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CONNECTED SMART CITIES REGIONAL NORDESTE APRESENTA SOLUÇÕES INOVADORAS PARA IMPULSIONAR O DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO

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Evento em Salvador reúne líderes, especialistas e palestrantes renomados para discutir inovações e estratégias para cidades inteligentes no Nordeste.

O maior e mais importante evento de cidades inteligentes do país chega ao Nordeste com mais uma edição regional. Sediado em Salvador, capital da Bahia, o Connected Smart Cities Regional Nordeste reunirá mais de 2 mil participantes, incluindo representantes dos 9 estados da região. Com o Nordeste concentrando 26,9% da população do país em quase 1.800 cidades e respondendo por 15% do PIB brasileiro, o evento surge como um espaço vital para discutir soluções e oportunidades que impulsionam o desenvolvimento urbano.

Destaques da Programação:

Com 6 palcos simultâneos, 18 painéis, mais de 28 horas de conteúdo e mais de 100 palestrantes confirmados, o evento abordará temas cruciais para o avanço das cidades nordestinas, como Cidades Prósperas, Cidades Empreendedoras, Cidades Participativas e Engajadas, Urbanismo Sustentável, Cidades Conectadas, Cidades Resilientes e Inclusivas, Mobilidade Ativa, Data Analytics, Tendências e Conectividade e Integração.

Além das palestras e painéis, os participantes terão acesso a rodadas de negócios, work stations e uma exposição com as soluções e tecnologias mais inovadoras para a região. 

Destaques Regionais:

As cidades do Nordeste saíram na frente quando se trata de planejamento para o desenvolvimento de cidades inteligentes, com exemplos de PDTCI, PMCI, PECI e outros formatos de plano que estruturam planejamento eficiente para a transformação das cidades locais. Salvador foi a pioneira em uma plataforma de tecnologia inteligente em gestão do transporte, que desde 2015 monitora, em tempo real, todos os ônibus da cidade 24h por dia.

O Nordeste reúne 97 das 100 melhores escolas de anos iniciais do Brasil e no ensino fundamental 2 marca presença com 88 unidades. Além disso, a região é referência em investimentos em ambientes de inovação, em infraestrutura tecnológica, além da desburocratização para abertura de novas empresas.

Para enfrentar os desafios relacionados à infraestrutura e aos serviços públicos, o evento contará com a participação de empresas e concessionárias responsáveis pela distribuição de água, saneamento, telecomunicações e gestão de resíduos sólidos. Estas entidades, juntamente com especialistas do setor, compartilharão soluções já implementadas e servirão como modelos inspiradores para o desenvolvimento de outras cidades, visando superar os padrões nacionais.

Além disso, serão evidenciados os diversos pilares que compõem as cidades inteligentes e que já se destacam em municípios do Nordeste. Isso inclui o planejamento urbano, com ênfase no exemplar Plano de Cidades Inteligentes adotado por Salvador; a inovação tecnológica, impulsionada pelo Polo Tecnológico de Recife; a qualidade da educação básica, com notável desempenho em Fortaleza; a digitalização dos serviços públicos, exemplificada pela plataforma Ajuinteligente, de Aracaju; e o progresso econômico de várias cidades locais, além de avanços em empreendedorismo, segurança, energia e outros aspectos relevantes.

Perfil do Público:

Prefeitos, secretários e representantes das cidades dos 9 estados nordestinos estarão presentes para discutir as particularidades de suas cidades, mapear desafios e oportunidades, e buscar soluções integradas e inovadoras para impulsionar o desenvolvimento urbano na região.

Palestrantes Confirmados:

Com mais de 100 palestrantes, a lista de confirmados conta com: Bernardo D´Almeida, Presidente – EMPREL, Bruno Reis, Prefeito – Prefeitura de Salvador, Carlos Marques Dunga Júnior, Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos – Prefeitura de Campina Grande, Iara Negreiros, Sócia – Spin Soluções Públicas Inteligentes Consultoria, Joanna Guerra, Secretária Municipal de Planejamento – Prefeitura de Natal, Mila Paes, Secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda – Prefeitura de Salvador, Paula Faria, CEO e Idealizadora da Plataforma Connected Smart Cities, Pablo Silva Souza, Diretor de Planejamento da Secretaria de Mobilidade – Prefeitura de Salvador, Priscila Romano Pinheiro, Diretora de Relações Institucionais – SalvadorPAR, Samuel Pereira Araújo, Secretário Municipal de Inovação e Tecnologia – Prefeitura Salvador, Thayane Carvalho, Analista de Negócios – Scipopulis, Vitor Amuri, Sócio e Diretor de Projetos – SPIn Soluções Públicas Inteligentes Consultoria, Lucas Florencio, Sócio Cofundador – Al Drones, Willian Rigon, Sócio-diretor de Novos Negócios – Plataforma Connected Smart Cities & Mobility, Wlader Peres, Diretor Técnico de Infraestrutura – Companhia de Governança Eletrônica de Salvador e mais.

Data e Local:

18 de abril de 2024 – 09h00 às 18h00

Centro de Convenções Salvador – Salvador – BA

Para se inscrever acesse: https://evento.connectedsmartcities.com.br/evento-regional-nordeste/

Sobre a Necta

A Necta é uma das principais promotoras de conteúdo e eventos no Brasil especialista em aproximar os públicos B2B, B2G, G2B e G2G através da implementação de atividades orientadas a impactar positivamente os ecossistemas onde estão inseridas.

Criamos plataformas que conectam pessoas e transformam ecossistemas por meio de soluções de conteúdo especializado, promoção de eventos de negócios, premiações, cursos, rankings, estudos, marketplace e utilização de ferramentas de inteligência de mercado.

Somos os idealizadores e realizadores do Connected Smart Cities, única plataforma de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil, e da principal plataforma de PPPs e Concessões, o P3C Investimentos em Infraestrutura.

 

NOVA YORK IMPLEMENTA SISTEMA DE CARREGAMENTO SEGURO DE BATERIA PARA ENTREGADORES

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Projeto piloto tem como objetivo prevenir e reduzir risco de incêndios com baterias de veículos elétricos

A cidade de Nova York deu início ao projeto piloto de instalação de um sistema público de carregamento seguro de bateria. A ação tem como foco os entregadores de aplicativo que utilizam veículos elétricos como principal meio de trabalho e locomoção.

A partir de março, entregadores testarão cinco estações de recarga em Manhattan e no Brooklyn. As estruturas públicas servirão como alternativa para carregamento dos veículos fora de casa ou de estabelecimentos fechados.

No último ano, a cidade de Nova York registrou 268 casos de incêndio doméstico com explosão de bateria de veículos elétricos de micromobilidade. Na maior parte dos casos, os incêndios ocorreram por por questões de carregamento inadequado ou equipamento em más condições.

A iniciativa é uma parceria do governo de Nova York com a Newlab, uma plataforma de risco, e ainda conta com o apoio de três empresas para a infraestrutura dos pontos de recarga: a Swobbee, a Popwheels e a Swiftmile.

De acordo com o projeto, o período de teste também servirá para recolher dados sobre a utilização e a experiência de novas opções de carregamento. Essas informações devem contribuir para a ampliação da infraestrutura de carregamento de mobilidade elétrica de Nova York e melhorar as condições para os motoristas de entregas que dependem da micromobilidade elétrica.

Troca de baterias

Além dos postos de carregamento seguro de bateria, os entregadores poderão trocar baterias gastas em estações da Swobbee. Inicialmente, os entregadores contarão com quatro estações piloto de troca de baterias, instaladas no final de fevereiro. Os pontos de troca têm capacidade para entre 30 e 60 trabalhadores.

“Para garantir a máxima segurança aos entregadores, estamos introduzindo a tecnologia de bateria mais segura do mercado. Esta tecnologia de ferrofosfato de lítio (LFP) supera qualquer alternativa convencional de íons de lítio – e com um custo total de propriedade mais baixo”, afirma Stephan von Wolff, diretor administrativo da Swobbee nos EUA.

Fonte: Mobilidade Estadão

CORREDORES VERDES: UMA SOLUÇÃO AMBIENTAL PARA O CALOR NAS GRANDES CIDADES

Mais do que arborizar praças, é preciso planejamento urbano cuidadoso para interligar áreas verdes e mantê-las saudáveis, funcionais e perenes, escreve Adrien Pages, CEO da Morfo

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apontou, em janeiro, que 2023 foi o ano mais quente da história no Brasil. Além da média anual das temperaturas ter ficado 0,69°C acima do patamar histórico, os termômetros elevados foram quase uma constante: o recorde foi quebrado em 9 dos 12 meses do ano. O fenômeno não foi um caso isolado no Brasil, claro. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a temperatura média do planeta ficou 1,45°C acima dos níveis pré-industriais – um valor bastante simbólico, já que as medidas do Acordo de Paris têm como objetivo limitar esse aumento em, no máximo, 1,5°C.

É um cenário ao qual os grandes centros urbanos devem estar atentos, uma vez que são os mais afetados pelas mudanças climáticas. Isso porque, em relação ao ambiente rural, as cidades apresentam temperaturas mais altas, formando as chamadas ilhas de calor, fruto da presença de prédios e ruas pavimentadas com materiais que não absorvem o calor e também pela escassez de cobertura vegetal. E é nesse ponto que a engenharia florestal aplicada a um bom planejamento urbano pode colaborar na qualidade de vida dos cidadãos.

No Urban green spaces and health review, a Organização Mundial da Saúde (OMS) liga os estímulos que as áreas verdes causam no estilo de vida das pessoas à melhora da saúde, sugerindo indicadores para avaliar a relevância das áreas verdes e com recomendações para maximizar o potencial positivo. As orientações prevêem que regiões, como parques e praças, tenham, no mínimo, meio hectare, e que estejam, no máximo, a uma distância de 300 metros – ou 5 minutos a pé – de cada habitante. Em termos gerais, para garantir o acesso equitativo, é preciso investir na criação de pequenas áreas espalhadas.

Embora não esteja definido no documento da OMS, pensando em uma arborização sustentável, tão importante quanto o espalhamento das áreas verdes, são as interligações entre elas. Isso porque dentro das cidades as ruas e avenidas acabam funcionando como barreiras, levando ao efeito de borda e à perda da funcionalidade biológica da mata por falta de conectividade com outros fragmentos verdes que possam existir na proximidade. 

A primeira interligação, então, seria em favor da biodiversidade da vegetação original. Caso as áreas verdes tenham predominância de espécies exóticas com comportamento invasor, elas vão competir por recursos naturais com as espécies nativas que estão tentando sobreviver por ali.

“Ao implantar uma área verde, é fundamental conhecer a diversidade presente no entorno através de um inventário florestal. Com esse levantamento é possível promover a substituição da vegetação que não faz parte do bioma original por espécies nativas que podem contribuir com sementes e garantir a continuidade da mata”

Sendo todas do mesmo bioma, as trocas saudáveis entre as áreas são estimuladas por outro tipo de interligação: a física. O planejamento deve prever ruas arborizadas entre parques e praças, de forma a construir vários caminhos de copas. Esse é o chamado corredor ecológico urbano e é por meio dele que pássaros e pequenos mamíferos passam de um local ao outro, levando sementes e garantindo a perenidade da vegetação. Foi o que aconteceu quando um tucano foi visto na orla de Copacabana no início de fevereiro; certamente foi por meio de um desses corredores que a ave, encontrada facilmente na floresta da Tijuca, chegou à praia.

A presença desses corredores também garante que a redução dos efeitos das ilhas do calor se propague pela cidade, não se restringindo ao entorno de parques e praças. Um ótimo exemplo, em prática desde 2021, é o projeto Corredores Verdes, da cidade de Medellín, na Colômbia. Árvores e arbustos foram plantados ao longo de 18 ruas e avenidas e 12 cursos de água, levando à redução da temperatura em 2°C em alguns locais. As vantagens não param aí: a presença da arborização reduz a poluição sonora, retém partículas de poeira melhorando a qualidade do ar e protege os recursos hídricos do município.

Por fim, quando ligados a florestas nativas adjacentes, como áreas de preservação ou parques ecológicos, os corredores promovem a manutenção natural da biodiversidade dentro da área urbana por meio da propagação natural. Uma das vantagens é que é mais simples e barato recuperar essas grandes áreas e promover o enriquecimento de espécies com técnicas de restauração inteligente e em larga escala.

Essa, por exemplo, é a aposta que a cidade do Rio de Janeiro fez recentemente, adotando uma metodologia que envolve diagnóstico de solo, planejamento estratégico de plantio feito com a ajuda de inteligência artificial. Diga-se: plantio em padrões complexos e específicos para cada área feitos por drones e monitoramento da evolução florestal. O método será aplicado em áreas de difícil acesso, como as encostas da Serra da Posse, na zona oeste da cidade, deslocando as equipes de meio ambiente para o trabalho em áreas mais seguras.

As mudanças climáticas exigem uma reação imediata e as cidades devem estar cada vez mais atentas às transformações estruturais que podem impactar positivamente no cotidiano da população. Além, claro, de reforçar o entendimento de que o homem faz parte da natureza e que, consequentemente, o ambiente é fundamental para a saúde.

Fonte: Exame

LONDRES INAUGURA ROTA PARA CAMINHADA E CICLISMO DE 24 KM

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Oitava da rede de micromobilidade da capital londrina, a Green Link Walk vai de Peckham (sul) a Epping Forest (norte), e corta 40 espaços verdes dentro da área urbana

Green Link Walk é a mais nova rota da rede de caminhada da Grande Londres: são 24 km de extensão de trilhas, passando por cerca de 40 áreas verdes, tudo sem se afastar muito do meio urbano. O percurso foi lançado no início de março pela TfL, o órgão governamental responsável pelo sistema de transporte da capital londrina.

Voltado a pedestres e ciclistas, o novo caminho faz parte da rede Walk London, que já conta com oito rotas muito visitadas pelos londrinos, como as Green Chain e Thames Path.

A Green Link Walk atravessa o leste de Londres, indo de Peckham, ao sul, até Epping Forest, no norte, onde se encontra a floresta de Essex, com cerca de 55 mil árvores antigas. Seguindo pela rota, além de evitar o trânsito da cidade, o caminhante vai usufruir de espaços verdes pouco conhecidos e passar por locais históricos – como o antigo hospital Clothworker’s Almhouses ou o jardim público Postman’s Park -, sem se dar conta que não está tão longe da área urbana.

A rota foi lançada em resposta ao aumento da demanda por caminhadas de lazer desde a pandemia e ao desejo dos londrinos de ter mais espaço para a mobilidade a pé. Segundo o TfL, houve um aumento de 10% nessa modalidade desde 2020, e mais da metade da população hoje busca por áreas para andar e pedalar.

Leia Tmabém: Metrô de São Paulo lança parceria com Moovit para trajetos sustentáveis

Acessibilidade

No planejamento das trilhas, a rede Walk London busca contemplar as necessidades de inclusão e de acessibilidade, informa a TfL. A Green Link Walk, por exemplo, inclui meios-fios rebaixados e pontes com rampas ou degraus íngremes são evitados, sempre que possível, diz o órgão. Desse modo, o trajeto é recomendado inclusive para pessoas em cadeira de rodas, idosos ou pais levando um carrinho de bebê.

A rota Green Link Walk conta também com o apoio de diferentes grupos de pedestres e de adeptos da micromobilidade, incluindo Ramblers, London Living Streets, Sustrans e CPRE.

Acima, o percurso do Green Link Walk. Se quiser acessar o mapa interativo, clique aqui.

Fonte: Mobilize Brasil

O PAPEL FUNDAMENTAL DAS MULHERES NO SETOR AUTOMOTIVO: QUEBRANDO BARREIRAS E IMPULSIONANDO INOVAÇÃO

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Impulsionar a inovação e liderar equipes até promover a inclusão e inspirar a próxima geração, as mulheres estão deixando sua marca indelével na indústria automotiva

Nos últimos anos, as mulheres têm desempenhado um papel cada vez mais significativo no setor automotivo, desafiando estereótipos e contribuindo para impulsionar a indústria para novos patamares de excelência e inovação. Neste artigo, trouxe alguns pontos notórios do impacto positivo que as mulheres têm tido no setor automotivo e como sua presença tem sido fundamental para moldar o futuro da indústria.

  1. Diversidade e Inovação

A presença de mulheres no setor automotivo tem trazido uma valiosa diversidade de perspectivas e habilidades para a mesa. Com diferentes experiências de vida, formas de pensar e abordagens para resolver problemas, as mulheres têm ajudado a impulsionar a inovação em todas as áreas da indústria, desde o design e engenharia até o marketing e vendas.

  1. Liderança e Empoderamento

À medida que mais mulheres assumem posições de liderança no setor automotivo, elas estão abrindo caminho para uma maior representatividade e empoderamento feminino. Desde CEOs de grandes montadoras até líderes de equipes de engenharia e design, as mulheres estão demonstrando sua capacidade de liderar e inspirar, tornando-se modelos a serem seguidos para as futuras gerações.

  1. Inclusão e Acessibilidade

As mulheres também desempenham um papel crucial na promoção da inclusão e acessibilidade no setor automotivo. Ao considerar as necessidades e preferências das consumidoras, as empresas podem desenvolver produtos e serviços que atendam a uma ampla gama de clientes, tornando a indústria mais acolhedora e receptiva a todos.

  1. Educação e Capacitação

Além de contribuir para o setor automotivo através de seus talentos e habilidades, as mulheres também estão desempenhando um papel importante na educação e capacitação da próxima geração de profissionais da indústria. Programas e iniciativas que incentivam o interesse das meninas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) estão ajudando a preparar uma força de trabalho mais diversificada e talentosa para o futuro.

  1. Desafios e Oportunidades Futuras

Apesar do progresso significativo, as mulheres ainda enfrentam desafios no setor automotivo, incluindo disparidades salariais, falta de representatividade em cargos de liderança e discriminação de gênero. No entanto, à medida que mais empresas reconhecem o valor da diversidade e inclusão, estão surgindo oportunidades para que as mulheres continuem a desempenhar um papel cada vez mais importante na indústria.

Conclusão

O papel das mulheres no setor automotivo é essencial e multifacetado. Desde impulsionar a inovação e liderar equipes até promover a inclusão e inspirar a próxima geração, as mulheres estão deixando sua marca indelével na indústria automotiva. À medida que continuamos a avançar, é crucial reconhecer e valorizar as contribuições das mulheres, garantindo que o setor automotivo seja verdadeiramente inclusivo, diversificado e capacitador para todos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autora, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

PARQUE DA MOBILIDADE URBANA ANUNCIA SUA TERCEIRA EDIÇÃO E ABRE INSCRIÇÕES PARA O CALL FOR PAPERS

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O maior evento de Mobilidade Urbana do país abre oportunidade para palestrantes contribuírem com soluções inovadoras para uma mobilidade mais disruptiva, sustentável e inclusiva 

Em um esforço para impulsionar a mobilidade urbana rumo a um futuro mais sustentável e inclusivo, o Parque da Mobilidade Urbana anuncia sua terceira edição, que acontece nos dias 13 e 14 de junho de 2024, na ARCA em São Paulo. O Parque da Mobilidade Urbana, idealizado pelo Connected Smart Cities em parceria com o Mobilidade Estadão, se destaca por sua abordagem disruptiva, sustentável e inclusiva, buscando soluções inovadoras para os desafios da mobilidade urbana moderna.

O evento apresentará uma série de palestras, exposições e experiências interativas, com o objetivo de oferecer uma imersão completa no universo da mobilidade urbana. Esta edição abordará temas essenciais para a mobilidade urbana no país, incluindo transporte público; indústria da mobilidade; logística urbana inteligente e frotas conectadas; planejamento da mobilidade urbana nas cidades; tecnologia e inovação; segurança no trânsito nas ruas e inclusão; mobilidade ativa e mobilidade compartilhada; tendências em mobilidade aérea urbana e drones.

Com o intuito de promover debates e compartilhar conhecimento, o evento contará com 8 palcos simultâneos, rodadas de negócios, experiências interativas, exposições, workstations, transmissão ao vivo, espaços de convivência e a loja do Parque da Mobilidade Urbana.

Call For Papers

O Parque da Mobilidade Urbana anuncia o lançamento do Call for Papers para sua edição de 2024. Pesquisadores, estudiosos, empreendedores e organizações dedicadas à mobilidade urbana são convidados a submeter propostas de palestras que contribuam de maneira inovadora para o desenvolvimento deste campo.

As inscrições para o Call for Papers são gratuitas e os trabalhos selecionados serão apresentados em formato de mesa redonda durante o evento. Esta é uma oportunidade única para compartilhar suas ideias e perspectivas com um público engajado e diversificado. O prazo de inscrição é até o dia 01 de Abril de 2024.

Detalhes do Evento:

Para mais informações e para se inscrever no Call for Papers, visite o site oficial do Parque da Mobilidade Urbana: https://parquedamobilidadeurbana.com.br/

Sobre o Connected Smart Cities: O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que nos permitem estar sempre no dia a dia dos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes. 

Sobre o Mobilidade Estadão: O Mobilidade Estadão é a unidade de negócios do Grupo Estado que possui uma plataforma que conecta milhões de pessoas com interesse sobre temas ligados à mobilidade, através dos super verticais ligados à Autos, Motos, Caminhões e Mobilidade. 

Junte-se a nós nesta jornada rumo a uma mobilidade urbana mais disruptiva, sustentável e inclusiva!

CONHEÇAS AS MELHORES CIDADES DO MUNDO PARA ANDAR DE BICICLETA

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No Brasil, São Paulo é a única que está no ranking que reúne 90 lugares. A Alemanha aparece três vezes no top 10

O Global Bicycle Index reúne as melhores cidades do mundo para andar de bicicleta. Em primeiro lugar, está uma cidade na Holanda, mas não é a famosa Amsterdã. Trata-se de Utrecht, um município que fica a cerca de uma hora de carro da capital. Porém, Amsterdã não está muito longe e ocupa o quinto lugar.

Em segundo lugar, está Münster (Alemanha), seguido pela Antuérpia (Bélgica), Copenhague (Dinamarca) e Amsterdã. Depois, está Malmö (Suécia), Hangzhou (China), Bern (Suíça), Bremen (Alemanha) e Hannover (Alemanha).

Assim, a Alemanha aparece três vezes no top 10 de melhores lugares para andar de bike no mundo, segundo o ranking de 2022. Assim, é considerado um dos países com melhor estrutura para ciclistas no mundo todo.

Andar de bicicleta no Brasil

Embora o Brasil esteja no ranking de melhores cidades do mundo para andar de bike, São Paulo está na 76ª posição dentre as 90. Outros países da América do Sul também aparecem na lista, como Buenos Aires (Argentina), em 83º lugar, Medellín – 89º, Bogotá – 81º e Cali – 82º (Colômbia) e Santiago – 58º (Chile).

Ainda que o país não esteja no top 10, o Brasil tem mais de 4 mil km de ciclovias e ciclofaixas. Somente as capitais reúnem 4.166 km de trajetos exclusivos para ciclistas.

De acordo com um estudo divulgado pela Environmental Health Perspectives, do Instituto Nacional de Ciências de Saúde Ambiental, para cada dólar investido em ciclovias, são economizados até U$ 24. Segundo o estudo, quanto mais pessoas andam de bicicleta, maior a redução de custos de cuidados de saúde.

Leia também: Audiência para leilão das linhas 11, 12 e 13 da CPTM deve ocorrer em maio

Ranking das capitais brasileiras com mais ciclovias e ciclofaixas

De acordo com dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, o ranking das dez cidades brasileiras com a melhor estrutura considera para bikes o total de quilômetros de vias. Além disso, analisa também os valores anuais de investimentos no setor. Confira:

  1. São Paulo, SP
  2. Brasília, DF
  3. Rio de Janeiro, RJ
  4. Fortaleza, CE
  5. Salvador, BA
  6. Curitiba, PR
  7. Recife, PE
  8. Florianópolis, SC
  9. Belém, PA
  10. Rio Branco, AC

Segundo a associação, a malha de ciclovias e ciclofaixas nas capitais cresceu 4%, passando de 4.196 km em 2022 para 4.365 km em 2023. Ou seja, um acréscimo de 169 km no período de um ano.

Assim, em média, cada uma das capitais brasileiras possui 161,7 km de ciclovias e ciclofaixas em 2023. “A construção de mais ciclovias e ciclofaixas é um ponto fundamental no incentivo à mobilidade e mostra o interesse dos municípios em trazer soluções para os deslocamentos urbanos”, comenta André Ribeiro, vice-presidente da Aliança Bike.

“Oferecer segurança e local apropriado ao uso da bicicleta pode trazer mudanças positivas gigantescas no dia a dia das pessoas e das cidades, contribuindo em vários aspectos. Que esse viés de alta se mantenha e que avance em todos os municípios brasileiros”, afirma André.

Fonte: Mobilidade Estadão

AUDIÊNCIA PARA LEILÃO DAS LINHAS 11, 12 E 13 DA CPTM DEVE OCORRER EM MAIO

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Depois do leilão do Trem Intercidades e da Linha 7-Rubi, que teve apenas um concorrente, o próximo previsto pelo governo paulista é o das Linhas 11, 12 e 13 da CPTM, segundo o secretário de Parcerias e Investimentos, Rafael Benini, em conversa com jornalistas nesta quinta na B3.

O pacote contempla as duas linhas menos movimentadas da CPTM e a mais cheia, a 12 e 13 e 11, respetivamente.

Segundo ele, a audiência pública da concessão deve ocorrer em maio. Já o edital de licitação está previsto para ser lançado até fim do ano.

Extensões

Benini informou que os investimentos mais expressivos no pacote de linhas serão as três extensões previstas. A linha 13, por exemplo, será levada da estação Aeroporto Guarulhos até o bairro de Bonsucesso. São mais 9,9 quilômetros e poderá ter mais 4 novas estações, sendo a Jardim dos Eucaliptos, São João, Presidente Dutra e Bonsucesso. A demanda estimada é de 233 mil passageiros por dia.

Já a Linha 11 poderá ser estendida até o bairro de Cesar de Souza, sendo um pleito antigo dos moradores de Mogi das Cruzes. A linha 12, por sua vez, seguirá após Calmon Viana, em paralelo com a Linha 11 até Suzano.

Fonte: Via Trolebus

METRÔ DE SÃO PAULO LANÇA PARCERIA COM MOOVIT PARA TRAJETOS SUSTENTÁVEIS

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O Metrô de São Paulo anunciou uma parceria com o Moovit Brasil para facilitar o planejamento de rotas na cidade. Agora, os usuários podem encontrar os melhores trajetos diretamente no site do Metrô, de forma rápida, simples e sustentável.

O serviço, por meio de um widget amigável, prioriza trajetos com transporte público ou meios sustentáveis, como caminhada, bicicleta ou patinete. O widget calcula o melhor trajeto mesclando vários tipos de transporte público disponíveis, garantindo rapidez, economia e cuidado com o meio ambiente.

Essa novidade proporciona mais autonomia e praticidade para o planejamento de deslocamentos pela cidade, convidando os usuários a fazerem parte dessa mudança positiva para o ambiente urbano.

Fonte: Mobilidade Sampa

LEILÕES DE PARCERIA PARA PROJETOS DE SANEAMENTO DEVEM RETOMAR FORÇA EM 2024, AVALIA SECRETÁRIO DO PPI

A promessa, com a aprovação da Nova Lei do Saneamento de 2020, era uma avalanche de leilões para concessões e PPPs (Parcerias Público-Privadas) no setor, que viriam no embalo de três projetos que já vinham sendo estruturados antes dela, tiveram disputas bem sucedidas e de elevado interesse, os de Alagoas, Amapá e Rio de Janeiro.

Mas a realidade foi bem diferente, com um avanço pequeno nos últimos três anos das parcerias para que se possa evoluir com o mais atrasado setor de infraestrutura no país.

Após longa disputa entre empresas públicas e privadas, 2024 deve ser o ano da retomada das parcerias no setor, avalia o secretário especial do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) da Casa Civil da Presidência, Marcus Cavalcanti.

“Era uma briga que, na verdade, ninguém ia ser capaz de fazer sozinho. [Acreditamos que] agora o privado terá a segurança jurídica para investir”, disse o secretário à Agência iNFRA.

O leilão a abrir a fila deve ser o do estado de Sergipe, que está em fase final de estruturação e, de acordo com o monitoramento do PPI, está com os acordos com os municípios adiantados. A expectativa é de investimentos na casa dos R$ 6 bilhões.

A previsão é de que ocorra ainda neste ano e o modelo será semelhante ao utilizado no Rio de Janeiro e em Alagoas, com a concessionária contratada ficando responsável por distribuição de água, e coleta e tratamento de esgoto, e a estatal estadual se mantendo na entrega da água.

Esse modelo também está previsto para ser usado em Rondônia, onde os acordos estão mais atrasados e não devem ser fechados a tempo de um leilão para este ano devido ao ciclo eleitoral. Como nos outros dois estados, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) também estuda o modelo para ser realizado no Pará. Em Pernambuco, Rio Grande do Norte, Goiás e Paraíba, todos em estudos, a tendência é um modelo de PPP com as estatais.

Limites da lei de 2020
A disputa sobre os limites da lei de 2020 em relação às estatais estaduais de saneamento tinha feito com que as parcerias andassem lentamente após o primeiro ciclo. Projetos de PPP convocados por essas estatais no Ceará, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul foram realizados. E 30 municípios fizeram individualmente concessão ou PPP.

Mas, no total, esses projetos não alcançam 5% da população do país, enquanto as três grandes concessões iniciais (RJ, AL e AP) atingiam quase 18% da população, de acordo com dados da Abcon/Sindicon (Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto).

Agora, consideradas as 44 concessões e projetos de PPPs que estão sendo estruturados por governos e companhias estaduais ou individualmente por municípios mapeadas pela associação, seriam impactados 32% da população nacional, com expectativa de investimentos na casa dos R$ 110 bilhões.

Velocidade dos investimentos
A velocidade para fazer os investimentos é considerada fator primordial para que os projetos de saneamento sejam realizados, visto que a lei determina o atingimento de um percentual de 90% de coleta e tratamento de esgoto e 99% de fornecimento de água para todo o país até 2033.

Os números variam, mas o volume de investimentos por ano para atingir a meta é estimado na casa dos R$ 70 bilhões, mais que o dobro da média do que se vem investindo nos últimos anos. Por isso, o secretário do PPI, Marcus Cavalcanti, alerta para a necessidade de todo tipo de parceria, apostando que nem o setor privado seria capaz de responder sozinho à demanda.

E para o secretário, os decretos publicados pelo governo em julho do ano passado, alterando a regulamentação anterior da lei, trouxeram a segurança necessária para a retomada dos investimentos.

“Vamos para o jogo”
Percy Soares Neto, que dirige a Abcon/Sindicon, acredita que o ciclo de novos leilões será “robusto”, o que será positivo para o setor. Para ele, era natural que numa transição do governo, qualquer que fosse, se levasse a um período de suspensão.

Mas, para Percy, a definição sobre os novos limites para os formatos de parcerias e o fato de os primeiros projetos licitados em 2020 estarem sendo bem sucedidos estão dando força para a retomada.

“Está dada a regra, vamos para o jogo. Houve uma maior abertura para as empresas públicas, mas isso não se questiona mais. Agora é ir para frente e colocar projeto no mercado. O que tem que ter é leilão”, disse Percy.

Resíduos sólidos
Outra parte do saneamento para a qual o PPI também acredita em grandes avanços a partir deste ano é o setor de resíduos sólidos (destinação final). São pelo menos 13 projetos em estruturação, com elevadas chances de três deles serem licitados em 2024.

São eles: o Consórcio CMM (São Paulo, liderado pela cidade de Ribeirão Preto), o Consórcio Cias (Minas Gerais, liderado pela cidade de Divinópolis), e o Consórcio Cirsop (São Paulo, liderado pela cidade de Presidente Prudente).

Além dos projetos em estruturação, o PPI também deverá aportar recursos para novos estudos em projetos desse tipo que haviam sido solicitados via chamamento do FEP Caixa, mas que não foram feitos por falta de recursos nesse fundo. A ideia é usar recursos de outro fundo, o Fdirs, para esses pedidos, conforme mostrou a Agência iNFRA.

Os projetos estão alicerçados na nova permissão de cobrança de tarifa pelo serviço de coleta e destinação de lixo, aprovada na lei do saneamento de 2020. Assim, de acordo com o secretário adjunto do PPI, Manoel Renato Machado Filho, estão sendo estruturados para serem concessões.

Resistência a colocar na conta de água
Segundo ele, o maior desafio dessas parcerias é a resistência das empresas de saneamento em colocar na fatura de água e esgoto a taxa que foi criada para os resíduos, alegando que isso poderia aumentar a inadimplência geral dos projetos. Segundo ele, os números não apontam para esse efeito.

“Há um período inicial de três meses em que isso ocorre, mas depois a inadimplência volta ao mesmo patamar”, explicou Manoel Renato.

De acordo com o secretário, alguns projetos estão sendo estruturados para gerar um boleto autônomo ao da conta de água, como forma de teste, mas ele acredita que isso deverá gerar uma inadimplência maior da taxa específica, o que pode dificultar projetos em regiões com menor volume de comércio, por exemplo.

Produção de energia é caro
Manoel Renato também explicou que os projetos de tratamento de resíduos estão sendo estruturados com a possibilidade de os concessionários obterem como receita acessória a geração de energia.

Segundo ele, no atual modelo e com os valores elevados dos equipamentos para se gerar energia com o lixo (para a produção com queima, seriam 60 milhões de euros só para o incinerador), colocar o item como obrigatório levaria a aumentos de capex que poderiam inviabilizar várias propostas.

O secretário do PPI, Marcus Cavalcanti, também diz que não há espaço para que se coloquem subsídios na conta de energia para tornar competitiva a geração por meio de resíduos.

Fonte: Agência Infra