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CETIC.BR|NIC.BR LANÇA 4º PAINEL TIC COVID-19, NOVA EDIÇÃO DA PESQUISA SOBRE USOS DA INTERNET NA PANDEMIA

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Connected Smart Cities & Mobility Nacional apresenta novidades em cibersegurança

Estudo traz dados sobre telessaúde, ensino remoto e teletrabalho; indicadores inéditos como o uso da modalidade de pagamento digital Pix também serão apresentados nesta terça-feira (5), às 10h.

O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), divulga nesta terça-feira (5) a 4ª edição do Painel TIC COVID-19. O lançamento da pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), concebida para investigar as atividades realizadas na Internet durante a pandemia, acontece às 10 horas, em coletiva à imprensa que será transmitida pelo canal do NIC.br no YouTube.

Além de apresentar resultados atualizados dos indicadores coletados nas três primeiras edições do Painel TIC COVID-19, o estudo traz também indicadores inéditos, como o uso da modalidade de pagamento digital Pix nas compras pela Internet durante o período. A pesquisa teve início em 2020, poucos meses depois de a OMS declarar a pandemia do novo coronavírus.



“Os dados da nova edição foram coletados em julho de 2021, logo após o momento mais crítico da pandemia no país. Ao mesmo tempo, foi um período marcado por uma dinâmica de retorno às aulas e ao trabalho presencial, um contexto diferente do que encontramos nas primeiras edições”, afirma Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br|NIC.br.

A 4ª edição do Painel TIC COVID-19 abordará os temas: cultura, comércio eletrônico, serviços públicos on-line, telessaúde, ensino remoto e teletrabalho. Estarão presentes na coletiva: Alexandre Barbosa (gerente do Cetic.br|NIC.br), Fabio Senne (coordenador de pesquisas do Cetic.br|NIC.br) e Fabio Storino (analista de informações do Cetic.br|NIC.br).

Anote na agenda
Lançamento da 4ª edição do Painel TIC COVID-19
Data: 5 de abril, terça-feira
Horário: 10h
Transmissão: https://youtu.be/NoOGLQqPySU 

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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BAE SYSTEMS EQUIPARÁ ÔNIBUS ELÉTRICOS NOVA BUS LFSE+ DE HOUSTON, NOS EUA

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Essa é a maior encomenda de ônibus elétricos da marca nos Estados Unidos

Dando continuidade à ampliação de seus negócios no continente americano, a BAE Systems vai fornecer o motor de acionamento elétrico acoplado ao seu sistema eletrônico de potência de última geração para os novos ônibus 100% elétricos LFSe+ da Nova Bus, membro do Grupo Volvo e um dos principais fabricantes de ônibus de transporte público da América do Norte. Essa é a maior encomenda de veículos elétricos da marca nos EUA — 20 unidades com opção de aquisição de outras 20 adicionais –que serão entregues até o final deste ano para a Metropolitan Transit Authority of Harris County (METRO), da cidade de Houston, no Texas (EUA), como parte de uma iniciativa de sustentabilidade.

Os novos ônibus LFSe+ com sistemas de propulsão da BAE Systems deverão iniciar operação no quarto trimestre de 2022, inicialmente em rotas que atendem as comunidades mais afetadas pelas emissões de carbono e as escolhidas pela Houston Complete Communities.



O sistema da BAE Systems inclui um motor de acionamento elétrico acoplado à eletrônica de potência de última geração e proporciona mais eficiência aos veículos, com menores custos de manutenção e redução nas emissões de gases de efeito estufa. A METRO tem o compromisso de ter frota 100% formada por ônibus com emissão zero até 2030 em Houston. “Este contrato de fornecimento de ônibus LFSe+ é o nosso mais importante até agora nos EUA e estamos orgulhosos de contribuir significativamente na eletrificação do transporte na América do Norte, introduzindo esses ônibus de emissão zero em Houston”, disse Martin Larose, presidente da Nova Bus.

Com informações da Assessoria de Imprensa Secco Consultoria de Comunicação

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VISA LANÇA PROGRAMA PARA AJUDAR CRIADORES A TRANSITAR MELHOR PELO MUNDO DOS NFTS

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Veja quais são as cidades com as maiores economias do Brasil
Foto: istockphoto/divulgação

Programa de imersão de um ano tem por objetivo unir um grupo global de criadores interessados em construir seu negócio com NFTs

No momento, cerca de 50 milhões de artistas, músicos e criadores de todos os tipos obtêm parte ou a totalidade de sua renda publicando conteúdo¹. Com um mercado estimado de mais de US$ 100 bilhões², a economia do criador é uma das categorias de pequena empresa que mais crescem³. Para apoiar esse crescimento, a Visa está lançando o Visa Creator Program, uma iniciativa que busca ajudar artistas, músicos, designers de moda e cineastas digital-first a acelerarem seu pequeno negócio por meio de tokens não fungíveis (NFTs). Cada ciclo do programa apoiará um grupo selecionado de empreendedores interessados em entender melhor a tecnologia e as plataformas que respaldam o comércio NFT.

NFTs podem estabelecer a propriedade e a autenticidade de imagens, vídeos, músicas e outros produtos e mídias digitais; portanto, podem ajudar os criadores a gerar receita e expandir seu negócio.



“Os NFTs têm tudo para se tornar um forte acelerador para a economia do criador”, afirma Cuy Sheffield, chefe da área de criptomoedas da Visa. “Estamos estudando o ecossistema NFT e seus possíveis impactos no futuro do comércio, do varejo e da mídia social. O Visa Creator Program nos permitirá ajudar essa nova geração de micro e pequenas empresas a explorar novas mídias para o comércio digital.”

Comunidade, mentoria e acesso para artistas emergentes

Visa Creator Program é voltado para empreendedores que trabalham com arte, música, moda e cinema e estão decididos a incorporar os NFTs em seu modelo de negócio, não importa se acabaram de cunhar seu primeiro NFT ou já têm alguns lançamentos de sucesso.

“Quando comecei minha carreira neste novo mundo dos NFTs, tive o apoio de uma comunidade de especialistas e defensores do token não fungível”, conta Micah Johnson, ex-atleta profissional, criador de Aku e um dos primeiros participantes a trabalhar com o Visa Creator Program. “Estou animado para trabalhar com a Visa e oferecer esse mesmo tipo de mentoria a artistas emergentes que estão iniciando sua jornada com o NFT.”

Um grupo de criadores será selecionado para participar de um programa criado para ajudá-los a desenvolver e ganhar ainda mais proficiência no comércio de criptomoedas e em pagamentos tradicionais. O programa busca apoiar os criadores em cinco áreas principais.

– Mentoria técnica e de produtos: mentoria com a equipe de líderes de produtos e estratégia de criptomoedas da Visa, abrangendo tópicos como: análise das vantagens e desvantagens de redes blockchain subjacentes, contratos inteligentes e marketplaces de NFT.

– Construção de uma comunidade: oportunidade de trocar ideias e resolver problemas com uma comunidade de criadores em vários estágios de sua jornada NFT.

– Acesso a líderes de pensamento: acesso a pensadores e pesquisadores de ponta nas áreas de comércio digital, web3, criptografia e pagamentos.

– Exposição aos clientes e parceiros da Visa: oportunidades para interagir com empresas de toda a rede de clientes e parceiros da Visa.

– Subsídio: os criadores de conteúdo receberão um subsídio, pago uma única vez, para iniciarem a próxima fase de crescimento.

Apoio a novas formas de pequenas empresas

O Visa Creator Program é parte de esforços contínuos da Visa para aumentar o acesso de micro e pequenas empresas à economia digital. Por meio do Visa Creator ProgramShe’s Next e outras iniciativas baseadas em comunidades, a Visa está trabalhando para habilitar digitalmente micro e pequenas empresas por meio de oportunidades de acesso a financiamento, recursos e expertise.

O conceito de ‘pequena empresa’ segue se expandindo e evoluindo de empresas familiares para criadores de conteúdo e trabalhadores da economia gig, e a Visa está empolgada para ajudar a próxima geração de empreendedores a ampliar seu negócio e ser paga.

Para mais informações sobre o Visa Creator Program e sobre como participar, visite o site da Visa.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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COPA ENERGIA E UFMS ESTUDAM POTENCIAL TÉCNICO E MERCADOLÓGICO DO GÁS DE COZINHA PARA GERAR ENERGIA ELÉTRICA

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ESG: o que esperar em 2024?

A parceria prevê investimentos que podem chegar a R$ 2 milhões e terá atuação nas áreas do agronegócio e geração de energia.

 A Copa Energia, detentora das marcas Copagaz e Liquigás, oficializará hoje, 31 de março, um acordo de cooperação com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). A parceria prevê investimentos que podem chegar a até R$ 2 milhões na execução de dois projetos em que o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha, será utilizado para geração de energia. Um deles é voltado para o agronegócio, no setor de piscicultura (produção de peixes) e o outro para a Geração de Energia tanto no modo “off grid” (isolado) como no modo “on grid” (conectado à rede de distribuição nas instalações da universidade). Ambos foram autorizados em caráter excepcional pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e terão duração de 12 meses para experimentos e estudos científicos.

Para atendimento das demandas dos projetos, a Copa Energia instalará reservatórios com capacidade para armazenamento de até 4 toneladas de GLP. Os projetos serão desenvolvidos por equipes multidisciplinares compostas por doutores, mestres e graduandos. Como parte da parceria, serão oferecidas bolsas de estudos e iniciação científica, com o objetivo incentivar a formação de mão de obra qualificada no setor de energia.



Para analisar o potencial técnico e mercadológico do uso do GLP como recurso energético para o agronegócio, serão avaliadas produções de dois tipos de peixes: pacu e tilápia-do-nilo, dispostas na área de piscicultura e nos tanques da Fazenda Escola da UFMS. De acordo com o coordenador de Novas Tecnologias da Copa Energia, Leonardo Silva, a finalidade do projeto é apresentar o GLP aos micros, pequenos e médios produtores como uma alternativa energética de fácil acesso e baixo custo.

“Observamos que existe uma desigualdade no mercado, já que a qualidade do peixe está diretamente ligada ao fornecimento de energia. Assim, a ideia é usar o GLP como fonte de energia mais estável, que chega em locais onde a energia elétrica não garante fornecimento contínuo e evitar a perda da produção desses produtores”, explicou Silva sobre o viés social da iniciativa. A Copa Energia fará um investimento inicial de R$ 600 mil no projeto, podendo chegar a até R$ 1 milhão.

Já o projeto de Geração de Energia tem como objetivo avaliar a eficiência energética e economicidade de um grupo motor gerador (GMG) alimentado por GLP, que vai gerar energia elétrica tanto no modo off grid (em um gerador) como no modo on grid (diretamente na rede de distribuição). O experimento será realizado das 17h às 20h, período de maior consumo da rede, fornecendo energia elétrica para a universidade.

“Será instalada na UFMS uma central de GLP, conectada a um gerador e ligada à rede de abastecimento da concessionária local. A técnica permite que a energia gerada seja direcionada para qualquer parte da universidade. Este é um projeto com grande potencial de economia de energia”, esclareceu Jaime Kilinsky, gerente executivo de Novas Tecnologias da Copa Energia. O aporte financeiro será de R$ 613 mil, com possibilidade de chegar a cerca de R$ 1 milhão.

Outras iniciativas com a Academia

Uma das primeiras experiências da Copa Energia com a UFMS utilizando o GLP em substituição à energia elétrica, aconteceu no início de 2020. Com autorização da ANP em caráter excepcional, devido à crise gerada pela pandemia de covid-19, o projeto apoiou profissionais da saúde do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap), durante o período mais grave de enfrentamento à pandemia. Na época, foram instalados, de forma provisória, quatro contêineres no estacionamento do hospital para procedimentos de higienização e desinfecção, abastecidos por geradores movidos a GLP, com o objetivo de suprir a necessidade de infraestrutura de energia.

Além da colaboração com a UFMS, a Copa Energia assinou, em fevereiro, um acordo de cooperação com a Universidade de São Paulo (USP) para estudar a viabilidade de produção do BioGLP no Brasil – um combustível gasoso, de origem renovável, que pode ser obtido a partir do tratamento do lixo, do bagaço da cana-de-açúcar e/ou do óleo vegetal.

Pedro Zahran Turqueto, vice-presidente de Estratégia e Mercado da Copa Energia, afirmou que as parecerias com a academia são essenciais para a evolução tecnológica e a troca de conhecimento. “Esta é a segunda colaboração que oficializamos este ano com instituições acadêmicas e a terceira com a UFMS em três anos. Nossa intenção é que a prática se torne cada vez mais corriqueira na empresa. Necessitamos dos pesquisadores para aperfeiçoar as técnicas e criar soluções. Em contrapartida, as instituições necessitam de subsídio para desenvolver e aplicar seus projetos”, finalizou.

O evento

Formalização e Início dos Projetos – Copa Energia/UFMS

Local: reitoria da UFMS.

Data e hora: quinta-feira, 31 de março, às 14h.

Estarão presentes na celebração Caio Turqueto, CEO da Copa Energia e Marcelo Turine, reitor da UFMS.

Com informações da Assessoria de Imprensa Virta Comunicação Corporativa

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FGV EUROPE, EM PARCERIA COM A CISCO, LANÇA FRAMEWORK PRÁTICO PARA A IMPLANTAÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES E SUSTENTÁVEIS NO BRASIL

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cidades de 15 minutos
Banco de imagens/Unplash

Estudo apresenta caminhos para cidades brasileiras trilharem sua digitalização a partir de uma infraestrutura de conectividade multisserviços

A sustentabilidade e a digitalização se configuram como caminhos interligados para alcançar um desenvolvimento urbano sustentável. Diante da necessidade de trazer novas soluções para os desafios das cidades, a FGV Europe, unidade internacional da Fundação Getulio Vargas, lança um framework prático que orienta os administradores públicos no desenvolvimento de projetos de infraestrutura de conectividade multisserviços, elemento crucial no processo de construção em escala de cidades inteligentes e sustentáveis no Brasil.

Intitulado O Caminho para Cidades Inteligentes no Brasil: O Papel da Infraestrutura de Conectividade, o trabalho foi realizado com apoio da Cisco, uma das pioneiras no conceito de cidades inteligentes através da sua iniciativa global Cisco Comunidades Conectadas e Inteligentes, lançada em 2009.



O framework visa fomentar oportunidades de investimento em infraestrutura digital adequada, de alta capacidade e segura, necessária à implementação dos serviços inteligentes em toda a área urbana e rural dos municípios brasileiros. O intuito do trabalho é desenhar um caminho prático que as cidades brasileiras possam trilhar para disponibilizar o pilar habilitante de infraestrutura de conectividade multisserviços, em prol do desenvolvimento de cidades inteligentes e sustentáveis no País.

“A digitalização é uma grande oportunidade para melhorar a qualidade de vida do cidadão, permitindo o uso amplo de aplicações inovadoras para a gestão urbana e de serviços de interesse público, em setores importantes como a educação, a saúde, a segurança e a mobilidade”, observa Marco Saverio Ristuccia, Project Manager Infrastructure and Green Technologies da FGV Europe. Todavia, ele ressalta que as experiências das cidades brasileiras evidenciam a dificuldade dos governos locais em conseguir acesso à conectividade necessária para a implantação de soluções digitais inovadoras. Partindo de uma análise de casos de sucesso nacionais e internacionais, Ristuccia explica que foram identificados os fatores de cunho político-institucional, jurídico e econômico-financeiro para viabilizar investimentos em infraestrutura de conectividade multisserviços. “Desta forma, foi desenhado um framework prático que visa contribuir na construção de iniciativas para a implementação e gestão dessa infraestrutura tão estratégica para o desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras”, conclui Ristuccia.

A infraestrutura digital é o elemento que demanda maior investimento de capital e custos operacionais ao governo, exigindo modelos de viabilização econômico-financeiros, inclusive com a participação da iniciativa privada. A Cisco acredita que os mesmos princípios de plataformas abertas e interconectadas, que tornaram a internet um ecossistema próspero, podem ser aplicados para transformar as cidades e comunidades em plataformas inteligentes conectadas e já atua há mais de dez anos em parcerias estratégicas com cidades e governos para repensar o espaço urbano, destacando o papel essencial de cooperação entre o setor público e o privado. Em 2020, a empresa lançou no país seu programa de aceleração digital, Cisco Brasil Digital e Inclusivo, que tem a infraestrutura digital e a inovação entre seus pilares.

“A discussão entre poder público, esfera empresarial e instituições financeiras e acadêmicas é primordial para que a implementação da infraestrutura de conectividade multisserviços possa se concretizar nas cidades e torná-las, de fato, inteligentes e sustentáveis. A maioria das cidades brasileiras não possui infraestrutura urbana adequada que garanta a conectividade necessária para as aplicações digitais. Esse framework tem um papel importante para sensibilizar as entidades federativas e outros stakeholders sobre a importância de projetos que levam à implementação dessa infraestrutura, que é o alicerce para digitalização e serviços inteligentes inovadores” ressalta Rodrigo Uchoa, Diretor para Digitalização da Cisco do Brasil.

Diante do tamanho desafio para acelerar a digitalização nas cidades brasileiras, o framework apresenta, ainda, um passo-a-passo estratégico-operativo para a implementação da infraestrutura de conectividade multisserviços em âmbito urbano, destacando aspectos de relevância de ordem jurídico, econômico-financeiro e de política pública.

O documento na íntegra pode ser encontrado no portal FGV e no site da Cisco do Brasil, disponível para download.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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GACHACO FORNECERÁ SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO DE BATERIAS INTERCAMBIÁVEIS ​​PADRONIZADAS PARA MOTOS ELÉTRICAS

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Foto: Soninha Vill/GIZ

A ENEOS Holdings, Inc. (President: Ota Katsuyuki; “ENEOS”), Honda Motor Co., Ltd. (Director, President e Representative Executive Officer: Mibe Toshihiro; “Honda”), Kawasaki Motors, Ltd., (Representative Director, President e Chief Executive Officer: Ito Hiroshi; “Kawasaki Motors”), Suzuki Motor Corporation (Representative Director e President: Suzuki Toshihiro; “Suzuki”) e Yamaha Motor Co., Ltd. (President, CEO e Representative Director: Hidaka Yoshihiro; “Yamaha Motor”) anunciaram que uma nova empresa, chamada Gachaco, Inc. (“Gachaco”), será constituída em 1º de abril para prestar serviço de compartilhamento de baterias intercambiáveis ​​padronizadas para motocicletas elétricas, além de desenvolver a infraestrutura para esse serviço.

A ENEOS visa contribuir para a realização de uma sociedade orientada para a reciclagem ao construir uma “Plataforma BaaS (Battery as a Service)*1” para mobilidade elétrica e outros sistemas de reciclagem de baterias. Por meio do BaaS, a ENEOS fornecerá soluções para problemas de mobilidade elétrica amplamente difundidos, como “o incômodo de carregar por muito tempo” e “preocupações com a falta de carga da bateria ao sair”, na perspectiva de um fornecedor de energia.



Por outro lado, em meio a uma crescente conscientização ambiental, a Honda, Kawasaki Motors, Suzuki e Yamaha Motor concordaram com uma especificação comum para uma bateria de motocicleta elétrica intercambiável e estão estudando o estabelecimento de ambientes de compartilhamento para difundir o uso de motocicletas elétricas como mobilidade que é ecologicamente correta e altamente conveniente.

Acreditamos que as cinco empresas, que compartilham o objetivo comum de popularizar a mobilidade elétrica, podem contribuir ainda mais para a realização de uma sociedade voltada para a reciclagem, trabalhando em conjunto para fornecer o serviço de compartilhamento de baterias intercambiáveis ​​padronizadas para motocicleta elétrica.

A Gachaco programa lançar o serviço de compartilhamento usando a Honda Mobile Power Pack e:, que atende aos padrões comuns para motocicletas elétricas, até o outono de 2022, iniciando por Tóquio e outras grandes cidades do Japão. As estações de troca de baterias, Honda Mobile Power Pack Exchanger e:, estarão localizadas em locais convenientes — como estações ferroviárias — e nas estações de serviço da ENEOS.

No futuro, além das motocicletas elétricas, a Gachaco promoverá o uso de baterias intercambiáveis ​​padronizadas para outras aplicações, como baterias de armazenamento instaladas em estabelecimentos comerciais e residências particulares.

Além disso, as baterias gastas geradas pelo serviço de compartilhamento fornecido pela Gachaco serão coletadas por meio da plataforma de bateria como serviço (BaaS) em análise na ENEOS para uso secundário e terciário e, finalmente, reciclagem para uso cíclico de bateria.

A Gachaco visa contribuir para uma sociedade descarbonizada e orientada para a reciclagem, construindo uma rede de fornecimento de energia baseada em bateria como infraestrutura para mobilidade elétrica que todos os usuários da mobilidade elétrica possam usar com segurança e sem se preocupar com o esgotamento da bateria.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Honda

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HUAWEI OPEN CLASS DE MARÇO ENSINA A PROTEGER WEBSITES UTILIZANDO WAF PARA BLOQUEAR ACESSOS INADEQUADOS

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A Amazon Web Services (AWS) lançou dois programas AWS Global Accelerator para ajudar as startups a enfrentar alguns desafios

Aula virtual e gratuita acontece nesta quinta, 31, e será ministrado pelo time da Huawei Cloud

A Huawei anuncia sua terceira Open Class de 2022, programa de aulas online e gratuitas ministrado por profissionais da multinacional líder global em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC) e também por executivos e acadêmicos do setor. A próxima aula virtual terá como tema “Proteja seu website utilizando WAF para bloquear acessos inadequados” e acontecerá nesta quinta-feira, 31, a partir das 18h30, no canal do YouTube da Huawei.

Com duração de 15 minutos, a aula vai ensinar como utilizar o Web Application Firewall (WAF), aplicação de Huawei Cloud que serve para proteger websites. “Com o suporte da poderosa tecnologia da machine learning da Huawei, o WAF identifica de forma inteligente ações maliciosas, previne ataques e fortalece defesas em todas as camadas da sua rede”, explica Thiago Ribeiro, CTO de Huawei Cloud no Brasil.



A aula será ministrada por Leandro Juvêncio Moreira, Arquiteto de Soluções da Huawei Cloud, e é destinada a universitários, desenvolvedores e profissionais da área de tecnologia que buscam aprimorar o conhecimento sobre proteção de websites.

Serviço

Evento: 21º Open Class da Huawei — “Huawei Cloud: Proteja seu website utilizando WAF para bloquear acessos inadequados”

Data: Quinta-feira, 31 de março de 2022

Horário: 18h30

Link: para assistir, clique aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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DOIS ANOS DEPOIS, COMO A PANDEMIA MUDOU OS PROFESSORES NO BRASIL

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educação cidades
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Necessidade de distanciamento social acelerou mudanças na dinâmica de sala de aula e criou novos desafios para quem interage com os alunos

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decretou em 11 de março de 2020 o início da pandemia do novo coronavírus. Desde então, foram mais de 452 milhões de casos e 6 milhões de mortes em todo o mundo, a despeito do avanço das taxas de vacinação. Agora, com o arrefecimento das medidas de distanciamento social em todo o país e com o retorno de aulas presenciais na maior parte das instituições de ensino, as perguntas que ficam são: O que aprendemos nos últimos dois anos? Como isso alterou o perfil dos nossos professores?

Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Península com 3,8 mil professores de todo o Brasil mostrou o tamanho da mudança. Entre abril e maio de 2020, ainda nos primeiros meses da pandemia, 83% dos docentes disseram que não estavam preparados para o uso da tecnologia. Em agosto, esse número havia caído para 49%. Em contrapartida, o percentual dos que enxergavam a tecnologia como aliada importante no processo de aprendizagem subiu de 57% para 94% no mesmo período.



Outro ponto é que, até o início da pandemia, o uso de tecnologia em sala de aula tinha a ver com um ganho de performance no aparato que os professores já aproveitavam. O projetor de slides aumentou as possibilidades de exposição para os estudantes, por exemplo, mas não interferiu na dinâmica ou na fluidez narrativa. Os docentes seguiram controlando o ritmo e o nível de interação entre alunos e conteúdo.

A questão é que esse modelo já vinha em crise antes mesmo do novo coronavírus. As gerações mais novas – sobretudo as que nasceram depois da metade dos anos 1990 – têm caminhos diferentes para o aprendizado e o consumo de conteúdo. A leitura tornou-se menos linear, e a interação é praticamente indissociável das publicações. Com os recursos disponíveis antes da pandemia, porém, nada disso era cabível em salas de aula.

Aí entra um segundo aspecto fundamental de qualquer olhar para o que aconteceu nos últimos dois anos. A pesquisa “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula”, feita pelo movimento Todos Pela Educação, revelou que mais da metade (55%) dos professores da rede pública brasileira utilizam tecnologia regularmente em sala de aula e que 54% gostariam de usar ainda mais. Para 66% dos professores, o que mais dificulta a adoção de recursos tecnológicos é a falta de equipamentos.

A necessidade de distanciamento social depois da aparição do novo coronavírus, portanto, acelerou o convencimento de professores sobre possíveis ganhos da tecnologia e mostrou a importância de uma política voltada a democratizar o acesso a recursos tecnológicos no setor educacional em âmbito nacional.

Soluções para o ensino híbrido ou remoto ajudam a universalizar o acesso à educação, diminuindo o uso da rede de transporte. Além disso, criam um novo universo de possibilidades para os professores, que podem explorar novas linguagens e camadas na comunicação com seus alunos.

O legado da pandemia no setor educacional passa por uma mudança no comportamento dos professores e pela escancarada necessidade de investimento em conectividade para toda a população, mas o terceiro ponto é o mais transformador: ao buscar soluções que mudam a dinâmica na sala de aula e reduzem limites entre presencial, híbrido e remoto, as instituições puderam revolucionar todo o processo de ensino. Nesse contexto, os dois últimos anos foram apenas o começo de uma longa jornada de construção e descoberta nas salas de aula do país.

Com informações da Assessoria de Imprensa Prioriza

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A PORTA DE ENTRADA PARA A CIDADE INTELIGENTE

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Para termos inclusão digital, é necessário ter acesso à rede de comunicação; ter o dispositivo para conexão, que pode ser um computador ou um smartphone; e, por fim, dominar as ferramentas tecnológicas

Partindo de uma pesquisa que visa analisar a percepção das brasileiras e dos brasileiros sobre as mudanças climáticas e as queimadas na Amazônia, realizada pelo Instituto Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro (1), destaca-se que os jovens, os mais escolarizados e as mulheres são os que mais declaram se importar com a questão climática. Um quinto da população entrevistada considera conhecer bastante o tema e esse conhecimento é maior nas classes mais altas e entre aqueles que têm acesso à internet.

Essa informação nos remete ao conceito difundido pela Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, em que uma “Cidade Inteligente é uma cidade comprometida com desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis” (2). A cidade inteligente é aquela que utiliza tecnologias para solucionar problemas concretos, criar oportunidades e reduzir as desigualdades.



A porta de entrada para a cidade inteligente é a conectividade e todos têm direito de acesso à internet, garantido pelo Marco Legal da Internet – Lei Federal nº 12.965/2014. Inclusive a lei destaca que o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania. Porém, de acordo com a pesquisa realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (3), em 2020, as desigualdades digitais persistem e as oportunidades que decorrem da utilização da internet são afetadas por essa exclusão digital.

O custo da conexão permanece como a principal barreira. Aumentou o número de domicílios com computador, mas em relação ao acesso à internet, esse aumento se concentra entre domicílios das áreas urbanas e das classes A, B e C. Para termos inclusão digital, é necessário ter acesso à rede de comunicação; ter o dispositivo para conexão, que pode ser um computador ou um smartphone; e, por fim, dominar as ferramentas tecnológicas. Os cidadãos precisam desenvolver habilidades e competências para usufruírem desse processo de ampliação e democratização do acesso às tecnologias da informação e comunicação (TIC). Esse domínio é denominado letramento digital.

E é com essa finalidade que a integração da transformação digital nas políticas, programas e projetos de desenvolvimento urbano sustentável, respeitando diversidades e considerando as desigualdades presentes nas cidades brasileiras é um dos objetivos estratégicos da Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. Utilizar o acesso à internet como indicador e reconhecer pelo indicador que há um déficit de conectividade vai estimular a discussão entre sociedade civil, poder público, iniciativa privada e academia para buscar soluções. O desenvolvimento sustentável depende de acesso equitativo à internet de qualidade para todas as pessoas. 

Ter acesso à internet com competências, habilidades e atitudes desenvolvidas fortalecerá o cidadão e permitirá maior engajamento da sociedade no processo de transformação digital. Importante ressaltar que auxilia também na sensibilização e ampliação de consciência sobre o que está acontecendo no planeta. E cada indivíduo pode e deve assumir um papel importante no caminho por um lugar melhor para se viver. Todos queremos cidades mais justas, diversas, inclusivas, acolhedoras, seguras, resilientes, inovadoras e conectadas. Precisamos construir essa realidade juntos. Afinal, assim como o lema da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, não queremos deixar ninguém para trás!

Referências

  1. (ITS) Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio. Mudanças climáticas na percepção dos brasileiros. 2021. Disponível em: https://www.percepcaoclimatica.com.br/.
  2. (MDR) Ministério do Desenvolvimento Regional. Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. 2020. Disponível em https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/desenvolvimento-regional/projeto-andus/Carta_Bras_Cidades_Inteligentes_Final.pdf.
  3. (CETIC) Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação. 2020. Disponível em https://cetic.br/pt/pesquisa/domicilios/indicadores/

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ENEL DISTRIBUIÇÃO SÃO PAULO CONCLUIU A INSTALAÇÃO DE 150 MIL MEDIDORES INTELIGENTES NA CAPITAL

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Criação do mercado de crédito de carbono traz mais segurança para os investimentos

Nova fase do projeto vai instalar mais 150 mil medidores para clientes da Zona Oeste;

Com fabricação da Ducati, medidores serão fabricados com plásticos recicláveis

A Enel Distribuição São Paulo, concessionária de energia elétrica que atua em 24 municípios da Grande São Paulo, acaba de concluir a instalação de 150 mil medidores inteligentes nos bairros de Perus e Pirituba, Zona Oeste da capital paulista e anuncia a segunda etapa, com a instalação de outros 150 mil medidores na região.

Os equipamentos fazem parte da primeira fase do projeto-piloto Smart Meter, que até o final do ano terá 300 mil dispositivos instalados nessas regiões. O investimento é de R$ 227 milhões, sendo R$ 121 milhões com recursos de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e R$ 126 milhões aportados pela Enel.

Os medidores contam com tecnologia desenvolvida pela Enel, com fabricação 100% nacional, contribuindo para a criação de uma cadeia de abastecimento local, geração de emprego e renda. Trata-se da primeira produção de medidores inteligentes da companhia na América Latina. O modelo fabricado no Brasil foi aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) e atende às necessidades locais e respeita as características da rede elétrica e os requisitos das normas técnicas.

A produção dos medidores da segunda fase do projeto teve início este ano, na fábrica da Ducati, em Vargem Grande Paulista, no interior de São Paulo.  Os equipamentos são feitos de plástico reciclável, inédito no setor de elétrico brasileiro, contribuindo para a sustentabilidade da cadeia produtiva e do negócio. A previsão de iniciar as instalações é no primeiro semestre deste ano.

Os medidores inteligentes integram uma solução digital inovadora, desenvolvida com tecnologia Enel, que permite aos consumidores monitorar e otimizar seu consumo de energia de forma fácil e transparente. Também possibilita à distribuidora executar algumas atividades remotamente, com o objetivo constante de aprimorar a qualidade do serviço.

Dentre as funcionalidades já disponíveis, cerca de 70 mil faturas já estão sendo emitidas mensalmente, com base em uma leitura remota. Com isso, as informações de consumo de energia registradas no medidor são enviadas diretamente para o sistema de faturamento da empresa, gerando as informações para a conta de energia. Em alguns casos, a Enel também já consegue efetuar religação e corte sem intervenção direta de colaboradores, agilizando o tempo de execução desses serviços.

Melhor gestão do consumo de energia com aplicativo 

Todos os clientes da Enel podem acessar via App ou no site da distribuidora o histórico mensal do seu consumo de energia.

O diferencial deste projeto é que, pela primeira vez, é possível fazer análises diárias. De acordo com levantamento da distribuidora, no último trimestre de 2021, os clientes que usaram o aplicativo já estão conseguindo reduzir o consumo em comparação a medição convencional. Isso demonstra que os medidores inteligentes já estão possibilitando às famílias fazerem essa gestão e, consequentemente, economizar na conta de luz.

“Como é um projeto de P&D, as tecnologias são implementadas gradativamente e as funcionalidades são configuradas progressivamente no sistema. Atualmente, cerca de 65 mil clientes já podem fazer esse controle diário da energia por meio do aplicativo. Esta opção e os serviços à distância, chegarão a todos os clientes que possuem esse medidor”, diz o responsável por Medição Remota da Enel Brasil, René Garrido.

Confira como fazer a gestão do consumo de energia e fique por dentro das funcionalidades dos medidores inteligentes por meio do aplicativo. 

Com informações da Assessoria de Imprensa da Enel Distribuição São Paulo

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