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BLOCO 03 – Como a tecnologia traz soluções para o futuro da mobilidade urbana

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A série online ‘Evolução tecnológica do pagamento como aliada da Mobilidade Urbana’ Debate as vantagens dos pagamentos via cartões bancários para empresas de mobilidade urbana e usuários.

A iniciativa conta com as participações de Gabriel Tenenbaum de Oliveira, Coordenador Geral de Projetos Estratégicos – Secretaria Municipal de Transportes – Prefeitura do Rio de Janeiro; Renato Andere, Presidente do BRT Sorocaba e a idealizadora e CEO da Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria.

SHELL BRASIL E GERDAU ANUNCIAM FUTURA JOINT VENTURE DE ENERGIA SOLAR EM MINAS GERAIS

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Termo de cooperação permitirá autoprodução em parque fotovoltaico no estado

A Shell Brasil e a Gerdau assinaram um termo de cooperação para o desenvolvimento de um parque fotovoltaico no município de Brasilândia de Minas, norte de Minas Gerais. O termo estabelece as premissas para a discussão e constituição de uma joint venture. Com capacidade instalada de 190MWdc, o parque Aquarii fornecerá parte da energia limpa para as unidades de produção de aço da Gerdau e outra para ser comercializada no mercado livre através da comercializadora de energia da Shell, a partir de 2024.

A joint venture, que terá participação igualitária das duas empresas, faz parte da estratégia de transição energética e descarbonização de ambas. Trata-se de um passo voluntário da Shell Brasil na oferta de mais produtos e serviços energéticos renováveis e sustentáveis, em total alinhamento com a busca de uma matriz de energia mais limpa pela Gerdau. Aquarii também venderá energia para consumidores livres, ajudando a aumentar o parque gerador do estado de Minas Gerais e contribuindo para a segurança energética da região com mais energia renovável.


“Este é o primeiro projeto da Shell em energia solar no Brasil, um marco que diversifica ainda mais a atuação da companhia no país e de maneira completamente alinhada ao nosso propósito de oferecer mais energia e de maneira mais limpa. A presença de um parceiro como a Gerdau nesta jornada nos enche de orgulho e é um sinal de confiança neste propósito na Shell e em sua capacidade como desenvolvedora de soluções de energia para seus clientes. Caminharemos juntos rumo à transição energética e numa região estratégica para ambas as companhias,” afirmou o Diretor de Renováveis e Soluções de Energia da Shell Brasil, Guilherme Perdigão.

“A joint venture para o desenvolvimento e operação do parque solar Aquarii é parte de um plano robusto de investimentos em energias renováveis nas Américas. A iniciativa fortalece a visão de longo prazo da companhia e o compromisso com a inclusão de fatores ESG como pilares fundamentais para as decisões estratégicas da empresa”, diz Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau e responsável pela Gerdau Next, divisão de novos negócios. “A parceria com a Shell garante expertise e tecnologia de ponta em energia solar, o que resulta em maior eficiência e uma oportunidade de autoprodução de energia renovável, reforçando o nosso comprometimento com um futuro cada vez mais sustentável”, conclui.

Há cerca de três anos, a Shell Brasil iniciou sua estratégia de desenvolver organicamente seu portfólio em geração de energia solar, que na área de energia, se somam aos investimentos na sua comercializadora de energia, Shell Energy Brasil, e na termelétrica Marlim Azul. Hoje, a companhia tem planos de desenvolver parques solares nos estados de Minas Gerais e Paraíba. Ao mesmo tempo, trata-se de mais um passo da Gerdau em direção à autossuficiência energética, aliado ao direcionamento estratégico de entrada no segmento de geração de energia renovável, parte do portfólio de novos negócios realizados através da Gerdau Next. A energia solar é a fonte energética que mais cresce no Brasil, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com um salto de 70% no último ano, o equivalente a 7,5 GW ou metade da capacidade da hidrelétrica de Itaipu. Atualmente, representa 1,8% da matriz nacional, porcentagem que deve aumentar nos próximos anos. O Brasil tem níveis de irradiação solar entre os maiores do mundo – o território nacional recebe mais de 2.200 horas anuais de insolação, o equivalente a 15 trilhões de MW*, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) – indicando o enorme potencial da energia solar no País.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EM BUSCA DE INOVAÇÃO, CONSTRUTORAS ESTABELECEM PARCERIA COM A POSITIVO TECNOLOGIA PARA LANÇAREM EMPREENDIMENTOS

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Mais um passo para combater os crimes e fraudes na Internet mundial
Fonte: Banco de imagem

Por meio da plataforma de Internet das Coisas (IoT) da empresa, incorporadoras como MRV, HUPI e Tecverde trabalham em projetos residenciais com ambientes inteligentes

Dispositivos para automação residencial são cada vez mais difundidos também no mercado de construção civil, devido ao maior interesse dos brasileiros por equipamentos inteligentes. Com intuito de inovar e diferenciar projetos imobiliários, construtoras brasileiras estão lançando casas e apartamentos com soluções inteligentes que aumentam a conectividade, segurança e eficiência. Neste sentido, construtoras como a MRV, HUPI e Tecverde estabeleceram parceria com a Positivo Tecnologia.Reconhecida principalmente pela atuação baseada em hardware como computadores, celulares e tablets, a companhia também possui em seu portfólio a Positivo Casa Inteligente. Trata-se de uma plataforma de soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT) composta por kits e produtos que automatizam ambientes e atendem à crescente demanda do brasileiro por mais conforto em casa, como por exemplo, lâmpadas wi-fi, plugs, interruptores, câmeras, controle universal, sensores de movimento, alarmes, videoporteiro e roteadores inteligentes.

Para acompanhar esse movimento de mercado e oferecer mais tecnologia em seus projetos, a MRV é uma das construtoras que realizou parceria com a empresa por meio da Positivo Casa Inteligente para incluir automação em seus empreendimentos. A MRV aderiu ao conceito de “Smart Living” (vida inteligente) e lançou projetos com soluções inteligentes. Dentre eles estão o Safire Ville, localizado em Campinas (SP).

Segundo Rodrigo Resende, diretor de Novos Negócios da MRV, o cliente está no centro dos negócios da construtora. Diante disso, a MRV busca oferecer sempre a melhor experiência de moradia para seus consumidores. “Entendemos que a relação das pessoas com o lar está em constante transformação e esse movimento se intensificou ainda mais durante a pandemia. A inovação é um de nossos pilares e buscamos constantemente por soluções e tecnologias que possibilitem ao cliente uma experiência única em seu lar. A parceria com a Positivo Tecnologia vem exatamente ao encontro desse nosso objetivo, de inovar e atender às necessidades de nossos clientes”, fala Resende.

Outro projeto com contrato de fornecimento assinado com a Positivo Casa Inteligente é o da construtora HUPI, em obras no estado de Santa Catarina. A HUPI oferece aos clientes a opção de utilizar lâmpadas, interruptores e plugs inteligentes para controlar a iluminação dos ambientes, criar automações com Smart Controle Universal, assim como monitorar o ambiente com a Smart Câmera Bot 360.

Além da MRV e HUPI, outra construtora que mantém parceria com a companhia é a Tecverde, empresa focada em inovação construtiva e que tem o objetivo de industrializar a construção civil, com obras mais rápidas e sustentáveis. O primeiro projeto com as soluções da Positivo Casa Inteligente está em Barretos (SP), onde há residências duplex de 74,2m² com lâmpadas, controle universal, câmeras e sensores inteligentes.

“Os projetos de parceria com construtoras são parte de uma iniciativa da Positivo Casa Inteligente para buscar novas formas de entregar a experiência de ambientes conectados ao público brasileiro. Esses primeiros projetos agregam valor aos empreendimentos imobiliários, aceleram o ciclo de venda das unidades em estoque e aliam ainda mais tecnologia e inovação a esse setor tão importante em nossa economia”, comenta José Ricardo Tobias, responsável pela Positivo Casa Inteligente na Positivo Tecnologia.

O maior diferencial para as construtoras é que os produtos inteligentes oferecem uma redução no tempo de construção e acabamento, pois são opções de automação que não exigem a necessidade de passagem de cabos ou de infraestrutura complexa de comunicação, sendo apenas alimentados pela energia elétrica. Em comparação com uma solução de automação tradicional, ganha-se muito em agilidade, custos de matéria-prima, de mão de obra, tempo de instalação, reformas e adequações de infraestrutura. Além desses benefícios, há também a eficiência energética.

Segmento de smart homes

O movimento coincide também com aquecimento do setor de smart homes no Brasil e no mundo, principalmente pelo fato das pessoas estarem passando mais tempo em casa. Em 2020, por exemplo, a Positivo Casa Inteligente registrou alta de 544% na receita. Além de pioneira, a plataforma da Positivo Tecnologia é líder de mercado. No ano passado, a base de usuários aumentou 1.485% em comparação a 2019. As expectativas de mercado também são promissoras para o segmento. Espera-se que, no fim de 2021, o número de residências conectadas no mundo será 14% maior. Já no mercado brasileiro, a projeção de crescimento é de 21% neste ano.

“As pessoas estão conhecendo os benefícios de terem ambientes inteligentes em suas casas e também em escritórios e, consequentemente, aderindo cada vez mais a esses tipos de soluções. Já se pode notar um aumento de interesse por parte de outras construtoras para firmar parceria e implementar dispositivos de casas inteligentes em seus projetos imobiliários”, finaliza Tobias.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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IBM LANÇA ATUALIZAÇÕES BASEADAS EM IA NO CLOUD NATIVE TOOLKIT

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À medida que a necessidade de integrar e executar tecnologias de inteligência artificial e machine learning em ambientes de nuvem está se tornando mais crucial, a IBM está lançando uma nova adição ao seu kit de ferramentas de código aberto nativas em nuvem para ajudar ainda mais os desenvolvedores a integrar seus aplicativos de IA e ML em ambientes nativos na nuvem e otimizar implantações escaláveis e confiáveis.

Aproveitando o lançamento, no ano passado, do Toolkit Elyra AI, o Centro de Open Source Data and AI Technologies (CODAIT) da IBM está ajudando os desenvolvedores a dar o próximo passo no pipeline de desenvolvimento, lançando um novo kit inicial de pipeline de ponta a ponta de aprendizado de máquina em seu Cloud-Native Toolkit.



Usando recursos críticos de nuvem híbrida, incluindo código aberto e Red Hat OpenShift, os desenvolvedores podem usar o novo kit de ferramentas como ponto de partida para fazer a transição de seus aplicativos alimentados por machine learning e inteligência artificial de notebooks Jupyter para ambientes de produção. Isso ajudará desenvolvedores e cientistas de dados a acelerar o desenvolvimento, implementação e inovação de projetos, fornecendo um conjunto de abordagens e ferramentas opinativas para garantir que funcionem bem e otimizem o valor dos negócios durante o processo. Além disso, o kit ajuda a evitar a sobrecarga de inúmeros componentes e tarefas que se juntam durante a transição para ambientes em nuvem, economizando tempo e energia dos desenvolvedores.

Estamos focados em tornar ainda mais fácil para os desenvolvedores executarem seus aplicativos de IA e ML em ambientes nativos da nuvem, porque, para ter sucesso com a inteligência artificial em escala, eles precisam ser capazes de construir, gerenciar e executar sua IA perfeitamente onde quer que seus dados residam – em qualquer nuvem pública, nuvem privada ou no local via Red Hat OpenShift.

Para uma visão detalhada do novo kit de ferramentas, confira no link abaixo o anúncio no blog IBM Developer, feito pela equipe do IBM CODAIT: https://developer.ibm.com/technologies/artificial-intelligence/blogs/open-source-elyra-ai-toolkit-simplifies-data-model-development/

Com informações da Assessoria de Imprensa

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FUNDAMENTOS DO MODELO DE ANÁLISE E DECISÃO PARA A GESTÃO PÚBLICA

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Gestão Pública
Foto: Banco de imagens/shutterstock

As decisões complexas na Administração Pública devem ser orientadas por metodologias reconhecidas, que forneçam os subsídios necessários para uma escolha objetiva, neutra e transparente

O processo de tomada de decisões nas várias esferas do Poder Público requer muito mais que experiência política ou executiva. Para além de valores e análises pessoais, o processo de decidir deve passar por metodologias reconhecidas, fundamentadas em sólidos conceitos, e por uma profunda análise das possíveis melhores soluções para o problema em questão.

E, claro, sempre norteado pelas boas práticas de transparência e lisura administrativa e financeira.



Como citei acima, a tomada de decisão é um processo. E como tal pode levar a resultados inesperados, muitas vezes prejudiciais, dependendo da maneira como for conduzido, do início ao fim.

Precedem o elenco de escolhas, os estudos e análises para definição da complexidade do problema que se pretende solucionar. É do contexto em que está inserido este problema, com todas suas vertentes, riscos e impactos jurídicos, econômicos, sociais e técnicos, que se extrai as possíveis soluções a serem analisadas pelo tomador de decisão.

Aquilo que muitas vezes é apresentado como a melhor solução para um determinado município, pode não ser para outro, mesmo que estejam tratando de problemas semelhantes.

Este é um fato fundamental que deve ser considerado pelos Gestores Públicos no âmbito de contratações de serviços e produtos. Sem entendimento da complexidade do cenário que envolve o problema, o gestor responsável pela tomada de decisão fica fadado à própria sorte diante das soluções oferecidas pelo mercado

Modernização com metodologia

O modelo decisório criado por Lindblom e Quinn, no final dos anos 50, denominado Modelo Incrementalista, procura demonstrar que não existe uma única decisão correta, mas sim, diversas outras que são identificadas através de muita análise e testes, visando chegar na melhor decisão e, assim, atingir o resultado que se espera.

A partir dos estudos de Lindblom e Quinn, foram desenvolvidas outras metodologias de Apoio Multicritério à Decisão (AMD), com o objetivo de indicar aos Tomadores de Decisão soluções preferenciais a problemas complexos.

O AMD permite que o processo decisório seja realizado com neutralidade, objetividade, legitimidade e a máxima transparência possível, indicando a alternativa que esteja mais comprometida com os princípios e sistema de valores da Gestão Pública.

A modernização de áreas de negócios de organismos públicos, orientada por metodologia de análise estruturada de cenários, permite que o Gestor tenha os subsídios necessários e adequados para uma tomada de decisão objetiva, reduzindo consideravelmente os riscos administrativos ou financeiros e de eventuais impactos negativos sobre o projeto ou solução que se deseja adotar.

Baseado nos mesmos princípios, o SAMTD – Sistema de Análise Multicritério para Tomada de Decisão, emprega o método Analytic Hierarchy Process (AHP) com ratings (avaliações efetivas) para a tomada de decisão a partir de um elevado número de alternativas, critérios e variáveis diretamente relacionadas ao contexto em questão.

O AHP é uma das técnicas mais utilizadas no campo empresarial e acadêmico, porque faz a decomposição hierárquica do problema, tornando sua compreensão mais fácil, principalmente onde o grupo de decisão é composto por pessoas com interesses e visões divergentes.

Neste processo de modernização institucional (principalmente da área de negócios) dos órgãos públicos, a Engenharia de Sistemas tem a responsabilidade pela identificação e decomposição das necessidades operacionais, e transformação em requisitos dos sistemas, otimizando a concepção, composição e integração dos projetos.

A partir disso, o SAMTD recebe a estrutura do problema de acordo com a hierarquia de objetivos definidos que representam os diferentes cenários possíveis para o Tomador de Decisão. Associada à decomposição do problema em uma árvore funcional, permite uma melhor compreensão das variáveis e critérios que compõem o processo de tomada de decisão.

Dessa maneira, a partir dos resultados preponderados estabelecidos, o Gestor Público consegue decidir pela alternativa mais vantajosa, econômica e de melhor qualidade para a solução do seu problema.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PRÊMIO CBMM DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA RECONHECE TRAJETÓRIA DE PESQUISADORES BRASILEIROS

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Cientistas que utilizam tecnologias ópticas nas áreas da saúde e de telecomunicações foram os vencedores da edição 2021

A CBMM divulgou, na última quinta-feira (15), os vencedores da terceira edição do Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia. A premiação, que tem o propósito de fomentar e valorizar a produção científica e tecnológica no Brasil, contou com mais de 425 inscritos de diversos estados do país.

Reconhecidos por suas trajetórias inovadoras, o físico Dr. Vanderlei Salvador Bagnato e o engenheiro Dr. Júlio César Rodrigues Fernandes de Oliveira foram contemplados nas categorias Ciência e Tecnologia, respectivamente. “Historicamente, estamos engajados em transformar a sociedade para melhor, e o Prêmio CBMM é uma das formas que encontramos para fazer isso. Queremos cada vez mais valorizar a ciência e a tecnologia no Brasil e reconhecer pesquisadores que desenvolvem soluções que geram impacto positivo para o mundo”, ressaltou Ricardo Lima, vice-presidente da CBMM.



Dr. Vanderlei Salvador Bagnato é doutor em física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), professor titular e diretor do Instituto de Física da USP em São Carlos (SP), e membro da National Academy of Science, nos Estados Unidos. Com mais de 700 artigos publicados, estuda a utilização de ferramentas da física óptica para controlar átomos e para o tratamento de doenças como o câncer e controle microbiológico.

“O cientista, quando produz algo de boa qualidade é muito útil, mas quando se preocupa e tem prazer em explicar para as pessoas comuns o que fez, torna-se mais completo. Valorizo muito iniciativas como o Prêmio CBMM, justamente por nos ajudar a levar a ciência ainda mais longe, impactando um grande número de pessoas”, declarou Bagnato.

Já Dr. Júlio César Rodrigues Fernandes de Oliveira é formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Campina Grande – PB, seu mestrado e doutorado são na área de comunicações ópticas, pela UNICAMP. Empreendedor, centrou esforços no desenvolvimento de soluções em óptica para o aprimoramento das telecomunicações, sendo responsável por aumentar a velocidade de transmissão de dados via a convergência entre fotônica e microeletrônica com impactos internacionais. Hoje, CEO do Grupo IDEA, formado pelas empresas, IDEA, BrPhotonics e PITEC, das quais é fundador, já licenciou mais de 15 patentes e transferiu mais de 20 produtos ao mercado.

“Ver uma empresa da iniciativa privada interessada em jogar luz ao legado de pesquisadores brasileiros que buscam por novos desenvolvimentos é muito gratificante”, explicou Oliveira. “Ações como esta são responsáveis por criar um círculo virtuoso para todo o ecossistema de inovação de um país, o que beneficia, acima de tudo, a nossa sociedade”, completou.

Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia

Criado em 2019 com o objetivo de reconhecer o legado de profissionais que contribuem significativamente para o desenvolvimento do Brasil, o Prêmio oferece 500 mil reais aos vencedores de duas categorias: Ciência e Tecnologia. Para concorrer os pesquisadores se inscrevem voluntariamente ou são indicados por instituições, empresas e profissionais renomados nas áreas de Ciências Exatas e Engenharias. As três últimas edições da premiação somaram mais de 800 inscrições vindas de todo o país.

Com comissão julgadora totalmente independente, formada por profissionais renomados, o Prêmio CBMM passou a contar, em 2021, com a participação da cientista Helena Nader, biomédica, professora titular da Escola Paulista de Medicina e vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABES DEBATE O FOMENTO À INOVAÇÃO PARA A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS E LANÇA NOVA EDIÇÃO DE GUIA PARA O SETOR DE TIC

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Evento que acontecerá no dia 28 de julho, às 8h30, reunirá executivos do BNDES, FINEP e Embrapii para falarem sobre linhas de financiamento e de fomento oferecidas pelos órgãos públicos especializados.

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software – realizará no dia 28 de julho, às 8h30, o evento digital “Fomento à Inovação para a competitividade das empresas / Lançamento do Guia de Fomento à Inovação”. O encontro irá abordar as linhas de financiamento e de fomento oferecidas pelos órgãos públicos especializados, sejam federais, estaduais ou municipais e também o lançamento da 3ª edição do Guia de Fomento à Inovação para o setor de TIC. As inscrições gratuitas podem ser feitas aqui. O evento contará com tradução em libras e ficará disponível no canal do Youtube da associação também.

Para esse encontro, a ABES contará com a presença de Igor Manhães Nazareth, Diretor de Planejamento e Relações Institucionais da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), que atua por meio da cooperação com instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas ou privadas. “A iniciativa de reunir em um único documento as diversas fontes de fomento disponíveis à inovação amplia a visibilidade das organizações e permite às empresas, sobretudo as de menor porte, analisar os diferentes modelos disponíveis e buscar aquele que melhor se encaixa em sua estratégia empresarial. A EMBRAPII oferece recursos não reembolsáveis e uma rede de pesquisa capaz de atender a demanda por inovação da indústria nacional em todas as áreas de conhecimento”, afirma o executivo.



Presença confirmada também de Newton Hamatsu, Superintendente de Inovação da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), agência pública que financia a inovação, desde a pesquisa básica até a preparação do produto para o mercado. “A Finep possui diversos programas de apoio para auxiliar o desenvolvimento de empresas inovadoras, e de quaisquer portes. São desde linhas de crédito em condições mais atrativas, a exemplo do Finep Inovação, Finep IoT ou do Inovacred; ações de investimento em startups, como o Finep Startup; e também programas de subvenção, como o Finep 2030, o Tecnova e o Centelha. Esta iniciativa da ABES e ABGI é de extrema relevância para orientar as empresas que buscam fomento”, declara o executivo.

O debate contará ainda com Wellington Barros, Coordenador no Departamento de Indústrias Intensivas em Tecnologia no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo e, hoje, o principal instrumento do Governo Federal para o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira. “Nós do BNDES temos buscado fortalecer os negócios de impacto, empreendedorismo e inovação por meio das nossas linhas de financiamento, queremos cada vez mais contribuir para a competitividade das empresas e facilitar os processos de acesso. Quanto mais ações de disseminação do conhecimento como este evento e o Guia de fomento, melhor para a sociedade brasileira”, afirma o executivo.

Também estão confirmados Thiago Samarino, Gerente de Inovação, e Marina Loures, Diretora de Inovação da ABGI Brasil, consultoria especializada em incentivos fiscais, gestão da inovação e gestão financeira – que traz informações sobre os principais mecanismos e programas, com suas respectivas linhas de financiamento ou de incentivos fiscais de apoio à inovação no Brasil. “Na minha opinião, tanto o evento quanto o tema são de extrema relevância para as empresas. Todos sabemos que a inovação é vital para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, mas sabemos que tomar esse risco em tempos tão incertos é bastante difícil. Sabendo disso elaboramos esse guia que traz as oportunidades atualmente disponíveis para empresas de todos portes, e o nosso propósito é que os empresários busquem inovar se utilizando desses fomentos, que na prática se traduzem em condições financeiras mais atrativas para a realização de projetos inovadores”, declara Thiago.

O encontro terá a participação de Rodolfo Fücher, presidente da ABES, e a moderação da conversa será realizada pela Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento na ABES. De acordo com a executiva, “é preciso que o Brasil, por meio de suas agências de fomento, incentive cada vez mais a competitividade das suas empresas desenvolvendo programas de fomento à inovação e consequentemente gerará desenvolvimento econômico. Este Guia busca orientar os empresários inovadores, demonstrando o que há disponível no mercado, de acordo com os tipos de recursos e público alvo, já considerando os itens financiáveis de cada linha de fomento”.

A ABES acredita que a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária. Além disso, ela também contribui na retomada econômica no país, mas as empresas precisam se preparar para se manterem competitivas neste novo cenário. Por isso, a associação atualizou o Guia de Fomento voltado ao setor tecnológico e preparou o evento para mostrar todos os detalhes para os seus associados e parceiros.

EVENTO: Fomento à Inovação para a competitividade das empresas / Lançamento do Guia de Fomento à Inovação

Data: 28 de julho

Hora: 8h30

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SETOR DE TI PERMANECE EM CRESCIMENTO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2021 E REGISTRA AUMENTO DE 15,7%

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O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) encerrou, juntamente com a Itaipu Binacional, a sua participação na Expo Dubai 2020, um dos maiores eventos do mundo

A Iteris é uma das empresas que celebra o crescimento. A companhia ultrapassou as estimativas do ano em apenas 6 meses.

O mercado de tecnologia da informação vem apresentando constantes índices de aumento de uns anos para cá. De acordo com pesquisa realizada pela iMonitor IT, o primeiro trimestre de 2021 registrou 15,7% de crescimento no segmento em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os números da Iteris , consultoria brasileira de serviços de TI, foram ainda mais expressivos: a empresa registrou crescimento de 57% nos primeiros seis meses do ano, superando significativamente as expectativas dos próprios diretores, que estimavam um crescimento de 50% durante o ano todo.

O ano de 2020 foi, por motivos óbvios, marcado por caos e crise para empresas de diversos setores. No entanto, para o mercado de TI, o período acabou sendo surpreendentemente positivo. O motivo se dá por conta das demandas geradas pela pandemia, que acelerou a digitalização dos processos nas empresas, com o modelo remoto tendo de ser instalado com urgência. De acordo com previsão mundial do Gartner, os gastos com novas tecnologias continuarão aumentando neste ano, com expectativa que o mercado de software corporativo apresente crescimento de 8,8%. O segmento de dispositivos deverá ter o segundo maior aumento, com 8%, seguido por sistemas de data center (6,2%), serviços de TI em geral (6%) e serviços de comunicação (4,5%).



O crescimento acelerado da Iteris está em sintonia com esse cenário, mas apresentando alguns diferenciais de mercado. “Nós vemos muito a aceleração da transformação digital das empresas. Estamos conseguindo nos posicionar muito bem, garantindo mão de obra qualificada e com disponibilidade para atender os nossos clientes, além de oferecer uma experiência na construção de soluções digitais end-to-end. Esses são alguns fatores que têm contribuído para nosso crescimento expressivo e que nos tornam um parceiro de relevância para eles”, afirma Fernando Riva, sócio-fundador e VP of Finance & Growth da Iteris.

Enquadrada como uma Next-Gen IT Services Provider, a consultoria se posiciona como uma provedora de soluções personalizadas de tecnologia, contando com um atendimento humanizado e com a premissa de end-to-end, ou seja, ficando ao lado do cliente do começo ao fim do processo, entendendo as suas dores e construindo soluções digitais de acordo com as necessidades apontadas. “Nós não só fazemos o desenvolvimento do sistema, mas o apoiamos desde a concepção até a pós-implantação”, completa Riva.

Algumas demandas de tecnologia – como cloud computing, modernização de aplicações, data analytics e serviços gerenciados – impulsionam o setor e, consequentemente, a Iteris, que vem percebendo um aumento da procura dessas soluções desde o primeiro semestre de 2020. Conforme pesquisa realizada pelo Gartner, o crescimento médio anual para as empresas brasileiras que atuam com serviços gerenciados e Application Management Services (AMS) será de 10% no período entre 2021 e 2025.

“Enxergamos a TI como uma área estratégica para as empresas e, mais ainda com o momento atual que estamos vivendo, está se tornando uma peça fundamental de sobrevivência. A Iteris se prepara ano a ano para os desafios do mercado e o crescimento exponencial é por conta disso. Nossa preocupação é estar dentro do que o mercado está exigindo, nos adequando às necessidades econômicas atuais para oferecer os melhores serviços e uma melhor experiência para o cliente final”, ressalta Riva.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TENDÊNCIAS PARA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DOS GOVERNOS

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Plenário aprova uso de inteligência artificial pela administração pública
Foto: Banco de imagens/istockphoto

Analisando as tendências e oportunidades, podemos observar um movimento importante no governo federal, que através da Secretaria de Governo Digital tem investido fortemente em projetos de aceleração digital

O dinamismo do mercado tecnológico é perceptível e surpreendente. Aliás, seríamos considerados futuristas se há 10 anos atrás tivéssemos profetizado tantas modernizações no nosso dia a dia. Do ponto de vista dos governos, embora possamos perceber os avanços no âmbito digital, ainda enfrentamos desafios para acompanhar a evolução tecnológica, tanto devido ao tamanho da máquina pública, que é antiga e requer atualizações estruturais, como também em virtude de conceitos, leis e aspectos culturais que estão enraizados no setor público.

Analisando as tendências e oportunidades, podemos observar um movimento importante no governo federal, que através da Secretaria de Governo Digital tem investido fortemente em projetos de aceleração digital, com a disponibilização de mais de 3.000 serviços públicos digitais, com mais de 2 bilhões de reais em economia e ampliação do escopo do portal gov.br. Além de serviços digitais federais, o gov.br passa a se integrar com as prefeituras visando mais otimização e inteligência para as cidades.



Buscando atender as demandas dos mais de 106 milhões de usuários, o portal gov.br tem se atualizado para contemplar a experiência e segurança do usuário, incluindo inovações na plataforma com a adoção de novos layouts que permitem a listagem dos serviços mais acessados, recomendações de navegação, o duplo fator de autenticação e o reconhecimento por biometria, nos casos do padrão de identificação ouro, que é concedido para acessos mais avançados. Estas novidades acompanham as tendências na usabilidade de soluções digitais e demonstram a força desta agenda na pauta do governo.

A infraestrutura tecnológica tem avançado gradualmente, incluindo as redes de internet e telecomunicações. A chegada da 5G deve contribuir com o compartilhamento de dados que permitam uma gestão mais inteligente das cidades, bem como acelerar a utilização de IoTs, que são objetos conectados em rede, como câmeras de segurança, sensores de iluminação, semáforos inteligentes, entre outros dispositivos.

Embora a tecnologia em nuvem não seja algo novo, as prefeituras ainda enfrentam barreiras quanto à disponibilidade e uso de soluções que possuam infraestrutura e hospedagem 100% em nuvem. Apesar disso, percebe-se que no contexto da administração pública, diversos paradigmas vêm sendo quebrados, especialmente no que envolve o armazenamento em nuvem. Percebe-se receio quanto a migração de servidores locais para a cloud seja pela segurança dos dados ou normas dos órgãos reguladores, que até então não contemplavam abertura para o armazenamento de dados em terceiros.

Quanto às soluções de gestão, a instalação de programas e licenças deve cair cada vez mais em desuso, sendo substituída pela prestação de serviços por meio de assinatura, na modalidade SaaS, software as a service, disponibilizados diretamente no navegador, facilitando a implantação, o uso e o acesso.

Os mecanismos legais que buscam acelerar a transformação digital, como O Marco Legal das Startups, a Nova Lei de Licitações e a Lei do Governo Digital, conferem mais tranquilidade aos gestores públicos na medida em que as mudanças são regulamentadas e legitimadas, institucionalizando as iniciativas e fomentando um ambiente propício para as inovações no poder público.

Haja visto a dimensão dos desafios envolvendo a transformação digital dos governos, as ações voltadas à implementação das smart cities podem ser viabilizadas se contemplarmos uma diversificação nas estratégias. É o caso das PPPs, as parcerias público-privadas, que configuram uma alternativa interessante de contratação para a administração pública, pois, além de facilitar e acelerar a implementação através de um novo modelo que integra os diversos serviços, resguardam o poder público de possíveis riscos e custos, aportando responsabilidade quanto ao alcance das metas sobre o parceiro privado.

Desenvolvimento sustentável

Enquanto pensamos no futuro das cidades e no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a transformação digital e o gerenciamento dos espaços públicos, é importante considerar o impacto destes movimentos alinhados aos objetivos de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, a inclusão social e a forma como pensamos as cidades onde queremos viver precisam ser planejadas visando uma estratégia sustentável no longo prazo.

É evidente que a transformação digital é uma realidade e necessidade para a produtividade, a eficiência, a inclusão e a acessibilidade. As oportunidades bem como os desafios são diversos e concedem, pela primeira vez, investimentos e fundos específicos voltados ao fomento de inovação para o poder público e às GovTechs. Mesmo que gradualmente, as mudanças e tendências alcançam novos territórios, contribuindo para as cidades inteligentes e conectadas em nosso país. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA PARA SAÚDE CRESCEM E SETOR SE BENEFICIA COM FIELD SERVICE

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Teresina

Com a área de Tecnologia da Informação crescendo dentro de instituições e empresas do segmento, especialista explica sobre o papel dos técnicos de TI no segmento

Vivemos na era digital. Não há como negar que a tecnologia está mais onipresente do que nunca. Smartphones, inteligência artificial e o armazenamento em nuvem estão mudando todas as facetas de nossa sociedade, inclusive o setor da saúde. Nos últimos anos, a área tem se transformado profundamente, adotando plataformas e serviços que impactam diretamente na relação das instituições e seus profissionais com os pacientes. A chamada “saúde digital” busca soluções que trazem agilidade para os processos e humanizam o atendimento, fazendo com que o investimento em ferramentas, softwares e metodologias cresça ano após ano. Não à toa, segundo o relatório International Data Corporation, os investimentos tecnológicos para a área na América Latina devem chegar a cerca de R ﹩10 bilhões até o ano de 2022.

Em um setor delicado como o da saúde, a disponibilidade e aplicação destes recursos tem sido essencial para salvar vidas. Diante deste cenário, o setor de Field Service – ou Serviços de Campo, em tradução livre – é um setor que vem garantindo o bom funcionamento dessas ferramentas. Isso se deve, pois, o profissional deste segmento fica encarregado pela implementação de devices tecnológicos de ponta para controle de informações, organização de atendimentos e gestão de segurança de dados dos pacientes.



Para Fábio Freire, CEO e cofundador da FindUP , startup de tecnologia do ramo de Field Service, muito mais que investir em recursos, também é importante que as lideranças de saúde invistam com mais rigor em parceiros com técnicos de TI, de modo a tornar o trabalho mais fluido, seguro e rápido. “A área da saúde possui um volume de informações muito grande e, se comparado com os demais setores, exige uma infraestrutura tecnológica, personalizada e ágil para dar conta da alta demanda. Muito mais do que ter essas ferramentas à disposição, se faz necessário que as gestões tenham técnicos gabaritados para auxiliar na implementação e manutenção desses recursos de forma segura e ágil”, afirma Freire.

O Field Service pode beneficiar o setor da saúde em suas diversas áreas, desde as instituições, laboratórios e clínicas de medicina diagnóstica, até as redes de farmácias. Todas elas contam com um número grande de unidades, dados e dispositivos, indispensáveis para o cuidado. Ao garantir que estes dispositivos sejam regularmente inspecionados e reparados, esses locais podem substituir os equipamentos com menos frequência, economizando dinheiro e tempo. Por isso, contar com um parceiro estratégico que forneça um atendimento personalizado permite o gerenciamento logístico, administração dos insumos e insights importantes para o andamento do trabalho de forma integrada e coordenada.

O Serviço de Campo também tem um papel crucial quando falamos de segurança das informações e controle de riscos. Com as ondas de ataques cibernéticos crescendo em diversos setores da economia, surgiram pontos de atenção acerca do assunto. Não ter uma equipe de TI bem estruturada na área da saúde não só resulta na demora para a resolução de qualquer assunto da instituição, como também traz riscos para os próprios pacientes, que acabam tendo seu diagnóstico e tratamento prejudicado.

Contudo, engana-se quem pensa que o Field Service serve apenas para a instalação de aparelhos ou resoluções de chamadas de TI. Com o surgimento de novas tecnologias, o setor também se modernizou e tem conseguido trazer ferramentas poderosas para auxiliar os parceiros. Um bom exemplo disso é o uso de tecnologias como Machine Learning, Big Data e Inteligências Artificiais para a otimização da performance e melhorias na experiência dos serviços prestados.

“Por meio dessas tecnologias, as empresas parceiras são capazes de coletar e analisar dados, a fim de detectar padrões e possíveis pontos fracos de uma determinada área.Com isso, é possível mapear as providências necessárias e se antecipar a problemas”, finaliza Fábio.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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