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GOOGLE FOR STARTUPS: UBOTS É ESCOLHIDA E, PELA PRIMEIRA VEZ, PROGRAMA SELECIONA EMPRESAS FUNDADAS E LIDERADAS POR PESSOAS NEGRAS

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Fotografia de cidade inteligente com aceleração digital

Programa terá duração de três meses, com mentorias e benefícios

Ubots, startup brasileira especializada em soluções de relacionamento digital e inteligência artificial, acaba de ser selecionada para o programa Google for Startups Accelerator. O anúncio oficial foi feito pelo Google.

O programa de aceleração tem como objetivo oferecer mentorias, suporte e ferramentas para auxiliar as startups consolidadas a enfrentarem os principais desafios e demandas técnicas e de produtos, com foco em ferramentas de tecnologia e programação do Google. Pela primeira vez na história, o programa é destinado a startups fundadas e lideradas por pessoas negras.



“É uma enorme felicidade ser uma das startups escolhidas pelo Google. Nosso objetivo é crescer e aprender com a gigante de tecnologia, suas mentorias e o networking que o programa vai gerar. Para nós, é muito importante ter esse reconhecimento de uma empresa tão importante como o Google, principalmente em um momento em que o Brasil está tão aquecido em questão de negócios”, ressalta Rafael Souza, CEO da Ubots.

Fundada em 2016, a startup impacta atualmente mais de 7 milhões de cooperados associados, sendo referência no relacionamento digital de cooperativas, bancos e financeiras. Em constante processo de expansão, a Ubots já conta com clientes em diversas regiões do Brasil e no Chile. Em 2021, teve um aumento de 184% no seu faturamento, em comparação com o ano anterior. Foram mais de 10 milhões de atendimentos realizados por bots em canais como o WhatsApp, webchat e app chat.

O Google for Startups terá duração de três meses. As startups selecionadas terão mentorias de especialistas do Google, além de benefícios, como crédito em produtos Google e acesso à rede de startups que já passaram pelo programa.

Startups selecionadas para o Google for Startups:

Biti9, Creators, Fen, FixIt, Fluke, Kapputo, Parças, naPorta, Ubots e Wellbe.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência NoAr

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PAULA FARIA, CEO DA NECTA E IDEALIZADORA DO CONNECTED SMART CITIES, PARTICIPA DE LANÇAMENTO DO PROGRAMA WOMEN IN TECH BRASIL NO DISTRITO FEDERAL

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O novo programa da Huawei pretende inserir mulheres nas tecnologias da informação e comunicação de diversos países

Fornecedora líder global de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), a Huawei Brasil vem desenvolvendo uma série de projetos com o objetivo de capacitar, treinar e aumentar as chances de empregabilidade à mulheres que desejem ingressar na área de TIC. 

Para seguir avançando nos projetos que a Huawei vem construindo, será lançado o programa Women in Tech Brasil, nesta terça-feira, 12/04, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília. Paula Faria fará uma breve apresentação sobre a “Inovação para promover igualdade de gênero” e também vai explicar sobre o Sandbox, lançado em São Paulo no último dia 31. 



De acordo com a Huawei Brasil, globalmente, as mulheres estão sub-representadas em empregos de tecnologia da informação, fora da liderança e em carreiras acadêmicas do setor. Apenas 5% dos CEOs e 33% dos gerentes e diretores de TIC são mulheres. 

O novo programa deve abordar a pesquisa para realizar um estudo e mapeamento do perfil das mulheres brasileiras no setor de tecnologia da informação e comunicação; e promover workshops, além de eventos, para debater com stakeholders a inclusão de mulheres neste setor.

Women in Tech Brasil começa a partir das 9h30, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Huawei Brasil. Após o café da manhã, participam da programação as seguintes personalidades:

  • Sr Sun Baocheng – CEO da Huawei Brasil,
  • Adriana Recco – Diretora de Comunicações da Huawei Brasil,
  • Bárbara Doukay Campanini – Coordenadora geral, substituta em desenvolvimento, que trata da desigualdade de gêneros no Mercado de Trabalho Brasileiro,
  • Ângela Amin – Deputada Federal, para falar sobre a importância da igualdade entre homens e mulheres e sua trajetória no grupo de trabalho 5G,
  • Caroline Brandão – Conselheira Especial no Brasil da União Internacional de Telecomunicações (UIT) – empoderando mulheres no Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT),
  • Paula Faria – CEO da Necta – para falar acerca da inovação para promover a igualdade de gênero,
  • Isabelle Nascimento de França – Analista em Tecnologia da Informação, chefe de gabinete do MEC – liderança feminina,
  • Sandra Costa – Conselheira do projeto Mulheres do Brasil – trazendo o poder da conectividade e da tecnologia como meio de cidadania e protagonismo feminino,
  • Fabi Saad – Fundadora do projeto Mulheres Positivas.

O lançamento do Programa Women in Tech Brasil será no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, que fica na SHS Quadra 06 – Complexo Brasil 21, Brasília – Distrito Federal. A transmissão gratuita, ao vivo, acontece pelo canal do YouTube. Acompanhe a partir das 9h30.

 

CONHEÇA A PRIMEIRA EMPRESA CONTRATADA PELO MARCO LEGAL DAS STARTUPS

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Plataforma da AEVO, empresa de gestão da inovação, é a aposta da Petrobras para lançar desafios de Inovação Aberta e se conectar com soluções inovadoras

A Petrobras acaba de anunciar a primeira empresa contratada na modalidade “Contrato Público de Solução Inovadora (CPSI)”, criada a partir da sanção do Marco Legal das Startups (MLS), em setembro de 2021. Trata-se da AEVO, especializada em tecnologia para a gestão da inovação, criadora do AEVO Innovate, software que viabiliza a comunicação, gestão e implantação de iniciativas que promovam melhorias contínuas no negócio.

“Estamos muito orgulhosos de fechar essa parceria com a Petrobras. Foi um processo bem dinâmico, proporcionado pelas novidades trazidas no Marco Legal das Startups, que permite às instituições realizarem contratações de projetos inovadores com base nos problemas, e não em uma lista de requisitos. Isso é fundamental quando falamos em implementação de inovações. Além disso, a nossa solução vai ajudar a Petrobras a utilizar ainda mais o Marco Legal, pois permitirá conexões mais aceleradas e estruturadas com as startups mais inovadoras do mercado”, pontuou Luís Felipe Carvalho, CEO e cofundador da AEVO.



Usado atualmente por cerca de 400 mil colaboradores, de mais de 150 médias e grandes empresas do Brasil, o produto da AEVO funciona de forma full-service, e possibilitará à área de inovação da Petrobras promover a participação de toda a organização em prol da inovação. O contrato, a princípio, tem a duração de um ano.

Por meio da plataforma, a área de inovação da Petrobras terá acesso ao sistema com objetivo principal de otimizar o seu processo de engajamento com o ecossistema de startups do país, por meio da Inovação Aberta. Na Central de Startups do AEVO Innovate, a empresa poderá lançar desafios de Open Innovation, se conectar com soluções inovadoras e, a cada ideia sugerida pelos seus funcionários para melhorar processos internos, a Inteligência Artificial filtra e identifica empresas que podem ser contratadas para resolver o desafio. Na outra ponta, a Central de Iniciativas auxilia o gerenciamento de projetos que entram em fase de implementação, para que todos tenham controle e conhecimento sobre o andamento das ações.

“A Petrobras criou o programa Conexões para Inovação para inovar de forma colaborativa e integrada com seu ecossistema, compartilhando seus desafios por meio de várias modalidades de engajamento. O objetivo é desenvolver tecnologia com alto potencial de geração de valor e ao mesmo tempo alavancar os parceiros com esta oportunidade. Nesse programa, podemos desenvolver a solução, implantar, escalar e sustentar, pois o sucesso pode levar a um contrato de mais longo prazo”, declarou Juliano Dantas, diretor de Transformação Digital e Inovação da Petrobras.

“A dor que resolvemos é a de profissionalizar, acelerar e evidenciar os resultados da inovação, além de facilitarmos conexões com startups para execução de projetos com rapidez. A Inovação Aberta vem, cada vez mais, se mostrando um poderoso instrumento de solução de desafios em empresas, em um mundo hiperconectado, veloz, interdisciplinar e volátil como o de hoje”, acrescenta Luís Felipe Carvalho.

Sobre o Marco Legal das Startups

O MLS, trouxe, entre outros benefícios, a maior flexibilidade para contratação das startups pelo Poder Público. A partir da sua sanção, a Administração Pública pode proporcionar, por meio de processos licitatórios, que sejam realizadas contratações de serviços e produtos oferecidos pelas startups, de forma experimental, com validade de até doze meses, podendo ser prorrogada por um período igual de até doze meses.

Após o período experimental da contratação, caso o produto ou serviço contratado obtenha o resultado esperado, é permitida à Administração Pública a recontratação posterior da startup. Neste segundo momento, por um período de vinte e quatro meses, prorrogáveis por igual período, sem haver um novo edital de licitação para tanto. Além disso, o Marco Legal das Startups trouxe autonomia a essas empresas, como um mercado exponencial e de impacto na economia brasileira, reconhecendo o papel delas nos cenários atual e futuro.

Com informações da Assessoria de Imprensa Scale Press

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UNIVERSIDADES BRASILEIRAS SE CLASSIFICAM PARA FINAL MUNDIAL DO HUAWEI ICT COMPETITION

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Confira os Highlights do sétimo Evento Temático do Ranking Connected Smart Cities 2022

IFCE e IFPB se classificam para a etapa global da competição e irão representar o Brasil no programa promovido pela Huawei

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) representarão o Brasil na final da etapa mundial do ICT Competition, programa destinado a estudantes universitários do mundo todo que fazem parte do Huawei ICT Academy, para estimular e impulsionar as carreiras no setor de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC). As instituições se classificaram na fase regional, que ocorreu no fim de março. Prevista para acontecer em junho, a grande final global contará com a participação de países do mundo inteiro.

Classificada em primeiro lugar da América Latina na categoria Nuvem (Cloud), a equipe do IFPB é composta por Michel Coura Dias, Marcos Antônio Ugulino de Araújo Filho, Gabriel Gutierrez Pereira Soares e Luana Rodrigues Barros. Já o IFCE é formado por Moacyr Regys Simões Moreira, Fernando Luis da Laiola, Fabrício Costa do Nascimento e João Guilherme Assis da Silva Alves, que irão concorrer na categoria Rede (Network).



“A Huawei Brasil tem a satisfação de anunciar que o Brasil está classificado para a grande final do ICT Competition com duas instituições representantes. Iniciativas como essa reforçam o compromisso da empresa com a empregabilidade e o desenvolvimento de talentos para o mercado futuro no Brasil, especialmente neste momento em que a demanda por profissionais de TIC só cresce”, comemora Bruno Eboli, analista de canais de venda da Huawei Brasil.

O ICT Competition foi criado em 2015 com o intuito de fornecer aos alunos uma plataforma para estudar, trocar ideias, aprimorar conhecimentos e habilidades práticas em TIC e estimular o pensamento criativo dos participantes em novas tecnologias e plataformas. O evento competitivo é mais uma iniciativa para fomentar a formação de talentos. No Brasil, participam estudantes de mais de 90 instituições de ensino que fazem parte do ICT Academy, programa global da Huawei que oferece cursos de certificação reconhecidos pelo mercado de trabalho.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA VIVEM TEMPOS DE TRANSFORMAÇÃO

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Para especialistas da green4T, aplicações como IA, IoT, Edge Computing, cloud computing e análise de dados podem transformar a infraestrutura

Para especialistas da green4T, aplicações como IA, IoT, Edge Computing, cloud computing e análise de dados podem transformar segmentos como segurança e transporte

Com a intensificação da tecnologia, as cidades estão se tornando mais inteligentes ao redor do mundo. Uma métrica que reflete essa expansão é a previsão para o tamanho deste setor. Segundo a consultoria Research&Markets, o mercado de smart cities deve movimentar US$ 2,5 trilhões até 2025, com crescimento de 20,5% ao ano. Estados Unidos, países da Europa ocidental, China, Japão e Coréia do Sul devem liderar estes investimentos.

Para Roberto Speicys, CEO e co-fundador da Scipopulis, especializada em análise de dados para cidades inteligentes, empresa da green4T, algumas tecnologias têm sido implementadas em várias cidades do mundo, transformando significativamente a realidade urbana e seus serviços. “Opções como a IoT (Internet das Coisas), Edge Computing, cloud computing, inteligência artificial (IA), 5G entre outras – já são consideradas essenciais e têm demonstrado, de forma prática, os benefícios de sua empregabilidade em verticais como saúde pública, transporte, energia, infraestrutura e a própria garantia da cidadania”, conta.



Na palma da mão

A gerente de projetos Smart Cities da green4T, Aurélie dos Santos, afirma que a percepção comum de que a tecnologia seja um recurso cuja atuação nas cidades estaria restrita aos bastidores dos serviços públicos está se tornando ultrapassada a cada dia. “Aplicativos têm conectado os moradores com uma ampla gama de órgãos governamentais e entidades ligadas à gestão dos municípios, seja para requisitar uma simples poda de árvore ou mesmo reportar problemas como um buraco na rua”, contextualiza a especialista.

De acordo com Aurélie, o conceito de “open data”, com informações a respeito da cidade disponibilizadas a todos, têm empoderado os cidadãos e permitido um acompanhamento mais amplo sobre a gestão pública, além de abrir caminho para a participação da iniciativa privada na criação de soluções e de novos negócios.

Mobilidade e transporte

Problema crônico das grandes cidades, os congestionamentos nas vias urbanas causam enorme prejuízo para o meio ambiente, os negócios e a saúde física e mental dos habitantes. Neste quesito, Roberto Speicys comenta que as ferramentas tecnológicas que consolidam dados enviados por satélite, sistemas de tráfego baseado em câmeras e sensores, e do próprio motorista, podem melhorar sensivelmente a mobilidade urbana, seja por meio de envio de alertas a respeito de zonas críticas, na orientação das equipes de campo ou no aprimoramento da gestão de toda a malha viária.

Com o transporte público, por exemplo, é possível também melhorar a qualidade do atendimento à população por meio da análise integrada de dados captados por uma arquitetura inteligente, envolvendo dispositivos conectados nas frotas de ônibus e nas estações, GPS e informações colhidas junto aos operadores do sistema. “É a partir destas informações que o gestor público passa a estar mais capacitado para elaborar novas políticas para o setor, seja por meio de novas rotas, corredores exclusivos ou, ainda, a substituição gradativa da matriz energética do modal em questão, visando reduzir os níveis de emissões de CO2 e outros gases poluentes”, diz o executivo.

Demanda por processamento 

A aceleração da transformação digital dos centros urbanos traz consigo uma outra demanda: por processamento e análise de dados. Afinal, se tudo está conectado, integrado e computado nestas cidades inteligentes, é preciso contar com infraestruturas de TI absolutamente eficientes, resilientes e disponíveis a fim de endereçar toda essa inteligência gerada pelo ecossistema tecnológico para capacitar a atuação dos gestores públicos, de forma ágil e segura.

Com o processo de digitalização, descobriu-se que as cidades podem “falar” e é preciso compreendê-las da forma mais clara possível. Um fenômeno crescente e proporcionado pela tecnologia, que tem contribuído para a geração de novos negócios e para trazer mais eficiência aos serviços públicos, maior transparência e mais qualidade na gestão dos recursos naturais e de energia nas áreas urbanas.

Com informações da Assessoria de Imprensa Máquina Cohn Wolfe

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CONHEÇA AS EMPRESAS INSCRITAS NO MAPEAMENTO DE ORGANIZAÇÕES TECNOLÓGICAS DE MOBILIDADE

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Soluções inovadoras em tecnologia poderão ser conhecidas no Parque da Mobilidade Urbana que acontece em junho 

Foram divulgadas as empresas, com sede no Brasil, que se inscreveram no Mapeamento de Organizações Tecnológicas de Mobilidade, realizado pelo Parque da Mobilidade Urbana (PMU). O PMU vai acontecer de 23 a 25 de junho, presencialmente, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

As organizações foram mapeadas por categorias e ficaram divididas da seguinte forma:

  • 23 organizações são de Mobilidade Elétrica
  • 33 organizações de Serviços de Mobilidade
  • 12 organizações de Inteligência de Dados
  • 04 organizações de Transporte Alternativo
  • 04 organizações de Intermediação  
  • 06 organizações de Compartilhamento
  • 03 organizações de Mobilidade Corporativa
  • 05 organizações de Transporte Coletivo
  • 01 organização de Acessibilidade


As iniciativas tecnológicas voltadas para a mobilidade urbana, em diferentes segmentos, são de responsabilidade das organizações inscritas. Por meio do site do PMU você tem acesso a todas as empresas e tecnologias participantes do mapeamento.

O PMU é mais que um evento. É um movimento com o objetivo de reunir organizações comprometidas com o desenvolvimento da mobilidade urbana sustentável, disruptiva e inclusiva.

O ecossistema da mobilidade urbana é multidimensional: conecta pessoas, bens e serviços nas cidades, e seus impactos têm consequências socioeconômicas, logísticas e ambientais.

Formato

O PMU será realizado no formato presencial e o conteúdo do evento será transmitido no formato digital, garantindo a audiência de todo o Brasil.

Público Estimado

O público de negócios presencial deve atingir 3.000 participantes (através de convite). O público final presencial é de até 15.000 participantes (com compra de ingressos). Já o público de negócios online é estimado em 2.500 mil pessoas, e o público final online deve chegar a 160 mil pessoas. 

O Parque da Mobilidade Urbana é uma realização do Connected Smart Cities, em parceria com o Mobilidade Estadão, que permeia os diferentes atores inseridos neste contexto, e conduz diferentes debates para que a mobilidade seja abordada em várias esferas.

AMÉRICA CENTRAL REGISTRA POUCO AVANÇO NA IMPLEMENTAÇÃO DA 5G

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Cidades inteligentes
Foto: Getty Images

Países da área relatam pouca atividade quanto aos testes voltados à tecnologia da quinta geração, com algumas exceções na Costa Rica e no México

Até o momento, neste primeiro trimestre de 2022, as redes 5G ainda não foram implantadas nos países da América Central. Somente no México foram registradas operações iniciais de uma rede móvel 5G comercialmente disponível, em fevereiro.

Uma pesquisa da 5G Americas, com base em informações de reguladores, operadoras de rede e da TeleGeography, revela que no México há uma segunda operadora que começou a ativar sua rede 5G em dezembro de 2021, mas com cobertura limitada a algumas áreas da Cidade do México e para fins de teste. Na América Central, essas redes não foram implantadas, embora os reguladores já considerem um novo espectro adequado para o desenvolvimento da 5G.



Ainda em relação ao México, as bandas AWS, 2,5 GHz e 3,5 GHz fornecem espectro para redes e testes 5G. Já na Costa Rica, Guatemala, Honduras e Panamá, houve progresso no planejamento de mais espectro para serviços móveis, mas nenhuma nova licitação foi lançada nesses locais.

Na Costa Rica, Guatemala, Honduras e Panamá, dependendo do país, são consideradas as bandas “baixas” (600 MHz e 700 MHz), “médias” (1427 – 1518 MHz, 2,3 GHz e 3,5 GHz) e “altas”. (26 GHz, 28 GHz, 40 GHz e 66 – 71 GHz) com capacidade para melhorar as redes de telecomunicações móveis na próxima década. O México planeja realizar um novo leilão de espectro entre 2022 e 2023, que oferecerá espectro adequado para 5G nas faixas de 600 MHz, 1427-1518 MHz e 3,5 GHz.

As redes 5G exigirão o uso de diferentes faixas de frequência para atingir os parâmetros de serviço de diferentes casos de uso de conexões humanas, industriais e da Internet das Coisas (IoT) em geral.

DOWNLOAD DO INFOGRÁFICO

 

Com informações da Assessoria de Imprensa da 5G Américas

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B3 PROMOVE EVENTO PARA ACELERAÇÃO DE STARTUPS

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Fotografica relacionando lâmpada com inovação no paraná

A B3, bolsa do Brasil, realizou na última quinta-feira (07/04) evento em parceria com a Darwin Startups para apresentar aos colaboradores da B3 e convidados as startups selecionadas na 11ª turma promovida pela aceleradora. A parceria da B3 com a Darwin Startups já dura seis anos e faz parte do programa de aceleração de startups da B3.

As startups selecionadas atuam em segmentos como finanças, seguros, telecomunicações, big data e inteligência artificial, e irão receber aporte da B3 e de outros parceiros do programa, além de participar de um programa de mentoria com a equipe da B3.



“A intenção desse evento é que executivos e colaboradores da B3 conheçam as propostas e modelos de negócios das startups selecionadas e entendam como esses serviços e produtos poderiam ser inseridos no ecossistema da empresa e, assim, auxiliar no desenvolvimento dos nossos negócios”, explica Rodrigo Pereira, superintendente de Novos Negócios, Inovação e Corporate Venture da B3. 

“É com muita alegria que realizamos a primeira edição presencial do DarwinX na B3, esse momento tão importante que inicia a relação entre os colaboradores da corporação e os empreendedores acelerados e que irá se traduzir em muito trabalho conjunto e geração de oportunidades. Só temos a agradecer pela confiança e pelos resultados incríveis dessa parceria ao longo dos anos”, comenta Marcos Mueller, CEO Darwin Startups.

As startups passaram por etapas de inscrição, entrevistas, sabatinas e imersões até a conclusão do processo de avaliação. Cerca de 200 startups se inscreveram para o programa e, ao final, 10 foram selecionadas para a última fase, que inclui assinatura do contrato, aporte financeiro, criação do plano de aceleração e exposição das startups para o mercado.

Conheça as startups da 11ª turma do programa que se apresentaram no DarwinX da B3, realizado em parceria com a Darwin Startups:

Netspaces – Plataforma em blockchain que permite a digitalização de propriedade de imóveis e possibilita a compra e venda instantânea entre usuários da plataforma, de forma integral ou fracionada;

Creditares – Agrofintech que conecta agentes financiadores a produtores rurais, oferecendo mais e melhor acesso a crédito;

Linkapital – Fintech que oferece crédito para empresas com condições personalizadas;

Beaver – Plataforma de inteligência artificial focada na leitura inteligente de documentos;

Deduz – Plataforma de multibenefícios que incentiva o consumo dos moradores em condomínio, com o objetivo de deduzir a taxa condominial;

Ponto Fácil – Fintech e govtech focada em conveniência digital que reúne mais de mil serviços públicos e privados em plataforma própria;

Finansystech – Techfin que desenvolve soluções de tecnologia completas para que empresas de qualquer tamanho possam explorar todas as oportunidades do mundo Open Finance;

SenseUp – Plataforma com o objetivo de oferecer automação, analytics, padronização, inteligência e agilidade para soluções de integração de dados para as necessidades da Indústria 4.0;

Zabit – Sistema para gestão dos processos de prevenção à lavagem de dinheiro e compliance; 

IDid – Plataforma de pagamentos digitais criada com o objetivo de eliminar a fraude e elevar a taxa de conversão de pagamentos no e-commerce.

Com informações da Assessoria de Imprensa da B3

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A IMPORTÂNCIA DE LIDERANÇAS FEMININAS PARA A ADOÇÃO DE ESG PELAS EMPRESAS

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A maior presença de lideranças femininas também é muito importante para aumentar o índice ESG de governança nas corporações

Muito importante para este movimento e para aumentar o índice ESG de governança nas corporações, a maior presença de lideranças femininas também já passou de uma tendência e se tornou realidade

Com a pandemia da Covid-19, os mercados de todo o mundo passaram por diversas mudanças e impactos, muito por conta do isolamento imposto e das medidas de segurança para combater o vírus, e também pelas incertezas sobre o futuro.  Isso fez com que os mercados focassem e trouxessem para o debate novas medidas de proteção e temas importantes para a sociedade, entre eles os líderes de todo o mundo debatem soluções para o desenvolvimento sustentável das nações.

Com isso, a responsabilidade ambiental das empresas está em foco, e o índice ESG entrou na pauta. Fruto dos termos em inglês Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança), ESG vem sendo cada vez mais mencionado nas reuniões de negócios de grandes corporações. Isso porque no Brasil e no mundo cresce a exigência de investidores e consumidores para que as companhias assumam uma postura voltada ao desenvolvimento ambiental, com atenção para as contribuições sociais e ações de governança.



E é fato que as empresas têm uma grande responsabilidade de devolver para a sociedade o que ganham por meio dela, isso faz com que a pauta ESG reforce esse ponto. É uma pauta essencial para fortalecer discursos e estratégias de crescimento, como a descarbonização das grandes corporações, por exemplo.

Além disso, as tomadas de decisão de diversas empresas já estão sendo realizadas com base na lógica do ESG. Empresas têm focado em iniciativas de melhor utilização de seus recursos, e em frentes que priorizam a sustentabilidade. Um exemplo é a diminuição de veículos em frotas, com o compartilhamento dos mesmos e a inserção de veículos elétricos.

Muito importante para este movimento e para aumentar o índice ESG de governança nas corporações, a maior presença de lideranças femininas também já passou de uma tendência e se tornou realidade. As corporações entenderam que visões diversas sobre um mesmo assunto faz com que as mudanças aconteçam de forma mais acelerada. Por isso, ter mais mulheres expondo seus pontos de vista, contribui de forma importante para que pautas como ESG sejam colocadas em prática.

Ter mulheres em lideranças faz com que a equidade das políticas estabelecidas seja priorizada. Mulheres desenvolvem projetos pensando também em mulheres, e isso faz toda a diferença para termos uma sociedade melhor para que elas consigam cada vez mais espaço. Quando uma empresa prioriza olhar para o ecossistema ao seu redor, causas do universo feminino ficam em evidência, já que ocupamos um espaço muito desigual. Uma corporação que trabalha pautas ESG, precisa trazer pessoas com diferentes aprendizados cognitivos para cargos de liderança. O que facilitará o cumprimento do que está sendo proposto.

Além de agregar nos pilares de atração e retenção de colaboradores que buscam trabalhar em empresas que investem em soluções sustentáveis, companhias e corporações que possuem o índice ESG estão sendo mais procuradas para investimentos, principalmente startups com tecnologia verde e sustentável, as GreenTechs, que estão surfando numa liquidez nunca vista antes.

Este cenário mostra que as companhias precisam incluir metas sociais em sua rota de crescimento, bem como no investimento em diversidade de lideranças e abertura de espaços para diferentes visões, para se adaptar à nova realidade da sociedade e atrair investimentos. 

Estar em um cargo de liderança, me proporcionou trazer iniciativas pensando em serviços voltados para mulheres. Como exemplo, do serviço de carsharing que estamos fornecendo para a Housi, o foco principal desse projeto é justamente trazer mais segurança para as clientes. Assim como internamente, criamos um clube do livro o “recarregando as baterias”, voltado para as colaboradoras, sempre com livros de temas como “Liderança Feminina”.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

CIDADES EM MOVIMENTO

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Muitas cidades brasileiras têm procurado se adaptar às transformações necessárias à implantação de infraestrutura para os veículos elétricos.
Divulgação PNME

Nesta entrevista para o Planeta Elétrico do Estadão Mobilidade, Rogério Markiewicz, presidente da ABRAVEI, mostra o que Brasília tem feito para se adequar aos desafios da eletromobilidade

Muitas cidades brasileiras têm procurado se adaptar às transformações necessárias à implantação de infraestrutura para os veículos elétricos. Uma delas é Brasília, que, assim como São Paulo, tem avançado, embora lentamente, na criação de leis que estimulem a utilização de veículos elétricos.

De acordo com Rogério Markiewicz, arquiteto, urbanista, curador do Planeta Elétrico e presidente da Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores (Abravei), a capital federal deu um importante passo à frente rumo à mobilidade sustentável ao aprovar a lei que institui o Código de Obras e Edificações (conhecido como COE). Fácil não foi, pois mudanças que procurem abrir espaço ao novo sempre encontram resistência.



Além disso, Markiewicz afirma que o fato de a cidade ser tombada exigiu muito cuidado ao mexer em políticas públicas e que a revisão do COE, realizada em 2018, contempla, entre outras medidas, a obrigatoriedade de ponto de recarga comum em todas as novas edificações com número superior a 200 vagas.

Confira a entrevista completa aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa PNME 

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