spot_img
Home Blog Página 96

CIDADES INTELIGENTES NO BRASIL PARA VIVER

0

As grandes metrópoles têm um potencial gigante para se tornarem cidades inteligentes, capazes de fomentar tecnologias que ajuda a construir um novo ambiente real, mais dinâmico e que promova mais inovação para as pessoas e qualidade de vida.

Nada melhor do que morar numa cidade que te permita a comodidade de realizar ações por meio da tecnologia. Comprar casas em condomínio fechado em São José dos Campos, se favorecer da expansão do 5G e do aprofundar da transformação digital já é uma realidade factível.

O Parque Tecnológico de São José dos Campos é a meca da inovação e das novas tecnologias no Brasil. O espaço tem mais de 55 mil m² e ajuda a fomentar startups de diversos segmentos, sendo uma incubadora de projetos inovadores.

E o melhor de tudo é que as empresas podem testar e validar seus produtos digitais, além de ter a obrigação de oferecer os serviços à população. É a fomentação de tecnologia para qualidade de vida e a construção de cidades inteligentes em larga escala.

5G deve alavancar projetos de cidades inteligentes no Brasil

Parte das empresas que atuam no parque tecnológico de São José dos Campos focam na expansão do 5G no Brasil. A tecnologia já está ativa em todas as capitais brasileiras, alcançando mais de 50 milhões de pessoas e isso tem ajudado a fomentar e aumentar a oferta de dispositivos 5G no país.

A expectativa do Ministério da Economia é de que o 5G consiga movimentar cerca de R$ 590 bilhões por ano. O Fórum Econômico Mundial deve gerar cerca de 22,8 milhões de empregos até 2035.

Como promessa, o 5G garante mais facilidade e eficiência na criação de cidades inteligentes por meio da tecnologia. Atualmente, mesmo com as limitações de alcance no país, a tecnologia 5G já apresenta avanços e é vista como um divisor para novo ciclo pelas empresas de tecnologia.

Ranking destaca as cidades mais inteligentes do Brasil 

O Ranking Connected Smart Cities 2022 mapeou dados de todos os municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes e apontou as cidades inteligentes mais desenvolvidas no Brasil.

No topo do ranking, temos a cidade de Curitiba, capital do Paraná, que assumiu o 1° lugar no ano passado. Confira o top 10 do ranking das cidades mais inteligentes do Brasil:

  1. Curitiba (PR);
  2. Florianópolis (SC);
  3. São Paulo (SP);
  4. São Caetano do Sul (SP);
  5. Campinas (SP);
  6. Brasília (DF);
  7. Vitória (ES);
  8. Niterói (RJ);
  9. Salvador (BA);
  10. Rio de Janeiro (RJ).

O ranking foi idealizado pela Necta e a Urban Systems e é formado com base em 75 indicadores divididos por 11 categorias como mobilidade, meio ambiente, inovação, saúde, urbanismo e governança.

Curitiba se destaca por incentivar projetos de tecnologia e sustentabilidade 

A cidade de Curitiba saltou de 3° para 1° lugar do ranking em 2022 e isso não foi nenhuma surpresa para os gestores do município. A capital do Paraná se destaca por incentivar o desenvolvimento de projetos voltados à sustentabilidade, empreendedorismo e tecnologia.

Para ter uma ideia, Curitiba foi a primeira cidade do mundo a testar uma luminária inteligente 5G e desenvolver projetos focados em energias renováveis. O principal símbolo da Curitiba inteligente é o Vale do Pinhão, programa criado por meio da agência estatal Curitiba de Desenvolvimento S/A.

Assim como o parque tecnológico de São José dos Campos, o Vale do Pinhão é um espaço de fomentação de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de profissionais do segmento e de startups.

O principal fator que coloca Curitiba como cidade mais inteligente do Brasil é a união entre setor público e setor privado para fomentação de negócios que visem melhorar a qualidade de vida da população.

Mesmo com um grande caminho para trilhar, o Brasil já dá os primeiros passos e possui exemplos de como a transformação digital pode construir cidades inteligentes que visem o bem-estar dos brasileiros.

Fonte: Portal Mato Grosso

ESSE ARTIGO É DE COAUTORIA DE UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: O APOIO DAS IAS NA CONSTRUÇÃO DE SOLUÇÕES INOVADORAS COM BASE EM DADOS DE PROBLEMAS REAIS

0

A tecnologia, independente de seu formato, tem uma função instrumental, configurando ferramenta de apoio.

Muito tem se falado do ChatGPT, chat de IA treinado pela OpenIA, que responde perguntas, contesta premissas e informações incorretas e rejeita solicitações inadequadas de respostas ou ofensivas, mas como ele pode nos ajudar nos processos de criação de uma solução inovadora?

Não apenas na ideação e estruturação da solução que será criada, mas também em seu acompanhamento e avaliação de resultados, sucesso e impacto, as IAs bem treinadas podem apoiar e muito os processos de inovação. Antes de explorarmos quais são as principais formas dessa ajuda, é preciso pontuar qual é o papel da tecnologia.

A tecnologia, independente de seu formato, tem uma função instrumental, configurando ferramenta de apoio. Então por que temos tanto medo delas? Entre as principais razões, vale a pena mencionar a falta de conhecimento sobre o desenvolvimento, uso e objetivos da tecnologia.

Estamos em um contexto de desigualdade de letramento digital e tecnológico e de acesso à infraestrutura de rede e equipamento. Ou seja, não podemos considerar que o acesso às tecnologias e a compreensão de suas estruturas e funcionamento são amplamente difundidas e de forma equânime para toda a população, brasileira ou mundial.

As desigualdades apontadas seguem lógicas anteriores de exclusão social, baseadas em critérios locais, acesso a recursos e perfil identitário. Isso significa que quanto maior o acesso às áreas centrais, sejam grandes cidades ou centros de cada município, maior é o potencial de acesso à tecnologia, se comparado às áreas periféricas e de entorno.

Outra facilidade de acesso em tecnologia, tanto para se estar em áreas privilegiadas em infraestrutura, quanto para investimento em equipamentos de qualidade e acesso aos serviços de dados, é o econômico.

Por fim, existem os estímulos culturais, que faz com que homens e pessoas brancas, por exemplo, sejam mais estimulados a se engajar com o mercado de tecnologia e inovação. O segundo ponto de atenção de receios sobre a tecnologia, é sua velocidade de avanços e contínuas novidades. 

Com esse contexto em mente, é possível apontarmos alguns dos principais apoios estratégicos de uso de IAs para a criação de soluções inovadoras. Neste percurso teremos intervenções externas, do ChatGPT.

As soluções, sejam elas produtos, serviços ou processos, sempre se baseiam em um problema real ao qual se pretende enfrentar, portanto, a primeira parte de sua ideação é sempre a análise profunda do problema priorizado e seu ecossistema, o que só é possível a partir de dados confiáveis, sejam eles primários ou secundários, que se aprofundam na área temática do problema, no perfil e demandas dos públicos de interesse e da localidade onde o problema acontece.

Dentro de um cenário de informações rápidas, constantes, de múltiplas fontes, mas nem sempre confiáveis e passíveis de verificação, um ponto de atenção é a seleção de dados secundários existentes. Para contextualizar o desafio, perguntei ao ChatGPT o que são notícias falsas e desinformação.

A resposta foi: “Notícias falsas e desinformação são termos que se referem a informações erradas ou enganosas que são disseminadas deliberadamente para enganar as pessoas. Estas informações podem ser intencionalmente falsificadas ou distorcidas para fins políticos, comerciais ou outros fins. A desinformação pode se espalhar rapidamente na internet através de mídias sociais, blogs e outros meios de comunicação, e pode ser difícil de ser detectada ou corrigida. A desinformação e as notícias falsas podem ter impactos negativos na sociedade, incluindo a criação de medo e confusão, a erosão da confiança nas instituições e a difusão de informações prejudiciais à saúde pública, entre outros”.

Na mesma sequência, questionei como o ChatGPT pode nos ajudar com o enfrentamento de ambas: “Como modelo de linguagem treinado pela OpenAI, eu não tenho a capacidade de checar informações como um ser humano, mas sim de fornecer informações com base nas fontes de treinamento que recebi. Minhas fontes de treinamento incluem uma ampla gama de conteúdo na internet, como artigos de notícias, enciclopédias, livros e muito mais”.

Em outras palavras, um dos apoios mão na massa que as IAs ofertam é a realização de pesquisa qualificada sobre assuntos de interesse, o que nos poupa tempo no processo de levantamento de dados, conferência de fontes e confiabilidade de informações.

Além disso, a assertividade e visão ampliada de leitura do contexto pesquisado são impulsionadas, justamente porque o ecossistema trabalhado é compreendido a partir de uma visão holística, integrada e complementar, possibilitada a partir desse match de informações relevantes de diferentes perspectivas e fontes combinadas. 

Tais ganhos acontecem com duas condições: que a IA seja treinada com fortes e confiáveis banco de dados na composição de seus algoritmos. A própria lógica de funcionamento das IAs tende a garantir seus aprimoramentos contínuos, às fazendo fonte inesgotável de referências. A segunda condição é a compreensão irrefutável de que a IA não consegue, e nem tem como agenda, substituir pessoas, tech é sempre ferramenta.

Na segunda parte da conversa, perguntei como o ChatGPT pode ajudar na exploração de um problema para a construção de uma solução inovadora, e ele me respondeu elencando quatro grandes possibilidades: 

  1. “Fornecer informações: Posso fornecer informações sobre o problema em questão, incluindo antecedentes históricos, tendências atuais e dados relevantes.
  2. Gerar ideias: Posso usar meu treinamento em modelagem de linguagem para gerar ideias inovadoras e ajudar a expandir a sua compreensão do problema.
  3. Fazer conexões: Posso ajudar a fazer conexões entre o problema e outras áreas, a fim de encontrar soluções inovadoras.
  4. Sugerir soluções: Posso sugerir soluções para o problema com base em exemplos de sucesso em outras áreas ou em ideias inovadoras já existentes”.

Se somando à contextualização do problema, as IAs tem potencial de mapear soluções ou formas de lidar com o problema já existentes, o que é fonte de inspiração para o desenvolvimento de novas soluções, indicações de soluções existentes que podem ser acopladas na que está sendo desenvolvida ou até mesmo pode levar a compreensão que soluções suficientes para o problema priorizado já estão disponíveis, não sendo necessário alocar esforços e recursos para o desenvolvimento de novas.

Seja na ideação da solução ou no momento de sua estruturação, podemos contar com elas para as famosas chuvas de ideias, colhendo sugestões de quais soluções podem ser geradas e qual a melhor forma de planejar seu funcionamento. As IAs nos ajudam a pensar alto e dão dicas qualificadas, diretas e de fácil compreensão como especialistas nos assuntos trabalhados. Ou seja, as IAs são as novas mentoras do ecossistema de inovação.

Para dúvidas nos ajustes das soluções, seja em sua fase de teste de validação ou de implementação, assim como para a construção de indicadores e monitoramento de sucesso, resultados e impacto, temos os mesmos apoios oraculistas elencados anteriormente. 

O ChatGPT completou a resposta com a seguinte frase: “Lembre-se, no entanto, que a solução final para um problema deve ser determinada por especialistas na área e pela avaliação cuidadosa de todos os fatores relevantes. Eu sou apenas uma ferramenta para ajudar na exploração do problema e na geração de ideias inovadoras”.

Soluções como o ChatGPT são abertas, gratuitas, com baixas barreiras linguísticas por operarem em diversos idiomas, (se bem treinadas, com séria e grande base de dados) são extremamente confiáveis e úteis. Bora testar?

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

SABE QUANTO OS PAÍSES EUROPEUS PAGAM PARA VOCÊ USAR BICICLETA?

0

Em guerra contra carros, governos do velho continente apostam em diversos programas de incentivo, subsídios e campanhas… Tudo para incentivar o uso da bike

De olho nas mudanças climáticas e planejando a mobilização urbana, alguns países da Europa oferecem subsídios que vão da compra de bicicletas a remuneração extra no salário no fim do mês para quem decide pedalar de casa ao trabalho.

Para começar, vamos conferir como isso se dá na Holanda, o país com o maior número de ciclistas per capita. Cada holandês é dono em média de 1,3 bicicleta. Além das ruas terem uma ótima infraestrutura para quem faz uso da bicicleta, atualmente o governo paga 0,21 euro (1,14 real) por quilômetro para quem pedala da casa ao trabalho. E a ideia é aumentar esse incentivo a 0,23 euro em 2024.

Com esse programa, um ciclista holandês que roda 10 km por dia, durante cinco dias por semana, poderia ganhar até 504 euros (cerca de R$ 2.750) por ano. Essa quantia é paga diretamente ao trabalhador no seu recibo de salário.

Bélgica também tem um programa parecido. A compensação econômica é de 0,24 euro (cerca de R$ 1,31) por cada quilômetro pedalado para quem troca o carro e o transporte público pela bicicleta.

Incentivos britânicos 

Na terra da rainha, o programa para incentivar o uso das magrelas é feito de outra maneira. O governo britânico tem o programa Cycle2work (Pedale ao trabalho) que oferece incentivos fiscais para trabalhadores e empresas.

Ciclistas vão ao trabalho em Londres com incentivos governamentais repassados pelas empresas. Foto: TfL

O desconto é dado para os empregados que compram ou alugam bicicletas, ou acessórios de segurança como cadeados, coletes, luzes, espelhos e capacetes, por meio das empresas onde trabalham.

A companhia se inscreve no projeto e o trabalhador vai pagando a bicicleta diretamente por meio do seu salário, durante um prazo máximo de 12 meses. Se a bicicleta for elétrica o desconto é mais alto e pode chegar até 39%.

Troque seu carro por uma e-bike 

França é outro bom exemplo: lá, os líderes políticos vem incentivando o uso de bicicletas elétricas. Atualmente, o governo francês subsidia com até 4 mil euros (cerca de R$ 22 mil) quem vender seu carro e comprar uma e-bike.

Sabe quanto os países europeus pagam para você usar bicicleta?
Maior subsídio para o ciclista de baixa renda que mora em áreas distantes. Foto: A News Tech

A particularidade da iniciativa francesa é que os cidadãos de baixa renda que moram nas áreas mais afastadas têm mais chances de receber esse subsídio. Pessoas de classe alta também podem aplicar, mas recebem uma ajuda menor do governo.

Quem decidir não vender seu carro e apenas comprar uma bike elétrica para circular pelo país, ganha 400 euros (cerca de R$ 2.180). O objetivo do governo francês é que, até 2025, 9% da sua população use a bicicleta como meio de transporte.

Guerra contra os carros antigos 

Grandes capitais europeias como MadriRoma ou Londres estão restringindo cada vez mais a circulação de veículos no centro da cidade. Algumas cobram um valor diário caso o cidadão queira entrar nessa área de carro.

Em Londres, por exemplo, o “congestion charge” é de 15 libras por dia (cerca de R$ 92). Em Madri, os carros a gasolina que foram registrados antes do ano 2000 e os movidos a diesel matriculados antes de 2006 têm várias restrições para circular pela cidade. E a partir de 2025 já não poderão ser usados em nenhuma região da capital espanhola.

Estudos mostram que esse tipo de incentivos, subsídios e campanhas para diminuir o uso de carros em grandes centros urbanos tem sido efetivo. E o número de ciclistas aumentou bastante na Europa.

Além da economia no bolso, pedalar traz benefícios para a saúde. Segundo um estudo divulgado pelo Jornal Britânico de Medicina Esportiva, o uso da bicicleta para ir ao trabalho diminui em 22% as chances de desenvolver uma doença cardíaca. Além disso, melhora o raciocínio e diminui o estresse.

Fonte: Mobilize

METAVERSO NO SETOR DE MOBILIDADE

0

Conceito envolve ferramentas que visam proporcionar vivência imersiva entre os mundos físico e digital

Você sabe o que é metaverso e o que tem a ver com mobilidade? O conceito engloba ferramentas que visam proporcionar uma vivência imersiva entre os mundos físico e digital.

Assim, o metaverso funciona como uma espécie de camada de realidade que integra o que é virtual e o que é real. Portanto, na prática, trata-se de um ambiente virtual imersivo.

Entre as tecnologias que o conceito engloba estão realidade virtual, realidade aumentada e hologramas. Com isso, os avatares, que são bonecos virtuais customizados, permitem a imersão no mundo digital.

Embora o assunto tenha ficado mais popular com a mudança de nome do Facebook para Meta, o tema não é novo. Desde os anos 90, já se fala no assunto. Por exemplo, em 1999, a Linden Lab desenvolveu um ambiente virtual e 3D que simula a vida do ser humano por meio de avatares.

Mas o que o metaverso tem a ver com mobilidade? Tudo! Afinal, o setor já caminha rumo ao metaverso, por meio de diversas oportunidades.

Possibilidades de uso para o metaverso na mobilidade

São inúmeras as opções de uso para o metaverso na mobilidade. Desde o projeto dos veículos até o suporte ao cliente.

Por exemplo, é possível desenhar produtos com o uso de tecnologias de realidade estendida (XR). Assim, o projeto de um veículo pode contar com essa ferramenta.

Outra opção é que o cliente participe do processo de fabricação por meio de XR. Com isso, o consumidor pode ver como o veículo vai ficar no futuro e até mesmo participar desse processo.

Já no caso de operações, é possível fazer testes virtuais de veículos. Principalmente quando são automatizados.

Outras opções são visitas virtuais a instalações e fábricas, criação de gêmeos digitais e sites de realidade estendida. Na prática, um gêmeo digital é a réplica virtual de um objeto físico.

Além disso, é possível ainda criar concessionárias virtuais, trazendo experiências digitais da marca para o cliente. Neste ponto de atendimento, também há a possibilidade de criar um suporte virtual de vendas.

A parte de planejamento também se beneficia do metaverso. Afinal, é possível planejar itinerários por meio destas tecnologias.

Operações de mobilidade e metaverso

O metaverso também é uma alternativa para operações de mobilidade. Por exemplo, o uso de um assistente virtual 3D, sistemas de entretenimento e infotenimento veiculares, eventos imersivos ao vivo e suporte ao cliente.

Também é possível fazer o upgrade virtual de acessórios, além de conceder acesso a assinaturas e filiações digitais. Assim, o metaverso permite expandir os serviços que uma empresa oferece ao cliente.

Por fim, o metaverso permite a realização de reparos e manutenção por meio da realidade estendida. Neste caso, é possível fazer a observação e análise em tempo real e garantir um serviço mais rápido e eficiente.

Portanto, o metaverso na mobilidade é uma forma de integração com o cliente e com diversos processos, como projeto, fabricação, manutenção e atendimento.

Fonte: Mobilidade Estadão

PEUGEOT ANUNCIA PARCERIA COM A HOUSI PARA COMPARTILHAMENTO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS

0
  • NOVO Peugeot e-2008 já está disponível na nova estação de veículos compartilhados na HOUSI Faria Lima;
  • Serviço de mobilidade é viabilizado com locações por minuto, hora ou dia, através do aplicativo FLOU, da UCorp;
  • As parcerias fazem parte da ofensiva de eletrificação da marca em oferecer não só produtos como também serviços completos a seus clientes.

A PEUGEOT anuncia nova parceria para expansão do serviço de compartilhamento de veículos na cidade de São Paulo. Sistema inaugurado com o lançamento do Novo PEUGEOT e-2008, já está disponível em três pontos da rede de supermercado do Grupo St Marche e, conta agora, com mais uma estação, extremamente bem localizada, na unidade Faria Lima da HOUSI.

HOUSI, empresa pioneira mundial no serviço de moradia flexível 100% digital se une à PEUGEOT e a UCorp para disponibilizar os veículos com praticidade. As parcerias visam atender as novas demandas do mercado de mobilidade e mudança no comportamento do usuário, seja de se locomover ou de morar.

O sistema de compartilhamento de veículos tem como objetivo proporcionar ao público uma experiência 100% digital, intuitiva e diferenciada, além de incentivar o conceito de mobilidade sustentável descomplicada e fluida, a fim de democratizar a utilização de veículos eletrificados e oferecer uma experiência diferenciada (e até de maior duração) dos test drives padrões.

Para utilizar o serviço, basta instalar o aplicativo Flou (IOS e Android), nova plataforma da UCorp para nano locação dos modelos elétricos e realizar um rápido cadastro. Após baixar o app, será necessário realizar o login, inserir uma CNH válida e um cartão de crédito.

Os modelos da PEUGEOT proporcionam uma experiencia única de condução, graças ao i-Cockpit 3D® que garante funcionalidade para uma direção intuitiva e fora de série. Com design ímpar e marcante assinatura da Marca do Leão com a iluminação de faróis Full LED e formato de dentes de sabre na parte inferior, os elétricos da PEUGEOT agregam modernidade, conforto e elegância a vida urbana.

O serviço de compartilhamento de veículos é uma das ações que englobam o ecossistema de mobilidade elétrica da PEUGEOT para o Brasil. Concebidas a partir do mapeamento da jornada da eletrificação, as ações visam identificar as principais necessidades e antecipar soluções, garantindo tranquilidade aos clientes. O objetivo é oferecer não apenas novos modelos para o mercado brasileiro, mas toda uma cadeia de serviços e de produtos relacionados, a fim de garantir um ciclo completo de suporte ao cliente que confia e aposta nesse novo caminho da mobilidade.

Fonte: Stellantis

INSTITUTO AROMEIAZERO EM PARCERIA COM A OCYAN ABRE INSCRIÇÕES PARA O VIVER DE BIKE, CURSO PARA QUEM QUER EMPREENDER COM A BICICLETA

0

Os alunos que concluírem a formação ganharão uma bike reformada como incentivo

O Instituto Aromeiazero, com o apoio da Ocyan, abriu as inscrições para o Viver de Bike, curso destinado a quem já atua ou quer empreender com bicicleta. As vagas são limitadas e os interessados poderão se inscrever até dia 24 de abril. Para participar, é necessário ser maior de 18 anos. A escolha dos candidatos para o curso será feita a partir de análise socioeconômica, garantindo paridade de gênero, pessoas negras, indígenas, e LGBTQIAP+ que terão prioridade na seleção. 

As aulas irão acontecer de 4 de maio a 17 de junho no Bicibase, espaço sede do projeto Pedala Macaé, localizado na Rua Cento e Sete, 39 – Parque Aeroporto. O curso de 30 horas é 100% gratuito e vai oferecer para os formandos uma bicicleta reformada, um capacete e trava de segurança para bicicleta, além de certificado de conclusão e o Caderno Viver de Bike impresso. Será entregue ainda o material pedagógico desenvolvido pelo Aromeiazero. 

Serão ministradas aulas sobre mecânica básica de bicicleta, poder transformador da bicicleta, como pedalar com segurança na cidade, empreendedorismo e gestão financeira. As inscrições podem ser feitas através do link: https://www.aromeiazero.org.br/pedalamacae.   

Nestes dois anos, já foram formadas 84 pessoas e a iniciativa faz parte do projeto Pedala Macaé, no município do Rio de Janeiro, que busca fomentar o uso da bicicleta na região. A ação está inserida na Plataforma Socioambiental da Ocyan, que tem suas linhas de atuação voltadas para a promoção de ações de meio ambiente e desenvolvimento humano. 

Fonte: Aromeiazero

SEGURANÇA NO TRANSPORTE METROFERROVIÁRIO

0

Por Roberta Marchesi

Estatísticas mais recentes disponíveis mostram que, em média, ocorrem cerca de 10 a 15 acidentes graves de metrô, por ano, em todo o mundo

O acidente ocorrido com o Monotrilho de São Paulo trouxe à tona o tema da segurança no setor metroferroviário. E, embora os sistemas de trilhos tenham um papel fundamental na mobilidade e na segurança do transporte de milhões de pessoas nas cidades e regiões metropolitanas, passageiros eventuais ou frequentes, que utilizam os sistemas de trens e metrôs de todo o Brasil, se perguntaram sobre a segurança do sistema.

Acidentes em metrôs ocorrem com alguma frequência em todo o mundo, mas, felizmente, eles são relativamente raros. As estatísticas mais recentes disponíveis mostram que, em média, ocorrem cerca de 10 a 15 acidentes graves de metrô por ano em todo o mundo. No entanto, é importante notar que, em comparação com outros meios de transporte, como carros, motocicletas e ônibus, o metrô ainda é considerado o mais seguro.

Segundo dados do Seguro DPVAT, em 2020 só no Brasil foram pagas 260.154 indenizações por morte ou invalidez em decorrência de acidentes de trânsito envolvendo automóveis. Já com relação ao setor de ônibus, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) informou que, no mesmo ano, foram registrados 12.542 acidentes, resultando em 843 mortes e 13.906 feridos. As estatísticas envolvendo motocicletas são ainda piores. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), só em 2021 foram registrados 167 mil acidentes.

O bom desempenho do setor metroferroviário, que garante a segurança de mais de 9 milhões de passageiros diariamente, é resultado de rigorosos protocolos de segurança e manutenção, que são adotados pelas operadoras em todo o mundo. Esses protocolos envolvem tanto os trens e Centros de Controle, quanto as áreas de manutenção e as próprias estações.

Os trens de passageiros estão em constante evolução e são equipados com avançados sistemas de segurança, que incluem a automatização dos freios e do controle, ajudando a evitar colisões e descarrilamentos. Eles também são equipados com sistemas de monitoramento de velocidade e alerta de choque, que sinalizam aos condutores e operadores sobre qualquer perigo potencial à frente. Além disso, os trens possuem câmeras de segurança internas e externas, que ajudam a monitorar o comportamento dos passageiros e a detectar possíveis ameaças à segurança.

Conectados com os trens, os Centro de Controle Operacional (CCO) desempenham um papel vital na segurança de todo o sistema, além de garantir a eficiência e a pontualidade dos serviços metroferroviários. Ele é responsável por monitorar e gerenciar a operação dos trens e a segurança dos passageiros. São equipados com tecnologia avançada, contando com sistemas de comunicação e monitoramento de tráfego em tempo real, permitindo que os controladores respondam rapidamente a qualquer situação de emergência.

Outro ponto importante para a garantia da segurança do setor metroferroviário é a manutenção dos trens, da infraestrutura e dos equipamentos. A falta de manutenção adequada pode levar a falhas mecânicas, mau funcionamento de sistemas críticos, aumento do desgaste das peças e componentes, entre outros problemas que podem colocar em risco a segurança dos passageiros e das operações. No Brasil os sistemas metroferroviários passam por manutenção regular para garantir que estejam em condições adequadas e as equipes de operação e manutenção trabalham continuamente para garantir que tudo esteja funcionando de forma segura e eficiente. Para se ter uma ideia da seriedade com que esse tema é tratado pelos operadores, só no ano passado mais de 10 milhões de horas de trabalho foram dedicadas à manutenção dos sistemas em todo o país.

Até as estações de trens e metrôs possuem protocolos de segurança. Os funcionários das estações são treinados para lidar com situações de emergência e para ajudar os passageiros em caso de problemas. Eles também são responsáveis por inspecionar e manter a infraestrutura de toda a estação, incluindo os trilhos, plataformas e a sinalização.

A segurança dos passageiros e das operações são uma prioridade para as empresas metroferroviárias e para as autoridades regulatórias. As medidas e protocolos de segurança são projetados para garantir a segurança dos passageiros e minimizar os riscos de acidentes. Os passageiros também devem fazer sua parte, seguindo as instruções de viagem e tomando as precauções adequadas. São essas medidas combinadas, que vão garantir que as viagens de trens e metrôs sejam a maneira mais segura e eficiente de se deslocar nas cidades.

Artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo, na coluna Estadão Mobilidade.

A INEVITÁVEL CHEGADA DA REVOLUÇÃO DIGITAL AO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

0

O setor de energia elétrica sempre foi lento na adoção e investimento em tecnologia, e não é diferente na forma como é tratado os dados dos mais de 90 milhões de consumidores junto às concessionárias

Com a popularização da internet nasceram novas tecnologias que mudaram o comportamento de consumo e social das pessoas, resultando em uma explosão de geração de dados nunca visto na história da humanidade, criando-se setores próprios lideradas pelas gigantes de tecnologias focadas no acesso e monetização de tais dados como, por exemplo, a Foursquare, Google, Facebook, Amazon, Uber, Netflix, etc.

De fato, empresas mais tradicionais que entenderam essa revolução digital saíram na frente e investiram bilhões para digitalizar os seus processos, meios de comunicação, produtos, e o mais importante de todos, os dados que haviam acumulado durante os seus anos de operação. Todo este investimento foi feito com um objetivo único, usar dados estruturados para aplicar soluções mais eficientes, inteligentes e de maior valor agregado através do uso de novas tecnologias.

A revolução digital conseguiu transformar setores inteiros, no Brasil vimos de perto o “Open Banking” abrir o mercado de acesso a dados financeiros e assim nasceram as chamadas “fintechs” como Nubank, C6, Banco Inter, Guiabolso, Creditas, que hoje já competem frente a frente com os bancos tradicionais, oferecendo soluções mais econômicas, personalizadas e de maior valor agregado aos clientes. Outros setores acompanharam o movimento da digitalização e assim também nasceram as healthtech, proptechs, consumertech, ou seja, todo grande setor produtivo já passou ou está passando pela transformação digital.

Todos sabemos que a revolução digital é inevitável e que a resistência cria inúmeras ineficiências que não são mais aceitáveis pelo consumidor moderno. O setor de energia elétrica sempre foi lento na adoção e investimento em tecnologia, e não é diferente na forma como é tratado os dados dos mais de 90 milhões de consumidores junto às concessionárias de energia, que além da dificuldade de acesso aos dados, faltam consistência, e muitas vezes estão literalmente errados.

As barreiras criadas pelas concessionárias no acesso aos dados de consumo impossibilitam soluções inteligentes de energia em escala, como por exemplo eficiência energética, e o mais importante, o acesso à energia renovável. Sem a consistência dos dados e sistemas de comunicação padronizados para acessar os dados (APIs), as chamadas climate-techs, que tem como missão criar produtos e serviços que ajudam a combater a crise climática e acelerar a transição energética para 100% renovável, jamais irão alcançar o seu potencial máximo de impacto, e quem sai perdendo é o consumidor e a sociedade como um todo.

Open Energy e a abertura do acesso aos dados

No caso do setor elétrico, a convergência das novas tecnologias introduzidas pelo atual momento traz a necessidade de se discutir a constituição do “Open Energy“, uma vez que a iniciativa traria maior abertura de mercado e, consequentemente, ampliaria a liberdade dos consumidores na escolha da empresa que fornece energia. Na maior parte do planeta esse movimento já vem ocorrendo, resultando no empoderamento do consumidor, promovendo a competição saudável entre as companhias do segmento, reduzindo custos transacionais e permitindo que os consumidores compartilhem seus dados com segurança através de um protocolo de comunicação padronizado e sistematizado (APIs).

Desenvolvido pela primeira vez no Reino Unido em 2008, o Open Energy já é realidade nas principais potências europeias desde então, enquanto nos EUA o conceito vem sendo colocado em prática há mais de uma década. No Brasil, a proposta ainda engatinha a passos lentos na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), freando a evolução de um setor chave para o desenvolvimento do Brasil.

A necessidade de mudança

O resultado dessas transformações significaria uma revolução completa do funcionamento do setor elétrico brasileiro. Se nos tempos atuais, o mercado segue caracterizado pelo investimento de capital intensivo na implementação de grandes usinas e infraestrutura de transmissão e distribuição, a digitalização poderia diminuir as barreiras de entrada e trazer melhorias que impactem de forma positiva o status quo do segmento e possibilitam a descarbonização da rede.

Com isso, todo o ecossistema se beneficiaria permitindo que haja maior oferta de soluções tecnológicas personalizadas para toda a cadeia produtiva do setor de energia elétrica, como por exemplo a precificação inteligente e dinâmica através do desenvolvimento de modalidades tarifárias mais eficientes. A promoção do Open Energy dentro do cenário nacional seria capaz ainda de potencializar a consciência energética no país e acelerar a sua transição.

Felizmente, há players importantes do segmento energético que já parecem estar alinhados com a abertura do mercado e melhoria da eficiência do setor. Na “Era dos Dados”, garantir a operabilidade das informações relacionadas à energia pode ser tão inovador quanto a própria descoberta da eletricidade, afinal “data is the new oil”.

*Ivo Pitanguy é CEO e Founder da Nextron Energia, possui mais de 10 anos de experiência no setor de energias renováveis, é um dos principais nomes do segmento energético do país.

Fonte: Exame

NA CONFERÊNCIA SOBRE A ÁGUA 2023, AVANÇOS E DESAFIOS PARA A SEGURANÇA HÍDRICA E RESILIÊNCIA CLIMÁTICA

A necessidade da discussão sobre segurança hídrica e resiliência climática converge para a Conferência sobre a Água 2023, realizada em Nova York de 22 a 24 deste mês, quando também se comemora o Dia Mundial da Água. Iniciativa da ONU, a Conferência traz um balanço das metas já implementadas no âmbito da Década de Ação para a Água e o Saneamento, cujo prazo vai até 2028, e promove reflexões para evolução das soluções necessárias à salvaguarda dos recursos hídricos.

Como diz o item 9 da Declaração Universal da Água, a gestão de tais recursos “impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social” e é justamente sobre avançar rumo a essa harmonia que o Estado de São Paulo participa de três painéis da conferência.

Em “Cidades resolvem, cidades entregam”, a participação se dá na sessão voltada para a questão do compromisso de uma agenda conjunta de “Ação em Água”. Aqui, serão discutidos programas como o Cidades Resilientes, no qual os governos locais têm apoio para uma atuação conjunta frente às mudanças climáticas, além do Projeto Nascentes e o seu direcionamento para a preservação e recuperação de ambientes sensíveis. O projeto já alcançou a marca de 44,1 milhões de mudas plantadas em 26,4 mil hectares em restauração. Ilustrativamente, seriam 37 mil campos de futebol em espaço verde regenerado.

E cidades resilientes demandam a atuação de diferentes atores de forma sincronizada. A crise no litoral norte de São Paulo, iniciada no contexto das fortes chuvas registradas no dia 19 de fevereiro, exigiu a atuação coordenada de diferentes áreas do Governo paulista em ações emergenciais de auxílio às famílias em situação de risco e na recuperação da infraestrutura da região, afetada pelo fenômeno climático atípico.

Mais, fortaleceu o alerta, já aceso, de que é necessário pensar e agir integrado sob a perspectiva de políticas estruturantes que considerem o meio ambiente como o elemento abarcador da infraestrutura existente e projetada.

São políticas que passam, por exemplo, pelo desenho de infraestruturas resilientes, como uma rodovia que considere a gestão da macrodrenagem e os serviços de monitoramento de taludes. Ou, ainda, PPPs (parcerias público-privadas) que cuidem da construção, operação e manutenção de barragens, bem como parcerias que visem ao desassoreamento de rios. Iniciativas que estão em estudo pelo Governo, já qualificadas no programa de parcerias do Estado, e que serão discutidas no painel sobre o desastre de São Sebastião. Será preciso inovação para progredir nessa pauta permeada de desafios e a confiança de atores públicos e privados é a chave para o sucesso almejado e necessário à sociedade.

São avanços, mas estamos ainda na metade da trilha e precisamos acelerar o passo. São Paulo, com seus 645 municípios e 22% da população brasileira, projeta para 2050 uma necessidade de abastecimento de água nas regiões urbanas de 165,1 m³/s, para aproximadamente 45,2 milhões de pessoas. As seis regiões hidrográficas paulistas, com 248.193 km², precisarão produzir 409,1 m³/s para o consumo total em 2050, o que inclui as atividades de indústrias e de agricultura (Plano Estadual de Recursos Hídricos, 2021).

Tanto a resiliência quanto a integração vertical serão temas centrais no “Painel de Alto Nível de Governos Locais Sobre a Conexão Saber – Políticas – Prática entre Agendas Globais de Clima, Biodiversidade, Áreas Úmidas e Água”. Nele, a abordagem foca nas agendas globais de clima, voltadas a acelerar a implementação dos ODS 6 (água) e 11 (assentamentos humanos sustentáveis).

O Plano de Ações Climáticas desenvolvido pelo Estado de São Paulo é peça fundamental para as discussões que envolvem mudanças climáticas e como refleti-las, no plano e na prática. É necessária uma estratégia de implementação que considere ações planejadas e projetadas, em um diálogo transparente, integrado, com todos os atores que contribuem para o tema, como já se observa e será intensificado pela atual gestão, sempre com foco em metas estruturadas e factíveis.

Ainda, um dos principais objetivos do Governo de São Paulo é dar continuidade aos projetos de despoluição e melhoria da qualidade da água dos rios. O processo prevê integrar ainda mais ações de saneamento, gestão dos resíduos sólidos, desassoreamento de rios, controle do uso e ocupação do solo, fiscalização de fontes de poluição e das áreas de preservação ambiental.

Isso conta com um olhar específico sobre ações exitosas, para que ganhem escala, bem como tem no horizonte as inovações necessárias para se alcançar, enfim, a despoluição do Tietê, que certamente não ocorrerá totalmente em poucos anos, mas que precisa começar enquanto política estruturante e sustentável a longo prazo.

Além da qualidade da água e das ações para a despoluição dos rios, merece atenção também a quantidade do recurso disponível. Nesse assunto, outro alerta à sociedade e ao poder público se refere à dimensão do espelho d´água, cuja diminuição já chega, de acordo com a MAPBIOMAS (2023), a 16% no País nos últimos 30 anos, causada pela alteração no uso e ocupação do solo. Esse dado é vinculado a um planejamento que passa necessariamente pela atuação do poder público municipal, com o olhar na unidade de planejamento natural e legal de gestão dos recursos hídricos, as bacias hidrográficas. No painel “Governo Renovado e Gestão da Água”, a discussão se dará justamente na adoção de sistemas participativos de gestão das águas, essencial para a governança do setor como um todo.

Por fim, a implementação de medidas de resiliência exige coordenação entre as esferas públicas: federal, estadual e municipal. É nesse contexto que o Estado de São Paulo formalizará protocolo de intenções com a Agência Nacional de Águas (ANA) sobre o aprimoramento da gestão de recursos hídricos no que tange à regulação do uso por meio de procedimentos integrados de outorga do seu direito de uso, em conformidade com os Planos de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas, o Plano Estadual de Recursos Hídricos e o Plano Nacional de Recursos Hídricos 2022-2040.

Superar desafios como o maior índice pluviométrico em 24 horas da história no País – 683 mm sobre a região do Litoral Norte do Estado – só foi possível a partir da atuação integrada e a soma de esforços. A busca por soluções inclui, obrigatoriamente, as lições aprendidas nesse episódio e iniciativas como o protocolo, que abre caminho para o Pacto pela Governança da Água, apresenta-se como um dos elos dessa corrente reforçada.

Inovação, diálogo e integração. Palavras que sozinhas ajudam, mas como ações em conjunto podem fazer a diferença para o enfrentamento de desafios que, aí sim, serão oportunidade e realidade de crescimento sustentável para a população não só de São Paulo.

Fonte: CNN Brasil

LIDERANÇA DE CURITIBA NO RANKING CONNECTED SMART CITIES 2022 GANHA DESTAQUE EM REPORTAGEM ESPECIAL NA TV

0

No último domingo, 19/03, o programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo, revelou que a cidade foi eleita, na 8ª edição do estudo, a mais inteligente e conectada do Brasil.

Com o objetivo de identificar as cidades com maior potencial de desenvolvimento social, econômico e sustentável do Brasil, e incentivar a expansão da concepção de cidades inteligentes, a Plataforma Connected Smart Cities (CSC) realiza, desde 2015, o  Ranking Connected Smart Cities. O estudo se baseia no levantamento, coleta e triagem de dados de municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes, considerando determinados eixos temáticos e indicadores de análise.

Na edição de 2022, a cidade de Curitiba conquistou a 1ª colocação no top 5 do Ranking das cidades mais inteligentes, humanas e sustentáveis do país. Em seguida, ficaram as cidades de Florianópolis (SC), São Paulo (SP), São Caetano do Sul (SP) e Campinas (SP). Dentre os 11 eixos temáticos contemplados neste estudo, a cidade se destacou nos quesitos: Empreendedorismo; Tecnologia e Inovação; Urbanismo e Meio Ambiente.

Liderança de Curitiba no Ranking Connected Smart Cities 2022 ganha destaque em reportagem especial na TV
Reprodução de imagem dos troféus conquistados pela cidade no Ranking CSC 2022. Fonte: PEGN/Globo.

Para contextualização do estudo e resultado, o programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo de Televisão, apresentou reportagem, no dia 19/03, sobre o crescimento de startups, principalmente voltadas à produção de energia limpa e renovável, na região do Vale do Pinhão, considerada um grande polo de empreendedorismo, tecnologia e inovação do Brasil e uma referência em smart city.

“Em 2022, Curitiba foi considerada a cidade mais inteligente e conectada do Brasil, à frente de Florianópolis e São Paulo.” “O Vale do Pinhão veio desse movimento para conectar os atores do ecossistema de inovação e desenvolver, trazer melhores práticas, ambientes de negócios na cidade para essas empresas, principalmente de base tecnológica”, destacou o apresentador.

Assista aqui a reportagem especial do Pequenas Empresas & Grandes Negócios.