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TECNOLOGIA TENDE A MUDAR A CARA DAS RODOVIAS DE SP NOS PRÓXIMOS ANOS

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Resiliência financeira em contratos de concessão e parcerias público-privadas
Foto: Ministério da Infraestrutura

Livre passagem e pesagem de caminhões em movimento devem se tornar rotina nas rodovias do Estado em pouco tempo

tecnologia, componente fundamental para a segurança dos motoristas nas estradas, irá transformar o conceito das rodovias como conhecemos hoje. A previsão foi feita pelo engenheiro civil Lucas Reis, especialista em regulação de transporte da ARTESP (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) e membro da gerência de sinalização e segurança da Diretoria de Operações (DOP) da agência em conversa para o podcast “De olho na Estrada”, da Concessionária SPMAR, que explicou o funcionamento do sistema pensado para substituir as praças de pedágio no futuro.

“O free flow é um sistema de livre passagem, ou seja, com automação da cobrança tarifária. E de que jeito se dá essa automação? São sensores instalados em pórticos ou portais nas rodovias e nos dispositivos eletrônicos nos veículos, as tags, sendo feita a cobrança de tarifa automaticamente. Dessa forma, o sistema de livre passagem evita a necessidade de existência de praças de pedágio, uma barreira física no meio da rodovia”.



Na conversa foi abordada toda a simbiose entre tecnologia e segurança que surgiu na década de 90, com as primeiras concessões no País. E como o tema migrou até para as universidades, onde uma linha de pesquisa especial, chamada ITS (Sistema Inteligente de Transporte) debate o desenho para as rodovias inteligentes do futuro.

Outro participante, o gerente de operações da SPMAR e apresentador do podcast, Fausto Cabral, também comentou sobre as concessões do presente e as diversas tecnologias implantadas que passam despercebidas pelos usuários, como os SACs, as caixas de analisadores de tráfego, comumente confundidas com os radares: “Medem a quantidade de veículos que passam por faixa de rodovia, determinam o comprimento, o tipo de veículo (..). Essa tecnologia é muito importante para quem está administrando a concessionaria para tomar as decisões certas”.

Para conferir a entrevista completa do Lucas Reis, e saber um pouco mais sobre as tecnologias que vão contribuir para mudar o dia a dia nas rodovias, basta acessar a plataforma de áudio do De Olho na Estrada no Spotify. O podcast De Olho na Estrada é um canal que reúne especialistas para conversar sobre segurança viária de uma forma descomplicada.

Sobre a SPMAR – A Concessionária SPMAR atua na administração dos Trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas, sendo responsável pela gestão de 76% do Rodoanel Metropolitano de São Paulo em operação.

O Trecho Sul (km 30 ao km 86 do Rodoanel Mario Covas) tem acesso pelas rodovias Régis Bittencourt (entroncamento com o Trecho Oeste) no km 30; Imigrantes no km 70 e Anchieta no km 75, além da Av. Papa João XXIII, em Mauá, no km 86.

O Trecho Leste (km 86 ao km 130 do Rodoanel Mario Covas) tem acesso pela via de ligação com a Av. Papa João XXIII, em Mauá, no km 86; pela Rodovia Henrique Eróles – SP066 (km 115, em Suzano); pela Rodovia Ayrton Senna – SP070 (km 124 em Itaquaquecetuba) e pela Rodovia Presidente Dutra – BR116 (km 130 em Arujá).

Com informações da Assessoria de Imprensa GWA Comunicação Integrada

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HUAWEI PARTICIPA DO EDUCAÇÃO CONECTADA, ENCONTRO SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS E PROJETOS SOCIAIS, NESTA TERÇA, 12

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EMPOWER WEEK: EVENTO GRATUITO DA MICROSOFT DEBATE OS BENEFÍCIOS DAS PLATAFORMAS DE BAIXO CÓDIGO PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES

Iniciativa da Teletime, seminário terá painel com participação de Bruno Zitnick, diretor de relações públicas e governamentais da Huawei

A Huawei, multinacional líder em Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), irá participar do primeiro Educação Conectada, uma iniciativa da Teletime para debater políticas públicas e projetos de interesse social, que contará com a presença de atores dos setores público e privado. Bruno Zitnick, diretor de relações públicas e governamentais da Huawei, estará no terceiro painel do seminário, sobre “O papel das operadoras e os diferentes modelos”. O evento será presencial, mas estará disponível no YouTube da Teletime a partir desta quarta, 13.

O Educação Conectada começa às 9h00, com o painel “Diagnóstico para políticas assertivas”, que irá mapear os principais desafios para ampliação da conectividade em escolas e pontos que merecem atenção das políticas públicas. Em seguida, às 11h00, o segundo painel, “A conciliação das políticas públicas”, vai abordar do programa Internet Brasil, do Ministério das Comunicações, aos compromissos do edital de 5G e como coordenar os esforços das iniciativas de conectividade.



No terceiro painel, às 14h00, o executivo da Huawei irá debater com outros convidados como empresas de telecomunicações e atores privados podem contribuir para programas de ampliação da conectividade e aplicações digitais a escolas, alunos e profissionais de educação, e quais são os modelos de melhor sucesso.

Às 15h15, haverá uma sessão especial em vídeo sobre “A experiência da EducationSuperHighway nos EUA”. Por fim, às 16h, o painel “Para além da conectividade” irá fechar o encontro com um debate sobre como conciliar uma escola conectada com aplicações digitais e propostas educacionais inovadoras.

Veja abaixo a programação completa:

Educação Conectada

Programação:

Painel 1 – 09:00 | 10:30 – Diagnóstico para políticas assertivas

Este painel mapeia os principais desafios para ampliação da conectividade em escolas e os pontos que merecem atenção das políticas públicas

Palestrantes:

Sec. Mauro Luiz Rabelo, secretário de educação básica do Ministério da Educação

Cristieni Castilhos, CEO da MegaEdu

Painel 2 – 11:00 | 12:30 – A conciliação das políticas públicas

Do programa Internet Brasil do MCOM aos compromissos do edital de 5G, passando por projetos como o PIEC do Ministério da Educação, não faltam iniciativas de conectividade. Mas como coordenar esforços?

Palestrantes:

Pedro Lucas Araújo, diretor de investimentos e inovação do Ministério das Comunicações

Ana Caroline Santos Calazans Vilasboas, diretora de articulação e apoio às redes de educação básica, Min. da Educação

Paulo Gomes Gonçalves, auditor da SecexEducação do TCU

Francisco Giacomini Soares, VP de rel. institucionais da Qualcomm

Giuseppe Marrara, diretor de políticas públicas da Cisco

Painel 3 – 14:00 | 15:15 – O papel das operadoras e os diferentes modelos

Como empresas de telecomunicações e atores privados podem contribuir para programas de ampliação da conectividade e aplicações digitais a escolas, alunos e profissionais de educação? Quais os modelos de melhor sucesso?

Debatedores:

Tomas Fuchs, presidente da Datora

Márcio Couto Lino, Diretor de ESG da TIM Brasil

Nelson Simões, diretor geral da RNP

Bruno Zitnick, diretor de relações públicas e governamentais da Huawei

15:15 — 15:30 | Sessão especial (vídeo) — A experiência da EducationSuperHighway nos EUA

Entrevistado: Evan Marwell, founder e CEO da EducationSuperHighway

Painel 4 – 16:00 | 17:30 – Para além da conectividade

A conectividade é essencial para elevar a educação ao mundo digital, mas e depois? Como conciliar uma escola conectada com aplicações digitais e propostas educacionais inovadoras?

Debatedores:

Daniely Gomiero, diretora de comunicação corporativa da Claro e VP de projetos do Instituto Claro

Lia Glaz, gerente sênior de Educação da Fundação Telefônica Vivo

Marise de Luca, Líder de Conectividade do Grupo Mulheres do Brasil

Thalles Gomes, coordenador jurídico e de parcerias públicas do CIEB

Milene Franco Pereira, gerente sênior de relações governamentais da Qualcomm

Márcio Couto Lino, Diretor de ESG da TIM Brasil

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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QUANTO VALE NOSSA MOBILIDADE ELÉTRICA?

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A maior parte de nossa energia elétrica vem de hidrelétricas. Estes megaprojetos nos deixaram com uma respeitável conta ambiental a pagar.

Vi há alguns dias um destes vídeos da internet em que uma pessoa falava contente que havia comprado seu carro elétrico. Tinha custado um dinheirão, mas era uma maravilha e, de quebra, ainda ajudava a cuidar bem do Planeta.  Bem, mentira não é, mas também não é tão simples assim

Olá, tudo bem? A esta altura, e depois de alguns papos que batemos por aqui, creio que já entendemos que a eletrificação dos transportes é parte importante de nossa resposta à crise climática. Uma resposta que é imperiosa e urgente. 

Não queria chover no molhado, mas é importante não perder de vista o que de fato importa. Mas eu queria aproveitar nosso papo hoje, isso sim, para encompridar um bocadinho mais essa conversa: queria pensar um pouco mais do elétrico da mobilidade elétrica. 



Para isso, quero começar com uma estorinha. Vi há alguns dias um destes vídeos da internet em que uma pessoa falava contente que havia comprado seu carro elétrico. Tinha custado um dinheirão, mas era uma maravilha e, de quebra, ainda ajudava a cuidar bem do Planeta. 

Bem, mentira não é, mas também não é tão simples assim. 

Acontece que lá pelas bandas onde vive esta pessoa, entre arranha-céus altíssimos que brotam da areia do deserto, mais de 99% da energia elétrica que chega às tomadas vem da queima de combustível fóssil. O novo carro elétrico de nossa personagem mostra ali, sem dúvidas, uma louvável boa intenção, mas infelizmente não passa muito disso. Pelo menos não no que diz respeito ao combate à mudança climática. 

Para passar da boa intenção para a ação com a consequência que queremos (e de que precisamos), é preciso estarmos bem atentos à nossa relação com a energia elétrica. Isso quer dizer muitas coisas, e uma delas é certamente como produzimos a eletricidade com que pretendemos eletrificar nossos transportes – seja lá naquelas lonjuras, seja aqui mesmo no Brasil. Estamos, afinal, no mesmo planeta.  

O país de onde veio o vídeo que assisti é um caso extremo, mas não isolado. Boa parte do mundo ainda gera uma parcela considerável de sua energia elétrica a partir de combustíveis fósseis. O Our World in Data traz alguns números: nos EUA, são 60%; na Austrália, 75%; no Japão, 70%. Para falar de países com contextos mais próximos ao nosso, continuamos: quase 75% na Índia e no México; 65% na Argentina; 65% na Turquia e – impossível não falar dela – 66% na China. Na África do Sul, são 88%.

Os números são de 2020. Estão aqui arredondados, mas falam por si: em um grau considerável, o veículo elétrico apenas empurra a conta do desastre climático para a frente sem uma política de geração de energia limpa.

É aqui que nós – o Brasil – temos uma enorme oportunidade de fazer a diferença. Em 2020, apenas uns 13% de nossa eletricidade veio da queima de combustíveis fósseis. Tudo bem que o mapa do Our World in Data mostra alguns países em situação bem melhor: na Noruega são apenas 0,5%. Na Namíbia; 1,5%; no Quênia, pouco mais de 10%. Entretanto, das maiores economias do mundo, são poucas com uma posição semelhante à nossa. Na prática, isso quer dizer que nosso potencial de contribuição para o combate à mudança climática pela eletrificação dos transportes é enorme; e que nossa fruta está mais à mão para ser colhida. 

Resumindo: para o clima, o mesmo ônibus elétrico em São Paulo vale mais, todo o resto constante, que em Los Angeles, Mumbai ou Istambul. 

É de envaidecer mesmo. Isso não é qualquer coisa. 

Tudo bem, não são só flores. Temos cá nossos desafios. 

A maior parte de nossa energia elétrica vem de hidrelétricas. Se, por um lado, isso ainda é melhor que queimar carvão para ligar o liquidificador, por outro, estes megaprojetos nos deixaram com uma respeitável conta ambiental e social a pagar. Mais: como um país que, ao fim e ao cabo, é movido a chuva, estamos particularmente vulneráveis à mudança climática que já se faz muito (e dolorosamente) presente. Como consequência, nos últimos anos tivemos que recorrer cada vez mais à queima de combustível fóssil para manter nossas tomadas vivas. Combine isso com uma governança e processos de tomada de decisão por vezes demasiadamente complexos e, pronto, lá se vai nossa grande contribuição para um mundo melhor. Não é?

Não, não é. Ou melhor: não precisa ser. 

Temos vários bodes na sala, é verdade, mas só estamos destinados a ser o país das grandes oportunidades perdidas se não nos mexermos. 

É que realizar todo esse nosso potencial é algo que não vem dado: precisa ser construído. E isso podemos fazer:  temos cientistas do mais alto nível; uma indústria relevante e uma sociedade civil que se mobiliza cada vez mais. Temos em nossa administração pública profissionais qualificados e engajados. Adicionando-se a estes o diálogo que possibilite uma ação coordenada podemos construir políticas públicas que abram caminhos para lidarmos com nossos bodes na sala e cumprir nossa responsabilidade para com o planeta. 

Dá trabalho, mas se pode fazer. É preciso não perder de vista o que realmente importa.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

CISCO ANUNCIA NOVA EDIÇÃO DO WOMEN ROCK IT, PROGRAMA QUE OFERECE CURSOS GRATUITOS DE TI PARA MULHERES DE TODO O PAÍS

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CSC GovTech 2023: 6 dias para o encontro de soluções digitais

Um estudo do Banco Nacional de Empregos (BNE) mostra que cresceu o número de mulheres buscando vagas na área de tecnologia, visto que de janeiro a maio do ano de 2021, foram registradas 12.716 candidaturas femininas contra 10.375 em 2020 no mesmo período. Em apoio a essas mulheres, a Cisco Brasil anuncia que já estão abertas as inscrições da nova edição do Women Rock IT. O projeto faz parte da iniciativa Girls in ICT Day, movimento global que visa motivar meninas e mulheres a se dedicarem profissionalmente às áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, e está alinhada ao propósito da Cisco de promover um futuro inclusivo para todos.

Voltado para mulheres a partir de 16 anos, o curso conta com aulas ao vivo do Cisco Networking Academy, via Webex. Ao longo de 6 meses, as alunas terão aulas de CCNA1, CCNA2 e CCNA3 com os melhores professores do Brasil.



Para participar, as candidatas devem se inscrever no curso classificatório Networking Essentials, que tem duração de 40 horas e deve ser concluído até 22 de abril. Realizado no modo self-learning, com conteúdo em inglês de nível básico ou português, o programa ensina a planejar e instalar uma rede doméstica ou de pequena empresa usando tecnologia sem fio, promove a prática de verificação e solução de problemas de rede e conectividade com a Internet, e ensina a reconhecer e mitigar ameaças de segurança, entre outras habilidades.

As 1.000 estudantes melhores classificadas no Networking Essentials iniciarão o primeiro módulo do Cisco® Certified Network Associate (CCNA) 7.0, capacitação em redes com reconhecimento internacional na carreira de TI, que será ministrada por videoconferência pelo Cisco Webex. O CCNA é composto por três módulos em português, nos quais as alunas aprenderão as funções necessárias para dar suporte às operações tanto de empresas quanto de pequenos varejistas. As estudantes se capacitarão a construir redes locais simples (LANs), desenvolverão conhecimento prático de esquemas de endereçamento IP, além de dominar a segurança de rede básica e poder realizar configurações básicas para roteadores e switches.

Ao final do curso a candidata estará pronta para aplicar para a certificação internacional. Entre os pré-requisitos, além de ser mulher (cis e trans) e ter mais de 16 anos, é necessário acesso à internet e um computador com processador i3 ou equivalente, Windows 10, 4Gb de RAM e 27GB de disco rígido. Saiba mais no link.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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POLÍCIA MILITAR E UBER FIRMAM PARCERIA PARA COMBATER AÇÕES CRIMINOSAS A PARTIR DE CHAMADAS DO APLICATIVO

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Parque da Mobilidade Urbana marca presença no Rio Innovation Week 2025, a maior conferência de tecnologia da América Latina
Foto: Michel Filho/Prefeitura do Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Uber acabam de assinar um termo de cooperação inédito no país, que prevê a integração do botão “Ligar para a Polícia” do aplicativo com o Centro de Controle Operacional da Polícia Militar (Cecopom), responsável pelo Serviço 190. O novo sistema entrará em operação inicialmente como projeto-piloto na Baixada Fluminense e depois nas demais regiões do estado.

Concluída a integração, toda vez que um usuário ou motorista parceiro da Uber usar o botão para ligar para o Cecopom da PM por meio do aplicativo, os operadores do serviço de emergência vão automaticamente receber a localização em tempo real e os dados da viagem em que foi originada a chamada. Isso permite uma resposta ainda mais rápida e precisa da força policial, sem que seja necessário quem fez a chamada transmitir essas informações verbalmente ao atendente. Todas as informações — do veículo, do usuário e do motorista — estarão expostas na tela do computador.



Como prevê o termo de cooperação, haverá um treinamento aos operadores do Cecopom, como também o processo de integração tecnológica. Após a conclusão dessa etapa de treinamento e integração tecnológica, o projeto-piloto do botão “Ligar para a Polícia” será implantado.

– Acreditamos que essa parceria vai contribuir muito para a Corporação e para a sociedade. Vale também ressaltar o caráter integrador dessa parceria e a importância de ferramentas tecnológicas aplicadas à área de segurança pública. Aproveito para agradecer o corpo técnico da nossa área de tecnologia da informação – disse o secretário da SEPM, coronel Luiz Henrique Marinho Pires.

A diretora-geral de Operações da Uber, Silvia Penna, lembra que em uma situação de emergência, cada segundo conta:

– Por isso, foi muito importante a disposição da Secretaria de Estado da Polícia Militar de manter esse diálogo conosco a fim de explorar essa tecnologia para apoiar o trabalho de atendimento a emergências de forma pioneira no Brasil. Se isso puder resultar no envio de ajuda mais rápida em situações críticas, será um recurso a mais para trazer mais segurança a todos que circulam nas cidades. Esse é o tipo de contribuição que acreditamos que nossa tecnologia pode dar às localidades em que atuamos — afirma a dirigente da Uber.

 

 

INFORMAÇÕES PRECISAS EM TEMPO REAL

A ferramenta utiliza os sinais de localização disponíveis nos celulares e utilizadas na navegação do aplicativo, incluindo GPS e pontos de Wi-Fi, para determinar o posicionamento dos dispositivos de forma mais precisa. Além da localização em tempo real, o Cecopom terá acesso aos detalhes da viagem assim em que o botão for acionado: placa, marca, modelo e cor do veículo, nomes do motorista e usuário, além do telefone.

A tecnologia que permite o envio desses dados aos serviços de emergência é fornecida pela RapidSOS, empresa que desenvolveu a primeira plataforma de dados de resposta a emergências do mundo. Essa plataforma liga os dados críticos de qualquer dispositivo conectado ou aplicativo móvel diretamente ao serviço de resposta a emergências. A integração com o 190 do Rio de Janeiro será a primeira do gênero feita pela Uber no Brasil. Mas esse tipo de integração tecnológica já é realizada em parceria com a RapidSOS em serviços de atendimento a emergências de mais de 1.200 cidades dos Estados Unidos e de 29 estados no México.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa Ideal H+K Strategies

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PROGRAMA SOCIAL DO MERCADO LIVRE VAI CONECTAR 400 ADOLESCENTES BRASILEIRAS COM A TECNOLOGIA

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Conectadas busca despertar o interesse pela área e reduzir a desigualdade de gênero na tecnologia

Ferramentas ainda ajudam a solucionar problemas das comunidades onde vivem

Somente ano passado, a iniciativa beneficiou mais de 1.200 jovens latino-americanas

O Mercado Livre lança mais uma edição do Conectadas, programa gratuito que promove uma imersão digital de meninas em temas de tecnologia. Realizada em parceria com a ONG brasileira {reprograma}, a iniciativa já permitiu que centenas de jovens, entre 14 e 18 anos, mergulhassem no universo tecnológico. Ao convidar e estimular as participantes a criar soluções de impacto social, o Conectadas aproxima essas meninas da tecnologia por meio da educação. As inscrições para esta edição, que podem ser feitas por meio de um formulário digital, terminam no dia 02 de maio.

Implementado desde o ano passado no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, México e Peru, o Conectadas oferece uma imersão digital que totaliza 40 horas. Ao longo 16 encontros são abordados conteúdos de transformação digital, economia 4.0, sustentabilidade, design da experiência do usuário, análise de dados, desenvolvimento de projetos e negócios digitais, marketing e comunicação digital. Durante o programa, acontece ainda o acompanhamento de mentores do Mercado Livre e da {reprograma}, permitindo ainda a essas meninas conhecer e se conectar com mulheres que já atuam neste segmento.



“Queremos que cada vez mais meninas descubram todas as possibilidades que a tecnologia tem para elas e para suas comunidades”, destaca Laura Motta, gerente de Sustentabilidade do Mercado Livre no Brasil. “Iniciativas como o Conectadas contribuem para uma transformação cultural e comportamental, ajudando a construir uma comunidade de jovens mulheres que ganham as ferramentas e reforçam sua confiança para criar soluções inovadoras para seus desafios”, completa.

Em 2022, o Conectadas pretende atingir 1.400 meninas em sete países. No Brasil, serão 400 jovens, o dobro do ano passado. Meninas de escolas públicas têm prioridade e o programa espera ter pelo menos 50% de jovens pretas, pardas e indígenas. “Conectadas me mostrou que eu sou realmente capaz de aprender e aplicar esses novos conhecimentos na prática, de uma forma muito fácil e sem complicação”, disse Giovana Pereira, participante da primeira turma.

Primeira edição

Lançado em 2021, o Conectadas nasceu com o propósito de contribuir com a redução da disparidade de gênero na área de tecnologia, despertando o interesse por este universo. Sua imersão é inspirada nos processos usados pelas equipes de tecnologia: identificação de uma necessidade, pesquisa, desenho de uma solução e desenvolvimento de um protótipo para testá-la e melhorá-la. Para ajudar a internalizar os conceitos, as jovens participantes são convidadas a pensar nos problemas que as rodeiam e a imaginar soluções digitais levando em consideração os usuários, os dados e a sua disseminação.

No ano passado, o programa formou 1.260 jovens, 200 delas no Brasil. Após a primeira trilha de imersão, 81% das participantes afirmam que desenvolveram uma visão mais clara sobre o que querem fazer do seu trabalho e futuro acadêmico, enquanto 95% delas disseram saber mais sobre as opções de treinamento e desenvolvimento profissional em tecnologia. “Com as meninas, trabalhamos sob a perspectiva de que sempre há algo para elas na tecnologia. Focamos muito no conteúdo, para que possam absorver os conceitos, pensar nos problemas do mundo e imaginar soluções digitais levando em consideração os usuários, os dados e a sua disseminação”, disse Carla De Bona, cofundadora da {reprograma}.

Dentre as principais atividades desta edição estão painéis, oficinas, palestras e interação com outras meninas, de outras regiões e países, para tirar dúvidas e trocar experiências. Para participar, não é necessário que as interessadas ​​tenham conhecimento prévio na área, apenas o desejo de criar soluções inovadoras baseadas em tecnologia, dentro de um contexto desafiador.

Serviço:

Conectadas

Período de inscrição: de 04/04 a 02/05/2022

Pré-requisitos: mulheres de 14 a 18 anos

Formato: 100% online

Investimento: gratuito

Inscrições neste link

Consulte aqui mais informações

Com informações da Assessoria de Imprensa ProfilePR

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WOMEN IN TECH: HUAWEI AMPLIA INICIATIVAS DE FOMENTO A CARREIRAS FEMININAS NO MERCADO DE TECNOLOGIA

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Evento de lançamento contará com a presença de representes do MMFDH, MEC, Mulheres do Brasil e líderes femininas dos setores público e privado

Nesta terça-feira, 12, a Huawei, líder global em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), lança o programa Women in Tech, idealizado para impulsionar carreiras femininas e ampliar a participação de mulheres no mercado de tecnologia. O evento acontece no Centro de Convenções e Eventos Brasil 21, em Brasília, a partir das 9h30, e contará com a participação de representantes do Ministério da Mulher Família e Direitos Humanos (MMFDH), do Ministério da Educação (MEC), Mulheres do Brasil, da União Internacional das Telecomunicações e de líderes dos setores público e privado. O evento terá transmissão ao vivo no canal no YouTube da Huawei Brasil.

No Brasil e no mundo, o mercado de tecnologia enfrenta desafios de atração de talentos e qualificação de mão de obra. Segundo relatório da Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, o setor demandará 420 mil profissionais qualificados entre 2019 e 2024, uma média de 70 mil pessoas por ano. Atualmente, são formados cerca de 37 mil alunos nos ensinos superior e técnico. Ao fazer um recorte de gênero, nota-se que, globalmente, as mulheres estão sub-representadas em empregos de TIC, posições de liderança e carreiras acadêmicas no setor.



“Nosso objetivo é mostrar que o setor de tecnologia é uma carreira possível para todos. Queremos incentivar desde a base, atrair jovens talentosas a ingressarem e concluírem as carreiras em tecnologia”, explica Adriana Recco, diretora de Comunicação da Huawei Brasil. Segundo a executiva, o desafio começa nas universidades, pois apenas 14,8% dos estudantes na área de TICs são mulheres. “Internamente, oferecemos programas de mentoria para desenvolver novas liderança. Da porta para fora, oferecemos cursos gratuitos de capacitação em parceria com as universidades e o aplicativo Mulheres Positivas”, completa.

Uma das primeiras iniciativas do Women in Tech foi a parceria com Fabi Saad, empreendedora e fundadora do projeto Mulheres Positivas, para oferecer cursos gratuitos de capacitação em diversas áreas de tecnologia, como AI, Cloud e 5G. Dessa forma, a empresa deseja impactar cerca de 5 milhões de mulheres, que terão acesso aos cursos de qualificação da plataforma de educação da Huawei no app Mulheres Positivas.

Outro projeto é o WorkShop 5G Para Mulheres, um circuito de palestras, em formato on-line e presencial, para oferecer as bases técnicas da tecnologia 5G para profissionais que desejam se atualizar ou ingressar no mercado. “Estamos criando um ambiente onde a tecnologia 5G possa ser usada para aumentar o bem-estar das mulheres e incentivá-las a participarem do setor de TIC. O programa foi projetado para ter alcance nacional”, explica a executiva.

Agenda:

Women In Technology — Reshaping the future of innovation]

09h30: Café de boas-vindas

10h00: Sr. Sun Baocheng, CEO da Huawei Brasil — Boas vindas

10h05: Atílio Rulli, Diretor Sênior de Relações Governamentais e Relações Públicas — Discurso de abertura

10h15: Adriana Recco, Diretora de Comunicação da Huawei Brasil – Apresentação sobre Women in Tech

10h30: Bárbara Doubay Campanini, Coordenadora geral substituta em desenvolvimento do MMFDH – Desigualdade de gêneros no mercado de trabalho brasileiro

10h45: Ângela Amin, Deputada Federal – Importância da Igualdade entre homens e mulheres e sua trajetória no grupo de trabalho 5G

11h00: Caroline Brandão, Conselheira especial no Brasil em UIT – Empoderando mulheres em ICT, reduzindo a diferença de gênero 

11h15: Paula Faria, CEO da Nectar — Inovação na promoção de igualdade de gêneros e Sandbox

11h30: Isabelle Nascimento de França, Analista em Tecnologia da Informação/Chefe de Gabinete do MEC — Liderança Feminina

11h45: Sandra Costa, Conselheira do projeto Mulheres do Brasil – O poder da conectividade e da tecnologia como meio de cidadania e protagonismo feminino

12h00: Fabi Saad, Fundadora do projeto Mulheres Positivas – Sua trajetória e apresentação do projeto

12h15: Adriana Recco — Encerramento
12h30: Almoço

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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GOVERNO DE SP INSTALA PROJETO-PILOTO DO PRIMEIRO SISTEMA DE PEDÁGIO FREE FLOW DO BRASIL

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Nova tecnologia de monitoramento de estradas em Minas Gerais garante mais segurança aos usuários e qualidade das vias concessionadas do estado

Em fase de teste, pórtico instalado na Rodovia Ayrton Senna (SP-070) faz apenas leitura das placas; cobrança aos motoristas segue sendo realizada na praça de pedágio

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da ARTESP — Agência de Transporte do Estado de São Paulo — e da concessionária Ecopistas, estão desenvolvendo o projeto-piloto do primeiro pedágio free flow do Brasil, localizado na Rodovia Ayrton Senna. Nessa primeira fase, estão sendo realizados testes de performance do equipamento para captação de imagens que permitem a identificação do tamanho, categorias e quantidades de eixos dos veículos que transitam pelo trecho — ainda sem a cobrança aos usuários via sistema. Técnicos da Agência analisam os dados captados do teste no pórtico, instalado no final de 2021 no km 31,5 da SP-070, e preparam um estudo.

O projeto-piloto serve de base para as próximas etapas de expansão do uso destes equipamentos no Estado de São Paulo — inclusive, no trecho do Rodoanel Norte, pioneiro no Brasil na cobrança de pedágio exclusivamente por essa modalidade. No caso da Ayrton Senna, enquanto o projeto-piloto está em funcionamento, o pagamento da tarifa para quem usa esse trecho da rodovia continuará sendo realizado na praça de pedágio localizada mais à frente, no km 32.



A implementação do sistema de pagamento free flow na Ayrton Senna é uma iniciativa conjunta do Governo de São Paulo com a concessionária Ecopistas, com objetivo de oferecer aos motoristas o benefício da tarifa proporcional ao trajeto percorrido. O sistema também vai melhorar a fluidez do trânsito nas rodovias e, consequentemente, aumentará a segurança viária dos usuários.

“Este projeto-piloto é o pontapé inicial para implantarmos o free flow no Estado de SP, uma forma de termos justiça tarifária nas rodovias, já que os motoristas pagam pela distância percorrida”, afirma o secretário de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto, que, em 2020, criou o Laboratório de Rodovias Inteligentes, com o objetivo de levar mais tecnologia às estradas paulistas.

Como funciona o sistema free flow

O sistema é composto por pórticos, posicionados em diferentes pontos da rodovia, equipados com câmeras especiais, sensores e antenas, capazes de operar mesmo em condições adversas de visibilidade.

Quando o veículo passa pelo pórtico, as câmeras com tecnologia OCR (Optical Character Recognition), que permite o reconhecimento óptico de caracteres, fazem a leitura das imagens frontais e traseiras das placas. Um scanner a laser faz a identificação e o dimensionamento dos veículos em tempo real, capturando as características como altura, largura, comprimento, trajeto e velocidade de carros, motos, ônibus etc. As antenas de identificação de TAGs e as câmeras de monitoramento complementam as informações, que são enviadas para um sistema central, responsável por receber e processar todos os dados e, por fim, calcular a tarifa de pedágio de acordo com a distância percorrida.

Com informações da Assessoria de Imprensa Approach

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PONDERAÇÕES SOBRE A IMPORTÂNCIA DA AVIAÇÃO GERAL E POLÍTICA PÚBLICA PERTINENTE

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O MCom promove cerimônia para apresentar, nesta terça (12/4), a meta de instalação de novos 12 mil pontos de Wi-Fi Brasil em escolas da rede pública no país.

O início da Infovia 01, do programa Norte Conectado, será sinalizado, junto à assinatura do ato de regulação de parcelamentos das outorgas de Radiodifusão

O Ministério das Comunicações (MCom) promove cerimônia para apresentar, nesta terça (12/4), a meta de instalação de novos 12 mil pontos de Wi-Fi Brasil em escolas da rede pública no país. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro, trata sobre a cooperação para implantação de 10 mil pontos em escolas localizadas em áreas rurais e 2 mil em áreas urbanas.

Na oportunidade, o MCom indicará o início da Infovia 01, que integra o programa Norte Conectado e irá expandir a infraestrutura de comunicações na Região Amazônica, conectando Santarém (PA) a Manaus (AM) por meio da implantação de cabos de fibra óptica subfluvial. É previsto investimento de R$ 165 milhões nesta etapa.



Também serão divulgadas pelo MCom as condições, critérios e procedimentos para o pagamento dos valores devidos — a título de preço público de outorgas — para execução de serviços de radiodifusão. O assunto compõe Portaria, que será assinada pelo ministro Fábio Faria.

Jornalistas interessados em cobrir o evento deverão realizar credenciamento de imprensa [ link para credenciamento ]

SERVIÇO

Governo Federal anuncia 12 mil novos pontos do Wi-Fi Brasil para escolas da rede pública
— Local: Palácio do Planalto, Salão Nobre, Brasília (DF)
— Data: 12 de abril (terça-feira)
— Horário: 17 horas (horário de Brasília)
— Informações: (61) 9 8247 0107 / imprensa@mcom.gov.br

Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério das Comunicações

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