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LINHA 1-AZUL: CONHEÇA A HISTÓRIA DA PRIMEIRA LINHA DE METRÔ DE SP

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VLT de Bauru: conheça o projeto que usa os trilhos abandonados da cidade
Foto: Getty Images.

Obras começaram em 1968 e inauguração foi em 1974, ainda com o nome de Linha Norte-Sul

Metrô de São Paulo ou Metropolitano de São Paulo, é certamente um dos ícones da capital paulista e não poderia ficar de fora das matérias especiais que temos produzido para a celebração do aniversário de 469 anos da cidade.

A Linha 1-Azul foi a primeira do Metrô de São Paulo. Com isso, a pioneira não só transporta milhares de passageiros, mas carrega na bagagem parte importante da história dos transportes.

Em primeiro lugar, é preciso voltar no tempo para entender a história do sistema. A Lei Municipal nº 6.988, em 26 de dezembro de 1966, autorizou a criação da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô.

Entretanto, a fundação da companhia foi em 24 de abril de 1968. Assim, poucos meses depois, em 14 de dezembro de 1968, na Avenida Jabaquara, começam as obras da Linha Norte-Sul.

Apesar do nome diferente, era assim que a atual Linha 1- Azul era chamada. Na época, a construção do sistema metroviário era de responsabilidade municipal. Hoje em dia, é do Governo do Estado.

Depois de alguns anos, em 25 de maio de 1972, começou a implantação dos primeiros trilhos a partir da estação Jabaquara. Segundo o Metrô, os trilhos já estavam implantados em uma linha no Pátio Jabaquara.

No dia 6 de setembro de 1972, um trem (com dois carros), denominado Unidade-Protótipo, fez a primeira viagem do metrô paulistano entre o Pátio Jabaquara e a estação Jabaquara.

O evento foi no Pátio Jabaquara. Na ocasião, o presidente do Brasil, Emílio Garrastazu Médici, compareceu, pois fez parte da programação de eventos que comemoravam os 150 anos da Independência do Brasil na capital paulista.

Em 14 de setembro de 1974, aniversário do então governador Laudo Natel, o Metrô foi aberto para o público.

Primeiras estações da Linha 1-Azul

Iniciando pela estação Vila Mariana, no primeiro dia de operação comercial foram abertas também outras estações. Foram elas: Vila Mariana, Santa Cruz, Praça da Árvore, Saúde, São Judas, Conceição e Jabaquara. No total, foram 6,4 km de extensão.

No início da operação comercial, o Metrô funcionava de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h, e fechava ao público nos fins de semana. Com o tempo, o horário foi ampliado.

Segundo a companhia, a média diária de passageiros na Linha Norte-Sul (que funcionava de Jabaquara a Vila Mariana) era de 2.858 pessoas.

Em fevereiro de 1975, a Linha Norte-Sul chegou ao centro da capital, na então estação Liberdade. O horário de funcionamento do Metrô na ocasião era das 6h30 às 20h30.

Após a chegada do metrô em São Paulo, as novidades não pararam. Em 15 de junho de 1975, foi inaugurado o Posto de Achados e Perdidos na estação São Judas. Já em 26 de setembro de 1975, os trens chegam à estação Santana.

“Tatuzão” no Metrô de São Paulo

O trecho entre as estações Liberdade e Luz foi construído pela Tuneladora Shield. Foi então que surgiu o termo “Tatuzão”, criado pelos paulistanos.

De acordo com o Metrô, o método construtivo se deve ao adensamento de grandes prédios na região central da cidade de São Paulo.

Fica nesta região o ponto mais profundo do sistema operado pela Companhia do Metrô: uma área que reveste a estação São Bento.

Este ponto fica cerca de 45 metros abaixo da Rua Boa Vista. Nesta área, o Metrô realiza serviços de sanificação (desratização, desinsetização e combate a possíveis focos de larvas de mosquitos da dengue).

Segundo a companhia, estes serviços também fazem parte da rotina de manutenção em trechos de túneis, em superfície ou em trechos elevados.

Enfim, Linha 1-Azul

Em 17 de fevereiro de 1978, foi inaugurada a estação Sé, que teria conexão com a futura linha Leste-Oeste. Já em 1993, a Linha Norte-Sul recebeu o nome de Linha 1-Azul.

Por fim, no dia 29 de abril de 1998, chegaram à linha as estações Jardim São Paulo, Parada Inglesa e Tucuruvi. Com isso, a Linha 1-Azul chegou ao que conhecemos hoje: 20,2 quilômetros de extensão e 23 estações.

Fonte: Mobilidade Estadão

SANTO ANDRÉ LANÇA SITE PARA RECEBER SUGESTÕES SOBRE MOBILIDADE SEGURA E INCLUSIVA

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Santo André lança site para receber sugestões sobre mobilidade segura e inclusiva
Foto: Helber Aggio/Prefeitura de Santo André

Participação da sociedade será fundamental na definição de estratégias para preservar vidas e criar condições adequadas de locomoção

A Prefeitura de Santo André colocou no ar um site para receber sugestões e comentários da sociedade com o objetivo de construir o chamado Plano para a Mobilidade Segura e Inclusiva (PMSI).

Clique/toque aqui para acessar o site.

A construção do plano tem objetivos centrais bem definidos e será uma importante ferramenta de planejamento das políticas públicas de segurança viária de Santo André, estabelecendo um sistema de mobilidade seguro e inclusivo.

O site conta também com informações importantes sobre o Programa de Mobilidade Urbana e Sustentável (PMUS) de Santo André, que está em andamento e é financiado parcialmente pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Fonte: Mobilidade Sampa

TEMBICI LANÇA CADASTRO COM PASSAPORTE EM TODOS OS SEUS SISTEMAS

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BNDES aprova R$ 160 milhões para Tembici, startup de micromobilidade
Reprodução: Assessoria de Imprensa

Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, anuncia o lançamento do cadastro com passaporte, iniciativa que permite aos estrangeiros terem acesso às bicicletas compartilhadas em todos os sistemas da empresa na América Latina.  A atualização visa possibilitar o uso de mobilidade ativa entre os turistas, sendo uma oportunidade que casa com a localização dos projetos da Tembici, que até o fim de 2023 estará em todas as sete capitais dos estados mais procurados pelos visitantes internacionais (São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis).

Um levantamento realizado pela Embratur apontou que mais de 800 mil turistas estrangeiros virão ao Brasil durante o verão de 2023, fazendo com que as bicis, que já fazem parte da paisagem das cidades em que estão, contribuam para viagens sustentáveis e econômicas destes visitantes, tanto para lazer quanto para deslocamentos gerais do dia a dia.

“O investimento na experiência de quem pedala, ou deseja pedalar, é primordial para a Tembici e não temos dúvidas de que a nova funcionalidade para cadastro irá potencializar o uso das bicicletas, se tratando de um modal confiável, acessível e conveniente. Além da democratização do espaço público, construção de cidades mais inteligentes, com trânsito funcional e qualidade de vida para as pessoas, os sistemas de bicicletas compartilhadas têm papel fundamental para a sustentabilidade das cidades, pois contribui significativamente para a diminuição de emissão de CO2. Somente em 2022, as viagens com as bikes economizaram potencialmente 10 mil toneladas de CO2, o equivalente ao oxigênio limpo produzido por mais de 70 mil árvores”, comenta Gabriel Reginato, diretor de Negócios da Tembici.

Cadastro com passaporte – Como fazer?

Para realizar o cadastro, é necessário o download do aplicativo da Bike Itaú ou da Tembici – a depender da cidade -, disponível nas plataformas Android e iOS, e seguir os seguintes passos:

  1. Informar o e-mail;
  2. Na próxima tela, selecionar país, informar número do passaporte, código de verificação (número anterior a sigla do país na parte inferior esquerda da página), nome completo, data de nascimento e aceitar os Termos de Uso;
  3. No próximo passo, informar telefone para validação com SMS;
  4. Após validação, a pessoa poderá escolher e comprar um dos planos disponíveis na plataforma, e pronto: ela estará cadastrada para utilizar o sistema de bicicletas compartilhadas da Tembici e pedalar à vontade por toda a cidade.

Fonte: Mobilidade Sampa

SINAIS POSITIVOS PARA A ELETROMOBILIDADE

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eletromobilidade
BRT Salvador _crédito_Divulgação

Novo governo dá esperanças aos  que defendem a economia verde

Todos aqueles que – como eu – militam há décadas pelo desenvolvimento sustentável e o transporte limpo e não poluente sentiram-se reconfortados com as primeiras palavras dos líderes do novo governo federal que tomou posse no dia 1º de janeiro

Os sinais foram positivos. O que eles disseram na primeira semana de mandato dão motivo para um moderado otimismo sobre as perspectivas da eletromobilidade no país, depois de anos de políticas erráticas ou regressivas.

Ainda que nenhum plano concreto tenha sido esboçado, o fato é que o novo governo assumiu um firme compromisso de mudar radicalmente a agenda ambiental do país.

O próprio presidente Lula foi claro a esse respeito, em seu discurso no Congresso Nacional, quando afirmou que “nenhum outro país tem as condições do Brasil para se tornar uma grande potência ambiental, a partir da criatividade da bioeconomia e dos empreendimentos da sociobiodiversidade”. 

Também deu indicações de quais serão suas prioridades nessa área, ao defender “uma indústria mais verde”, o “desmatamento zero na Amazônia” e a “emissão zero de gases do efeito estufa na matriz elétrica”.

Coube ao vice-presidente Geraldo Alckmin, novo ministro do recriado Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, dar mais detalhes sobre o tema, em seu discurso de posse, ao inserir o desenvolvimento sustentável numa ambiciosa estratégia de “reindustrialização do país”.

“A sustentabilidade é o ponto de partida de toda a política industrial” – disse Alckmin, pronunciando duas expressões (“desenvolvimento sustentável” e “política industrial”) que estavam proibidas na Esplanada dos Ministérios havia pelo menos quatro anos.

Ele foi ainda mais explícito ao mencionar quais setores econômicos seriam contemplados por essa nova estratégia.

“Algumas frentes que serão exploradas no desenho de programas desta natureza, incluem por exemplo, o complexo industrial da saúde, energias renováveis e hidrogênio verde, além da questão da mobilidade”.

Tais metas serão atingidas por meio de uma “política de reindustrialização consensuada com o setor produtivo, a academia, a sociedade e a comunidade internacional”.

Outros ministros também deram pistas de que o governo conta com o diálogo e a participação das empresas brasileiras para trilhar o novo caminho. 

Em seu discurso de posse, Marina Silva, do Meio Ambiente, afirmou: 

“Vamos trabalhar juntos com a sociedade civil, empresários, trabalhadores, povos indígenas e tradicionais, artistas, cientistas e governos estaduais e municipais, para reconquistar a credibilidade, a previsibilidade e a estabilidade do país, retomando a confiança dos investidores nacionais e estrangeiros”.

E concluiu: ““Vamos precisar de muito apoio e investimentos para darmos o salto de qualidade e gerar um novo ciclo de prosperidade, capaz de promover o crescimento econômico com inclusão social e sustentabilidade ambiental”.

O próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou no dia 2 à Rede Globo que o governo incentivará a indústria de baixa emissão.

“Vamos rever desonerações para setores que não precisam de estímulo, dar estímulo a outros setores que precisam florescer no nosso país, como, por exemplo, os setores associados à transição ecológica, produção de energia limpa, produção de carros não poluentes”.

Tudo somado, temos um conjunto de manifestações que apontam para uma rota de desenvolvimento favorável ao transporte limpo e às tecnologias de baixa emissão.

Pode ser que nada disso avance, pode acontecer que a tradicional inércia da política nacional prevaleça mais uma vez. Mas podemos nos permitir um pouco de esperança.

Convenhamos: há quanto tempo mesmo não ouvíamos palavras tão sensatas e amigáveis em Brasília? 

Ainda assim, temos de ficar atentos. A eletromobilidade ainda é um conceito ao mesmo tempo sedutor e assustador para muitos administradores públicos e até para alguns setores econômicos. Implementá-la exigirá firmeza e paciência. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade da autora, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

‘FESTIVAL CIDADE DO FUTURO’ COM ARENAS FUTURISTAS, OFICINAS E DANÇA DE RUA SERÁ REALIZADO NO ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO

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Segunda edição do evento acontecerá no centro histórico da cidade no dia 25 de janeiro. Serão 469 palestrantes e mais de 200 horas de programação; expectativa de público é de 10 mil pessoas

Competições de dança de rua, oficinas artísticas, exposições de filmes e oficinas criativas, além de mais de 40 arenas futuristas. Essas são algumas das atividades que serão realizadas no “Festival Cidade do Futuro” a partir das 9h no dia 25 de janeiro, em comemoração ao aniversário de 469 anos da cidade.

A segunda edição do evento, que tem como objetivo focar em inovação, cultura e tecnologia, é promovido por lideranças de startups de São Paulo, com o apoio da prefeitura e do ProCentro. A iniciativa terá entrada gratuita.

“O festival busca impulsionar a criatividade e a inovação em São Paulo, valorizando o triângulo e o patrimônio histórico da cidade, além de fortalecer o senso de pertencimento e articular lideranças que pensam o futuro sustentável da cidade. Nosso propósito é mudar o futuro das pessoas e melhorar a qualidade em SP a partir de experiências como essas”, afirma Michel Porcino, idealizador do evento.

Ao todo, o festival acontecerá em mais de 30 pontos do centro histórico, em prédios icônicos como o Farol Santander, Centro Cultural Banco do Brasil, AASP, CAU, Edifício Martinelli, B3, Atento, além de restaurantes e cafés do entorno do triângulo histórico.

Serão 469 palestrantes e mais de 200 horas de programação. A expectativa de público é de 10 mil pessoas.

Oficinas estão na programação do Festival Cidade do Futuro — Foto: Divulgação
Oficinas estão na programação do Festival Cidade do Futuro — Foto: Divulgação

“É um evento para todos, crianças, adultos, idosos e especialistas de vários setores da sociedade. Com a tecnologia e a inovação a nosso favor, é uma grande oportunidade para discutirmos inovações de melhoria da vida de quem vive, visita e trabalha em São Paulo”, Jdiz uan Quirós, Secretário Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo.

“Será um grande prazer, para nós da SMIT, poder tornar o centro da cidade um polo de tecnologia e inovação, e dessa forma enfatizar a nossa missão: que é realizar a inclusão social por meio da tecnologia, além de modernizar os projetos de todas as áreas do governo em prol da população, construindo assim uma cidade melhor”, finaliza.

As atrações começam a partir das 9h. A programação completa está na página do evento.

Fonte: G1.Globo

MOOVIT APRESENTA RELATÓRIO SOBRE TRANSPORTE PÚBLICO EM 2022

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Moovit

Análise de milhões de viagens planejadas no aplicativo mostra o panorama sobre distâncias percorridas e tempos de viagem em dez cidades brasileiras

 
Moovit, uma empresa da Mobileye e o aplicativo de mobilidade urbana mais utilizado no mundo, lança a versão atualizada do seu Relatório Global sobre Transporte Público. O levantamento foi feito com a análise de milhões de viagens por transporte público planejadas com o Moovit ao longo de 2022 em cem grandes metrópoles – dez delas no Brasil. Além da avaliação dos dados, o relatório traz também uma pesquisa de opinião com os usuários do app.
A pesquisa quis saber o que incentivaria passageiros a usarem mais o transporte público. Para 24%, a maior demanda é o aumento na frota para reduzir o tempo de espera. Em seguida aparecem passagens mais baratas com 21%, e cronogramas mais confiáveis com 16%.
Esta edição do relatório também mostra como os passageiros passaram a usar transporte público após a fase mais aguda da pandemia de COVID 19. A pesquisa mostra que 17% dos passageiros diminuíram o uso de usar ônibus, trens e metrôs nos últimos dois anos. E 9% passaram a se locomover de outra forma, sem usar transporte público.
Dez regiões metropolitanas brasileiras fazem parte do relatório: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A pesquisa foi respondida por 33 mil usuários dessas cidades em novembro de 2022. Todos os dados são anônimos.
Confira algumas das conclusões do relatório, que pode ser visualizado na íntegra aqui.
  • Três cidades brasileiras ficam entre as dez com o maior tempo médio de viagem: Rio de Janeiro (67 min); Recife (64 min) e São Paulo (62 min)
  • Recife tem o maior tempo médio de espera no país, com 27 min, seguido por Belo Horizonte, com 24 min, e Brasília e Salvador empatadas, com 23 min
  • 39% das viagens em Brasília percorrem mais de 12 km, o que é considerado uma longa distância
  • Porto Alegre é a única cidade brasileira em que mais da metade das viagens (53%) são diretas
  • O uso combinado de bicicletas compartilhadas com transporte público cresceu 7% em relação ao último relatório.
“Há 3 anos, a COVID impactou fortemente o uso de transporte público. Nosso relatório mostra que as pessoas voltaram a se locomover em 2022, trazendo novos desafios para quem opera e administra os sistemas de transporte. Esperamos que o Relatório Global sobre Transporte Público seja uma ferramenta que ajude operadores e governos na tomada de decisões para ter uma operação eficiente que atenda às necessidades dos passageiros”, afirma Yovav Meydad, vice-presidente de marketing e expansão do Moovit.
O Relatório Global sobre Transporte Público está disponível para qualquer pessoa que deseje utilizar e comparar dados das cidades analisadas. As informações são distribuídas sob licença Creative Commons e podem ser utilizadas em artigos, reportagens, estudos e trabalhos acadêmicos, com crédito para o Moovit e link para www.moovit.com.
Dados do Relatório Global sobre Transporte Público
Tempo de Viagem
– O Rio de Janeiro é a quarta cidade no mundo em tempo médio de viagem, com 67 minutos
– Três cidades brasileiras ficam entre as dez com o maior tempo médio de viagem: Rio de Janeiro (67 min); Recife (64 min) e São Paulo (62 min)
– 12% das viagens no Rio têm pelo menos 2h de duração
– As viagens curtas, com menos de 30 min, cresceram em todo o país em relação a 2020
Distância Percorrida
– Brasília tem a maior distância média no Brasil, com 12,41km. É também a sexta maior em todo o relatório
– 39% das viagens em Brasília percorrem pelo menos 12 km
– Rio de Janeiro tem a segunda maior distância média no país, com 11,42km; 33% das viagens passam por pelo menos 12km
Tempo de Espera
– Recife tem o maior tempo médio de espera no país, com 27 min, seguido por Belo Horizonte, com 24 min, e Brasília e Salvador empatadas, com 23 min
– 55% dos passageiros em Recife esperam mais de 20 min pelo transporte
– Curitiba é a cidade com a maior porcentagem de esperas curtas (menos de 30 min): 17%
– Tempo médio de espera diminuiu em seis cidades das dez cidades do levantamento
Baldeações
– 27% das viagens em Curitiba têm três baldeações ou mais. É terceira cidade no mundo, atrás da Cidade do México (29%) e Paris (28%)
– Porto Alegre é a única cidade em que mais da metade das viagens são diretas (53%)
– Recife tem o maior tempo média de espera de todas as cidades – 27 mins.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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AFUNDAMENTO EM BAIRROS ALTEROU DRASTICAMENTE A MOBILIDADE URBANA DE MACEIÓ

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Maceió: Afundamento em bairros
Pinheiro - Foto: Edilson Omena / Arquivo

Quase três anos depois, empresas do transporte público, passageiros e moradores de regiões afetadas ainda sofrem com prejuízos causados pela atuação da Braskem

Um milhão, quinhentos e noventa e oito mil, seiscentos e oitenta e cinco passageiros por ano. Esse foi o tamanho do prejuízo causado pela extinção de seis linhas que trafegavam pela região afetada pelo desastre geológico causado pela Braskem em Maceió. Nem mesmo escrito assim, por extenso, o número consegue retratar fielmente a dimensão da tragédia.

Em 2020, com a interdição de bairros como Mutange, Bebedouro e Pinheiro, várias linhas pararam de circular na região, causando impacto na vida de milhões de pessoas e também na mobilidade urbana da capital. Além daqueles que tiveram que sair às pressas de seus lares, outros tantos tiveram suas rotinas bruscamente alteradas pelas atuação da Braskem, com o risco iminente de uma catástrofe com a possibilidade de causar pelo menos 10 vezes mais mortes que o rompimento da barragem em Brumadinho*.

Por consequência, também houve reflexo no contrato de licitação assinado entre as empresas de transporte público e o órgão gestor, que delimita lotes específicos de operação com duração de 15 anos. A evacuação dos moradores, resultado da atuação da Braskem na extração de sal-gema, obrigou a extinção das linhas sem remanejamento, o que vem impondo prejuízos constantes desde então. Cerca de 5% dos passageiros totais simplesmente “desapareceram”.

As linhas afetadas, entre extintas e as que tiveram seu itinerário alterado, foram:

024 – Sanatório/Centro

025 – Sanatório/Centro

055 – Chã Nova/Centro (via Bebedouro)

059 – Rio Novo/Centro (via Bebedouro)

060 – Chã da Jaqueira/Centro

064 – Rosane Collor/Centro (via Bebedouro)

071 – Osman Loureiro/Centro (via Bebedouro)

608 – Gruta de Lourdes/Maceió Shopping

609 – Vila Saem/Maceió Shopping

618 – Gruta de Lourdes/Cruz das Almas (via Ponta Verde)

700 – Sanatório/Ponta Verde

Impacto atingiu também rodoviários

Os rodoviários também foram afetados pelas mudanças causadas pelo afundamento nos bairros, tanto profissionalmente como na vida pessoal. Anderson Renato, da empresa São Francisco, foi um dos que sentiu na pele o prejuízo – não só ele, como também sua família. Rodoviário há 18 anos, ele trabalhou em linhas como Rosane Collor/Ponta Verde e Clima Bom/Trapiche, que circulavam na região.

“Eu morava na Chã de Bebedouro com meus pais e a área não foi afetada, mas a casa da minha avó era no Flexal de Cima, e ela precisou sair de lá. Ela morava no mesmo local há 80 anos”, conta Anderson, que hoje é motorista instrutor. “Além de trabalhar na região, eu tinha muitos amigos por lá. Tanta gente adoeceu, pelo apego que tinha às casas, ao bairro, ao local onde conviviam. Ainda que alguns tenham recebido a indenização, o dinheiro nunca paga as lembranças, os momentos que viveram lá”, relembra o rodoviário.

Fonte: Tribuna Hoje

CAIXAS ELETRÔNICOS NO METAVERSO: A APOSTA DO BANCO24HORAS PARA SEGUIR INOVANDO

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Caixas eletrônicos no metaverso: a aposta do Banco24Horas para seguir inovando
Instalação das máquinas foi feita no metaverso do GTA RolePlay. Foto: Divulgação

Controlador da rede Banco24Horas, Tecban instala dezenas de caixas eletrônicos no metaverso do GTA Roleplay

Uma pesquisa feita no ano passado pelo Instituto Locomotiva respondeu uma dúvida que muita gente tem: alguém ainda usa caixas eletrônicos? A resposta é: sim, mais da metade da população utiliza máquinas ATM pelo menos uma vez ao mês. Apesar disso, não há como negar que, especialmente entre os mais jovens, o serviço perdeu relevância, graças à chegada dos bancos digitais e de ferramentas como o PIX.

Mas a TecBan, controladora da rede Banco24Horas, aposta no metaverso para ampliar seu contato com este público, lançando, nesta sexta-feira (20), um projeto que coloca caixas eletrônicos no GTA RolePlay. A empresa escolheu o servidor MetaSoul para instalar 74 máquinas de autoatendimento, onde os jogadores podem depositar e sacar as moedas digitais -as GTA$- para que o avatar as use no ecossistema do game, podendo comprar skins, casas, carros, roupas e outros serviços.

O gerente de plataformas digitais, Luiz Fernando Ribeiro Lopes, que atua há 11 anos na TecBan, destaca que a empresa tem acompanhado as evoluções tecnológicas, e viu neste projeto do metaverso a possibilidade de continuar presente na vida dos consumidores. Ele destaca o pioneirismo do projeto no país, fator que tem feito a empresa se manter ativa em toda essa última década.

“A nossa ideia como empresa é entender o movimento do metaverso e como o público se comporta dentro desse ambiente para adaptar isso à essência da TecBan, com o objetivo de integrar o mundo físico ao digital. É uma nova tecnologia, um novo modelo de comportamento, então nada melhor do que estar próximo, vendo como isso funciona, pensando no futuro da empresa e criando soluções para quem está nesta plataforma que vem crescendo muito”, pontua.

Dentro do game, o avatar vive uma vida muito parecida com a do mundo real, contando com todas as obrigações financeiras, como o pagamento de contas. Por isso, a empresa também se tornou a instituição financeira oficial do ecossistema, disponibilizando um aplicativo bancário que é acessado pelo celular virtual do personagem gamificado.

A TecBan não é a primeira empresa essencialmente financeira que se aventura no universo paralelo eletrônico. Recentemente, marcas como Banco do Brasil, Bradesco e Itaú lançaram projetos no metaverso, desejando apresentar ao consumidor uma experiência diferenciada na sua jornada bancária. Já há, também, diversos produtos financeiros que apostam no metaverso como ativo de investimentos.

“O metaverso tem sido amplamente discutido em todo o mundo, não só no Brasil, e é um segmento que começa a se consolidar em algumas áreas, com uso de aplicações práticas no dia-a-dia. O mercado financeiro não é diferente, pois também está olhando para esse segmento, que tende a crescer. Alguns bancos tradicionais já fizeram ações no metaverso, e não poderia ser diferente com a TecBan, que traz inovação em seu DNA”, define Lopes.

TecBan, responsável pela operação dos caixas eletrônicos, instalou 74 máquinas no metaverso
Instalação das máquinas foi feita no metaverso do GTA RolePlay. Foto: Divulgação

Novos serviços nos caixas eletrônicos

Para acompanhar tudo que o avanço tecnológico fez no mundo real e se manter ativa, a TecBan teve que reinventar sua atuação e incluir novos serviços nos caixas eletrônicos, que são seu principal produto. Um exemplo disso é o saque digital, uma funcionalidade que permite ao consumidor retirar dinheiro usando o aplicativo do banco, sem necessidade de cartão físico. A empresa também deu um novo uso a parte das milhares de máquinas instaladas pelo Brasil, fixando um segundo monitor com exibição de vídeos publicitários.

Uma terceira inovação, que tem foco no comércio online, é o serviço de armário inteligente que faz a intermediação entre a entrega de um produto e o pagamento do pedido. Por meio da tecnologia de smart contract -contratos inteligentes, em português-, o locker libera o valor pago ao vendedor apenas quando o item for retirado pelo comprador. Com isso, a empresa quer ampliar a cobertura dos marketplaces, além de dar mais segurança aos clientes.

Essa é uma das iniciativas aprovadas pelo Lift Challenge (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas) do Banco Central nas discussões sobre o Real Digital. O projeto junta as tecnologias de internet das coisas e contratos inteligentes para dar um sentido maior à futura moeda digital oficial do Brasil.

“Estes projetos irão auxiliar o Banco Central no processo de desenvolvimento da moeda digital no país. Por isso, nós da TecBan estamos trabalhando muito e discutindo temas como segurança, confidencialidade dos dados do usuário e uso de tecnologias, para que a nossa solução seja extremamente eficiente e torne os processos de transação ainda mais ágeis e descomplicados”, afirma Lopes.

Fonte: InfoMoney

COLAB RESOLVE 70% DAS DEMANDAS DE ZELADORIA EM DIADEMA

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Colab resolve 70% das demandas de zeladoria em Diadema

Aplicativo permite que morador registre pedido de melhoria na cidade, como tapa-buraco, poda de árvore e iluminação pública

Canal digital criado para facilitar que o morador de Diadema faça pedidos de melhorias na cidade, o Colab encerrou o ano de 2022 com alto índice de demandas atendidas e resolvidas pela Prefeitura. Sete de cada dez registros de zeladoria feitos pelo aplicativo foram completamente solucionados.

Lançado em agosto, o Colab Diadema permite que o munícipe registre sua demanda por zeladoria pelo celular. A queixa é repassada para a secretaria responsável, que executa o serviço solicitado dentro do cronograma da pasta. Encaixam-se na lista de demandas poda de árvore, tapa-buraco e troca de lâmpadas, por exemplo.

Dos 2.055 registros de melhorias feitos pelos usuários do Colab entre agosto e dezembro referentes a ações da Prefeitura, 1.464 foram resolvidos. Os demais estão em processo de execução de obras para atendimento. Isso quer dizer que 71% das reclamações de moradores foram completamente resolvidas pela Prefeitura, com apoio do Colab.

O destaque foi para os pedidos relacionados à iluminação pública. Foram atendidos todos os 614 registros feitos pelo aplicativo para troca de lâmpadas ou restabelecimento de iluminação em vias públicas.

BAIRROS
Por bairros, a região que proporcionalmente viu o maior número de demandas via Colab solucionadas foi o Jardim Canhema, com resolução de 84% dos 160 pedidos registrados. Vila Nogueira (com 81%) e Piraporinha (também com 81%) aparecem na sequência na lista.

Para fazer o download do aplicativo no seu celular, acesse a loja do aparelho ou clique nos links abaixo: Google Play e Apple Store

Fonte: Portal Diadema

QUANDO NÃO TEM CICLOVIA, POR ONDE O CICLISTA DEVE TRAFEGAR?

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A visão de gênero e raça na mobilidade urbana
Foto: Getty Images.

Código de Trânsito Brasileiro também traz regras para ciclistas

Quando o ciclista se depara com a falta de ciclovia na rota que precisa fazer, existem alternativas para pedalar com segurança. Afinal, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) também traz regras para o tráfego de bicicletas.

De acordo com o CTB, uma opção para o ciclista, além da ciclovia ou ciclofaixa, é o acostamento. Portanto, caso esteja pedalando em uma rodovia, deve buscar este espaço.

Por outro lado, quando não há acostamento, a opção é pedalar na lateral da via. Além disso, a preferência de circulação nestes casos é da bicicleta.

Na prática, isso significa que os motoristas devem aguardar as bikes passarem, quando o espaço não for suficiente para ambos os veículos. Além disso, a distância lateral mínima é de 1,5 metro.

Caso seja seguro ultrapassar a bicicleta, também há outra regra: reduzir a velocidade. Portanto, a segurança do ciclista é sempre a prioridade.

Em qual sentido pedalar

O sentido deve ser o mesmo dos carros. Assim, o ciclista nunca deve pedalar na “contramão”, tanto no acostamento quanto na via.

A única exceção é quando uma autoridade de trânsito autoriza o tráfego no sentido contrário. Em geral, esse tipo de situação ocorre com sinalização viária específica orientando o ciclista.

Além das regras de local de tráfego para bicicleta, os ciclistas devem respeitar outra norma trazida pelo CTB, o uso de equipamentos de segurança. Em suma, é preciso adotar itens que facilitem a visão da bicicleta nas vias.

Entre os itens necessários estão espelho retrovisor do lado esquerdo e campainha. Outros equipamentos são itens de sinalização noturna dianteira, lateral, traseira e nos pedais.

Apesar de a lei não especificar, o ciclista também deve usar gestos para “se comunicar” com os motoristas a respeito de suas intenções. Portanto, existem maneiras de informar quando há obstáculos na pista ou quando há a intenção de virar à direita ou à esquerda.

Por exemplo, esticar o braço horizontalmente para um dos lados indica a intenção de virar. Já esticar a mão para baixo traz um alerta para o motorista sobre algum obstáculo.

Ciclista pode trafegar na calçada?

Embora o CTB permita o tráfego de bicicletas no acostamento e na via compartilhada com os carros, pedalar na calçada é proibido. Portanto, esse espaço deve ser deixado apenas para os pedestres.

Segundo o artigo 59 do CTB, só é possível pedalar na calçada apenas quando a autoridade de trânsito autorizar. Nestes casos, o local também é sinalizado pela prefeitura ou outro órgão público responsável.

Contudo, se não houver outra opção e o ciclista tiver que passar pela calçada, ele não pode pedalar. Conduzir a bicicleta empurrando é permitido por lei.

As regras voltadas ao tráfego de bicicletas têm como base a lógica de segurança. Nas calçadas, os pedestres são mais vulneráveis, portanto, têm preferência. Já nas vias compartilhadas com automóveis, a preocupação maior é com a segurança dos ciclistas.

Fonte: Mobilidade Estadão