas no Brasil e ajudar a impulsionar a indústria 4.0.

A inauguração da Huawei Local EMS factory acontece nesta quarta, 30.

Armazém Inteligente
A Huawei também tem um centro de distribuição e logística de 22 mil m² localizado em Sorocaba (interior de SP), que recebeu a cobertura de uma rede 5G privada em agosto de 2022, obtida após autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). São 12 antenas, capazes de conectar até 300 dispositivos inteligentes, como veículos autônomos auto-guiados, empilhadeiras autônomas, câmeras com inteligência artificial e dispositivos de radio frequência. Desde então, tarefas como transporte de matéria-prima e equipamentos passaram a ser executados por robôs autônomos, o que ocasionou um ganho de 25% na eficiência da operação, e uma diminuição do ciclo de produção de 17 para 7 horas.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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GOVERNO DE SP ANUNCIA R$ 500 MILHÕES PARA PRODUZIR CARROS ELETRIFICADOS

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Com intuito de atrair R$ 20 bilhões em 3 anos de investimento, Governo de SP vai oferecer benefício para montadoras que priorizarem elétricos e híbridos

O Governo de São Paulo anunciou, nesta quarta-feira (30 de março), um novo programa que visa incentivar a produção de carros híbridos e elétricos no Estado. Com o nome “Pró Veículo Verde”, a iniciativa pretende atrair cerca de R$ 20 bilhões durante um período de 3 anos de investimento em veículos eletrificados. Para isso, serão investidos, ao todo, R$ 500 milhões em créditos do ICMS, que serão repassados às montadoras que priorizarem modelos do segmento.

“O Governo de São Paulo assinou o documento na COP-26 com nosso compromisso de descarbonização em todo o estado das emissões até 2050. E passa a ser mandatório que o Estado adote a aquisição de veículos sustentáveis a partir de agora, notadamente nas áreas de Segurança Pública e Educação”, disse o governador, João Doria, em comunicado.



De acordo com as informações, o projeto prevê um plano de amortização de custos da indústria. Dessa forma, será possível abrir espaço para a adaptação das linhas de produção de São Paulo, bem como para a construção de novas fábricas. A apresentação ainda menciona que o Estado já lidera o mercado nacional de veículos sustentáveis, com 34% da frota movida com energia limpa.

Híbridos, elétricos e biocombustíveis

De acordo com o anúncio, o Pró Veículo Verde vai atender montadoras que apresentarem um investimento mínimo de R$ 15 milhões. Ou seja, metade do valor tradicional de R$ 30 milhões para incentivo ao setor automotivo. Além disso, o benefício serve para fabricantes que priorizarem não só elétricos e híbridos, mas também movidos por biocombustíveis.

”É uma política para estimular a transição verde no setor automotivo em São Paulo e no Brasil. Metade dos investimentos de mais de R$ 265 bilhões no estado nos últimos três anos vêm do setor automotivo, e a ideia é estimular que isso seja feito de uma forma cada vez mais sustentável”, afirma Patricia Ellen, secretária de desenvolvimento econômico.

Outra mudança é que o valor do piso para aderir aos créditos do ICMS diminuiu em relação ao modelo tradicional. Portanto, os fabricantes que têm a partir de R$ 3 milhões de créditos já poderão resgatá-los. O teto original para o setor era de R$ 5 milhões.

Por fim, o Governo de São Paulo também alongou o prazo da fiança bancária ou do seguro de obrigações contratuais, que passa de um para três anos. Os serviços tiveram uma redução da fiança de até 90%, ante aos atuais 75%.

Produção de eletrificados

É fato que as montadoras estão na corrida pela eletrificação no País. No entanto, atualmente, Toyota é a única que produz carros híbridos flex no Estado de SP, com o Corolla sedã e o SUV Corolla Cross nas versões Hybrid. Outras fabricantes ainda não anunciaram planos a curto prazo para uma operação envolvendo elétricos e híbridos.

No evento, Doria chegou a lembrar que a Great Wall confirmou um investimento de R$ 10 milhões. A chines inclusive já confirmou que só venderá veículos eletrificados no Brasil. O intuito é de produzir alguns desses carros na fábrica de Iracemópolis, no interior paulista. Além disso, vale dizer que, neste mês de março, a montadora anunciou que vai investir na criação de estações de recarga para carros eletrificados. De início, serão 100 pontos no estado de São Paulo.

De acordo com a GWM, a rede terá energia limpa. Assim, é possível que a montadora chinesa instale placas fotovoltaicas nas infraestruturas. Além disso, o uso dos carregadores será gratuito para modelos de qualquer fabricante nos locais de vendas e serviços da GWM. A previsão é de que todos estejam funcionando até 2023.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ALUNOS DO SESI E SENAI DE BAURU (SP) GANHAM PRÊMIO INTERNACIONAL DE EMPREENDEDORISMO

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Título foi conquistado em uma das principais competições de robótica do mundo

Estudantes das escolas SESI e SENAI de Bauru (SP) saíram premiados na categoria “Empreendedorismo” durante a competição internacional de robôs gigantes First Robotics Competition (FRC). Os alunos do Ensino Médio foram reconhecidos pelo espírito empreendedor e por desenvolverem um compreensível plano de negócio, demonstrando as habilidades vitais de planejamento e negócios.

“Esse foi um prêmio muito importante para nós, pois demonstra que os desafios de competir em outro país foram superados por conta do nosso planejamento, apoio dos nossos patrocinadores e, principalmente, do SESI-SP e SENAI-SP”, comemora Gustavo Augusto Sessilio da Silva, 17 anos, aluno das instituições em Bauru.



Além de colocar em prática os conhecimentos de robótica adquiridos nas aulas das instituições, os estudantes destacam a oportunidade de se desenvolverem além do conhecimento técnico, como por exemplo a experiência que tiveram de viajar para outro país para participar do campeonato que ocorreu em Long Island, Nova Iorque (EUA).

“Participar de competições como esta é muito mais do que construir robôs. É fazer novas amizades, aprimorar habilidades interpessoais – como trabalho em equipe-, tomar decisões importantes, desenvolver liderança e ainda ser o protagonista do nosso futuro”, comentou Ana Clara Schreiter Oliveira Vale, 16 anos, da equipe Octopus, das instituições em Bauru. “Graças ao SESI-SP e ao SENAI-SP tive também a oportunidade de conhecer outras culturas e de trocar experiências com outras equipes. Foram os melhores momentos da minha vida, com toda certeza,” celebrou.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Serviço Social da Indústria do Estado de São Paulo — SESI-SP

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