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ECOVAGAS: A PRIMEIRA REDE SEMI-PÚBLICA DE CARREGAMENTO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS DO BRASIL

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Enel X e Estapar firmam parceria para viabilizar estações de recarga de veículos elétricos em estacionamentos de aeroportos, hospitais, prédios comerciais e arenas

A Enel X, empresa de soluções energéticas da Enel Brasil, e a Estapar, a maior rede de estacionamentos do País, firmaram um acordo estratégico para criar a primeira rede semi-pública do Brasil de recarga de veículos elétricos. O objetivo do projeto é impulsionar o desenvolvimento da mobilidade elétrica no País e ampliar a infraestrutura de recarga de veículos, contribuindo para a transição energética, descarbonização, eletrificação e sustentabilidade das cidades.

Na primeira etapa do projeto Ecovagas, será construída uma rede integrada de 250 estações de recarga em cerca de 100 pontos premium de estacionamentos da Estapar nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Distrito Federal, como shopping centers, aeroportos, hospitais, arenas, prédios comerciais e instituições de ensino.

As Ecovagas serão exclusivas para veículos elétricos, e contarão com a segurança de profissionais para o gerenciamento das instalações, manutenção da rede, energia e gerenciamento por meio de tecnologia e software que permitem um alto nível de serviço e de funcionamento do sistema.

Os equipamentos do projeto contam com a tecnologia da Enel X, uma das líderes globais do mercado de mobilidade elétrica, e fornecem um carregamento inteligente mais rápido, abastecendo 80% da bateria de um automóvel elétrico ou híbrido plug-in em aproximadamente 3 horas

Ao contrário das estações de recarga disponibilizadas pelo mercado atual, o diferencial do sistema de recarga da Enel X é a experiência proporcionada ao cliente. Os motoristas de veículos elétricos  poderão, em tempo real, visualizar em um app os pontos das Ecovagas mais próximas, dirigir-se até o local e recarregar seu veículo em poucos minutos. Nos grandes centros urbanos, por exemplo,  90% das cargas necessárias para garantir a volta para casa são de apenas 30 minutos.

“Por meio dessa parceria com a Estapar, estamos avançando no nosso propósito de desenvolver uma infraestrutura de mobilidade elétrica no Brasil, oferecendo às pessoas mais segurança, comodidade, tecnologia e qualidade no serviço de recarga de veículos elétricos”, Francisco Scroffa, Presidente Enel X Brasil.

INVESTIMENTO EM CIDADES INTELIGENTES CHEGARÁ A US$ 203 BILHÕES EM TODO O MUNDO, ATÉ 2024

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Internet das Coisas será amplamente usada para rede elétrica, monitoramento de tráfego, vigilância e outros fins, diz IDC

Analistas do IDC preveem que o investimento em cidades inteligentes por cidades e comunidades, serviços públicos, provedores de telecomunicações e fornecedores especializados chegará a US$ 203 bilhões globalmente até 2024. No entanto, à medida que crescem as redes de IoT nas cidades, aumenta-se também a preocupação com ataques de ransomware.

Ruthbea Yesner, Vice-Presidente, Percepções do Governo, Educação e Cidades e Comunidades Inteligentes do IDC, disse em um comunicado à imprensa que os governos locais e regionais rapidamente adotaram novas políticas e práticas em resposta à pandemia de coronavírus de maneiras que ela não tinha visto antes.

“Esta transformação digital acelerada deve continuar com um roteiro de investimento estratégico em tecnologia atualizado e políticas associadas e mudanças culturais”, disse ela.

O relatório “IDC FutureScape: Previsões mundiais para cidades e comunidades inteligentes em 2021” reflete a visão do IDC para as 10 tendências mais importantes em tecnologia de cidades inteligentes nos próximos seis anos.

PREVISÕES

As cidades estão usando sensores de IoT para detecção ambiental, monitoramento de tráfego, vigilância por vídeo, iluminação pública e controles de infraestrutura e regulação da rede elétrica e das redes de água.

Segundo o relatório, 30% das cidades usarão automação, IoT, IA e gêmeos digitais para combinar o físico com o digital e melhorar o gerenciamento remoto de infraestrutura crítica e serviços digitais até 2025. Além disso, 20% dos produtos e serviços da cidade serão fornecidos usando experiências digitais de alto toque e digitais/físicas híbridas até 2026. No entanto, 20% dos dispositivos do governo local implantados serão comprometidos por ataques de malware e ransomware em 2021 devido a vulnerabilidades do ecossistema IoT.

Os analistas recomendam que os governos locais usem inteligência artificial e recursos de machine learning para segurança, orquestração, automação e resposta (SOAR) para reduzir o risco desses ataques e desenvolver planos resilientes para responder quando eles acontecem.

Mais de um terço (40%) das cidades usarão ferramentas de planejamento de espaço digital, como gêmeos digitais, para acelerar a recuperação socioeconômica da Covid-19 e garantir o movimento seguro de pessoas, bens e serviços até 2022.

O estudo diz que a TI começará a trabalhar com um novo conjunto de parceiros da comunidade que inclui as partes interessadas em segurança da comunidade e profissionais de privacidade para garantir que isso seja feito de forma eficiente e eficaz.

Além disso, 40% das agências policiais usarão ferramentas digitais, como streaming de vídeo ao vivo e fluxos de trabalho compartilhados, para apoiar a segurança da comunidade e abordagens alternativas de estrutura de resposta ao policiamento até 2022. O IDC prevê que as cidades e os departamentos de polícia adotarão tecnologia para gerenciar apropriadamente 80% de seu número de casos – crimes de baixo nível e indivíduos de alto nível que lutam contra a saúde mental, vício, delinquência juvenil, falta de moradia e outras questões sociais.

Ainda segundo o IDC, 45% das comunidades mudarão para uma força de trabalho híbrida usando aplicativos baseados em nuvem, ferramentas de colaboração digital e tecnologias móveis até 2021.

Outro dado apontado pelo estudo, indica que 20% das cidades inteligentes de médio porte nomearão um líder de equipe dedicado para impulsionar a inovação e a transformação digital até 2023. E ainda, três quartos (75%) das cidades fornecerão intervenções no mercado para acabar com a exclusão digital até 2025.

Quanto à mobilidade, cidades ao redor do mundo perderam bilhões em receitas de transporte público devido a paralisações pandêmicas e o IDC prevê que isso as forçará a repensar o transporte público e a recorrer a soluções privadas, incluindo trabalhar com provedores de mobilidade como serviço, empresas de transporte de passageiros, serviços de compartilhamento de carros e empresas de bicicletas e scooters.

Os analistas do IDC preveem ainda que as discussões de planejamento podem mudar das questões de “última milha” para a milha mais longa, uma mudança significativa da “abordagem atual de tamanho único, frequentemente implantada hoje no transporte público”.

Fonte: Computerworld

VACINA DO BUTANTAN ATINGE 100% DE EFICÁCIA CONTRA CASOS MODERADOS E GRAVES

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Estudo científico com 12,4 mil profissionais apontou proteção total a sintomas severos da COVID-19 e 78% de eficiência contra casos leves

O Governo de São Paulo e o Insituto Butantan confirmaram nesta quinta-feira (7) que a vacina contra o coronavírus desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica Sinovac Life Science atingiu índice de eficácia de 100% para casos graves e moderados. O estudo clínico realizado no Brasil contou com a participação de 12,4 mil profissionais de saúde voluntários em 16 centros de pesquisa.

“Hoje é um dia muito importante para o Brasil, os brasileiros, a saúde e a vida. A vacina do Instituto Butantan tem eficácia de 78% a 100% contra a COVID-19, apontam os estudos no Brasil”, afirmou o Governador João Doria. “Como Governador de São Paulo, quero agradecer aos mais de 12 mil voluntários que aceitaram participar desta pesquisa coordenada pelo Butantan e centros de excelência em oito estados brasileiros. Agradecer também a pesquisadores, médicos e cientistas que ajudaram e contribuíram para encontrarmos este grande resultado. O nosso reconhecimento e a nossa gratidão.”

Entre os imunizados ao longo dos testes clínicos e que contraíram o vírus, nenhum apresentou caso grave ou moderado da doença nem precisou de internação. Ou seja, quem tomar a vacina do Butantan estará com a saúde protegida e chances mínimas de agravamento da COVID-19.

A taxa de eficácia foi de 78% para os infectados que apresentaram casos leves ou precisaram de atendimento ambulatorial. Isso significa que a cada cem voluntários que contraíram o vírus, somente 22 tiveram apenas sintomas leves, mas sem a necessidade de internação hospitalar.

Com os índices atingidos na pesquisa, o Butantan deu início nesta quinta à solicitação do registro emergencial da vacina junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para que rapidamente seja iniciada a imunização dos brasileiros contra a COVID-19.

“A vacina mostrou 100% de eficácia contra casos graves e moderados. Não houve nenhum caso grave de COVID-19 entre os voluntários imunizados com a vacina do Butantan”, explicou o diretor da instituição, Dimas Tadeu Covas.

Covas destacou que a pesquisa realizada no Brasil foi a prova mais dura e complexa já realizada no mundo para uma vacina contra o coronavírus e o estudo mais detalhado já apresentado. Por serem profissionais da área da saúde, todos os 12,4 mil voluntários tiveram risco muito maior de infecção, pois estavam na linha de frente da assistência prestada a pacientes contaminados.

A parceria entre o Butantan e o laboratório da China é desenvolvida desde o dia 10 de junho. Em outubro do ano passado, foi divulgado que a Coronavac é a mais segura entre todas as vacinas testadas no Brasil.

Em novembro, a revista científica Lancet, uma das mais importantes no mundo, publicou os resultados de segurança da Coronavac nas fases 1 e 2, realizados na China, com 744 voluntários. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune em 97% dos casos no prazo de até 28 dias após a aplicação.

PRODUÇÃO

O Butantan concluiu a contratação de 124 profissionais para reforçar produção da vacina contra o coronavírus. Os novos trabalhadores se juntam aos 245 que já trabalhavam no local, que ocupa uma área produtiva de 1.880 metros quadrados. Foram contratados 69 auxiliares de produção, 53 técnicos de produção e dois tecnologistas.

Do total de profissionais contratados, 37 começaram a trabalhar nesta quinta. Os demais iniciam atividades no próximo dia 14, após treinamento e integração.

“Nossos esforços em incrementar o time de profissionais vêm do comprometimento do Butantan em disponibilizar rapidamente uma vacina para uso na população brasileira. Pela urgência, garantimos o terceiro turno da fábrica em uma rotina incessante de produção. Hoje, já temos em solo nacional 10,8 milhões de doses”, afirmou Dimas Covas.

A área do envase dispõe de seis máquinas principais para envase do extrato composto da vacina enviado pela biofarmacêutica Sinovac Life Science, além de rotulagem e embalagem do imunizante desenvolvido em parceria internacional firmada pelo Governo de São Paulo e pelo Butantan.

No mesmo complexo são envasados anualmente 80 milhões de doses da vacina contra a gripe, além de 13 tipos diferentes de soros que são usados na rede pública de saúde. O imunizante tem composição semelhante a outros produzidos pelo Butantan, o que facilita e agiliza o processo de envase.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo