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GOVERNO DE PERNAMBUCO TESTA ÔNIBUS MOVIDO A GÁS NATURAL

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O ônibus a gás emite até 20% a menos CO² (dióxido de carbono) que um modelo equivalente a diesel, além de reduzir a emissão de óxidos de nitrogênio (NOx) em 90% e de material particulado em 85%, aproximadamente

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO E PALESTRANTES CONFIRMADOS PARA A 2° EDIÇÃO DO CSC GOVTECH

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O maior encontro de soluções digitais para o setor público reúne líderes e especialistas para discutir inovação e transformação digital do setor público.

No dia 29 de abril, o Centro de Convenções Frei Caneca, localizado em São Paulo, será palco do maior encontro de soluções digitais para o setor público, o Connected Smart Cities GovTech. A 2ª edição deste evento, promovido pela Plataforma Connected Smart Cities, busca impulsionar a transformação digital do setor público brasileiro.

Com um formato presencial, o CSC GovTech deste ano está preparado para receber aproximadamente 2500 participantes, 100 palestrantes e 30 expositores, ocupando mais de 3.000 m². Além da conferência, o evento conta com rodadas de negócios, experiências interativas, transmissões ao vivo e espaços de convivência para promover networking e colaboração.

Com 8 palcos simultâneos, a programação do CSC GovTech tem como objetivo diversificar a discussão sobre práticas que estimulem a estruturação de governos mais simples, eficientes e transparentes. Entre os temas discutidos na programação, destacam-se:

  • Regulação
  • Acessibilidade, Inclusão e Cidadania Digital
  • Ética, Governança e Responsabilidade
  • Educação Tecnológica e E-Learning
  • Biometria Avançada

Além de conteúdos inovadores, o evento conta com Agenda Estratégica de conteúdo elaborado pelos parceiros estratégicos: ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), ANCITI, BrazilLAB, ENAP e Fórum Inova Cidade.

Entre os palestrantes confirmados, destacam-se Paula Faria, CEO e Idealizadora da Plataforma Connected Smart Cities; Marcos Weiss, CTO & Researcher da TI – Urbese e Prefeitura de Osasco; Talita Bottas, Secretária Executiva da TI – Urbese e Prefeitura de Osasco; Gabriel Barbosa da Silva, Chefe de Inovação e Desenvolvimento da Secretaria Executiva de Planejamento, Prefeitura da Cidade do Recife; Ivan Patriota, Head of Geo Partnerships LATAM, Global Partnership do Google; Sergio Andrade, Diretor Executivo da Agenda Pública; Roberto Bento, Presidente da Associação de Profissionais de TI da Administração Pública Municipal de Santa Catarina – APTI/SC; Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, Secretário de Inovação da Prefeitura Municipal de Porto Alegre; Cristina Schwinden, Secretária Municipal de Concessões e Parcerias da Prefeitura Municipal de Palhoça; Marina Carvalho Brasil Nacim Francisco, Advogada da Infrawomen Brazil; Barbara Cristina Mota Johas, Coordenadora da Cesu – Centro de Eficiência em Sustentabilidade Urbana – Prefeitura de Teresina.

Na agenda estratégica da ABES, estarão presente: Camila Murta, Líder do Grupo de Trabalho Compras Públicas da ABES – Licitações e Compras Públicas; Eduardo Paranhos, Líder do Grupo de Trabalho Inteligência Artificial da ABES – Inteligência Artificial; Carlos Sampaio, Líder do Grupo de Trabalho Cybersecurity da ABES – Segurança Cibernética; Marcelo Almeida, Diretor de Relações Governamentais da ABES – Plataformas Digitais e Fake News; Andriei Gutierrez, Vice-presidente e Líder do Comitê Regulatório da ABES; Jorge Sukarie, Conselheiro da ABES – Estudo de Mercado Brasileiro de Software; Leonardo Melo Lins, Pesquisador Think Tank; Natália Marroni Borges, Pesquisadora Think Tank; Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES; 

Completam ainda o time de palestrantes: Maria Carolina Faria, Partner Manager para ISVs e Embaixadora para Startups da Oracle; Jean Mattos, Diretor Presidente na Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte e VP Nacional de Governo Digital da Prodabel e Fórum Inova Cidades; Catiana Sabadin, Secretária de Gestão e Projetos Estratégicos do Município de Campo Grande.

Com uma programação abrangente, a 2ª edição do CSC GovTech oferecerá insights valiosos e soluções inovadoras para os desafios enfrentados pelas cidades brasileiras. Dos debates sobre regulação à educação tecnológica, passando por temas cruciais como ética, governança e inclusão digital, o evento será uma oportunidade única de aprendizado e networking.

Confira a programação completa: https://evento.connectedsmartcities.com.br/csc-govtech-programacao/ 

Serviço

CSC GovTech 
Data: 29 de abril de 2024
Horário: 9h às 18h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo
Para mais informações e inscrições, clique aqui. 

A ASCENSÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS SERVIÇOS PÚBLICOS MUNICIPAIS

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A falta de recursos humanos especializados e de financiamento para o desenvolvimento de aplicações com IA emergem como os principais desafios enfrentados pelos municípios, mesmo entre aqueles que já adotaram a tecnologia.

Uma pesquisa inédita conduzida pela Associação Nacional das Cidades Inteligentes, Tecnológicas e Inovadoras (ANCITI) ofereceu um olhar revelador sobre o atual panorama do uso de Inteligência Artificial (IA) pelos municípios brasileiros. O estudo apresenta um quadro detalhado da implementação dessa tecnologia poderosa nas administrações municipais, revelando como as prefeituras estão aproveitando suas capacidades. Doze capitais e diversos municípios foram investigados, buscando fornecer uma visão abrangente sobre o grau de adoção de IA nos serviços públicos, as áreas de aplicação, o orçamento destinado, a utilização de chatbots, os desafios enfrentados, os benefícios já alcançados e as perspectivas futuras.

Os resultados da pesquisa refletem uma realidade ainda incipiente no uso da IA pelos municípios brasileiros. Surpreendentemente, 41% das cidades pesquisadas afirmaram não utilizar qualquer forma de IA, enquanto apenas 13% implementaram a tecnologia de maneira sofisticada em mais de um serviço público.

Os achados da pesquisa destacam os principais obstáculos que contribuem para essa incipiência. A falta de recursos humanos especializados e de financiamento para o desenvolvimento de aplicações com IA emergem como os principais desafios enfrentados pelos municípios, mesmo entre aqueles que já adotaram a tecnologia. É evidente que a superação da primeira dificuldade depende da resolução da segunda, indicando a necessidade de um impulso significativo para promover a implementação da IA em nível municipal.

Embora a IA seja mais comumente utilizada para oferecer atendimento rápido e episódico aos cidadãos, alguns municípios estão explorando suas aplicações em áreas como saúde, educação, segurança pública e assistência social.

Em São Cristóvão, por exemplo, a IA está sendo empregada para monitorar a frequência dos alunos na rede municipal, proporcionando maior segurança aos pais. Porto Alegre está conduzindo testes promissores na área da saúde, utilizando IA para prever casos de câncer de pele. No Rio de Janeiro, a IA está sendo empregada para proteger o meio ambiente, orientando iniciativas de reflorestamento da Mata Atlântica para mitigar o calor e compensar as emissões de gases de efeito estufa. São Paulo estabeleceu um laboratório inovador, o Inspira Sampa, como um hub de interação entre a prefeitura e os cidadãos. Em Araguaína, os contribuintes municipais agora contam com suporte por meio de IA para esclarecer dúvidas sobre tributos. Curitiba implementou um chatbot via WhatsApp para atender solicitações relacionadas à zeladoria urbana, enquanto Petrolina iniciou o agendamento de serviços municipais para atendimento ao público.

O futuro reserva avanços significativos, como em Campinas, onde está em andamento um projeto piloto para integrar IA em chatbots, possibilitando interações automáticas e inteligentes por texto e voz em plataformas como WhatsApp e chamadas telefônicas. A cidade também planeja utilizar IA para agendar consultas médicas, atualizar carteiras de vacinação e promover campanhas de saúde, como Outubro Rosa e Novembro Azul.

No Recife a experiência da vacinação da Covid permitiu a criação de um banco poderoso de informações dos munícipes possibilitando uma comunicação mais eficaz e a oferta de serviços personalizados. Com estratégia de atendimento em dois cliques, a capital evolui para o conceito zero clique. O cidadão não precisa mais se deslocar para a prefeitura, preencher formulário, responder questionamentos para direitos como autorização de estacionamento para pessoas que completaram sessenta anos, ou para ter o benefício de redução do IPTU para quem pede nota fiscal de serviços. O idoso no seu aniversário recebe pelo Whatsapp sua autorização em PDF para se beneficiar do direito. No campo do emprego e renda a plataforma GO Recife ajuda com IA o prestador de serviço a fazer seu currículo. No CredPop, programa de microcrédito, a Prefeitura bateu todos os recordes de agilidade na análise e liberação de crédito graças ao uso de IA. Agendamentos para exames clínicos e disponibilização do mesmo no app Conecta Recife já são realidade do dia a dia do recifense. E a busca para mais de 700 serviços digitais é feito no portal de serviços Conecta Recife até por voz e em diversas línguas, ajudando até turistas que visitam a capital pernambucana a fazer seu circuito turístico customizado. Assim, o Recife traça seu objetivo de oferecer serviços de qualidade aos seus munícipes e podendo vir a se tornar a primeira cidade do hemisfério sul 100% digital. 

Embora os desafios sejam significativos, a colaboração através da ANCITI oferece um caminho promissor para os municípios brasileiros. Ao compartilhar conhecimentos, experiências e recursos, os municípios encontrarão na ANCITI como superar as barreiras e avançar no desenvolvimento e na implementação de IA nos serviços públicos municipais, garantindo assim um futuro mais eficiente e conectado para todos os cidadãos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

RANKING DE TRANSPORTE SUSTENTÁVEL ELEGE CIDADES COSTEIRAS DOS EUA COMO MENOS POLUENTES

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CHEGA COM FORÇA AO TRANSPORTE PÚBLICO BRASILEIRO. ENTENDA AS VANTAGENS

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No Recife, a IA já é usada por duas empresas de ônibus – MobiBrasil e Caxangá. As capitais Porto Alegre e Manaus começaram a adotar IA para gestão do transporte público

Famosa em todo planeta e em diversas áreas, a Inteligência Artificial (IA) também tem promovido transformações no transporte público coletivo. Para muitos passageiros pode parecer surreal falar disso, quando muitos sofrem com coletivos quentes, desconfortáveis, sem prioridade viária e ainda custosos na quase totalidade das cidades brasileiras.

É compreensível.

Mas a verdade é que a IA virou uma realidade no setor e isso beneficia, sim, quem usa o transporte público coletivo. Com a inteligência artificial é possível ter e monitorar sistemas de forma mais eficiente e com mais respostas. Ela otimiza custos e, em tempos de ampliação de subsídios públicos ao transporte brasileiro, é uma excelente ferramenta de controle social e de gestão do setor, inclusive.

Em Pernambuco, duas empresas de ônibus já fazem uso da tecnologia desde o fim de 2022 e 2023 – o Consórcio MobiBrasil e a empresa Caxangá, respectivamente. Já em 2024, outros operadores demonstraram interesse em aderir, mas nada avançou por enquanto. E capitais como Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e Manaus (Amazonas) recentemente deram passos significativos para aprimorar a gestão de suas redes de transporte público ao incorporar inteligência artificial no planejamento de suas operações.

Em Porto Alegre e Manaus, as duas cidades terão 100% da operação do transporte público gerenciada pela plataforma de IA desenvolvida pela Optibus – plataforma de software para planejamento, programação e operações de transporte público, alimentada por inteligência artificial (IA) e algoritmos de otimização. Na capital gaúcha, a plataforma já está em operação, enquanto que na capital amazonense a tecnologia começou a ser adotada há duas semanas.

São mais de 5 mil cidades no mundo utilizando a inteligência artificial da Optibus. No Brasil, a tecnologia está presente em 12 estados, nas cinco regiões do País.

MAS QUAIS AS VANTAGENS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O TRANSPORTE PÚBLICO?

Inteligência Artificial cada vez mais presente no transporte público – DIVULGAÇÃO/OPTIBUS

A Optibus explica que os principais benefícios do uso de IA no transporte público estão na aplicação mais eficiente de recursos para a operação de transporte e em uma melhor visualização de como estes recursos são utilizados. Ou seja, uma plataforma de IA pode facilitar a operação em vários aspectos.

Desde a orientação dos operadores e até mesmo órgãos reguladores a montar com extrema rapidez um quadro de horários, que poderá ser ajustado de acordo com a demanda de passageiros; até ajudar a indicar qual a melhor frequência de ônibus para cada linha.

Para os operadores, a plataforma indica qual é o uso mais inteligente dos veículos, evita viagens ociosas, ajusta a escala de motoristas da melhor maneira possível, contribui para atender metas de eficiência financeira, faz emissão de relatórios de uso dos recursos, entre outras possibilidades que podem ajustadas de acordo com a necessidade.

“Como consequência, os recursos destinados ao transporte público – sejam eles privados ou públicos – poderão ser usados de maneira mais eficiente no sistema graças a um planejamento inteligente, que resultará em mais qualidade ao serviço para o passageiro”, explica André Vieira, diretor regional da Optibus no Brasil.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PRESENTE EM MAIS DE 92 CIDADES BRASILEIRAS

DIVULGAÇÃO/OPTIBUS
Em Porto Alegre, sistema que conta com IA transporta 114,6 milhões de passageiros por ano, em 2,8 milhões de viagens anuais.
DIVULGAÇÃO/OPTIBUS
Em Manaus, a plataforma será usada pelo Sinetram – o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas, – que adotou o sistema Optibus no começo deste ano. São realizadas anualmente 2,7 milhões viagens, em 221 linhas, com mais de mil ônibus.

Quando ampliamos o olhar sobre o uso da Inteligência Artificial no transporte público, vemos que ela está presente em vários serviços. Números da Empresa 1, pioneira do sistema de bilhetagem digital para transporte público no Brasil, atuando no mercado de inovação em mobilidade urbana desde 1997, confirmam essa explosão.

São diversas tecnologias que utilizam a IA. A Empresa 1 está em mais de 170 cidades e, em 92 delas, o uso da inteligência artificial já acontece. Em pelo menos duas tecnologias, a empresa usa IA.

– Biometria facial: uso de IA seria essencial para identificação de fraude nas identificações de passes livres e outras gratuidades previstas.

– Monitoramento CFTV: as câmeras são capazes de registrar eventos específicos de não conformidade que podem afetar a segurança a bordo, como por exemplo motoristas com conduta inapropriada.

BOBBY FABISAK/JC IMAGEM

“Vimos, no último ano, um boom do uso da inteligência artificial em diversos setores. No caso das tecnologias utilizadas nos transportes públicos, ela é uma grande aliada e pode otimizar os recursos, contribuir para a melhoria da gestão, reduzir o número de fraudes e tantas outras utilidades. Já usamos em nossas tecnologias há alguns anos e a tendência é que cada vez mais empresas recorram à IA”, diz Marcionílio Sobrinho, diretor de growth da Empresa 1, resumindo bem o momento e a perspectiva da IA no setor de mobilidade urbana.

No Recife, um encontro realizado no fim de janeiro com operadores do Grande Recife Consórcio e representantes do CTM debateu o uso de Inteligência Artificial no transporte público. E quem participou pode conhecer a experiência da MobiBrasil na adoção da tecnologia.

Empresa 1 tem investido em IA – DIVULGAÇÃO/Empresa 1
Fonte: JC

NO INÍCIO DESTE NEGÓCIO: UM CONTO EMULADO POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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No início deste negócio de transporte, tudo era mais simples. Tínhamos nossos caminhões robustos, apenas para carregar cargas de um lugar para outro. Não havia frescuras, só trabalho duro e estradas de terra batida. Mas, aos poucos, algo mudou, e percebo que devemos encarar as mudanças de frente.
Lá nos primórdios, quando dirigíamos os primeiros caminhões, em uma carona casual, a luz acendeu. “Por que não levar as pessoas, e cobrar por esse serviço?”
Assim começamos a evoluir, e nosso trabalho ia além da simples movimentação de mercadorias.
No começo usávamos apenas caminhões. Aliás, durante um bom tempo eram os caminhões envelopados de ônibus.
Mas o transporte de passageiros já era algo necessário, obrigatório, porém, quando envolveu a política, talvez, já tivéssemos perdido o foco.
Já dizia um velho dos nossos tempos: “Olhem para a traseira daquele veículo, meu amigo. Isso não é só sobre ônibus, é sobre pessoas. Se não entendermos e atendermos o que elas querem, elas vão embora”.
À medida que a demanda por transporte de pessoas crescia, começamos a nos perder em meio aos motores e aos problemas. Esquecemos que, no fundo, estávamos lidando com seres humanos, não apenas passageiros, aqueles que apenas passam e nem sempre pagam.
Foi aí que as coisas começaram a desandar. O controle governamental se entrelaçou em nossos assuntos.
Se no início comemoramos o nascimento da primeira política de transferência de renda do país, o vale transporte, fomos também envolvidos em impostos e regulamentações, que nos apertaram como uma teia, sem saída.
Não que fosse errado, mas apenas nos desviou ainda mais do foco principal. Em vez de preocupar em atender com excelência, passamos a nos preocupar em criar justificativas para tudo o que ocorria.
Lembro do tempo, não muito distante, em que reaproveitar veículo em mais de uma linha era proibido, sob a justificativa de prejudicar a fiscalização, para o processo de “bater quilometragem”.
Nesse contexto, surge a tecnologia em cena.
Mas em vez de nos aproximar das pessoas, em princípio ela só nos fez focar no controle da operação. E com tudo isso, a única coisa importante se tornou os números do sistema.
Nesse ponto, já nem lembrávamos mais que o começo de tudo isso foi a simples ideia de levar pessoas de um lugar para outro.
Mas será que agora olhando para novos números, sob uma nova perspectiva, conseguimos entender o que as pessoas querem?
Este é um desabafo fictício/artificial, ou não, de um operador de transporte emulado por Inteligência Artificial.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

CIDADE DO MÉXICO IMPLEMENTA INICIATIVA PARA DESCARBONIZAR FRETE RODOVIÁRIO

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Projeto pretende acelerar desenvolvimento de infraestrutura para veículos pesados elétricos na região

Em colaboração com a Secretaria do Meio Ambiente (Sedema) da Cidade do México, a Iniciativa Laneshift pretende incentivar a redução das emissões de gases poluentes no transporte de mercadorias. O projeto deve, ainda, estabelecer diretrizes e ações para acelerar o desenvolvimento da infraestrutura de veículos elétricos na região.

Com foco em veículos pesados elétricos, a Iniciativa Laneshift terá como base alguns programas municipais apresentados nos últimos anos, como o Programa de Autorregulação da Eletromobilidade, iniciado em 2022. O plano promove a eletromobilidade para veículos leves na Cidade do México.

“O C40 estima que em 2021, 4,4 mil mortes foram atribuídas à poluição do ar na Cidade do México. A Iniciativa Laneshift promove casos de negócios de frete com emissão zero bem-sucedidos para mudar esse paradigma na cidade”, afirma Gabriel Tenenbaum, chefe de veículos com emissão zero do C40 Cities na América Latina.

De acordo com o inventário de emissões da Sedema, 58% das emissões de gases com efeito de estufa são produzidos pelos transportes. A mudança para veículos elétricos também proporciona benefícios fiscais e operacionais para a região. Além disso, ainda promove a redução dos custos das operações de transporte de mercadorias.

O projeto fundado pela Amazon e pelo Climate Pledge da Global Optimism, tem apoio da Rede C40 (Rede de Grandes Cidades para Liderança Climática). A mesma iniciativa já foi implementada em diversas cidades do mundo, como em Curitiba, aqui no Brasil.

Iniciativa Laneshift no Brasil

Em 2023, Curitiba se tornou a primeira cidade da América Latina a participar da Iniciativa Laneshift. Conforme o inventário climático desenvolvido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente da capital paranaense, cerca de 66% das emissões de gases de efeito estufa da cidade vêm do transporte.

Aqui no Brasil, o programa tem o mesmo objetivo de combater as emissões de carbono do transporte rodoviário de carga. Em Curitiba, o projeto leva em consideração as especificidades locais, como as iniciativas anteriores já elaboradas.

Na época, por exemplo, o secretário municipal de Administração, Gestão de Pessoal e Tecnologia da Informação, Alexandre Jarschel de Oliveira, afirmou que as novas licitações da prefeitura passariam a prever o uso de veículos elétricos no transporte de carga.

Fonte: Mobildade Estadão

PARQUE DA MOBILIDADE URBANA ABRE AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO 2024

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As inscrições vão até o dia 08 de abril e podem concorrer iniciativas públicas, privadas e pessoas que promovam a mobilidade urbana sustentável, segura e inclusiva

O Prêmio Parque da Mobilidade Urbana (PMU) está de volta em 2024, com o intuito de reconhecer e premiar iniciativas públicas e privadas, bem como pessoas, que estejam promovendo a mobilidade urbana sustentável, segura e inclusiva em território brasileiro. As inscrições para o prêmio estarão abertas até o dia 08 de abril de 2024.

O Prêmio PMU busca destacar não apenas os esforços em prol da mobilidade urbana, mas também proporcionar visibilidade e, acima de tudo, a oportunidade de escalabilidade das iniciativas vencedoras, assim como inspirar potenciais líderes a seguir carreiras inspiradoras e disruptivas no campo da mobilidade.

Categorias de Premiação

As categorias do Prêmio PMU incluem:

  • Carreira Inspiradora em Mobilidade Urbana
  • Mulheres que Inspiram na Mobilidade Urbana
  • Iniciativas em favor da mobilidade sustentável (Categoria Pública e Privada)
  • Iniciativas que inovam e transformam (Categoria Pública e Privada)
  • Iniciativas em favor da segurança viária
  • Iniciativas em favor da mobilidade ativa

Quem Pode Participar?

Podem concorrer ao prêmio as iniciativas públicas, privadas e pessoas que promovam a mobilidade urbana sustentável, segura e inclusiva, conforme descrito no formulário disponível no regulamento.

Regras e Informações Importantes

Não há limite de inscrições por organização. Todas as regras do Prêmio PMU podem ser encontradas no regulamento disponível no site do evento.

Cronograma

  • Período de Inscrições: 18 de março a 08 de abril de 2024
  • Julgamento: 16 de abril a 05 de maio de 2024
  • Apresentação dos ganhadores: 13 de junho de 2024

Conheça os Vencedores de 2023

No ano anterior, o Prêmio PMU reconheceu diversas iniciativas exemplares, incluindo:

  • Iniciativas Privadas em Favor da Mobilidade Sustentável

Vencedor: Projeto Higienópolis Aberta da UrbData® + Comissão da Avenida Higienópolis

Menção Honrosa: Bikes for the Planet Tembici e Ônibus Elétrico 100% Brasileiro da Eletra

  • Iniciativas Públicas em Favor da Mobilidade Sustentável

Vencedor: Bicicletas Adaptadas Compartilhadas Gratuitas da Autarquia Empresa Pública de Transportes – EPT

Menção Honrosa: BRT Salvador, da Secretaria de Mobilidade da Prefeitura de Salvador e Linha 15 Prata – Corredor Verde como Elemento de Requalificação Urbana da Cia do Metropolitano de São Paulo – Metrô

  • Iniciativas Públicas que Inovam e Transformam

Vencedor: passe livre do trabalhador da câmara deliberativa do transporte coletivo da região metropolitana de goiânia

Menção Honrosa: botão bela, da emdec (empresa municipal de desenvolvimento de campinas) e projeto brt sorocaba, da urbes – trânsito e transportes

  • Iniciativas Privadas que Inovam e Transformam

Vencedor: case Goiânia da prodata mobility brasil / governo do estado de goiás

Menção Honrosa: vai longe – programa de aceleração de projetos da tembici e joinbike – um aplicativo para a prática do ciclismo, iniciativa do instituto federal do paraná – ifpr – campus colombo.

  • Iniciativas em Favor da Segurança Viária

Vencedor: projeto de readequação da velocidade da autarquia municipal de trânsito e cidadania de fortaleza

Menção Honrosa: núcleo de estudos de acidentes de trânsito (neat) da superintendência de trânsito e transportes públicos (sttp) de campina grande – pb e rota escolar segura jardim nakamura da companhia de engenharia de tráfego – cet em são paulo

  • Iniciativas em Favor da Mobilidade Ativa

vencedor: programa revivacidade – delphino cintra da emdec/setransp – empresa municipal de campinas /secretaria municipal de transportes

menção honrosa: calçada viva da autarquia municipal de trânsito e cidadania (amc) fortaleza (ce) e transformação da rua da palma iniciativa da prefeitura da cidade do recife, cttu recife e autarquia de trânsito e transporte urbano do recife

  • Mulheres que Inspiram na Mobilidade Urbana

Vencedora: renata falzoni, arquiteta, jornalista e cicloativista

Menção Honrosa: luciana nicola, diretora de relações institucionais e sustentabilidade do itaú unibanco e clarisse cunha linke, country director do institute for transportation and development policy (itdp – brasil)

  • Carreira Inspiradora em Mobilidade Urbana

Vencedora: niege chaves, vice presidente – grupo mobibrasil

Menção Honrosa: ailton brasiliense, presidente da antp, antonio filosa, chief operating officer (coo) – stellantis south america, francisco armando noschang christovam – ntu e joubert flores, vice-presidente da américa latina – uic

Para mais informações e para se inscrever no Prêmio, visite o site oficial do Parque da Mobilidade Urbana: https://parquedamobilidadeurbana.com.br/

Sobre o Connected Smart Cities: O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que nos permitem estar sempre no dia a dia dos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes. 

Sobre o Mobilidade Estadão: O Mobilidade Estadão é a unidade de negócios do Grupo Estado que possui uma plataforma que conecta milhões de pessoas com interesse sobre temas ligados à mobilidade, através dos super verticais ligados à Autos, Motos, Caminhões e Mobilidade. 

Junte-se a nós nesta jornada rumo a uma mobilidade urbana mais disruptiva, sustentável e inclusiva!

A INFLUÊNCIA DO CYBERBULLYING NA SAÚDE MENTAL DOS JOVENS NA ERA DIGITAL: O PAPEL CRUCIAL DOS PAIS E DA REGULAÇÃO GOVERNAMENTAL

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   Estudos indicam que a exposição ao cyberbullying incide em graves problemas de saúde que afetam o corpo e a mente

          O advento da era digital trouxe consigo inúmeras facilidades e benefícios que revolucionaram a forma como interagimos, aprendemos e nos comunicamos. No entanto, também trouxe desafios significativos, particularmente no que diz respeito à saúde mental dos jovens. O cyberbullying emergiu como uma triste realidade, conectado diretamente ao aumento preocupante de casos de depressão, ansiedade e até suicídios entre os adolescentes.

          Estudos indicam que a exposição ao cyberbullying incide em graves problemas de saúde que afetam o corpo e a mente. As redes sociais e outras plataformas online fornecem um terreno fértil para comportamentos prejudiciais e agressivos, que podem ter repercussões graves na psique dos jovens. As interações frias e efêmeras caracterizadas pela era digital muitas vezes facilitam o anonimato e a impunidade, aumentando a propensão ao bullying virtual. O anonimato e a impunidade que o ambiente digital oferece, protege os algozes e deixam mais vulneráveis as vítimas.

          A influência negativa da inteligência artificial também merece destaque, pois algoritmos e bots que vem como grande avanço na área da tecnologia, quando utilizados de forma irresponsável e sem supervisão, por crianças e adolescentes, podem construir imagens distorcidas e prejudiciais do outro, exacerbando conflitos e alimentando o cyberbullying. A falta de autenticidade e conexão emocional nas relações online, presentes nas interações face a face, torna os jovens mais vulneráveis a essa manipulação e deturpação de suas percepções. O aspecto impessoal e efêmero das conexões virtuais, podem aumentar a propensão ao cometimento desses atos, uma vez que a falta de empatia e compreensão mútua pode levar a comportamentos desumanos.

          Um estudo recente nos mostra que uma em cada cinco crianças vítimas de bullyng relatam ter pensado em suicídio, 78% das vítimas sofrem com ansiedade e 56% perdem muitas noites de sono pelo trauma. Diante desse cenário alarmante, a importância do controle parental sobre o tempo de acesso e o conteúdo consumido na internet se destaca como uma medida preventiva crucial. Os pais desempenham um papel fundamental na orientação e supervisão do uso da tecnologia pelos filhos, estabelecendo limites saudáveis e promovendo um ambiente digital seguro e responsável.

          Além do papel dos pais, a regulação governamental é uma vitória na proteção dos jovens contra essa prática. A recente promulgação da Lei 14811/24, que criminaliza o bullying e o cyberbullying, reflete o reconhecimento da gravidade desses atos e estabelece penalidades para aqueles que as perpetuam. Essa legislação serve como um marco importante na conscientização e prevenção dessas formas de violência virtual, destacando a necessidade de responsabilização e combate ativo a esses comportamentos danosos. 

          A prevenção do cyberbullying e seus impactos devastadores na saúde mental dos jovens exige uma abordagem multifacetada. O envolvimento ativo dos pais, a educação e o letramento digital e a regulamentação eficaz são peças-chave para criar um ambiente online seguro, saudável e capacitador para as gerações futuras. A conscientização e a ação coletiva são essenciais para promover uma cultura digital inclusiva e livre de bullying, protegendo assim o bem-estar e a segurança emocional dos nossos jovens. 

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

NÚMERO DE STARTUPS E PMES FOCADAS EM SOLUÇÕES PARA O SETOR PÚBLICO É SEIS VEZES MAIOR EM COMPARAÇÃO A ESTUDO REALIZADO EM 2020

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Dados são do Mapa GovTech, estudo desenvolvido pelo BrazilLAB e Oracle sobre empresas brasileiras focadas em tecnologia para o setor público

O BrazilLAB, primeiro hub de inovação GovTech do Brasil e da América Latina, lançou o Mapa GovTech, estudo sobre o ecossistema de empresas brasileiras focadas em tecnologias para o setor público (“govtechs”), realizado com o apoio da Oracle, empresa de tecnologia em nuvem que fornece às organizações infraestrutura de computação e software.

De acordo com o estudo, mais de 470 startups e PMEs oferecem atualmente soluções para desafios públicos, tendo ao longo dos últimos 4 anos prestado serviços, colaborado de alguma forma ou manifestado interesse em colaborar com entes públicos no Brasil. O número é aproximadamente seis vezes maior do que o número de empresas mapeadas em 2020 no estudo pioneiro feito sobre o tema no Brasil.

A Região Sudeste é a região com maior número de govtechs (51,79%), seguida das regiões Sul (21,47%), Nordeste (14,32%), Centro-Oeste (8,63%), e Norte (2,53%). Dentre as mais de 470 empresas mapeadas, 30 foram classificadas na lista de startups e PMEs de destaque, e 55 foram incluídas na lista “Para Ficar de Olho”, a partir de critérios como número de contratos com o Poder Público e quantidade de investimentos captados.

Além disso, o Mapa GovTech identificou mais de 330 iniciativas de inovação do poder público no Brasil, como laboratórios de inovação a programas de inovação aberta, listando todas essas iniciativas e apresentando 30 delas de maneira mais detalhada no estudo. A maioria das iniciativas está vinculada ao Poder Executivo (55,92%), em seguida ao Judiciário (33,43%) e, por último, ao Legislativo (3,85%).

Os resultados demonstram o crescimento e amadurecimento do ecossistema GovTech brasileiro nos últimos anos. O Mapa GovTech apresenta também as principais mudanças recentes na legislação brasileira que impactaram o setor, destacando sobretudo a adoção do novo tripé regulatório GovTech (Marco Legal de Startups e Empreendedorismo Inovador, Lei de Governo Digital e Nova Lei de Licitações), além de informações sobre o fluxo de investimentos nesse ecossistema, indicando ainda oportunidades, desafios e tendências no setor para os próximos anos.

“O Mapa GovTech tem uma importância fundamental por ser a mais abrangente radiografia já feita sobre o estágio atual do ecossistema de startups e iniciativas do Poder Público ligadas à temática de inovação e transformação digital. Informação de qualidade é fundamental para tomada de decisão pelos atores envolvidos nesse segmento, especialmente empresas, governos e investidores. Esperamos qualificar o debate público relacionado à pauta GovTech no Brasil, ampliando as conexões público-privadas tão necessárias para o avanço dessa agenda”, afirma Guilherme Dominguez, autor do estudo e CEO do BrazilLAB.

Utilizando dados primários e secundários, o mapeamento foi realizado ao longo de 2022 e 2023, por meio de uma chamada aberta divulgada amplamente pelo BrazilLAB e pela Oracle, bem como por organizações parceiras de todas as regiões do Brasil.

“O compromisso de longa data da Oracle com o setor público brasileiro e a colaboração com empresas do setor refletem nosso propósito de promover a transformação digital centrada no cidadão e apoiar o progresso do país, por isso é apoiadora desse projeto desde o seu nascimento”, acrescenta Maria Carolina Faria, gerente de Alianças e Parcerias na Oracle. “Govtechs representam um catalisador essencial para a modernização do setor público. Quando essas empresas conseguem se integrar, elas não apenas trazem inovação, mas também desafiam as estruturas tradicionais, acelerando o processo de entrega de serviços e melhorando a vida dos cidadãos de forma significativa”, complementa.

O estudo foi lançado no dia 12 de março e é possível conferir a gravação da transmissão no canal do Youtube do BrazilLAB pelo link: https://youtu.be/KlBX5sgADjA

Para baixar o Mapa GovTech – Brasil 2024, acesse https://brazillab.org.br/mapa-govtech.

Sobre o BrazilLAB

O BrazilLAB é o primeiro hub de inovação GovTech do Brasil e da América Latina, que acelera soluções e conecta startups com os desafios do Poder Público. Nosso objetivo é estimular no Brasil uma cultura voltada para a inovação e transformação digital no setor público, de fora para dentro. Fazemos isso apoiando empreendedores que estão engajados em buscar soluções para os desafios mais complexos vividos pela sociedade atual, capacitando servidores públicos nessa temática, além de qualificar o debate sobre o tema com a realização de estudos e eventos. Saiba mais em http://www.brazillab.org.br.

Informações para imprensa: Rhana Silva – Analista de Comunicação

Telefone: +55 (61) 996930319

Email: comunicacao@brazillab.org.br

Sobre a Oracle

A Oracle é uma empresa de tecnologia em nuvem que fornece as organizações infraestrutura de computação e software para ajudá-las a inovar, desbloquear eficiências e se tornarem mais eficazes. Referência no gerenciamento de bancos de dados e servidores para empresas, escolas e governos ela foi a primeira e única empresa a criar um banco de dados autônomo do mundo para ajudar a organizar e proteger os dados de seus clientes.

Marcas registradas
Oracle, Java, MySQL e NetSuite são marcas registradas da Oracle Corporation. A NetSuite foi a primeira empresa na nuvem, desbravando a nova era de computação na nuvem.
Informações para imprensa: OracleBrasil@CurrentGlobal.com
Marcella Costa – (11) 96387-5297
Fabi Primilla – (11) 91198-0325
Natália Coelho – (11) 93044-9447
Verônica Andrade – (11) 91260-6474

Fonte: Assessoria de Imprensa