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MOBILIDADE URBANA: O COMPROMISSO COM AS PRÓXIMAS GERAÇÕES

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Voltando os olhares para os estados e cidades, constatamos que, para atingir a meta almejada, é necessário aderir às iniciativas que possam, em seu todo, contribuir para o compromisso mundial de preservação do meio ambiente.

Em novembro, mais de 200 países se reuniram em Glasgow para um dos eventos sobre sustentabilidade mais importantes do mundo, a COP26. Juntos, discutiram planos para reduzir os impactos das mudanças climáticas, com destaque para o corte de emissões, até 2030. A agenda da COP se propôs a limitar o aquecimento global a 1,5°C até 2100 e evitar uma catástrofe climática. A mobilidade urbana terá um papel importante neste contexto.

Voltando os olhares para os estados e cidades, constatamos que, para atingir a meta almejada, é necessário aderir às iniciativas que possam, em seu todo, contribuir para o compromisso mundial de preservação do meio ambiente. A discussão do uso de combustíveis limpos e renováveis no transporte, tanto coletivo quanto particular, para a descarbonização do sistema, é um ponto central nesta agenda. Desta forma, tecnologias inteligentes ajudam a iniciar esta transformação.



Nas últimas décadas, muitas iniciativas têm surgido com o propósito de impactar positivamente a mobilidade urbana, relacionando os benefícios da qualidade de vida dos cidadãos à preservação do meio ambiente. Entre elas, estão as de startups que nasceram com o ideal de conectar pessoas e promover o deslocamento urbano de maneira coletiva e a baixo custo, em vez de priorizar o transporte individual. 

Além de ajudar a descongestionar as vias em horários de pico, favorecendo a mobilidade, elas contribuem para tornar o ar menos poluído pela quantidade de carros que deixam de circular nas cidades. 

Isso é possível graças à tecnologia fornecedora de dados cruciais para o planejamento urbano no aspecto de intermodalidade. Um bom exemplo é a integração entre metrô e bicicleta compartilhada. Aplicativos como a Quicko ajuda os usuários a trocar os modais de forma prática e eficiente.   

Essas tecnologias, por meio dos algoritmos, dados em tempo real e históricos, informam ao usuário qual é o trajeto mais rápido ou mais barato. Tais plataformas permitem antecipar o trajeto com parâmetros diversos de escolha, como rapidez e conforto.

Cidades de 15 minutos

Outra visão inovadora no sentido de trazer mais sustentabilidade urbana por meio da mobilidade é o conceito de “cidades de 15 minutos”, criado pelo urbanista Carlos Moreno, professor da Universidade de Sorbonne, na França. A ideia é garantir que as pessoas dentro de um perímetro tenham acesso a todos os equipamentos, serviços e necessidades – ou até mesmo ao local de trabalho – , deslocando-se a pé em até um quarto de hora. 

A ideia foi abraçada pela prefeita de Paris, Anne Hidalgo. A espinha dorsal do plano de Anne é a implantação em larga escala de ciclovias em todas as ruas de Paris, algo que já vem sendo feito durante o seu mandato. Além das ruas 100% amigáveis à bicicleta, o plano também prevê a remoção de espaços para carros, como vagas na rua e faixas de rodagem, para a ampliação de calçadas para pedestres. 

A proposta também inclui tornar as principais vias da capital da França inacessíveis aos carros, transformando avenidas e rotatórias em praças para pedestres, como foi feito com a região da Times Square, em Nova York. Quem sabe este modelo poderia ser adotado em cidades brasileiras, a partir de um planejamento baseado na melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida?

Apesar das dificuldades das nações para encontrar um equilíbrio entre crescimento econômico e preservação ambiental, temos uma boa sinalização:  na década de 2010, as economias de 23 países cresceram, mas suas emissões diminuíram. A maioria desses países eram desenvolvidos, o que significa que as iniciativas influenciaram a queda da geração de gases de efeito estufa. 

Vale ressaltar que, ao final da COP26, China, Índia, EUA e União Europeia se comprometeram a eliminar progressivamente os combustíveis fósseis, o que abre espaço para uma mobilidade urbana mais sustentável, em prol das futuras gerações.

Agora resta a cada um de nós, como cidadãos e empresas de tecnologia, estar lado a lado em prol do meio ambiente e acompanhar cada etapa para que nosso compromisso traçado aqui, se cumpra até 2030. É cada um fazendo sua parte!

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

BRASILEIRAS CRIAM PLATAFORMA PARA FOMENTAR EMPREENDEDORISMO DE MÃES NEGRAS, INDÍGENAS, REFUGIADAS E IMIGRANTES

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Lançada durante a pandemia causada pelo novo coronavírus, a startup Compre de uma Mãe Preta (CMP), surgiu como vitrine para mulheres venderem seus produtos e serviços

Idealizada pela jornalista e mãe da Nzinga, 3, Rosyane Silwa, 36, e pela educadora e mãe da Betânia, 3,Tuanny Miller, 32, a plataforma de impacto social Compre de uma Mãe Preta (CMP) é a primeira vitrine virtual brasileira para mães negras, pardas, indígenas, refugiadas e imigrantes empreendedoras, lançada com intuito de dar suporte às mulheres que perderam seus empregos durante a pandemia causada pelo novo coronavírus e encontraram solução no empreendedorismo digital. “Muitas mulheres tiveram que se reinventar e muitas delas encontraram alternativas no empreendedorismo online, porém, esbarraram no analfabetismo digital, que atinge, sobretudo, a população indígena, preta e periférica”, diz Rosyane. A startup visa fortalecer e dar visibilidade a essas empreendedoras. Atualmente 1.900 mulheres fazem parte da rede da Compre de uma Mãe Preta.

O lançamento oficial da empresa foi em junho de 2020. As sócias iniciaram uma pesquisa para levantar mães empreendedoras compatíveis com a proposta do negócio. No mês seguinte, começaram a mapear as principais tendências e desenhar o plano estratégico. Para isso, participaram de um programa de aceleração de startups da B2Mamy, empresa que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia. O tempo de estruturação levou à criação da plataforma virtual, que será inaugurada no dia 3/12. “Somos uma vitrine virtual com o foco em maternidade preta e índigena. Queremos conectar as vendas às pessoas que querem comprar com propósito e sustentabilidade”, declara Tuanny.



A iniciativa também conta com a parceria do Instituto Feira Preta, que disponibiliza uma sessão em seu marketplace. Além disso, 100 empreendedoras que fazem parte da rede da CPM participaram gratuitamente de uma imersão para potencializar seus negócios realizado em setembro deste ano no AFROLAB, projeto do Instituto Feira Preta que promove capacitações e atividades de apoio ao empreendedorismo negro.

Como estratégia, a empresa vai oferecer um plano de assinatura acessível, a partir de 10,90, que funcionará como um clube de vantagens às empreendedoras. Entre as atividades oferecidas estão: Encontro de Rainhas – temas como sexualidade, maternidade e etc., são abordados a cada encontro; Café com Negócios – encontro voltado à oficinas e conversas sobre ferramentas para ajudar no crescimento do negócio; Rodada de Negócios – acontece no perfil da CMP no Instagram. Momento em que as empreendedoras podem apresentar seus serviços e vender seus produtos ao vivo; Assessoria para inclusão digital; Consultoria e mentoria; Divulgação nas redes sociais e comunidades; Workshops; Networking; Grupos terapêuticos – para promover o autocuidado, saúde e bem-estar.

Para o primeiro semestre de 2022, a startup, que conta inicialmente com capital próprio, espera faturar R$ 70 mi Reaisl e ajudar cerca de 300 mulheres empreendedoras, impactando na vida de mais de 3.000 mil pessoas direto e indiretamente. Atualmente, o time da CMP conta com a colaboração de Renata Gomes, psicopedagoga e organizadora de eventos, mãe do Benjamin, Bento e Noah, as sócias do Anyway creative, Camila Comin e Camila Ferreira que cuidam das redes sociais e site, e Janaina Reis, terapeuta e maquiadora, responsável pelos encontros terapêuticos e de autocuidado da CMP.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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SEBRAE-SP PROMOVE FESTIVAL ONLINE PARA STARTUPS

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Fotografica relacionando lâmpada com inovação no paraná

Evento com mais de 30 painéis é parte da iniciativa Sebrae For Startups e acontece de 6 a 10/12, totalmente gratuito

Uma semana de imersão no universo das startups, com participação dos principais nomes do ecossistema de inovação do País. Esse é o Festival Sebrae For Startups, evento online que acontece do dia 6 a 10/12, com inscrições gratuitas. O evento marca a consolidação dos programas do Sebrae-SP voltados para estimular a transformação das startups do Estado de São Paulo. Serão mais de 30 painéis online abordando temas como geração de negócios, vendas, internacionalização e futuro das fintechs, deep techs, agtechs, entre outros.

“O Festival é uma ação do Sebrae-SP dentro da proposta de ser um grande parceiro dos pequenos negócios inovadores e digitais, para que eles possam ganhar força e estatura com foco em gestão e acesso a mercado. Nos próximos quatro anos, o investimento do Sebrae-SP será de R﹩ 200 milhões para fomentar esse mercado e criar polos de tecnologia no Estado de São Paulo”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Wilson Poit.



O público-alvo do Festival Sebrae For Startups são fundadores e colaboradores de startups, independentemente de sua fase de maturação; agentes de fomento; interessados em empreender; e mentores e entusiastas da inovação. Para acessar a programação completa do evento e fazer sua inscrição, acesse o link.

Serviço

Festival Sebrae For startups
6 a 10/12/2021
Diversos horários
Online | Gratuito
Inscrições no link

Com informações da Assessoria de Imprensa

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TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO PREMIA PROGRAMA POT – VOLTA AS AULAS COMO INICIATIVA EXEMPLAR DE SUPERAÇÃO NA PANDEMIA

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Iniciativa destaca projetos e programas que incorporaram os ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

O Programa Operação Trabalho – Voltas as Aulas foi um dos premiados pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo no concurso Semear ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: A Superação dos efeitos da pandemia de Covid-19. A iniciativa, encabeçada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo em parceria com a Secretaria de Educação, contratou 4,9 mil mães em situação de vulnerabilidade que foram responsáveis por atividades de higiene e segurança de alunos na rede municipal de Ensino.

O secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, trabalho e Turismo, Armando Júnior, acompanhado do secretário Municipal de Educação, Fernando Padulla, participaram da cerimônia de premiação representando todo o time técnico do projeto.



“Em nome de todos os técnicos e responsáveis por fazer essa engrenagem que é o POT Volta às Aulas, eu agradeço e recebo com muito carinho esta premiação que significa bastante para a Secretaria, reforçando mais uma vez que nossa estratégia de trabalho está no caminho certo”, comentou o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Armando Júnior. “Agradeço também a Secretaria de Educação, aqui representada pelo secretário Fernando Padulla, que operacionalizou este projeto que empregou milhares de mães durante a crise da pandemia”, finaliza.

O prêmio recebido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Turismo, em relação ao projeto POT Volta às Aulas, reconhece as metas 03, 04, 08 e 10 que foram cumpridas, de acordo com os ODS. São elas: Saúde e Bem-estar, Educação de qualidade, Trabalho Descente e Crescimento Econômico e Redução das Desigualdades respectivamente.

O POT Volta às Aulas teve mais de 91 mil inscritos somente na primeira edição. Além disso, o programa recebeu investimento público superior à R﹩31,8 Milhões.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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5G: A CONEXÃO COM O FUTURO COMEÇOU

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Confira a entrevista exclusiva de Carlos Baigorri, conselheiro da Anatel, para a KPMG

“O leilão do 5G foi um sucesso em todas as perspectivas e um marco na dinâmica concorrencial no mercado de telecomunicações para os próximos anos, com a entrada dos operadores regionais e um novo player em âmbito nacional”, destacou Carlos Baigorri, Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e relator do edital do 5G, em entrevista exclusiva para a série “5G: a conexão com o futuro”, da KPMG. O conselheiro da Anatel conversou com Márcio Kanamaru, sócio-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da KPMG no Brasil, sobre os resultados do leilão e as perspectivas para a aplicação da tecnologia no país.

Carlos Baigorri explicou que os vencedores dos lotes nacionais do leilão têm um cronograma de metas de cobertura para levar o 5G para todos os municípios com mais de 30 mil habitantes nos próximos anos. Já para os municípios com menos habitantes, a cobertura fica por conta dos vencedores dos lotes regionais. O 5G é uma plataforma de desenvolvimento econômico e inovação que irá criar a base para novas oportunidades, mas, para isso é preciso construir soluções tecnológicas específicas para cada setor. Entre as obrigações das operadoras, vale destacar a construção de uma rede na região Norte, levar fibra ótica para os municípios e ativar a faixa de frequência destinada a garantir a conexão nas escolas públicas para expandir o potencial da educação.



“Espero que daqui a alguns anos possamos olhar, por exemplo, para o ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos de Educação, onde nós hoje não estamos tão bem colocados e, que os efeitos benéficos do leilão e do 5G, com todo seu impacto social, possam se refletir na educação das nossas crianças. Que a gente consiga elevar a nossa posição no ranking e levar educação, impacto social e desenvolvimento econômico para essas regiões inóspitas que hoje estão um pouco esquecidas por estarem à margem do mundo digital”, destacou Márcio Kanamaru, da KPMG.

“É o começo de uma nova etapa de uma longa jornada”, comentou Carlos Baigorri. “Existem desafios regulatórios e de infraestrutura pela frente, e o papel da Anatel é garantir que todos os compromissos previstos no edital do leilão sejam cumprimos”, disse.

A entrevista está disponível na íntegra no link .

Com informações da Assessoria de Imprensa

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LINGUAGEM SIMPLES PARA REDUZIR DESIGUALDADES

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Através de uma linguagem simples e clara é que conseguimos, muitas vezes, alcançar as pessoas, fazer as mudanças necessárias e inovar na área pública.

 

A pandemia de Covid-19 exigiu (e continua exigindo), mais do que nunca, que os governos se comuniquem com as pessoas de maneira clara, simples e direta. Como o vírus é relativamente novo e informações surgem a todo momento, é importante que a população seja constantemente atualizada sobre a melhor maneira de se defender da doença e lidar com seus efeitos.

 

No Brasil, este desafio de comunicação é ainda maior. Segundo levantamento realizado pela organização não-governamental Ação Educativa, nada menos do que três em cada dez brasileiros são considerados analfabetos funcionais. São pessoas incapazes de ler e interpretar um texto simples. Imaginem como esses cidadãos e cidadãs lidam com termos como EPI, lockdown, comorbidade. 



 

Além disso, percebemos que não é só na pandemia que as pessoas têm dificuldade de comunicação com a área pública. Muitas vezes a linguagem utilizada não ajuda (e até atrapalha).

 

Neste sentido, é importante deixar claro que nem sempre é através da tecnologia que conseguimos inovar. Neste caso, é através da linguagem. Através de uma linguagem simples e clara é que conseguimos, muitas vezes, alcançar as pessoas, fazer as mudanças necessárias e inovar na área pública.

 

Foi por saber que a dificuldade de comunicação prejudica justamente as pessoas mais vulneráveis da população brasileira e aumenta a nossa já gravíssima desigualdade que, como vereador na cidade de São Paulo, apresentei o projeto de lei que cria a Política Municipal de Linguagem Simples. Aprovada e sancionada pelo prefeito Bruno Covas, a Lei n. 17.316, de 6 de março de 2020, instituiu a Política Municipal de Linguagem Simples

 

O objetivo da Política é garantir que a administração pública municipal utilize uma linguagem simples e clara em todos seus atos, possibilitando que as pessoas consigam entender as informações da prefeitura e reduzindo a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

 

Ao propor a simplificação da linguagem utilizada pelo governo, a Política Municipal de Linguagem Simples também busca reduzir os custos operacionais do atendimento ao cidadão e à cidadã. É muito mais rápido e efetivo atender as pessoas quando elas conseguem entender a informação que os atendentes precisam transmitir.

 

Outra dimensão muito importante da Política de Linguagem Simples é a promoção da transparência e do acesso à informação pública de forma clara, de modo a facilitar a participação e o controle da gestão pública pela participação. Em uma época com tantas ameaças autoritárias, é preciso que a linguagem seja usada como uma ferramenta capaz de aproximar, incluir e libertar quem depende dela para resolver suas demandas e discutir as grandes questões de sua comunidade. 

 

A Lei n. 17.316/2020 prevê também algumas diretrizes para os atos da administração municipal, tais como o teste da linguagem com o público alvo – afinal, o que é simples para uma advogada pode não o ser para um motorista de táxi; o uso de linguagem amigável e respeitosa; o uso de linguagem adequada às pessoas com deficiência; a necessidade de evitar siglas desconhecidas e termos estrangeiros.

 

Ao propor a criação da Política de Linguagem Simples nos inspiramos em iniciativas como as dos governos dos Estados Unidos e da Colômbia. A lei americana, por exemplo, desde 2010 obriga todos os órgãos federais a usarem linguagem simples na redação de documentos. Seu texto, também bastante simples, determina que “é preciso promover uma comunicação que o público possa entender e usar”. No Brasil, projeto semelhante está sendo adotado pelo governo do Ceará e começou a ser discutido na Câmara dos Deputados.

 

Chega de usar a linguagem e as comunicações dos órgãos públicos para promover mais desigualdade e exclusão. A linguagem simples deve ser usada não apenas para informar a população, mas também para aproximá-la do governo, derrubando barreiras que nunca deveriam ter sido construídas e que só resultam em serviços públicos de pior qualidade. Já passou da hora da administração pública falar a língua das pessoas a quem ela serve.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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PLATAFORMA CRIADA PELO CEWEB.BR APRESENTA PANORAMA DE ACESSIBILIDADE DOS SITES GOVERNAMENTAIS BRASILEIROS

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Número de startups e PMEs focadas em soluções para o setor público é seis vezes maior em comparação a estudo realizado em 2020

Aplicação mostra ainda os erros mais comuns encontrados nas páginas; novidade foi lançada junto com o 5º fascículo da Cartilha Acessibilidade na Web, durante o evento Todos@Web

Qual o nível de acessibilidade dos sites governamentais brasileiros? Uma plataforma desenvolvida pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), com o apoio técnico do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (DCC/UFMG), vai ajudar a dar mais transparência a essa questão. Batizada de TIC Web Acessibilidade , ela foi lançada na última sexta-feira (3), Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, durante o Todos@Web 2021 , evento on-line em que foram apresentados projetos e ações voltadas à promoção de uma Web mais aberta e inclusiva.

A nova aplicação, que está disponível em https://ticwebacessibilidade.ceweb.br/, avalia o nível de conformidade dos sítios sob o domínio gov br com o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMag), apresentando um panorama dessa situação e os erros mais comuns encontrados nas páginas.



“A eliminação de barreira de acesso à Web pelas pessoas com deficiência não é só uma obrigação moral e social, mas também legal. É uma exigência do artigo 63 da Lei Brasileira de Inclusão (Lei Federal 13.146) que estabelece que é obrigatória a acessibilidade nos sítios da Internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência. Essa é uma das principais conquistas da comunidade de acessibilidade na Web”, afirma Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br/NIC.br.

“Ao criar um site, é preciso ter em mente que um público diverso vai acessá-lo. Se isso não for considerado, muitos usuários encontrarão dificuldades ou serão excluídos, em especial, as pessoas com deficiência. Por isso é importante a análise feita pela plataforma, que, por ora, conta com 418 sítios e mais de 267 mil páginas avaliadas”, afirma Reinaldo Ferraz, especialista em desenvolvimento Web do Ceweb.br, acrescentando que a TIC Web começou como uma pesquisa, em 2010.

Num primeiro momento, a plataforma permitia checar apenas se o site estava ou não em conformidade com o eMag. “O problema desse formato é que uma página que contava com apenas um erro era colocada no mesmo status de outras com diversos erros, por exemplo”, explica Ferraz. A partir da atualização da ferramenta de validação ASES Web, feita pelo governo federal, foi possível checar os níveis de acessibilidade.

“Instalamos essa ferramenta na nossa plataforma e iniciamos uma verificação com maior detalhamento, com mais indicadores e informações mais completas para a correção das barreiras de acesso. A partir disso, conseguimos, não apenas verificar se o site estava em conformidade, mas identificar os erros para que pudessem ser retificados, surgindo então esse novo modelo da TIC Web” completa Reinaldo.

A plataforma fornece detalhes sobre os sites analisados, como as notas que receberam e a quantidade de erros e avisos em cada um deles. Para a aplicação se tornar de uso contínuo, a coleta e verificação dos sites, que antes acontecida apenas uma vez ao ano, passou a ser constante. Agora, depois da primeira coleta, a TIC Web verificará periodicamente as páginas que sofreram atualização e as examinará.

Facilitando a navegação

Com o intuito de tornar a busca por informações mais simples, foram instalados filtros na plataforma. “Consigo escolher, por exemplo, apenas os sites que obtiveram nota acima de 95% de conformidade. Ou filtrar sítios pelo número de páginas, evitando comparações desequilibradas”, ilustra Ferraz. Quem navega pode checar os dez melhores sites, fazer buscas por unidade federativa e verificar os erros mais comuns encontrados. “Conseguimos saber a quantidade de erros relacionados a cada uma das diretrizes do eMag, e cada tipo de erro possui um link que direciona o usuário para instruções sobre como resolvê-lo”, afirma o especialista do Ceweb.br.

O principal objetivo da iniciativa é dar mais transparência aos sites governamentais em relação à acessibilidade. “A verificação de acessibilidade já era pública e disponibilizada pelo Governo Federal. O que fizemos foi colocar tudo numa única plataforma, assim, qualquer cidadão pode analisar e comparar. A Lei Brasileira de Inclusão, também conhecida como o Estatuto da Pessoa com Deficiência, determina que os sites precisam ser acessíveis, e nossa plataforma contribui para essa discussão”, finaliza Ferraz.

Cartilha de acessibilidade

Outra novidade apresentada durante o Todos@Web, evento realizado pelo Ceweb.br|NIC.br, foi o 5º fascículo da Cartilha Acessibilidade na Web, que aprofunda uma discussão levantada na edição anterior sobre como difundir a cultura de acessibilidade nas empresas. O novo fascículo “Mantendo o Conteúdo Acessível” está disponível em: https://acervo.ceweb.br/cartilha-acessibilidade-web .

“O primeiro fascículo tem caráter introdutório e apresenta os conceitos de acessibilidade. O segundo foca na questão jurídica, destacando por que os sites precisam contemplar a acessibilidade. Já o terceiro explica quem é o público-alvo da acessibilidade, enquanto o quarto mostra como introduzi-la nas empresas, com orientações sobre como abordar o tema no ambiente corporativo, desenvolver projetos na área e falar da cultura de acessibilidade. O quinto, por sua vez, aprofunda como difundir a cultura da acessibilidade nas organizações, destacando a importância do design, mas sem esmiuçar as questões técnicas, porque a cartilha deve ter o seu conteúdo consumido por qualquer pessoa, sem dificuldade. Ainda estão previstos outros dois fascículos para essa série”, resume Reinaldo Ferraz.

A publicação é do Ceweb.br|NIC.br e W3C Chapter SP, com apoio institucional do Movimento Web Para Todos (WPT), em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP).

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HUAWEI E UNESCO VÃO IMPLEMENTAR PROJETO DE SISTEMAS DE EDUCAÇÃO DIGITAL NA ÁFRICA

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EMPOWER WEEK: EVENTO GRATUITO DA MICROSOFT DEBATE OS BENEFÍCIOS DAS PLATAFORMAS DE BAIXO CÓDIGO PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES

Em reunião online na última quinta-feira (25), a UNESCO e a Huawei anunciaram o lançamento da fase de implementação do projeto “Escolas Abertas para Todos” (em inglês Technology-Enabled Open Schools for All – TeOSS) em Gana, Etiópia e Egito.

Alinhado com o Quarto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU (#SDG4), o TeOSS servirá de base para impulsionar a transformação digital do setor da educação e apoiar os três países, membros da UNESCO, na construção de sistemas educacionais sólidos, com a capacidade de resistir a crises globais como a COVID-19. A avaliação dos resultados do projeto ajudará na orientação de estratégias e modelos para a expansão do TeOSSat em níveis nacionais e na chegada do sistema em outros países africanos, a fim de impulsionar a integração das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no ensino.

Além de conectar escolas, o projeto em Gana, Etiópia e Egito proporcionará o acesso de professores e estudantes a ferramentas digitais, estabelece plataformas online para interligar a educação escolar e doméstica e desenvolve currículos digitais que podem ser acessados remotamente sem supervisão técnica. O objetivo é ajudar os estudantes a tornarem-se cidadãos digitais, capazes de navegar no mundo virtual de forma independente e trazer aos professores as competências necessárias para utilizar as ferramentas existentes para maximizar os resultados de aprendizagem.



“O projeto foi pensado para testar modelos de escolaridade que possam responder imediatamente aos novos desafios impostos pela pandemia e também alavancar a tecnologia permitir o desenvolvimento de futuros métodos de aprendizagem”, disse Stefania Giannini, Diretora-Geral Adjunta de Educação da UNESCO. “É definido por uma forma de escola digital que torna os programas acessíveis a todos os estudantes, seja em tempos de crise ou não – é um caso de ir além da situação atual e abrir um novo horizonte de ensino e aprendizagem”.

Planejados com a colaboração dos governos de Gana, Etiópia e Egito, os projetos TeOSS têm sido desenvolvidos para atender às necessidades locais específicas.

“O novo sistema educacional do Egito 2.0 enfatiza a integração da tecnologia no processo de aprendizagem com múltiplos recursos de educação digital e plataformas educativas para assegurar o ensino e acesso de qualidade para todos”, disse o Dr. RedaHegazy, Vice-Ministro de ‘Assuntos dos Professores’, do Ministério da Educação e da Educação Técnica do Egito. “O papel do professor passou de fornecer informação para guiar e facilitar o processo educacional por meio de recursos da aprendizagem digital”.

O projeto TeOSS na Etiópia se concentrará na construção de uma infraestrutura de TIC para conectar escolas, professores e alunos e construir um sistema de gestão de aprendizagem integrado com uma plataforma de treinamento de professores.

“A Etiópia compreende muito bem a necessidade das TIC e da digitalização no futuro do nosso sistema escolar. É uma forma de oferecer educação de qualidade e inclusiva de forma equitativa para todos, como planejado em nosso novo planejamento educacional”, disse o Dr. Fanta Mandefiro, representante do Ministério da Educação da Etiópia. “Este projeto está perfeitamente alinhado com nossas aspirações e com as atividades de nossos programas e iniciativas de utilização de conteúdo digital em nosso sistema educacional”.

Em Gana, o foco está na criação de conteúdo digital para todas as disciplinas, assim como no treinamento de professores e alunos do Ensino Fundamental I e II. O projeto também construirá uma e-biblioteca, que os professores poderão usar para subir o conteúdo e os alunos para acessar online e offline.

“Fico feliz em observar que a união entre UNESCO e Huawei está respeitando as parcerias já estabelecidas, colaborando com nossas instituições nacionais, particularmente o CENDLOS, que é um braço do Governo de Gana para facilitar a integração das TIC no sistema educacional em todos os níveis”, disse o Dr. Yaw OseiAdutwum, Ministro da Educação de Gana.

O TeOSS está alinhado ao Tech4Edudomain e a iniciativa de inclusão digital TECH4ALL da Huawei, que busca trazer maior equidade e qualidade na educação com a tecnologia.

“As plataformas digitais do projeto ‘Escolas Abertas para Todos’ significam que o aprendizado nunca vai precisar parar – seja qual for o futuro”, disse Kevin Zhang, CMO de Infraestrutura de TIC da Huawei. “A Huawei está totalmente comprometida em trabalhar com a UNESCO, os governos e todas as partes interessadas em realizar projetos bem-sucedidos, sustentáveis e escaláveis”.

O projeto TeOSS e as parcerias que irão implementá-lo são cruciais para a digitalização da educação e para a busca de acesso equitativo e inclusivo a oportunidades de aprendizagem para todos ao longo da vida.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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HONDA É SELECIONADA, PELO QUINTO ANO CONSECUTIVO, PARA O ÍNDICE MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE DA DOW JONES

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A Honda Motor Co., Ltd. anunciou que a empresa foi selecionada, pelo quinto ano consecutivo, para compor o Índice Mundial de Sustentabilidade da Dow Jones (“DJSI World”). Os Índices Dow Jones de Sustentabilidade (“DJSI”) servem como um dos principais parâmetros de referência para o investimento socialmente responsável*.

DJSI são os índices de investimento geridos pela S&P Dow Jones Indices LLC., sediada nos Estados Unidos, que avalia a sustentabilidade das principais empresas do mundo em termos de critérios econômicos, ambientais e sociais e seleciona empresas que demonstram excelência geral para os índices.



Com base em sua revisão anual do DJSI, S&P Dow Jones Indices LLC. publica a lista de integrantes e a Honda foi selecionada no Índice Dow Jones de Sustentabilidade Ásia / Pacífico pelo sétimo ano consecutivo. Na revisão, a Honda também foi classificada entre as cinco principais do setor automotivo global e integrada no DJSI World.

A Honda publicou seu “Relatório de Sustentabilidade 2021”, resumindo a abordagem e as iniciativas da empresa em relação à sustentabilidade. Para mais informações, visite o site.

Por meio de criações únicas e desafios como uma empresa de mobilidade, a Honda continuará fornecendo produtos e serviços atraentes que tragam alegria aos clientes, enquanto está atenta à opinião de seus stakeholders e contribui para solucionar diferentes problemas sociais. Assim, a Honda se esforçará para se tornar uma empresa cuja a existência é desejada pela sociedade.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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DADOS AJUDAM A ACELERAR A INOVAÇÃO RUMO A EMISSÕES ZERO DE CARBONO, DIZEM ESPECIALISTAS EM SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

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Comissão Europeia prepara legislação para indústria sem emissão de CO2

Líderes da Microsoft, Neste, Ørsted, Schneider Electric e AVEVA apontam estratégias para a indústria alcançar suas metas de sustentabilidade em relação ao clima

AVEVA , líder global em software industrial, impulsionando a transformação digital e a sustentabilidade, se uniu a empresas que compõem todo o espectro de tecnologia e energia a fim de enfatizar o papel multifacetado da digitalização que pode ajudar o ecossistema industrial a atingir as metas de emissões de carbono zero. Líderes em sustentabilidade e meio ambiente da Schneider Electric, da Ørsted, da Neste, da Microsoft e da AVEVA afirmam que a inovação baseada em dados pode ajudar a desbloquear os benefícios de sustentabilidade em todos os níveis.

Pesquisa realizada junto a mais de 850 especialistas em transformação digital e executivos C-Level revela que nove em cada dez empresas esperam acelerar suas atividades de sustentabilidade em 2022, conforme as empresas reconhecem seu papel no combate às mudanças climáticas. Os dados da pesquisa encomendada pela AVEVA mostram ainda que quatro em cada cinco indústrias líderes em seus respectivos setores querem aumentar seus investimentos digitais para impulsionar modelos de negócios sustentáveis, o que demonstra o enorme potencial de tecnologias avançadas, como dados inteligentes, inteligência artificial (IA) e computação em nuvem para permitir operações industriais de baixo carbono e emissão líquida zero, explica Lisa Johnston, Chief Sustainability Office (CSO) da AVEVA.



“Empresas em todo o mundo se comprometeram a reduzir sua pegada ambiental, e a AVEVA acredita que a comunidade empresarial pode, agora, ir mais longe em suas ações positivas com o apoio de nossas atividades e parcerias, em outras palavras, com a nosso handprint de sustentabilidade “. Dada a natureza das capacidades da AVEVA, acrescenta Lisa Johnston, suas soluções têm um impacto construtivo na sustentabilidade ambiental dos clientes. “As soluções de gerenciamento de infraestrutura de dados, como o AVEVA PI System, que é fornecido em parceria com o Azure Cloud da Microsoft, podem ajudar milhares de empresas muito diferentes a encontrarem caminhos inovadores para atingir seus objetivos de sustentabilidade e se tornarem positivos para o clima.”

Estratégias de digitalização para atingir compromissos líquidos zero

Segundo as lideranças, a inovação baseada em dados desempenha um papel significativo na obtenção das emissões líquidas zero e, para tanto, é fundamental a adoção de estratégias viáveis para construir organizações positivas para o clima, portanto, sugerem que as empresas:

• Incorporem a sustentabilidade aos KPIs: Olivier Blum, Diretor de Estratégia e Sustentabilidade da Schneider Electric – considerada a empresa mais sustentável do mundo -, afirma que as organizações industriais devem desenvolver estratégias de sustentabilidade da mesma forma que têm estratégias para outras áreas, como finanças ou recursos humanos. Por exemplo, as emissões potenciais de CO2 devem ser levadas em consideração no projeto de novos ativos, para melhorar a sustentabilidade e acelerar a transição climática, e o mapeamento de KPIs de sustentabilidade para o resto da empresa pode fornecer os resultados críticos necessários. “Sustentabilidade é como qualquer área de negócios. Você deve ter uma estratégia de sustentabilidade, que precisa estar totalmente integrada à sua estratégia de negócios.”

• Usem dados para prever a inovação: A aplicação de análises preditivas aos dados industriais coletados em toda a cadeia de valor pode revelar novos caminhos para a inovação. Para a Ørsted, que opera uma extensa frota de 1.000 turbinas eólicas offshore, o monitoramento contínuo dos dados de cada uma destas turbinas fornece feedback para a produção de ativos futuros, destaca Jesper Skov Gretlund, Gerente Sênior do Centro de Competência Numérica da Ørsted. “A inovação é um processo contínuo de refinamento, e tecnologias avançadas, como IA e big data, facilitam esse trabalho. E a Ørsted está a caminho de se tornar neutr a em carbono até 2025 .”

• Ampliem seu handprint por meio de parcerias: A Neste trabalha com fornecedores que compartilham seus compromissos de sustentabilidade em sua jornada para alcançar a neutralidade de carbono na produção até 2035. A empresa usa dados coletados em sua cadeia de valor para melhorar as operações e ajudar outras empresas a reduzirem suas emissões, destaca Salla Ahonen, Vice-Presidente de Sustentabilidade da Neste. “Estamos estudando como podemos realmente transformar toda a nossa cadeia de valor e como podemos ajudar os outros a se transformarem também.” Segundo a executiva, os dados podem oferecer caminhos positivos para melhorar o handprint de uma empresa e, neste processo, todo o ecossistema pode alcançar seus objetivos de emissões líquidas zero.

• Meçam tudo para uma sustentabilidade em escala: Milhares de empresas estão definindo metas líquidas de emissões zero, mas alcançá-las requer melhores ferramentas de medição, destaca Lucas Joppa, Diretor de Meio Ambiente da Microsoft. A líder em software se comprometeu a se tornar uma empresa negativa para o carbono até 2030 . “Você não pode gerenciar o que não pode medir”. Como o carbono é o alicerce da vida, medi-lo exige o monitoramento de todos os aspectos do negócio. “A tecnologia digital é aquela ferramenta – na caixa de ferramentas corporativas – que nos permite avançar na escala e no escopo que a sustentabilidade requer.”

Em suas conclusões finais, os painelistas afirmaram ainda que as indústrias não são mais obrigadas a comprometer a competitividade no curto prazo para buscar um futuro mais sustentável.

O AVEVA PI World é parte de uma série de iniciativas da AVEVA para apoiar uma economia inclusiva e de emissões zero, alinhada à meta de reduzir em 1,5 °C o aquecimento global, enquanto o mundo trabalha para conter os piores impactos da crise climática.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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