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CONNECTED SMART CITIES E A REALIDADE AMAZÔNICA

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Usinas Biotérmicas: BBF Avança Na Geração De Energia Renovável No Amazonas
Foto: AmazonVant

Cidades inteligentes no contexto da realidade amazônica perpassa pela necessidade do desenvolvimento e implantação de modelos que consigam dialogar com a realidade local

Agradecendo em primeiro lugar aos colegas do Connected Smart Cities, começamos aqui o compartilhamento de alguns pensamentos sobre a temática de cidades inteligentes. Sendo nascido e morador de Belém, capital do estado do Pará, a temática amazônica será preponderante neste espaço. 

Tive a felicidade de participar no último dia 9 de março do “Evento Regional Belém – Apresentação do desenvolvimento de cidades inteligentes” disponível no YouTube do canal Connected Smart Cities. Várias entidades governamentais participaram do evento, vinculadas às três esferas. Além disso, meu colega professor Aldebaro Klautau encerrou o evento com uma palestra bastante esclarecedora sobre os desafios tecnológicos da nossa região e apresentou alguns produtos desenvolvidos pelo seu laboratório instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). 



Cidades inteligentes no contexto amazônico

Uma constatação da maturidade do debate é a frequência com que a palavra sustentabilidade foi ouvida. Foi unânime que a discussão sobre cidades inteligentes no contexto amazônico perpassa pela necessidade do desenvolvimento e implantação de modelos que consigam dialogar com a realidade local, em uma região com características de infraestrutura muito distintas do restante do país.

A discussão sobre a Amazônia urbana é um tema que precisa ser estudado de forma atenta. Quando nos afastamos da realidade das regiões metropolitanas de Belém e Manaus – nossos maiores aglomerados urbanos na região, nos deparamos com contextos com paradoxos relacionados com a nossa infraestrutura. Enquanto a Amazônia concentra duas das maiores usinas hidroelétricas do país, quase um milhão de pessoas na região não tem acesso à energia elétrica. É notória a escassez de água tratada na região que reúne a maior concentração de água doce do planeta.

A conectividade de internet é atendida de forma precária para a maioria da população que está distribuída na maior região do país. Então, todos os desafios enfrentados pelas cidades brasileiras são reproduzidos localmente, e há agravantes de infraestrutura que tornam ainda mais complexa a adoção de soluções tecnológicas que fariam todo sentido em outros lugares do mundo.

O papel do investimento na tecnologia e inovação 

Para enfrentar toda dificuldade, vamos à criatividade e inovação. Uma startup paraense, residente no PCT Guamá, desenvolveu nestes últimos anos uma fábrica piloto para a produção de material de construção por meio da reciclagem de plástico. Considerando que Belém gera 200 toneladas de plástico por dia e apenas 2,8% do volume é reaproveitado, o projeto “Seixo de Plástico” desenvolveu um processo fabril que transforma o plástico em um produto de grande resistência e que já começa a ser usado na construção de moradias na região. É nossa responsabilidade divulgar projetos deste tipo e torcer para estimulem o desenvolvimento de novas ideias inovadoras e sustentáveis para a região.

Vamos prosseguir com esta discussão. Nos próximos artigos, tenho a intenção de apresentar alguns casos de sucesso desenvolvidos e implantados na região. A participação do leitor é sempre bem-vinda com críticas e sugestões. Até a próxima!

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

CLARO ANUNCIA PARCERIA COM STARTUP DE DRONES PARA DELIVERY AÉREO

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Fotografia de Drone equipado com tecnologia e conectividade da Claro para delivery aéreo
Foto: Divulgação

A operadora Claro fornecerá estrutura de conectividade para a Speedbird Aero, startup de drones. As soluções são para delivery aéreo de mercadorias leves

A Claro continua acelerando para habilitar cada vez mais a transformação digital, que vem acontecendo a cada dia, para conectar as pessoas a tudo que elas precisam. Seguindo esse objetivo, a operadora, que foi pioneira na implantação de todas as gerações de internet móvel do Brasil, inclusive o 4.5G e o 5G DSS, acaba de fechar parceria com a Speedbird Aero, empresa com soluções e tecnologia disruptiva de drones no país, para o fornecimento de souções para delivery aéreo de mercadorias leves.

“A Claro segue inovando e sempre presente na criação de novas soluções e produtos que possam maximizar a conectividade de seus clientes para uma vida mais produtiva e divertida. E, com essa parceria a operadora embarca junto com a startup no desafio de desbravar e acelerar o processo de logística aérea não tripulada no Brasil, por meio de um sistema 100% automatizado, que funciona com infraestrutura de rede celular 4G LTE e 5G. Com a chegada do 5G no Brasil e o seu desenvolvimento contínuo, as possibilidades serão exponencialmente ampliadas na conexão de máquinas e processos, devido à alta velocidade, alta capacidade de concentração de tráfego, baixa latência (tempo de resposta para um pacote de dados ir de um ponto designado para o outro) e alta confiabilidade”, comenta Marcio Carvalho, diretor de Marketing da Claro.



Enquanto se aguarda o leilão da tecnologia 5G, os testes técnicos avançam com rapidez na Claro. Pioneira em parcerias com clientes corporativos e com empresas do ecossistema de inovação aberta, a Claro demonstra as potencialidades da tecnologia 5G para a Indústria 4.0 e colabora na criação de novas soluções e produtos.

E, por meio de mais uma parceria inédita, a Claro passa a ter exclusividade no fornecimento de soluções em conectividade para todos os clientes da Speedbird Aero, por meio de suas redes 4G e 4,5G e 5G. “O setor de logística da Claro, impulsionado pela busca constante de inovações, vem atuando em várias frentes que possam trazer ainda mais qualidade e agilidade no processo de entrega, automação e multicanalidade para o atendimento aos clientes. Aliando o pioneirismo das marcas Claro e Speedbird, a operadora será a primeira empresa do país, no mercado de telecom, a possuir o drone de carga, com rotas aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e com rotas aprovadas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA)”, afirma Hamilton Ricardo Pereira da Silva, diretor de Logística da Claro.

“As características de uma operação de entrega por drone exigem que a aeronave saia do campo visual do operador. Portanto, em áreas urbanas, a melhor forma de manter link de comando e controle de nossas aeronaves é através de uma infraestrutura de telecomunicações confiável. Com a Claro teremos a oportunidade de expandir nossa capacidade de telecomunicação, e com a rede 5G vamos garantir ainda mais que nossos drones permaneçam conectados para maior consciência situacional e posicionamento preciso”, comenta Samuel Salomão, chefe de produto (CPO) da Speedbird Aero.

Atualmente, a Speedbird figura entre as principais empresas de drone delivery (ou delivery aéreo) do mundo. No Brasil, já opera com autorização da ANAC para voo experimental, com rotas em Campinas e Franca, no Estado de São Paulo, com entregas para empresas de delivery de comida e e-commerce. A Claro segue em conjunto com a startup realizando estudos de soluções com o drone delivery em novas rotas, mediante autorizações junto a ANAC e respeitando todas as normas vigentes que regulam o setor.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

ACESSE MATÉRIA SOBRE O AUMENTO DE DELIVERY NO PAÍS:

AUMENTO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO E DELIVERY EXIGE TRANSFORMAÇÃO NAS CIDADES

LOCALIZA LABS EXPANDE FRONTEIRAS E CRIA LABORATÓRIO DE TECNOLOGIA EM RECIFE

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Fotografia de fchada de concessionária localiza
Foto: Divulgação

Recife, que já é sede da maior agência de aluguel de carros do Brasil, passa a contar com novo espaço dedicado à criação de soluções de mobilidade para impulsionar crescimento dos negócios da Localiza

O Localiza Labs, laboratório de tecnologia da Localiza, amplia sua atuação para o crescente 17em Recife. Como parte desse movimento, a Companhia está construindo um espaço anexo a sua principal agência na cidade, que também é a maior de aluguel de carros do Brasil, para abrigar seus profissionais de tecnologia. O local oferecerá experiência única para os colaboradores vivenciarem de perto a dinâmica do negócio, entendendo o comportamento dos clientes e detalhes da operação, possibilitando a construção de soluções de mobilidade cada vez mais aderentes às necessidades da sociedade.

“Atualmente, temos cerca de 700 colaboradores no Localiza Labs trabalhando de forma sinérgica, com as mais novas tecnologias do mercado, para contribuir na construção do futuro da mobilidade. O home office nos ensinou que é possível expandir nossa atuação sem perder a conexão e o engajamento das equipes”, afirma André Petenussi, CTO da Localiza. Em 2020, o laboratório participou ativamente na criação de diversas inovações de mobilidade, como o Localiza Meoo, carro por assinatura da Companhia; ampliação do Localiza Pass, solução de abertura automática de cancelas; e expansão do Localiza FAST, locação 100% digital – desde a reserva até a retirada do carro com apenas um clique no celular.



Localiza Labs e o crescente ecossistema de inovação no Recife

A capital de Pernambuco foi escolhida por abrigar um importante polo tecnológico no país e por ter universidades que formam excelentes profissionais todo ano. “Recife tem inovação pulsando em diversos lugares e profissionais extremamente qualificados que trazem mais diversidade de ideias, vivências e comportamentos para o Localiza Labs”, explica Petenussi.

Com previsão de conclusão no início do segundo semestre deste ano, o Localiza Labs Recife, localizado em frente ao Aeroporto Internacional, terá uma estrutura arrojada e contemporânea que possibilita a interação entre os colaboradores, respeitando todos os rígidos protocolos de saúde e segurança da Companhia. O laboratório já possui um time trabalhando remotamente em Recife e, quando for o momento adequado, os profissionais poderão atuar presencialmente no novo espaço.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Localiza 

RECIFE É A CIDADE MAIS INTELIGENTE DO NORDESTE

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Fotografia do marco zero de recife durante a noite
Créditos: Sol Pulquério/PCR

A capital pernambucana foi destaque no Ranking Connected Smart Cities 2020, confira:

Recife (PE), a cidade mais bem avaliada na região Nordeste no Ranking Connected Smart Cities 2020, destaca-se por contar com grande número de espaços para o desenvolvimento de inovação, sendo 13 incubadoras de empresas e 46 ligações de internet para cada 100 habitantes. Além disso, a cidade conta com 74,1% dos empregos formais fora da administração pública e 4,4% de crescimento do PIB per Capta.

O Ranking avalia todos os municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes, sendo que Recife se destaca nos eixos de Empreendedorismo, Mobilidade e Acessibilidade, Tecnologia e Inovação e Saúde. A cidade avançou 8 posições em relação ao último levantamento, saltando da 23° posição para a 15°. 

Recife, de acordo com o prefeito João Campos, busca criar uma cadeia econômica que inclua a capacidade de criar, inovar e se conectar à população. A cidade reuniu na terça-feira (13/04) diversos especialistas em smart cities, no encontro regional promovido pelo Connected Smart Cities & Mobility, uma iniciativa da Necta, para debater soluções voltadas para o desenvolvimento sustentável e inteligente da capital. 




De acordo com Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking, a conectividade proporcionada pelo aeroporto de Recife tem um grande impacto no eixo. O Terminal, que além de possuir mais de 55 destinos diretos e uma infinidade por meio de conexões, possui obras que contemplam sistemas de climatização, acessibilidade e sinalização- tendo grande impacto na mobilidade da cidade. 

A cidade deve ganhar um Parque Urbano, anunciado pela Prefeitura em Setembro de 2020, que conta com 12 hectares equipados com pista de cooper, circuito de bicicleta, campo de areia, quadra, parcão, econonúcleo, academia inclusiva, pistas de skate, patins e patinete. O projeto também prevê a urbanização da Comunidade do Bode, beneficiando famílias de baixa renda com conjuntos habitacionais implementados com abastecimento de água e saneamento. Além disso, será refeita a requalificação do Rio Pina a fim de evitar a reocupação por construção irregulares.

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APLICATIVO AUXILIA COMBATE À COVID-19 EM SANTOS

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Inteligência Artificial

A cidade de Santos é a segunda do País a adotar a tecnologia no combate à Covid-19, ofertada em parceria com o Instituto Butantan e a startup Global Health Monitor

Um aplicativo gratuito e de fácil utilização será o novo aliado em Santos na luta contra a covid-19 . A ferramenta, fruto de parceria entre a Prefeitura, o Instituto Butantan e a startup Global Health Monitor (GHM), está disponível aos munícipes e permite que os munícipes façam autoavaliação, verifiquem o status da carteira de vacinação e de exames de diagnóstico, tenham acesso ao mapa que aponta risco de exposição e a informações sobre casos e mortes da doença, além de dicas de prevenção.

A cidade é a segunda do País a adotar a tecnologia, que estará integrada aos dados locais e também à plataforma Tainá do Butantan. “O monitoramento epidemiológico da covid-19 com auxílio da tecnologia será de extrema importância para nos ajudar a superar este momento crítico da pandemia na nossa região”, destaca o prefeito de Santos e presidente do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb), Rogério Santos.



“Estamos ajudando Santos e Araraquara disponibilizando ferramentas para o combate à epidemia, entre elas a assistente virtual Tainá, que responde dúvidas, ajuda a identificar sintomas e orienta o que fazer se a pessoa teve contato com alguém com covid”, destaca Dimas Covas, diretor do Butantan.

Quanto mais rápido a população instalar e alimentar o aplicativo de informações individuais, mais eficaz será a ferramenta. O indicado é que pelo menos 18% da população santista – correspondente a 78 mil pessoas do total de 433 mil – utilize o app para que se reflita a realidade epidemiológica da Cidade.

Como funciona o App no combate à Covid-19?

O aplicativo é baseado no rastreamento de contatos (contact tracing) e ajuda os usuários a detectarem se estiveram próximos a uma pessoa contaminada, com a emissão de alertas quando há aproximação de área de risco.

“O funcionamento se dá pelo smartphone, por geolocalização, com uso de dados bem similar aos aplicativos de rotas de trânsito”, explica Henrique Mendes, fundador da GHM. As informações são anonimizadas, respeitando o sigilo dos usuários e de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A autoavaliação é uma etapa muito importante e deve ser preenchida pelo usuário, informando se está sem ou com sintomas, se teve contato próximo com caso suspeito nos últimos 14 dias, esteve em aglomerações ou usou transporte público, entre outras informações. “O aplicativo é bem intuitivo, de fácil uso, e o questionário técnico pode ser respondido de forma muito simples e rápida pelos munícipes”, destaca o secretário municipal de Planejamento e Inovação, Fábio Ferraz.

Diferencial

Em Santos, um dos diferenciais será a indicação da situação das unidades de saúde durante a vacinação contra a covid-19. De acordo com a procura registrada, a unidade terá uma cor no mapa georreferenciado (vermelho, amarelo e verde). Por exemplo, se estiver com grande demanda, a indicação será vermelha. Em caso de baixo movimento, a cor indicada será verde. Também estarão disponíveis no aplicativo os dados sobre a ocupação hospitalar da Cidade. Estas funcionalidades estão previstas até o início de maio.

Além do aplicativo, os munícipes também podem contar desde 23 de abril de 2020 com a plataforma Monitoramento Santos Covid-19, acessível pelo endereço www.santos.sp.gov.br/saude/dadoscoronavirus

Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Santos  

CONFIRA MATÉRIA SOBRE SANTOS:
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AUMENTO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO E DELIVERY EXIGE TRANSFORMAÇÃO NAS CIDADES

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Fotografia de entregador de aplicativo em ciclovia de são paulo como referência no aumento do comércio eleetrônico e delivery nas cidades
Foto: Roberto Parizotti/Fotos Públicas

A Covid-19 mudou a paisagem das cidades e, com a alta demanda do comércio eletrônico e delivery, provocou alta na circulação de motos e bicicletas nos serviços de entregas, transformando tendência em necessidade

De acordo com o índice MCC-ENET, em 2020, o comércio eletrônico brasileiro apresentou crescimento do faturamento e das vendas e atingiu 83,68% e 73,88%, respectivamente, na comparação com 2019. O setor continua em expansão e, em fevereiro de 2021/2020, atingiu alta acima de 52%.

O cenário foi impactado pela mudança no comportamento das pessoas com a pandemia da Covid-19, que acelerou processos como: a digitalização dos negócios e a adesão aos meios digitais para compras online. Como reflexo, veio o crescimento do uso de bicicletas, motos e aplicativos de transporte, mudando a paisagem das cidades.



Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility (CSCM) e do AirConnected, enfatiza a importância do planejamento das cidades e da mobilidade urbana, bem como a responsabilidade das empresas com o tema e a sustentabilidade, nos meios de deslocamentos e dos parceiros entregadores.

“A abordagem tem movimentando o setor e reforçado a importância deste para a economia e dos seus impactos no desenho das cidades. Nesse contexto, o CSCM 2021 traz um programa dedicado ao tema, com o objetivo de buscar as melhores práticas junto aos atores. Ressalto, ainda, a influência direta do comércio eletrônico no setor de transporte aéreo e que, também, fará conexão com o AirConnected, que acontece paralelamente à iniciativa de smart cities”.

União dos atores 

O Guia de Mobilidade Urbana e Delivery pós-Covid-19, da Associação Brasileira Online to Offline, aponta aumento de 400% nas lojas virtuais no País durante a pandemia, passando de 10 mil para 50 mil por mês.  

“A partir do guia identificamos grandes desafios no novo modelo de vida das pessoas, que considera menor exposição aos riscos da pandemia. A discussão entre os atores, que inclui as empresas da economia digital, no sentido de repensar as cidades, tem o propósito de contribuir com a construção das políticas públicas de fomento à integração e à intermodalidade”, disse Lilian Lima, líder do Comitê de Mobilidade Urbana da ABO2O, e gerente de Políticas Públicas na 99. 

Rede colaborativa  

A Kangu, plataforma que conecta uma rede colaborativa de vendedores, transportadoras e locais de coleta, cresceu mais de 280% nos últimos 12 meses, atingindo 4 mil pontos de coleta – que, no geral, são pequenos comércios de bairros. Em janeiro de 2020, foram feitas 100 mil entregas e, em dezembro, o número ultrapassou 7 milhões. 

“Partindo da nossa premissa, de oferecer envios mais baratos, sustentáveis e com mais conveniência, todo o crescimento da nossa malha de pontos causa um efeito extremamente positivo e traz mais acesso e autonomia ao vendedor”, afirma Marcelo Guarnieri, CEO da Kangu.

Redução dos impactos ambientais 

O aplicativo de delivery iFood tem incentivado o uso de bicicletas elétricas e, recentemente, fechou parceria com a Voltz Motors. A ação faz parte do programa iFood Regenera, que pretende, até 2025, utilizar modais não poluentes em 50% das entregas.

“A pandemia nos apresentou novas responsabilidades. Precisávamos usar ainda mais nossas ferramentas, nosso potencial de inovação, e promover soluções transformadoras que revertam os impactos socioambientais típicos de uma operação de delivery”, afirma Gustavo Vitti, vice-presidente de Pessoas e Soluções Sustentáveis no iFood.

Sobre o evento nacional Connected Smart Cities & Mobility 2021 (clique no link)

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Bloco #01 – A Regulação dos Contratos de Transporte: Como Induzir Eficiência e Desempenho?

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A série online sobre o transporte coletivo de passageiros de Minas Gerais debaterá os desafios que ainda impedem que o pleno potencial do setor se concretize e, especificamente, os desafios para o desenvolvimento de modelagens que viabilizem a incorporação de serviços e receitas complementares a partir desses projetos.

A iniciativa conta com as participações de Fernando Marcato, Secretário – SEINFRA – Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade – Governo do Estado de Minas Gerais, Diogo Prodoscimi – Presidente – BH Trans, Renata Dantas, Diretora Geral – ARTESP 2016-2020, Otávio Vieira da Cunha Filho, Presidente Executivo, NTU – Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos e Gabriel Fajardo, Subsecretário de Transporte e Mobilidade – SEINFRA – Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade – Governo do Estado de Minas Gerais

ESPECIAL COVID-19: A BICICLETA COMO MEIO DE TRANSPORTE NOS GRANDES CENTROS URBANOS

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Instituto Aromeiazero lança “Guia Mais Bicicletários” com o intuito de promover o uso da bicicleta e agregar outros serviços ao sistema de bicicletários
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Com a tendência da entrada de novos modelos de mobilidade urbana cada dia mais forte, é preciso preparar um sistema de transporte que seja capaz de integrar diferentes modais

Um dos principais desafios dos grandes centros urbanos é o de garantir a mobilidade cotidiana. Fornecer condições adequadas para que as pessoas possam se locomover é essencial para a troca de bens e serviços, além de possibilitar o contato com o lazer e cultura presentes na cidade. Com isso, é preciso reconhecer que o automóvel individual promove uma maior poluição, desigualdade social e intensifica a dificuldade de locomoção. É necessário desenvolver um plano de mobilidade que integre diferentes modais como alternativas ao transporte individual, possibilitando uma locomoção mais democrática no espaço urbano. 

A PROMOÇÃO DA BICICLETA 

De acordo com a Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), a venda de bicicletas cresceu 50% em 2020 em comparação com 2019. Com as medidas de isolamento social, aumento dos serviços de delivery e diminuição da frota de veículos do transporte público, a bicicleta se tornou uma alternativa importante para a mobilidade urbana. 

A promoção desse meio de transporte, contudo, não é tão simples: a bicicleta só funcionaria para grande parte da população se estivesse integrada com sistemas de transportes já existentes. Em uma realidade em que os deslocamentos em grandes centros urbanos são extensos, é impossível imaginar uma pessoa cruzando uma cidade como São Paulo todos os dias de bicicleta, por exemplo. Apesar disso, de acordo com a Pesquisa Origem Destino 2017, 95,2% dos deslocamentos realizados em bicicleta são feitos de maneira exclusiva: ou seja, utilizar bicicleta como meio de locomoção ainda é um privilégio para quem consegue morar próximo do trabalho/escola/lazer.

Além disso, o risco para quem seleciona o modal é grande. Em 2019, São Paulo apresentou um aumento de 64% nas mortes de ciclistas, sendo que grande parte dessas tragédias poderiam ter sido evitadas com a redução da velocidade nas principais vias. Com o limite de velocidade nas marginais paulistas chegando a 90 km/h, São Paulo está fazendo o oposto do que cidades referências em mobilidade estão fazendo no mundo, como Tóquio, Nova York e Londres.  


Mesmo apresentando dificuldades para a implementação da bicicleta como meio de transporte seguro e viável, São Paulo se manteve na primeira posição no recorde de mobilidade e acessibilidade do Ranking Connected Smart Cities desde 2015, sendo que esse resultado deve-se justamente a quilometragem de ciclovias- a cidade possui 504,0 km de vias com tratamento cicloviário permanente, sendo 473,7km de ciclofaixas e 30,3km de ciclorrotas. 

Grande parte do problema está na falta de políticas públicas que vão além da implementação das ciclofaixas: é preciso entender que a bicicleta deve ser integrada a um sistema maior de transporte, sendo uma alternativa complementar a metrôs, ônibus e etc. É preciso que exista segurança para os ciclistas, reduzindo a velocidade das vias, garantindo iluminação pública e fazendo a manutenção das ciclofaixas regularmente. 

Nesse sentido, a maneira como se entende a mobilidade urbana mudou muito com a chegada de novas tecnologias: cada vez mais o número de aplicativos voltados para a mobilidade aumentam, assim como novas maneiras de se realizar o mapeamento e gestão do transporte público. Com soluções inovadoras, a mobilidade inteligente passa a ser essencial para garantir o cotidiano das cidades e promover um futuro sem congestionamentos, utilizando a bicicleta como alternativa aos meios de transporte tradicionais.

A mobilidade é um indicador diário que aponta para as desigualdades do espaço urbano: o acesso ao transporte é o acesso ao trabalho, lazer, saúde, educação e outros diversos direitos do cidadão. O acesso que não é feito de maneira justa, entendendo as limitações que diferentes indivíduos têm para se locomover, contribui para as desigualdades sociais, raciais e de gênero.

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NESTA QUINTA (15/04), ÀS 09H: AUTORIDADES DEBATEM REGULAÇÃO DOS CONTRATOS DO TRANSPORTE DE MINAS GERAIS

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Fotografia de ônibus coletivo em avenida na cidade, com veículos na faixa também
Foto: João Salmito

Evento acontece nesta quinta (15) e marca o lançamento da série promovida pelo Connected Smart Cities  e o Governo de Minas. Participam o secretário e o subsecretário de Infraestrutura e Mobilidade de MG, os presidentes da BHTrans e NTU, além de diretores da ANTT e Artesp

Nesta quinta (15/04), às 09h, o Connected Smart Cities & Mobility e o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), realizam o primeiro bloco da série online: Os desafios do transporte coletivo de passageiros de Minas Gerais. Composta por seis blocos, a iniciativa reunirá especialistas para debater e apontar estratégias para projetos em andamento no Estado de Minas Gerais, com o objetivo de difundir e implementar as melhores práticas sustentáveis e econômicas, no contexto nacional e internacional. Inscrições gratuitas em: https://bit.ly/3wQHP4r  

Os encontros abordarão a regulação de contratos, tecnologias para fiscalização do transporte e experiências de sucesso do setor em outros países. Os debates do bloco de lançamento serão sobre a regulação dos contratos de transporte, destacando os caminhos de como induzir eficiência e desempenho.



Estão confirmados: o secretário de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) do Governo do Estado de Minas Gerais, Fernando Marcato; o presidente da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Diogo Prodoscimi; o presidente executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Otávio Vieira da Cunha Filho; o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Murshed Menezes Ali; a advogada e consultora em mercado de infraestrutura, que já atuou como diretora da Agência Reguladora de Transportes de São Paulo (Artesp), Renata Dantas; e o subsecretário de Transporte e Mobilidade da Seinfra, Gabriel Ribeiro Fajardo.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, Fernando Marcato, destaca que o lançamento da série tem foco na abordagem sobre os modelos que podem induzir eficiência nos contratos de concessão, a importância dos indicadores de desempenho, matriz de riscos, previsibilidade, bem como a regulação por contrato: como adaptar os contratos de concessão às urgências atuais. “Nós temos discutido continuamente com as concessionárias a importância da melhoria nos contratos para termos maior segurança jurídica e ofertarmos um serviço de mais qualidade. Esse evento é fundamental para fazermos esse debate e aperfeiçoar, em conjunto, a questão da mobilidade em todo estado”, disse.

Contexto

A série debaterá amplamente sobre os desafios para garantir, aos cidadãos do segundo estado mais populoso do Brasil, serviços de transporte metropolitano e intermunicipal público com qualidade e segurança. “Debater a mobilidade urbana em Minas Gerais é extremamente importante, especialmente neste momento de pandemia. O transporte público é serviço essencial e sua melhoria é uma busca constante em nosso estado”, destaca o governador de Minas Gerais, Romeu Zema.  

O subsecretário de Transportes e Mobilidade (Seinfra), Gabriel Ribeiro Fajardo, pontua a relevância da evolução das relações público-privadas e da regulação dos serviços públicos essenciais. “A parceria com o Connected Smart Cities é muito importante, pois permite colocar em debate desafios relevantes da mobilidade mineira. Sem dúvida, é uma oportunidade incrível para  agregar especialistas e os atores interessados em prol de melhorias do transporte coletivo”, enfatiza Fajardo. 

A iniciativa está inserida no contexto do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo (SP), entre 01 e 03 de setembro de 2021. 

“A parceria com o Governo de Minas, por meio da Seinfra, está alinhada ao propósito do Connected Smart Cities em trabalhar de forma colaborativa e integrada aos diversos atores que compõem o ecossistema de cidades e mobilidade urbana no Brasil. Fomentar a implementação de políticas públicas que priorizam o cidadão é o nosso foco e esperamos replicar o formato de Minas Gerais em outros estados do País”, comenta Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Temas

A série Os desafios do transporte coletivo de passageiros de Minas Gerais abordará, ainda: As novas experiências regulatórias no transporte coletivo: as novas fronteiras da mobilidade a partir da relação público-privada; Tecnologias para a melhoria da fiscalização e controle do transporte coletivo; Integração de sistemas e cidades para o desenvolvimento da mobilidade urbana; Os impactos da Covid-19 para o transporte público; e a desigualdade no acesso às oportunidades: como diminuir as distâncias com segurança e qualidade de vida.  
A programação completa está disponível em: https://bit.ly/3wQHP4r   

Obs.:  O credenciamento para os profissionais de imprensa está disponível em:  https://evento.connectedsmartcities.com.br/credenciamento-imprensa/     

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