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PESQUISA APONTA: TRANSPORTE POR APLICATIVO E TÁXI SÃO OS MAIS SEGUROS PARA MULHERES

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Ônibus e metrô são os meios de locomoção onde há maior risco de assédio para as mulheres. Já o transporte por aplicativo e táxi os mais seguros

Corridas por aplicativo e táxi são os mais seguros para as mulheres, de acordo com pesquisa realizada pela 99 para o mês da mulher. Feito com usuárias de aplicativos de transporte, o estudo também revela que lugares públicos (47%) e transportes (40%) são os mais temidos por elas. Além disso, a amostra indica que 64% das entrevistadas afirmam ter sofrido assédio no cotidiano, em uma média de três vezes na vida para cada uma delas.

A empresa fez a consulta com o objetivo de entender o que mais preocupa as mulheres em seu dia a dia, e como a 99 pode trazer mais segurança às motoristas e passageiras durante a locomoção diária.


A pesquisa descobriu que, entre os meios de transporte, ônibus e metrô aparecem como campeões de casos, 76% e 25%, respectivamente. Nesse contexto, as situações que mais geram receio de assédio são: locomoção à noite (75%), passar por regiões violentas (66%), ambientes lotados (61%), locais desconhecidos (60%) e esperar ônibus no ponto (51%).

Na contramão do medo, o levantamento revela que carros por aplicativo e táxis foram considerados mais seguros, com 16% e 6% dos registros. A categoria por apps oferece mais controle sobre o tempo de espera, possibilidade de alterar o trajeto e suporte emergencial 24 horas, o que ameniza as principais preocupações apontadas pelas passageiras.

Os comportamentos que mais importunam mulheres em aplicativos são olhares insistentes (39%), perguntas sobre vida pessoal (34%) e relacionamentos (26%), assobios (15%), além de comentários sobre a aparência delas (14%). Das mulheres que foram alvo de assédio em corridas, 82% relatou a situação à empresa, mas somente 17% procurou a polícia e 5,9% não teve coragem de denunciar.

“A pesquisa foi feita para a 99 entender receios e problemas femininos, e com isso aprimorar tecnologias de segurança e campanhas de conscientização como a do Guia da Comunidade”, diz Pâmela Vaiano, Diretora de Comunicação da 99.

Guia da Comunidade e tecnologia contra assédios

Para conscientizar e coibir casos de assédio na plataforma, o app lançou em dezembro o Guia da Comunidade 99 para promover respeito e tolerância aos seus 20 milhões de usuários. A iniciativa foi feita junto ao Instituto Ethos, referência na atuação em responsabilidade social empresarial no país.

O documento traz um capítulo dedicado ao combate ao assédio. O material contém os comportamentos esperados, dá dicas específicas sobre o que fazer e o que não fazer, além de quais são as medidas aplicadas pela companhia em caso de ocorrência, como bloqueio imediato do agressor e apoio às autoridades. Além disso, explica como denunciar e quais são os canais — que fornecem atendimento humanizado às vítimas nesses casos.

O material foi balizado em entrevistas e consultas específicas com motoristas e passageiras mulheres, além de contar com avaliação e apoio de especialistas como Margareth Goldenberg, Gestora Executiva do Movimento Mulher 360, organização que atua no engajamento de empresas na promoção da equidade de gênero e empoderamento feminino.

Além de programas de prevenção e conscientização, a 99 também conta com ferramentas tecnológicas focadas especialmente na segurança feminina. A pesquisa mostrou que 40% das mulheres já utilizaram algum recurso de segurança da empresa. Entre os destaques estão o 99Mulher, ferramenta que chegou a todas as regiões do Brasil em março e permite que motoristas mulheres possam escolher transportar apenas passageiras; e o Rastreador de Comentários, inteligência artificial desenvolvida em parceria com a consultoria feminista Think Eva que rastreia automaticamente denúncias de assédio deixadas nos comentários ao fim das corridas, agilizando o contato com as vítimas.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada com 1056 pessoas, usuários de aplicativo em todo o país (da 99 e de outras plataformas), entre os dias 19 e 22 de fevereiro.

Com informações da Assessoria de Imprensa da 99 

FUNDEP E INOVABRA HABITAT PROMOVEM PAINEL SOBRE MOBILIDADE ELÉTRICA E ANTECIPAÇÃO DE FUTUROS

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Evento celebra um ano da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) e traça as perspectivas para os próximos anos

Discutir o importante papel da mobilidade elétrica no desenvolvimento da eletrificação de transportes no Brasil, contribuindo para abertura de discussões e oportunidades de avanços sobre o tema é a proposta do painel “Mobilidade Elétrica e Sociedade: Passos para antecipação de futuros”.

O evento será realizado pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) – uma das principais gestoras de Ciência, Tecnologia e Inovação do país, apoiadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mais 35 Centros de Tecnologia e Pesquisa nacionais – em parceria com o inovabra habitat (ambiente de coinovação do Bradesco) no dia 18 de março, às 19h. Inscrições em: https://www.sympla.com.br/mobilidade-eletrica-e-sociedade-passos-para-antecipacao-de-futuros__1139458



Entre os temas a serem abordados estão a adaptação do país à receptividade da sociedade brasileira para esse modelo de transporte, que está em estágio incipiente, mas em estado de alerta sobre os impactos dos veículos à combustão para o meio ambiente, os movimentos das grandes empresas do setor automotivo em investir na produção de carros elétricos para os próximos anos e a estrutura de abastecimento nacional.

PNME. Em 2021, a Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) completou um ano. A iniciativa nasceu como um espaço para fomentar o desenvolvimento do setor no Brasil, agregando mais de 30 instituições da indústria, poder público, sociedade civil e academia. Desde então, a Plataforma estruturou sua governança, estabelecendo um Conselho Gestor para liderar o direcionamento das ações, subsidiado por grupos de trabalho e comissões, como a Comissão de Ciência e Tecnologia (CC&T).

A Fundep atua na Comissão de Ciência e Tecnologia (CC&T) da Plataforma, juntamente com a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, e o Instituto Clima e Sociedade (iCS). Tais atores são responsáveis pela gestão da plataforma e organização das atividades, reunindo nomes relevantes da pesquisa em mobilidade elétrica no Brasil para aconselhar tecnicamente o Conselho Gestor da Plataforma e garantir o alinhamento dos esforços de Pesquisa & Desenvolvimento.

Painel. Como parte da celebração deste aniversário e das iniciativas vinculadas à plataforma o painel conecta participantes que representam a indústria, a pesquisa e a inovação em mobilidade elétrica, compondo os principais elos do setor.

Participam do debate

Eduardo Javier Muñoz | CEO Bravo Motor Company

Eduardo é argentino, viveu 10 anos no Brasil e trabalha em projetos nos Estados Unidos desde 2012. Nos últimos dezessete anos, trabalhou com negócios internacionais, integração de cadeias de valor complexas, desenvolvimento de produtos, importação-exportação, cadeia de suprimentos operações e consultoria de negócios no Brasil, Argentina e EUA.

Nos últimos 9 anos desenvolveu uma carreira marcante no Grupo ArqBravo, empresa de inovação em mobilidade sustentável, liderando seu sucesso nos Estados Unidos, integrando empresas de tecnologia de todo o mundo para trabalhar em soluções em Transporte Sustentável, aplicação de fontes de Energia Renovável e comunicação. Como CEO da empresa, é responsável por estabelecer operações, alianças estratégicas, articular esforços com instituições privadas e governamentais para criar soluções para problemas complexos.

Erwin Franieck | Mentor de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação na SAE Brasil

Professor e pesquisador com mestrado com foco em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas. Tem estudos e trabalhos relacionados à Negociação, DMAIC, DFMA, Modo de Falha, Análise de Efeitos (FMEA) e Gestão de Qualidade. Erwin tem experiência profissional na indústria, com passagem pela Bosh, empresa na qual foi Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Powertrain Solutions (PS)/Bosch LA.

Gábor Deák | Diretor de Tecnologia do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças)

Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São de Paulo em 1973 e pós-graduado em Administração de Empresas, CEAG, FGV, em 1978. O painelista ocupou a posição de presidente para América do Sul da Delphi Corporation e diretor da empresa Iochpe Maxion. Atualmente, Déak é membro do conselho da empresa SAE Brasil.

Braz de Jesus Cardoso Filho | Professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

O participante recebeu o título de Ph.D. (Doctor of Phylosophy) em Engenharia Elétrica e de Computação pela University of Wisconsin em 1998. Em 1989 juntou-se ao Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde desde 2014 é Professor Titular de Engenharia Elétrica. É o fundador e coordenador do Laboratório TESLA Engenharia de Potência. Ele é autor e co-autor de mais de 260 artigos técnicos em eletrônica de potência e acionamentos elétricos e possui nove patentes e pedidos de patentes.

Seus interesses de pesquisa incluem aplicações da eletrônica de potência em sistemas de energia elétrica, fontes de energia renováveis, dispositivos semicondutores de potência, máquinas e acionamentos elétricos e eletrificação veicular.

Moderadora: Janayna Bhering Cardoso | Executiva de Negócios e Parcerias da Fundep

Com informações da Assessoria de Imprensa da Fundep

Evento Regional Campo Grande | Apresentação do Plano de Cidades Inteligentes

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Esta transmissão online faz parte da programação de Eventos Regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021. Todas as terças-feiras, das 9:00​​ às 13:00​​, até 24 de agosto de 2021, totalizando 27 cidades.

A iniciativa conta com as participações de Paula Faria – Connected Smart Cities & Mobility, Willian Rigon – Urban Systems, Marquinhos Trad – Prefeito de Campo Grande, Paulo Fernando Garcia Cardoso – AGETEC – Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Gabriel Kling de Almeida Batista – Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Agronegócio de Campo Grande, Catiana Sabadin Zamarrenho – Prefeitura Municipal de Campo Grande, Jeferson Bússula Pinheiro – AGETEC – Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Claudio Nascimento – Porto Digital, Roger Milan – INNA ImC™️, Luiz Viotti – Kido Dynamics, Raphael Miranda – Moovit, e Moshiko Frenkel – INNA ImC™️ – Israeli Innovation Agency

JUSTIÇA 4.0 CHEGA AO ESPÍRITO SANTO

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O Programa Justiça 4.0, no Espírito Santo, compreende um pacote de projetos que será aplicado ao TJES, como a plataforma Sinapses, de desenvolvimento e cooperação em inteligência artificial

O Tribunal de Justiça (TJES), o Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT17) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vão fechar parceria para implantar o Programa Justiça 4.0 no Espírito Santo. O acordo será assinado nesta terça-feira (16/3), às 16h30, pelo presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, e pelos presidentes-desembargadores dos TJES, Ronaldo Gonçalves de Sousa, e do TRT17, Marcello Maciel Mancilha. A cerimônia será transmitida pelo canal do TJES no YouTube. A juíza auxiliar da Presidência do CNJ Trícia Navarro, estará presente à cerimônia.

O Justiça 4.0 compreende um pacote de projetos que será aplicado ao TJES, como a plataforma Sinapses, de desenvolvimento e cooperação em inteligência artificial, a Plataforma Digital do Poder Judiciário, o Juízo 100% Digital e o Balcão Virtual. Pela parceria, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sob a coordenação do CNJ, ainda vai auxiliar os tribunais no aprimoramento dos registros processuais primários, higienização e envio dos dados para a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud) e na implantação de extrator do Codex, que consolida em texto decisões e documentos, de modo a servir de insumo para inteligência artificial e automatização do envio de informações ao Datajud.



Lançado no final de 2020, o programa promove o acesso à Justiça, por meio de ações e projetos desenvolvidos para o uso colaborativo de novas tecnologias e inteligência artificial. Isso propicia incremento da governança, da transparência e da eficiência do Judiciário, com efetiva aproximação com o cidadão e redução de despesas. Até o momento, os Tribunais de Justiça do Amapá (TJAP), Rio Grande do Norte (TJRN), do Rio de Janeiro (TJRJ) e do Maranhão (TJMA), além do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) já firmaram cooperação técnica para implantar o Justiça 4.0.

Plataforma Digital

A parceria também inclui o uso da Plataforma Digital do Poder Judiciário. A ferramenta incentiva o desenvolvimento colaborativo em ambiente unificado, onde os tribunais cooperam com as melhores soluções tecnológicas para aproveitamento comum, com ênfase em iniciativas de inteligência artificial e automação.

Com o acordo, o Tribunal poderá acessar a Plataforma e colaborar com outros órgãos do Judiciário, aproveitando soluções disponíveis, adaptando-as à sua realidade ou propondo melhorias nessas soluções. Pode, até mesmo, publicar suas próprias iniciativas na plataforma para uso de outros tribunais. Atualmente, o Judiciário apresenta 41 projetos de inteligência artificial em desenvolvimento e aplicados em 32 órgãos.

BRASIL GANHA 1º ANUÁRIO SOBRE MOBILIDADE ELÉTRICA

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Realizado pela Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica, a publicação do 1º Anuário busca contribuir para o implemento de políticas públicas para o setor

Ontem (15/03), foi realizado o lançamento do primeiro Anuário Brasileiro de Mobilidade Elétrica, publicação da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME), que apresenta amplo panorama do setor no País e tem o propósito de gerar conhecimento para estimular o crescimento do mercado, fomentar a capacitação profissional e oferecer bases ao desenvolvimento de políticas públicas para o tema. Para acessar o conteúdo do evento de lançamento, clique aqui.  O Anuário pode ser acessado aqui.

Ao todo, são 180 páginas repletas de informações que contribuem para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico, além de aumentar o sincronismo com organizações da sociedade civil que tratam da mobilidade elétrica. Segundo o coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis, o Anuário foi elaborado ao longo de meses de trabalho, com a contribuição de vários especialistas. “O estudo foi construído para gerar um panorama abrangente desta pauta tão fundamental para o desenvolvimento sustentável do Brasil”, afirma.





Destaques

Dentre os destaques do material, pode-se elencar alguns pontos importantes como as iniciativas de empresas e organizações; os modelos de negócio de países vizinhos – e como estes podem ajudar a direcionar o caminho no Brasil, onde algumas cidades já ensaiam pilotos; dados sobre o tamanho do mercado, crescimento nos últimos anos, os tipos e modelos de veículos mais procurados no país e o mercado por região; além de um amplo estudo sobre as iniciativas de articulação de companhias e a governança que se encontram em curso. Também é apresentado um panorama dos impactos da pandemia de Covid-19 para o setor no país, principalmente dentro da perspectiva econômica.

A publicação conta com diversos dados que compõem o contexto atual do setor, como, por exemplo, o crescimento do mercado brasileiro de mobilidade elétrica ou mesmo o volume dos veículos a combustão. Também traz números como a concentração de veículos elétricos no Brasil, com destaque para as regiões Sul e Sudeste.

Mesmo com números bem abaixo em relação aos países líderes, 2019 foi relevante para o mercado nacional da mobilidade elétrica brasileira. O ano contou com registro de veículos elétricos leves de passageiros e comerciais três vezes maior, na comparação com 2018, passando de 3.418 para 11.205 unidades, conforme dados do Ministério da Infraestrutura (2020). Considerando 2007, ano de início dos registros, observa-se um aumento maior entre 2014 e 2016, chegando a 1.303 unidades e, 2017 e 2018, com patamar similar.

Estados líderes

A  frota de veículos elétricos leves, nos Estados do Brasil, é concentrada em dez representantes, com maior  concentração nas regiões sul e sudeste. O Estado de São Paulo se destaca em relação aos demais, sendo representado, no ranking, por 2 entre as 10 cidades líderes no País: a capital paulista e Campinas.

Municípios líderes na frota brasileira

Quanto aos municípios do País, conforme os dados do Ministério da Infraestrutura (2020), referente ao período de 2017 a 2019, os quatro municípios mais bem colocados são: São Paulo, com 4041 unidades; Brasília, com 1086; Rio de Janeiro, com 991; e Curitiba, que contabiliza 761 unidades.

Além disso, o Anuário inclui três apêndices, que complementam o conhecimento sobre a produção, o mercado, a pesquisa, as políticas públicas e a atuação da sociedade civil em torno da pauta.

A publicação completa, disponibilizada gratuitamente em PDF, pode ser acessada no site da PNME: pnme.org.br/biblioteca   

Mais informações: https://evento.pnme.org.br/plataforma-nacional-de-mobilidade-eletrica-lanca-1o-anuario-brasileiro-do-setor/


Sobre a Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME)

A PNME tem a missão de contribuir para a implementação de práticas para o desenvolvimento sustentável da mobilidade elétrica no Brasil. A iniciativa foi criada como um espaço de articulação de atores importantes no universo da Mobilidade Elétrica, com a presença de representantes do governo, da indústria, da academia e da sociedade civil para construir metas de longo prazo, considerando os pontos de vista do desenvolvimento tecnológico, de políticas públicas governamentais e do mercado.

O evento de lançamento do anuário foi realizado pela Necta.

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AUTORIDADES DISCUTEM REGULAÇÃO DO NOVO MARCO LEGAL DO SANEAMENTO 

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Webinar da ABCON e ABDIB debate a regulação do novo marco legal do saneamento e conta com a participação do ministro do Desenvolvimento Regional e da diretora-presidente da ANA

O saneamento vai finalmente deslanchar em 2021 com o novo marco legal do setor em vigor e o principal leilão de concessão de água e esgoto previsto para abril? A resposta para essa pergunta depende muito da evolução da regulação da Lei 14.026/2020, que está em pleno andamento. No dia 08 de março a ANA lançou uma ousada agenda regulatória, que demandará esforços dos mais variados para sua concretização.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e a diretora-presidente da reformulada ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), Christianne Dias, debatem o assunto no dia 16/03, às 09h, durante o segundo episódio da websérie que a ABCON e ABDIB promovem até julho sobre os desafios da implementação do novo marco do saneamento.  A inscrição é gratuita e pode ser realizada em: https://conteudo.abconsindcon.com.br/desafios-da-implementacao-do-novo-marco




Sancionada em julho do ano passado, a lei transformou a ANA na agência para diretrizes nacionais de regulação no setor. O órgão vai elaborar normas de referência que servirão como balizadores para os atos normativos das agências reguladoras infranacionais de saneamento básico em todo o país. Estas seguirão responsáveis pela regulação local dos serviços de água e esgoto à população. A articulação entre a ANA e os reguladores subnacionais é um desafio, esses limites serão construídos ao longo dessa caminhada.

O governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, trabalha para fortalecer a regulação e deve anunciar em breve novos decretos aguardados pelo mercado, como o que estabelecerá parâmetros da capacidade econômico-financeira das empresas que atuam no setor para continuarem a investir sob o modelo do novo marco.

O primeiro episódio, sobre regionalização, foi realizado no dia 26 de fevereiro e o terceiro episódio será realizado no dia 27 de abril, com o tema “Capacidade Econômica e Financeira”.

Com informações da ABCON 

SMARTCITY – POR ONDE COMEÇAMOS?

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Se há diversos caminhos para a transformação das cidades e inúmeros exemplos bem sucedidos no mundo, talvez ainda precisemos nos concentrar em olhar para dentro

O termo SmartCity tem sido trabalho desde os anos 90 pelo mundo e, nos últimos anos, vem ganhando força e relevância não apenas nos grandes centros urbanos. Há cidades de diversos tamanhos buscando sistemas inteligentes ao perceberem a transformação social, econômica e cultural que a sociedade vem passando.

Ouço inúmeras vezes a pergunta: o que é uma SmartCity? Unindo diversos conceitos, sempre respondo: “É uma cidade que tem como centro do seu planejamento as pessoas. Em diversos aspectos a cidade que se planeja com o olhar no cidadão transforma a sua vida para melhor.” Na gestão pública, tenho a oportunidade de implementar ações concretas em uma cidade como Curitiba que, com seus desafios e complexidades, vem colocando em prática os conceitos e modelando uma SmartCity com o seu DNA.



No entanto, após esses anos de muito aprendizado e diversos projetos, estou cada vez mais convencida que a Cidade Inteligente depende de inúmeros fatores. Conhecendo cases de cidades mundo afora, chego à conclusão que não há receita, como também não há resposta errada, para a definição de SmartCity.

Tecnologia e o ecossistema 

É certo ter na tecnologia um pilar estruturante para a implantação de um projeto de SmartCity. Foi inclusive este pilar que originou o termo, com o surgimento de novas mídias e TICs. Em sua origem, esteve bastante relacionado aos conceitos de Cidade da Informação, Cidade Digital e Cidade em Rede e estava muito baseado em infraestrutura.

É correto ver no ecossistema de inovação um pilar estruturante para a implantação de um projeto de SmartCity. A tríplice hélice é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e humano das cidades, com Poder Público, academia e setor produtivo trabalhando em harmonia e colaboração para o desenvolvimento comum. Essa visão vem se fortalecendo com novos modelos de geração do conhecimento, e somam-se às três hélices: a sociedade (Hélice Quádrupla) e o ambiente (Hélice Quíntupla), importantes na dinâmica da inovação.

Educar e empreender 

É indiscutível que a educação empreendedora e digital é um pilar fundamental para uma SmartCity. Educar as pessoas para a visão de uma cidade inteligente é um desafio e uma necessidade. Dar oportunidades para a inserção de jovens e idosos, incluir digitalmente a população mais vulnerável, pensar em acessibilidade e inclusão são preocupações constantes no planejamento público e privado.

Também é certo falar em urbanização e sustentabilidade. As mudanças climáticas são tema urgente no mundo e as cidades precisam buscar alternativas para harmonizar a vida nos grandes centros, proporcionar qualidade de vida para que as pessoas morem, estudem, se desloquem, trabalhem e vivam com melhor mobilidade, espaços públicos mais atrativos enfim, ambientes completos, eficientes, e assim inteligentes.

Transformação

Se há diversos caminhos para a transformação das cidades e inúmeros exemplos bem sucedidos no mundo, talvez ainda precisemos nos concentrar em olhar para dentro. Encontrar os diferenciais, as particularidades de cada local. Considerar cada cultura, cada realidade econômica e social, cada diferença geográfica e, a partir deles, construir uma estratégia para a “sua” SmartCity.

Quanto mais o mundo se abre, se digitaliza, se transforma – mais precisamos buscar a essência do que nos torna únicos. Quem sabe assim teríamos 5.570 Smart Cities no nosso país? Cada uma do seu jeito, com seu pilar estruturante e o fundamental, cada uma entregando ao cidadão um espaço onde tanto passado quanto futuro sejam respeitados.

Por isso o tema SmartCity é tão apaixonante, tão relevante e por isso há tanto para se falar sobre ele. Com esse olhar e com muitos pontos a abordar escrevo o primeiro texto para o Portal Connected Smart Cities. Feliz em compartilhar algumas experiências, certa de estar em constante aprendizado. Esperando a próxima publicação. Até lá.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

KPMG ANALISA IMPACTO DA TECNOLOGIA 5G NA INDÚSTRIA DE ENERGIA

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Tecnologia 5G é aliada estratégica na indústria de energia, com a oferta de inúmeras possibilidades digitais 

A entrada da tecnologia 5G na indústria de energia e recursos naturais pode ser considerada um dos principais marcos digitais no setor e o leilão 5G, previsto para acontecer nos próximos meses, é um aliado estratégico para a área. Essa é a análise do sócio da área de energia KPMG, Anderson Dutra. Segundo ele, a tecnologia tem potencial para causar uma grande transformação digital em todos os segmentos como petróleo, energia renovável e elétrica e ter impacto nos modelos de negócios das empresas nos próximos anos.

Para Dutra, com a entrada da tecnologia 5G, inúmeras possibilidades digitais serão abertas na indústria de energia. Segundo ele, entre as transformações que a tecnologia vai proporcionar estão o ganho exponencial do uso de análise de dados que vai impactar significativamente a margem das empresas neste setor, a escalada da eficiência operacional com a automação de processos e o uso massivo de inteligência artificial, fazendo com que as informações circulem de forma ágil e dinâmica na tomada de decisão, e o uso intensivo de ferramentas de combate a segurança cibernética.



“Acredita-se que hoje apenas 5% desses dados são capturados e usados a favor das empresas de energia. Os que chegam são aplicados de forma isolada e não integrada. Recursos como inteligência artificial, uso de drones e análise de dados vão poder ser utilizados de forma potencial para gerar informações de valor e vão permitir, por exemplo, que seja feita a previsão de manutenção de uma plataforma de petróleo de forma mais rápida e assertiva e viabilização da tarifa de um ativo que está sob concessão da Aneel. Por fim, poderemos pensar na monetização desses dados a favor da empresa e do consumidor”, afirma.

Para o sócio de tecnologia, mídia e telecomunicações da KPMG, Márcio Kanamaru, recursos como big data, inteligência artificial e internet das coisas trouxeram para a indústria de energia grandes possibilidades. O setor hoje utiliza ferramentas como soluções de robótica submarina, drones para realizar inspeção de plataformas, internet das coisas para operações remotas e interconexão de equipamentos, inteligência artificial para processar milhares de informações e análise de dados para prever a duração dos equipamentos e possíveis falhas, entre outros usos. Segundo Kanamaru, o setor de energia é bastante relevante nesse processo de implementação do 5G.

“O 5G é um habilitador da transformação digital de energia e recursos naturais que é um setor que utiliza muita tecnologia de ponta da produção de petróleo do pré-sal, por exemplo. Hoje, o que é capturado é usado de forma isolada. A rede de quinta geração vai gerar uma rede mais veloz e mais consistente que vai permitir que a indústria tenha um ganho muito grande, o que vai impactar no setor eólico e de transmissão, tudo em tempo real”.

Com informações da Assessoria de Imprensa da KPMG 

BALNEÁRIO CAMBORIÚ É DESTAQUE EM GOVERNANÇA E SEGURANÇA NO RANKING CONNECTED SMART CITIES

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Pela primeira vez na história do Ranking , a cidade de Balneário Camboriú assume o topo do recorte de Governança

Balneário Camboriú está entre as 20 cidades mais inteligentes e conectadas do país, se classificando na décima sexta posição. Pela primeira vez na história do Ranking Connected Smart Cities, a cidade assume o topo do recorte de Governança do Ranking Connected Smart Cities, com destaque para os indicadores Escala Brasil Transparente e Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal. Além disso, a cidade também é evidenciada pelas despesas com saúde e educação acima de R$1.200 por habitante, despesas com urbanismo acima de R$568 por habitante e despesa com segurança de R$347 por habitante.

Das cidades em destaque por região, São Caetano do Sul (SP) e Balneário Camboriú (SC) são as cidades não capitais no topo das listas de Governança, no recorte do Ranking Connected Smart Cities. O recorte de Governança apresenta concentração de cidades nas regiões Sudeste e Sul entre as melhores, sendo apenas Campo Grande (MS) e Fortaleza (CE) de outras regiões. Apesar disso, há boa divisão do porte do município nas 100 melhores posições do recorte , sendo 24 com até 100 mil habitantes, 49 de porte médio (100 a 500 mil habitantes) e 27 com mais de 500 mil habitantes.


Balneário Camboriú também é destaque no recorte de Segurança, se classificando na quarta posição, devido ao baixo número de mortes em acidentes de trânsito fatais, um investimento de R$347,48 per capta em segurança e 23,8 homicídios por 100 mil habitantes.

Para o desenvolvimento do Ranking Connected Smart Cities a Urban Systems
utiliza metodologia própria de ponderação de indicadores, sendo que o conceito de smart cities considerado entende que o desenvolvimento só é
atingido quando os agentes de desenvolvimento da cidade compreendem o
poder de conectividade entre todos os setores. Para saber mais informações sobre o Ranking, clique aqui.

 

FÁBRICA DA MINI INICIA PRODUÇÃO DA VERSÃO ELÉTRICA QUE SERÁ VENDIDA NO BRASIL

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A versão elétrica que será vendida no Brasil está sendo produzada na fábrica da MINI, em Oxford

No mês de março, a produção da versão elétrica do icônico MINI Cooper SE ganha força na lendária fábrica de Oxford, no Reino Unido – também conhecida como a casa da MINI. A primeira unidade com destino ao mercado brasileiro acaba de ser produzida e será embarcada em breve.
Recentemente anunciada no território nacional, a nova proposta do modelo 100% elétrica, que une atributos de tecnologia, design, exclusividade e esportividade, já está disponível para pré-venda no mercado brasileiro em todos os 22 concessionários da marca.



Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 15 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2020, o BMW Group vendeu cerca de 2.3 milhões de automóveis mais de 169.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos em 2019 foi de aproximadamente 7,118 bilhões de euros com receitas de 104,210 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2019, o BMW Group tem uma força de trabalho de 126.016 colaboradores.

Com informações da BMW Group Brasil